RELATÓRIO 1ºPeríodo ANO LETIVO 2014/2015 Pré-escolar NOTA PRÉVIA Este documento pretende dar uma perspetiva do trabalho desenvolvido ao longo do primeiro período, tendo presente que a educação pré-escolar é a 1.ª etapa do sistema educativo e é o ponto de partida para um percurso de sucesso em educação. Por isso, as Orientações Curriculares que constituíram um quadro de referência comum para todas as educadoras, serviram como suporte de todo o trabalho pedagógico desenvolvido. Deste modo estruturou-se a construção articulada do saber através da introdução de propostas/atividades inseridas em áreas de conteúdo integradoras: Formação Pessoal e Social; Expressão e Comunicação e Conhecimento do Mundo. Refira-se que estas áreas foram trabalhadas de uma forma interdisciplinar e transversal, constituindo-se referências gerais a considerar no planeamento e avaliação das situações e oportunidades de aprendizagem oferecidas às crianças. Saliente-se que a operacionalização do projeto de adaptação e integração à vida no JI, constituiu o traço comum às práticas educativas desenvolvidas com os diferentes grupos de crianças. As prioridades passaram pela criação de um ambiente educativo significativo e propiciador da segurança e estabilidade afetiva das crianças, a par da elaboração de instrumentos de regulação e organização da vida em grupo. De referir ainda que grande parte do trabalho foi realizado também de acordo com as atividades previstas no Plano Anual de Atividades, algum desenvolvido em articulação horizontal (salas do JI) e outro vertical (Eb1). No geral importa referir que o balanço é positivo, na medida em que por um lado foram concretizadas as atividades previstas e por outro houve evolução no comportamento /desenvolvimento dos grupos. As avaliações das atividades realizadas no âmbito do PAA foram realizadas em documento próprio e integram o Plano de Ação de cada educadora, encontrando-se também disponíveis no Dossier do Departamento em suporte digital (PEN). O presente relatório será constituído por uma primeira parte onde se fará uma breve descrição do trabalho realizado nas diferentes áreas curriculares, outra onde se dá uma breve panorâmica do processo da avaliação formativa e uma outra onde se elencam as atividades desenvolvidas no âmbito do plano anual de atividades. DAS ÁREAS CURRICULARES Formação Pessoal e Social Esta é uma área integradora e transversal e tem a ver com a forma como a criança se relaciona consigo própria, com os outros e com o mundo, num processo que implica o desenvolvimento de atitudes e valores. Neste sentido as atividades que favorecem o conhecimento de si e do outro, a criação de rotinas e elaboração de instrumentos de organização e regulação do grupo, constituíram a base do trabalho realizado. Por isso toda a intencionalidade educativa centrou-se nos seguintes objetivos: Promover a integração e adaptação das crianças, recorrendo a diferentes estratégias lúdicas Investir na interiorização e cumprimento de regras Criar um clima de bem-estar, segurança e confiança, criando uma rotina diária Fomentar a interação e relação criança / criança e adulto / criança Estimular o desenvolvimento da autonomia e independência Contribuir para o desenvolvimento da autoestima de cada criança, adotando estratégias de reforço positivo e investindo na segurança e estabilidade afetiva das crianças Promover a socialização/cooperação, ajudando as crianças a: - Conhecer-se a si e aos outros - Saber estar - Saber partilhar Adotar práticas ativas de promoção da saúde Área de Expressão e Comunicação A área da expressão e comunicação engloba também as aprendizagens relacionadas com o desenvolvimento psicomotor e simbólico, que determinam a compreensão e o progressivo domínio das diferentes formas de linguagem para comunicar, transmitir pensamentos, sentimentos/emoções e vivências. No decorrer deste período as crianças foram vivenciando e explorando situações dentro e fora da sala que estimulassem o desenvolvimento de diferentes competências nos diferentes domínios: Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita Fomentar a comunicação verbal em grande e/ ou pequeno grupo, promovendo a compreensão da mensagem oral Promover o enriquecimento do vocabulário Promover o contacto com o código escrito, realizando registos escritos e gráficos Dinamizar a hora do conto, como estratégia para fomentar o gosto pela leitura Domínio da Expressão Dramática, Musical e Motora Permitir a tomada de consciência do seu corpo – esquema corporal Criar oportunidades para contactar com outras formas de comunicação e expressão, nomeadamente a corporal Criar oportunidades para a fruição lúdica da música, explorando canções e músicas em suporte áudio Promover o contacto com alguns instrumentos musicais Fomentar o desenvolvimento da capacidade de exprimir emoções e sensações Dinamizar atividades facilitadoras e promotoras do jogo simbólico Criar oportunidades para o desenvolvimento de competências de motricidade ampla e fina Domínio da matemática Elaborar instrumentos de organização e regulação do grupo (mapa de presenças, tabela das responsabilidades, quadro do tempo, aniversários…) Criar oportunidades para as aprendizagens matemáticas (fazer contar, formar conjuntos) Ajudar as crianças a interiorizar/construir a noção de tempo Domínio da expressão plástica Dar oportunidade às crianças para contactar com materiais e técnicas de expressão plástica dando especial relevo à exploração sensorial dos mesmos Fomentar o desenvolvimento da originalidade e criatividade Área do conhecimento do Mundo Esta área integra os domínios das ciências do meio físico e social, procurando responder à curiosidade natural das crianças e ao seu desejo de saber e compreender o ambiente que as rodeia. Daí que a intervenção educativa tenha passado por desenvolver um processo de ensino aprendizagem que de uma forma contextualizada e significativa permitisse perseguir os seguintes objetivos: Iniciar o projeto “DE MÃOS DADAS COM A NATUREZA”, realizando atividades que promovam o conhecimento e a preservação da natureza e a adoção de estilos de vida saudável. Desenvolver a capacidade de observar o tempo / mudanças no estado do tempo Sensibilizar para os fenómenos cíclicos da natureza – (as estações do ano) Corresponder à curiosidade natural das crianças Fomentar o desejo de saber e compreender o porquê das coisas DA AVALIAÇÃO FORMATIVA No momento em que chega ao fim o primeiro período, importa refletir acerca das oportunidades de aprendizagem proporcionadas aos diferentes grupos de crianças. Algumas dessas propostas de aprendizagem estão documentadas e sistematizadas em dossiês individuais (portefólios), que contêm produções e registos vários que evidenciam o percurso, evolução e as experiências/aprendizagens mais significativas de cada criança. Essas evidências serão partilhadas com