Administração de Suprimentos Vol. 4 Prof. L.M. Valent [email protected] L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Programa Mestre de Produção - MPS Previsão de Vendas Carteira de Pedidos Demanda empresas coligadas Restrição Capacidade MPS Necessidades feiras, exibições e promoções Demanda de P&D Nível estoque Necessidade Estoque Segurança Demanda Peças Reposição Capítulo 14 – Administração da Produção – Nigel Slack L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Receita de um Bolo de Fubá Fermento 4 Colheres café Forn. 2 Leite 1 Xícara chá Forn. 1 Trigo 3 Colheres sopa Vários fornecedores Fubá Margarina 1 Xícara chá Açúcar 2 Xícaras chá Ovos Xícara chá Forno Batedeira Forma Colher chá Colher sopa 4 Recursos Transformação 2 Xícaras chá Bolo Forn. 3 Forn. 4 Forn. 5 Forn. 6 Forn. 7 Programa Mestre de Produção - Bolo de Fubá Demanda Disponível MPS Em mãos 30 1 10 20 0 2 10 10 0 3 10 0 10 Semanas 4 5 6 10 15 15 0 0 0 10 15 15 ADMSUP - 2o Semestre 2010 7 15 0 15 8 20 0 20 9 20 0 20 L.M. Valent 1 Planejamento Necessidade Materiais - MRP Previsão de Vendas Carteira de Pedidos MPS Lista Materiais Estoque MRP Ordens Produção Ordens Compra Plano Materiais L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Estrutura de Produto – “Bill of Material” Caneta BIC LT=0,5 (caixa 50) Nível 0 Q=1 LT=1 Lista de Material Q=50 LT=1 Caixa Caneta Nível 1 Q=1 LT=1 Tampa Dianteira Q=1 LT=1 Ponta Q=1 LT=1 Carga Q=5g LT=1 Tinta Q=1 LT=1 Corpo Q=1 Q=1 LT=1 Tampa Traseira Nível 2 LT=1 1. Caixa 50 canetas 1.1. Caixa 1.2. Caneta 1.2.1. Tampa Dianteira 1.2.2. Carga 1.2.2.1. Ponta 1.2.2.2. Tinta 1.2.2.3. Tubo 1.2.3. Corpo 1.2.4. Tampa Traseira Tubo Nível 3 L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Cálculo Necessidades MRP Nível 0 Programa Mestre de Produção Registro Estoque Ordens Produção para os itens de nível 0 Nível 1 Lista Materiais Registro Estoque Ordens de Produção e Compra para os itens de nível 1 Nível 2 Lista Materiais Registro Estoque Ordens de Produção e Compra para os itens de nível 2 ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 2 Programação para Trás OC Tubo OC TD OC Tinta OC CP OC Ponta OC TT OP Empac LT=1 LT=1 LT=1 OP Carga LT=1 Final LT=0.5 OP Caneta OC Cx 21 22 N3 23 24 N2 25 N1 25 N0 L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Registros de MRP para “Carga” Carga Registro de MRP para "Carga" - sem estoque Semanas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Necessidade Bruta 100 230 400 380 600 250 Recebimento Prog. 100 Estoque Projetado 380 280 380 380 150 0 0 0 0 0 Recebimento Ord. Planej. 250 380 600 250 Liberação Ord. Planej. 250 380 600 250 Períodos LT = 2 ES = 0 Registro de MRP para "Carga" - com estoque Carga Semanas 1 2 3 4 5 6 Necessidade Bruta 100 230 400 Recebimento Prog. 100 LT = 2 1 Estoque Projetado 380 280 380 380 200 200 200 50 400 ES = 200 Recebimento Ord. Planej. Liberação Ord. Planej. 50 400 380 600 Períodos 7 8 9 380 600 250 200 200 200 380 600 250 250 Estoque Sem 3 + Recebimento Ord. Planj. – Necessidade Bruta = Estoque Sem 4 1 380 + 50 – 230 = 200 CORREA. Administração de Produção e Operações L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Prof. Rodolpho Wilmers Estrutura Produto - Lapiseira P207 Lapiseira P207 Nível 0 Corpo Externo Presilha bolso Corpo Ponteira Miolo 207 Guia Ponteira Tampa Nível 1 Q=10g Plástico ABS Q=,01g Corante azul Q=4 Borracha Capa Borracha Grafite 0,7 mm Q=2g Miolo interno Tira Nível 2 Q=2cm Fio Borracha Q=2g Tira Q=3x Mola Corpo Miolo Suporta Garra Capa Garra Garra Nível 3 Q=7g Plástico ABS Q=,05g Corante Preto Nível 4 CORREA. Administração de Produção e Operações Prof. Rodolpho Wilmers ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 3 Quantidade e Lead Time - Lapiseira Explosão de Necessidades Brutas - Lapiseira Item Produzido Lapiseira P207 Corpo Externo 207 Miolo 207 Tampa Borracha Capa Borracha Miolo Interno 207 Corpo Miolo Qtd 