PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO CRICIÚMA – SC Projeto Pedagógico de Curso Carlos Antonio Ferreira Diretor da Faculdade SATC Kelli Savi da Silva Coordenadora Acadêmica Joelma Rodrigues Patrício da Silva Coordenadora Pedagógica Sônia Regina Trichez Orientadora Educacional Cristiane Dias Secretária Acadêmica Lize Búrigo Coordenadora do Curso de Comunicação Social – Jornalismo 2 Projeto Pedagógico de Curso LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Municípios do Sul de Santa Catarina ......................................................17 Tabela 2 – Prédio Edifício Sede – 1º Pavimento.......................................................81 Tabela 3 – Prédio Edifício Sede – 2º Pavimento.......................................................82 Tabela 4 – Prédio da Secretaria Geral ......................................................................82 Tabela 5 – Prédio do Apoio Didático – 1º Pavimento................................................83 Tabela 6 – Prédio do Apoio Didático – 2º Pavimento................................................83 Tabela 7 – Descrição dos Equipamentos..................................................................84 Tabela 8 – Prédios para as Atividades das Aulas .....................................................85 Tabela 9 – Complexo Desportivo ..............................................................................87 3 Projeto Pedagógico de Curso SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO .................................................................................................6 1.1 Mantenedora ......................................................................................................6 1.2 Histórico da instituição .....................................................................................7 1.3 A instituição hoje...............................................................................................8 1.4 Princípios norteadores da instituição............................................................11 1.4.1 Missão ............................................................................................................11 1.4.2 Visão...............................................................................................................12 1.4.3 Política da Qualidade ....................................................................................12 1.4.4 Negócio ..........................................................................................................12 1.5 Faculdade SATC ..............................................................................................12 1.6 Bases legais .....................................................................................................13 2 CONCEPÇÃO DO CURSO..................................................................................14 2.1 Base legal.........................................................................................................14 2.2 Oferta do curso ................................................................................................15 2.3 Objetivos do curso ..........................................................................................15 2.3.1 Objetivo Geral................................................................................................15 2.3.2 Objetivos Específicos:..................................................................................16 2.4 Contexto regional e inserção na comunidade ..............................................16 2.5 Formas de ingresso.........................................................................................19 2.6 Perfil do egresso..............................................................................................19 2.7 Programas de apoio pedagógico ao discente...............................................21 2.8 Programas de apoio financeiro ......................................................................22 2.9 Estímulos à permanência ...............................................................................23 2.10 Organização estudantil ...................................................................................24 2.11 Acompanhamento dos egressos ...................................................................25 2.12 Articulações do ppc com PPI/PDI ..................................................................25 3 ESTRUTURA CURRICULAR ..............................................................................27 3.1 Integralização curricular .................................................................................28 4 Projeto Pedagógico de Curso 3.2 Disciplinas........................................................................................................29 3.3 Ementários e referências bibliográficas........................................................31 4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO ..................................69 4.1 Coordenação....................................................................................................69 4.2 Composição e funcionamento do colegiado de curso ou equivalente.......69 4.3 Composição e funcionamento do núcleo docente estruturante (NDE) ......70 4.4 Atividades complementares ...........................................................................72 4.5 Flexibilização curricular..................................................................................73 4.6 Estágio/TCC .....................................................................................................74 4.7 Interdisciplinaridade........................................................................................74 5 AVALIAÇÃO ........................................................................................................76 5.1 Avaliação do curso..........................................................................................76 5.2 Formas de avaliação do ensino/aprendizagem ..............................................78 6 INFRAESTRUTURA ............................................................................................81 6.1 Infraestrutura geral..........................................................................................81 6.1.1 Prédio Edifício Sede......................................................................................81 6.1.2 Prédio da Secretaria Geral ...........................................................................82 6.1.3 Prédio do Apoio Didático .............................................................................83 6.1.4 Descrição dos Equipamentos ......................................................................84 6.1.5 Prédios para Atividades de Aulas.................................................................84 6.1.6 Complexo Desportivo ....................................................................................86 6.2 Infraestrutura específica...................................................................................87 6.3 Biblioteca ...........................................................................................................89 5 Projeto Pedagógico de Curso 1 APRESENTAÇÃO O presente documento procura fornecer todas as informações de ordem acadêmica demonstrando a concepção e as estratégias a serem implantadas para tornar o Curso de Graduação uma ação de qualidade da Faculdade SATC. O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Comunicação Social – Jornalismo, expressa os principais parâmetros para a ação educativa, fundamentando, juntamente com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a gestão acadêmica, pedagógica e administrativa do Curso. O PPC de graduação está sintonizado com uma nova visão de mundo, relacionando-se ao novo paradigma de sociedade e de educação. A finalidade é garantir a formação global e crítica dos acadêmicos envolvidos no processo. O documento está em permanente construção, sendo elaborado, reelaborado e implementado e avaliado constantemente. Tem como missão incentivar a participação de toda a comunidade acadêmica na construção de uma mentalidade democrática, estável e formal, visando à elaboração de um projeto que normatize a realidade da área do Curso. 1.1 Mantenedora A Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina SATC, mantenedora da Faculdade SATC, é uma entidade jurídica de direito privado, sem fins econômicos e filantrópicos. Instituída originalmente com o nome de Sociedade de Assistência aos Trabalhadores do Carvão – SATC foi fundada em 02 de maio de 1959 por iniciativa da Indústria de Extração de Carvão Mineral da Região Carbonífera de Santa Catarina. Em 28 de dezembro de 2003, a SATC teve seu Estatuto reformulado para atender as exigências do Novo Código Civil Brasileiro e do Conselho Nacional de Serviço Social – CNAS, para continuar usufruindo do título de entidade beneficente, principalmente no que se refere à razão social que exige que a entidade deva ter 6 Projeto Pedagógico de Curso caráter de Associação (art. 53), pois segundo o referido Código as sociedades são constituídas para fins econômicos (art. 98), o que não é e nunca foi à finalidade da SATC. Assim, pelo novo Estatuto a nova razão social da entidade passou a ser: ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DA INDÚSTRIA CARBONÍFERA DE SANTA CATARINA (SATC). 1.2 Histórico da instituição Na década de 50, Criciúma, cidade tipicamente operária, debatia-se com o angustiante problema político social. A situação era grave, principalmente nos meios operários das minas de carvão, pois faltava conscientização e mão-de-obra qualificada, o que comprometia a qualidade de vida e bem estar das pessoas da região. As empresas produtoras de carvão, sem o necessário apoio do governo, que se limitava a fixar cotas de produção e mercado consumidor, sentiam-se impotentes, podendo oferecer pouco, no sentido de evitar ou ao menos contornar os graves problemas sociais advindos da instabilidade. Preocupados com esta situação, os produtores de carvão realizaram um esforço mútuo para amenizar a realidade atual e criaram um espaço para preparar melhor a mão-de-obra da região, pois acreditavam que assim provocariam mudanças significativas no quadro social do momento. Assim, no dia 02 de maio de 1959, por iniciativa da Indústria Carbonífera de Santa Catarina, foi criada a Satc, Sociedade de Assistência aos Trabalhadores do Carvão, focada na preparação de mão-de-obra qualificada e especializada, bem como na assistência social. Em 10 de abril de 1963 inaugurava a Escola Industrial, em parceria com o SENAI, iniciando com cursos de aprendizagem industrial. Após cinco anos, iniciaram-se os cursos técnicos, que até hoje suprem as necessidades do mercado por estes profissionais, em todo Estado de Santa Catarina e também no país. 7 Projeto Pedagógico de Curso Nos dias atuais, a Satc, agora chamada de Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina, entidade sem fins lucrativos, filantrópica e pertencente ao segmento comunitário, é um braço social da atividade carbonífera, pois o campus de educação e tecnologia da instituição é mantido via contribuição de cerca de um por cento do faturamento das empresas carboníferas da região (3,3 milhões de Reais em 2008), além das mensalidades pagas pelos alunos. Tem por finalidade prestar assistência técnica, educacional, entre outras, para a comunidade em geral. Paralelamente, a Satc presta assistência técnica e educacional a entidades carentes, reforçando seu caráter de assistência social. 1.3 A instituição hoje Desde 1959 a instituição já passou por várias revitalizações. Em 2008, atendendo a uma solicitação de mercado, constituiu um novo organograma, que contempla duas grandes áreas: A SATCEDU e a SATCTEC. Fazem parte da SATCEDU: - Escola Educacional Técnica Satc – EDUTEC: oferece educação básica do ensino fundamental ao médio e educação profissional técnica de nível médio e póstécnico, por meio dos cursos de Informática Industrial, Eletromecânica, Eletrotécnica, Meio Ambiente, Secretariado, Design, Cerâmica Artística Artesanal, Eletrônica, Mineração, Mecânica, Projetos Mecânicos, Plástico, Metalurgia e Gestão Empreendedora, Segurança do Trabalho, Química, Automobilística e pós-técnico em Usinagem. Mais de quatro mil alunos fazem parte da Edutec. - Extensão Satc: contempla Educação Executiva, esta tem como objetivo promover estratégias e ações de educação empresarial e corporativas voltadas para o aumento da competitividade do setor empresarial; Capacitação Empresarial, que auxilia as empresas no sentido de aprimorar a qualificação técnica e humana de seus colaboradores, bem como da comunidade, por meio de cursos de qualificação profissional de nível básico nas áreas de Mecânica, Elétrica, Informática, Eletrônica, 8 Projeto Pedagógico de Curso Gestão Empresarial, Meio Ambiente, Educacional, Comunicação e Expressão, Segurança no Trabalho, Gestão de Pessoas, entre outros; Educação à Distância, Atendendo via internet os mais diversos públicos, oferecendo flexibilidade no horário de estudos , autonomia e ritmo próprio de aprendizado; Desenvolvimento de Ações Comunitárias, como o projeto Satc para Todos, que desde 2005 promove cursos gratuitos em comunidades com vulnerabilidade social da região carbonífera. - Faculdade Satc: atua no ensino superior com cursos de Graduação e Pósgraduação, e tem seu principal enfoque nas áreas tecnológicas. Busca promover uma formação que contemple sintonia entre as questões técnicas e humanas, contribuindo de forma significativa para o cumprimento da missão da SATC por meio do ensino e da pesquisa. São cerca de mil e duzentos acadêmicos que recebem uma formação completa nos cursos de graduação em Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações, Tecnologia em Manutenção Industrial, Tecnologia em Automação Industrial, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Jornalismo e Design Gráfico, além dos cursos de Pós-graduação. Fazem parte da SATCTEC: - Laec, Laqua e Lametro: São laboratórios que possuem a certificação NBR ISO 9001:2000 e oferecem acompanhamento técnico às empresas e instituições. O Laboratório de Metrologia (Lametro) realiza trabalhos de calibração, o Laboratório de Análises e Ensaios de Carvão (Laec) análises e ensaios de carvão e o Laboratório de Análises Químicas e Ambientais (Laqua) análises de águas e efluentes. - Centro Tecnológico de Carvão Limpo (CTCL): O CTCL tem por objetivo atuar na condução do desenvolvimento de pesquisa em tecnologias de utilização sustentável do carvão mineral. O principal foco será o desenvolvimento de tecnologias limpas para a utilização do carvão mineral na geração de energia, visando à atenuação da emissão de gases causadores do chamado “efeito estufa”. Este Centro conta, ainda, com as áreas de mineração, geologia e meio ambiente especialmente suportando o Programa de Recuperação Ambiental da Bacia Carbonífera do Sul de Santa Catarina. O CTCL procurará desenvolver e utilizar tecnologias que possibilitem a sustentabilidade do meio no qual está inserido e nas áreas em que atua, incluindo a captura e o armazenamento geológico de carbono, que é estratégico para o 9 Projeto Pedagógico de Curso desenvolvimento do setor carbonífero. A área inicial do CTCL será de 220 mil m², com 12 mil m² de área, em um investimento de cerca de 25 milhões de reais. Sua estrutura física começou a ser construída em 2008. O Centro Tecnológico contará com o CEDRIC – Centro de Documentação e Rede de Informação do Carvão. Corresponde a um centro de referência em publicações, cujo acervo traz as mais variadas informações sobre os aspectos da atividade carbonífera. O CEDRIC é uma biblioteca que trabalha com três meios de suportes: virtual, digital e físico. Além disso, dispõe de um serviço de resposta técnica, que procura sanar as dúvidas do público. O CTCL será o centro de inteligência de pesquisa e desenvolvimento do setor carbonífero nacional. - Incubadora: A Pré-Incubadora de Base Tecnológica da Satc (PRINTECSATC) deve prover ferramentas de apoio institucional a propostas e idéias promissoras e com viabilidade mercadológica que possam evoluir para futuros negócios e empreendimentos a serem abrigados em incubadoras de empresas. Tem como objetivo apoiar os empreendedores que têm uma idéia ,sabem como viabilizála, mas ainda não detêm as condições necessárias para o início imediato do seu empreendimento e necessitam de treinamento e orientação para a elaboração de seu Plano de Negócios. Setores produtivos do plástico, metal-mecânico, elétrico, cerâmico, mineração especificamente de carvão, vestuário, tecnologia de informação, mobiliário e de