MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS (401675)
Póvoa de Varzim
RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO
PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES
ANO LECTIVO 2007/2008
Conselho Executivo:
José Eduardo Lemos (Presidente)
Natália Pereira (Vice-Presidente)
José Manuel Santos (Vice-Presidente)
José Henrique Lima (Assessor)
PÓVOA DE VARZIM
Outubro de 2008
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ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS (401675)
Póvoa de Varzim
ÍNDICE
INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................ 3
ACTIVIDADES ESCOLARES ....................................................................................................................... 4
ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ÂMBITO DA ACÇÃO DO CONSELHO
EXECUTIVO ..................................................................................................................................................10
ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ÂMBITO DA ACÇÃO DO CONSELHO
PEDAGÓGICO ...............................................................................................................................................13
ÁREA CURRICULAR NÃO DISCIPLINAR DE PROJECTO ..........................................................................13
CLUBES / PROJECTOS / ACTIVIDADES ......................................................................................................14
ACTIVIDADE DOS VÁRIOS NÚCLEOS E SERVIÇOS ..................................................................................18
ACTIVIDADE DOS DEPARTAMENTOS CURRICULARES ...........................................................................48
RESULTADOS ESCOLARES ...................................................................................................................105
AVALIAÇÃO GLOBAL ..............................................................................................................................111
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INTRODUÇÃO
Para os efeitos previstos na alínea e) do art. 10º do RAAG, aprovado pelo Decreto-Lei nº 115A/98 de 4 de Maio, com as alterações impostas pela Lei nº 24/99 de 22 de Abril, apresenta-se o
presente Relatório Final de Avaliação da Execução do Plano de Actividades 2007/08 aprovado pelo
Conselho Executivo em 28/10/2008.
O presente relatório aborda toda a actividade da ESEQ no ano lectivo de 2007/2008, desde o dia
1 de Setembro de 2007 a 31 de Agosto de 2008.
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ACTIVIDADES ESCOLARES
O lançamento do Ano Lectivo 2007-08 teve início com o desenvolvimento de diversas
actividades preparatórias que se desenrolaram antes do dia 1 de Setembro e tidas como
imprescindíveis para a sua efectivação. Assim, e para que conste, são a seguir referenciadas:
Planificação e organização do serviço de matrículas e constituição de turmas.
Distribuição do serviço lectivo e não lectivo.
Elaboração dos horários dos Alunos, Pessoal Docente e Não Docente.
Calendarização e planificação das reuniões e outras actividades de lançamento do ano lectivo
– Conselho Pedagógico, Departamentos Curriculares, Conselho de Directores de Turma,
Reunião Geral de Professores e Reunião Geral de Funcionários.
Desenvolvimento processual relativo ao estabelecimento de Contrato de Autonomia celebrado
com o Ministério da Educação.
As actividades escolares – lectivas e não lectivas – da responsabilidade da ESEQ,
nomeadamente a respectiva planificação e execução, decorreram de acordo com o previsto, e
cumpriram a seguinte calendarização:
MÊS
Setembro
Outubro
Dezembro
DIA
CALENDARIZAÇÃO 1º PERÍODO
ACTIVIDADE
11
Reunião de Conselho Pedagógico
12
Reunião Geral de Professores (Refeitório)
Reuniões de Departamento Curricular – Planificação de Actividades
Reunião de Conselho de Directores de Turma
13
Reunião com o Pessoal Não Docente.
Reuniões de Conselhos de Turma relativas a situações de alunos com NEE
14
Recepção aos pais dos alunos do 7.º e 10.º Anos
Recepção a todos os alunos
17
Início das aulas, com cumprimento integral do tempo de duração das mesmas
09 - 20
14
17, 18 e 19
Reuniões intercalares de Conselho de Turma
Termo das aulas do 1º período
Reuniões de Conselho de Turma de avaliação.
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MÊS
Janeiro
Fevereiro
Março
DIA
03
09-10-11
4-5-6
14
17, 18 e 19
MÊS
DIA
Março
31
Abril
2-3- 4
6
Junho
11-12
20
23-24
CALENDARIZAÇÃO 2º PERÍODO
ACTIVIDADE
Início das aulas do 2º período.
Reuniões dos Directores de Turma com os Encarregados de Educação.
Interrupção de Carnaval.
Termo das aulas do 2º período.
Reuniões de Conselho de Turma de avaliação.
CALENDARIZAÇÃO 3º PERÍODO
ACTIVIDADE
Início das aulas do 3º período.
Reuniões dos Directores de Turma com os Encarregados de Educação.
Termo das aulas do 3º período para o 11.º e 12.º Anos.
Reuniões de Conselhos de Turma de avaliação do, 11.º e 12.º Anos.
Termo das aulas do 3º período para o 7.º, 8.º e 10.º Anos.
Reuniões de Conselhos de Turma de avaliação do 8.ºe 10.º Anos.
As actividades lectivas tiveram início normalmente, no início de Setembro, registando-se a
colocação de todos os lugares de docência nos prazos previstos verificando-se, no início do ano, a
necessidade de suprir através do sistema “Necessidades Cíclicas as colocações de um professor para
a disciplina de Espanhol e de um professor para a disciplina de Filosofia.
Refira-se também que, quer as reuniões intercalares de Conselhos de Turma, quer as reuniões
de avaliação dos alunos, de final de 1º, 2.º e 3.º períodos, decorreram com normalidade, tendo sido
cumpridos os objectivos propostos. As reuniões de Conselho de Turma intercalares realizaram-se em
período pós-lectivo (final do período da tarde) de modo a evitar prejuízo das actividades lectivas, por
um lado, e por outro, de forma a possibilitar e incentivar a presença dos encarregados de educação e
dos alunos. De realçar, também, a utilidade das reuniões do Conselho de Directores de Turma para
preparação dos Conselhos de Turma intercalares e de avaliação de final de período.
Durante o ano lectivo verificaram-se quatro suspensões das actividades lectivas. Uma
suspensão parcial no dia 18/10/2007 por força de uma Manifestação Nacional da Função Pública e três
suspensões totais, uma no dia 30/11/2007, outra no dia 14/03/08 e ainda uma outra no dia 21/05/08 por
força de Greves da Função Pública.
