EMENTÁRIO E PROGRAMA DE CURSO 1 TURMA 1° PERÍODO 2 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Curso: Direito Disciplina: ANTROPOLOGIA SOCIAL Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA A constituição da Antropologia como ciência. Diversidade e relativismo cultural, etnocentrismo e alteridade. Construção do conceito de cultura a partir das diferentes abordagens antropológicas. Estudo das escolas clássicas da antropologia. As limitações do método comparativo e a observação participante como fundamento da pesquisa etnográfica. Estudo do Direito sob o ponto de vista Antropológico. III. OBJETIVOS Permitir a discussão, crítica e assimilação dos principais conceitos clássicos da Antropologia, para que os alunos desenvolvam a competência de interpretar situações diversas sob um ponto de vista antropológico e criando uma alternativa analítica para a abordagem da realidade social. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: O que é antropologia? 1.1 Etnocentrismo 1.2 Alteridade 1.3 Relativismo Cultural 1.4 Diversidade Cultural 3 UNIDADE II: A construção do conceito e cultura 2.1 Da natureza à Cultura 2.2 Símbolos e Sinais 2.3O determinismo biológico e o determinismo geográfico 2.4 Formação do conceito: Kultur e Civilization 2.5 Cultura um elemento dinâmico 2.6 Sujeito e Sociedade e Cultura UNIDADE III: Constituição da Antropologia e suas principais escolas e principais autores 3.1 Evolucionismo cultural: A sistematização, por autores evolucionistas, do conhecimento acumulado sobre “povos primitivos”. Conceitos como raça, cultura, evolução social, etnocentrismo, racismo. Estudos sobre parentesco, religião, direito e organização social. 3.2 Funcionalismo e o Estrutural-Funcionalismo Inglês: Origens e características do modelo funcionalista. A sociedade como totalidade. Interesse pelas instituições e suas funções para a manutenção da totalidade social. A ênfase no trabalho de campo (observação participante), na abordagem sincrônica dos processos sociais e nas noções de estrutura e função. 3.3 Culturalismo Norte Americano:A busca de leis no desenvolvimento das culturas. Ênfase na construção e identificação de padrões culturais (“patterns” of culture”) ou estilos de cultura (“ethos”). 3.4 Escola Sociológica Francesa:A abordagem de fenômenos sociais como objetos de investigação sócio-antropológica, especialmente nas obras de Émile Durkheim e Marcel Mauss. 3.5 Estruturalismo:Cultura e organização social. Universalismos e lógicas culturais. A questão do rito e da magia. O mito e sua análise. 3.6 Escola Interpretativista UNIDADE IV: Aproximações entre Antropologia, Direito e Sistemas Jurídicos. 4.1 Formas de controle social e de resolução de conflitos. Família e Costumes: a 4 diversidade cultural e as transformações na família frente a sociedade e o direito. 4.2 A figura das crianças e dos adolescentes, o papel do homem e o papel da mulher na família, na sociedade e no direito. 4.3 Limitações e impossibilidades do Direito na resolução de conflitos. Antropologia da violência. Globalização Cultural e democracia: como tratar pessoas iguais se são diferentes. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; debates em sala de aula; trabalhos individuais e em pequenos grupos; estudos de textos e pesquisas orientadas; produção de idéias, conhecimentos e textos; pequenos seminários; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª 5 (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAPLANTE, François. Aprender Antropologia. São Paulo: brasilense, 2000. LARAIA, Roque de Barros. Cultura um conceito antropológico. 18ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006. SILVA, Aracy Lopes e FERREIRA, Maria K. Leal. Antropologia, história e educação. São Paulo: Global, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASSIRER, E. Ensaios sobre o homem.São Paulo: Martins Fontes, 2001. Coleção os Pensadores. Lévi Straus. São Paulo: Abril Cultural. GEERTZ, C. A interpretação sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1989. GEERTZ, C. Nova Luz sorbe a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. W.AA. Atropologia Social. São Paulo: Edições 70. 6 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Curso: Direito Disciplina: CIÊNCIA POLÍTICA Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Conceitos básicos: o fenômeno da institucionalização do Poder. Relações entre a sociedade civil e a sociedade política. Ação política. Estado: Evolução histórica e conceitual. Natureza e funções do Estado. Elementos constitutivos do Estado. Tipologias de Estado. Formas de Estado e de Governo. Ideologia do Estado: concepção liberal e social do Direito. O Estado Marxista. Problematização clássica e contemporânea da democracia. Estado, democracia e regime democrático. Novos paradigmas do Estado moderno. Transformações e dilemas do Estado Contemporâneo. III. OBJETIVOS A disciplina visa a fornecer aos estudantes de Direito os conhecimentos indispensáveis à compreensão do funcionamento da vida política em suas idéias e em suas práticas institucionais. E ainda, considerar analiticamente as diversas teorizações sobre o estado, suas funções e campos de atuação. O objetivo é abordá-lo discriminando sua evolução como fenômeno e como conceito, além de apontar a variabilidade de sua classificação no espectro das múltiplas possibilidades e limites paradigmáticos a ele referidos. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Relações entre a sociedade civil e a sociedade política e o Estado. 7 1.1 Conceito de sociedade civil e sociedade política: relações 1.2 Ação política advinda da sociedade civil e política 1.3.Desempenho da sociedade civil face ao poder do Estado 1.4 Estado e Sociedade Civil na contemporaneidade. 2 Estado: Evolução histórica, conceitual e seus elementos constitutivos. 2.1 Conceito de Estado e seus elementos constitutivos: soberania, povo, território. 2.2 Evolução histórica do Estado e suas funções no tempo e no espaço. 2.3 Ideologias acerca da existência e função do Estado. 2.4 Formas de Estado e de Governo: dinâmica na atualidade. 2.5 Parlamentarismo e Presidencialismo 3 A democracia enquanto valor do Estado 3.1 Problematização clássica e contemporânea da democracia. 3.2 Democracia direta, indireta e semi-direta. 3.3 Representação política, profissional, corporativa e institucional. 3.4 Os sistemas eleitorais e o sufrágio. 4 Novos paradigmas do Estado moderno 4.1 O Estado na Ordem Internacional: conflito no tempo e no espaço 4.2 Estado interventor e Estado liberal: dinâmicas. 4.3 Estado socialista, Estado comunista e Estado capitalista. 4.4 Ideais e valores democráticos no Estado contemporâneo: desafios. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, 8 além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONAVIDES, Paulo. Ciência Política. 10ª ed. São Paulo: Malheiros, 2001. DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de Teoria Geral do Estado. 22ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001. REALE, Miquel. Teoria do Direito e do Estado. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 9 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BUENO, Roberto. Manual de Ciência Política. Belo Horizonte: Del Rey, 2001. V.I MIRANDA, Jorge. Teoria do Estado e da Constituição. Rio de Janeiro: Forense, 2003. SOARES, Mario Lúcio Quintão. Teoria do Estado. Belo Horizonte: Del Rey, 2004. WOLKMER, Antônio Carlos. Ideologia, Estado e Direito. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2000. WOLKMER, Antônio Carlos e outros. Teoria do Direito e do Estado. Porto Alegre: Sergio Antônio Fabris Editor, s.a. 10 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Curso: Direito Disciplina: ECONOMIA POLÍTICA Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Introdução à economia. Evolução do pensamento econômico. Economia e direito. Introdução à microeconomia. Demanda, oferta e equilíbrio de mercado. Produção e custos. Estruturas de mercado. Introdução à macroeconomia. Contabilidade social. Determinação da renda e do produto nacional. O setor externo. Inflação. O setor público. Crescimento e desenvolvimento econômico. III. OBJETIVOS Formar o aluno no plano introdutório da ciência econômica, facilitando o aproveitamento de outras disciplinas do curso, para as quais o conhecimento da Economia é prérequisito. Capacitar o aluno a inserir-se nas discussões nacionais relevantes e entender as transformações econômicas em face dos contornos ditados pelas novas diretrizes econômicas mundiais. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Introdução à Economia 1.1 Conceito de economia; 1.2 Sistemas econômicos; 1.3 Curva de possibilidade de produção; 1.4 Funcionamento de uma economia de mercado; 11 1.5 Fluxos reais e monetários; 1.6 Argumentos positivos versus argumentos normativos; 1.7 Inter-relação da economia com outras áreas do conhecimento; 1.8 A divisão do estudo econômico. 2 Evolução do Pensamento Econômico 2.1 Antiguidade; 2.2 Mercantilismo; 2.3 Fisiocracia; 2.4 Os clássicos; 2.5 A teoria neoclássica; 2.6 A teoria keynesiana; 2.7 O período recente; 2.8 Abordagens alternativas. 3 Economia e Direito 3.1 O direito e a teoria de mercados; 3.2 Arcabouço jurídico das políticas macroeconômicas; 3.3 O Estado promovendo o bem-estar da sociedade. 4 Introdução à Microeconomia 4.1 Conceito; 4.2 Pressupostos básicos da análise microeconômica; 4.3 Aplicações da análise microeconômica; 4.4 Divisão do estudo microeconômico. 5 Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado 5.1 Conceito de utilidade; 5.2 Demanda de mercado; 5.3 Oferta de mercado; 5.4 Equilíbrio de mercado; 12 5.5 Interferência do governo no equilíbrio de mercado; 5.6 Conceito de elasticidade. 6 Produção e Custos 6.1 Teoria da produção; 6.2 Custos de produção; 6.3 Maximização dos lucros. 7 Estruturas de Mercado 7.1 As diferentes estruturas de mercado; 7.2 Grau de concentração econômica no Brasil; 7.3 A ação governamental e os abusos de poder econômico dos mercados. 8 Introdução à Macroeconomia 8.1 Objetivos da política macroeconômica; 8.2 Instrumentos de política econômica; 8.3 Estruturas de análise macroeconômica. 9 Contabilidade Social 9.1 Princípios básicos das contas nacionais; 9.2 Economia com acréscimo de setores; 9.3 O PIB como medida de bem-estar social; 9.4 Números-índices. 10 Determinação da Renda e do Produto Nacional 10.1 O mercado de bens e serviços; 10.2 O lado monetário. 11 O Setor Externo 11.1 Fundamentos do comércio internacional; 11.2 Determinação da taxa de câmbio; 13 11.3 Políticas externas; 11.4 Fatores determinantes do comportamento das exportações e importações; 11.5 Estrutura do balanço de pagamentos; 11.6 Organismos internacionais. 12 Inflação 12.1 Conceito; 12.2 Inflação de demanda; 12.3 Inflação de custos; 12.4 Inflação inercial; 12.5 Os efeitos provocados por taxas elevadas de inflação. 13 O Setor Público 13.1 As funções econômicas do setor público; 13.2 Estrutura tributária; 13.3 Déficit público; 13.4 Orçamento público. 14 Crescimento e Desenvolvimento Econômico 14.1 Fontes de crescimento; 14.2 Financiamento do desenvolvimento econômico; 14.3 Estágios de desenvolvimento; 14.4 Globalização; 14.5 Impacto dos sistemas judiciais sobre o crescimento econômico V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e 14 aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROSSETI, José Paschoal. Introdução à economia. 20ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. SINGER, Paul. Curso de Introdução à Economia. 17ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. 15 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LIPSEY, Richard G. Introdução à Economia positiva. São Paulo: Martins Fontes, 1986. OLIVEIRA, Pérsio. Introdução à Economia. São Paulo: Ática, 1993. PEREIRA, Luiz Carlos. Economia Brasileira: uma introdução crítica. 3 ª ed. São Paulo: 34, 2000. TROSTER, Roberto Luis e MOCHÓN, Francisco. Introdução à Economia. São Paulo: Makron, 2002. VASCONCELOS, Marco Antônio S. e GARCIA, Manuel E. Fundamentos de Economia. 2 ªed. São Paulo: Saraiva, 2004. WEBER, Max. Economia e sociedade.. Brasília. UNB, 1999. V. II 16 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semestral: 4 h/a II. EMENTA O Direito no universo do conhecimento e a sua relação com os demais ramos do conhecimento. Normas de uso social e o Direito. Acepções do termo Direito e enfoques teóricos. Perfil histórico do Direito como objeto do conhecimento. Direito Natural e Direito Positivo. Direito Objetivo e Direito Subjetivo. Fontes do Direito. A dicotomia clássica do direito (público e privado), seus ramos e a visão sistêmica do ordenamento jurídico. Fundamentos do Direito: a possibilidade da justiça no Direito Positivo (visão axiológica do ordenamento jurídico). Direito e Coerção. Teoria da Norma Jurídica: formação, validade, vigência, eficácia e efetividade. Classificação das normas jurídicas. III. OBJETIVOS Propiciar aos discentes conhecimentos propedêuticos e introdutórios da Ciência Jurídica fomentando a análise crítico-reflexiva acerca de conceitos jurídicos fundamentais. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 O Direito no universo do conhecimento. 1.1 Conhecimento científico do Direito [o método no direito; a técnica jurídica]; 1.2 Correntes doutrinárias no Direito [junaturalismo, contratualismo jurídico; idealismo jurídico; historicismo jurídico; positivismo jurídico; normativismo jurídico; culturalismo jurídico; sociologismo jurídico, realismo jurídico]; 17 1.3 Relação do Direito com outras áreas do saber [as ciências jurídicas fundamentais e ciências jurídicas auxiliares]; 1.4 Enfoques teóricos [a Zetética Jurídica e a Dogmática Jurídica]; 2 Contexto histórico do Direito. 2.1 Direito na antiguidade [código de Hamurabi; lei hebraica; código de Manu; direito grego clássico; direito romano]; 2.2 Direito Medieval [direito feudal; direito das cidades; direito das corporações; os glosadores; direito canônico; formação do direito privado ocidental]; 2.3 Direito Moderno [as revoluções e as declarações de direitos; o movimento codificador do direito; as variações sofridas pelo positivismo jurídico e as transformações do Estado]; 2.4 Direito Contemporâneo [o direito e a sociedade pluralista; o direito como comunicação; a crise de paradigmas no direito] 2.5 A evolução histórica do Direito Brasileiro [colônia, império, república]. 3 Direito e Sociedade – Normas de controle social 3.1 Análise dos usos e costumes sociais; 3.2 O Direito como processo de adaptação social; 3.3 As regras éticas da religião, moral, direito e regras de trato social. 4 Origem, Acepções e Definições da Palavra Direito 4.1 Origem da palavra Direito, 4.2 Acepções da palavra Direito; 4.3 Definições da palavra Direito. 5 O Direito Natural e o Direito Positivo 5.1 A questão da dicotomia enfraquecida, origem e evolução do Direito Natural; 5.2 Compreensão do Direito Positivo; 5.3 Características e traços comparativos. 18 6 A Divisão Clássica do Direito 6.1 Direito Público e Direito Privado [teorias afirmativas e teorias negativas acerca da dicotomia]; 6.2 Direito Objetivo e Direito Subjetivo [o Direito como ordem normativa; teorias afirmativas e teorias negativas do direito subjetivo; situações típicas e atípicas; direitos reais e pessoais; estrutura do direito subjetivo]. 7 A Enciclopédia Jurídica – Ramos e visão sistêmica do Direito 7.1 Panorama dos ramos do Direito e suas áreas de abrangência; 7.2 Visão ampla e unitária do sistema de organização do Direito. 8 Sistemas Atuais do Direito - A Codificação do Direito e o Direito Brasileiro 8.1 Sistemas de Direito Ocidentais: 8.2 Sistema Anglo-Americano 8.3 Sistema Romano-Germânico; 8.4 Movimentos de codificação do Direito; 8.5 Compreensão das estruturas do Direito Brasileiro; 9 Criação do Direito – Fontes Formais e Fontes Materiais 9.1 A questão da teoria das fontes no Direito; 9.2 As fontes materiais: os fatos sociais na criação do Direito; 9.3 As fontes formais: 9.3.1 A Lei (formação, conceito e classificação); 9.3.2 O costume; 9.3.4 A Jurisprudência; 9.3.5 A Doutrina; 9.3.6 A fonte Negocial. 10 Fundamentos do Direito – visão axiológica do Direito 10.1 Perspectivas gerais à possibilidade da justiça no Direito Positivo; 10.2 A teoria da justiça; 19 10.3 A justiça como valor essencial ao Direito. 11 Direito e Coerção. 11.1 Direito e Estado: a segurança jurídica; 11.2 A pretensa estatalidade do Direito; 11.3 Noção de coercibilidade; 11.4 Coercibilidade das ordens jurídicas estatais; 11.5 Imperatividade e sanção; 11.6 Sanções jurídicas (compulsórias, reconstitutivas, compensatórias, punitivas, preventivas); 11.7 Ordens jurídicas sem coercibilidade. 12 A Teoria da Norma Jurídica: Introdução - O Direito como norma de conduta 12.1 Variedade e multiplicidade de normas; 12.2 Teoria do Direito como Instituição; 12.3 Pluralismo jurídico e teoria da relação intersubjetiva. 13 A Teoria da Norma Jurídica: As Proposições e as Prescrições no Direito 13.1 A norma como proposição; características das proposições prescritivas; 13.2 Comandos conselhos e instâncias; 13.3 Imperativos (autônomos, heterônomos, categóricos e hipotéticos); 13.4 Teoria imperativa do Direito; 13.5 Os destinatários da norma jurídica; 13.6 Critério identificador da norma; 13.7 As sanções e o não-sancionismo no Direito. 14 A Teoria da Norma Jurídica: Atributos das Normas Jurídicas 14.1 A Validade; 14.2 A Vigência; 14.3 A Eficácia e Efetividade; 14.4 A Força ou Vigor; 20 14.5 O Fundamento [Validade Ética]. 15 A Teoria da Norma Jurídica: Características das Normas Jurídicas 15.1 Bilateralidade; 15.2 Abstratividade; 15.3 Generalidade; 15.4 Imperatividade; 15.5 Coercibilidade. 16 A Teoria da Norma Jurídica: Classificação das Normas Jurídicas 16.1 Normas gerais e singulares; 16.2 Normas gerais e abstratas; 16.3 Normas afirmativas e negativas; 16.4 Normas categóricas e hipotéticas. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: 21 I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERRAZ JÚNIOR, Tercio Sampaio. Introdução ao Estudo do Direito. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. GUSMÃO, Paulo Dourado de . Introdução ao Estudo do Direito. 34ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2004. MATA MACHADO, Edgar da. Elementos de teoria geral do direito: introdução ao direito. 4ª.ed. Belo Horizonte: UFMG, 1995. REALE, Miguel Reale. Lições preliminares de direito. 27ªed. Saraiva: 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KLABIN, Aracy Augusta Leme. História Geral do Direito. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. LIMA, Hermes. Introdução à Ciência do Direito. 32ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2000. NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. 25ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 22 2005. NASCIMENTO, Walter Vieira do. Lições de História do Direito. 13ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2001. WOLKMER, Antonio Carlos (org.). Fundamentos de História. 2ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2002. 23 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Curso: Direito Disciplina: Português Carga horária semestral: 80 h/a Carga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA Leitura e produção de textos. Comunicação e linguagem. O sentido das palavras. Ortografia e acentuação. A organização da frase. Texto e textualidade: coesão e coerência textual. Tipologia textual e gêneros textuais. O parágrafo dissertativo. O texto argumentativo. Aspectos relativos à significação dos enunciados. III. OBJETIVOS Propiciar situações em que os alunos sejam capazes de: - ler para aprender, visando ampliar o domínio do discurso ativo nos contextos comunicativos, sobretudo nas instâncias públicas do uso da linguagem; - utilizar a escrita de forma efetiva, ampliando as suas possibilidades de participação social como cidadão; - conhecer a variedade culta da língua, a fim de usá-la adequadamente em situações concretas de comunicação; - instrumentalizar-se para a organização sintático-semântica do texto em sua manifestação discursiva; - organizar a estrutura do discurso argumentativo bem como utilizar os recursos lógicos e retóricos na sua produção; - utilizar aspectos como a unidade, a coesão, a coerência dos argumentos, a correção gramatical na produção de textos. 24 IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE 1 - LEITURA E CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS 1.1 Conhecimento lingüístico e extralinguístico 1.2 Inferência 1.3 Estratégias de leitura 1.4 Fichamento, resumo e resenha 1.5 Prática de produção de textos UNIDADE 2 - COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM 2.1 Elementos da comunicação 2.2 Funções da linguagem 2.3 Língua oral e língua escrita 2.4 Níveis de linguagem 2.5 A comunicação 2.5.1 Quanto ao emissor 2.5.2 Quanto ao receptor UNIDADE 3 - SEMÂNTICA: O SENTIDO DAS PALAVRAS 3.1 Léxico, vocabulário e dicionário 3.2 Denotação e conotação 3.3 Sentido literal e sentido figurado UNIDADE 4 - PROBLEMAS GERAIS DA LÍNGUA CULTA UNIDADE 5 - ORTOGRAFIA UNIDADE 6 - ACENTUAÇÃO GRÁFICA UNIDADE 7 - SINTAXE: A ORGANIZAÇÃO DA FRASE 7.1 Frase, oração. período 25 7.2 Estrutura da frase 7.3 Coordenação 7.4 Subordinação 7.5 Relações sintáticas na expressividade da frase 7.5.1 Concordância verbal e nominal 7.5.2 Regência verbal e nominal 7.5.3 Crase 7.5.4 Colocação pronominal UNIDADE 8 - TEXTO E TEXTUALIDADE 8.1 Coesão textual 8.2 Coerência textual UNIDADE 9 - PRODUÇÃO DE TEXTO 9.1 Conceitos e qualidade 9.2 Tipologia textual e gêneros textuais 9.3 O parágrafo dissertativo 9.4 O texto argumentativo 9.5 Prática de produção de textos UNIDADE 10 - ASPECTOS RELATIVOS À SIGNIFICAÇÃO DOS ENUNCIADOS 10.1 A ambiguidade 10.2 A ironia e o humor 10.3 Recursos estilísticos 10.4 Figuras de linguagem 10.5 O valor da pontuação V. METODOLOGIA Por meio de atividades que levam à reflexão, à interpretação de fatos semânticos, ao debate, à pesquisa, à troca de informações, a produções de texto que garantam maior clareza e precisão da informação desejada, etc, serão realizados estudos capazes de, 26 por um lado, desenvolver a competência linguística do aluno e, por outro, explicitar-lhe os mecanismos de funcionamento da língua, a fim de que ele se sirva deles com maior consciência e domínio. Comporão o quadro dos trabalhos desenvolvidos em sala de aula: exposições dialogadas, apresentações com retroprojetor e data-show, exercícios de fixação, exibição de documentários e filmes, atividades de pesquisa, trabalhos práticos, seminários, debates e projetos de produção de texto.; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) 27 etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABAURRE, Maria Luiza, PONTARA, Marcela Nogueira. Português. São Paulo: Moderna, 1999. CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Thereza Cochar. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, 2000. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996. KEIMAN, Angela B. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 9. ed. Campinas, SP: Pontes, 2004. KOCH, Ingedore G. Villaça. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 2006. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Dileta Silveira. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 25. ed. São Paulo: Atlas, 2004. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 28 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA A Organização da Vida de Estudos na Universidade. Ciência e Conhecimento: abordagem conceitual e evolutiva. A Pesquisa. O Método Científico. Elaboração de Projetos e de Relatórios de Pesquisa. III. OBJETIVOS Contribuir para a adequada organização da vida de estudos na universidade. Ressaltar a importância do conhecimento para o desenvolvimento pessoal e profissional. Ressaltar a importância do conhecimento para o desenvolvimento de uma nação. Despertar para a relevância da pesquisa científica no processo de construção e reconstrução do conhecimento. Propiciar compreensão sobre a responsabilidade do pesquisador diante da sociedade. Contribuir para o desenvolvimento de habilidades relativas a definição clara de problemas de pesquisa. Propiciar compreensão sobre a utilidade das diferentes técnicas de pesquisa e os fatores que influenciam na escolha das mesmas; capacitar para o tratamento e interpretação de informações conducentes à solução de problemas, bem como a consolidação de conclusões. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 A Organização da Vida de Estudos na Universidade 1.1 Os instrumentos de trabalho. 29 1.2 A exploração dos instrumentos de trabalho. 1.3 A disciplina do estudo. 1.4 A documentação como método de estudo pessoal. 1.5 Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos. 1.6 Elaboração de fichamentos, resumos e resenhas. 1.7 Diretrizes para a realização de um seminário. 1.8 Normas técnicas para apresentação física dos trabalhos escolares. 2 Ciência e Conhecimento 2.1 O Conhecimento Humano. 2.1.1 Foco Histórico. 2.1.2. Níveis de Conhecimento. 2.2 Estudo da Ciência. 2.2.1 Foco Conceitual. 2.2.2 Método Científico. 3 A Pesquisa. 3.1 Conceito. 3.2 Horizontes múltiplos da pesquisa. 3.3 A pesquisa como princípio científico. 3.4 A pesquisa como princípio educativo. 3.5 Etapas da Pesquisa. 3.6 Níveis de Pesquisa. 3.7 Técnicas de Pesquisa. 3.8 Qualidade das Fontes de Pesquisa. 4 Elaboração de Projetos e de Relatórios de Pesquisa. 4.1 Projeto de Pesquisa: conceito, importância e estrutura. 4.2 Relatório de Pesquisa: conceito, importância e estrutura. 4.3 Redação de Projetos e de Relatórios de Pesquisa. 30 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 31 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, Pedro. Metodologia Científica em ciências sociais. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1995. LAVILLE, Chrstian e DIONNE, Jean. A Construção do saber. Belo Horizonte: UFMG, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Princípio científico e educativo. 8 ª ed. São Paulo, Cortez, 2001. ECO, Humberto. Como se faz uma tese. 18ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2003. GUSTIN, Miracy Barbosa de Souza; DIAS, Maria Tereza Fonseca. (Re)pensando a pesquisa jurídica: teoria e prática. 2ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2006. VIEGAS, Waldyr. Fundamentos de metodologia científica. Brasília: UNB, 1999. 32 TURMA 2° PERÍODO 33 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Curso: Direito Disciplina: Filosofia Geral Carga horária semestral: 80 h/a Carga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA Introdução geral à Filosofia, sua origem e fundamentos. A formação das correntes filosóficas históricas e seus principais pensadores. As questões relevantes da Filosofia: a construção do Conhecimento e a busca da Verdade; o Homem como sujeito de si mesmo, da Cultura e da Política em suas relações com a Sociedade e com o Mundo; as decorrências éticas e metafísicas da compreensão filosófica da existência e da vida. III. OBJETIVOS Perceber o significado e a importância da Filosofia enquanto pensamento que pretende superar o senso comum e estabelecer uma visão crítica da realidade, assimilando-a como atitude intelectualmente honesta diante das várias ciências, da prática profissional e da vida cotidiana; Relacionar os diversos momentos da história humana com os principais pensadores que fundamentam, cada qual com sua influência no tempo e nas idéias, as correntes filosóficas que justificam, em cada época, o ethos da existência humana e sua relação com o mundo, identificando assim os diversos paradigmas epistemológicos ao longo da história do pensamento filosófico; Compreender o mundo ocidental contemporâneo, em que está inserido, em suas manifestações históricas, culturais, políticas, econômicas e sociais, a partir do auxílio 34 analítico, lógico e sistemático que a Filosofia oferece como ferramenta de leitura do homem e das sociedades; Tomar consciência de que a relação Homem-Mundo-Ciência, facilitada pela Filosofia, é indispensável para se viver, trabalhar, relacionar e realizar-se. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE 1 - Razões Epistemológicas para o Estudo da Filosofia 1.1. Filosofia, Ciência e Ciências 1.1.1. Senso Comum, Bom Senso, Ideologia e Opinião Pública 1.1.2. Estudo como introdução ao exercício de filosofar: o pensar por si próprio 1.1.3. A necessidade do pensar filosófico para todas as disciplinas 1.2. Da compreensão mitológica à compreensão filosófica do mundo 1.2.1. Características do pensamento mitológico 1.2.2. Gênese da Filosofia na Antiga Grécia: os Pré-Socráticos 1.2.3. Características do pensamento filosófico-científico UNIDADE 2 - A Filosofia no Tempo 2.1. O Pensamento Antigo 2.1.1. Sócrates e o Conhecimento 2.1.2. Platão: a Verdade e o Homem 2.1.3. Aristóteles: a Ética e a Política 2.2. O Pensamento Cristão Medieval 2.1. Santo Agostinho e a liberdade humana 2.2. Santo Tomás de Aquino e a compreensão do Ser 2.3. O Antropocentrismo Científico Moderno 2.3.1. O Humanismo Renascentista e a Reforma Protestante 2.3.2. A Revolução Científica e o conceito de Ciência 2.3.3. Descartes e o Método Científico 2.3.4. O Estado Moderno: Hobbes, Locke, Rousseau e Marx 2.4. A Sociedade Contemporânea 35 2.4.1. A crise da Modernidade: Kant, Hegel e Marx 2.4.2. Escolas de Pensamento: a Fenomenologia, o Existencialismo, a Filosofia Analítica e o Positivismo Lógico 2.4.3. O contexto da “Pós-Modernidade” UNIDADE 3 - Questões Relevantes de Filosofia 3.1. Filosofia e Cultura 3.1.1. A Cultura na história da Filosofia 3.1.2. O Homem como sujeito e objeto da Cultura 3.1.3. Relação entre Cultura e Religião 3.2. Filosofia e Política 3.2.1. Natureza social do Homem e origem do Estado 3.2.2. Relação entre Política e Ética 3.3. Filosofia e Metafísica 3.3.1. A concepção metafísica da realidade 3.3.2. O problema da Morte 3.3.3. O sentido último da vida humana V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; debates em sala de aula; trabalhos individuais e em pequenos grupos; estudos de textos e pesquisas orientadas; produção de idéias, conhecimentos e textos; pequenos seminários; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). 36 VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTISERI, D.; REALE, G.. História da Filosofia: Antiguidade e Idade Média. Vol. 1. 7 ed. São Paulo: Paulus, 1991. ARANHA, M. L. A.; MARTINS, M. H. P.. Filosofando: Introdução à Filosofia. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2002. CHAUI, M.. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 37 GAARDER, J.. O Mundo de Sofia: romance da História da Filosofia. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. ANTISERI, D.; REALE, G.. História da Filosofia: do Humanismo a Kant. Vol. 2. 5 ed. São Paulo: Paulus, 1990. ______________________ História da Filosofia: do Romantismo até nossos dias. Vol. 3. 5 ed. São Paulo: Paulus, 1991. MARCONDES, D.. Iniciação à História da Filosofia: dos Pré-Socráticos a Wittgenstein. 6 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. 38 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO II Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Teoria do Ordenamento Jurídico: da norma jurídica ao ordenamento jurídico; a unidade do ordenamento jurídico; a coerência do ordenamento jurídico, completude do ordenamento jurídico; as relações do ordenamento jurídico. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente visão crítico-reflexiva sobre os fundamentos da estrutura normativa do Direito, tendo como base os elementos propedêuticos da ciência jurídica. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 A Teoria do Ordenamento Jurídico: Introdução - Da Norma Jurídica ao Ordenamento Jurídico 1.1 A novidade do estudo do ordenamento; 1.2 Ordenamento jurídico e definição de Direito; 1.3 Pluralidade de normas; 1.4 Os problemas do ordenamento jurídico. 2 A Teoria do Ordenamento Jurídico: A Unidade do Ordenamento Jurídico 2.1 A formação do ordenamento; 2.2 A relevância da teoria das fontes no Direito; 39 2.3 Os limites do ordenamento; 2.4 A teoria da produção escalonada de normas e a norma fundamental. 3 A Teoria do Ordenamento Jurídico: A Coerência do Ordenamento Jurídico 3.1 O ordenamento jurídico como sistema; 3.2 A questão das antinomias; 3.3 Critérios para solução de das antinomias; 3.4 O dever da coerência. 4 A Teoria do Ordenamento Jurídico: A Completude do Ordenamento Jurídico - Das Regras de Integração 4.1 O dogma e a crítica da completude; 4.2 A questão das lacunas no Direito; 4.3 Hetero-integração e Auto-integração; 4.4 A analogia e os princípios gerais de direito. 5 A Teoria do Ordenamento Jurídico: As relações entre os ordenamentos jurídicos 5.1 A pluralidade de ordenamentos; o Estado e os ordenamentos menores, vários tipos de relação entre os ordenamentos; 5.2 A superação da dicotomia do Direito e as realidades constitucionais contemporâneas: reflexão no contexto da cidadania; 5.3 A afirmação da cidadania no encontro do Código e da Constituição no Estado Democrático de Direito. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, 40 além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOBBIO, Norberto. Teoria da norma jurídica. 3.ed. Bauru: EDIPRO, 2005. BOBBIO, Norberto. Teoria do ordenamento jurídico. 10. ed. Brasília: Universidade de Brasília, 1999. KELSEN, Hans. Teoria pura do direito. 6.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 41 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASCENSÃO, José de Oliveira. O direito: introdução e teoria geral. 2.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2001. FERRAZ JR, Tercio Sampaio. Introdução ao estudo do direito: técnica, decisão, dominação. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2003. KELSEN, Hans. Teoria geral das normas. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris, 1986. MATA MACHADO, Edgar da. Elementos de teoria geral do direito: introdução ao direito. 4.ed. Belo Horizonte: UFMG, 1995. REALE, Miguel Reale. Lições preliminares de direito. 27.ed. Saraiva: 2002. VASCONCELOS, Arnaldo. Teoria da norma jurídica. 5.ed. São Paulo: Malheiros, 2002. 42 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL I Carga horária semestral: 80 H/A Caraga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Direito Civil: conceito e historicidade. Estrutura e conteúdo. A Constituição no Direito Civil Contemporâneo. Lei de Introdução ao Código Civil. Pessoas: Personalidade e Capacidade. Direitos de personalidade. Pessoas Naturais e Jurídicas. Personificação e Despersonificação. Nome. Domicílio. Bens. Teoria do Negócio Jurídico. Vícios Negociais. Regime das Nulidades. Modalidades do Negócio Jurídico. Ato ilícito. Abuso de Direito. Enriquecimento Ilícito. Prescrição e Decadência. III. OBJETIVOS Propiciar ao bacharelando noções propedêuticas de Direito Privado e a estrutura básica do Direito Civil. Abordar a estrutura da relação jurídica, qual seja, sujeito de direito, objeto e o vínculo de atributividade. Apresentar uma visão crítico-reflexiva desses elementos dentro da perspectiva contemporânea do Direito Civil, abordando as novas categorias de sujeitos, a classificação dos bens e a análise do fenômeno da juridicidade dos fatos. Analisar a relação do ordenamento jurídico com os fatos que lhe são contrários, na disciplina do ato ilícito, do abuso de direito e enriquecimento ilícito. Analisar a intervenção do tempo sobre a relação jurídica, através do estudo das figuras da prescrição e da decadência. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 43 1 TEORIA DO DIREITO CIVIL 1.1 A era das grandes codificações. Jusnaturalismo e positivismo. Conteúdo do Direito Civil: centralidade, neutralidade. Direito Civil e valores: patrimonialismo, hierarquização, patriarcalismo. 1.2 Sociedade e Direito Civil: crise da Codificação Civil e a chamada descodificação. A intervenção do Estado na economia: tendências. Direito Civil e valores: liberdade individual e solidariedade social. 1.3 Constituição e valores: a prevalência das situações jurídicas existenciais em relação às patrimoniais. 1.4 Constituição e Direito Civil: relação entre norma constitucional e norma ordinária. Aplicabilidade. 1.5 Conteúdo civil na Constituição: aplicabilidade das normas constitucionais na normativa infra-constitucional. Possibilidades interpretativas. 2 PERSONALIDADE 2.1 Personalidade e pessoa natural 2.2 Começo e término da personalidade: o nascituro, análise da previsão codicista de proteção ao nascituro em comparação às novas técnicas de concepção (bioética e biodireito). A proteção jurídica patrimonial e extrapatrimonial pos mortem. 2.3 Comoriência 2.4 Registro civil, nome civil 2.5 A pessoa humana e os direitos da personalidade – previsão constitucional. 2.6 Os direitos da personalidade no Novo Código Civil. Crítica à concepção patrimonialista. 2.7 Direitos da personalidade e pessoa jurídica. Análise crítica da teoria do dano moral nas pessoas jurídicas. 3 CAPACIDADE 3.1 Capacidade e estado das pessoas 3.2 Incapacidade 3.3 Maioridade e emancipação 3.4 Capacidade e dignidade da pessoa humana: perspectiva dogmática da capacidade no Novo Código Civil 4 AUSÊNCIA 4.1 Teoria jurídica do instituto da ausência. 44 4.2 Características e procedimento para o reconhecimento jurídico do estado de ausente. 4.3 Crítica à previsão do atual código face à ótica patrimonialista da ausência. 