RELATÓRIO E CONTAS 2013
RELATÓRIO E CONTAS 2013
Projeto:
Hotel B&B Évora
Cliente:
Endutex Hotéis
Edição
Construções Gabriel A.S. Couto S.A.
Design gráfico
give u design art,lda
Coordenação Editorial
Departamento de Marketing
Tiragem
500 exemplares
Construções Gabriel A.S. Couto S.A.
Rua de São João de Pedra Leital, nº 1000
4770-464 Requião, Apartado 84 EC V.N.Famalicão
4761-223 V. N. Famalicão
Tel: 00351 252 308 640 PPCA
Fax: 00351 252 375 871
www.gabrielcouto.pt
[email protected]
Alvará: 2490
Indíce
Mensagem RELATÓRIO DE GESTÃO
7
11
PARTICIPAÇÕES15
Balanço Individual 19
Demonstração Individual de Resultados por Natureza
23
Demonstração Individual de Fluxos de Caixa
23
Demonstração Individual das Alterações no Capital Próprio
27
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
31
RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO
45
CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS
45
Projeto:
Plataforma Logística de Leixões_Polo 1
Cliente:
APDL_ Administração do Porto de Leixões
Mensagem
8
Ω
Mensagem DO PRESIDENTE do Conselho De ADMINISTRAÇÃO
Mensagem
DO PRESIDENTE do Conselho De ADMINISTRAÇÃO
Com os fortíssimos cortes que o investimento em obras públicas
tem sofrido nos últimos anos, a nossa empresa tem direccionado
uma atenção muito especial para o mercado de obras particulares, muito em especial em edifícios fabris, redes logísticas e hotéis. É um mercado que tem características muito particulares,
em que o projecto está ligado a um negócio, pelo que os prazos
e os orçamentos são exigências a que não se pode falhar. A experiência acumulada ao longo de várias décadas em projectos
públicos de elevada envergadura técnica e financeira, bem como
a qualidade dos nossos serviços, serviram como um bom cartão
de visita junto das empresas promotoras desse investimento privado e junto dos outros importantes operadores presentes nesta
actividade – empresas projectistas e fiscalização.
Nos dois últimos anos a nossa empresa foi responsável por importantes projectos, de que salientamos a Ampliação da Fábrica
MABOR CONTINENTAL; Construção da Nova Base Logística
da DB Schenker; Ampliação da Fábrica IKEA; Construção da
Decathlon de Viseu e Portimão entre outros, bem como duas
unidades hoteleiras para o Grupo Endutex, em Évora e no Porto
e uma unidade para o Grupo Vila Galé, em Évora.
A empresa tem também em execução três importantes plataformas logísticas, promovidas, uma em Paços de Ferreira pela PFR
Invest, outra em Monção para a Minho Park Monção, bem como
outra para a APDL, as duas últimas, numa intervenção em 50
e 30 hectares. respectivamente
Não menosprezando os concursos públicos, embora aqui se
venha a assistir a uma degradação permanente dos preços, sem
que haja coragem de interromper este processo, que não beneficia ninguém, incluindo o próprio dono de obra, será no mercado
das obras particulares que a Gabriel Couto irá prosseguir o esforço de captação de obras no mercado nacional.
Mas, é no mercado internacional que a empresa vem intensificando os esforços para conseguir tanto uma presença como um
contributo cada vez maiores, para o seu volume de negócios.
Para além de Angola, Moçambique e Suazilândia, durante o ano
de 2013 iniciamos uma importante obra pública em Cabo Verde
– 400 apartamentos, um projecto de habitação social financiado
através da CGD. O mercado externo contribui para 40,5% do total
dos negócios, ou seja, as vendas no exterior atingiram 41,8 milhões de euros.
Pensamos ser possível atingir, durante o ano de 2014, um montante superior a 50 milhões de euros.
Na parte final de 2013 a empresa finalizou a venda de uma participação na empresa angolana Anteros e formou a Gabriel Couto
Angola, tendo apresentado um projecto na ANIP-Agência de
Investimento Estrangeiro, no valor de 6 milhões de euros, o qual
se encontra praticamente concluído.
Em Moçambique terminou um importante projecto para o
Millennium Chalenge Account – Agência Americana para o investimento em países em vias de desenvolvimento, mantendo
em execução os projectos no Corredor de Gaza e no Corredor
de Nacala, numa extensão de cerca de 330 km, da construção
de novas Vias. Também no Corredor de Nacala, já durante o ano
de 2014, nos foram adjudicados pela empresa mineira VALE
(responsável pela exploração das minas de carvão de Moatize)
a construção de várias plataformas para a nova linha férrea, num
valor de cerca de 30 milhões de USD.
O ano de 2014 será um ano de consolidação da nossa presença
neste mercado, onde a Gabriel Couto tem já uma forte presença,
quer em recursos humanos, (técnicos e pessoal altamente especializado), quer em equipamento. Estamos entretanto a desenvolver esforços para o alargamento da nossa actividade a todo
o espectro da engenharia; vias de comunicação, pontes, construção civil, redes de águas e saneamento e instalações industriais.
Tem havido uma forte aposta na formação de recursos humanos
locais, como factor, não apenas de competitividade, mas também, de responsabilidade social.
É este o caminho que prosseguiremos de uma forma inequívoca
e persistente.
Neste momento de reorganização do modelo de negócio, temos
contado com o apoio dos fornecedores, das entidades bancárias,
bem como dos nossos colaboradores. Para estes, uma palavra
de reconhecimento, muito em particular para aqueles que, longe
das famílias, em ambientes de dureza inegável – em alguns
casos com distância ao aeroporto mais perto, de cerca de 600
km – honram não apenas o nome da empresa Gabriel Couto mas
dignificam, pela sua competência e elevação moral, o nome da
Engenharia Portuguesa no Mundo.
Projeto:
Nacala Railway Corridor Project - secção 6
Desvios Ferroviários e Realinhamentos (Coronga)
Cliente:
Vale Moçambique, Lda
Projeto:
Construção de 390 Habitações em Palmerejo Grande
Praia. Ilha de Santiago. Cabo Verde
Cliente:
Estado de Cabo Verde (IFH)
RELATÓRIO DE GESTÃO
12
RELATÓRIO DE GESTÃO
RELATÓRIO DE GESTÃO
DO EXERCÍCIO DE 2013
Em cumprimento das disposições legais e estatutárias, apresentamos o Relatório de Gestão e Contas, que
refletem a atividade económica e financeira da nossa sociedade durante o exercício de 2013.
1. ENQUADRAMENTO
MACROECONÓMICO E SETORIAL
A economia portuguesa verificou, a
partir do segundo trimestre de 2013,
um aumento da atividade económica,
interrompendo uma tendência de queda
que se mantinha desde 2011.
No entanto, não foi suficiente para impedir
que o PIB diminuísse em 2013, em termos
médios, face ao ano anterior, 1,4 %.
Segundo o INE, o Índice de Preços no
Consumidor (IPC) registou durante 2013
uma variação média anual de 0,3%, o que
compara com os 2,8% no ano anterior.
Esta queda na inflação deve-se a um
aumento de preços menos acentuado nos
produtos energéticos.
A taxa de variação homóloga do IPC em
dezembro fixou-se nos 0,2%.
As taxas de juro de referência do Banco
Central Europeu tiveram em 2013 duas
alterações no sentido da descida. De
0,75% para 0,5% em maio, e para 0,25%
em novembro, o que influenciou as taxas
aplicadas pelos bancos na sua atividade
de crédito.
O emprego registou uma queda em
termos médios anuais, de 2,8% em 2013,
apresentando uma leve recuperação
a partir do segundo trimestre.
No setor da construção, o índice de
produção continua a registar reduções,
embora menos intensas nos últimos três
meses de 2013, passando de uma taxa de
variação negativa de 15,8% em outubro
para -14,8% em novembro.
O indicador de confiança da construção
e obras públicas aumentou de forma
ténue em dezembro, sem contudo deixar
de se caracterizar pelo pessimismo reinante neste setor de atividade há já
longos meses.
Durante o 4º trimestre de 2013 o índice
de novas encomendas na construção diminuiu, em termos homólogos, de 30,2%.
Para este índice agregado contribuiu fortemente o índice do segmento de Obras de
Engenharia, com uma variação homóloga
de -39,9%, ao passo que o índice relativo
ao segmento de Construção de Edifícios
registou uma variação homóloga de -22,2%
2. O DESEMPENHO DA EMPRESA
EM 2013
Em 2013 a nossa empresa manteve sensivelmente o mesmo nível de vendas do
ano anterior. 103,2 M€ em 2013 e 103,3 M€
em 2012.
O objetivo vendas foi atingido.
As vendas no mercado externo atingiram
o montante de 41.852.055,02 €, o que
representou 40,5% do total.
Por países, a empresa vendeu na
Suazilândia 9,3 M€ e em Moçambique
32,5 M€, tendo o mercado interno sido responsável por 59,5% das vendas (61,4 M€).
A internacionalização afirma-se, assim,
como uma alavanca fundamental para
fazer face à crise do setor em Portugal,
onde as obras públicas estão ao nível de
promoção mais baixo das últimas décadas
e as obras privadas, embora registando
uma ténue tendência para uma evolução
positiva, ainda não é suficiente para
viabilizar as estruturas produtivas que se
mantêm no setor.
Aliás, a crise geral da economia tem
atingido fortemente o nosso setor de
atividade a vários níveis.