serviços são as áreas preferenciais de atuação. A missão da Satc é “Oportunizar a mobilidade social por meio da educação e tecnologia, contribuindo para a formação de cidadãos e do desenvolvimento sustentável do país.” Procurando cumprir os seus objetivos e atuando como entidade comprometida socialmente, a Satc se mantém atenta a todas as transformações e inovações no campo da educação. Dessa forma, busca acompanhar eficientemente o processo cultural e tecnológico, valorizando o ser humano. Prova disso, são as mais de seis mil matrículas que ocorrem a cada ano, comprovando a excelência do ensino oferecido pela Satc. Os alunos carentes, matriculados nos diversos cursos oferecidos, recebem bolsas de estudos e outros auxílios. A entidade oferece ainda atendimento odontológico, técnico de enfermagem, profissional de psicologia e assistência social para todos os alunos e colaboradores. Oferece para colaboradores, alunos e pais uma Unidade de Idiomas 10 Projeto Pedagógico de Curso (UDISATC), proporcionando o ensino da língua inglesa e italiana a baixo custo, complementando a qualificação e sendo um diferencial para a empregabilidade. Todas as ações, principalmente as pedagógicas, procuram conscientizar os estudantes da importância e do compromisso social com a comunidade, compromisso este que a indústria carbonífera assumiu quando criou a Satc. Muitos projetos e iniciativas fazem com que os alunos reflitam sobre valores como comprometimento, ética, cidadania e respeito a natureza. A instituição também possui um setor de Meio Ambiente, vinculado diretamente à direção executiva, voltado à preservação ambiental da região carbonífera de Santa Catarina. Colabora, através de ações, para a melhoria da qualidade de vida das populações, atua no desenvolvimento de tecnologias e processos na área ambiental, produção, distribuição e difusão de produtos de educação ambiental e desenvolvimento de processos e treinamento na área ambiental e de gestão. Por meio de um Sistema de Gestão Ambiental desenvolvido por este setor, a instituição adotou uma política ambiental e criou ações para controle e gestão dos impactos ambientais, como implantação do Sistema de Tratamento de Efluentes, programa de coleta seletiva e programa de conservação de energia. Diante disso, a Satc recebeu em 2008 a recomendação para a certificação a ISO 14001, tornando-se a primeira instituição de ensino de Santa Catarina e quarta no país a receber esta qualificação. Em qualquer país, a Satc será conhecida como uma instituição que possui credibilidade ambiental, e pode ter acesso facilitado a recursos, seguros e financiamentos. 1.4 1.4.1 Princípios norteadores da instituição Missão Oportunizar a mobilidade social por meio da educação e da tecnologia, contribuindo para a formação de cidadãos e do desenvolvimento sustentável do país. 11 Projeto Pedagógico de Curso 1.4.2 Visão A SATC quer ser referência em educação e tecnologia com Responsabilidade Social até 2010. 1.4.3 Política da Qualidade Desenvolver uma cultura organizacional baseada no Sistema de Gestão, objetivando a eficácia e melhoria contínua. Atender aos requisitos regulamentares e necessidades dos clientes, aplicáveis à educação básica, profissional e superior, bem como a prestação de serviços. 1.4.4 Negócio Educação e Tecnologia 1.5 Faculdade SATC A Faculdade SATC foi criada com a missão de educar para a sociedade contemporânea, que convive com a tecnologia. Possuindo todo um aparato educacional e tecnológico, a Faculdade SATC pretende formar profissionais qualificados, que é a maior exigência e procura das empresas de grande porte. Além disso, o objetivo final é oferecer ao mercado de trabalho verdadeiro agentes de transformação da sociedade industrial atual. O credenciamento da Faculdade SATC 12 Projeto Pedagógico de Curso deu-se através da Portaria Ministerial nº. 3.556 publicado no Diário Oficial da União em 28 de novembro de 2003. Atualmente, são cerca de mil e duzentos acadêmicos que recebem uma formação completa nos cursos de graduação em Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações, Tecnologia em Manutenção Industrial, Tecnologia em Automação Industrial, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Jornalismo e Design Gráfico, além dos cursos de Pós-Graduação. 1.6 Bases legais A Faculdade SATC foi credenciada pela Portaria Ministerial 3.556 publicado no Diário Oficial da União em 28 de novembro de 2003. 13 Projeto Pedagógico de Curso 2 CONCEPÇÃO DO CURSO O acelerado desenvolvimento tecnológico tem provocado forte impacto nos meios de comunicação, alterando as rotinas de produção nas mídias tradicionais. Há um processo de alargamento das perspectivas de mercado de trabalho para o jornalista na presente década. Percebe-se atualmente em grande parte dos cursos de Comunicação Social – Jornalismo é um tratamento excepcional” às novas mídias, abstraídas quase sempre como novidades. Surge pois, estabelecer um projeto pedagógico igualmente novo, direcionado ao perfil profissional daqueles que atuarão no mercado a partir da segunda metade desta década. Sendo assim, o curso de Comunicação Sócial - Jornalismo da Faculdade Satc oferece uma proposta pedagógica singular, inspirada pelos impactos das novas tecnologias comunicacionais na profissão. O curso situa o contato do acadêmico com as competências profissionais no cenário cibernético, unindo processo de ensino aprendizagem, ao constante exercício das antigas e, sobretudo, das novas práticas. Assim se pretende assegurar uma sólida formação profissional, permitindo ao egresso ocupar os novos nichos de mercado com base nos diferentes mecanismos de preparação, agregados num único projeto pedagógico. 2.1 Base legal Resolução CNE/CES Nº 16, de 13 de Março de 2002 ( Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a área de Comunicação Social e suas Habilitações). 14 Projeto Pedagógico de Curso 2.2 Oferta do curso Denominação: Bacharelado em Comunicação Social - Jornalismo Regime de Matrícula: Crédito Periodicidade letiva: Semestral Total de vagas semestrais: 40 Total de vagas ao ano: 80 Turno de Funcionamento: Noturno, com possíveis complementações ou reposições de conteúdos aos sábados. Carga horária total: 2.700 horas Coordenador do curso: Lize Búrigo Prazo de integralização da carga horária: 08 semestres Limite Mínimo: Oito Semestres Duração do Curso: O currículo básico terá a duração de quatro (04) anos letivos, ou seja, oito (08) semestres. 2.3 Objetivos do Curso 2.3.1 Objetivo Geral Garantir uma sólida formação profissional, permitindo ao acadêmico ocupar os novos nichos de mercado oferecidos pelas novas tecnologias. Base que também irá proporcionar conhecimentos específicos para ocupação de vagas no mercado de trabalho convencional. 15 Projeto Pedagógico de Curso 2.3.2 Objetivos Específicos: - Estimular práticas de estudo independentes, visando à progressiva autonomia profissional e intelectual do graduando, com base em uma formação crítico-analítica; - Articular os postulados teóricos com as oportunidades práticas, valorizando as pesquisas individuais e coletivas inseridas na carga horária; - Incentivar o acesso ao conhecimento e às habilidades e competências inerentes ao exercício profissional em outras instâncias; - Fomentar a prospecção e geração de novos nichos de mercado. 2.4 Contexto regional e inserção na comunidade Procurando cumprir os seus objetivos e atuando como entidade comprometida socialmente, a SATC se mantém atenta a todas as transformações e inovações no campo da educação. Dessa forma, busca acompanhar eficientemente o processo cultural e tecnológico, valorizando o ser humano. Compreendendo que a educação superior cumpre uma função estratégica no desenvolvimento sustentável, a SATC constrói formas efetivas de integração entre os diversos níveis de ensino, pesquisa e extensão, buscando privilegiar projetos e programas de maior impacto acadêmico e social, com repercussão de caráter local, regional, nacional e internacional. Todas as ações, principalmente as pedagógicas, visam conscientizar os estudantes da importância do compromisso social com a comunidade, compromisso este que a indústria carbonífera assumiu quando criou a SATC. Muitos projetos e iniciativas fazem com que os alunos reflitam sobre valores como comprometimento, ética, cidadania e respeito à natureza. A propósito dessa necessária e oportuna inserção da SATC em sua comunidade e em sua economia, pode-se afirmar que a melhor forma de contribuir e de se inserir em sua região, da perspectiva de sua missão, ainda é formar bons 16 Projeto Pedagógico de Curso profissionais e cidadãos conscientes, portadores de uma cultura aberta à inovação, à criatividade, à iniciativa, ao espírito crítico, como empregadores ou como empregados. Essa cultura é desejável independentemente das posições ocupadas na estrutura social e econômica. Por essa razão, o caminho da Faculdade SATC é o da educação transformadora, para a tecnologia, para o desenvolvimento de competência gerencial e capacidade empreendedora, para o desenvolvimento do seu potencial, para a formação de quadros qualificados capazes de transformar a cultura e a economia e de produzir. A Faculdade SATC recebe alunos de praticamente todos os municípios do Sul do Estado. O Sul do Estado de Santa Catarina compreende 43 municípios com uma população estimada em 900 mil habitantes, com cerca de 500 mil em áreas urbanas e divide-se em três microrregiões: AMESC Araranguá Baln. Arroio do Silva Balneário Gaivota Ermo Jacinto Machado Maracajá Meleiro Morro Grande Passo de Torres Praia Grande Santa Rosa do Sul São João do Sul Sombrio Timbé do Sul Turvo AMUREL Armazém Braço do Norte Capivari de Baixo Grão Pará Gravatal Imaruí Imbituba Jaguaruna Laguna Pedras Grandes Rio Fortuna Sangão Santa Rosa de Lima São Ludgero São Martinho Treze de Maio Tubarão AMREC Cocal do Sul Criciúma Forquilhinha Içara Lauro Muller Morro da Fumaça Nova Veneza Orleans Siderópolis Treviso Urussanga Fonte: http://www.sul-sc.com.br/ Tabela 1 – Municípios do Sul de Santa Catarina A cidade de Criciúma abriga uma das mais importantes emissoras de TV de Santa Catarina,RBS –TV (Rede Brasil Sul), também mantém uma sucursal da Ric Record e SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). São 06 emissoras de rádio AM e 17 Projeto Pedagógico de Curso FM, 03 jornais impressos, entre outras mídias de portes menores. Essas empresas exigem uma estrutura de formação de profissionais para consolidá-las. Mesmo não sendo tarefa simples, esta Instituição assume o compromisso de participar com sua parcela deste processo, buscando oferecer um preparo profissional técnico, científico e sobretudo, humanístico, solidificado em uma formação acadêmica, cumprindo então com seu dever social de oferecer à sociedade um profissional com capacidade e qualificação. O Curso de Comunicação Social – Jornalismo possui fundamental importância no processo de capacitação de recursos humanos, não somente para crescente demanda regional, com também para atender as necessidades nacionais, constituindo-se de poderosa alavanca para o desenvolvimento tecnológico e social do país. O Curso propõe-se a formar um profissional com sólidos conhecimentos na área midiática, além de conteúdos e habilidades tão necessários em nossa região. O Curso ainda preocupa-se com a pesquisa e os projetos de extensão, para o desenvolvimento das características formadoras de um bom profissional Os alunos que buscam o curso de Bacharel em Comunicação Social Jornalismo, têm uma ampla gama de opções dentro do mercado convencional e dos novos nichos ofertados pela internet. O curso de Comunicação Social-Jornalismo da Faculdade SATC, iniciou em 1997 com o objetivo de oferecer oportunidade de graduação a um número significativo de jovens desejosos de ingressar nesta promissora área. A localização estratégica da Faculdade SATC, situada numa região de expressivo crescimento de emissoras de TV, rádio, jornal impresso e portais de notícias, é fundamental para o sucesso do curso. Surgem novos espaços e paralelamente, reforça-se a demanda por profissionais qualificados. Nesse contexto, a configuração de um perfil acadêmico diferenciado é fundamental para a consolidação do Curso de Comunicação Social da Faculdade SATC . Esse diferencial vem sendo alcançado pela importância conferida aos aspectos técnicos e éticos do exercício profissional e pela aproximação com a realidade local, por meio da atuação em projetos e atividades acadêmicas de relevância cultural e social. 18 Projeto Pedagógico de Curso 2.5 Formas de Ingresso A Faculdade SATC possibilita ao futuro acadêmico escolher a modalidade de ingresso que melhor se encaixa em sua situação. São elas: - VESTIBULAR: Nesta forma de ingresso o candidato fará uma prova vocacionada, com 45 questões de múltipla escolha e 01 redação. - TRANSFERÊNCIAS: O ingresso ocorre quando os alunos regularmente matriculados são provenientes de curso de graduação de outra instituição de Ensino Superior. - DISCIPLINAS ISOLADAS: Poderá matricular-se em Disciplina Isolada, interessados que possuem Certificado de conclusão do Ensino Médio ou Técnico, sendo que o ingresso estará condicionado à existência de vaga na disciplina. - PROUNI: É um programa do Ministério da Educação, criado pelo Governo Federal em 2004, que oferece bolsas de estudos em instituições de educação superior privadas, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros de baixa renda sem diploma de nível superior. 2.6 Perfil do Egresso O perfil comum do egresso corresponde a um objetivo de formação geral que deve ser atendido por todos os Cursos da área e em todas as habilitações de Comunicação, qualquer que seja sua ênfase ou especificidade. Trata-se da base que, assumida na estrutura curricular, garante a identidade do Curso e que caracteriza em geral componente do perfil de todas as profissões da área. O egresso de Curso de Graduação em Comunicação, em qualquer de suas habilitações, caracteriza-se por suas competências profissionais, sociais e intelectuais em matéria de criação, produção, distribuição, recepção e análise crítica 19 Projeto Pedagógico de Curso referentes às mídias, às práticas profissionais e sociais relacionadas com estas, e as suas inserções culturais, políticas econômicas e ambientais. Deve ter competências que reflitam a variedade e mutabilidade de demandas sociais e profissionais na área, propiciando uma capacidade de adequação à complexidade e velocidade do mundo contemporâneo. Deve dispor de uma visão integradora e horizontalizada - genérica e ao mesmo tempo especializada de seu campo de trabalho possibilitando o entendimento da dinâmica das diversas modalidades comunicacionais e das suas relações com os processos sociais que as originam e que destas decorrem. Deve utilizar criticamente, em sua atividade profissional, o instrumental teórico-prático oferecido no curso. Portanto deve ser competente para se posicionar sobre o exercício do poder na comunicação e constrangimentos a que a comunicação possa ser submetida, as repercussões sociais que enseja e ainda sobre as necessidades da sociedade contemporânea em relação à Comunicação Social. Para isso, deve ter uma formação que transcenda as especialidades profissionais e proporcione uma compreensão ampla e rigorosa do campo da Comunicação. Desenvolverá assim uma percepção geral sobre este campo no qual as especialidades se inscrevem.O que possibilita participar da discussão pública sobre as significativas temáticas que perpassam toda produção mediatizada em uma sociedade de comunicação. O Curso de Comunicação Social, em especial o Jornalismo, deverá promover o desenvolvimento de competências específicas como: - Registrar os fatos, apurando, interpretando, editando e transformandoos em notícias; - Interpretar, explicar e contextualizar informações; - Investigar informações, produzindo texto jornalísticos com clareza editando-os em espaço e período de tempo limitado; - Formular pautas e planejar coberturas jornalísticas; - Elaborar questões e conduzir entrevistas; - Relacionar-se com fontes de informação de qualquer natureza; - Trabalhar em equipe com profissionais da área; 20 Projeto Pedagógico de Curso - Compreender e organizar os processos de produção jornalística; - Desenvolver, planejar, propor, executar e avaliar projetos na área de comunicação jornalística; - Avaliar criticamente produtos, práticas e empreendimentos jornalísticos; - Compreender os processos de recepção de mensagens jornalísticas e seus impactos sobre os diversos setores da sociedade; - Exercer a profissão com postura ética e compromisso com a cidadania; - Dominar a língua nacional e as estruturas narrativas e expositivas aplicáveis às mensagens jornalísticas, abrangendo-se leitura, compreensão, interpretação e redação; - Dominar a linguagem jornalística apropriada aos diferentes meios e modalidades tecnológicas de comunicação. 