os encarregados de educação, em reuniões de avaliação, realizadas para o efeito e complementarão os registos de avaliação, em vigor no agrupamento. Para o preenchimento desses registos serão utilizados os perfis de competências elaborados para as diferentes faixas etárias. Esses registos serão entregues aos encarregados educação e farão parte integrante dos Processos Individuais das Crianças (PIC). No final do ano, estes processos serão entregues na secretaria e acompanharão as crianças que transitarem para o primeiro ciclo. Relativamente às crianças com necessidades educativas especiais (NEE) (8), houve alguns constrangimentos e dificuldades, que passaram pela falta de apoio da educação especial, falta de tarefeiras e redução do número de crianças por turma. No entanto também foram realizados relatórios específicos, realizados nalguns casos, em colaboração com a docente da educação especial, que serão também arquivados no processo individual, que será dado a conhecer aos encarregados de educação, em reuniões realizadas para esse efeito. DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ÂMBITO DO PAA (1.º Período) Atividades JI’s Atividades previstas no Atividades previstas no Atividades não previstas no Atividades realizadas em PAA e realizadas por PAA e realizadas por PAA e realizadas por alguns articulação com outros ciclos todos os JI alguns JI JI JI Cidade Jardim JI Currais Reunião de Pais Receção às crianças Dia da Alimentação JI1 da Maia Vivenciar o Outono Projeto da C.M.Maia – Campanha de Recolha de Alimentos JI D. Manuel II Feira de Outono Dia de S. Martinho/Magusto Autoridade Dia da Alimentação Nacional de Proteção Feira de Outono Dia de S. Martinho/Magusto Dia da Alimentação Feira de Outono (articulação horizontal) Dia de S. Martinho/Magusto Dias das Bruxas Almoço de Natal (articulação Dias das Bruxas Simulacro promovido pela Dia da Música Civil – “A Terra Treme” Programa Municipal de Saúde Escolar (JI Currais) Dias das Bruxas Almoço Dia Internacional da Diferença Projeto Plano Nacional de Leitura de Natal horizontal) Dia da Música Dia Internacional da Diferença - Escola Solidária Projeto Plano Nacional de Leitura Dia da Música Programa Municipal de Saúde Escolar Dias das Bruxas Dia da Alimentação Dia de S. Martinho/Magusto Feira de Velharias Atividades de Expressão e Vivências de Natal/Festa de Natal JI da Maia Dia da Música Dias das Bruxas Comunicação - Linguagem oral e abordagem à escrita 1º Ciclo 1.º ANO Português Matemática Estudo do Meio Muito Bom 32,73% 56,00% 73,45% Bom 37,09% 34,55% 21,09% Suficiente 22,18% 7,64% 5,45% Insuficiente 6,91% 1,82% Muito Insuficiente 1,09% Alunos com positiva Alunos com negativa 92,00% 98,18% 100,00% 8,00% 1,82% 0,00% Reflexão dos resultados escolares Depois da análise das grelhas relativas aos resultados escolares do 1º período, o conselho de ano verifica que é evidente o sucesso nas três áreas disciplinares. Sendo a percentagem de insucesso apenas de 9,82%. A área com a maior percentagem de insucesso é o Português, tendo 6,91% no nível Insuficiente e 1,09% no nível Muito Insuficiente, o que representa no total uma taxa de 8,00% de negativas. Nos níveis Muito Bom e Bom encontram-se 69,82% dos alunos. A área de Matemática apresenta apenas uma taxa de 1,82% de insucesso. E 90,55% dos alunos encontram-se nos níveis Muito Bom e Bom. A área de Estudo do Meio é a que apresenta claramente os melhores resultados, uma vez que tem 94,54% entre os níveis Muito Bom e Bom, e 5,45% no nível Suficiente. Nesta área não há taxa de insucesso a registar. No universo de 11 turmas, o grupo de docentes do 1.º ano congratula-se pelos resultados obtidos pelos alunos, que corresponderam ao trabalho desenvolvido em cada turma pelos professores. Não esquecendo que as percentagens negativas serão passíveis de recuperação. 1º ANO PORTUGUÊS MATEMÁTICA ESTUDO DO MEIO 2.º ANO Português Muito Bom 30.83% Matemática 38.75% Estudo do Meio 60.42% Bom 41.25% 35.83% 26.67% Suficiente 18.33% 17.92% 11.25% Insuficiente 9.58% 7.5% 1.67% 0% 0% 0% Alunos com positiva 90.42% 92.50% 98.33% Alunos com negativa 9.58% 7.5% 1.67% Muito Insuficiente Reflexão dos resultados escolares Depois da análise das grelhas relativas aos resultados escolares do 1º período, o conselho de ano constata que é evidente o sucesso nas três áreas primordiais. Sendo a percentagem relativa ao Insucesso de 18.75%. Nas três áreas primordiais mais de 72% dos alunos encontram-se nos níveis Muito Bom e Bom. As áreas com a maior percentagem de insucesso são o Português e a Matemática, tendo a primeira 9.58% no nível negativo e a segunda 7,5%. A área de Estudo do Meio é a que tem os melhores resultados, uma vez que tem 87.09% entre os níveis Muito Bom e Bom e apenas 1.67% tem o nível Insuficiente. No universo de 10 turmas, o grupo de docentes do 2º ano congratula-se pelos resultados obtidos pelos alunos que corresponderam ao trabalho desenvolvido em cada turma pelos professores. Não esquecendo que as percentagens negativas serão passíveis de recuperação. 2º ANO PORTUGUÊS MATEMÁTICA ESTUDO DO MEIO 3.º ANO Muito Bom Português 31.15% Bom 41.92% 38.46% 39.23% Suficiente 24.62% 25.77% 12.69% Insuficiente 2.31% 3.58% 0.38% 0% 0% 0% Alunos com positiva 97.69% 96.15% 99.62% Alunos com negativa 2.31% 3.85% 0.38% Muito Insuficiente Matemática 31.92% Estudo do Meio 47.69% Reflexão dos resultados escolares O grupo de Docentes do 3º ano analisou cuidadosamente as grelhas dos resultados escolares relativos ao 1º período tendo verificado o sucesso visível nas três áreas primordiais. Aferimos que 70% dos alunos se situam no Bom e Muito Bom nas três áreas, o que consideramos serem resultados muito positivos. A percentagem relativa ao insucesso é de 2.31% no Português e 3.85% na Matemática, estando estes resultados diretamente ligados aos alunos com muitas dificuldades de aprendizagem, alguns deles abrangidos pelo Decreto-lei nº 3/2008 e também devido à complexidade dos programas. Durante o 1º período os Docentes do 3º ano empenharam-se fortemente no reforço da auto estima dos alunos e na sua motivação. Num universo de 11 turmas auferimos uma taxa de sucesso de 93,46 %, o que muito nos agrada registar, pois reflete o bom nível de trabalho desenvolvido por este grupo de Docentes. Tendo em conta que a avaliação do 1º ciclo se processa de forma contínua e não sobrevem apenas nas áreas de Português e de Matemática, os resultados obtidos na avaliação mostram o trabalho desenvolvido pelos Docentes, o empenho dos alunos e o acompanhamento dos Encarregados de Educação. 3º ANO PORTUGUÊS MATEMÁTICA ESTUDO DO MEIO 4.