RELATÓRIO 1ºPeríodo
ANO LETIVO 2014/2015
Pré-escolar
NOTA PRÉVIA
Este documento pretende dar uma perspetiva do trabalho desenvolvido ao longo do primeiro período, tendo
presente que a educação pré-escolar é a 1.ª etapa do sistema educativo e é o ponto de partida para um percurso de
sucesso em educação. Por isso, as Orientações Curriculares que constituíram um quadro de referência comum para todas
as educadoras, serviram como suporte de todo o trabalho pedagógico desenvolvido. Deste modo estruturou-se a
construção articulada do saber através da introdução de propostas/atividades inseridas em áreas de conteúdo
integradoras: Formação Pessoal e Social; Expressão e Comunicação e Conhecimento do Mundo. Refira-se que estas áreas
foram trabalhadas de uma forma interdisciplinar e transversal, constituindo-se referências gerais a considerar no
planeamento e avaliação das situações e oportunidades de aprendizagem oferecidas às crianças. Saliente-se que a
operacionalização do projeto de adaptação e integração à vida no JI, constituiu o traço comum às práticas educativas
desenvolvidas com os diferentes grupos de crianças. As prioridades passaram pela criação de um ambiente educativo
significativo e propiciador da segurança e estabilidade afetiva das crianças, a par da elaboração de instrumentos de
regulação e organização da vida em grupo.
De referir ainda que grande parte do trabalho foi realizado também de acordo com as atividades previstas no
Plano Anual de Atividades, algum desenvolvido em articulação horizontal (salas do JI) e outro vertical (Eb1). No geral
importa referir que o balanço é positivo, na medida em que por um lado foram concretizadas as atividades previstas e por
outro houve evolução no comportamento /desenvolvimento dos grupos. As avaliações das atividades realizadas no âmbito
do PAA foram realizadas em documento próprio e integram o Plano de Ação de cada educadora, encontrando-se também
disponíveis no Dossier do Departamento em suporte digital (PEN).
O presente relatório será constituído por uma primeira parte onde se fará uma breve descrição do trabalho
realizado nas diferentes áreas curriculares, outra onde se dá uma breve panorâmica do processo da avaliação formativa e
uma outra onde se elencam as atividades desenvolvidas no âmbito do plano anual de atividades.
DAS ÁREAS CURRICULARES
Formação Pessoal e Social
Esta é uma área integradora e transversal e tem a ver com a forma como a criança se relaciona consigo própria, com os
outros e com o mundo, num processo que implica o desenvolvimento de atitudes e valores. Neste sentido as atividades
que favorecem o conhecimento de si e do outro, a criação de rotinas e elaboração de instrumentos de organização e
regulação do grupo, constituíram a base do trabalho realizado. Por isso toda a intencionalidade educativa centrou-se nos
seguintes objetivos:








Promover a integração e adaptação das crianças, recorrendo a diferentes estratégias lúdicas
Investir na interiorização e cumprimento de regras
Criar um clima de bem-estar, segurança e confiança, criando uma rotina diária
Fomentar a interação e relação criança / criança e adulto / criança
Estimular o desenvolvimento da autonomia e independência
Contribuir para o desenvolvimento da autoestima de cada criança, adotando estratégias de reforço positivo e
investindo na segurança e estabilidade afetiva das crianças
Promover a socialização/cooperação, ajudando as crianças a:
- Conhecer-se a si e aos outros
- Saber estar
- Saber partilhar
Adotar práticas ativas de promoção da saúde
Área de Expressão e Comunicação
A área da expressão e comunicação engloba também as aprendizagens relacionadas com o desenvolvimento
psicomotor e simbólico, que determinam a compreensão e o progressivo domínio das diferentes formas de linguagem para
comunicar, transmitir pensamentos, sentimentos/emoções e vivências. No decorrer deste período as crianças foram
vivenciando e explorando situações dentro e fora da sala que estimulassem o desenvolvimento de diferentes competências
nos diferentes domínios:
Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita




Fomentar a comunicação verbal em grande e/ ou pequeno grupo, promovendo a compreensão da mensagem oral
Promover o enriquecimento do vocabulário
Promover o contacto com o código escrito, realizando registos escritos e gráficos
Dinamizar a hora do conto, como estratégia para fomentar o gosto pela leitura
Domínio da Expressão Dramática, Musical e Motora







Permitir a tomada de consciência do seu corpo – esquema corporal
Criar oportunidades para contactar com outras formas de comunicação e expressão, nomeadamente a corporal
Criar oportunidades para a fruição lúdica da música, explorando canções e músicas em suporte áudio
Promover o contacto com alguns instrumentos musicais
Fomentar o desenvolvimento da capacidade de exprimir emoções e sensações
Dinamizar atividades facilitadoras e promotoras do jogo simbólico
Criar oportunidades para o desenvolvimento de competências de motricidade ampla e fina
Domínio da matemática



Elaborar instrumentos de organização e regulação do grupo (mapa de presenças, tabela das responsabilidades,
quadro do tempo, aniversários…)
Criar oportunidades para as aprendizagens matemáticas (fazer contar, formar conjuntos)
Ajudar as crianças a interiorizar/construir a noção de tempo
Domínio da expressão plástica


Dar oportunidade às crianças para contactar com materiais e técnicas de expressão plástica dando especial relevo
à exploração sensorial dos mesmos
Fomentar o desenvolvimento da originalidade e criatividade
Área do conhecimento do Mundo
Esta área integra os domínios das ciências do meio físico e social, procurando responder à curiosidade natural das
crianças e ao seu desejo de saber e compreender o ambiente que as rodeia. Daí que a intervenção educativa tenha passado
por desenvolver um processo de ensino aprendizagem que de uma forma contextualizada e significativa permitisse
perseguir os seguintes objetivos:





Iniciar o projeto “DE MÃOS DADAS COM A NATUREZA”, realizando atividades que promovam o conhecimento e a
preservação da natureza e a adoção de estilos de vida saudável.
Desenvolver a capacidade de observar o tempo / mudanças no estado do tempo
Sensibilizar para os fenómenos cíclicos da natureza – (as estações do ano)
Corresponder à curiosidade natural das crianças
Fomentar o desejo de saber e compreender o porquê das coisas
DA AVALIAÇÃO FORMATIVA
No momento em que chega ao fim o primeiro período, importa refletir acerca das oportunidades de aprendizagem
proporcionadas aos diferentes grupos de crianças. Algumas dessas propostas de aprendizagem estão documentadas e
sistematizadas em dossiês individuais (portefólios), que contêm produções e registos vários que evidenciam o percurso,
evolução e as experiências/aprendizagens mais significativas de cada criança. Essas evidências serão partilhadas com os
encarregados de educação, em reuniões de avaliação, realizadas para o efeito e complementarão os registos de avaliação,
em vigor no agrupamento. Para o preenchimento desses registos serão utilizados os perfis de competências elaborados
para as diferentes faixas etárias. Esses registos serão entregues aos encarregados educação e farão parte integrante dos
Processos Individuais das Crianças (PIC). No final do ano, estes processos serão entregues na secretaria e acompanharão as
crianças que transitarem para o primeiro ciclo.
Relativamente às crianças com necessidades educativas especiais (NEE) (8), houve alguns constrangimentos e
dificuldades, que passaram pela falta de apoio da educação especial, falta de tarefeiras e redução do número de crianças
por turma. No entanto também foram realizados relatórios específicos, realizados nalguns casos, em colaboração com a
docente da educação especial, que serão também arquivados no processo individual, que será dado a conhecer aos
encarregados de educação, em reuniões realizadas para esse efeito.
DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ÂMBITO DO PAA (1.º Período)
Atividades
JI’s
Atividades previstas no
Atividades previstas no
Atividades não previstas no
Atividades realizadas em
PAA e realizadas por
PAA e realizadas por
PAA e realizadas por alguns
articulação com outros ciclos
todos os JI
alguns JI
JI
JI Cidade

