PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
COMUNICAÇÃO SOCIAL
JORNALISMO
CRICIÚMA – SC
Projeto Pedagógico de Curso
Carlos Antonio Ferreira
Diretor da Faculdade SATC
Kelli Savi da Silva
Coordenadora Acadêmica
Joelma Rodrigues Patrício da Silva
Coordenadora Pedagógica
Sônia Regina Trichez
Orientadora Educacional
Cristiane Dias
Secretária Acadêmica
Lize Búrigo
Coordenadora do Curso de Comunicação Social – Jornalismo
2
Projeto Pedagógico de Curso
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Municípios do Sul de Santa Catarina ......................................................17
Tabela 2 – Prédio Edifício Sede – 1º Pavimento.......................................................81
Tabela 3 – Prédio Edifício Sede – 2º Pavimento.......................................................82
Tabela 4 – Prédio da Secretaria Geral ......................................................................82
Tabela 5 – Prédio do Apoio Didático – 1º Pavimento................................................83
Tabela 6 – Prédio do Apoio Didático – 2º Pavimento................................................83
Tabela 7 – Descrição dos Equipamentos..................................................................84
Tabela 8 – Prédios para as Atividades das Aulas .....................................................85
Tabela 9 – Complexo Desportivo ..............................................................................87
3
Projeto Pedagógico de Curso
SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO .................................................................................................6
1.1 Mantenedora ......................................................................................................6
1.2 Histórico da instituição .....................................................................................7
1.3 A instituição hoje...............................................................................................8
1.4 Princípios norteadores da instituição............................................................11
1.4.1 Missão ............................................................................................................11
1.4.2 Visão...............................................................................................................12
1.4.3 Política da Qualidade ....................................................................................12
1.4.4 Negócio ..........................................................................................................12
1.5 Faculdade SATC ..............................................................................................12
1.6 Bases legais .....................................................................................................13
2 CONCEPÇÃO DO CURSO..................................................................................14
2.1 Base legal.........................................................................................................14
2.2 Oferta do curso ................................................................................................15
2.3 Objetivos do curso ..........................................................................................15
2.3.1 Objetivo Geral................................................................................................15
2.3.2 Objetivos Específicos:..................................................................................16
2.4 Contexto regional e inserção na comunidade ..............................................16
2.5 Formas de ingresso.........................................................................................19
2.6 Perfil do egresso..............................................................................................19
2.7 Programas de apoio pedagógico ao discente...............................................21
2.8 Programas de apoio financeiro ......................................................................22
2.9 Estímulos à permanência ...............................................................................23
2.10 Organização estudantil ...................................................................................24
2.11 Acompanhamento dos egressos ...................................................................25
2.12 Articulações do ppc com PPI/PDI ..................................................................25
3 ESTRUTURA CURRICULAR ..............................................................................27
3.1 Integralização curricular .................................................................................28
4
Projeto Pedagógico de Curso
3.2 Disciplinas........................................................................................................29
3.3 Ementários e referências bibliográficas........................................................31
4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO ..................................69
4.1 Coordenação....................................................................................................69
4.2 Composição e funcionamento do colegiado de curso ou equivalente.......69
4.3 Composição e funcionamento do núcleo docente estruturante (NDE) ......70
4.4 Atividades complementares ...........................................................................72
4.5 Flexibilização curricular..................................................................................73
4.6 Estágio/TCC .....................................................................................................74
4.7 Interdisciplinaridade........................................................................................74
5 AVALIAÇÃO ........................................................................................................76
5.1 Avaliação do curso..........................................................................................76
5.2 Formas de avaliação do ensino/aprendizagem ..............................................78
6 INFRAESTRUTURA ............................................................................................81
6.1 Infraestrutura geral..........................................................................................81
6.1.1 Prédio Edifício Sede......................................................................................81
6.1.2 Prédio da Secretaria Geral ...........................................................................82
6.1.3 Prédio do Apoio Didático .............................................................................83
6.1.4 Descrição dos Equipamentos ......................................................................84
6.1.5 Prédios para Atividades de Aulas.................................................................84
6.1.6 Complexo Desportivo ....................................................................................86
6.2 Infraestrutura específica...................................................................................87
6.3 Biblioteca ...........................................................................................................89
5
Projeto Pedagógico de Curso
1
APRESENTAÇÃO
O presente documento procura fornecer todas as informações de ordem
acadêmica demonstrando a concepção e as estratégias a serem implantadas para
tornar o Curso de Graduação uma ação de qualidade da Faculdade SATC.
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Comunicação Social –
Jornalismo,
expressa
os
principais
parâmetros
para
a
ação
educativa,
fundamentando, juntamente com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a gestão
acadêmica, pedagógica e administrativa do Curso. O PPC de graduação está
sintonizado com uma nova visão de mundo, relacionando-se ao novo paradigma de
sociedade e de educação. A finalidade é garantir a formação global e crítica dos
acadêmicos envolvidos no processo.
O documento está em permanente construção, sendo elaborado,
reelaborado e implementado e avaliado constantemente. Tem como missão
incentivar a participação de toda a comunidade acadêmica na construção de uma
mentalidade democrática, estável e formal, visando à elaboração de um projeto que
normatize a realidade da área do Curso.
1.1
Mantenedora
A Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina SATC, mantenedora da Faculdade SATC, é uma entidade jurídica de direito privado,
sem fins econômicos e filantrópicos. Instituída originalmente com o nome de
Sociedade de Assistência aos Trabalhadores do Carvão – SATC foi fundada em 02
de maio de 1959 por iniciativa da Indústria de Extração de Carvão Mineral da Região
Carbonífera de Santa Catarina.
Em 28 de dezembro de 2003, a SATC teve seu Estatuto reformulado para
atender as exigências do Novo Código Civil Brasileiro e do Conselho Nacional de
Serviço Social – CNAS, para continuar usufruindo do título de entidade beneficente,
principalmente no que se refere à razão social que exige que a entidade deva ter
6
Projeto Pedagógico de Curso
caráter de Associação (art. 53), pois segundo o referido Código as sociedades são
constituídas para fins econômicos (art. 98), o que não é e nunca foi à finalidade da
SATC.
Assim, pelo novo Estatuto a nova razão social da entidade passou a ser:
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DA INDÚSTRIA CARBONÍFERA DE SANTA
CATARINA (SATC).
1.2
Histórico da instituição
Na década de 50, Criciúma, cidade tipicamente operária, debatia-se com
o angustiante problema político social. A situação era grave, principalmente nos
meios operários das minas de carvão, pois faltava conscientização e mão-de-obra
qualificada, o que comprometia a qualidade de vida e bem estar das pessoas da
região.
As empresas produtoras de carvão, sem o necessário apoio do governo,
que se limitava a fixar cotas de produção e mercado consumidor, sentiam-se
impotentes, podendo oferecer pouco, no sentido de evitar ou ao menos contornar os
graves problemas sociais advindos da instabilidade.
Preocupados com esta
situação, os produtores de carvão realizaram um esforço mútuo para amenizar a
realidade atual e criaram um espaço para preparar melhor a mão-de-obra da região,
pois acreditavam que assim provocariam mudanças significativas no quadro social
do momento.
Assim, no dia 02 de maio de 1959, por iniciativa da Indústria Carbonífera
de Santa Catarina, foi criada a Satc, Sociedade de Assistência aos Trabalhadores
do Carvão, focada na preparação de mão-de-obra qualificada e especializada, bem
como na assistência social. Em 10 de abril de 1963 inaugurava a Escola Industrial,
em parceria com o SENAI, iniciando com cursos de aprendizagem industrial. Após
cinco anos, iniciaram-se os cursos técnicos, que até hoje suprem as necessidades
do mercado por estes profissionais, em todo Estado de Santa Catarina e também no
país.
7
Projeto Pedagógico de Curso
Nos dias atuais, a Satc, agora chamada de Associação Beneficente da
Indústria Carbonífera de Santa Catarina, entidade sem fins lucrativos, filantrópica e
pertencente ao segmento comunitário, é um braço social da atividade carbonífera,
pois o campus de educação e tecnologia da instituição é mantido via contribuição de
cerca de um por cento do faturamento das empresas carboníferas da região (3,3
milhões de Reais em 2008), além das mensalidades pagas pelos alunos. Tem por
finalidade prestar assistência técnica, educacional, entre outras, para a comunidade
em geral. Paralelamente, a Satc presta assistência técnica e educacional a
entidades carentes, reforçando seu caráter de assistência social.
1.3
A instituição hoje
Desde 1959 a instituição já passou por várias revitalizações. Em 2008,
atendendo a uma solicitação de mercado, constituiu um novo organograma, que
contempla duas grandes áreas: A SATCEDU e a SATCTEC.
Fazem parte da SATCEDU:
- Escola Educacional Técnica Satc – EDUTEC:
oferece educação básica do
ensino fundamental ao médio e educação profissional técnica de nível médio e póstécnico, por meio dos cursos de Informática Industrial, Eletromecânica, Eletrotécnica,
Meio Ambiente, Secretariado, Design, Cerâmica Artística Artesanal, Eletrônica,
Mineração,
Mecânica,
Projetos
Mecânicos,
Plástico,
Metalurgia
e
Gestão
Empreendedora, Segurança do Trabalho, Química, Automobilística e pós-técnico em
Usinagem. Mais de quatro mil alunos fazem parte da Edutec.
- Extensão Satc: contempla Educação Executiva, esta tem como objetivo promover
estratégias e ações de educação empresarial e corporativas voltadas para o
aumento da competitividade do setor empresarial; Capacitação Empresarial, que
auxilia as empresas no sentido de aprimorar a qualificação técnica e humana de
seus colaboradores, bem como da comunidade, por meio de cursos de qualificação
profissional de nível básico nas áreas de Mecânica, Elétrica, Informática, Eletrônica,
8
Projeto Pedagógico de Curso
Gestão Empresarial, Meio Ambiente, Educacional, Comunicação e Expressão,
Segurança no Trabalho, Gestão de Pessoas, entre outros; Educação à Distância,
Atendendo via internet os mais diversos públicos,
oferecendo flexibilidade no
horário de estudos , autonomia e ritmo próprio de aprendizado; Desenvolvimento de
Ações Comunitárias, como o projeto Satc para Todos, que desde 2005 promove
cursos gratuitos em comunidades com vulnerabilidade social da região carbonífera.
- Faculdade Satc: atua no ensino superior com cursos de Graduação e Pósgraduação, e tem seu principal enfoque nas áreas tecnológicas. Busca promover
uma formação que contemple sintonia entre as questões técnicas e humanas,
contribuindo de forma significativa para o cumprimento da missão da SATC por meio
do ensino e da pesquisa. São cerca de mil e duzentos acadêmicos que recebem
uma formação completa nos cursos de graduação em Tecnologia em Sistemas de
Telecomunicações,
Tecnologia
em
Manutenção
Industrial,
Tecnologia
em
Automação Industrial, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Jornalismo e
Design Gráfico, além dos cursos de Pós-graduação.
Fazem parte da SATCTEC:
- Laec, Laqua e Lametro: São laboratórios que possuem a certificação NBR ISO
9001:2000 e oferecem acompanhamento técnico às empresas e instituições. O
Laboratório de Metrologia (Lametro) realiza trabalhos de calibração, o Laboratório de
Análises e Ensaios de Carvão (Laec) análises e ensaios de carvão e o Laboratório
de Análises Químicas e Ambientais (Laqua) análises de águas e efluentes.
- Centro Tecnológico de Carvão Limpo (CTCL): O CTCL tem por objetivo atuar na
condução do desenvolvimento de pesquisa em tecnologias de utilização sustentável
do carvão mineral. O principal foco será o desenvolvimento de tecnologias limpas
para a utilização do carvão mineral na geração de energia, visando à atenuação da
emissão de gases causadores do chamado “efeito estufa”. Este Centro conta, ainda,
com as áreas de mineração, geologia e meio ambiente especialmente suportando o
Programa de Recuperação Ambiental da Bacia Carbonífera do Sul de Santa
Catarina.
O CTCL procurará desenvolver e utilizar tecnologias que possibilitem a
sustentabilidade do meio no qual está inserido e nas áreas em que atua, incluindo a
captura e o armazenamento geológico de carbono, que é estratégico para o
9
Projeto Pedagógico de Curso
desenvolvimento do setor carbonífero. A área inicial do CTCL será de 220 mil m²,
com 12 mil m² de área, em um investimento de cerca de 25 milhões de reais. Sua
estrutura física começou a ser construída em 2008.
O Centro Tecnológico contará com o CEDRIC – Centro de Documentação
e Rede de Informação do Carvão. Corresponde a um centro de referência em
publicações, cujo acervo traz as mais variadas informações sobre os aspectos da
atividade carbonífera. O CEDRIC é uma biblioteca que trabalha com três meios de
suportes: virtual, digital e físico. Além disso, dispõe de um serviço de resposta
técnica, que procura sanar as dúvidas do público. O CTCL será o centro de
inteligência de pesquisa e desenvolvimento do setor carbonífero nacional.
- Incubadora: A Pré-Incubadora de Base Tecnológica da Satc (PRINTECSATC) deve prover ferramentas de apoio institucional a propostas e idéias
promissoras e com viabilidade mercadológica que possam evoluir para futuros
negócios e empreendimentos a serem abrigados em incubadoras de empresas. Tem
como objetivo apoiar os empreendedores que têm uma idéia ,sabem como viabilizála, mas ainda não detêm as condições necessárias para o início imediato do seu
empreendimento e necessitam de treinamento e orientação para a elaboração de
seu Plano de Negócios. Setores produtivos do plástico, metal-mecânico, elétrico,
cerâmico,
mineração
especificamente
de
carvão,
vestuário,
tecnologia
de
informação, mobiliário e de serviços são as áreas preferenciais de atuação.
A missão da Satc é “Oportunizar a mobilidade social por meio da
educação e tecnologia, contribuindo para a formação de cidadãos e do
desenvolvimento sustentável do país.” Procurando cumprir os seus objetivos e
atuando como entidade comprometida socialmente, a Satc se mantém atenta a
todas as transformações e inovações no campo da educação. Dessa forma, busca
acompanhar eficientemente o processo cultural e tecnológico, valorizando o ser
humano. Prova disso, são as mais de seis mil matrículas que ocorrem a cada ano,
comprovando a excelência do ensino oferecido pela Satc. Os alunos carentes,
matriculados nos diversos cursos oferecidos, recebem bolsas de estudos e outros
auxílios.
A
entidade
oferece
ainda
atendimento
odontológico,
técnico
de
enfermagem, profissional de psicologia e assistência social para todos os alunos e
colaboradores. Oferece para colaboradores, alunos e pais uma Unidade de Idiomas
10
Projeto Pedagógico de Curso
(UDISATC), proporcionando o ensino da língua inglesa e italiana a baixo custo,
complementando a qualificação e sendo um diferencial para a empregabilidade.
Todas as ações, principalmente as pedagógicas, procuram conscientizar
os estudantes da importância e do compromisso social com a comunidade,
compromisso este que a indústria carbonífera assumiu quando criou a Satc. Muitos
projetos e iniciativas fazem com que os alunos reflitam sobre valores como
comprometimento, ética, cidadania e respeito a natureza. A instituição também
possui um setor de Meio Ambiente, vinculado diretamente à direção executiva,
voltado à preservação ambiental da região carbonífera de Santa Catarina. Colabora,
através de ações, para a melhoria da qualidade de vida das populações, atua no
desenvolvimento de tecnologias e processos na área ambiental, produção,
distribuição e difusão de produtos de educação ambiental e desenvolvimento de
processos e treinamento na área ambiental e de gestão.
Por meio de um Sistema de Gestão Ambiental desenvolvido por este
setor, a instituição adotou uma política ambiental e criou ações para controle e
gestão dos impactos ambientais, como implantação do Sistema de Tratamento de
Efluentes, programa de coleta seletiva e programa de conservação de energia.
Diante disso, a Satc recebeu em 2008 a recomendação para a certificação a ISO
14001, tornando-se a primeira instituição de ensino de Santa Catarina e quarta no
país a receber esta qualificação. Em qualquer país, a Satc será conhecida como
uma instituição que possui credibilidade ambiental, e pode ter acesso facilitado a
recursos, seguros e financiamentos.
