Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão Miriam Belchior INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidenta Wasmália Bivar Diretor-Executivo Nuno Duarte da Costa Bittencourt ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES Diretoria de Pesquisas Marcia Maria Melo Quintslr Diretoria de Geociências Wadih João Scandar Neto Diretoria de Informática Paulo César Moraes Simões Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai Escola Nacional de Ciências Estatísticas Denise Britz do Nascimento Silva UNIDADE RESPONSÁVEL Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia Claudio Stenner Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Rio de Janeiro 2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Av. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil ISBN 978-85-240-4286-7 © IBGE. 2013 Capa Aline Carneiro Damacena, Fernanda Jardim, Leonardo Martins - Gerência de Editoração/Centro de Documentação e Disseminação de Informações - CDDI Ligações aéreas : 2010 / IBGE, Coordenação de Geografia. - Rio de Janeiro : IBGE, 2013. 64p. Acima do título: Redes e fluxos do território. Acompanha um CD-ROM, em bolso. Inclui bibliografia. ISBN 978-85-240-4286-7 1. Aeronáutica comercial - Brasil - Estatística. 2. Geografia econômica. I. IBGE. Coordenação de Geografia. II. Redes e fluxos do território. Gerência de Biblioteca e Acervos Especiais RJ/2013-09 Impresso no Brasil / Printed in Brazil CDU 311.21:656.7(81) EST Sumário Apresentação ............................................................................7 Introdução .................................................................................9 Notas técnicas Bases de dados e metodologia ............................................... 11 Modelo gravitacional .............................................................14 Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga .........................17 Evolução histórica ................................................................28 Interpretação do modelo gravitacional .....................................45 Matriz de custo e tempo de viagem ........................................48 Considerações finais .............................................................52 Lista de mapas Mapa 1 - Ligações aéreas de passageiros - 2010 ......................20 Mapa 2 - Ligações aéreas de carga - 2010 ...............................22 Mapa 3 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos principais - 2010 ..................................................................23 Mapa 4 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos secundários - 2010 ...............................................................24 Mapa 5 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos terciários - 2010...................................................................25 Mapa 6 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos principais 2010 ..................................................................................26 4 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 7 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos secundários - 2010 ...... 27 Mapa 8 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos terciários - 2010 .......... 28 Mapa 9 - Ligações aéreas de passageiros - 1972.......................................... 29 Mapa 10 - Ligações aéreas de passageiros - 1975 ........................................ 30 Mapa 11 - Ligações aéreas de passageiros - 1980 ........................................ 31 Mapa 12 - Ligações aéreas de passageiros - 1985 ........................................ 32 Mapa 13 - Ligações aéreas de passageiros - 1990 ........................................ 33 Mapa 14 - Ligações aéreas de passageiros - 1995 ........................................ 34 Mapa 15 - Ligações aéreas de passageiros - 2000 ........................................ 35 Mapa 16 - Ligações aéreas de passageiros - 2005 ........................................ 36 Mapa 17 - Ligações aéreas de carga - 1972 ................................................ 37 Mapa 18 - Ligações aéreas de carga - 1975 ................................................ 38 Mapa 19 - Ligações aéreas de carga - 1980 ................................................ 39 Mapa 20 - Ligações aéreas de carga - 1985 ................................................ 40 Mapa 21 - Ligações aéreas de carga - 1990................................................. 41 Mapa 22 - Ligações aéreas de carga - 1995 ................................................ 42 Mapa 23 - Ligações aéreas de carga - 2000 ................................................ 43 Mapa 24 - Ligações aéreas de carga - 2005 ................................................ 44 Mapa 25 - Resíduos modelo gravitacional de passageiros - 2010 .................... 45 Mapa 26 - Resíduos modelo gravitacional de carga - 2010 ............................. 47 Mapa 27 - Custo médio das viagens, em reais, por aeroporto - maio 2012 ....... 48 Mapa 28 - Custo normatizado pela distância, R$/km - maio 2012 ................... 49 Mapa 29 - Tempo médio das viagens, em horas, por aeroporto - maio 2012 ..... 50 Mapa 30 - Tempo normalizado pela distância, h/km - maio 2012 .................... 51 Referências ................................................................................................. 55 Anexos Tabela 1 - Custo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem ....... 60 Tabela 2 - Tempo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem ..... 61 Convenções .. ... x 0; 0,0; 0,00 -0; -0,0; -0,00 Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento; Não se aplica dado numérico; Dado numérico não disponível; Dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da informação; Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente positivo; e Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo. Listas Siglas das Unidades da Federação RO - Rondônia AC - Acre AM - Amazonas RR - Roraima PA - Pará AP - Amapá TO - Tocantins MA - Maranhão PI - Piauí CE - Ceará RN - Rio Grande do Norte PB - Paraíba PE - Pernambuco AL - Alagoas SE - Sergipe BA - Bahia MG - Minas Gerais ES - Espírito Santo RJ - Rio de Janeiro SP - São Paulo PR -Paraná SC - Santa Catarina RS - Rio Grande do Sul MS - Mato Grosso do Sul MT - Mato Grosso GO - Goiás DF - Distrito Federal 6 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Municípios das Capitais Porto Velho/Rondônia Rio Branco/Acre Manaus/Amazonas Boa Vista/Roraima Belém/Pará Macapá/Amapá Palmas/Tocantins São Luís/Maranhão Teresina/Piauí Fortaleza/Ceará Natal/Rio Grande do Norte João Pessoa/Paraíba Recife/Pernambuco Maceió/Alagoas Aracaju/Sergipe Salvador/Bahia Belo Horizonte/Minas Gerais Vitória/Espírito Santo Rio de Janeiro/Rio de Janeiro São Paulo/São Paulo Curitiba/Paraná Florianópolis/Santa Catarina Porto Alegre/Rio Grande do Sul Campo Grande/Mato Grosso do Sul Cuiabá/Mato Grosso Goiânia/Goiás Brasília/Distrito Federal Apresentação C om a presente publicação, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, através da Diretoria de Geociências, dá início à divulgação de estudos relacionados ao projeto Redes e Fluxos do Território, enfocando, neste volume, os fluxos aéreos. Com esta publicação, o IBGE aceita o desafio de contemplar uma das vertentes mais avançadas da análise geográfica na contemporaneidade, que é o de retratar a dinâmica das relações espaciais resultantes das inúmeras redes técnicas que transmitem informações, comando e poder para uma economia e uma sociedade reguladas, cada vez mais, de forma descentralizada. O projeto Redes e Fluxos do Território constitui uma linha de investigação permanente da Coordenação de Geografia do IBGE, que tem por objetivo analisar os relacionamentos e as ligações entre as cidades brasileiras, sua acessibilidade e a configuração espacial de suas trocas, quer de natureza material (pessoas, mercadorias, carga), quer imaterial (informações, ordens, dinheiro). Para tanto, o projeto é dividido em diversas edições temáticas, tentando dar conta, o máximo possível, dos diferentes fluxos que perpassam o território. O presente tema, primeira publicação do projeto, diz respeito às ligações aéreas e compara a posição de cada cidade brasileira na hierarquia urbana com a quantidade de passageiros e carga movimentados pelas suas ligações de transporte aeroviário, bem como tipifica sua acessibilidade em termos de custo e tempo das viagens. Futuramente, serão divulgados volumes específicos sobre gestão do território, ligações rodoviárias, comunicações, entre outros 8 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 temas, com periodicidade variável, de acordo com as necessidades de informações sobre esses fluxos. Longe de reproduzir os padrões locacionais herdados do projeto urbano-industrial dos Séculos XIX e XX, no mundo globalizado atual a “economia em rede” requer um acompanhamento constante das alterações ocorridas em um espaço geográfico cada vez mais fluido e competitivo. Os dados abarcados pelo projeto Redes e Fluxos do Território pretendem contribuir para a necessária atualização das informações geográficas, capazes de ajudar o IBGE a cumprir sua missão institucional, qual seja: Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento da sua realidade e ao exercício da cidadania. Na atualidade, retratar o presente e prospectar o futuro das nações e de seu espaço econômico baseia-se na sua capacidade de medir, mapear e analisar, continuamente, as mudanças operadas nos fluxos de pessoas, mercadorias, serviços, energia e, principalmente, de informações. Wadih João Scandar Neto Diretor de Geociências Introdução É conhecido o fato de as cidades, desde a emergência do processo de globalização, serem o ponto de apoio logístico dos fluxos internacionais de pessoas, mercadorias, dinheiro, informações, ordens, sediando as empresas privadas, bem como o aparato da máquina estatal. As redes aéreas são, no mínimo, parcialmente responsáveis pelo decréscimo das dificuldades impostas pela distância, o que é central para o momento econômico presente, baseado na criação, processamento e transmissão de informação e conhecimento. As ligações aéreas domésticas representam não só um importante meio clássico de interconexão entre cidades, mas também o braço, em escala nacional, da conectividade do território com os fluxos internacionais, sobretudo de pessoas. Elas agregam a movimentação de caráter doméstico com aquela oriunda do sistema internacional, desde que realizem uma conexão nos aeroportos brasileiros. Nesse sentido, as aglomerações urbanas formam uma hierarquia a partir das funções que oferecem, e as viagens aéreas refletem sua capacidade de atrair para si os consumidores, os encontros de negócios e os turistas. O presente trabalho visa caracterizar a posição das cidades brasileiras no sistema urbano nacional a partir do transporte aéreo, descrevendo e analisando seus fluxos de passageiros e carga. Além disso, busca-se avaliar a acessibilidade das cidades através dessa modalidade de transporte, verificando-se a relação entre o custo monetário e de tempo de viagem entre elas. Cabe salientar que o mero fato de uma cidade ser servida por um aeroporto já constitui uma manifestação de sua centralidade. Dos 5 565 municípios existentes no País em 2010, apenas 135 possuíam 10 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 um aeroporto, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Cada um desses aeroportos, então, conta com uma considerável área de influência, atraindo os usuários dispersos em seu entorno, conforme levantado pela pesquisa Regiões de Influência das Cidades 2007, realizada pelo IBGE (REGIÕES..., 2008). Em um contexto de crescente popularização da aviação comercial, as ligações aéreas representam um indicador do relacionamento entre os centros urbanos, propiciando, de maneira cada vez mais acessível, o transporte rápido a longas distâncias. Os fluxos derivados do transporte aéreo fornecem, assim, uma geografia da estrutura da rede urbana, dado que constituem um instrumento de realização das interações espaciais entre as cidades, sobretudo no que diz respeito às funções de alto nível (gestão de empresas, sede de companhias, prestadores de serviços avançados, representantes do aparelho de Estado etc.). Dessa forma, dada a relação dos fluxos aéreos com a rede urbana, o presente trabalho, além de realizar uma análise de um aspecto da realidade brasileira, também cumpre a função de servir de insumo para a próxima edição da pesquisa Regiões de Influência das Cidades, auxiliando a mostrar como a rede urbana se estrutura e operacionaliza as conexões entre cidades. Notas técnicas Bases de dados e metodologia O presente trabalho utiliza uma dupla base de dados. Primeiramente, a partir das informações presentes no Anuário do transporte aéreo 2010, da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, foi composta uma matriz de ligações origem-destino do transporte aéreo entre 135 cidades brasileiras com aeroportos entre si, para o ano de 2010. Essa informação ficou restrita ao território nacional e aos voos regulares registrados na ANAC, que estão decompostos em transporte de passageiros e carga. Uma vez que as viagens de ida e volta são habituais, resultando em uma significativa simetria dos volumes de fluxo e contrafluxo entre os pares de cidades, os dados estão agregados por par de ligação, não importando sua direção. Cabe salientar, entretanto, que essa simetrização não foi considerada na análise das ligações principais, que necessita usar o maior fluxo de saída de cada cidade. Os dados também foram agregados por Área de Concentração de População (ACP), conforme definidas por Castello Branco (2006), ou, quando não aplicáveis, por município. O valor das ligações foi somado no caso de o município ou área de concentração de população possuir mais de um aeroporto (com exceção da ligação Pelotas-Rio Grande (RS), em virtude de seus aeroportos estarem contabilizados de maneira individual no Anuário da ANAC). A matriz é composta por 877 pares de ligações, perfazendo um total de 71 750 986 de passageiros transportados e mais 434 mil toneladas de carga. Os dados dizem respeito ao trecho percorrido, registrando mais uma ligação no caso de haver conexões no transporte de 12 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 passageiro ou uso de hubs de carga no transporte de mercadorias. Dessa maneira, para uma viagem com origem em Vitória e destino em Cuiabá com uma conexão em Brasília, por exemplo, serão contadas duas ligações: uma Vitória-Brasília e outra Brasília-Cuiabá. Também foram levados em conta os dados históricos disponibilizados on-line pela ANAC desde 1972. Nesse caso, foram observados o ano inicial e mais dois anos por década, de forma a dar conta da evolução do transporte aéreo em 1975, 1980, 1985, 1990, 1995, 2000 e 2005. Somente foram levados em consideração os voos domésticos porque os dados de ligações internacionais estão agregados por país de procedência ou de destino, sendo de pouca utilidade para a avaliação da rede urbana e de cidades individuais. Entretanto, o trecho doméstico realizado em conexão pelo passageiro ou transporte de carga internacional estará contido na presente matriz de ligações1. Esses fatos são desvantagens inerentes à base de dados utilizada, já que a substituição de uma ligação direta entre duas cidades por duas ou três conexões pode refletir mais as estratégias de mercado das operadoras de transporte aéreo ou feições do setor de aviação comercial do que processos sociais de estruturação urbana, como notado por Derudder e Witlox (2005). Na prática, os centros que possuem a função de hub da aviação, realizando a redistribuição de passageiros e/ou carga, são superdimensionados pela quantidade de ligações aéreas que apresentam. Essas desvantagens, entretanto, não desqualificam o dado. Mesmo que um hub da aviação, servindo de ligação entre várias origens e destinos não esteja diretamente relacionado ao processo de urbanização, o volume de produtos e serviços que engendra tem potencial de exercer um forte impacto sobre as áreas urbanas adjacentes, o que o torna não desprezível do ponto de vista da centralidade (CATTAN, 1995; O’KELLY, 1998). Além disso, tal área pode servir como um fator de atração no momento da escolha de localização de negócios que utilizem significativamente o transporte aéreo. O conceito de rede geográfica, tal como descrito por Corrêa (1997), enquanto um conjunto de localizações sobre a superfície terrestre articulado por vias e fluxos, é uma ferramenta relevante de análise, por descrever a própria forma com que o fenômeno investigado se configura espacialmente. Uma das abordagens mais consolidadas para interpretar os padrões de interconexão desta natureza são as metodologias baseadas na Teoria dos Grafos, abordando as propriedades topológicas de ligações entre elementos puntiformes – no caso presente, as cidades brasileiras. A rede de transporte aéreo é uma das manifestações da rede urbana, um de seus aspectos indissociáveis, que operacionaliza as ligações entre os centros. Dessa maneira, cabe a utilização de conceitos provenientes das metodologias baseadas em grafos para descrever sua estrutura, que quantifiquem e permitam a identificação das associações mais intensas entre as cidades. Entre as diversas ligações partindo e chegando de uma cidade, a noção de ligação dominante, seu fluxo de maior valor, é a que permite definir o arcabouço da rede urbana e a hierarquia entre as cidades (NYSTUEN; DACEY, 1961). 