Jardim
JI Currais



Reunião de Pais
Receção às crianças
Dia da Alimentação
JI1 da Maia

Vivenciar o Outono

Projeto da C.M.Maia
– Campanha de
Recolha de Alimentos
JI D. Manuel II


Feira de Outono

Dia de S. Martinho/Magusto
Autoridade

Dia da Alimentação
Nacional de Proteção

Feira de Outono

Dia de S. Martinho/Magusto


Dia da Alimentação
Feira de Outono
(articulação horizontal)

Dia de S. Martinho/Magusto
Dias das Bruxas

Almoço de Natal (articulação

Dias das Bruxas

Simulacro
promovido
pela
Dia da Música
Civil – “A Terra Treme”
Programa Municipal
de Saúde Escolar
(JI Currais)

Dias das Bruxas
Almoço

Dia Internacional da
Diferença


Projeto Plano
Nacional de Leitura

de
Natal
horizontal)

Dia da Música

Dia Internacional da
Diferença
- Escola Solidária


Projeto Plano
Nacional de Leitura

Dia da Música

Programa Municipal
de Saúde Escolar

Dias das Bruxas

Dia da Alimentação

Dia de S. Martinho/Magusto

Feira de Velharias

Atividades de Expressão e
Vivências de
Natal/Festa de Natal
JI da Maia

Dia da Música

Dias das Bruxas
Comunicação - Linguagem oral
e abordagem à escrita
1º Ciclo
1.º ANO
Português
Matemática
Estudo do Meio
Muito Bom
32,73%
56,00%
73,45%
Bom
37,09%
34,55%
21,09%
Suficiente
22,18%
7,64%
5,45%
Insuficiente
6,91%
1,82%
Muito Insuficiente
1,09%
Alunos com
positiva
Alunos com
negativa
92,00%
98,18%
100,00%
8,00%
1,82%
0,00%
Reflexão dos resultados escolares
Depois da análise das grelhas relativas aos resultados escolares do 1º período, o conselho de ano
verifica que é evidente o sucesso nas três áreas disciplinares. Sendo a percentagem de insucesso
apenas de 9,82%.
A área com a maior percentagem de insucesso é o Português, tendo 6,91% no nível Insuficiente e
1,09% no nível Muito Insuficiente, o que representa no total uma taxa de 8,00% de negativas. Nos
níveis Muito Bom e Bom encontram-se 69,82% dos alunos.
A área de Matemática apresenta apenas uma taxa de 1,82% de insucesso. E 90,55% dos alunos
encontram-se nos níveis Muito Bom e Bom.
A área de Estudo do Meio é a que apresenta claramente os melhores resultados, uma vez que tem
94,54% entre os níveis Muito Bom e Bom, e 5,45% no nível Suficiente. Nesta área não há taxa de
insucesso a registar.
No universo de 11 turmas, o grupo de docentes do 1.º ano congratula-se pelos resultados obtidos
pelos alunos, que corresponderam ao trabalho desenvolvido em cada turma pelos professores. Não
esquecendo que as percentagens negativas serão passíveis de recuperação.
1º ANO
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA
ESTUDO DO MEIO
2.º ANO
Português
Muito Bom
30.83%
Matemática
38.75%
Estudo do Meio
60.42%
Bom
41.25%
35.83%
26.67%
Suficiente
18.33%
17.92%
11.25%
Insuficiente
9.58%
7.5%
1.67%
0%
0%
0%
Alunos com positiva
90.42%
92.50%
98.33%
Alunos com negativa
9.58%
7.5%
1.67%
Muito Insuficiente
Reflexão dos resultados escolares
Depois da análise das grelhas relativas aos resultados escolares do 1º período, o conselho de ano
constata que é evidente o sucesso nas três áreas primordiais. Sendo a percentagem relativa ao
Insucesso de 18.75%.
Nas três áreas primordiais mais de 72% dos alunos encontram-se nos níveis Muito Bom e Bom.
As áreas com a maior percentagem de insucesso são o Português e a Matemática, tendo a primeira
9.58% no nível negativo e a segunda 7,5%.
A área de Estudo do Meio é a que tem os melhores resultados, uma vez que tem 87.09% entre os
níveis Muito Bom e Bom e apenas 1.67% tem o nível Insuficiente.
No universo de 10 turmas, o grupo de docentes do 2º ano congratula-se pelos resultados obtidos
pelos alunos que corresponderam ao trabalho desenvolvido em cada turma pelos professores. Não
esquecendo que as percentagens negativas serão passíveis de recuperação.
2º ANO
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA
ESTUDO DO MEIO
3.º ANO
Muito Bom
Português
31.15%
Bom
41.92%
38.46%
39.23%
Suficiente
24.62%
25.77%
12.69%
Insuficiente
2.31%
3.58%
0.38%
0%
0%
0%
Alunos com positiva
97.69%
96.15%
99.62%
Alunos com negativa
2.31%
3.85%
0.38%
Muito Insuficiente
Matemática
31.92%
Estudo do Meio
47.69%
Reflexão dos resultados escolares
O grupo de Docentes do 3º ano analisou cuidadosamente as grelhas dos resultados escolares
relativos ao 1º período tendo verificado o sucesso visível nas três áreas primordiais.
Aferimos que 70% dos alunos se situam no Bom e Muito Bom nas três áreas, o que consideramos
serem resultados muito positivos.
A percentagem relativa ao insucesso é de 2.31% no Português e 3.85% na Matemática, estando estes
resultados diretamente ligados aos alunos com muitas dificuldades de aprendizagem, alguns deles
abrangidos pelo Decreto-lei nº 3/2008 e também devido à complexidade dos programas.
Durante o 1º período os Docentes do 3º ano empenharam-se fortemente no reforço da auto estima
dos alunos e na sua motivação.
Num universo de 11 turmas auferimos uma taxa de sucesso de 93,46 %, o que muito nos agrada
registar, pois reflete o bom nível de trabalho desenvolvido por este grupo de Docentes.
Tendo em conta que a avaliação do 1º ciclo se processa de forma contínua e não sobrevem apenas
nas áreas de Português e de Matemática, os resultados obtidos na avaliação mostram o trabalho
desenvolvido pelos Docentes, o empenho dos alunos e o acompanhamento dos Encarregados de
Educação.
3º ANO
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA
ESTUDO DO MEIO
4.º ANO
Português
Muito Bom
16,04%
Matemática
18,66%
Estudo do Meio
22,01%
Bom
45,90%
41,42%
50,75%
Suficiente
35,07%
33,58%
26,49%
Insuficiente
2,99%
6,34%
0,75%