A quebra drástica na procura interna,
obrigando à reestruturação das empresas
e à reorientação geográfica na procura
de obras. Mas também as implicações
negativas derivadas do insucesso no
desenvolvimento de alguns projetos,
como foi o caso daquele que este ano ficou
assinalado pela relevação contabilística
do efeito da aprovação do Plano Especial
de Revitalização (PER) de um cliente onde
a nossa empresa mantinha um crédito de
valor elevado.
O efeito global da aprovação do PER do
cliente Parkalgar, entidade que detém o
Autódromo do Algarve, empreendimento
que foi construído pela nossa empresa em
consórcio com outra importante empresa
portuguesa, obrigou à contabilização
de perdas no montante de cerca de
6,5 milhões de euros.
O efeito nos resultados da nossa empresa
não poderia deixar de ser de enorme impacto. Pela primeira vez, por razões
exógenas à qualidade da gestão e da
atividade operacional da empresa, somos
confrontados com um resultado negativo.
A nossa participação na construção do
referido empreendimento teve, inicialmente, o estímulo e o conforto do
conhecimento de que uma importante
instituição financeira portuguesa estava
na linha da frente do financiamento do
empreendimento.
A crise financeira de 2008 e todas as
consequências, bem conhecidas, nos
anos seguintes, ditaram as consequências
desastrosas para o projeto e o arrastamento das consequências nefastas
para todos os que nele se envolveram. No
nosso caso ao nível de construtor.
Sem este efeito, a empresa, mesmo
em clima macroeconómico de recessão
e crise económica, ter-se-ia mantido num
plano de rentabilidade positiva.
Numa altura de reconversão geográfica
de mercados, em que o esforço de investimento na deslocalização de recursos
humanos, equipamentos e demais fatores
produtivos é motivo para afetar, numa
primeira fase da internacionalização,
a rentabilidade, dado que a influência
destes custos de contexto são marcantes
enquanto não se atinge a atividade de
cruzeiro nesses mercados, e as economias de escalas se fazem sentir; em
que o esforço comercial de obtenção de
novas oportunidades não deixa, também,
de contrariar a obtenção de níveis de
resultados mais satisfatórios, parece-nos
ser de realçar o facto de, sem o efeito
global da aprovação do Plano Especial de
Revitalização da empresa nossa cliente
atrás referida, o resultado ser positivo.
Mas, a nossa empresa, que tem
conseguido, no meio da adversidade
a que o setor tem estado exposto nos
últimos anos, encontrar as soluções para
a contrariar, nada pode fazer para não
sofrer os feitos da situação descrita.
O Resultado Líquido foi, assim, negativo
de 5.660.352,43 €.
Não penalizamos a qualidade do nosso
trabalho, que continua a merecer a apreciação positiva dos seus clientes, no país
e nos mercados externos onde atuamos.
RELATÓRIO DE GESTÃO
Na ausência do investimento público,
temos conseguido adicionar à nossa
carteira de clientes novos empreendedores. Administração dos Portos do Douro
e Leixões (APDL) e Associação Minho Park
Monção, nas infraestruturas. SIMDOURO,
na captação e distribuição de água. DB
Schenker, WUHAN INDÚSTRIES e POAOInvestimentos Imobiliários (investimento
chinês), Hospital Privado do Algarve,
Endutex, com a construção de dois hotéis,
um em Évora e outro na Senhora da Hora,
que vai iniciar a construção. Imadora
e Brimogal, clientes que promovem
a construção de Edíficios Comerciais,
loja Decathlon e loja AKI.
Na atividade internacional, a continuação
das importantes obras de construção e
beneficiação de estradas em Moçambique
e na Suazilândia.
Em Cabo Verde, o arranque recente da
construção de 390 habitações sociais para
Governo cabo-verdiano.
Estes são alguns dos exemplos de novas
oportunidades que a nossa empresa já
agarrou e que espera potenciar no futuro,
enquanto se reorganiza e reestrutura
para melhor se preparar para o desafio da
internacionalização, que é a oportunidade
de sobrevivência das empresas do setor,
enquanto se verificarem as restrições
à promoção de obras pelas entidades
públicas em Portugal.
øø Recursos humanos
Uma palavra de muito apreço a todos
os nossos quadros que estão, também
eles, expostos a desafios de grande
envergadura, nomeadamente porque, em
terras longínquas e com grande sacrifício
pessoal mantêm o prestígio da nossa
empresa em boa nota.
A empresa mantêm uma atenção
especial à qualificação dos seus quadros,
enquanto procede ao redimensionamento
e à distribuição espacial que a nova
conjuntura impõe.
øø Políticas de Qualidade, Segurança
e Ambiente
A nossa empresa possui políticas de
Qualidade, Segurança e Ambiente perfeitamente definidas e certificadas.
É com orgulho que mantemos a certificação destas políticas que são auditadas
regularmente pela APCER.
A Administração da empresa aposta
claramente nos aspetos qualitativos
que a manutenção das referidas certificações atesta.
Numa altura em que os riscos e incertezas
que impedem sobre o setor da construção,
pelas razões já referidas e que, em
resumo, resultam da redução enorme
da procura e aumento da concorrência,
por um lado, e pela complexidade dos
processos que a internacionalização
implicam, entendemos que só com
argumentos de qualidade e competência
é que se pode aspirar a permanecer no
setor de forma ativa e relevante.
øø Breve análise económica e financeira
Os principais indicadores estão marcados
pelo efeito nefasto resultante do exposto
acima.
O resultado operacional foi negativo em
704.267,00 € e o resultado líquido em
5.660.352,43 €
O Fundo de maneio em 31/12/2013 atingiu
o valor de 9.435.923,63 €
Os
capitais
próprios
ressentiram
fortemente o impacto do já descrito,
atingindo em 31/12/2013 o valor de
13.103.565,10 €.
Não se verificou neste ano investimento
em ativos fixos tangíveis de significado,
antes se procurou reafectar o nosso
parque de máquinas aos novos locais de
produção.
øø Factos relevantes após fim do exercício
Após o fim do exercício não ocorreram
factos que mereçam relevância neste
relatório.
øø Situação perante o Fisco e a Segurança
Social
A empresa mantém com o Fisco e a
Segurança Social a situação perfeitamente
regularizada, sem moras no cumprimento
das obrigações fiscais e contributivas.
3. PERSPECTIVAS PARA O ANO DE 2014
O próximo ano de 2014 assume uma
importância determinante para o setor,
que tem estado tempo de mais exposto
a uma crise profunda, e para a nossa
empresa em particular.
Não obstante alguma “agitação” positiva
que vamos observando em investidores
privados, tendo já beneficiado dessa
iniciativa empresarial, como atrás referimos, ainda estamos longe de no mercado nacional encontrar a solução para
o normal desempenho das máquinas
produtivas. A reestruturação e adaptação às condições atuais do mercado
é um imperativo.
Por outro lado, o eixo da internacionali-
zação deve ser aprofundado e alargado
a novos mercados.
No ano de 2014 a nossa empresa aposta
no mercado angolano, onde se esperam
ainda boas oportunidades de negócio.
Para o efeito criou uma estrutura empresarial, onde participa com 90 % do
capital, para desenvolvimento da atividade
de construção neste importante país
africano de expressão portuguesa.
Em Moçambique esperamos alargar
a nossa presença a novas áreas de negócio
conexas com a construção, pois é um
país onde surgem novas condições que
podem potenciar negócios de apreciável
interesse.
O nosso esforço comercial deverá ser
reforçado, quer nacional quer internacionalmente, por forma a garantir novos
clientes e mercados.
A carteira atual de obras ressente-se dos
condicionalismos internos e externos dos
setor, mas é de molde a encarar o futuro
com otimismo.
Em 31/12/2013, o valor das obras em
carteira ascendia a cerca de 150 milhões
de euros, o que nos garante uma procura
de novas obras com alguma tranquilidade,
não nos sujeitando a projetos em que
a rentabilidade não está garantida à
partida, em função de preços que não
sejam suscetíveis de recuperação dos
custos diretos da execução das obras
respetivas.
4. PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE
RESULTADOS
Nos termos legais e estatutários, propõe-se que o resultado líquido negativo de
2013, no valor de 5.660.352,43 Euros seja
aplicado em Resultados Transitados.
5. AGRADECIMENTOS
A todos os Colaboradores da empresa,
Clientes, Fornecedores e Instituições
Financeira que connosco têm colaborado,
agradecemos o seu esforço e colaboração,
pois estamos certos que sem o seu
concurso as dificuldades seriam maiores
e o desempenho de menor qualidade.
Aos restantes Orgãos Sociais, e em
especial ao Fiscal Único, o Revisor Oficial
de Contas, os nossos agradecimentos
por todo o empenhamento dispensado à
empresa, o que muito nos apraz registar.
Vila Nova de Famalicão,
14 de Maio de 2014.