1.4
1.4.1
Princípios norteadores da instituição
Missão
Oportunizar a mobilidade social por meio da educação e da tecnologia,
contribuindo para a formação de cidadãos e do desenvolvimento sustentável do
país.
11
Projeto Pedagógico de Curso
1.4.2
Visão
A
SATC
quer
ser
referência
em
educação
e
tecnologia
com
Responsabilidade Social até 2010.
1.4.3
Política da Qualidade
Desenvolver uma cultura organizacional baseada no Sistema de Gestão,
objetivando a eficácia e melhoria contínua.
Atender aos requisitos regulamentares e necessidades dos clientes, aplicáveis à
educação básica, profissional e superior, bem como a prestação de serviços.
1.4.4
Negócio
Educação e Tecnologia
1.5
Faculdade SATC
A Faculdade SATC foi criada com a missão de educar para a sociedade
contemporânea, que convive com a tecnologia. Possuindo todo um aparato
educacional e tecnológico, a Faculdade SATC pretende formar profissionais
qualificados, que é a maior exigência e procura das empresas de grande porte. Além
disso, o objetivo final é oferecer ao mercado de trabalho verdadeiro agentes de
transformação da sociedade industrial atual. O credenciamento da Faculdade SATC
12
Projeto Pedagógico de Curso
deu-se através da Portaria Ministerial nº. 3.556 publicado no Diário Oficial da União
em 28 de novembro de 2003.
Atualmente, são cerca de mil e duzentos acadêmicos que recebem uma
formação completa nos cursos de graduação em Tecnologia em Sistemas de
Telecomunicações,
Tecnologia
em
Manutenção
Industrial,
Tecnologia
em
Automação Industrial, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Jornalismo e
Design Gráfico, além dos cursos de Pós-Graduação.
1.6
Bases legais
A Faculdade SATC foi credenciada pela Portaria Ministerial 3.556
publicado no Diário Oficial da União em 28 de novembro de 2003.
13
Projeto Pedagógico de Curso
2
CONCEPÇÃO DO CURSO
O acelerado desenvolvimento tecnológico tem provocado forte impacto
nos meios de comunicação, alterando as rotinas de produção nas mídias
tradicionais. Há um processo de alargamento das perspectivas de mercado de
trabalho para o jornalista na presente década. Percebe-se atualmente em grande
parte dos cursos de Comunicação Social – Jornalismo é um tratamento excepcional”
às novas mídias, abstraídas quase sempre como novidades. Surge pois, estabelecer
um projeto pedagógico igualmente novo, direcionado ao perfil profissional daqueles
que atuarão no mercado a partir da segunda metade desta década.
Sendo assim, o curso de Comunicação Sócial - Jornalismo da Faculdade
Satc oferece uma proposta pedagógica singular, inspirada pelos impactos das novas
tecnologias comunicacionais na profissão. O curso situa o contato do acadêmico
com as competências profissionais no cenário cibernético, unindo processo de
ensino aprendizagem, ao constante exercício das antigas e, sobretudo, das novas
práticas. Assim se pretende assegurar uma sólida formação profissional, permitindo
ao egresso ocupar os novos nichos de mercado com base nos diferentes
mecanismos de preparação, agregados num único projeto pedagógico.
2.1
Base legal
Resolução CNE/CES Nº 16, de 13 de Março de 2002 ( Institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a
área de Comunicação Social e suas
Habilitações).
14
Projeto Pedagógico de Curso
2.2
Oferta do curso
Denominação: Bacharelado em Comunicação Social - Jornalismo
Regime de Matrícula: Crédito
Periodicidade letiva: Semestral
Total de vagas semestrais: 40
Total de vagas ao ano: 80
Turno
de
Funcionamento:
Noturno,
com
possíveis
complementações
ou
reposições de conteúdos aos sábados.
Carga horária total: 2.700 horas
Coordenador do curso: Lize Búrigo
Prazo de integralização da carga horária: 08 semestres
Limite Mínimo: Oito Semestres
Duração do Curso: O currículo básico terá a duração de quatro (04) anos letivos, ou
seja, oito (08) semestres.
2.3
Objetivos do Curso
2.3.1 Objetivo Geral
Garantir uma sólida formação profissional, permitindo ao acadêmico
ocupar os novos nichos de mercado oferecidos pelas novas tecnologias. Base que
também irá proporcionar conhecimentos específicos para ocupação de vagas no
mercado de trabalho convencional.
15
Projeto Pedagógico de Curso
2.3.2
Objetivos Específicos:
- Estimular práticas de estudo independentes, visando à progressiva autonomia
profissional e intelectual do graduando, com base em uma formação crítico-analítica;
- Articular os postulados teóricos com as oportunidades práticas, valorizando as
pesquisas individuais e coletivas inseridas na carga horária;
- Incentivar o acesso ao conhecimento e às habilidades e competências inerentes ao
exercício profissional em outras instâncias;
- Fomentar a prospecção e geração de novos nichos de mercado.
2.4
Contexto regional e inserção na comunidade
Procurando cumprir os seus objetivos e atuando como entidade
comprometida socialmente, a SATC se mantém atenta a todas as transformações e
inovações no campo da educação. Dessa forma, busca acompanhar eficientemente
o processo cultural e tecnológico, valorizando o ser humano.
Compreendendo que a educação superior cumpre uma função estratégica
no desenvolvimento sustentável, a SATC constrói formas efetivas de integração
entre os diversos níveis de ensino, pesquisa e extensão,
buscando privilegiar
projetos e programas de maior impacto acadêmico e social, com repercussão de
caráter local, regional, nacional e internacional.
Todas as ações, principalmente as pedagógicas, visam conscientizar os
estudantes da importância do compromisso social com a comunidade, compromisso
este que a indústria carbonífera assumiu quando criou a SATC. Muitos projetos e
iniciativas fazem com que os alunos reflitam sobre valores como comprometimento,
ética, cidadania e respeito à natureza.
A propósito dessa necessária e oportuna inserção da SATC em sua
comunidade e em sua economia, pode-se afirmar que a melhor forma de contribuir
e de se inserir em sua região, da perspectiva de sua missão, ainda é formar bons
16
Projeto Pedagógico de Curso
profissionais e cidadãos conscientes, portadores de uma cultura aberta à inovação,
à criatividade, à iniciativa, ao espírito crítico, como empregadores ou como
empregados. Essa cultura é desejável independentemente das posições ocupadas
na estrutura social e econômica. Por essa razão, o caminho da Faculdade SATC é o
da educação transformadora, para a tecnologia, para o desenvolvimento de
competência gerencial e capacidade empreendedora, para o desenvolvimento do
seu potencial, para a formação de quadros qualificados capazes de transformar a
cultura e a economia e de produzir.
A Faculdade SATC recebe alunos de praticamente todos os municípios do
Sul do Estado. O Sul do Estado de Santa Catarina compreende 43 municípios com
uma população estimada em 900 mil habitantes, com cerca de 500 mil em áreas
urbanas e divide-se em três microrregiões:
AMESC
Araranguá
Baln. Arroio do Silva
Balneário Gaivota
Ermo
Jacinto Machado
Maracajá
Meleiro
Morro Grande
Passo de Torres
Praia Grande
Santa Rosa do Sul
São João do Sul
Sombrio
Timbé do Sul
Turvo
AMUREL
Armazém
Braço do Norte
Capivari de Baixo
Grão Pará
Gravatal
Imaruí
Imbituba
Jaguaruna
Laguna
Pedras Grandes
Rio Fortuna
Sangão
Santa Rosa de Lima
São Ludgero
São Martinho
Treze de Maio
Tubarão
AMREC
Cocal do Sul
Criciúma
Forquilhinha
Içara
Lauro Muller
Morro da Fumaça
Nova Veneza
Orleans
Siderópolis
Treviso
Urussanga
Fonte: http://www.sul-sc.com.br/
Tabela 1 – Municípios do Sul de Santa Catarina
A cidade de Criciúma abriga uma das mais importantes emissoras de TV
de Santa Catarina,RBS –TV (Rede Brasil Sul), também mantém uma sucursal da Ric
Record e SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). São 06 emissoras de rádio AM e
17
Projeto Pedagógico de Curso
FM, 03 jornais impressos, entre outras mídias de portes menores. Essas empresas
exigem uma estrutura de formação de profissionais para consolidá-las.
Mesmo não sendo tarefa simples, esta Instituição assume o compromisso
de participar com sua parcela deste processo, buscando oferecer um preparo
profissional técnico, científico e sobretudo, humanístico, solidificado em uma
formação acadêmica, cumprindo então com seu dever social de oferecer à
sociedade um profissional com capacidade e qualificação.
O Curso de Comunicação Social – Jornalismo possui fundamental
importância no processo de capacitação de recursos humanos, não somente para
crescente demanda regional, com também para atender as necessidades nacionais,
constituindo-se de poderosa alavanca para o desenvolvimento tecnológico e social
do país.
O Curso propõe-se a formar um profissional com sólidos conhecimentos
na área midiática, além de conteúdos e habilidades tão necessários em nossa
região. O Curso ainda preocupa-se com a pesquisa e os projetos de extensão, para
o desenvolvimento das características formadoras de um bom profissional
Os alunos que buscam o curso de Bacharel em Comunicação Social Jornalismo, têm uma ampla gama de opções dentro do mercado convencional e dos
novos nichos ofertados pela internet.
O curso de Comunicação Social-Jornalismo da Faculdade SATC, iniciou
em 1997 com o objetivo de oferecer oportunidade de graduação a um número
significativo
de
jovens
desejosos
de ingressar nesta promissora área. A
localização estratégica da Faculdade SATC, situada numa região de
expressivo
crescimento de emissoras de TV, rádio, jornal impresso e portais de notícias, é
fundamental para o sucesso do curso. Surgem novos espaços e paralelamente,
reforça-se a demanda por profissionais qualificados. Nesse contexto, a configuração
de um perfil acadêmico diferenciado é fundamental para a consolidação do Curso de
Comunicação Social da Faculdade SATC . Esse diferencial vem sendo alcançado
pela importância conferida aos aspectos técnicos e éticos do exercício profissional
e pela aproximação com a realidade local, por meio da atuação em projetos e
atividades acadêmicas de relevância cultural e social.
18
Projeto Pedagógico de Curso
2.5
Formas de Ingresso
A Faculdade SATC possibilita ao futuro acadêmico escolher a modalidade
de ingresso que melhor se encaixa em sua situação.
São elas:
- VESTIBULAR: Nesta forma de ingresso o candidato fará uma prova
vocacionada, com 45 questões de múltipla escolha e 01 redação.
- TRANSFERÊNCIAS: O ingresso ocorre quando os alunos regularmente
matriculados são provenientes de curso de graduação de outra instituição de Ensino
Superior.
- DISCIPLINAS ISOLADAS: Poderá matricular-se em Disciplina Isolada,
interessados que possuem Certificado de conclusão do Ensino Médio ou Técnico,
sendo que o ingresso estará condicionado à existência de vaga na disciplina.
- PROUNI: É um programa do Ministério da Educação, criado pelo
Governo Federal em 2004, que oferece bolsas de estudos em instituições de
educação superior privadas, em cursos de graduação e sequenciais de formação
específica, a estudantes brasileiros de baixa renda sem diploma de nível superior.
2.6
Perfil do Egresso
O perfil comum do egresso corresponde a um objetivo de formação geral
que deve ser atendido por todos os Cursos da área e em todas as habilitações de
Comunicação, qualquer que seja sua ênfase ou especificidade. Trata-se da base
que, assumida na estrutura curricular, garante a identidade do Curso e que
caracteriza em geral componente do perfil de todas as profissões da área.
O egresso de Curso de Graduação em Comunicação, em qualquer de
suas habilitações, caracteriza-se por suas competências profissionais, sociais e
intelectuais em matéria de criação, produção, distribuição, recepção e análise crítica
19
Projeto Pedagógico de Curso
referentes às mídias, às práticas profissionais e sociais relacionadas com estas, e as
suas inserções culturais, políticas econômicas e ambientais.
Deve ter competências que reflitam a variedade e mutabilidade de
demandas sociais e profissionais na área, propiciando uma capacidade de
adequação à complexidade e velocidade do mundo contemporâneo.
Deve dispor de uma visão integradora e horizontalizada - genérica e ao
mesmo tempo especializada de seu campo de trabalho possibilitando o
entendimento da dinâmica das diversas modalidades comunicacionais e das suas
relações com os processos sociais que as originam e que destas decorrem.
Deve utilizar criticamente, em sua atividade profissional, o instrumental
teórico-prático oferecido no curso. Portanto deve ser competente para se posicionar
sobre o exercício do poder na comunicação e constrangimentos a que a
comunicação possa ser submetida, as repercussões sociais que enseja e ainda
sobre as necessidades da sociedade contemporânea em relação à Comunicação
Social.
Para isso, deve ter uma formação que transcenda as especialidades
profissionais e proporcione uma compreensão ampla e rigorosa do campo da
Comunicação. Desenvolverá assim uma percepção geral sobre este campo no qual
as especialidades se inscrevem.O que possibilita participar da discussão pública
sobre as significativas temáticas que perpassam toda produção mediatizada em uma
sociedade de comunicação.
O Curso de Comunicação Social, em especial o Jornalismo, deverá
promover o desenvolvimento de competências específicas como:
- Registrar os fatos, apurando, interpretando, editando e transformandoos em notícias;
- Interpretar, explicar e contextualizar informações;
- Investigar informações, produzindo texto jornalísticos com clareza
editando-os em espaço e período de tempo limitado;
- Formular pautas e planejar coberturas jornalísticas;
- Elaborar questões e conduzir entrevistas;
- Relacionar-se com fontes de informação de qualquer natureza;
- Trabalhar em equipe com profissionais da área;
20
Projeto Pedagógico de Curso
- Compreender e organizar os processos de produção jornalística;
- Desenvolver, planejar, propor, executar e avaliar projetos na área de
comunicação jornalística;
- Avaliar
criticamente
produtos,
práticas
e
empreendimentos
jornalísticos;
- Compreender os processos de recepção de mensagens jornalísticas e
seus impactos sobre os diversos setores da sociedade;
- Exercer a profissão
com postura ética e compromisso com a
cidadania;
- Dominar a língua nacional e as estruturas narrativas e expositivas
aplicáveis às mensagens jornalísticas, abrangendo-se leitura, compreensão,
interpretação e redação;
- Dominar a linguagem jornalística apropriada aos diferentes meios e
modalidades tecnológicas de comunicação.
2.7
Programas de Apoio Pedagógico ao Discente
A seguir são apresentados alguns dos programas de apoio pedagógico
aos discentes:
- ORIENTAÇÃO ACADÊMICA: Realiza atividades de orientação
acadêmica, no tocante à sua vida escolar e à sua aprendizagem;
- ATENDIMENTO INDIVIDUAL AO ACADÊMICO: Visa atender as
necessidade do acadêmico, procurando resolver problemas relacionados ao
processo de aprendizagem.
- MONITORIAS: Os acadêmicos recebem dos cursos da Faculdade SATC
gratuitamente aulas de monitoria aos sábados. As aulas são ministradas pelos
próprios acadêmicos que passam por um processo seletivo.
- NIVELAMENTO DISCENTE: Sempre que necessário, é ofertado
nivelamento dos discentes, em conformidade com o projeto pedagógico do curso;
21
Projeto Pedagógico de Curso
- EVENTOS INTERNOS: Promoção de eventos internos para os
discentes, como palestras, jogos de integração entre os cursos, apresentações
musicais, entre outros;
- EVENTOS EXTERNOS: Estimula a participação dos discentes em
eventos científicos, técnicos e culturais;
- ESTÁGIO: A SATC possui um setor de estágio que viabiliza o ingresso
do acadêmico no mercado de trabalho, através de estágio extracurricular.