Alunos com positiva
97,01%
93,66%
99,25%
Alunos com negativa
2,99%
6,34%
0,75%
Muito Insuficiente
Reflexão dos resultados escolares
Ao analisar as grelhas dos resultados escolares do primeiro período, o conselho de docentes
constatou que os alunos tiveram um desempenho positivo nas três áreas principais.
Notou-se que mais de metade dos alunos está nos níveis de Bom e de Muito Bom.
A área com maior sucesso é a de estudo do meio (99,25 %), seguida do português (97,01%) e da
matemática (93,66%).
Concluiu-se que a área com maior taxa de insucesso foi a matemática com 6, 34 % e na sua reflexão,
o grupo de docentes do 4º ano atribuiu esta taxa de insucesso à complexidade de alguns conteúdos
do novo programa e da pouca “maturidade” dos alunos para assimilar e aplicar esses conteúdos.
Mesmo tendo uma percentagem relativa de insucesso de 10,08%, o grupo de docentes do 4º ano
avaliou positivamente os resultados obtidos pelos alunos que condizem ao trabalho desenvolvido na
sala de aula.
Salientou-se que os alunos com resultados negativos estão ou serão apoiados uma hora semanal pelo
professor titular de turma.
4º ANO
PORTUGUÊS
MATEMÁTICA
ESTUDO DO MEIO
RESULTADOS POSITIVOS POR ANO / DISCIPLINA
1.º ano
Português
92%
Matemática
98,18%
Estudo do Meio
100%
2.º ano
90.42%
92.50%
98.33%
3.º ano
97.69%
96.15%
99.62%
4.º ano
97,01%
93,66%
99,25%
Na área de Português verificamos que a percentagem de positivas é superior no 3.º ano, seguindo-se
o 4.º ano, uma vez que o processo de aprendizagem da leitura e da escrita está já consolidado neste
nível de escolaridade.
No 1.º e no 2.º anos a percentagem de sucesso é um pouco inferior, isto porque no 1.º ano o
processo de leitura e escrita está ainda em aquisição e no 2.º ano há uma maior complexidade de
conceitos para o grau de maturidade em que os alunos se encontram.
Na área da Matemática a maior percentagem de positivas verifica-se no 1.º ano, uma vez que os
conteúdos são simples e os alunos têm já alguns conhecimentos nesta área, quando ingressam no 1.º
ciclo. Nos anos subsequentes a taxa de sucesso é superior a 92%.
Estudo do Meio
100
99,5
99
%98,5
1.º Período
98
97,5
97
1.º Ano
2.º Ano
3.º Ano
4.º Ano
Na área de Estudo do Meio verificamos uma taxa de 100% de positivas no 1.º ano.
Nos demais anos de escolaridade, a taxa de positivas é também bastante significativa, uma vez que
esta disciplina se baseia em conhecimentos e vivências do seu dia a dia.
Globalmente atingimos uma taxa de positivas superior a 90%nas três áreas analisadas.
Consideramos estes resultados um reflexo do trabalho da comunidade educativa: professores,
alunos, pais/encarregados de educação e assistentes operacionais.
No decorrer do ano letivo, à semelhança dos anos anteriores, esperamos ainda aumentar estes
níveis de sucesso.
2º e 3º Ciclos
Após análise dos resultados da avaliação do primeiro período, procedeu-se à elaboração do seguinte
relatório.
5º ANO
5º Ano
Média
de
Sucesso
95%
Turmas com melhor média de sucesso
Turma
%
Turma
%
A
98
J
98
Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios:
Disciplinas
Média de
insucesso
Matemática
15%
I (37%), F(24%), C(22%), G/M(21%)
Inglês
11%
F (28%), E (22%)
Turmas com resultados mais baixos
Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso:
Média global
Turmas
Disciplinas com mais insucesso
de insucesso
Inglês -28%
F
9,6%
Matemática -24%
História e Geografia de Portugal- 20%
I
8%
Matemática-37%
Constata-se uma melhoria dos resultados, neste ano de escolaridade e período, relativamente ao ano transato.
De salientar o aumento da taxa de sucesso nas disciplinas de Matemática e História e Geografia de Portugal na
ordem dos 6%. Relativamente ao sucesso global, merecem referência pela positiva, as turmas A e J (98%) e
pela negativa as turmas F e I (90% e 92%). Contudo nem sempre as turmas com maior sucesso global
apresentam a maior qualidade do sucesso, caso do 5º A.
6º Ano
6º Ano
Média de
Sucesso
93%
Turmas com melhor média de sucesso
Turma
%
Turma
%
I
96
C
95
Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios:
Disciplinas
Média de
insucesso
Matemática
23%
E (47%), K (38%), C (36%), J (35%), H
(29%), F (27%), D (20%)
Ciências Naturais
14%
F (31%), H (24%), E/G (20%)
Inglês
12%
J (29%), D (28%), B (26%)
Português
11%
F (27%), G (20%)
Turmas com resultados mais baixos
Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso:
Turmas
Média global de
insucesso
J
11%
Matemática - 35%
Inglês - 29%
10%
Ciências Naturais – 31%
Português – 27%
Matemática - 27%
F
Disciplinas com mais insucesso
Do estudo comparativo com os resultados do 6º ano no ano letivo anterior, verifica-se uma melhoria no
sucesso global. Contudo, comparando com os resultados obtidos por estes alunos, no final do 5º ano, no ano
2013/2014, verifica-se que são semelhantes (93%). Relativamente ao sucesso global, destacam-se pela positiva,
as turmas I e C (96% e 95%) e pela negativa as turmas J e F (89% e 90%). Constata-se uma vez mais que nem
sempre as turmas com maior sucesso global apresentam a maior qualidade do sucesso, caso do 6ºC.
Os conselhos de turma das turmas de 2º ciclo com maior insucesso diagnosticaram as seguintes dificuldades
e propuseram estratégias de remediação.
Principais dificuldades diagnosticadas
Incumprimento das regras de
funcionamento da sala de aula.
Falta de hábitos de estudo e de
métodos de trabalho
Dificuldades na aquisição e aplicação
dos conhecimentos
Dificuldades de interpretação de
enunciados
Falta de concentração e atenção
Estratégias de recuperação

