UFPB – PRG _____________________________________________________________X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 1 4CCENDSEPLIC01 ATIVIDADES PRÁTICO­EXPERIMENTAIS NO ENSINO DE BIOLOGIA EM ESCOLAS PÚBLICAS DE JOÃO PESSOA­PB Guilhardo José Macieira Martins 1 ; Leidson Allan Ferreira de Lucena 2 , Zoraida Maria de Medeiros Gouveia 3 , Marsilvio Gonçalves Pereira 4 Centro de Ciências Exatas e da Natureza/ Departamento de Sistemática e Ecologia RESUMO Neste artigo, são apresentados alguns resultados obtidos no transcorrer do projeto acadêmico “ Química e Biologia Experimental nas Escolas Públicas” , de modo a identificar a importância e objetivos das atividades prático­experimentais em Biologia, apontando para o uso dessas atividades e da pesquisa como forma de desenvolvimento, aprimoramento e melhoria na qualidade do ensino de Biologia nas Escolas Públicas do Ensino Médio do Município de João Pessoa – PB. Tomando como base a montagem de módulos de aulas prático­experimentais, a partir de materiais de baixo custo e/ou de fácil acesso, algumas atividades práticas foram planejadas e executadas no Laboratório Escolar do Lyceu Paraibano com uma turma piloto, constituída por alunos do 3º ano do ensino médio. De acordo com a análise dos resultados, percebe­se entre os alunos um clima de satisfação na participação das atividades prático­experimentais em aulas de biologia e os resultados da avaliação tem mostrado um incremento no processo de aprendizagem dos mesmos. Palavras­chave: Experimentação; Laboratório Escolar; Ensino de Biologia, Ensino médio. Introdução Das disciplinas que se encontram presentes nos currículos escolares, a Biologia, a princípio, é aquela que exerce grande deslumbramento em meio aos estudantes, pois a mesma tem como objeto principal de estudo, os fenômenos ligados à vida e à sua origem. Do ponto de vista de sua história, inicialmente, a biologia apresentava um caráter mais descritivo da natureza, no entanto, hoje, os avanços tecnológicos têm permitido um estudo mais investigativo e detalhado dos seres vivos e dos processos biológicos. Vivemos no Brasil uma situação paradoxal quanto ao ensino de Ciências e Biologia. Enquanto nos discursos pedagógicos e políticos ninguém seja capaz de negar a importância social de abordar, em todos os níveis pedagógicos, o conhecimento científico e biotecnológico, na prática habitual das instituições de ensino, este tem sido um dos mais penalizados. É um fato público e notório que o conhecimento científico e tecnológico, em nossas escolas, ocupa um lugar secundário, por uma série de razões (Vasconcelos, 2002). Primeiro, a estrutura do nosso ensino médio e a forma de acesso ao ensino superior tem estimulado esse tipo de atitude. Com isso, se faz necessário trabalhar um ensino de Biologia que extrapole os limites da “decoreba” e/ou dos “macetes”, quase que exclusivos, para se conseguir a aprovação no vestibular. O ensino de Biologia para se tornar significativo na aprendizagem dos estudantes necessita criar conexões com o cotidiano desses jovens, pois no currículo escolar, essa disciplina trata de temas e de questões vinculados ao nosso dia­a­dia, de modo que o conhecimento científico ensinado, pode repercutir e influenciar sobre as concepções previamente elaboradas pelos estudantes, acerca desses conteúdos escolares, que são vitais para o exercício da cidadania contemporânea. Segundo, observamos atualmente dois aspectos bastante difundidos entre os educadores de ciências que são: a valorização do uso de uma abordagem prático­experimental para o ensino de conteúdos de ciências e biologia e a busca de uma prática de investigação no espaço da sala de aula, muitas vezes considerada um ambiente e um universo absolutamente distanciado do mundo físico real do aluno (Vasconcelos 2002). Contudo não é o que observamos na prática _____________________________________________________________________ ) (1) (2) (3) (4) Bolsista; Voluntário(a); Prof(a) Orientador(a)/Coordenador(a); Servidor(a) Técnico Administrativo.