O Conselho de Administração
13
Projeto:
Nacala Railway Corridor Project - secção 6
Desvios Ferroviários e Realinhamentos (Cuamba)
Cliente:
Vale Moçambique, Lda
participações
16
PARTICIPAÇÕES
PARTICIPAÇÕES
DOS MEMBROS DOS ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO NO CAPITAL
DE CONSTRUÇÕES GABRIEL A. S. COUTO S A
Nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 447º do Código das Sociedades Comerciais,
discrimina-se a seguir o número de ações que cada titular declarou possuir à data de 31 de Dezembro
de 2013.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Carlos Alberto Freitas Couto ............................................................................................... 93 340 ações
Maria da Conceição Ferreira de Freitas ............................................................................ 539 320 ações
António Gabriel Freitas Couto ............................................................................................. 93 330 ações
Avelino Jorge da Silva Oliveira ............................................................................................ 93 330 ações
José Sampaio Couto ............................................................................................................ 10 680 ações
Nenhum outro membro dos órgãos de Administração ou Fiscalização declarou possuir, ou ter
possuído durante o ano de 2013, ações ou obrigações de CONSTRUÇÕES GABRIEL A . S. COUTO, S.A.
PARTICIPAÇÃO DA RELAÇÃO DE ACCIONISTAS TITULARES DE PELO MENOS UM DÉCIMO
DO CAPITAL SOCIAL DE CONSTRUÇÕES GABRIEL A.S. COUTO, S. A .
Dando cumprimento ao disposto no artigo 448º do Código das Sociedades Comerciais, apresenta-se a
seguir a relação dos accionistas detentores de, pelo menos, um décimo do capital social da Sociedade:
Maria da Conceição Ferreira de Freitas ............................................................. 539 320 ações (53,93%)
Vila Nova de Famalicão, 14 de Maio de 2014
O Conselho de Administração
PARTICIPATION
Projeto:
Parque Urbano Ribeira do Matadouro-Santo Tirso
Cliente:
Câmara Municipal de Santo Tirso
17
Projeto:
Reconversão Urbanística
da Zona do Forte S. João de Deus
Cliente :
Câmara Municipal de Bragança
Balanço Individual
20
Balanço Individual
Balanço Individual
em 31 de Dezembro de 2013
Euros
RUBRICAS
NOTAS
PERIODOS
2013
2012
ATIVO
Ativo não corrente
Ativos fixos tangíveis
6e7
Ativos intangíveis
5
13.204.878,86
14.386.151,22
14.261,48
19.763,19
Participações financeiras - método equivalência patrimonial
9,10 e12
10.695.803,30
11.616.043,04
Participações financeiras - outros métodos
9,10 e 12
779.291,58
387.873,94
11
140.642,40
240.642,40
3.10
43.869,91
51.408.41
24.878.747,53
26.701.882,20
Outros ativos financeiros
Ativos por impostos diferidos
Ativo corrente
Inventários
13
4.486.387,88
4.752.450,01
Clientes
18
45.970.333,72
49.994.564,20
Adiantamentos a fornecedores
1.285.246,24
1.043.801,85
Estado e outros entes públicos
23
680.967,91
2.001.919,09
Outras contas a receber
18
29.643.000,40
28.087.419,24
Diferimentos
21
445.103,16
557.664,88
Caixa e depósitos bancários
4
4.281.087,90
4.272.014,77
Total do ativo
86.792.127,21
90.709.834,04
111.670.874,74
117.411.716,24
Projeto:
Reabilitação e Ampliação do Sistema de Drenagem
de Águas Pluviais na cidade de Nampula
Cliente:
MCA- Millenium Challenge Account – Moçambique
Balanço Individual
Euros
RUBRICAS
NOTAS
PERIODOS
2013
2012
5.000.000,00
5.000.000,00
CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO
CAPITAL PRÓPRIO
Capital realizado
22
Ações (quotas) próprias
(500.000,00)
(500.000,00)
Reservas legais
1.000.000,00
1.000.000,00
Outras reservas
9.610.110,19
9.610.110,19
Resultados transitados
Ajustamentos em ativos financeiros
Excedentes de revalorização
Resultado líquido do período
18.211.660,43
15.245.243,64
(15.816.723,21)
(11.159.919,41)
1.258.870,12
1.258.317,60
18.763.917,53
20.453.752,02
(5.660.352,43)
3.024.743,36
13.103.565,10
23.478.495,38
13.103.565,10
23.478.495,38
16
78.073,15
79.745,36
20
7.571.077,51
6.465.367,06
316.990,88
232.767,26
13.244.964,52
9.533.747,68
21.211.106,06
16.311.627,36
Total do capital próprio
PASSIVO
Passivo não corrente
Provisões
Financiamentos obtidos
Passivos por impostos diferidos
3.10
Outras contas a pagar
19
Passivo corrente
Fornecedores
19
29.807.350,95
27.855.135,70
Adiantamentos de clientes
19
10.491.550,69
13.571.849,67
Estado e outros entes públicos
23
280.674,37
290.854,34
Financiamentos obtidos
20
20.629.472,40
19.893.266,21
Outras contas a pagar
19
6.902.283,93
8.430.319,80
Diferimentos
21
9.244.871,24
7.580.167,78
77.356.203,58
77.621.593,50
98.567.309,64
93.933.220,86
111.670.874,74
117.411.716,24
Total do passivo
Total do capital próprio e do passivo
21
Demonstração Individual
de resultados e de fluxos de caixa
Projeto:
Parque de Negócios da Maia – Módis
Cliente:
Contacto Construções, S.A.
24
∑
Demonstração Individual de Resultados por Natureza
Demonstração Individual
de Resultados por Natureza
em 31 de Dezembro de 2013
Euros
RENDIMENTOS E GASTOS
NOTAS
PERIODOS
2013
2012
Vendas e serviços prestados
15
103.214.457,36
103.315.197,16
Ganhos / perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos
conjuntos
24
3.771.778,67
6.505.637,02
Variação nos inventários da produção
25
(60.481,80)
(251.127,13)
Trabalhos para a própria entidade
6
27.933,33
55.036,39
Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas
26
(23.867.650,18)
(17.071.776,17)
Fornecimentos e serviços externos
27
(63.402.305,31)
(71.807.930,37)
Gastos com o Pessoal
28
(12.435.580,82)
(11.844.298,62)
Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões)
29
(28.050,57)
--
Provisões (aumentos / reduções)
16
1.672,21
(4.378,56)
Outros rendimentos e ganhos
30
13.140.600,98
9.620.975,90
Outros gastos e perdas
30
(17.926.868,38)
(7.976.988,88)
2.435.505,49
10.540.346,74
(3.139.772,49)
(3.062.254,85)
(704.267,00)
7.478.091,89
(4.694.479,63)
(4.141.926,35)
(5.398.746,63)
3.336.165,54
Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos
Gastos / reversões de depreciação e de amortização
5e6
Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos)
Juros e gastos similares suportados
31
Resultado antes de impostos
Imposto sobre o rendimento do período
17
Resultado líquido do exercício
O Técnico de Contas
(261.605,80)
(311.422,18)
(5.660.352,43)
3.024.743,36
O Conselho de Administração
Projeto:
Reabilitação da N13 Nampula.Cuamba ( Projeto Nacala Corredor
Lote C_Malema.Cuamba( 234 Km 348) L= 114 Km)
Cliente:
ANE – Administração Nacional das Estradas
Demonstração Individual de Fluxos de Caixa
∑
Demonstração Individual
de Fluxos de Caixa
do Período findo em 31 de Dezembro de 2013
Euros
RUBRICAS
NOTAS
PERIODOS
2013
2012
Fluxos de caixa das atividades operacionais - método direto
Recebimentos de Clientes
Pagamentos Fornecedores
Pagamentos ao pessoal
Caixa gerada pelas operações
107.238.687,84
(85.112.159,91)
(9.151.923,21)
12.974.604,72
88.862.326,59
(80.708.675,63)
(7.593.558,81)
560.092,15
Pagamento / recebimento do imposto sobre o rendimento
Outros recebimentos / pagamentos
Fluxos de caixa das atividades operacionais (1)
(388.298,49)
(10.607.769,80)
1.978.536,43
(407.048,12)
(2.180.204,24)
(2.027.160,21)
(6.221.456,53)
(17.661,89)
(313.140,46)
--
(7.647.183,96)
(7.952,23)
(110.000,00)
--
4.640.283,60
-100.000,00
---2.695.074,97
883.099,69
------194.918,00
(7.570.218,19)
1.841.916,64
-----
10.667.740,93
-----
-(4.694.479,63)
---(2.852.562,99)
-(4.141.926,35)
---6.525.814,58
9.073,13
(3.071.563,82)
--
--
4.272.014,77
4.281.087,90
7.343.578,59
4.272.014,77
Fluxos de caixa das atividades de investimento
Pagamentos respeitantes a:
Ativos fixos tangíveis
Ativos intangíveis
Investimentos financeiros
Outros ativos
Recebimentos provenientes de:
Ativos fixos tangíveis
Ativos intangíveis
Investimentos financeiros
Outros ativos
Subsídios ao investimento
Juros e rendimentos similares
Dividendos
Fluxos de caixa das atividades de investimento (2)
Fluxos de caixa das atividades de financiamento
Recebimentos provenientes de:
Financiamentos obtidos
Realizações de capital e de outros instrumentos de capital próprio
Cobertura de prejuizos
Doações
Outras operações de financiamento
Pagamentos respeitantes a:
Financiamentos obtidos
Juros e gastos similares
Dividendos
Reduções de capital e de outros instrumentos de capital próprio
Outras operações de financiamento
Fluxos de caixa das atividades de financiamento (3)
Variação de caixa e seus equivalentes (1 + 2 + 3)
Efeito das variações de câmbio
Caixa e seus equivalentes no início do período