Ser mais rigoroso no cumprimento das regras de conduta
dentro da sala de aula

Alterar a posição dos alunos na sala de aula

Verificar diariamente a realização dos trabalhos de casa

Incentivar e valorizar os hábitos
responsabilidade e a organização

Informar os E.E. dos incumprimentos dos alunos nas
tarefas/estudo diário

Sensibilizar os E.E. para a importância do acompanhamento
dos seus educandos e para a criação de ambiente favorável ao
estudo em casa

Praticar um ensino mais individualizado, sempre que possível

Utilizar o ensino cooperativo como forma de promover a
interajuda

Utilizar o reforço positivo

Estimular a apresentação de dúvidas

Frequentar as aulas de apoio e sala de estudo e apoio ao
estudo

Valorizar a participação oral

Apoiar na consulta do manual

Incentivar a leitura

Realizar pequenos questionários orais e escritos de
compreensão de textos de diferentes tipologias

Diversificar estratégias

Solicitar frequentemente a participação organizada

Exercitar a audição/compreensão de documentos áudio
de
trabalho,
As dificuldades diagnosticadas e as estratégias de remediação propostas encontram-se nos planos de
melhoria de cada disciplina.
a
7º ANO
Média de
Sucesso
77%
7º Ano
Turmas com melhor média de
sucesso
Turma
%
Turma
%
H
94
F
85
Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios:
Matemática
Média de
insucesso
44%
Português
41%
E (59%), C (50%), A e D (47%)
Inglês
41%
C (69%), A (61%), B (52%), E (47%), D (44%)
Disciplinas
Turmas com resultados mais baixos
E (71%), D (69%), C (58%)
Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso:
Turmas
Média global de insucesso
C
34%
A
30%
B
29%
D
24%
Disciplinas com mais insucesso
Inglês – 69%
Matemática - 58%
Português- 50%
Espanhol- 42%
Geografia e Físico-Química - 39%
Inglês – 61%
Físico-Química e Ciências Naturais - 50%
Português- 47%
Matemática - 41%
Inglês – 52%
Português e Geografia - 44%
Matemática - 40%
Físico-Química - 36%
Matemática – 69%
Português- 47%
Físico-Química e Espanhol- 44%
Geografia - 31%
8º ANO
8º Ano
Média de
Sucesso
84%
Turmas com melhor média de
sucesso
Turma
%
Turma
%
E
99,7
G
89
Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios:
Matemática
Média de
insucesso
30%
C (48%), A (45%), B (43%), F (35%)
História
26%
A (48%), F (47%), C (45%), H (31%)
Português
26%
A (43%), F (41%), D (39%), H (38%)
Inglês
22%
D (43%), C (38%), F (29%), H (23%)
Disciplinas
Turmas com resultados mais baixos
Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso:
Média global
Turmas
Disciplinas com mais insucesso
de insucesso
Ciências Naturais - 50%, Matemática - 48%
C
25%
História - 45%, Geografia - 41%
Inglês - 38%, Físico-Química - 33%
História - 48%, Matemática - 45%
A
23%
Português - 43%, Geografia - 36%
F
D
21%
História - 47%, Português - 41%
Matemática e Francês - 35%
19%
Inglês - 43%, Português - 39%
Matemática e Físico-Química - 27%
9º ANO
9º Ano
Média de
Sucesso
86%
Turmas com melhor média de
sucesso
Turma
%
Turma
%
H
91
F
90
Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios:
Turmas com resultados mais
baixos
Disciplinas
Média de insucesso
Francês
30%
G (54%)
Matemática
26%
C (48%), G (31%), A (30%)
Inglês
24%
D (46%), C e E (32%)
Português
22%
D (58%), E (53%)
Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso:
Média global de
Turmas
Disciplinas com mais insucesso
insucesso
Português - 53%
E
17,3%
Inglês - 32%
Português - 58%
D
16,6%
Inglês - 46%
Matemática - 29%
Da análise comparativa dos resultados do 1º período do presente ano letivo com o ano letivo anterior,
podemos concluir que a média do sucesso no 3º ciclo melhorou 6% (76% -> 82%).
O sétimo ano continua a apresentar o índice de sucesso mais baixo (76% -> 77%); no 8º ano verifica-se uma
melhoria significativa no aproveitamento global (75% -> 84%), bem como no 9º (78% -> 86%). As turmas com
maior sucesso global são aquelas que apresentam também a maior qualidade do sucesso.
A implementação de aulas de coadjuvação em diversas disciplinas e anos contribuiu para a melhoria do sucesso
nas mesmas.
Os conselhos de turma das turmas de 3º ciclo com maior insucesso diagnosticaram as seguintes dificuldades:
Principais dificuldades
diagnosticadas
Estratégias de recuperação



Incumprimento das regras
funcionamento da sala de aula
de 


Reforçar positivamente o comportamento adequado na sala de
aula
Promover a participação organizada e oportuna
Consciencializar os alunos da importância da postura correta na
sala de aula para o sucesso escolar
Exigir o cumprimento do Regulamento Interno procedendo à
marcação de medidas disciplinares corretivas, sempre que
necessário
Registar os comportamentos inadequados na caderneta do aluno e
no Inovar de modo a informar regularmente os Encarregados de
Educação
Solicitar um maior envolvimento, responsabilização e
acompanhamento dos Encarregados de Educação
Marcar e verificar sistematicamente a realização dos trabalhos de
casa
Falta de hábitos de estudo e de
métodos de trabalho

Falta de empenho, persistência e de
sentido de responsabilidade

Realizar frequentemente exercícios práticos dos conteúdos
lecionados
Falta de participação e de
colaboração nas aulas

Reforçar a avaliação formativa: fichas de trabalho, fichas
informativas, fichas de síntese dos assuntos lecionados

Incentivar e valorizar a participação oral

Elaborar esquemas síntese dos conteúdos lecionados

Promover a realização de trabalhos de pares e de grupos

Realizar revisões dos conteúdos estruturantes

Utilizar o reforço positivo individualizado

Acompanhar de forma mais individualizada os alunos com
dificuldades

Incentivar a frequência das aulas de apoio

Reforçar os contactos com os encarregados de educação

Sensibilizar os alunos e os encarregados de educação para a
importância da frequência dos apoios para superação das
dificuldades









Analisar textos
Valorizar a participação oral
Incentivar a leitura
Fomentar o trabalho de pesquisa
Realizar fichas de trabalho
Solicitar mais frequentemente os alunos nas aulas
Dar apoio mais individualizado na sala
Atribuir tarefas que os envolvam nas atividades letivas
Diversificar as estratégias de aprendizagem e avaliação, ajustandoas ao perfil das turmas
Implementar os de Planos de Tutoria e/ou encaminhamento para o
SPO
Fomentar a comunicação estreita entre os docentes, diretor de
turma e encarregados de educação
Incumprimento das tarefas
propostas e dos prazos
estabelecidos
Ausência de conhecimentos básicos
imprescindíveis para o
acompanhamento e domínio das
matérias lecionadas
Dificuldades na aquisição,
compreensão e aplicação dos
conhecimentos
Fraca assiduidade/ ausência total
dos alunos às aulas de apoio
Dificuldades na compreensão e
interpretação de enunciados e na
expressão escrita e oral
Falta de concentração e atenção
Ritmo de trabalho lento
Interesses divergentes dos
escolares
Contexto familiar pouco favorável


De referir que no 7º ano a postura irresponsável e imatura de muitos alunos face ao processo de ensinoaprendizagem e a falta de cumprimento de regras são as principais razões que conduzem ao insucesso. No 8º e
9ºanos, verifica-se uma maior interiorização das regras de saber estar na sala de aula. Contudo, a falta de prérequisitos, assim como a ausência de hábitos de estudo regulares comprometem o sucesso dos alunos que
evidenciam maiores dificuldades. De referir ainda que alguns alunos se encontram desmotivados, por razões
pessoais e familiares, apresentando interesses divergentes dos escolares.
Dificuldades específicas das disciplinas com maior insucesso
Matemática


Aquisição e articulação de conteúdos matemáticos
Falta de atenção na interpretação de enunciados matemáticos

Interpretação de esquemas, tabelas e gráficos simples

Ausência de conhecimentos básicos imprescindíveis para o acompanhamento
e domínio das matérias lecionadas

Relacionamento de conhecimentos matemáticos, resolução de problemas,
raciocínio abstrato e compreensão, aplicação e sistematização de
conhecimentos

Domínio de processos e técnicas de cálculo aritmético

Utilização adequada da linguagem específica da matemática

Utilização de algoritmos matemáticos
7º,8º e 9º

Ausência de hábitos de leitura

Compreensão/interpretação de enunciados orais e escritos
Português

Ordenação e relacionamento de ideias
7º,8º e 9º

Domínio das regras básicas de ortografia, pontuação, acentuação e uso dos
conectores discursivos

Aquisição e aplicação de conteúdos gramaticais e de estilística





Falta de pré-requisitos
Compreensão e interpretação de ideias
Aquisição e aplicação de conhecimentos
Expressão oral e escrita
Domínio de estruturas gramaticais e de vocabulário fundamental


Interpretação e compreensão das fontes históricas
Aquisição e aplicação dos conceitos e vocabulário específico da disciplina