º ANO Português Muito Bom 16,04% Matemática 18,66% Estudo do Meio 22,01% Bom 45,90% 41,42% 50,75% Suficiente 35,07% 33,58% 26,49% Insuficiente 2,99% 6,34% 0,75% Alunos com positiva 97,01% 93,66% 99,25% Alunos com negativa 2,99% 6,34% 0,75% Muito Insuficiente Reflexão dos resultados escolares Ao analisar as grelhas dos resultados escolares do primeiro período, o conselho de docentes constatou que os alunos tiveram um desempenho positivo nas três áreas principais. Notou-se que mais de metade dos alunos está nos níveis de Bom e de Muito Bom. A área com maior sucesso é a de estudo do meio (99,25 %), seguida do português (97,01%) e da matemática (93,66%). Concluiu-se que a área com maior taxa de insucesso foi a matemática com 6, 34 % e na sua reflexão, o grupo de docentes do 4º ano atribuiu esta taxa de insucesso à complexidade de alguns conteúdos do novo programa e da pouca “maturidade” dos alunos para assimilar e aplicar esses conteúdos. Mesmo tendo uma percentagem relativa de insucesso de 10,08%, o grupo de docentes do 4º ano avaliou positivamente os resultados obtidos pelos alunos que condizem ao trabalho desenvolvido na sala de aula. Salientou-se que os alunos com resultados negativos estão ou serão apoiados uma hora semanal pelo professor titular de turma. 4º ANO PORTUGUÊS MATEMÁTICA ESTUDO DO MEIO RESULTADOS POSITIVOS POR ANO / DISCIPLINA 1.º ano Português 92% Matemática 98,18% Estudo do Meio 100% 2.º ano 90.42% 92.50% 98.33% 3.º ano 97.69% 96.15% 99.62% 4.º ano 97,01% 93,66% 99,25% Na área de Português verificamos que a percentagem de positivas é superior no 3.º ano, seguindo-se o 4.º ano, uma vez que o processo de aprendizagem da leitura e da escrita está já consolidado neste nível de escolaridade. No 1.º e no 2.º anos a percentagem de sucesso é um pouco inferior, isto porque no 1.º ano o processo de leitura e escrita está ainda em aquisição e no 2.º ano há uma maior complexidade de conceitos para o grau de maturidade em que os alunos se encontram. Na área da Matemática a maior percentagem de positivas verifica-se no 1.º ano, uma vez que os conteúdos são simples e os alunos têm já alguns conhecimentos nesta área, quando ingressam no 1.º ciclo. Nos anos subsequentes a taxa de sucesso é superior a 92%. Estudo do Meio 100 99,5 99 %98,5 1.º Período 98 97,5 97 1.º Ano 2.º Ano 3.º Ano 4.º Ano Na área de Estudo do Meio verificamos uma taxa de 100% de positivas no 1.º ano. Nos demais anos de escolaridade, a taxa de positivas é também bastante significativa, uma vez que esta disciplina se baseia em conhecimentos e vivências do seu dia a dia. Globalmente atingimos uma taxa de positivas superior a 90%nas três áreas analisadas. Consideramos estes resultados um reflexo do trabalho da comunidade educativa: professores, alunos, pais/encarregados de educação e assistentes operacionais. No decorrer do ano letivo, à semelhança dos anos anteriores, esperamos ainda aumentar estes níveis de sucesso. 2º e 3º Ciclos Após análise dos resultados da avaliação do primeiro período, procedeu-se à elaboração do seguinte relatório. 5º ANO 5º Ano Média de Sucesso 95% Turmas com melhor média de sucesso Turma % Turma % A 98 J 98 Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios: Disciplinas Média de insucesso Matemática 15% I (37%), F(24%), C(22%), G/M(21%) Inglês 11% F (28%), E (22%) Turmas com resultados mais baixos Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso: Média global Turmas Disciplinas com mais insucesso de insucesso Inglês -28% F 9,6% Matemática -24% História e Geografia de Portugal- 20% I 8% Matemática-37% Constata-se uma melhoria dos resultados, neste ano de escolaridade e período, relativamente ao ano transato. De salientar o aumento da taxa de sucesso nas disciplinas de Matemática e História e Geografia de Portugal na ordem dos 6%. Relativamente ao sucesso global, merecem referência pela positiva, as turmas A e J (98%) e pela negativa as turmas F e I (90% e 92%). Contudo nem sempre as turmas com maior sucesso global apresentam a maior qualidade do sucesso, caso do 5º A. 6º Ano 6º Ano Média de Sucesso 93% Turmas com melhor média de sucesso Turma % Turma % I 96 C 95 Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios: Disciplinas Média de insucesso Matemática 23% E (47%), K (38%), C (36%), J (35%), H (29%), F (27%), D (20%) Ciências Naturais 14% F (31%), H (24%), E/G (20%) Inglês 12% J (29%), D (28%), B (26%) Português 11% F (27%), G (20%) Turmas com resultados mais baixos Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso: Turmas Média global de insucesso J 11% Matemática - 35% Inglês - 29% 10% Ciências Naturais – 31% Português – 27% Matemática - 27% F Disciplinas com mais insucesso Do estudo comparativo com os resultados do 6º ano no ano letivo anterior, verifica-se uma melhoria no sucesso global. Contudo, comparando com os resultados obtidos por estes alunos, no final do 5º ano, no ano 2013/2014, verifica-se que são semelhantes (93%). Relativamente ao sucesso global, destacam-se pela positiva, as turmas I e C (96% e 95%) e pela negativa as turmas J e F (89% e 90%). Constata-se uma vez mais que nem sempre as turmas com maior sucesso global apresentam a maior qualidade do sucesso, caso do 6ºC. Os conselhos de turma das turmas de 2º ciclo com maior insucesso diagnosticaram as seguintes dificuldades e propuseram estratégias de remediação. Principais dificuldades diagnosticadas Incumprimento das regras de funcionamento da sala de aula. Falta de hábitos de estudo e de métodos de trabalho Dificuldades na aquisição e aplicação dos conhecimentos Dificuldades de interpretação de enunciados Falta de concentração e atenção Estratégias de recuperação Ser mais rigoroso no cumprimento das regras de conduta dentro da sala de aula Alterar a posição dos alunos na sala de aula Verificar diariamente a realização dos trabalhos de casa Incentivar e valorizar os hábitos responsabilidade e a organização Informar os E.E. dos incumprimentos dos alunos nas tarefas/estudo diário Sensibilizar os E.E. para a importância do acompanhamento dos seus educandos e para a criação de ambiente favorável ao estudo em casa Praticar um ensino mais individualizado, sempre que possível Utilizar o ensino cooperativo como forma de promover a interajuda Utilizar o reforço positivo Estimular a apresentação de dúvidas Frequentar as aulas de apoio e sala de estudo e apoio ao estudo Valorizar a participação oral Apoiar na consulta do manual Incentivar a leitura Realizar pequenos questionários orais e escritos de compreensão de textos de diferentes tipologias Diversificar estratégias Solicitar frequentemente a participação organizada Exercitar a audição/compreensão de documentos áudio de trabalho, As dificuldades diagnosticadas e as estratégias de remediação propostas encontram-se nos planos de melhoria de cada disciplina. a 7º ANO Média de Sucesso 77% 7º Ano Turmas com melhor média de sucesso Turma % Turma % H 94 F 85 Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios: Matemática Média de insucesso 44% Português 41% E (59%), C (50%), A e D (47%) Inglês 41% C (69%), A (61%), B (52%), E (47%), D (44%) Disciplinas Turmas com resultados