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 Item Produzido Presilha Bolso Corpo Ponteira Guia Ponteira Plástico ABS Corante Azul Tira 0,1 mm Grafite 0,7 mm Fio Borracha Qtd 1000 1000 1000 10 kg 10g 2 kg 4000 20m Item Produzido Tira 0,1 mm Mola Suporte Garra Capa Garra Garra Plástico ABS Corante Preto Qtd 2kg 1000 1000 1000 3000 7kg 50g Lead Time (semanas) componentes - Lapiseira Item Produzido Lapiseira P207 Corpo Externo 207 Miolo 207 Tampa Borracha Capa Borracha Miolo Interno 207 Corpo Miolo LT 1 2 1 1 1 1 3 2 Item Produzido Presilha Bolso Corpo Ponteira Guia Ponteira Plástico ABS Corante Azul Tira 0,1 mm Grafite 0,7 mm Fio Borracha LT 1 2 1 1 2 1 2 1 Item Produzido Tira 0,1 mm Mola Suporte Garra Capa Garra Garra Plástico ABS Corante Preto LT 1 1 2 3 1 1 2 CORREA. Administração de Produção e Operações L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Prof. Rodolpho Wilmers Programação Ordens “para trás” Lapiseira Corpo Ponteira LT = 2 Plas. ABS (10g) LT = 1 Guia Pont. LT = 1 Corpo Externo LT = 2 Corante Azul (0,01g) Capa Garra LT = 3 Fio Borra. (2cm) LT = 1 Mola LT = 1 18 19 20 OP Lapiseira 1000 17 OP Miolo 1000 OP Guia 1000 OC Tampa 1000 OC Presilha 1000 16 OC Fio 20m OC Tira 2Kg OC ABS 10Kg OC Grafite 4000 15 OC Corante 0,01 Kg OP Miolo Int. 1000 OC Capa Garra 1000 OC ABS 7Kg Grafite (4) LT = 2 OC Mola 1000 OC Garra 3000 OC Corante 0,05Kg Prof. Rodolpho Wilmers 14 OC Suporte 1000 OP Corpo 1000 13 Miolo LT = 1 Tira 0,01mm Capa (2g) Borracha LT = 1 LT = 1 Garra(3) LT = 1 Suporte Garra LT = 2 12 Tampa LT = 1 Borracha LT = 1 Miolo Interno LT = 3 Corpo Miolo LT = 2 Corante Preto (0,5g) LT = 2 Tira 1mm (2g) LT = 1 OP Borracha 1000 OP Capa 1000 OC Corpo 1000 Plástico ABS LT = 1 Lapiseira LT = 1 Presilha LT = 1 LT = 2 21 Pedido 1000 CORREA. Administração de Produção e Operações L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Programação de Ordens - Lapiseira Programação de Ordens - Lapiseira Semana 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Programação para Pedido de 1000 Lapiseiras P207 para semana 21 Nenhuma Nenhuma Liberar OC 50g Corante Preto Liberar OC 1000 Capas Garra Liberar OC 7Kg Plástico ABS Liberar OP 1000 Corpos de Miolo Liberar OC 1000 Suportes de Garra Liberar OC 1000 Molas Liberar OC 3000 Garras Liberar OP 1000 Miolos Internos Liberar OP 10g Corante azul Liberar OC 20m Fio de Borracha Liberar OC 2Kg Tira 0,1mm Liberar OC 4000 Grafites Liberar OC 10Kg Plástico ABS Liberar OP 1000 Borrachas Liberar OP 1000 Capas Borracha Liberar OP 1000 Corpos Externos Liberar OC 2Kg Tira 0,1mm Liberar OC 1000 Presilhas de Bolso Liberar OP 1000 Miolos Liberar OP 1000 Tampas Liberar OC 1000 Guias Ponteira Liberar OP 1000 Lapiseiras Entregar 1000 Lapiseiras P207 conforme pedido CORREA. Administração de Produção e Operações Prof. Rodolpho Wilmers ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 4 Estoques e Necessidades - Lapiseira Necessidade bruta Semana 20 1000 1000 1000 1000 1000 1000 Item Corpo Externo Miolo Tampa Corpo Ponteiras Guia Ponteiras Presilha Bolso Estoque Projetado disponível Semana 20 200 400 0 1300 500 1500 Necessidade bruta Semana 19 600 1000 2400 600 Item Nível 2 Miolo Interno Tira 0,1 mm Grafite Conjunto Borracha Necessidade líquida obtenção (OP ou OC) 800 600 1000 0 500 0 Nível 1 Estoque Projetado disponível Semana 19 250 200 900 300 Necessidade líquida obtenção (OP ou OC) 350 800 1500 300 Necessidade Bruta – Estoque = Necessidade Líquida CORREA. Administração de Produção e Operações L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Prof. Rodolpho Wilmers Necessidade Líquida - alguns itens - Lapiseira Estoque Projetado Semana 19 Miolo Interno = 250 Grafite = 1500 Estoque Projetado Semana 20 Miolo = 400 Estoque Projetado Semana 16 Garra = 1000 Suporte = 150 Miolo Interno LT = 3 Miolo LT = 1 Garra(3) LT = 1 16 17 OC Grafite 900 18 19 20 OP Lapiseira 1000 15 OP Miolo 600 14 OP Miolo Int. 350 13 OC Garra 0 12 Grafite (4) LT = 2 OC Suporte 200 Suporte Garra LT = 2 21 Pedido 1000 L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Registros MRP - Lapiseira Sem estoque segurança Miolo Interno LT = 3 ES = 0 Registro de MRP Lapiseira - sem estoque Semanas Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Necessidade Bruta 100 230 400 380 600 250 Recebimento Prog. 100 Estoque Projetado 380 280 380 380 150 0 0 0 0 0 Recebimento Ord. Planej. 