Compreensão /expressão escrita e oral
Falta de pré-requisitos a nível do vocabulário básico e das estruturas gramaticais
elementares da língua
Inglês
7º,8º
História
8º
Francês
9º G
As estratégias de remediação propostas encontram-se nos planos de melhoria de cada disciplina.
Educação especial 1º Ciclo
Escolas: E.B.1/ JI
Ponderando nos resultados obtidos no desenrolar do 1º período, apresentamos os dados referentes à
Educação Especial
1- Número de alunos referenciados e avaliados pelas equipas de avaliação, ao longo deste
período escolar.
Ciclos de ensino
Total de alunos
Avaliados
Elegíveis
Não elegíveis
Pré/1º ciclo
13*
11**
8
1
*2 alunos aguardam homologação pelo diretor;
** 2 alunos encontram-se em avaliação.
2- Número de alunos reavaliados por: mudança de ciclo, ou transferência, ou alteração da
medida educativa
Ciclo de ensino
Nº de alunos
Avaliados
Elegíveis
JI
2
2*
1
Não
elegíveis
0
1º Ciclo
11
11
11
0
Total
13
13
12
0
*1 em avaliação
3- Medidas educativas implementadas no Agrupamento
Ciclo de ensino
Nº alunos a frequentar/Medidas Educativas aplicadas
CEI
ACI
APP*
APP+APA*
Domicílios
Pré-escolar
1
3
3
0
-------
1º Ciclo
17
33
5
8
4
Total de alunos
18
36
8
8
4
Reflexão Final
Verificou-se que de um modo geral as respostas educativas propostas nos respetivos PEI e
implementadas pelos diferentes agentes educativos foram as adequadas.
Foram elaboradas, durante este período, para todos os alunos abrangidos pelo Dec. Lei 3/2008, os
respetivos PEI/ Operacionalizações ao PEI, bem como, os respetivos relatórios trimestrais da educação
especial.
As atividades que fazem parte do PAA foram cumpridas com sucesso, na generalidade.
Educação especial 2º e 3º Ciclos
Ponderando nos resultados obtidos no desenrolar do primeiro período 2014-2015, apresentamos os
dados referentes à Educação Especial
1- Número de alunos referenciados e avaliados pelas equipas de avaliação, ao longo do 1º
período.
Ciclos de ensino
Total de
alunos
Avaliados
Elegíveis
Não elegíveis
2º/3º ciclos
3
3
1
2
Total
3
3
1
2
2- Medidas educativas implementadas no Agrupamento
Nº alunos a frequentar/Medidas Educativas aplicadas
Ciclo de ensino
2º e 3º ciclos
CEI
ACI
Domicílios
26
70
1
Total de alunos
97
3- Resultados escolares em alunos com Adequações
Alunos sem
negativas
Alunos com 1
nível negativo
Alunos com 2
níveis
negativos
Alunos com 3
níveis
negativos
Alunos com 4
níveis
negativos
Alunos com 5
níveis
negativos
Alunos com 6
níveis
negativos
Alunos com 8
níveis
negativos
30
10
7
5
9
6
2
1
Nestes resultados destaca-se o facto de sete alunos estarem a beneficiar da medida adequações no
processo de matricula. No entanto, esta medida educativa não tem revelado eficácia em três dos sete
alunos, que frequentam o oitavo ano. Este insucesso reflete a falta de responsabilidade dos discentes,
bem como o seu desinteresse pelo percurso académico. São alunos que demonstram instabilidade
comportamental, falta de assiduidade aos apoios pedagógicos personalizados e ausência de
pontualidade.
4- Resultados escolares em alunos com Currículo Especifico Individual
Alunos sem negativas
Alunos com 1 nível negativo
20
4
Alunos com 2 níveis negativos
Alunos com 6 negativas
1
1
5- Alunos que frequentam o Programa Individual de Trabalho (PIT)
Local de PIT
Nº De Alunos
Tempo de PIT/Semana
Centro de Reabilitação da Areosa
2
3 dias /semana
EB 2,3 da Maia
1
12 tempos /semana
Reflexão do 1º período
Foram elaborados os Programas Educativos Individuais e as Operacionalizações dos mesmos
para todos os alunos abrangidos pelo Dec. Lei 3/2008 bem como os Relatórios Técnico Pedagógicos dos
alunos referenciados elegíveis e não elegíveis para serem homologados no Conselho Pedagógico. Nesses
relatórios foram propostas as medidas educativas a serem implementadas ao longo do ano lectivo.
O grupo de docentes de Educação Especial, face aos resultados escolares obtidos pelos alunos
abrangidos pelo Decreto- Lei 3/2008, considera que deverá existir uma maior participação e
responsabilidade dos Encarregados de Educação, e aumentar o tempo de apoio pedagógico
personalizado com os docentes da turma e de educação especial. Os docentes de disciplina, consideram
que os alunos NEE com Apoios Pedagógicos Personalizados têm obtido resultados mais satisfatórios, do
que os alunos que frequentam apenas os Apoios Pedagógicos Acrescidos.
Irá este grupo de docente continuar a implementar atividades incluídas no Plano Anual de
Agrupamento indo ao encontro das reais necessidades dos alunos, tais como o melhorar as relações
interpessoais e a sua crescente inclusão na sociedade tendo em vista a sua inserção na vida ativa.
Gabinete do Aluno
1. Absentismo/abandono escolar
A tabela 1 apresenta o absentismo escolar relativo ao primeiro período, por ano letivo 2014-2015.
A tabela 2 apresenta os casos de abandono na escola. Dos quatro alunos que não foram avaliados por
nunca terem comparecido na escola, um aluno emigrou, apesar da sua situação ainda não estar legalizada.
ano de
Nº de
escolaridade
alunos
5º
Casos de
% ano
absentismo
1ºP
1ºP
359
0
0,0
6º
312
2
0,2
7º
195
1
0,1
8º
226
0
0,0
9º
192
0
0,0
total
1284
3
0,2
Tabela 1 – absentismo no 2º e 3º ciclo
ano de
Nº de
escolaridade
alunos
Casos de
abandono
Casos de absentismo 1ºP
3
nº de
alunos
absentistas
2
1
0
5º
6º
7º
8º
9º
ano de escolaridade
Gráfico 1 – absentismo no 2º e 3º ciclo
% ano
1ºP
1ºP
5º
359
0
0,0
6º
312
2
0,2
7º
195
2
0,2
8º
226
0
0,0
9º
192
0
0,0
total
1284
4
0,3
Tabela 2 – absentismo no 2º e 3º ciclo
Apesar de ter diminuido em 5 alunos os casos de absentismo, relativamente a igual período do ano letivo
anterior, o objetivo é erradicá-lo completamente. Corresponsabilizar toda a comunidade educativa e
trabalhar em cooperação com as entidades competentes externas à escola (CPCJ da Maia, CMMaia,
tribunal de menores do Porto) continuam a ser as medidas apontadas para o combate do absentismo.
2. Associação de estudantes
O GDA acompanhou todo o processo eleitoral e as eleições que correram dentro do esperado e
calendarizado. O GDA apoiará a implementação de todas as atividades propostas pela Associação de
Estudantes eleita.
3. Tutoria
Ao longo do primeiro período foram propostos quarenta e sete alunos para usufruírem do plano de ação
tutorial, PAT. Dos alunos propostos, dois deixaram de estar propostos nas reuniões intercalares uma vez
que a sua situação escolar melhorou significativamente; uma aluna foi transferida, nove usufruíram do PAT
e aos restantes alunos não foi atribuído professor tutor.
nº de
nº de
alunos
alunos que
propostos
usufruem
5º
3
1
33,3
6º
12
2
16,7
7º
18
2
11,1
8º
9
3
33,3
9º
5
1
20,0
total
47
9
19,1
ano
%
Tabela 3 – alunos, por ano de escolaridade, que usufruem do PAT
Níveis inferiores a três
0
1
2
3
 