1 A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO disponibiliza dados sobre a movimentação internacional de passageiros e carga, que mostram, inclusive, um aumento significativo desde 2003, porém, por não apresentar informações quanto a sua origem e destino, apenas os totais por aeroporto, eles não foram utilizados no presente estudo. Para informações complementares, consultar: ESTATÍSTICAS dos aeroportos. Brasília, DF: Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, [2013]. Disponível em: <http://www.infraero.gov.br/index.php/br/estatistica-dos-aeroportos.html>. Acesso em: abr. 2012. Notas técnicas __________________________________________________________________________________ Assim, uma cidade é considerada independente se seu fluxo dominante de saída for direcionado a uma cidade menor e é considerada subordinada se este se fizer rumo a uma cidade maior. O tamanho foi definido pelo total da movimentação de passageiros e carga em cada cidade. Vale a noção de transitividade, isto é, um encadeamento de subordinações onde, se a cidade “C” for subordinada à cidade “B”, e esta última, à cidade “A”, então “C” também será considerada como subordinada à “A”. Por fim, nenhuma cidade pode ser subordinada a um centro que já lhe é subordinado (RABINO; OCCELLI, 1997). Os fluxos dominantes definem os níveis hierárquicos. As cidades independentes constituem o primeiro nível, as cabeças de rede. Aquelas que lhes são diretamente subordinadas são o segundo nível. Aquelas que enviam seu fluxo dominante para estas últimas são o terceiro, e assim sucessivamente. Cabe salientar que a classificação de duas cidades em um mesmo nível hierárquico não implica que elas possuam similaridades demográficas ou funcionais, mas apenas que, topologicamente, se encontram na mesma posição no conjunto de ligações da rede especificamente tratada. Para diminuir a limitação dos dados oficiais, que prioriza seções das viagens aéreas mais do que os reais pares de origem e destino, utilizou-se a metodologia de Zook e Brunn (2005). Serão focados dois aspectos dos mais influentes quanto a qualquer discussão a respeito do setor de transporte aéreo: o custo e o tempo dos deslocamentos. Com o objetivo de avaliar a acessibilidade das cidades brasileiras através do transporte aéreo de passageiros em termos de custo monetário e de tempo das viagens, foi confeccionada uma segunda base de dados, compreendendo uma matriz que contém as 135 cidades com aeroportos como origem das viagens e as 23 capitais mais populosas, bem como Campinas (SP), como destino. Os dados foram levantados, ligação a ligação, utilizando-se o serviço de reservas de voos on-line Decolar.com durante o mês de outubro de 2011, selecionando-se a ligação aérea de menor preço e menor tempo (as duas não necessariamente no mesmo voo). Buscou-se sempre a viagem apenas de ida, de um adulto, desconsiderando-se o horário e os itinerários intermediários, como conexões. Por causa disso, o tempo das viagens de uma origem a um destino já incorpora o quanto foi gasto em esperas na conexão entre voos, bem como sua própria duração. Optouse por consultar os voos programados para sete meses a partir do dia do início da pesquisa, em uma data de meio da semana, dia 15 de maio de 2012, terça-feira. Esse procedimento visava padronizar o máximo possível o custo das viagens, diminuindo o efeito da flutuação de preços a curto prazo a que este mercado está submetido (período de férias, feriados, promoções, aumento de demanda nos fins de semana etc.). A pesquisa de voos via web tem suas limitações, uma vez que nem todos os aeroportos retornaram voos planejados para o dia selecionado. Quando isso aconteceu, realizou-se uma busca para os dias adjacentes, para verificar se em alguma cidade havia voos semanais programados para outros dias da semana além do pesquisado. Para os aeroportos que retornaram apenas voos parciais em relação às cidades pesquisadas, estabeleceu-se o critério de corte de 1/3 do total de ligações possíveis: menor que este patamar, a cidade foi considerada como “sem informação”. Os aeroportos que não retornaram resultados foram, assim, 59. Concentram-se, sobretudo, no Amazonas e no Pará e são, via de regra, aeroportos para aviões de pequeno porte e com pouca presença de voos regulares. 13 14 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Em seguida, foi realizada uma tipologia das cidades brasileiras baseada na média do custo e do tempo de viagem a partir das origens, classificadas em quintis: o primeiro quintil representando os centros mais baratos e rápidos, até o quinto, correspondente às cidades mais caras e demoradas para se iniciar uma viagem. Como parte dos custos das linhas áreas são fixos e fortemente associados à distância percorrida (como o gasto de combustível, por exemplo), procedeu-se a uma normalização das médias pela distância, considerada em linha reta entre cada par de cidade da matriz. Modelo gravitacional A observação da matriz de ligações aéreas reforça a percepção de que há uma relativa simetria entre os fluxos e seus contrafluxos e que essa interação entre as cidades é forte nas áreas de maior densidade demográfica – quanto mais populosa uma cidade, maior probabilidade terá de gerar tráfego de saída e entrada – e de maior proximidade entre si. Com efeito, ao relacionar a distância entre as cidades e o número de passageiros observados, nota-se uma correlação negativa, embora bastante imperfeita, notadamente nas cidades com maior quantidade de voos (Gráfico 1). Gráfico 1 - Correlação entre a distância e a quantidade de passageiros nas ligações com mais de 500 000 passageiros por ano - 2010 6 000 000 Passageiros por ano 5 000 000 4 000 000 3 000 000 2 000 000 1 000 000 0 500 1 000 1 500 2 000 2 500 3 000 Distância (km²) Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Esse fato levou à aplicação de um modelo gravitacional, de longa tradição na Geografia, de maneira a poder estimar o fluxo teórico entre duas aglomerações urbanas, comparando-o com os valores das ligações aéreas observados. Pode-se, com este método, avaliar quais são os pares de ligações cuja interação ocorre conforme o esperado, “naturalmente” segundo seu peso demográfico, se há alguma barreira diminuindo o potencial de interação, ou se sua interconexão está acima do esperado por algum motivo. Notas técnicas __________________________________________________________________________________ O modelo, então, prevê que a interação entre duas aglomerações será diretamente proporcional ao produto de suas massas, definidas de acordo com a natureza do fluxo, e inversamente proporcional a suas distâncias, de acordo com a fórmula (FOTHERINGHAM; BRUNDSON; CHARLTON, 2000; PUMAIN; SAINT-JULIEN, 2001): b1 Pi P j F ij =k b2 Dij Onde: Fij é o fluxo a ser estimado entre as cidades i e j; P é a população; D é a distância entre estes centros urbanos; k é um fator de escala para estabelecer uma relação comparável entre o valor do fluxo e o das massas; b1 representa o poder de atração das massas; e b2 representa a fricção da distância. No caso do transporte de passageiros, assumiu-se, quando possível, como massa a população das áreas de concentração de população onde o aeroporto se localizava, quando aplicável, de maneira a levar em consideração a aglomeração urbana real independentemente das divisões políticas municipais. Fora das áreas de concentração de população, foi utilizada a população do município. Para o transporte de carga, atribuiu-se à massa o Produto Interno Bruto - PIB municipal ou da área de concentração de população. Para a estimação dos parâmetros, foi realizada uma regressão linear com auxílio do sistema estatístico SAS, usando o fluxo de passageiros observado como variável dependente e o produto das massas (PiPj) e a distância Dij como variáveis independentes. O parâmetro k é o intercepto do eixo y (o valor da variável dependente quando as independentes são zero) e as potências b1 e b2 são dadas pelos coeficientes da equação da reta da regressão. Uma vez que a distribuição de população e renda é muito desigual no território e ocorrem valores extremos, tanto no transporte aéreo de passageiros como no de carga, foi feita a transformação dos valores para a escala logarítmica, a fim de estimar não os fluxos em si, mas sua intensidade relativa. Para aumentar a adequação do modelo gravitacional com o comportamento real dos fluxos aéreos, aplicou-se o algoritmo de Jenks2 na distribuição dos dados de passageiros e carga, removendo a primeira classe. As ligações de pequeno valor, mais sujeitas a flutuações fortuitas na dinâmica da interação espacial, são, por essa razão, mais imprevisíveis. No quesito passageiros, foram retiradas as ligações com menos de 20 313 passageiros para o ano de 2010, enquanto no quesito carga, foram removidas as ligações com uma movimentação menor que 226 160 kg no ano. 2 O algoritmo de otimização de Jenks é uma forma de classificação de uma distribuição de dados que identifica as quebras naturais no seu ordenamento, agrupando os valores mais próximos de si em uma mesma classe, ao mesmo tempo que maximiza as diferenças entre elas. 15 Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga A distribuição espacial da movimentação dos passageiros por aeroporto em 2010 mostra uma forte dissimetria entre as cidades, similar às diferenças demográficas e de hierarquia (Tabela 1). Com efeito, em uma análise bivariada entre a distribuição da população e a de passageiros, obteve-se um coeficiente R-quadrado de 0,93, significando uma altíssima correlação entre as duas variáveis. A posição hierárquica de uma cidade também influencia sua propensão a gerar tráfego aéreo tendo, grosso modo, uma correlação também positiva. Não é, portanto, surpreendente o fato de que os fluxos aéreos apresentem uma estrutura altamente polarizada, muito embora estejam presentes em escala nacional. Do total das conexões aéreas verificadas no País em 2010, compondo um total de 877 pares de ligações origemdestino entre cidades, praticamente 50% do tráfego de passageiros se concentrava em somente 24 pares. A ligação das seis metrópoles mais populosas do País com São Paulo era responsável por mais de 25% do total de passageiros transportados, conforme apresentado na Tabela 2. O transporte de carga por via aérea é ainda mais concentrado, em virtude dos custos elevados, com mais da metade do tráfego situado em apenas 10 pares de ligações. Somente a ligação São Paulo–Manaus abarcava mais de 20% do total da carga transportada em 2010 (Tabela 3). 18 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 7DEHOD0RYLPHQWRDpUHRWRWDOVHJXQGRRV PXQLFtSLRVGHPDLRUPRYLPHQWR Municípios de maior movimento Movimento aéreo total Passageiros São Paulo Rio de Janeiro Brasília Salvador Belo Horizonte Porto Alegre Recife Curitiba Fortaleza Campinas Vitória Manaus Belém Florianópolis Natal Cuiabá Goiânia Maceió Campo Grande 26 848 944 14 467 527 12 340 576 6 391 352 5 847 509 5 216 372 4 791 872 4 791 018 3 858 424 3 118 673 2 220 272 2 171 153 2 145 670 1 956 563 1 751 132 1 624 820 1 615 554 1 080 537 1 008 430 Carga (kg) 201 132 886 37 296 620 81 252 247 39 475 055 13 329 341 16 642 656 26 282 028 10 802 168 33 673 910 15 866 100 5 668 942 103 488 125 15 975 225 4 651 834 4 737 472 7 531 848 5 056 305 2 596 116 2 363 516 População em 2010 PIB 2009 (1 000 R$) 11 253 503 6 320 446 2 570 160 2 675 656 2 375 151 1 409 351 1 537 704 1 751 907 2 452 185 1 080 113 327 801 1 802 014 1 393 399 421 240 803 739 551 098 1 302 001 932 748 786 797 389 317 167 175 739 349 131 487 268 32 824 229 44 595 205 37 787 913 24 835 340 45 762 418 31 789 186 31 654 719 19 782 628 40 486 107 16 526 989 8 287 890 10 369 581 9 816 819 21 386 530 10 264 218 11 645 484 Hierarquia urbana Grande Metrópole Nacional Metrópole Nacional Metrópole Nacional Metrópole Metrópole Metrópole Metrópole Metrópole Metrópole Capital Regional A Capital Regional A Metrópole Metrópole Capital Regional A Capital Regional A Capital Regional A Metrópole Capital Regional A Capital Regional A Fontes: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013; Regiões de influência das cidades 2007. Rio de Janeiro: IBGE, 2008. Disponível em: <ftp://geoftp.ibge.gov.br/regioes_de_ influencia_das_cidades/>. Acesso em: abr. 2013; Produto interno bruto dos municípios 2005-2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. (Contas nacionais, n. 36). Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/pibmunicipios/2005_2009/ default.shtm>. Acesso em: abr. 2013; e Sinopse do censo demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/sinopse/default_sinopse.shtm >. Acesso em: abr. 2013. 7DEHOD0RYLPHQWRDpUHRGHSDVVDJHLURVVHJXQGRRVPXQLFtSLRV TXHFRUUHVSRQGHPDRVPDLRUHVSDUHVGHOLJDomR Municípios que correspondem aos 50% maiores pares de ligação São Paulo - Rio de Janeiro São Paulo - Brasília São Paulo - Porto Alegre São Paulo - Salvador São Paulo - Belo Horizonte São Paulo - Curitiba Rio de Janeiro - Brasília São Paulo - Recife São Paulo - Florianópolis Rio de Janeiro - Salvador Rio de Janeiro - Belo Horizonte São Paulo - Fortaleza Rio de Janeiro - Porto Alegre Brasília - Belo Horizonte São Paulo - Goiânia São Paulo - Vitória Rio de Janeiro - Recife Rio de Janeiro - Vitória Rio de Janeiro - Campinas Brasília - Salvador Rio de Janeiro - Curitiba São Paulo - Natal Brasília - Fortaleza Salvador - Recife Movimento aéreo de passageiros Percentual acumulado de passageiros (%) Passageiros 5 680 873 3 006 422 2 619 204 2 270 250 2 239 153 2 236 264 1 760 321 1 574 592 1 365 686 1 224 394 1 147 735 1 141 440 1 018 711 941 428 930 819 811 261 795 867 787 633 774 535 726 530 692 148 686 289 677 947 650 344 7,9 12,1 15,8 18,9 22,0 25,2 27,6 29,8 31,7 33,4 35,0 36,6 38,0 39,3 40,6 41,8 42,9 44,0 45,1 46,1 47,0 48,0 48,9 49,8 Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 19 7DEHOD0RYLPHQWRDpUHRGHFDUJDVVHJXQGRRVPXQLFtSLRV TXHFRUUHVSRQGHPDRVPDLRUHVSDUHVGHOLJDomR Municípios que correspondem aos 50% maiores pares de ligação São Paulo - Manaus São Paulo - Brasília São Paulo - Fortaleza São Paulo - Recife São Paulo - Salvador São Paulo - Porto Alegre São Paulo - Rio de Janeiro Brasília - Manaus Recife - Fortaleza São Paulo - Belo Horizonte Movimento aéreo de cargas Percentual acumulado de cargas (%) Carga (1 000 Kg) 99 344 22 120 21 492 17 085 16 390 11 839 9 768 9 541 7 557 5 985 22,8 27,9 32,9 36,8 40,6 43,3 45,5 47,7 49,5 50,8 Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. O mapeamento das ligações aéreas, tanto de passageiros quanto de carga, mostra uma alta conectividade das cidades brasileiras entre si (Mapa 1). A existência de ligações diretas entre a maioria das cidades, a despeito da forte variação de intensidade dos fluxos, confere um padrão aparente caótico das conexões. Topologicamente, de qualquer cidade com aeroporto, é possível acessar a outra diretamente, pois são poucos os centros que necessitam de mais de um passo para possuir ligações com as demais cidades da rede. Esses centros pouco conectados são aqueles com baixa movimentação de passageiros e estão concentrados principalmente na Região Norte. 