mais baixos E (71%), D (69%), C (58%) Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso: Turmas Média global de insucesso C 34% A 30% B 29% D 24% Disciplinas com mais insucesso Inglês – 69% Matemática - 58% Português- 50% Espanhol- 42% Geografia e Físico-Química - 39% Inglês – 61% Físico-Química e Ciências Naturais - 50% Português- 47% Matemática - 41% Inglês – 52% Português e Geografia - 44% Matemática - 40% Físico-Química - 36% Matemática – 69% Português- 47% Físico-Química e Espanhol- 44% Geografia - 31% 8º ANO 8º Ano Média de Sucesso 84% Turmas com melhor média de sucesso Turma % Turma % E 99,7 G 89 Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios: Matemática Média de insucesso 30% C (48%), A (45%), B (43%), F (35%) História 26% A (48%), F (47%), C (45%), H (31%) Português 26% A (43%), F (41%), D (39%), H (38%) Inglês 22% D (43%), C (38%), F (29%), H (23%) Disciplinas Turmas com resultados mais baixos Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso: Média global Turmas Disciplinas com mais insucesso de insucesso Ciências Naturais - 50%, Matemática - 48% C 25% História - 45%, Geografia - 41% Inglês - 38%, Físico-Química - 33% História - 48%, Matemática - 45% A 23% Português - 43%, Geografia - 36% F D 21% História - 47%, Português - 41% Matemática e Francês - 35% 19% Inglês - 43%, Português - 39% Matemática e Físico-Química - 27% 9º ANO 9º Ano Média de Sucesso 86% Turmas com melhor média de sucesso Turma % Turma % H 91 F 90 Disciplinas em que os resultados são menos satisfatórios: Turmas com resultados mais baixos Disciplinas Média de insucesso Francês 30% G (54%) Matemática 26% C (48%), G (31%), A (30%) Inglês 24% D (46%), C e E (32%) Português 22% D (58%), E (53%) Turmas que apresentam a média global mais alta de insucesso: Média global de Turmas Disciplinas com mais insucesso insucesso Português - 53% E 17,3% Inglês - 32% Português - 58% D 16,6% Inglês - 46% Matemática - 29% Da análise comparativa dos resultados do 1º período do presente ano letivo com o ano letivo anterior, podemos concluir que a média do sucesso no 3º ciclo melhorou 6% (76% -> 82%). O sétimo ano continua a apresentar o índice de sucesso mais baixo (76% -> 77%); no 8º ano verifica-se uma melhoria significativa no aproveitamento global (75% -> 84%), bem como no 9º (78% -> 86%). As turmas com maior sucesso global são aquelas que apresentam também a maior qualidade do sucesso. A implementação de aulas de coadjuvação em diversas disciplinas e anos contribuiu para a melhoria do sucesso nas mesmas. Os conselhos de turma das turmas de 3º ciclo com maior insucesso diagnosticaram as seguintes dificuldades: Principais dificuldades diagnosticadas Estratégias de recuperação Incumprimento das regras funcionamento da sala de aula de Reforçar positivamente o comportamento adequado na sala de aula Promover a participação organizada e oportuna Consciencializar os alunos da importância da postura correta na sala de aula para o sucesso escolar Exigir o cumprimento do Regulamento Interno procedendo à marcação de medidas disciplinares corretivas, sempre que necessário Registar os comportamentos inadequados na caderneta do aluno e no Inovar de modo a informar regularmente os Encarregados de Educação Solicitar um maior envolvimento, responsabilização e acompanhamento dos Encarregados de Educação Marcar e verificar sistematicamente a realização dos trabalhos de casa Falta de hábitos de estudo e de métodos de trabalho Falta de empenho, persistência e de sentido de responsabilidade Realizar frequentemente exercícios práticos dos conteúdos lecionados Falta de participação e de colaboração nas aulas Reforçar a avaliação formativa: fichas de trabalho, fichas informativas, fichas de síntese dos assuntos lecionados Incentivar e valorizar a participação oral Elaborar esquemas síntese dos conteúdos lecionados Promover a realização de trabalhos de pares e de grupos Realizar revisões dos conteúdos estruturantes Utilizar o reforço positivo individualizado Acompanhar de forma mais individualizada os alunos com dificuldades Incentivar a frequência das aulas de apoio Reforçar os contactos com os encarregados de educação Sensibilizar os alunos e os encarregados de educação para a importância da frequência dos apoios para superação das dificuldades Analisar textos Valorizar a participação oral Incentivar a leitura Fomentar o trabalho de pesquisa Realizar fichas de trabalho Solicitar mais frequentemente os alunos nas aulas Dar apoio mais individualizado na sala Atribuir tarefas que os envolvam nas atividades letivas Diversificar as estratégias de aprendizagem e avaliação, ajustandoas ao perfil das turmas Implementar os de Planos de Tutoria e/ou encaminhamento para o SPO Fomentar a comunicação estreita entre os docentes, diretor de turma e encarregados de educação Incumprimento das tarefas propostas e dos prazos estabelecidos Ausência de conhecimentos básicos imprescindíveis para o acompanhamento e domínio das matérias lecionadas Dificuldades na aquisição, compreensão e aplicação dos conhecimentos Fraca assiduidade/ ausência total dos alunos às aulas de apoio Dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados e na expressão escrita e oral Falta de concentração e atenção Ritmo de trabalho lento Interesses divergentes dos escolares Contexto familiar pouco favorável De referir que no 7º ano a postura irresponsável e imatura de muitos alunos face ao processo de ensinoaprendizagem e a falta de cumprimento de regras são as principais razões que conduzem ao insucesso. No 8º e 9ºanos, verifica-se uma maior interiorização das regras de saber estar na sala de aula. Contudo, a falta de prérequisitos, assim como a ausência de hábitos de estudo regulares comprometem o sucesso dos alunos que evidenciam maiores dificuldades. De referir ainda que alguns alunos se encontram desmotivados, por razões pessoais e familiares, apresentando interesses divergentes dos escolares. Dificuldades específicas das disciplinas com maior insucesso Matemática Aquisição e articulação de conteúdos matemáticos Falta de atenção na interpretação de enunciados matemáticos Interpretação de esquemas, tabelas e gráficos simples Ausência de conhecimentos básicos imprescindíveis para o acompanhamento e domínio das matérias lecionadas Relacionamento de conhecimentos matemáticos, resolução de problemas, raciocínio abstrato e compreensão, aplicação e sistematização de conhecimentos Domínio de processos e técnicas de cálculo aritmético Utilização adequada da linguagem específica da matemática Utilização de algoritmos matemáticos 7º,8º e 9º Ausência de hábitos de leitura Compreensão/interpretação de enunciados orais e escritos Português Ordenação e relacionamento de ideias 7º,8º e 9º Domínio das regras básicas de ortografia, pontuação, acentuação e uso dos conectores discursivos Aquisição e aplicação de conteúdos