Nº total de alunos
1
1
0
0
7
Tabela 4 – Análise dos resultados escolares dos 9 alunos com PAT no 1º período
Nº total de faltas injustificadas
0
1
2
3

Nº total de alunos
2
2
1
0
4
Tabela 5 – Análise das faltas injustificadas dos 9 alunos com PAT no 1º período
Nº total de participações
disciplinares
Nº total de alunos
0
1
2
3
 
8
1
0
0
0
Tabela 6 – Análise das participações disciplinares dos 9 alunos com PAT no 1º período
Nº de dias de suspensão
aplicados
Nº total de alunos
0
1
2
3
 4
9
0
0
0
0
Tabela 7 - Análise das suspensões aplicadas aos 9 alunos com PAT no 1º período
O PAT surtiu algum efeito pedagógico uma vez que, apesar de na maioria dos casos não se observar
melhorias significativas a nível do aproveitamento escolar, a atitude da maioria dos tutorandos tem vindo a
melhorar, estando estes a adquirir comportamentos mais regrados e uma atitude mais positiva em relação
à escola.
No final do primeiro período foram propostos/continuam propostos trinta e nove alunos dos quais onze já
têm professor tutor. Os principais objetivos do PAT, no segundo período, são erradicar o absentismo,
manter a disciplina e diminuir significativamente o número de níveis inferiores a três dos alunos abrangidos
por este programa.
4. Disciplina
Durante o 1º período, o GDA registou um total de 120 participações de natureza disciplinar (156 em igual
período do ano letivo anterior), num universo de 1284 alunos, o que corresponde a um número médio de
participações por dia de 1,8, o equivalente a 0,09 participações por aluno, e a uma taxa de indisciplina de
0,13%
(1)
. Pode-se considerar que em relação ao mesmo período do ano letivo anterior, a indisciplina no
Agrupamento teve uma redução pouco significativa dos 0,18% obtidos em igual período do ano letivo
anterior para os 0,13% obtidos este ano letivo.
Foram os alunos do sétimo ano os que obtiveram um maior número de participações disciplinares,
seguidos pelos alunos que frequentam o sexto ano.
Participações Disciplinares
80
60
nº total de
participações 40
disciplinares
20
0
5º
6º
7º
8º
9º
ano de escolaridade
Gráfico 2 – participações disciplinares por ano de escolaridade
(1)
Considerando que a taxa de indisciplina seria de 100% se todos os alunos tivessem uma participação disciplinar por dia letivo.
Das 120 participações disciplinares efetuadas, 110 decorreram em sala de aula e deram origem à marcação
de falta disciplinar o que corresponde a 91,7% do total de medidas aplicadas.
São os alunos do sétimo ano os que tiveram um maior número de vezes ordem de saída da sala de aula.
Faltas disciplinares
60
nº de faltas 40
disciplinares 20
0
5º
6º
7º
8º
9º
ano de escolaridade
Gráfico 3 – faltas disciplinares por ano de escolaridade
Foi a disciplina de matemática que observou uma maior incidência de participações disciplinares - 19, no
total, o que corresponde a 15,8% do total de participações efetuadas.
Participações em sala de aula
20
15
nº total
10
de
participações
5
Português
Inglês
Fran.
Espanhol
HGP
Hist.
Geog.
Mat.
C. Nat.
CFQ
EV
Ed. Física
EPS
TIC
EMRC
APA Ing
APA Mat
0
disciplina
Gráfico 4 – participações disciplinares por disciplina
Fora da sala de aula ocorreram cinco participações disciplinares, realizadas por alunos, professores e
assistentes operacionais. Das cinco participações comunicadas ao Diretor, 20% referiam-se a alunos
apanhados a fumar e 60% foram comunicadas por alunos que sofreram agressões físicas ou professores,
alunos, assistentes operacionais que as testemunharam.
Participações fora da sala de aula
4
3
nº de
2
participações
1
0
agressão
fumar
professores
tipo de participação
Gráfico 5 – participações disciplinares fora da sala de aula
Este período não foram aplicadas as medidas disciplinares de condicionamento a espaços escolares ou de
atividades de integração.
Medidas disciplinares aplicadas
120
100
nº de medidas 80
disciplinares 60
40
aplicadas
20
0
tipo de medidas disciplinares
Gráfico 6 – medidas disciplinares aplicadas
A aplicação do nº7 do artigo 26º da Lei 51/2012 de 5 de setembro resultou na realização de dois conselhos
de turma disciplinar, com vista a analisar a situação escolar de três alunos da turma C do sétimo ano e dois
alunos da turma G do sétimo.
Neste primeiro período foi aplicada a medida educativa sancionatória de suspensão por 14 vezes. Em 35,7%
dos casos, foi aplicada a medida de 1 dia de suspensão.
Suspensões
6
4
nº de alunos
2
0
1 DIA 2 DIAS 3 DIAS 4 DIAS 5 DIAS 10 DIAS 12 DIAS
nº de dias
Gráfico 7 – número de dias de suspensão aplicados
O objetivo principal do GDA, nos próximos períodos é aumentar a disciplina em sala de aula e diminuir o
número de faltas disciplinares e suspensões.
Relatório Ação Social Escolar
Escalão
1º ciclo
2º ciclo
3º ciclo
A
200
123
317
B
122
87
131
TOTAL
Alunos apoiados pela ASE
Totais
322
210
448
980
A- Cantina
Em média, foram servidos diariamente 530 almoços. As refeições são confecionadas nas instalações
próprias da escola, por pessoal habilitado, sendo uma mais-valia para os utilizadores.
Quadro – Refeições servidas durante o 1º Período
CICLO
SUBSÍDIO
Funcionários
Professores
Escalão A
2ºCiclo Escalão B
Normal
Escalão A
3ºCiclo Escalão B
Normal
TOTAL
ENCOMENDADAS
COM MULTA
SERVIDAS
371
275
5479
3004
12054
6628
1641
7272
106
35
124
144
716
143
173
720
363
268
5279
2928
11787
6169
1587
7072
36724
2161
35453
NÃO SERVIDAS
8
7
200
76
267
459
54
200
%
3,65%
2,52%
2,21%
6,92%
3,29%
2,75%
1271 3,46%
Conclusões
a) Existe um número significativo de alunos que marca e não consome a refeição. Estes alunos
pertencem maioritariamente aos escalões A e B e é no 3º ciclo que esse número se
evidencia. (6,92% escalão A; 3,29% escalão B)
Estratégias
1. Corresponsabilizar os encarregados de educação para a importância de desmarcar a
refeição sempre que a tenha marcado e por motivo imprevisto não possa almoçar.
Caso não seja possível, deverá entregar ao DT a justificação do E. Educação.
2. De acordo com as orientações do Ministério da Educação e Ciências, os alunos de
escalão terão de pagar o valor total (1,46 euros) da refeição marcada, mas não
consumida, a partir do 2º período.
b) Verificou-se ainda que há um número elevado de alunos que não marca a refeição (embora
esse número tenha diminuído gradualmente ao longo do período graças às estratégias
implementadas). Esses mesmos alunos têm direito a consumir pão, sopa e fruta por 3 vezes,
pagando uma senha (multa) de 30 cêntimos.
Estratégias
1. Corresponsabilizar alunos/encarregados de educação para a marcação das refeições;
2. Diariamente, é feito um registo dos alunos não cumpridores;
3. À posterior, é elaborada uma lista dos alunos que já atingiram o limite de refeição
sem marcação (três vezes) e que é do conhecimento dos alunos;
4. De acordo com os critérios definidos em regulamento, a partir da 4ª vez, não é
permitido ao aluno de almoçar na cantina sempre que esta situação se verificar. A
mesma é comunicada pelos meios legais ao respetivo diretor de turma, e
consequentemente ao Encarregado de Educação.
c) Aparecem diariamente na cantina, em média, 4 alunos sem cartão para almoçar (no 2ºciclo)
e 3 alunos sem cartão (no 3º ciclo).
Estratégias
1. Corresponsabilizar alunos/encarregados de educação para a utilização do cartão;
2. Diariamente, é feito um registo dos alunos não cumpridores;
3. À posterior, é elaborada uma lista dos alunos que já atingiram o limite de refeição
sem cartão (três vezes) e que é do conhecimento dos alunos;
4. A partir da 4ª vez, o aluno passa para o fim da fila do turno correspondente sempre
que esta situação se verificar.
Nota: Com vista a agilizar e tornar mais rápida e transparente a entrada na cantina, foi
implementada uma nova orgânica a título experimental a partir do dia 17 de novembro. Assim:
1. foi elaborada uma lista com a distribuição das turmas que está afixada à entrada da cantina.
A ordem implementada foi feita de acordo com a hora de saída e de entrada de cada turma,
dos anos mais novos para os mais velhos. Todas as turmas foram contempladas, por forma a
incluir o grupo/turma que vem de fora para almoçar na cantina;
Resultados