20 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 1 - Ligações aéreas de passageiros - 2010 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 2010 BOA VISTA " " GUYANA RORAIMA AMAPÁ " " MACAPÁ EQUADOR EQUADOR " " " " " " MANAUS " " " " " " " FORTALEZA " " " " " " " " " " " P " " A R M A Z O " " N A " " " PIAUÍ " " " " " " " " " " PORTO VELHO TOCANTINS " " " " " " " " " " PALMAS " " RIO BRANCO " " RONDÔNIA " " " RECIFE PERNAMBUCO ALAGOAS MACEIÓ -10° B " " " " " " JOÃO PESSOA " " " " " " " NATAL PARAÍBA " " " " " " -10° " " " " " " " " " " RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ " " Fernando de Noronha " " S " " ACRE TERESINA MARANHÃO Á " " A SÃO LUÍS " " " " " " " " " " " " " " 0° BELÉM " " " " A H I A " " " " ARACAJU O " " SERGIPE " " " " " N " " GROSSO SALVADOR  MATO L " " T I " " C 0° Ú BRASÍLIA BOLIVIA CUIABÁ GOIÁS " " LA PAZ . ! " " " D.F. " " Porto Seguro " " " " " " " -20°00’ SÃO""PAULO E " " L " " IO " " ! ASUNCIÓN . " " " " " " Foz do Iguaçu " " " " " " " " " OC 150 km -3 0 ° -45°00’ -47°30’ -22°30’ ARGENTINA E AN O " "" " " " " " " " RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO TR ÓP ICO D E CAPR ICÓR N IO Passageiros (x 1.000 ) FLORIANÓPOLIS Até 50 RIO GRANDE DO SUL " " " 50 a 150 150 a 300 PORTO ALEGRE AT LÂNTICO 300 a 500 " " " " 500 a 1.000 -42°30’ 1.000 a 3.000 0 URUGUAY BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 5.680 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° Passageiros (x 1.000 ) SANTA CATARINA " " " " Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. . SANTIAGO ! -70° " " " " " " " " " " " RIO DE JANEIRO SÃO PAULO 75 " " SÃO PAULO " " " " " Campinas " " " " " " " " " " " " RIO DE JANEIRO C SÃO PAULO " VITÓRIA -2 0 ° " " " CURITIBA " ESPÍRITO SANTO " " " " " Campinas PARANÁ PARAG UAY " " O C E A N O " " " " " " " " " " " " " " " " " " RN CAPRICÓ " " MINAS GERAIS " " 0 " " " " " CAMPO GRANDE BELO HORIZONTE " " " " H DE " " " " I " " TR ÓPICO " P A C Í F I C O -2 0° " " BELO HORIZONTE " " " " " " " " MATO GROSSO DO SUL " " " MINAS GERAIS " " " " " " " " " " GOIÂNIA " " " " A R O C E A N O E T " " P -40° " " Até 1.000 " 1.000 a 2.500 " 2.500 a 5.000 " " 5.000 a 10.000 10.000 a 17.095 " -3 0 ° 32.208 -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ Um outro padrão que pode ser notado é o da continuidade da forma da rede de interconexões aéreas, que não apresenta grandes rupturas ao longo das décadas, notadamente a partir dos anos 1990. Isso é exatamente um reflexo do fato de as formas espaciais tenderem a se reproduzir no tempo, conferindo uma grande estabilidade evolutiva à rede urbana. Apesar da alta interconectividade a princípio, a prática da atividade da aviação visando a racionalidade econômica cria vias preferenciais, localizando seus equipamentos e centros operacionais em hubs em escala nacional. Nesse sentido, Brasília e São Paulo se destacam pelo alto número de ligações com o conjunto da rede. São Paulo é o grande concentrador dos fluxos em escala nacional, tendo ligações diretas com praticamente todas as cidades da rede, além de localizar historicamente funções econômicas de alto nível – serviços sofisticados, sedes de grandes companhias, indústria avançada, parte significativa do mercado financeiro do País etc. – e de possuir uma população de mais de 20 milhões de pessoas em sua área metropolitana. Brasília, por sua vez, além de ter uma posição mais central no território, tendo assim facilidade de acesso físico a todas as regiões, agrega a sede do poder público federal. A arquitetura de distribuição das ligações de passageiros também reforça a percepção clássica de que as ligações se fazem em função do tamanho populacional das cidades e de suas distâncias, já que são as capitais as maiores geradoras de fluxo. Nesse sentido, mantém-se como ligação principal de toda a rede o par São Paulo–Rio de Janeiro, representando as metrópoles de maior população e em relativa proximidade. A matriz de ligações de transporte de carga apresenta algumas particularidades, chamando a atenção o fato de a ligação de maior volume, bem acima do dobro da segunda maior, ser o par São Paulo–Manaus (Mapa 2). Isso se deve à presença da Zona Franca de Manaus, que tem nas empresas sediadas em São Paulo seu ponto de comando preferencial, assim como é seu principal mercado consumidor. Percebe-se a hegemonia econômica que a metrópole paulista exerce ao ser a principal origem e destino das maiores ligações de transporte aéreo de carga. Comparando com o transporte de passageiros, o Rio de Janeiro possui uma posição bem mais secundária na rede, registrando um volume de carga inferior aos volumes de Manaus, Brasília e Salvador. A aplicação da técnica dos fluxos principais indica, seguramente, que São Paulo é o grande centro independente no transporte de passageiros, subordinando praticamente o total das cidades que possuem aeroporto, quer direta ou indiretamente (Mapa 3). As ligações aéreas formam, portanto, um sistema integrado único, já que seus fluxos tendem a se direcionar para a cabeça da rede em uma estrutura arbórea clássica. A exceção é a cidade de Gurupi (TO), o único centro de nível 1 ao lado de São Paulo. Isso, porém, se deve apenas ao fato de sua ligação principal ser com uma cidade menor, São Félix do Araguaia (MT), compondo uma rede isolada junto com a cidade de Confresa (MT). Esse fato é interpretado, entretanto, como uma mera flutuação aleatória de pequenos números, sem grande significância para a rede urbana nacional. Outros exemplos de ligações dominantes inesperadas são Tartarugalzinho (AP)–São José do Rio Preto (SP) e Parauapebas (PA)–Belo Horizonte (MG), esta última relacionada com a estrutura interna da Companhia Vale do Rio Doce. 21 22 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 2 - Ligações aéreas de carga - 2010 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Carga 2010 BOA VISTA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM SÃO LUÍS MANAUS Santarém P A M A Z O N A A R FORTALEZA Á TERESINA MARANHÃO RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ NATAL S PIAUÍ PARAÍBA JOÃO PESSOA RECIFE ACRE PERNAMBUCO TOCANTINS PORTO VELHO ALAGOAS MACEIÓ RIO BRANCO PALMAS B A H I -10° A RONDÔNIA ARACAJU O -10° I C SERGIPE T GROSSO N MATO R Ú BRASÍLIA CUIABÁ A E T L  SALVADOR P D.F. GOIÁS . ! BOLIVIA GOIÂNIA MINAS GERAIS BELO HORIZONTE P A C Í F I C O MATO GROSSO DO SUL PR D E CA PARAG UAY -2 0 ° E RIO DE JANEIRO L Campinas PARANÁ IO ICÓ RN C O C E A N O VITÓRIA SÃO PAULO RIO DE JANEIRO CURITIBA ! ASUNCIÓN . H TR ÓPICO ESPÍRITO SANTO CAMPO GRANDE I -2 0° O C E A N O LA PAZ A R G E N T I N TR ÓP SÃO PAULO ICO D E CAPR A Carga (x 1.000 kg) FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA 252 a 500 RIO GRANDE DO SUL 500 a 1.000 1.000 a 2.500 PORTO ALEGRE 2.500 a 5.000 ICÓRN IO Carga (x 1.000 kg) Até 3.000 3.000 a 10.000 10.000 a 25.000 25.000 a 50.000 5.000 a 10.000 -3 0 ° 10.000 a 22.119 URU GUAY Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. ! SANTIAGO . -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 50.000 a 133.700 -3 0 ° 99.343 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 253.519 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. As sub-redes encabeçadas pelas capitais são caracterizadas pelo caráter intraestadual, com algumas exceções. Brasília é a cidade com a sub-rede mais complexa, subordinando a maior parte da Região Norte, mas também a própria Região Centro-Oeste e algumas capitais da Região Nordeste, reforçando seu papel como hub secundário da aviação. A rede liderada por Manaus constitui a exceção, pois subordina-se diretamente a São Paulo, o que se deve à natureza das relações econômicas da Zona Franca com o parque industrial da Região Sudeste. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 23 Quando comparada a um quadro anterior (MOTTA; OLIVEIRA, 2007), verifica-se o aumento da centralidade de Brasília, pois a sub-rede de Belém, anteriormente um centro independente, passou a subordinar-se a ela. Belém perde um pouco de sua centralidade no que se refere ao transporte de passageiros, uma vez que as cidades mineradoras do sudeste paraense ligam-se preferencialmente à Brasília e não à própria capital do estado. Mapa 3 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos principais - 2010 -70° -60° 0 # SURINAME Amajari C O L O M B I A BOA VISTA 0 # AMAPÁ 2 % M A Z O 0S # N A São Félix do Xingu Lábrea Humaitá 2 % 2 % Cruzeiro do Sul 0 # 2 % 2 % Ji-Paraná 2 % Juína 2 % 2 % 2 % P A C Í F I C O 0 # Rio Verde BOLIVIA PRICÓ D E CA BRASÍLIA " D.F. / 2 % GOIÂNIA " / 0 # " / MINAS GERAIS Diamantina Araxá BELO HORIZONTE São Sebastião do Paraíso São João del Rei O C E A N O " / Araçatuba São Carlos Marília Bauru Londrina TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO 200 km 0 # $ 1 SÃO PAULO 0 # Juiz de Fora " / 2 % Guanambi 0 # " / " / Campos dos Goytacazes 0 # 0 # 0 # 2 % -22°00’ Macaé 0 # PARAÍBA " JOÃO PESSOA 0 / # RECIFE " / 0 # PERNAMBUCO Caruaru ALAGOAS " MACEIÓ / SERGIPE "SALVADOR / 0Ilhéus # " Una / " Porto Seguro / URUGUAY BUENOS AIRES . ! MONTEVIDEO . ! -2 0 ° RIO DE JANEIRO TR ÓP ICO D E CAPR ICÓR NI O Legenda Hierarquia 1 $ " / # 0 0% # 2Rio Grande 0 -10° 0 ARACAJU # SÃO PAULO Guarapuava Pelotas A NO ATL ÂN TICO -60° A 0 # Paulo Afonso dos Reis SÃO PAULO Cascavel 0 " / Foz do Iguaçu # RIO DE JANEIRO ARGENTINA 0 # 0 # Montes Claros 0 # PORTO ALEGRE Armação dos Búzios Cabo Frio Fonte: ANAC - Agência de Nacional de Aviação Civil, 2010. ! SANTIAGO . -70° Vitória da Conquista " / CURITIBA " Joinville Chapecó 0Caçador / " Navegantes / 0 # # 0# Erechim Joaçaba 0 # " FLORIANÓPOLIS / 2 Santa Rosa% SANTA CATARINA 0 Passo # " / Santo Ângelo Fundo " / Criciúma " / Caxias do Sul 0 # 0UruguaianaSanta Maria # " RIO GRANDE DO SUL / . ASUNCIÓN ! ESPÍRITO SANTO RIO DE JANEIRO Angra dos Reis CE 0 # 0 # Janaúba $ 1 PARANÁ PARAG UAY Ipatinga Barbacena São José dos Campos O 50 100 Varginha -18°00’ Governador Valadares 0# # 0 " / Campinas PARANÁ 0 " / Barretos Ribeirão Preto Maringá -3 0 ° 0 # 0 # Patos de Minas Uberlândia São José do Rio Preto 0 # Janaúba Montes Claros Uberaba Presidente Prudente 0 # D.F. " / Caldas Novas 0 # I " NATAL / MINAS GERAIS " dePatos / Diamantina Minas 0 Governador # 0 # BELO "Uberlândia HORIZONTE Valadares / MATO GROSSO DO SUL 0 # Uberaba 0Araxá ESPÍRITO SANTO 0 # 0# # " / Ipatinga Barretos " / CAMPO Bonito Araçatuba 0Ribeirão # Preto GRANDE " / " / VITÓRIA 0 # Barbacena 0 # Varginha " / " / 0# # 0 Juiz de Fora São Carlos Presidente Bauru " / Prudente Campos dos Goytacazes " / " " " / 2 % 0 # // " / Macaé Dourados Marília 0 # RIO DE JANEIRO " / Maringá 0Armação dos Búzios # " # 0 0 "Angra/ 0 / # 0# # Campinas Cabo Frio Londrina Caldas Novas RNIO " / GOIÁS H GRANDE DO NORTE Campina Grande Lençóis Bom Jesus da Lapa BRASÍLIA Rondonópolis Rio Verde -45°00’ " / 0 0 # # 0 # " / 0 " / " # / " " / " / / " / " / 0 # SÃO PAULO TR ÓPICO 0 # CUIABÁ 0 # A Barreiras 0Minaçu # 0 # -50°00’ 0 # Petrolina B $ 1 GROSSO Corumbá GOIÂNIA 0 # Gurupi " / São Félix do Araguaia Sinop LA PAZ GOIÁS 0 # Juazeiro do Norte 0PALMAS # " / MATO Ú . ! -2 0° 0 # Confresa Juara 2 % R PIAUÍ TOCANTINS ! . 2 % Vilhena E 0Imperatriz # 0 # Conceição do Araguaia Santana do Araguaia Alta Floresta Aripuanã RONDÔNIA P 0 # Fernando de Noronha Mossoró RIO CEARÁ Araguaína 0% # 2 PORTO VELHO 0 # RIO BRANCO 0 # Parauapebas Ourilândia do Norte 2 % % 2 0 # MARANHÃO Marabá Redenção 0 # Boca do Acre -10° Á TERESINA O 0 # A R " / 2 % ! . P FORTALEZA Tucuruí Itaituba Manicoré A Eirunepé 2 % C 2 % Tabatinga ACRE 0 # SÃO LUÍS 0 # Altamira I Carauari 0 # Borba 2 % T 2 % 0 Santarém # N Coari 0 # Maués 0° L 0 # 2 % São Paulo de Olivença 0 # " / Tefé 0 # 2 % Oriximiná Parintins MANAUS Fonte Boa ! . Almeirim  0 # EQUADOR BELÉM T 2 % A 0 # 0Tartarugalzinho # MACAPÁ São Gabriel da Cachoeira Santa Isabel do Rio Negro Barcelos EQUADOR Ligações aéreas - Passageiros Fluxos principais 2010 GUYANE GUYANA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A O C E A N O . ! BOGOTÁ ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 1º Nível 2º Nível 3º Nível 2 % 4º Nível . ! 5º Nível -3 0 ° PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Como a rede urbana brasileira é muito interligada, restringir-se aos fluxos principais implica uma forte perda de informação. Dessa maneira, os fluxos secundários e terciários também serão verificados. 24 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Nos fluxos secundários de passageiros (o segundo maior fluxo da cidade “A” para a cidade “B”), é possível perceber que São Paulo passa a compartilhar o número de ligações com outros centros, sendo notável o aumento de importância do Rio de Janeiro (Mapa 4). Esta cidade passa a se caracterizar como o núcleo secundário por excelência na rede urbana brasileira, perdendo sua primazia dos períodos historicamente precedentes. Chama a atenção também o papel de Belém, que passa a capturar o tráfego proveniente da atividade mineradora do sudeste paraense. Brasília continua a manter uma importância relativa, sendo o destino secundário de São Paulo e outras cidades das Regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Mapa 4 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos secundários - 2010 -70° -60° 0 # SURINAME Amajari C O L O M B I A 0 # BOA VISTA AMAPÁ 2 % P A Z O 0S # N 2 % 0 # 2 % 0 # Ji-Paraná 2 % 2 % 2 % Alta Floresta 0 # 2 % " / MATO Ú $ 1 0 Rondonópolis # BOLIVIA GOIÂNIA 0 # " / GOIÁS H I 0 # 2 % Guanambi 0 # Vitória da Conquista 0 # Janaúba 0 # 0 # Montes Claros Caldas Novas 0 # PARAÍBA A " JOÃO PESSOA 0 / # RECIFE " / Caruaru# 0 PERNAMBUCO Campina Grande 0 # ALAGOAS " MACEIÓ / Paulo Afonso 0 # "SALVADOR / 0 Ilhéus # " Una / " Porto Seguro / P A C Í F I C O Corumbá -2 0° -50°00’ BRASÍLIA GOIÁS 0 # Rio Verde " D.F. / 0 # -45°00’ Janaúba " / GOIÂNIA 0 # Montes Claros Caldas Novas " / $ 1 MINAS GERAIS PARANÁ -18°00’ 0 # SÃO PAULO PARAG UAY Cascavel 0 # SÃO PAULO 0 # Guarapuava " / . ASUNCIÓN ! 0 # CURITIBA 0 # BELO " / " / Foz do Iguaçu HORIZONTE 0 # 0 # 0 # " Joinville " Chapecó / 0Caçador / # " / Navegantes 0 # # 0 0 # Erechim Joaçaba ESPÍRITO / " 0 # " / " / FLORIANÓPOLIS 2 % 0 # Santa Rosa SANTO Passo " / " SANTA CATARINA / 0 / # "Fundo 0# # 0 Santo Ângelo " / Criciúma " / Uruguaiana " / " / " " / 2 % " / / 0 Caxias do Sul # " / -22°00’ 0 # Santa Maria " / RIO GRANDE DO SUL 0 # RIO DE JANEIRO PORTO ALEGRE " / 0 # " # " / 0 0 / SÃO PAULO 0 # 0 # # Pelotas $ 1 0% # RIO DE JANEIRO PARANÁ 2Rio Grande SÃO PAULO PRICÓ D E CA TR ÓPICO Patos de Minas RNIO Uberlândia O C E A N O Uberaba São José do Rio Preto Araçatuba Presidente Prudente RIO DE JANEIRO TR ÓP ICO D E CAPR São Sebastião do Paraíso Varginha São João del Rei Hierarquia Barbacena Campos dos Goytacazes 1 $ Juiz de Fora Campinas " / # 0 Macaé Maringá Armação dos Búzios Londrina TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO -3 0 ° 0 50 100 O Legenda Barretos São Carlos Bauru ICÓRNI Araxá Ipatinga Ribeirão Preto Marília dos Reis -2 0 ° Governador Valadares Diamantina -10° 0 ARACAJU # MINAS GERAIS " dePatos / Diamantina Minas 0 Governador # 0 # Valadares BELO "Uberlândia HORIZONTE / 0 # MATO GROSSO DO SUL Uberaba 0Araxá ESPÍRITO SANTO 0 # 0# # " / Ipatinga Barretos " /CAMPO Bonito Araçatuba 0Ribeirão # Preto GRANDE " / " / VITÓRIA 0 Varginha # Barbacena 0 # " / "# / 0# 0 Juiz de Fora Dourados São Carlos Presidente " / Prudente " / " " / / 2 Campos dos Goytacazes % 0 # "/ " / Marília 0Macaé # Campinas RIO DE JANEIRO " / Maringá 0 # " Armação dos Búzios / 0 0 # # " / 0 # 0 Londrina # Angra Cabo Frio Rio Verde " NATAL / Lençóis Bom Jesus da Lapa D.F. " / RIO GRANDE DO NORTE SERGIPE BRASÍLIA CUIABÁ LA PAZ A Barreiras 0Minaçu # GROSSO 2 % Petrolina B Gurupi " / São Félix do Araguaia 2 % Sinop 2 % 0PALMAS # Confresa Juara 0 # TOCANTINS ! . 2 % Juína Vilhena . ! Juazeiro do Norte Conceição do Araguaia Aripuanã 0 # 0 # Mossoró PIAUÍ 0 # Araguaína 0% # 2 Santana do Araguaia RONDÔNIA R 0 # CEARÁ Redenção PORTO VELHO RIO BRANCO 0 # 0 # # 0Imperatriz Marabá Ourilândia do Norte 0 # Boca do Acre ACRE Humaitá 2 % % 2 Fernando de Noronha TERESINA MARANHÃO Parauapebas A " / 2 % Á São Félix do Xingu Cruzeiro do Sul E A R FORTALEZA Tucuruí ! . I M Lábrea 2 % P 2 % Itaituba O 0 # Manicoré A 0 # 0 # Maués Borba SÃO LUÍS 0 # Altamira C 2 % 2 % Eirunepé -10° " / Coari 2 % Santarém T 0 # Carauari Tabatinga 0 # MANAUS Tefé 2 % 0 # 2 % 0 # 0° L ! . São Paulo de Olivença 0 BELÉM # Almeirim Oriximiná Parintins Fonte Boa EQUADOR N 0 #  Barcelos T 2 % São Gabriel da Cachoeira 0Tartarugalzinho # MACAPÁ Santa Isabel do Rio Negro A 0 # EQUADOR Ligações aéreas - Passageiros Fluxos secundários 2010 GUYANE GUYANA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A O C E A N O . ! BOGOTÁ São José dos Campos Angra dos Reis Cabo Frio 200 km . SANTIAGO ! -70° ARGENTINA 0 URUGUAY Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 1º Nível 2º Nível 3º Nível 2 % 4º Nível . ! 5º Nível -3 0 ° PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 25 Os fluxos terciários do transporte aéreo de passageiros se caracterizam pela aparência mais caótica das ligações, com uma menor centralização em poucas cidades (Mapa 5). As ligações dominantes do quesito carga mostram uma maior centralização das sub-redes estaduais em São Paulo, com Brasília perdendo o papel de subordinador de parte das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (Mapa 6). Por outro lado, é maior o número de cidades independentes, fruto da maior complexidade das relações econômicas. Salienta-se, contudo, que o volume transportado pelas redes independentes possui uma ordem de grandeza bem inferior à encabeçada por São Paulo. Mapa 5 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos terciários - 2010 -70° -60° SURINAME 0 # Amajari C O L O M B I A 0 # BOA VISTA AMAPÁ 2 % Barcelos Z O 0 # 0 # 2 % % 2 0 # Juazeiro do Norte 0 # Alta Floresta 2 % 2 % 2 % RONDÔNIA 2 % MATO Ú $ 1 CUIABÁ 0 Rondonópolis # 0 # GOIÂNIA " / GOIÁS D.F. " / H I 0 # 2 % Guanambi 0 # Vitória da Conquista 0 # Janaúba 0 # 0 # Montes Claros Caldas Novas 0 # PARAÍBA A 0 # ALAGOAS " MACEIÓ / Paulo Afonso 0 # SERGIPE "SALVADOR / 0 Ilhéus # " Una / " Porto Seguro / Corumbá # 0 Bom Jesus da Lapa Minaçu onópolis Guanambi # 0 Vitória da Conquista # 0 Vitória da Conquista " / # 0 # 0 BRASÍLIAD.F. GOIÁS % 2 -45°00’ Guanambi E -2 0° " / GOIÂNIA # 0 # 0 " / " / Ilhéus Una Il U Janaúba Porto Seguro Montes Claros L P A C Í F I C O -50°00’ Po -18°00’ MINAS GERAIS " / # 0 # 0 BELO 0 " # / HORIZONTE # 0 O DO SUL 0 # 0 # 0# " / CAMPO " / GRANDE 0 ESPÍRITO " VITÓRIA "# 0 SANTO/ " / / "# / # 0# 0 " / " / " / " / / % 2 # 0 "/ " RIO DE JANEIRO # 0 " # / # 0 SÃO PAULO " # -22°00’ 0 0 " / 0 / # 0# PRICÓ D E CA Diamantina Patos de Minas Governador Valadares Uberlândia Uberaba Ribeirão Preto Presidente Prudente Dourados Barretos C O C E A N O Ipatinga São José do Rio Preto Araçatuba Marília Varginha Bauru Londrina TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO PARANÁ Campos dos Goytacazes Macaé Angra São José dos Campos dos Reis Cabo Frio 0 " Foz do Iguaçu # / Armação dos Búzios RIO DE JANEIRO Foz do Iguaçu Caçador b TR ÓP ICO D E CAPR CURITIBA 1 $ " / # 0 Caçador 0 URUGUAY . SANTIAGO ! -70° A R G E N T I N A BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! O Legenda 0% # 2Rio Grande Joinville ICÓRNI Hierarquia Pelotas Joinville Chapecó J RIO DE JANEIRO SÃO PAULO Guarapuava PORTO ALEGRE Curitiba -2 0 ° dos Reis SÃO PAULO Cascavel " CURITIBA / 0 50 100 200 km " / # 0 " / Fonte: ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. " / o Iguaçu -3 0 ° # 0 $ 1 SÃO PAULO Cascavel Guarapuava São João del Rei Barbacena Juiz de Fora Campinas Maringá # 0 São Sebastião do Paraíso São Carlos 0 # " / " Joinville / Chapecó Caçador 0 # " Navegantes 0 # # 0Joaçaba / Erechim 0 # " FLORIANÓPOLIS / 2 % Santa Rosa Passo SANTA CATARINA 0 / # "Fundo Santo Ângelo " Criciúma / Uruguaiana " / 0 Caxias do Sul # 0 # Santa Maria " RIO GRANDE DO SUL / . ASUNCIÓN ! Araxá o Grande $ 1 PARANÁ PARAGUAY H TR ÓPICO RNIO I mbá Caldas Novas Rio Verde -10° 0 ARACAJU # MINAS GERAIS " dePatos / Diamantina Minas 0 Governador # 0 # Valadares BELO "Uberlândia HORIZONTE / 0 # MATO GROSSO DO SUL Uberaba 0Araxá ESPÍRITO SANTO 0 # 0# # " / Ipatinga Barretos " CAMPO / Bonito Araçatuba 0Ribeirão # Preto GRANDE " / " / VITÓRIA 0 Varginha # Barbacena 0 # " / "# / 0# 0 Juiz de Fora Dourados São Carlos Presidente " / Prudente " " / " / / 2 Campos dos Goytacazes % 0 # "/ " / Marília 0Macaé # Campinas RIO DE JANEIRO " / Maringá 0 # " Armação dos Búzios / 0 0 # # " / 0 # 0 Londrina # Angra Cabo Frio Rio Verde " NATAL / " JOÃO PESSOA 0 / # RECIFE " / Caruaru# 0 PERNAMBUCO Lençóis Bom Jesus da Lapa BRASÍLIA 2 % BOLIVIA A Barreiras 0Minaçu # GROSSO LA PAZ Petrolina B Gurupi " / São Félix do Araguaia Sinop 2 % 0PALMAS # " / 2 % 0 # TOCANTINS Confresa Juara Juína Vilhena ! . 