5 PESSOA JURÍDICA 5.1 Noção de pessoa jurídica e seus requisitos 5.2 Natureza da pessoa jurídica 5.3 Capacidade e representação da pessoa jurídica 5.4 Classificação das pessoas jurídicas 5.5 Responsabilidade civil das pessoas jurídicas 5.6 Nacionalidade das pessoas jurídicas 5.7 Desconsideração da pessoa jurídica 6 REPRESENTAÇÃO 6.1 Poder de representação legal e convencional 6.2 Efeitos da representação. Representação e responsabilidade. 7 DOMICÍLIO 7.1 Domicílio e residência 7.2 Unidade, pluralidade e falta de domicílio 7.3 Mudança de domicílio 7.4 Domicílio voluntário e domicílio necessário. Domicílio legal. Domicílio geral e especial 7.5 Domicílio das pessoas jurídicas 8 OBJETO DOS DIREITOS: COISAS E BENS 8.1 Patrimônio 8.2 Coisas e bens 8.3 Bens corpóreos e incorpóreos 8.4 Classificação dos bens 9 AQUISIÇÃO, MODIFICAÇÃO E EXTINÇÃO DOS DIREITOS SUBJETIVOS 9.1 Fato jurídico 9.2 Nascimento e aquisição dos direitos 9.3 Modificação dos direitos 9.4 Extinção e perda dos direitos 45 9.5 Renúncia 10 NEGÓCIO JURÍDICO 10.1 Negócio jurídico e ato jurídico: existência, validade e eficácia. Concepção monista e dualista do ato jurídico: concepção do contrato - ato ou negócio jurídico? 10.2 Manifestação e declaração de vontade: o princípio da boa-fé objetiva. A boa-fé objetiva como cânone interpretativo e integrativo das relações jurídicas negociais. 10.3 Requisitos de validade do negócio jurídico 10.4 Classificação dos negócios jurídicos 10.5 Interpretação do negócio jurídico 10.6 Causa do negócio jurídico 11 MODALIDADES DO NEGÓCIO JURÍDICO 11.1 Elementos acidentais do negócio jurídico 11.2 Condição: noção, classificação e efeitos 11.3 Termo e prazo 11.4 Encargo 12 DEFEITOS DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS 12.1 Manifestação de vontade defeituosa. 12.2 Erro de fato e erro de direito. 12.3 Dolo. 12.4 Coação. 12.5 Fraude. 12.6 Lesão e estado de perigo. 13 INVALIDADE DO ATO E DO NEGÓCIO JURÍDICO 13.1 O âmbito da invalidade dos atos e negócios jurídicos. 13.2 Nulidade. 13.3 Anulabilidade. 13.4 A simulação como causa de invalidade. 13.5 Efeitos da nulidade e da anulabilidade 13.6 Princípio da conservação dos atos e negócios jurídicos. 14 ATO ILÍCITO 14.1 A noção de ato ilícito. 46 14.2 Dolo. Culpa: a culpa na cláusula geral do artigo 186 e a cláusula geral do artigo 927. 14.3 A questão do dano. O dano moral. 14.4 Responsabilidade civil: noções. 14.5 O abuso de direito no Código Civil : relativização dos direitos na ótica civilconstitucional. 14.6 Excludentes de ilicitude. 15 PRESCRIÇÃO E DECADÊNCIA 15.1 O tempo e a relação jurídica 15.2 Da Prescrição: o impedimento e suspensão dos prazos prescricionais. 15.3 A interrupção da prescrição 15.4 Prazos prescricionais 15.5 Da Decadência: análise do instituto. 16 PROVA DO NEGÓCIO JURÍDICO 16.1 Forma e prova do negócio jurídico 16.2 Da prova: classificação, características e espécies. 16.3 Conclusão. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a 47 observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMARAL, Francisco. Direito civil: Introdução. 5ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2003. PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. V.I. 20ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2005. RODRIGUES, Silvio. Direito Civil :Parte Geral (de acordo com o novo Código Civil (Lei de nº 10.406,de 10-1-2002). 34ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. TEPEDINO, Gustavo. A parte geral do novo Código Civil. 2 ª.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2003. VENOSA, Silvio de Salvo. Direito Civil : Parte Geral. 5 ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.I. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 48 AZEVEDO, Antônio Junqueira de. Negócio Jurídico: existência, validade e eficácia. 4 ª.ed.São Paulo: Saraiva, 2002. COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Civil. . São Paulo: Saraiva, 2003. V.I FACHIN, Luiz Edson (Coord). Repensando os fundamentos do Direito Civil brasileiro contemporâneo. Rio de Janeiro: Renovar, 1998. FACHIN, Luiz Edson. Teoria crítica do Direito Civil. 3ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2003. HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes Novaes. Direito Civil: estudos. Belo Horizonte: Del Rey, 2000. MELLO, Marcos Bernardes de. Teoria do Fato Jurídico: Plano de existência. São Paulo: Saraiva, 2003. MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil : Parte Geral. 39ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. V.I RAMOS, Carmem Lúcia Silveira. Diálogos Sobre Direito Civil: Construindo a Racionalidade Contemporânea. Rio de Janeiro: Renovar, 2002. TEPEDINO, Gustavo. Código Civil Interpretado: conforme a constituição da República. Rio de Janeiro: Renovar, 2004. V.I. TEPEDINO, Gustavo. Temas de Direito Civil. 3 ª.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2004. 49 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: SOCIOLOGIA JURÍDICA Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Direito e Sociologia nas concepções de Weber e Durkheim. Sociologia Jurídica e Dogmática jurídica: as análises entre eficácia e validade. Sociologia Jurídica e Filosofia do Direito: as análises entre justiça e eficácia. Saber jurídico e Ciências Sociais: um estudo da função social da ciência. O Direito como fenômeno da sociedade e seu papel de controle social. A estrutura social e suas inter-relações com o Direito. III. OBJETIVOS Habilitar o discente à análise dos fatos sociais que justificam a incidência do Direito, legitimando aquele. Descrever os fenômenos jus-sociológicos que interagem com o caso concreto, de modo a compreender o entorno pelo qual a Ciência Jurídica cria e regula o fato social e as manifestações que advêm deste. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Sociologia Jurídica e Dogmática jurídica: as análises entre eficácia e validade 1.1 O fenômeno social e as ciências sociais 1.2 O fato social 1.3 Sociologia e Ciência do Direito 2 Saber jurídico e Ciências Sociais: um estudo da função social da ciência 50 2.1 O estabelecimento das formas de sociedade 2.2 Os tipos sociais existentes. 2.3 O controle na dinâmica da organização social. 2.4 A estrutura social e suas inter-relações com o Direito 3 Abordagem clássica da Sociologia no Direito 3.1 Weber: costume, carisma e lei. 3.2 Durkhein: As formas elementares de estruturação da sociedade. 3.3 Marx e Engels: A idéia de justiça, a sociedade civil e a ideologia. 4 Sociologia jurídica e Modernidade 4.1 O Estado moderno: o homem, a norma e a sociedade. 4.2 O poder do Estado, o poder de punir e o poder de potestade. 4.3 Sociologia e pluralismo jurídico 5 O Direito como fenômeno da sociedade e seu papel de controle social 5.1 Análise crítica dos sistemas jurídicos 5.2 Análise social das idéias de justiça 5.3 Direito e Moral: alcance e eficácia. 5.4 Sociologia Jurídica e Filosofia do Direito: as análises entre justiça e eficácia V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). 51 VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO, Celso Antônio Pinheiro. Sociologia do direito. 7 ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. MACHADO NETO, A. L. Sociologia jurídica. São Paulo: Saraiva, 1987. SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: introdução a uma leitura externa do direito. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 52 CASTRO, Celso A. Pinheiro de. Sociologia aplicada ao Direito. 2ª ed., São Paulo : Atlas, 2003. CAVALIERI FILHO, Sergio. Programa de Sociologia Jurídica: você conhece?. 10ª ed. Rio de Janeiro : Forense, 2002. LUHMANN, Niklas. Sociologia do direito.. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1983.V I e II. ROSA, Felipe Augusto de Miranda. Sociologia do Direito. O fenômeno jurídico como fato social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. SOUTO, Cláudio et al. Sociologia do Direito: textos básicos para a disciplina de Sociologia Jurídica. São Paulo : Pioneira Thompson Learning, 2002. 53 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: TEORIA DA CONSTITUIÇÃO Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Teoria da Constituição: surgimento, conceito e objeto. Constitucionalismo Ocidental: evolução histórica. Constitucionalismo no Brasil. Constituição: conceito e posição no quadro geral do Direito. Constituição em sentido formal e material. Classificação das Constituições. A Constituição Federal de 1988: preâmbulo e princípios constitucionais. Poder constituinte originário, derivado e decorrente. Supremacia da Constituição e Teoria do Controle de Constitucionalidade. Teoria das Normas Constitucionais: aplicabilidade e estrutura. Hermenêutica Constitucional: princípios e métodos. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente visão crítica acerca dos diversos conceitos de Constituição, Poder Constituinte, e Legitimidade da Constituição; Reforma Constitucional; Direitos Fundamentais e Separação dos Poderes, como elementos característicos do Estado de Direito. Demonstrar ao discente a necessidade de percepção histórica do fenômeno do constitucionalismo, visando, em especial, explicar o paradigma do Estado Democrático de Direito. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Constituição e constitucionalismo 54 2 Teoria da Constituição 2.1 Surgimento, conceito e objeto 2.2 Sistemas constitucionais 2.3 Constitucionalismo brasileiro 3 Constituição 3.1 Conceito e concepções doutrinárias 3.2 Funções da Constituição 3.3 A Constituição no quadro geral do Direito 3.4 Constituição em sentido formal e material 3.5 Classificação das Constituições 4 A Constituição Federal de 1988 4.1 O preâmbulo 4.2 Princípios constitucionais 5 O Poder constituinte 5.1 Poder constituinte originário 5.2 Poder constituinte derivado e decorrente 6 Supremacia da Constituição 6.1 Inconstitucionalidade 6.2 Sistemas de controle de constitucionalidade 6.3 Tipos de controles de constitucionalidade e órgãos encarregados do controle 7 Teoria das normas constitucionais 7.1 Aplicabilidade e estrutura 7.2 Mudança constitucional e mutação constitucional 7.3 Hermenêutica constitucional 55 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 56 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 15ª ed. São Paulo: Malheiros, 2004. CARAVALHO, Kildare Gonçalves. Direito Constitucional: Teoria do Estado e da Constituição, Direito Constitucional Positivo. 11ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2005. HORTA, Raul Machado. Direito Constitucional. 4ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROSO, Luís Roberto. O Direito Constitucional e a Efetividade de suas Normas. Rio de Janeiro: Renovar, 2003. BONAVIDES, Paulo. A Constituição Aberta: temas políticos e constitucionais da atualidade, com ênfase no federalismo das regiões. 2ª ed. São Paulo: Malheiros, 1996. CANOTILHO, J. J. Gomes. Direito Constitucional e Teoria da Constituição. 6ª ed. Coimbra: Almedina, 2002. MIRANDA, Jorge. Manual de Direito Constitucional: O Estado e os Sistemas Constitucionais. 6ª ed. Coimbra: Coimbra Editora, 1997. Tomo I. MIRANDA, Jorge. Manual de Direito Constitucional: Constituição. 4ª ed. Coimbra: Coimbra Editora, 2000. Tomo II. SILVA, José Afonso da. Poder Constituinte e Poder Popular: estudos sobre a Constituição. São Paulo: Malheiros, 2002. 57 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horáriam semanal: 4 H/A A) TEORIA GERAL DO DIREITO II. EMENTA Ordem social e ordem jurídica. Direito e moral. Função do Direito. Norma jurídica. Princípios Gerais do Direito. Direito no tempo e no espaço. Sujeitos de direito. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente conhecimentos de teoria geral do Direito como fundamento teórico a permitir a análise crítico-reflexiva dos institutos jurídicos. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Ordem social e ordem jurídica, Direito e moral. 1.1 Ordem Social: o homem, a sociedade e o Direito. 1.2 Ação normativa como reflexo da ação social: a ordem jurídica 1.3 Historicidade da ação normativa e o Direito. 1.4 Direito e moral versus Direito e ética: dimensão da legitimidade da norma social. 2 Função do Direito e Norma jurídica 2.1 Sistemas jurídicos contemporâneos no mundo ocidental. 2.2 Valor da norma jurídica e a função do Direito. 2.3 Cientificidade do Direito frente à norma jurídico-social. 58 2.4 Equidade e modos de enfrentamento da ausência de normas. 3 Princípios Gerais do Direito. Dimensão epistemológica do Direito. 3.1 Fontes do Direito na legalidade e legitimidade da norma jurídico-social. 3.2 Vieses do Direito e sua dimensão epistemológica. 3.3 Codificação, Especialização e Combinação das normas jurídico-sociais. 3.4 Interpretação e integração das normas jurídico-sociais. 4 Direito no tempo e no espaço. Sujeitos de direito. 4.1 Classificação das normas jurídico-sociais. 4.2 Metodologia de ação das normas jurídico-sociais. 4.3 Concurso, conflito de regras e sucessão das normas jurídico-sociais. 4.4 Espacialidade e Temporalidade das normas jurídico-sociais. 4.5 Sujeitos de Direitos nos vieses do Direito. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: 59 I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASCENÇÃO, José de Oliveira. O Direito: Introdução e Teoria Geral. 2 ª.ed.Rio de Janeiro: Renovar, 2001. BERGEL, Jean-Louis. Teoria Geral do Direito. São Paulo: Martins Fontes, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BASTOS, Aurélio Wander. Introdução à Teoria do Direito. 3 ª.ed. Rio de Janeiro: Lúmen Juris, 2000. CARNELUTTI, Francesco. Teoria Geral do Direito. São Paulo: Lejus, 1999. KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. 6 ª.ed.São Paulo: Martins Fontes, 2000. MACHADO, Edgar da Mata. Elementos de Teoria Geral do Direito. 4 ª.ed. Belo Horizonte: UFMG, 1995. RAMOS, Carmem Lúcia Silveira. Diálogos Sobre Direito Civil: Construindo a Racionalidade Contemporânea. Rio de Janeiro: Renovar, 2002. 60 B) HERMENÊUTICA JURÍDICA II. EMENTA Direito, Hermenêutica e Interpretação. Direito como norma, fato social e valor. Técnicas (Escolas) de interpretação. Lacunas axiológicas do Direito. Princípios Gerais do Direito. Pensamentos jusfilosóficos modernos: exegese e a busca à jurisprudência de valores, retórica, pós-positivismo e a discussão atual no Brasil. Estado Democrático de Direito e o paradigma epistemológico da filosofia da consciência. Fetichização do discurso jusfilosófico. Pluralismo jurídico. III. OBJETIVOS Habilitar o discente ao pensamento hodierno acerca das tendências atuais de construção da interpretação voltadas à Ciência Jurídica, concatenando todas elas num discurso crítico e conciso pelo qual o mesmo o instrumentará no exercício profissional das diversas carreiras jurídicas, preocupado com a efetivação da cidadania-solidária. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Direito, Hermenêutica e Interpretação 1.1 Compreensão, Interpretação e Hermenêutica no Direito 1.2 Dogmática e interpretação jurídicas 1.3 Direito como norma, fato social e valor. 1.4 Sistemas interpretativos e suas regras. 2 Técnicas (Escolas) de Intepretação. 2.1 Aplicação ou integração do direito às lacunas jurídicas: analogia e equidade. 2.2 Escola da Exegese e Escola Histórica do Direito 2.3 Formalismo jurídico e Positivismo jurídico. 3 Pensamentos jusfilosóficos modernos e a orientação hermeneuta 3.1 Jurisprudência de valores e jurisprudência de interesses 3.2 Orientação da vontade: entre a lei, o legislador e o jurista. 61 3.3 Pós-positivismo jurídico e as implicações na hermenêutica atual. 3.4 Hermenêutica no Brasil e as correntes atuais. 4 Questões contemporâneas da hermenêutica jurídica. 4.1 Estado Democrático de Direito e o paradigma epistemológico da filosofia da consciência; 4.2 Fetichização do discurso jusfilosófico. 4.3 Pluralismo jurídico e os valores constitucionais no Brasil. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; 62 II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMARGO, Margarida Maria Lacombe. Hermenêutica e Argumentação: uma contribuição ao estudo do Direito. 3ª ed. Rio de Janeiro : Renovar, 2003. STRECK, Lênio Luiz. Hermenêutica Jurídica e(m) Crise: uma exploração hermenêutica da construção do Direito. 3ª ed. Porto Alegre : Livraria do Advogado, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Dilvanir José da. Curso de Hermenêutica Jurídica. Belo Horizonte : Del Rey, 1997. FRANÇA, R. Limongi. Hermenêutica Jurídica. 7ª ed. São Paulo : Saraiva, 1999. PASQUALINI, Alexandre. Hermenêutica e Sistema Jurídico: uma introdução à interpretação sistemática do Direito. Porto Alegre : Livraria do Advogado, 1999. SALDANHA, Nelson. Ordem e Hermenêutica. Rio de Janeiro : Renovar, 1992. WOLKMER, Antônio Carlos. Pluralismo Jurídico: fundamentos de uma nova cultura no Direito. 3ª ed. São Paulo : Alfa-Omega, 2001. C) ARGUMENTAÇÃO E REDAÇÃO JURÍDICA 63 II. EMENTA Linguagem. Funções da linguagem. Linguagem culta e linguagem coloquial. Linguagem jurídica. Texto: conceito. O texto oral e o texto escrito. O texto e sua unidade. Elementos de textualidade: coesão e coerência. Tipologia textual: narração, descrição, dissertação. Produção textual. O papel do leitor e do autor. O texto jurídico: leitura, análise e produção. O discurso jurídico. Considerações sobre a argumentação jurídica e o discurso argumentativo. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente conhecimentos sobre a estrutura da linguagem jurídica, salientando a natureza argumentativa e persuasiva. Desenvolver a prática de leitura, análise e crítica textuais, considerando as diversas condições de produção. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Linguagem 1.1 Linguagem culta e linguagem coloquial 1.2 Linguagem jurídica: vocabulário e brocardos jurídicos 2 Texto 2.1 Texto: conceito 2.2 O texto oral e o texto escrito 2.3 O texto e sua unidade 3 Textualidade 3.1 Modalidades e registros da língua 3.2 Discurso e enunciação 3.3 Coesão e coerência textuais 3.4 Principais elementos de coesão no discurso jurídico 4 Funções de linguagem e o discurso jurídico 4.1 A função referencial nas peças processuais 64 4.2 As funções emotiva, conativa, poética e fática no discurso persuasivo 4.3 A função metalingüística nos códigos 5 Tipologia textual 5.1 Descrição: características e técnicas de produção 5.2 Narração: características e técnicas de produção 5.3 Dissertação: características e técnicas de produção 5.4 Injunção: características e técnicas de produção 5.5 Modos de organização do discurso jurídico 5.6 Relatório informativo e tendencioso 6 Leitura 6.1 O papel do leitor e do autor 6.2 Informatividade, intencionalidade, aceitabilidade e situacionalidade 6.3 O texto jurídico: leitura, análise e produção 7 O discurso jurídico: teoria da argumentação 7.1 Demonstração e argumentação 7.2 Argumentação aplicada a diversas situações verbais 7.3 Argumentação no contexto jurídico 7.3.1 As condições de produção do discurso argumentativo: os sujeitos e a situação de conflito 8 Argumentação jurídica e discurso argumentativo 8.1 Contextualização 8.2 Situação de conflito: esclarecimento do problema, apresentação de causas gerais 8.3 Fundamentação da opinião: a argumentação 8.4 Teses e hipóteses 8.5 O uso dos argumentos 8.6 Tipos de argumentos: argumento de causalidade, argumento de conseqüência, argumento de autoridade, argumento baseado no consenso, argumento lógico, 65 argumento ad hominem, argumento por absurdo, argumento por exclusão. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se 66 submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABREU, Antônio Suarez. A arte de argumentar. 3ª ed. São Paulo: Ateliê Editoral, 1999. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaca. Argumentação e Linguagem. 9ªed. São Paulo: Cortez, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. 11ª ed. São Paulo: Ática, 2001. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssia Gramática da lingua portuguesa. 44ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional., 2001. COSTA, José Maria. Revisão de Português. São Paulo: Livraria e editora universitária de direito, 1996. ECO, Humberto. Os limites da interpretação. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2004. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência textuais. 9ª ed. São Paulo: Ática, 2002. D) LIBRAS EMENTA: Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visualespacial. OBJETIVOS: Propiciar ao corpo discente o conhecimento da linguagem de libras a fim de efetivar a cidadania e com vistas a garantir a inclusão social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Língua Brasileira de Sinais. Brasília: SEESP/MEC, 1998. 67 BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COUTINHO, Denise. LIBRAS e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa: Arpoador, 2000. FELIPE, Tânia A. Libras em contexto. Brasília, MEC/SEESP, 2007. 68 TURMA 3° PERÍODO 69 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL II Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Direito das Obrigações. Obrigações: aspectos gerais, historicidade, estrutura. Fontes das Obrigações. A Constitucionalização do Direito das Obrigações. Classificações das Obrigações. Transmissão das Obrigações. Teoria do Pagamento. Modalidades do Pagamento. Inadimplemento das Obrigações: efeitos. Extinção das obrigações.Arras. Cláusula Penal. Atos Unilaterais. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente o estudo crítico-reflexivo da teoria geral das obrigações, de modo a observar a sua constituição, seus elementos essenciais, seus efeitos, suas modalidades, regras de extinção, suas garantias. O oferecimento da disciplina pautarse-á na metodologia civil-constitucional, de modo a observar que a interação entre o conteúdo de ordem privada e ordem pública, entrelaça-se a fim de atender a dignidade da pessoa humana. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 INTRODUÇÃO AO DIREITO DAS OBRIGAÇÕES 1.1 Noções gerais: conceito, características e historicidade 1.2 Paradigmas do novo Código Civil no Direito das Obrigações. A constitucionalização das obrigações. A boa-fé como fundamento das obrigações. Função social das 70 obrigações. Eticidade nas relações obrigacionais. 2 ESTRUTURA DA RELAÇÃO OBRIGACIONAL 2.1 Elementos constitutivos: sujeitos, objeto e vínculo jurídico. 2.2 Fontes das relações obrigacionais 3 CLASSIFICAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES 3.1 Classificação quanto ao objeto: obrigações de dar (coisa certa e coisa incerta), obrigações de fazer e não fazer. 3.2 Outras classificações: A) quanto aos elementos: obrigações simples e obrigações compostas (quanto ao objeto: cumulativas, alternativas e facultativas e quanto ao sujeito: divisíveis, indivisíveis, solidárias e subsidiárias). B) quanto a exigibilidade (civis e naturais). C) quanto ao fim (meio, resultado e de garantia). D) quanto ao momento de execução (instantâneas e continuadas). E) quanto aos elementos acidentais: condicional, modal/residência. F) quanto ao objeto: líquida e ilíquida. G) pela reciprocidade: principais e acessórias. 4 TRANSMISSÃO DAS OBRIGAÇÕES 4.1 Noções Gerais 4.2 Cessão de crédito 4.3 Cessão de débito 4.4 Cessão do contrato (cessão na posição do contrato) 5 PAGAMENTO 5.1 Teoria do pagamento – regras gerais: sujeitos do pagamento, objeto do pagamento, prova do pagamento, lugar do pagamento e tempo do pagamento. 5.2 Pagamento indevido e enriquecimento sem causa. 6 MODALIDADES ESPECIAIS DE PAGAMENTO 6.1 Pagamento indireto 6.1.1 Consignação em pagamento 71 6.1.2 Pagamento em sub-rogação 6.1.3 Imputação do pagamento 6.1.4 Dação em pagamento 6.2 Extinção das obrigações sem pagamento 6.2.1 Novação 6.2.2 Compensação 6.2.3 Confusão 6.2.4 Remissão 7 INADIMPLEMENTO E GARANTIA DAS OBRIGAÇÕES 7.1 Inadimplemento das obrigações: absoluto e relativo 7.2 Mora: conceito, espécies, mora do devedor e do credor, mora de ambos os sujeitos, juros moratórios e correção monetária, purgação e cessação da mora. 7.3 Perdas e danos 7.3.1 Dano material, moral e estético 7.4 Juros 7.5 Cláusula penal 7.6 Arras/Sinal 8 DECLARAÇÕES UNILATERAIS 8.1 Negócios jurídicos unilaterais 8.2 Promessa de recompensa 8.2.1 Concurso de mérito 8.2.2 Concursos promocionais 8.3 Gestão de negócios V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS 72 Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: Teoria geral das obrigações. 18ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. 20ª. ed. Rio de Janeiro: 73 Forense, 2004. VENOSA, Sílvio De Salvo. Direito Civil: teoria geral das obrigações e teoria geral dos Contratos. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.II BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito das Obrigações: (parte especial). 5ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2001. Tomo I. GONÇALVES, Carlos Roberto. Direitos das Obrigações: parte especial. 2ª. São Paulo: Saraiva, 2002. Tomo II. RAMOS, Carmem Lúcia Silveira. Diálogos Sobre Direito Civil: Construindo a Racionalidade Contemporânea. Rio de Janeiro: Renovar, 2002. RODRIGUES, Sílvio. Direito Civil. 21ª ed. São Paulo: Saraiva, 1988. V.II TEPEDINO, Gustavo. Temas de Direito Civil. 3 ª.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2004. TEPEDINO, Gustavo. Obrigações. Rio de Janeiro, 2005. TEPEDINO, Gustavo. Código Civil Interpretado: conforme a constituição da República. Rio de Janeiro: Renovar, 2004. V.I 74 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CONSTITUCIONAL I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Teoria dos direitos fundamentais. Os direitos e garantias fundamentais na Constituição Federal de 1988. Remédios Constitucionais. Nacionalidade. Direitos Políticos e Partidos Políticos. Organização do Estado: o federalismo brasileiro, distribuição de competências entre os entes da federação. O município status do município na Constituição Federal de 1988. Intervenção federal. Princípios constitucionais da Administração Pública. III. OBJETIVOS Demonstrar ao discente a necessidade de compreensão histórica das reivindicações que redundaram na consagração das distintas gerações de direitos fundamentais. Analisar, no sistema constitucional brasileiro, os direitos e garantias fundamentais; os remédios constitucionais para a defesa do cidadão; os direitos de nacionalidade; e os direitos de participação no processo político e nos órgãos governamentais. Compreender a estrutura do Estado Federal brasileiro: sua organização, seus componentes e a técnica de repartição de poder entre as entidades federativas. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Teoria dos Direitos Fundamentais 1.1 Caracterização, conceito e natureza 75 1.2 Formação histórica das declarações de direito 1.3 A declaração universal dos direitos do homem e outros documentos históricos 2 Os Direitos e Garantias fundamentais na CF/88 2.1 Os direitos individuais 2.2 Os direitos sociais 2.3 Os direitos de nacionalidade 2.4 Os direitos de cidadania e os direitos políticos 2.5 Dos partidos políticos 2.6 Das garantias constitucionais 3 O Estado Federal Brasileiro 3.1 Princípio da indissolubilidade do vínculo federativo 3.2 A União 3.3 Os Estados-Membros 3.4 Os municípios 3.5 Os municípios na federação brasileira 3.6 Os territórios 4 Repartição de competências 5 Intervenção 5.1 Intervenção federal 5.2 Intervenção estadual nos municípios 6 Princípios constitucionais da Administração pública 6.1 O princípio da legalidade 6.2 O princípio da impessoalidade 6.3 O princípio da moralidade 6.4 O princípio da publicidade 6.5 O princípio da eficiência 76 6.6 Outros princípios constitucionais relevantes V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se 77 submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 15ª ed. São Paulo: Malheiros, 2004. CARVALHO, Kildare Gonçalves. Direito Constitucional: Teoria do Estado e da Constituição, Direito Constitucional Positivo. 11ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2005. SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 24ª ed. São Paulo: Malheiros, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROSO, Luís Roberto. Interpretação e Aplicação da Constituição. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001. BARROSO, Luís Roberto. O Direito Constitucional e a Efetividade de suas Normas. Rio de Janeiro: Renovar, 2003. BONAVIDES, Paulo. A Constituição Aberta: temas políticos e constitucionais da atualidade, com ênfase no federalismo das regiões. 2ª ed. São Paulo: Malheiros, 1996. CANOTILHO, J. J. Gomes. Direito Constitucional e Teoria da Constituição. 6ª ed. Coimbra: Almedina, 2002. FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Estado de Direito e Constituição. São Paulo: Saraiva, 1999. HORTA, Raul Machado. Direito Constitucional. 4ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. 78 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PENAL I Carga horária semestral: 80 h/a Caraga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA Direito Penal: conceito, objeto e funções. Direito Penal: leitura interdisciplinar. História do Direito Penal. Princípios constitucionais do Direito Penal. Norma penal no tempo e no espaço. Conceito e classificação dos delitos. Teoria do Crime. Dolo, culpa e preterdolo. Crime tentado e crime consumado. Erro de tipo e erro de proibição. Concurso de pessoas. Circunstâncias e condições pessoais do agente. Itercriminis. III. OBJETIVOS Proporcionar ao discente o conhecimento crítico-reflexivo do ordenamento jurídico penal a partir da leitura histórica de seus institutos jurídicos, fomentando a interpretação à luz da Constituição. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Direito Penal: conceito, objeto e funções 1.1 Introdução 1.2 Conceito de Direito Penal 1.3 Direito Penal objetivo e Direito Penal subjetivo 1.4 Direito Penal comum e Direito penal especial 1.5 Bens jurídico-penais 79 1.6 Funções do Direito Penal num Estado democrático de direito 2 Direito Penal: leitura interdisciplinar 2.1 Introdução 2.2 Relações com as ciências jurídicas fundamentais 2.3 Relações com outros ramos de ciências jurídicas 2.4 Relações com as disciplinas auxiliares 3 História do Direito Penal 3.1 Introdução 3.2 Direito Penal Romano 3.3 Direito Penal Germânico 3.4 Direito Penal Canônico 3.5 Direito Penal comum 3.6 Período humanitário 3.6.1 Cesare de Beccaria 3.6.2 John Howard 3.6.3 Jeremias Bentham 3.7 História do Direito Penal brasileiro 3.7.1 Período colonial 3.7.2 Código Criminal do Império 3.7.3 Período republicano 3.7.4 Reformas contemporâneas 4 Princípios constitucionais do Direito Penal 4.1 Introdução 4.2 Princípio da legalidade ou da reserva legal 4.3 Princípio da intervenção mínima 4.4 Princípio da lesividade 4.5 Princípio da adequação social 4.6 Princípio da fragmentariedade 80 4.7 Princípio da insignificância 4.8 Princípio da individualização da pena 4.9 Princípio da proporcionalidade 4.10 Princípio da responsabilidade pessoal 4.11 Princípio da limitação das penas 4.12 Princípio da culpabilidade 4.13 Princípio da irretroatividade da lei penal 4.14 Princípio da humanidade 5 Norma penal 5.1 Introdução 5.2 Fontes do Direito Penal 5.2.1 Conceito 5.2.2 Espécies 5.3 Teoria de Binding 5.4 Classificação das normas penais 5.5 Normas penais incriminadoras e normas penais não incriminadoras 5.6 Normas penais em branco 5.7 Normas penais incompletas ou imperfeitas 5.8 Anomia e antinomia 5.9 Conflito aparente de normas penais 5.10 Interpretação e integração da norma penal 5.10.1 Espécies de interpretação 5.10.2 Interpretação analógica 5.10.3 Analogia 6 Lei penal no tempo 6.1 Introdução 6.2 Princípios da lei penal no tempo 6.3 Novatio legis incriminadora 6.4 Abolitio criminis 81 6.5 Novatio legis in pejus 6.6 Novatio legis in mellius 6.7 Lei intermediária 6.8 Conjugação de leis 6.9 Competência para a aplicação da lei mais benéfica 6.10 Leis temporárias e excepcionais 6.11 A retroatividade e a lei penal em branco 6.12 Retroatividade e lei processual 6.13 Tempo do crime 7 Lei penal no espaço 7.1 Introdução 7.2 Princípios de aplicação da lei penal no espaço 7.3 Territorialidade 7.4 Conceito de território 7.5 Lugar do crime 7.6 Extraterritorialidade incondicionada 7.7 Extraterritorialidade condicionada 7.8 Imunidades 7.8.1 Diplomática 7.8.2 Parlamentar 7.8.3 Profissional do Advogado 8 Disposições sobre a aplicação da lei penal 8.1 Eficácia da sentença estrangeira 8.2 Contagem de prazo 8.3 Frações não computáveis na pena 8.4 Legislação especial 9 Conceito e classificação dos delitos 9.1 Introdução 82 9.2 O conceito clássico de delito 9.3 O conceito neoclássico de delito 9.4 O conceito de delito no finalismo 9.5 O conceito analítico de crime 9.6 A definição legal de crime no Brasil] 9.7 Classificação das infrações penais 9.7.1 Classificação tripartida e bipartida 9.7.2 Crimes doloso, culposo e preterdoloso 9.7.3 Crimes comissivo, omissivo e comissivo-omissivo 9.7.4 Crimes instantâneo e permanente 9.7.5 Crimes de dano e de perigo 9.7.6 Crimes material, formal e de mera conduta 9.7.7 Crimes unissubjetivo e plurissubjetivo 9.7.8 Crimes unissubsistente e plurissubsistente 9.7.9 Crimes comum, próprio e de mão própria 9.7.10 Crimes de ação única, de ação múltipla e de dupla subjetividade 10 Teoria do Crime 10.1 Conduta 10.2 Tipo penal 10.3 Tipo doloso 10.4 Tipo culposo 10.5 Agravação pelo resultado 10.5 Relação de causalidade 10.6 Iter criminis , crime tentado e consumado 10.7 Ilicitude 10.7.1 Introdução 10.7.2 Causas de exclusão da ilicitude 10.7.3 Estado de necessidade 10.7.4 Legítima defesa 10.7.5 Estrito cumprimento do dever legal 83 10.7.6 Exercício regular de direito 10.7.7 Consentimento do ofendido 10.8 Culpabilidade 10.8.1 Introdução 10.8.2 Elementos da culpabilidade na concepção finalista 10.8.3 Imputabilidade 10.8.4 Potencial consciência da ilicitude 10.8.5 Exigibilidade de conduta diversa 11 Erro de tipo e erro de proibição 11.1 Introdução 11.2 Erro de tipo 11.3 Erro de proibição 12 Concurso de pessoas 12.1 Introdução 12.2 Requisitos para o concurso de pessoas 12.3 Teorias sobre o concurso de pessoas 12.4 Autoria 12.5 Participação 12.6 Punibilidade no concurso de pessoas 12.7 Circunstâncias incomunicáveis 12.8 Crimes multitudinários 12.9 Concurso de pessoas em crimes omissivos 12.10 Concurso de pessoas em crimes culposos 13 Desistência voluntária e arrependimento eficaz 14 Arrependimento posterior 15 Crime impossível 84 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 85 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. V.I. GRECO, Rogério. Curso de Direito Penal: Parte Geral. 4ª ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2004. PRADO, Luiz Regis. Curso de Direito Penal brasileiro. 5ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005.V.I BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRABETE, Julio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Parte Geral. 20ªed. São Paulo: Atlas, 2003. QUEIROZ, Paulo de Sousa. Funções do Direito Penal: Legitimação versus Deslegitimação do Sistema Penal. Belo Horizonte: Del Rey, 2001. TAVARES, Juarez. Teoria do injusto penal. 3ªed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. TOLEDO, Francisco de Assis. Princípios básicos de Direito Penal. 5ªed. São Paulo: Saraiva, 2001. ZAFFARONI, Eugenio Raúl e PIERANGELI, José Henrique. Manual de Direito Penal brasileiro. Parte Geral. 4ªed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002. 86 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: FILOSOFIA DO DIREITO Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Filosofia e afirmação filosófico-histórica do Direito: pensadores gregos, filósofos cristãos. Tendências jusfilosóficas: Contratualismo social (Rosseau), Criticismo e deontologia (Kant), Normativismo lógico (Kelsen), Positivismo jurídico (Bobbio), Sociologismo jurídico (Duguit), Abstração e moralidade jurídica (Hegel), Direitos Humanos (Arendt), Tópica (Viehweg), Argumentação lógica do Direito (Perelman) e Tridimensionalismo jurídico (Reale). Questões jusfilosóficas contemporâneas: moral, justiça e poder. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente a contemplação do fenômeno jurídico em todas as esferas da vida, enquanto analisado este do ponto de vista filosófico que o legitima. Evidenciar as diversas correntes de pensamento jusfilosóficos modernos que construíram o pensamento sobre a dimensão do Direito enquanto Ciência Social Aplicada. Problematizar, sob a linha jusfilosófica, as dimensões em que os bens da vida são postos em prova face ao ordenamento jurídico que os regula a Sociedade. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 87 1 O conceito de filosofia do direito 1.1 objetivo da filosofia do direito 1.2 método da filosofia do direito 2 Direito natural e direito positivo 2.1 direito natural 2.2 positivismo filosófico e jurídico 3 Pluralidade das concepções de justiça 3.1 Contratualismo social 3.2 o jusnaturalismo 3.3 a idéia de justiça em Kant 3.4 a idéia de justiça em Hegel 3.5 Direitos Humanos 3.6 Argumentação lógica do Direito 4 Axiologia Jurídica 5 Direito e Moral 6 Aspectos da filosofia do direito na atualidade V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). 88 VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITTAR, Eduardo C. B. Curso de Filosofia do Direito. 4ª ed. São Paulo : Atlas, 2005. GUSMÃO, Paulo Dourado de. Filosofia do Direito. 7ª ed. Rio de Janeiro : Forense, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de filosofia do Direito. São Paulo : Ícone, 1999. 