Fila antecipada inexistente;
Fila/tempo de espera para a entrada no refeitório quase inexistente;
Atrasos às aulas inexistente;
Respeito pela ordem estabelecida por parte dos alunos, professores e assistentes
operacionais;
Dado o sucesso desta nova orgânica, dar-se-á continuidade à mesma no próximo período.
B- Projetos de apoio à cantina
1- Brigada de Apoio à Cantina
Através da divulgação/sensibilização feita pelos docentes de EPS, diretores de turma e encarregados de
educação, existe um número razoável de alunos motivados para integrar voluntariamente as Brigadas de “
Apoio à Cantina”. Estes alunos pertencem maioritariamente ao quinto ano de escolaridade. É notória a falta
de participação dos alunos do 3º ciclo. (apenas um aluno inscrito, mas que nunca compareceu quando
convocado).
A função prestada (voluntariamente) pelos alunos do Apoio à Cantina foi e é de grande importância para o
seu bom funcionamento e tem como finalidade diminuir os comportamentos desajustados e desenvolver
bons hábitos alimentares, como consumir sopa à refeição, fazer a refeição completa, provar/experimentar
novos alimentos, evitar desperdícios que podem traduzir-se numa maior rentabilização das ementas e baixar
o ruído e a desarrumação num local tão movimentado.
ANOS
5º
6º
7º
TURMAS
B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M,
A,F,H,L
B
TOTAL INSCRITOS
61
15
1
Gostaríamos de continuar a contar com a colaboração destes alunos e apelávamos à colaboração de todos, na
medida em que a permanência constante e vigilância de adultos na cantina diminui consideravelmente o
ruído e melhora o respeito pelas regras de saber estar.
2- DOSE CERTA- diz não ao desperdício
Integrado na política de redução da produção de resíduos alimentares e o combate ao desperdício alimentar
iremos continuar a implementar o projeto no presente ano letivo.
Através da sensibilização feita pelas brigadas, bem como de toda a comunidade educativo, os alunos têm sido
incentivados a consumir a sopa, o prato principal, bem como a fruta. Além disso, são alertados diariamente
para evitar o desperdício alimentar, levando a quantidade e os alimentos que irão realmente consumir.
Com vista a combater o desperdício alimentar, os alunos irão responder a um inquérito que incidirá sobre a
apreciação das refeições/ ementas que foram servidas ao longo do 1º período. Será ainda pedido aos alunos
que apresentem sugestões de ementas.
3- LIPOR GERAÇÃO +
Decorrente da auditoria de avaliação inicial e realizada pelos Técnicos de Educação Ambiental da Lipor, em
que a instituição obteve um resultado de 68,57%, apresentam-se os fatores que alicerçam estes resultados e
possíveis caminhos de otimização.
Resultados



POSITIVO
Práticas de separação multimaterial;
Dose Certa Escolas – combate ao desperdício
alimentar;
Horta À Porta – desenvolvimento de hortas e
da compostagem e vermicompostagem.



MENOS POSITIVO
Produção de resíduos acima da média –
medidas de prevenção;
Alguma deposição de resíduos nos espaços
verdes;
Gastos energéticos e de água (controle).
PLANO DE AÇÃO INICIAL - Resíduos
 Comunicar o projeto à comunidade escolar;
 Formação a professores e a assistentes operacionais;
 Desenvolver a campanha “Este Lixo Não É Meu… Será Teu?”
 Proceder à colocação de sinalética homologada;
 Realizar visitas às unidades operacionais da Lipor;
 Trabalhar a temática da prevenção com os utentes da instituição;
 Campanha(s) para poupança de água e de eletricidade.
4- ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
No dia 16 de outubro, os grupos de ciências naturais e de matemática do 2º ciclo levaram a cabo a
atividade Festival das Sopas, no âmbito do dia Mundial da Alimentação. Foram servidas diversas
sopas e, para sobremesa, espetadas de fruta. Como tem sido habitual, esta atividade pautou-se pelo
sucesso.
Resultados do inquérito de satisfação
SEXO (%)
Masculino
Sopa Favorita (%)
50
40
30
20
10
0
Feminino
50
39
28
8
2
1
13 - 16
0
9 - 12
17 - 65
Sopa mais saudável (%)
17 - 65
13 - 16
21
2
1
Consumé de
legumes
Sopa juliana
1
Caldo Verde
9
9 - 12
40
13 - 16
17 - 65
Ano frequentado (%)
9 - 12
50
Sopa juliana
1
Consumé de legumes
2
36
14
9
Caldo Verde
1
8
32
2
4
42
5
6
7
8
9
5- HORTA NA ESCOLA
Visa promover a qualidade de vida da comunidade, o contacto com a Natureza, o terreno disponível, a
redução da produção de resíduos, em especial da matéria orgânica, a promoção de hábitos saudáveis e as
boas práticas agrícolas.
Na prática, este projeto pretende continuar a disponibilizar os talhões a elementos da comunidade escolar
interessados em praticar a agricultura biológica e a compostagem caseira. Ao receber o talhão de terreno, os
“futuros agricultores” recebem também formação em agricultura biológica (para amadores!).
Os produtos são para consumo da comunidade educativa, é disponibilizada água e um local para armazenar
as ferramentas. É ainda disponibilizado um compostor, por área.
Queremos proporcionar a todos a possibilidade de cultivarem a sua pequena horta, com a garantia de
qualidade dos produtos, de melhor saúde e ambiente, através de boas práticas agrícolas, ambientais.
A professora Maria Manuel Barroso integrou o projeto com 3 turmas, tendo dado início ao mesmo com a
limpeza da estufa, plantações de ervas aromáticas em vasos e canteiros, que serão posteriormente colocados
no exterior. O Srº Carriço tem mostrado disponibilidade em colaborar.
6- ESCOLA SOLIDÁRIA
Ajudar a comunidade educativa carenciada da escola, bem como da área de residência envolvente tem vindo
a ser uma prática do Agrupamento.