No início do 2.º e 3.º períodos realizaram-se as reuniões dos Directores de Turma com os
Encarregados de Educação a fim de estes tomarem conhecimento de todos os aspectos relativos aos
vários momentos de avaliação dos alunos e, eventualmente, concertarem estratégias de actuação
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tendo em vista a superação de eventuais dificuldades detectadas. Consideramos que a participação
dos Encarregados de Educação foi positiva, especialmente ao nível do Ensino Básico e do 10º Ano,
como pode ser demonstrado pelos quadros, a seguir, apresentados:
Escola Secundária Eça de Queirós
2007/2008
PRESENÇAS DOS E.E. NAS REUNIÕES COM OS DIRECTORES DE TURMA
Reunião Geral - Início do 1º Período
8º ano
Total
Presenças
%
11ºano
Total
Presenças
%
A
B
21
20
95%
26
11
42%
25
21
84%
26
17
65%
46
41
89%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
24
12
50%
25
17
68%
30
17
57%
26
12
46%
26
17
65%
19
12
63%
10
5
50%
28
19
68%
27
19
70%
28
14
50%
20
7
35%
18
11
61%
333
190
57%
7ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
29
22
76%
28
18
64%
29
26
90%
86
66
77%
10ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
28
28
28
28
16
22
18
18
57%
28
23
82%
12ºano
Total
Presenças
%
28
17
61%
25
9
36%
28
22
79%
24
16
67%
28
23
82%
18
10
56%
28
18
64%
31
9
29%
28
6
21%
23
10
43%
27
19
70%
32
14
44%
28
10
36%
31
16
52%
29
17
59%
23
13
57%
28
14
50%
23
7
30%
23
12
52%
24
9
38%
23
438
15
270
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
12
266
5
118
42%
44%
Básico
Sec.
79%
64%
64%
62%
Total
132
1037
1169
Presenças
107
578
685
6/112
%
81%
56%
59%
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ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS (401675)
Póvoa de Varzim
PRESENÇAS DOS E.E. NAS REUNIÕES COM OS DIRECTORES DE TURMA
Reunião início do 2º período
8º ano
Total
Presenças
%
11ºano
Total
Presenças
%
A
B
22
18
82%
15
60%
26
21
81%
26
20
77%
48
39
81%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
25
23
12
52%
26
17
65%
27
14
52%
25
17
68%
24
12
50%
19
14
74%
7ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
28
23
82%
29
20
69%
29
20
69%
86
63
73%
9
4
44%
29
23
79%
27
21
78%
28
16
57%
10
8
80%
19
11
58%
317
204
64%
10ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
28
27
28
28
22
23
18
21
79%
28
20
71%
12ºano
Total
Presenças
%
27
22
81%
13
54%
19
68%
21
11
52%
28
22
79%
18
11
61%
29
19
66%
35
10
29%
28
14
50%
22
9
41%
27
17
63%
26
16
62%
25
16
64%
33
10
30%
27
19
70%
22
12
55%
28
19
68%
15
9
60%
20
11
55%
18
4
22%
23
429
12
294
52%
69%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
24
28
13
247
6
111
46%
45%
Básico
Sec.
Total
134
993
1127
85%
64%
75%
Presenças
102
609
711
7/112
%
76%
61%
63%
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS (401675)
Póvoa de Varzim
PRESENÇAS DOS E.E. NAS REUNIÕES COM OS DIRECTORES DE TURMA
Reunião início do 3º período
7ºano
Total
Presenças
%
11ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
28
20
71%
11
46%
29
21
72%
27
18
67%
29
23
79%
23
9
39%
86
64
74%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
24
26
15
58%
25
17
68%
24
15
63%
24
15
63%
19
15
79%
8
5
63%
29
19
66%
27
18
67%
26
16
62%
7
5
71%
8º ano
Total
Presenças
%
A
B
21
12
57%
25
19
76%
46
31
67%
10ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
28
27
28
27
18
19
18
20
64%
28
17
61%
27
19
70%
26
19
73%
28
24
86%
27
18
67%
28
12
43%
27
12
44%
25
19
76%
27
18
67%
18
14
78%
23
15
65%
20
414
12
274
60%
66%
Básico
Sec.
Total
132
929
1061
12
9
75%
301
187
62%
12ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
24
8
33%
15
4
27%
11
5
45%
18
10
56%
16
5
31%
27
15
56%
22
8
36%
22
13
59%
21
7
33%
25
3
12%
13
214
3
81
23%
38%
70%
64%
74%
Presenças
95
542
637
8/112
%
72%
58%
60%
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS (401675)
Póvoa de Varzim
PRESENÇAS DOS E.E. NAS REUNIÕES COM OS DIRECTORES DE TURMA
Reunião Final do Ano Lectivo
7ºano
Total
Presenças
%
11ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
28
19
68%
5
23%
17
59%
27
1
4%
29
12
41%
23
5
22%
86
48
56%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
22
29
26
2
8%
34
6
18%
30
3
10%
24
2
8%
19
3
16%
30
10
33%
27
1
4%
26
0
0%
7
0
0%
8º ano
Total
Presenças
%
A
B
21
11
52%
26
11
42%
47
22
47%
10ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
28
28
28
27
12
14
10
15
43%
28
3
11%
27
12
44%
28
13
46%
28
10
36%
26
3
12%
28
6
21%
27
10
37%
27
2
7%
29
4
14%
24
5
21%
20
16
80%
20
423
16
151
80%
36%
Básico
Sec.
Total
133
972
1105
12
1
8%
307
39
13%
12ºano
Total
Presenças
%
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
23
1
4%
26
4
15%
50%
36%
56%
Presenças
70
205
275
9/112
%
53%
21%
25%
4
1
25%
35
1
3%
16
1
6%
27
5
19%
29
0
0%
22
2
9%
22
0
0%
25
0
0%
13
242
0
15
0%
6%
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Póvoa de Varzim
ACTIVIDADES
DESENVOLVIDAS
NO
ÂMBITO
DA
ACÇÃO
DO
CONSELHO EXECUTIVO
As actividades propostas pelo Conselho Executivo, constantes do Plano de Actividades, têm
vindo a ser desenvolvidas com êxito e de acordo com a programação deste Órgão, tendo sido
realizadas as que a seguir se elencam:
HIGIENE E SEGURANÇA DA ESEQ
Cooperação com a P.S.P. no âmbito do programa “Escola Segura”
Revisão das redes de gás (aquecimento)
Implementação e actualização de medidas que visem a segurança dos membros da comunidade escolar e bens
pessoais
Verificação das tabelas, balizas e demais equipamentos desportivos feita pelo respectivo director de instalações
Verificação de serviços e equipamentos ao e todos os serviços feita pelos respectivos directores de instalações
Certificação pelo Inst. Elect. Português relativa à conformidade dos equipamentos desportivos com as normas em vigor
Inspecção, reparação e substituição das lâmpadas de emergência
Comunicação à DREN sobre situação do tecto do Ginásio 1
Cooperação com o corpo de Bombeiros local para levantamento de eventuais pontos fracos na segurança das
instalações da ESEQ
INSTALAÇÕES DA ESEQ
Pintura da Sala de Professores
Pintura das salas 2, 3 e 4
Pintura do Gabinete do S.A.S.E.