2 % 0 # RIO GRANDE DO NORTE Campina Grande Conceição do Araguaia Aripuanã Fernando de Noronha Mossoró PIAUÍ 0 # Araguaína 0% # 2 Santana do Araguaia Ji-Paraná . ! CEARÁ Redenção PORTO VELHO RIO BRANCO 0 # 0 # # 0Imperatriz Marabá Ourilândia do Norte 0 # 2 % 0 # Parauapebas A TERESINA MARANHÃO Á 0S # N Humaitá 2 % Boca do Acre R A R São Félix do Xingu ACRE E P FORTALEZA " / 2 % O A Lábrea Cruzeiro do Sul Tucuruí ! . I M 2 % P 2 % Itaituba C 0 # Manicoré A 0 # 0 # Maués Borba SÃO LUÍS 0 # Altamira T 2 % 2 % Eirunepé -10° " / Coari 2 % Santarém L 0 # Tefé Carauari Tabatinga 0 # MANAUS 2 % 0 # 2 % 0 # 0° N ! . São Paulo de Olivença 0BELÉM # Almeirim Oriximiná Parintins Fonte Boa EQUADOR  0 # T 2 % São Gabriel da Cachoeira 0Tartarugalzinho # MACAPÁ Santa Isabel do Rio Negro A 0 # EQUADOR Ligações aéreas - Passageiros Fluxos terciários 2010 GUYANE GUYANA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A O C E A N O . ! BOGOTÁ ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 1º Nível 2º Nível 3º Nível 2 % 4º Nível . ! 5º Nível -3 0 ° PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 26 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 O Rio de Janeiro envia seu fluxo principal a Salvador e não a São Paulo, uma vez que o custo do transporte aéreo associado à relativa proximidade daquelas duas metrópoles faz com que o transporte rodoviário seja uma opção mais viável para o deslocamento de mercadorias. O mesmo motivo faz cair a hierarquia de Campinas (SP), que passa a se ligar a Brasília e não diretamente a São Paulo. Uma outra feição geográfica notável é a Região Norte se caracterizar pela presença de diversos centros independentes, formando pequenas redes isoladas. O maior número de cidades de alto nível hierárquico, entretanto, não conduz a uma maior complexidade da rede urbana, pois elas não conseguem, nem de longe, concorrer com a centralidade de São Paulo. Elas formam apenas pequenas redes de baixa complexidade – possivelmente mais ligadas à logística e às necessidades operacionais do transporte de carga do que a processos econômicos espaciais de maior escala. Mapa 6 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos principais - 2010 -60° -70° # 0 SURINAME Amajari C O L O M B I A BOA VISTA # 0 2 % Barcelos $ 1 O Lábrea " / Cruzeiro do Sul " / $ 1 A 2 % 2 % Alta Floresta . ! $ 1 Ji-Paraná Juína " / Juara . ! . ! Sinop . ! 2 % Minaçu P A C Í F I C O PRICÓ D E CA TR ÓP ICO Caldas Novas " / MINAS GERAIS Diamantina O C E A N O Uberaba 2 % Araçatuba São Carlos Marília # 0 Campinas Londrina SÃO PAULO TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO PARANÁ 0 50 100 200 km $ 1 . ASUNCIÓN ! A ALAGOAS " / MACEIÓ 2 % # 0 Vitória da Conquista # 0 Janaúba # 0 Montes Claros # 0 SERGIPE " /SALVADOR " /Ilhéus # 0 Una # 0 Porto Seguro Caldas Novas Londrina Cascavel Guarapuava CURITIBA # 0 $ 1 dos Reis SÃO PAULO -10° # 0 ARACAJU -2 0 ° Cabo Frio RIO DE JANEIRO TR ÓP SÃO PAULO ICO D E CAPR ICÓRNI O Ipatinga Legenda Hierarquia Barbacena Varginha Juiz de Fora Campos dos Goytacazes 1 $ Macaé São José dos Campos Angra dos Reis SÃO PAULO A CE NO AT L ÂN TICO ARGENTINA " / # 0 Armação dos Búzios Cabo Frio Rio Grande Fonte: ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. ! SANTIAGO . -70° I # 0 Paulo Afonso São João del Rei O -3 0 ° Bauru PARANÁ PARAG UAY 2 % BELO HORIZONTE São Sebastião do Paraíso Ribeirão Preto -18°00’ Governador Valadares # 0 0 " / " / Foz do Iguaçu # # 0 / Joinville " / Chapecó #Caçador " " / Navegantes " / # 00 Joaçaba ESPÍRITO " / Erechim# 0 " / FLORIANÓPOLIS 0 Santa Rosa# SANTO SANTA CATARINA # 0 Passo "/ " / / " Santo Ângelo Criciúma # 0 " / Fundo " / " / Caxias do Sul " / -22°00’ # 0 # 0UruguaianaSanta Maria " / RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO / " PORTO ALEGRE " / " 1 / $ 2% " / Pelotas RIO DE JANEIRO # 0 # 0 Araxá Barretos São José do Rio Preto " " / / # 0 Patos de Minas Uberlândia Maringá Janaúba # 0 " / 0 # 0 # " " / / 0 " / " # / " " / " / / " / Presidente Prudente # 0 H PARAÍBA " / JOÃO PESSOA # 0 RECIFE # 0 PERNAMBUCO Caruaru 2 % # 0 MINAS GERAIS " / dePatos Diamantina Minas # 0 # 0 Governador 2 % Valadares BELO " / Uberlândia MATO GROSSO DO SUL 2 % Araxá HORIZONTE Uberaba # 0 ESPÍRITO SANTO # 0 # 0 " / Ipatinga Barretos Ribeirão CAMPO " / GRANDE Araçatuba " Bonito / Preto / VITÓRIA / 0 Varginha " Barbacena " 2 % " / " " /# / Juiz de Fora São Carlos Presidente Bauru " / /" Prudente " Campos dos Goytacazes / " / " / # 0 " / " /" / Macaé Dourados Marília Maringá " / # 0 RIO DE Campinas " Búzios /Angra$ / " / " 1 2%/ Armação dos JANEIRO " /" # 0 Rio Verde Montes Claros RNIO D.F. " / GOIÁS " / NATAL Campina Grande Lençóis Bom Jesus da Lapa Guanambi Corumbá # 0 2 % GOIÂNIA BOLIVIA -45°00’ A Barreiras BRASÍLIA . ! LA PAZ Rio Verde B Gurupi GROSSO Rondonópolis " D.F. / Petrolina São Félix do Araguaia 2 % CUIABÁ # 0 GOIÂNIA 2 % # 0PALMAS Ú -50°00’ BRASÍLIA # 0 $ 1 $ 1 # 0 Juazeiro do Norte TOCANTINS Confresa 2 % RIO GRANDE DO NORTE Mossoró PIAUÍ # 0 Santana do Araguaia Aripuanã MATO GOIÁS . ! Imperatriz CEARÁ Araguaína 2 % 2 % Conceição do Araguaia " / -2 0° # 0 Redenção VELHO . ! # 0 Fernando de Noronha TERESINA MARANHÃO Marabá Parauapebas Vilhena R Á São Félix do Xingu . ! Ourilândia do Norte RONDÔNIA E " / 2 % 2 % S " / Humaitá RIO BRANCO P A R # 0Manicoré N # 0 PORTO Boca do Acre ACRE -10° Z P FORTALEZA Tucuruí 2 % O A # 0 Borba 2 % Altamira Itaituba I # 0 M # 0 Maués SÃO LUÍS 2 % C # 0 2 % A " / Coari Carauari Eirunepé # 0 T 2 % 2 % São Paulo de Olivença Tabatinga 2 % L Tefé # 0 2 % Santarém Parintins MANAUS 0° N . ! Fonte Boa . ! Almeirim Oriximiná  " / EQUADOR BELÉM T " / Santa Isabel do Rio Negro # 0 # 0Tartarugalzinho MACAPÁ A $ 1 AMAPÁ São Gabriel da Cachoeira EQUADOR Ligações aéreas - Carga fluxos principais 2010 GUYANE GUYANA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A O C E A N O . ! BOGOTÁ 0 URUGUAY BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 1º Nível 2º Nível 3º Nível 2 % 4º Nível . ! 5º Nível -3 0 ° PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 27 Os fluxos secundários e terciários de carga assim como os de passageiros se caracterizam por uma aparência também mais caótica, porque, nos fluxos de menor importância, a centralização espacial tem um peso menor (Mapas 7 e 8). Mas, mesmo assim, percebe-se que várias capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus, Brasília e até São Paulo são o destino de um grande número de ligações, dada a atração de suas economias locais. Mapa 7 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos secundários - 2010 -70° -60° # 0 SURINAME Amajari C O L O M B I A # 0 AMAPÁ RORAIMA MACAPÁ 2 % Barcelos Carauari 2 % Tabatinga # 0 M A $ 1 Z O # 0 N A " / P $ 1 " Humaitá / 2 % 2 % . ! Ourilândia do Norte 2 % 2 % Conceição do Araguaia Santana do Araguaia Aripuanã Ji-Paraná # 0 Alta Floresta . ! $ 1 2 % . ! " / Juara . ! . ! . ! Juína MATO $ 1 $ 1 GOIÁS P A C Í F I C O -50°00’ BRASÍLIA PRICÓ D E CA " D.F. / # 0 Janaúba # 0 Montes Claros " / MINAS GERAIS # 0 Patos de Minas 2 % Uberlândia B 2 % -18°00’ Uberaba Governador Valadares Diamantina H I # 0 2 % Guanambi # 0 Vitória da Conquista BRASÍLIA "D.F. / A # 0Janaúba # 0Montes Claros # 0 PARANÁ PARAG UAY # 0 ALAGOAS " MACEIÓ / Paulo Afonso Londrina $ 1 dos Reis SÃO PAULO -10° # 0 ARACAJU SERGIPE "SALVADOR / " Ilhéus / # 0 Una # 0 Porto Seguro Caldas Novas Cascavel PARAÍBA " JOÃO PESSOA / 0 RECIFE Caruaru# 0 # PERNAMBUCO 2 % Lençóis Bom Jesus da Lapa # 0 Guarapuava " / 2 % . ASUNCIÓN ! BELO 0 " CURITIBA / " Foz do Iguaçu # / HORIZONTE 0 # 0 # 0 # " Joinville " / Chapecó # 0Caçador / " Navegantes / " / # 0 " / Erechim ESPÍRITO / " " / # 0 Joaçaba / " FLORIANÓPOLIS # 0 0 Santa Rosa# SANTO " Passo / " / SANTA CATARINA # 0 / "Fundo "/ / " Santo SÃO PAULO Criciúma # 0 " / Ângelo Uruguaiana " / " / " / " / " / " / / " -22°00’ # 0 Caxias do"Sul # 0 Santa Maria / RIO GRANDE DO SUL RIO DE JANEIRO " / PORTO ALEGRE # 0 " 2 %/ " 1 / " $ " / " / / Pelotas $ 1 RIO DE JANEIRO # 0 PARANÁ SÃO PAULO # 0Rio Grande 0 50 100 200 km TR ÓPICO A Barreiras GOIÂNIA # 0 Caldas Novas RNIO 2 % Petrolina Rio Verde -45°00’ # 0 GOIÂNIA # 0 Rio Verde BOLIVIA " NATAL / Campina Grande # 0 MINAS GERAIS " dePatos / Diamantina Minas Corumbá# 0 # 0 Governador 2 % Valadares "Uberlândia / BELO 2 % Araxá HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL Uberaba # 0 ESPÍRITO SANTO # 0 # 0 " / Ipatinga Barretos CAMPO Ribeirão " GRANDE Araçatuba / / Bonito " Preto " VITÓRIA / " "# 2 % Barbacena " / / / 0 Varginha / "/ " Juiz de Fora Dourados São Carlos Presidente " / Prudente Campos dos Goytacazes " / " " / / / # 0 " / "/ " Campinas Macaé Marília " Maringá / # 0 RIO DE Búzios "Angra$ " " / / 1 2%/" Armação dos JANEIRO "/ / . ! LA PAZ GOIÁS # 0 Juazeiro do Norte # 0 2 % Minaçu Rondonópolis -2 0° # 0 Gurupi 2 % RIO GRANDE DO NORTE Mossoró PIAUÍ # 0PALMAS GROSSO 2 %CUIABÁ CEARÁ TOCANTINS Ú . ! .Imperatriz ! São Félix do Araguaia Sinop " / # 0 Araguaína Confresa Fernando de Noronha TERESINA MARANHÃO Marabá Redenção Vilhena R Á São Félix do Xingu RONDÔNIA E A R Parauapebas S VELHO RIO BRANCO P Tucuruí # 0 PORTO " / Boca do Acre ACRE FORTALEZA " / 2 % Itaituba 2 % Lábrea Cruzeiro do Sul -10° # 0 2 % Manicoré A Eirunepé # 0 Maués Borba SÃO LUÍS 2 % Altamira O # 0 # 0 Coari Tefé # 0 C 2 % 2 % " / I São Paulo de Olivença # 0 2 % Santarém 2 % Parintins MANAUS T . ! . ! N Oriximiná Fonte Boa 0° BELÉM Almeirim  " / EQUADOR L " / T Santa Isabel do Rio Negro São Gabriel da Cachoeira # 0Tartarugalzinho A $ 1 EQUADOR Ligações aéreas - Carga Fluxos secundários 2010 GUYANE GUYANA BOA VISTA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A O C E A N O . ! BOGOTÁ -2 0 ° Cabo Frio RIO DE JANEIRO TR ÓP SÃO PAULO ICO D E CAPR ICÓR Araxá NI O O C E A N O Ipatinga São José do Rio Preto Araçatuba Presidente Prudente São Sebastião do Paraíso São João del Rei Barbacena Varginha Marília Bauru São José dos Campos Armação dos Búzios Cabo Frio Angra dos Reis O CE AN O ATLÂN TICO ARGENTINA 0 URUGUAY Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. ! SANTIAGO . -70° " / # 0 Macaé Londrina TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO 1 $ Campos dos Goytacazes Juiz de Fora São Carlos Campinas Maringá -3 0 ° Legenda Barretos Ribeirão Preto BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km Hierarquia 1º Nível 2º Nível 3º Nível 2 % 4º Nível . ! 5º Nível ( ! -3 0 ° 6º Nível PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 28 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Evolução histórica Na evolução das ligações históricas (Mapas 9 a 24), nota-se um quadro geral de estabilidade das relações, com concentração de fluxos na Região Sudeste, progressivamente aumentando seus volumes em direção à Região Sul e às capitais nordestinas. A permanência da geografia de distribuição dos fluxos é mais notória no transporte de carga, onde a relação de Manaus diretamente com o centro-sul chama a atenção, em virtude das necessidades das indústrias lá localizadas a partir de 1967, com a criação da Zona Franca. Contudo, importantes modificações são observadas. Primeiramente, nos anos iniciais pesquisados, há uma desproporcional concentração do fluxo de passageiros na ponte aérea Rio–São Paulo, enquanto as conexões com as outras cidades são bem fracas. Esta situação muda a partir dos anos 1980, ganhando força na década seguinte com o progressivo aumento de acesso a esta modalidade de transporte. Mapa 8 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos terciários - 2010 -70° -60° # 0 SURINAME Amajari C O L O M B I A # 0 AMAPÁ RORAIMA MACAPÁ 2 % Barcelos Carauari 2 % Tabatinga # 0 M A $ 1 Z O # 0 N A P $ 1 Á 2 % " Humaitá / 2 % ! . ! Imperatriz . Santana do Araguaia 2 % Alta Floresta ! . Juazeiro do Norte # 0 $ 1 TOCANTINS " / Juara ! . . ! ! . Juína MATO Ú GROSSO B GOIÁS A 2 % I # 0 2 % Guanambi # 0 D.F. " / A Vitória da Conquista # 0Janaúba # 0Montes Claros # 0 BOLIVIA GOIÂNIA Caldas Novas # 0 # 0 ALAGOAS " MACEIÓ / Paulo Afonso P A C Í F I C O -50°00’ BRASÍLIA GOIÁS PRICÓ D E CA # 0 -45°00’ Janaúba # 0 GOIÂNIA # 0 Montes Claros Caldas Novas # 0 Rio Verde " D.F. / " / MINAS GERAIS # 0 Patos de Minas RNIO 2 % -18°00’ PARAG UAY PARANÁ Londrina $ 1 dos Reis SÃO PAULO # 0 Guarapuava " / . ASUNCIÓN ! 2 % 0 BELO " CURITIBA / " Foz do Iguaçu # / HORIZONTE 0 # 0 # 0 # " Joinville " Chapecó / # 0Caçador / " Navegantes / " / # 0 " / Erechim ESPÍRITO / " # 0 Joaçaba / " / " FLORIANÓPOLIS # 0 0 Santa Rosa# SANTO Passo " / SANTA CATARINA " / # 0 / " " Fundo / " / Santo Criciúma SÃO PAULO # 0 " / Ângelo Caxias do Sul / Uruguaiana " " / " / " / " / " / / # 0 " -22°00’ # 0 Santa Maria " RIO GRANDE DO SUL / RIO DE JANEIRO " / PORTO ALEGRE # 0 " 2 %/ " 1 / " $ " / " / / Pelotas $ 1 # 0 RIO DE JANEIRO PARANÁ SÃO PAULO # 0Rio Grande 0 50 100 200 km TR ÓPICO Uberlândia O C E A N O Uberaba São José do Rio Preto Araçatuba Presidente Prudente Governador Valadares Diamantina Cascavel SERGIPE "SALVADOR / " Ilhéus / # 0 Una # 0 Porto Seguro Cabo Frio RIO DE JANEIRO TR ÓP ICO D E CAPR ICÓR NI O Araxá Ipatinga São Sebastião do Paraíso Varginha Legenda São João del Rei Hierarquia Barbacena Campos dos Goytacazes Marília 1 $ Juiz de Fora São Carlos Campinas Armação dos Búzios Cabo Frio Londrina TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO São José dos Campos Angra dos Reis AN O CE O ATLÂN TIC O ARGENTINA 0 URUGUAY Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. . SANTIAGO ! -70° " / # 0 Macaé Maringá -3 0 ° -2 0 ° SÃO PAULO Barretos Ribeirão Preto Bauru -10° # 0 ARACAJU Rio Verde -2 0° PARAÍBA " JOÃO PESSOA / 0 RECIFE Caruaru# 0 # PERNAMBUCO 2 % # 0 MINAS GERAIS " dePatos / Diamantina Minas Corumbá# 0 # 0 Governador 2 % Valadares " Uberlândia / Araxá BELO 2 % HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL Uberaba # 0 ESPÍRITO SANTO # 0 # 0 " / Ipatinga Barretos Ribeirão "CAMPO / Bonito Araçatuba " / Preto " VITÓRIA GRANDE / " "# 2 % Barbacena " / / / 0 Varginha / "/ " Juiz de Fora Dourados São Carlos Presidente " / Prudente Campos dos Goytacazes " / " " / / / # 0 " / "/ " Campinas Macaé Marília " Maringá / # 0 RIO DE Búzios "Angra$ " " / / 1 2%/" Armação dos JANEIRO "/ / ! . LA PAZ " NATAL / Campina Grande Lençóis Bom Jesus da Lapa BRASÍLIA Rondonópolis H Barreiras Gurupi 2 % Minaçu CUIABÁ 2 % $ 1 $ 1 Petrolina São Félix do Araguaia Sinop " / 2 % # 0PALMAS Confresa # 0 Mossoró PIAUÍ # 0 Ourilândia do Norte 2 % RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ Araguaína 2 % 2 % Conceição do Araguaia Vilhena . ! # 0 Redenção Aripuanã Ji-Paraná # 0 Fernando de Noronha TERESINA MARANHÃO Marabá Parauapebas RONDÔNIA R A R São Félix do Xingu VELHO RIO BRANCO E Tucuruí # 0 PORTO " / Boca do Acre ACRE P 2 % S FORTALEZA " / 2 % Itaituba Lábrea " / Cruzeiro do Sul -10° # 0 2 % Manicoré A Eirunepé # 0 Maués Borba SÃO LUÍS 2 % Altamira O # 0 # 0 Coari Tefé # 0 C 2 % 2 % " / # 0 2 % I São Paulo de Olivença Santarém 2 % Parintins MANAUS T ! . . ! N Oriximiná Fonte Boa 0° BELÉM Almeirim  " / EQUADOR L " / T Santa Isabel do Rio Negro São Gabriel da Cachoeira # 0Tartarugalzinho A $ 1 EQUADOR Ligações aéreas - Carga Fluxos terciários 2010 GUYANE GUYANA BOA VISTA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A O C E A N O . ! BOGOTÁ BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 1º Nível 2º Nível 3º Nível 2 % 4º Nível . ! 5º Nível -3 0 ° PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 29 Há também um progressivo deslocamento da cabeça da rede, do Rio de Janeiro para São Paulo. Nota-se que, até 1985, a metrópole carioca constituía o grande hub da aviação nacional, polarizando boa parte do tráfego vindo de Brasília e Belo Horizonte. Essa tendência é mais facilmente observada no transporte de carga, onde a hegemonia econômica de São Paulo se fez sentir mais rapidamente. É nos anos 1980, também, que se percebe, principalmente nas ligações de carga, a grande mudança estrutural da rede urbana brasileira: o redirecionamento dos fluxos da Região Norte diretamente de Manaus e Porto Velho para o centro-sul, contornando a ligação através de Belém. Mapa 9 - Ligações aéreas de passageiros - 1972 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 1972 BOA VISTA H ! ! H RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ H ! ! H MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM H ! ! H SÃO LUÍS H ! ! H MANAUS H ! ! H P A M A Z O N A FORTALEZA H ! ! H A R TERESINA MARANHÃO Á H ! S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ H ! PIAUÍ NATAL H ! VELHO H ! H ! B A H I ALAGOAS MACEIÓ -10° A H ! RONDÔNIA ARACAJU O RIO BRANCO SERGIPE I GOIÁS C H ! -10° JOÃO PESSOA ! H RECIFE ! H PERNAMBUCO H ! ! H PORTO ACRE PARAÍBA  N ! H ! H GROSSO R Ú CUIABÁ H ! ! H BRASÍLIA H ! ! H LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. ! H GOIÂNIA O C E A N O P T L MATO T SALVADOR MINAS GERAIS BELO HORIZONTE P A C Í F I C O PRICÓ D E CA SÃO PAULO E L C O C E A N O -2 0 ° ! H H ! PARANÁ RN IO SÃO PAULO ! H RIO DE JANEIRO H! ! H NITERÓI RIO DE JANEIRO GUANABARA TR ÓP A R G E N T I N ICO D E CAPR ! H ! H CURITIBA . ASUNCIÓN ! H TR ÓPICO ESPÍRITO SANTO H VITÓRIA ! ! H PARAG UAY I -2 0° H ! ! H H ! A H FLORIANÓPOLIS ! ! H ICÓRN IO Passageiros (x 1.000 ) SANTA CATARINA Até 50 RIO GRANDE DO SUL H ! ! H PORTO ALEGRE 50 a 150 150 a 300 300 a 500 500 a 1.000 -3 0 ° 1.232 URU GUAY Fonte: D.A.C. Departamento de Aviação Civil, 1972. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 -3 0 ° ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1972. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1973]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 30 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 10 - Ligações aéreas de passageiros - 1975 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 1975 BOA VISTA H ! ! H RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ H ! ! H MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM H ! ! H SÃO LUÍS H ! ! H MANAUS ! H ! H P A M A Z O N A FORTALEZA ! H ! H A R TERESINA MARANHÃO Á H ! S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ H ! PIAUÍ NATAL H ! H MACEIÓ ! ! H ALAGOAS VELHO H ! B A H I A H ! RONDÔNIA -10° ARACAJU O RIO BRANCO SERGIPE I GOIÁS C H ! -10° JOÃO PESSOA ! H RECIFE ! H PERNAMBUCO H ! ! H PORTO ACRE PARAÍBA T SALVADOR GROSSO  N H ! ! H R Ú CUIABÁ H ! ! H BRASÍLIA H ! ! H LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. ! ! H H GOIÂNIA MINAS GERAIS BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL P A C Í F I C O PRICÓ D E CA SÃO PAULO E -2 0 ° L ! H H ! PARANÁ RN IO C O C E A N O ESPÍRITO SANTO H VITÓRIA ! ! H RIO DE JANEIRO H RIO DE JANEIRO ! ! H SÃO PAULO TR ÓP A R G E N T I N ICO D E CAPR ! H ! H CURITIBA ! ASUNCIÓN . H TR ÓPICO PARAG UAY I -2 0° ! H ! H H ! CAMPO GRANDE O C E A N O P T L MATO A H FLORIANÓPOLIS ! ! H ICÓRN IO Passageiros (x 1.000 ) SANTA CATARINA Até 50 RIO GRANDE DO SUL ! H ! H PORTO ALEGRE 50 a 150 100 a 300 300 a 500 500 a 1.000 -3 0 ° 1.226 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1975. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 -3 0 ° ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1975. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1976]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 31 Mapa 11 - Ligações aéreas de passageiros - 1980 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 1980 BOA VISTA H ! ! H RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ H ! ! H MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM H ! ! H SÃO LUÍS H ! ! H MANAUS ! H ! H P A M A Z O N A FORTALEZA ! H ! H A R TERESINA ! H ! H MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ NATAL H ! ! H PIAUÍ H ! H MACEIÓ ! ! H ALAGOAS VELHO H ! B A H I A RONDÔNIA -10° H ARACAJU ! ! H O RIO BRANCO SERGIPE GROSSO  N H SALVADOR ! ! H R Ú CUIABÁ H ! ! H BRASÍLIA H ! ! H LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. ! H GOIÂNIA MINAS GERAIS BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL P A C Í F I C O PRICÓ D E CA E -2 0 ° ! H H ! L C O C E A N O ESPÍRITO SANTO H VITÓRIA ! ! H SÃO PAULO PARANÁ RN IO H ! ! H RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO SÃO PAULO TR ÓP A R G E N T I N ICO D E CAPR ! H ! H CURITIBA ! ASUNCIÓN . H TR ÓPICO PARAG UAY I -2 0° ! H ! H H ! CAMPO GRANDE O C E A N O P T L MATO T I GOIÁS C H ! -10° JOÃO PESSOA ! H RECIFE ! H PERNAMBUCO H ! ! H PORTO ACRE PARAÍBA A H FLORIANÓPOLIS ! ! H SANTA CATARINA ICÓRN IO Passageiros (x 1.000 ) RIO GRANDE DO SUL ! H ! H Até 50 50 a 150 PORTO ALEGRE 150 a 300 300 a 500 -3 0 ° 500 a 1.000 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1980. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 1.000 a 2.543 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1980. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1981]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 32 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 12 - Ligações aéreas de passageiros - 1985 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 1985 BOA VISTA H ! ! H RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ H ! ! H MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM H ! ! H Santarém ! H MANAUS ! H ! H M A Z O N A FORTALEZA ! H ! H P A SÃO LUÍS H ! ! H A R TERESINA ! H ! H MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ NATAL H ! ! H PIAUÍ PARAÍBA H ! ! H PORTO PERNAMBUCO H MACEIÓ ! ! H H ! ! H ARACAJU ALAGOAS H ! ! H H ! RIO BRANCO B A H I A RONDÔNIA -10° O VELHO SERGIPE I GOIÁS C ACRE -10° ! H JOÃO PESSOA ! H ! H RECIFE ! H T SALVADOR GROSSO  N H ! ! H R Ú CUIABÁ H ! ! H BRASÍLIA H ! ! H LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. ! H GOIÂNIA MINAS GERAIS BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL PARAG UAY L E ! H ! H H ! PARANÁ C O C E A N O -2 0 ° Campinas IO ICÓ RN ! ASUNCIÓN . A R G E N T I N Foz do Iguaçu ! H ESPÍRITO SANTO H VITÓRIA ! ! H SÃO PAULO H ! ! H RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO SÃO PAULO I PR D E CA CAMPO GRANDE H TR ÓPICO ! H ! H H ! ! H P A C Í F I C O -2 0° O C E A N O P T L MATO TR ÓP CURITIBA A ICO D E CAPR ! H ! H H FLORIANÓPOLIS ! ! H SANTA CATARINA ICÓRN IO Passageiros (x 1.000 ) RIO GRANDE DO SUL ! H ! H Até 50 PORTO ALEGRE 50 a 150 150 a 300 300 a 500 -3 0 ° 500 a 1.000 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1985. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 1.000 a 2.548 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1985. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1986]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 33 Mapa 13 - Ligações aéreas de passageiros - 1990 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A ! H GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 1990 BOA VISTA ! H RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ ! H ! H MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM ! H ! H FORTALEZA ! H P M A Z O N A SÃO LUÍS ! H!H ! H ! H Tabatinga A !!H H ! Santarém H MANAUS A R ! H ! H TERESINA MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ ! H NATAL ! H PIAUÍ PARAÍBA ! H ! H PORTO ACRE TOCANTINS ! H MACEIÓ ! H ALAGOAS VELHO ! H ! H RIO BRANCO -10° ! H JOÃO PESSOA ! H ! RECIFE ! H H PERNAMBUCO ! H PALMAS B A H I -10° ! H ARACAJU ! H A RONDÔNIA O ! H Cruzeiro do Sul N SALVADOR R Ú Ilhéus CUIABÁ ! H ! H BOLIVIA ! H ! H P A C Í F I C O ! H ! H E L Londrina ! H ! Bauru H H Campinas ! ! ! H H ! H PARANÁ -2 0 ° RIO DE JANEIRO ! H !RIO DE JANEIRO H SÃO PAULO I RN IO C O C E A N O ! H ESPÍRITO SANTO ! H VITÓRIA ! H SÃO PAULO . ASUNCIÓN ! H PRICÓ D E CA ! H ! H Araçatuba Ribeirão Preto CAMPO GRANDE PARAG UAY BELO HORIZONTE Uberlândia MATO GROSSO DO SUL TR ÓPICO MINAS GERAIS GOIÂNIA Corumbá -2 0° D.F. ! H ! H ! H LA PAZ . ! ! H ! Una H BRASÍLIA GOIÁS A R G E N T I N A E O C E A N O P T L ! H ! H  GROSSO T I C SERGIPE MATO Foz do Iguaçu ! H TR ÓP ICO D E CAPR ! H ! H ! Joinville H ! H Navegantes ! H FLORIANÓPOLIS ! H CURITIBA A ICÓRN IO Passageiros (x 1.000) SANTA CATARINA Caxias do Sul ! H ! H ! H PORTO ALEGRE Até 50 RIO GRANDE DO SUL 50 a 150 150 a 300 300 a 500 500 a 1.000 -3 0 ° 1.000 a 3.000 0 URU GUAY -3 0 ° ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1990. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1991]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 34 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 14 - Ligações aéreas de passageiros - 1995 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 1995 BOA VISTA H ! ! H RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ H ! ! H MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM Almeirim Santarém ! H MANAUS H ! ! H P A M A Z O N A !!H H ! H SÃO LUÍS !!H H ! H Altamira A R FORTALEZA ! H ! H H ! ! H TERESINA MARANHÃO Á S Fernando de Noronha ! H RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ H NATAL ! ! H PIAUÍ PARAÍBA H ! ! H ! H H ! ! H ARACAJU ALAGOAS H MACEIÓ ! Petrolina H ! RIO BRANCO PERNAMBUCO ! H TOCANTINS VELHO PALMAS B A H I A RONDÔNIA -10° O H ! ! H PORTO ACRE -10° H JOÃO PESSOA ! ! H RECIFE H ! ! H GROSSO T I C SERGIPE  N !!H SALVADOR H R Ú CUIABÁ H ! ! H H ! ! H ! H Ipatinga BELO HORIZONTE ! H CAMPO P A C Í F I C O E Bauru L Campinas C O C E A N O Londrina Maringá RN IO -2 0 ° RIO DE JANEIRO H ! ! H RIO DE JANEIRO TR ÓP ICO D E CAPR SÃO PAULO CURITIBA Foz do Iguaçu H ! ! H ! H ! H H FLORIANÓPOLIS ! ! H ! H ESPÍRITO SANTO !!H VITÓRIA H SÃO PAULO PARANÁ ! ASUNCIÓN . Porto Seguro Ribeirão Preto Presidente Prudente I PRICÓ D E CA ! H ! H ! H ! H ! H ! H H !! H H ! ! H ! H H ! ! H Araçatuba GRANDE PARAG UAY H TR ÓPICO São José do Rio Preto H ! ! H MINAS GERAIS GOIÂNIA BOLIVIA MATO GROSSO DO SUL -2 0° Ilhéus D.F. LA PAZ . ! ! H BRASÍLIA GOIÁS A E O C E A N O P T L MATO ICÓRN IO Joinville A R G E N T I N Navegantes A Passageiros (x 1.000) SANTA CATARINA ! H H ! ! H PORTO ALEGRE Caxias do Sul Até 50 RIO GRANDE DO SUL 50 a 150 150 a 300 300 a 500 500 a 1.000 -3 0 ° 1.000 a 3.000 0 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! -3 0 ° ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1995. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1996]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 35 Mapa 15 - Ligações aéreas de passageiros - 2000 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A ! H GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 2000 BOA VISTA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ ! H MACAPÁ EQUADOR EQUADOR 0° BELÉM ! H ! H ! H SÃO LUÍS ! H Parintins MANAUS ! H Coari ! H ! H P A M A Z O N A FORTALEZA ! H Altamira A R Marabá Á MARANHÃO ! H !Imperatriz H S ! H TERESINA ! NATAL H Juazeiro do Norte ! H ! H ! H PORTO Cruzeiro do Sul ACRE ! H -10° ! H RIO BRANCO PALMAS B A H I PARAÍBA !JOÃO PESSOA H ! H RECIFE PERNAMBUCO ! H Petrolina TOCANTINS VELHO ! H RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ PIAUÍ Fernando de Noronha ! H MACEIÓ ! H ARACAJU ALAGOAS A RONDÔNIA -10° O Almeirim Ú CUIABÁ ! H GOIÁS LA PAZ . ! BOLIVIA D.F. ! H ! H MINAS GERAIS GOIÂNIA ! H ! H Uberlândia ! H P A C Í F I C O L E PARAG UAY RN IO I PRICÓ D E CA CAMPO GRANDE C O C E A N O H TR ÓPICO A R G E N T I N BELO HORIZONTE A São José do Rio Preto Araçatuba PORTO ALEGRE N  L Ilhéus ! H ! H ! H Porto Seguro Una ESPÍRITO SANTO ! H ! H Ipatinga São João del Rei ! H ! H VITÓRIA ! H ! H ! Juiz de Fora H Ribeirão SÃO PAULO Preto ! H ! H Bauru RIO DE JANEIRO Maringá ! H ! HRIO DE JANEIRO HLondrina Campinas ! ! H! H SÃO PAULO Cascavel PARANÁ ! H CURITIBA ASUNCIÓN . ! ! !Foz do Iguaçu H H Joinville! H Chapecó H Navegantes! ! H ! H FLORIANÓPOLIS Caxias do Sul SANTA CATARINA ! HCriciúma ! H RIO GRANDE DO SUL ! H Uberaba MATO GROSSO DO SUL -2 0° ! H BRASÍLIA T R Vitória da Conquista A E ! H SALVADOR O C E A N O P GROSSO T I C SERGIPE MATO -2 0 ° TR ÓP ICO D E CAPR ICÓRN IO Passageiros (x 1.000) Até 50 50 a 150 150 a 300 300 a 500 500 a 1.000 -3 0 ° 1.000 a 3.000 0 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 4.082 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2000. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2001]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 36 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 16 - Ligações aéreas de passageiros - 2005 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Passageiros 2005 BOA VISTA ! H RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ MACAPÁ ! H EQUADOR MANAUS ! H Tabatinga ! H ! H ! H Tefé Coari ! H P A M A Z O N A ! H ! H Santarém Parintins EQUADOR SÃO LUÍS ! H Altamira ! H A R 0° BELÉM FORTALEZA ! H Marabá Á ! H ! H ! H TERESINA MARANHÃO Imperatriz S Fernando de Noronha ! H RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ ! NATAL H PIAUÍ PARAÍBA Campina Grande ! H PORTO ACRE ! H -10° ! Petrolina H TOCANTINS ! H VELHO RIO BRANCO PALMAS B A H I A RONDÔNIA !JOÃO PESSOA ! H H ! H RECIFE PERNAMBUCO ! H MACEIÓ ! ARACAJU H ALAGOAS -10° O ! H Cruzeiro do Sul GROSSO T I C SERGIPE  N ! SALVADOR H R Ú CUIABÁ ! H MATO GROSSO DO SUL ! H P A C Í F I C O CAMPO GRANDE L E PARAG UAY ! Barretos ! HH ! H Ribeirão Preto ! ! H H! H Maringá Bauru H HLondrina Campinas! ! H! ! H PARANÁ ! H ! H ! Ipatinga H ESPÍRITO SANTO !VITÓRIA H -2 0 ° ! H RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO SÃO PAULO RNIO SÃO PAULO Foz do Iguaçu . ASUNCIÓN ! H C O C E A N O Governador Valadares BELO HORIZONTE São José do Rio Preto Presidente Prudente Marília I PRICÓ D E CA ! H MINAS GERAIS Caldas Novas ! H TR ÓPICO Montes Claros GOIÂNIA BOLIVIA Corumbá -2 0° D.F. ! H ! H ! H ! H Uberlândia LA PAZ . ! !Ilhéus H ! Una H !Porto Seguro H BRASÍLIA GOIÁS A E O C E A N O P T L MATO ! H ! H A ICO D E CAPR ICÓR CURITIBA Chapecó A R G E N T I N TR ÓP ! H Joinville ! H Navegantes H ! ! H FLORIANÓPOLIS ! H Passo Fundo NI O Passageiros (x 1.000 ) SANTA CATARINA ! H ! H Caxias do Sul Até 50 RIO GRANDE DO SUL 50 a 150 150 a 300 PORTO ALEGRE 300 a 500 500 a 1.000 -3 0 ° 1.000 a 3.000 0 URU GUAY Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 3.823 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2005. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2006]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 37 Mapa 17 - Ligações aéreas de carga - 1972 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Carga 1972 BOA VISTA H ! " J RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ MACAPÁ H ! " J EQUADOR EQUADOR H ! " J SÃO LUÍS H ! " J MANAUS H ! " J M A Z O N A FORTALEZA H ! " J P A 0° BELÉM A R TERESINA H ! " J MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ H NATAL ! " J PIAUÍ PARAÍBA H ! " J PORTO ALAGOAS H MACEIÓ ! " J VELHO B A H I A -10° H ARACAJU ! " J RONDÔNIA O H ! " J RIO BRANCO SERGIPE I GOIÁS C ACRE -10° H JOÃO PESSOA ! " J H RECIFE ! " J PERNAMBUCO T SALVADOR GROSSO  N " J R Ú CUIABÁ BRASÍLIA H ! " J H ! " J LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. H ! " J O C E A N O P T L MATO GOIÂNIA MINAS GERAIS BELO HORIZONTE P A C Í F I C O H ! " J PRICÓ D E CA E L " J H ! PARANÁ RN IO C O C E A N O -2 0 ° RIO DE JANEIRO SÃO PAULO A R G E N T I N H! ! HNITERÓI " J RIO DE JANEIRO GUANABARA TR ÓP ICO D E CAPR ICÓR CURITIBA H ! " J . ASUNCIÓN ! H TR ÓPICO SÃO PAULO PARAG UAY I -2 0° ESPÍRITO SANTO H VITÓRIA ! " J A H FLORIANÓPOLIS ! " J N IO Carga (x 1.000 kg) SANTA CATARINA 100 a 500 RIO GRANDE DO SUL H ! " J PORTO ALEGRE 500 a 1.000 1.000 a 2.500 2.500 a 5.000 5.000 a 10.000 -3 0 ° 10.597 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1972. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 -3 0 ° ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1972. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1973]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 38 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 18 - Ligações aéreas de carga - 1975 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Carga 1975 BOA VISTA H ! " J RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ MACAPÁ H ! " J EQUADOR EQUADOR H ! " J SÃO LUÍS H ! " J MANAUS H ! " J M A Z O N A FORTALEZA H ! " J P A A R TERESINA H ! " J MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ NATAL H ! " J PIAUÍ H ! JOÃO PESSOA ALAGOAS H MACEIÓ ! " J VELHO H ! B A H I A -10° H ARACAJU ! " J RONDÔNIA O RIO BRANCO SERGIPE I GOIÁS C H ! " J -10° PARAÍBA H RECIFE ! " J PERNAMBUCO H ! " J PORTO ACRE 0° BELÉM T SALVADOR GROSSO  N H ! " J R Ú CUIABÁ BRASÍLIA H ! " J H ! " J LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. " J GOIÂNIA MINAS GERAIS BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL P A C Í F I C O PRICÓ D E CA SÃO PAULO E -2 0 ° L " J H ! PARANÁ RN IO C O C E A N O ESPÍRITO SANTO H VITÓRIA ! " J RIO DE JANEIRO ! ASUNCIÓN . H TR ÓPICO PARAG UAY A R G E N T I N H ! " J RIO DE JANEIRO SÃO PAULO I -2 0° H ! " J H ! CAMPO GRANDE O C E A N O P T L MATO TR ÓP ICO D E CAPR ICÓR CURITIBA H ! " J A H FLORIANÓPOLIS ! " J N IO Carga (x 1.000 kg) SANTA CATARINA 100 a 500 RIO GRANDE DO SUL H ! " J PORTO ALEGRE 500 a 1.000 1.000 a 2.500 2.500 a 5.000 5.000 a 10.000 -3 0 ° 11.931 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1975. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 -3 0 ° ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1975. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1976]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 39 Mapa 19 - Ligações aéreas de carga - 1980 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Carga 1980 BOA VISTA H ! " J RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ MACAPÁ H ! " J EQUADOR EQUADOR H ! " J SÃO LUÍS H ! " J MANAUS H ! " J M A Z O N A FORTALEZA H ! " J P A 0° BELÉM A R TERESINA H ! " J MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ NATAL H ! " J PIAUÍ PARAÍBA H ! " J PORTO ALAGOAS H MACEIÓ ! " J VELHO H ! B A H I A -10° H ARACAJU ! " J RONDÔNIA O H ! " J RIO BRANCO SERGIPE I GOIÁS C ACRE -10° H JOÃO PESSOA ! " J H RECIFE ! " J PERNAMBUCO T SALVADOR GROSSO  N H ! " J R Ú CUIABÁ BRASÍLIA H ! " J H ! " J LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. " J GOIÂNIA MINAS GERAIS BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL P A C Í F I C O PRICÓ D E CA SÃO PAULO E -2 0 ° L " J H ! PARANÁ RN IO C O C E A N O ESPÍRITO SANTO H VITÓRIA ! " J RIO DE JANEIRO H ! " J RIO DE JANEIRO SÃO PAULO TR ÓP A R G E N T I N ICO D E CAPR ICÓR H ! " J CURITIBA ! ASUNCIÓN . H TR ÓPICO PARAG UAY I -2 0° H ! " J H ! CAMPO GRANDE O C E A N O P T L MATO A H FLORIANÓPOLIS ! " J N IO Carga (x 1.000 kg) SANTA CATARINA 100 a 500 RIO GRANDE DO SUL H ! " J PORTO ALEGRE 500 a 1.000 1.000 a 2.500 2.500 a 5.000 5.000 a 10.000 -3 0 ° 10.000 a 20.000 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1980. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 21.966 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1980. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1981]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 40 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 20 - Ligações aéreas de carga - 1985 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A " J GUYANE Ligações aéreas - Carga 1985 BOA VISTA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ MACAPÁ " J EQUADOR EQUADOR " J Santarém " J MANAUS " J M A Z O N A SÃO LUÍS " J FORTALEZA " J P A 0° BELÉM A R TERESINA " J MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ " J NATAL PIAUÍ PARAÍBA " J PORTO ACRE ALAGOAS VELHO " J -10° " J JOÃO PESSOA RECIFE " J PERNAMBUCO " J MACEIÓ RIO BRANCO B A H I A -10° " J ARACAJU RONDÔNIA O " J Cruzeiro do Sul I GOIÁS SALVADOR T GROSSO C SERGIPE  N " J R Ú CUIABÁ BRASÍLIA " J " J GOIÂNIA LA PAZ . ! BOLIVIA A E D.F. " J MINAS GERAIS BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL PARAG UAY SÃO PAULO E L Campinas PARANÁ Foz do Iguaçu C O C E A N O -2 0 ° " J Presidente Prudente IO ICÓ RN ESPÍRITO SANTO " J VITÓRIA " J " J SÃO PAULO RIO DE JANEIRO " J RIO DE JANEIRO I PR D E CA CAMPO GRANDE ! ASUNCIÓN . H TR ÓPICO " J " J P A C Í F I C O -2 0° O C E A N O P T L MATO A R G E N T I N " J TR ÓP ICO D E CAPR " J CURITIBA A " J FLORIANÓPOLIS ICÓRN IO Carga (x 1.000 kg) SANTA CATARINA 100 a 500 RIO GRANDE DO SUL " J PORTO ALEGRE 500 a 1.000 1.000 a 2.500 2.500 a 5.000 5.000 a 10.000 -3 0 ° 10.000 a 20.000 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1985. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 20.000 a 49.838 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1985. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1986]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. -3 0 ° Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 41 Mapa 21 - Ligações aéreas de carga - 1990 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A " J GUYANE Ligações aéreas - Carga 1990 BOA VISTA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ GUYANA AMAPÁ MACAPÁ " J EQUADOR " J Santarém MANAUS " J Coari " J A M A Z O P N A A R EQUADOR " J " J 0° BELÉM SÃO LUÍS " J Altamira FORTALEZA " J Á S TERESINA " J MARANHÃO " J " J Imperatriz Marabá RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ " J NATAL PIAUÍ PARAÍBA " J PORTO Cruzeiro do Sul ACRE " J Petrolina TOCANTINS VELHO " J -10° RIO BRANCO " JJOÃO PESSOA RECIFE " J PERNAMBUCO PALMAS B A H I A ALAGOAS " J MACEIÓ -10° " J ARACAJU RONDÔNIA O " J I C SERGIPE GROSSO T SALVADOR  N " J R Ú Ilhéus CUIABÁ GOIÁS " J LA PAZ . ! " J BRASÍLIAD.F. " J BOLIVIA " J MINAS GERAIS GOIÂNIA Corumbá " J " J Uberlândia MATO GROSSO DO SUL P A C Í F I C O PR D E CA PARAG UAY E L Londrina C O C E A N O " J Campinas PARANÁ IO ICÓ RN . ASUNCIÓN ! A R G E N T I N ESPÍRITO SANTO " J VITÓRIA -2 0 ° SÃO PAULO H TR ÓPICO " J CAMPO GRANDE RIO DE JANEIRO " J RIO DE JANEIRO TR ÓP Foz do Iguaçu " J " J " J SÃO PAULO I -2 0° BELO HORIZONTE " J A E O C E A N O P T L MATO CURITIBA A ICO D E CAPR " J " J Joinville " J Navegantes " J FLORIANÓPOLIS ICÓRN IO Carga (x 1.000 kg) SANTA CATARINA 100 a 500 RIO GRANDE DO SUL " J PORTO ALEGRE 500 a 1.000 1.000 a 2.500 2.500 a 5.000 5.000 a 10.000 -3 0 ° 10.000 a 20.000 0 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 20.000 a 70.297 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1990. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1991]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 42 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 22 - Ligações aéreas de carga - 1995 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A H ! " J GUYANE Ligações aéreas - Carga 1995 BOA VISTA RORAIMA GUYANA AMAPÁ MACAPÁ H ! " J EQUADOR EQUADOR " J!H Santarém " J MANAUS " J H ! Coari " J A Eirunepé M A Z O P N A SÃO LUÍS " J!H Altamira " J A R FORTALEZA H ! " J TERESINA H ! " J MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ H NATAL ! " J PIAUÍ " J PARAÍBA " J Cruzeiro do Sul H ! " J PORTO ACRE H JOÃO PESSOA ! " J RECIFE H ! " J PERNAMBUCO " J Petrolina TOCANTINS VELHO H ! " J RIO BRANCO -10° 0° BELÉM H ! PALMAS B A H I A ALAGOAS H MACEIÓ ! " J -10° H ! " J ARACAJU RONDÔNIA O 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ Ú CUIABÁ GOIÁS H ! " J LA PAZ . ! D.F. " J MINAS GERAIS GOIÂNIA BOLIVIA BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL P A C Í F I C O H ! " J PR D E CA E SÃO PAULO " J L PARANÁ C O C E A N O ! ASUNCIÓN . A R G E N T I N Foz do Iguaçu A " J N  ESPÍRITO SANTO " J!H VITÓRIA " J Campinas Londrina IO ICÓ RN H TR ÓPICO PARAG UAY H ! " J " J H ! " J SÃO PAULO -2 0 ° RIO DE JANEIRO H ! " J RIO DE JANEIRO I -2 0° Ribeirão Preto CAMPO GRANDE L " J Ilhéus BRASÍLIA H ! " J T R A E " J!H SALVADOR O C E A N O P GROSSO T I C SERGIPE MATO TR ÓP ICO D E CAPR " J Joinville" J Navegantes " J H FLORIANÓPOLIS ! " J CURITIBA ! H ICÓRN IO Carga (x 1.000 kg) SANTA CATARINA 100 a 500 H ! " J PORTO ALEGRE 500 a 1.000 1.000 a 2.500 2.500 a 5.000 RIO GRANDE DO SUL 5.000 a 10.000 -3 0 ° 10.000 a 20.000 0 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 20.000 a 49.763 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 1995. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1996]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 43 Mapa 23 - Ligações aéreas de carga - 2000 -70° -60° SURINAME C O L O M B I A " J AMAPÁ MACAPÁ " J O N A " J S " J RONDÔNIA Ji-Paraná " J Sinop MATO " J BOLIVIA Caldas Novas P A C Í F I C O O C E A N O J " J " Londrina PARANÁ L -20°00’ " J Campinas A São R José G EdosN T I N " J Campos " J " J " J An gr a d os Reis " J SANTA CATARINA " J Navegantes -45°00’ " J " J Campos dos A Goytacazes " J RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO -25°00’ " J . SANTIAGO ! -70° -10° " J ARACAJU " J SALVADOR Ilhéus " J " Una J " Porto Seguro J -2 0 ° TR ÓP SÃO PAULO ICO D E CAPR CURITIBA ICÓRN IO Carga (x 1.000 kg) 100 a 500 500 a 1.000 1.000 a 2.500 2.500 a 5.000 RIO GRANDE DO SUL 5.000 a 10.000 0 50 100 10.000 a 20.000 200 km 0 URU GUAY Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000. ALAGOAS " J MACEIÓ SÃO PAULO PARANÁ " J Chapecó Joinville " J J " J Navegantes " Passo Fundo " J FLORIANÓPOLIS " J do Sul " SANTA CATARINA J Caxias Santo Ângelo " J Criciúma " J " J " Santa Maria J PORTO ALEGRE . ASUNCIÓN ! Juiz de Fora " J " J D.F. " J GOIÂNIA Caldas Novas Cascavel V " J Joinville -50°00’ Governador Valadares Varginha SÃO PAULO Chapecó " J " J SÃO PAULO CURITIBA -3 0 ° " J Ribeirão Preto Bauru " J PARAG UAY " J H " J Maringá BELO HORIZONTE E " J " J C Presidente Prudente IO ICÓ RN I São José do Rio Preto PR D E CA Araçatuba TR ÓPICO MINAS GERAIS Uberlândia " J " J A SERGIPE BRASÍLIA GOIÁS Corumbá Uberaba I " J MINAS GERAIS " J Uberlândia " J " J Uberaba BELO Valadares HORIZONTE " J Governador MATO GROSSO DO SUL ESPÍRITO SANTO " J " J Araçatuba " J " J CAMPO J " Varginha VITÓRIA " " J GRANDE Juiz de Fora RibeirãoJ Preto " J Campos dos Goytacazes " J " J " J J Presidente Prudente " Bauru RIO DE JANEIRO São Paulo " J " Campinas Maringá" " J J " " J J Londrina " JJ RIO DE JANEIRO LA PAZ MATO GROSSO DO SUL H Vitória da Conquista " J -2 0° A " J Barreiras CUIABÁ " J B GROSSO Ú PARAÍBA " JJOÃO PESSOA RECIFE " J PERNAMBUCO " J Petrolina " J " J " J NATAL Juazeiro do Norte " J PALMAS Juína " J RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ PIAUÍ TOCANTINS VELHO Vilhena GOIÁS " J Araguaína " J PORTO . ! TERESINA " J " J ACRE " J RIO BRANCO MARANHÃO Imperatriz I Lábrea Cruzeiro do Sul R " J Parauapebas " J -10° " J O Z Marabá Á C A A R FORTALEZA " J T " J M P SÃO LUÍS " J N A Eirunepé " J Coari " J " J " J " J Santarém " J Altamira  " J Tefé 0° L " J MANAUS Almeirim T Oriximiná EQUADOR BELÉM A " J E Ligações aéreas - Carga 2000 GUYANA São Gabriel da Cachoeira EQUADOR P GUYANE BOA VISTA RORAIMA 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A O C E A N O . ! BOGOTÁ BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 20.000 a 49.763 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2000. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2001]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 44 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Mapa 24 - Ligações aéreas de carga - 2005 -70° -60° . ! SURINAME C O L O M B I A GUYANE Ligações aéreas - Carga 2005 BOA VISTA " J GUYANA RORAIMA AMAPÁ MACAPÁ " J " J A M A Z O N " J A P A R Á Marabá " J S " J " J MARANHÃO Imperatriz " J TERESINA PIAUÍ " J " J PORTO " J Petrolina " J B A H I A " J R Ú . ! " J -50°00’ GOIÁS -45°00’ Uberlândia " J L C O C E A N O PARANÁ " J PARAG UAY -20°00’ São João del Rei " J I RN IO H PRICÓ D E CA TR ÓPICO Governador Valadares BELO HORIZONTE E " J Uberaba " J São José do Barretos Rio Preto J Araçatuba " " J " J " J Presidente Ribeirão Preto Prudente Marília Bauru " J " J " J Campinas A R Maringá " J " " J JLondrina " J SÃO PAULO MATO GROSSO DO SUL V Juiz de Fora " J G E N T RIO I N DEAJANEIRO An gr a d os Reis " J RIO DE JANEIRO SÃO PAULO CURITIBA I " J BRASÍLIA D.F. " J GOIÂNIA Montes Claros Caldas Novas MINAS GERAIS Caldas Novas P A C Í F I C O -2 0° BOLIVIA " J -25°00’ Chapecó " J " J SANTA CATARINA 0 " J Navegantes . SANTIAGO ! -70° Una -2 0 ° TR ÓP ICO D E CAPR ICÓRN IO Carga (x 1.000 kg ) 100 a 500 500 a 1.000 1.000 a 2.500 5.000 a 10.000 75 150 10.000 a 20.000 300 km URU GUAY Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2005. " J " Ilhéus J " J Porto Seguro 2.500 a 5.000 Joinville -3 0 ° -10° SERGIPE L Vitória da Conquista " J " J MINAS GERAIS " J Uberlândia Corumbá " J Governador Valadares BELO " J Uberaba J HORIZONTE" MATO GROSSO DO SUL ESPÍRITO SANTO " J São José do " J Barretos Rio Preto " J " J São João del Rei " J VITÓRIA CAMPO J " Araçatuba " J " J GRANDE " J Juiz de Fora Presidente Ribeirão Preto Prudente " J " J " J" J Campinas Marília RIO DE JANEIRO Maringá Bauru " J " J RIO DE JANEIRO " Londrina " JJ " J SÃO PAULO Cascavel PARANÁ SÃO PAULO " J CURITIBA . ASUNCIÓN ! " J " J Foz do Iguaçu " Joinville J Chapecó " J Navegantes " J Passo Fundo " J FLORIANÓPOLIS " J Caxias do Sul SANTA CATARINA " J RIO GRANDE DO SUL " J PORTO ALEGRE LA PAZ ALAGOAS " J CUIABÁ " J " J SALVADOR GOIÁS E MACEIÓ C " J Barreiras GROSSO " JJOÃO PESSOA RECIFE " J PERNAMBUCO ARACAJU RONDÔNIA P PARAÍBA " J PALMAS MATO " J NATAL Juazeiro do Norte TOCANTINS VELHO " J RIO BRANCO -10° " J RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ Araguaína ACRE Fernando de Noronha " J Parauapebas " J Cruzeiro do Sul FORTALEZA " J O Carauari Itaituba Tucuruí T " J Coari " J " J N " J Tabatinga SÃO LUÍS " J Altamira  " J Tefé " J " J T " J Santarém " J MANAUS 0° A Oriximiná EQUADOR BELÉM Almeirim O C E A N O EQUADOR 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 0 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° 20.000 a 57.632 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2005. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2006]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 45 Interpretação do modelo gravitacional Uma vez cortados os fluxos menores, a aplicação do modelo para o transporte de passageiros compreendeu 226 ligações (Mapa 25). Destas, 194 ou 85,8% possuem um resíduo cuja situação pode ser caracterizada próxima à média (-0,002), entre 1,5 vez e -1,5 vez do desvio padrão do conjunto (o resíduo de valor zero significa que o valor previsto pelo modelo coincidiu com o valor real do dado). Mapa 25 - Resíduos modelo gravitacional de passageiros - 2010 -70° -60° . ! -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ SURINAME Resíduos modelo gravitacional - Passageiros 2010 GUYANE C O L O M B I A H ! GUYANA BOA VISTA AMAPÁ RORAIMA 0° MACAPÁ EQUADOR H ! EQUADOR 0° BELÉM 2 % % H ! 2 % % SÃO LUÍS H ! MANAUS H ! FORTALEZA 2 % % Fernando de Noronha 2 % % H ! P A M A Z O N A A R 2 % % TERESINA MARANHÃO Á S RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ H ! 2 % % H NATAL ! PIAUÍ JOÃO PESSOA H PARAÍBA ! 2 % % 2 % % TOCANTINS 2 % % 2 % % Petrolina H ! PALMAS ALAGOAS MACEIÓ B RONDÔNIA A H I -10° HARACAJU ! A O H ! RIO BRANCO RECIFE PERNAMBUCO SERGIPE I C H ! -10° 2 % % H ! H ! PORTO VELHO ACRE SALVADOR T 2 % % GROSSO  N H ! R Ú 2 % % CUIABÁ BRASÍLIA H ! GOIÂNIA LA PAZ . ! BOLIVIA 2 % % H ! A E 2 % % D.F. MINAS O C E A N O P T L MATO GERAIS GOIÁS % 2 % 2 % % 2 % % % 2 % 2 % % BELO HORIZONTE Uberlândia -50°00’ P A C Í F I C O GOIÁS -2 0° Uberlândia -20°00’ % 2 % 2 % % PR D E CA 2 % % H ! MINAS Ribeirão Preto 2 % % GERAIS O C E A N O ! ASUNCIÓN . 2 % % 2 % % H ! RIO DE JANEIRO 75 150 H ! Juiz de Fora H ! H ! ATLÂN TIC O ESPÍRITO SANTO VITÓRIA -2 0 ° RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO SÃO PAULO % 2 % 2 % % 2 % % TR ÓP SÃO PAULO ICO D E CAPR Navegantes H FLORIANÓPOLIS ! % 2 % 2 % % 2 % % O Centro gravitacionais Matriz Desvio padrão PORTO ALEGRE -2,50 a -2,00 RIO GRANDE DO SUL -2,00 a -1,50 300 km -1,50 a -1,00 ARGENTINA ICÓRNI Legenda SANTA CATARINA H ! Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. ! SANTIAGO . -70° % 2 % 2 % % 2 % % Caxias do Sul SÃO PAULO ANO CE O 0 Passo Fundo H ! H ! CURITIBA 2 % % 2 % % H ! PARANÁ Foz do Iguaçu H ! 2 % % SÃO PAULO 2 % % Ipatinga 2 % 2 % % % 2 % % Londrina Cascavel PARAG UAY 2 % % CURITIBA -3 0 ° 2 % % RIO DE JANEIRO PARANÁ -25°00’ Marília Juiz de Fora 2 % % Londrina 2 % % 2 % % Marília 2 % % CAMPO GRANDE BELO Ipatinga HORIZONTE Uberaba IO ICÓ RN 2 % % H ! São José do Rio Preto TR ÓPICO MATO GROSSO DO SUL -45°00’ 0 URUGUAY BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! -3 0 ° 1,50 a 2,00 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 2,00 a 2,50 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov. br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. 46 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Os valores mais fortemente positivos, com um fluxo real muito acima do esperado, correspondem ao par Fernando de Noronha–Recife, sendo que Fernando de Noronha– Natal também se encontra entre os maiores. Esta situação fornece mais uma evidência sobre a metodologia de coleta dos dados no Anuário do transporte aéreo 2010, da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, de que o cômputo das ligações levam em conta os trechos de viagem e não as viagens completas. Como a maior parte das viagens a Fernando de Noronha se faz por conexão nos aeroportos de Recife e Natal, o número de ligações entre essas cidades é maior do que se esperaria só pelo volume de suas populações. Uma ida a Fernando de Noronha, dessa maneira, é contada como duas ligações: uma, da procedência original do passageiro até Recife, por exemplo, e outra, de Recife àquele distrito estadual, o que é responsável por inflacionar relativamente o valor do fluxo. Outros valores positivos têm em São Paulo seu ponto focal, direcionando-se para Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis e Porto Alegre. A ligação preferencial com São Paulo e diversos outros centros é indicador do aumento do tráfego de passageiros em virtude da popularização das viagens aéreas, que é consistente com a presença dessas ligações de resíduos positivos também com áreas turísticas (por exemplo, Florianópolis). Além disso, Brasília e São Paulo são os maiores hubs da aviação civil no País e tendem a agregar o tráfego oriundo das diversas regiões, o que causa um aumento da quantidade de passageiros que necessariamente precisam passar por estas cidades. Os valores negativos, por sua vez correspondem em boa parte a ligações pouco usuais, como Rio de Janeiro–São José do Rio Preto (SP), e também têm em São Paulo um ponto de foco, que, devido a seu tamanho, é o grande atrativo dos fluxos em nível nacional. Algumas delas correspondem a uma “zona de sombra”3 da metrópole paulista e de Brasília, onde há concorrência com o transporte terrestre. Uma vez que as companhias aéreas tendem a racionalizar a operação dos voos com um menor número de passageiros cortando custos, essas ligações tendem a ser feitas a partir de conexões com os hubs, e não diretamente, o que contribui para explicar por que seus números se encontram abaixo do esperado. Além disso, algumas ligações de cidades da Região Nordeste entre si (São Luís–Teresina, Maceió–Recife, Recife–São Luís, Fortaleza–Petrolina (PE), ao possuírem resíduos negativos, constituem um indicador de que as conexões da economia nestes estados estão mais direcionadas para o centro-sul do que entre si. Nesse caso, portanto, o número de passageiros transportados é inferior ao sugerido pelo tamanho de suas populações. A aplicação do modelo para o transporte de carga (Mapa 26), por sua vez, compreendeu 166 ligações, excluídas as de menor valor. Os resíduos situados entre -1,5 vez e 1,5 vez o desvio padrão do conjunto foram 152 (91,6% do total). A ligação São Paulo–Manaus possui um resíduo muito acima da média (acima de três vezes o desvio padrão), o que se deve à extrema distância entre esses centros. A presença da Zona Franca de Manaus é o fator de explicação para a presença do fluxo de carga muito acima do estimado pelo modelo. 