Caixa e seus equivalentes no fim do período
O Técnico de Contas
4
4
O Conselho de Administração
25
Demonstração INDIVIDUAL
das Alterações no Capital Próprio
Projeto:
Reabilitação da N221 – Caniçada - Chicualacuala – Estado de Gaza. Moçambique
Cliente:
ANE – Administração Nacional das Estradas
----
--
--
--
--
--
Realização do excedente de revalorização de
ativos fixos tangíveis e intangíveis
Excedentes de revalorização de ativos fixos
tangíveis e intangíveis e respectivas variações
Ajustamentos por impostos diferidos
Outras alterações reconhecidas no capital próprio
4=2+3
--
--
Diferenças de conversão de demonstrações
financeiras
POSIÇÃO NO FIM DO PERÍODO 2013
6=1+2+3+5
5.000.000,00
---
--
--
Outras operações
--
(500.000,00)
--
--
--
Distribuições
--
Realizações de premios de emissão
Entradas para cobertura de perdas
--
--
Realizações de capital
OPERAÇÕES COM DETENTORES DE CAPITAL NO PERÍODO
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
2.966.416,79
2.966.969,31
(552,52)
--
--
--
-- 1.000.000,00 9.610.110,19 18.211.660,43
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
---
--
(15.816.723,21)
--
--
--
--
--
--
(4.656.803,80)
(4.656.803,80)
--
--
--
--
--
--
1.258.870,12
--
--
--
--
--
--
552,52
--
552,52
--
--
--
--
--
--
(3.024.743,36)
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
-- (3.024.743,36)
--
--
--
--
--
--
3.024.743,36
Resultado
líquido do
período
(4.714.577,65)
(4.714.577,65)
--
--
--
--
--
--
23.478.495,38
Total
(5.660.352,43)
--
--
--
--
--
--
13.103.565,10
--
--
--
--
--
--
(10.374.930,28)
--
--
--
--
--
--
---
--
Outras
variações
no capital
próprio
(8.685.095,79)
--
--
--
--
--
--
---
1.258.317,60
Excedentes
de
revalorização
RESULTADO INTEGRAL
--
---
(11.159.919,41)
Ajustamentos
em ativos
financeiros
(5.660.352,43)
--
Resultados
transitados
-- 1.000.000,00 9.610.110,19 15.245.243,64
Outras
reservas
(5.660.352,43)
--
--
--
--
--
--
--
--
--
Reservas
legais
RESULTADO LÍQUIDO DO PERÍODO
--
--
--
--
--
(500.000,00)
Ações
(quotas)
próprias
--
5.000.000,00
Capital
Realizado
Primeira adoção de novo referencial contabilístico
NOTAS
Alterações de políticas contabilísticas
ALTERAÇÕES NO PERÍODO
POSIÇÃO NO INÍCIO DO PERÍODO 2013
RUBRICAS
Outros
Instrumentos
Prémios
de capital
de emissão
próprio
Capital Próprio atribuido aos detentores do capital da empresa - mãe
no Período 2013
Demonstração INDIVIDUAL das Alterações
no Capital Próprio
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
Interesses
minoritários
13.103.565,10
--
--
--
--
--
--
(10.374.930,28)
(5.660.352,43)
(4.714.577,85)
(4.714.577,85)
--
--
--
--
--
--
23.478.495,38
Total do Capital
Próprio
Euros
----
------
Realização do excedente de revalorização de
ativos fixos tangíveis e intangíveis
Excedentes de revalorização de ativos fixos
tangíveis e intangíveis e respectivas variações
Ajustamentos por impostos diferidos
Outras alterações reconhecidas no capital próprio
4=2+3
--
--
Diferenças de conversão de demonstrações
financeiras
O Técnico de Contas
POSIÇÃO NO FIM DO PERÍODO 2012
6=1+2+3+5
5.000.000,00
---
---
Outras operações
--
(500.000,00)
--
---
Distribuições
--
Realizações de premios de emissão
Entradas para cobertura de perdas
--
--
Realizações de capital
OPERAÇÕES COM DETENTORES DE CAPITAL NO PERÍODO
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
1.000.000,00
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
(1.303.677,86)
(1.303.677,86)
--
--
--
--
9.610.110,19 15.245.243,64 (11.159.919,41)
--
--
--
--
--
--
4.606.950,79
4.606.950,79
--
--
--
--
---
1.258.317,60
--
--
--
--
--
--
592,86
592,86
--
--
--
--
--
--
1.257.724,74
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
Outras
variações
no capital
próprio
Total
(3.062.746,24)
(3.062.746,24)
--
--
--
--
--
--
241.119,55
241.119,55
--
--
--
--
--
--
3.062.746,24 20.212.632,47
Resultado
líquido do
período
--
--
--
--
--
--
Total do
Capital
Próprio
--
--
--
--
--
--
--
3.265.862,91
3.024.743,36
241.119,55
241.119,55
--
--
--
--
--
-- 23.478.495,38
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
--
-- 20.212.632,47
Interesses
minoritários
Euros
O Conselho de Administração
3.024.743,36 23.478.495,38
--
--
--
--
--
--
3.265.862,91
--
---
(9.856.241,55)
Excedentes
de
revalorização
(38.002,88)
--
--
--
--
--
--
--
--
9.610.110,19 10.638.292,85
Ajustamentos
em ativos
financeiros
RESULTADO INTEGRAL
--
--
--
--
--
--
--
--
1.000.000,00
Resultados
transitados
3.024.743,36
--
--
--
--
--
--
--
--
--
Outras
reservas
3.024.743,36
--
--
--
--
--
--
--
--
--
Reservas
legais
RESULTADO LÍQUIDO DO PERÍODO
--
--
--
--
--
(500.000,00)
Ações
(quotas)
próprias
--
5.000.000,00
Capital
Realizado
Primeira adoção de novo referencial contabilístico
NOTAS
Alterações de políticas contabilísticas
ALTERAÇÕES NO PERÍODO
POSIÇÃO NO INÍCIO DO PERÍODO 2012
RUBRICAS
Outros
Instrumentos
Prémios
de capital
de emissão
próprio
Capital Próprio atribuido aos detentores do capital da empresa - mãe
no Período 2012
Demonstração INDIVIDUAL das Alterações
no Capital Próprio
anexo ao Balanço
e à Demonstração dos Resultados
Projeto:
OLIVE CREATIVE FACTORY – Reabilitação do Edifício
Cliente:
Câmara Municipal de São João da Madeira
32
§
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
anexo ao Balanço
e à Demonstração dos Resultados
do exercício findo em 31 de Dezembro de 2013
1. øø
øø
øø
Identificação da Entidade
1.1. Denominação social: Construções Gabriel A. S. Couto, SA
1.2. Sede: Rua S. João de Pedra Leital, 1000 – 4770 - 464 Vila Nova de Famalicão
1.3. Natureza da atividade: Exploração da atividade de construção civil e obras públicas.
2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras
øø 2.1 As demonstrações financeiras da Construções Gabriel A. S. Couto, SA (Gabriel Couto) foram preparadas no pressuposto da
continuidade das operações e tomando por base o custo histórico e refletem o resultado das suas operações e a posição financeira
da Empresa para o exercício findo em 31/12/2013.
As demonstrações financeiras da Gabriel Couto foram preparadas em conformidade com todas as normas que integram o Sistema
de Normalização Contabilística (SNC), aprovado pelo Decreto-lei nº 158/09 de 13 de Julho de 2009.
Na preparação das demonstrações financeiras anexas, foram utilizadas estimativas e pressupostos, que afetam a aplicação das
políticas contabilísticas e o valor dos ativos, passivos, gastos e rendimentos. Todas as estimativas e pressupostos foram efetuados
com base na experiência histórica e no melhor conhecimento existente, à data de aprovação das demonstrações financeiras, dos
eventos e transações em curso.
øø 2.2. ​Não foram derrogadas quaisquer disposições do SNC, por isso, sem quaisquer efeitos nas Demonstrações Financeiras da
entidade.
øø 2.3.​ Não existem conteúdos que não sejam comparáveis com os do período anterior, que afetem as contas do Balanço e da
Demonstração de Resultados.
3. Principais políticas contabilísticas, estimativas e julgamentos necessários
øø 3.1 Ativos fixos tangíveis.
Os ativos fixos tangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das correspondentes depreciações e das perdas
por imparidade acumuladas.
As depreciações são calculadas, após a data em que os bens estejam disponíveis para serem utilizados, pelo método das quotas
constantes, em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens.
As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos seguintes períodos de vida útil estimada (em anos):
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
Equipamento de transporte
Equipamento administrativo
10 a 50
3 a 15
4 a 10
4 a 10
øø 3.2 Ativos intangíveis
Os ativos intangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das correspondentes amortizações e das perdas por
imparidade acumuladas.
As amortizações são calculadas, após a data em que os bens estejam disponíveis para serem utilizados, pelo método das quotas
constantes em conformidade com o período de vida útil estimado.
øø 3.3 Locações
As operações de locação são classificadas como locações financeiras ou locações operacionais em função da sua substância e não da
sua forma legal. São classificadas como locações financeiras as operações em que os riscos e benefícios inerentes à propriedade de
um ativo são transferidos para o locatário. Todas as restantes operações de locação são classificadas como locações operacionais.
Locações operacionais
Os pagamentos efetuados à luz dos contratos de locação operacional são registados na rubrica de gastos dos períodos a que dizem
respeito.