Pintura da arrecadação junta ao Gabinete do Encarregado de Pessoal Auxiliar de Acção Educativa
Colocação de prateleiras no Gabinete do Encarregado de Pessoal Auxiliar de Acção Educativa
Pintura do corredor junto à sala ET2
Pintura da cozinha
Pintura do refeitório
Envernizamento do soalho da Sala de Professores
Reparação do esgoto do lago do pátio interior
Reparação dos esgoto dos WC’s do Gabinete do Conselho Executivo
Colocação de porta de alumínio na saída junto à sala 13 EV
Execução do Programa de ajardinamento – colocação de árvores – dos espaços exteriores da ESEQ
Reparação do portão principal do edifício
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EQUIPAMENTOS
Aquisição de dois computadores para uso nos Serviços Administrativos – Sector de Pessoal
Aquisição de dois scanners e duas impressoras: 1 para o Departamento de Informática e Projecto Melhor Mat789
Aquisição de um grelhador a gás para a cozinha
Aquisição de um frigorífico para a cozinha
Substituição de todas as grelhas de exaustão existentes na cozinha
Substituição das cadeiras existentes no gabinete do Conselho Executivo
Aquisição de um computador para o gabinete do Conselho Executivo
Aquisição de uma impressora Kyocera para o gabinete do Conselho Executivo
Aquisição de mapas-mundi para equipar todas as salas de aula da ESEQ
Aquisição de um computador a ser instalado no Gabinete da Associação de Pais e Encarregados de Educação
Aquisição de ecrãs tft para equipar os Serviços Administrativos
Substituição dos quadros negros das salas 1, 22, 23 e 24 por quadros de porcelana
Aquisição de sistema de rega automática para os espaços ajardinados da ESEQ
Aquisição de computador e módulos de memória para o servidor informático da ESEQ
Aquisição de quatro vídeo projectores para as salas 1, 22, 23 e 24
Aquisição de dois computadores para o SASE
Aquisição de computador para o NAE
Aquisição de dois computadores para os Serviços Administrativos: Sector de Alunos e Sector de Contabilidade
Aquisição de um switch (16 portas) para Sala de DT’s
Colocação de placas de proibição de fumar nas instalações da ESEQ
Distribuição por vários espaços de 8 PCs oferecidos pela Administração da Rede Eléctrica Nacional
OUTROS
Celebração do Contrato de Autonomia celebrado com o Ministério da Educação
Recrutamento de 4 funcionários do Instituo de Emprego para suprir necessidades de Pessoal Auxiliar de Acção Educativa
Dinamização do Centro de Aprendizagem tendo em vista o apoio permanente e qualificado a todos os alunos que a ele
recorrem
Festa de Natal e de Homenagem a funcionários e professores aposentados
Apoio e colaboração aos Pais e Encarregados de Educação no desenvolvimento das actividades levadas a cabo
Participação nas reuniões e eventos das diversas instituições nas quais a ESEQ tem assento
Apoio à candidatura e execução dos projectos em desenvolvimento na ESEQ
Reunião com Delegados de Turma
Reuniões de planificação e uniformização com os Coordenadores de Departamentos Curriculares.
Formação de secção no âmbito do Conselho Pedagógico designada por Conselho de Coordenadores de Departamentos
Curriculares
Participação na sessão de Entrega dos Prémios Concurso Escola da Minha Vida
Alteração do regime de contratação de professores a nível da ESEQ
Alteração do sistema de divulgação de informação junto dos alunos
Reunião de Conselhos Executivos sobre o Regime de Autonomia das escolas
Execução de várias diligências junto do POPH para candidatura pedagógico-financeira ao funcionamento dos Cursos
Profissionais
Estabelecimento de negociação com a ÍNDICE CONSULTORES LDA tendo por objectivo a prestação de serviços de
consultoria, apoio e formação junto de vários serviços da ESEQ no âmbito do QREN
Reuniões com a Comissão de Avaliação Local de Acompanhamento do Programa de Autonomia
Elaboração do Plano de Desenvolvimento da Autonomia
Elaboração de estudo sobre a Ocupação Plena dos Tempos Lectivos
Elaboração, aplicação e análise de vários inquéritos sobre o grau de satisfação dos vários utentes da ESEQ
Reunião de trabalho com a Equipa de Apoio às Escolas sobre funcionamento da ESEQ e programa Novas Oportunidades
Cooperação com a Associação de Pais e Encarregados de Educação no desenvolvimento de uma Acção de Formação
sobre Primeiros Socorros destinada ao Pessoal Auxiliar
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Apoio à realização de Mini-Congresso destinado à divulgação das actividades realizadas no âmbito da área de Projecto
Execução dos vários procedimentos legais previstos para a avaliação de docentes contratados
Participação em Acções de Formação sobre Avaliação de Desempenho do Pessoal Docente
Revisão do Regulamento Interno da ESEQ, em consequência do novo quadro regulamentar adveniente da assinatura do
Contrato de Autonomia
Acolhimento do Campo de Treino “Páscoa 2008”, no âmbito da colaboração com o Clube Desportivo da Póvoa de Varzim
Apoio ao funcionamento e actividade do grupo de teatro Trup’eça
Reunião com pessoal não docente nas interrupções do Natal e da Páscoa
Avaliação do Pessoal Não Docente, no âmbito do SIADAP
Estabelecimento de protocolos com entidades locais para fornecimento de estágios profissionais aos alunos dos Cursos
Profissionais
Divulgação na comunicação social de vários eventos realizados na ESEQ
Representação da ESEQ, a título de cortesia, no XX Congresso ENCIGA que decorreu em San Xenxo, na Galiza
Participação em cerimónias promovidas por entidades externas locais – Lions, Casa do Regaço, etc.
Apresentação de candidatura ao Projecto de Desporto Escolar para formação de uma equipa de voleibol
Actualização permanente do site da ESEQ
Digitalização das actas das reuniões de todos os órgãos da ESEQ
Organização da cerimónia de entrega de diplomas aos alunos que integram o Quadro de Excelência
Aquisição de artigos identificativos (conjunto de canetas) da ESEQ para oferta a personalidades que, a diversos títulos, lhe
prestam serviço gratuitamente
Candidatura ao programa do Ministério de Educação para financiamento de pequenas obras de reparação
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ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ÂMBITO DA ACÇÃO DO
CONSELHO PEDAGÓGICO
ÁREA CURRICULAR NÃO DISCIPLINAR DE PROJECTO
Foram desenvolvidos 63 projectos nas 10 turmas do 12º ano, 11 projectos nas 2 turmas do 8º
ano e 21 projectos nas 3 turmas do 7º ano.
Foram realizadas cinco reuniões de Coordenação da Área de Projecto (11 de Setembro de 2007;
22 de Novembro de 2007; 21 de Fevereiro de 2008; 30 de Abril de 2008 e 3 de Junho de 2008), onde
se partilharam experiências, se forneceu informação considerada relevante, e se apresentaram fichas e
se discutiram grelhas de observação/classificação dos vários instrumentos de avaliação definidos no
início do ano lectivo, disponibilizados na plataforma MOODLE, partilhados através de correio
electrónico e organizados num dossiê em suporte digital.
Foi estimulada a utilização da Plataforma MOODLE como via de comunicação entre a
coordenadora da área e os professores coordenadores de cada turma e entre estes e os respectivos
alunos.