2.8
Programas de Apoio Financeiro
São os seguintes os programas de apoio financeiro aos estudantes:
- Financiamento Estudantil: A Faculdade SATC é credenciada no Fundo
de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES, do Ministério da
Educação, proporcionando aos seus acadêmicos financiamento estudantil, de parte
do valor das mensalidades, a juros baixos. A disponibilidade ao financiamento
estudantil dependerá das orientações emanadas pelo agente financeiro do FIES;
- Artigo 170: O Estado de Santa Catarina concede bolsas de estudo e de
pesquisa, para o pagamento total ou parcial das mensalidades dos acadêmicos
economicamente carentes, regularmente matriculados nos cursos de graduação das
Instituições de Ensino Superior. O valor do benefício concedido ao aluno não será
inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do valor da mensalidade por ele devida,
podendo ser semestral ou anual e os recursos serão destinados, de acordo com o
número de acadêmicos regularmente matriculados nos cursos de graduação;
- Bolsa Monitoria: As aulas de monitoria são ministradas pelos próprios
acadêmicos que passam por um processo seletivo e mediante a aprovação recebem
desconto na mensalidade do semestre corrente, conforme edital de seleção.
Somente poderão participar do processo seletivo para bolsa de monitoria os
acadêmicos que foram aprovados na disciplina a ser oferecida para monitoria,
obedecendo às normas estabelecidas pela coordenação de curso;
22
Projeto Pedagógico de Curso
- Permuta: A SATC mantém parceria com várias empresas em que
oferece um percentual de desconto aos empregados destas empresas que estudam
na instituição;
- PROUNI: Através do Programa Universidade Para Todos, do Governo
Federal, que concede bolsas de estudo integrais ou parciais a estudantes brasileiros
de baixa renda sem diploma de nível superior.
- BOLSA PESQUISA: Visando apoiar a formação de recursos humanos
na área de conhecimento de seus projetos de pesquisa, a Faculdade SATC,
concede bolsas de estudo para os acadêmicos que participam destes projetos.
- CONCESSÃO DE BOLSASDE ESTUDO INTERNAS: A SATC possui
um programa de desenvolvimento e formação que visa oferecer ajuda de custos
para colaboradores e parente em primeiro grau.
2.9
Estímulos à Permanência
Objetivando incentivar e implementar ações concretas que viabilizem a
superação das condições desfavoráveis à permanência do acadêmico na Instituição,
a Faculdade SATC estimula o desenvolvimento de suas potencialidades enquanto
sujeito capaz de construir o seu próprio conhecimento.
A meta desse trabalho é a integração com estratégias que colaborem
para o desenvolvimento intelectual do acadêmico, na esfera de um processo de
ensino aprendizagem cuja finalidade seja o compromisso com a educação para a
formação de um cidadão em toda sua plenitude.
Nessa perspectiva de inclusão social, o estímulo à produção de
conhecimento e à permanência na Instituição são ampliados por meio de
mecanismos de nivelamento e atendimento psicopedagógico, buscando a melhoria
do desempenho acadêmico e a qualidade de vida. Para isso são realizadas as
seguintes atividades:
23
Projeto Pedagógico de Curso
- Programa de Nivelamento: A Faculdade SATC mantém um programa
de nivelamento que tem como propósito reforçar o processo ensinoaprendizagem,
visando minimizar as dificuldades dos acadêmicos.
- Estratégia de Desenvolvimento de Competências Relacionais
Efetivas: Para desenvolver o enfrentamento de situações acadêmicas, de vida e
relacionado a uma concepção de educação superior cuja finalidade está além do
conhecimento científico e tecnológico, visa contribuir para a superação de situações
que interfiram no desenvolvimento do acadêmico enquanto ser social.
- Serviço de Apoio Pedagógico e Psicopedagógico: Por meio desse
serviço,
é
realizado
acompanhamento
e
atendimento
para
desenvolver
competências e/ou habilidades, identificar problemas de aprendizagem do
acadêmico, bem como fazer a mediação de situações que envolvam o
relacionamento do acadêmico com os profissionais da Instituição.
2.10
Organização Estudantil
A Faculdade SATC permite e estimula a participação dos discentes por
meio dos Centros Acadêmicos – CA de cada curso. O CA é um órgão de classe
próprio, com Regimento Interno e Estatuto próprio.
O objetivo do Centro Acadêmico do curso de Comunicação Social Jornalismo é proporcionar atividades extracurriculares que venham contribuir para a
formação profissional e humana do acadêmico. Para tanto foram elaboradas
algumas proposições de atividades como:
- Participação em congressos e workshops;
- Promoção de palestras e seminários com profissionais qualificados;
- Promoção de encontros com acadêmicos de outras Faculdades;
- Colaboração na organização da semana acadêmica.
Para tanto, o curso apóia e incentiva o funcionamento disponibilizando
condições de infraestrutura e de equipamentos, além de acesso aos ambientes de
24
Projeto Pedagógico de Curso
aprendizagem para potencializar, sem obstáculos, as conquistas oriundas da
organização dos estudantes.
2.11
Acompanhamento dos Egressos
A Faculdade SATC disponibiliza em seu site um link para Cadastro de
Egressos da Instituição. Essa é uma ferramenta que o CRM - Centro de
Relacionamento com o Mercado disponibiliza aos ex-alunos desta, a fim de
possibilitar uma comunicação efetiva entre a SATC e o egresso.
Embora o curso de Comunicação Social - Jornalismo ainda não tenha
alunos egressos dos cursos de graduação, o mesmo entende que esse
acompanhamento é indispensável, uma vez que ao observar a trajetória dos
egressos, obteremos uma fonte de informações gerenciais que auxiliará na
avaliação constante do curso, servindo como uma das avaliações da Instituição,
além de verificarmos a inserção dos egressos no mercado de trabalho.
2.12 Articulações do PPC com PPI/PDI
O projeto de um curso é uma das oportunidades de mudar e transformar a
realidade existente.Dar mobilidade social através da educação e da tecnologia aos
discentes é uma chance única de contribuir para a formação de cidadãos e colaborar
com o desenvolvimento sustentável do país em oposição a ações imobilistas e
hegemônicas.
O PPC do Curso de Comunicação Social – Jornalismo, concebido com
base nas mudanças tecnológicas e sociais, está sendo construído a partir das
reflexões produzidas por meio da prática. É portanto , flexível e aberto, numa
concepção dialógica em que acadêmicos, comunidade e corpo docente discutem
resultados e consensos .
25
Projeto Pedagógico de Curso
Por defender a sustentação de suas ações em valores éticos, o curso
quer, firmar sua posição como parceiros da comunidade, como é esperado de uma
instituição capaz de interagir com o contexto que a mantém.
O PPC encontra-se articulado com o PPI e com o PDI na medida em que
atende a política da Instituição para os cursos superiores, que se caracteriza pelo
compromisso com uma educação integral. Deseja-se que além das habilidades
intelectuais, nossos acadêmicos desenvolvam habilidades emocionais, sociais,
éticas, estéticas, físicas e politécnicas. Para enfrentar este desafio pretende-se
assumir uma proposta pedagógica que possa auxiliar e produzir uma educação que
transcenda os modelos curriculares ainda dominantes. Esses elementos servem
como base para a formação de agentes de grandes transformações.
26
Projeto Pedagógico de Curso
3
ESTRUTURA CURRICULAR
O Curso de Comunicação Social - Jornalismo da Faculdade SATC possui
uma estrutura curricular que reflete plenamente os objetivos do curso e promove
uma sólida formação técnico-científica e profissional, visando maior produtividade e
qualidade dos serviços. Capacita os acadêmicos para exercer a profissão,
considerando também os aspectos políticos, econômicos, sociais e ambientais. O
Jornalista é dotado de conhecimentos adquiridos através de teorias e práticas do
cotidiano da profissão e constantes da grade curricular do curso.
O currículo do curso foi elaborado a partir do Perfil do Egresso,
obedecidas às diretrizes curriculares editadas pelo Poder Público. É constituído por
uma seqüência ordenada de disciplinas, cuja integralização pelo acadêmico lhe dá o
direito à obtenção do grau de Bacharel em Comunicação Social - Jornalismo.
Na Faculdade SATC, a elaboração dos currículos de cada curso de
graduação, são observadas as diretrizes existentes no PDI, PPI e nos DCNs.
O curso de Comunicação Social - Jornalismo possui um currículo que
reflete o previsto nas DCNs para o curso, com conteúdos básicos e específicos, cuja
carga horária perfaz um total de 2700horas, distribuídas em 08 semestres.
O curso também atende às recomendações no que tange à flexibilidade,
à interdisciplinaridade, à articulação teórico-prática, às atividades complementares e
às atividades desenvolvidas no campo profissional e que contribuem para a
formação do sujeito.
A estrutura curricular do de Comunicação Social - Jornalismo da
Faculdade SATC, tem sua essência referenciada na pesquisa de mercado
identificando a demanda para a qualificação profissional, das características
econômicas e do perfil industrial da região e do Estado de Santa Catarina.
O Enade, instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, é
componente curricular obrigatório dos cursos de graduação.
27
Projeto Pedagógico de Curso
3.1
Integralização Curricular
O programa de cada disciplina, sob a forma de plano de ensino, é
elaborado pelo respectivo professor e aprovado pela Coordenação do Curso. É
obrigatório o cumprimento integral do conteúdo e carga horária, estabelecidos no
plano de ensino de cada disciplina. A integralização curricular é feita pelo sistema de
créditos e semestral.
As disciplinas são ofertadas por semestre, possuindo interdependências
que favorecem a correlação e a seqüência dos conteúdos, possibilitando a
construção gradual e sólida da formação dos acadêmicos.
O dimensionamento da carga horária do curso se adéqua ao
desenvolvimento do conteúdo programático e está de acordo como catálogo
nacional dos cursos de tecnologia.
O curso apresenta um currículo moderno, com disciplinas atuais que vão
ao encontro das novas necessidades do desenvolvimento tecnológico e científico e
da inserção dessa profissão no contexto multidisciplinar, proporcionando ao aluno
adquirir habilidades necessárias para as devidas competências.
Existe um processo de avaliação contínuo proposto pelos docentes e
avaliado pelo colegiado do curso.
A bibliografia de cada disciplina é semestralmente analisada em termos
de sua adequação aos objetivos e à concepção do curso, procurando atualizá-la de
acordo com novas publicações.
A interdisciplinaridade vem sendo desenvolvida no curso por meio da
realização de projetos e trabalhos integrados em diferentes disciplinas do curto,
reunindo os conteúdos constantes na matriz curricular.
Para a integralização curricular, além das disciplinas
cursadas, é
necessário que o aluno preste o exame do ENADE – Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes
, assim como a realização das Atividades
Complementares, onde a obrigatoriedade se dá aos alunos matriculados a partir do
2º. Semestre de 2009.
28
Projeto Pedagógico de Curso
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) do curso de Comunicação Social –
Jornalismo da Faculdade SATC, está sintonizado com uma nova visão de mundo,
relacionando-se ao novo paradigma de sociedade e de educação, a fim de garantir a
formação global e crítica dos acadêmicos envolvidos no processo.
3.2
Disciplinas
1º semestre
Língua Portuguesa (60 h)
Redação Jornalística I (60 h)
História da Comunicação (30 h)
Metodologia Científica e da Pesquisa (30 h)
Webdesign (60 h)
Fotojornalismo (60h)
2º semestre
Língua Portuguesa II (30 h)
Redação Jornalística II (60 h)
Ética e Cidadania na Imprensa (30 h)
Sociologia da Comunicação (60 h)
Webjornalismo I (60 h)
Design Gráfico I (60 h)
3º semestre
Língua Portuguesa III (30 h)
Redação Jornalística III (30 h)
Teoria e Crítica do Jornalismo (60 h)
Webjornalismo II (60 h)
Design Gráfico II (60 h)
Técnicas de Reportagem e Entrevista (60 h)
29
Projeto Pedagógico de Curso
4º semestre
Radiojornalismo I (60 h)
Telejornalismo I (60 h)
Ciências Ambientais (60 h)
Teoria e Metodologia da Comunicação I (60 h)
Projeto Experimental I (60 h)
Atividades Complementares I ( 150h)
5º semestre
Radiojornalismo II (120 h)
Teoria e Metodologia da Comunicação II (60 h)
Produção e Edição em TV (60 h)
Projeto Experimental II ( 60 h)
6º semestre
Telejornalismo II (120 h)
Teoria e Metodologia da Comunicação III (60 h)
Marketing & Mídia (60 h)
Projeto Experimental III (60 h)
7º semestre
Assessoria de Imprensa (60 h)
Jornalismo Político (60 h)
Consultoria em Comunicação (60 h)
Direito Público e Privado (60 h)
Tópicos Intercomunicacionais I (60 h)
Libras (30 h) - Optativa
8º semestre
Jornalismo Econômico (60 h)
Jornalismo & Mercado (60 h)
30
Projeto Pedagógico de Curso
Tópicos Intercomunicacionais II (60 h)
Projeto Experimental IV (60 h)
Prática de Laboratório (60 h)
Atividades Complementares II ( 150h)
3.3
Ementários e referências bibliográficas
1º Semestre
Língua Portuguesa I (60h)
Princípios Básicos do estudo da Língua Portuguesa. Objetivos do ensino
da Língua Portuguesa. Acentuação gráfica. Concordância nominal e verbal.
Ortografia. Regência verbal e nominal. Crase. Produção textual a partir de leitura de
livros.
Referência bibliográfica básica
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46.
ed São Paulo: Nacional, 2005.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever,
aprendendo a pensar. 24. ed Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004.
BARRETO, Antonio; SETTE, Graça; TRAVALHA, Marcia; ROZÁRIO, Starling. Para
ler o mundo: Português: Língua, Literatura e Produção de Textos: Ensino
Médio. São Paulo: Scipione, 2007.
Referência bibliográfica complementar
ANDRÉ, Hildebrando A. de. Gramática ilustrada. 5. ed. São Paulo: Moderna, 2003.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Nova minigramática da língua portuguesa. 3. ed.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de
31
Projeto Pedagógico de Curso
Janeiro: Nova Fronteira, 2002.
LADEIRA, Julieta de Godoy (org.). Antologia de contos: contos brasileiros
contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2007.
OLIVEIRA, Édson de. Todo o mundo tem dúvidas, inclusive você: português. 6.
ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001.
TUFANO, Douglas (org.). Antologia do conto brasileiro: do romantismo ao
modernismo. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2006.
Redação Jornalística I (60 h)
Linguagem jornalística na mídia impressa. Noções Básicas de pauta, lide,
estrutura da notícia, elaboração de matérias factuais e especiais.
Referência bibliográfica básica
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 5.ed São Paulo: Ática, 2004. 64p. ISBN
8508017170
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 7. ed São Paulo: Ática, 2004. 78p. ISBN
850801659X
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p.
ISBN 9788508015054
RABAÇA, Carlos Alberto.; BARBOSA, Gustavo Guimarães. Dicionário de
comunicação. 4. ed., rev. e atual São Paulo: Elsevier; Campus, 2005. 795p. ISBN
8535208542
Referência bibliográfica complementar
CONTI, Mário Sérgio. Notícias do Planalto. A imprensa e Fernando Collor. Cia
das Letras. 1999.
DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. 8. ed São Paulo: Summus,
c1986. 157p. ISBN 8532302602
KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2002. 275p. ISBN 852090534X
VARELA, Drauzio. Estação Carandiru. Cia das Letras, 1999.
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2006.
32
Projeto Pedagógico de Curso
História da Comunicação (30 h)
Registros históricos da comunicação. Os instrumentos e meios de
comunicação humana. Os meios de comunicação social e sua evolução histórica,
social e tecnológica.
Referência bibliográfica básica
BELTRÃO, Luiz; QUIRINO, Newton de Oliveira. Subsídios para uma teoria da
comunicação de massa. 3ed., São Paulo, Summus, 1986, p. 212.
DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo, Brasiliense, 2005,
105 p.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. 4 ed., Rio de Janeiro,
Maud, 2004, 501 p.
Referência bibliográfica complementar
GUARESCHI, Pedrinho A. Comunicação e poder: a presença e o papel dos
meios de comunicação de massa estrangeiros na América Latina. 13 ed.,
Petrópolis, RJ, Vozes, 2001, 88p.
MACHADO, Agilmar; TORRES, Osvaldo. História da comunicação no sul de
Santa Catarina. Criciúma, SC, BTC Comunicação, 2000, p. 247.
MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da
biblioteca: com um capítulo referente à propriedade literária. 3 ed., il., rev. e
atual. São Paulo, Ática, 2002, 519p.
MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da
comunicação. 7 ed., São Paulo, Loyola, 2004, 220 p.
Metodologia Científica e da Pesquisa (30 h)
Análise dos procedimentos técnicos e metodológicos de preparação da
pesquisa científica. Estudo das formas da elaboração dos trabalhos acadêmicos,
especialmente, das normas técnicas neles utilizadas.
33
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
LUCKESI, Cipriano Carlos; BARRETO, Elói; COSMA, José; BAPTISTA, Naidison.
Fazer universidade: uma proposta metodológica. 14. ed. São Paulo: Cortez,
2005. 232 p. ISBN 8524901608
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed., rev. de
acordo com a ABNT e ampl São Paulo: Cortez, 2004. 335 p. ISBN 8524900504
TACHIZAWA, Takeshy; MENDES, Gildásio. Como fazer monografia na prática.
12.ed Rio de Janeiro: FGV Ed., 2008. 150p. ISBN 8522502609 (broch.)
Referência bibliográfica complementar
AZEVEDO, Israel Belo de,. O prazer da produção científica: descubra como é
fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 11. ed. rev. e atual. São Paulo:
Hagnos, 2004. 205p. ISBN 8588234467
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:
elaboração de trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 174p. ISBN
8522441243
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de
pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2. ed São Paulo:
Pioneira, 1999. 320 p. ISBN 8522100705
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 6. ed São Paulo: Atlas, 2005. 315p. ISBN 8522440158
DEMO, Pedro,. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed São Paulo: Atlas, 1985.
118p. ISBN 8522415544
Webdesign (60 h)
Arquitetura
e
construção
de
websites
(páginas
na
internet).
Sistematização e formatação de conteúdos multimídia. Aquisição de conhecimento
técnico através de softwares específicos. Trabalho de conclusão individual no
formato website temático publicado na internet.
34
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
DAMASCENO, Anielle. Webdesign : teoria e prática. Florianópolis : Visual Books,
2003.
DIAS, Claudia. Usabilidade na Web: criando portais mais acessíveis. 2. ed. Rio
de Janeiro, RJ: Alta Books, 2006. 296 p. ISBN 9788576081401
PEREIRA, Marcelo Gino. Guia Prático Webdesign. Santa Cruz do Rio Pardo, SP :
Viena, 2003.
Referência bibliográfica complementar
KRAYNAK, Joe. Internet: rápido e fácil para iniciantes. Rio de Janeiro: Campus,
1998. 211 p. (Rápido e fácil para iniciantes) ISBN 8535203788
SAMARA, Timothy. Grid: construção e desconstrução. São Paulo: CosacNaify,
2007. 207 p. ISBN 9788575036297
CYBIS, Walter de Abreu; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Ergonomia e
usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. São Paulo: Novatec, 2007.
344p. ISBN 9788575221389 (broch.)
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: noções básicas de
planejamento visual. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Callis, 2005. 192 p. ISBN
8574162388
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. 4. ed. São Paulo :
Edgar Blucher, 1990.
Fotojornalismo (60 h)
Noções
básicas
acerca
da
fotografia.
Semiologia
da
imagem.
Equipamentos, iluminação, práticas de utilização. A fotografia jornalística e o repórter
fotográfico. Fotografia digital. Trabalho de conclusão individual no formato ensaio
fotográfico publicado na internet.
Referência bibliográfica básica
BUSSELLE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo: Pioneira, 2004. 224p.
ISBN 8522101124
PETER, Jorge; SILVA, Verônica Monteiro da. Cadernos do mestre Peter : um
35
Projeto Pedagógico de Curso
curso de fotografia na sua essência. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
HOPPE, Altair. Fotografia digital sem mistérios. 2. ed Balneário Camboriú, SC:
Photos, 2006. 171 p. ISBN 8598420026
Referência bibliográfica complementar
ANDRADE, Rosane de. Fotografia e Antropologia, olhares fora-dentro. 2.ed São
Paulo: Estação Liberdade; EDUC, 2005.
PATRÍCIO, Djalma. Curso básico de fotografia. Blumenau: Ed. Da Furb, 1999.
SOUSA, Jorge Pedro. Fotojornalismo: Introdução a história, as técnicas e a
linguagem da fotografia na imprensa. Florianópolis: Letras Comtemporâneas,
2004.
SOUSA, Jorge Pedro. Uma história crítica do fotojornalismo ocidental. Chapecó:
ARGOS, 2004.
RAMALHO, José Antônio A; PALACIN, Vitché. Escola de fotografia. 3.ed São
Paulo: Futura, 2005. 207p. ISBN 8574131849
FOTOGRAFE MELHOR: técnica & prática. Grajaú: Europa,19uu-.
2º Semestre
Língua Portuguesa II (30 h)
Análise morfossintática do período simples e composto. O uso da
pontuação no período simples e no período composto. Vozes verbais. Colocação
pronominal. Produção de texto. Seminários a partir de leitura de livros.
Referência bibliográfica básica
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46.
ed São Paulo: Nacional, 2005.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever,
aprendendo a pensar. 24. ed Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004.
BARRETO, Antonio; SETTE, Graça; TRAVALHA, Marcia; ROZÁRIO, Starling. Para
ler o mundo: Português: Língua, Literatura e Produção de Textos: Ensino
Médio. São Paulo: Scipione, 2007.
36
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica complementar
CEGALLA, Domingos Paschoal. Nova minigramática da língua portuguesa. 3. ed.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2002.
OLIVEIRA, Édson de. Todo o mundo tem dúvidas, inclusive você: português. 6.
ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001.
TUFANO, Douglas (org.). Antologia do conto brasileiro: do romantismo ao
modernismo. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2006.
Redação Jornalística II (60 h)
Produção de textos noticiosos. Os diversos ângulos da notícia.
Reportagem: visão investigativa e interpretativa para elaboração da notícia em
profundidade.
Referência bibliográfica básica
LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa
jornalística. Rio de Janeiro: Record, 4ª edição, 2004.
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Ed. Contexto, 7ª
edição, 2007.
SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de Reportagem, Notas sobre a
narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986.
Referência bibliográfica complementar
AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra - Luzzatto. 1996.
DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. São
Paulo: Summus, 3ª edição. 1990.
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p.
(Fundamentos; 16) ISBN 9788508015054
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p. (Princípios;
29) ISBN 850810359x
37
Projeto Pedagógico de Curso
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8. ed. São Paulo: Ática, 2008. 94p.
(Princípios) ISBN 9788508102273
Ética e Cidadania na imprensa (30 h)
Ética profissional e o código de Ética dos jornalistas. Legislação aplicada
ao exercício da atividade jornalística e aos meios de comunicação. As funções
sociais inerentes ao jornalismo e aos meios de comunicação. Conceitos de
cidadania e integração social.
Referência bibliográfica básica
TÓFOLI, Luciene. Ética no jornalismo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. 143p. (Ética
nas profissões)
BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras,
2006. 249p.
PAIVA, Raquel; DINES, Alberto. Ética, cidadania e imprensa. Rio de Janeiro:
Mauad, 2002. 199p.
Referência bibliográfica complementar
CHRISTOFOLETTI, Rogério. Ética no jornalismo. São Paulo, SP: Contexto, 2008.
121p.
GOMES, Mayra Rodrigues. Ética e jornalismo: uma cartografia dos valores. 2.ed
São Paulo: Escrituras, 2004. 93p. (Ensaios transversais)
KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo na era virtual: ensaios sobre o colapso da
razão ética. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2005. 143 p.
KARAM, Francisco José. Jornalismo, ética e liberdade. 3.ed São Paulo: Summus,
1997. 147p. (Novas buscas em comunicação54)
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: texto integral. São Paulo: MClaret, 2007. 240p.
Constituição da República, qualquer edição, desde que atualizada.
Lei nº 5.250, de 09/02/1967 - Lei de Imprensa, podendo ser obtida na internet,
através do sítio www.planalto.gov.br;
Código de Ética do Jornalista Brasileiro, podendo ser obtido na internet, através do
sítio www.autor.org.br/debate/eticafenaj.htm;
38
Projeto Pedagógico de Curso
Sociologia da Comunicação (60 h)
Os paradigmas clássicos da Sociologia. A comunicação na sociedade. A
sociedade da comunicação. Os paradigmas científicos das pesquisas sociológicas
em comunicação social. (paradigma estrutural-funcionalista, paradigma Marxista da
pesquisa crítica, a perspectiva da escola de Frankfurt, a perspectiva Gramsciana.)
Referência bibliográfica básica
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26ª Ed. São Paulo: Companhia
das Letras, 2004. 220 p.
BRETON, Philippe; PROULX, Serge. Sociologia da comunicação. São Paulo:
Loyola, 2002. 287p.
MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. 2.ed Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.
350p. ISBN 8532616755
Referência bibliográfica complementar
DAMATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do
dilema brasileiro. 6ªed. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. 350 p.
TOURAINE, Alain. Crítica da modernidade. 7ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
431p.
PORTO, Sérgio Dayrell. O jornal: da forma ao sentido. 2ª ed. Brasília: Ed. UnB,
2002. 587p.
AMARAL, Luís. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra-D.C. Luzzatto,
1996.
Webjornalismo I (60 h)
As características do texto jornalístico na internet. Websites jornalísticos.
Técnicas de redação adequadas às mídias digital e virtual. Trabalho de conclusão
coletivo no formato website jornalístico publicado na internet.
39
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. 3. ed São Paulo: Contexto, 2009. 120 p.
ISBN 8572442421
LEVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: Editora 34, 2005.
PINHO, J. B.. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação
on-line. São Paulo: Summus, 2003.
Referência bibliográfica complementar
DIZARD, Wilson. A nova mídia - a comunicação de massa na era da informação.
Trad. Edmond Jorge, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1997.
LEVY, Pierre. A máquina universo: criação, cognição e cultura informática. São
Paulo: Editora 34, 1999.
LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2005.
LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz.
Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: Edicom, 2000.
MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador:
GJOL, Calandra, 2003.
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
Design Gráfico I (60 h)
Conceito de artes gráficas. Prática no tratamento de imagens digitais.
Aquisição de conhecimento técnico através de softwares específicos.
Referência bibliográfica básica
COLLARO, Antonio Celso. Produção gráfica: arte e técnica da mídia
impressa. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2007. 155p. ISBN
9788576051251
RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 10. Ed.Atual Brasília: L. G. E,
2007. 498p. ISBN 857238037X
HELLER, Steven. Linguagens do design: compreendendo o design gráfico. São
Paulo: Rosari, 2007. 452p. (Fundamentos do design ) ISBN 9788588343474
40
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica complementar
AZEVEDO, Wilton. O que é design. 3. Ed São Paulo: Brasiliense, 1991. 92 p.
ISBN 8511012117
WHITE, Jan V. Edição e design: para designers, diretores de arte e editores: o
guia clássico para ganhar leitores. 2. ed. São Paulo: JSN,, 2006. 247 p. ISBN
8585985178
VIEIRA, Anderson da Silva, Adobe InDesign CS2: guia prático e visual. Rio de
Janeiro: Alta Books, 2005. 174 p. ISBN 8576080893
SAMARA, Timothy. Grid: construção e desconstrução. São Paulo: CosacNaify,
2007. 207 p. ISBN 9788575036297
LUPTON, Ellen; STOLARSKI, André. Pensar com tipos: guia para designers,
escritores, editores e estudantes. São Paulo: CosacNaify, 2009. 181 p. ISBN
9788575035535
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: noções básicas de
planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995. 144p. ISBN 8585642408
3º Semestre
Língua Portuguesa III (30 h)
Produção textual. Interpretação de temas. Seminários a partir de leituras
de artigos científicos e livros. Práticas de discursos: argumentação e persuasão.
Coesão e coerência textual. Subordinação e coordenação ( regras gerais). Gêneros
textuais jornalísticos.
Referência bibliográfica básica
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. 3. ed. São Paulo:
Parábola, 2007.
CARONE, Flávia de Barros. Subordinação e coordenação: confrontos e
contrastes. 6. ed. 6. imp. São Paulo: Ática, 2006.
CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 16. ed. 5. imp. São Paulo: Ática, 2007.
41
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica complementar
AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica. Descubra como é
fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos,
2001.
BAZERMAN, Charles; DIONISIO, Ângela Paiva; HOFFNAGEL, Judith Chambliss.
Gêneros textuais, tipificação e interação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 10. ed. São Paulo: Ática,
2005.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Sciliar. Português instrumental. 27.
ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Redação Jornalística III (30 h)
Gêneros interpretativos e opinativos: editorial, comentário, artigo, resenha,
coluna, carta, crônica, crítica, análise. Estilo e autoria na produção jornalística
contemporânea. Exercício de confecção de textos.
Referência bibliográfica básica
DINES, Alberto. O papel do Jornal – uma releitura. Summus editorial.
MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. 2a. ed. rev.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
MELO, José Marques de. Jornalismo Opinativo. Editora Mantiqueira. 2003.
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. Ed. Ática. 1985.
Referência bibliográfica complementar
DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. Vol 2.
Summus editorial: São Paulo, 1990.
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2006.
AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra - Luzzatto. 1996.
DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. São
Paulo: Summus, 3ª edição. 1990.
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p.
(Fundamentos ; 16) ISBN 9788508015054
42
Projeto Pedagógico de Curso
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p. (Princípios ;
29) ISBN 850810359x
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8. ed. São Paulo: Ática, 2008. 94p.
(Princípios) ISBN 9788508102273
Teoria e Crítica do Jornalismo (60 h)
As fronteiras do objetivo e o subjetivo. O texto jornalístico como
enunciação do fato. Poder Opinião Pública e Jornalismo. As categorias e a
interpretação e opinião no texto jornalístico. O conceito de noticiabilidade. A
identificação dos valores-notícia. As teorias: agenda–seting, a espiral, do silêncio,
conceito de gatekeeper e newsmaking. Análise da imprensa a partir das diferentes
perspectivas históricas e o impacto das novas tecnologias. A objetividade jornalística.
Os filtros jornalísticos.
Referência bibliográfica básica
TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: volume I: porque as notícias são
como são. Florianópolis: Insular, 2004.
DEFLEUR, Melvin L. (Melvin Lawrence); BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da
comunicação de massa. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1993. 397p
BELTRÃO, Luiz; QUIRINO, Newton de Oliveira. Subsídios para uma teoria da
comunicação de massa. 3.ed São Paulo: Summus, 1986. 212 p.
Referência bibliográfica complementar
Antonio Hohlfeldt, Luiz C. Martino, Vera Veiga Franca. TEORIAS da comunicação:
conceitos, escolas e tendências. 7.ed. especial Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. 309
p. ISBN 9788532626158
THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. 9. ed
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. 261 p.
TRAQUINA, N. Teorias do jornalismo: volume II: a tribo jornalística: uma
comunidade interpretativa transnacional. Florianópolis: Insular, 2005.
SITE OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA. Artigos e críticas. Disponível em
www.observatoriodaimprensa.com.br.
43
Projeto Pedagógico de Curso
MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da
comunicação. 10.ed São Paulo: Loyola, 2007. 227p.
Webjornalismo II (60 h)
Técnicas de redação adequadas à mídia virtual (internet). Trabalho de
conclusão em equipe no formato website jornalístico publicado na internet.
Referência bibliográfica básica
FERRARI, Pollyaba. Jornalismo digital. 2ª ed, São Paulo: Contexto, 2004.
LEVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: Editora 34, 2005.
PINHO, J. B.. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação
on-line. São Paulo: Summus, 2003.
Referência bibliográfica complementar
DIZARD, Wilson. A nova mídia - a comunicação de massa na era da informação.
Trad. Edmond Jorge, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1997.
LEVY, Pierre. A máquina universo: criação, cognição e cultura informática. São
Paulo: Editora 34, 1999.
LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2005.
LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz.
Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: Edicom, 2000.
MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador:
GJOL, Calandra, 2003.