gramaticais e de estilística Falta de pré-requisitos Compreensão e interpretação de ideias Aquisição e aplicação de conhecimentos Expressão oral e escrita Domínio de estruturas gramaticais e de vocabulário fundamental Interpretação e compreensão das fontes históricas Aquisição e aplicação dos conceitos e vocabulário específico da disciplina Compreensão /expressão escrita e oral Falta de pré-requisitos a nível do vocabulário básico e das estruturas gramaticais elementares da língua Inglês 7º,8º História 8º Francês 9º G As estratégias de remediação propostas encontram-se nos planos de melhoria de cada disciplina. Educação especial 1º Ciclo Escolas: E.B.1/ JI Ponderando nos resultados obtidos no desenrolar do 1º período, apresentamos os dados referentes à Educação Especial 1- Número de alunos referenciados e avaliados pelas equipas de avaliação, ao longo deste período escolar. Ciclos de ensino Total de alunos Avaliados Elegíveis Não elegíveis Pré/1º ciclo 13* 11** 8 1 *2 alunos aguardam homologação pelo diretor; ** 2 alunos encontram-se em avaliação. 2- Número de alunos reavaliados por: mudança de ciclo, ou transferência, ou alteração da medida educativa Ciclo de ensino Nº de alunos Avaliados Elegíveis JI 2 2* 1 Não elegíveis 0 1º Ciclo 11 11 11 0 Total 13 13 12 0 *1 em avaliação 3- Medidas educativas implementadas no Agrupamento Ciclo de ensino Nº alunos a frequentar/Medidas Educativas aplicadas CEI ACI APP* APP+APA* Domicílios Pré-escolar 1 3 3 0 ------- 1º Ciclo 17 33 5 8 4 Total de alunos 18 36 8 8 4 Reflexão Final Verificou-se que de um modo geral as respostas educativas propostas nos respetivos PEI e implementadas pelos diferentes agentes educativos foram as adequadas. Foram elaboradas, durante este período, para todos os alunos abrangidos pelo Dec. Lei 3/2008, os respetivos PEI/ Operacionalizações ao PEI, bem como, os respetivos relatórios trimestrais da educação especial. As atividades que fazem parte do PAA foram cumpridas com sucesso, na generalidade. Educação especial 2º e 3º Ciclos Ponderando nos resultados obtidos no desenrolar do primeiro período 2014-2015, apresentamos os dados referentes à Educação Especial 1- Número de alunos referenciados e avaliados pelas equipas de avaliação, ao longo do 1º período. Ciclos de ensino Total de alunos Avaliados Elegíveis Não elegíveis 2º/3º ciclos 3 3 1 2 Total 3 3 1 2 2- Medidas educativas implementadas no Agrupamento Nº alunos a frequentar/Medidas Educativas aplicadas Ciclo de ensino 2º e 3º ciclos CEI ACI Domicílios 26 70 1 Total de alunos 97 3- Resultados escolares em alunos com Adequações Alunos sem negativas Alunos com 1 nível negativo Alunos com 2 níveis negativos Alunos com 3 níveis negativos Alunos com 4 níveis negativos Alunos com 5 níveis negativos Alunos com 6 níveis negativos Alunos com 8 níveis negativos 30 10 7 5 9 6 2 1 Nestes resultados destaca-se o facto de sete alunos estarem a beneficiar da medida adequações no processo de matricula. No entanto, esta medida educativa não tem revelado eficácia em três dos sete alunos, que frequentam o oitavo ano. Este insucesso reflete a falta de responsabilidade dos discentes, bem como o seu desinteresse pelo percurso académico. São alunos que demonstram instabilidade comportamental, falta de assiduidade aos apoios pedagógicos personalizados e ausência de pontualidade. 4- Resultados escolares em alunos com Currículo Especifico Individual Alunos sem negativas Alunos com 1 nível negativo 20 4 Alunos com 2 níveis negativos Alunos com 6 negativas 1 1 5- Alunos que frequentam o Programa Individual de Trabalho (PIT) Local de PIT Nº De Alunos Tempo de PIT/Semana Centro de Reabilitação da Areosa 2 3 dias /semana EB 2,3 da Maia 1 12 tempos /semana Reflexão do 1º período Foram elaborados os Programas Educativos Individuais e as Operacionalizações dos mesmos para todos os alunos abrangidos pelo Dec. Lei 3/2008 bem como os Relatórios Técnico Pedagógicos dos alunos referenciados elegíveis e não elegíveis para serem homologados no Conselho Pedagógico. Nesses relatórios foram propostas as medidas educativas a serem implementadas ao longo do ano lectivo. O grupo de docentes de Educação Especial, face aos resultados escolares obtidos pelos alunos abrangidos pelo Decreto- Lei 3/2008, considera que deverá existir uma maior participação e responsabilidade dos Encarregados de Educação, e aumentar o tempo de apoio pedagógico personalizado com os docentes da turma e de educação especial. Os docentes de disciplina, consideram que os alunos NEE com Apoios Pedagógicos Personalizados têm obtido resultados mais satisfatórios, do que os alunos que frequentam apenas os Apoios Pedagógicos Acrescidos. Irá este grupo de docente continuar a implementar atividades incluídas no Plano Anual de Agrupamento indo ao encontro das reais necessidades dos alunos, tais como o melhorar as relações interpessoais e a sua crescente inclusão na sociedade tendo em vista a sua inserção na vida ativa. Gabinete do Aluno 1. Absentismo/abandono escolar A tabela 1 apresenta o absentismo escolar relativo ao primeiro período, por ano letivo 2014-2015. A tabela 2 apresenta os casos de abandono na escola. Dos quatro alunos que não foram avaliados por nunca terem comparecido na escola, um aluno emigrou, apesar da sua situação ainda não estar legalizada. ano de Nº de escolaridade alunos 5º Casos de % ano absentismo 1ºP 1ºP 359 0 0,0 6º 312 2 0,2 7º 195 1 0,1 8º 226 0 0,0 9º 192 0 0,0 total 1284 3 0,2 Tabela 1 – absentismo no 2º e 3º ciclo ano de Nº de escolaridade alunos Casos de abandono Casos de absentismo 1ºP 3 nº de alunos absentistas 2 1 0 5º 6º 7º 8º 9º ano de escolaridade Gráfico 1 – absentismo no 2º e 3º ciclo % ano 1ºP 1ºP 5º 359 0 0,0 6º 312 2 0,2 7º 195 2 0,2 8º 226 0 0,0 9º 192 0 0,0 total 1284 4 0,3 Tabela 2 – absentismo no 2º e 3º ciclo Apesar de ter diminuido em 5 alunos os casos de absentismo, relativamente a igual período do ano letivo anterior, o objetivo é erradicá-lo completamente. Corresponsabilizar toda a comunidade educativa e trabalhar em cooperação com as entidades competentes externas à escola (CPCJ da Maia, CMMaia, tribunal de menores do Porto) continuam a ser as medidas apontadas para o combate do absentismo. 2. Associação de estudantes O GDA acompanhou todo o processo eleitoral e as eleições que correram dentro do esperado e calendarizado. O GDA apoiará a implementação de todas as atividades propostas pela Associação de Estudantes eleita. 