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
§
Locações financeiras
Os ativos fixos tangíveis adquiridos em regime de locação financeira são registados pelo seu valor no ativo e a correspondente
responsabilidade no passivo.
As depreciações destes bens foram efetuadas de acordo com o referido no ponto 3.1, e registadas em gastos de depreciação do
período.
A parte de capital incluída nas rendas pagas é deduzida ao montante da responsabilidade registada no passivo, sendo os juros aí
incluídos contabilizados como gastos de financiamento do período.
øø 3.4 Investimentos financeiros
As compras e vendas de investimentos financeiros são reconhecidas nas datas da transação. São inicialmente registados pelo seu
valor de aquisição, que é o justo valor do preço pago, incluindo despesas de transação.
É feita uma avaliação quando existem indícios de que o ativo possa estar em imparidade, sendo registado como custo na conta de
resultados as perdas de imparidade quando se demonstrem existir.
Os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas, encontram-se registados ao custo de aquisição, sendo
posteriormente, e no final de cada período ajustados no seu valor pela utilização do método da equivalência patrimonial, com exceção
das situações descritas nas notas 9 e 10.
øø 3.5 Inventários
As mercadorias e as matérias-primas, subsidiárias e de consumo são valorizadas ao menor entre o seu custo de aquisição e o seu
valor realizável líquido. O método de custeio utilizado na movimentação das matérias-primas, subsidiárias e de consumo é o custo
médio ponderado.
Os produtos acabados e semi-acabados e os produtos e trabalhos em curso são valorizados ao menor do custo de produção ou do
valor realizável líquido.
Os custos de produção incluem o custo da matéria-prima incorporada, mão-de-obra direta e gastos gerais de fabrico. O método de
custeio é o custo médio.
øø 3.6 Dívidas de e a Terceiros
As dívidas de e a Terceiros são registadas pelo seu valor nominal dado que usualmente não vencem juros.
øø 3.7 Caixa e equivalentes de caixa
Os montantes incluídos na rubrica de caixa e equivalentes de caixa correspondem aos valores de caixa, depósitos à ordem e depósitos
a prazos, e que possam ser imediatamente mobilizáveis.
øø 3.8 Empréstimos
Os empréstimos são registados no passivo pelo seu valor nominal. Os encargos financeiros com juros e encargos similares são
registados na demonstração de resultados de acordo com o princípio da especialização do exercício.
øø 3.9 Provisões
As provisões são reconhecidas quando, e somente quando a empresa tenha uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante
de um evento passado, seja provável que para a resolução dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação
possa ser razoavelmente estimado. As provisões são revistas na data de cada balanço e ajustadas de modo a refletir a melhor
estimativa a essa data.
øø 3.10 Impostos sobre o rendimento
O gasto relativo a “Imposto sobre o rendimento do período” representa a soma do imposto corrente e do imposto diferido.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis da entidade de acordo com as regras fiscais
em vigor, enquanto que o imposto diferido resulta das diferenças temporárias entre o montante dos ativos e passivos para efeitos de
relato contabilístico (quantia escriturada) e os respetivos montantes para efeitos de tributação (base fiscal).
Os impostos diferidos ativos e passivos são calculados e anualmente avaliados utilizando as taxas de tributação em vigor ou
anunciadas para vigorar à data expectável da reversão das diferenças temporárias.
Os ativos por impostos diferidos são reconhecidos unicamente quando existem expectativas razoáveis de lucros fiscais futuros
suficientes para a sua utilização, ou nas situações em que existam diferenças temporárias tributáveis que compensem as diferenças
temporárias dedutíveis no período da sua reversão.
No final de cada período é efectuada uma revisão desses impostos diferidos, sendo os mesmos reduzidos sempre que deixe de ser
provável a sua utilização futura.
Os impostos diferidos são registados como gasto ou rendimento do exercício, exceto se resultarem de valores registados diretamente
em capital próprio, situação em que o imposto diferido é também registado na mesma rubrica.
øø 3.11 Reconhecimento de rendimentos e gastos
As demonstrações financeiras são preparadas de acordo com o regime contabilístico do acréscimo (ou da periodização). Através
deste regime, os efeitos das transações e de outros acontecimentos (rendimentos ou gastos) são reconhecidos quando eles ocorrem,
33
34
§
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
independentemente da data do seu recebimento ou pagamento, sendo registados contabilisticamente nas rubricas de Diferimentos
e relatados nas demonstrações financeiras dos períodos com os quais se relacionam.
Para o reconhecimento dos rendimentos e gastos dos contratos de construção, foi adotado o método da percentagem de acabamento.
De acordo com este método, os rendimentos diretamente relacionados com as obras em curso são reconhecidos na demonstração
de resultados em função da sua percentagem de acabamento, a qual é determinada pelo rácio entre os custos incorridos até à data
do balanço e os custos totais estimados das obras.
øø 3.12 Ativos e passivos contingentes
Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da empresa mas são objeto de divulgação quando
é provável a existência de um benefício económico futuro.
Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da empresa, sendo os mesmos objeto de divulgação.
øø 3.13 Julgamentos e estimativas
Na preparação das demonstrações financeiras, a empresa adotou certos pressupostos e estimativas que afetam os ativos
e passivos, rendimentos e gastos relatados. Todas as estimativas e assumpções efetuadas pelo órgão de gestão foram efetuadas
com base no seu melhor conhecimento existente, à data de aprovação das demonstrações financeiras, dos eventos e transações em
curso.
As estimativas foram determinadas com base na melhor informação disponível à data de preparação das demonstrações financeiras
e com base no melhor conhecimento e na experiência de eventos passados e/ou correntes. No entanto, poderão ocorrer situações
subsequentes que, não sendo previsíveis à data, não foram consideradas nessas estimativas. As alterações a essas estimativas,
que ocorram posteriormente à data das demonstrações financeiras, serão corrigidas na demonstração de resultados de forma
prospetiva.
4. Fluxos de caixa
Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, caixa e seus equivalentes inclui numerário e depósitos bancários facilmente
mobilizáveis, e detalha-se como segue:
31.12.2013
Numerário
Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis
31.12.2012
20.667,09
12.071,70
1.889.602,12
2.683.490,47
Depósitos a prazo
2.370.818,69
1.576.452,60
Caixa e seus equivalentes
4.281.087,90
4.272.014,77
5. Ativos intangíveis
Durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012, os movimentos ocorridos nos valores dos ativos intangíveis, bem
como nas respetivas amortizações acumuladas, foi o seguinte:
2012
VALORES BRUTOS
Programas de computador
Em curso
TOTAL
Saldo inicial
Aumentos
Alienações
Dif câmbio
Saldo final
453.930,29
7.460,71
0,00
0,00
461.391,00
14.297,87
491,52
0,00
0,00
14.789,39
468.228,16
7.952,23
0,00
0,00
476.180,39
Amortizações ACUMULADAS
Programas de computador
TOTAL
Valor Líquido
446.796,95
9.620,25
0,00
0,00
456.417,20
446.796,95
9.620,25
0,00
0,00
456.417,20
21.431,21
-1.668,02
0,00
0,00
19.763,19
Saldo inicial
Aumentos
Alienações/ transferência
Dif câmbio
Saldo final
479.052,89
2013
VALORES BRUTOS
Programas de computador
Em curso
TOTAL
461.391,00
0,00
17.661,89
0,00
14.789,39
2.872,50
-17.661,89
0,00
0,00
476.180,39
2.872,50
0,00
0,00
479.052,89
Amortizações ACUMULADAS
Programas de computador
TOTAL
Valor Líquido
456.417,20
8.374,21
0,00
0,00
464.791,41
456.417,20
8.374,21
0,00
0,00
464.791,41
19.763,19
-5.501,71
0,00
0,00
14.261,48
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
§
6. Ativos fixos tangíveis
øø 6.1. Valores brutos e depreciações acumuladas
Durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 os movimentos ocorridos no valor dos ativos fixos tangíveis, bem como
nas respetivas depreciações acumuladas foi o seguinte:
2012
Saldo inicial
Aumentos
Alienações
Transações/abates
Dif câmbio
Saldo final
VALORES BRUTOS
Terrenos e recursos naturais
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
228.598,08
395.000,00
0,00
0,00
623.598,08
1.722.027,54
1.204.434,59
0,00
0,00
2.926.462,13
22.712.625,83
12.229.770,58
8.348.312,78
(42,49)
26.594.041,14
Equipamento de transporte
6.279.817,28
3.262.536,15
1.301.968,90
0,00
8.317.455,43
Equipamento administrativo
1.849.576,43
107.860,85
0,00
0,00
1.957.437,28
42.827,08
0,00
0,00
0,00
42.827,08
1.747.952,23
55.036,39
61.393,16
0,00
1.741.595,46
Outros ativos fixos
Em curso
Adiantamentos p. conta invest.