89 DWORKIN, Ronald. Levando os direitos a sério. São Paulo : Martins Fontes, 2002. HEGEL, G. W. F. Princípios da Filosofia do Direito. São Paulo : Martins Fontes, 2000. KELSEN, Hans. O problema da justiça. São Paulo : Martins Fontes, 1998. MONTESQUIEU, Charles de Secondat. O Espírito das Leis. São Paulo : Martins Fontes, 1996. RAWLS, John. Uma teoria de Justiça. São Paulo : Martins Fontes, 2000. 90 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: TEORIA GERAL DO PROCESSO Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Processo: conceito, teorias, espécies, objeto. Princípios. Garantias Constitucionais do Processo. Jurisdição: conceito, características e princípios. Jurisdição Contenciosa e Voluntária. Organização Judiciária. Competência: conceito, critérios de determinação, modificação de competência. Ação: conceito, teorias, condições da ação. Teoria dos atos processuais: conceito, princípios, classificação, forma, tempo. Comunicação dos Atos Processuais: citação, intimação. Nulidades dos Atos Processuais. Sujeitos do Processo: partes, advogado, juiz, ministério público, serventuários da justiça. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente visão critico-reflexiva acerca da Teoria Geral do Processo, tendo em vista os fundamentos constitucionais e infraconstitucionais comuns a todos os ramos processuais. Propiciar ao discente compreensão dos institutos básicos e gerais do processo como instrumentos de acesso à justiça e concepção do jurisdicionado como cidadão. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Histórico da jurisdição 2 Princípios gerais do processo 91 3 Jurisdição: 3.1 Conceito 3.2 Princípios da Jurisdição 3.3 Natureza jurídica 3.4 Classificação da Jurisdição 3.5 Jurisdição Contenciosa e Voluntária 3.6 Características da jurisdição 3.7 Da organização do Poder Judiciário 4 Da competência 4.1 Critérios de fixação da competência 4.2 Critérios de modificação da competência 4.3 Declaração de incompetência 5 Da ação 5.1 Teorias da ação 5.2 Classificação das ações 5.3 Elementos da ação 5.4 Condições da ação 6 Da defesa 6.1 A ampla defesa e o contraditório como garantias constitucionais 7 Do processo 7.1 Conceito 7.2 Teorias 7.3 Natureza jurídica 7.4 Pressupostos de constituição e desenvolvimento regular do processo 7.5 Princípios e garantias constitucionais do processo 7.6 Atos processuais – forma, tempo e lugar da realização dos atos processuais 92 7.7 Princípios informadores da prática dos atos processuais 7.8 Nulidade dos Atos processuais 8 Dos sujeitos do Processo 8.1 Partes e procuradores 8.2 Do Juiz 8.3 Do Ministério Público 8.4 Dos serventuários da Justiça 8.5 Da pluralidade de partes (litisconsórcio) V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; 93 II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVIM, Arruda. Manual de Direito Procesual Civil. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. V.I GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2003. V.I. CINTRA, Antônio Carlos de; GRINOVER, Ada Pellegrini e DINAMARCO, Cândido Rangel. Teoria Geral do Processo. 21ªed. São Paulo: Malheiros, 2005. NERY JUNIOR, Nelson. Princípios do Processo Civil na Constituição Federal. 8ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 7ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002. V.I GOMES, Fábio e SILVA, Ovídio A. Baptista da. Teoria Geral do Processo Civil. 3ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002. GONÇALVES, Aroldo Plínio. Técnica processual e Teoria do Processo. Rio de Janeiro: Aide, 2001. LEAL, Rosemiro Pereira. Teoria Geral do Processo: Primeiros Estudos. 4ª ed. Porto Alegre: Síntese, 2001. 94 MAZZILLI, Hugo Nigro. O acesso à justiça e o Ministério Público. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001. NALINI, José Renato. O juiz e o acesso à justiça. 2ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. 95 TURMA 4° PERÍODO 96 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL III Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Teoria geral dos contratos. Evolução do direito contratual (historicidade). Análise civil constitucional. Ordem principiológica a normatizar as relações contratuais. Constituição, validade e eficácia dos contratos. Classificação. Formação dos Contratos. Efeitos perante terceiros: estipulação em favor de terceiros, pessoa a declarar e promessa do fato de terceiros. Garantias: evicção e vícios redibitórios. Extinção dos contratos. Relações consumeristas. III. OBJETIVOS Proporcionar ao discente análise crítico-reflexiva da teoria geral dos contratos, entendendo-o como instrumento de circulação da propriedade, que deve, a fim de observar a dignidade da pessoa humana, atender a função social. E ao final, como instrumento de proteção à pessoa será viabilizado o estudo das relações consumeristas. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Evolução do Direito Contratual - historicidade: Estado Autoritário, Estado Liberal, Estado Social. 1.1. As relações contratuais e o Estado Democrático de Direito 1.1.1 Análise civil-constitucional: (re)leitura das obrigações contratuais 97 2 Princípios do Direito Contratual 2.1 Funções principiológicas: regras e princípios 2.2 Princípios Gerais 2.2.1 Princípio da dignidade da pessoa humana: igualdade, liberdade, integridade psicofísica e solidariedade. 2.2..2 Princípio da boa-fé nas relações contratuais 2.2.3 Eticidade nas relações contratuais 2.2.3 Função social dos contratos 2.3 Princípios especiais ao Direito Contratual 2.3.1 Princípio autonomia privada 2.3.2 Princípio da força obrigatória dos contratos 2.3.2.1 O equilíbrio econômico-financeiro das relações contratuais 2.3.3 Princípio da relatividade dos efeitos do contrato 2.3.4 Princípio da equivalência material 2.3.5 Princípio da boa-fé objetiva 3 Interpretação dos contratos: conceito e extensão, princípios básicos, contratos no Código de Defesa do Consumidor, interpretação dos contratos de adesão. 4 Constituição da relação contratual 4.1 Sujeitos 4.2 Forma 4.3 Objeto 4.4 Validade, eficácia e exigibilidade 5 Classificação dos contratos 5.1 Contratos unilaterais e bilaterais 5.2 Contratos gratuitos e onerosos 5.3 Contratos comutativos e por adesão 5.3.1 Contratos aleatórios por natureza 98 5.3.2 Contratos acidentalmente aleatórios 5.4 Contratos paritários e de adesão 5.5 Contratos de execução instantânea, diferida e de trato sucessivo 5.6 Contratos personalíssimos e impessoais 5.7 Contratos individuais e coletivos 5.8 Contratos principais e acessórios 5.9 Contratos solenes e não solenes 5.10 Contratos consensuais e reais 5.11 Contrato preliminar e definitivo 5.12 Contratos nominados e inominados 6 Formação dos Contratos 6.1 Princípio da autonomia privada 6.2 Negociação preliminar 6.3 A aceitação 6.4 Momento da conclusão do contrato 6.5 Lugar da celebração 6.6 Formação dos contratos pela Internet 7 Efeitos perante terceiros 7.1 Estipulação em favor de terceiros 7.2 Pessoa a declarar 7.3 Promessa do fato de terceiros 8 Das garantias constituídas em favor das relações contratuais 8.1 Vícios redibitórios 8.2 Evicção 9 Extinção dos contratos 9.1 Modo normal de extinção 9.2 Extinção do contrato sem cumprimento 99 9.2.1 Causas anteriores ou contemporâneas à formação do contrato 9.2.2 Causas supervenientes à formação do contrato 9.2.3 Causas supervenientes à formação do contrato 10 Relações consumeristas 10.1 Noções introdutórias: historicidade 10.2 Sujeitos da relação consumerista 10.2.1 Consumidor 10.2.2 Fornecedor de bens ou serviços 10.3 A nova concepção de contrato e o Código de Defesa do Consumidor 10.4 A proteção do consumidor quanto a formação do contrato 10.4.1 Princípio da transparência 10.4.2 Princípio da boa-fé 10.5 Proteção do consumidor quando da execução do contrato 10.5.1 Princípio do equilíbrio contratual 10.5.2 Princípio da confiança 10.5.3 Controle judicial dos contratos V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a 100 observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: Teoria das obrigações contratuais e extracontratuais. 21ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. V.III. PELEGRINI, Ada e outros. Código brasileiro de Defesa do Consumidor...7 ª.ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2002. PEREIRA, Caio Mario da Silva. Instituições de Direito Civil. 12 ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2005. V. III VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil: Teoria Geral das Obrigações e Teoria Geral dos Contratos. 5 ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.II. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 101 ASSIS, Inajara Silva e Oliveira e OLIVEIRA, Francisco de. Código de Defesa do Consumidor comentado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2004. FIUZA, Ricardo. Novo Código Civil Comentado. 3 ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. FONSECA, Rodrigo Garcia. A Função Social do Contrato e o Alcance do Artigo 421 do Código Civil. Rio de Janeiro: Renovar, 2006. MARQUES, Cláudia Lima. Contratos no Código de Defesa do Consumidor. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. MIRANDA, Custódia da Piedade Ubaldino. Contrato de Adesão. São Paulo: Atlas, 2002. NEGREIROS, Teresa. Teoria dos contratos: novos paradigmas. Rio de Janeiro: Renovar, 2002. RAMOS, Carmem Lúcia Silveira. Diálogos Sobre Direito Civil: Construindo a Racionalidade Contemporânea. Rio de Janeiro: Renovar, 2002. RODRIGUES, Silvio. Direito Civil: dos contratos e das declarações unilaterais da vontade. 28 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. TEPEDINO, Gustavo. Temas de Direito Civil. 3 ª.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2004. 102 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CONSTITUCIONAL II Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Organização dos Poderes: separação das funções estatais. O sistema de freios e contrapesos. O Poder Legislativo: estrutura, garantias e imunidades de seus membros e o Tribunal de Contas. Processo Legislativo. O Poder Executivo: estrutura, atribuições, imunidades e garantias e a responsabilidade do Presidente da República e dos Ministros de Estado. Poder Judiciário: estrutura e garantias institucionais e de seus membros. As Funções Essenciais à Justiça: Ministério Público, Advocacia Pública, Advocacia e Defensoria Pública. III. OBJETIVOS Oferecer ao discente conhecimento acerca Direito Constitucional Brasileiro, principalmente no que concerne à organização do Estado brasileiro, ao sistema de separação de poderes, ao sistema de freios e contrapesos e às prerrogativas e garantias dos seus membros. Possibilitar compreensão da estrutura organizacional do poderes da República Federativa do Brasil, visando o desenvolvimento de visão crítica reflexiva acerca do papel do Estado e sua interação com a sociedade. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Organização dos Poderes. 1.1 Princípio da Separação dos Poderes. 103 1.2 Atividades e Funções do Estado. 1.3 Sistema Freios e Contrapesos. 1.4 Funções Estatais, Imunidades e Garantias em face do Princípio da Igualdade. 1.5 Ministério Público 2 Poder Legislativo. 2.1 Funções: típicas e atípicas. 2.2 Congresso Nacional. 2.3 Câmara dos Deputados. 2.4 Senado Federal. 2.5 Comissões. 2.6 Comissões Parlamentares de Inquérito. 2.7 Tribunal de Contas. 2.8 Estatuto dos Congressistas. 2.8.1 Finalidade Democrática. 2.8.2 Histórico. 2.8.3 Imunidades Parlamentares. 2.8.4 Vencimentos. 3 Processo Legislativo 3.2 Classificação. 3.3 Processo Legislativo Ordinário. 3.3.1 Fase Introdutória. 3.3.1.1 Iniciativa de Lei por Parlamentar. 3.3.1.2 Iniciativa de Lei Extra-Parlamentar. 3.3.2 Fase Constitutiva. 3.3.2.1 Deliberação Parlamentar. 3.3.2.1.1 Regime de Urgência (Processo Legislativo Sumário). 3.3.2.2 Deliberação Executiva. 3.3.3 Fase Complementar. 3.4 Espécies Normativas. 104 3.4.1 Emendas à Constituição. 3.4.1.1 Classificação das Constituições quanto à estabilidade. 3.4.1.2 Limites ao Poder Constituinte de Derivado. 3.4.2 Lei Complementar. 3.4.2.1 Natureza Jurídica. 3.4.2.2 Distinção entre Lei complementar e Lei Ordinária. 3.4.2.3 Processo Legislativo. 3.4.2.4 Hierarquia: Lei complementar e Lei Ordinária. 3.4.3 Medida Provisória. 3.4.3.1 Histórico. 3.4.3.2 Procedimento da medida provisória: aprovação integral. 3.4.3.3 Aprovação com alterações. 3.4.3.4 Rejeição Expressa. 3.4.3.5 Rejeição Tácita. 3.4.3.6 Limites Materiais à edição de Medidas Provisórias. 3.4.4 Lei Delegada. 3.4.4.1 Natureza Jurídica. 3.4.4.2 Processo Legislativo. 3.4.4.3 Vedação de Delegação. 3.4.4.4 Prerrogativa do Congresso Nacional de sustar delegação. 3.4.5 Decreto Legislativo. 3.4.5.1 Processo Legislativo. 3.4.6 Resolução. 3.4.6.1 Processo Legislativo. 4 Poder Executivo. 4.1 Funções Atípicas do Presidente da República. 4.2 Chefe de Estado e Chefe de Governo. 4.3 Requisitos para o Cargo de Presidenta da República. 4.4 Modo de Investidura e Posse no Cargo de Presidente da República. 4.5 Vacância da Presidência da República. 105 4.6 Mandato de Presidente da República. 4.7 Ausência do País do Presidente e Vice-Presidente da República. 4.8 Atribuições do Presidente da República. 4.9 Atribuições do Vice-Presidente da República. 4.10 Órgãos Auxiliares do Presidente da República. 4.10.1 Ministros de Estado. 4.10.2 Conselho da República. 4.10.3 Conselho de Defesa Nacional. 4.11 Responsabilidade do Presidente da República. 4.11.1 Prerrogativas e Imunidades do Presidente da República: imunidades formais e materiais e prerrogativa de foro. 4.11.2 Crime de Responsabilidade do Presidente da República. 4.11.2.1 Conceito. 4.11.2.2 Natureza Jurídica. 4.11.2.3 Procedimento. 4.11.2.4 Renúncia e Extinção do Processo Impeachment. 4.11.2.5 Poder Judiciário e possibilidade de alteração da decisão do Senado Federal. 4.11.3 Crimes Comuns do Presidente da República. 4.11.3.1 Procedimento. 4.11.3.2 Perda do Cargo em Razão de Condenação Criminal Decretada pelo STF. 5 Poder Judiciário 5.1 Poder Judiciário e os outros poderes. 5.2 Funções Típicas e Atípicas. 5.3 Garantias do Poder Judiciário. 5.3.1 Garantias Institucionais. 5.3.1.1 Autonomia funcional, administrativa e financeira do Poder Judiciário. 5.3.1.2 Modo de Escolha dos Dirigentes dos Tribunais. 5.3.2 Garantia dos Membros. 5.3.2.1 Vitaliciedade. 5.3.2.2 Inamovibilidade. 106 5.3.2.3 Irredutibilidade de Subsídios. 5.4 Ingresso na Carreira. 5.5 Ascensão na Carreira. 5.6 Escolas de Formação de Magistrados. 5.7 Quinto Constitucional da OAB e do MP. 5.8 Vedações. 5.9 Organização do Poder Judiciário. 5.10 Supremo Tribunal Federal. 5.10.1 Composição. 5.10.2 Competência. 5.10.3 Súmulas Vinculantes. 5.11 Conselho Nacional de Justiça. 6 Funções Essenciais à Justiça. 6.1 Ministério Público. 6.1.1 Introdução. 6.1.2 Princípios do Ministério Público. 6.1.3 Garantias e Vedações. 6.1.4 Estrutura. 6.1.5 Atribuições do Ministério Público. 6.1.6 Conselho Nacional do Ministério Público. 6.2 Advocacia Pública. 6.3 Advocacia. 6.4 Defensoria Pública. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e 107 aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Kildare Gonçalves. Direito Constitucional Didático. 9ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. MORAES, Alexandre. Direito Constitucional. 13ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. 108 SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 24ª ed. São Paulo: Malheiros, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 15ª ed. São Paulo: Malheiros, 2004. FERREIRA, Pinto. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2002. FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2003. HORTA, Raul Machado. Direito Constitucional. 4ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. 109 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PENAL II Carga horária semestral: 80 h/a Carga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA Teoria da Pena. Fundamentos e finalidades da pena. Sistemas penitenciários. Espécies de pena. Aplicação da pena. Locais de cumprimento de pena. Concurso de crimes. Aberratio ictus e aberratio criminis. Suspensão condicional da penal. Livramento condicional. Efeitos da condenação. Reabilitação. Extinção da punibilidade. Prescrição. III. OBJETIVOS Proporcionar ao discente o conhecimento crítico-reflexivo das funções a serem exercidas pela pena no Estado Democrático de Direito, fundadas no princípio da dignidade da pessoa humana. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Teoria da Pena 1.1 Introdução 1.2 Origem das penas 1.3 Finalidade das penas 1.4 Sistemas prisionais 2 Espécies de penas 2.1 Introdução 110 2.2 Pena privativa de liberdade 2.3 Pena restritiva de direito 2.4 Pena de multa 3 Penas privativas de liberdade 3.1 Espécies 3.2 Regimes de cumprimento 3.3 Fixação do regime inicial 3.4 Regras do regime fechado 3.5 Regras do regime semi-aberto 3.6 regras do regime aberto 3.7 Progressão e regressão de regime 3.8 Regime especial 3.9 Direitos do preso 3.10 Trabalho do preso e remição da pena 3.11 Superveniência de doença mental 3.12 Detração 3.13 Prisão especial 3.14 Prisão-albergue domiciliar 4 Penas restritivas de direitos 4.1 Espécies 4.2 Requisitos para substituição 4.3 Duração 4.4 Prestação pecuniária 4.5 Perda de bens e valores 4.6 Prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas 4.7 Interdição temporária de direitos 4.8 Limitação de fim de semana 4.9 Conversão das penas restritivas de direitos 111 5 Pena de multa 5.1 Sistema dias-multa 5.2 Aplicação da pena de multa 5.3 Pagamento da pena de multa 5.4 Execução da pena de multa 5.5 Competência para a execução da pena de multa 6 Aplicação da pena 6.1 Introdução 6.2 Cálculo da pena 6.3 Circunstâncias judiciais 6.4 Circunstâncias legais (atenuantes e agravantes) 6.5 Causas de aumento e diminuição da pena 7 Concurso de crimes 7.1 Introdução 7.2 Concurso material de crimes 7.3 Concurso formal de crimes 7.4 Crime continuado 7.5 Aplicação da pena no concurso de crimes 7.6 Multa no concurso de crimes 8 Aberratio ictus e aberratio criminis 8.1 Introdução 8.2 Erro na execução (aberratio ictus) 8.3 Resultado diverso do pretendido (aberratio criminis ou delicti) 8.4 Concurso material benéfico nas hipóteses de aberratio ictus e aberratio criminis 8.5 Aberratio causae 9 Limite das Penas 9.1 Introdução 112 9.2 Limite das penas 9.3 Tempo sobre o qual deverão ser procedidos os cálculos para a concessão dos benefícios legais 9.4 Condenação por fato posterior ao início do cumprimento da pena 10 Suspensão condicional da pena – Sursis 10.1 Introdução 10.2 Direito subjetivo do condenado ou faculdade do juiz 10.3 Aplicação do sursis 10.4 Requisitos para a suspensão condicional da pena 10.5 Espécie de sursis 10.6 Revogação obrigatória 10.7 Revogação facultativa 10.8 Prorrogação automática do período de prova 10.9 Cumprimento das condições 10.10 Diferença entre sursis e suspensão condicional do processo 11 Livramento condicional 11.1 Introdução 11.2 Requisitos 11.3 Condições para o cumprimento do livramento 11.4 Procedimento do livramento condicional 11.5 Necessidade de ser ouvido o conselho penitenciário para a concessão do livramento 11.6 Revogação do livramento 11.7 Extinção da pena 11.8 Livramento condicional e execução provisória da sentença 12 Efeitos da condenação 12.1 Introdução 12.2 Efeitos genéricos da condenação 113 12.3 Efeitos específicos da condenação 13 Reabilitação 13.1 Introdução 13.2 Aplicabilidade 13.3 Requisitos e competência para a análise do pedido 13.4 Recurso do indeferimento do pedido de reabilitação 13.5 Revogação da reabilitação 14 Medida de Segurança 14.1 Introdução 14.2 Espécies 14.3 Início do cumprimento da medida de segurança 14.4 Prazo de cumprimento da medida de segurança 14.5 Desinternação ou liberação condicional 14.6 Reinternação do agente 14.7 Medida de segurança substitutiva aplicada ao semi-imputável 14.8 Extinção da punibilidade e medida de segurança 14.9 Direitos do internado 15 Ação Penal 15.1 Introdução 15.2 Condições da ação 15.3 Espécies de ação penal 15.3.1 Ação penal de iniciativa pública 15.3.2 Ação penal pública incondicionada 15.3.3 Ação penal pública condicionada 15.3.4 Princípios informadores da ação penal de iniciativa pública 15.3.5 Ação penal de iniciativa privada 15.3.6 Propriamente dita 15.3.7 Subsidiária da pública 114 15.3.8 Personalíssima 15.3.9 Princípios informadores da ação penal de iniciativa privada 15.4 Representação criminal ou requisição do Ministro da Justiça 15.5 Ação penal no crime complexo 15.6 Decadência do direito de queixa ou de representação, renúncia e perdão do ofendido 16 Extinção da punibilidade 16.1 Introdução 16.2 Morte do agente 16.3 Anistia, graça e indulto 16.4 Retroatividade da lei que não mais considera o fato como criminoso 16.5 Prescrição, decadência e perempção 16.6 Renúncia ao direito de queixa ou perdão aceito nos crimes de ação privada 16.7 Retratação do agente, nos casos em que a lei admite 16.8 Perdão judicial, nos casos previstos em lei 17 Prescrição 17.1 Introdução 17.2 Natureza jurídica da prescrição 17.3 Espécies de prescrição 17.4 Prescrição antes de transitar em julgado a sentença 17.5 Prescrição das penas restritivas de direito 17.6 Prescrição depois de transitar em julgado a sentença penal condenatória 17.7 Momento para o reconhecimento da prescrição 17.8 Prescrição retroativa e intercorrente (ou superveniente) 17.9 Termo inicial da prescrição antes de transitar em julgado a sentença final 17.10 Termo inicial da prescrição após a sentença condenatória irrecorrível 17.11 Prescrição da multa 17.12 Redução dos prazos prescricionais 17.13 Causas suspensivas da prescrição 115 17.14 Causas interruptivas da prescrição 17.15 Prescrição no concurso de crimes 17.16 Prescrição pela pena em perspectiva (virtual) 17.17 Imprescritibilidade V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 116 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. V.I. GRECO, Rogério. Curso de Direito Penal: Parte Geral. 4ª ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2004. PRADO, Luiz Regis. Curso de Direito Penal brasileiro. 5ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005.V.I BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRABETE, Julio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Parte Geral. 20ªed. São Paulo: Atlas, 2003. TAVARES, Juarez. Teoria do injusto penal. 3ªed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. TOLEDO, Francisco de Assis. Princípios básicos de Direito Penal. 5ªed. São Paulo: Saraiva, 2001. ZAFFARONI, Eugenio Raúl e PIERANGELI, José Henrique. Manual de Direito Penal brasileiro. Parte Geral. 4ªed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002. TOLEDO, Francisco de Assis. Princípios básicos de Direito Penal. 5ªed. São Paulo: Saraiva, 2001. ZAFFARONI, Eugenio Raúl e PIERANGELI, José Henrique. Manual de Direito Penal brasileiro. Parte Geral. 4ªed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002. 117 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PROCESSUAL CIVIL I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Processo: formação, suspensão, extinção. Distribuição e Registro. Litisconsórcio. Assistência. Intervenção de Terceiro: oposição, nomeação a autoria, denunciação da lide, chamamento ao processo, recurso de terceiro prejudicado. Petição Inicial: conceito, requisitos. Pedido. Valor da Causa. Atos Iniciais do Juiz: indeferimento, emenda da inicial, despacho positivo, improcedência liminar. Tutela Antecipada. Contestação. Exceções. Reconvenção. Outras manifestações do réu: impugnação ao valor da causa, impugnação a justiça gratuita. Revelia. Audiência Preliminar. Provas: teoria geral, provas em espécie. Audiência de Instrução e Julgamento. Sentença. Tutela Específica. Tutela Inibitória. Coisa Julgada. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente estudo crítico-reflexivo do Direito Processual Civil, tendo em vista a formação e o desenvolvimento legítimo da fase de conhecimento, de acordo com fundamentos constitucionais e infraconstitucionais do processo. Analisar os institutos processuais componentes da fase de conhecimento como instrumentos de cidadania do jurisdicionado e de realização efetiva de acesso à justiça. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Formação do processo 118 1.1 Suspensão do processo 1.2 Extinção do processo 1.3 Distribuição e Registro 2 Litisconsórcio 2.1 Hipóteses 2.2 Classificação 2.3 Intervenção de Terceiros 2.4 Assistência 2.5 Oposição 2.6 Nomeação à autoria 2.7 Denunciação da lide 2.8 Chamamento ao processo 2.9 Recurso de terceiro prejudicado 3 Procedimento ordinário 3.1 Petição inicial: requisitos 3.2 Causas de indeferimento da inicial 3.3 Pedido 3.4 Valor da causa 3.5 Atos iniciais do juiz: indeferimento e emenda da inicial; despacho positivo e improcedência liminar. 4 Tutela antecipada: generalidades 4.1 Diferenças da tutela cautelar 4.2 Hipóteses de deferimento da tutela antecipada 5 Respostas do réu: generalidades 5.1 Contestação: generalidades; preliminares de contestação 5.2 Revelia 5.3 Efeitos da revelia 119 5.4 Exceções: de incompetência; de suspeição; de impedimento 5.5 Reconvenção 5.6 Impugnação do valor da causa e Impugnação ao pedido de assistência judiciária gratuita. 6 Providências preliminares 6.1 Julgamento conforme o estado do processo 6.2 Audiência preliminar 7 Provas 7.1 Teoria geral das provas 7.2 Prova documental 7.3 Exibição de documento ou coisa 7.4 Depoimento pessoal 7.5 Confissão 7.6 Prova testemunhal 7.7 Prova pericial 7.8 Inspeção judicial 7.9 Audiência de instrução e julgamento 8 Sentença 8.1 Tutela específica 8.2 Tutela inibitória 8.3 Coisa Julgada V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e 120 aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil.15ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Júris, 2006. V. I. ALVIM, Arruda. Manual de Direito Processual Civil. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. V. II. 121 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BUENO, Cássio Scarpinella. A nova etapa da reforma do Código de Processo Civil. 2ªed. São Paulo: Saraiva, 2006. V. II. DINAMARCO, Cândido Rangel. Intervenção de terceiros. 3.ed. São Paulo: Malheiros, 2002. DINAMARCO, Cândido Rangel. Litisconsórcio. 7.ed. São Paulo: Malheiros, 2002. LIEBMAN, Enrico Tullio. Manual de Direito Processual Civil. Tocantins: Intelctus, 2003. V. II. NEGRÃO, Theotônio; GOUVEA, José Roberto. Código de Processo Civil e legislação em vigor. 38ª ed. São Paulo: Saravia, 2006. WAMBIER, Luiz Rodrigues et al. Breves comentários à nova sistemática processual civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. V.II. 122 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: Direito Processual Penal I Carga horária semestral: 80 h/a Carga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA A evolução do Direito Processual Penal no mundo e no contexto brasileiro. A necessidade da visão contextualizada e principiológica do Direito Processual Penal. Princípios oponíveis ao Processo Penal. Jurisdição. Competência. Processo, procedimento e relação jurídica processual. Prisões e Liberdade. Ação Penal e Ação Civil. Atos e prazos processuais. Homologação de sentenças estrangeiras. Questões prejudiciais e processos incidentes: Sistema de soluções. Das exceções. Conflito de jurisdição. Restituição de coisas apreendidas. Medidas assecuratórias. Incidente de falsidade. Insanidade mental do acusado. III. OBJETIVOS Proporcionar o aprendizado do Direito Processual Penal a partir de um paradigma constitucional, levando discente, por intermédio da disciplina, a adquirir conhecimento crítico-reflexivo, observando a relevância dos temas transcritos na ementa, sob uma visão principiológica dos conteúdos ministrados. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 A Evolução do Direito Processual do Penal no Mundo e no Contexto Brasileiro: 1.1 o Código de Processo Penal; 1.2 A Constituição Federal de 1988 e o Processo Constitucional; 123 1.3 O Sistema Acusatório; 1.4 Sistemas Processuais: o modelo brasileiro; 2 Norma Processual Penal no Tempo e no Espaço: 2.1 Tratados em convenções internacionais; 2.2 A Jurisdição dos Tribunais Penais Internacionais; 2.3 Norma processual penal no Espaço e no Tempo; 2.4 Princípios fundamentais; 3 O Justo Processu: Devido Processo Legal: 3.1 Juiz natural; 3.2 Direito ao silêncio e não auto-incriminação; 3.3 Contraditório; 3.4 Ampla defesa; 3.5 Estado ou situação de inocência; 3.6 Vedação de revisão pro societate; 3.7 Inadmissibilidade das provas obtidas ilicitamente; 4 A Fase Pré-Processual: 4.1 Inquérito Policial; 4.2 Procedimento; 4.3 Arquivamento; 4.4 Arquivamento indireto; 4.5 Conflito de atribuições no âmbito do Ministério Público; 4.6 Inquérito Policial e extinção da punibilidade; 4.7 Investigações administrativas; 5 A Ação Penal: 5.1 Ação e Processo; 5.2 Teorias da Ação; 5.3 Pretensão e lide; 5.4 Condições da Ação; 124 5.5 Interesse de agir; 5.6 Legitimidade; 5.7 Possibilidade jurídica do pedido; 5.8 A Justa Causa; 5.9 Pressupostos Processuais; 5.10 Pressupostos de existência; 5.11 Pressupostos de validade; 5.12 Ação Penal Pública Incondicionada; 5.12.1 Obrigatoriedade; 5.12.2 Indisponibilidade e outras regras; 5.12.3 Critério de definição da legitimidade ativa; 5.12.4 Discricionariedade regrada; 5.13 Ação Penal Pública Condicionada: 5.13.1 Prazo decadencial da representação; 5.13.2 Capacidade ou legitimação para representar; 5.13.3 Retratação; 5.13.4 Legitimação concorrente ou alternativa; 5.14 Ação Penal Privada; 5.14.1 Legitimação ativa; 5.14.2 Disponibilidade; 5.14.3 Renúncia; 5.14.4 Perempção e desistência; 5.14.5 Indivisibilidade; 5.14.6 Decadência; 5.15.7 Crimes contra os costumes; 5.15 Ação Penal Privada Personalíssima; 5.16 Ação Penal Privada Subsidiária da Pública; 5.17 Ação Penal Privada Exclusiva; 6 Denúncia e Queixa: 6.1 Crimes coletivos e individualização da conduta; 125 6.2 Acusação Genérica e Acusação Geral; 6.3 Aditamento; 6.4 Litisconsórcio; 6.5 Prazo; 6.6 Capitulação; 6.7 Rejeição; 6.8 Omissões; 6.9 Extinção da Punibilidade; 7 Ação Civil Ex Delicti: 7.1 Generalidades; 7.2 Prejudicialidade; 7.3 Legitimação; 7.4 Subordinação Temática e Eficácia Preclusiva; 7.4.1 Nas Decisões Condenatórias; 7.4.2 Nas Decisões Absolutórias; 7.4.3 A Questão da negativa de autoria; 7.5 Legitimação do Ministério Público; 8 Jurisdição e Competência: 8.1 Jurisdição e Repartição de Competência; 8.2 Juiz Natural e Competência Absoluta: competência de jurisdição; 8.3 Prerrogativa de Função (ratione personae); 8.3.1 Crimes Comuns e Crimes de Responsabilidade; 8.3.2 Critério da Simetria; 8.3.2.1 Competência do STF; 8.3.2.2 Competência dos TRFs; TRES e TJs; 8.3.3 Critério de regionalização; 8.3.3.1 Deputados Estaduais e Prefeitos; 8.3.3.2 A Extensão dos foros Privativos nas Constituições Estaduais; 8.3.4 Prerrogativa de Função e Natureza do Crime; 126 8.3.5 Processo e Procedimentos; 8.3.5.1 Competência Originária; 8.3.5.2 O Exercício Efetivo do Cargo; 8.3.5.3 Foro Privativo e Procedimento; 8.4 Imunidades materiais e imunidades formais ou processuais; 8.5 Competência em Razão da Matéria (ratione materiae); 8.5.1 Competência da Justiça Federal; 8.5.2 A casuística Constitucional 8.5.2.1 Crimes Políticos; 8.5.2.2 Crimes previstos em Tratados ou Convenções Internacionais; 8.5.2.3 Crimes contra a organização do trabalho, sistema financeiro e a ordem econômico-financeira; 8.5.2.4 Crimes cometidos a bordo de Navios e Aeronaves; 8.5.2.5 Hipótese de Concorrência de competência; 8.6 A Competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral; 8.7 A Competência Territorial: 8.7.1 Competência Relativa e Competência Absoluta; 8.7.2 Critérios de determinação da Competência Infraconstitucional; 8.7.2.1 O Lugar; 8.7.2.2 A Natureza da Infração; 8.7.2.3 Domicílio ou Residência do Réu; 8.7.2.4 Prevenção; 8.7.2.5 Da Distribuição; 8.8 Modificação de Competência e Perpetuatio Jurisdictionis; 8.8.1 Desclassificação; 8.8.2 Conexão; 8.8.3 Continência; 8.8.4 Unidade de Processo e de Julgamento; 8.8.5 Eleição do Juízo Prevalente; 8.8.6 Separação de Processos Conexos e/ou Continentes; 8.8.7 Prorrogação de Competência; 127 9 Das Questões e Processos Incidentes: 9.1 Das Questões Prejudiciais; 9.2 Dos Processos Incidentes; 9.2.1 Das Exceções; 9.3 Do Conflito de Jurisdição; 9.4 Da Restituição das Coisas Apreendidas; 9.5 Das Medidas Assecuratórias; 9.5.1 Seqüestro; 9.5.2 Especialização de Hipoteca; 9.5.3 Arresto; 9.6 Do Incidente de Falsidade; 9.7 Do Incidente de Insanidade Mental do Acusado; 10 Prisão: 10.1 Princípio da Inocência e Cautelaridade; 10.1.1 Necessidade e Proporcionalidade; 10.1.2 Necessidade e Despenalização; 10.2 O Ato Prisional: generalidades; 10.2.1 Prisão Especial; 10.3 Prisão em Flagrante Delito; 10.3.1 Considerações Gerais; 10.3.2 Flagrante Esperado e Flagrante Preparado ou Provocado; 10.3.3 Flagrante Diferido (controlado); 10.3.4 Missões/Funções da Prisão em Flagrante; 10.3.5 Prisão em Flagrante e Situações Especiais; 10.4 Prisão Preventiva; 10.4.1 Requisitos Fáticos: situações legais de risco à persecução penal; 10.4.2 Requisitos Normativos: definição dos crimes passíveis de decretação de prisão preventiva; 10.4.3 Prazo: Construção Jurisprudencial; 128 10.4.4 Prisão Preventiva ex offício; 10.4.5 Vedação Legal à Prisão Preventiva; 10.5 Prisão Temporária; 10.6 Prisão em virtude de sentença penal condenatória recorrível e decisão de pronúncia; 11 Liberdade Provisória: 11.1 A Liberdade Provisória como medida cautelar; 11.2 Balizamentos Constitucionais: regimes de liberdade provisória e a inafiançabilidade; 11.3 Modalidades de Liberdade Provisória; 11.3.1 Liberdade vinculada: o artigo 310 e seu parágrafo único; 11.3.2 Liberdade Provisória como Fiança; 11.3.3 A Restituição da Liberdade do artigo 312 CPP; 11.3.4 Relaxamento de Prisão; 11.3.5 Inafiançabilidade: crimes de racismo, de tortura e estatuto do desarmamento; 11.3.6 As Novas Prisões Preventivas Obrigatórias: crimes hediondos, organizações criminosas, crimes de lavagem de dinheiro e estatuto do desarmamento; 11.3.7 Execução Provisória. 12 Dos Atos Processuais e dos Atos Judiciais: 12.1 Dos atos processuais; 12.1.1 Dos prazos processuais; 12.2 Dos atos judiciais; 12.2.1 Decisões interlocutórias; 12.2.2 Decisões com força de definitivas; 12.2.3 Sentenças; 12.2.3.1 A correlação entre sentença e pedido; 12.2.3.2 Emendatio libelli; 12.2.3.3 Mutatio libelli; 12.2.3.4 A motivação e dispositivo das sentenças; 129 12.2.3.5 Intimação da sentença; 12.2.4 Coisa julgada em a matéria penal. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. 130 O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal. 10ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. BONFIM, Edilson Mougenot. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2006. LUISI, Luiz. Princípios Constitucionais Penais. 2 ª ed. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 2003. RANGEL, Paulo. Direito Processual Penal. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOAS, Marco Antônio. Processo Penal Completo. São Paulo: Saraiva, 2001. CARVALHO, Luis Gustavo Grandinetti Castanho. O processo penal em face da Constituição. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1998. JARDIM, Afrânio Silva. Direito Processual Penal. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. JESUS, Damásio Evangelista. Código de Processo Penal Anotado. 17ª ed. São Paulo: Saravia, 2000. MIRABETE, Julio Fabrini. Código de processo penal interpretado: referências doutrinárias, indicações legais, resenhas, jurisprudências. 11 ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. OLIVEIRA, Eugênio Pacelli. Curso de Processo Penal. Belo Horizonte: Del Rey, 2002. PEDROSO, Fernando de Almeida. Processo Penal: O direito de defesa(...). 3ª ed. Revista dos Tribunais: São Paulo, 2001. 131 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Curso: Direito Disciplina: DEONTOLOGIA Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semestral: 40 H/A II. EMENTA Ética profissional: noção, dimensão, alcance. Ética no exercício da Advocacia. Relacionamentos éticos da advocacia com os demais atores jurídicos envolvidos. A Advocacia: conceito, características, inviolabilidade do seu exercício, sociedade de advogados, direitos e deveres do advogado. Incompatibilidades e impedimentos da advocacia. Prestação de serviços advocatícios. Representação judicial e extrajudicial. Advocacia e mídia. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB): concepção histórica, estrutura, organismos similares à OAB, participação. Infrações e sanções disciplinares. Processo Administrativo Disciplinar. III. OBJETIVOS Proporcionar ao corpo discente a análise crítico-reflexiva da prática laboral do advogado e da própria realidade vivenciada pelo aluno sobre o alcance, a importância e a responsabilidade no exercício da advocacia como peça fundamental à administração da Justiça no Brasil, através de estudos teóricos, casos práticos e depoimentos de profissionais da área. Desenvolver no corpo discente a capacidade de compreensão do papel do Advogado na Sociedade e as aplicações que existem entre este profissional e a classe que o ampara, tanto no seu exercício profissional diário como nos contatos com os demais atores judiciais envolvidos em seu trabalho, além das situações 132 disciplinares existentes em sua atividade, tanto em aportes teóricos como em casos práticos e depoimentos de profissionais a respeito. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Ética profissional: noção, dimensão, alcance. 