2.7 Programas de Apoio Pedagógico ao Discente A seguir são apresentados alguns dos programas de apoio pedagógico aos discentes: - ORIENTAÇÃO ACADÊMICA: Realiza atividades de orientação acadêmica, no tocante à sua vida escolar e à sua aprendizagem; - ATENDIMENTO INDIVIDUAL AO ACADÊMICO: Visa atender as necessidade do acadêmico, procurando resolver problemas relacionados ao processo de aprendizagem. - MONITORIAS: Os acadêmicos recebem dos cursos da Faculdade SATC gratuitamente aulas de monitoria aos sábados. As aulas são ministradas pelos próprios acadêmicos que passam por um processo seletivo. - NIVELAMENTO DISCENTE: Sempre que necessário, é ofertado nivelamento dos discentes, em conformidade com o projeto pedagógico do curso; 21 Projeto Pedagógico de Curso - EVENTOS INTERNOS: Promoção de eventos internos para os discentes, como palestras, jogos de integração entre os cursos, apresentações musicais, entre outros; - EVENTOS EXTERNOS: Estimula a participação dos discentes em eventos científicos, técnicos e culturais; - ESTÁGIO: A SATC possui um setor de estágio que viabiliza o ingresso do acadêmico no mercado de trabalho, através de estágio extracurricular. 2.8 Programas de Apoio Financeiro São os seguintes os programas de apoio financeiro aos estudantes: - Financiamento Estudantil: A Faculdade SATC é credenciada no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES, do Ministério da Educação, proporcionando aos seus acadêmicos financiamento estudantil, de parte do valor das mensalidades, a juros baixos. A disponibilidade ao financiamento estudantil dependerá das orientações emanadas pelo agente financeiro do FIES; - Artigo 170: O Estado de Santa Catarina concede bolsas de estudo e de pesquisa, para o pagamento total ou parcial das mensalidades dos acadêmicos economicamente carentes, regularmente matriculados nos cursos de graduação das Instituições de Ensino Superior. O valor do benefício concedido ao aluno não será inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do valor da mensalidade por ele devida, podendo ser semestral ou anual e os recursos serão destinados, de acordo com o número de acadêmicos regularmente matriculados nos cursos de graduação; - Bolsa Monitoria: As aulas de monitoria são ministradas pelos próprios acadêmicos que passam por um processo seletivo e mediante a aprovação recebem desconto na mensalidade do semestre corrente, conforme edital de seleção. Somente poderão participar do processo seletivo para bolsa de monitoria os acadêmicos que foram aprovados na disciplina a ser oferecida para monitoria, obedecendo às normas estabelecidas pela coordenação de curso; 22 Projeto Pedagógico de Curso - Permuta: A SATC mantém parceria com várias empresas em que oferece um percentual de desconto aos empregados destas empresas que estudam na instituição; - PROUNI: Através do Programa Universidade Para Todos, do Governo Federal, que concede bolsas de estudo integrais ou parciais a estudantes brasileiros de baixa renda sem diploma de nível superior. - BOLSA PESQUISA: Visando apoiar a formação de recursos humanos na área de conhecimento de seus projetos de pesquisa, a Faculdade SATC, concede bolsas de estudo para os acadêmicos que participam destes projetos. - CONCESSÃO DE BOLSASDE ESTUDO INTERNAS: A SATC possui um programa de desenvolvimento e formação que visa oferecer ajuda de custos para colaboradores e parente em primeiro grau. 2.9 Estímulos à Permanência Objetivando incentivar e implementar ações concretas que viabilizem a superação das condições desfavoráveis à permanência do acadêmico na Instituição, a Faculdade SATC estimula o desenvolvimento de suas potencialidades enquanto sujeito capaz de construir o seu próprio conhecimento. A meta desse trabalho é a integração com estratégias que colaborem para o desenvolvimento intelectual do acadêmico, na esfera de um processo de ensino aprendizagem cuja finalidade seja o compromisso com a educação para a formação de um cidadão em toda sua plenitude. Nessa perspectiva de inclusão social, o estímulo à produção de conhecimento e à permanência na Instituição são ampliados por meio de mecanismos de nivelamento e atendimento psicopedagógico, buscando a melhoria do desempenho acadêmico e a qualidade de vida. Para isso são realizadas as seguintes atividades: 23 Projeto Pedagógico de Curso - Programa de Nivelamento: A Faculdade SATC mantém um programa de nivelamento que tem como propósito reforçar o processo ensinoaprendizagem, visando minimizar as dificuldades dos acadêmicos. - Estratégia de Desenvolvimento de Competências Relacionais Efetivas: Para desenvolver o enfrentamento de situações acadêmicas, de vida e relacionado a uma concepção de educação superior cuja finalidade está além do conhecimento científico e tecnológico, visa contribuir para a superação de situações que interfiram no desenvolvimento do acadêmico enquanto ser social. - Serviço de Apoio Pedagógico e Psicopedagógico: Por meio desse serviço, é realizado acompanhamento e atendimento para desenvolver competências e/ou habilidades, identificar problemas de aprendizagem do acadêmico, bem como fazer a mediação de situações que envolvam o relacionamento do acadêmico com os profissionais da Instituição. 2.10 Organização Estudantil A Faculdade SATC permite e estimula a participação dos discentes por meio dos Centros Acadêmicos – CA de cada curso. O CA é um órgão de classe próprio, com Regimento Interno e Estatuto próprio. O objetivo do Centro Acadêmico do curso de Comunicação Social Jornalismo é proporcionar atividades extracurriculares que venham contribuir para a formação profissional e humana do acadêmico. Para tanto foram elaboradas algumas proposições de atividades como: - Participação em congressos e workshops; - Promoção de palestras e seminários com profissionais qualificados; - Promoção de encontros com acadêmicos de outras Faculdades; - Colaboração na organização da semana acadêmica. Para tanto, o curso apóia e incentiva o funcionamento disponibilizando condições de infraestrutura e de equipamentos, além de acesso aos ambientes de 24 Projeto Pedagógico de Curso aprendizagem para potencializar, sem obstáculos, as conquistas oriundas da organização dos estudantes. 2.11 Acompanhamento dos Egressos A Faculdade SATC disponibiliza em seu site um link para Cadastro de Egressos da Instituição. Essa é uma ferramenta que o CRM - Centro de Relacionamento com o Mercado disponibiliza aos ex-alunos desta, a fim de possibilitar uma comunicação efetiva entre a SATC e o egresso. Embora o curso de Comunicação Social - Jornalismo ainda não tenha alunos egressos dos cursos de graduação, o mesmo entende que esse acompanhamento é indispensável, uma vez que ao observar a trajetória dos egressos, obteremos uma fonte de informações gerenciais que auxiliará na avaliação constante do curso, servindo como uma das avaliações da Instituição, além de verificarmos a inserção dos egressos no mercado de trabalho. 2.12 Articulações do PPC com PPI/PDI O projeto de um curso é uma das oportunidades de mudar e transformar a realidade existente.Dar mobilidade social através da educação e da tecnologia aos discentes é uma chance única de contribuir para a formação de cidadãos e colaborar com o desenvolvimento sustentável do país em oposição a ações imobilistas e hegemônicas. O PPC do Curso de Comunicação Social – Jornalismo, concebido com base nas mudanças tecnológicas e sociais, está sendo construído a partir das reflexões produzidas por meio da prática. É portanto , flexível e aberto, numa concepção dialógica em que acadêmicos, comunidade e corpo docente discutem resultados e consensos . 25 Projeto Pedagógico de Curso Por defender a sustentação de suas ações em valores éticos, o curso quer, firmar sua posição como parceiros da comunidade, como é esperado de uma instituição capaz de interagir com o contexto que a mantém. O PPC encontra-se articulado com o PPI e com o PDI na medida em que atende a política da Instituição para os cursos superiores, que se caracteriza pelo compromisso com uma educação integral. Deseja-se que além das habilidades intelectuais, nossos acadêmicos desenvolvam habilidades emocionais, sociais, éticas, estéticas, físicas e politécnicas. Para enfrentar este desafio pretende-se assumir uma proposta pedagógica que possa auxiliar e produzir uma educação que transcenda os modelos curriculares ainda dominantes. Esses elementos servem como base para a formação de agentes de grandes transformações. 26 Projeto Pedagógico de Curso 3 ESTRUTURA CURRICULAR O Curso de Comunicação Social - Jornalismo da Faculdade SATC possui uma estrutura curricular que reflete plenamente os objetivos do curso e promove uma sólida formação técnico-científica e profissional, visando maior produtividade e qualidade dos serviços. Capacita os acadêmicos para exercer a profissão, considerando também os aspectos políticos, econômicos, sociais e ambientais. O Jornalista é dotado de conhecimentos adquiridos através de teorias e práticas do cotidiano da profissão e constantes da grade curricular do curso. O currículo do curso foi elaborado a partir do Perfil do Egresso, obedecidas às diretrizes curriculares editadas pelo Poder Público. É constituído por uma seqüência ordenada de disciplinas, cuja integralização pelo acadêmico lhe dá o direito à obtenção do grau de Bacharel em Comunicação Social - Jornalismo. Na Faculdade SATC, a elaboração dos currículos de cada curso de graduação, são observadas as diretrizes existentes no PDI, PPI e nos DCNs. O curso de Comunicação Social - Jornalismo possui um currículo que reflete o previsto nas DCNs para o curso, com conteúdos básicos e específicos, cuja carga horária perfaz um total de 2700horas, distribuídas em 08 semestres. O curso também atende às recomendações no que tange à flexibilidade, à interdisciplinaridade, à articulação teórico-prática, às atividades complementares e às atividades desenvolvidas no campo profissional e que contribuem para a formação do sujeito. A estrutura curricular do de Comunicação Social - Jornalismo da Faculdade SATC, tem sua essência referenciada na pesquisa de mercado identificando a demanda para a qualificação profissional, das características econômicas e do perfil industrial da região e do Estado de Santa Catarina. O Enade, instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, é componente curricular obrigatório dos cursos de graduação. 27 Projeto Pedagógico de Curso 3.1 Integralização Curricular O programa de cada disciplina, sob a forma de plano de ensino, é elaborado pelo respectivo professor e aprovado pela Coordenação do Curso. É obrigatório o cumprimento integral do conteúdo e carga horária, estabelecidos no plano de ensino de cada disciplina. A integralização curricular é feita pelo sistema de créditos e semestral. As disciplinas são ofertadas por semestre, possuindo interdependências que favorecem a correlação e a seqüência dos conteúdos, possibilitando a construção gradual e sólida da formação dos acadêmicos. O dimensionamento da carga horária do curso se adéqua ao desenvolvimento do conteúdo programático e está de acordo como catálogo nacional dos cursos de tecnologia. O curso apresenta um currículo moderno, com disciplinas atuais que vão ao encontro das novas necessidades do desenvolvimento tecnológico e científico e da inserção dessa profissão no contexto multidisciplinar, proporcionando ao aluno adquirir habilidades necessárias para as devidas competências. Existe um processo de avaliação contínuo proposto pelos docentes e avaliado pelo colegiado do curso. A bibliografia de cada disciplina é semestralmente analisada em termos de sua adequação aos objetivos e à concepção do curso, procurando atualizá-la de acordo com novas publicações. A interdisciplinaridade vem sendo desenvolvida no curso por meio da realização de projetos e trabalhos integrados em diferentes disciplinas do curto, reunindo os conteúdos constantes na matriz curricular. Para a integralização curricular, além das disciplinas cursadas, é necessário que o aluno preste o exame do ENADE – Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes , assim como a realização das Atividades Complementares, onde a obrigatoriedade se dá aos alunos matriculados a partir do 2º. Semestre de 2009. 28 Projeto Pedagógico de Curso O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) do curso de Comunicação Social – Jornalismo da Faculdade SATC, está sintonizado com uma nova visão de mundo, relacionando-se ao novo paradigma de sociedade e de educação, a fim de garantir a formação global e crítica dos acadêmicos envolvidos no processo. 3.2 Disciplinas 1º semestre Língua Portuguesa (60 h) Redação Jornalística I (60 h) História da Comunicação (30 h) Metodologia Científica e da Pesquisa (30 h) Webdesign (60 h) Fotojornalismo (60h) 2º semestre Língua Portuguesa II (30 h) Redação Jornalística II (60 h) Ética e Cidadania na Imprensa (30 h) Sociologia da Comunicação (60 h) Webjornalismo I (60 h) Design Gráfico I (60 h) 3º semestre Língua Portuguesa III (30 h) Redação Jornalística III (30 h) Teoria e Crítica do Jornalismo (60 h) Webjornalismo II (60 h) Design Gráfico II (60 h) Técnicas de Reportagem e Entrevista (60 h) 29 Projeto Pedagógico de Curso 4º semestre Radiojornalismo I (60 h) Telejornalismo I (60 h) Ciências Ambientais (60 h) Teoria e Metodologia da Comunicação I (60 h) Projeto Experimental I (60 h) Atividades Complementares I ( 150h) 5º semestre Radiojornalismo II (120 h) Teoria e Metodologia da Comunicação II (60 h) Produção e Edição em TV (60 h) Projeto Experimental II ( 60 h) 6º semestre Telejornalismo II (120 h) Teoria e Metodologia da Comunicação III (60 h) Marketing & Mídia (60 h) Projeto Experimental III (60 h) 7º semestre Assessoria de Imprensa (60 h) Jornalismo Político (60 h) Consultoria em Comunicação (60 h) Direito Público e Privado (60 h) Tópicos Intercomunicacionais I (60 h) Libras (30 h) - Optativa 8º semestre Jornalismo Econômico (60 h) Jornalismo & Mercado (60 h) 30 Projeto Pedagógico de Curso Tópicos Intercomunicacionais II (60 h) Projeto Experimental IV (60 h) Prática de Laboratório (60 h) Atividades Complementares II ( 150h) 3.3 Ementários e referências bibliográficas 1º Semestre Língua Portuguesa I (60h) Princípios Básicos do estudo da Língua Portuguesa. Objetivos do ensino da Língua Portuguesa. Acentuação gráfica. Concordância nominal e verbal. Ortografia. Regência verbal e nominal. Crase. Produção textual a partir de leitura de livros. Referência bibliográfica básica CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46. ed São Paulo: Nacional, 2005. GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 24. ed Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004. BARRETO, Antonio; SETTE, Graça; TRAVALHA, Marcia; ROZÁRIO, Starling. Para ler o mundo: Português: Língua, Literatura e Produção de Textos: Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2007. Referência bibliográfica complementar ANDRÉ, Hildebrando A. de. Gramática ilustrada. 5. ed. São Paulo: Moderna, 2003. CEGALLA, Domingos Paschoal. Nova minigramática da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008. KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de 31 Projeto Pedagógico de Curso Janeiro: Nova Fronteira, 2002. LADEIRA, Julieta de Godoy (org.). Antologia de contos: contos brasileiros contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2007. OLIVEIRA, Édson de. Todo o mundo tem dúvidas, inclusive você: português. 6. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001. TUFANO, Douglas (org.). Antologia do conto brasileiro: do romantismo ao modernismo. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2006. Redação Jornalística I (60 h) Linguagem jornalística na mídia impressa. Noções Básicas de pauta, lide, estrutura da notícia, elaboração de matérias factuais e especiais. Referência bibliográfica básica LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 5.ed São Paulo: Ática, 2004. 64p. ISBN 8508017170 LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 7. ed São Paulo: Ática, 2004. 78p. ISBN 850801659X KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p. ISBN 9788508015054 RABAÇA, Carlos Alberto.; BARBOSA, Gustavo Guimarães. Dicionário de comunicação. 4. ed., rev. e atual São Paulo: Elsevier; Campus, 2005. 795p. ISBN 8535208542 Referência bibliográfica complementar CONTI, Mário Sérgio. Notícias do Planalto. A imprensa e Fernando Collor. Cia das Letras. 1999. DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. 8. ed São Paulo: Summus, c1986. 