TOTAL
236.330,40
0,00
0,00
0,00
236.330,40
34.776.927,79
17.297.465,64
9.650.281,68
(42,49)
42.439.747,00
Saldo inicial
Reforço
Dif Camb
Anul/rever
Saldo final
962.444,87
143.715,94
0,00
0,00
1.106.160,81
DEPRECIAÇÕES ACUMULADAS
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
21.898.159,31
2.048.196,61
(30,56)
4.907.153,30
19.039.172,06
Equipamento de transporte
5.598.984,96
787.767,22
(771,20)
268.956,95
6.117.024,03
Equipamento administrativo
1.718.347,79
70.991,23
(65,74)
0,00
1.789.273,28
0,00
1.963,60
0,00
0,00
1.963,60
30.177.936,93
3.052.634,60
(865,50)
5.176.110,25
28.053.595,78
Saldo inicial
Aumentos
Alienações
Transações/abates
Dif câmbio
Saldo final
Outros ativos fixos
TOTAL
2013
VALORES BRUTOS
Terrenos e recursos naturais
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
623.598,08
0,00
0,00
0,00
623.598,08
2.926.462,13
0,00
0,00
-58.410,99
2.868.051,14
26.594.041,14
5.169.256,54
4.768.327,32
-300.874,41
26.694.095,95
Equipamento de transporte
8.317.455,43
1.024.266,66
1.473.209,06
-117.615,09
7.750.897,94
Equipamento administrativo
1.957.437,28
0,00
146,56
-10.341,41
1.946.949,31
42.827,08
0,00
0,00
-5.603,98
37.223,10
1.741.595,46
27.933,33
0,00
0,00
1.769.528,79
Outros ativos tangíveis
Em curso
Adiantamentos p.conta invest.
TOTAL
236.330,40
0,00
236.330,40
0,00
0,00
42.439.747,00
6.221.456,53
6.478.013,34
-492.845,88
41.690.344,31
DEPRECIAÇÕES ACUMULADAS
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
Saldo inicial
Reforço
Dif Camb
Anul/rever
Saldo final
1.106.160,81
134.854,84
-5.841,10
0,00
1.235.174,55
19.039.172,06
2.165.973,92
-125.794,31
1.772.731,55
19.306.620,12
Equipamento de transporte
6.117.024,03
754.564,84
-29.663,94
757.114,49
6.084.810,44
Equipamento administrativo
1.789.273,28
62.734,68
-5.177,90
146,56
1.846.683,51
1.965,60
13.270,00
-3.058,77
0,00
12.176,83
28.053.595,78
3.131.398,28
-169.536,02
2.529.992,59
28.485.465,45
Outros ativos fixos
TOTAL
øø 6.2. Ativos fixos tangíveis expressos por quantias revalorizadas
Durante o período não se efetuaram reavaliações do ativo fixo tangível. Em períodos anteriores foram efetuadas reavaliações, que se
basearam nos seguintes diplomas legais:
Ano da reavaliação
Diploma legal
1986
Dec.- Lei nrº 118-B/86, de 27 de Maio
1991
Dec.- Lei nrº 49/91, de 25 de Janeiro
1993
Dec. – Lei nrº 264/92, de 24 de Novembro
35
36
§
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
Quadro discriminativo das reavaliações efetuadas nos períodos referidos:
Custos Históricos
Reavaliações
Valores Cont.Reavaliados
Terrenos e recursos naturais
134.675
93.923
228.598
Edifícios e outras construções
329.306
225.975
555.281
463.981
319.898
783.879
TOTAL
Nota: os valores são líquidos de depreciações.
7. Locações
øø 7.1. Locações financeiras
A empresa possui ativos fixos tangíveis incluídos no Balanço em regime de locação financeira. À data de 31 de Dezembro de 2013
eram os seguintes os valores destes ativos:
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
Equipamento de transporte
Valores Brutos
Depreciações
119.568,34
119.568,34
Valores Líquidos
0,00
11.218.794,43
10.966.758,95
252.035,48
28.057,66
4.024.242,21
3.996.184,55
Equipamento administrativo
165.485,35
165.485,35
0,00
TOTAL
15.528.090,33
15.247.997,19
280.093,14
øø 7.2. A responsabilidade inscrita no Balanço relativamente aos contratos de locação financeira era a seguinte:
No passivo corrente
757.663,90
No passivo não corrente
769.707,81
TOTAL
1.527.371,71
øø 7.3. Locações financeiras
O valor referente aos pagamentos mínimos de contratos de locação financeira são os seguintes:
Até 12 meses
821.824,70
A mais de 12 meses
1.313.393,75
øø 7.4. Locações operacionais
O valor referente a pagamentos de rendas de locações operacionais é o seguinte:
Até 12 meses
361.817,55
A mais de 12 meses
30.290,14
8. Interesses em empreendimentos conjuntos
As empresas controladas conjuntamente, integradas pelo método proporcional, e proporção nas mesmas, eram em 31 de Dezembro
de 2013 as seguintes:
Nome
Participação
Vias, Gabriel Couto, Electren - Reabilitação Sistema Mondego, ACE
30,00%
CEGA – Construção Scut dos Açores, ACE
25,00%
CMGE – Construtoras Escolares, ACE
33,33%
À data de 31 de Dezembro de 2013 as quantias agregadas, ponderadas pela percentagem de controlo conjunto, dos ativos correntes, dos
ativos não correntes, dos passivos correntes, dos passivos não correntes, dos rendimentos e dos gastos dos referidos agrupamentos
complementares de empresa eram como segue:
V/GC/El
CEGA
CMGE
TOTAL
1.046,82
1.046,82
258.666,43
172.527,18
1.356.541,91
748.979,76
367.280,24
366.978,03
1.483.238,03
Ativo não corrente
Ativo corrente
Passivo não corrente
Passivo corrente
925.348,30
78.073,15
78.073,15
Gastos
161.237,93
127.960,11
159.022,37
448.220,41
Rendimentos
646.514,12
19.370,50
158.870,73
824.755,35
Resultado Líquido
485.276,18
(108.613,81)
(151,64)
376.510,73
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
§
9. Investimentos em associadas e subsidiárias
Em 31 de Dezembro de 2013 as participações financeiras em empresas associadas está apresentada no quadro seguinte:
Firma
Sede
% CP
Capital próprio
Res. Líquido
Ano Obs
Fapre-Fáb Pré esforçados,SA
VN Famalicão
70
2.956.722,03
(29.797,99)
2013 a)
Comasa-C. Civil e O.Públicas, Lda
VN Famalicão
80
383.302,49
8.046,09
2013 a)
Miranda Douro
50
444.490,98
(1.380,16)
2013 a)
Socojol-Eng. Const. Civil, Lda
Moçambique
91,7
b)
b)
b)
Gabriel Couto (Moçambique),SARL
Moçambique
57
b)
b)
b)
ParqF-Parques Estac Famalicão
Braga
39,9
( 2.297,70)
(47.522,27)
2013 a)
AGE – Energias Renováveis, Lda
Abrical-Areias, Brit. E Calcários, Lda
VN Famalicão
50
23.918,70
(1.794,07)
2013 a)
Anteros – Soc Const Civil O P, Lda
Angola
25
13.156.239,76
11.665766,87
2013 a)
Gabriel Couto-Angola, OPCC, Lda
Angola
90
b)
b)
b)
Mopre – Pré Fabric Betão, Lda
Moçambique
90
b)
b)
b)
GCM-Eng e Const Lda
Moçambique
88,035
b)
b)
b)
Bemoz. Lda.
Moçambique
85
b)
b)
b)
(Moldávia)
33,33
(1.272.434,90)
(233.107,91)
2013 a)
V.N.Famalicão
50%
b)
b)
b)
JV Gabriel Couto A.Carvalho Rosas Const
GMCP, Lda
Notas: a) O valor destas participações financeiras está calculado de acordo com o método da equivalência patrimonial.
b) O valor destas participações está avaliado ao custo de aquisição. Estas empresas estão constituídas mas não iniciaram ainda a sua atividade produtiva, encontrando-se inativas.
øø 9.1. Não existem remunerações a qualquer dos administradores desta empresa, advindas de qualquer das entidades havidas
como partes relacionadas.
øø 9.2. Operações com empresas relacionadas
Durante o exercício de 2013 as transações entre as relacionadas e a entidade foram as seguintes:
Fapre-Fábrica de Pré-esforçados, SA
Comasa-Const. Civil o O. Públicas, Lda
Vendas
Compras
0,00
97.782,44
431.436,66
69.827,86
G.C. Angola-Obras Publ. Constr.Civil, Lda
1.912.083,36
0,00
Anteros-Soc Const.Civil Obras Públ., Lda
141.696,13
0,00
JV Gabriel Couto Amândio Carvalho Rosas Const
151.056,80
1.182.174,07
10. Investimentos financeiros noutras empresas
Nome/Firma
Euroscut-Soc Concessionária da Scut do Algarve, SA
Auto-Estradas Norte Litoral – Soc Conc AENL, SA
Algarve International BV
%
Valor
3
1.148.219,73
Obs
a)
3,191
3.465.536,01
a)
3
106.853,28
a)
3,192
75.582,09
a)
10,2
0,00
a)
Norgarante
---
27.500,00
b)
Catim
---
1.000,00
b)
Banif
---
6.180,46
b)
Montepio
---
22.620,00
b)
Vialivre, SA
Lamegorenova-Const e Gestão Equipamentos, SA
Notas: a) o valor destas participações está avaliado pelo método da equivalência patrimonial.
b) o valor destas participações está avaliado ao custo de aquisição.