3. Tutoria Ao longo do primeiro período foram propostos quarenta e sete alunos para usufruírem do plano de ação tutorial, PAT. Dos alunos propostos, dois deixaram de estar propostos nas reuniões intercalares uma vez que a sua situação escolar melhorou significativamente; uma aluna foi transferida, nove usufruíram do PAT e aos restantes alunos não foi atribuído professor tutor. nº de nº de alunos alunos que propostos usufruem 5º 3 1 33,3 6º 12 2 16,7 7º 18 2 11,1 8º 9 3 33,3 9º 5 1 20,0 total 47 9 19,1 ano % Tabela 3 – alunos, por ano de escolaridade, que usufruem do PAT Níveis inferiores a três 0 1 2 3 Nº total de alunos 1 1 0 0 7 Tabela 4 – Análise dos resultados escolares dos 9 alunos com PAT no 1º período Nº total de faltas injustificadas 0 1 2 3 Nº total de alunos 2 2 1 0 4 Tabela 5 – Análise das faltas injustificadas dos 9 alunos com PAT no 1º período Nº total de participações disciplinares Nº total de alunos 0 1 2 3 8 1 0 0 0 Tabela 6 – Análise das participações disciplinares dos 9 alunos com PAT no 1º período Nº de dias de suspensão aplicados Nº total de alunos 0 1 2 3 4 9 0 0 0 0 Tabela 7 - Análise das suspensões aplicadas aos 9 alunos com PAT no 1º período O PAT surtiu algum efeito pedagógico uma vez que, apesar de na maioria dos casos não se observar melhorias significativas a nível do aproveitamento escolar, a atitude da maioria dos tutorandos tem vindo a melhorar, estando estes a adquirir comportamentos mais regrados e uma atitude mais positiva em relação à escola. No final do primeiro período foram propostos/continuam propostos trinta e nove alunos dos quais onze já têm professor tutor. Os principais objetivos do PAT, no segundo período, são erradicar o absentismo, manter a disciplina e diminuir significativamente o número de níveis inferiores a três dos alunos abrangidos por este programa. 4. Disciplina Durante o 1º período, o GDA registou um total de 120 participações de natureza disciplinar (156 em igual período do ano letivo anterior), num universo de 1284 alunos, o que corresponde a um número médio de participações por dia de 1,8, o equivalente a 0,09 participações por aluno, e a uma taxa de indisciplina de 0,13% (1) . Pode-se considerar que em relação ao mesmo período do ano letivo anterior, a indisciplina no Agrupamento teve uma redução pouco significativa dos 0,18% obtidos em igual período do ano letivo anterior para os 0,13% obtidos este ano letivo. Foram os alunos do sétimo ano os que obtiveram um maior número de participações disciplinares, seguidos pelos alunos que frequentam o sexto ano. Participações Disciplinares 80 60 nº total de participações 40 disciplinares 20 0 5º 6º 7º 8º 9º ano de escolaridade Gráfico 2 – participações disciplinares por ano de escolaridade (1) Considerando que a taxa de indisciplina seria de 100% se todos os alunos tivessem uma participação disciplinar por dia letivo. Das 120 participações disciplinares efetuadas, 110 decorreram em sala de aula e deram origem à marcação de falta disciplinar o que corresponde a 91,7% do total de medidas aplicadas. São os alunos do sétimo ano os que tiveram um maior número de vezes ordem de saída da sala de aula. Faltas disciplinares 60 nº de faltas 40 disciplinares 20 0 5º 6º 7º 8º 9º ano de escolaridade Gráfico 3 – faltas disciplinares por ano de escolaridade Foi a disciplina de matemática que observou uma maior incidência de participações disciplinares - 19, no total, o que corresponde a 15,8% do total de participações efetuadas. Participações em sala de aula 20 15 nº total 10 de participações 5 Português Inglês Fran. Espanhol HGP Hist. Geog. Mat. C. Nat. CFQ EV Ed. Física EPS TIC EMRC APA Ing APA Mat 0 disciplina Gráfico 4 – participações disciplinares por disciplina Fora da sala de aula ocorreram cinco participações disciplinares, realizadas por alunos, professores e assistentes operacionais. Das cinco participações comunicadas ao Diretor, 20% referiam-se a alunos apanhados a fumar e 60% foram comunicadas por alunos que sofreram agressões físicas ou professores, alunos, assistentes operacionais que as testemunharam. Participações fora da sala de aula 4 3 nº de 2 participações 1 0 agressão fumar professores tipo de participação Gráfico 5 – participações disciplinares fora da sala de aula Este período não foram aplicadas as medidas disciplinares de condicionamento a espaços escolares ou de atividades de integração. Medidas disciplinares aplicadas 120 100 nº de medidas 80 disciplinares 60 40 aplicadas 20 0 tipo de medidas disciplinares Gráfico 6 – medidas disciplinares aplicadas A aplicação do nº7 do artigo 26º da Lei 51/2012 de 5 de setembro resultou na realização de dois conselhos de turma disciplinar, com vista a analisar a situação escolar de três alunos da turma C do sétimo ano e dois alunos da turma G do sétimo. Neste primeiro período foi aplicada a medida educativa sancionatória de suspensão por 14 vezes. Em 35,7% dos casos, foi aplicada a medida de 1 dia de suspensão. Suspensões 6 4 nº de alunos 2 0 1 DIA 2 DIAS 3 DIAS 4 DIAS 5 DIAS 10 DIAS 12 DIAS nº de dias Gráfico 7 – número de dias de suspensão aplicados O objetivo principal do GDA, nos próximos períodos é aumentar a disciplina em sala de aula e diminuir o número de faltas disciplinares e suspensões. Relatório Ação Social Escolar Escalão 1º ciclo 2º ciclo 3º ciclo A 200 123 317 B 122 87 131 TOTAL Alunos apoiados pela ASE Totais 322 210 448 980 A- Cantina Em média, foram servidos diariamente 530 almoços. As refeições são confecionadas nas instalações próprias da escola, por pessoal habilitado, sendo uma mais-valia para os utilizadores. Quadro – Refeições servidas durante o 1º Período CICLO SUBSÍDIO Funcionários Professores Escalão A 2ºCiclo Escalão B Normal Escalão A 3ºCiclo Escalão B Normal TOTAL ENCOMENDADAS COM MULTA SERVIDAS 371 275 5479 3004 12054 6628 1641 7272 106 35 124 144 716 143 173 720 363 268 5279 2928 11787 6169 1587 7072 36724 2161 35453 NÃO SERVIDAS 8 7 200 76 267 459 54 200 % 3,65% 2,52% 2,21% 6,92% 3,29% 2,75% 1271 3,46% Conclusões a) Existe um número significativo de alunos que marca e não consome a refeição. Estes alunos pertencem maioritariamente aos escalões A e B e é no 3º ciclo que esse número se evidencia. (6,92% escalão A; 3,29% escalão B) Estratégias 1. Corresponsabilizar os encarregados de educação para a importância de desmarcar a refeição sempre que a tenha marcado e por motivo imprevisto não possa almoçar. Caso não seja possível, deverá entregar ao DT a justificação do E. Educação. 