250 380 600 250 Liberação Ord. Planej. 250 380 600 250 Com estoque segurança Miolo Interno Registro de MRP Lapiseira - com estoque Semanas Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Necessidade Bruta 100 230 400 380 600 250 Recebimento Prog. 100 LT = 3 Estoque Projetado 380 280 380 380 200 200 200 200 200 200 50 400 380 600 250 ES = 200 Recebimento Ord. Planej. Liberação Ord. Planej. 50 400 380 600 250 CORREA. Administração de Produção e Operações Prof. Rodolpho Wilmers ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 5 Necessidades ao longo da estrutura - Lapiseira Cálculo de Necessidades ao longo da estrutura Lapiseira Liberação ordens Miolo Lote Mínimo = 300 Necessidade Bruta Recebimento Prog. LT = 1 Estoque Projetado 350 Recebimento Ord. Planej. ES = 0 Liberação Ord. Planej. Grafite Lote Múltiplo = 500 Necessidade Bruta Recebimento Prog. LT = 2 Estoque Projetado 250 Recebimento Ord. Planej. ES = 250 Liberação Ord. Planej. Miolo Interno Lote a Lote Necessidade Bruta Recebimento Prog. LT = 3 Estoque Projetado 300 Recebimento Ord. Planej. ES = 300 Liberação Ord. Planej. Suporte Garra Lote Mínimo = 500 Necessidade Bruta Recebimento Prog. LT = 2 Estoque Projetado 120 Recebimento Ord. Planej. ES = 100 Liberação Ord. Planej. Garra Lote Mínimo = 1500 Necessidade Bruta Recebimento Prog. LT = 1 Estoque Projetado 450 Recebimento Ord. Planej. ES = 150 Liberação Ord. Planej. 1 1 2 300 2 300 3 3 350 50 50 1 2 300 3 1200 250 250 1500 1 2 300 300 550 1500 3 300 300 300 350 3 350 4 200 4 200 5 6 5 6 7 500 7 500 8 500 8 500 150 300 150 150 4 5 0 350 350 500 6 7 1400 2000 0 500 550 550 650 650 1500 2000 4000 6 7 350 500 650 650 4000 8 9 1000 10 300 350 1000 6 1000 300 500 300 300 1000 300 7 8 9 10 270 100 830 100 100 100 5 6 3000 7 8 9 150 150 150 1500 2000 4 5 300 300 500 4 500 5 1 2 120 120 500 1 500 2 450 450 900 900 900 150 1500 1500 2250 1500 1500 2250 270 500 270 500 830 3 4 1050 1500 8 9 9 0 1000 9 4000 10 10001 10 1000 1 0 10001 10 650 1 1 1 100 1 10 150 1 CORREA. Administração de Produção e Operações Prof. Rodolpho Wilmers L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 MRP I • “Explode” o programa mestre da produção. • Identifica que componentes e montagens são necessários. • Verifica quando os componentes e montagens necessários estarão disponíveis. • Para cada componente ou montagem que é necessário, mas não disponível, identifica quando o trabalho de produção precisa começar para que o item esteja disponível até a data requerida. • Gera as ordens de produção e pedidos de compra. • Repete o processo para o próximo nível da lista de materiais. • Considera os recursos de transformação com capacidade infinita SLACK, N. Administração da Produção. Prof. Rodolpho Wilmers L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 MRP II Marketing Engenharia ERP Finanças Produção SLACK, N. Administração da Produção. ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 6 Gestão da Cadeia de Suprimentos Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) Processos que envolvem fornecedores – clientes e ligam empresas desde a fonte inicial de matéria-prima até o ponto de consumo do produto acabado. Funções dentro e fora de uma empresa que garantem que a cadeia de valor possa fazer e providenciar produtos e serviços aos clientes. Planejar Abastecer Fazer Entregar (Plan) (Source) (Make) (Delivery) Capítulo 13 – Administração da Produção – Nigel Slack L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Gestão da Cadeia de Suprimentos L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Prof. Rodolpho Wilmers Fluxo na Cadeia de Suprimentos Estoque/Armazenagem Transporte/Movimento Inspeção Operação Demora/Atraso/Espera MARTEL. Análise e Projeto de Redes Logísticas Prof. Rodolpho Wilmers ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 7 Fluxo na Cadeia de Suprimentos Gerenciamento Atividades Vantagem Competitiva Planejamento Controle de Fluxo Produtos Serviços Produção Custos Qualidade de serviços Tempos ciclo Estratégias Transporte, Movimentação Fabricação, Montagem Estocagem, Venda Distribuição, Informação Previsão Atendimento Eficaz Fluxo = Demanda Distribuição Venda Forma Gerenciamento Métodos Execução Tomada de Decisão Capacidade Estoque Velocidade Gargalos Gerenciamento Atividades Elos Principais Produção Planejamento Controle Suprimento L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Ciclos da Cadeia Logística Cliente Varejista Ciclos Distribuidor Venda Fabricante Distribuição Fornecedor Produção Suprimento Desencadeamento Chegada de um cliente Momento do Pedido Momento do Pedido Necessidade de Matéria-prima Preparação Lançamento do Pedido Lançamento pedido Programação Produção Lançamento Pedido Execução Coleta e Expedição Coleta e Expedição Produção e Expedição Coleta e Expedição Finalização Entrega no destino e pagamento Entrega no destino e pagamento Entrega no destino e pagamento Entrega no destino e pagamento MARTEL. Análise e Projeto de Redes Logísticas L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Prof. Rodolpho Wilmers Gestão da Cadeia de Suprimentos rascunho 1 Fornecedor 2ª Camada Fornecedor 1ª Camada Empresa Foco 3 Cliente 1ª Camada Cliente 2ª Camada 4 5 2 ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 8 Gestão da Cadeia de Suprimentos Fornecedor 2ª Camada Fornecedor 1ª Camada Empresa Foco Cliente 1ª Camada Lado do Fornecimento Cliente 2ª Camada Lado Da Demanda Gestão de Compras e Suprimento Gestão de Distribuição Física Gestão Logística Gestão de Materiais Gestão da Cadeia de Suprimentos McDonald’s, Volkswagen, Toyota, Wall Mart Elo mais forte = empresa chave da cadeia L.M. Valent SLACK, N. Administração da Produção. ADMSUP - 2o Semestre 2010 Gestão da Cadeia de Suprimentos Efeito Forrester – Efeito “Chicote” Fornecedor 3ª Camada Fornecedor 2ª Camada Fornecedor 1ª Camada Empresa Foco Período Estoque I Estoque I Estoque I Estoque I Demanda Produção Produção Produção Produção Estoque F Estoque F Estoque F Estoque F 100 1 100 20 2 100 100 60 100 100 60 60 3 180 120 100 90 120 90 90 5 100 6 95 95 95 95 100 80 100 100 80 80 120 4 100 100 100 95 95 95 95 95 100 90 100 100 90 90 100 95 95 95 95 95 100 95 95 95 95 95 100 95 95 95 95 95 95 95 100 100 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Efeito Forrester – Efeito “Chicote” Exercício Lista 6. Completar a tabela abaixo onde o estoque final deve ser sempre igual a demanda do mês. Responda: O que você faria para minimizar os efeitos da variação da demanda ao longo da cadeia? Fornecedor Período Produção 1 Montador Distribuidor Varejista MKT Estoque I Estoque I Estoque I Estoque I Produção Produção Produção Demanda Estoque F Estoque F Estoque F Estoque F 1500 800 1200 600 400 2 500 3 600 4 750 5 700 6 600 7 500 8 600 9 1000 ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 9 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Desempenho informação sobre os resultados obtidos nos processos e produtos que permitem avaliar e comparar com metas, padrões, resultados do passado e outros processos e produtos. Aspecto quantitativo Quais aspectos medir? Como medir tais aspectos? Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Prof. Rodolpho Wilmers Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Cadeia de Suprimentos Elo 1 Elo 2 Elo 3 Indicador 2 Indicador 1 Indicador 3 Indicadores Comuns Prof. Rodolpho Wilmers L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medidas de desempenho voltadas a Cliente e Concorrência Relativas a Medida Desempenho Cliente Concorrência Custo Distribuição X Custo Manufatura X Retorno de Investimento X Total Vendas X Tempo resposta ao consumidor X Confiabilidade entrega X Lead Time Entrega X Tempo Ciclo Produção X Lucro Líquido X Reclamações dos Clientes X Entregas no Prazo X Flexibilidade Volume Produção Flexibilidade Mix Produção Prof. Rodolpho Wilmers ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 10 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medidas de desempenho para 4 áreas principais Área de Desempenho Satisfação Cliente e Qualidade Medida Primária Medida Secundária Atendimento perfeito do pedido Entrega na data prometida Satisfação do Cliente Custo de Garantia e Retornos Qualidade do Produto Tempo de resposta à necessidade do Cliente Tempo Ciclo Produção Tempo Lead Time do Atendimento de Pedido Custos Ativos Tempo Resposta Cadeia Suprimentos Custo Total da Cadeia de Suprimentos Previsão de Vendas Tempo de fluxo entre os pagamentos e recebimentos Nível de obsolescência dos ativos Volume de Estoque (em dias de produção) Utilização da capacidade Desempenho dos ativos L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medidas de desempenho gerenciais Nível Medida Financeira sim não Tempo total de fluxo de caixa Taxa de retorno sobre investimento Estratégico X X Flexibilidade em atender às necessidades dos clientes X Lead time de entrega X Total tempo de ciclo Nível parceria na cadeia de suprimentos X X Extensão da cooperação na melhoria de Qualidade Custo Total dos Transportes Tático X X Qualidade dos métodos de previsão de Demanda X Tempo ciclo desenvolvimento produto Custo de Produção Operacional X X Utilização de Capacidade X Custo total do sistema informação X Custo total dos estoques X ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Balanced Scorecard Sistema de Medição de Desempenho Balanceado Perspectivas abrangidas: – – – – Financeira Clientes Processos Internos da Empresa Aprendizado e Crescimento ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 11 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho Interno Balanced Scorecard - Financeiro • % de aumento da receita • % da receita vinda de novos produtos, serviços ou clientes • lucratividade por clientes e linhas de produtos • receita por empregado • lucro por empregado • custo unitário de produção • taxas de redução de custos • rentabilidade do patrimônio ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho Interno Balanced Scorecard - Clientes • Market Share – % de participação em um segmento específico – Evolução do % (account share) • Fidelidade – Freqüência de compras – % do crescimento de vendas com os clientes atuais • Novos clientes – N°de novos clientes por segmento – Vendas a novos clientes por segmento – N°de clientes adquiridos / n°de clientes potenciais prospectados ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho Interno Balanced Scorecard – Processos Internos Ênfase nos processos de inovação, operação e de serviço pós-venda. • • • Inovação – Custo da P&D – % de vendas gerado por novos produtos / serviços – Tempo de ciclo do desenvolvimento – % de produtos cujo projeto atende totalmente à especificação funcional do cliente – % de alterações do projeto – Tempo para recuperar o investimento em P&D Operações (receber o pedido; gerar o produto; entregar o produto / prestar o serviço ) – Tempo de ciclo do processo – Custo do processo – Mix de produtos / serviços (flexibilidade do processo) – Qualidade (% de produtos fora do padrão; % de retrabalho; % de desperdícios; % de devoluções) Serviço pós-venda – Tempo para atender o cliente – Custo da assistência ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 12 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho Interno Balanced Scorecard – Aprendizado e Crescimento • Funcionários – nível de satisfação – produtividade (receita por empregado) – retenção (% de rotatividade de pessoas-chave) • Capacidades dos sistemas de informações – % de processos que fornecem informações em tempo real sobre qualidade, tempo e custo • Motivação, empowerment e alinhamento – # de sugestões apresentadas e implementadas por funcionário – taxas de melhoria dos processos críticos – % de funcionários que conhecem e entendem a missão da empresa ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho na Cadeia As quatro perspectivas do Balance Scorecard devem ser consideradas no ambiente da Cadeia de Suprimentos e não em cada elo da cadeia. Cada empresa precisa estar alinhada à visão estratégica da Cadeia de Suprimentos. Cada empresa deve conciliar o alinhamento com as outras cadeias das quais participa. Os indicadores devem estar voltados aos clientes finais da Cadeia de Suprimentos. As empresas formadoras da Cadeia de Suprimentos devem criar valor para os clientes finais ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho na Cadeia Scorecard da Cadeia Suprimentos Scorecard da empresa Scorecard funcional Scorecard da equipe ou individual Trabalho colaborativo entre as empresas formadoras da Cadeia. Sistema de medição estruturado para incentivar a colaboração. Cada empresa, independente da posição na cadeia, focada no cliente final. ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 13 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho na Cadeia Gestão Cadeia Suprimentos BSC Objetivos da Cadeia de Suprimentos • • • • Perspectiva dos Processos de Negócio Redução de desperdícios Diminuição dos tempos de atendimento, produção e outros Respostas mais flexíveis Redução dos custos unitários Benefícios ao cliente final • • • • Melhoria qualidade de produto/serviço Melhoria pontualidade do atendimento Crescimento das receitas Altos retornos sobre ativos Perspectiva dos Clientes Benefícios ao cliente final • • • • Melhoria qualidade de produto/serviço Melhoria pontualidade do atendimento Crescimento das receitas Altos retornos sobre ativos Perspectiva Financeira Benefícios ao cliente final • • • • Perspectiva de Aprendizado e Crescimento Inovação de Produtos e Processos Gerenciamento de Parcerias Fluxos de Informação Criação de ameaças de produtos e processos substitutos L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Medição de Desempenho na Cadeia Medidas não vinculadas ao valor percebido pelo cliente final Desconfiança Medidas não padronizadas de desempenho Falta Controle Obstáculos Falta Entendimento Decidir onde começar Metas e Objetivos diferentes Sistemas de Informação bom L.M. Valent ADMSUP - 2o Semestre 2010 Indicador de Desempenho (ID) Evolução 5S 29,7 30 30,0 30,0 28,9 29 Pontos 28 27 25,8 26 25 24 23 1998 Histórico Objetivo 1999 2000 Benchmarking ADMSUP - 2o Semestre 2010 Meta Bench. Sentido L.M. Valent 14 Indicador de Desempenho (ID) Diagrama Polar / Gráfico Radar Custo 10 8 6 4 Velocidade Confiabilidade 2 Depois 0 Mercado Processo Custo Qualidade 10 Flexibilidade 8 Antes 6 Velocidade 4 Confiabilidade 2 0 Mercado Processo Qualidade Flexibilidade ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos • • • • • • Na Cadeia de Suprimentos todos os indicadores de desempenho devem ser específicos da Cadeia. Devem medir a cadeia como um todo e não cada elo dela. Pode ser focada no elo mais fraco da Cadeia. As empresas devem atuar de forma colaborativa. O sistema de medição deve incentivar o ambiente de colaboração. Cada empresa deve focar o atendimento do cliente final da cadeia em todas suas dimensões. ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent Medição Desempenho na Cadeia Suprimentos Exercício Lista 7. Identificar e construir o gráfico de 3 indicadores de desempenho específicos da Cadeia de Suprimentos da empresa onde trabalha. ADMSUP - 2o Semestre 2010 L.M. Valent 15