11. Outros investimentos financeiros
Os outros investimentos financeiros, em 31 de Dezembro de 2013, reportam-se a:
C.G.D. – Seguro
Banif-Obrigações de caixa
Total
40.642,40
100.000,00
140.642,40
37
38
§
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
12. Investimentos financeiros
Em 31 de Dezembro de 2013 o valor dos Investimentos Financeiros ascendia a 11.615.737,28 Euros, tendo durante o ano evidenciado
o seguinte movimento:
Saldo inicial
Aumentos
Em associadas
7.883.776,28
284.340,00
Noutras empresas
4.120.140,70
28.800,46
Out investimentos
240.642,40
TOTAL
12.244.559,38
Alienações
Transf/Abates
Saldo final
(1.546.514,29)
6.621.601,99
704.551,73
4.853.492,89
(841.962,56)
11.615.737,28
100.000,00
313.140,46
100.000,00
140.642,40
13. Inventários
A discriminação dos Inventários em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 era como segue:
Matérias – primas, subsidiárias e de consumo
Produtos e trabalhos em curso
Produtos acabados e intermédios
Mercadorias
2013
2012
806.207,34
1.011.787,67
243.199,77
240.020,63
3.428.060,89
3.491.721,83
8.919,88
8.919,88
4.486.387,88
4.752.450,01
14. Contratos de construção
Para o reconhecimento dos rendimentos e gastos dos contratos de construção, foi adotado o método da percentagem de acabamento.
Assim, os rendimentos diretamente relacionados com as obras em curso são reconhecidos na demonstração de resultados em
função da sua percentagem de acabamento, a qual é determinada pelo rácio entre os gastos incorridos até à data do balanço e os
gastos totais estimados das obras.
15. Rédito
As vendas e as prestações de serviços registados nos exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 foram como segue, por
mercados:
2013
2012
Mercado nacional
Vendas
Mercadorias
Produtos acabados
0,00
19.133,86
70.000,00
342.500,00
Subprodutos, desperdícios
Sub-total
Prestação de serviços
Total
0,00
0,00
70.000,00
361.633,86
61.292.402,34
79.122.263,19
61.292.402,34
79.483.897,05
41.852.055,02
23.831.300,11
Mercado extra-comunitário
Prestação de serviços
Total
Total Geral
41.852.055,02
23.831.300,11
103.214.457,36
103.315.197,16
16. Provisões
O movimento ocorrido nas provisões nos períodos de 2013 e 2012 foram como segue:
2013
2012
Garantias a clientes
Saldo inicial
77.104,86
73.974,88
Aumento
968,29
3.129,98
Redução
0,00
0,00
78.073,15
77.104,86
Saldo final
Contratos onerosos
2.640,50
1.391,92
Aumento
Saldo inicial
.
2.594,83
Redução
2.640,50
1.346,25
0,00
2.640,50
Saldo final
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
§
17. Impostos sobre o rendimento
O imposto sobre o rendimento registado nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 decompõe-se do modo seguinte:
Imposto corrente
Imposto diferido
2013
2012
169.843,68
194.584,26
91.762,12
116.837,92
261.605,80
311.422,18
18. Dívidas de clientes e outras contas a receber e sócios e acionistas
As dívidas de clientes e de outras contas a receber em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 apresentam-se assim:
Clientes c/c
Clientes de cobrança duvidosa
Perdas por imparidades acumuladas
2013
2012
45.970.333,72
49.994.564,20
28.050,57
(28.050,57)
0,00
45.970.333,72
49.994.564,20
16.049.151,73
19.831.166,95
Outras contas a receber:
Adiantamentos ao pessoal
Devedores por acréscimo de rendimento
Outros devedores
35.105,67
13.593.848,67
8.221.146,62
29.643.000,40
28.087.419,24
19. Fornecedores, outras contas a pagar e adiantamento de clientes.
Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 os valores a pagar a fornecedores e outras contas a pagar apresentavam-se assim:
2013
2012
24.631.310,95
24.239.648,04
4.772.484,70
3.145.975,36
Fornecedores:
Fornecedores c/c
Fornecedores - títulos a pagar
Fornecedores – fat em receç e conf
403.555,30
469.512,30
29.807.350,95
27.855.135,70
Adiantamento de clientes
9.417.793,42
6.500.000,00
Outros credores
3.827.171,10
3.033.747,68
13.244.964,52
9.533.747,68
Outras contas a pagar não correntes:
Outras contas a pagar correntes:
Remunerações a pagar
Credores por acréscimos gastos
Outros credores
Adiantamento de clientes
5.259,15
18.634,92
2.547.361,08
2.753.149,40
4.349.663,70
5.658.535,48
6.902.283,93
8.430.319,80
10.491.550,69
13.571.849,67
20. Financiamentos obtidos
Os Financiamentos obtidos estão desagregados entre Empréstimos Bancários, Locações Financeiras e Outras Instituições
Financeiras. Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 tais valores eram os seguintes, separados entre Passivo Corrente e Passivo Não
Corrente:
2013
2012
Empréstimos bancários
5.630.322,96
4.937.987,01
Outras instituições financeiras
1.171.046,74
No Passivo não corrente:
Locações financeiras
769.707,81
1.527.380,05
7.571.077,51
6.465.367,06
19.332.885,98
19.057.133,95
No Passivo corrente:
Empréstimos bancários
Outras instituições financeiras
Locações financeiras
538.922,52
757.663,90
836.132,26
20.629.472,40
19.893.266,21
39
40
§
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
21. Diferimentos
Os Diferimentos registam em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 os seguintes valores:
2013
2012
445.103,16
557.664,88
9.244.871,24
7.580.167,78
No ativo corrente:
Gastos a reconhecer
No passivo corrente:
Rendimentos a reconhecer
22. Capital
O capital social da empresa está representado por 1.000.000 de ações, com o valor de 5 euros cada, e está todo realizado.
23. Estado e outros entes públicos
Os valores ativos e passivos do Estado e outros entes públicos apresentavam-se da forma seguinte nos balanços de 2013 e 2012:
2013
2012
No ativo corrente:
Imposto sobre rendimento
218.021,20
332.843,92
Imposto sobre valor acrescentado
462.946,71
1.669.075,17
680.967,91
2.001.919,09
Retenção I. sobre rendimento
111.922,02
105.397,25
Contribuição para a S. Social
168.752,35
185.457,09
280.674,37
290.854,34
No passivo corrente:
Imposto sobre rendimento
24. Ganhos/Perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos
Os Ganhos e Perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos desenvolviam-se da forma seguinte em
31 de Dezembro de 2013 e 2012:
Rendimentos e ganhos pela aplicação método equivalência patrimonial
2013
2012
3.802.264,64
5.437.152,85
(30.485,97)
(1.870.303,82)
3.771.778,67
6.505.637,02
Dividendos obtidos
2.938.787,99
Gastos e perdas pela aplicação do método da equivalência patrimonial
25. Variação nos inventários da produção.
Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 computou-se a seguinte variação nos inventários da produção:
2013
2012
Saldo final
3.428.060,89
3.491.721,83
Saldo inicial
3.491.721,83
3.700.684,19
(63.660,94)
(208.962,36)
Saldo final
243.199,77
240.020,63
Saldo inicial
240.020,63
282.185,40
3.179,14
(42.164,77)
(60.481,80)
(251.127,13)
Produtos acabados e intermédios:
Variação
Produtos e Trabalhos em Curso
Variação
Variação nos inventários da produção
26. Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas
O custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas registado no final dos períodos de 2013 e 2012 foram os seguintes:
2013
2012
Mercadorias
Saldo inicial
Compras
Saldo final
Custo
8.919,88
8.919,88
0,00
18.222,72
8.919,88
8.919,88
0,00
18.222,72
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
2013
§
2012
Matérias-primas, subs e de consumo
Saldo inicial
Compras
Saldo final
1.011.787,67
706.524,63
23.662.069,85
17.358.816,49
806.207,34
1.011.787,67
Custo
23.867.650,18
17.053.553,45
Custo mercadorias vendidas de matérias consumidas
23.867.650,18
17.071.776,17
27. Fornecimentos e serviços externos
Em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 o valor dos Fornecimentos e serviços externos registavam os valores constantes do quadro
abaixo, por rubricas:
Subcontratos
Trabalhos especializados
Publicidade e propaganda
Vigilância e segurança
2013
2012
51.289.641,49
57.302.847,08
1.485.339,99
1.604.351,10
12.426,57
21.513,79
246.028,44
251.325,01
Honorários
37.594,02
42.459,97
Comissões
181.491,85
322.466,13
2.790.279,43
2.274.523,39
Conservação e reparação
Outros serviços
1.901,47
4.847,71
253.308,39
769.475,68
Livros e doc técnica
29.960,53
48.928,16
Material de escritório
37.186,37
59.743,64
Artigos para oferta
12.584,19
20.084,48
Material limpeza, higiene e conforto
21.269,00
12.030,77
Ferramentas e utensílios de desgaste rápido
Outros materiais
394,46
662,46
Electricidade
159.796,01
174.309,25
Combustíveis
205.078,36
616.975,39
Água
53.346,32
36.134,86
Óleos
13.356,09
56.952,10
Gás
11.219,47
10.064,77
Outros
Deslocações e estadas
Transportes de pessoal
Transportes de mercadorias
Outros transportes
Rendas e alugueres
0,00
0,00
2.590.916,25
2.467.750,18
290.157,94
76.709,95
0,00
23.501,69
509.887,14
1.805.734,05
1.814.693,50
2.561.715,18
Comunicação
321.533,83
239.958,57
Seguros
659.453,95
506.881,30
Contencioso e notariado
127.812,20
199.033,40
Despesas de representação
29.917,32
7.761,72
Limpeza. Higiene e conforto
54.349,66
113.537,15
Outros serviços
TOTAL
161.381,07
175.651,44
63.402.305,31
71.807.930,37
28. Gastos com o pessoal
øø 28.1 Os gastos com o pessoal contabilizados nos períodos de 2013 e 2012 foram os seguintes, de forma desagregada.