Foi promovido e realizado um Mini-Congresso (15 e 16 de Maio de 2008), no qual os vários
grupos apresentaram à escola/comunidade os projectos desenvolvidos ao longo do ano, através de
apresentações orais, palestras, apresentações em posters ou exposições. Estes eventos foram
“secretariados” pelos alunos da área.
Os quadros seguintes salientam e resumem os dados mais importantes relativos ao
funcionamento da Área de Projecto, tratados pela Coordenadora do Núcleo de Projectos e Actividades.
TEMAS ESCOLHIDOS
Temas
Ambiente
Artes
Ciências/Tecnologia
Desporto
Direitos humanos
Economia
História
Informática/Multimédia
Questões sociais
Saúde
Turismo
APRESENTAÇÕES FINAIS PÚBLICAS
Nº de projectos
7ºano 8ºano 12ºano Total
1
--------1
--------2
1
7
9
-----
----1
2
2
------------2
----4
-----
1
9
10
--------3
2
1
17
19
1
2
10
12
3
----3
4
4
24
32
1
Tipo
Apresentação oral c/ convidado
Apresentação oral
Apresentação em poster
Website / Blog
Exposição
Maqueta / Protótipo
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7ºano
--------21
-------------
Nº de projectos
8ºano 12ºano
--------11
-------------
12
24
33
14
5
10
Total
12
24
65
14
5
10
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MENÇÕES ÁREA PROJECTO E. BÁSICO
%
Turma
Nº de
aluno
s
Nº de
grupos
NS
S
SB
7º A
7º B
7º C
8º A
8º B
28
29
29
21
26
8
6
7
5
6
0%
7%
0%
0%
0%
0%
24%
24%
57%
31%
100%
69%
76%
43%
69%
CLASSIFICAÇÕES ÁREA PROJECTO E. SECUNDÁRIO
%
Turma
Nº de alunos
Não-Avaliados 1
Nº de alunos
Avaliados
Nº de
grupos
Curso
12º A
12º B
12º C
12º D
12º E
12º F
12º G
12º H
12º I
12º J
1
0
2
4
0
2
4
0
2
2
23
23
21
20
25
25
23
21
20
18
8
5
8
6
7
7
8
5
5
4
Ciências e Tecnologias
Ciências e Tecnologias
Ciências e Tecnologias
Ciências e Tecnologias
Ciências e Tecnologias
Ciências e Tecnologias
Artes Visuais
Ciências Socioeconómicas
Ciências Sociais e Humanas
Ciências Sociais e Humanas
1 Alunos
10
0%
9%
0%
0%
0%
0%
0%
0%
11%
0%
Média da
turma
11 a 13 14 a 17 18 a 20
0%
9%
10%
0%
0%
8%
0%
10%
0%
6%
35%
13%
48%
30%
8%
48%
48%
62%
79%
50%
65%
70%
43%
70%
92%
44%
52%
29%
11%
44%
18,3
17,2
17,0
18,6
18,4
17,2
17,7
16,2
15,0
17,1
que anularam a matrícula, que foram transferidos ou que foram excluídos por faltas.
CLUBES / PROJECTOS / ACTIVIDADES
O PAA 07/08 previa 82 actividades, 82% das quais foram, efectivamente, realizadas.
Contabilizando as novas actividades que foram propostas ao longo do ano e que não constaram do
plano, atingiu-se um total de 118 actividades realizadas durante o ano lectivo de 2007/2008.
Os quadros seguintes fazem um balanço dessas actividades salientando os aspectos julgados
mais significativos.
REALIZAÇÃO DAS ACTIVIDADES
1º Período
2º Período 3º Período Anuais Total
Número total de actividades previstas no PAA
18
22
20
22
82
Número total de actividades previstas e realizadas
16
14
16
21
67
Número de actividades previstas e não realizadas
-----
6
3
-----
9
Número de actividades não previstas e realizadas
1
17
31
2
51
Número de actividades não avaliadas
2
3
2
1
8
Número total de actividades realizadas em 2007/2008
17
31
47
22
118
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CLASSIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES – I
Clubes
7%
Projectos
9%
Actividades isoladas
39%
Visitas de estudo
21%
24%
Actividades de AP
CLASSIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES – II
Tipo
Frequência
Colóquios/Palestras/Conferências
22%
Comemoração/Homenagem
10%
Concurso/Competição
9%
Convívio
10%
Debates/Mesas Redondas
3%
Divulgação
13%
Exibição
7%
Exposição
8%
Formação
19%
CLASSIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES – III
Área
Frequência
Ambiente
2%
Artes
15%
Ciências
14%
Ciências Sociais
2%
Comunicação
3%
Desporto
10%
Línguas
17%
Saúde
10%
Segurança
1%
Sociedade
16%
Solidariedade
4%
Tecnologia
5%
Turismo
1%
Actividade
IDENTIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES PREVISTAS E NÃO REALIZADAS
Responsável
Motivo
Comemoração do Dia Mundial
da Criança
Prof.ª Augusta Ferreira
Comemoração do Dia Mundial
da Dança
Prof.ª Augusta Ferreira
eTwinning
Prof.ª Luiza Costa
Relógio de sol
Prof.ª Luiza Costa
Semana da Leitura
Prof.ª Filomena Pacheco
Indisponibilidade de tempo devido a alunos e professores se
encontrarem em avaliações.
A actividade veio a revelar-se impossível de realizar, tendo os
responsáveis colaborado numa actividade semelhante de um grupo de
Área de Projecto.
Não foi possível disponibilizar tempo das disciplinas envolvidas para o
desenvolvimento da actividade.
Dificuldade em disponibilizar tempo para o desenvolvimento da
actividade aliada a condições meteorológicas que dificultaram o
processo.
Indisponibilidade por parte dos convidados (escritora Luísa Dacosta e
técnica bibliotecária).
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Torneio de Badminton
Prof.ª Augusta Ferreira
Visita à EXPOLÍNGUA
Prof.ª Mª. Isabel C. Martins
Impossibilidade de utilizar instalações de Educação Física devida a greve
dos funcionários.
Indisponibilidade de tempo devido a alunos e professores se
encontrarem em avaliações.
Visita de Estudo à Barragem de
Área de Projecto 12º F
Venda Nova
Visita de Estudo ao I Congresso
Prof.ª Teresa Pratinha
Viver Ambiente da UM
Indisponibilidade financeira da maior parte alunos da turma.
Indisponibilidade de tempo dos envolvidos, na data definida para o
congresso pela organização.
Fazendo um comentário final a todos os projectos, actividades e clubes que animaram a ESEQ
durante o ano lectivo de 2007/2008, são de realçar:
A participação dos alunos da ESEQ na actividade da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim
“Escola da Minha Vida”, da responsabilidade conjunta de vários departamentos, da qual
resultaram 9 prémios: 5 na prova de Corta-Mato; 2 no concurso de Artes Plásticas; e 2 no
concurso de Poesia e Prosa.
A actividade do Clube de Cinema e Vídeo "Oito e Meio".