2. De acordo com as orientações do Ministério da Educação e Ciências, os alunos de escalão terão de pagar o valor total (1,46 euros) da refeição marcada, mas não consumida, a partir do 2º período. b) Verificou-se ainda que há um número elevado de alunos que não marca a refeição (embora esse número tenha diminuído gradualmente ao longo do período graças às estratégias implementadas). Esses mesmos alunos têm direito a consumir pão, sopa e fruta por 3 vezes, pagando uma senha (multa) de 30 cêntimos. Estratégias 1. Corresponsabilizar alunos/encarregados de educação para a marcação das refeições; 2. Diariamente, é feito um registo dos alunos não cumpridores; 3. À posterior, é elaborada uma lista dos alunos que já atingiram o limite de refeição sem marcação (três vezes) e que é do conhecimento dos alunos; 4. De acordo com os critérios definidos em regulamento, a partir da 4ª vez, não é permitido ao aluno de almoçar na cantina sempre que esta situação se verificar. A mesma é comunicada pelos meios legais ao respetivo diretor de turma, e consequentemente ao Encarregado de Educação. c) Aparecem diariamente na cantina, em média, 4 alunos sem cartão para almoçar (no 2ºciclo) e 3 alunos sem cartão (no 3º ciclo). Estratégias 1. Corresponsabilizar alunos/encarregados de educação para a utilização do cartão; 2. Diariamente, é feito um registo dos alunos não cumpridores; 3. À posterior, é elaborada uma lista dos alunos que já atingiram o limite de refeição sem cartão (três vezes) e que é do conhecimento dos alunos; 4. A partir da 4ª vez, o aluno passa para o fim da fila do turno correspondente sempre que esta situação se verificar. Nota: Com vista a agilizar e tornar mais rápida e transparente a entrada na cantina, foi implementada uma nova orgânica a título experimental a partir do dia 17 de novembro. Assim: 1. foi elaborada uma lista com a distribuição das turmas que está afixada à entrada da cantina. A ordem implementada foi feita de acordo com a hora de saída e de entrada de cada turma, dos anos mais novos para os mais velhos. Todas as turmas foram contempladas, por forma a incluir o grupo/turma que vem de fora para almoçar na cantina; Resultados Fila antecipada inexistente; Fila/tempo de espera para a entrada no refeitório quase inexistente; Atrasos às aulas inexistente; Respeito pela ordem estabelecida por parte dos alunos, professores e assistentes operacionais; Dado o sucesso desta nova orgânica, dar-se-á continuidade à mesma no próximo período. B- Projetos de apoio à cantina 1- Brigada de Apoio à Cantina Através da divulgação/sensibilização feita pelos docentes de EPS, diretores de turma e encarregados de educação, existe um número razoável de alunos motivados para integrar voluntariamente as Brigadas de “ Apoio à Cantina”. Estes alunos pertencem maioritariamente ao quinto ano de escolaridade. É notória a falta de participação dos alunos do 3º ciclo. (apenas um aluno inscrito, mas que nunca compareceu quando convocado). A função prestada (voluntariamente) pelos alunos do Apoio à Cantina foi e é de grande importância para o seu bom funcionamento e tem como finalidade diminuir os comportamentos desajustados e desenvolver bons hábitos alimentares, como consumir sopa à refeição, fazer a refeição completa, provar/experimentar novos alimentos, evitar desperdícios que podem traduzir-se numa maior rentabilização das ementas e baixar o ruído e a desarrumação num local tão movimentado. ANOS 5º 6º 7º TURMAS B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M, A,F,H,L B TOTAL INSCRITOS 61 15 1 Gostaríamos de continuar a contar com a colaboração destes alunos e apelávamos à colaboração de todos, na medida em que a permanência constante e vigilância de adultos na cantina diminui consideravelmente o ruído e melhora o respeito pelas regras de saber estar. 2- DOSE CERTA- diz não ao desperdício Integrado na política de redução da produção de resíduos alimentares e o combate ao desperdício alimentar iremos continuar a implementar o projeto no presente ano letivo. Através da sensibilização feita pelas brigadas, bem como de toda a comunidade educativo, os alunos têm sido incentivados a consumir a sopa, o prato principal, bem como a fruta. Além disso, são alertados diariamente para evitar o desperdício alimentar, levando a quantidade e os alimentos que irão realmente consumir. Com vista a combater o desperdício alimentar, os alunos irão responder a um inquérito que incidirá sobre a apreciação das refeições/ ementas que foram servidas ao longo do 1º período. Será ainda pedido aos alunos que apresentem sugestões de ementas. 3- LIPOR GERAÇÃO + Decorrente da auditoria de avaliação inicial e realizada pelos Técnicos de Educação Ambiental da Lipor, em que a instituição obteve um resultado de 68,57%, apresentam-se os fatores que alicerçam estes resultados e possíveis caminhos de otimização. Resultados POSITIVO Práticas de separação multimaterial; Dose Certa Escolas – combate ao desperdício alimentar; Horta À Porta – desenvolvimento de hortas e da compostagem e vermicompostagem. MENOS POSITIVO Produção de resíduos acima da média – medidas de prevenção; Alguma deposição de resíduos nos espaços verdes; Gastos energéticos e de água (controle). PLANO DE AÇÃO INICIAL - Resíduos Comunicar o projeto à comunidade escolar; Formação a professores e a assistentes operacionais; Desenvolver a campanha “Este Lixo Não É Meu… Será Teu?” Proceder à colocação de sinalética homologada; Realizar visitas às unidades operacionais da Lipor; Trabalhar a temática da prevenção com os utentes da instituição; Campanha(s) para poupança de água e de eletricidade. 4- ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL No dia 16 de outubro, os grupos de ciências naturais e de matemática do 2º ciclo levaram a cabo a atividade Festival das Sopas, no âmbito do dia Mundial da Alimentação. Foram servidas diversas sopas e, para sobremesa, espetadas de fruta. Como tem sido habitual, esta atividade pautou-se pelo sucesso. Resultados do inquérito de satisfação SEXO (%) Masculino Sopa Favorita (%) 50 40 30 20 10 0 Feminino 50 39 28 8 2 1 13 - 16 0 9 - 12 17 - 65 Sopa mais saudável (%) 17 - 65 13 - 16 21 2 1 Consumé de legumes Sopa juliana 1 Caldo Verde 9 9 - 12 40 13 - 16 17 - 65 Ano frequentado (%) 9 - 12 50 Sopa juliana 1 Consumé de legumes 2 36 14 9 Caldo Verde 1 8 32 2 4 42 5 6 7 8 9 5- HORTA NA ESCOLA Visa promover a qualidade de vida da comunidade, o contacto com a Natureza, o terreno disponível, a redução da produção de resíduos, em especial da matéria orgânica, a promoção de hábitos saudáveis e as boas práticas agrícolas. Na prática, este projeto pretende continuar a disponibilizar os talhões a elementos da comunidade escolar interessados em praticar a agricultura biológica e a compostagem caseira. Ao receber o talhão de terreno, os “futuros agricultores” recebem também formação em agricultura biológica (para amadores!). Os produtos são para consumo da comunidade educativa, é disponibilizada água e um local para armazenar as ferramentas. É ainda disponibilizado um compostor, por área. Queremos proporcionar a todos a possibilidade de cultivarem a sua pequena horta, com a garantia de qualidade dos produtos, de melhor saúde e ambiente, através de boas práticas agrícolas, ambientais. A professora Maria Manuel Barroso integrou o projeto com 3 turmas, tendo dado início ao mesmo com a limpeza da estufa, plantações de ervas aromáticas em vasos e canteiros, que serão posteriormente colocados no exterior. O Srº Carriço tem mostrado disponibilidade em colaborar. 