Remunerações órgãos sociais
Remuneração do pessoal
Indemnizações
Encargos sobre remunerações
2013
2012
403.571,37
453.627,83
9.868.013,94
9.026.626,35
171.237,62
240.623,79
1.573.960,89
1.637.295,49
Seguros de acidentes trabalho doença profissional
213.092,10
216.194,12
Gastos de ação social
141.809,52
246.565,28
Outros gastos com pessoal
TOTAL
63.895,38
41.365,76
12.435.580,82
11.844.298,62
41
42
§
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
øø 28.2 Em 2013 as remunerações dos órgãos sociais foram de:
Conselho de administração
403.571,37 €
A remuneração atribuída ao órgão de fiscalização foi de 13.680,00 € em 2013 e 2012, respetivamente.
29. Imparidade de dívidas a receber
A imparidade de dívidas a receber, em 31 de Dezembro de 2013 e de 2012 apresentavam-se da forma seguinte:
2013
2012
5.109.659,96
0,00
380.248,35
0,00
5.081.609,39
0,00
Perdas por imparidade
Em dívidas a receber
Clientes
Outros devedores
Reversões
De perdas por imparidade
Em dívidas a receber
Clientes
Outros devedores
LÍQUIDO
380.248,35
0,00
28.050.57
0,00
30. Outros rendimentos e ganhos e outros gastos e perdas
Durante o período de 2013 e 2012 foram evidenciados outros rendimentos e ganhos e outros gastos e perdas de acordo com
a desagregação seguinte:
2013
2012
4.437.683,16
5.301.610,36
Outros rendimentos e ganhos
Rendimentos suplementares
Descontos pronto pagamento obtidos
19.203,85
70.634,54
Rendimentos e ganhos nos restantes investimentos
33.156,56
127.061,36
Rendimentos e ganhos investimentos não financeiros
1.399.093,52
2.965.367,27
Juros obtidos
1.564.174,01
694.142,02
Dividendos obtidos
4.600.365,05
Outros
1.086.924,83
462.160,35
Correções relativas aos períodos anteriores
176.020,20
128.115,01
Recuperação desp. Financeiros.
174.810,43
203.160,35
Excesso estimativa impostos
199.951,73
490,81
13.140.600,98
9.620.975,90
878.058,87
1.281.464,37
98.113,96
53.137,29
Dos quais:
TOTAL
Outros gastos e perdas:
Impostos
Descontos pronto pagamento obtidos
Dívidas incobráveis
6.646.843,53
Gastos e perdas em investimento não financeiros
Desconto de títulos
Juros de mora e compensatórios
Outros juros
52.773,68
168.200,57
0,00
54.436,40
16.947,21
2.871,55
350.261,47
181.748,61
Diferenças de câmbio desfavoráveis
148.950,89
84.872,08
Outros gastos e perdas financiamento
902.245,54
1.378.366,59
8.832.673,23
4.771.891,42
Outros
Dos quais:
Correções relativas aos períodos anteriores
TOTAL
8.603.261,01
4.438.304,66
17.926.868,38
7.976.988,88
anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados
§
31. Juros e rendimentos e gastos similares
Nos anos de 2013 e 2012 registaram-se juros e gastos similares nos valores e com a desagregação abaixo referidos:
2013
2012
3.541.972,51
4.141.926,35
Juros e custos similares:
Juros suportados
Outros gastos e perdas de financiamento
Relativos a financiamento obtidos
1.152.507,12
TOTAL
4.694.479,63
4.141.926,35
32. Consolidação de contas
A entidade encontra-se dispensada da consolidação de contas dado que, tal como previsto no DL nº 158/2009, não exerce, em
qualquer caso, o controlo sobre qualquer das subsidiárias e, naquelas em que a sua participação é maior que 50% do capital, no seu
conjunto não ultrapassam nenhum dos limites previstos no artº 7º daquele DL.
33. Garantias prestadas
Em 31 de Dezembro de 2013 o valor das garantias bancárias e seguros de caução prestadas pela empresa a terceiros era de
70.316.835,68 Euros, ente as quais se incluem os valores seguintes em moeda estrangeira, e destinam-se a garantia de contratos
de empreitada.
Meticais
462.514.214,82
Leu Moldavo
305.038,77
Dólares Americanos
1.455.544,10
34. Cotações das moedas estrangeiras
Para efeito de conversão, à data do Balanço, dos valores originalmente expressos em moeda estrangeira para euros, utilizaram-se
as cotações oficiais em 31 de Dezembro de 2013, das seguintes moedas:
1 Euro = 1,3791 USD
1 Euro = 4,4710 RON (Roménia)
1 Euro = 134,5920 Kwanzas (Angola)
1 Euro = 41,24 Meticais (Moçambique)
1 Euro = 14,5660 SZL (Suazilândia)
1 Euro = 17,9697 MDL (Leu Moldavo)
O Técnico de Contas
O Conselho de Administração
Projeto:
Auditório de Peso da Régua, Parque de Estacionamento e Arranjos
Exteriores Envolventes
Cliente:
Câmara Municipal de Peso da Régua
43
Projeto:
Reabilitação da St Phillips Road para St Phillips Town e o Link Road para o MR8
Cliente:
União Europeia e Governo do Reino da Suazilândia
RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO
CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS
46
{
RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO
RELATÓRIO E PARECER
DO FISCAL ÚNICO
Senhores Acionistas:
Em cumprimento dos preceitos legais e estatutários submetemos à vossa apreciação o nosso Relatório de
ação fiscalizadora e o Parecer sobre o Relatório de Gestão, Contas e Propostas apresentadas pelo Conselho
de Administração da Empresa CONSTRUÇÕES GABRIEL A. S. COUTO, S.A., respeitantes ao exercício de 2013.
1. ​Durante o exercício em análise acompanhámos a atividade da Empresa, na qualidade de Fiscal Único, mantendo contactos com
a Administração e seus colaboradores, de quem obtivemos informações sobre as questões em análise e cuja boa colaboração nos
apraz registar.
2. ​Não tomámos conhecimento de qualquer situação que não respeitasse as normas legais e estatutárias.
3. ​Analisámos o Balanço Analítico, a Demonstração dos Resultados por naturezas, a Demonstração das alterações no capital
próprio, a Demonstração dos fluxos de caixa, o Anexo, o Relatório de Gestão do Conselho de Administração e a Certificação Legal das
Contas, partes integrantes deste Relatório e com os quais concordamos.
4. ​As políticas contabilísticas adotadas permitem uma correta avaliação do património e dos resultados, os quais se encontram
referidos na nota 3 do anexo.
Face ao exposto, somos de parecer que:
a) Sejam aprovados o Relatório de Gestão do Conselho de Administração e as contas do exercício de 2013;
b) Seja aprovada a proposta do Conselho de Administração referente à aplicação dos Resultados Líquidos;
c) Se proceda à apreciação geral da Administração e Fiscalização da Sociedade.
TROFA, 2014, maio, 21
O FISCAL ÚNICO
ARMINDO COSTA, SERRA CRUZ, MARTINS & ASSOCIADOS- SROC no 57
Representada por:
António Serra Cruz (Dr.)- ROC n° 537
Projeto:
A3 Autoestrada Porto-Valença. Alargamento e Beneficiação (Maia-SantoTirso)
Cliente:
Brisa – Concessão Rodoviária, S.A.
CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS
}
CERTIFICAÇÃO LEGAL
DAS CONTAS
Introdução
1. Examinámos as demonstrações financeiras de CONSTRUÇÕES GABRIEL A. S. COUTO, S.A., as quais compreendem o Balanço em
2013, dezembro, 31, (que evidencia um total de 111.670.874,74 euros e um total de capital próprio de 13.103.565,10 euros, incluindo um
resultado líquido negativo de 5.660.352,43 euros), as Demonstrações dos resultados por naturezas, a Demonstração das alterações
no capital próprio e a Demonstração dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e o correspondente Anexo.
Responsabilidades
2. É da responsabilidade do Conselho de Administração, a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma
verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações, as alterações no seu capital próprio,
e os fluxos de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo
interno apropriado.
3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas
demonstrações financeiras.
Âmbito
4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos
Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança
aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame
incluiu:
øø a
​ verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras
e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação;
øø ​a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adotadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias;
øø ​a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade das operações; e
øø ​a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras.
5. O nosso exame abrangeu também a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com
as demonstrações financeiras.
6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.
Opinião
7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos
materialmente relevantes, a posição financeira de CONSTRUÇÕES GABRIEL A. S. COUTO, S.A., em 2013, dezembro, 31, o resultado
das suas operações, as alterações no seu capital próprio e os seus fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade
com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal.
Relato sobre outros requisitos legais
8. É também nossa opinião que a informação financeira constante do relatório de gestão é concordante com as demonstrações
financeiras do exercício.
Trofa, 2014, maio, 21
ARMINDO COSTA, SERRA CRUZ, MARTINS & ASSOCIADOS - SROC n° 57
Representada por:
António Serra Cruz (Dr.)- ROC n° 537
47
Download

RELATÓRIO E CONTAS 2013