1.1 Significação da ética no domínio científico 1.2 A finalidade e o objeto da ética na definição das normas morais. 1.3 Ética e Direito versus Moral e Direito. 1.4 Crise ética e contemporaneidade. 2 Ética no exercício da Advocacia. 2.1 Relacionamento com o cliente: honorários e serviços prestados 2.2 Consciência ética do advogado. 2.3 Deontologia ética e advocacia: princípios 2.4 O Código de ética do advogado. 3 Relacionamentos éticos da advocacia com os demais atores jurídicos envolvidos. 3.1 Advogado e serventuários de justiça. 3.2 Advogado, conciliadores e magistrados. 3.3 Advogado e membros do Ministério Público 3.4 Advogado face aos seus estagiários e demais colegas advogados. 4 A Advocacia: conceito, características, inviolabilidade do seu exercício, sociedade de advogados, direitos e deveres do advogado. 4.1 Conceito de advocacia 4.2 Características da advocacia 4.3 Exercício da advocacia 4.4 Sociedade de advogados 4.5 Direitos do advogado 4.6 Deveres do advogado 133 5 Incompatibilidades e impedimentos da advocacia 5.1 Incompatibilidades 5.1.1 Chefias do Poder Executivo e Legislativo 5.1.2 Membros do Poder Judiciário e do Ministério Público 5.1.3 Tribunais e conselhos de contas e outros órgãos de deliberação coletiva 5.1.4 Direção de órgão na Administração Pública 5.1.5 Cargos ou funções vinculados ao Judiciário e serviços notoriais 5.1.6 Atividade policial 5.1.7 Militares de qualquer natureza 5.1.8 Lançamento, arrecadação ou fiscalização de tributos e constituições parafiscais 5.1.9 Direção e gerência em instituições financeiras 5.2 Impedimentos 5.2.1 Advocacia pública exclusiva 5.2.2 Outros impedimentos 5.3 Preservação dos direitos adquiridos 6 Elementos característicos do exercício da advocacia 6.1 Prestação de serviços advocatícios: formalização e atuação do advogado. 6.2 Direitos e deveres do advogado. 6.3 Representação judicial e extrajudicial do cliente face ao advogado. 6.4 Advocacia e mídia: possibilidade e vedações éticas. 6.5 Advocacia privada e advocacia pública: dimensões. 6.6 Sociedade de advogados. 7 A Ordem dos Advogados do Brasil – OAB. 7.1 Concepção histórica, estrutura, organismos similares à OAB. 7.2 Participação nos quadros da OAB. 7.3 Infrações e sanções disciplinares. 7.4 Processo Administrativo Disciplinar. V. METODOLOGIA 134 Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 135 V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA VAZ, Henrique Cláudio de Lima. Ética e Direito. São Paulo : Loyola, 2002. BITTAR, Eduardo C. B. Curso de Ética Jurídica: ética geral e profissional. São Paulo : Saraiva, 2004. NALINI, José Renato. Ética Geral e Profissional. 3ª ed. São Paulo : Revista dos Tribunais, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARONI, Robison. Cartilha de Ética Profissional do Advogado. 4ª ed. São Paulo : LTR, 2001. PERELMAN, Chaim. Ética e direito. 4 ed. Rio de Janeiro : Martins Fontes, 2002. MAMEDE, Gladston. A Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil. 2ª ed. São Paulo : Atlas, 2003. BENFICA, Francisco Vani. O Juiz, o Promotor, o Advogado: seus poderes e deveres. 4ª ed., Rio de Janeiro : Forense, 1995. BARBOSA, Rui. O dever do advogado. Rio de Janeiro : AIDE, 2004. CALDAS, Alcindo Medeiros. Ser Advogado – técnica e estilos profissionais. 2ª ed. Rio de Janeiro : Renovar, 2000. CUNHA, Mário. Elogio do Advogado. Porto Alegre : Sergio Antonio Fabris Editor, 1989. ROBERT, Henri. O Advogado. São Paulo : Martins Fontes, 2002. 136 TURMA 5° PERÍODO 137 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO ADMINISTRATIVO I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Atividades e Funções do Estado. Administração Pública. Sistema Administrativo Brasileiro: evolução. Direito Administrativo: sua posição, fontes e conceitos. Regime Jurídico Administrativo. Princípios Constitucionais do Direito Administrativo. A Organização Administrativa. Novas Figuras da Administração Indireta (Agências Reguladoras e Executivas) e Entidades Paraestatais (Terceiro Setor). Agentes Públicos. Atos Administrativos. Regulamento no Direito Administrativo Brasileiro. Processo Administrativo. Participação na Administração Pública. Licitação. III. OBJETIVOS Oferecer ao discente definição, histórico e os princípios do Direito Administrativo, bem como noções gerais sobre a hierarquia e a tutela administrativa. Desenvolver estudo das relações das pessoas jurídicas integrantes da Administração Pública, seus órgãos, agentes, bens, direitos e obrigações, assim como as vias técnico-jurídicas de ação administrativa (regulamento, atos administrativos, processo administrativo, licitação). Demonstrar ao discente a necessidade crescente da inserção de instrumentos de participação popular na Administração Pública, como forma de legitimação da atuação administrativa e consolidação da cidadania. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 138 1 Atividades e Funções do Estado 2 Função Administrativa e Administração Pública 3 Direito Administrativo 3.1 Conceito 3.2 Fontes 3.3 Evolução Histórica 3.4 Direito Administrativo no Brasil 4 Regime Jurídico Administrativo 4.1 Núcleo do Direito Administrativo 4.1.1 Supremacia do Interesse Público sobre o Privado 4.1.2 Indisponibilidade, pela Administração, dos Interesses Públicos 5 Princípios Constitucionais do Direito Administrativo 5.1 Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Interesse Privado 5.2 Princípio da Legalidade 5.3 Princípio da Razoabilidade 5.4 Princípio da Proporcionalidade 5.5 Princípio da Publicidade 5.6 Princípio da Motivação 5.7 Princípio da Impessoalidade 5.8 Princípio da Moralidade Administrativa 5.9 Princípio da Eficiência 6 Organização da Administração Pública 6.1 Desconcentração de Competências 6.2 Descentralização Política e Administrativa 6.3 Administração Direta e Indireta 139 6.4 Autarquias 6.5 Fundações Públicas 6.6 Empresas Estatais 6.6.1 Distinção: Empresas Exploradoras de Atividade Econômica X Prestadoras de Serviço Público. 6.6.2 Empresas Públicas 6.6.3 Sociedades de Economia Mista 6.7 Contrato de Gestão 6.8 Agências 6.8.1 Agências Reguladoras 6.8.2 Agências Executivas 6.9 Entidades Paraestatais (Terceiro Setor) 6.9.1 Organizações Sociais 6.9.2 Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público 7 Agentes Públicos 7.1 Conceito 7.2 Classificação 7.3 Servidor Público na Constituição Federal de 1988 7.4 Vínculos entre o Estado e seus agentes 7.5 Regime Constitucional dos Servidores Públicos 7.6 Previdência dos Servidores Públicos 8 Ato Administrativo 8.1 Introdução 8.1.1 Distinção entre ato administrativo e fato da Administração 8.1.2 Distinção entre ato administrativo e ato da administração 8.2 Conceito de Ato Administrativo 8.3 Perfeição, Validade e Eficácia 8.4 Requisitos do Ato Administrativo 8.4.1 Elementos do Ato Administrativo 140 8.4.2.2 Pressupostos de Validade 8.5 Atributos do Ato Administrativo 8.6 Vinculação e Discricionariedade 8.7 Revogação dos Atos Administrativos 8.8 Invalidação dos Atos Administrativos 9 Processo Administrativo 9.1 Importância do Tema 9.2 Legislação 9.3 Terminologia 9.4 Requisitos do Procedimento Administrativo 9.5 Objetivos do Processo Administrativo 9.6 Espécies de Processo Administrativo 9.7 Fases do Processo Administrativo 9.8 Princípios do Processo Administrativo 9.9 Coisa Julgada Administrativa 10 Licitação 10.1 Introdução 10.2 Conceito 10.3 Finalidade 10.4 Legislação 10.5 Princípios da Licitação 10.6 Modalidade de Licitação 10.7 Procedimento 10.8 Recursos Administrativos 10.9 Dispensa e Inexigibilidade de Licitação 10.10 Revogação da Licitação 10.11 Anulação (invalidação) da Licitação 10.12 Pregão 141 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 142 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo. 19ª ed. São Paulo: Malheiros, 2005. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 27ª ed. São Paulo: Malheiros, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARIA, Edmur Ferreira. Curso de Direito Administrativo Positivo. 4ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2001. GASPARINI. Diogenes. Direito Administrativo. 10ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. MEDAUAR, Odete. Direito Administrativo Moderno. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Curso de Direito Administrativo: parte introdutória, parte geral e parte especial. Rio de Janeiro: Forense, 2002. SOARES, Fabiana de Menezes. Direito Administrativo de Participação: Cidadania, Direito, Estado e Município. Belo Horizonte: Del Rey, 1997. ZANCANER, Weida. Da Convalidação e da Invalidação dos Atos Administrativos. 2ª ed. São Paulo: Malheiros, 2001. 143 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL IV Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Das diferentes espécies de contrato: compra e venda; troca ou permuta; contrato estimatório; doação; locação: de coisas, predial e arrendamento rural; parceria rural; empréstimo; prestação de serviço; empreitada; depósito; mandato; comissão; agência e distribuição; corretagem; transporte; seguro; constituição de renda; jogo e aposta; fiança; transação; compromisso. Contratos bancários. III. OBJETIVOS Ofertar ao discente o conhecimento dogmático das diversas espécies de contrato, especialmente aqueles que envolvem as relações de trabalho, que deverão ser instrumentalizados em prol da pessoa humana. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE 1 1. Introdução aos Contratos em Espécie 1.2. Compra e Venda 1.2.1. Modalidades Especiais de Compra e Venda 1.3. Permuta 1.4. Doação 144 UNIDADE 2 2.1. Locação 2.1.1. Locação de Coisas 2.1.2. Locação de Serviços 2.1.3. Locação de Obra ou Empreitada 2.2. Transporte 2.3. Empréstimo 2.3.1. Mútuo 2.3.2. Comodato 2.4. Seguro UNIDADE 3 3.1. Depósito 3.2. Corretagem 3.3. Agência e Distribuição 3.4. Mandato e Gestão de Negócios 3.5. Fidúcia UNIDADE 4 4.1. Fiança 4.2. Sociedade - Parceria 4.3. Edição – Representação Dramática 4.4. Constituição de Renda UNIDADE 5 5.1. Jogo e Aposta 5.2. Transação - Compromisso 5.3. Contratos Bancários 5.4. Contratos Atípicos Freqüentes. 5.5. Compromisso de Compra e Venda 145 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 146 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: Teoria das obrigações contratuais e extracontratuais. 21ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. V.III. PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. 10ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. V.III. VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil : Teoria Geral das Obrigações e Teoria Geral dos Contratos. 5 ª.ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.II. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIUZA, Ricardo. Novo Código Civil Comentado. 3 ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. LISBOA, Roberto Senise. Manual de Direito Civil: contratos e declarações unilaterais- teoria geral e espécies. 3.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. RODRIGUES, Silvio. Direito Civil: dos contratos e das declarações unilaterais da vontade. 28 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. RODRIGUES, Silvio. Direito Civil Aplicado. São Paulo: Saraiva, 1999. SANTOS, Gildo dos. Locação e Despejo: Comentários à Lei 8245/91. 5ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. SEMIÃO, Sérgio Abdala. Das multas na locação predial. Belo Horizonte: Inédita, 2000. SILVA, Luiz Augusto Black da. Alienação Fiduciária em Garantia: história, generalidades, aspectos processuais, ações.... 5ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2001. 147 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CONSTITUCIONAL III Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Controle de Constitucionalidade: espécies e principais instrumentos. Defesa do Estado e das Instituições Democráticas: estado de defesa, estado de sítio, forças armadas e segurança pública. Ordem Econômica e Financeira: princípios gerais. Ordem Social: seguridade social; educação, cultura e desporto; meio ambiente; família, criança, adolescente e idoso. Sistema Tributário Nacional: princípios gerais. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente visão crítica acerca de controle de constitucionalidade, no sistema constitucional brasileiro. Analisar as espécies e os principais instrumentos de garantia da supremacia da Constituição. Compreender, à luz do princípio democrático, o sistema constitucional de crises e os instrumentos de estabilização constitucional. Examinar criticamente os princípios gerais da Ordem Econômica e Financeira, da Ordem Social e do Sistema Tributário Nacional. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Controle de Constitucionalidade. 1.1 Conceito. 1.2 Distinção: Inconstitucionalidade Formal e Inconstitucionalidade Material. 1.3 Espécies de Controle de Constitucionalidade. 148 1.4 Controle Preventivo: Comissões de Constituição e Justiça e Veto Jurídico. 1.5 Controle Repressivo de Constitucionalidade. 1.5.1 Controle repressivo realizado pelo Poder Legislativo. 1.5.2 Controle repressivo realizado pelo Poder Judiciário. 1.5.2.1 Controle Difuso ou Aberto. 1.5.2.1.1 Cláusula de reserva de plenário. 1.5.2.1.2 Controle Difuso e Senado Federal. 1.5.2.2 Ação Direta de Inconstitucionalidade Genérica. 1.5.2.2.1 Competência. 1.5.2.2.2 Objeto. 1.5.2.2.3 Finalidade. 1.5.2.2.4 Legitimação. 1.5.2.2.5 Pedido de Cautelar. 1.5.2.2.6 Papel do Procurador Geral da República. 1.5.2.2.7 Papel do Advogado Geral da União. 1.5.2.2.8 Procedimento. 1.5.2.2.0 Efeitos da Ação Direta de Inconstitucionalidade. 1.5.2.3 Ação de Inconstitucionalidade por Omissão. 1.5.2.3.1 Finalidade. 1.5.2.3.2 Objeto. 1.5.2.3.3 Efeitos da Decisão. 1.5.2.3.4 Possibilidade de medida liminar? 1.5.2.4 Ação Declaratória de Constitucionalidade. 1.5.2.4.1 Previsão Normativa. 1.5.2.4.2 Finalidade. 1.5.2.4.3 Legitimidade. 1.5.2.4.4 Objeto. 1.5.2.4.5 Procedimento. 1.5.2.4.6 Efeito. 1.5.2.5 Ação Direta de Inconstitucionalidade Interventiva. 1.5.2.5.1 Previsão. 149 1.5.2.5.2 Finalidade. 1.5.2.5.3 Objeto. 1.5.2.5.4 Legitimidade. 1.5.2.5.5 Procedimento. 1.5.2.5.6 Efeito. 1.5.2.6 Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental. 1.5.2.6.1 Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental preventiva e repressiva. 1.5.2.6.2 Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental por equiparação. 2 Defesa do Estado e das Instituições Democráticas. 2.1 Estado de Defesa e Estado de Sítio. 2.1.1 Princípios que orientam os poderes de crise: princípio da necessidade, princípio da temporariedade (ou transitoriedade) e princípio da proporcionalidade. 2.1.2 Estado de Defesa. 2.1.3 Estado de Sítio. 2.1.4 Disposições Gerais. 2.2 Forças Armadas. 2.3 Segurança Pública. 3 Ordem Econômica e Financeira 3.1 Princípios Gerais da Atividade Econômica. 3.2 Intervenção do Estado no Domínio Econômico. 3.3 Política Urbana. 3.4 Política Agrícola, Fundiária e Reforma Agrária. 3.5 Sistema Financeiro Nacional. 4 Ordem Social 4.1 Seguridade Social 4.1.1 Parte Geral 4.1.2 Saúde. 150 4.1.3 Previdência Social. 4.2 Educação, Cultura e Desporto. 4.3 Ciência e Tecnologia. 4.4 Comunicação Social. 4.5 Meio Ambiente. 4.6 Família, Criança, Adolescente e Idoso. 4.7 Índios V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª 151 (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Kildare Gonçalves. Direito Constitucional Didático. 9ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. MORAES, Alexandre. Direito Constitucional. 13ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 24ª ed. São Paulo: Malheiros, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, Luiz Alberto David; NUNES JÚNIOR, Vidal Serrano. Curso de Direito Constitucional. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001. BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Direito Constitucional. 22ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001. FERREIRA, Pinto. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2002. FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2003. MENDES, Gilmar Ferreira. Direitos Fundamentais e Controle de Constitucionalidade: estudos de direito constitucional. 2ª ed. São Paulo: Celso Bastos Editor: Instituto Brasileiro de Direito Constitucional, 1999. PAULO, Vicente; ALEXANDRINO, Marcelo. Controle de Constitucionalidade. Rio de Janeiro: Impetus, 2004. 152 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PENAL III Carga horária semestral: 80 h/a Carga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA Dos crimes contra a Pessoa: crimes contra a vida; lesões corporais; periclitação da vida e da saúde; da rixa; crimes contra a honra; crimes contra a liberdade individual. Dos Crimes contra o patrimônio: furto; roubo e extorsão; usurpação; dano; apropriação indébita; estelionato e outras fraudes; receptação. III. OBJETIVOS Propiciar aos discentes o conhecimento crítico-reflexivo dos tipos penais da parte especial do Código Penal coordenado com os princípios penais constitucionais. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Dos crimes contra a pessoa: dos crimes contra a vida 1.1 Homicídio 1.2 Induzimento, instigação ou auxílio a suicídio 1.3 Infanticídio 1.4 Aborto 2 Dos crimes contra a pessoa: das lesões corporais 2.1 Lesão corporal 2.2 Violência doméstica 153 3 Dos crimes contra a pessoa: da periclitação da vida e da saúde 3.1 Perigo de contágio venéreo 3.2 Perigo de contágio de moléstia grave 3.3 Perigo para a vida ou saúde de outrem 3.4 Perigo para a vida ou saúde de outrem 3.5 Abandono de incapaz 3.6 Exposição ou abandono de recém-nascido 3.7 Omissão de socorro 3.8 Maus-tratos 4 Dos crimes contra a pessoa: da rixa 4.1 Rixa 5 Dos crimes contra a pessoa: dos crimes contra a honra 5.1 Calúnia 5.2 Difamação 5.3 Injúria 5.4 Disposições comuns 6 Dos crimes contra a pessoa: dos crimes contra a liberdade individual 6.1 Dos crimes contra a liberdade pessoal 6.1.1 Constrangimento ilegal 6.1.2 Ameaça 6.1.3 Seqüestro e cárcere privado 6.1.4 Redução a condição análoga à de escravo 6.2 Dos crimes contra a inviolabilidade do domicílio 6.2.1 Violação de domicílio 6.3 Dos crimes contra a inviolabilidade de correspondência 6.3.1 Violação de correspondência 6.3.2 Sonegação ou destruição de correspondência 154 6.3.3 Violação de comunicação telegráfica, radioelétrica ou telefônica 6.3.4 Correspondência comercial 6.4 Dos crimes contra a inviolabilidade dos segredos 6.4.1 Divulgação de segredo 6.4.2 Violação do segredo profissional 7 Dos crimes contra o patrimônio: do furto 7.1 Furto 7.2 Furto de coisa comum 8 Dos crimes contra o patrimônio: do roubo e da extorsão 8.1 Roubo 8.2 Extorsão 8.3 Extorsão mediante seqüestro 8.4 Extorsão indireta 9 Dos crimes contra o patrimônio: da usurpação 9.1 Alteração de limites 9.2 Esbulho possessório 9.3 Supressão ou alteração de marca em animais 10 Dos crimes contra o patrimônio: do dano 10.1 Dano 10.2 Introdução ou abandono de animais em propriedade alheia 10.3 Dano em coisa de valor artístico, arqueológico ou histórico 10.4 Alteração de local especialmente protegido 10.5 Ação penal 11 Dos crimes contra o patrimônio: da apropriação indébita 11.1 Apropriação indébita 11.2 Apropriação indébita previdenciária 155 11.3 Apropriação de coisa havida por erro, caso fortuito ou força da natureza 11.4 Apropriação de tesouro 11.5 Apropriação de coisa achada 12 Dos crimes contra o patrimônio: do estelionato e outras fraudes 12.1 Estelionato 12.2 Disposição de coisa alheia como própria 12.3 Alienação ou oneração fraudulenta de coisa própria 12.4 Defraudação de penhor 12.5 Fraude na entrega de coisa 12.6 Fraude para recebimento de indenização ou valor de seguro 12.7 Fraude no pagamento por meio de cheque 12.8 Duplicata simulada 12.9 Abuso de incapazes 12.10 Induzimento à especulação 12.11 Fraude no comércio 12.12 Outras fraudes 12.13 Fraudes e abusos na fundação ou administração de sociedade por ações 12.14 Emissão irregular de conhecimento de depósito ou warrant 12.15 Fraude à execução 13 Dos crimes contra o patrimônio: da receptação 13.1 Receptação 14 Dos crimes contra o patrimônio: disposições gerais V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. 156 VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. V.II. 157 BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. V.II. PRADO, Luiz Regis. Curso de Direito Penal brasileiro. 4ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005.V.II. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BITENCOURT, Cezar Roberto. Código Penal comentado.3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. JESUS, Damásio. E. Direito Penal. 25 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003.V.II. MIRABETE, Julio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Parte Geral. 24ªed. São Paulo: Atlas, 2006. V.II. SAMANIO, Gianpaolo Poggio. Direito Penal: Parte Especial. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. 158 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PROCESSUAL CIVIL II Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Ação Rescisória. Recursos: teoria geral, conceito, legitimidade e interesse, princípios, efeitos, pressupostos. Apelação. Agravo. Embargos Infringentes. Embargos de Declaração. Recurso Ordinário. Recurso Extraordinário. Recurso Especial. Embargos de Divergência em Recurso Especial e em Recurso Extraordinário. Da Ordem dos Processos nos Tribunais. Duplo Grau de Jurisdição Obrigatório. Execução: princípios, pressupostos objetivos e subjetivos, responsabilidade patrimonial. Execução definitiva e execução provisória. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente visão crítico-reflexiva das fases recursais do processo judicial, concebendo o duplo grau de jurisdição, numa perspectiva democrática do processo, como garantia constitucional e infraconstitucional de acesso à justiça e de cidadania do jurisdicionado. Possibilitar a compreensão da fase executiva do processo e de seus respectivos institutos, com fundamento na efetivação dos direitos garantidos por meio da prestação jurisdicional estatal legítima e, portanto, de real acesso à justiça. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Da Ação Rescisória 159 2- Recursos 2.1 Teoria geral dos recursos 2.2 Efeitos em que são recebidos os recursos 2.3 Dos Recursos em espécie: 2.4 Da apelação 2.5 Do agravo 2.6 Dos embargos de declaração 2.7 Dos embargos infringentes 2.8 Dos recursos ordinários constitucionais 2.9 Do recurso especial 2.10 Do recurso extraordinário 2.11 Do agravo regimental 2.12 Dos embargos de divergência 2.13 Do recurso inominado 3 Da ordem dos processos nos Tribunais 4 Do duplo grau de jurisdição obrigatório 4.1 Natureza jurídica 4.2 Hipóteses 5 Execução 5.1 Princípios 5.2 Pressupostos objetivos 5.3 Pressupostos subjetivos 5.4 Responsabilidade patrimonial 5.5 Execução definitiva e execução provisória V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades 160 de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 161 CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 13ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Júris, 2006. V.II. THEODORO JUNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. 47ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2007. V.I. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BUENO, Cássio Scarpinella. A nova etapa da reforma do código de processo civil. 2ªed. São Paulo: Saraiva, 2006. V.I. BUENO, Cássio Scarpinella. A nova etapa da reforma do código de processo civil. 2ªed. São Paulo: Saraiva, 2006. V.II. NEGRÃO, Theotônio; GOUVEA, José Roberto. Código de Processo Civil e legislação em vior. 38ªed. São Paulo: Saraiva, 2006. 162 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: Direito Processual Penal II Carga horária semestral: 80 h/a Carga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA Questões prejudiciais e processos incidentes: sistema de soluções. Das exceções. Conflito de jurisdição. Restituição de coisas apreendidas. Medidas assecuratórias. Do seqüestro. Do arresto. Do incidente de falsidade. Da insanidade mental do acusado. Da prova; Das provas ilegítimas e ilícitas. Provas em espécie: perícias. Do interrogatório. Da confissão. Das perguntas do ofendido. Das testemunhas. Do reconhecimento de pessoas e coisas. Da acareação. Dos documentos. Dos indícios. Da busca e apreensão. Dos processos em espécie. Do processo comum ou ordinário. Do processo sumário. Processo dos crimes falimentares. Crimes de responsabilidade dos funcionários públicos. Crimes contra a honra da competência do juiz singular. Crimes contra a propriedade imaterial. Processo de restauração de autos extraviados ou destruídos. Do Procedimento Sumaríssimo. Aplicação e medida de segurança por fato não criminoso. Do júri popular. Dos Ritos das Leis Especiais. Das nulidades. Dos Recursos: Do Recurso em sentido estrito. Da apelação. Do protesto por novo júri. Embargos infringentes e de nulidade. Dos embargos de declaração. Da revisão. Da carta testemunhável. Do habeas corpus. Da correção parcial. Do agravo. Mandado de segurança na esfera criminal. Da reclamação. Da suspensão condicional da pena. Do livramento condicional. Da remição. Da anistia, graça e indulto. Da reabilitação. Medidas de segurança. Da Execução. Lei de Execução Penal: Direitos e deveres do condenado. Execução das penas. 163 III. OBJETIVOS Proporcionar o aprendizado do Direito Processual Penal a partir de um paradigma constitucional; levar o aluno, por intermédio da disciplina, a introduzir conhecimentos no campo do Direito Processual Penal a partir da análise crítico-reflexiva da ordem principiológica dos conteúdos ministrados. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Da Prova: 1.1 Teoria da Prova; 1.1.1 Contraditório em ampla defesa; 1.1.2 O mito e o dogma da verdade real; 1.1.3 A distribuição do ônus da prova e a iniciativa probatória do juiz; 1.1.4 O livre convencimento motivado e a íntima convicção; 1.1.5 Hierarquia e especificidade de provas; 1.2 Direito e restrições à prova; 1.2.1 A indadmissibilidade das provas ilícitas; 1.2.1.1 As gravações ambientais; 1.2.1.2 As interceptações telefônicas e de dados; 1.2.1.3 Sigilo bancário; 1.2.1.4 A CPI e a cláusula da reserva da jurisdição; 1.3 A teoria dos frutos da árvore envenenada; 1.4 O encontro fortuito de provas; 1.5 A prova ilegítima: a prova emprestada; 1.6 O aproveitamento da prova como. Exclusão da ilicitude; 1.6.1 Excludentes de ilicitude; 1.6.2 O flagrante delito; 1.7 O aproveitamento da prova ilícita: proporcionalidade e razoabilidade; 1.8 Meios de prova; 1.8.1 Do interrogatório; 1.8.2 Direito ao silêncio e não auto-incriminação; 164 1.8.3 Intervenções corporais 1.9 Da Confissão; 1.10 Da Prova testemunhal; 1.10.1 Capacidade para testemunhar; 1.10.2 O compromisso de dizer a verdade; 1.10.3 Dispensa do dever de depor; 1.10.4 Proibição do testemunho; 1.11 Da Prova Pericial; 1.11.1 O exame de corpo de delito; 1.11.2 Outras perícias; 1.11.3 Prova pericial e contraditório; 1.12 Das perguntas ao ofendido; 1.13 Do reconhecimento de pessoas e coisas; 1.14 Da acareação; 1.15 Dos documentos; 1.16 Dos indícios; 1.17 Da busca e apreensão; 2 Dos Sujeitos Processuais: 2.1 Partes e relação processual; 2.1.1 Parte (sentido formal) e parte (sentido material); 2.2 Do juiz; 2.2.1 Imparcialidade; 2.2.2 Poderes gerais e iniciativa probatória; 2.2.3 Juiz natural; 2.2.4 Princípio da identidade física do juiz; 2.3 Do Ministério Público; 2.3.1 A imparcialidade; 2.3.2 Suspeição, impedimentos e incompatibilidades; 2.3.3 O promotor natural; 2.3.4 A atividade investigatória; 165 2.4 Do acusado; 2.4.1Do defensor; 2.4.2 Da assistência; 2.4.2.1 Legitimação; 2.4.2.2 O assistente como custos legis; 2.4.2.3 Faculdades processuais; 2.4.2.4 Recurso de sentença penal condenatória; 2.4.2.5 Procedimento; 3 Das Citações: 3.1 Espécies de citação; 3.1.1 Citação por mandado; 3.1.2 Citação por precatória; 3.1.3 Citação por edital; 3.1.4 Citação do militar e do funcionário público; 3.1.5 Citação por meio de carta rogatória; 3.1.6 Citações e intimações por meio de carta de ordem; 3.1.7 Citação do réu preso; 3.1.8 Citação do incapaz e do menor; 3.2 Revelia e suspensão do processo e do prazo prescricional; 4 Das Intimações: 5 Dos Processos Processos em Espécie (Procedimentos): 5.1 Processo e procedimento; 5.2 Procedimento comum; 5.2.1 Procedimento comum (ordinário) da competência do juiz singular: crimes punidos com reclusão não sujeitos a procedimento especial; 5.2.2 Procedimento sumário comum para crimes punidos com detenção; 5.3 Da suspensão do processo; 5.3.1 Suspensão do processo: direito ou discricionariedade? 166 5.3.2 Revogação e cumprimento da suspensão; 5.3.3 ação penal privada; 5.3.4 Cabimento: concurso de crimes, tentativa, causa de aumento e diminuição de pena; 5.4 Do procedimento do Tribunal do Júri; 5.4.1 Anotações introdutórias; 5.4.2 Sumário de culpa ou juízo de acusação; 5.4.3 Absolvição sumária; 5.4.4 Desclassificação; 5.4.5 Impronúncia; 5.4.6 Pronúncia; 5.4.7 Da fase de julgamento; 5.4.7.1 Do libelo e da contrariedade; 5.4.7.2 Do desaforamento; 5.4.7.3 Jurados: recusas, imparcialidade; 5.4.7.4 Dos quesitos; 5.4.7.5 Da sessão de julgamento; 5.5 Dos Juizados especiais criminais; 5.5.1 Considerações gerais; 5.5.2 Infração de menor potencial ofensivo; 5.5.3 Transação penal: direito ou discricionariedade? 5.5.4 Competência e atos processuais; 5.5.5 O rito; 5.5.5.1 Fase preliminar; 5.5.5.2 Transação penal; 5.5.5.3 Procedimento sumaríssimo; 5.5.5.4 Execução; 5.6 Processo e Procedimentos especiais; 5.6.1 Dos processos da competência originária; 5.6.2 Crimes contra a honra; 5.6.3 Crimes de responsabilidade de funcionários públicos; 167 5.6.4 Lei de drogas – 11343/06; 5.6.4.1 Da investigação; 5.6.4.2 Da denúncia; 5.6.4.3 Instrução e julgamento; 5.6.4.4 Prisão; 5.6.4.5 Competência; 5.6.4.6 Medidas acautelatórias patrimoniais; 5.6.5 Crimes eleitorais e processo eleitoral; 5.6.6 Processo de crimes contra a propriedade imaterial; 5.6.7 processo de restauração de autos e extraviados ou destruídos; 5.7 Procedimentos e conexão e/ou continência; 6 Das Nulidades: 6.1 Atos inexistentes; 6.2 Nulidade absoluta ou relativa; 6.3 Nulidades: efeito devolutivo dos recursos e vedação da reformatio in pejus; 6.4 A regra do interesse das nulidades; 6.5 A instrumentalidade das formas; 6.6 Causalidade : derivação das nulidades; 6.7 Convalidação ; 6.8 A casuística do CPP; 7 Dos Recursos: 7.1 Teoria geral dos recursos; 7.1.1 Princípios; 7.1.1.1 duplo grau de jurisdição; 7.1.1.2 a voluntariedade dos recursos; 7.1.1.3 a unirrecorribilidade; 7.1.1.4 vedação da reformatio in pejus; 7.1.1.5 regras: suplementariedade, complementariedade etc; 7.1.1.6 disponibilidade; 168 7.1.2 Efeitos dos recursos; 7.1.2.1 suspensivo; 7.1.2.2 devolutivo; 7.1.2.3 extensivo ou ativo; 7.1.2.4 iterativo; 7.1.3 Classificação dos recursos; 7.1.4 Juízo de admissibilidade dos recursos; 7.1.4.1 Objetivos; 7.1.4.2 Subjetivos; 7.2 Recurso em sentido estrito; 7.3 Apelação; 7.3 Protesto por novo Júri; 7.4 Embargos infringentes e de nulidade; 7.5 Revisão criminal; 7.6 Carta testemunhável; 7.7 Embargos de declaração 8 Habeas Corpus e Mandado de Segurança. 9 Aspectos Processuais dos Seguintes Institutos Jurídicos: 9.1 Suspensão Condicional da Pena; 9.2 Livramento Condicional; 9.3 Incidentes da Execução penal. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, 169 além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONFIM, Edilson Mougenot. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2006. CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal. 10ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. LUISI, Luiz. Princípios Constitucionais Penais. 2ª ed. Porto Alegre: Sérgio Antonio Fabris, 2003. RANGEL, Paulo. Direito Processual Penal. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2004. 170 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANHA, Adalberto José Q. T. De Câmara. Da prova no processo penal. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001 BOAS, Marco Antônio. Processo Penal Completo. São Paulo: Saraiva, 2001. CARVALHO, Luis Gustavo Grandinetti Castanho. O processo penal em face da Constituição. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1998. JARDIM, Afrânio Silva. Direito Processual Penal. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. JESUS, Damásio Evangelista. Código de Processo Penal Anotado. 17ª ed. São Paulo: Saravia, 2000. MIRABETE, Julio Fabrini. Código de processo penal interpretado: referências doutrinárias, indicações legais, resenhas, jurisprudências. 11ed. São Paulo: Atlas, 2004. OLIVEIRA, Eugênio Pacelli. Curso de Processo Penal. Belo Horizonte: Del Rey, 2002. 171 TURMA 6° PERÍODO 172 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO ADMINISTRATIVO II Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Contrato Administrativo. Serviço Público. Concessão e Permissão de Serviço Público. Participação dos Usuários na Gestão dos Serviços Públicos. Parcerias PúblicoPrivadas. Obra Pública. Intervenção do Estado no Domínio Econômico. Polícia Administrativa. Bens Públicos. Restrições sobre a Propriedade Privada. Responsabilidade Extracontratual do Estado por Comportamentos Administrativos. Responsabilidade Fiscal e Improbidade Administrativa. Controle da Administração Pública. Instrumentos de Controle Popular sobre a Atividade Administrativa. III. OBJETIVOS Oferecer ao discente conhecimento acerca do Direito Administrativo, principalmente no que concerne às diversas atividades desempenhadas pelas pessoas jurídicas integrantes da Administração Pública. Fornecer subsídios para que o aluno possa distinguir entre as diversas atividades desenvolvidas pela Administração Pública e os seus respectivos regimes jurídicos. Expor os diversos instrumentos de controle da Administração Pública, demonstrando ao discente a importância da participação popular na gestão, vigilância e correção da atuação administrativa. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Contrato Administrativo 173 1.1 Conceito de Contrato 1.2 Distinção entre Contrato Administrativo e Contrato da Administração 1.3 Características do Contrato Administrativo 1.4 Cláusulas Exorbitantes 1.5 Equilíbrio Econômico e Financeiro 1.6 O Contrato Administrativo no Direito Positivo Brasileiro 1.7 Modalidades de Contrato Administrativo 1.8 Extinção dos Contratos Administrativos 2 Serviço Público 2.1 Histórico e Noção de Serviço Público 2.2 Serviço Público e Outras Atividades da Administração: distinção 2.3 Princípios do Serviço Público 2.4 Titularidade do Serviço e Prestação 2.5 Serviço Público por Determinação Constitucional 2.6 Limites Constitucionais para a caracterização de um serviço como público 2.7 Direitos do Usuário 3 Concessão e Permissão de Serviço Público 3.1 Concessão e permissão de Serviço Público na Constituição e na Legislação Ordinária 3.2 Poderes do Concedente 3.3 Direitos do Concessionário. 3.4 Tarifas 3.5 Fontes paralelas (alternativas e complementares) de receita do concessionário 3.6 Equilíbrio Econômico Financeiro na Concessão de serviço Público 3.7 Direitos dos Usuários 3.8 Formas de extinção da concessão de serviço público e seus efeitos jurídicos 3.9 Parcerias Público-Privado 4 Obra Pública 174 4.1 Conceito 4.2 Modalidades de Execução Indireta 4.3 Obra de Grande Vulto 4.4 Obra de Intenso Vulto 4.5 Garantia e Execução 4.6 Fiscalização da Obra 4.7 Recebimento da Obra 4.8 Responsabilidade pela Obra 5 Intervenção do Estado no Domínio Econômico 5.1 Atividade Econômica na CF/1988 5.2 Liberdade e Iniciativa 5.3 Atividades Privadas de Regime Especial 5.4 Livre Concorrência e Repressão ao Abuso do Poder Econômico 5.5 Defesa do Consumidor 5.6 Monopólio 6 Polícia Administrativa 6.1 Introdução / Fundamentos 6.2 Sentido Amplo e Sentido Estrito 6.3 Traços Característicos 6.4 Polícia Administrativa e Polícia Judiciária 6.5 O Poder de Polícia é Discricionário? 6.6 Delegação de Atos de Polícia Administrativa 6.7 Executoriedade das medidas de polícia administrativa 6.8 Polícia administrativa e o princípio da proporcionalidade 7 Bens Públicos 7.1 Conceito 7.2 Destinação dos Bens Públicos 7.3 Afetação e Desafetação dos Bens Públicos 175 7.4 Regime Jurídico dos Bens Públicos 7.5 Os Bens Públicos Quanto à sua Natureza Física 7.6 Formas de Aquisição e Alienação de Bens Públicos 7.7 Autorização, Permissão e Concessão de Uso Bens Públicos 8 Restrições Administrativas sobre a Propriedade Privada 8.1 Fundamento 8.2 Função Social da Propriedade 8.3 Limitações Administrativas 8.4 Ocupação Temporária 8.5 Requisição Administrativa 8.6 Tombamento 8.7 Servidão Administrativa 8.8 Desapropriação 9 Responsabilidade Extracontratual do Estado 9.1 Responsabilidade do Estado e o Estado de Direito 9.2 Evolução da Responsabilidade do Estado por atos administrativos 9.3 Evolução da Responsabilidade do Estado no Brasil 9.4 Distinção entre responsabilidade subjetiva e objetiva 9.5 Fundamentos da responsabilidade do Estado 9.6 Originalidade da responsabilidade do Estado 9.7 Causas Excludentes da Responsabilidade 9.8 Reparação do Dano 9.9 Denunciação da lide pela Administração ao agente responsável. 9.10 Ação regressiva 10 Controle da Administração Pública 10.1 Conceito e Abrangência 10.2 Espécies 10.3 Controle Administrativo (Controle Interno) 176 10.4 Controle Legislativo 10.5 Controle Judicial V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se 177 submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo. 19ª ed. São Paulo: Malheiros, 2005. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEDAUAR, Odete. Direito Administrativo Moderno. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRETELLA JÚNIOR, José. Manual de Direito Administrativo. 7ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2005. 442p. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Parcerias na Administração Pública: concessão, permissão, franquia, terceirização e outras formas. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1999. FERREIRA, D’Andréa. O Controle da Administração Pública pelo Judiciário. Rio de Janeiro: Renovar, 1998. FREITAS, Juarez. O Controle dos Atos Administrativos e princípios fundamentais. 2ª ed. São Paulo: Malheiros, 1997. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 27ª ed. São Paulo: Malheiros, 2002. MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Curso de Direito Administrativo: parte introdutória, parte geral e parte especial. Rio de Janeiro: Forense, 2002. 178 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL V Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Direito das Coisas. Posse: Conceito. Natureza Jurídica, Elementos constitutivos. Teorias de Savigny e Ihering. Aquisição, efeitos e perda da posse. Proteção possessória. Propriedade: Conceito. Historicidade e Estrutura. Função Social da Propriedade. Aquisição da propriedade imóvel: formas de aquisição da propriedade imóvel. Usucapião. Propriedade móvel. Aquisição da propriedade móvel. Direitos de vizinhança. Condomínio. Direitos reais sobre coisas alheias. Direitos reais de garantia. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente o conhecimento sobre os institutos basilares dos Direitos Reais: a Posse e Propriedade, dentro das perspectivas contemporâneas do Direito Civil, em especial a disciplina da Propriedade privada sob a ótica constitucional, e a desconstrução da divisão do Direito Civil patrimonial em Direitos Reais e Direitos Obrigacionais, estimulando ainda uma visão crítica dos institutos. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Posse 1.1 Conceito e Historicidade da Posse. 1.2 Objeto da posse 1.3 Início da Posse 179 1.4 Posse, domínio e detenção. 1.5 Elementos da posse. 2 Classificação da Posse 2.1 Posse Justa e Injusta 2.2 Posse de boa-fé e de má-fé 2.3 Posse titulada e não titulada 2.4 Posse direta e indireta. 2.5 Composse. 3 Efeitos da Posse 3.1 Publicidade 3.2 Uso 3.3 Aquisição de frutos 3.4 Responsabilidade pela perda e deterioração da coisa 3.5 Direito à reparação de danos 3.6 Indenização de benfeitorias 3.7 Usucapião 4 Aquisição, sucessão e perda da posse. 4.1 Aquisição da posse 4.2 Constituto possessório 4.3 Sucessão na posse 4.4 Perda da posse 5 Tutela da Posse 5.1 Importância da tutela possessória 5.2 Ação de manutenção de posse 5.3 Ação de reintegração de posse 5.4 Interdito proibitório 180 6 Direitos Reais 6.1 Noção de direitos reais 6.2 Direitos reais e direitos pessoais 6.3 As faculdades dos direitos reais 6.4 Classificação dos direitos reais 7 A propriedade 7.1 Noções gerais de propriedade 7.2 Conceito e historicidade da propriedade 7.3 Atributos do direito de propriedade 7.4 função social da propriedade 8 Da aquisição da propriedade 8.1 Aquisição da propriedade imóvel 8.1.1 acessão 8.1.2 aluvião 8.1.3 avulsão 8.1.4 usucapião 8.2 Aquisição da propriedade móvel 8.2.1 usucapião 8.2.2 ocupação 8.2.3 achado de tesouro 8.2.4 tradição 8.2.5 Especificação 8.2.6 Confusão, comistão ou adjunção. 9 Transmissão e perda da propriedade 9.1 Transmissão da propriedade 9.2 Perda da propriedade 10 Direitos de Vizinhança 181 11 Direito de Construir 12 Condomínio 12.1 Do condomínio geral 12.2 Do Condomínio edilício 13 Dos Direitos reais limitados 13.1 Do direito de superfície 13.2 Da servidão 13.3 Do usufruto 13.4 Do uso e da habitação 13.5 Da enfiteuse 13.6 Do penhor 13.7 Da hipoteca 13.8 Da anticrese V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. 182 Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: Direito das coisas. 20 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. V.IV. PEREIRA, Caio Mário da Silva Pereira. Direitos Reais. 19ª.ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. VENOSA, Silvio de Salvo. Direitos Reais. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FACHIN, Luiz Edson. A Função Social da Posse e a Propriedade Contemporânea: uma perspectiva da usucapião imobiliária rural. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris, 1988. 183 FRANCO, J. Nascimento. Condomínio: administração, órgãos administrativos, assembléia geral, síndico, conselho consultivo. 3ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. GOMES, Orlando. Direitos Reais. 18 ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. LISBOA, Roberto Senise. Manual de Direito Civil: Direitos Reais e Direitos Intelectuais. 3 ª.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil: direito das coisas. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2000. NELSON, Rosenvald. Direitos Reais. 3 ª ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2004. NUNES, Pedro. Do Usucapião: teoria, prática processual, formulários, legislação, regras e brocardos de direito romano. 5 ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. 184 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO DO TRABALHO I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Origem e evolução do Direito do Trabalho nos países ocidentais e no Brasil. Flexibilização trabalhista. Direito do Trabalho: conceito, caracterização, autonomia e natureza jurídica e suas relações com os outros ramos jurídicos. Fontes do Direito do Trabalho. Princípios gerais e específicos do ramo justrabalhista. Interpretação, integração e aplicação do Direito do Trabalho. Prescrição e Decadência. Relação de emprego e relação de trabalho. Sujeitos da relação empregatícia: empregado e empregador. Empregado doméstico. Empregado rural. Identificação e Registro Profissional. Aspectos gerais do contrato de trabalho: caracterização, elementos, capacidade trabalhista, nulidades. Contrato de trabalho e contratos afins. Modalidades de contrato de trabalho. Efeitos do contrato de trabalho. O poder no contrato de trabalho: diretivo, fiscalizatório, regulamentar e disciplinar. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente o estudo do Direito do Trabalho, especialmente nas questões relacionadas com a sua origem e com os primeiros passos dos movimentos sociais que conduziram à formação desse ramo do Direito Privado até os dias atuais. Proporcionar ao aluno os conhecimentos da Teoria Geral do Direito do Trabalho, com especial ênfase ao estudo dos seus princípios e da relação de emprego – núcleo do ramo justrabalhista. Analisar o conteúdo do contrato de trabalho, estimulando a análise crítica do discente 185 no que diz respeito às peculiaridades do contexto social em que está inserido, bem como verificar os institutos justrabalhistas como instrumentos de cidadania do trabalhador. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Origens e Evolução do Direito do Trabalho 1.1 Formação do Direito do Trabalho: Origens e desenvolvimento. 1.2 Evolução Histórica do Direito do Trabalho no Brasil. 1.3 Flexibilização do Direito do Trabalho: momento histórico e espécies. 2 Conceito e caracterização do Direito do Trabalho 2.1 Conceito 2.2 Conteúdo 2.3 Funções 2.4 Divisão Interna: Direito Individual do Trabalho e Direito Coletivo do Trabalho 3 Autonomia e Natureza Jurídica do Direito do Trabalho 3.1 Autonomia do Direito do Trabalho 3.2 Natureza Jurídica do Direito do Trabalho 3.3 A relação do Direito do Trabalho com os outros ramos jurídicos. 4 Fontes do Direito do Trabalho 4.1 Conceito de fonte e classificação 4.2 Fontes Materiais do Direito do Trabalho 4.3 Fontes Formais do Direito do Trabalho: heterônomas e autônomas 4.4 Figuras especiais: Laudo arbitral e Regulamento Empresarial 4.5 Figuras controvertidas 4.6 Hierarquia entre as fontes jurídicas trabalhistas 5 Interpretação, Aplicação e Integração do Direito do Trabalho 5.1 Interpretação do Direito do Trabalho: conceito e fundamentos. Sistemas de 186 interpretação. 5.2 Integração do Direito do Trabalho: conceituação. Espécies de integração jurídica. Auto-integração. Analogia. Heterointegração. Jurisprudência. Doutrina. Eqüidade. Princípios. 5.3 Aplicação do Direito do Trabalho no tempo e no espaço. 6 Princípios de Direito do Trabalho 6.1 Princípios: conceito e funções. 6.2 Princípios gerais do Direito. 6.3 Princípios específicos do Direito do Trabalho. 7 Prescrição e Decadência no Direito do Trabalho 7.1 Conceito de prescrição e decadência. Distinções. 7.2 A decadência no Direito do Trabalho. 7.3 A prescrição no Direito do Trabalho: causas interruptivas e suspensivas. Prazos prescricionais. Termo inicial. Argüição: legitimidade e momento. Prescrição intercorrente. 8 Relação de Trabalho e Relação de Emprego 8.1 Relação de Trabalho: autônomo, eventual, avulso. Trabalho voluntário. Estágio. Cooperativas de trabalho. 8.2 Relação de Emprego: conceito, caracterização e estrutura. 9 Sujeitos do Contrato de Trabalho: o empregado e o empregador 9.1 Conceito de empregado. 9.2 Empregados de formação intelectual e altos empregados. 9.3 Empregado Doméstico: conceito, caracterização, direitos trabalhistas. 9.4 Empregado Rural: conceito, caracterização. 9.5 Conceito de empregador. 9.6 Grupo econômico. 9.7 Sucessão de empregadores. 187 9.8 Consórcio de empregadores. 9.9 Terceirização trabalhista: caracterização, efeitos jurídicos e responsabilidade e aspectos processuais. 9.10 Trabalho Temporário (Lei n. 6.019/74): caracterização, hipóteses de pactuação, formalidades, prazo e direitos dos trabalhadores temporários. 10 Contrato de Trabalho: aspectos gerais 10.1 Denominação, conceito, denominação e características. 10.2 Elementos contratuais: essenciais, naturais e acidentais. 10.3 A prova do contrato de trabalho. 10.4 Vícios e defeitos do contrato de trabalho: nulidades. 11 Contrato de trabalho e contratos afins 11.1 Contrato de trabalho e contrato de prestação de serviços. 11.2 Contrato de trabalho e contrato de empreitada 11.3 Contrato de trabalho e contrato de mandato 11.4 Contrato de trabalho e contrato de parceria rural 11.5 Contrato de trabalho e contrato de sociedade 11.6 Contrato de trabalho e contrato de representação comercial 12 Identificação e Registro Profissional 12.1 Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Anotações na CTPS. Obtenção e conteúdo da CTPS. 12.2 Reclamação pela falta ou recusa quanto à anotação. 13 Modalidades de Contrato de Trabalho 13.1 Contratos expressos e tácitos. 13.2 Contrato por tempo indeterminado. Aspectos gerais e efeitos. 13.3 Contratos por tempo determinado: hipóteses de pactuação, prazos, prorrogação e sucessividade. Forma e prova. 13.4 Espécies de contrato por tempo determinado previstos na CLT. Contrato de 188 experiência. Contrato de aprendizagem. Contrato por tempo determinado Lei n. 9.601/98. 14 Efeitos do contrato de trabalho 14.1 Efeitos próprios do contrato de trabalho: obrigações do empregado e do empregador. 14.2 Efeitos conexos do contrato de trabalho: Direitos intelectuais. Dano moral ou à imagem. 15 O Poder no Contrato de Trabalho – Diretivo, Disciplinar, Regulamentar, Fiscalizatório 15.1 Poder Empregatício: conceito, caracterização, fundamentos, natureza jurídica. 15.2 Poder Diretivo: fundamentos e caracterização. 15.3 Poder Regulamentar: caracterização e natureza dos dispositivos regulamentares 15.4 Poder Fiscalizatório: caracterização e limites. 15.5 Poder Disciplinar: fundamentos, infrações e penalidades características, aplicação de penalidade. 15.6 Direito de resistência do empregado. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. 189 Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, Alice Monteiro de. Curso de direito do trabalho. 2 ª.ed. São Paulo, LTR, 2006. DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. 5ª.ed. São Paulo: LTR, 2006. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. 23 ª. ed. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, Jair. Relação de emprego: contrato individual de trabalho e os contratos afins. Belo Horizonte: Del Rey, 2001. BARAÚNA, Augusto Ferreira de. Manual de Direito do Trabalho. Belo Horizonte: Del Rey, 2000. CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. 31ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 190 DELGADO, Gabriela Neves. Terceirização: paradoxo do direito do trabalho contemporâneo. São Paulo: LTR, 2004. FERNANDES, Anníbal. O Trabalhador Autônomo. 3 ª.ed. São Paulo: Atlas, 1992. GIORDANI, Francisco Alberto da Motta Peixoto; MARTINS, Melchíades Rodrigues; VIDOTTI, Tarcísio José (coord.). Direito do Trabalho rural: homenagem a Irany Ferrai. 2 ª.ed. São Paulo: LTR, 2005. GONÇALVES, Antônio Fabrício de. O grupo de empresas no direito do trabalho. Belo Horizonte: Mandamentos, 2006. MAIOR, Jorge Luiz. Relação de trabalho & relação de emprego. São Paulo: LTR, 2007. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. 22 ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. PIMENTA, José Roberto Freire et al (coord). Direito do Trabalho: evolução, crise, perspectivas. São Paulo: LTR, 2004. PLÁ RODRIGUEZ, Américo. Princípios de Direito do Trabalho. 3 ª.ed. São Paulo: LTR, 2004. SILVA, Antônio Álvares da. Flexibilização das relações de trabalho. São Paulo: LTR, 2002. SILVA , Luiz de Pinho Pedreira da. Principiologia do Direito do Trabalho. 2ª ed. São Paulo: LTR, 1999. SÜSSEKIND, Arnaldo; TEIXEIRA, Lima, et al. Instituições de Direito do Trabalho. 22.ed. São Paulo: LTr, 2005. V.I. SÜSSEKIND, Arnaldo; TEIXEIRA, Lima, et al. Instituições de Direito do Trabalho. 22.ed. São Paulo: LTr, 2005. V. II. 191 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PENAL IV Carga horária semestral: 80 h/a Carga horária semanal: 4 h/a II. EMENTA Dos crimes contra a propriedade imaterial: crime contra a propriedade intelectual e crime contra a propriedade industrial. Dos crimes contra a organização do trabalho. Dos crimes contra o sentimento religioso e contra o respeito aos mortos. Dos Crimes contra a dignidade sexual: dos crimes contra a liberdade individual; da corrupção de menores; lenocínio e tráfico de pessoas; ultraje público ao puder. Dos crimes contra a família: dos crimes contra o casamento; dos crimes contra o estado de filiação; dos crimes contra poder familiar, tutela ou curatela. Dos crimes contra a incolumidade pública: dos crimes de perigo comum; dos crimes contra a segurança dos meios de comunicação e transporte e outros serviços e dos crimes contra a saúde pública. Dos crimes contra a paz pública. Dos crimes contra a fé pública: da moeda falsa; falsidade de títulos e outros papéis públicos; falsidade documental e outras falsidades. Dos crimes contra a Administração Pública: dos crimes praticados por funcionário público contra a Administração em geral; dos crimes praticados por particular contra a Administração em geral; dos crimes praticados por particular contra a Administração Pública estrangeira; dos crimes contra a administração da justiça e dos crimes contra as finanças públicas. III. OBJETIVOS Propiciar aos discentes o conhecimento crítico-reflexivo dos tipos penais da parte especial do Código Penal coordenado com os princípios penais constitucionais. 192 IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Dos crimes contra a propriedade imaterial: 1.1 Dos crimes contra a propriedade intelectual 1.1.1 Violação de direito autoral 1.2.2 Violação de direito de autor de programa de computador (Lei 9.609/98) 1.2 Dos crimes contra a propriedade industrial (Lei 9.279/96) 1.2.1 Dos crimes contra as patentes 1.2.2 Dos crimes contra os desenhos industriais 1.2.3 Dos crimes contra as marcas 1.2.4 Dos crimes cometidos por meio de maca, título de estabelecimento e sinal de propaganda 1.2.5 Dos crimes contra indicações geográficas e demais indicações 1.2.6 Dos crimes de concorrência desleal 1.2.7 Disposições gerais 2 Dos crimes contra a organização do trabalho 2.1 Atentado contra a liberdade de trabalho 2.2 Atentado contra a liberdade de contrato e trabalho e boicotagem violenta 2.3 Atentado contra a liberdade de associação 2.4 Paralisação de trabalho, seguida de violência ou perturbação da ordem 2.5 Paralisação de trabalho de interesse coletivo 2.6 Invasão de estabelecimento industrial, comercial ou agrícola. Sabotagem. 2.7 Frustração de direito assegurado por lei trabalhista 2.8 Frustração de lei sobre a nacionalização do trabalho 2.9 Exercício de atividade com infração de decisão administrativa 2.10 Aliciamento para o fim de emigração 2.11 Aliciamento de trabalhadores e um local para outro do território nacional 3 Dos crimes conta o sentimento religioso e contra o respeito aos mortos 3.1 Dos crimes contra o sentimento religioso 3.1.1 Ultraje a culto e impedimento ou perturbação de ato a ele relativo 3.2 Dos crimes contra o respeito aos mortos 193 3.2.1 Impedimento ou perturbação de cerimônia funerária 3.2.2 Violação de sepultura 3.2.3 Destruição, subtração ou ocultação de cadáver 3.2.4 Vilipêndio a cadáver 4 Dos crimes contra a liberdade sexual 4.1 Dos crimes contra a liberdade sexual 4.2 Dos crimes contra vulnerável 4.3 Disposições gerais 4.4 Do lenocínio e do tráfico de pessoa para fim de prostituição ou outra forma de exploração sexual 4.5 Do ultraje ao pudor público 4.6 Disposições Gerais. 5 Dos crimes contra a família 5.1 Dos crimes contra o casamento 5.1.1 Bigamia 5.1.2 Induzimento a erro essencial e ocultação de impedimento 5.1.3 Conhecimento prévio de impedimento 5.1.4 Simulação de autoridade para celebração de casamento 5.1.5 Simulação de casamento 5.2 Dos crimes contra o estado de filiação 5.2.1 Registro de nascimento inexistente 5.2.2 Parto suposto. Supressão ou alteração de direito inerente ao estado civil de recém-nascido. 5.2.3 Sonegação de estado de filiação 5.3 Dos crimes contra a assistência familiar 5.3.1 Abandono material 5.3.2 Entrega de filho menor a pessoa inidônea 5.3.3 Abandono intelectual 5.3.4 Abandono moral 194 5.4 Dos crimes contra o poder familiar, tutela ou curatela 5.4.1 Induzimento a fuga, entrega arbitrária ou sonegação de incapazes 5.4.2 Subtração de incapazes 6 Dos crimes contra a incolumidade pública 6.1 Dos crimes de perigo comum 6.1.1 Incêndio 6.1.2 Explosão 6.1.3 Uso de gás tóxico ou asfixiante 6.1.4 Fabrico, fornecimento, aquisição, posse ou transporte de explosivo ou gás tóxico, ou asfixiante 6.1.5 Inundação 6.1.6 Perigo de inundação 6.1.7 Desabamento ou desmoronamento 6.1.8 Subtração, ocultação ou inutilização de material de salvamento 6.1.9 Formas qualificadas de crimes de perigo comum 6.1.10 Difusão de doença ou praga 6.2 Dos crimes contra a segurança dos meios de comunicação e transporte e outros serviços públicos 6.2.1 Perigo de desastre ferroviário 6.2.2 Desastre ferroviário 6.2.3 Atentado contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo 6.2.4 Atentado contra a segurança de outro meio de transporte 6.2.5 Arremesso de projétil 6.2.6 Atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública 6.2.7 Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico ou telefônico 6.3 Dos crimes contra a saúde pública 6.3.1 Epidemia 6.3.2 Infração de medida sanitária preventiva 6.3.3 Omissão de notificação de doença 6.3.4 Envenenamento de água potável ou de substância alimentícia ou medicinal 195 6.3.5 Corrupção ou poluição de água potável 6.3.6 Falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos Alimentícios 6.3.7Falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais 6.3.8 Emprego de processo proibido ou de substância não permitida 6.3.9 Invólucro ou recipiente com falsa indicação 6.3.10 Produto ou substância nas condições dos dois artigos anteriores 6.3.11 Substância destinada à falsificação 6.3.12 Outras substâncias nocivas à saúde pública 6.3.13 Medicamento em desacordo com receita médica 6.3.14 Exercício ilegal da medicina arte dentária ou farmacêutica 6.3.15 Charlatanismo 6.3.16 Curandeirismo 7 Dos crimes contra a paz pública 7.1 Incitação ao crime 7.2 Apologia de crime ou criminoso 7.3 Quadrilha ou bando 8 Dos crimes contra a fé pública 8.1 Da moeda falsa 8.1.1 Moeda falsa 8.1.2 Crimes assimilados ao de moeda falsa 8.1.3 Petrechos para falsificação de moeda 8.1.4 Emissão de título ao portador sem permissão legal 8.2 Da falsidade de títulos e outros papéis públicos 8.2.1 Falsificação de papéis públicos 8.2.2 Petrechos de falsificação 8.3 Da falsidade documental 8.3.1 Falsificação de selo ou sinal público 196 8.3.2 Falsificação de documento público 8.3.3 Falsificação de documento particular 8.3.4 Falsidade ideológica 8.3.5 Falso reconhecimento de firma ou letra 8.3.6 Certidão ou atestado ideologicamente falso 8.3.7 Falsidade material de atestado ou certidão 8.3.8 Falsidade de atestado médico 8.3.9 Reprodução ou adulteração de selo ou peça filatélica 8.3.10 Uso de documento falso 8.3.11 Supressão de documento 8.4 De outras falsidades 8.4.1 Falsificação do sinal empregado no contraste de metal precioso ou na Fiscalização 8.4.2 Falsa identidade 8.4.3 Uso, como próprio, de documento de identidade alheio 8.4.4 Fraude de lei sobre estrangeiro 8.4.5 Simulação da figura de proprietário ou possuidor em nome de estrangeiro 8.4.6 Adulteração de sinal identificador de veículo automotor 9 Dos crimes contra a Administração Pública 9.1 Dos crimes praticados por funcionário público contra a administração 9.1.1 Peculato 9.1.2 Peculato mediante erro de outrem 9.1.3 Inserção de dados falsos em sistema de informações 9.1.4 Modificação ou alteração não autorizada de sistema de sistema de informações 9.1.5 Extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento 9.1.6 Emprego irregular de verbas ou rendas públicas 9.1.7 Concussão 9.1.8 Corrupção passiva 9.1.9 Facilitação de contrabando ou descaminho 9.1.10 Prevaricação 197 9.1.11 Condescendência criminosa 9.1.12 Advocacia administrativa 9.1.13 Violência arbitrária 9.1.14 Abandono de função 9.1.15 Exercício funcional ilegalmente antecipado 9.1.16 Violação de sigilo funcional 9.1.17 Violação de sigilo de proposta de concorrência 9.1.18 Conceito de funcionário público 9.2 Dos crimes praticados por particular contra a Administração em geral 9.2.1 Usurpação de função pública 9.2.2 Resistência 9.2.3 Desobediência 9.2.4 Desacato 9.2.5 Tráfico de influência 9.2.6 Corrupção ativa 9.2.7 Contrabando ou descaminho 9.2.8 Impedimento, perturbação ou fraude de concorrência 9.2.9 Inutilização de edital ou sinal 9.2.10 Subtração ou inutilização de livro ou documento 9.2.11 Sonegação de contribuição previdenciária 9.3 Dos crimes praticados por particular contra a Administração Pública Estrangeira 9.3.1 Corrupção ativa em transação comercial internacional 9.3.2 Tráfico de influência em transação comercial internacional 9.3.3 Conceito de funcionário público estrangeiro 9.4 Dos crimes contra a administração da justiça 9.4.1 Reingresso de estrangeiro expulso 9.4.2 Denunciação caluniosa 9.4.3 Comunicação falsa de crime ou de contravenção 9.4.4 Auto-acusação falsa 9.4.5 Falso testemunho ou falsa perícia 198 9.4.6 Coação no curso do processo 9.4.7 Exercício arbitrário das próprias razões 9.4.8 Fraude processual 9.4.9 Favorecimento pessoal 9.4.10 Favorecimento real 9.4.11 Exercício arbitrário ou abuso de poder 9.4.12 Fuga de pessoa presa ou submetida a medida de segurança 9.4.13 Evasão mediante violência contra pessoa 9.4.14 Arrebatamento de preso 9.4.15 Motim de presos 9.4.16 Patrocínio infiel 9.4.17 Sonegação de papel ou objeto de valor probatório 9.4.18 Exploração de prestígio 9.4.19 Violência ou fraude em arrematação judicial 9.4.20 Desobediência a decisão judicial sobre perda ou suspensão de direito 9.5 Dos crimes contra as finanças públicas 9.5.1 Contratação de operação de crédito 9.5.2 Inscrição de despesas não empenhadas em restos a pagar 9.5.3 Assunção de obrigação no último ano do mandato ou legislatura 9.5.4 Ordenação de despesa não autorizada 9.5.5 Prestação de garantia graciosa 9.5.6 Não cancelamento de restos a pagar 9.5.7 Aumento de despesa total com pessoal no último ano do mandato ou legislatura 9.5.8 Oferta pública ou colocação de título no mercado 10 Disposições finais V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. 199 VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 200 BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. Parte Especial. 6ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. V.III. BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. Parte Especial. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. V.IV. GRECO, Rgério. Código Penal Comentado. 4ª ed. 2010. Niterói: Impetus, 2010. NUCCI, Guilherme de Souza. Código Penal Comentado. 10ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DELMANTO JR., Roberto; DELMANTO, Roberto; DELMANTO, Celso. Código Penal Comentado. 8ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. JESUS, Damásio. E. Direito Penal. 19 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. V.III. JESUS, Damásio. E. Direito Penal. 16 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. V.IV. CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal. Parte Especial. 8ªed. São Paulo: Atlas, 2010. V.III. 201 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PROCESSUAL CIVIL III Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Fase de Liquidação de Sentença. Fase de Cumprimento da Sentença. Processo de Execução por quantia certa contra devedor solvente: Processo de Execução para entrega de coisa. Processo de Execução das obrigações de fazer e de não fazer. Do Processo de Execução Contra a Fazenda Pública. Da Execução de Alimentos. Da defesa do devedor: embargos, objeção de executividade. Processo Cautelar: teoria geral, cautelares típicas. Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa: consignação em pagamento, depósito, anulação e substituição de títulos ao portador, prestação de contas, possessórias, nunciação de obra nova, usucapião, divisão e demarcação, inventário e partilha, embargos de terceiro, habilitação, restauração de autos, vendas a crédito com reserva de domínio, monitória. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente visão critico-reflexiva do desenvolvimento da fase executiva do processo, concebendo seus respectivos institutos como garantias estatais de satisfação de direitos do jurisdicionado, na perspectiva democrática do processo fundamentadas no acesso à justiça. Possibilitar o estudo dos procedimentos cautelares tendo em vista a adequação e efetividade do processo judicial, propiciando o acesso do jurisdicionado à justiça. Analisar procedimentos especiais judiciais contenciosos e voluntários, tendo em vista as especificidades do direito deduzido em juízo, permitindo a sua tutela adequada e efetiva. 202 IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE 1 - Fase de Liquidação de sentença 1.1 Fase de cumprimento de sentença 1.2 A impugnação do Executado UNIDADE 2 - Processo de Execução 2.1 Da Execução em geral 2.2 Do Processo de Execução por quantia certa contra devedor solvente e insolvente 2.3 Do Processo de Execução para entrega de coisa 2.4 Processo de Execução das obrigações de fazer e de não fazer 2.5 Do Processo de Execução contra a Fazenda Pública 2.6 Da execução de alimentos UNIDADE 3 - Da defesa do devedor 3.1 Dos embargos à execução 3.2 Dos embargos à execução contra a Fazenda Pública 3.3 Dos embargos à arrematação e à adjudicação 3.4 Da objeção de executividade UNIDADE 4 - Processo Cautelar 4.1 Teoria geral 4.2 Cautelares típicas 4.3 Poder geral de cautela UNIDADE 5 - Procedimentos Especiais de Jurisdição contenciosa: 5.1 Consignação em pagamento 5.2 Depósito 5.3 Anulação e substituição de títulos ao portador 5.4 Ação de prestação de contas 5.5 Ações possessórias 203 5.6 Nunciação de Obra Nova 5.7 Ação de Usucapião 5.8 Divisão e demarcação 5.9 Inventário e Partilha 5.10 Embargos de terceiro 5.11 Habilitação 5.12 Restauração de autos 5.13 Vendas a crédito com reserva de domínio 5.14 Ação monitória V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; 204 II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 13ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Júris, 2006. V.II. CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 11ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Júris, 2006. V.III. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSIS, Araken de. Manual de Execução. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. BUENO, Cássio Scarpinella. A nova etapa da reforma do Código de Processo Civil. 2ªed. São Paulo: Saraiva, 2006. V. II. NEGRÃO, Theotônio; GOUVEA, José Roberto. Código de Processo Civil e legislação em vigor. 38ª ed. São Paulo: Saravia, 2006. WAMBIER, Luiz Rodrigues et al. Breves comentários à nova sistemática processual civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. V.II. 205 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Noções introdutórias e evolução do Direito Empresarial. Elementos de Direito Empresarial. Teoria da empresa no ordenamento jurídico brasileiro vigente. Empresário. Sociedade. Sociedade não personificada e sociedade personificada. Desconsideração da Personalidade Jurídica. Estabelecimento: registro; nome empresarial; prepostos; disposições gerais; gerente; contabilista e outros auxiliares; escrituração. Sociedades empresariais, tipos societários, fenômeno da concentração empresarial. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente o entendimento dos conceitos introdutórios do Direito Empresarial e a evolução da Teoria da Empresa, capacitando-o à compreensão do funcionamento das sociedades empresárias, bem como para a busca de soluções aos problemas relacionados ao direito societário. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A) TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL 1 Origem e evolução histórica do Direito Empresarial 1.1 Origem do Direito Empresarial 1.2 Teoria dos atos de comércio e teoria da empresa 1.3 O Direito Empresarial no Brasil 206 2 Autonomia do Direito Empresarial e sua Relação com os Outros Ramos do Direito 2.1 Autonomia do Direito Empresarial (Direito Empresarial e Direito Civil) 2.2 Características do Direito Empresarial 2.3 Relação com os outros ramos do Direito 3 Fontes do Direito Empresarial 3.1 Empresa 3.2 Empresário 3.3 Estabelecimento empresarial 4 Requisitos para o Exercício da Atividade Empresária 4.1 A capacidade e o menor empresário 4.2 Proibidos de exercer atividade empresarial 4.3 Exercício da empresa por estrangeiro 5 Registro Público do Empresário 5.1 Organização do registro do empresário 5.2 Matrícula, arquivamento e autenticação 6 Obrigações dos Empresários 7 Agentes Auxiliares do Empresário 8 Estabelecimento Empresarial 8.1 Noções gerais 8.2 Elementos 8.3 Natureza jurídica 8.4 Alienação do estabelecimento empresarial 8.5 Locação empresarial 207 B) DIREITO SOCIETÁRIO 1 Noções Gerais 1.1 Histórico 1.2 Sociedade empresária 1.3 Classificação 1.4 Personalidade jurídica das sociedades 1.5 Desconsideração da personalidade jurídica 1.6 Sociedade irregular 2 Constituição das Sociedades Contratuais 2.1 Natureza do ato constitutivo 2.2 Contrato social: requisitos de validade, cláusulas contratuais e alteração contratual 3 Regime Jurídico dos Sócios 4 Sociedade Limitada 4.1 Legislação 4.2 Responsabilidade e deliberação dos sócios 4.3 Administração 4.4 Dissolução 5 Sociedade por Ações 5.1 Características gerais 5.2 Ações 5.3 Órgãos sociais 5.4 Administração 5.5 Dissolução, liquidação, transformação, incorporação e fusão 6 Sociedades Contratuais Menores 6.1 Sociedade em nome coletivo 6.2 Sociedade em comandita simples 208 6.3 Sociedade em comandita por ações V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se 209 submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPINHO, Sérgio. O Direito de Empresa à luz do Novo Código Civil. 5ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2005. COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. 6ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. V. I e II REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. 25ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. V. I e II. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Amador Paes de. Manual das Sociedades Comerciais: Direito de Empresa. 14ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial. Direito de Empresa. 14ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. CORRÊA-LIMA, Osmar Brina. Sociedade Anônima. 2ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Manual de Direito Comercial. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. 210 TURMA 7° PERÍODO 211 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL VI Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA História da Família. Direito de Família e cidadania: análise civil-constitucional. Princípios do Direito de Família. Casamento. Regime de bens. Usufruto e administração de bens de filhos menores. Bem de Família. Efeitos pessoais do casamento. Divórcio. Separação (As alterações trazidas pela Emenda Constitucional n. 66/2010. União Estável. Famílias monoparentais. Relações homoafetivas. Relações de parentesco. Adoção. Alimentos. Tutela e Curatela. Direito da Criança e do Adolescente. Direito do Idoso. III. OBJETIVOS Permitir que o discente possa conceber a família como o primeiro espaço socializador da pessoa humana, como um fim em si mesmo, e não como meio. Fornecer ao discente análise crítico- reflexiva das famílias, em sua estrutura plural, estudando os seus institutos nos conteúdos matrimonial e demais entidades familiares, parental e assistencial. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 História da Família 1.1 Origem da Família 1.2 Origem do Direito de Família 212 1.3 Evolução legislativa 2 Direito de Família e cidadania: análise civil-constitucional. 2.1 Repersonalização das relações familiares: a necessidade de uma família repersonalizada; família eudemonista; o novo paradigma da repersonalização; a família pós-moderna; o afeto como precussor da efetividade jurídica da repersonalização. 2.2 A Constituição da República de 1988 e a proteção à família 2.3 Família e cidadania. 3 Princípios do Direito de Família. 3.1 Funções principiológicas: regras e princípios 3.2 Princípios Gerais 3.2.1 Princípio da dignidade da pessoa humana: igualdade, liberdade, integridade psicofísica e solidariedade. 3.2.2 Princípio da boa-fé nas relações familiares 3.2.3 Eticidade nas relações familiares 3.3 Princípios do Direito de Família 3.3.1 Princípio da monogamia 3.3.1.1 O princípio da monogamia em face das famílias simultâneas 3.3.2 Princípio da igualdade e respeito à diferença 3.3.3 Princípio do pluralismo familiar 3.3.4 Princípio da proteção integral a crianças, adolescentes e idosos 3.3.5 Princípio da afetividade 3.3.6 O princípio da autonomia privada e da menor intervenção estatal 4 Entidades familiares enumeradas na Constituição da República de 1988 4.1 Casamento 4.1.1 Historicidade 4.1.2 Conceito e natureza jurídica 4.1.3 Espécies: civil, religioso com efeitos civis, por procuração, nuncupativo, putativo, consular. 213 4.1.4 Capacidade 4.1.5 Impedimentos e causas suspensivas 4.1.6 Processo de habilitação 4.1.7 Celebração 4.1.8 Posse do estado de casado 4.1.9 Invalidade do casamento: casamento inexistente, casamento anulável e casamento nulo. Efeitos. 4.2 União Estável 4.2.1 Historicidade 4.2.2 Conceito e natureza jurídica 4.2.3 Lei 8971/94, Lei 9278/96 e Código Civil de 2002. 4.2.4 Efeitos da união estável: pessoais e materiais 4.3 Família Monoparental 4.3.1 Conceito e natureza jurídica 4.3.2 Princípios constitucionais inerentes ao Direito de Família 4.3.3 Proteção do Estado 5 Relações homoafetivas 5.3.1 Conceito e natureza jurídica 5.3.2 Princípios inerentes ao Direito de Família 5.3.3. Direito a sexualidade 5.3.4 Omissão legislativa x avanços jurisprudenciais 6 Regime de Bens 6.1 Disposições gerais: diferença de regimes, administração, vedações à administração. 6.2 Alteração do regime de bens 6.3 Pacto antenupcial 6.4 Regime de bens: comunhão universal de bens, comunhão parcial de bens, separação de bens e participação final nos aquestos. 214 6.5 Bem de Família: conceito, natureza jurídica, proteção mínima, sujeitos e espécies de impenhorabilidade. 7 Divórcio e Separação 7.1 Historicidade 7.2 Fim do casamento: princípio da afetividade 7.2.1 Teoria da culpa 7.3 Separação (As alterações trazidas pela Emenda Constitucional n.66/2010) 7.4 Divórcio 7.5 Dano moral no rompimento das relações conjugais: possibilidade? 8 Relações de parentesco 8.1 Disposições gerais: conceito, classificação (natural e civil; biológico ou consangüíneo; linha reta; linha colateral; afinidade) 8.2 Filiação: filiação e reconhecimento dos filhos, presunção de paternidade (reprodução biológica e reprodução afetiva), posse do estado de filho 8.2.1 Ações de estado: investigação de paternidade; investigação de maternidade; anulação de registro e negatória de paternidade 8.2.2 Poder familiar: poder-dever: efeitos pessoais e patrimonias 9 Adoção 9.1 Historicidade 9.2 Conceito e natureza jurídica 9.3 Compatibilização das normas contidas no Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código Civil 9.4 Espécies: adoção de crianças e adolescentes, adoção de maiores, adoção unilateral, adoção internacional, adoção póstuma, adoção à brasileira, adoção homoafetiva, filhos de criação. 