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Design Gráfico II (60h)
Compreensão do conceito de transmissão de informação através do
design de notícias/jornalismo visual. Análise dos componentes gráficos e das
44
Projeto Pedagógico de Curso
estratégias que configuram a página de publicações impressas. Prática de
editoração eletrônica de informativos e de edição do jornal do Curso de Jornalismo.
Referência bibliográfica básica
RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 10. ed. atual Brasília, DF: L. G. E,
2007. 498p. ISBN 857238037X
DONDIS, Donis. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo, Martins Fontes, 2003
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 7. ed São Paulo: Contexto,
2007. 174 p.
Referência bibliográfica complementar
GUIMARÃES, Luciano. As cores na Mídia. São Paulo: Anna Blume, 2003
HERNANDES, Nilton. A mídia e seus truques. Editora Contexto. São Paulo, 2006.
HARRIS, Ray. Faça seu próprio jornal. Campinas, Papirus, 2006. 59p
HELLER, Steven. Linguagem do design. São Paulo, Rosari, 2007.
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p
SAMARA, Timothy, Grid-construção e descontrução. São Paulo, Cosaf naif, 2007
Técnicas de Reportagem e Entrevista ( 60h)
Identificação de fontes e coleta de informações. Identificação de fontes e
sistematização de dados. Conceito de entrevista. Limite e possibilidade da realização
de entrevistas. Objetividade e neutralidade no fazer jornalístico. Técnica de
reportagem para diferentes mídias. A edição e fechamento de um jornal impresso.
Referência bibliográfica básica
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem, Vol. 3. Ática: São Paulo, 1995.
ERBOLATO, Mario. Técnicas de Codificação em Jornalismo. Vol. 5. Ática: São
Paulo, 1991.
LAGE, Nilson. A reportagem: Teoria e Técnica de Entrevista e Pesquisa
Jornalística. 4ª edição. Record: Rio de Janeiro, 2004.
SODRÉ, Muniz; FERRARI, Maria Helena. Técnica de Reportagem: Notas sobre a
narrativa jornalística. Vol. 2. Summus Editorial: São Paulo, 1998.
45
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica complementar
MÜHLHAUS, Carla. Por trás da entrevista. Record Editorial: Rio de Janeiro, 2007.
DIMENTEIN, Gilberto, KOTCHO Ricardo. A aventura da reportagem. Summus
editorial: São Paulo, 1990.
PERY, Cotta. Jornalismo teoria e prática. Vol. 1. Rio de Janeiro: Rubio: 2005.
GOMES, Mayara Rodrigues. Ética e Jornalismo. São Paulo: Editora Ensaio
Transversal, 2004.
4º Semestre
Radiojornalismo I (60 h)
Redação e locução de textos radiojornalísticos. Coleta de dados e
sistematização da reportagem no rádio. Formatação, produção e apresentação de
programas, incluindo práticas de entrevistas. Edição radiojornalística.
Referência bibliográfica básica
JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Editora Contexto, 2004.
ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus
Editorial, 1985.
BARBEIRO, Heródoto e LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de Radiojornalismo:
produção, ética e internet. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
Referência bibliográfica complementar
FERRARETO, Luiz Artur. Rádio - O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre :
Sagra Luzzatto, 2000.
LAGE, Nilson. Estrutura da Notícia. São Paulo: Ática, 2006.
MACHADO, Agilmar; TORRES, Osvaldo. História da comunicação no sul de
Santa Catarina. 1ª Ed. Criciúma: BTC Comunicação, 2000.
MEDITSCH, Eduardo (org.). Teorias do Rádio- textos e contextos. Volume I.
Florianópolis: Insular, 2005.
PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de jornalismo. São Paulo: Panda, 2006. 138p.
46
Projeto Pedagógico de Curso
Telejornalismo I (60 h)
Produção de textos televisivos. Elaboração de matérias. Noções de
Reportagem, entradas ao vivo, apresentação de telejornal.
Referência bibliográfica básica
BISTANE, Luciana, BACELLAR, Luciane. Jornalismo de TV. 2 Ed. São Paulo:
contexto, 2006
VILLELA, Regina. Profissão: Jornalista de TV. Telejornalismo aplicado na na
Era Digital. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. Ltda, 2008.
BUCCI, Eugênio. Brasil em tempo de TV. São Paulo: Boitempo Editorial, 2005.
182p.
Referência bibliográfica complementar
BECKER Beatriz- A Linguagem do Telejornal: um estudo da cobertura dos 500
anos do descobrimento do Brasil. E-papers Serviços Editoriais, 2005 segunda
edição
BRENNAND, Edna. Televisão digital interativa: reflexos, sistemas e padrões.
SP: Ed. Mackenzie; 2007
JOST, François. 6 lições sobre a televisão. Porto Alegre: Sulina, 2004, 174 p.
PATERNOSTRO, Vera Íris. O texto na TV: manual de telejornalismo. 2 ed- Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006
Ciências Ambientais (60 h)
Conceitos de meio ambiente. Estudos da legislação ambiental no Brasil. A
nova ordem de relacionamento comercial entre países em decorrência do avanço da
consciência ambiental. O SISNAMA. Aspectos ambientais relevantes. Avaliação de
impactos ambientais. Licenciamento ambiental. Competitividade e Maio Ambiente.
Princípios do desenvolvimento sustentável.
47
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
BOAS, Sérgio Vilas (org.) FORMAÇÃO & informação ambiental: jornalismo para
iniciados e leigos. São Paulo: Summus, 2004. 201 p.
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação, jornalismo e meio ambiente: teoria e
pesquisa. São Paulo: Mojoara Editorial, 2007. 199p.
TRIGUEIRO, André. Mundo sustentável - Abrindo espaço na mídia para um
planeta em transformação, 302p., Editora Globo, São Paulo, 2005.
THEODORO, Suzi Huff. Conflitos e uso sustentável dos recursos naturais. Rio
de Janeiro: Garamond, 2002. 343p.
Referência bibliográfica complementar
Executive Intelligence Review. A máfia verde : o ambientalismo a serviço do
governo mundial. 7.ed Rio de Janeiro: Capax Dei, 2004. 316 p.
PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo. Meio ambiente, direito e cidadania. São Paulo: USP,
Signus, 2002. 358p.
PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi. Educação ambiental
e sustentabilidade. Barueri, SP: Manole, 2009. 878 p.
BRASIL. Lei 6.938. Diário Oficial da União: Brasília, 02/09/1981.
________. Resolução Conama Nº 001. Diário Oficial da União: Brasília,
17/02/1986.
________. Resolução Conama Nº 009. Diário Oficial da União: Brasília,
03/12/1987.
________. Constituição da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da
União: Brasília, 05/10/1988.
________. Decreto Federal 99.274. Diário Oficial da União: Brasília, 07/06/1990.
Teoria e Metodologia da Comunicação I (60 h)
Paradigmas teórico-metodológicos da pesquisa em comunicação. As
diversas formas de comunicação humana. Comunicação e cultura. Conceitos e
elementos constitutivos da comunicação. Semiótica e análise dos discursos
midiáticos. Formas e modelos de comunicação de massa.
48
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
BELTRÃO, Luiz et alli. Subsídios para uma Teoria da Comunicação de Massa.
São Paulo: Summus, 1986. 3.ed.
DE FLEUR, Melvin & BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de
Massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993.
MEUNIER, Jean Pierre; PÉRAYA, D. Introdução às teorias da comunicação.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
Referência bibliográfica complementar
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo:
Loyola, 2003. 7. Ed.
DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2005 .
SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2005.
______; NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 4. ed São Paulo:
Iluminuras, 2005.
MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da
comunicação. São Paulo: Loyola, 2007.
Projeto Experimental I (60 h)
Pesquisa individual com apresentação em suporte gráfico. (periódico
impresso)
Referência bibliográfica básica
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8. ed. São Paulo: Ática, 2008. 94p
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 7. ed São Paulo: Contexto,
2007. 174 p.
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p
Referência bibliográfica complementar
DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. 8. ed São Paulo: Summus,
c1986. 157p.
KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de
49
Projeto Pedagógico de Curso
Janeiro: Nova Fronteira, 2002. 275p
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p.
RABAÇA, Carlos Alberto.; BARBOSA, Gustavo Guimarães. Dicionário de
comunicação. 4.ed., rev. e atual São Paulo: Elsevier; Campus, 2005. 795p.
Atividades Complementares I (150h)
Atividades interdisciplinares sob a forma de congressos, palestras,
conferências, pesquisas, trabalhos voluntários e visitas técnicas.
Referência bibliográfica básica
Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas.
Referência bibliográfica complementar
Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas.
5º Semestre
Radiojornalismo II (120 h)
Radiojornalismo direcionado a públicos-alvos na internet. Sistematização
e formatação de conteúdos para websites de emissoras de rádio. Novas tecnologias
no meio radiofônico. Trabalho de conclusão individual ou em equipe no formato
website radiofônico publicado na internet.
50
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. 2. ed São Paulo: Contexto, 2004.
ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus
Editorial, 1985.
PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de Jornalismo. São Paulo: Ed. Panda, 2000.
MELO, José Marques de. Jornalismo Opinativo: Gêneros opinativos no
jornalismo brasileiro. Campos do Jordão (SP): Mantiqueira, 2003.
Referência bibliográfica complementar
BARBEIRO, Heródoto e LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de Radiojornalismo:
produção, ética e internet. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
FERRARETO, Luiz Artur. Rádio - O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre :
Sagra Luzzatto, 2000.
JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Editora Contexto, 2004.
LAGE, Nilson. Estrutura da Notícia. São Paulo: Ática, 2004.
MACHADO, Agilmar; TORRES, Osvaldo. História da comunicação no sul de
Santa Catarina. 1ª Ed. Criciúma: BTC Comunicação, 2000.
MEDITSCH, Eduardo (org.). Teorias do Rádio- textos e contextos. Volume I.
Florianópolis: Insular, 2005.
Teoria e Metodologia da Comunicação II (60 h)
As teorias de controle social. Comunicação e psicologia, comunicação e
sociedade, comunicação e poder. A indústria cultural americana. As teorias críticas .
A Escola de Frankfurt e seus principais teóricos. A questão do cativeiro da razão, a
questão da dupla face da cultura e a questão do Estado. Comunicação e ação
comunicativa, a comunidade ideal de comunicação. O Marxismo crítico de Walter
Benjamin. As teorias desenvolvimentistas da comunicação.
Referência bibliográfica básica
BELTRÃO, Luiz et alli. Subsídios para uma Teoria da Comunicação de Massa.
São Paulo: Summus, 1986. 3.ed.
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo:
51
Projeto Pedagógico de Curso
Loyola, 2003. 7. Ed.
MATTELART, Michele e Armand. História das Teorias da Comunicação. São
Paulo: Loyola, 1999. 7. Ed.
Referência bibliográfica complementar
DE FLEUR, Melvin & BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de
Massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993.
SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2005.
POLISTCHUK, Ilana. Teorias da Comunicação: o pensamento e a prática da
comunicação social. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
THOMPSON, J.B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Rio de
Janeiro: Vozes, 1998.
Produção e Edição em TV (60 h)
Produção, roteirização, direção e edição de vídeos, documentários e
programas jornalísticos.
Referência bibliográfica básica
BISTANE, Luciana, BACELLAR, Luciane. Jornalismo de TV. 2 Ed. São Paulo:
contexto, 2006
PATERNOSTRO, Vera Iris. O texto na TV: manual do telejornalismo 2 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006
VILLELA, Regina. Profissão: Jornalista de TV. Telejornalismo aplicado na Era
Digital. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. Ltda, 2008
Referência bibliográfica complementar
BECKER Beatriz- A Linguagem do Telejornal: um estudo da cobertura dos 500
anos do descobrimento do Brasil. E-papers Serviços Editoriais, 2005 segunda
edição
BRENNAND, Edna. Televisão digital interativa: reflexos, sistemas e padrões.
SP: Ed. Mackenzie; 2007
BUCCI Eugênio. Brasil em tempo de TV. Bom Tempo editorial. 2005 182 p.
52
Projeto Pedagógico de Curso
HAMBURGUER Esther- A TV aos 50. Criticando a televisão brasileira no seu
cinquentenário .
JOST, François. 6 lições sobre a televisão. Porto Alegre : Sulina, 2004, 174 p.
JÚNIOR, Juvenal. Imprensa Escrita e Telejornal. São Paulo UNESP, 2004
SQUIRRA, Sebastião, Carlos. Aprender Telejornalismo, produção e técnica. São
Paulo: Brasiliense, 2004
Projeto Experimental II ( 60 h)
Pesquisa individual ou em dupla, com apresentação em suporte acústico
(áudio) para veiculação em rádio ou distribuição na web, publicada na internet como
acervo online do curso de jornalismo da Faculdade Satc.
Referência bibliográfica básica
JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004.
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4ª Ed. São Paulo: Ática, 2005.
FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre:
Sagra Luzzatto, 2000.
Referência bibliográfica complementar
AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1996.
MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador:
GJOL; Calandra, 2003.
FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. 3ª Ed. São Paulo: Contexto, 2008.
ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus
Editorial, 1985.
PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de Jornalismo. São Paulo: Ed. Panda, 2000.
53
Projeto Pedagógico de Curso
6º Semestre
Telejornalismo II (120 h)
Dos primórdios no registro fotográfico, passando pelos cinejornais,
documentários e reportagens, do cinema para televisão, para a internet e para as
novas tecnologias. História, crítica e roteiro, técnicas de produção e edição de
documentários ou reportagens, sistematização e formatação de conteúdos
audiovisuais para websites . Estudo da recepção-interação do público na internet.
Trabalhos de conclusão individuais ou em equipes em produção textual históricocrítica do telejornalismo e a realização de audiovisuais de documentários ou
reportagens a serem publicados na internet no formato website.
Referência bibliográfica básica
DA-RIN, Silvio. Espelho partido: tradição e transformação do documentário. 4.
ed Rio de Janeiro: Azougue, 2008. 247 p.
LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa
jornalística. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. 189p.
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (Org.), Documentário no Brasil - Tradição e
Transformação, São Paulo: Summus, 2004.
BISTANE, Luciana. BACELLAR, Luciane. Jornalismo de TV. 2 Ed. São Paulo:
contexto, 2006
FERRARI, Pollyaba. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2009.
LEVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: Editora 34, 2005.
Referência bibliográfica complementar
CASTRO, Maria Lília Dias de (Org.); DUARTE, Elizabeth Bastos (Org.), Televisão:
entre o mercado e a academia. Porto Alegre: Sulina, 2006.
FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio
de Janeiro: Objetiva, 2001. xvii, 223 p.
LABAKI, Amir. É tudo verdade: reflexões sobre a cultura do documentário. São
Paulo: Francis, 2005.
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e
54
Projeto Pedagógico de Curso
vídeo. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2004.
MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna,
1992.
NOGUEIRA, Lisandro. O autor na televisão. Goiânia: UFG/ São Paulo: EDUSP,
2002.
PATERNOSTRO, Íris. Telejornalismo: O texto na TV. Summus Editorial: Rio de
Janeiro, 2001.
RAMOS, Fernão pessoa. Mas afinal... O que é mesmo documentário? São Paulo:
Editora do SENAC, 2008.
BRENNAND, Edna; LEMOS, Guido. Televisão digital interativa: reflexões,
sistemas e padrões. São Paulo: Mackenzie, 2007. 175, [1]p.
DIZARD, Wilson. A nova mídia - a comunicação de massa na era da informação.
Trad. Edmond Jorge, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2000.
LEVY, Pierre. A máquina universo: criação, cognição e cultura informática. São
Paulo: Editora 34, 1999.
LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2005.
LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz.
Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: Edicom, 2000.
MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador:
GJOL, Calandra, 2003.
NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. 2. ed São Paulo: Companhia das Letras,
2003. 231p.
PINHO, J. B.. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação
on-line. São Paulo: Summus, 2003.
Teoria e Metodologia da Comunicação III (60 h)
Hipótese do “agenda setting”. Os conceitos de multidão, público e opinião
pública nos estudos da comunicação. A sociedade do consumo e do espetáculo.
Estética e cultura de massa. A sociedade da informação do conhecimento. Crítica da
comunicação social.
55
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
BELTRÃO, Luiz et alli. Subsídios para uma Teoria da Comunicação de Massa.