(5) Prof(a) Colaborador(a); UFPB – PRG _____________________________________________________________X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 2 pedagógica de muitos professores de Biologia. Pois, são vários os fatores que são enumerados por estes professores, frente as dificuldades apresentadas para a não realização de atividades prático­experimentais em suas aulas. De acordo com Krasilchik (1986), as aulas práticas de biologia, não ocorrem devido à ausência de laboratórios, ou de professores devidamente capacitados. A crença de que atividades práticas trazem um incremento a mais na aprendizagem dos alunos, faz parte do pensamento de grande parte dos professores que acreditam que assim, observaremos uma total revolução no ensino de Ciências (Galiazzi et al, 2001), mesmo assim, são pouco freqüentes as atividades experimentais em aulas de biologia. De acordo com Galiazzi et al, 2001, a origem do trabalho experimental nas escolas foi, há mais de cem anos, influenciada pelo trabalho experimental que era desenvolvido nas universidades. Tinha por objetivo melhorar a aprendizagem do conteúdo científico, porque os alunos aprendiam os conteúdos, mas não sabiam aplicá­los. Neste trabalhos os autores apontam que: “Em pesquisa realizada por Kerr (1963), época de grande difusão das atividades experimentais nas escolas no mundo todo, professores apontaram dez motivos para a realização de atividades experimentais na escola. Esses motivos vêm, repetidamente, sendo encontrados em pesquisas mais recentes (Hodson, 1998) e são: 1.estimular a observação acurada e o registro cuidadoso dos dados; 2.promover métodos de pensamento científico simples e de senso comum; 3.desenvolver habilidades manipulativas; 4.treinar em resolução de problemas; 5.adaptar as exigências das escolas; 6.esclarecer a teoria e promover a sua compreensão; 7.verificar fatos e princípios estudados anteriormente; 8.vivenciar o processo de encontrar fatos por meio da investigação, chegando a seus princípios; 9.motivar e manter o interesse na matéria; 10.tornar os fenômenos mais reais por meio da experiência (Hodson, 1998c, p. 630).” Frente ao presente quadro, o Projeto busca contribuir para a melhoria na qualidade do ensino médio nas Escolas Públicas do Município de João Pessoa – PB, de modo a inserir no ensino da biologia, atividades prático­experimentais, através do planejamento de módulos de aulas práticas a partir de materiais de baixo custo e/ou de fácil acesso. Metodologia O presente trabalho foi realizado na Escola Estadual de Ensino Médio Lyceu Paraibano, situada na região central de João Pessoa/PB. Inicialmente fez­se um estudo diagnóstico da realidade escolar quanto a estrutura física, humana e material. De modo complementar, também foi investigado o perfil do ensino de biologia na instituição e a relação da disciplina escolar com o dia­a­dia dos alunos. Para a realização das atividades prático­experimentais, foi constituída uma turma de 16 estudantes voluntários do 3º ano do ensino médio. Para as atividades prático­experimentais, foram planejados módulos correspondentes a conteúdos escolares das três séries do ensino médio. No
UFPB – PRG _____________________________________________________________X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 3 transcorrer das aulas, foram apresentados aos alunos roteiros de trabalhos e para a avaliação do processo foram aplicados pré e pós­testes. Resultados Diagnose escolar A Escola Estadual de Ensino Médio Lyceu Paraibano, situada no centro de João Pessoa/PB, foi fundada no ano de 1836 querendo satisfazer os interessados alunos paraibanos que objetivavam serem preparados para exames nos Cursos Jurídicos de Olinda/PE. O Lyceu inicia suas atividades no antigo prédio do seminário dos jesuítas. Hoje a escola localizada no centro da capital Paraibana possui uma excelente infra­estrutura comportando um total de 20 salas de aula, sendo 6 salas equipadas com vídeo cassete e televisor. A escola conta com Sala de Direção e Vice­direção, uma sala onde é guardado o arquivo morto, Biblioteca, Sala de professores, Cantina, Sala de Serviço de Orientação Estudantil (SOE), Auditório, Grêmio estudantil, Ginásio, Auditório, Sala para prática de xadrez, Gabinete odontológico, Laboratório de informática e Laboratório de Biologia e Química. No laboratório, encontra­se vidraria, um lousa branca, 8 bicos de gás, 8 microscópios e uma estufa. Numa bancada central há duas pias, uma em cada extremidade, para descarte de soluções e lavagem de vidros. Conta ainda com três estantes onde ficam armazenados vários reagentes e parte da vidraria mais delicada e não necessária. O corpo discente é constituído por 3071 alunos que estão distribuídos da seguinte forma: 1099 no turno da manhã divididos em 7 salas de 1º ano, 7 salas de 2º ano e 6 salas de 3º ano do ensino médio. A tarde funciona o mesmo número de salas num total de 1012 estudantes. A noite temos um contingente menor. Sendo 6 salas para cada série do ensino médio. Distribuídas entre essas turmas temos um número de 960 alunos matriculados. Um levantamento do corpo docente revelou um número de 86 professores. E a distribuição foi a seguinte: São 14 professores de Língua Portuguesa, 7 de Língua Inglesa, 1 de Artes, 8 professores para Geografia, 8 para História, para Biologia, Física e Química, cada uma dessas disciplinas conta com 9 professores; a Matemática conta 15 professores, e por fim a Educação Física que possui 6 mestres. O número de funcionários que engloba seguranças e pessoas que trabalham nos serviços gerais corresponde a 70. Conta ainda com a Direção­Geral e mais três Vice­diretores. Perfazendo um total de 160 funcionários. O Aluno e o Ensino de Biologia A Biologia como disciplina do currículo escolar tem grande importância na construção de um sistema educacional que vise formar cidadãos aptos para a vida em sociedade. Contudo é importante salientar que ao mesmo tempo em que ela pode ser vista com bons olhos pelos alunos, pode ser vista com total desinteresse pelos mesmos, situação que variará dependendo do que é ensinado e de como isso seja feito (Krasilchik, 1996). Sendo assim podemos inferir que o ato de ensinar não é, portanto, transmitir, dogmaticamente, conhecimentos, mas dirigir e incentivar, com habilidades e métodos, a atividade espontânea e criadora do educando (Santos, 1967). Assim, foi investigado como os alunos avaliam as aulas de Biologia que vem recebendo na escola (figura 01), bem como a relação do que é estudado em biologia com o seu dia­a­dia e que temas eles gostariam que fossem abordados em sala de aula.