157p. ISBN 8532302602 KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. 275p. ISBN 852090534X VARELA, Drauzio. Estação Carandiru. Cia das Letras, 1999. NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2006. 32 Projeto Pedagógico de Curso História da Comunicação (30 h) Registros históricos da comunicação. Os instrumentos e meios de comunicação humana. Os meios de comunicação social e sua evolução histórica, social e tecnológica. Referência bibliográfica básica BELTRÃO, Luiz; QUIRINO, Newton de Oliveira. Subsídios para uma teoria da comunicação de massa. 3ed., São Paulo, Summus, 1986, p. 212. DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo, Brasiliense, 2005, 105 p. SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. 4 ed., Rio de Janeiro, Maud, 2004, 501 p. Referência bibliográfica complementar GUARESCHI, Pedrinho A. Comunicação e poder: a presença e o papel dos meios de comunicação de massa estrangeiros na América Latina. 13 ed., Petrópolis, RJ, Vozes, 2001, 88p. MACHADO, Agilmar; TORRES, Osvaldo. História da comunicação no sul de Santa Catarina. Criciúma, SC, BTC Comunicação, 2000, p. 247. MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca: com um capítulo referente à propriedade literária. 3 ed., il., rev. e atual. São Paulo, Ática, 2002, 519p. MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da comunicação. 7 ed., São Paulo, Loyola, 2004, 220 p. Metodologia Científica e da Pesquisa (30 h) Análise dos procedimentos técnicos e metodológicos de preparação da pesquisa científica. Estudo das formas da elaboração dos trabalhos acadêmicos, especialmente, das normas técnicas neles utilizadas. 33 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica LUCKESI, Cipriano Carlos; BARRETO, Elói; COSMA, José; BAPTISTA, Naidison. Fazer universidade: uma proposta metodológica. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2005. 232 p. ISBN 8524901608 SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed., rev. de acordo com a ABNT e ampl São Paulo: Cortez, 2004. 335 p. ISBN 8524900504 TACHIZAWA, Takeshy; MENDES, Gildásio. Como fazer monografia na prática. 12.ed Rio de Janeiro: FGV Ed., 2008. 150p. ISBN 8522502609 (broch.) Referência bibliográfica complementar AZEVEDO, Israel Belo de,. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 11. ed. rev. e atual. São Paulo: Hagnos, 2004. 205p. ISBN 8588234467 ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 174p. ISBN 8522441243 OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2. ed São Paulo: Pioneira, 1999. 320 p. ISBN 8522100705 MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed São Paulo: Atlas, 2005. 315p. ISBN 8522440158 DEMO, Pedro,. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed São Paulo: Atlas, 1985. 118p. ISBN 8522415544 Webdesign (60 h) Arquitetura e construção de websites (páginas na internet). Sistematização e formatação de conteúdos multimídia. Aquisição de conhecimento técnico através de softwares específicos. Trabalho de conclusão individual no formato website temático publicado na internet. 34 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica DAMASCENO, Anielle. Webdesign : teoria e prática. Florianópolis : Visual Books, 2003. DIAS, Claudia. Usabilidade na Web: criando portais mais acessíveis. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Alta Books, 2006. 296 p. ISBN 9788576081401 PEREIRA, Marcelo Gino. Guia Prático Webdesign. Santa Cruz do Rio Pardo, SP : Viena, 2003. Referência bibliográfica complementar KRAYNAK, Joe. Internet: rápido e fácil para iniciantes. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 211 p. (Rápido e fácil para iniciantes) ISBN 8535203788 SAMARA, Timothy. Grid: construção e desconstrução. São Paulo: CosacNaify, 2007. 207 p. ISBN 9788575036297 CYBIS, Walter de Abreu; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. São Paulo: Novatec, 2007. 344p. ISBN 9788575221389 (broch.) WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: noções básicas de planejamento visual. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Callis, 2005. 192 p. ISBN 8574162388 FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. 4. ed. São Paulo : Edgar Blucher, 1990. Fotojornalismo (60 h) Noções básicas acerca da fotografia. Semiologia da imagem. Equipamentos, iluminação, práticas de utilização. A fotografia jornalística e o repórter fotográfico. Fotografia digital. Trabalho de conclusão individual no formato ensaio fotográfico publicado na internet. Referência bibliográfica básica BUSSELLE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo: Pioneira, 2004. 224p. ISBN 8522101124 PETER, Jorge; SILVA, Verônica Monteiro da. Cadernos do mestre Peter : um 35 Projeto Pedagógico de Curso curso de fotografia na sua essência. Rio de Janeiro: Mauad, 2004. HOPPE, Altair. Fotografia digital sem mistérios. 2. ed Balneário Camboriú, SC: Photos, 2006. 171 p. ISBN 8598420026 Referência bibliográfica complementar ANDRADE, Rosane de. Fotografia e Antropologia, olhares fora-dentro. 2.ed São Paulo: Estação Liberdade; EDUC, 2005. PATRÍCIO, Djalma. Curso básico de fotografia. Blumenau: Ed. Da Furb, 1999. SOUSA, Jorge Pedro. Fotojornalismo: Introdução a história, as técnicas e a linguagem da fotografia na imprensa. Florianópolis: Letras Comtemporâneas, 2004. SOUSA, Jorge Pedro. Uma história crítica do fotojornalismo ocidental. Chapecó: ARGOS, 2004. RAMALHO, José Antônio A; PALACIN, Vitché. Escola de fotografia. 3.ed São Paulo: Futura, 2005. 207p. ISBN 8574131849 FOTOGRAFE MELHOR: técnica & prática. Grajaú: Europa,19uu-. 2º Semestre Língua Portuguesa II (30 h) Análise morfossintática do período simples e composto. O uso da pontuação no período simples e no período composto. Vozes verbais. Colocação pronominal. Produção de texto. Seminários a partir de leitura de livros. Referência bibliográfica básica CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 46. ed São Paulo: Nacional, 2005. GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 24. ed Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004. BARRETO, Antonio; SETTE, Graça; TRAVALHA, Marcia; ROZÁRIO, Starling. Para ler o mundo: Português: Língua, Literatura e Produção de Textos: Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2007. 36 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica complementar CEGALLA, Domingos Paschoal. Nova minigramática da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008. KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. OLIVEIRA, Édson de. Todo o mundo tem dúvidas, inclusive você: português. 6. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2001. TUFANO, Douglas (org.). Antologia do conto brasileiro: do romantismo ao modernismo. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2006. Redação Jornalística II (60 h) Produção de textos noticiosos. Os diversos ângulos da notícia. Reportagem: visão investigativa e interpretativa para elaboração da notícia em profundidade. Referência bibliográfica básica LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 4ª edição, 2004. NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Ed. Contexto, 7ª edição, 2007. SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de Reportagem, Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. Referência bibliográfica complementar AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra - Luzzatto. 1996. DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. São Paulo: Summus, 3ª edição. 1990. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p. (Fundamentos; 16) ISBN 9788508015054 LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p. (Princípios; 29) ISBN 850810359x 37 Projeto Pedagógico de Curso LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8. ed. São Paulo: Ática, 2008. 94p. (Princípios) ISBN 9788508102273 Ética e Cidadania na imprensa (30 h) Ética profissional e o código de Ética dos jornalistas. Legislação aplicada ao exercício da atividade jornalística e aos meios de comunicação. As funções sociais inerentes ao jornalismo e aos meios de comunicação. Conceitos de cidadania e integração social. Referência bibliográfica básica TÓFOLI, Luciene. Ética no jornalismo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. 143p. (Ética nas profissões) BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. 249p. PAIVA, Raquel; DINES, Alberto. Ética, cidadania e imprensa. Rio de Janeiro: Mauad, 2002. 199p. Referência bibliográfica complementar CHRISTOFOLETTI, Rogério. Ética no jornalismo. São Paulo, SP: Contexto, 2008. 121p. GOMES, Mayra Rodrigues. Ética e jornalismo: uma cartografia dos valores. 2.ed São Paulo: Escrituras, 2004. 93p. (Ensaios transversais) KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo na era virtual: ensaios sobre o colapso da razão ética. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2005. 143 p. KARAM, Francisco José. Jornalismo, ética e liberdade. 3.ed São Paulo: Summus, 1997. 147p. (Novas buscas em comunicação54) ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco: texto integral. São Paulo: MClaret, 2007. 240p. Constituição da República, qualquer edição, desde que atualizada. Lei nº 5.250, de 09/02/1967 - Lei de Imprensa, podendo ser obtida na internet, através do sítio www.planalto.gov.br; Código de Ética do Jornalista Brasileiro, podendo ser obtido na internet, através do sítio www.autor.org.br/debate/eticafenaj.htm; 38 Projeto Pedagógico de Curso Sociologia da Comunicação (60 h) Os paradigmas clássicos da Sociologia. A comunicação na sociedade. A sociedade da comunicação. Os paradigmas científicos das pesquisas sociológicas em comunicação social. (paradigma estrutural-funcionalista, paradigma Marxista da pesquisa crítica, a perspectiva da escola de Frankfurt, a perspectiva Gramsciana.) Referência bibliográfica básica HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 220 p. BRETON, Philippe; PROULX, Serge. Sociologia da comunicação. São Paulo: Loyola, 2002. 287p. MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. 2.ed Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. 350p. ISBN 8532616755 Referência bibliográfica complementar DAMATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. 6ªed. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. 350 p. TOURAINE, Alain. Crítica da modernidade. 7ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 431p. PORTO, Sérgio Dayrell. O jornal: da forma ao sentido. 2ª ed. Brasília: Ed. UnB, 2002. 587p. AMARAL, Luís. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra-D.C. Luzzatto, 1996. Webjornalismo I (60 h) As características do texto jornalístico na internet. Websites jornalísticos. Técnicas de redação adequadas às mídias digital e virtual. Trabalho de conclusão coletivo no formato website jornalístico publicado na internet. 39 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. 3. ed São Paulo: Contexto, 2009. 120 p. ISBN 8572442421 LEVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: Editora 34, 2005. PINHO, J. B.. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo: Summus, 2003. Referência bibliográfica complementar DIZARD, Wilson. A nova mídia - a comunicação de massa na era da informação. Trad. Edmond Jorge, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1997. LEVY, Pierre. A máquina universo: criação, cognição e cultura informática. São Paulo: Editora 34, 1999. LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2005. LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz. Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: Edicom, 2000. MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador: GJOL, Calandra, 2003. NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. Design Gráfico I (60 h) Conceito de artes gráficas. Prática no tratamento de imagens digitais. Aquisição de conhecimento técnico através de softwares específicos. Referência bibliográfica básica COLLARO, Antonio Celso. Produção gráfica: arte e técnica da mídia impressa. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2007. 155p. ISBN 9788576051251 RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 10. Ed.Atual Brasília: L. G. E, 2007. 498p. ISBN 857238037X HELLER, Steven. Linguagens do design: compreendendo o design gráfico. São Paulo: Rosari, 2007. 452p. (Fundamentos do design ) ISBN 9788588343474 40 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica complementar AZEVEDO, Wilton. O que é design. 3. Ed São Paulo: Brasiliense, 1991. 92 p. ISBN 8511012117 WHITE, Jan V. Edição e design: para designers, diretores de arte e editores: o guia clássico para ganhar leitores. 2. ed. São Paulo: JSN,, 2006. 247 p. ISBN 8585985178 VIEIRA, Anderson da Silva, Adobe InDesign CS2: guia prático e visual. Rio de Janeiro: Alta Books, 2005. 174 p. ISBN 8576080893 SAMARA, Timothy. Grid: construção e desconstrução. São Paulo: CosacNaify, 2007. 207 p. ISBN 9788575036297 LUPTON, Ellen; STOLARSKI, André. Pensar com tipos: guia para designers, escritores, editores e estudantes. São Paulo: CosacNaify, 2009. 181 p. ISBN 9788575035535 WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: noções básicas de planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995. 144p. ISBN 8585642408 3º Semestre Língua Portuguesa III (30 h) Produção textual. Interpretação de temas. Seminários a partir de leituras de artigos científicos e livros. Práticas de discursos: argumentação e persuasão. Coesão e coerência textual. Subordinação e coordenação ( regras gerais). Gêneros textuais jornalísticos. Referência bibliográfica básica ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2007. CARONE, Flávia de Barros. Subordinação e coordenação: confrontos e contrastes. 6. ed. 6. imp. São Paulo: Ática, 2006. CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 16. ed. 5. imp. São Paulo: Ática, 2007. 41 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica complementar AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica. Descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmicos. 12. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. BAZERMAN, Charles; DIONISIO, Ângela Paiva; HOFFNAGEL, Judith Chambliss. Gêneros textuais, tipificação e interação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 10. ed. São Paulo: Ática, 2005. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Sciliar. Português instrumental. 27. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Redação Jornalística III (30 h) Gêneros interpretativos e opinativos: editorial, comentário, artigo, resenha, coluna, carta, crônica, crítica, análise. Estilo e autoria na produção jornalística contemporânea. Exercício de confecção de textos. Referência bibliográfica básica DINES, Alberto. O papel do Jornal – uma releitura. Summus editorial. MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. 2a. ed. rev. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994. MELO, José Marques de. Jornalismo Opinativo. Editora Mantiqueira. 2003. LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. Ed. Ática. 1985. Referência bibliográfica complementar DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. Vol 2. Summus editorial: São Paulo, 1990. NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2006. AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra - Luzzatto. 1996. DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. São Paulo: Summus, 3ª edição. 1990. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p. (Fundamentos ; 16) ISBN 9788508015054 42 Projeto Pedagógico de Curso LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p. (Princípios ; 29) ISBN 850810359x LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8. ed. São Paulo: Ática, 2008. 94p. (Princípios) ISBN 9788508102273 Teoria e Crítica do Jornalismo (60 h) As fronteiras do objetivo e o subjetivo. O texto jornalístico como enunciação do fato. Poder Opinião Pública e Jornalismo. As categorias e a interpretação e opinião no texto jornalístico. O conceito de noticiabilidade. A identificação dos valores-notícia. As teorias: agenda–seting, a espiral, do silêncio, conceito de gatekeeper e newsmaking. Análise da imprensa a partir das diferentes perspectivas históricas e o impacto das novas tecnologias. A objetividade jornalística. Os filtros jornalísticos. Referência bibliográfica básica TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: volume I: porque as notícias são como são. Florianópolis: Insular, 2004. DEFLEUR, Melvin L. (Melvin Lawrence); BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da comunicação de massa. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1993. 397p BELTRÃO, Luiz; QUIRINO, Newton de Oliveira. Subsídios para uma teoria da comunicação de massa. 3.ed São Paulo: Summus, 1986. 