São Paulo: Summus, 1986. 3.ed.
DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2005 .
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo:
Loyola, 2003. 7. Ed.
Referência bibliográfica complementar
POLISTCHUK, Ilana. Teorias da Comunicação: o pensamento e a prática da
comunicação social. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
THOMPSON, J.B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Rio de
Janeiro: Vozes, 1998.
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8.ed.São Paulo: Ática, 2008. 94p
.(Princípios)
DE FLEUR, Melvin & BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de
Massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993.
SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2008. 186 p.
Marketing & Mídia (60 h)
Análise e estratégias de marketing. Novas tendências de marketing e
seus segmentos. Planejamento e assessoria de marketing com foco na mídia.
Referência bibliográfica básica
COBRA, Marcos. Administração de marketing no Brasil. São Paulo: Cobra
Editora, 2003.
DIAS, Sérgio Roberto (Coord.). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2003.
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar
mercados. São Paulo: Ediouro, 2009. 303 p.
Referência bibliográfica complementar
ALLEN, Cliff; KANIA, Deborah; YAECKEL, Beth. Marketing one-to-one na WEB.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. xxv, 384 p. ISBN 853461475X
56
Projeto Pedagógico de Curso
CHURCHILL JR., Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing : criando valor para os
clientes. São Paulo: Saraiva, 2005. 626p. ISBN 8502030108
FIORE, Frank. E-marketing estratégico. São Paulo: Makron Books, 2001. 306 p.
ISBN 8534613702
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 xxii, 750p. ISBN 8576050013 (broch.)
ROCHA, Angela da; CHRISTENSEN, Carl H. (Carl Huish). Marketing : teoria e
prática no Brasil. 2.ed São Paulo: Atlas, 1999. 284p. ISBN 8522420718
Projeto Experimental III (60 h)
Pesquisa individual ou em dupla com apresentação em suporte
audiovisual (vídeo) para veiculação em TV ou distribuição na web, publicada na
internet como acervo online do curso de jornalismo da Faculdade Satc.
Referência bibliográfica básica
DA-RIN, Silvio. Espelho partido: tradição e transformação do documentário. 4.
ed Rio de Janeiro: Azougue, 2008. 247 p.
LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa
jornalística. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. 189p.
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (Org.), Documentário no Brasil - Tradição e
Transformação, São Paulo: Summus, 2004.
Referência bibliográfica complementar
CASTRO, Maria Lília Dias de (Org.); DUARTE, Elizabeth Bastos (Org.), Televisão:
entre o mercado e a academia. Porto Alegre: Sulina, 2006.
FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio
de Janeiro: Objetiva, 2001. xvii, 223 p.
LABAKI, Amir. É tudo verdade: reflexões sobre a cultura do documentário. São
Paulo: Francis, 2005.
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e
vídeo. 2. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, 2007. 205 p.
MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna,
57
Projeto Pedagógico de Curso
1992.
NOGUEIRA, Lisandro. O autor na televisão. Goiânia: UFG/ São Paulo: EDUSP,
2002.
PATERNOSTRO, Íris. Telejornalismo: O texto na TV. Summus Editorial: Rio de
Janeiro, 2001.
RAMOS, Fernão Pessoa. Mas afinal... O que é mesmo documentário? São Paulo:
Editora do SENAC, 2008.
7º Semestre
Assessoria de Imprensa (60 h)
Conhecimento geral sobre assessoria de comunicação. Atividades
desempenhadas pela assessoria de comunicação. A função da assessoria de
comunicação nas organizações. Relação assessoria de comunicação, mercado e
sociedade. Assessoria de comunicação e ética. Assessoria de comunicação em
organizações públicas, privadas e da sociedade civil. A prática em assessoria de
comunicação.
Referência bibliográfica básica
CASSIANO, Angela; SMANIOTTO, Suze. 20 anos de boas notícias: práticas de
assessoria de imprensa. São Paulo: Sá; 2002. 160 p.
CARVALHO, Claudia; REIS, Léa Maria Aarão. Manual Prático de Assessoria de
Imprensa São Paulo : Campus, 2009.
FERRARETO, Elisa K.. FERRARETTO, Luiz Artur. Assessoria de Imprensa:
Teoria e Prática. 5 ed. Revista e atualizada. São Paulo : Summus, 2009.
Referência bibliográfica complementar
CHINEM, Rivaldo. Assessoria de imprensa: como fazer. São Paulo : Summus,
2005.
DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia:
teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mídia. 3.
58
Projeto Pedagógico de Curso
ed. São Paulo: Contexto, 2007.
REGO, Francisco Gaudêncio Torquato do. Comunicação empresarial,
comunicação institucional: conceitos, estratégias, sistemas, estrutura,
planejamento e técnicas. 6. ed São Paulo, SP: Summus, 1986. 182 p.
VIEIRA, Roberto Fonseca. Comunicação organizacional: gestão de relações
públicas. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - ABERJE. Casos
para estudo e artigos. Disponível em: www.aberje.com.br.
Jornalismo Político (60 h)
Prática e técnica de cobertura jornalística no setor Político. Análise da
cobertura política na imprensa nacional. Doutrinas políticas. Pesquisas eleitorais.
Partidos políticos. Sistemas eleitorais. Reportagem política.
Referência bibliográfica básica
SEABRA, Roberto; SOUSA, Vivaldo de. Jornalismo político: Teoria, história e
técnica. Rio de Janeiro: Record, 2006.
MARTINS, Franklin. Jornalismo político. São Paulo: Contexto, 2008.
KOTSCHO, Ricardo. Do golpe ao Planalto: Uma vida de repórter. São Paulo: Cia
das Letras, 2006
Referência bibliográfica complementar
SCHMITT, Rogério. Partidos políticos no Brasil - 1945-2000. São Paulo: Jorge
Zahar, 2000.
NICOLAU, Jairo. História do voto no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
GUARESCHI, Pedrinho A. Comunicação e poder: a presença e o papel dos
meios de comunicação de massa estrangeiros na América Latina. 13 ed.,
Petrópolis, RJ, Vozes, 2001, 88p.
MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. 2ª Ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
350p.
59
Projeto Pedagógico de Curso
Consultoria em Comunicação (60 h)
Estratégias de integração entre assessoria e planejamento. Conceito de
Media Training Cultura organizacional e posicionamento mercadológico. Arquitetura
da imagem institucional.
Referência bibliográfica básica
ASSAD, Nancy Alberto. PASSADORI, Reinaldo. Media Training: Como construir
uma comunicação eficaz com a imprensa e a sociedade. São Paulo: Gente,
2009.
LUCAS, Luciane (org.). Media Training: Como agregar valor ao negócio
melhorando a relação com a imprensa. São Paulo: Summus, 2007.
MARCHIORI, Marlene. Cultura e Comunicação Organizacional: um olhar
estratégico sobre a organização. São Caetano do Sul: Difusão, 2006.
Referência bibliográfica complementar
FREITAS, Maria Ester de. Cultura organizacional: Identidade, sedução e
carisma? 5. Ed.Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006.
RIES, Al. TROUT, Jack. Posicionamento: A batalha pela sua mente. São Paulo:
Pioneira Thompson Learning, 2001.
TORQUATO, Gaudêncio. Cultura, poder, comunicação e imagem: fundamentos
da empresa. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. 278 p.
REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Comunicação empresarial, comunicação
institucional: conceitos, estratégias, sistemas, estrutura, planejamento e
técnicas. São Paulo: Summus, 1986.
VIANA, Francisco. Comunicação empresarial de A a Z: temas úteis para o
cotidiano e o planejamento estratégico. São Paulo: Cla, 2004.
Direito Público e Privado (60 h)
Elementos introdutórios da teoria geral de direito. Estudo das normas e
princípios fundamentais do direito público e do direito privado, e, dos principais
institutos que compõem o ordenamento jurídico nacional. Apresentação do Estado
60
Projeto Pedagógico de Curso
nas suas relações de direito interno e internacional, de direito público e de direito
privado.
Referência bibliográfica básica
SEABRA, Roberto; SOUSA, Vivaldo de. Jornalismo político: Teoria, história e
técnica. Rio de Janeiro: Record, 2006.
MARTINS, Franklin. Jornalismo político. São Paulo: Contexto, 2008.
KOTSCHO, Ricardo. Do golpe ao Planalto: Uma vida de repórter. São Paulo: Cia
das Letras, 2006
Referência bibliográfica complementar
SCHMITT, Rogério. Partidos políticos no Brasil - 1945-2000. São Paulo: Jorge
Zahar, 2000.
NICOLAU, Jairo. História do voto no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
GUARESCHI, Pedrinho A. Comunicação e poder: a presença e o papel dos
meios de comunicação de massa estrangeiros na América Latina. 13 ed.,
Petrópolis, RJ, Vozes, 2001, 88p.
MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. 2ª Ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
350p.
Tópicos Intercomunicacionais I (60 h)
Disciplina com oferta variada e opcional de conteúdos programáticos
sob permanente atualização. Atualmente a disciplina oferece a oportunidade de
desenvolver o aprendizado prático do que foi tratado em sala de aula nos
semestres anteriores em disciplinas variadas. A atuação acontece através da
prática laboratorial, estimulando a produção de reportagens, entrevistas
programas televisivos e de rádio para portal de notícias do curso.
Referência bibliográfica básica
JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004.
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p.
61
Projeto Pedagógico de Curso
VILLELA, Regina. Profissão: jornalista de TV: telejornalismo aplicado na era
digital. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2008.
Referência bibliográfica complementar
AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra - Luzzatto. 1996.
DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. São
Paulo: Summus, 3ª edição. 1990.
LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz.
Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: EDICON, 2000.
NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo:Companhia das Letras,1995.
PINHO J B., Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação
on-line. São Paulo:Summus, 2003.
Libras (30 h) - Optativa
Aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A
Língua de Sinais Brasileira Libras: características básicas da fonologia. Noções
básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais;
Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial.
Referência bibliográfica básica
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais
brasileira: estudos linguísticos. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 221 p. ISBN
9788536303086
HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua
brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com
surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. 352 p. ISBN 9788538004929
ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de; DUARTE, Patrícia Moreira. Atividades Ilustradas
em Sinais de Libras. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Revinter Ltda, 2004.
Referência bibliográfica complementar
GESSER, Audrei. Libras? - Que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009. 87 p.
ISNB: 8579340012
62
Projeto Pedagógico de Curso
REIS, Benedicta A. Costa dos. SEGALA, Sueli Ramalho. ABC em Libras. 32 p. São
Paulo: Panda Books, 2009. ISBN: 9788578880026.
BAYLEY, Harold. A linguagem perdida do simbolismo: um estudo sobre a
origem de certas letras, palavras, nomes, contos de fadas, folclores e
mitologias. São Paulo: Cultrix, 2005. 336p. ISBN 8531609186 (broch.)
LACERDA. Interprete de libras em atuação na educação infantil e no ensino
fundamental. São Paulo: Mediação, 2009. 96p.
8º Semestre
Jornalismo Econômico (60 h)
A sistemática da cobertura jornalística na área econômica. As técnicas e
estratégias de reportagem utilizadas nesse campo. Os desafios do jornalismo
econômico. Organização e funcionamento do jornalismo econômico no Brasil e no
mundo.
Referência bibliográfica básica
MANKIW, N. Gregory. Macroeconomia. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 457 p.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia: edição compacta. 3. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2008. 575 p.
SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de
investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações. 6. ed São Paulo: Atlas,
2008. 186p.
Referência bibliográfica complementar
KRUGMAN, Paul; OBSTFELD, Maurice; MORI, Rogério; GALA, Paulo. Economia
internacional. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 554 p
PARKIN, Michael; YAMAGAMI, Cristina. Economia. 8. ed São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2009. 814 p.
GREMAUD, Amaury Patrik. Economia brasileira contemporânea. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 659 p.
CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de
63
Projeto Pedagógico de Curso
investimentos: matemática financeira, engenharia econômica, tomada de
decisão, estratégia empresarial. 10. ed São Paulo: Atlas, 2007. 468 p.
Jornalismo & Mercado (60h)
Novos nichos de mercado. Publicações segmentadas. Conceito de
administração
aplicada
às
organizações jornalísticas.
Estrutura
e
técnicas
administrativas específicas: jornais, rádio, televisão, revistas, cinema e outros.
Organizações de diferentes empresas jornalísticas – Redação e oficinas – Recursos
humanos e físicos.Questões mercadológicas: mercado, distribuição, comercialização
e promoção.
Referência bibliográfica básica
MARCHIORI, Marlene. Cultura e Comunicação Organizacional: um olhar
estratégico sobre a organização. São Caetano do Sul: Difusão, 2006.
RIES, Al. TROUT, Jack. Posicionamento: A batalha pela sua mente. São Paulo:
Pioneira Thompson Learning, 2001.
TORQUATO, Gaudêncio. Cultura, poder, comunicação e imagem: fundamentos
da nova empresa. São Paulo: Pioneira, 1991.
VIANA, Francisco. Comunicação empresarial de A a Z: temas úteis para o
cotidiano e o planejamento estratégico. São Paulo:Cla, 2004.
Referência bibliográfica complementar
VIEIRA, Roberto Fonseca. Comunicação organizacional: gestão de relações
públicas. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
Hashimoto, Marcos. Lições de Empreendedorismo. São Paulo:Manole, 2009.
ALESSIO, Nelson. Empreendedorimo: as regras do jogo: como os
empreendedores mais dinâmicos do mundo alcançaram o topo. São Paulo:
Nobel, 2009.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - ABERJE. Casos
para estudo e artigos. Disponível em: www.aberje.com.br.
NEGÓCIO CERTO - SEBRAE. Programa de Autoatendimento. Disponível em:
www.negociocerto.sebrae.com.br/
64
Projeto Pedagógico de Curso
Tópicos Intercomunicacionais II (60h)
Disciplina com oferta variada e opcional de conteúdos programáticos sob
permanente atualização. O enfoque neste semestre será o Jornalismo Esportivo,
englobando os aspectos sobre a cobertura jornalística, abrangendo o texto na
editoria de esportes, a produção e a apresentação de programas esportivos.
Referência bibliográfica básica
BARBEIRO, Heródoto e RANGEL, Patrícia. Manual do Jornalismo Esportivo. São
Paulo: Contexto, 2006.
COELHO, Paulo Vinícius. Jornalismo esportivo. 3.ed São Paulo: Contexto, 2009.
120p.
GALEANO, Eduardo H.; NAPOMUCENO, Eric; BRITO, Maria do Carmo. Futebol:
ao sol e à sombra. Porto Alegre: L&PM, 2010. 235 p.
Referência bibliográfica complementar
HERNANDES, Nilton. A mídia e seus truques: o que jornal, revista, tv, rádio e
internet fazem para captar e manter a atenção do público. São Paulo: Contexto,
2006. 278 p.
ARAÚJO, Flávio. O rádio, o futebol e a vida. São Paulo: Ed. Senac São Paulo,
2001. 301 p.
A VIDA com a TV: o poder da televisão no cotidiano. 2. ed. São Paulo: Ed.
SENAC, 2005. 280 p.
JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004. 156 p.
Projeto Experimental IV (60h)
Realização de pesquisa sobre campo teórico e prático e seus
desdobramentos em torno da comunicação. Apresentação em forma de monografia.
65
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica básica
SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. 4. ed Rio de Janeiro:
Mauad, 2004.
AUMONT, Jacques. A imagem. 15. ed. Campinas: Papirus, 2004. 331 p.
FERRARETTO, Elisa Kopplin. Assessoria de imprensa: teria e prática. 5. ed., rev.
atual. São Paulo: Summus, 2009. 157 p.
Referência bibliográfica complementar
AMARAL, Luiz. Jornalismo: matéria de primeira página. 6. ed., atual. e aument.
Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2008. 160 p.
BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica: história da imprensa brasileira. 5. ed.
Rio de Janeiro: Mauad, 2009. 443 p.
MEDINA, Cremilda de Araújo. Notícia, um produto à venda: jornalismo na
sociedade urbana e industrial. 2. ed. Sao Paulo: Summus, 1988.
BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à
internet. 2. ed., rev. ampl. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2006. 377 p.