9.5 Efeitos da adoção 10 Alimentos 215 10.1 Historicidade 10.2 Conceito e natureza jurídica 10.3 Características: direito personalíssimo, reciprocidade, solidariedade, inalienabilidade, irrepetibilidade, alternatividade, transmissibilidade, irrenunciabilidade. 10.4 Sujeitos: quem pode reclamar e contra quem podem ser reclamados 10.5 Pressupostos da obrigação ou dever de prestar alimentos 10.6 Modalidades da prestação 10.7 Alimentos provisórios e provisionais 10.8 Pedido de alimentos: legitimidade, litisconsórcio, extinção da obrigação – exoneração, execução. 11 Tutela e Curatela 11.1 Tutela: conceito, constituição (testamentária, legítima e dativa), impedimentos, direito de recusa, encargos, exercício, dever de prestação de contas, cessação, destituição. 11.2 Curatela: conceito, constituição, legitimidade (pais ou tutores, cônjuge ou parente e Ministério Público), exercício, prestação de contas, incapacidade temporária. 12 Direito da Criança e do Adolescente 12.1 Direito da Criança e do Adolescente na Constituição da República e no Estatuto da Criança e do Adolescente 12.2 A proteção familiar: família natural e família substituta. Forma de colocação em família substituta. 12.3 Política de atendimento aos direitos fundamentais 13 Direito do Idoso 13.1 Análise civil-constitucional 13.2 Estatuto do Idoso 13.3 Idoso na Justiça 13.4 Alimentos destinados aos idosos 216 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se 217 submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Maria Berenice. Manual de Direito das Famílias. 3ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. PEREIRA, Caio Mário da Silva.. Instituições de Direito Civil .16 ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil: Direito de Família. 6 ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAHALI, Francisco José. Alimentos no Código Civil: aspectos civil, constitucional, processual e penal. São Paulo: Saraiva, 2005. DINIZ,Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: Direito da Família. 18 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. ESPINOLA, Eduardo. A Família no Direito Civil Brasileiro: casamento-relação entre os cônjugues-desquite-filiação .... São Paulo: Bookseller, 2001. FACHIN, Luiz Edson. Elementos Críticos de Direito de Família: curso de direito civil. Rio de Janeiro: Renovar, 1999. GAMA, Gulherme Calmon Nogueira da. O Biodireito e as relações parentais. Rio de Janeiro: Renovar, 2003. GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito de Família. 7ª ed. São Paulo: Saraiva, 2000. LÔBO, Paulo Luiz Netto. Código Civil Comentado; direito de família, relações de parentesco, direito patrimonial: 1.591 a 1.693. São Paulo: Atlas, 2003. V.XVI. MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil: Direito de Família. 37. São Paulo: Saraiva, 2004. V.II. MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil: direito de família. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001. OLIVEIRA, Wilson de. Direito de Família. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1995. PEREIRA, Rodrigo da Cunha. Princípios fundamentais norteadores do Direito de 218 Família. Belo Horizonte: Del Rey, 2006. FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL II Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Aspectos conceituais do crédito e dos títulos representativos de obrigações. A importância do crédito na economia moderna. Processo de uniformização do Direito Cambiário. A Legislação Cambiária Uniforme. A unificação do Direito Privado face às disposições do Novo Código Civil Brasileiro. Origem e evolução histórica dos títulos de crédito. Importância frente à circulação de bens e serviços. Definição, características, princípios, fontes, classificação e natureza dos títulos de crédito. Requisitos essenciais de validade. Transferência do título: o endosso. Aval. Vencimento e Pagamento. Protesto. Ação Cambial. Títulos de crédito em espécie: cheque, letra de câmbio, nota promissória e duplicata. III. OBJETIVOS Proporcionar ao discente análise crítico-reflexiva acerca da emissão e circulação de títulos representativos de crédito, em suas diversas espécies. Despertar o raciocínio crítico e fomentar o trabalho de pesquisa, analisando a legislação pertinente, em especial o novo Código Civil, e suas implicações jurídicas. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Teoria Geral dos Títulos de Crédito 1.1 Noções gerais 219 1.2 Origem e evolução histórica 1.3 Conceito 1.4 Princípios de Direito Cambiário: cartularidade, literalidade, autonomia, abstração e inoponibilidade 1.5 Obrigação cambial 1.6 Classificação 2 Constituição e Exigibilidade 2.1 Saque 2.2 Aceite 2.3 Endosso 2.4 Aval 2.5 Vencimento e pagamento 2.6 Protesto 2.7 Ação cambial 3 Títulos de Crédito em Espécie 3.1 Letra de câmbio 3.2 Nota promissória 3.3 Cheque 3.4 Duplicata V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). 220 VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. 6ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. V.I. COSTA, Wille Duarte. Títulos de Crédito. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. 23ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. V.II. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 221 FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Manual de Direito Comercial. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial. Direito de Empresa. 14ª ed. São Paulo: Saraiva 2003. MARTINS, Fran. Títulos de Crédito. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. V.I MARTINS, Fran. Títulos de Crédito. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. V.II ROSA JÚNIOR, Luiz Emygdio Franco da. Títulos de Crédito. 3ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2004. 222 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO DO TRABALHO II Carga horária semestral: 80 H/A II. EMENTA Remuneração e Salário. Sistema de Garantias Salariais. Duração do Trabalho – Jornada. Descansos trabalhistas. Férias. Formação e Alteração do Contrato de Trabalho. Interrupção e Suspensão do Contrato de Trabalho. Trabalho da mulher. Trabalho do menor. Estabilidade e Garantias de Emprego. FGTS. Extinção do Contrato de Trabalho. Direito Coletivo do Trabalho. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente os conhecimentos específicos do Direito do Trabalho II, tendo como base o desenvolvimento dos institutos justrabalhistas de cunho individual e coletivo. Estimular o raciocínio jurídico e crítico dos discentes, sempre buscando analisar os conhecimentos de Direito do Trabalho II com casos concretos, principalmente tendo em vista as peculiaridades do contexto social em que estão inseridos, bem como verificar os institutos justrabalhistas como instrumentos de cidadania do trabalhador. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Remuneração e Salário 1.1 Remuneração e salário: distinções. 1.2 Salário: composição e características. 1.3 Classificação do salário: Salário por unidade de tempo, unidade de obra e salário223 tarefa. 1.4 Meios de pagamento salarial: salário pecuniário e salário in natura. 1.5 Modalidades especiais de salário: Salário Básico. Abono. Adicionais. Gratificações. 13º salário. Comissões. Prêmios. Outras Parcelas salariais. 1.6 Parcelas salariais dissimuladas: diárias para viagem e ajudas de custo. 1.7 Parcelas não salariais: gorjetas, participação nos lucros e resultados empresariais. 2 Sistema de Garantias Salariais 2.1 Proteções jurídicas quanto ao valor do salário: irredutibilidade salarial, correção salarial, salário mínimo legal, salário profissional, salário normativo e convencional. 2.2 Proteções jurídicas contra abusos do empregador: tempo, lugar e meios de pagamento do salário. Descontos salariais. 2.3 Equiparação salarial. 2.4 Medidas de proteção contra credores do empregado e contra os abusos do empregador. 3 Duração do Trabalho - Jornada 3.1 Distinções entre duração, jornada e horário. 3.2 Composição da jornada de trabalho. 3.3 Critérios especiais de fixação de jornada: tempo de prontidão, tempo de sobreaviso. Bips e telefones celulares. 3.4 Jornada extraordinária. 3.5 Flexibilização e Compensação de Jornada. Banco de Horas. 3.6 Turnos ininterruptos de revezamento. 3.7 Jornada noturna. 3.8 Trabalho em tempo parcial. 5 Descansos trabalhistas 5.1 Intervalos intrajornadas e interjornadas: comuns e especiais. 5.2 Descanso semanal remunerado 5.3 Feriados 224 6 Férias 6.1 Conceito e caracterização. 6.2 Aquisição das férias, duração das férias e concessão de férias. 6.3 Férias coletivas. 6.4 Remuneração das férias. 6.5 Férias e extinção do contrato: efeitos. 7 Formação e Alteração do Contrato de Trabalho 7.1 Formação do contrato de trabalho: momento e local. 7.2 Alterações contratuais subjetivas. 7.3 Alterações contratuais objetivas: princípios aplicáveis. Alteração de função, de jornada de trabalho, de salário. Transferência do empregado. 8 Interrupção e Suspensão do Contrato de Trabalho 8.1 Interrupção e Suspensão: conceitos e distinções. 8.2 Hipóteses de Interrupção e efeitos. 8.3 Hipóteses de Suspensão e efeitos. 8.4 Interrupção e Suspensão nos contratos de trabalho a termo. 9 Trabalho do Menor 9.1 Fundamentos da tutela especial; 9.2 Proteção ao menor: direito de não trabalhar e direito à profissionalização 9.3 Contratação e extinção do contrato do menor 9.4 Trabalhos proibidos 9.5 Direitos do trabalhadores menores. 10 Trabalho da Mulher 10.1 Fundamentos à proteção do trabalho da mulher 10.2 Métodos e locais de trabalho; 10.3 Proteção à maternidade; 225 10.4 Proteção e práticas discriminatórias contra a mulher. 11 Estabilidade e Garantias Provisórias no Emprego 11.1 Aspectos históricos e a estabilidade decenal prevista na CLT e sua revogação. 11.2 Estabilidades provisórias no emprego 11.2.1 Estabilidade do dirigente sindical 11.2.2 Estabilidade da empregada gestante 11.2.3 Estabilidade do empregado acidentado 11.2.4 Estabilidade do empregado membro da CIPA 11.2.4 Outras Estabilidades provisórias no Emprego 11.2.5 estabilidade e o contrato por tempo determinado. 12 Extinção do Contrato de Trabalho 12.1 Princípios aplicáveis 12.2 Modos de extinção do contrato de trabalho 12.3 Formalidades rescisórias 12.4 Extinção do contrato de trabalho por tempo indeterminado 12.4.1 Dispensa sem justa causa. 12.4.2 Demissão do empregado. 12.4.3 O Aviso Prévio nas extinções contratuais. 12.4.4 Dispensa por justa causa do empregado. 12.4.5 Rescisão Indireta. 12.4.6 Culpa recíproca. 12.4.7 Outras hipóteses de extinção do contrato. 12.5 Extinção do contrato de trabalho por tempo determinado: 12.5.1 Dispensa antecipada pelo empregador 12.5.2 Demissão do empregado. 13 Fundo de Garantia por Tempo de serviço – FGTS 13.1 Histórico e Conceito; 13.2 Natureza Jurídica 226 13.3 Recolhimentos do FGTS: base de cálculo; valor a ser recolhido; momento do pagamento; penalidades pelo atraso no pagamento; 13.4 Os depósitos do FGTS e seus efeitos no término do contrato de trabalho 13.5 Hipóteses de movimentação da conta fundiária. 14 Direito Coletivo do Trabalho 14.1 Definição, conteúdo, função. 14.2 Princípios especiais do Direito Coletivo do Trabalho. 14.3 Direito Coletivo e sindicato: sistemas sindicais, organização e garantias sindicais. 14.4 Negociação coletiva trabalhista: convenção e acordo coletivo de trabalho. 14.5 Greve e locaute. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) 227 etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, Alice Monteiro de. Curso de direito do trabalho. 2 ª ed. São Paulo, LTr, 2006. DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. 5 ª ed. São Paulo: LTr, 2006. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. 23 ª ed. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AROUCA, José Carlos. Curso básico de direito sindical. São Paulo: LTr, 2006. CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. 31 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. GIORDANI, Francisco Alberto da Motta Peixoto; MARTINS, Melchíades Rodrigues; VIDOTTI, Tarcísio José (coord.). Direito do Trabalho rural: homenagem a Irany Ferrai. 2 ª.ed. São Paulo: LTr, 2005. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. 22 ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. PIMENTA, José Roberto Freire et al (coord). Direito do Trabalho: evolução, crise, 228 perspectivas. São Paulo: LTr, 2004. ROBOREDO, Maria L. de Freire. Greve, Lock-Out, e Uma Nova Política Laboral. Rio de Janeiro: Renovar, 1996. ROCHA, Silvia Regina da. O trabalho da mulher à luz da constituição de 1988. Rio de Janeiro: Forense, 1991. RUSSOMANO, Mozart Victor. Princípios Gerais de direito sindical. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002. SÜSSEKIND, Arnaldo; TEIXEIRA, Lima, et al. Instituições de direito do trabalho. 22 ª ed. v. I. São Paulo: LTr, 2005. SÜSSEKIND, Arnaldo; TEIXEIRA, Lima, et al. Instituições de direito do trabalho. 22 ª ed. v. II. São Paulo: LTr, 2005. ZANGRANDO, Carlos Henrique da Silva. A Greve no Direito Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 1994. 229 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO AMBIENTAL Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Direito Ambiental e Meio Ambiente: conceito, antropocentrismo e ecocentrismo, interdisciplinaridade e multidisciplinaridade. Tutela constitucional do meio ambiente. Política e Sistema Nacional de Meio Ambiente. Fauna e Flora. Águas e Recursos Hídricos. Solo. Atmosfera e espaço aéreo. Poluição. Impacto Ambiental e instrumentos de regulamentação. Responsabilidade Civil, Penal e Administrativa Ambiental. III. OBJETIVOS Estudar as diversas matizes que configuram o Direito Ambiental como Direito do Meio Ambiente, a partir de sua interdisciplinaridade e multidisciplinaridade nos seus diversos objetos tutelados e suas correspondentes responsabilidades. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Direito Ambiental e Meio Ambiente 1.1 Conceito de Meio Ambiente, antropocentrismo e ecocentrismo. 1.2 Direito Ambiental face às áreas do Direito e das demais áreas do Conhecimento 1.3 Princípios orientadores do Direito Ambiental. 1.4 Definição constitucional brasileira de proteção ambiental 1.5 Desafios atuais da contemporaneidade sobre a questão ambiental 230 2 Tutela Legal do Meio Ambiente 2.1 O art. 225 da Constituição da República Federativa do Brasil. 2.2 Dimensões da proteção ambiental: Política e Sistema Nacional de Meio Ambiente. 2.3 Estudo de Impacto Ambiental e Licenciamentos ambientais. 2.4 Estudo de Impacto de Vizinhança e instrumentos de proteção ambiental-urbana 3 Objetos de proteção legal do meio ambiente 3.1 Fauna, Flora. 3.2 Solo e Ar. 3.3 Patrimônio antropológico e natural. 3.4 Mineração e Resíduos sólidos. 4 Responsabilidade Civil, Penal e Administrativa Ambiental. 4.1 Responsabilidade objetiva ambiental e suas implicações. 4.2 Dimensões da esfera cível e as ações judiciais correspondentes. 4.3 Responsabilidade penal ambiental: crimes e procedimentos penais. 4.4 Responsabilidade administrativa ambiental: medidas e procedimentos. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a 231 observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIORILLO, Celso Antonio Pacheco. Curso de direito ambiental brasileiro. 6 ªed. Sao Paulo: Saraiva, 2005. MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. 13ª ed. São Paulo : Malheiros, 2005. SIRVINKAS, Luís Paulo. Manual de Direito Ambiental. 3ª ed., São Paulo : Saraiva, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARACHO JÚNIOR, José Alfredo de Oliveira. Responsabilidade civil por dano ao meio ambiente. Belo Horizonte: Del Rey, 2000. 232 FREITAS, Vladimir Passos (org.). Direito ambiental em evolução, nº2. Curitiba: Juruá, 2000. MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Ação Civil Pública: em defesa do meio ambiente, do patrimônio cultural e dos consumidores. 9ª ed., rev. atual. São Paulo : Revista dos Tribunais, 2004. MILARÉ, Édis. Direito do Ambiente. 2ª ed.,São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. SILVA, Bruno Campos (org). Direito Ambiental: enfoques variados. São Paulo : Lemos & Cruz, 2004. TESSLER, Luciane Gonçalves. Tutelas jurisdicionais do meio ambiente: tutela inibitória, tutela de remoção, tutela do ressarcimento na forma específica. São Paulo : Revista dos Tribunais, 2004. 233 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: PRÁTICA SIMULADA CÍVEL I Carga horária semestral: 40H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Ética profissional. Procurações. Contratos de Prestação de Serviços Advocatícios. A teoria e a prática processual civil judicial e métodos de composição extrajudicial de conflitos. III. OBJETIVOS Proporcionar aos discentes aplicação prática dos conhecimentos acerca de Direito Civil, Direito empresarial e Direito Processual Civil. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO SESSÃO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE PRÁTICA DE DIREITO LOCAL CIVIL Sessão 1 Considerações deontológicas. Ética profissional do advogado. Procuração para o foro em geral e mandato com poderes específicos. Elaboração do instrumento Sala de aula. de mandato. Contrato de serviços profissionais. Honorários. Elaboração do contrato. Sessão 2 Petição inicial. Requisitos. Morfologia da peça jurídica. NPJ Documentos indispensáveis à propositura da ação. Análise de autos findos. Sessão 3 Procedimento ordinário. Petição inicial. Fluxograma da fase Sala de 234 SESSÃO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE PRÁTICA DE DIREITO LOCAL CIVIL postulatória. Recebimento da petição inicial. Emenda da aula. petição inicial. Elaboração de petição inicial. Sessão 4 Resposta do réu. Delimitação da tese de defesa. Morfologia NPJ da peça jurídica de resposta (argüição de preliminares e defesa de mérito). Revelia. Espécies de resposta: contestação, exceções, reconvenção. Ação declaratória incidental. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Análise de autos findos. Sessão 5 Resposta do réu. Delimitação da tese de defesa. Morfologia Sala de da peça jurídica de resposta (argüição de preliminares e aula. defesa de mérito). Revelia. Espécies de resposta: contestação, exceções, reconvenção. Ação declaratória incidental. Elaboração de contestação, de reconvenção e de uma das exceções. Sessão 6 Audiência prévia de conciliação. Simulação de audiência. NPJ Análise de autos findos. Sentença homologatória de acordo., Elaboração da sentença homologatória. Sessão 7 Intervenção de terceiros. Assistência. Oposição. Nomeação Sala de a autoria. Denunciação da lide. Chamamento ao processo. aula. Morfologia das peças processuais. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Elaboração de peças Sessão 8 Sessão 9 Procedimento sumário. Petição inicial. Elaboração de petição Sala de inicial. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. aula. Procedimento sumário. Oferecimento de contestação em NPJ audiência. Simulação de audiência de instrução e julgamento. Sessão 10 Incidentes processuais. Impugnação ao valor da causa. Sala de Assistência judiciária. Gratuidade de justiça. Impugnação ao aula. pedido de gratuidade. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Sessão 11 Fase de instrução probatória. Incidentes na fase probatória. Sala de 235 SESSÃO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE PRÁTICA DE DIREITO LOCAL CIVIL Recurso de agravo. Elaboração de petição de agravo. aula. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Sessão 12 Audiência de instrução e julgamento. Nova proposta de NPJ conciliação. Audiência simulada. Sessão 13 Sentença decisória. Elaboração da sentença de mérito. Sala de aula. Sessão 14 Recursos. Morfologia da peça de recurso. Pressupostos Sala de recursais. Apelação. Agravo. Embargos de declaração. aula. Elaboração da peça do recurso de apelação e agravo. Elaboração dos embargos de declaração. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Sessão 15 Recursos. Embargos infringentes. Recurso especial e extraordinário. Pressupostos. Pesquisa doutrinária e Sala de aula. jurisprudencial. Sessão 16 Recursos. Embargos infringentes. Recurso especial e Sala de extraordinário. Pressupostos. Elaboração das peças de aula. recurso. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos, atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO 236 Em conformidade com o Manual de Estágio. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIUZA, César. Direito Civil. Curso Completo. 10ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2007. FIUZA, Ricardo. Novo Código Civil Comentado. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERTOLDI, Marcelo Marco e RIBEIRO, Márcia Carla Pereira. Curso Avançado de Direito Comercial. 3ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 8ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. V.I CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 8ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. V.II. CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 8ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. V.III NERY Jr, Nelson; Nery, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil Comentado e legislação extravagante. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. ULHOA, Fábio. Curso de Direito Comercial. 11ªed. São Paulo: Saraiva, 2007. V.I ULHOA, Fábio. Curso de Direito Comercial. 11ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. V.II ULHOA, Fábio. Curso de Direito Comercial. 11ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. V.III FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: 237 Disciplina: PRÁTICA SIMULADA PENAL Carga horária semestral: 40H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Visitas orientadas a delegacias, tribunais, presídios, dentre outras unidades ligadas à prática jurídica penal. Aspectos práticos do Inquérito Policial, da identificação criminal, da prisão provisória, da liberdade provisória, do habeas corpus e da ação penal em sua fase postulatória. III. OBJETIVOS Proporcionar aos discentes a iniciação na prática jurídica penal mediante o conhecimento e o exercício dos diversos institutos do Direito Processual Penal. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO SESSÃO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PENAL Sessão 1 Aspectos deontológicos da advocacia criminal. Atuação do LOCAL NPJ advogado na fase inquisitória. Procuração. Análise de autos findos. Elaboração de procuração para postulação criminal. Inquérito policial. Análise de autos findos da fase inquisitorial. Intervenção para obstar o inquérito por falta de justa causa. Oferecimento da noticia criminis. Sessão 2 Ação penal. Oferecimento de delatio criminis. Requisitos da Sala de aula queixa crime. Hipóteses de rejeição da queixa crime. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Estudo de caso. Elaboração da peça de queixa crime. Sessão 3 Procedimentos: comum ordinário; comum sumário; comum Sala de sumaríssimo (Lei 9099/95). Proposta de suspensão do Audiências – processo. Estudo de caso. Elaboração de peça processual. NPJ Análise de autos findos. Audiência simulada Sessão 4 Procedimento do juízo singular. Diligências a serem requeridas NPJ em inquérito policial. Estudo de caso. 238 Sessão 5 Representação e resposta à acusação; cabimento, NPJ competência, legitimidade, prazo, tese e pedido. Análise de autos findos. Elaboração de peça processual Sessão 6 Alegações preliminares. Rol de testemunhas. Elaboração da Sala de aula peça processual. Diligências na fase instrutória. Estudo de caso. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Análise de autos findos. Sessão 7 Prova de acusação.. Prova da defesa. Pesquisa doutrinária e Sala de aula jurisprudencial. Estudo de caso. Simulação com hipótese de autos findos. Sessão 8 Alegações finais (memoral). Estudo de caso. Pesquisa Sala de aula doutrinária e jurisprudencial. Elaboração das peças processuais. Sessão 9 Defesa preliminar (funcionário público). Defesa prévia (Lei Sessão 11.343/06). Elaboração das peças processuais. Procedimento do júri. Primeira fase. Pronúncia. Impronúncia. Sala de aula 10 Desclassificação. Absolvição sumária. Desaforamento. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Elaboração das peças Sessão processuais. Recursos. Interposição. Recurso em sentido estrito. Recurso Sala de aula 11 de apelação. Estudo de caso. Pesquisa doutrinária e Sessão jurisprudencial. Elaboração de peça de recurso. Recursos. Carta testemunhável. Embargos infrigentes e Sala de aula 12 embargos de declaração. Estudo de caso. Elaboração de peca Sessão de recurso Recursos. Recurso Especial e extraordinário. Pressupostos. Sala de aula 13 Procedimento nos recurso extraordinário em sentido amplo. Sessão Elaboração da peça processual Execução penal. Incidentes 14 condicional da pena. Livramento condicional. Progressão penal. Sessão Elaboração de peca processual Execução penal. Incidentes na execução. Graça, indulto, Sala de aula 15 anistia, reabilitação. Elaboração de peca processual. na execução. Suspensão Sala de aula 239 Sessão Revisão criminal. Estudo de caso. Pesquisa e jurisprudencial. Sala de aula 16 Sessão Análise de autos findos. Elaboração de peça processual Remédios constitucionais: habeas corpus e mandado de Sala de aula 17 segurança. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Elaboração de peça processual. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos, atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO Em conformidade com o Manual de Estágio. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONFIM, Edílson Mougenot. Curso de Processo Penal. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. BITENCOURT, Cézar Roberto. Código Penal Comentado. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. 22ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.I. MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. 22ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.II. MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. 22ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. 240 V.III. 241 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PROCESSUAL CIVIL IV Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Procedimentos especiais de jurisdição voluntária. Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa em Legislações Específicas. Juizados Especiais Cíveis Estaduais e Federais (Leis 9.099 e 10.259): processo de conhecimento e execução. Procedimentos Jurisdicionais Locatícios: ação de despejo, consignação em pagamento, renovatória e revisional (Lei 8.245). Proteção do Consumidor em Juízo: aspectos processuais do CDC. Formas Alternativas de Solução de Conflitos: arbitragem (Lei 9307/94) e mediação. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente estudo critico-reflexivo de procedimentos processuais específicos, tendo em vista peculiaridades legislativas, permitindo adequada e efetiva prestação jurisdicional. Possibilitar ao discente visão reflexiva acerca das formas alternativas de solução de conflitos como instrumentos democráticos e legítimos de acesso à justiça para garantia dos direitos do cidadão. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Procedimentos Especiais de Jurisdição voluntária 1.1 Disposições gerais 1.2 Modalidades 242 2 Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa em Legislações Específicas 2.1Teoria Geral dos Juizados Especiais Cíveis: filosofia e princípios fundamentais. 2.2.Juizados Especiais Cíveis Estaduais 2.2.1 Competência e capacidade para atuar 2.2.2 Procedimento 2.2.3 Recursos e meios de impugnação 2.2.4 Meios de efetivação da decisão definitiva 2.3 Juizados Especiais Cíveis Federais 2.3.1 Competência e capacidade para atuar 2.3.2 Procedimento 2.3.3 Recursos e meios de impugnação 2.3.4 Meios de efetivação da decisão definitiva 3 Procedimentos Jurisdicionais Locatícios (Lei Federal n. 8.245/1991) 3.1 O contrato de locação: condições de existência autônoma da relação jurídica 3.2 Disposições gerais: foro, valor da causa, comunicação e recursos. 3.3 A ação de despejo: procedimento. 3.4 A ação de consignação em pagamento: procedimento. 3.5 A ação revisional de aluguel: procedimento. 3.6 A ação renovatória: procedimento. 4 Proteção do Consumidor em Juízo: aspectos processuais do CDC. 4.1 Disposições gerais sobre proteção do consumidor em Juízo; 4.2 Ação coletiva sobre interesses individuais homogêneos, difusos e coletivos. 4.3 Ação de responsabilidade do fornecedor de produtos e serviços. 4.4 Definitividade e efetivação da decisão judicial. 5 Formas Alternativas de Solução de Conflitos 5.1 A arbitragem e o procedimento arbitral (Lei 9307/94) 5.2 A mediação endoprocessual e extraprocessual: dinâmicas. 243 V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂMARA, Alexandre Freitas. Arbitragem. 4ªed. Rio de Janeiro: Lumen Júris, 2005. CHIMENT, Ricardo Cunha. Teoria e prática dos juizados especiais cíveis estaduais e federais. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. GRINOVER, Ada Pellegrini et al.Código brasileiro de Defesa do Consumidor. 7ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001. SANTOS, Gildo. Locação e Despejo. 5ªed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVIM, J.E. Carreira. Comentários à Lei de Arbitragem. 2ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Júris, 2004. CUNHA, Belinda Pereira da. Antecipação da Tutela no Código de Defesa de Consumidor. São Paulo: Saraiva, 1999. NEGRÃO, Theotônio; GOUVÊA, José Roberto. Código de processo civil e legislação em vigor. 38ª ed. São Paulo: Saraiva, 2006. ROCHA, Felippe Borring. Juizados Especiais Cíveis. 2ªed. Rio de Janeiro: Lumen Júris, 2002. 244 TURMA 8° PERÍODO 245 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL VII Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Sucessões em geral. Sucessão legítima. Sucessão testamentária. Inventário e partilha. Sucessão de ausentes; morte presumida. Sucessão nas relações homoafetivas. Temas polêmicos do direito de sucessões. III. OBJETIVOS Demonstrar ao discente que a sucessão é meio de transmissão da propriedade, que se perfaz post mortem, bem como meio de transmissão de obrigações. Contudo, o estudo será fomentado a partir da análise crítico-reflexiva dos saberes interdisciplinares entre o Direito das Famílias e o Direito das Sucessões, comprometidos em proteger a pessoa humana. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Sucessões em geral. 1.1 Princípios gerais da sucessão. 1.2 Devolução da herança. 1.3 Sucessão legítima 1.3.1 Ordem da sucessão, sucessão em linha reta, do cônjuge e dos colaterais 1.3.2 Sucessão do Estado: Herança jacente e vacante. 246 2 Sucessão Testamentária 2.1 Disposições de última vontade 2.2 Testamentos e disposições testamentárias 2.3 Legados e substituições do testamento. 2.4 Execução e inexecução do testamento. 3 Inventário e partilha 3.1 Inventário: legitimados 3.2 Provimento do inventário. 3.3 Direito de acrescer entre herdeiros e legatários. 3.4 Substituições entre herdeiros e legatários. 3.5 O fideicomisso 3.6 Pagamento das dívidas do espólio. 3.7 Garantia dos quinhões hereditários 3.8 Partilha: conceito e possibilidades. 3.9 Provimento da Partilha. Nulidades. 4 Temas polêmicos do direito de sucessões 4.1 Sucessão de ausentes; morte presumida. 4.2 Sucessão nas relações homoafetivas. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). 247 VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINIZ,Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: direito das sucessões. 17ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. PEREIRA, Caio Mário da Silva. Direito das Sucessões. 15 ª ed . Rio de Janeiro: Forense, 2004. VENOSA, Silvio de Salvo. Direito Civil: Direito das Sucessões. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 248 GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito das Sucessões. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes. Direito da Sucessões e o novo Código Civil. Belo Horizonte: Del Rey, 2004. LISBOA, Roberto Senise. Manual de Direito civil: Direito das Famílias e das Sucessões. 3 ª.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. 249 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL III Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Introdução ao Direito Falimentar – Insolvência – Falência: instauração, decretação, recursos, efeitos sobre o falido, seus bens e suas obrigações. Massa falida e pagamento dos credores. – Recuperação Judicial – Recuperação Extrajudicial. Estudo principiológico da nova lei de falimentar, enfatizando, a partir da análise dos institutos falimentares e recuperatórios, a tendência à preservação da empresa em contraposição ao modelo liquidatório vigente na legislação passada. III. OBJETIVOS Possibilitar aos discentes análise crítico-reflexiva da relação jurídica falimentar, proporcionando-lhes o entendimento dos institutos da falência e da recuperação de empresa, capacitando-lhes à compreensão das circunstâncias e conseqüências da declaração judicial da falência, tal como trazido na atual legislação. Analisar criticamente as mudanças decorrentes da nova Lei face ao Decreto nº 7.661/45, enfocando o objetivo de viabilizar a manutenção da empresa como atividade relevante numa sociedade globalizada. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 250 1.1 Âmbito de incidência da lei de falências 1.2 Empréstimo individual 1.3 Sociedade Empresarial 1.4 Sociedades Empresárias excluídas da falência 1.5 Competência dos Feitos Falimentares 1.6 Suspensão da prescrição 1.7 Suspensão das execuções individuais 2 Verificações e habilitações de crédito 2.1 Verificação de crédito 2.2 Habilitação de crédito 2.3 Impugnação de crédito 2.4 Requisitos da habilitação de crédito 2.5 Habilitação retardatária 2.6 Processamento da verificação de créditos 2.7 Homologação do QGC 2.8 Ação rescisória do crédito impugnado 3 Órgão da falência e da recuperação judicial 3.1 Administrador Judicial (competência na falência e na recuperação judicial) 3.2 Indelegabilidade da função 3.3 Prestação de contas do administrador judicial 3.4 Destituição e substituição do administrador judicial 3.5 Remuneração 3.6 Comitê de credores (competência na falência e na recuperação judicial) 3.7 Instalação e funcionamento do Comitê 3.8 Remuneração dos membros 3.9 Destituição e substituição dos membros 3.10 Responsabilização 3.11 Assembléia Geral de Credores (competência na falência e na recuperação judicial) 3.12 Convocação, instalação e funcionamento 251 3.13 Participantes na Falência e na Recuperação 3.14 Instâncias Deliberativas 3.15 Quoruns de deliberação 4 Recuperação Judicial 4.1 Conceito 4.2 Credores sujeitos à recuperação 4.3 Meios de recuperação 4.4 Fases do processo de recuperação judicial 4.5 Requisitos 4.6 Suspensão das ações e execuções 4.7 Desistência do pedido de recuperação 4.8 Do procedimento de recuperação judicial 4.9 Do plano de recuperação judicial para microempresas e empresas de pequeno porte 4.10 Da convolação da recuperação judicial em falência 5 Recuperação Extrajudicial 5.1 Conceito 5.2 Requisitos subjetivos para homologação 5.3 Requisitos objetivos para homologação 5.4 Desistência 5.5 Processamento do pedido de homologação 6 Falência 6.1 Conceito 6.2 Substituição do falido pela massa 6.3 Vencimento antecipado e equalização dos créditos 6.4 Responsabilidade dos sócios, acionistas e administradores 6.5 A ação de integração 6.6 Indisponibilidade de bens 252 6.7 Da classificação dos créditos 6.8 Do pedido de restituição 6.9 Do procedimento para decretação da falência 6.10 Da inabilitação empresarial, dois direitos e deveres do falido 6.11 Da autofalência 6.12 Da arrecadação e custódia dos bens 6.13 Dos efeitos da decretação da falência sobre as obrigações do falido 6.14 Da ineficácia e revogação dos atos praticados antes da falência 6.15 Da realização do ativo 6.16 Dos crimes falimentares V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; 253 II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. 6ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. V.III. BEZERRA FILHO, Manoel Justino. Lei de Recuperação de Empresas e Falências Comentada. 4ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial. Direito de Empresa. 14ª ed. São Paulo: Saraiva, 2003. FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Manual de Direito Comercial. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. 254 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Histórico da Justiça do Trabalho no Brasil. Organização Judiciária do Trabalho. Serviços Auxiliares. Ministério Público do Trabalho. Jurisdição e Competência. Princípios do Direito Processual do Trabalho. Atos e prazos processuais. Nulidades. Procedimentos do processo trabalhista. Partes. Petição inicial. Audiência Trabalhista: Fase conciliatória. Defesas Trabalhistas. Fase instrutória: meios de prova e procedimentos. Fase decisória: Sentença. Coisa Julgada Formal e Material. Despesas processuais. Recursos trabalhistas. Correição parcial. Liquidação. Execução trabalhista. Métodos extrajudiciais de soluções de conflitos trabalhistas. Procedimentos especiais. Noções de dissídio coletivo do trabalho. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente os conhecimentos de Direito Processual do Trabalho, tendo em vista a instrumentalização dos conteúdos de Direito do Trabalho. Estimular visão críticoreflexiva dos discentes, tendo em vista os institutos do Direito Processual do Trabalho como instrumentos de acesso à justiça e, portanto, concepção do jurisdicionado como cidadão. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Origens históricas da Justiça do Trabalho no Brasil 255 1.1 Conselhos Permanentes de Conciliação e Arbitragem 1.2 Tribunais Rurais 1.3 Juntas de Conciliação e Julgamento e Comissões Mistas de Conciliação 1.4 Constituição de 1934 1.5 Constituição de 1937 e o Decreto-Lei n.1.237/39 1.7 Constituição de 1946 1.8 Constituição de 1967 e EC n. 01-69 1.9 Constituição de 1988 e Emendas Constitucionais. 2 Organização da Justiça do Trabalho no Brasil e Serviços Auxiliares 2.1 Poder Judiciário Brasileiro 2.2 Fim da representação paritária na Justiça do Trabalho – Ec n. 24/99; 2.3 Órgãos da Justiça do Trabalho: 2.3.1 Tribunal Superior do Trabalho: composição e competências; 2.3.2 Tribunais Regionais do Trabalho: composição e competência 2.3.3 Juízes do Trabalho 3 Juízes de Direito. 4 Serviços auxiliares 3 Ministério Público do Trabalho: 3.1 Ministério Público: considerações gerais 3.2 Ministério Público do Trabalho: carreira do Ministério Público do Trabalho, funções do Ministério Público do Trabalho. 4 Princípios do Direito Processual do Trabalho 4.1 Princípios: conceito e funções. 4.2 Princípios do Direito Processual do Trabalho 5 Jurisdição e Competência 5.1 Jurisdição: conceito 5.2 Jurisdição contenciosa e voluntária 256 5.3 Competência 5.4 Critérios de fixação da competência 5.5 Competência material da Justiça do Trabalho 5.6 Competência em razão das pessoas 5.7 Competência em funcional 5.8 Competência em razão do lugar. 6 Atos e Prazos Processuais 6.1 Atos processuais 6.2 Fatos processuais 6.3 Termos processuais e autos do processo 6.4 Agentes dos atos processuais 6.5 Forma dos atos processuais 6.6 Publicidade dos atos processuais 6.7 Comunicação dos atos processuais. 6.8 Prazos processuais: contagem, continuidade, prorrogação, suspensão e interrupção. 6.9 Preclusão 6.10 Perempção. 7 Nulidades trabalhistas 7.1 Conceito e sistema de nulidades 7.2 Nulidade absoluta, anulabilidade, ato inexistente, ato irregular 7.3 Nulidades no Processo do Trabalho 8 Direito de Ação no Processo do Trabalho 8.1 Conflito e lide 8.2 Modo de soluções de conflitos. 8.3 Direito de ação 8.4 Condições da ação 8.5 Classificação das ações trabalhistas 257 9 Processo e Procedimento Trabalhista 9.1 Processo: conceito 9.2 Pressupostos processuais 9.3 Procedimento: aspectos gerais 9.4 Características dos procedimentos trabalhistas 9.5 Procedimento sumário 9.6 Procedimento sumaríssimo 9.7 Procedimento ordinário. 10 Partes no Processo Trabalhista 10.1 Denominações específicas do processo trabalhista. 10.2 Capacidade das partes: representação e assistência 10.3 Sucessão Processual; 10.4 Substituição processual; 10.5 Capacidade postulatória e o ius postulandi do Direito Processual do Trabalho 10.6 Litisconsórcio 11 Intervenção de terceiros no Direito Processual do Trabalho 11.1 Conceito; 11.2 Assistência 11.3 Oposição 11.4 Nomeação à autoria; 11.5 Denunciação da Lide 11.6 Chamamento ao Processo 12 Fase Postulatória 12.1 Petição inicial - Reclamação trabalhista 12.2 Distribuição e registro da petição inicial; 12.3 Citação do reclamado. 258 13 Audiência trabalhista: 13.1 Comparecimento das partes 13.2 Momento da conciliação 13.3 Termo de conciliação 13.4 Defesa trabalhista: Exceção; Contestação, Reconvenção. 13.5 Fase instrutória ou probatória: conceito, destinatário, objeto, momento de produção 13.5.1 Inversão do ônus da prova no Processo do Trabalho 13.5.2 Meios de prova. 13.6 Alegações finais no processo trabalhista. 14 Fase Decisória 14.1 Conceito e requisitos essenciais da sentença 14.2 Julgamento citra, ultra e extra petita 14.3 Intimação da sentença 14.4 Erros na sentença: correção 14.5 Embargos de declaração. 14.6 Coisa julgada 14.6.1 Coisa julgada material e formal 14.6.2 Limites da coisa julgada. 15 Despesas processuais 15.1 Despesas processuais; 15.2 Custas; 15.3 Emolumentos; 15.4 As Despesas processuais no Processo Trabalhista. 16 Recursos Trabalhistas 16.1 Conceito; 16.2 Princípios 16.3 Peculiaridades do Processo Trabalhista 16.4 Pressupostos Recursais. 259 16.5 Razões e contra-razões recursais 16.6 Juízo de admissibilidade 16.7 Recursos trabalhistas: 16.7.1 Recurso Ordinário 16.7.2 Recurso de Revista 16.7.3 Agravo de Instrumento 16.7.4 Agravo de Petição 16.7.5 Agravo Regimental 16.7.6 Embargos no TST 17 Correição Parcial 17.1 Conceito 17.2 Procedimento. 18 Liquidação e Execução Trabalhista 18.1 Execução; 18.2 Princípios informativos; 18.3 Títulos executivos trabalhistas; 18.4 Competência para execução de títulos judiciais e extra-judiciais; 18.5 Liquidação de decisão trabalhista 18.5.1 Espécies de liquidação 18.6 Legitimidade na Execução 18.7 Citação do executado; 18.8 Penhora 18.9 Defesa do Executado: embargos do devedor 18.10 Embargos de Terceiro 18.11 Arrematação 18.12 Adjudicação 18.13 Remição 19 Ações especiais 260 19.1 Principais ações especiais trabalhistas 20 Métodos Extrajudiciais de Soluções de Conflitos Trabalhistas 20.1 Meios de composição de conflitos; 20.2 Arbitragem trabalhista; 20.2 Comissões de Conciliação Prévia. 21 Noções de Dissídio Coletivo do Trabalho 21.1 Conceito 21.2 Negociação Coletiva 21.3 Classificação dos dissídios coletivos 21.4 Competência para julgamento 21.5 Procedimento 21.6 Sentença Normativa V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: 261 I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIGLIO, Wagner. Direito processual do trabalho. 15 ªed. São Paulo: Saraiva, 2005. LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Curso de direito processual do trabalho. 4 ª.ed. São Paulo: LTr, 2007. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito processual do trabalho. 23 ª ed. São Paulo: Atlas, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Lúcio Rodrigues de. Execução trabalhista. Rio de Janeiro: Aide, 1997. BEBBER, Julio César. Mandado de segurança. Habeas corpus e habeas data na justiça do trabalho. São Paulo: LTr, 2006. BORGES, Leonardo Dias. Direito processual do trabalho. 4 ª ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2003. OLIVEIRA, Francisco Antônio de. A prova no processo do trabalho. 2 ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. 262 PINTO, José Augusto Rodrigues. Manual dos recursos nos dissídios do trabalho. São Paulo: LTr, 2006. SAAD, Eduardo Gabriel. Direito processual do trabalho. 3 ª ed. São Paulo: LTr, 2002. SENA, Adriana Goulart de. et al. Processo do trabalho atual: e temas conexos. Belo Horizonte: Mandamentos, 2004. 263 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: PRÁTICA SIMULADA CÍVEL II Carga horária semestral: 40H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Ética profissional. Procurações. Contratos de Prestação de Serviços Advocatícios. A teoria e a prática processual civil judicial e métodos de composição extrajudicial de conflitos. III. OBJETIVOS Proporcionar aos discentes aplicação prática dos conhecimentos acerca de Direito Civil, Direito empresarial e Direito Processual Civil. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO SESSÃO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Sessão 1 DIREITO CIVIL Fase de cumprimento da DE PRÁTICA sentença DE LOCAL (execução). Sala de Procedimento. Liquidação de sentença. Cumprimento aula. Sessão 2 espontâneo. Elaboração da peça processual . Execução por título executivo extrajudicial. Procedimento. Sala de Sessão 3 Elaboração da peça processual. Execução de título extrajudicial. Morfologia da peça Petição processual. aula. inicial. Sala de Documentos aula. indispensáveis à propositura da ação. Elaboração da Sessão 4 petição inicial. Execução de título extrajudicial. Petição inicial. Pesquisa NPJ 264 Sessão 5 doutrinária e jurisprudencial. Análise de autos findos. Resposta do executado. Delimitação da tese de defesa. Morfologia Sessão 6 dos embargos. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Análise de autos findos. Resposta do executado. Delimitação da tese de defesa. Sala de Morfologia dos embargos. Elaboração da peça de Sessão 7 Sessão 8 NPJ aula. defesa. Fase decisória. Elaboração de sentença. Sala de Técnica de arbitragem. Simulação de arbitragem. aula. Sala de cautelar incidental e aula. preparatória. Sala de Sessão 9 Procedimento Sessão 10 Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Procedimento cautelar incidental e preparatória. Análise Sessão 11 de autos findos. Processo falimentar. Resposta do réu. Morfologia da Sala de Sessão 12 peça jurídica de resposta. Elaboração da contestação. aula. Processo falimentar. Fase instrutória. Produção de Sala de Sessão 13 provas. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. aula. Processo falimentar. Fase decisória. Elaboração de Sala de Sessão 14 sentença. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. aula. Processo falimentar. Fase recursal. Morfologia da peça Sala de Sessão 15 de recurso. Elaboração de recursos. Processo falimentar. Análise de autos findos. aula. NPJ aula. NPJ V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos, atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). 265 VII. AVALIAÇÃO Em conformidade com o Manual de Estágio. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIUZA, César. Direito Civil. Curso Completo. 10ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2007. FIUZA, Ricardo. Novo Código Civil Comentado. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERTOLDI, Marcelo Marco e RIBEIRO, Márcia Carla Pereira. Curso Avançado de Direito Comercial. 3ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 8ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. V.I CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 8ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. V.II. CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. 8ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. V.III NERY Jr, Nelson; Nery, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil Comentado e legislação extravagante. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. ULHOA, Fábio. Curso de Direito Comercial. 11ªed. São Paulo: Saraiva, 2007. V.I ULHOA, Fábio. Curso de Direito Comercial. 11ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. V.II ULHOA, Fábio. Curso de Direito Comercial. 11ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. V.III 266 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: PRÁTICA SIMULADA TRABALHISTA Carga horária semestral: 40 h/a Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA A teoria e a prática da processualística trabalhista nos dissídios individuais pelo rito ordinário; sumário e Sumaríssimo. A teoria e a prática da processualística trabalhista nos dissídios coletivos. O papel processual do sindicato da categoria. Recursos no processo do trabalho. III. OBJETIVOS Proporcionar aos discentes aplicação prática dos conhecimentos acerca de Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO SESSÃO Sessão 1 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DIREITO DO TRABALHO Aspectos deontológicos da advocacia trabalhista. LOCAL Sala de Procuração. Elaboração de procuração para postulação aula. celetista. Honorários. Contrato de honorários. Elaboração Sessão 2 de contrato de honorários. Enumeração das pretensões decorrentes da relação NPJ empregatícia. Petição inicial (Reclamação). Requisitos. Morfologia da peça processual. Documentos Sessão 3 indispensáveis à propositura da reclamação. Cálculos trabalhistas. Elaboração de cálculos mediante Sala de Sessão 4 situações hipotéticas. Audiência Trabalhista – Procedimentos – Sumário – aula. NPJ 267 Sessão 5 Sumaríssimo e Ordinário Resposta de reclamado. Delimitação da tese de defesa. NPJ Ônus da prova no processo trabalhista. O preposto do empregador. Morfologia da peça jurídica de resposta. Sessão 6 Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Fase instrutória. Irrecorribilidade interlocutórias. Sessão 7 Prova pericial. das Quesitação. decisões Sala de Pesquisa Audiências doutrinária e jurisprudencial. Fase instrutória. Prova testemunhal.. Audiência simulada de instrução e julgamento. Sessão 8 Sessão 9 Sessão 10 Sala de Audiência Fase decisória. Alegações finais. Elaboração de alegações Sala de finais ou memoriais. Audiência de julgamento. Elaboração aula. de sentença. Reclamação plúrima. Litisconsórcio ativo facultativo. Sala de Análise das hipóteses de cumulação subjetiva (CLT art. aula. 842 e CPC art. 46). Elaboração de petição inicial. Recursos. Efeitos dos recursos. Depósito recursal (CLT, Sala de art. 889, parágrafo 1°). Recurso ordinário. Pesquisa aula doutrinária e jurisprudencial. Elaboração de peça recursal. Sessão 12 2º) Contra-razões ao Recurso Ordinário. Recursos. Recurso de revista (CLT, art. 896). Estudo de Sala de Sessão 13 caso. Elaboração da peça recursal. Agravo de instrumento. Elaboração de peça recursal. aula. Sala de Embargos de declaração. Elaboração de peça. Sessão 14 Execução. Peculiaridades da execução aula. trabalhista. Liquidação de sentença. Procedimentos. Elaboração de Sala de aula. peças processuais. Sessão 15 Agravo de petição (CLT, art. 897, “b”).. Elaboração de peça Sala de Sessão 16 processual. Embargos à execução. e Impugnação - Elaboração de aula. Sala de peça processual. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. aula. Embargos de terceiro em execução trabalhista. 268 Sessão 18 Sessão 19 Sessão 20 Dissídio coletivo. Questões práticas. Execução de Sala de pretensões decorrentes do dissídio coletivo. Questões aula práticas. Pesquisa doutrinária e jurisprudencial. Pretensões processuais especiais na esfera trabalhista. Sala de Ação rescisória. Ação de consignação em pagamento. aula. Elaboração de peça processual. Medidas cautelares no processo trabalhista. Estudo de Sala de caso. Elaboração de peça processual. aula. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos, atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO Em conformidade com o Manual de Estágio. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARRION, Valentin. Comentários á consolidação das leis do trabalho. 32ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. MALTA, Cristóvão Piragibe Tostes. Prática do Processo Trabalhista. 34ª ed. São Paulo: LTR, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. 22.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 269 MARTINS, Sérgio Pinto. Direito processual do trabalho. 23.ed. São Paulo: Atlas, 2006. FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: 270 I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO TRIBUTÁRIO I Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA O Direito Tributário: conceito, natureza e classificação. Distinção e relações com outros ramos jurídicos e ciências afins. Fontes do Direito Tributário. O tributo: conceito e classificação. Espécies Tributárias: imposto, taxa, contribuição de melhoria, contribuições especiais e empréstimo compulsório. Sistema Tributário Nacional: Direito Tributário Constitucional. Legislação Tributária. Obrigação Tributária. Crédito Tributário. Administração Tributária. Processo Administrativo Tributário. III. OBJETIVOS Oferecer visão unitária e abrangente da matéria tributária no Brasil, na Constituição Federal e na legislação complementar, possibilitando ao discente compreender o regramento genérico para a imposição da principal receita pública: o tributo. Compreender, à luz do paradigma do Estado Democrático de Direito, o papel do tributo na garantia dos direitos sociais e na redução das desigualdades. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Fenômeno Tributário 1.1 As necessidades humanas. Necessidades coletivas. O papel do Estado de agente de satisfação das necessidades coletivas. 1.2 A atividade financeira do Estado: setores; o fenômeno financeiro e o tributário. 1.3 A tributação: fiscalidade, extrafiscalidade e parafiscalidade. 1.4 O tributo: conceito. 271 1.5 O Direito Tributário: conceito, natureza e classificação. Distinção e relações com outros ramos jurídicos e ciências afins. Fontes do Direito Tributário. 2 Espécies Tributárias 2.1 Colocação do problema: correntes. 2.2 O imposto: histórico, conceito e classificação. 2.3 A taxa: conceito, espécies e distinções. 2.4 A contribuição de melhoria: histórico, conceito, limites e distinções. 2.5 As contribuições especiais: histórico, natureza jurídica, conceito. Contribuições econômicas, sociais e corporativas. 2.6 O empréstimo compulsório: natureza e espécies. 3 Sistema Tributário Nacional 3.1 Sistema tributário: conceito, espécies, composição. 3.2 Poder Tributário: competência e capacidade ativa. 3.3 A discriminação de rendas tributárias: rendas tributárias originárias e derivadas. 3.4 As limitações constitucionais ao Poder de Tributar: conceito e classificação. 3.5 A discriminação de rendas tributárias na vigente Constituição: competência comum, privativa e residual das entidades federativas; participações diretas e fundos. 3.6 As limitações constitucionais ao poder de tributar. 4 Legislação Tributária 4.1 Conceito 4.2 Espécies, hierarquia 4.3 Vigência: no tempo e no espaço 4.4 Aplicação: fatos pendentes, futuros e passados. Retroatividade: casos 4.5 Interpretação: métodos e interpretações específicas. A interpretação literal, benigna e econômica. 4.6 Integração. 5 Obrigação Tributária 272 5.1 Relação jurídica tributária: conceito, natureza, elementos. 5.2 Obrigações tributária: natureza, conceito, espécies. 5.3 Conversão da obrigação tributária acessória em principal. 5.4 Fato gerador: denominação, conceito, espécies, momento de ocorrência e interpretação. 5.5 Sujeito ativo: conceito, natureza. 5.6 Objetivo. 5.7 Sujeito passivo: direto (contribuinte) e indireto (responsáveis). Casos de sucessão. A substituição tributária. Responsável por infração ou solidariedade. Capacidade passiva. Solidariedade. Domicílio tributário. A responsabilidade tributária. 6 Crédito Tributário 6.1 Conceito: obrigação, crédito e dívida ativa tributários. 6.2 Constituição: o lançamento (conceito, natureza, espécies, revisão e alteração; poderes – lei aplicável). 6.3 Suspensão: moratórias e causas processuais. 6.4 Exclusão: isenção e anistia discussão critica da categoria da exclusão. 6.5 Extinção: pagamento, modalidades afins, causas especiais e outras. 6.6 Garantias e privilégios. 7 Administração Tributária 7.1 Direito e deveres do Fisco: arbitramento, apreensão de bens, sigilo fiscal e bancário. Direito e deveres dos sujeitos passivos. 7.2 Pessoa obrigada a auxiliar o Fisco: informantes, agentes de retenção e arrecadação. Direitos e deveres. 7.3 A inscrição em dívida ativa. 7.4 Certidão negativa. 8 Processo Administrativo Fiscal 8.1 Procedimento e processo administrativo fiscal: distinção e início. 273 8.2 Noção geral a respeito do processo administrativo fiscal: impugnação, contestação fiscal, preparo, julgamento e recursos. 8.3 O processo administrativo fiscal e a via judicial. 8.4 Procedimentos fiscais de consulta, de pedido de restituição, de reconhecimento de isenção ou imunidade. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos 274 adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMARO, Luciano. Direito Tributário Brasileiro. 13ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. COELHO, Sacha Calmon Navarro. Curso e Direito Tributário Brasileiro. 9ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 28ª ed. São Paulo: Malheiros: 2007. 275 TURMA 9° PERÍODO 276 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO CIVIL VIII Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA A evolução histórica da responsabilidade civil. Uma visão civil-constitucional. Contextualização e conceituação jurídica da matéria. Pressupostos do direito à reparação. O ato ilícito, a culpa, o nexo causal e o dano. Dano material e dano moral. Espécies de responsabilidade. Responsabilidade civil contratual e extracontratual. Responsabilidade extracontratual subjetiva. Responsabilidade extracontratual objetiva e o Código Civil de 2002. A responsabilidade civil nas relações de consumo. Responsabilidade civil do Estado. III. OBJETIVOS Propiciar ao discente visão ampla e historicizada do instituto responsabilidade civil, oferecendo critérios básicos de interpretação à luz da constituição. Favorecer o raciocínio argumentativo e valorativo em relação à disciplina, possibilitando a construção de um pensamento crítico do aluno acerca da responsabilidade civil, fomentando o conhecimento dos pressupostos do instituto nas diferentes formas de constituição. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Responsabilidade 1.1 Introdução: A evolução histórica da responsabilidade civil 1.2 Conceito 277 1.2.1 Dever jurídico originário e sucessivo 1.2.2 Distinção entre obrigação e responsabilidade 1.2.2.1 Da obrigação de indenizar 1.3 Posicionamento da responsabilidade na teoria geral do Direito 1.3.1 Fato jurídico 1.3.2 Ato jurídico e Negócio jurídico ( quebra da dualidade) 1.3.3 Ato ilícito 1.3.4 Duplo aspecto da ilicitude 1.4 Função da responsabilidade 1.5 Espécies de responsabilidade: civil e penal; contratual e extracontratual 1.6 Responsabilidade Extracontratual Subjetiva e Responsabilidade Extracontratual Objetiva:evolução e distinções gerais 2. Responsabilidade Civil Subjetiva 2.1 Conceito e pressupostos 2.2 Pressupostos: Conduta culposa 2.2.1 A conduta 2.2.1.1 Conceito: Ação e Omissão 2.2.1.2 Fato próprio, de outrem e da coisa 2.2.2 A imputabilidade: conceito e elementos 2.2.2.1 Responsabilidade dos incapazes 2.2.3. A culpa “lato sensu” 2.2.3.1 Dolo e culpa: distinção 2.2.3.2 Dolo: conceito e elementos 2.2.3.3 Culpa: conceito e elementos. (o dever de cuidado; previsão e previsibilidade; falta de cuidado; imprudência, negligência e imperícia). Espécies de culpa 2.3 Pressupostos: Nexo causal 2.3.1 Conceito 2.3.2 Teorias: 2.3.2.1 Teoria da equivalência dos antecedentes 3.3.2.2 Teoria da causalidade adequada 278 2.3.2.3 A teoria acolhida pelo Direito Civil Brasileiro: artigo 403 do Código Civil 2.3.3 Concausas 2.3.4 Causalidade da omissão 2.3.5 Exclusão do nexo causal. Isenção de responsabilidade (fato exclusivo da vítima; caso fortuito e força maior) 2.4 Pressupostos: O Dano 2.4.1 Conceito 2.4.2 Dano Patrimonial: dano emergente e lucro cessante à luz do princípio da proporcionalidade 2.4.3 Dano moral 2.4.3.1 Conceito 2.4.3.2 Inacumulabilidade do dano moral e material 2.4.4 Liquidação do dano – verbas indenizáveis 2.4.4.1 Hipóteses mais comuns 2.4.4.2 A prova do dano 2.4.4.3 Legitimados para postular indenização 2.4.4.4 Revisão do dano 2.4.4.5 Prescrição e decadência 2.5 Da culpa ao risco: a evolução da responsabilidade civil 3 Responsabilidade Civil Objetiva 3.1 Teoria do Risco: evolução histórica 3.1.1 Modalidades do risco 3.1.2 Críticas à teoria do risco e o posicionamento do Direito Brasileiro 3.1.3 Evolução da responsabilidade objetiva 3.1.4 Socialização dos riscos 3.2 O abuso do Direito 3.2.1 Origem, conceito e finalidade 3.2.2 Teorias 3.2.3 Características da ilicitude do abuso de direito 3.2.4 O abuso do direito como princípio geral 279 3.2.5 Excesso manifesto 3.2.6 Os limites previstos em lei (fim econômico; boa-fé objetiva; bons costumes; fim social; a jurisprudência) 3.3 Responsabilidade pelo desempenho de atividade de risco 3.3.1 Teoria do risco criado 3.3.2 Análise do parágrafo único do artigo 927, do Código Civil 3.4 Responsabilidade dos empresários e das empresas por danos causados por produtos (artigo 931, CCB) 3.4.1 Teoria do risco do empreendimento 3.4.2 Fato do produto 3.4.2.1 O dever de segurança 3.4.2.2 Os responsáveis 3.4.3 Excludentes de responsabilidade pela atividade de risco e pelo dano causado por produto 3.4.4 O risco do desenvolvimento 3.5 Responsabilidade por fato de Terceiro (Artigo 932 e 933 do CCB)- principais adequações promovidas pelo atual código civil. 3.5.1 Responsabilidade direta e indireta 3.5.2 Responsabilidade objetiva dos responsáveis 3.5.3 Responsabilidade dos pais pelos atos dos filhos menores 3.5.4 Responsabilidades dos tutores e curadores 3.5.5 Responsabilidade do empregador ou comitente 3.5.6 Responsabilidade dos estabelecimentos de ensino, hotéis e similares 3.5.7 Participação gratuita no produto de crime 3.6 Responsabilidade pelo fato das coisas 3.6.1 Noções gerais 3.6.2 Responsabilidade objetiva ou culpa presumida? 3.6.2.1 Inexistência de regra no Código Civil 3.6.2.2 Jurisprudência brasileira 3.6.3 Responsabilidade por fato de animais 3.6.4 Responsabilidade pela ruína de edifício 280 3.6.5 Responsabilidade por coisas caídas do prédio 4 Dano Moral: Uma visão Civil: Uma Visão Civil-Constitucional 4.1 Evolução doutrinária. Fase da irreparabilidade 4.2 O dano moral como lesão à Dignidade Humana 4.3 Problemática acerca do dano moral 4.3.1 Configuração do dano moral 4.3.1.1 A prova do dano moral 4.3.1.2 Legitimação para pleitear o dano moral. Indeterminação de ofendidos 4.3.1.3 Transmissibilidade do dano moral 4.3.2 Critérios de quantificação da indenização 4.3.3 O caráter punitivo dos danos morais e o princípio do enriquecimento sem causa 4.3.3.1 Posição da doutrina e da jurisprudência no Direito brasileiro 4.4 Dano moral contra Pessoa Jurídica 4.5 Dano Estético 4.6 Dano Reflexo. Dano moral e relações familiares: ainda a culpa? 5 A Responsabilidade Civil nas Relações de Consumo: 5.1 A origem e finalidade do Código de Defesa do Consumidor 5.2 O problema dos acidentes de consumo 5.2.1 Teoria do risco do empreendimento 5.3 Responsabilidade pelo fato do produto e do serviço 5.3.1 Fato do produto 5.3.2 Dever de segurança: fundamento da responsabilidade do fornecedor 5.3.2.1 O dever de informar 5.3.3 Os responsáveis 5.3.3.1 A solidariedade 5.3.3.2 Responsabilidade subsidiária do comerciante 5.3.4 Fato do serviço 5.4 Excludentes de responsabilidade do fornecedor 5.4.1 O risco do desenvolvimento 281 5.5 Inversão do ônus da prova 5.6 Responsabilidade dos profissionais liberais 5.7 Consumidor por equiparação 5.8 Responsabilidade por vício do produto e do serviço 6 Responsabilidade do Estado no Direito Brasileiro 6.1 Evolução histórica: teorias 6.2 O § 6º do artigo 37 da Constituição de 1988 6.2.1 O sentido do vocábulo “agente” 6.2.2 Acolhimento da teoria do risco administrativo 6.3 Danos por omissão do Estado 6.4 Responsabilidade dos prestadores de serviços públicos 6.5 Danos decorrentes de fenômenos da natureza e fato de terceiro 7 Responsabilidade Contratual 7.1 Origem e conceito 7.2 Diferenças entre a responsabilidade contratual e a extracontratual 7.2.1 Relação jurídica preexistente 7.2.2 Culpa presumida 7.3 Pressupostos da Responsabilidade contratual 7.3.1 Existência de contrato válido 7.3.2 Inexecução do contrato 7.3.3 Dano e nexo causal 7.4 Inadimplemento e mora 7.4.1 Conceito de mora 7.4.2 Distinção entre mora e inadimplemento 7.4.3 Espécies de mora 7.5 Juros de mora e cláusula penal 7.5.1 Função da claúsula penal 7.5.1.1 Cláusula penal compensatória 7.5.1.2 Cláusula penal moratória 282 7.5.2 Responsabilidade pré e pós-contratual 7.6 A Cláusula de não indenizar 7.6.1 Conceito 7.6.2 O problema da denominação: diferença de causa de irresponsabilidade e cláusula de não indenizar 7.6.3 Fundamento 7.6.4 Limites 7.6.4.1 A ordem pública 7.6.4.2 Dolo e culpa grave 7.6.4.3 Elemento essencial do contrato 7.6.4.4 Limitações legais 7.6.5 Conclusões V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) 283 etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALIERI FILHO, Sergio. Programa de Responsabilidade Civil. 7 ª.ed. São Paulo: Atlas, 2007. DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil brasileiro: responsabilidade civil. São Paulo: Saraiva, 2007. VENOSA, Silvio de Salvo. Direito Civil: responsabilidade civil. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MORAES, Maria Celina Bodin. Danos à pessoa humana: uma leitura civilconstitucional dos danos morais. São Paulo: Renovar, 2003. CAHALI, Yussef Said. Dano Moral. 3 ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. RODRIGUES, Silvio. Direito Civil: responsabilidade civil. 19 ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002. STOCO, Rui. Tratado de Responsabilidade Civil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. 284 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO TRIBUTÁRIO II Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Impostos sobre comércio exterior. Impostos sobre patrimônio e renda. Impostos sobre produção e circulação e mercadorias e serviços. Contribuições Especiais. Taxas, contribuições de melhoria e empréstimos compulsórios. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente análise crítica acerca das principais espécies tributárias, na Constituição Federal e na legislação complementar, possibilitando visão ampla acerca do fenômeno tributário na ordem jurídica brasileira. Compreender, à luz do paradigma do Estado Democrático de Direito, o papel do tributo na garantia dos direitos sociais e na redução das desigualdades. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Impostos sobre Comércio Exterior 1.1 Imposto de importação. 1.2 Imposto de exportação. 1.3 Tratados internacionais: GATT-OMC, MERCOSUL e convenções para evitar a bitributação internacional. 2 Impostos sobre o Patrimônio e a Renda 285 2.1 Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) 2.2 Imposto sobre a propriedade territorial rural (ITR). 2.3 Imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA). 2.4 Imposto sobre a transmissão “causa mortis” e doação de quaisquer bens e direitos (ITD). 2.5 Imposto sobre a transmissão “inter vivos” de imóveis e direitos reais sobre imóveis (ITIV). 2.6 Imposto sobre grandes fortunas (IGF): noticia breve. 2.7 Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza (IR). 3 Impostos sobre a produção e a Circulação 3.1 Imposto sobre produtos industrializados (IPI). 3.2 Imposto sobre circulação de mercadoria e prestação de serviço de transporte intermunicipal, estadual e de comunicação (ICMS). 3.3 Imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS). 3.4 Imposto sobre operações financeiras (IOF). 3.5 Imposto especial por motivo de guerra. 4 Contribuições Especiais 4.1 Contribuições de seguridade social: COFINS, PIS e contribuições previdenciárias. 4.2 Outras contribuições sociais: seguro-educação. 4.3 Contribuições econômicas. 4.4 Contribuições corporativas. 5 Taxas, Contribuições de Melhoria e Empréstimos Compulsórios 5.1 Visão geral das principais taxas: TLF, Taxa do Lixo, etc. 5.2 Os problemas da contribuição de melhoria. 5.3 As principais questões dos empréstimos compulsórios. V. METODOLOGIA 286 Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 287 V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMARO, Luciano. Direito Tributário Brasileiro. 13ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 28ª ed. São Paulo: Malheiros: 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. COELHO, Sacha Calmon Navarro. Curso e Direito Tributário Brasileiro. 9ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2007. 288 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS II Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A A) HERMENÊUTICA CONSTITUCIONAL E DIREITOS FUNDAMENTAIS – 80 H/A II. EMENTA Hermenêutica filosófica e jurídica. Hermenêutica e Direito. A interpretação-aplicação do Direito Constitucional. Histórico do Constitucionalismo. Noções filosóficas justificadoras dos direitos fundamentais. Noção material de direitos fundamentais. Características dos direitos fundamentais. Tendência de Evolução. Dimensões subjetivas e Objetivas. Titularidade dos direitos fundamentais. Sujeitos passivos dos direitos fundamentais. Colisão de direitos fundamentais. Direitos fundamentais e especiais relações de sujeição. III. OBJETIVOS Buscar, mediante análise crítico-reflexiva, elementos para a compreensão, interpretação e aplicação do Direito face às exigências atuais de uma sociedade pluralista, que tem na Constituição o centro conciliador de todas as possibilidades jurídicas. Demonstrar ao discente a necessidade de compreensão histórica das reivindicações que redundaram na consagração das distintas gerações de direitos fundamentais 289 IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 1.1 Hermenêutica Constitucional 1.2 Hermenêutica Filosófica e Jurídica 1.3 Hermenêutica e Direito 1.4 A Interpretação e Aplicação do Direito Constitucional 2 Característica dos Direitos Fundamentais 2.1 Historicidade 2.2 Universalidade 2.3 Relatividade 2.4 Complementariedade 2.5 Irrenunciabilidade 3 Evolução Histórica dos Direitos Fundamentais 3.1 Origem Filosófica dos Direitos Fundamentais 3.1.1 A Escolástica e o pensamento filosófico de Santo Tomás de Aquino 3.1.2 As Teorias Contratualistas 3.2 A Declaração Universal dos Direitos do Homem e outros documentos históricos: 3.2.1 Magna Carta (1215) 3.2.2 Petition of Rights (1628) 3.2.3 Habeas Corpus Act (1679) 3.2.4 Bill of Rights (1689) 3.2.5 Declaração de Virgínia (1776) 3.2.6 Declaração Norte-Americana (1791) 3.2.7 Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) 3.2.8 Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948) 3.3 As Gerações de Direitos Fundamentais 3.3.1 Direitos Fundamentais de Primeira Geração 3.3.2 Direitos Fundamentais de Segunda Geração 3.3.3 Direitos Fundamentais de Terceira Geração 290 3.3.4 Direitos Fundamentais de Quarta Geração 4 Titularidade dos Direitos Fundamentais 4.1 Direitos Fundamentais e Pessoas Jurídicas 4.2 Direitos Fundamentais e Estrangeiros 4.3 Capacidade de Fato e Capacidade de Direito 4.4 Sujeitos Passivos dos Direitos Fundamentais 4.4.1 Teoria da Horizontalidade dos Direitos Fundamentais: correntes 4.4.1.1 Teoria do state action 4.4.1.2 Teoria da eficácia indireta ou mediata 4.4.1.3 Teoria da eficácia direta ou imediata 5 Limites aos Direitos Fundamentais – os Limites dos Limites 5.1 Princípio da Proteção do Núcleo Essencial 5.2 Princípio da Proporcionalidade 5.2.1 Proporcionalidade na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal 5.2.2 Proporcionalidade e o Direito de Propriedade 5.2.3 Duplo controle de Proporcionalidade e Controle de Proporcionalidade in concreto 5.3 Proibição de Restrições Casuísticas 5.4 Colisão de Direitos Fundamentais 5.4.1 Tipos de Colisões 5.4.2 Solução dos Conflitos 5.4.3 Colisão de Direitos Fundamentais na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. 5.5 Concorrência de Direitos Fundamentais V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e 291 aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. V. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROSO, Luís Roberto. Interpretação e Aplicação da Constituição. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2001. PEREIRA, Rodolfo Viana. Hermenêutica Filosófica e Constitucional. Belo Horizonte: Del Rey, 2001. 292 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. COSTA, Dilvanir José da. Curso de Hermenêutica Jurídica. Belo Horizonte: Del Rey, 1997 MENDES, Gilmar Ferreira; COELHO, Inocêncio Mártires; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Hermenêutica Constitucional e Direitos Fundamentais. Brasília: Brasília Jurídica, 2002. B) TÓPICOS EM DIREITO CIVIL E DIREITO DO TRABALHO 80 H/A II. EMENTA Direitos da Personalidade e a incidência no Direito do Trabalho. Prescrição Civil e a Prescrição Trabalhista. Teoria Geral das Obrigações e Direito do Trabalho. Teoria Geral dos Contratos e Direito do Trabalho. Responsabilidade Civil no Direito do Trabalho. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente visão interdisciplinar de institutos de Direito Civil e de Direito do Trabalho, propiciando análise crítico-reflexiva da relação de coordenação entre esses dois ramos jurídicos e suas respectivas peculiaridades. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Sujeitos da relação jurídica 1.1 Pessoa. Personalidade. Dignidade da pessoa humana 1.2Capacidade de direito e de exercício 1.3 Pessoa natural. Pessoa Jurídica 1.4 Empregado e Empregador 2 Prescrição e decadência 2.1 Conceito de prescrição e decadência. Distinções. 2.2 A prescrição no Direito Civil 293 2.3 A decadência no Direito Civil 2.4 A decadência no Direito do Trabalho. 2.5 A prescrição no Direito do Trabalho: causas interruptivas e suspensivas. Prazos prescricionais. Termo inicial. Argüição: legitimidade e momento. Prescrição intercorrente. 3 Relações obrigacionais 3.1 Elementos constitutivos: sujeitos, objeto e vínculo jurídico. 3.2 Classificação das obrigações: dar, fazer não fazer; obrigações complexas (cumulativas, alternativas e facultativas; obrigações divisíveis, indivisíveis e solidárias) 3.3 Pagamento 3.4 Salário 4 Teoria Geral dos Contratos 4.1 Princípios do Direito Contratual 4.2 Funções principiológicas: regras e princípios 4.3 Proteção jurídica às relações contratuais juslaborais 5 Contratos juslaborais 5.1 Denominação, conceito, denominação e características. 5.2 Elementos contratuais: essenciais, naturais e acidentais. 5.3 A prova do contrato de trabalho. 5.4 Vícios e defeitos do contrato de trabalho: nulidades. 6 Responsabilidade civil: 6.1 Responsabilidade civil: leitura dualista- pressupostos 6.2 Responsabilidade civil 6.3 Responsabilidade Juslaboral V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades 294 de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 295 DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. 5 ªed. São Paulo: LTr, 2006. PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil: teoria geral das obrigações. 20. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2004. V.II PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil: contratos. 12 ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2005. V.III BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAHALI, Yussef Said. Dano moral 3ª ed. Rio de Janeiro: Revista dos Tribunais, 2005. DALLEGRAVE NETO, José Affonso. Responsabilidade civil no direito do trabalho. 2 ªed. São Paulo: LTr,2007. FERRARI, Irany; MARTINS, Melchíades Rodrigues. Dano Moral: múltiplos aspectos nas relações de trabalho. 2. ed. São Paulo: LTr, 2006. LAGE, Emerson José Alves; LOPES, Mônica Sette. Novo código civil e seus desdobramentos no direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2003. MORAES, Maria Celina Bodin. Danos à pessoa humana: uma leitura civilconstitucional dos danos morais. São Paulo: Renovar, 2003. TEPEDINO, Gustavo (coord.) Obrigações: estudos na perspectiva civil- constitucional. Rio de Janeiro: Renovar, 2005. C) TÓPICOS EM DIREITO DO TRABALHO 80 H/A II. EMENTA Princípios do Direito do Trabalho e Flexibilização Trabalhista. As formas atípicas de trabalho. Contratos Especiais de Trabalho. Medicina e Segurança do Trabalho. Meio Ambiente de Trabalho. Discriminação e o Direito do Trabalho. Tendências atuais do Direito Coletivo do Trabalho. III. OBJETIVOS Fornecer ao discente visão crítico-reflexiva acerca de temáticas específicas do Direito do Trabalho, tendo em vista as peculiaridades do contexto social em que está inserido, 296 bem como verificar os institutos justrabalhistas como instrumentos de cidadania do trabalhador. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 A categoria trabalho e a centralidade do trabalho nas sociedades contemporâneas 1.1 Etimologia da palavra trabalho e visões sobre o trabalho 1.2 Significado do Trabalho na sociedade contemporânea 1.3 Aspectos históricos sobre o trabalho: 1.3.1 Primitivismo 1.3.2 O trabalho na Antiguidade 1.3.3 O Trabalho na Idade Média 2 Trabalho nas sociedades pré-industriais 2.1 Cooperação 2.2 Manufatura 3 Trabalho na sociedade industrial 3.1 Liberalismo e Maquinofatura: a Primeira Revolução industrial 3.2 A Segunda Revolução Industrial 3.3 Formas de Gestão do Trabalho: 3.3.1 Taylorismo 3.3.2 Fordismo 3.4 Estado do Bem-Estar Social 4 As transformações no mundo do trabalho e as mudanças no paradigma produtivo 4.1 Crise do Estado do Bem-Estar Social e a Globalização 4.2 Terceira Revolução industrial 4.3 Acumulação flexível e Toyotismo: as novas formas de acumulação do capital e de gestão do trabalho 5 A crise do trabalho. A classe trabalhadora e as transformações no emprego. 297 Flexibilização e precarização do trabalho e do emprego. 5.1 Reestruturação produtiva e impactos sobre o trabalho 5.2 Mudanças na estrutura clássica do trabalho 5.3 Novas formas de trabalho 5.4 Repercussões no Direito do Trabalho: flexibilização trabalhista 5.5 Classe trabalhadora e dilemas atuais do sindicalismo V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; 298 III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, Alice Monteiro de. Curso de direito do trabalho. 2 ª ed. São Paulo, LTr, 2006. DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. 5 ªed. São Paulo: LTr, 2006. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. 23ª. ed. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARELLI, Rodrigo de Lacerda. As formas atípicas de trabalho. São Paulo: LTr, 2004. CREPALDI, Joaquim Donizeti. O princípio de proteção e a flexibilização das normas do direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2004. LEDUR, José Felipe. A realização do direito do trabalho. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris, 1998. LIMA, Firmino Alves. Mecanismos antidiscriminatórios nas relações de trabalho. São Paulo: LTr, 2006. MORAES, Mônica Maria Lauzid de. O direito à saúde e segurança no meio ambiente do trabalho. São Paulo: LTr, 2002. PIMENTA, José Roberto Freire et al (coord). Direito do Trabalho: evolução, crise, perspectivas. São Paulo: LTr, 2004. VIANA, Márcio Túlio. A reforma sindical. Belo Horizonte: Mandamentos, 2005. D) ACESSO À JUSTIÇA 80 h/a 299 II. EMENTA Justiça e Judiciário no Brasil. Inflação jurisdicional. Demandismo processual e direitos de cidadania: o direito ao processo. Acesso à justiça e o Ministério Público. Acesso à justiça e o Magistrado. Questões cruciais ao exercício da justiça: segurança versus celeridade. Casos reais. III. OBJETIVOS Elucidar as principais questões sobre o acesso à justiça, tanto no valor hermenêutico como na dimensão instrumental que o mesmo representa ao exercício da cidadania. Analisar as principais dificuldades do acesso à justiça e as medidas necessárias para a superação destas, face aos casos trabalhados pelo discente em sala, tanto teóricos quanto reais. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Contextos do Poder Judiciário no Brasil e o acesso à justiça 1.1 Contextualização do acesso à justiça: história, dimensão, alcance legal. 1.2 Justiça e Judiciário no Brasil: estrutura de justiça no acesso à justiça 1.3 Demandismo processual e direitos de cidadania: o direito ao processo. 1.4 Inflação jurisdicional na questão do acesso à justiça 2 Atores processuais e o acesso à justiça 2.1 Acesso à justiça e o Ministério Público. 2.2 Acesso à justiça e o Magistrado. 2.3 Acesso à justiça e o patrono da parte – advocacia pública e privada. 2.4 Acesso à justiça e serventuários de justiça. 3 Desafios do acesso à justiça 3.1 Questões cruciais ao exercício da justiça: segurança versus celeridade 3.2 A decisão dos juízes: quantidade e qualidade dos julgados 3.3 Provimentos: eficácia dos ritos e dimensão dos institutos processuais. 3.4 Casos reais. 300 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 301 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DINAMARCO, Cândido Rangel. Fundamentos do Processo Civil Moderno. 5ª. ed., São Paulo : Malheiros, 2001. V. I. DINAMARCO, Cândido Rangel. Fundamentos do Processo Civil Moderno. 5ª. ed., São Paulo : Malheiros, 2001. V. II. DINAMARCO, Cândido Rangel. A instrumentalidade do processo. 12ª. ed. rev. atual. São Paulo : Malheiros, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAZZILI, Hugo Nigro. O acesso á justiça e o Ministério Público. 4ª ed. São Paulo : Saraiva, 2001. NALINI, José Renato. O juiz e o acesso à justiça. 2ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. E) DIREITO AGRÁRIO 80 h/a II. EMENTA Direito Agrário sob o olhar da Constituição Federal, seu conceito, objeto, características, fontes, atos e fatos jurídicos decorrentes. Fundamentos e Hermenêutica do Direito Agrário. Imóvel Rural. Reforma Agrária. Contratos Agrários. III. OBJETIVOS Propiciar ao corpo discente o contato eficaz com os diversos elementos que integram o Direito Agrário e as conseqüências que nele se estabelecem com a terra e seu exercício antrópico, capacitando o mesmo à reflexão crítica e à atitude profissional necessárias à função social da propriedade e à dignidade da pessoa humana dos atores rurais envolvidos. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 302 1 Direito Agrário sob o olhar da Constituição Federal de 1988. 1.1 Conceito do Direito Agrário. Origem. Evolução. Conceito 1.2 Objeto, características, fontes, atos e fatos jurídicos decorrentes do Direito Agrário 1.3 Fundamentos e Hermenêutica do Direito Agrário. Natureza Jurídica. Princípios 1.4 Relação com áreas do Direito e outras áreas do Conhecimento. 1.5 O Direito Agrário Comparado. 1.6 A autonomia do Direito Agrário Brasileiro. 2 Imóvel Rural no Brasil: objeto do Direito Agrário. 2.1 O sistema sesmarial no Brasil e as posses 2.2 Regime de posse e propriedade e a revisão do sistema jurídico de terras. 2.3 Atividade agrária: Conceito. Características. Critérios de Identificação, Peculiaridades, Classificação 2.4 A propriedade imobiliária rural na sua dimensão econômica. 2.5 Função social da propriedade rural. 2.6 Imóvel Rural: conceito, classificação, limitações de módulo. 3 Reforma Agrária e Estatuto da Terra. 3.1 Reforma Agrária: conceito, princípios, objetivos, instrumentos legais. 3.2 Distribuição de terras para a reforma agrária: ônus. 3.3 Colonização: conceito, objetivos, tipos e classificação. 3.4 Estatuto da Terra e Justiça Agrária 3.5 Módulo Rural. 3.6 Latifúndio e Minifúndio 3.7 Procedimentos de desapropriação: INCRA e Poder Judiciário. 4 Empresa Rural e Contratos Agrários 4.1 Do Trabalhador Rural: relações de emprego. Estatuto do Trabalhador Rural. 4.2 Do Empregador Rural: obrigações e quesitos da legislação trabalhista rural. 4.3 Contratos agrários: conceito, natureza jurídica, classificação. 303 4.4 Arrendamento e parceria como contratos agrários: dimensões legais. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se 304 submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LARANJEIRA, Raymundo. Direito Agrário brasileiro. São Paulo : LTr, 2005. LIMA, Rafael Augusto de Mendonça. Direito Agrário. 2ª ed., Rio de Janeiro : Renovar, 1997 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CYSNEIROS. O Estrangeiro e a Propriedade rural. Porto Alegre : Sergio Antonio Fabris Editor, 1985. GODOY, Luciano de Souza. Direito Agrário Constitucional. São Paulo : Atlas, 1999. LARANJEIRA, Raymundo. Colonização e reforma agrária no Brasil. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 2002. NASCIMENTO, Tupinambá Miguel Castro. Introdução ao Direito Fundiário. Porto Alegre : Sergio Antonio Fabris Editor, 1985. ROCHA, Olavo Acyr de Lima. A Desapropriação no Direito Agrário. São Paulo : Atlas, 1992. F) DIREITO URBANÍSTICO 80 H/A II. EMENTA Conceitos para Cidades: meio ambiente e transformações antrópicas. Direito Urbanístico: alcance, objetivos, princípios fundamentais. Propriedade urbana: função social, dimensão de seu exercício. Instrumentos de Política Urbana. Participação popular. Legislação atinente à Política Urbana: Plano Diretor, Lei de Parcelamento do Solo, Lei de Zoneamento Urbano, Código de Posturas. Participação popular. III. OBJETIVOS Orientar o corpo discente sobre a forma necessariamente especial de tratamento às cidades, enquanto objeto do Direito Urbanístico, de maneira tal a compreender as 305 realidades reais e legais delas e a dimensão que os direitos à cidade podem, em si, elevar uma transformação social relevante à própria Sociedade, dentro dos preceitos constitucionais da função social da propriedade, da função social da cidade e da dignidade da pessoa humana. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Direito Urbanístico e seu objeto de estudo. 1.1 Conceitos para Cidades: meio ambiente e transformações antrópicas. 1.2 Direito Urbanístico: alcance, objetivos, princípios fundamentais. 1.3 Propriedade urbana: função social, dimensão de seu exercício. 1.4 Princípios de Direito Urbanístico 2 Instrumentos de Política Urbana no Direito Urbanístico. 2.1 Planejamento econômico e social como instrumento nos níveis da federação. 2.2 Servidão e limitações administrativas e a desapropriação. 2.3 Tombamento de imóveis. 2.4 Zonas especiais de interesse social. 2.5 Unidades de conservação. 2.6 Direito real de uso. 2.7 Concessão de uso especial para fins de moradia. 2.8 Parcelamento, edificação e utilização compulsórios. 2.9 Direito de superfície. 2.10 Direito de preempção. 2.11 Outorga onerosa do direito de construir e alteração de uso. 2.12 Transferência do direito de construir. 2.13 Operações urbanas consorciadas e parcerias público-privadas. 2.14 Regularização urbanística e fundiária. 3 Legislação atinente à Política Urbana 3.1 Plano Diretor Municipal. 3.2 Lei de Parcelamento do Solo, 306 3.3 Lei de Zoneamento Urbano. 3.4 Código de Posturas. 4 Desafios da gestão democrática das cidades 4.1 Participação popular como requisito de validade e legitimidade de medidas urbanísticas: metodologias e atuações práticas. 4.2 Referendo popular e plebiscito na questão urbana; 4.3 Instrumentos de gestão democrática 4.3.1 Órgãos colegiados de política urbana nos níveis federativos. 4.3.2 Audiências, debates e consultas públicas. 4.3.3 Iniciativa popular de projeto de lei e demais medidas de interesse urbanístico V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) 307 etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SAULE JÚNIOR, Nelson. Novas Perspectivas do Direito Urbanístico Brasileiro. Ordenamento Constitucional da Política Urbana. Aplicação e Eficácia do Plano Diretor. Porto Alegre : Sergio Antonio Fabris Editor, 1997. SILVA, José Afonso da. Direito Urbanístico Brasileiro. São Paulo : Malheiros, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LEAL, Rogério Gesta. Direito Urbanístico: condições e possibilidades da constituição do espaço urbano. Rio de Janeiro : Renovar, 2003. TEPEDINO, Gustavo. Contornos Constitucionais da Propriedade Privada. in Temas de Direito Civil. 3ª ed.Rio de Janeiro : Renovar, 2004. 308 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: PRÁTICA JURÍDICA REAL CÍVEL Carga horária semestral: 40H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Atendimento a população carente e identificação de soluções jurídicas para o caso concreto. Identificação dos documentos necessários para cada tipo de ação. Elaboração de peças processuais na área cível. Distribuição da petição inicial. Protocolização de peças processuais. Acompanhamento de audiências. Acompanhamento dos processos dos assistidos. Pesquisa doutrinária e jurisprudência. III. OBJETIVOS Proporcionar aos discentes a vivência real das atividades jurídicas. Contribuir na formação de um profissional independente imbuído de capacidade crítica e conseqüente agente transformador da sociedade e operador consciente da responsabilidade de sua atuação em total interação com a sociedade. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Atuação real junto ao EMAJ na realização do atendimento a população carente e identificação de soluções jurídicas para o caso concreto. Identificação dos documentos necessários para cada tipo de ação. Elaboração de peças processuais na área cível. Distribuição da petição inicial. Protocolização de pecas processuais. Acompanhamento de audiências. Acompanhamento dos processos dos assistidos. Pesquisa doutrinária e jurisprudência. 309 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos, atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO Em conformidade com o Manual de Estágio. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIUZA, César. Direito Civil. Curso Completo. 10ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2007. FIUZA, Ricardo. Novo Código Civil Comentado. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. NERY Jr, Nelson; Nery, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil Comentado e legislação extravagante. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de direito processual civil. 15ªed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. V.I CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de direito processual civil. 13ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. V.II. CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de direito processual civil. 11ª .ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. V. III. 310 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: PRÁTICA JURÍDICA REAL PENAL Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Atendimento a população carente e identificação de soluções jurídicas para o caso concreto. Identificação dos documentos necessários para cada tipo de ação. Elaboração de peças processuais na área penal. Distribuição da petição inicial. Protocolização de peças processuais. Acompanhamento de audiências. Acompanhamento dos processos dos assistidos. Pesquisa doutrinária e jurisprudência. III. OBJETIVOS Proporcionar aos discentes a vivência real das atividades jurídicas. Contribuir na formação de um profissional independente imbuído de capacidade crítica e conseqüente agente transformador da sociedade e operador consciente da responsabilidade de sua atuação em total interação com a sociedade IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Atuação real junto ao EMAJ na realização do atendimento a população carente e identificação de soluções jurídicas para o caso concreto. Identificação dos documentos necessários para cada tipo de ação. Elaboração de peças processuais na área penal. Distribuição da petição inicial. Protocolização de pecas processuais. Acompanhamento de audiências. Acompanhamento dos processos dos assistidos. Pesquisa doutrinária e jurisprudência. 311 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos, atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO Em conformidade com o Manual de Estágio. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITENCOURT, Cézar Roberto. Código Penal Comentado. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. NERY Jr, Nelson; Nery, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil Comentado e legislação extravagante. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. BONFIM, Edilson Mougenot. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. 22ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.I. MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. 22ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.II. MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. 22ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. V.III. 312 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: MONOGRAFIA JURÍDICA I Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Origens das investigações científicas. Mudanças de rumos na concepção de pesquisa: multidisciplinariedade, interdisciplinariedade e transdisciplinariedade. Normas técnicas para a apresentação de trabalhos acadêmicos. Definição do tema e da situação problema. Definição de objetivos geral e específicos da pesquisa. Formulação da hipótese. Justificativa da pesquisa. Definição metodológica: marco teórico, setores do conhecimento e técnicas e procedimentos metodológicos. Fases e cronograma físico da pesquisa. Sumário hipotético da monografia. III. OBJETIVOS Rever os conhecimentos, técnicas e procedimentos relativos ao estudo e à produção intelectual, fornecendo base teórica acerca das diversas possibilidades de realização de pesquisa. Auxiliar o discente na elaboração do projeto de trabalho de curso, por meio de orientações metodológicas e de conteúdo. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Visão Global sobre a Pesquisa 1.1 Origem das investigações científicas 1.2 Mudança de rumos na concepção da pesquisa 313 1.2.1 Multidisciplinar 1.2.2 Interdisciplinar 1.2.3 Transdisciplinar 2 Normas Técnicas de Apresentação de Trabalhos Acadêmicos 2.1 Partes pré-textuais 2.1.1 Capa 2.1.2 Folha de rosto 2.1.3 Resumo 2.1.4 Sumário 2.1.5 Outros elementos pré-textuais opcionais 2.2 Apresentação gráfica 2.3 Citações 2.4 Notas de rodapé 2.5 Partes pós-textuais 2.5.1 Referências bibliográficas 2.5.2 Apêndices e Anexos 3 Projeto de Monografia 3.1 Tema e Situação Problema 3.1.1 Tema 3.1.2 Situação Problema 3.2 Objetivos 3.2.1 Objetivo Geral 3.2.2 Objetivos Específicos 3.3 Hipótese 3.4 Justificativa 3.5 Metodologia 3.5.1 Marco Teórico 3.5.2 Setores do Conhecimento 3.5.3 Técnicas e Procedimentos Metodológico 314 3.6 Fases da Pesquisa 3.7 Cronograma Físico V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. 315 O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITTAR, Eduardo C. B. Metodologia da pesquisa jurídica: teoria e prática da monografia para os cursos de direito. São Paulo: Saraiva. 2001. GUSTIN, Miracy Barbosa de Souza; DIAS, Maria Tereza Fonseca. (Re)pensando a pesquisa jurídica: teoria e prática. 2 ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2006. LEITE, Eduardo de Oliveira. A monografia jurídica. 5ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Metodologia Científica em Ciências Sociais. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1995. ECO, Humberto. Como se faz uma Tese. São Paulo: Perspectiva, 2003. FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnicas científicas. 8 ed. Belo Horizonte, 2005. GAMA, Ricardo Rodrigues. Monografia Jurídica. Campinas: Bookseler, 2001. HENRIQUES, Antônio; MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. MEDEIROS, João Bosco. Redação Cientifica: a prática de Fichamentos, Resumos e Resenhas. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. 316 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO PREVIDENCIÁRIO Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Seguridade Social: Assistência, Saúde e Previdência Social. Histórico da Previdência Social. Organização e Serviços da Previdência Social. Princípios Previdenciários. Segurados: contribuintes e beneficiários da Previdência Social. Fontes de Custeio da Previdência Social. Contribuições Previdenciárias. Benefícios Previdenciários: Aposentadorias – por idade, invalidez, tempo de contribuição, especial. Auxílio doença. Auxílio - reclusão. Auxílio-acidente. Pensão por morte. Salário-maternidade. Salário-família. Seguro-desemprego. Reabilitação Profissional. Prescrição. Previdência Complementar. Processo administrativo e judicial. Benefício assistencial aos idosos. III. OBJETIVOS Fornecer aos discentes conhecimentos sobre Direito Previdenciário, com ênfase no seu papel de garantia efetiva de justiça social e de sua concepção como direito social. Estimular, portanto, visão crítico-reflexiva dos alunos quanto aos institutos do Direito Previdenciário enquanto instrumentos de cidadania e dignificação da pessoa humana. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Seguridade Social 1.1 Assistência Social 1.2 Saúde 317 1.3 Previdência Social 2 Previdência Social: histórico, organização e serviços 2.1 Previdência Social 2.1 Previdência Social no Brasil 2.3 Organização da Previdência Social Brasileira 2.4 Serviços da Previdência Social Brasileira 3 Princípios Previdenciários 3.1 Princípios gerais 3.2 Princípios específicos 4 Segurados e beneficiários da Previdência Social 4.1 Segurados obrigatórios 4.2 Segurados facultativos 4.3 Manutenção e perda da qualidade de segurado 4.4 Dependentes 5 Contribuintes e fontes de custeio da Previdência Social 5.1 Custeio 5.2 Contribuições previdenciárias: princípios, fato gerador, natureza jurídica. 5.3 Contribuintes da Previdência Social 5.4 Arrecadação e recolhimento de contribuições previdenciárias 5.5 Isenção de contribuição 6 Benefícios Previdenciários 6.1 Fator previdenciário 6.2 Salário-benefício: cálculo, renda mensal, reajustes e pagamentos. 6.3 Aposentadoria por idade 6.4 Aposentadoria por invalidez 6.5 Aposentadoria por tempo de contribuição 318 6.6 Aposentadoria especial 6.7 Auxílio-doença 6.8 Auxílio-reclusão 6.9 Auxílio acidente 6.10 Pensão por morte 6.11 Salário Maternidade 6.12 Salário Família 6.13 Seguro Desemprego 7 Serviços 7.1 Serviço Social 7.2 Habilitação e reabilitação profissional 8 Prescrição Previdenciária 8.1 Prescrição contra a Previdência Social 8.2 Prescrição contra o beneficiário 8.3 Serviços: imprescritibilidade 9 Processo administrativo e judicial previdenciário 9.1 Contencioso administrativo 9.2 Ação previdenciária: propositura, competência, atuação do Ministério Público 10 Previdência Complementar 10.1 Previdência Privada Complementar 10.2 Previdência fechada de entes públicos 11 Assistência Social: benefício aos idosos 11.1 Proteção ao idoso no ordenamento jurídico brasileiro 11.2 Benefício assistencial ao idoso V. METODOLOGIA 319 Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 320 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, Odonel Urbano. Manual de direito previdenciário. 12ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito da seguridade social. 24 ªed. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARTINEZ, Wladimir Novaes. Direito previdenciário complementar procedimental. São Paulo: LTr, 2007. VIANNA, José Ernesto Aragonés. Limitações constitucionais à instituição de contribuições de seguridade social. São Paulo: Ltr, 2007. 321 TURMA 10º PERÍODO 322 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: PRÁTICA JURÍDICA REAL TRABALHISTA Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Atendimento a população carente e identificação de soluções jurídicas para o caso concreto. Identificação dos documentos necessários para cada tipo de ação. Elaboração de peças processuais na área trabalhista. Distribuição da petição inicial. Protocolização de peças processuais. Acompanhamento de audiências. Acompanhamento dos processos dos assistidos. Pesquisa doutrinária e jurisprudência. III. OBJETIVOS Proporcionar aos discentes a vivência real das atividades jurídicas. Contribuir na formação de um profissional independente imbuído de capacidade crítica e conseqüente agente transformador da sociedade e operador consciente da responsabilidade de sua atuação em total interação com a sociedade IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Atuação real junto ao EMAJ na realização do atendimento a população carente e identificação de soluções jurídicas para o caso concreto. Identificação dos documentos necessários para cada tipo de ação. Elaboração de peças processuais na área trabalhista. Distribuição da petição inicial. Protocolização de pecas processuais. Acompanhamento de audiências. Acompanhamento dos processos dos assistidos. 323 Pesquisa doutrinária e jurisprudência. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos, atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO Em conformidade com o Manual de Estágio. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIUZA, César. Direito Civil. Curso Completo. 10ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2007. FIUZA, Ricardo. Novo Código Civil Comentado. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004. CARRION, Valentin. Comentários á consolidação das leis do trabalho. 32ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007. NERY Jr, Nelson; Nery, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil Comentado e legislação extravagante. 9ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006. DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. 5ª.ed. São Paulo: BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARTINS, Sérgio Pinto. Direito processual do trabalho. 23.ed. São Paulo: Atlas, 2006. BARROS, Alice Monteiro de. Curso de direito do trabalho. 2 ª.ed. São Paulo, LTR, 2006. 324 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: MONOGRAFIA JURÍDICA II Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Definição do título. Sumário hipotético da Monografia e a Introdução. Os estudos precedentes e as suas relações com a hipótese. A coleta de dados, sua análise/diagnóstico e sua demonstração qualitativa e quantitativa. Conclusão e referências para trabalhos futuros. A versão final e o protocolo para defesa da monografia. III. OBJETIVOS Auxiliar o discente na elaboração do trabalho de curso, por meio de orientações metodológicas e de conteúdo. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Monografia: Início das Tarefas 1.1 Título Provisório da Monografia 1.2 Sumário Hipotético da Monografia 1.3 Pesquisa Bibliográfica 2 Leitura e Fichamento dos Textos 2.1 Fontes Primárias e Secundárias 325 2.2 Fichamento / Relatório de Leitura 3 Redação da Monografia 3.1 Linguagem Empregada no Texto 3.2 Introdução 3.3 Desenvolvimento e suas Etapas 3.4 Conclusão / Considerações Finais 3.5 Apêndices e Anexos 3.6 Referências Bibliográficas 4 Redação Final 4.1 Digitação 4.2 Aspectos Gráficos e Técnicos da Redação 4.2.1 Capa 4.2.2 Folha de Rosto 4.2.3 Agradecimentos e Dedicatória 4.2.4Sumário 4.2.5Margens e Espaçamentos 4.2.6Títulos dos Itens e Subitens 4.2.7 Rodapés 4.2.8 Parágrafos 4.2.9 Citações 4.2.10 Referencias Bibliográficas 4.2.11 Numeração da Páginas e Rodapés 5 Defesa da Monografia perante a Banca Examinadora 5.1 Errata; 5.2 Posição do Candidato 5.3 Postura do Candidato 5.4 Saudação à Banca 5.5 Exposição do Trabalho 326 5.6 Respostas às indagação e questionamentos V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se 327 submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA HENRIQUES, Antônio; MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. GUSTIN, Miracy Barbosa de Souza; DIAS, Maria Tereza Fonseca. (Re)pensando a pesquisa jurídica: teoria e prática. 2ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2006. GAMA, Ricardo Rodrigues. Monografia Jurídica. Campinas: Bookseler, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BITTAR, Eduardo C. B. Metodologia da pesquisa jurídica: teoria e prática da monografia para os cursos de direito. São Paulo: Saraiva. 2001. DEMO, Pedro. Metodologia Científica em Ciências Sociais. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1995. ECO, Humberto. Como se faz uma Tese. São Paulo: Perspectiva, 2003. FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnicas científicas. 8 ed. Belo Horizonte, 2005. LEITE, Eduardo de Oliveira. A monografia jurídica. 5ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. MEDEIROS, João Bosco. Redação Cientifica: a prática de Fichamentos, Resumos e Resenhas. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. 328 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: DIREITO INTERNACIONAL Carga horária semestral: 80 H/A Carga horária semanal: 4 H/A II. EMENTA Direito Internacional: noções básicas, historicidade e fundamentos. Fontes do Direito Internacional. Direito Internacional Público: pessoas internacionais, direitos internacionais do Homem, territórios, sistema internacional de soluções de conflitos. Direito Internacional Comunitário. Direito Internacional Privado: codificação e unificação. Determinação da norma aplicável ao Direito Internacional Privado. Definição jurídica do mercado internacional. Alcance da legislação alienígena e processo internacional. Repercussões internacionais no campo das relações privadas: nacionalidade e condição jurídica do estrangeiro, personalidade e pessoa, obrigações e contratos, bens, relações de família, sucessões. III. OBJETIVOS Propiciar aos discentes noções básicas sobre as normas e instituições jurídicas da realidade internacional, analisando criticamente o papel do Direito Internacional nas relações supra-estatais do mundo contemporâneo. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 A Sociedade e o Direito Internacional 1.1 Direito Internacional Público – Noções Preliminares 329 1.2 Historicidade do Direito Internacional Público 2. Fontes do Direito Internacional Público 2.1 Tratados 2.2 Costumes 2.3 Princípios Gerais do Direito 2.4 Atos Unilaterais 2.5 As fontes do Direito Internacional e o Direito Interno 3 Sujeitos do Direito Internacional 3.1 Pessoas Internacionais 3.2 Coletividades não estatais 4 O Estado 4.1 Elementos do Estado 4.2 Reconhecimento do Estado e Governo 4.3 Sucessão e extinção dos Estados 4.4 Direitos e Deveres dos Estados 4.5 Restrições aos Direitos Fundamentais dos Estados/Intervenção. 4.6 Órgãos das relações entre estados. Representação Internacional. 5 Organizações Internacionais 5.1 Conceito 5.2 Classificação 5.3 Principais Organizações Internacionais 5.4 Organizações regionais 5.5 Mercosul e União Européia 6 Direito Internacionais do Homem 6.1 A proteção do Indivíduo no âmbito internacional. 6.2 Direito humanos. 330 7 Litígios Internacionais 7.1 Solução Pacífica de Conflitos Internacionais 7.2 Guerra 8 Direito Internacional Privado. 8.1 Conceito e Objeto do Direito Internacional Privado. 9 Escolha da Lei Aplicável no Direito Internacional Privado. 9.1 Estrutura das Normas. 9.2 Teoria das Qualificações. 9.3 Regras de Conexão. 10 Aplicação do Direito Estrangeiro. 11 Do Processo Civil Internacional. 11.1 Processo Civil Internacional. 11.2 Jurisdição Internacional. 11.3 Imunidade de Jurisdição. 11.4 Provas. 11.5 Reconhecimento de sentença estrangeira. 12 Repercussões Internacionais no âmbito das relações Privadas. 12.1 Personalidade 12.2 Pessoa Natural 12.3 Pessoa Jurídica 12.4 Empresas 12.5 Obrigações e Contratos 12.6 Bens 12.7 Família 12.8 Sucessões 331 V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. 332 VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO, Amílcar de. Direito internacional privado. Rio de Janeiro: Forense. 2005. DEL’OMO, Florisbal de Souza. Curso de direito internacional público. 2. ed., Rio de Janeiro: Forense, 2006. JO, Hee Moon. Introdução ao direito internacional. São Paulo: LTr, 2002. JO, Hee Moon. Moderno direito internacional privado. São Paulo: LTr, 2001. MELLO, Celso Duvivier de Albuquerque. Curso de direito internacional público. 11ªed., Rio de Janeiro: Renovar, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA-DINIZ, Arthur J.. Novos Paradigmas em Direito Internacional Público. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris, 1995. BOSSON, Gerson de Britto Mello. Direito Interncional Público: o estado em direito das gentes. 3. Belo Horizonte: Del Rey, 2000. DEL'OLMO, Florisbal de Souza. Direito internacional privado: abordagens fundamentais-legislação-jurisprudência. Rio de Janeiro: Forense, 2000. GARCEZ, José Maria Rossani. Curso de Direito Internacional Privado. Rio de Janeiro: Forense, 2001. MELLO, Celso D. de Albuquerque. Direito Constitucional Internacional: uma introdução: (constituição de 1988 revista em 1994). 2ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2000. MELLO, Celso D. de Albuquerque. Direito Internacional Americano: (estudo sobre a contribuição de um direito regional para integração. Rio de Janeiro: Renovar, 1995. SILVA, Roberto Luiz. Direito Comunitário e da Integração. Porto Alegre: Síntese, 1999. TRINDADE, Antônio Augusto Cançado. Direito das organizações internacionais. 2ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2002. 333 FACULDADE DE DIREITO DE CARANGOLA PROGRAMA DE DISCIPLINA ANO: SEMESTRE: I – IDENTIFICAÇÃO Instituição: Disciplina: PSICOLOGIA JURÍDICA Carga horária semestral: 40 H/A Carga horária semanal: 2 H/A II. EMENTA Psicologia e Direito. Rumos da humanidade. Formação e funcionamento do psiquismo. Contribuições da Psicologia para as Ciências Sociais Aplicadas. Questões de psicologia no campo da família. Psicopatologia e processos jurídicos. III. OBJETIVOS Capacitar ao discente o exercício da correlação entre as dinâmicas da Psicologia com o Direito, tornando aquele instrumental deste na busca de soluções em que a análise do contexto juspsíquico se torna necessária. IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Psicologia e Direito. 1.1 Histórico da psicologia jurídica e seus objetivos 1.2 Formação e funcionamento do psiquismo. 1.3 Rumos da humanidade e a psicologia jurídica 1.4 Áreas de atuação da psicologia nas searas do Direito. 2 Contribuições da Psicologia para as Ciências Sociais Aplicadas. 2.1 Psicologia no campo da família: abuso sexual, violência e maus tratos. 2.2 Adolescente em conflito com a lei: parâmetros da psicologia jurídica. 2.3 O Agressor criminal e a violência contra a mulher. 334 2.3 Laudos e pareceres da área da psicologia jurídica 3 Psicopatologia e processos jurídicos 3.1 Sexismo, homofobia, xenofobia, racismo. 3.2 Psicopatia e homicídios. 3.3 Cárcere e medidas de correção legal de acordo com a psicologia forense. 3.4 Criminologia e Vitimologia no âmbito da psicologia forense. V. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas; trabalhos individuais e em pequenos grupos; atividades de estudo acadêmico orientado. VI. RECURSOS DIDÁTICO PEDAGÓGICOS Como recursos didático-pedagógicos, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o professor utilizará aulas expositivas, seminários, trabalhos em grupo, além da utilização de variados recursos audiovisuais (datashow, retroprojetror, kit multimídia, entre outros). VII. AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho dos estudantes será predominantemente de caráter diagnóstico, formativo e somático, utilizando-se como instrumentos e parâmetros a observação de trabalhos individuais e em grupo. Serão adotados como critérios de avaliação a freqüência às aulas (no mínimo 75% da carga horária) e o aproveitamento, no total de 100 pontos distribuídos, que constará de: I - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 1ª (primeira) etapa de notas, sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 10 (dez) pontos; II - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 40 (quarenta) pontos, correspondentes à 2ª 335 (segunda) etapa de notas; sendo que, uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos; III - trabalhos, avaliações e provas, que constituem os procedimentos pedagógicos adotados pela IES, no valor total de 30 (trinta) pontos, correspondentes à 3ª (terceira) etapa de notas, sendo que uma prova será obrigatória e individual, no valor de 20 (vinte) pontos e aplicada sempre na penúltima ou última semana do período letivo. O aluno que não obtiver 70 (setenta) pontos do total dos pontos distribuídos se submeterá ao Exame Especial conforme norma regimental da IES. VIII. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. 3ª ed., São Paulo : Makron Books, 2001. GONÇALVES, Hele Signorini; BRANDÃO, Eduardo Ponte. Psicologia jurídica no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro : Nau, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13ª ed. São Paulo : Saraiva, 2001. MARANHÃO, Odon Ramos. Psicologia do Crime. 2ª ed., São Paulo : Malheiros, 1995 ZIMERMAN, D.; COLTRO, A. C. M. (Orgs.). Aspectos psicológicos na prática jurídica. Campinas : Millennium, 2003. 336