212 p. Referência bibliográfica complementar Antonio Hohlfeldt, Luiz C. Martino, Vera Veiga Franca. TEORIAS da comunicação: conceitos, escolas e tendências. 7.ed. especial Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. 309 p. ISBN 9788532626158 THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. 9. ed Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. 261 p. TRAQUINA, N. Teorias do jornalismo: volume II: a tribo jornalística: uma comunidade interpretativa transnacional. Florianópolis: Insular, 2005. SITE OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA. Artigos e críticas. Disponível em www.observatoriodaimprensa.com.br. 43 Projeto Pedagógico de Curso MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da comunicação. 10.ed São Paulo: Loyola, 2007. 227p. Webjornalismo II (60 h) Técnicas de redação adequadas à mídia virtual (internet). Trabalho de conclusão em equipe no formato website jornalístico publicado na internet. Referência bibliográfica básica FERRARI, Pollyaba. Jornalismo digital. 2ª ed, São Paulo: Contexto, 2004. LEVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: Editora 34, 2005. PINHO, J. B.. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo: Summus, 2003. Referência bibliográfica complementar DIZARD, Wilson. A nova mídia - a comunicação de massa na era da informação. Trad. Edmond Jorge, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1997. LEVY, Pierre. A máquina universo: criação, cognição e cultura informática. São Paulo: Editora 34, 1999. LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2005. LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz. Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: Edicom, 2000. MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador: GJOL, Calandra, 2003. NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Design Gráfico II (60h) Compreensão do conceito de transmissão de informação através do design de notícias/jornalismo visual. Análise dos componentes gráficos e das 44 Projeto Pedagógico de Curso estratégias que configuram a página de publicações impressas. Prática de editoração eletrônica de informativos e de edição do jornal do Curso de Jornalismo. Referência bibliográfica básica RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 10. ed. atual Brasília, DF: L. G. E, 2007. 498p. ISBN 857238037X DONDIS, Donis. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo, Martins Fontes, 2003 NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 7. ed São Paulo: Contexto, 2007. 174 p. Referência bibliográfica complementar GUIMARÃES, Luciano. As cores na Mídia. São Paulo: Anna Blume, 2003 HERNANDES, Nilton. A mídia e seus truques. Editora Contexto. São Paulo, 2006. HARRIS, Ray. Faça seu próprio jornal. Campinas, Papirus, 2006. 59p HELLER, Steven. Linguagem do design. São Paulo, Rosari, 2007. LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p SAMARA, Timothy, Grid-construção e descontrução. São Paulo, Cosaf naif, 2007 Técnicas de Reportagem e Entrevista ( 60h) Identificação de fontes e coleta de informações. Identificação de fontes e sistematização de dados. Conceito de entrevista. Limite e possibilidade da realização de entrevistas. Objetividade e neutralidade no fazer jornalístico. Técnica de reportagem para diferentes mídias. A edição e fechamento de um jornal impresso. Referência bibliográfica básica KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem, Vol. 3. Ática: São Paulo, 1995. ERBOLATO, Mario. Técnicas de Codificação em Jornalismo. Vol. 5. Ática: São Paulo, 1991. LAGE, Nilson. A reportagem: Teoria e Técnica de Entrevista e Pesquisa Jornalística. 4ª edição. Record: Rio de Janeiro, 2004. SODRÉ, Muniz; FERRARI, Maria Helena. Técnica de Reportagem: Notas sobre a narrativa jornalística. Vol. 2. Summus Editorial: São Paulo, 1998. 45 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica complementar MÜHLHAUS, Carla. Por trás da entrevista. Record Editorial: Rio de Janeiro, 2007. DIMENTEIN, Gilberto, KOTCHO Ricardo. A aventura da reportagem. Summus editorial: São Paulo, 1990. PERY, Cotta. Jornalismo teoria e prática. Vol. 1. Rio de Janeiro: Rubio: 2005. GOMES, Mayara Rodrigues. Ética e Jornalismo. São Paulo: Editora Ensaio Transversal, 2004. 4º Semestre Radiojornalismo I (60 h) Redação e locução de textos radiojornalísticos. Coleta de dados e sistematização da reportagem no rádio. Formatação, produção e apresentação de programas, incluindo práticas de entrevistas. Edição radiojornalística. Referência bibliográfica básica JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Editora Contexto, 2004. ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus Editorial, 1985. BARBEIRO, Heródoto e LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de Radiojornalismo: produção, ética e internet. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Referência bibliográfica complementar FERRARETO, Luiz Artur. Rádio - O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 2000. LAGE, Nilson. Estrutura da Notícia. São Paulo: Ática, 2006. MACHADO, Agilmar; TORRES, Osvaldo. História da comunicação no sul de Santa Catarina. 1ª Ed. Criciúma: BTC Comunicação, 2000. MEDITSCH, Eduardo (org.). Teorias do Rádio- textos e contextos. Volume I. Florianópolis: Insular, 2005. PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de jornalismo. São Paulo: Panda, 2006. 138p. 46 Projeto Pedagógico de Curso Telejornalismo I (60 h) Produção de textos televisivos. Elaboração de matérias. Noções de Reportagem, entradas ao vivo, apresentação de telejornal. Referência bibliográfica básica BISTANE, Luciana, BACELLAR, Luciane. Jornalismo de TV. 2 Ed. São Paulo: contexto, 2006 VILLELA, Regina. Profissão: Jornalista de TV. Telejornalismo aplicado na na Era Digital. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. Ltda, 2008. BUCCI, Eugênio. Brasil em tempo de TV. São Paulo: Boitempo Editorial, 2005. 182p. Referência bibliográfica complementar BECKER Beatriz- A Linguagem do Telejornal: um estudo da cobertura dos 500 anos do descobrimento do Brasil. E-papers Serviços Editoriais, 2005 segunda edição BRENNAND, Edna. Televisão digital interativa: reflexos, sistemas e padrões. SP: Ed. Mackenzie; 2007 JOST, François. 6 lições sobre a televisão. Porto Alegre: Sulina, 2004, 174 p. PATERNOSTRO, Vera Íris. O texto na TV: manual de telejornalismo. 2 ed- Rio de Janeiro: Elsevier, 2006 Ciências Ambientais (60 h) Conceitos de meio ambiente. Estudos da legislação ambiental no Brasil. A nova ordem de relacionamento comercial entre países em decorrência do avanço da consciência ambiental. O SISNAMA. Aspectos ambientais relevantes. Avaliação de impactos ambientais. Licenciamento ambiental. Competitividade e Maio Ambiente. Princípios do desenvolvimento sustentável. 47 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica BOAS, Sérgio Vilas (org.) FORMAÇÃO & informação ambiental: jornalismo para iniciados e leigos. São Paulo: Summus, 2004. 201 p. BUENO, Wilson da Costa. Comunicação, jornalismo e meio ambiente: teoria e pesquisa. São Paulo: Mojoara Editorial, 2007. 199p. TRIGUEIRO, André. Mundo sustentável - Abrindo espaço na mídia para um planeta em transformação, 302p., Editora Globo, São Paulo, 2005. THEODORO, Suzi Huff. Conflitos e uso sustentável dos recursos naturais. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. 343p. Referência bibliográfica complementar Executive Intelligence Review. A máfia verde : o ambientalismo a serviço do governo mundial. 7.ed Rio de Janeiro: Capax Dei, 2004. 316 p. PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo. Meio ambiente, direito e cidadania. São Paulo: USP, Signus, 2002. 358p. PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri, SP: Manole, 2009. 878 p. BRASIL. Lei 6.938. Diário Oficial da União: Brasília, 02/09/1981. ________. Resolução Conama Nº 001. Diário Oficial da União: Brasília, 17/02/1986. ________. Resolução Conama Nº 009. Diário Oficial da União: Brasília, 03/12/1987. ________. Constituição da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da União: Brasília, 05/10/1988. ________. Decreto Federal 99.274. Diário Oficial da União: Brasília, 07/06/1990. Teoria e Metodologia da Comunicação I (60 h) Paradigmas teórico-metodológicos da pesquisa em comunicação. As diversas formas de comunicação humana. Comunicação e cultura. Conceitos e elementos constitutivos da comunicação. Semiótica e análise dos discursos midiáticos. Formas e modelos de comunicação de massa. 48 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica BELTRÃO, Luiz et alli. Subsídios para uma Teoria da Comunicação de Massa. São Paulo: Summus, 1986. 3.ed. DE FLEUR, Melvin & BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993. MEUNIER, Jean Pierre; PÉRAYA, D. Introdução às teorias da comunicação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. Referência bibliográfica complementar LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Loyola, 2003. 7. Ed. DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2005 . SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. ______; NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 4. ed São Paulo: Iluminuras, 2005. MATTELART, Armand; MATTELART, Michèle. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, 2007. Projeto Experimental I (60 h) Pesquisa individual com apresentação em suporte gráfico. (periódico impresso) Referência bibliográfica básica LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8. ed. São Paulo: Ática, 2008. 94p NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 7. ed São Paulo: Contexto, 2007. 174 p. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p Referência bibliográfica complementar DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. 8. ed São Paulo: Summus, c1986. 157p. KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português. Rio de 49 Projeto Pedagógico de Curso Janeiro: Nova Fronteira, 2002. 275p LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. 6.ed São Paulo: Ática, 2006. 78p. RABAÇA, Carlos Alberto.; BARBOSA, Gustavo Guimarães. Dicionário de comunicação. 4.ed., rev. e atual São Paulo: Elsevier; Campus, 2005. 795p. Atividades Complementares I (150h) Atividades interdisciplinares sob a forma de congressos, palestras, conferências, pesquisas, trabalhos voluntários e visitas técnicas. Referência bibliográfica básica Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas. Referência bibliográfica complementar Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas. 5º Semestre Radiojornalismo II (120 h) Radiojornalismo direcionado a públicos-alvos na internet. Sistematização e formatação de conteúdos para websites de emissoras de rádio. Novas tecnologias no meio radiofônico. Trabalho de conclusão individual ou em equipe no formato website radiofônico publicado na internet. 50 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. 2. ed São Paulo: Contexto, 2004. ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus Editorial, 1985. PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de Jornalismo. São Paulo: Ed. Panda, 2000. MELO, José Marques de. Jornalismo Opinativo: Gêneros opinativos no jornalismo brasileiro. Campos do Jordão (SP): Mantiqueira, 2003. Referência bibliográfica complementar BARBEIRO, Heródoto e LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de Radiojornalismo: produção, ética e internet. Rio de Janeiro: Campus, 2001. FERRARETO, Luiz Artur. Rádio - O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 2000. JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Editora Contexto, 2004. LAGE, Nilson. Estrutura da Notícia. São Paulo: Ática, 2004. MACHADO, Agilmar; TORRES, Osvaldo. História da comunicação no sul de Santa Catarina. 1ª Ed. Criciúma: BTC Comunicação, 2000. MEDITSCH, Eduardo (org.). Teorias do Rádio- textos e contextos. Volume I. Florianópolis: Insular, 2005. Teoria e Metodologia da Comunicação II (60 h) As teorias de controle social. Comunicação e psicologia, comunicação e sociedade, comunicação e poder. A indústria cultural americana. As teorias críticas . A Escola de Frankfurt e seus principais teóricos. A questão do cativeiro da razão, a questão da dupla face da cultura e a questão do Estado. Comunicação e ação comunicativa, a comunidade ideal de comunicação. O Marxismo crítico de Walter Benjamin. As teorias desenvolvimentistas da comunicação. Referência bibliográfica básica BELTRÃO, Luiz et alli. Subsídios para uma Teoria da Comunicação de Massa. São Paulo: Summus, 1986. 3.ed. LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: 51 Projeto Pedagógico de Curso Loyola, 2003. 7. Ed. MATTELART, Michele e Armand. História das Teorias da Comunicação. São Paulo: Loyola, 1999. 7. Ed. Referência bibliográfica complementar DE FLEUR, Melvin & BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993. SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. POLISTCHUK, Ilana. Teorias da Comunicação: o pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. THOMPSON, J.B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. Produção e Edição em TV (60 h) Produção, roteirização, direção e edição de vídeos, documentários e programas jornalísticos. Referência bibliográfica básica BISTANE, Luciana, BACELLAR, Luciane. Jornalismo de TV. 2 Ed. São Paulo: contexto, 2006 PATERNOSTRO, Vera Iris. O texto na TV: manual do telejornalismo 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006 VILLELA, Regina. Profissão: Jornalista de TV. Telejornalismo aplicado na Era Digital. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. Ltda, 2008 Referência bibliográfica complementar BECKER Beatriz- A Linguagem do Telejornal: um estudo da cobertura dos 500 anos do descobrimento do Brasil. E-papers Serviços Editoriais, 2005 segunda edição BRENNAND, Edna. Televisão digital interativa: reflexos, sistemas e padrões. SP: Ed. Mackenzie; 2007 BUCCI Eugênio. Brasil em tempo de TV. Bom Tempo editorial. 2005 182 p. 52 Projeto Pedagógico de Curso HAMBURGUER Esther- A TV aos 50. Criticando a televisão brasileira no seu cinquentenário . JOST, François. 6 lições sobre a televisão. Porto Alegre : Sulina, 2004, 174 p. JÚNIOR, Juvenal. Imprensa Escrita e Telejornal. São Paulo UNESP, 2004 SQUIRRA, Sebastião, Carlos. Aprender Telejornalismo, produção e técnica. São Paulo: Brasiliense, 2004 Projeto Experimental II ( 60 h) Pesquisa individual ou em dupla, com apresentação em suporte acústico (áudio) para veiculação em rádio ou distribuição na web, publicada na internet como acervo online do curso de jornalismo da Faculdade Satc. Referência bibliográfica básica JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4ª Ed. São Paulo: Ática, 2005. FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. Referência bibliográfica complementar AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1996. MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador: GJOL; Calandra, 2003. FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. 3ª Ed. São Paulo: Contexto, 2008. ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus Editorial, 1985. PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de Jornalismo. São Paulo: Ed. Panda, 2000. 53 Projeto Pedagógico de Curso 6º Semestre Telejornalismo II (120 h) Dos primórdios no registro fotográfico, passando pelos cinejornais, documentários e reportagens, do cinema para televisão, para a internet e para as novas tecnologias. História, crítica e roteiro, técnicas de produção e edição de documentários ou reportagens, sistematização e formatação de conteúdos audiovisuais para websites . Estudo da recepção-interação do público na internet. Trabalhos de conclusão individuais ou em equipes em produção textual históricocrítica do telejornalismo e a realização de audiovisuais de documentários ou reportagens a serem publicados na internet no formato website. Referência bibliográfica básica DA-RIN, Silvio. Espelho partido: tradição e transformação do documentário. 4. ed Rio de Janeiro: Azougue, 2008. 247 p. LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. 189p. TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (Org.), Documentário no Brasil - Tradição e Transformação, São Paulo: Summus, 2004. BISTANE, Luciana. BACELLAR, Luciane. Jornalismo de TV. 2 Ed. São Paulo: contexto, 2006 FERRARI, Pollyaba. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2009. LEVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: Editora 34, 2005. Referência bibliográfica complementar CASTRO, Maria Lília Dias de (Org.); DUARTE, Elizabeth Bastos (Org.), Televisão: entre o mercado e a academia. Porto Alegre: Sulina, 2006. FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. xvii, 223 p. LABAKI, Amir. É tudo verdade: reflexões sobre a cultura do documentário. São Paulo: Francis, 2005. LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e 54 Projeto Pedagógico de Curso vídeo. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2004. MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna, 1992. NOGUEIRA, Lisandro. O autor na televisão. Goiânia: UFG/ São Paulo: EDUSP, 2002. PATERNOSTRO, Íris. Telejornalismo: O texto na TV. Summus Editorial: Rio de Janeiro, 2001. RAMOS, Fernão pessoa. Mas afinal... O que é mesmo documentário? São Paulo: Editora do SENAC, 2008. BRENNAND, Edna; LEMOS, Guido. Televisão digital interativa: reflexões, sistemas e padrões. São Paulo: Mackenzie, 2007. 175, [1]p. DIZARD, Wilson. A nova mídia - a comunicação de massa na era da informação. Trad. Edmond Jorge, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2000. LEVY, Pierre. A máquina universo: criação, cognição e cultura informática. São Paulo: Editora 34, 1999. LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2005. LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz. Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: Edicom, 2000. MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador: GJOL, Calandra, 2003. NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. 2. ed São Paulo: Companhia das Letras, 2003. 231p. PINHO, J. B.. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo: Summus, 2003. Teoria e Metodologia da Comunicação III (60 h) Hipótese do “agenda setting”. Os conceitos de multidão, público e opinião pública nos estudos da comunicação. A sociedade do consumo e do espetáculo. Estética e cultura de massa. A sociedade da informação do conhecimento. Crítica da comunicação social. 55 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica BELTRÃO, Luiz et alli. Subsídios para uma Teoria da Comunicação de Massa. São Paulo: Summus, 1986. 3.ed. DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2005 . LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Loyola, 2003. 7. Ed. Referência bibliográfica complementar POLISTCHUK, Ilana. Teorias da Comunicação: o pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. THOMPSON, J.B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8.ed.São Paulo: Ática, 2008. 94p .(Princípios) DE FLEUR, Melvin & BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993. SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2008. 186 p. Marketing & Mídia (60 h) Análise e estratégias de marketing. Novas tendências de marketing e seus segmentos. Planejamento e assessoria de marketing com foco na mídia. Referência bibliográfica básica COBRA, Marcos. Administração de marketing no Brasil. São Paulo: Cobra Editora, 2003. DIAS, Sérgio Roberto (Coord.). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, 2003. KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. São Paulo: Ediouro, 2009. 303 p. Referência bibliográfica complementar ALLEN, Cliff; KANIA, Deborah; YAECKEL, Beth. Marketing one-to-one na WEB. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. xxv, 384 p. ISBN 853461475X 56 Projeto Pedagógico de Curso CHURCHILL JR., Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing : criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2005. 626p. ISBN 8502030108 FIORE, Frank. E-marketing estratégico. São Paulo: Makron Books, 2001. 306 p. ISBN 8534613702 KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. ed São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 xxii, 750p. ISBN 8576050013 (broch.) ROCHA, Angela da; CHRISTENSEN, Carl H. (Carl Huish). Marketing : teoria e prática no Brasil. 2.ed São Paulo: Atlas, 1999. 284p. ISBN 8522420718 Projeto Experimental III (60 h) Pesquisa individual ou em dupla com apresentação em suporte audiovisual (vídeo) para veiculação em TV ou distribuição na web, publicada na internet como acervo online do curso de jornalismo da Faculdade Satc. Referência bibliográfica básica DA-RIN, Silvio. Espelho partido: tradição e transformação do documentário. 4. ed Rio de Janeiro: Azougue, 2008. 247 p. LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. 189p. TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (Org.), Documentário no Brasil - Tradição e Transformação, São Paulo: Summus, 2004. Referência bibliográfica complementar CASTRO, Maria Lília Dias de (Org.); DUARTE, Elizabeth Bastos (Org.), Televisão: entre o mercado e a academia. Porto Alegre: Sulina, 2006. FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. xvii, 223 p. LABAKI, Amir. É tudo verdade: reflexões sobre a cultura do documentário. São Paulo: Francis, 2005. LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e vídeo. 2. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, 2007. 205 p. MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo: Moderna, 57 Projeto Pedagógico de Curso 1992. NOGUEIRA, Lisandro. O autor na televisão. Goiânia: UFG/ São Paulo: EDUSP, 2002. PATERNOSTRO, Íris. Telejornalismo: O texto na TV. Summus Editorial: Rio de Janeiro, 2001. RAMOS, Fernão Pessoa. Mas afinal... O que é mesmo documentário? São Paulo: Editora do SENAC, 2008. 7º Semestre Assessoria de Imprensa (60 h) Conhecimento geral sobre assessoria de comunicação. Atividades desempenhadas pela assessoria de comunicação. A função da assessoria de comunicação nas organizações. Relação assessoria de comunicação, mercado e sociedade. Assessoria de comunicação e ética. Assessoria de comunicação em organizações públicas, privadas e da sociedade civil. A prática em assessoria de comunicação. Referência bibliográfica básica CASSIANO, Angela; SMANIOTTO, Suze. 20 anos de boas notícias: práticas de assessoria de imprensa. São Paulo: Sá; 2002. 160 p. CARVALHO, Claudia; REIS, Léa Maria Aarão. Manual Prático de Assessoria de Imprensa São Paulo : Campus, 2009. FERRARETO, Elisa K.. FERRARETTO, Luiz Artur. Assessoria de Imprensa: Teoria e Prática. 5 ed. Revista e atualizada. São Paulo : Summus, 2009. Referência bibliográfica complementar CHINEM, Rivaldo. Assessoria de imprensa: como fazer. São Paulo : Summus, 2005. DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mídia. 3. 58 Projeto Pedagógico de Curso ed. São Paulo: Contexto, 2007. REGO, Francisco Gaudêncio Torquato do. Comunicação empresarial, comunicação institucional: conceitos, estratégias, sistemas, estrutura, planejamento e técnicas. 6. ed São Paulo, SP: Summus, 1986. 182 p. VIEIRA, Roberto Fonseca. Comunicação organizacional: gestão de relações públicas. Rio de Janeiro: Mauad, 2004. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - ABERJE. Casos para estudo e artigos. Disponível em: www.aberje.com.br. Jornalismo Político (60 h) Prática e técnica de cobertura jornalística no setor Político. Análise da cobertura política na imprensa nacional. Doutrinas políticas. Pesquisas eleitorais. Partidos políticos. Sistemas eleitorais. Reportagem política. Referência bibliográfica básica SEABRA, Roberto; SOUSA, Vivaldo de. Jornalismo político: Teoria, história e técnica. Rio de Janeiro: Record, 2006. MARTINS, Franklin. Jornalismo político. São Paulo: Contexto, 2008. KOTSCHO, Ricardo. Do golpe ao Planalto: Uma vida de repórter. São Paulo: Cia das Letras, 2006 Referência bibliográfica complementar SCHMITT, Rogério. Partidos políticos no Brasil - 1945-2000. São Paulo: Jorge Zahar, 2000. NICOLAU, Jairo. História do voto no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. GUARESCHI, Pedrinho A. Comunicação e poder: a presença e o papel dos meios de comunicação de massa estrangeiros na América Latina. 13 ed., Petrópolis, RJ, Vozes, 2001, 88p. MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. 2ª Ed. Petrópolis: Vozes, 1999. 350p. 59 Projeto Pedagógico de Curso Consultoria em Comunicação (60 h) Estratégias de integração entre assessoria e planejamento. Conceito de Media Training Cultura organizacional e posicionamento mercadológico. Arquitetura da imagem institucional. Referência bibliográfica básica ASSAD, Nancy Alberto. PASSADORI, Reinaldo. Media Training: Como construir uma comunicação eficaz com a imprensa e a sociedade. São Paulo: Gente, 2009. LUCAS, Luciane (org.). Media Training: Como agregar valor ao negócio melhorando a relação com a imprensa. São Paulo: Summus, 2007. MARCHIORI, Marlene. Cultura e Comunicação Organizacional: um olhar estratégico sobre a organização. São Caetano do Sul: Difusão, 2006. Referência bibliográfica complementar FREITAS, Maria Ester de. Cultura organizacional: Identidade, sedução e carisma? 5. Ed.Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. RIES, Al. TROUT, Jack. Posicionamento: A batalha pela sua mente. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001. TORQUATO, Gaudêncio. Cultura, poder, comunicação e imagem: fundamentos da empresa. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. 278 p. REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Comunicação empresarial, comunicação institucional: conceitos, estratégias, sistemas, estrutura, planejamento e técnicas. São Paulo: Summus, 1986. VIANA, Francisco. Comunicação empresarial de A a Z: temas úteis para o cotidiano e o planejamento estratégico. São Paulo: Cla, 2004. Direito Público e Privado (60 h) Elementos introdutórios da teoria geral de direito. Estudo das normas e princípios fundamentais do direito público e do direito privado, e, dos principais institutos que compõem o ordenamento jurídico nacional. Apresentação do Estado 60 Projeto Pedagógico de Curso nas suas relações de direito interno e internacional, de direito público e de direito privado. Referência bibliográfica básica SEABRA, Roberto; SOUSA, Vivaldo de. Jornalismo político: Teoria, história e técnica. Rio de Janeiro: Record, 2006. MARTINS, Franklin. Jornalismo político. São Paulo: Contexto, 2008. KOTSCHO, Ricardo. Do golpe ao Planalto: Uma vida de repórter. São Paulo: Cia das Letras, 2006 Referência bibliográfica complementar SCHMITT, Rogério. Partidos políticos no Brasil - 1945-2000. São Paulo: Jorge Zahar, 2000. NICOLAU, Jairo. História do voto no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. GUARESCHI, Pedrinho A. Comunicação e poder: a presença e o papel dos meios de comunicação de massa estrangeiros na América Latina. 13 ed., Petrópolis, RJ, Vozes, 2001, 88p. MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. 2ª Ed. Petrópolis: Vozes, 1999. 350p. Tópicos Intercomunicacionais I (60 h) Disciplina com oferta variada e opcional de conteúdos programáticos sob permanente atualização. Atualmente a disciplina oferece a oportunidade de desenvolver o aprendizado prático do que foi tratado em sala de aula nos semestres anteriores em disciplinas variadas. A atuação acontece através da prática laboratorial, estimulando a produção de reportagens, entrevistas programas televisivos e de rádio para portal de notícias do curso. Referência bibliográfica básica JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4. ed São Paulo: Ática, 2007. 80p. 61 Projeto Pedagógico de Curso VILLELA, Regina. Profissão: jornalista de TV: telejornalismo aplicado na era digital. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2008. Referência bibliográfica complementar AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra - Luzzatto. 1996. DIMENSTEIN, Gilberto e KOTSCHO, Ricardo. A aventura da reportagem. São Paulo: Summus, 3ª edição. 1990. LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz. Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: EDICON, 2000. NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo:Companhia das Letras,1995. PINHO J B., Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo:Summus, 2003. Libras (30 h) - Optativa Aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais Brasileira Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais; Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial. Referência bibliográfica básica QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 221 p. ISBN 9788536303086 HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. 352 p. ISBN 9788538004929 ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de; DUARTE, Patrícia Moreira. Atividades Ilustradas em Sinais de Libras. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Revinter Ltda, 2004. Referência bibliográfica complementar GESSER, Audrei. Libras? - Que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009. 87 p. ISNB: 8579340012 62 Projeto Pedagógico de Curso REIS, Benedicta A. Costa dos. SEGALA, Sueli Ramalho. ABC em Libras. 32 p. São Paulo: Panda Books, 2009. ISBN: 9788578880026. BAYLEY, Harold. A linguagem perdida do simbolismo: um estudo sobre a origem de certas letras, palavras, nomes, contos de fadas, folclores e mitologias. São Paulo: Cultrix, 2005. 336p. ISBN 8531609186 (broch.) LACERDA. Interprete de libras em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. São Paulo: Mediação, 2009. 96p. 8º Semestre Jornalismo Econômico (60 h) A sistemática da cobertura jornalística na área econômica. As técnicas e estratégias de reportagem utilizadas nesse campo. Os desafios do jornalismo econômico. Organização e funcionamento do jornalismo econômico no Brasil e no mundo. Referência bibliográfica básica MANKIW, N. Gregory. Macroeconomia. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 457 p. MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia: edição compacta. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 575 p. SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações. 6. ed São Paulo: Atlas, 2008. 186p. Referência bibliográfica complementar KRUGMAN, Paul; OBSTFELD, Maurice; MORI, Rogério; GALA, Paulo. Economia internacional. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 554 p PARKIN, Michael; YAMAGAMI, Cristina. Economia. 8. ed São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. 814 p. GREMAUD, Amaury Patrik. Economia brasileira contemporânea. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 659 p. CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de 63 Projeto Pedagógico de Curso investimentos: matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. 10. ed São Paulo: Atlas, 2007. 468 p. Jornalismo & Mercado (60h) Novos nichos de mercado. Publicações segmentadas. Conceito de administração aplicada às organizações jornalísticas. Estrutura e técnicas administrativas específicas: jornais, rádio, televisão, revistas, cinema e outros. Organizações de diferentes empresas jornalísticas – Redação e oficinas – Recursos humanos e físicos.Questões mercadológicas: mercado, distribuição, comercialização e promoção. Referência bibliográfica básica MARCHIORI, Marlene. Cultura e Comunicação Organizacional: um olhar estratégico sobre a organização. São Caetano do Sul: Difusão, 2006. RIES, Al. TROUT, Jack. Posicionamento: A batalha pela sua mente. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001. TORQUATO, Gaudêncio. Cultura, poder, comunicação e imagem: fundamentos da nova empresa. São Paulo: Pioneira, 1991. VIANA, Francisco. Comunicação empresarial de A a Z: temas úteis para o cotidiano e o planejamento estratégico. São Paulo:Cla, 2004. Referência bibliográfica complementar VIEIRA, Roberto Fonseca. Comunicação organizacional: gestão de relações públicas. Rio de Janeiro: Mauad, 2004. Hashimoto, Marcos. Lições de Empreendedorismo. São Paulo:Manole, 2009. ALESSIO, Nelson. Empreendedorimo: as regras do jogo: como os empreendedores mais dinâmicos do mundo alcançaram o topo. São Paulo: Nobel, 2009. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - ABERJE. Casos para estudo e artigos. Disponível em: www.aberje.com.br. NEGÓCIO CERTO - SEBRAE. Programa de Autoatendimento. Disponível em: www.negociocerto.sebrae.com.br/ 64 Projeto Pedagógico de Curso Tópicos Intercomunicacionais II (60h) Disciplina com oferta variada e opcional de conteúdos programáticos sob permanente atualização. O enfoque neste semestre será o Jornalismo Esportivo, englobando os aspectos sobre a cobertura jornalística, abrangendo o texto na editoria de esportes, a produção e a apresentação de programas esportivos. Referência bibliográfica básica BARBEIRO, Heródoto e RANGEL, Patrícia. Manual do Jornalismo Esportivo. São Paulo: Contexto, 2006. COELHO, Paulo Vinícius. Jornalismo esportivo. 3.ed São Paulo: Contexto, 2009. 120p. GALEANO, Eduardo H.; NAPOMUCENO, Eric; BRITO, Maria do Carmo. Futebol: ao sol e à sombra. Porto Alegre: L&PM, 2010. 235 p. Referência bibliográfica complementar HERNANDES, Nilton. A mídia e seus truques: o que jornal, revista, tv, rádio e internet fazem para captar e manter a atenção do público. São Paulo: Contexto, 2006. 278 p. ARAÚJO, Flávio. O rádio, o futebol e a vida. São Paulo: Ed. Senac São Paulo, 2001. 301 p. A VIDA com a TV: o poder da televisão no cotidiano. 2. ed. São Paulo: Ed. SENAC, 2005. 280 p. JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004. 