HISTÓRIA do cinema mundial. 5. ed. Campinas: Papirus, 2009. 432 p.
A VIDA com a TV: o poder da televisão no cotidiano. 2. ed. São Paulo: Ed.
SENAC, 2005. 280 p.
MARTINHO, Luís Mauro Sá. Estética da comunicação: da consciência
comunicativa ao eu digital. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. 213 p.
NARRATIVAS midiáticas contemporâneas. Porto Alegre: Sulina, 2006. 206 p.
Prática em Laboratório (60h)
Prática nos segmentos midiáticos, realizada em setores da instituição e
no Núcleo Multimídia. Produção de matérias jornalísticas nos veículos da entidade.
Referência bibliográfica básica
JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004.
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4ª Ed. São Paulo: Ática, 2007.
VILLELA, Regina. Profissão: jornalista de TV: telejornalismo aplicado na era
digital. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2008.
66
Projeto Pedagógico de Curso
Referência bibliográfica complementar
AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1996.
LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz.
Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: EDICON, 2000.
MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador:
GJOL; Calandra, 2003.
FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. 3ª Ed. São Paulo: Contexto, 2008.
FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre:
Sagra Luzzatto, 2000.
Atividades Complementares I I (150h)
Atividades interdisciplinares sob a forma de congressos, palestras,
conferências, pesquisas, trabalhos voluntários e visitas técnicas.
Referência bibliográfica básica
Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas.
Referência bibliográfica complementar
Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas.
3.4. Projetos Experimentais
A realização dos projetos experimentais poderá ser individual ou em
grupo, dependendo da natureza do projeto, com equivalência de quatro (04) créditos
para cada um. Cada Projeto Experimental, do I ao III, terá um professor responsável
pelo acompanhamento do mesmo.
Cabe a este professor indicar e acompanhar os professores orientadores
que farão à orientação individual ou do grupo, conforme o caso. Cada professor
poderá orientar no máximo cinco projetos, a forma de apresentação destes projetos
será definida pelo colegiado do curso.
67
Projeto Pedagógico de Curso
A avaliação destes projetos será feita pelo grupo de professores
orientadores juntamente com o professor responsável da disciplina. Para estas
disciplinas especificamente não há prova de recuperação.
Com o objetivo de melhorar a qualidade dos projetos de rádio (Projeto
Experimental II) e TV (Projeto Experimental III), estes serão desenvolvidos de forma
concomitante
as
disciplinas
de
Rádiojornalismo
II
e
Telejornalismo
II,
respectivamente.
Desta forma o professor das disciplinas de Radiojornalismo II e
Telejornalismo II fará uma co-orientação destes projetos. No Projeto Experimental IV
será desenvolvido uma pesquisa de caráter científico, que resultará numa
monografia.
Esta monografia terá apresentação pública e será avaliado por banca
especialmente constituída para este fim. Será adotado o mesmo principio de
orientação dos demais projetos experimentais. Independente do caráter do projeto,
fica assegurada a orientação dos mesmos garantindo assim pelo menos um
encontro semanal entre acadêmicos e orientadores.
68
Projeto Pedagógico de Curso
4
4.1
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO
Coordenação
A Coordenação de Curso é um órgão técnico-pedagógico a quem cabe
planejar, organizar, coordenar, supervisionar, avaliar e executar as atividades de
ensino, pesquisa e extensão de cada curso. Na Faculdade SATC cada curso tem a
sua Coordenação específica. A Coordenação de Curso é regulada através do
Regimento Geral da Faculdade SATC.
O Colegiado de Curso é um órgão deliberativo e normativo, subordinado à
Direção e é presidido pelo Coordenador do Curso. As deliberações do Colegiado
requerem apreciação da Direção nos assuntos de sua competência.
4.2
Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso ou Equivalente
O Colegiado de Curso é o órgão de natureza consultiva, deliberativa e
normativa nos assuntos que tratam do ensino, pesquisa e extensão do curso, sendo
regido pelo Regimento da Faculdade SATC.
O Colegiado do Curso é composto:
- Pelo coordenador do Curso, seu presidente nato;
- Pelos docentes que integram o curso de graduação; e
- Por um representante discente que deve estar matriculado no curso.
O representante estudantil tem mandato de um ano, com direito a uma
recondução.
69
Projeto Pedagógico de Curso
Os docentes terão mandato de um ano, com direito a recondução e serão
nomeados pelo Diretor, sendo três deles por indicação deste e dois por indicação de
seus pares.
Nas ausências do Coordenador de Curso, presidirá o Colegiado um
professor indicado pela Direção da Faculdade.
Compete ao Colegiado de Curso, no âmbito do respectivo curso:
– Fixar o perfil do curso e as diretrizes gerais das disciplinas, com suas
ementas e respectivos programas;
– Elaborar o currículo do curso e suas alterações com a indicação das
disciplinas e respectiva carga horária, de acordo com as diretrizes curriculares
emanadas do Poder Público;
– Discutir a avaliação do curso;
– Colaborar com os demais órgãos acadêmicos no âmbito de sua
atuação; e,
– Exercer outras atribuições de sua competência ou que lhe forem
delegadas pelos demais órgãos colegiados.
O Colegiado de Curso reúne-se, no mínimo, duas vezes por semestre, e,
extraordinariamente, por convocação do coordenador do curso, ou por convocação
de dois terços de seus membros, devendo constar da convocação a pauta dos
assuntos a serem tratados.
4.3
Composição e Funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE)
O
constitui-se
Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de graduação
de
um
grupo
de
docentes,
com
atribuições
acadêmicas
de
acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua
atualização do projeto pedagógico do curso.
O Núcleo Docente Estruturante do Curso será constituído de:
I. Pelo coordenador do curso;
70
Projeto Pedagógico de Curso
II. Por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente do
curso;
III. Ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida
em programas de pós graduação stricto sensu;
IV. Ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou
integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral;
V.
Assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de
modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso.
O NDE possui regulamento próprio e suas atribuições são:
- Elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e
fundamentos;
- Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso;
- Atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso;
- Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no
Colegiado de Curso, sempre que necessário;
- Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso
definidas pelo Colegiado;
- Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares;
- Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando o
projeto pedagógico institucional;
- Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao
Colegiado de Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário.
O NDE do Curso de Comunicação Social - Jornalismo é constituído pela
Coordenadora do Curso, como sua presidente e cinco docentes:
- Andre Antonio Bernardo – Docente
- Claudia Nandi Formentin - Docente
- Cristiane Gonçalves Dagostim - Docente
- Jan Raphael Reuter Braun - Docente
- Lize Burigo – Docente/Coordenadora
- Marília Köenig - Docente
- Nadia Regina Almeida Couto – Docente
71
Projeto Pedagógico de Curso
4.4
Atividades Complementares
As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios
constantes dos Projetos Pedagógicos dos Cursos Superiores da Faculdade SATC,
em consonância com as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais. As Atividades
Complementares possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades,
conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente
escolar. Inclui a prática de estudos e atividades independentes, transversais,
opcionais e de caráter interdisciplinar, especialmente nas relações com o mundo do
trabalho, nas ações de extensão junto à comunidade e no envolvimento inicial com a
pesquisa acadêmica. As atividades abrangem um leque de práticas complementares
às aulas, incluindo palestras, leituras para a produção de materiais (ensaios, artigos,
etc), produção e publicação de material jornalístico para o portal SATC (fotos,
matérias, áudios e vídeos), cursos de extensão, exposições, feiras, fóruns de
discussão, conferências, workshops e visitas ligadas à área de abrangência do
curso.
As Atividades Complementares de Graduação - ACGs têm por objetivo
diversificar e enriquecer a formação oferecida na graduação, através da participação
dos acadêmicos em variados eventos. A realização das atividades complementares
dependerá exclusivamente da iniciativa de cada aluno, que deve buscar as
atividades que mais lhe interessem.
As ACGs da Faculdade SATC, está regulamentado pela Portaria Nº
22/2008 e aprovado pelo Conselho Superior (Resolução 02/2008), com carga
horária destinada a essas atividades
para o Curso
de Comunicação Social -
Jornalismo de 300h.
As atividades complementares, realizadas no curso de Comunicação
Social – Jornalismo têm como foco o aprofundamento temático e interdisciplinar,
aprimoramento profissional e interação com a comunidade e mercado.
Dentre as atividades complementares que o curso já proporcionou,
destacamos:
72
Projeto Pedagógico de Curso
- Trotes Solidários: exercícios que colocam os acadêmicos em contato
com a comunidade. Em destaque também a campanha realizada pelo curso em
conjunto com uma entidade de portadores de deficiência física de Criciúma. Durante
uma manhã de sábado acadêmicos e portadores de deficiência alertaram a
população sobre as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia de um deficiente. Foram
levadas cadeiras de rodas, muletas e faixas para tapar os olhos, no intuito de
convencer a população a passar, por alguns minutos, as dificuldades de um
cadeirante, deficiente visual ou dependente de muletas. Folhetos explicativos com
dicas de como ajudar um portador também foram distribuídos. Também foram
realizadas campanhas de agasalho, com a participação direta dos acadêmicos. As
peças, arrecadadas de porta, em porta e depois distribuídas a entidades
beneficentes de Criciúma.
- Grupo de Crítica Midiática: recentemente foi criado um grupo de estudos
que visa à produção de artigos científicos, ensaios, entre outros materiais, sobre as
diferentes abordagens midiáticas a partir da observação e análise de diversos
autores da área de comunicação.
4.5
Flexibilização Curricular
A Flexibilização Curricular permite a ampliação da oferta de disciplinas
eletivas, aumento ou redução da carga horária e inclusão de atividades
complementares. Ela se estende e se insere em toda a estruturação curricular,
permitindo maior fluidez e dinamização na vida acadêmica.
Além das atividades realizadas dentro de sala de aula e laboratórios, uma
série de outras atividades extraclasse são concretizadas, objetivando a integração e
a complementação flexibilizada das atividades de aula.
73
Projeto Pedagógico de Curso
4.6
Estágio/TCC
O estágio no curso de Comunicação Social - Jornalismo é extracurricular,
ou seja, não faz parte da estrutura de componentes curriculares obrigatórios para a
integralização do curso. Através das parcerias e contatos com as empresas, são
oferecidos de forma sistemática, estágios e oportunidades de trabalho aos alunos
interessados em exercer atividades relacionadas ao curso. O estágio é gerenciado
pelo CRM – Centro de Relacionamento com o Mercado – setor da SATC que
promove eventos e parcerias com as empresas, a fim de colocar o aluno no mercado
de trabalho, mesmo antes de sua plena formação.
Na matriz curricular do curso existe uma disciplina obrigatória chamada
Prática de Laboratório, ofertada na 8ª fase, onde o acadêmico realiza atividades
práticas nos diversos segmentos midiáticos. Estas aulas são realizadas no Núcleo
Multimídia da SATC envolvendo a produção de matérias jornalísticas para o portal
da instituição (www.portalsatc.com).
4.7
Interdisciplinaridade
Face aos desafios existentes na sociedade contemporânea, existe a
necessidade por parte dos profissionais que irão atuar no mercado, de uma contínua
atualização.
Este cenário desafiador estimula os educadores a desenvolverem formas
alternativas de ensino, para formação de pessoas aptas a enfrentar as condições de
trabalho exigidas neste final de milênio; um ensino numa perspectiva interdisciplinar.
A interdisciplinaridade vem sendo desenvolvida no curso por meio da
realização de projetos e trabalhos integrados em diferentes disciplinas, reunindo os
conteúdos constante na matriz curricular.
74
Projeto Pedagógico de Curso
Considerando que todas as disciplinas que formam a estrutura curricular
são indispensáveis para a formação dos bacharéis em suas áreas, a integração
entre os conteúdos é fundamental para a qualidade da educação oferecida.
A interdisciplinaridade favorece as ações que se traduzem na intenção
educativa de ampliar a capacidade do aluno a expressar – se através de múltiplas
linguagens e novas tecnologias, a posicionar-se diante da informação e interagir de
forma crítica e ativa com o meio físico e social.
75
Projeto Pedagógico de Curso
5
5.1
AVALIAÇÃO
Avaliação do curso
Ao avaliarmos institucionalmente a Faculdade SATC, segundo as
Dimensões do SINAES, estamos enfocando a missão, a política de ensino, a
inclusão social, a comunicação, a política de pessoal, a organização de gestão, a
estrutura física, o planejamento e a avaliação, o atendimento aos alunos e as
finanças. O SINAES possui uma série de instrumentos complementares: Auto
avaliação, Avaliação Externa, Enade, Avaliação dos Cursos de Graduação e
instrumentos de informação (censo e cadastro). Os resultados destas avaliações
possibilitam traçar um panorama da qualidade dos cursos e instituições de educação
superior no País.
Avaliar o Curso é necessidade imperiosa ao se buscar a promoção da
qualidade educacional. O estabelecimento de critérios, a definição de padrões e a
forma de aferição constituem condições importantes para o sucesso da avaliação.
Por meio de avaliação será possível reunir informações, aferir resultados, corrigir
ações e emitir juízo de valor quanto à qualidade e à relevância do trabalho
desenvolvido.
A auto avaliação institucional na Faculdade SATC é tida como um
processo de continuo aperfeiçoamento do desempenho acadêmico e de prestação
de conta à sociedade sobre as atividades desenvolvidas pela Instituição,
constituindo-se de um elemento vital para o seu desenvolvimento. É um processo
cíclico, criativo e renovador de análise e síntese das dimensões que definem a
Instituição. O seu caráter de autoconhecimento permite a análise da realidade
institucional e está sendo instrumento de construção e da consolidação de uma
cultura de avaliação da Faculdade, com a qual a comunidade interna possa se
identificar e se comprometer.
Destacam-se as seguintes ações:
76
Projeto Pedagógico de Curso
- Verificar as fragilidades e potencialidades da IES visando à melhoria das
atividades de ensino, pesquisa e extensão;
- Avaliar os documentos da IES: PDI, PPI e PPC’s com vistas à
manutenção ou a sua mudança;
- Qualificar os processos de planejamento institucional;
- Prestar contas das atividades desenvolvidas as comunidades internas e
externas.
A Faculdade SATC, em cumprimento ao art. 11, da Lei nº. 10.861/04
implantou no mesmo ano a Comissão Própria de Avaliação – CPA, responsável por
todo o processo de Avaliação da Instituição. A CPA, que é composta por:
- 02 (dois) representantes do corpo docente;
- 02 (dois) representantes do corpo discente;
- 01 (um) representante técnico-administrativo;
- 01 (um) representante da sociedade civil organizada.
Semestralmente, são avaliados os professores, coordenadores e outros
serviços prestados pela Instituição. Não apenas o corpo discente avalia, mas os
professores também têm a oportunidade de avaliar a Instituição como um todo. Os
resultados da avaliação sobre os cursos e professores são analisados pelos
coordenadores de cada curso. Aos professores são divulgados os resultados da
análise de cada disciplina que os mesmos lecionam com o objetivo de auxiliar o
professor em suas atividades didático-pedagógicas.
A CPA envia à direção, anualmente, propostas de ações a serem
analisadas visando à melhoria da qualidade dos serviços prestados pela IES.
O Núcleo Docente Estruturante do Curso possui papel importante no
processo de avaliação do Projeto do Curso, pois o mesmo, por meio de reuniões,
estuda e seleciona sugestões que são encaminhadas ao Colegiado de Curso, a fim
de definirem ações que possibilitem a qualidade do Curso.
Os acadêmicos do curso de Comunicação Social - Jornaismo da
Faculdade SATC participaram do ENADE 2009 somente na condição de
ingressante. O resultado ainda não foi divulgado pelo INEP.
Na Faculdade SATC, os resultados das avaliações do SINAES
(Autoavaliação, Avaliação Externa, Enade, Avaliação dos Cursos de Graduação e
77
Projeto Pedagógico de Curso
instrumentos de informação) são analisadas visando à melhoria da qualidade das
atividades desenvolvidas e o repensar dos objetivos e seus modos de atuação.