6- ESCOLA SOLIDÁRIA Ajudar a comunidade educativa carenciada da escola, bem como da área de residência envolvente tem vindo a ser uma prática do Agrupamento. No final do 1º período foram entregues Cabazes resultantes da oferta de géneros alimentares por parte dos alunos. Depois de averiguado junto dos Diretores de turmas, foram distribuídos dezasseis cabazes de Natal a famílias referenciadas. Anos Cabazes distribuídos 5º 2 6º 6 7º 6 8º 1 9º 1 No dia 11 de dezembro, o Departamento de Língua levou a cabo a atividade, Mesas Tradicionais de Natal. O objetivo desta iniciativa solidária visou a angariação de verbas e produtos alimentares para a feitura de cabazes que irão ser entregues ao longo deste ano letivo a famílias identificadas. A escola participou igualmente na 1ª campanha do projeto Escola Solidária promovida pela CMM, que decorreu durante o mês de novembro. O total de alimentos recolhidos (leite) no nosso agrupamento foi de 1219. Pretendemos participar na próxima campanha que ocorrerá em maio. A biblioteca escolar aderiu ao Projeto- um caderno ou um lápis par o Gui- uma campanha de doação de cadernos e lápis para os alunos de algumas escolas da Guiné Bissau. No mês de dezembro, houve uma sessão de sensibilização. Em janeiro, dar-se-á início à campanha que se concluirá em março com uma cerimónia. C- Programa PERA- Quadro Suplemento alimentar Segue o mapa dos alunos referenciados e que estão a usufruir de lanche manhã e/ou tarde. Escalão A Escalão B 1 2 1 Pré 1º 1ºciclo 2º 3º 4º 2ºciclo 5º 6º a 7º a 3º ciclo 8º n a 9º n a o Totais n a o n o n o o 2 1 6 4 1 2 19 Sem escalão 1 1 4 5 1 1 2 12 Educação Para a Saúde Atividades do 1º ciclo Consecução dos objetivos / Pertinência das actividades O grupo de EPS do 1º Ciclo reuniu regularmente para seleccionar atividades adequadas a cada ano de escolaridade, de acordo com os conteúdos e objetivos previamente estabelecidos no PAA. As atividades escolhidas foram pertinentes, na medida em que serviram para explorar cada conteúdo e atingir os objetivos, sofrendo das adaptações possíveis em cada turma e em cada escola, já que cada uma vive uma realidade própria. Os alunos mostraram interesse, exploraram conteúdos importantes para o seu desenvolvimento pessoal e para uma convivência saudável e mais ordeira na escola, em convívio com os outros e experimentar posturas de respeito para com os outros e os espaços, bem como de aceitação e integração de cada um, ainda que diferente. Os momentos de EPS promoveram o equilíbrio das turmas como grupo, procuraram captar a atenção dos alunos, para a necessidade de uma alimentação equilibrada, hábitos de higiene adequados e a participação na vida quotidiana da escola, integrando-se nos momentos festivos da mesma. Não foi possível efetuar a pesagem dos alunos, dado que não nos forneceram as balanças necessárias. Adequação da metodologia/ estratégias /Recursos Dada a necessidade de se atender ao tempo disponível de cada aula (45mn), de se simplificar o processo, as metodologias foram adequadas. Procurou-se ter em conta o ano de escolaridade e o grau de autonomia de cada grupo. Recorreu-se a power points, fichas de trabalho, documentos do Agrupamento, histórias e materiais diversos. Atividades do 2º ciclo EPS 5º ano A atividade de “ Peddy paper sobre Segurança Rodoviária” não se realizou, porque a maioria dos professores de EPS de 5º ano, foram colocados tardiamente, como tal foi concertado em reunião e aprovado em conselho pedagógico, que ficaria para o dia do agrupamento no final do ano. As restantes atividades, apadrinhamento das turmas de 5º ano pelos alunos do 9º ano, sensibilização dos alunos para a participação nas “Brigadas da Cantina” e concurso “Pavilhão MAIS”. Análise do IMC; Prevenção do cancro da mama “ Comemoração do Mês Rosa”. “Maia Escola Solidária”, foram realizadas com exito. Todos os alunos se envolveram e participaram duma forma empenhada. EPS 6º ano Ao longo deste primeiro período, foram realizadas as seguintes atividades: “Festival das Sopas”- elaboração de trabalhos sobre a composição nutricional dos alimentos; Dia do Não Fumador- visionamento de PowerPoints e elaboração de trabalhos sobre o tema; Análise do IMC; Prevenção do cancro da mama “ Comemoração do Mês Rosa” ;“Semana Europeia da Prevenção de resíduos”- construção do cabaz solidário. De uma forma geral os alunos envolveram-se nas atividades e demonstram interesse e empenho nas tarefas propostas. Relativamente à atividade “ Hortas Pedagógicas ”, só três turmas a iniciaram, tendo feito limpeza à estufa (não ainda na totalidade) e preparam o respetivo espaço para posterior sementeira de plantas aromáticas e não só. Queria ainda acrescentar, que destas três turmas, duas delas o fizeram duma forma voluntária, tendo vindo para a escola de tarde quando não tinham aulas, claro que com a devida autorização dos Encarregados de Educação. Nota: No 2º ciclo este ano a atividade “ Cabaz Solidário “ não estava proposta no PAA, mas dado o interesse manifestado pelos alunos, realizou-se essa atividade em todas as turmas, demonstrando assim a sensibilidade dos alunos para a solidariedade. Atividades do 3º ciclo EPS 7º ano Na área curricular de Educação para a Saúde, ao longo deste primeiro período, foi cumprida a planificação prevista e foi realizada a seguinte atividade: Dia do Não Fumador, com visionamento de PowerPoints e debate sobre o assunto. Foram ainda tratados nas aulas os temas: afetos e relacionamento interpessoal, adolescência e família, assertividade e comportamentos de risco. De uma forma geral, os alunos envolveram-se nas atividades e demonstraram interesse e empenho nas tarefas propostas. EPS 8º ano Na área curricular de Educação para a Saúde, ao longo deste primeiro período, foi parcialmente cumprida a planificação prevista. Decorreram duas sessões ministradas por enfermeiras do Centro de Saúde da Maia, com os temas: métodos contracetivos e infeções sexualmente transmissíveis. Foram ainda tratados nas aulas os temas: resolução de conflitos e fatores que influenciam as decisões. A pedido dos alunos, foram realizados e apresentados à turma, trabalhos de grupo sobre: doença causada pelo vírus ébola, o prémio Nobel da Paz 2014, o cancro, a bulimia, doença de Alzheimer e o AVC. Os alunos envolveram-se nas atividades e demonstraram interesse e empenho nas tarefas propostas. EPS 9º Ano Na área curricular de Educação para a Saúde, ao longo deste primeiro período foi desenvolvido o tema “Sexualidade” culminando com a elaboração de um folheto sobre “Gravidez na Adolescência”. Procedeu-se ainda à planificação do apadrinhamento de turmas de 5º ano, à sensibilização dos alunos para a participação nas “Brigadas da Cantina” e concurso “Pavilhão MAIS” e uma sessão de orientação vocacional, efetuada pelo SPO da escola. De uma forma geral os alunos envolveram-se nas atividades e demonstraram interesse e empenho nas mesmas. Conclusão Em todas as atividades e em todos os níveis de ensino, os alunos participaram duma forma empenhada.