A publicação de dois números do Boletim da Biblioteca Dr. Luís Amaro de Oliveira.
A participação da Associação de Pais e Encarregados de Educação da ESEQ na animação da
escola com a organização da leitura non stop da obra de José Saramago “Memorial do
Convento”, no Dia Mundial do Livro, e do encontro de confraternização entre antigos e actuais
professores, funcionários e alunos da ESEQ.
A realização de duas acções de formação destinadas ao Pessoal Não Docente: uma
organizada pela Associação de Pais e Encarregados de Educação da ESEQ, subordinada ao
tema "Como agir em situação de Primeiro Socorro” e outra, da responsabilidade Gabinete de
Segurança da ESEQ, subordinada ao tema “Manuseamento de extintores em caso de
incêndio”.
A participação dos alunos em várias actividades desportivas.
A actividade desenvolvida pelo Clube Europeu da ESEQ que culminou com a comemoração do
Dia da Europa na qual participou a eurodeputada Dr.ª Elisa Ferreira.
A participação da ESEQ na actividade da Assembleia da República “Parlamento dos Jovens”.
A actividade do Clube de Inglês que, para além do apoio pedagógico, desenvolveu um projecto
de troca de correspondência com Pen-pals, com alunos da escola Kozan Anadolu na cidade de
Kozan, em Adana, na Turquia.
O encontro no auditório da ESEQ com os escritores Pedro Teixeira Neves, André Sant’Anna e
Mia Couto, no âmbito do Correntes d'Escritas da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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As exposições regulares de trabalhos dos alunos organizadas pelo Departamento de Educação
Artística e Tecnológica e Clube de Artes Plásticas.
As exposições de trabalhos dos alunos do 7.º e 8.º Anos, realizados na disciplina de Educação
Tecnológica.
O Coro Eça de Queirós que manteve os ensaios semanais em horário pós laboral, e a
participação em inúmeros eventos.
O projecto “Eça Esse Movimento” que incluiu actividades de divulgação da oferta formativa da
ESEQ junto das escolas básicas do concelho, para além de outras actividades na ESEQ, como
a mostra de Instituições de Ensino Superior, uma Feira do Livro e um Pedi-paper.
A organização do Laboratório Aberto Vive a Ciência 2008.
O Mini-Congresso de apresentação dos trabalhos finais da área curricular não disciplinar de
Área de Projecto.
Principais constrangimentos e aspectos menos conseguidos em 2007/2008:
A dificuldade em envolver os alunos em clubes, projectos e actividades.
A falta de espaço próprio para funcionamento do NPA.
Resistência à utilização de suporte digital para entrega das propostas e relatórios dos
projectos/actividades.
Falta de hábito de divulgação das actividades realizadas.
Alguns atrasos na entrega de relatórios de projectos/actividades.
Em www.eseq.pt na secção “NPA – Projectos e Actividades”, podem ser observadas as
Actividades realizadas, e respectivos relatórios
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ACTIVIDADE DOS VÁRIOS NÚCLEOS E SERVIÇOS
COORDENAÇÃO DOS DIRECTORES DE TURMA
O Serviço de Coordenação dos Directores de Turma (CDT) coordenado pela docente Dulce
Caseira desenvolveu a sua acção durante o ano lectivo em questão, reflectindo o presente relatório
uma análise de todos os relatórios de Direcção de Turma apresentados no final do ano lectivo
2007/2008, relativamente aos seguintes pontos:
A- Relação Director de Turma/Alunos
B- Relação Director de Turma/Professores
C- Relação Director de Turma/Encarregados de Educação
D- Questões Organizativas/Administrativas
E- Outros aspectos relevantes.
Relação Director de Turma/Alunos
De um modo geral, os Directores de Turma (DT’s) estabeleceram com os alunos uma relação de
empatia, cordialidade e respeito mútuo, manifestando disponibilidade para um contacto individualizado
com os alunos e um contacto muito frequente com os docentes da turma.
As dificuldades de aprendizagem foram detectadas a partir da observação na sala de aula, da
análise dos contactos e informações fornecidos pelos docentes, encarregados de educação e dos
próprios alunos. A fim de superar essas dificuldades os DT’s convocaram os Encarregados de
Educação (EE), e em conjunto com os intervenientes no processo de ensino/aprendizagem traçaram
um plano de actuação que incluiu sempre que se justificou aulas de apoio (SE, APA, NEE). Aos alunos
que revelaram alguma instabilidade emocional/comportamental foi-lhes sugerido um acompanhamento
especializado do SPO.
Nas questões de ordem disciplinar foi cumprido o estipulado no regulamento interno da ESEQ,
tendo sido resolvidas, quase sempre, apenas com a intervenção do DT. Alguns DTs reforçaram a
obrigatoriedade de se proceder à participação por escrito de qualquer situação anómala ocorrida
durante o funcionamento das aulas.
Foi mencionado por alguns DTs que a relação com os alunos da turma tem sido prejudicada
quando se introduzem novos elementos em número significativo (especialmente alunos reprovados ou
transferidos), ficando esta demasiado grande e heterogénea e assim tornar-se difícil de gerir.
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Relação Director de Turma/Professores
Os DT’s demonstraram disponibilidade para prestar todas as informações aos docentes sobre os
alunos da turma, tendo sido constantes os contactos entre o DT e os professores: a forma mais
habitual foi o contacto directo e personalizado; recolheram informações sobre o aproveitamento e o
comportamento nas diversas disciplinas e em diferentes momentos dos três períodos escolares,
recorrendo a impressos próprios que forneceram aos docentes sempre que consideraram necessário;
da análise dessa informação foram aferidas estratégias e medidas que foram introduzidas em todas as
disciplinas.
Um número não muito significativo de DTs afirmou que se tinham verificado atrasos/ausências
na entrega de informações por eles solicitadas.
Todos concordaram que os Conselhos de Turma foram os momentos fulcrais da articulação
entre o DT e os restantes professores.
Relação Director de Turma/Encarregados de Educação
Todas as reuniões com os EE foram convocadas de acordo com deliberações dos órgãos
directivos, respeitando a ordem de trabalhos pré-estabelecida. O nível de assiduidade a estas reuniões
foi, na grande maioria, elevado. Os DTs declararam ter contactado os EE com regularidade,
comunicando as faltas dadas de acordo com os procedimentos da lei em vigor, ou qualquer outro
assunto, recorrendo para o efeito à comunicação por carta (registada ou não) e/ou telefone.
Sempre que solicitados, os DTs demonstraram disponibilidade para atender os EE fora da sua
hora de atendimento, inclusive depois das 18,30h, a fim de tornar possível este contacto.
Os DTs das turmas do Ensino Básico referiram que o tempo disponível para gerir uma direcção
de turma desta natureza é escasso.
Os DTs procuraram também apelar ao envolvimento dos EE no processo de aprendizagem dos
seus educandos de modo a terem total conhecimento da sua vida escolar nas diferentes vertentes
(avaliação, disciplina, eventos diversos …).