156 p. Projeto Experimental IV (60h) Realização de pesquisa sobre campo teórico e prático e seus desdobramentos em torno da comunicação. Apresentação em forma de monografia. 65 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica básica SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. 4. ed Rio de Janeiro: Mauad, 2004. AUMONT, Jacques. A imagem. 15. ed. Campinas: Papirus, 2004. 331 p. FERRARETTO, Elisa Kopplin. Assessoria de imprensa: teria e prática. 5. ed., rev. atual. São Paulo: Summus, 2009. 157 p. Referência bibliográfica complementar AMARAL, Luiz. Jornalismo: matéria de primeira página. 6. ed., atual. e aument. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2008. 160 p. BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica: história da imprensa brasileira. 5. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2009. 443 p. MEDINA, Cremilda de Araújo. Notícia, um produto à venda: jornalismo na sociedade urbana e industrial. 2. ed. Sao Paulo: Summus, 1988. BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à internet. 2. ed., rev. ampl. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2006. 377 p. HISTÓRIA do cinema mundial. 5. ed. Campinas: Papirus, 2009. 432 p. A VIDA com a TV: o poder da televisão no cotidiano. 2. ed. São Paulo: Ed. SENAC, 2005. 280 p. MARTINHO, Luís Mauro Sá. Estética da comunicação: da consciência comunicativa ao eu digital. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. 213 p. NARRATIVAS midiáticas contemporâneas. Porto Alegre: Sulina, 2006. 206 p. Prática em Laboratório (60h) Prática nos segmentos midiáticos, realizada em setores da instituição e no Núcleo Multimídia. Produção de matérias jornalísticas nos veículos da entidade. Referência bibliográfica básica JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 4ª Ed. São Paulo: Ática, 2007. VILLELA, Regina. Profissão: jornalista de TV: telejornalismo aplicado na era digital. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2008. 66 Projeto Pedagógico de Curso Referência bibliográfica complementar AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1996. LOPES, Dirceu Fernandes; COELHO SOBRINHO, José; PROENÇA, José Luiz. Edição em jornalismo eletrônico. São Paulo: EDICON, 2000. MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos. Modelos de jornalismo digital. Salvador: GJOL; Calandra, 2003. FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. 3ª Ed. São Paulo: Contexto, 2008. FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. Atividades Complementares I I (150h) Atividades interdisciplinares sob a forma de congressos, palestras, conferências, pesquisas, trabalhos voluntários e visitas técnicas. Referência bibliográfica básica Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas. Referência bibliográfica complementar Esta disciplina não necessita de referências bibliográficas. 3.4. Projetos Experimentais A realização dos projetos experimentais poderá ser individual ou em grupo, dependendo da natureza do projeto, com equivalência de quatro (04) créditos para cada um. Cada Projeto Experimental, do I ao III, terá um professor responsável pelo acompanhamento do mesmo. Cabe a este professor indicar e acompanhar os professores orientadores que farão à orientação individual ou do grupo, conforme o caso. Cada professor poderá orientar no máximo cinco projetos, a forma de apresentação destes projetos será definida pelo colegiado do curso. 67 Projeto Pedagógico de Curso A avaliação destes projetos será feita pelo grupo de professores orientadores juntamente com o professor responsável da disciplina. Para estas disciplinas especificamente não há prova de recuperação. Com o objetivo de melhorar a qualidade dos projetos de rádio (Projeto Experimental II) e TV (Projeto Experimental III), estes serão desenvolvidos de forma concomitante as disciplinas de Rádiojornalismo II e Telejornalismo II, respectivamente. Desta forma o professor das disciplinas de Radiojornalismo II e Telejornalismo II fará uma co-orientação destes projetos. No Projeto Experimental IV será desenvolvido uma pesquisa de caráter científico, que resultará numa monografia. Esta monografia terá apresentação pública e será avaliado por banca especialmente constituída para este fim. Será adotado o mesmo principio de orientação dos demais projetos experimentais. Independente do caráter do projeto, fica assegurada a orientação dos mesmos garantindo assim pelo menos um encontro semanal entre acadêmicos e orientadores. 68 Projeto Pedagógico de Curso 4 4.1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO Coordenação A Coordenação de Curso é um órgão técnico-pedagógico a quem cabe planejar, organizar, coordenar, supervisionar, avaliar e executar as atividades de ensino, pesquisa e extensão de cada curso. Na Faculdade SATC cada curso tem a sua Coordenação específica. A Coordenação de Curso é regulada através do Regimento Geral da Faculdade SATC. O Colegiado de Curso é um órgão deliberativo e normativo, subordinado à Direção e é presidido pelo Coordenador do Curso. As deliberações do Colegiado requerem apreciação da Direção nos assuntos de sua competência. 4.2 Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso ou Equivalente O Colegiado de Curso é o órgão de natureza consultiva, deliberativa e normativa nos assuntos que tratam do ensino, pesquisa e extensão do curso, sendo regido pelo Regimento da Faculdade SATC. O Colegiado do Curso é composto: - Pelo coordenador do Curso, seu presidente nato; - Pelos docentes que integram o curso de graduação; e - Por um representante discente que deve estar matriculado no curso. O representante estudantil tem mandato de um ano, com direito a uma recondução. 69 Projeto Pedagógico de Curso Os docentes terão mandato de um ano, com direito a recondução e serão nomeados pelo Diretor, sendo três deles por indicação deste e dois por indicação de seus pares. Nas ausências do Coordenador de Curso, presidirá o Colegiado um professor indicado pela Direção da Faculdade. Compete ao Colegiado de Curso, no âmbito do respectivo curso: – Fixar o perfil do curso e as diretrizes gerais das disciplinas, com suas ementas e respectivos programas; – Elaborar o currículo do curso e suas alterações com a indicação das disciplinas e respectiva carga horária, de acordo com as diretrizes curriculares emanadas do Poder Público; – Discutir a avaliação do curso; – Colaborar com os demais órgãos acadêmicos no âmbito de sua atuação; e, – Exercer outras atribuições de sua competência ou que lhe forem delegadas pelos demais órgãos colegiados. O Colegiado de Curso reúne-se, no mínimo, duas vezes por semestre, e, extraordinariamente, por convocação do coordenador do curso, ou por convocação de dois terços de seus membros, devendo constar da convocação a pauta dos assuntos a serem tratados. 4.3 Composição e Funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) O constitui-se Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de graduação de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. O Núcleo Docente Estruturante do Curso será constituído de: I. Pelo coordenador do curso; 70 Projeto Pedagógico de Curso II. Por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente do curso; III. Ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de pós graduação stricto sensu; IV. Ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral; V. Assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso. O NDE possui regulamento próprio e suas atribuições são: - Elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos; - Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso; - Atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso; - Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; - Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado; - Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; - Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando o projeto pedagógico institucional; - Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário. O NDE do Curso de Comunicação Social - Jornalismo é constituído pela Coordenadora do Curso, como sua presidente e cinco docentes: - Andre Antonio Bernardo – Docente - Claudia Nandi Formentin - Docente - Cristiane Gonçalves Dagostim - Docente - Jan Raphael Reuter Braun - Docente - Lize Burigo – Docente/Coordenadora - Marília Köenig - Docente - Nadia Regina Almeida Couto – Docente 71 Projeto Pedagógico de Curso 4.4 Atividades Complementares As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios constantes dos Projetos Pedagógicos dos Cursos Superiores da Faculdade SATC, em consonância com as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais. As Atividades Complementares possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar. Inclui a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais e de caráter interdisciplinar, especialmente nas relações com o mundo do trabalho, nas ações de extensão junto à comunidade e no envolvimento inicial com a pesquisa acadêmica. As atividades abrangem um leque de práticas complementares às aulas, incluindo palestras, leituras para a produção de materiais (ensaios, artigos, etc), produção e publicação de material jornalístico para o portal SATC (fotos, matérias, áudios e vídeos), cursos de extensão, exposições, feiras, fóruns de discussão, conferências, workshops e visitas ligadas à área de abrangência do curso. As Atividades Complementares de Graduação - ACGs têm por objetivo diversificar e enriquecer a formação oferecida na graduação, através da participação dos acadêmicos em variados eventos. A realização das atividades complementares dependerá exclusivamente da iniciativa de cada aluno, que deve buscar as atividades que mais lhe interessem. As ACGs da Faculdade SATC, está regulamentado pela Portaria Nº 22/2008 e aprovado pelo Conselho Superior (Resolução 02/2008), com carga horária destinada a essas atividades para o Curso de Comunicação Social - Jornalismo de 300h. As atividades complementares, realizadas no curso de Comunicação Social – Jornalismo têm como foco o aprofundamento temático e interdisciplinar, aprimoramento profissional e interação com a comunidade e mercado. Dentre as atividades complementares que o curso já proporcionou, destacamos: 72 Projeto Pedagógico de Curso - Trotes Solidários: exercícios que colocam os acadêmicos em contato com a comunidade. Em destaque também a campanha realizada pelo curso em conjunto com uma entidade de portadores de deficiência física de Criciúma. Durante uma manhã de sábado acadêmicos e portadores de deficiência alertaram a população sobre as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia de um deficiente. Foram levadas cadeiras de rodas, muletas e faixas para tapar os olhos, no intuito de convencer a população a passar, por alguns minutos, as dificuldades de um cadeirante, deficiente visual ou dependente de muletas. Folhetos explicativos com dicas de como ajudar um portador também foram distribuídos. Também foram realizadas campanhas de agasalho, com a participação direta dos acadêmicos. As peças, arrecadadas de porta, em porta e depois distribuídas a entidades beneficentes de Criciúma. - Grupo de Crítica Midiática: recentemente foi criado um grupo de estudos que visa à produção de artigos científicos, ensaios, entre outros materiais, sobre as diferentes abordagens midiáticas a partir da observação e análise de diversos autores da área de comunicação. 4.5 Flexibilização Curricular A Flexibilização Curricular permite a ampliação da oferta de disciplinas eletivas, aumento ou redução da carga horária e inclusão de atividades complementares. Ela se estende e se insere em toda a estruturação curricular, permitindo maior fluidez e dinamização na vida acadêmica. Além das atividades realizadas dentro de sala de aula e laboratórios, uma série de outras atividades extraclasse são concretizadas, objetivando a integração e a complementação flexibilizada das atividades de aula. 73 Projeto Pedagógico de Curso 4.6 Estágio/TCC O estágio no curso de Comunicação Social - Jornalismo é extracurricular, ou seja, não faz parte da estrutura de componentes curriculares obrigatórios para a integralização do curso. Através das parcerias e contatos com as empresas, são oferecidos de forma sistemática, estágios e oportunidades de trabalho aos alunos interessados em exercer atividades relacionadas ao curso. O estágio é gerenciado pelo CRM – Centro de Relacionamento com o Mercado – setor da SATC que promove eventos e parcerias com as empresas, a fim de colocar o aluno no mercado de trabalho, mesmo antes de sua plena formação. Na matriz curricular do curso existe uma disciplina obrigatória chamada Prática de Laboratório, ofertada na 8ª fase, onde o acadêmico realiza atividades práticas nos diversos segmentos midiáticos. Estas aulas são realizadas no Núcleo Multimídia da SATC envolvendo a produção de matérias jornalísticas para o portal da instituição (www.portalsatc.com). 4.7 Interdisciplinaridade Face aos desafios existentes na sociedade contemporânea, existe a necessidade por parte dos profissionais que irão atuar no mercado, de uma contínua atualização. Este cenário desafiador estimula os educadores a desenvolverem formas alternativas de ensino, para formação de pessoas aptas a enfrentar as condições de trabalho exigidas neste final de milênio; um ensino numa perspectiva interdisciplinar. A interdisciplinaridade vem sendo desenvolvida no curso por meio da realização de projetos e trabalhos integrados em diferentes disciplinas, reunindo os conteúdos constante na matriz curricular. 74 Projeto Pedagógico de Curso Considerando que todas as disciplinas que formam a estrutura curricular são indispensáveis para a formação dos bacharéis em suas áreas, a integração entre os conteúdos é fundamental para a qualidade da educação oferecida. A interdisciplinaridade favorece as ações que se traduzem na intenção educativa de ampliar a capacidade do aluno a expressar – se através de múltiplas linguagens e novas tecnologias, a posicionar-se diante da informação e interagir de forma crítica e ativa com o meio físico e social. 75 Projeto Pedagógico de Curso 5 5.1 AVALIAÇÃO Avaliação do curso Ao avaliarmos institucionalmente a Faculdade SATC, segundo as Dimensões do SINAES, estamos enfocando a missão, a política de ensino, a inclusão social, a comunicação, a política de pessoal, a organização de gestão, a estrutura física, o planejamento e a avaliação, o atendimento aos alunos e as finanças. O SINAES possui uma série de instrumentos complementares: Auto avaliação, Avaliação Externa, Enade, Avaliação dos Cursos de Graduação e instrumentos de informação (censo e cadastro). Os resultados destas avaliações possibilitam traçar um panorama da qualidade dos cursos e instituições de educação superior no País. Avaliar o Curso é necessidade imperiosa ao se buscar a promoção da qualidade educacional. O estabelecimento de critérios, a definição de padrões e a forma de aferição constituem condições importantes para o sucesso da avaliação. Por meio de avaliação será possível reunir informações, aferir resultados, corrigir ações e emitir juízo de valor quanto à qualidade e à relevância do trabalho desenvolvido. A auto avaliação institucional na Faculdade SATC é tida como um processo de continuo aperfeiçoamento do desempenho acadêmico e de prestação de conta à sociedade sobre as atividades desenvolvidas pela Instituição, constituindo-se de um elemento vital para o seu desenvolvimento. É um processo cíclico, criativo e renovador de análise e síntese das dimensões que definem a Instituição. O seu caráter de autoconhecimento permite a análise da realidade institucional e está sendo instrumento de construção e da consolidação de uma cultura de avaliação da Faculdade, com a qual a comunidade interna possa se identificar e se comprometer. Destacam-se as seguintes ações: 76 Projeto Pedagógico de Curso - Verificar as fragilidades e potencialidades da IES visando à melhoria das atividades de ensino, pesquisa e extensão; - Avaliar os documentos da IES: PDI, PPI e PPC’s com vistas à manutenção ou a sua mudança; - Qualificar os processos de planejamento institucional; - Prestar contas das atividades desenvolvidas as comunidades internas e externas. A Faculdade SATC, em cumprimento ao art. 11, da Lei nº. 10.861/04 implantou no mesmo ano a Comissão Própria de Avaliação – CPA, responsável por todo o processo de Avaliação da Instituição. A CPA, que é composta por: - 02 (dois) representantes do corpo docente; - 02 (dois) representantes do corpo discente; - 01 (um) representante técnico-administrativo; - 01 (um) representante da sociedade civil organizada. Semestralmente, são avaliados os professores, coordenadores e outros serviços prestados pela Instituição. Não apenas o corpo discente avalia, mas os professores também têm a oportunidade de avaliar a Instituição como um todo. Os resultados da avaliação sobre os cursos e professores são analisados pelos coordenadores de cada curso. Aos professores são divulgados os resultados da análise de cada disciplina que os mesmos lecionam com o objetivo de auxiliar o professor em suas atividades didático-pedagógicas. A CPA envia à direção, anualmente, propostas de ações a serem analisadas visando à melhoria da qualidade dos serviços prestados pela IES. O Núcleo Docente Estruturante do Curso possui papel importante no processo de avaliação do Projeto do Curso, pois o mesmo, por meio de reuniões, estuda e seleciona sugestões que são encaminhadas ao Colegiado de Curso, a fim de definirem ações que possibilitem a qualidade do Curso. Os acadêmicos do curso de Comunicação Social - Jornaismo da Faculdade SATC participaram do ENADE 2009 somente na condição de ingressante. O resultado ainda não foi divulgado pelo INEP. Na Faculdade SATC, os resultados das avaliações do SINAES (Autoavaliação, Avaliação Externa, Enade, Avaliação dos Cursos de Graduação e 77 Projeto Pedagógico de Curso instrumentos de informação) são analisadas visando à melhoria da qualidade das atividades desenvolvidas e o repensar dos objetivos e seus modos de atuação. 