3 O efeito de sombra acontece quando a maior cidade de uma determinada área funciona como centro polarizador do transporte aéreo de longa distância, deprimindo os níveis de tráfego das cidades menores circunvizinhas (TAAFE, 1959). Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 47 Mapa 26 - Resíduos modelo gravitacional de carga - 2010 -70° -60° . ! -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ SURINAME Resíduos modelo gravitacional - Carga 2010 GUYANE C O L O M B I A H ! GUYANA BOA VISTA AMAPÁ RORAIMA 0° MACAPÁ EQUADOR H ! EQUADOR " S 0° BELÉM H ! " S Santarém " S MANAUS H ! M A Z O N A SÃO LUÍS H ! S " FORTALEZA H ! P A S " A R Á TERESINA MARANHÃO CEARÁ H ! S Fernando de Noronha RIO GRANDE DO NORTE H NATAL ! PIAUÍ PARAÍBA H JOÃO PESSOA ! " S H ! H ! H ! -10° TOCANTINS H MACEIÓ! H PALMAS ! RIO BRANCO RECIFE PERNAMBUCO ALAGOAS -10° B RONDÔNIA A H I HARACAJU ! A O " S PORTO VELHO ACRE C SERGIPE I S " Ú GOIÁS H ! LA PAZ . ! MINAS GOIÂNIA BOLIVIA " S DE H ! H CAMPO ! P A C Í F I C O TR ÓPICO GRANDE N ESPÍRITO SANTO H ! VITÓRIA -2 0 ° SÃO PAULO " S PARAG UAY Campinas PARANÁ CURITIBA S " H ! RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO SÃO PAULO " S TR ÓP ICO D E CAPR ICÓR H ! S " H FLORIANÓPOLIS ! Caxias do Sul SANTA CATARINA " S S " Centro gravitacionais Matriz Desvio padrão -3,0 a -2,5 H ! H ! NI O Legenda " S Campinas S " " SÃO PAULO S "S S " H ! Maringá IO . ASUNCIÓN ! O C E A N O GERAIS BELO HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL RN CAPRICÓ Â " S BRASÍLIA D.F. CUIABÁ H ! -2 0° L T R A E H ! O C E A N O P GROSSO T SALVADOR MATO -2,51 a -2,00 PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL -2,01 a -1,50 1,50 a 2,00 -3 0 ° ARGENTINA 2,01 a 2,50 URUGUAY Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010. ! SANTIAGO . -70° 0 BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 2,51 a 3,00 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km -3 0 ° >3,00 PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° -40° -30° Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac. gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. Nos resíduos negativos, sobressai o par São Paulo–Campinas (SP), duas metrópoles situadas muito próximas, o que leva claramente a uma superestimação pelo modelo. Devido à proximidade, o transporte aéreo sofre pesada concorrência com o terrestre, estando Campinas situada na zona de sombra de São Paulo – a proximidade faz com que simplesmente não valha a pena enviar carga por via aérea de uma cidade para a outra. 48 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Matriz de custo e tempo de viagem O mapeamento do custo das viagens aéreas mostra uma importante aglomeração dos centros no primeiro quintil (Mapa 27), as mais acessíveis, em termos de preço médio, a partir da Região Sudeste, às quais se somam as capitais da Região Nordeste com maior quantidade de fluxo de passageiros (Salvador, Recife e Fortaleza). Mapa 27 - Custo médio das viagens, em reais, por aeroporto - maio 2012 -70° -60° . ! SURINAME BOA VISTA ! ! GUYANA RORAIMA AMAPÁ MACAPÁ R ! EQUADOR ! EQUADOR ! O ! O N A ! ! ! ! ! Cruzeiro do Sul ! ACRE R ! RIO BRANCO RPORTO ! ! Ji-Paraná Alta Floresta R ! Vilhena P E R ! . ! P A C Í F I C O PARAG UAY Dourados ! E L I H C O C E A N O ! SERGIPE ! P Vitória da Conquista SALVADOR R ! ! Ilhéus R ! Montes Claros Porto Seguro Londrina ! O SÃO PAULO ! ! ESPÍRITO SANTO -2 0 ° RIO DE JANEIRO TR ÓP SÃO PAULO CURITIBA ! ICO D E CAPR Foz do Iguaçu ! Chapecó ! A ! !! ! ! ! Joaçaba ! Passo Fundo Caxias do Sul R! ! ! O ! Joinville Navegantes Custo SANTA CATARINA Menor Rio Grande . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! 1º Quintil R ! ! 3º Quintil ! ! R ! ! Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011. ! P ! O RIO GRANDE DO SUL Pelotas URU GUAY 0 ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km 4º Quintil !! 5º Quintil ! Sem dados Maior Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: <http://www.decolar.com>. Acesso em: out. 2011. -40° IO 2º Quintil PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° ICÓRN Legenda FLORIANÓPOLIS Criciúma PORTO ALEGRE -3 0 ° -10° VITÓRIA ! de Fora Juiz ! Ribeirão Preto ! São José Macaé ! dos Campos Bauru RIO DE JANEIRO ! !! Campinas PARANÁ ! ALAGOAS ARACAJU ! BELO HORIZONTE Araxá Ipatinga Uberaba Presidente Prudente Maringá . ASUNCIÓN ! ! O A ! P ! O ! P ! P!R !R R ! ! O ! P O ! ! P R ! ! P R ! ! O !R R ! ! P! R ! ! ! P O! P P ! P!R R ! ! P R ! São José CAMPO GRANDE do Rio Preto Araçatuba RN IO A R G E N T I N I ! O MACEIÓ ! Uberlândia ! O ! ! P MINAS GERAIS MATO GROSSO DO SUL PRICÓ D E CA H GOIÂNIA BOLIVIA ! TR ÓPICO A R ! ! P GOIÁS Corumbá -2 0° B BRASÍLIA D.F. R ! PARAÍBA RJOÃO PESSOA ! PERNAMBUCO Barreiras ! ! Rondonópolis R ! Campina Grande R ! ! LA PAZ R ! Petrolina ! O GROSSO ! O ! RECIFE CUIABÁ Ú ! O NATAL PALMAS ! MATO ! Juazeiro do Norte ! TOCANTINS ! ! RONDÔNIA ! RIO GRANDE DO NORTE ! ! R ! VELHO CEARÁ PIAUÍ ! ! -10° R ! R ! ! RImperatriz ! S TERESINA MARANHÃO O Z Marabá Á C A A R I M FORTALEZA T P ! A ! P ! ! ! N Tabatinga ! SÃO LUÍS ! O Altamira  Tefé R ! !! R ! ! ! ! Santarém Parintins L MANAUS T ! ! ! 0° BELÉM ! A ! O C E A N O 0° Custo médio das viagens por aeroporto (R$) Maio 2012 GUYANE ! C O L O M B I A -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ -30° -3 0 ° Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 49 No outro extremo, as cidades classificadas no quinto quintil localizam-se nas extremidades do território, nas Regiões Sul e Norte e em Fernando de Noronha. Notam-se também cidades no terceiro e quarto quintis em adjacência aos do primeiro, significando que os aeroportos mais movimentados acarretam um efeito de sombra: a atração do aeroporto das cidades maiores leva a que a procura por essas cidades por via aérea seja menor, elevando, assim, os custos, como ocorre, por exemplo, em Uberaba (MG), São José dos Campos (SP), Macaé (RJ), entre outros. A normalização do custo pela distância (Mapa 28) reforça a regionalização observada no mapeamento do número absoluto, com o Norte sendo a Grande Região fracamente inserida em termos de acesso – fato agravado pela extrema desigualdade na concentração de renda no Brasil. No outro extremo, o interior do Rio Grande do Sul também se apresenta com baixa acessibilidade. Mapa 28 - Custo normalizado pela distância, R$/km - maio 2012 -70° -60° . ! SURINAME ! BOA ! VISTA ! C O L O M B I A Custo normatizado pela distância (R$/km) Maio 2012 GUYANE GUYANA RORAIMA AMAPÁ MACAPÁ ! ! EQUADOR A Z O N A Marabá Á R ! ! S ! Cruzeiro do Sul ! ACRE ! RIO BRANCO ! ! PORTO VELHO ! O ! ! ! ! B P E R R ! . ! BOLIVIA ! P R ! L E PARAG UAY C O C E A N O H I RNIO O !! R ! O ALAGOAS A ! ! ! Joaçaba ! P SALVADOR Ilhéus ! R ! MINAS GERAIS ! R ! P ! P! Caxias do Sul ! Joinville Navegantes FLORIANÓPOLIS ! !! Passo Fundo ! O Custo Menor RIO GRANDE DO SUL R! ! Rio Grande 0 Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011. . SANTIAGO ! -70° URU GUAY BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km ICO D E CAPR ! P 1º Quintil R ! ! 3º Quintil ! ! R Pelotas -3 0 ° TR ÓP ! O Criciúma PORTO ALEGRE -2 0 ° 4º Quintil !! 5º Quintil ! Sem dados Maior Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: <http://www.decolar.com>. Acesso em: out. 2011. -40° O 2º Quintil -3 0 ° PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° ICÓRNI Legenda SANTA CATARINA ! -10° ! ARACAJU R ! Porto Seguro R ! P ! O R ! ! O ! O ! P ! !R O P ! ! OP ! P! ! P! ! P O ! O R ! ! P R ! R ! O ! ! P Chapecó A R G E N T I N R ! Montes Claros R R ! ! RECIFE PERNAMBUCO R MACEIÓ ! A ! Governador ! BELO Valadares HORIZONTE Uberaba ESPÍRITO SANTO Araxá São José Ipatinga CAMPO do Rio Preto GRANDE VITÓRIA ! Araçatuba ! Juiz de Fora ! Dourados Ribeirão Preto ! ! Bauru São José ! Presidente Prudente Macaé dos Campos ! !! RIO DE JANEIRO Campinas Maringá Londrina RIO DE JANEIRO PARANÁ SÃO PAULO SÃO PAULO ! CURITIBA ASUNCIÓN Foz do Iguaçu ! . ! ! P P A C Í F I C O PRICÓ D E CA ! P ! O Uberlândia MATO GROSSO DO SUL TR ÓPICO Vitória da Conquista D.F. GOIÂNIA Corumbá -2 0° ! BRASÍLIA GOIÁS ! O SERGIPE ! Rondonópolis LA PAZ I ! ! CUIABÁ H Barreiras GROSSO ! P! O Ú A PARAÍBA R JOÃO PESSOA R ! ! Campina Grande R ! R ! PALMAS ! MATO R ! R NATAL ! Petrolina Vilhena ! ! RIO GRANDE DO NORTE ! Juazeiro do Norte ! TOCANTINS ! ! RONDÔNIA CEARÁ Fernando de Noronha ! ! Alta Floresta Ji-Paraná R Imperatriz ! ! ! ! R ! PIAUÍ ! ! TERESINA MARANHÃO O M A R C P A -10° ! ! Tabatinga FORTALEZA R ! ! ! I ! ! ! T ! Tefé SÃO LUÍS R ! Altamira N R ! ! R ! ! ! Santarém  ! Parintins !! MANAUS L ! ! 0° BELÉM T ! A EQUADOR O C E A N O 0° -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ -30° 50 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 A distribuição espacial das médias dos tempos de viagem (Mapa 29) mostra uma grande diferença entre as capitais de topo de hierarquia da Região Sudeste e Brasília com o restante das cidades. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília são os centros mais rapidamente acessíveis, seguidos, no próximo quintil, pelas demais capitais, em geral, e cidades médias dos Estados de São Paulo e Paraná. É possível notar cidades no quarto quintil em adjacência com aquelas mais acessíveis. No outro extremo, os centros de maior demora estão majoritariamente na Região Norte, mas também são encontrados na Centro-Oeste e mesmo na Sul. Mapa 29 - Tempo médio das viagens, em horas, por aeroporto - maio 2012 -70° -60° . ! SURINAME BOA VISTA ! ! GUYANA RORAIMA AMAPÁ MACAPÁ R ! EQUADOR ! EQUADOR ! O ! ! ! ! P ! A M A Z O N A A R Á R ! ! R Imperatriz ! S ! O TERESINA ! ! ! Cruzeiro do Sul ! ACRE R ! RIO BRANCO R ! PORTO ! Ji-Paraná Alta Floresta ! RONDÔNIA ! MATO ! O R ! PARAÍBA RJOÃO PESSOA ! ! P RECIFE ! O B GROSSO A H I PERNAMBUCO R ! -10° ARACAJU SERGIPE ! P ! ! ! ! O ALAGOAS MACEIÓ ! O A Barreiras ! Vilhena ! ! O Campina Grande R Petrolina ! PALMAS ! R ! RIO GRANDE DO NORTE ! NATAL TOCANTINS ! ! Fernando de Noronha Juazeiro do Norte ! ! ! R ! VELHO CEARÁ PIAUÍ ! ! -10° FORTALEZA MARANHÃO Marabá ! ! ! P ! ! O ! SÃO LUÍS ! O Altamira C R ! Tefé Tabatinga R ! !! MANAUS ! Santarém I ! Parintins ! T ! ! CUIABÁ ! O R ! E L I RN IO ! O H C O C E A N O ! Montes Claros Porto Seguro MINAS GERAIS Governador ! ! BELO Valadares Uberlândia HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL Uberaba ESPÍRITO SANTO Araxá São José Ipatinga CAMPO do Rio Preto GRANDE VITÓRIA ! ! Araçatuba Juiz de Fora ! Dourados PARAG UAY Ribeirão Preto Presidente ! ! ! Prudente São José ! dos Campos ! Macaé Bauru ! !! Campinas RIO DE JANEIRO Maringá Londrina RIO DE JANEIRO PARANÁ SÃO PAULO SÃO PAULO CURITIBA ! Foz do . ASUNCIÓN ! ! Iguaçu R ! P A C Í F I C O PRICÓ D E CA R ! Ilhéus ! P ! ! O O R ! ! P!R !R R ! ! ! P O ! P R! ! P R ! R ! R ! ! P! P ! O! P P!R ! ! P! O! R R ! ! P R ! ! P GOIÂNIA BOLIVIA ! TR ÓPICO GOIÁS Rondonópolis Corumbá -2 0° R ! BRASÍLIA D.F. LA PAZ . ! ! P Vitória da Conquista T Ú A R Chapecó A R G E N T I N A ! !! ! ! ! Joaçaba ! SANTA CATARINA ! Criciúma Menor Rio Grande 0 URU GUAY Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011. BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ICO D E CAPR ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km ! P 1º Quintil R ! ! 3º Quintil ! O RIO GRANDE DO SUL R! ! -3 0 ° TR ÓP ICÓRN IO Legenda Tempo Caxias do Sul ! ! PORTO ALEGRE Pelotas -2 0 ° Joinville Navegantes FLORIANÓPOLIS ! Passo Fundo . SANTIAGO ! -70° O C E A N O E L SALVADOR ! P 0° BELÉM N !  0° Tempo médio das viagens por aeroporto (horas) Maio 2012 GUYANE ! C O L O M B I A -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A BOGOTÁ 2º Quintil ! ! R 4º Quintil !! 5º Quintil Maior ! Sem dados PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: <http://www.decolar.com>. Acesso em: out. 2011. -40° -30° -3 0 ° Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 51 As médias de tempo divididas pela distância (Mapa 30) deixam bem claro o caráter hierárquico das ligações aéreas. As cidades de hierarquia mais baixa, mesmo fisicamente próximas dos centros mais importantes, estão classificadas nos últimos quantis. Apesar da pouca distância, a necessidade de conexões faz com que a viagem se torne demorada, sofrendo, assim, forte concorrência com o transporte terrestre. Como a distância percorrida possui uma óbvia influência sobre a duração das viagens, a normalização promove a maioria das cidades da Região Norte, que em termos relativos melhoram sua acessibilidade. Em compensação, cidades médias das Regiões Sul e Sudeste são pesadamente rebaixadas, visto que sua proximidade relativa aos grandes centros torna o tempo médio das viagens mais longo. Mapa 30 - Tempo normalizado pela distância, h/km - maio 2012 -70° -60° GUYANA 0° AMAPÁ ! O MACAPÁ EQUADOR ! ! ! MANAUS ! R ! ! ! ! R Tabatinga ! P Tefé Parintins ! R ! R ! P M A Z O N A A R ! O -10° R ! ! R Imperatriz ! S TERESINA R ! ! ! O RIO BRANCO ! ! ! ! O PORTO VELHO R ! ! R ! TOCANTINS PALMAS ! MATO ! NATAL R ! O Campina Grande B A H I A R ! GROSSO R ! PARAÍBA ! R JOÃO PESSOA RECIFE ! PERNAMBUCO R ALAGOAS R MACEIÓ ! -10° ! ARACAJU R Barreiras ! Vilhena R ! R ! RIO GRANDE DO NORTE ! ! R Petrolina R ! ! ! RONDÔNIA ! Fernando de Noronha Juazeiro do Norte ! ! ! Alta Floresta Ji-Paraná CEARÁ PIAUÍ ! Cruzeiro do Sul ACRE FORTALEZA MARANHÃO Marabá ! ! ! P ! Á SERGIPE ! P ! ! ! CUIABÁ ! O ! P R ! LA PAZ . ! R ! ! P BRASÍLIA D.F. GOIÁS Rondonópolis GOIÂNIA BOLIVIA Montes Claros T Ú R Ilhéus ! A R ! R Porto Seguro ! R ! MINAS GERAIS O C E A N O E L SALVADOR Vitória da Conquista ! P Corumbá Governador ! ! BELO Valadares Uberlândia HORIZONTE MATO GROSSO DO SUL Uberaba ! R Araxá ESPÍRITO SANTO R ! Ipatinga São José CAMPO do Rio Preto GRANDE VITÓRIA ! ! Araçatuba Dourados Juiz de Fora ! PARAG UAY Ribeirão Preto Presidente ! ! Prudente São José ! dos Campos ! R Macaé Bauru ! !! Campinas ! R RIO DE JANEIRO Maringá Londrina RIO DE JANEIRO SÃO PAULO ! R E L RN IO . ASUNCIÓN ! C O C E A N O A R G E N T I N ! ! O Foz do Iguaçu ! Chapecó A ! !! R ! ! R ! ! P CURITIBA ! ! R Joaçaba ! Passo Fundo Caxias do Sul ! R ! O !! O PARANÁ I PRICÓ D E CA ! O ! P ! P! P R ! ! O R ! ICO D E CAPR Tempo SANTA CATARINA ! R Criciúma Menor Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011. . SANTIAGO ! -70° BUENOS AIRES -60° . ! MONTEVIDEO . ! ! P 1º Quintil R ! ! 3º Quintil ! O RIO GRANDE DO SUL ! ! R 0 URU GUAY ESCALA GRÁFICA 125 250 500 km Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: <http://www.decolar.com>. Acesso em: out. 2011. IO 2º Quintil 4º Quintil !! 5º Quintil ! Sem dados Maior PROJEÇÃO POLICÔNICA -50° ICÓRN Legenda FLORIANÓPOLIS !! R R Rio Grande -3 0 ° TR ÓP SÃO PAULO ! R Joinville ! R Navegantes ! O -2 0 ° ! P ! PORTO ALEGRE Pelotas ! P !R R ! ! R R ! R ! R ! H TR ÓPICO R ! ! O P A C Í F I C O -2 0° 0° SÃO LUÍS ! O Altamira ! ! ! A ! P ! ! O Santarém ! EQUADOR BELÉM O RORAIMA C ! O Tempo normalizado pela distância (h/km) Maio 2012 GUYANE I ! T ! BOA VISTA N SURINAME C O L O M B I A -40° -50° . CAYENNE! V E N E Z U E L A  . ! BOGOTÁ -40° -30° -3 0 ° 52 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Considerações finais As cidades brasileiras encontram-se altamente conectadas por vias aéreas. Há ligações perpassando todo o território nacional. Embora seja teoricamente possível acessar qualquer aeroporto de qualquer cidade diretamente, na prática a utilização de uma conexão através de um aeroporto muito movimentado é a regra, fazendo com que o tráfego seja afunilado por poucas conexões. Com efeito, os dados de ligações confirmam o baixo número de hubs da aviação medidos pelo método de Costa, Lohmann e Oliveira (2008) – em torno de apenas quatro, em novembro de 2006. Isso não quer dizer, entretanto, que as ligações alternativas estejam ausentes. Elas apenas não têm a escala que as viagens entre os maiores centros urbanos entre si apresentam. A estabilidade estrutural da rede urbana está ilustrada na continuidade dos grandes padrões da aviação ao longo do tempo, que, de toda forma, refletem a concentração da economia do País e conferem alguma força à capilaridade e às trocas regionais (THÉRY, 2003). Apesar de ser uma rede que ajuda a superar rapidamente as distâncias, as ligações aéreas estão profundamente inter-relacionadas com a hierarquia urbana, reforçando a hegemonia das maiores cidades ao longo do tempo. Como esperado, São Paulo é o nó de maior centralidade da rede aérea, acompanhando sua demografia, funções econômicas e seu papel como nó na rede de cidades globais. O Rio de Janeiro vem perdendo importância relativa na rede de tráfego aéreo, ainda se mantendo em segundo lugar no número de passageiros, mas menos significativo em carga. Brasília se beneficia de sua posição central no território nacional, que facilita a conectividade com o conjunto da rede, notadamente para a Região Norte e parte da Nordeste. No que tange à rede aérea, essa cidade, além de ser um grande roteador de tráfego em nível nacional, também desempenha um papel significativo na geração desse mesmo tráfego, pois abriga os elementos fundamentais para o funcionamento do Estado. O mesmo vale para São Paulo, porém do ponto de vista econômico. A quantidade de passageiros de Salvador, coerente com sua posição na hierarquia urbana, também é consistente com o fato de ser um destino turístico conhecido, além de possuir um número alto de viajantes internacionais utilizando este aeroporto como hub, quando comparado com o número de passageiros realmente a ela destinados, conforme levantado pela metodologia de Derruder, Devrient e Witlox (2007). Essa situação revela uma das limitações do presente trabalho: não foi possível discernir a proporção de viajantes oriundos de outros países da demanda interna por deslocamento aéreo. Nesse sentido, cabe salientar o caso de Campinas (SP), que vem se consolidando como um grande intermediário no transporte de carga. Entretanto, essa tendência pouco se manifesta no presente trabalho, porque a matriz de ligação aérea analisada se restringe ao tráfego nacional, e o aeroporto de Viracopos é caracterizado majoritariamente por movimentar carga de origem internacional4. No tocante aos fluxos dominantes, o Rio de Janeiro figura historicamente em desvantagem, tendo diminuído sua importância relativa na rede. Em 1965 e 1973, de acordo com Freire e outros (1977), usando metodologia semelhante àa do presente 4 De acordo com as estatísticas da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO, em 2010, o Aeroporto Internacional de Viracopos, Campinas, movimentou 255 951 023 kg de carga, perfazendo 97% do total deste aeroporto. Somente os 3% restantes foram devidos ao tráfego doméstico. Para informações complementares, consultar: ESTATÍSTICAS dos aeroportos. Brasília, DF: Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, [2013]. Disponível em: <http:// www.infraero.gov.br/index.php/br/estatistica-dos-aeroportos.html>. Acesso em: abr. 2012. Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ trabalho, esta última cidade era o grande centro independente em escala nacional e mantinha com São Paulo uma relação de complementaridade no transporte de passageiros. Em uma comparação com o quadro atual (2010), o Rio de Janeiro pulou de uma área de influência de alcance nacional, abarcando a totalidade das Regiões Nordeste e Norte, para uma influência reduzida aos aeroportos vizinhos, do próprio Estado do Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais, São José dos Campos (SP) e Campinas (SP), esta última explicada pelo efeito de sombra dos aeroportos da metrópole paulista. A situação do Rio de Janeiro se deve às mudanças estruturais pelas quais a economia brasileira passou nas últimas décadas, descentralizando a atividade produtiva industrial, com concentração das atividades de gestão e controle em São Paulo, ao que se soma a reestruturação das companhias aéreas. Além das falências, aquisições e fusões ocorridas neste mercado, as operadoras de voos domésticos mudaram grande parte de seus efetivos operacionais para aquela metrópole, levando a um esvaziamento relativo dos aeroportos cariocas. É notório que a hierarquia das ligações aéreas no trabalho de Freire e outros (1977), segue a estrutura da rede urbana daquele período, com a Região Norte “drenando” em direção a Belém e de lá em direção à Região Sudeste. No momento atual, essa estrutura se modifica, pois Manaus passa a se relacionar diretamente com a cabeça da rede, que deixa de ser o Rio de Janeiro, e o restante da Região Norte é direcionado para Brasília. Brasília perde importância na hierarquia dos fluxos dominantes de carga quando comparados com os de passageiros, o que é um indicador de que a natureza de suas ligações está mais voltada para os contatos interpessoais do que interações econômicas, o que é condizente com seu papel de sede estatal. O transporte de carga, sendo uma das etapas da realização das transações comerciais, possui, como esperado, alta centralização em São Paulo, que tem um alcance de sua influência verdadeiramente nacional, com os fluxos se concentrando exatamente onde estão o grosso das atividades econômicas de alto valor agregado. A presença de redes isoladas no transporte de carga tem pouco significado, já que sua escala é bem inferior à rede nacional, encabeçada por São Paulo, e diz mais respeito às necessidades imediatas das atividades de transporte. De qualquer maneira, a configuração das ligações secundárias e terciárias de carga mostram claramente que essas redes têm como destino o nível hierárquico máximo, São Paulo. Em relação à matriz de custo e tempo das viagens, a acessibilidade de preço reforça as desigualdades, pois são mais baratos os aeroportos em cidades maiores e localizados junto à concentração das atividades econômicas (Região Sudeste). Nesse sentido, a ordem de grandeza dos fluxos também vai refletir sua localização regional. As ligações oriundas ou destinadas às Regiões Sudeste e Sul têm, em geral, maior volume, dadas as interações econômicas entre essas cidades serem mais intensas. Não surpreende que ocorra uma correlação direta entre o custo das viagens e as distâncias percorridas, tomando como ponto focal a cidade de São Paulo. Nesse sentido, apesar de ser um dos fatores primordiais de compressão do espaço, capaz de conectar cidades centenas de quilômetros distantes umas das outras em poucas horas, a acessibilidade através da aviação é muito dependente da hierarquia urbana: se paga mais caro e as viagens são mais longas para as cidades menores e mais periféricas. Além disso, apesar de sua natureza reticular, as variações de custo e tempo também são influenciadas pelas diferenças regionais, fazendo com que, grosso modo, quanto mais distante da core area do País, pior a acessibilidade de uma cidade ou região por 53 54 _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 vias aéreas. Assim, além de a Região Norte apresentar-se como a de pior acessibilidade, tanto em termos de custo quanto de tempo das viagens, algumas áreas dentro do próprio centro-sul são pouco privilegiadas, como o Rio Grande do Sul. Este estado é caracterizado pela elevada centralização de sua rede urbana na capital, fato que se reflete nos altos custos e longas viagens, que têm como destino suas cidades menores. A centralização dos voos em poucos hubs também parece elevar o custo e o tempo de deslocamento para as cidades de baixa hierarquia. Embora o efeito de barreira da distância nos padrões de ligações aéreas seja bem documentado pela literatura referente ao transporte aéreo, e este trabalho de fato verifica essa tendência, foi possível perceber que as relações entre as cidades são mais complicadas, pois os vínculos econômicos do território e as interações históricas podem subverter a imposição da distância – vide, de um lado o par São Paulo–Manaus, com fortes trocas de fluxo e, de outro, São Luís–Teresina, duas capitais nordestinas, relativamente próximas, mas com fluxos abaixo do esperado, uma vez que suas relações se fazem mais com o centro-sul do que entre si. As ligações aéreas de carga são menos influenciadas pela hierarquia urbana do que as de passageiros, o que se deve em parte às características do setor da aviação. O alto custo do transporte por unidade faz com que somente as ligações de grande distância compensem economicamente, sendo as localizadas mais próximas realizadas por outras modalidades de transporte. Assim como Zook e Brunn (2005) verificaram a permanência do legado histórico das ligações aéreas das metrópoles europeias com suas antigas colônias, pode-se ver, no caso dos voos domésticos brasileiros, a continuidade dos padrões de desigualdade interna, nos quais o centro-sul permanece relativamente privilegiado em termos de acessibilidade do território, a Região Nordeste possuindo uma situação boa nas capitais e a Região Norte, mais remota e de baixa acessibilidade. Referências ANUÁRIO DO TRANSPORTE AÉREO 1972-2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1973-2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anac.gov.br/estatistica/estatisticas1.asp>. Acesso em: abr. 2013. CASTELLO BRANCO, M. L. Áreas de concentração de população. Trabalho apresentado na mesa-redonda “Áreas de concentração de população: regiões metropolitanas, cidades médias, cidades gêmeas, cidades de fronteiras”, no II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais, Rio de Janeiro, 2006. CATTAN, N. Attractivity and internationalisation of major European cities: the example of air traffic. Urban Studies, Glasgow: Sage Journals, v. 32, n. 2. p. 303-312, Mar. 1995. CORRÊA, R. L. Dimensões de análise das redes geográficas. In: ______. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. p. 107-118. COSTA, T. F. G.; LOHMANN, G.; OLIVEIRA, A.V. M. 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Journal of Contemporary European Studies, Oxfordshire: Taylor & Francis, v. 13, n. 2, p. 203-220, 2005. 57 Anexos Tabela 1 - Custo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem Tabela 2 - Tempo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem __________________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 60 Anexo - Tabela 1 - Custo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem Cidade e respectivas Unidades da Federação Média (R$) Hierarquia urbana Cidade e respectivas Unidades da Federação Média (R$) Hierarquia urbana Belo Horizonte/MG 186,23 Metrópole São José dos Campos/SP 389,70 Capital Regional C São Paulo/SP 209,24 Grande Metrópole Nacional Porto Velho/RO 391,61 Capital Regional B Rio de Janeiro/RJ 209,32 Metrópole Nacional Ilhéus/BA 397,09 Capital Regional B Salvador/BA 210,73 Metrópole Vitória da Conquista/BA 408,57 Capital Regional B Brasília/DF 213,05 Metrópole Nacional Marabá/PA 410,17 Capital Regional C Goiânia/GO 236,27 Metrópole João Pessoa/PB 411,95 Capital Regional A Campinas/SP 253,48 Capital Regional A Imperatriz/MA 412,52 Capital Regional C Ribeirão Preto/SP 262,91 Capital Regional B Governador Valadares/MG 412,61 Capital Regional C Recife/PE 268,09 Metrópole Macaé/RJ 423,70 Centro Subregional A Londrina/PR 274,09 Capital Regional B Rio Branco/AC 424,70 Capital Regional C Curitiba/PR 283,09 Metrópole Santarém/PA 430,52 Capital Regional C Uberlândia/MG 284,96 Capital Regional B Araçatuba/SP 440,78 Capital Regional C Vitória/ES 294,32 Capital Regional A Macapá/AP 457,61 Capital Regional C Fortaleza/CE 303,82 Metrópole Uberaba/MG 465,22 Capital Regional C Florianópolis/SC 305,27 Capital Regional A Araxá/MG 469,17 Centro de Zona A Montes Claros/MG 306,83 Capital Regional B Ji-Paraná/RO 470,57 Centro Subregional A Cuiabá/MT 312,86 Capital Regional A Caxias do Sul/RS 477,52 Capital Regional B Porto Alegre/RS 315,23 Metrópole Barreiras/BA 481,14 Capital Regional C Palmas/TO 316,48 Capital Regional B Alta Floresta/MT 482,87 Centro de Zona A Campo Grande/MS 322,91 Capital Regional A Criciúma/SC 496,35 Capital Regional C Foz do Iguaçu/PR 327,83 Centro Subregional A Campina Grande/PB 503,55 Capital Regional B São José do Rio Preto/SP 332,65 Capital Regional B Rondonópolis/MT 521,17 Centro Subregional A Juiz de Fora/MG 332,96 Capital Regional B Juazeiro do Norte/CE 535,90 Capital Regional C Belém/PA 335,91 Metrópole Chapecó/SC 550,22 Capital Regional B Ipatinga - Coronel Fabriciano/MG 338,24 Capital Regional C Boa Vista/RR 571,39 Capital Regional C Porto Seguro/BA 338,87 Centro de Zona A Vilhena/RO 576,83 Centro Subregional B Natal/RN 339,68 Capital Regional A Dourados/MS 577,78 Capital Regional C Aracaju/SE 348,68 Capital Regional A Corumbá/MS 612,57 Centro de Zona A São Luís/MA 351,91 Capital Regional A Altamira/PA 629,39 Centro Subregional B Maringá/PR 353,61 Capital Regional B Parintins/AM 755,83 Centro Subregional B Maceió/AL 354,68 Capital Regional A Fernando de Noronha/PE 767,48 Centro Local Joinville/SC 356,17 Capital Regional B Cruzeiro do Sul/AC 815,16 Centro Subregional B Navegantes/SC 359,74 Centro Local Tefé/AM 857,04 Centro Subregional B Teresina/PI 360,91 Capital Regional A Passo Fundo/RS 1 203,78 Capital Regional B Petrolina/PE 370,00 Capital Regional C Pelotas - Rio Grande/RS 1 225,17 Capital Regional C Presidente Prudente/SP 370,04 Capital Regional C Rio Grande/RS 1 240,43 Capital Regional B Bauru/SP 381,82 Capital Regional C Joaçaba/SC 1 268,04 Centro Subregional A Manaus/AM 388,73 Metrópole Tabatinga/AM 1 368,26 Centro de Zona A Fontes: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: <http://www.decolar.com>. Acesso em: out. 2011; e Regiões de influência das cidades 2007. Rio de Janeiro: IBGE, 2008. Disponível em: <ftp://geoftp.ibge.gov.br/regioes_de_influencia_das_cidades/>. Acesso em: abr. 2013. Anexos ________________________________________________________________________________________ 61 Anexo - Tabela 2 - Tempo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem Cidade Brasília/DF Tempo médio 0,08 Hierarquia urbana Metrópole Nacional Cidade Tempo médio Hierarquia urbana Marabá/PA 0,22 Capital Regional C São Paulo/SP 0,09 Grande Metrópole Nacional Vitória da Conquista/BA 0,22 Capital Regional B Rio de Janeiro/RJ 0,09 Metrópole Nacional Presidente Prudente/SP 0,22 Capital Regional C Belo Horizonte/MG 0,09 Metrópole Ilhéus - Itabuna/BA 0,23 Capital Regional B Salvador/BA 0,11 Metrópole Araçatuba/SP 0,23 Capital Regional C Curitiba/PR 0,12 Metrópole Manaus/AM 0,23 Metrópole Campinas/SP 0,13 Capital Regional A São José dos Campos/SP 0,23 Capital Regional C Goiânia/GO 0,13 Metrópole Caxias do Sul/RS 0,24 Capital Regional B Fortaleza/CE 0,14 Metrópole Uberaba/MG 0,24 Capital Regional C Recife/PE 0,14 Metrópole Petrolina/PE 0,24 Capital Regional C Ribeirão Preto/SP 0,15 Capital Regional B Araxá/MG 0,24 Centro de Zona A Vitória/ES 0,16 Capital Regional A Chapecó/SC 0,25 Capital Regional B Porto Alegre/RS 0,16 Metrópole Ipatinga/MG 0,25 Capital Regional C Florianópolis/SC 0,16 Capital Regional A Porto Velho/RO 0,25 Capital Regional B Londrina/PR 0,16 Capital Regional B Governador Valadares/MG 0,25 Capital Regional C Uberlândia/MG 0,17 Capital Regional B Santarém/PA 0,25 Capital Regional C São José do Rio Preto/SP 0,17 Capital Regional B Bauru/SP 0,26 Capital Regional C Belém/PA 0,18 Metrópole Campina Grande/PB 0,26 Capital Regional B São Luís/MA 0,18 Capital Regional A Macapá/AP 0,26 Capital Regional C Juazeiro do Norte/CE 0,18 Capital Regional C Alta Floresta/MT 0,28 Centro de Zona A Aracaju/SE 0,18 Capital Regional A Rondonópolis/MT 0,29 Centro Subregional A Cuiabá/MT 0,18 Capital Regional A Pelotas/RS 0,29 Capital Regional C Porto Seguro/BA 0,18 Centro de Zona A Rio Branco/AC 0,29 Capital Regional C Foz do Iguaçu/PR 0,18 Centro Subregional A Ji-Paraná/RO 0,30 Centro Subregional A Maringá/PR 0,19 Capital Regional B Rio Grande/RS 0,31 Capital Regional C Natal/RN 0,19 Capital Regional A Criciúma/SC 0,31 Capital Regional C Teresina/PI 0,19 Capital Regional A Dourados/MS 0,31 Capital Regional C Joinville/SC 0,19 Capital Regional B Vilhena/RO 0,31 Centro Subregional B Palmas/TO 0,19 Capital Regional B Boa Vista/RR 0,33 Capital Regional C Maceió/AL 0,19 Capital Regional A Macaé/RJ 0,35 Centro Subregional A Montes Claros/MG 0,20 Capital Regional B Altamira/PA 0,37 Centro Subregional B Barreiras/BA 0,20 Capital Regional C Corumbá/MS 0,37 Centro de Zona A Navegantes/SC 0,20 Centro Local Joaçaba/SC 0,38 Centro Subregional A Fernando de Noronha/PE 0,20 Centro Local Tefé/AM 0,38 Centro Subregional B Campo Grande/MS 0,20 Capital Regional A Passo Fundo/RS 0,39 Capital Regional B Imperatriz/MA 0,21 Capital Regional C Cruzeiro do Sul/AC 0,43 Centro Subregional B João Pessoa/PB 0,21 Capital Regional A Parintins/AM 0,43 Centro Subregional B Juiz de Fora/MG 0,21 Capital Regional B Tabatinga/AM 0,77 Centro de Zona A Fontes: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: <http://www.decolar.com>. Acesso em: out. 2011; e Regiões de influência das cidades 2007. Rio de Janeiro: IBGE, 2008. Disponível em: <ftp://geoftp.ibge.gov.br/regioes_de_influencia_das_cidades/>. Acesso em: abr. 2013. Equipe técnica Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia Claudio Stenner Planejamento e coordenação do estudo Marcelo Paiva da Motta Equipe responsável Adma Haman Figueiredo Claudio Stenner Cleber de Azevedo Fernandes Schaiane Nogueira Ouverney Barroso Paulo Wagner Teixeira Marques Ronaldo Cerqueira Carvalho Marcus Vinicius Siqueira de Oliveira (Estagiário) Tuani Cristina Lima de Souza (Estagiária) Marcele Borges dos Santos (Estagiária) Celso Guilherme de Souza Silva (Estagiário) Geovanna Vera Cruz Porto Batista (Estagiária) Projeto Editorial Centro de Documentação e Disseminação de Informações Coordenação de Produção Marise Maria Ferreira Gerência de Editoração Estruturação textual, tabular e de gráficos Beth Fontoura Katia Vaz Cavalcanti Leonardo Martins _________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território Ligações Aéreas 2010 Diagramação tabular e de gráficos Beth Fontoura Helena Maria Mattos Pontes Copidesque e revisão Anna Maria dos Santos Cristina R. C. de Carvalho Kátia Domingos Vieira Diagramação textual Helena Maria Mattos Pontes Programação visual da publicação Luiz Carlos Chagas Teixeira Sebastião Monsores Produção de multimídia LGonzaga Márcia do Rosário Brauns Marisa Sigolo Mônica Pimentel Cinelli Ribeiro Roberto Cavararo Gerência de Documentação Pesquisa e normalização bibliográfica Ana Raquel Gomes da Silva Carla de Castro Palmieri (Estagiária) Elizabeth de Carvalho Faria Lioara Mandoju Maria Beatriz Machado Santos Soares (Estagiária) Maria da Penha Ribeiro Uchoa Maria Socorro da Silva Araújo Padronização de glossários Ana Raquel Gomes da Silva Elaboração de quartas capas Ana Raquel Gomes da Silva Gerência de Gráfica Impressão e acabamento Maria Alice Neves da Silva Nabuco Gráfica Digital Impressão Ednalva Maia do Monte