Questões organizativas/Administrativas
O registo de faltas foi efectuado semanalmente, durante as horas destinadas para o efeito. Os
DTs afirmaram ter estado sempre atentos às justificações apresentadas e ter tomado todas as medidas
adequadas sempre que se tratasse de atraso na entrega destas ou considerasse que a justificação
apresentada não era suficiente.
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As reuniões foram preparadas de acordo com as instruções divulgadas nas reuniões de CDT. O
dossiê da turma foi também organizado, na maioria dos casos, tendo em conta as sugestões
apresentadas no início do ano lectivo pela Coordenadora dos Directores de Turma, o que se revelou
útil pois permitiu um manuseamento mais facilitado a qualquer docente da turma que o desejasse
consultar.
Outros aspectos relevantes
Neste ponto, os Directores de Turma referiram o trabalho pedagógico/burocrático efectuado,
mencionaram as situações especiais com que se depararam ao longo do ano lectivo e identificaram os
"casos problema" aconselhando a melhor forma de os tratar no futuro. Declararam que na resolução
destes e outros casos o trabalho da Assistente Social, da Psicóloga da escola e dos Serviços
Administrativos se revelou de uma importância fundamental, reforçando a dedicação manifestada pelos
membros do SPO sem os quais não teria sido possível resolver algumas situações problemáticas.
No que se refere a sugestões com vista a um melhoramento das condições de trabalho do
Director de Turma, foram destacados, pela grande maioria, os aspectos seguintes:
1. A sala dos DT’s revela-se exígua, especialmente nos momentos de avaliação em vários
docentes a utilizam, verificando-se que os seis computadores s disponíveis se tornam insuficientes,
acrescido do facto de, por vezes, não se encontrarem nas melhores condições de utilização;
mencionam também a inexistência de estores nesta sala o que em determinadas alturas do dia se
torna desconfortável;
2. A sala dos DTs não apresenta as melhores condições para os contactos com os EE,
sugerindo-se a criação de um espaço próprio para o atendimento aos EE que possa permitir uma maior
confidencialidade dos assuntos tratados e seu consequente bem estar, quando procuram os DTs para
tratar de problemas por vezes de carácter familiar ou outro capaz de ser constrangedor, se ouvido por
mais pessoas alheias ao assunto;
3. O sistema informático deveria ter um espaço próprio para o registo das faltas dos alunos às
aulas de Apoio Pedagógico Acrescido, ou outro tipo de apoio;
4. Tendo em conta que no próximo ano lectivo entrará em vigor o novo Estatuto do Aluno, que
acarretará um maior volume de tarefas, os DTs manifestaram uma grande preocupação e
questionaram se as horas atribuídas à Direcção de Turma serão suficientes. Assim, sugeriram a
atribuição de mais um segmento de 45 minutos, que também poderá ser utilizado para atendimento
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semanal aos docentes da turma, permitindo uma melhor coordenação entre todos os elementos do
Conselho de Turma;
5. O facto de se dar continuidade ao cargo de Director de Turma foi considerado uma mais-valia
pois permite um relacionamento mais estreito entre todos;
6. O serviço de matrículas deveria ser revisto no sentido de se facilitar e melhorar esse
procedimento pois a sua realização na última semana de aulas, a par de um sem número de tarefas
quer por parte do DT quer por parte dos alunos, tornou-se manifestamente complicado.
Em termos de conclusão, os DT’s consideraram que o ano lectivo decorreu de uma forma
bastante positiva pois a sua actuação e intervenção permitiu a resolução atempada dos problemas que
foram surgindo. Estes resultados apenas foram possíveis graças ao trabalho conjunto do Director
Turma, dos docentes do Conselho de Turma, dos Coordenadores de Departamento, da Coordenadora
dos Directores de Turma, dos Serviços Administrativos e dos Serviços de Psicologia e Orientação. No
entanto, por vezes, ainda se verifica, em alguns casos, uma certa resistência da parte dos docentes do
conselho de turma em aceitar a interferência do Director de Turma na coordenação de determinadas
actividades do grupo turma nas diversas disciplinas, dificultando assim a sua função
Dulce Caseira, Coordenadora dos Directores de Turma
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COORDENAÇÃO DO CURSO TECNOLÓGICO DE MULTIMÉDIA
As actividades desenvolvidas pelo Coordenador do Curso Tecnológico de Multimédia, docente
Carlos Baptista, reportam uma série de pontos positivos e negativos a considerar na avaliação da
actividade desta estrutura:
Pontos positivos
A distribuição das disciplinas da componente Sócio-Cultural e Científica no horário escolar na
parte da manhã e as da componente Técnica do Curso da parte de tarde revelou-se muito positiva em
termos de ensino-aprendizagem beneficiando assim o desenvolvimento das actividades dos alunos.
Foi feita a detecção e acompanhamento dos casos de possível abandono escolar, em tempo útil,
com o apoio do Director de Turma e do SPO. Procedeu-se ao estudo, nesses casos, das possibilidades
de transferência de curso ou de uma nova orientação vocacional.
O Director de Curso orientou os professores que fizeram a publicitação do curso com o objectivo
de recrutar alunos, a serem mais exigentes no sentido de verificarem se os alunos candidatos estão
realmente interessados neste curso. Esta estratégia revelou-se positiva em termos da motivação e
gosto pelo Curso nos alunos recrutados.
Foram feitas várias reuniões com os docentes da área Técnica para conciliar conteúdos
disciplinares e softwares a utilizar pelos docentes de Informática e de Artes. Foram conciliadas
orientações a curto e médio prazo.
Foram criadas várias dezenas de documentos para auxiliar os docentes desde o requerimento
para antecipação/ reposição de aulas do Curso Profissional até às pautas de classificações dos alunos
deste Curso.
Foi criada uma disciplina na plataforma de ensino à distância Moodle que permitiu aos
professores terem acesso à documentação e novidades, a ter em conta durante o ano lectivo.
A necessidade de dar apoio permanente aos alunos, dentro e fora da sala de aula, obrigou
vários professores, em especial da área Técnica, a criarem disciplinas na plataforma Moodle com os
conteúdos, fichas de trabalho, sebentas, fóruns, entrega de trabalhos, etc. Este esforço foi encorajado
pelo Director de Curso e está em estudo o impacto desta medida no ensino-aprendizagem
Pontos negativos
O formato de financiamento deste tipo de curso profissional exigiu um enormíssimo esforço em
termos de documentação, propostas para a candidatura e manutenção do concurso, por parte do
Conselho Executivo. Deve-se considerar a necessidade de simplificar o referido processo, pelas
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entidades competentes, dado que, só por si, esta exigência poderá por em causa as próximas
candidaturas a Cursos Profissionais com este formato administrativo.
Foram detectadas dificuldades em dar cumprimento ao ponto 54 do Despacho nº14 758/2004 (2ª
série) de 23 de Julho por parte dos docentes, por motivos que não lhes são imputáveis, tais como: falta
de salas de aulas disponíveis e pela pouca disponibilidade dos alunos devido à elevada carga horária
deste tipo de curso.