UFPB – PRG _____________________________________________________________X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 4 O que acham os alunos das aulas de biologia 16 12 8 4 0 14 Reclamam da ausência das aulas práticas e laboratório 2 1 As aulas são boas Reclama da falta de material Fig.01 – Respostas dadas pelos alunos a respeito do que acham sobre o ensino da biologia. Constatou­se que uma parcela significativa dos alunos reclama da metodologia empregada em sala. Eles discutem em suas respostas a ausência de aulas práticas e de laboratório que lhes auxiliariam numa melhor compreensão de assuntos vastos e de difícil entendimento. Houve também uma parcela que considera as aulas boas e nada deve mudar. Por fim um aluno reclama a falta de materiais para que sejam realizadas de fato aulas laboratoriais eficazes na aprendizagem. Quando foi perguntado aos alunos, qual a relação da Biologia com o seu dia­a­dia, eles mostraram­se bastante conectados a ciência uma vez que foram capazes de enumerar dezenas de fatos interligados a biologia em suas vidas cotidianas. Apenas um aluno não conseguiu identificar nenhuma ligação da biologia com sua vida diária. Com relação aos conteúdos escolares que mais interessavam aos alunos, o primeiro colocado foi o corpo humano com 8 citações, seguido de seres­vivos com 3 citações, DST e questões ligadas ao PSS com 2 citações cada e por fim uma citação para o Reino Plantae. Como podemos ver o corpo humano, aspectos reprodutivos e fisiológicos despertam grande interesse no aluno, pois a medida que vai se desenvolvendo organicamente, existe um crescente interesse em conhecer melhor as transformações e funções que surgem em todo o seu corpo. Execução e avaliação das atividades prático­experimentais Receita de bolo! Essa expressão já foi ouvida por muitos de nós como uma alusão ao modo com que as atividades experimentais são desenvolvidas freqüentemente nas escolas. Tal “método” contribui muito pouco para um processo efetivo de aprendizagem e para o desenvolvimento de habilidades dos alunos, como a percepção e o questionamento (Moreira 2002). Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Ciências Naturais devemos sempre levar em consideração para uma boa experimentação tópicos como: A não limitação das atividades a simples nomeação de vidrarias e reagentes. É fundamental que as atividades práticas tenham garantido o espaço de reflexão, desenvolvimento e construção de idéias, ao lado de conhecimentos de procedimentos e atitudes. Como nos demais modos de busca de informações, sua interpretação e proposição são dependentes do referencial teórico previamente conhecido pelo professor e que está em processo de construção pelo aluno. Portanto, também durante a experimentação, a problematização é essencial para que os estudantes sejam guiados em suas observações (Brasil, 1998, p. 122)
UFPB – PRG _____________________________________________________________X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 5 Tomando como base estes pressupostos teóricos, as atividades prático­experimentais fora desenvolvidas numa abordagem pedagógica dialógica em que os conhecimetnos prévios dos alunos são levados em consideração, instigando­os ao raciocínio através de debates iniciais, ou seja um mapeamento de idéias prévias. Daí então, transcorre as atividades a partir de roteiros de trabalho cuja culminância é a realização das atividades prático­experimetnais pelos estudantes. Para avaliar a repercussão do processo foi realizado um pré­teste e um pós­teste (figura 02) que configura o desempenho dos alunos antes e depois da realização das atividades prático­ experimentais. Módul o 01 ­ Introdução à m icroscopia 10 8,6 8 6 3,1 4 2 0 Pré­teste Pós­teste
Fig. 02 – Média geral alcançada pelo alunado no pré­teste e pós­teste no módulo Introdução a microscopia – Assunto referente ao módulo do 1º ano do ensino médio. De acordo com os dados, para o módulo em que se trabalhou o tema “Introdução à Microscopia”, a média do pré­teste foi de 3,1 acontecendo em seguida um aumento significativo dessa média no pós­teste para 8,6. Isso remete a importância da metodologia empregada, que de fato surtiu efeito uma vez que analisamos um salto mais que positivo após o acontecimento da aula e da prática experimental em laboratório. Além da teoria aplicada podemos atribuir esse sucesso ao uso da experimentação bem como o emprego