5.2 Formas de avaliação do ensino/aprendizagem
A Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem da Faculdade SATC,
está centrada na análise de informações sobre atividades que acontecem no espaço
de dentro e fora da sala de aula. Decorre das ações propostas pela instituição e pelo
curso, com o objetivo de aprimorar no acadêmico o conhecimento e a compreensão
da realidade. Neste sentido, a avaliação constitui-se como atividade educativa, que é
processual, investigativa e redimensionadora da prática docente.
Transformar a prática avaliativa significa questionar a educação desde as
suas concepções, seus fundamentos, sua organização, suas normas burocráticas.
Significa mudanças conceituais, redefinição de conteúdos, das funções docentes,
entre outras. Esta transformação vem acontecendo na Faculdade de forma
gradativa, afim de que a melhora no processo ,
crie novas possibilidades e
significados para a produção do conhecimento, pelo acadêmico. Portanto, o
processo vem contemplando três modalidades:
Diagnóstica - É processo constante e faz parte do cotidiano das aulas,
onde o educador age como investigador das potencialidades e níveis de
desenvolvimentos dos acadêmicos, tendo por base, as problematizações e
conteúdos/conceitos (meios) para estipular suas hipóteses. O importante é
estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas
de seus fracassos e/ou dificuldades visando uma maior qualificação e não somente
uma quantificação.
Formativa - É uma modalidade importantíssima no ato de aprender e
ensinar, uma vez que indica qualitativamente as melhorias a serem realizadas no
processo, tanto por acadêmicos, educadores e o coletivo que os envolvem.
A avaliação formativa não tem como objetivo classificar/ selecionar ou
quantificar. Fundamenta-se nos processos de aprendizagem, em seus aspectos
78
Projeto Pedagógico de Curso
cognitivos, afetivos e relacionais; fundamenta-se em aprendizagens significativas e
funcionais que se aplicam em diversos contextos e se atualizam o quanto for preciso
para que se continue a aprender.
Este enfoque tem um princípio fundamental: deve-se avaliar o que se
ensina, encadeando a avaliação no mesmo processo de ensino-aprendizagem.
Essa modalidade visa:
Constatar o que está sendo aprendido: o professor vai recolhendo
informações, de forma contínua e com diversos procedimentos metodológicos e
julgando o grau de aprendizagem, ora em relação à todo grupo-classe, ora em
relação a um determinado aluno em particular.
Adequar o processo de ensino aos alunos como grupo e àqueles que
apresentam dificuldades, tendo em vista os objetivos propostos.
Julgar globalmente um processo de ensino-aprendizagem: ao término de
uma determinada unidade, por exemplo, se faz uma análise e reflexão sobre o
sucesso alcançado em função dos objetivos previstos e revê-los de acordo com os
resultados apresentados.
Recuperação paralela é parte integrante do processo de construção do
conhecimento e deve ser entendida como orientação contínua de estudos e criação
de novas situações de aprendizagem. Deve ocorrer de forma contínua, onde o
docente criará novas situações desafiadoras e dará atendimento ao aluno que dele
necessitar, por meio de atividades diversificadas.
Somativa - Utilizada para avaliar o aproveitamento, seguindo as
especificações legais, contemplando uma dimensão mensurável, quantitativa,
estipulando mínimos necessários para aprovações ou reprovações dos acadêmicos .
Após o término de cada disciplina, é atribuída ao estudante uma nota,
expressa de 0 a 10, que traduzirá seu desempenho na unidade curricular avaliada.
Considera-se aprovado, para efeito de promoção, ou para conclusão de
estudos, o aluno que além do cumprimento da freqüência mínima exigida, conseguir
média sete ou superior durante o período letivo. O aluno que, durante o período
letivo não conseguir média sete será submetido a uma avaliação final de
recuperação, na qual deverá alcançar 50% dos objetivos.
79
Projeto Pedagógico de Curso
O cálculo da média do aluno submetido à prova final ou exame de 2ª
época, obedecerá à seguinte fórmula: MF=(MD+PF)/2, onde MF = Média Final, MD =
Média da Disciplina no período letivo e PF = Prova Final. O aluno com média final
(MF) maior ou igual a 5,0 (cinco) estará aprovado, para efeito de promoção, ou para
conclusão de estudos.
Para a aprovação é exigida a freqüência mínima de 75% do total de horas
letivas.
As três modalidades de avaliação aqui adotadas, estão articuladas
dialeticamente e vinculam-se aos objetivos das disciplinas e conteúdos a serem
desenvolvidos.
80
Projeto Pedagógico de Curso
6
INFRAESTRUTURA
6.1
6.1.1
Infraestrutura geral
Prédio Edifício Sede
Prédio destinado aos serviços administrativos, do Sindicato da Indústria
de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina - SIECESC e Associação
Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina – SATC possui uma um
prédio de dois pavimentos, numa área total de 316,90 m2 em cada pavimento,
dispondo de 16 salas, conforme descrito a seguir.
Tabela 2 – Prédio Edifício Sede – 1º Pavimento
Descrição – 1º Pavimento
Quant
Sala do Núcleo do Meio Ambiente
01
Sala da Coordenação do Núcleo de Meio Ambiente
01
Sala da secretaria do CTCL
01
Sala do CPRM
02
Sala da Assessoria da Direção
01
Sala de reunião
01
Sala do Apoio
01
Copa
01
Sanitários
02
81
Projeto Pedagógico de Curso
Tabela 3 – Prédio Edifício Sede – 2º Pavimento
Descrição – 2º Pavimento
Quant
Sala da assessoria de imprensa –SIECESC/CTCL
01
Sala do Diretor secretário – SATC – Secretário executivo – SIESESC
01
Sala do Diretor executivo - SATC – Presidente do SIECESC
01
Sala da Tesouraria da SATC
01
Sala do SIECESC
01
Sala Operacional do SIECESC
01
Sala de reunião
01
Sanitários
02
6.1.2 Prédio da Secretaria Geral
Este prédio possui uma área total de 389 m2, destina-se prioritariamente
a atender aos serviços administrativos da Instituição, dispondo de 10 salas com
banheiros que abrigam os seguintes setores:
Tabela 4 – Prédio da Secretaria Geral
Descrição
Quant
Sala da secretaria geral (com sala de arquivo acoplada)
01
Sala da Secretária Geral
01
Sanitário da secretaria
01
Sala de recepção
01
Sala da Assistente Social
01
Sanitário da Assistente Social
01
Sala da Tesouraria
01
Sala da Direção da EDUTEC
01
Sala da Direção Coorporativa
01
Sala da Direção da Faculdade SATC
01
Sala do Sistema de Gestão Integrado
01
82
Projeto Pedagógico de Curso
6.1.3 Prédio do Apoio Didático
Este prédio possui uma área de 611,30 m2, no pavimento superior com
área coberta e no pavimento inferior com 306,46 m2.
Tabela 5 – Prédio do Apoio Didático – 1º Pavimento
Descrição – 1º pavimento
Quant
Sala do Orientador Disciplinar
01
Sala do serviço de limpeza
01
Sanitários dos professores (masculino e feminino)
Sanitários dos alunos (masculino e feminino)
Lanchonete / cantina
02
02
01
Sala de Recepção da Faculdade SATC
01
Sala de Reuniões da Faculdade SATC
01
Salas de Coordenação da Faculdade SATC
05
Tabela 6 – Prédio do Apoio Didático – 2º Pavimento
Descrição – 2º pavimento
Quant
Sala dos professores (com 02 sanitários - masculino e feminino)
01
Sala do dentista
01
Sala da Gestão de Recursos Humanos
01
Sala de Reuniões
01
Sanitário
01
Sala do apoio didático (A SATC conta com duas Salas de Apoio
Didático)
01
83
Projeto Pedagógico de Curso
6.1.4 Descrição dos Equipamentos
Tabela 7 – Descrição dos Equipamentos
Descrição
Quant.
Descrição
Quant.
Retroprojetores
29
Máquina de fotocópia studio160 e
250
02
Telas
21
Máquina de fotocópia – t640
07
Micro-systems
19
Máquina de fotocópia – t642
01
Data Show
05
Globo Terrestre
05
Mapas
60
Emplastificadora
02
Flip – Charp
01
Desumificador
05
Microcomputadores
03
Guilhotina
02
Furador
Carbex
04
Condicionador de ar
02
Profissional
6.1.5 Prédios para Atividades de Aulas
São 04 (quatro) prédios destinados prioritariamente para atividades de
aula. As salas de aula possuem ventiladores de parede, quadro de giz/pincel,
armários aéreos com TV e vídeo cassete, carteiras e cadeiras para 40 alunos em
média.
As salas dedicadas (atelier, laboratórios, etc.) possuem mesas e carteiras
exclusivas para suas atividades e ventiladores de parede.
Os auditórios e laboratório de informática possuem condicionadores de ar
e equipamentos conforme descritos neste relatório.
84
Projeto Pedagógico de Curso
Tabela 8 – Prédios para as Atividades das Aulas
Descrição
Quantidade
1º prédio – Sede I
Área total de 606,20 m2
01 Laboratório de Ciências
01 Laboratório de Informática
01 Sala de desenho
01 Atelier
04 Salas de Coordenação
02 Salas de Orientação Educacional
24 Salas de aulas
01 Auditório
02 Sanitários dos alunos (masc / fem.)
02 Sanitários dos professores (masc. / fem.)
2º prédio – Sede II
Área total de 822 m2
12 Salas de aula
02 Laboratório de Informática
01 Sala de desenho
02 Sanitários dos alunos (masc / fem.)
02 Sanitários dos professores (masc. / fem.)
01 Atelier com banheiro
01 Laboratório de Química
01 Sala de professores
01 Sala da direção da EDUTEC
02 Salas da coordenação educacional
01 Sala da orientação educacional
01 sala de reuniões
01 apoio didático***
3º prédio – Sede III
Área total de 777,50 m2
12 Salas de aula
01 Laboratório de informática
01 Auditório V
02 Salas da coordenação educacional
01 Sala da orientação educacional
01 sala de reuniões da faculdade
03 Salas da coordenação da Faculdade
01 Sala de recepção da Faculdade
01 Sala Multimeios
Sanitários dos alunos (masc / fem.)
Sanitários dos professores (masc. / fem.)
85
Projeto Pedagógico de Curso
4° prédio – Antigo E.T.
Área total de 777,50 m2
02 Sanitários dos alunos (masc / fem)
01 Sanitários dos professores (masc. / fem.)
13 salas de Aula
04 laboratórios de Informática
01 laboratório de química
01 laboratório de física
02 salas de desenho
01 Sala da Educação Ambiental
01 auditório
08 salas da UDISATC
01 escritório modelo
02 Salas da coordenação educacional
01 Sala da orientação educacional
01 Núcleo Multimídia (Curso de Jornalismo)
Toda passagem de prédios e instalações é feita por corredores ou
passarelas cobertas, tendo escadarias entre os pavimentos e poço para a instalação
de elevadores.
6.1.6 Complexo Desportivo
O complexo desportivo destina-se a atividades de aulas das disciplinas de
Educação Física (Ensino Fundamental, médio e técnico) e a disciplina de Atividade
Física e Qualidade de Vida (Cursos Superiores de Tecnologias). O complexo
também está aberto nos finais de semana para funcionários, alunos, pais de alunos
e qualquer entidade que solicitar para fins esportivos e recreativos.
86
Projeto Pedagógico de Curso
Tabela 9 – Complexo Desportivo
Descrição
Quant.
02
Ginásio de esportes coberto
Quadras Polivalentes (Descobertas)
Arquibancadas com vestiários 354,80 m
02
2
01
Sala de dança
01
Sala de vídeo
01
Campo Suíço de 70X40 m
01
Campo Suíço Oficial de 97X40 m, com arquibancadas de concreto
01
Pista Olímpica Oficial com 08 raias
01
Caixas de Salto em Distância
03
Setores de Barras
02
Campo de Areia para futsal e Handebol
01
Sala para Tênis de mesa com 2 mesas
01
Sala dos Professores
01
Sala de material esportivo (almoxarifado)
01
WC masculino e feminino
02
Vestiários masculinos
03
Vestiários femininos
01
Academia
01
6.2 Infraestrutura específica
Para as disciplinas que possuem caráter teórico-prático em seu conteúdo,
a Faculdade SATC disponibiliza laboratórios profissionalizantes adequados para
atender às necessidades de atividades em consonância com a proposta do curso e
com o número de alunos matriculados.
Os equipamentos dos laboratórios são em número e condições de uso
suficientes
sendo
80
computadores
com
softwares
específicos
para
o
desenvolvimento das atividades que envolvem disciplinas práticas e teóricas. O
Núcleo Multimídia possui uma sala de redação, com 12 computadores para a
87
Projeto Pedagógico de Curso
realização de atividades práticas, de web, tele e rádio jornalismo. A estrutura
também possui 03 ilhas de edição de vídeo, uma suíte e um estúdio de gravação
para produções de telejornalismo. As aulas de radiojornalismo acontecem no
estúdio de rádio, que contempla espaços para o desenvolvimento de atividades
de produções ao vivo e gravações de áudio.
Toda a arquitetura do núcleo multimídia foi projetada a fim de atender as
necessidades de formação acadêmica específicas para o mercado de trabalho.
Nossos laboratórios visam a proporcionar atividades que aproximem a
teoria
das
práticas
relacionadas
ao
exercício
profissional.
A
relação
equipamento/aluno varia conforme a disciplina.
Os equipamentos são adequados ao PPC e em quantidade que mantém
a relação equipamento/aluno compatível com o bom desempenho no ensino e
dentro dos critérios de qualidade definidos pelo MEC. Possuem acessórios
necessários às atividades previstas e material de consumo compatível e em
quantidade suficiente.
Na SATC, existem departamentos responsáveis pela manutenção civil,
elétrica, mecânica e de informática que atendem toda a infraestrutura da instituição.
Essas equipes mantêm os laboratórios em condições adequadas para a prática do
PPC, e as solicitações são realizadas através de um sistema informatizado
(NERCU).
Para as disciplinas que possuem caráter teórico-prático em seu conteúdo,
a Faculdade SATC disponibiliza laboratórios profissionalizantes adequados para
atender às necessidades de atividades em consonância com a proposta do curso e
com o número de alunos matriculados.
Laboratórios utilizados pelo Curso:
- Estúdio de Rádio
- Estúdio de TV
- Laboratório de Informática 04
- Laboratório de Informática 24
- Laboratório de Informática 25
- Laboratório de Redação Multimídia
- Ilhas de Edição
88
Projeto Pedagógico de Curso
6.3 Biblioteca
A SATC dispõe de uma biblioteca escolar-universitária (mista) para uso do
corpo docente e discente, colaboradores e da comunidade da região, sob a
responsabilidade de profissional bibliotecário legalmente habilitado. A Biblioteca
segue as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Educação - MEC e seu acervo
está organizado segundo os princípios internacionais da Biblioteconomia.
A biblioteca é híbrida, contendo material virtual, digital e impresso.
A biblioteca aumentou a área física , passando de 632m2 para 1483,90m²,
proporcionando um espaço adequado para estudos e armazenamento de seu
acervo, além da acessibilidade a portadores de necessidades especiais.
O acervo da Biblioteca conta atualmente com 30.000 volumes, entre
livros, periódicos e multimeios. Possui 128 títulos de periódicos impresso (5193
exemplares) nas áreas de Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas,
Engenharias, Ciências Agrárias, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e 17
periódicos on-line.
Os usuários tomam conhecimento do conjunto das obras através do
catálogo on-line. A biblioteca conta ainda com o acesso wirelles, permitindo aos
seus usuários o uso de computadores pessoais com livre acesso à internet.
Os processos de organização da biblioteca são gerenciados pelo sistema
de informatização denominado Pergamum. Esse sistema permite catalogação de
livros, periódicos e multimeios, empréstimos, renovação e devolução de materiais;
pesquisa e recuperação do acervo; emissão de relatórios. Facilita o acesso rápido às
informações tanto em meio impresso, digital e virtual.
Quanto às dependências, a biblioteca localiza-se, em um ambiente de,
que inclui 05 salas de estudos em grupo 25 mesas para estudos em grupo, 3
cabines para estudo individual e terminais de consulta ao acervo. Possui ainda um
acesso de obras raras, setor administrativo, setor de restauração e hemeroteca.
89
Download

projeto pedagógico de curso comunicação social