O Director de Curso incentivou os professores que leccionam a área Técnica a, juntamente com
os docentes da área Científica e Socio-Cultural, criarem projectos de trabalho interdisciplinares para os
alunos. Esta estratégia revelou-se muito positiva na aprendizagem, no entanto, poucos professores
conseguiram realiza-la. Uma excepção, com excelentes resultados em termos de classificações e
aprendizagem, foi conseguida nas disciplinas de História das Artes e de Sistemas de Informação.
Os equipamentos específicos para leccionar este Curso tardam a chegar. A Direcção Regional
de Educação do Norte pretendeu abrir um concurso público para a aquisição destes equipamentos e
solicitou colaboração ao Director de Curso para fazer uma proposta das necessidades. Este facto tem
impacto real sobre a qualidade do Curso que estamos a leccionar na opinião do Director de Curso.
COORDENAÇÃO TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação)
O Coordenador desta estrutura, docente José Carlos Lima condenou, também, o Departamento
de Informática e Tecnologias da Informação pelo que o presente relatório apresenta pontos de
sobreposição, natural, de actividades inerentes a um e outro sector.
Actividade de Coordenação TIC
O coordenador realizou as reuniões ordinárias à boa prossecução das actividades previstas no
Plano TIC.
Actividades de promoção do uso das TIC
A Equipa TIC promoveu as seguintes actividades relativamente a disseminação do uso das TIC:
Dinamização do Centro de Recursos Digitais, na sequência do Projecto Múltiplas lançado
no ano lectivo 2005/2006, inicialmente proposto pelo Prof. José Carlos Lima, passando a
partir do ano lectivo 2006/2007 para a alçada do Grupo de Coordenação das TIC (Prof.
José Carlos Lima / Profa. Luiza Costa / Prof. Carlos Baptista);
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Incentivo e apoio à utilização alargada da Plataforma Moodle, em Servidor Local, em
actividades lectivas dos diversos departamentos, bem como pelos órgãos de gestão da
ESEQ.
Desenvolvimento dos projectos das candidaturas aprovadas aos seguintes concursos, com
base no Projecto Múltiplas, geridas pelo Grupo de Coordenação das TIC:
o Projecto CRIE – Produção de Conteúdos Educativos
o Projecto CRIE – Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis
o Iniciativa “Atribuição de Equipamentos Tecnológicos para o Enriquecimento do Ensino
e da Aprendizagem”, com a escolha do Menu B – Dois Quadros Interactivos.
Apoio técnico-pedagógico aos docentes e alunos da Área-Projecto do 12.º Ano, no
desenvolvimento dos trabalhos e preparação das apresentações públicas, realizado pelo
Professor José Carlos Lima;
Desenvolvimento pelo Prof. José Carlos Lima de acção de formação, em serviço, para
pessoal não docente, como linha de acção do Plano TIC ESEQ, permitindo potenciar o
apoio destes ao pessoal docente na utilização dos referidos equipamentos;
Manutenção da rede wireless (sem fios) com base em 6 pontos de acesso (AP) permitindo
uma cobertura superior a 95% da Escola, criando postos fixos de acesso wireless,
mantendo condições favoráveis a utilização dos portáteis (Iniciativa Escolas, Professores e
Computadores Portáteis;
Actividades de Manutenção das Infra-estruturas
O Coordenador TIC desenvolveu, em acumulação, as funções de gestão das instalações do
parque informático escolar, realizando as seguintes acções:
Planificação dos métodos de manutenção do parque informático;
Envio e acompanhamento de manutenção externa de computadores;
Apoio ao desenvolvimento de actividades lectivas de disciplinas de diversos grupos, com
disponibilização de equipamento, apoio técnico e preparação de espaços para o
desenvolvimento destas;
Dinamização da utilização do parque de equipamentos informáticos aplicados a actividade
lectiva;
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Atendimento de solicitações de apoio dos serviços administrativos e de outros
Departamentos Curriculares, com instalações de informática, para soluções pontuais de
manutenção;
Implementação de sistema de controlo de utilização dos equipamentos portáteis;
Coordenação do apoio técnico realizado pelo Professores Angélica Vieira e Paulo Ferreira;
Acompanhamento do processo de assistência técnica aos portáteis da Iniciativa Escolas,
Professores e Computadores Portáteis.
Avaliação de actividades - Centro de Recursos Digitais
Após a realização da formação docente, verificou-se uma positiva e melhor resposta da maior
parte dos docentes participantes aos objectivos do projecto tendo sido desenvolvidos alguns
conteúdos, os quais foram locados na disciplina de apoio “Centro de Recursos”.
Existe já uma utilização consistente e significativa da plataforma Moodle - ESEQ, com a
disponibilização de conteúdos.
O apoio solicitado e a dinâmica verificada junto dos docentes e alunos utilizadores das
instalações revela uma intensa utilização das instalações.
Há ainda baixa utilização dos quadros interactivos instalados na ESEQ.
O Apoio e Acções de formação
Desde do início do ano lectivo, a Equipa TIC manifestou disponibilidade para apoiar o
desenvolvimento das tarefas de criação de conteúdos, inclusive criando um espaço às terças e
quartas-feiras, das 10:00 às 12:30 horas, ao qual aderiram poucos docentes.
O Projecto do Centro de Recursos Digitais disponibiliza software de apoio para criação e
tratamento de conteúdos de multimédia, uma máquina fotográfica digital, uma câmara de vídeo digital e
uma placa de captação de vídeo para edição. O software está disponível para utilização nos dois
computadores da sala GI (Gabinete de Informática) com acesso livre para os docentes. Os
equipamentos podem ser ainda ser requisitados, nos termos do Regulamento Interno.
Acções de Formação realizadas / Iniciadas
Foram desenvolvidas, durante o ano lectivo, acções de formação em contexto de trabalho junto
aos funcionários locados no serviço de apoio as actividades lectivas, com o objectivo de desenvolver
competências na utilização dos meios audiovisuais. Este tipo de acção, do nosso ponto de vista, é
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proveitoso, verificando-se uma imediata aplicação das competências adquiridas pelos funcionários,
facultando-lhes um aumento da sua auto-estima.
Foi concluída uma acção de formação docente ligada à utilização da plataforma Moodle e
desenvolvimento de conteúdos educativos, na modalidade de Oficina de Formação, com a designação
“Ensino à Distância (EAD) em Apoio ao Ensino do 3º ciclo e Secundário”, acreditada, com 25 horas
presenciais e 25 horas de trabalho individual, com aprovação de todos os formandos.
Factos Relativos ao Desenvolvimento do Projecto.
As sugestões dos docentes da escola incidem na necessidade de formação na área das TIC.
Como resposta, a Equipa TIC manterá um espaço de apoio, dois dias por semana, num total de 4
horas, e ainda promoverá novas acções acreditadas para o próximo ano lectivo, apesar de não haver
sensibilidade da tutela para o seu financiamento.