de uma abordagem pedagógica dialógica e interacionista, estimulando nos alunos o poder de raciocínio. Módulo 02 ­ Célula Animal e Vegetal 8,8 10 8 6 5,3 4 2 0 Pré­teste Pós­teste Fig. 03 – Média geral alcançada pelo alunado no pré­teste e pós­teste no módulo ­ Célula Animal e Vegetal – Assunto referente ao módulo do 1º ano do ensino médio. Analisando a Fig. 03 observamos mais uma vez o resultado da aplicação de um pré­teste e um pós­teste. Resultado este que nos revela mais uma vez a eficácia do processo que alia a experimentação à teoria. Tal fato é corroborado pela alta média alcançada no pós­teste em relação ao pré­teste. Com isso fica nítida a relevância das atividades experimentais no ensino de biologia. UFPB – PRG _____________________________________________________________X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 6 Deve­se, independentemente do local onde essas atividades são desenvolvidas, primar por condições de trabalho que resultem em um aprendizado significativo. Conclusão È praticamente inquestionável a relevância das atividades experimentais no ensino de Ciências (Ensino Fundamental) e em disciplinas como Física, Química e Biologia (Ensino Médio), como se verifica nos trabalhos de diversos autores. Mas para que os objetivos sejam alcançados e as habilidades desenvolvidas em toda a sua potencialidade, é preciso que as atividades estejam enquadradas dentro de uma perspectiva construtivista. Assim, não teremos mais uma receita de bolo com um sabor diferente, mas sim um aprendizado significativo (Moreira, 2002). Talvez as atividades realizadas no laboratório do Lyceu Paraibano não possam ser replicadas em qualquer outro laboratório. Uma vez que se faz necessária à presença de determinados materiais que não são tão facilmente obtidos pelas escolas públicas como microscópios, lâminas e outros. Tal fato coloca a Instituição numa situação privilegiada demonstrando assim que possui grande potencial pedagógico, que deve ser mais explorado pelos professores e gestores daquela escola. Através das atividades desenvolvidas, constata­se que o processo de articulação entre a teoria e a experimentação (prática), pode contribuir efetivamente para a significação de conteúdos escolares de biologia por parte dos estudantes. A falta dessa prática na escola ficou evidenciada ao observarmos a grande expectativa e satisfação dos alunos frente ao desenvolvimento dessas aulas práticas, bem como a falta de intimidade na manipulação de objetos, soluções e de capacidade argumentativa, porém, todos demonstraram bastante afinco e rápido avanço no modo de utilizar os componentes laboratoriais como microscópios, lâminas, corantes que foram utilizados durante as primeiras aulas. Fica reiterada a necessidade dos professores de Biologia daquela escola e coordenação pedagógica refletirem mais sobre as atividades experimentais em sua prática pedagógica. Mais projetos desse cunho são necessários para que se possa ter mais embasamento sobre o caso e agir de forma mais consistente. Referências Bibliográficas BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais. Brasília: MEC/SEF, 1998. 138p. GALIAZZI, M. C.; ROCHA, J. M .B; SCHMITZ, L. C.; SOUZA, M. L.; GIESTA, S. e GONÇALVES, F. P. Objetivos das atividades experimentais no ensino médio: a pesquisa coletiva como modo de formação de professores de ciências. Ciência e Educação, v. 7, n. 2, p. 249­263, 2001. KRASILCHIK, M. Prática de ensino de Biologia. 2. ed. São Paulo Harper & Row, 1986. 195p. KRASILCHIK, M. Prática de ensino de Biologia. 3. ed. São Paulo: Harper & Row , 1996. 195p. MOREIRA, M. L., DINIZ, R. E . S. ­ O Laboratório de Biologia no Ensino Médio: Infra­Estrutura e Outros Aspectos Relevantes ­ Departamento de Educação do Instituto de Biociências de Botucatu – UNESP. Projeto do Núcleo de Ensino, financiado pela FUNDUNESP. 2002 SANTOS, T. M. Noções de Prática de Ensino. Companhia Editora de São Paulo. 7ª ed. São Paulo – SP. 315p. 1967 VASCONCELOS A. L. S., COSTA, C. H.C., SANTANA, J. R. E CECCATTO, V. M. ­ Importância da abordagem prática no Ensino de Biologia para a Formação de Professores (Licenciatura Plena em Ciências / Habilitação em Biologia/Química ­ UECE) em Limoeiro do Norte – CE / Curso de Licenciatura em Ciências da Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos em Limoeiro do Norte – CE. 2002
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