5.2 Formas de avaliação do ensino/aprendizagem A Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem da Faculdade SATC, está centrada na análise de informações sobre atividades que acontecem no espaço de dentro e fora da sala de aula. Decorre das ações propostas pela instituição e pelo curso, com o objetivo de aprimorar no acadêmico o conhecimento e a compreensão da realidade. Neste sentido, a avaliação constitui-se como atividade educativa, que é processual, investigativa e redimensionadora da prática docente. Transformar a prática avaliativa significa questionar a educação desde as suas concepções, seus fundamentos, sua organização, suas normas burocráticas. Significa mudanças conceituais, redefinição de conteúdos, das funções docentes, entre outras. Esta transformação vem acontecendo na Faculdade de forma gradativa, afim de que a melhora no processo , crie novas possibilidades e significados para a produção do conhecimento, pelo acadêmico. Portanto, o processo vem contemplando três modalidades: Diagnóstica - É processo constante e faz parte do cotidiano das aulas, onde o educador age como investigador das potencialidades e níveis de desenvolvimentos dos acadêmicos, tendo por base, as problematizações e conteúdos/conceitos (meios) para estipular suas hipóteses. O importante é estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas de seus fracassos e/ou dificuldades visando uma maior qualificação e não somente uma quantificação. Formativa - É uma modalidade importantíssima no ato de aprender e ensinar, uma vez que indica qualitativamente as melhorias a serem realizadas no processo, tanto por acadêmicos, educadores e o coletivo que os envolvem. A avaliação formativa não tem como objetivo classificar/ selecionar ou quantificar. Fundamenta-se nos processos de aprendizagem, em seus aspectos 78 Projeto Pedagógico de Curso cognitivos, afetivos e relacionais; fundamenta-se em aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em diversos contextos e se atualizam o quanto for preciso para que se continue a aprender. Este enfoque tem um princípio fundamental: deve-se avaliar o que se ensina, encadeando a avaliação no mesmo processo de ensino-aprendizagem. Essa modalidade visa: Constatar o que está sendo aprendido: o professor vai recolhendo informações, de forma contínua e com diversos procedimentos metodológicos e julgando o grau de aprendizagem, ora em relação à todo grupo-classe, ora em relação a um determinado aluno em particular. Adequar o processo de ensino aos alunos como grupo e àqueles que apresentam dificuldades, tendo em vista os objetivos propostos. Julgar globalmente um processo de ensino-aprendizagem: ao término de uma determinada unidade, por exemplo, se faz uma análise e reflexão sobre o sucesso alcançado em função dos objetivos previstos e revê-los de acordo com os resultados apresentados. Recuperação paralela é parte integrante do processo de construção do conhecimento e deve ser entendida como orientação contínua de estudos e criação de novas situações de aprendizagem. Deve ocorrer de forma contínua, onde o docente criará novas situações desafiadoras e dará atendimento ao aluno que dele necessitar, por meio de atividades diversificadas. Somativa - Utilizada para avaliar o aproveitamento, seguindo as especificações legais, contemplando uma dimensão mensurável, quantitativa, estipulando mínimos necessários para aprovações ou reprovações dos acadêmicos . Após o término de cada disciplina, é atribuída ao estudante uma nota, expressa de 0 a 10, que traduzirá seu desempenho na unidade curricular avaliada. Considera-se aprovado, para efeito de promoção, ou para conclusão de estudos, o aluno que além do cumprimento da freqüência mínima exigida, conseguir média sete ou superior durante o período letivo. O aluno que, durante o período letivo não conseguir média sete será submetido a uma avaliação final de recuperação, na qual deverá alcançar 50% dos objetivos. 79 Projeto Pedagógico de Curso O cálculo da média do aluno submetido à prova final ou exame de 2ª época, obedecerá à seguinte fórmula: MF=(MD+PF)/2, onde MF = Média Final, MD = Média da Disciplina no período letivo e PF = Prova Final. O aluno com média final (MF) maior ou igual a 5,0 (cinco) estará aprovado, para efeito de promoção, ou para conclusão de estudos. Para a aprovação é exigida a freqüência mínima de 75% do total de horas letivas. As três modalidades de avaliação aqui adotadas, estão articuladas dialeticamente e vinculam-se aos objetivos das disciplinas e conteúdos a serem desenvolvidos. 80 Projeto Pedagógico de Curso 6 INFRAESTRUTURA 6.1 6.1.1 Infraestrutura geral Prédio Edifício Sede Prédio destinado aos serviços administrativos, do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina - SIECESC e Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina – SATC possui uma um prédio de dois pavimentos, numa área total de 316,90 m2 em cada pavimento, dispondo de 16 salas, conforme descrito a seguir. Tabela 2 – Prédio Edifício Sede – 1º Pavimento Descrição – 1º Pavimento Quant Sala do Núcleo do Meio Ambiente 01 Sala da Coordenação do Núcleo de Meio Ambiente 01 Sala da secretaria do CTCL 01 Sala do CPRM 02 Sala da Assessoria da Direção 01 Sala de reunião 01 Sala do Apoio 01 Copa 01 Sanitários 02 81 Projeto Pedagógico de Curso Tabela 3 – Prédio Edifício Sede – 2º Pavimento Descrição – 2º Pavimento Quant Sala da assessoria de imprensa –SIECESC/CTCL 01 Sala do Diretor secretário – SATC – Secretário executivo – SIESESC 01 Sala do Diretor executivo - SATC – Presidente do SIECESC 01 Sala da Tesouraria da SATC 01 Sala do SIECESC 01 Sala Operacional do SIECESC 01 Sala de reunião 01 Sanitários 02 6.1.2 Prédio da Secretaria Geral Este prédio possui uma área total de 389 m2, destina-se prioritariamente a atender aos serviços administrativos da Instituição, dispondo de 10 salas com banheiros que abrigam os seguintes setores: Tabela 4 – Prédio da Secretaria Geral Descrição Quant Sala da secretaria geral (com sala de arquivo acoplada) 01 Sala da Secretária Geral 01 Sanitário da secretaria 01 Sala de recepção 01 Sala da Assistente Social 01 Sanitário da Assistente Social 01 Sala da Tesouraria 01 Sala da Direção da EDUTEC 01 Sala da Direção Coorporativa 01 Sala da Direção da Faculdade SATC 01 Sala do Sistema de Gestão Integrado 01 82 Projeto Pedagógico de Curso 6.1.3 Prédio do Apoio Didático Este prédio possui uma área de 611,30 m2, no pavimento superior com área coberta e no pavimento inferior com 306,46 m2. Tabela 5 – Prédio do Apoio Didático – 1º Pavimento Descrição – 1º pavimento Quant Sala do Orientador Disciplinar 01 Sala do serviço de limpeza 01 Sanitários dos professores (masculino e feminino) Sanitários dos alunos (masculino e feminino) Lanchonete / cantina 02 02 01 Sala de Recepção da Faculdade SATC 01 Sala de Reuniões da Faculdade SATC 01 Salas de Coordenação da Faculdade SATC 05 Tabela 6 – Prédio do Apoio Didático – 2º Pavimento Descrição – 2º pavimento Quant Sala dos professores (com 02 sanitários - masculino e feminino) 01 Sala do dentista 01 Sala da Gestão de Recursos Humanos 01 Sala de Reuniões 01 Sanitário 01 Sala do apoio didático (A SATC conta com duas Salas de Apoio Didático) 01 83 Projeto Pedagógico de Curso 6.1.4 Descrição dos Equipamentos Tabela 7 – Descrição dos Equipamentos Descrição Quant. Descrição Quant. Retroprojetores 29 Máquina de fotocópia studio160 e 250 02 Telas 21 Máquina de fotocópia – t640 07 Micro-systems 19 Máquina de fotocópia – t642 01 Data Show 05 Globo Terrestre 05 Mapas 60 Emplastificadora 02 Flip – Charp 01 Desumificador 05 Microcomputadores 03 Guilhotina 02 Furador Carbex 04 Condicionador de ar 02 Profissional 6.1.5 Prédios para Atividades de Aulas São 04 (quatro) prédios destinados prioritariamente para atividades de aula. As salas de aula possuem ventiladores de parede, quadro de giz/pincel, armários aéreos com TV e vídeo cassete, carteiras e cadeiras para 40 alunos em média. As salas dedicadas (atelier, laboratórios, etc.) possuem mesas e carteiras exclusivas para suas atividades e ventiladores de parede. Os auditórios e laboratório de informática possuem condicionadores de ar e equipamentos conforme descritos neste relatório. 84 Projeto Pedagógico de Curso Tabela 8 – Prédios para as Atividades das Aulas Descrição Quantidade 1º prédio – Sede I Área total de 606,20 m2 01 Laboratório de Ciências 01 Laboratório de Informática 01 Sala de desenho 01 Atelier 04 Salas de Coordenação 02 Salas de Orientação Educacional 24 Salas de aulas 01 Auditório 02 Sanitários dos alunos (masc / fem.) 02 Sanitários dos professores (masc. / fem.) 2º prédio – Sede II Área total de 822 m2 12 Salas de aula 02 Laboratório de Informática 01 Sala de desenho 02 Sanitários dos alunos (masc / fem.) 02 Sanitários dos professores (masc. / fem.) 01 Atelier com banheiro 01 Laboratório de Química 01 Sala de professores 01 Sala da direção da EDUTEC 02 Salas da coordenação educacional 01 Sala da orientação educacional 01 sala de reuniões 01 apoio didático*** 3º prédio – Sede III Área total de 777,50 m2 12 Salas de aula 01 Laboratório de informática 01 Auditório V 02 Salas da coordenação educacional 01 Sala da orientação educacional 01 sala de reuniões da faculdade 03 Salas da coordenação da Faculdade 01 Sala de recepção da Faculdade 01 Sala Multimeios Sanitários dos alunos (masc / fem.) Sanitários dos professores (masc. / fem.) 85 Projeto Pedagógico de Curso 4° prédio – Antigo E.T. Área total de 777,50 m2 02 Sanitários dos alunos (masc / fem) 01 Sanitários dos professores (masc. / fem.) 13 salas de Aula 04 laboratórios de Informática 01 laboratório de química 01 laboratório de física 02 salas de desenho 01 Sala da Educação Ambiental 01 auditório 08 salas da UDISATC 01 escritório modelo 02 Salas da coordenação educacional 01 Sala da orientação educacional 01 Núcleo Multimídia (Curso de Jornalismo) Toda passagem de prédios e instalações é feita por corredores ou passarelas cobertas, tendo escadarias entre os pavimentos e poço para a instalação de elevadores. 6.1.6 Complexo Desportivo O complexo desportivo destina-se a atividades de aulas das disciplinas de Educação Física (Ensino Fundamental, médio e técnico) e a disciplina de Atividade Física e Qualidade de Vida (Cursos Superiores de Tecnologias). O complexo também está aberto nos finais de semana para funcionários, alunos, pais de alunos e qualquer entidade que solicitar para fins esportivos e recreativos. 86 Projeto Pedagógico de Curso Tabela 9 – Complexo Desportivo Descrição Quant. 02 Ginásio de esportes coberto Quadras Polivalentes (Descobertas) Arquibancadas com vestiários 354,80 m 02 2 01 Sala de dança 01 Sala de vídeo 01 Campo Suíço de 70X40 m 01 Campo Suíço Oficial de 97X40 m, com arquibancadas de concreto 01 Pista Olímpica Oficial com 08 raias 01 Caixas de Salto em Distância 03 Setores de Barras 02 Campo de Areia para futsal e Handebol 01 Sala para Tênis de mesa com 2 mesas 01 Sala dos Professores 01 Sala de material esportivo (almoxarifado) 01 WC masculino e feminino 02 Vestiários masculinos 03 Vestiários femininos 01 Academia 01 6.2 Infraestrutura específica Para as disciplinas que possuem caráter teórico-prático em seu conteúdo, a Faculdade SATC disponibiliza laboratórios profissionalizantes adequados para atender às necessidades de atividades em consonância com a proposta do curso e com o número de alunos matriculados. Os equipamentos dos laboratórios são em número e condições de uso suficientes sendo 80 computadores com softwares específicos para o desenvolvimento das atividades que envolvem disciplinas práticas e teóricas. O Núcleo Multimídia possui uma sala de redação, com 12 computadores para a 87 Projeto Pedagógico de Curso realização de atividades práticas, de web, tele e rádio jornalismo. A estrutura também possui 03 ilhas de edição de vídeo, uma suíte e um estúdio de gravação para produções de telejornalismo. As aulas de radiojornalismo acontecem no estúdio de rádio, que contempla espaços para o desenvolvimento de atividades de produções ao vivo e gravações de áudio. Toda a arquitetura do núcleo multimídia foi projetada a fim de atender as necessidades de formação acadêmica específicas para o mercado de trabalho. Nossos laboratórios visam a proporcionar atividades que aproximem a teoria das práticas relacionadas ao exercício profissional. A relação equipamento/aluno varia conforme a disciplina. Os equipamentos são adequados ao PPC e em quantidade que mantém a relação equipamento/aluno compatível com o bom desempenho no ensino e dentro dos critérios de qualidade definidos pelo MEC. Possuem acessórios necessários às atividades previstas e material de consumo compatível e em quantidade suficiente. Na SATC, existem departamentos responsáveis pela manutenção civil, elétrica, mecânica e de informática que atendem toda a infraestrutura da instituição. Essas equipes mantêm os laboratórios em condições adequadas para a prática do PPC, e as solicitações são realizadas através de um sistema informatizado (NERCU). Para as disciplinas que possuem caráter teórico-prático em seu conteúdo, a Faculdade SATC disponibiliza laboratórios profissionalizantes adequados para atender às necessidades de atividades em consonância com a proposta do curso e com o número de alunos matriculados. Laboratórios utilizados pelo Curso: - Estúdio de Rádio - Estúdio de TV - Laboratório de Informática 04 - Laboratório de Informática 24 - Laboratório de Informática 25 - Laboratório de Redação Multimídia - Ilhas de Edição 88 Projeto Pedagógico de Curso 6.3 Biblioteca A SATC dispõe de uma biblioteca escolar-universitária (mista) para uso do corpo docente e discente, colaboradores e da comunidade da região, sob a responsabilidade de profissional bibliotecário legalmente habilitado. A Biblioteca segue as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Educação - MEC e seu acervo está organizado segundo os princípios internacionais da Biblioteconomia. A biblioteca é híbrida, contendo material virtual, digital e impresso. A biblioteca aumentou a área física , passando de 632m2 para 1483,90m², proporcionando um espaço adequado para estudos e armazenamento de seu acervo, além da acessibilidade a portadores de necessidades especiais. O acervo da Biblioteca conta atualmente com 30.000 volumes, entre livros, periódicos e multimeios. Possui 128 títulos de periódicos impresso (5193 exemplares) nas áreas de Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências Agrárias, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e 17 periódicos on-line. Os usuários tomam conhecimento do conjunto das obras através do catálogo on-line. A biblioteca conta ainda com o acesso wirelles, permitindo aos seus usuários o uso de computadores pessoais com livre acesso à internet. Os processos de organização da biblioteca são gerenciados pelo sistema de informatização denominado Pergamum. Esse sistema permite catalogação de livros, periódicos e multimeios, empréstimos, renovação e devolução de materiais; pesquisa e recuperação do acervo; emissão de relatórios. Facilita o acesso rápido às informações tanto em meio impresso, digital e virtual. Quanto às dependências, a biblioteca localiza-se, em um ambiente de, que inclui 05 salas de estudos em grupo 25 mesas para estudos em grupo, 3 cabines para estudo individual e terminais de consulta ao acervo. Possui ainda um acesso de obras raras, setor administrativo, setor de restauração e hemeroteca. 89