No final do 1º período foram entregues Cabazes resultantes da oferta de géneros alimentares por
parte dos alunos.
Depois de averiguado junto dos Diretores de turmas, foram distribuídos dezasseis cabazes de Natal a famílias
referenciadas.

Anos
Cabazes distribuídos
5º
2
6º
6
7º
6
8º
1
9º
1
No dia 11 de dezembro, o Departamento de Língua levou a cabo a atividade, Mesas Tradicionais de
Natal. O objetivo desta iniciativa solidária visou a angariação de verbas e produtos alimentares para a
feitura de cabazes que irão ser entregues ao longo deste ano letivo a famílias identificadas.

A escola participou igualmente na 1ª campanha do projeto Escola Solidária promovida pela CMM,
que decorreu durante o mês de novembro. O total de alimentos recolhidos (leite) no nosso
agrupamento foi de 1219. Pretendemos participar na próxima campanha que ocorrerá em maio.

A biblioteca escolar aderiu ao Projeto- um caderno ou um lápis par o Gui- uma campanha de doação
de cadernos e lápis para os alunos de algumas escolas da Guiné Bissau. No mês de dezembro, houve
uma sessão de sensibilização. Em janeiro, dar-se-á início à campanha que se concluirá em março com
uma cerimónia.
C- Programa PERA- Quadro Suplemento alimentar
Segue o mapa dos alunos referenciados e que estão a usufruir de lanche manhã e/ou tarde.
Escalão A
Escalão B
1
2
1
Pré
1º
1ºciclo 2º
3º
4º
2ºciclo 5º
6º
a
7º
a
3º ciclo 8º
n
a
9º
n
a
o
Totais n
a
o
n
o
n
o
o
2
1
6
4
1
2
19
Sem escalão
1
1
4
5
1
1
2
12
Educação Para a Saúde
Atividades do 1º ciclo
Consecução dos objetivos / Pertinência das actividades
O grupo de EPS do 1º Ciclo reuniu regularmente para seleccionar atividades adequadas a cada ano de
escolaridade, de acordo com os conteúdos e objetivos previamente estabelecidos no PAA. As atividades
escolhidas foram pertinentes, na medida em que serviram para explorar cada conteúdo e atingir os
objetivos, sofrendo das adaptações possíveis em cada turma e em cada escola, já que cada uma vive uma
realidade própria. Os alunos mostraram interesse, exploraram conteúdos importantes para o seu
desenvolvimento pessoal e para uma convivência saudável e mais ordeira na escola, em convívio com os
outros e experimentar posturas de respeito para com os outros e os espaços, bem como de aceitação e
integração de cada um, ainda que diferente. Os momentos de EPS promoveram o equilíbrio das turmas
como grupo, procuraram captar a atenção dos alunos, para a necessidade de uma alimentação equilibrada,
hábitos de higiene adequados e a participação na vida quotidiana da escola, integrando-se nos momentos
festivos da mesma.
Não foi possível efetuar a pesagem dos alunos, dado que não nos forneceram as balanças necessárias.
Adequação da metodologia/ estratégias /Recursos
Dada a necessidade de se atender ao tempo disponível de cada aula (45mn), de se simplificar o processo, as
metodologias foram adequadas. Procurou-se ter em conta o ano de escolaridade e o grau de autonomia de
cada grupo. Recorreu-se a power points, fichas de trabalho, documentos do Agrupamento, histórias e
materiais diversos.
Atividades do 2º ciclo
EPS 5º ano
A atividade de “ Peddy paper sobre Segurança Rodoviária” não se realizou, porque a maioria dos
professores de EPS de 5º ano, foram colocados tardiamente, como tal foi concertado em reunião e
aprovado em conselho pedagógico, que ficaria para o dia do agrupamento no final do ano. As restantes
atividades, apadrinhamento das turmas de 5º ano pelos alunos do 9º ano, sensibilização dos alunos para a
participação nas “Brigadas da Cantina” e concurso “Pavilhão MAIS”. Análise do IMC; Prevenção do cancro
da mama “ Comemoração do Mês Rosa”. “Maia Escola Solidária”, foram realizadas com exito. Todos os
alunos se envolveram e participaram duma forma empenhada.
EPS 6º ano
Ao longo deste primeiro período, foram realizadas as seguintes atividades: “Festival das Sopas”- elaboração
de trabalhos sobre a composição nutricional dos alimentos; Dia do Não Fumador- visionamento de
PowerPoints e elaboração de trabalhos sobre o tema; Análise do IMC; Prevenção do cancro da mama “
Comemoração do Mês Rosa” ;“Semana Europeia da Prevenção de resíduos”- construção do cabaz solidário.
De uma forma geral os alunos envolveram-se nas atividades e demonstram interesse e empenho nas
tarefas propostas.
Relativamente à atividade “ Hortas Pedagógicas ”, só três turmas a iniciaram, tendo feito limpeza à estufa
(não ainda na totalidade) e preparam o respetivo espaço para posterior sementeira de plantas aromáticas e
não só. Queria ainda acrescentar, que destas três turmas, duas delas o fizeram duma forma voluntária,
tendo vindo para a escola de tarde quando não tinham aulas, claro que com a devida autorização dos
Encarregados de Educação.
Nota: No 2º ciclo este ano a atividade “ Cabaz Solidário “ não estava proposta no PAA, mas dado o
interesse manifestado pelos alunos, realizou-se essa atividade em todas as turmas, demonstrando assim a
sensibilidade dos alunos para a solidariedade.
Atividades do 3º ciclo
EPS 7º ano
Na área curricular de Educação para a Saúde, ao longo deste primeiro período, foi cumprida a planificação
prevista e foi realizada a seguinte atividade: Dia do Não Fumador, com visionamento de PowerPoints e
debate sobre o assunto. Foram ainda tratados nas aulas os temas: afetos e relacionamento interpessoal,
adolescência e família, assertividade e comportamentos de risco. De uma forma geral, os alunos
envolveram-se nas atividades e demonstraram interesse e empenho nas tarefas propostas.
EPS 8º ano
Na área curricular de Educação para a Saúde, ao longo deste primeiro período, foi parcialmente cumprida a
planificação prevista. Decorreram duas sessões ministradas por enfermeiras do Centro de Saúde da Maia,
com os temas: métodos contracetivos e infeções sexualmente transmissíveis. Foram ainda tratados nas
aulas os temas: resolução de conflitos e fatores que influenciam as decisões. A pedido dos alunos, foram
realizados e apresentados à turma, trabalhos de grupo sobre: doença causada pelo vírus ébola, o prémio
Nobel da Paz 2014, o cancro, a bulimia, doença de Alzheimer e o AVC. Os alunos envolveram-se nas
atividades e demonstraram interesse e empenho nas tarefas propostas.
EPS 9º Ano
Na área curricular de Educação para a Saúde, ao longo deste primeiro período foi desenvolvido o tema
“Sexualidade” culminando com a elaboração de um folheto sobre “Gravidez na Adolescência”. Procedeu-se
ainda à planificação do apadrinhamento de turmas de 5º ano, à sensibilização dos alunos para a
participação nas “Brigadas da Cantina” e concurso “Pavilhão MAIS” e uma sessão de orientação vocacional,
efetuada pelo SPO da escola. De uma forma geral os alunos envolveram-se nas atividades e demonstraram
interesse e empenho nas mesmas.
Conclusão
Em todas as atividades e em todos os níveis de ensino, os alunos participaram duma forma empenhada.
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ANO LETIVO 2014/2015 RELATÓRIO 1ºPeríodo