A formação docente em curso conforme mencionado no tópico anterior, realizar-se-á em duas
fases, sendo a 1.ª relacionada com o conhecimento das plataformas, com uma incidência privilegiada
na Moodle e na introdução dos conceitos iniciais relativos a criação de conteúdos multimédia e, numa
2.ª fase, realizar-se-á um aprofundamento na utilização de aplicações geradoras de conteúdos
educativos de base multimédia.
Nota-se uma significativa utilização dos meios audiovisuais disponibilizados para uso em
contexto lectivo, em função da acção da Equipa TIC, nomeadamente pela implantação de uma rede
com seis pontos de acesso wireless, que abrange cerca de 95% do espaço escolar.
Análise da Utilização das Instalações Informáticas
Ocupação das Salas de Informática
As salas de informática apresentaram um nível de ocupação elevado, facto que não permitiu o
desenvolvimento adequado dos procedimentos de manutenção preventiva, deteriorando a qualidade do
serviço prestado.
A sobre-ocupação das salas impossibilitou o atendimento das solicitações da Direcção dos
Cursos Tecnológicos e Profissionais, para a necessidade de se criar um espaço de trabalho autónomo
dos alunos dos Cursos Tecnológico de Multimédia e Profissional Técnico de Multimédia, para o
desenvolvimento das actividades de apoio ao estágio curricular.
Com base no histórico de utilização; na percepção e solicitações do alargado perfil de
utilizadores; na experiência obtida com o Curso Tecnológico de Multimédia; na avaliação dos
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conteúdos programáticos do Curso Profissional Técnico de Multimédia; nas solicitações da ÁreaProjecto dos 8.º, 9.º e 12.º Anos, torna-se imperativa a revitalização das salas de informática,
respondendo as diversas solicitações de melhores condições de trabalho docente. Esta necessidade
poderá ser suprida pela aplicação atempada do Plano Tecnológico no que concerne a disponibilização
previsível de mais de 300 computadores, anunciada para o início do próximo ano lectivo.
Aguarda-se ainda a disponibilização do apetrechamento ao nível do equipamento solicitado à
DREN para o Curso Profissional Técnico de Multimédia, essencial para uma adequada concretização
dos conteúdos programáticos.
Utilização dos Portáteis – Actividades Lectivas
Dos catorze portáteis da Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis destinados à
utilização em contexto de sala de aula, foram locados dois portáteis na Biblioteca, dois na Sala de
Professores, estes apresentaram um bom nível de utilização. Quando necessário os portáteis
anteriormente referidos são deslocados para o serviço em contexto de sala de aula.
Durante o ano lectivo ocorreram 528 (quinhentas e vinte e oito) requisições de portáteis, das
quais se verifica serem 241 (duzentas e quarenta e uma) de 3 ou mais portáteis em simultâneo.
Para uma melhor dinamização de utilização das TIC em contexto lectivo, foram disponibilizados
quatro carrinhos multimédia, três (dois no 1º piso e um no rés do chão), compostos por um portátil, um
projector de vídeo e colunas de som, sendo que um deles, o do rés-do-chão, possui projector de vídeo.
O número de requisições dos carrinhos multimédia atingiu o valor de 1324 (mil e trezentos e
vinte e quatro).
Comentários Finais
Consideramos ser positivo o balanço de utilização da infra-estrutura de informática
disponibilizada à comunidade escolar.
No entanto deve-se promover uma maior sensibilização dos docentes e alunos no cumprimento
das regras de utilização e solicitações da Direcção de Instalações.
Quanto ao desenvolvimento de conteúdos digitais, verificamos uma maior disponibilidade dos
docentes que, apesar de ainda não atingir o nível e a qualidade que desejamos, acreditamos melhorará
no próximo ano lectivo alinhando-se com os objectivos finais do projecto.
Estabelecidas as condições técnicas adequadas, lançada a semente da formação em contexto
de trabalho, que começa dar frutos, e a acção da Coordenação mais intensa, acreditamos que no
próximo ano lectivo atingir-se-á o efectivo desenvolvimento do Centro de Recursos.
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NÚCLEO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE PORTUGUÊS/FRANCÊS
As actividades desenvolvidas pelo Núcleo de Estágio (seminários semanais, regências, préobservação, observação e pós-observação de aulas, e demais trabalhos inerentes ao estágio)
decorreram com normalidade, de acordo com a legislação em vigor e sintetizam-se de seguida:
Avaliação Intermédia e Final das estagiárias em colaboração com a Faculdade de Letras da
Universidade do Porto;
Acompanhamento dos alunos nas “Correntes d’Escritas”;
Motivação dos alunos para as artes em geral e a língua em particular, através da componente
musical;
Participação nas comemorações do dia da Europa (os alunos das turmas de sétimo ano de
escolaridade tocaram o hino da Europa, aquando da recepção da eurodeputada, sob a
orientação do núcleo de estágio);
Dinamização do almoço/festa de Natal.
Visita de estudo à Igreja Matriz, da Póvoa de Varzim;
Colaboração na elaboração dos trabalhos finais, na modalidade de projecto, a apresentar na
FLUP, no âmbito dos seminários de Português e de Francês;
Concurso de poesia inter-turmas (Ensino Básico);
Dinamização do “Dia da Francofonia” – 11 de Março;
Organização da Acção de Formação “Apresentação da Terminologia Linguística: da Teoria às
Práticas”.
Considerando a carga horária atribuída, bem como a variedade de níveis a leccionar e tarefas a
desempenhar, a orientação de estágio revelou-se uma tarefa difícil: o trabalho foi muito e o tempo para
a reflexão durante e sobre a acção foi escasso.
As considerações tecidas no ponto anterior surgem como aspectos menos positivos sentidos
neste ano e condicionaram todo o trabalho de estágio. Todavia, salienta-se a disponibilidade e o
empenho dos elementos do núcleo no sentido de minimizar as dificuldades.
Dentro deste contexto, o apoio do Conselho Executivo e da FLUP foi fundamental para que as
estagiárias tivessem concluído o Curso de Especialização em Ensino com sucesso. Com efeito, as três
professoras estagiárias, Cathy Lemos, Marlene Soares e Sandra Pinheiro, manifestaram grande
satisfação e contentamento por terem realizado o seu estágio nesta escola, superando as expectativas
inicialmente apresentadas.
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SERVIÇO DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO (SPO)
O Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) coordenado pela Psicóloga Conceição Prisco e pela
Assistente Social Manuela Antunes desenvolveu a sua acção durante o ano lectivo em questão,
salientando-se as seguintes acções / iniciativas levadas a cabo:
Participação na recepção aos novos alunos dos 7.º e 10.º Anos;
Disponibilização de apoio os alunos de 10.º Ano em situação de indecisão ao nível de
orientação escolar e profissional;
Sinalização e contacto com alunos que frequentaram a ESEQ em 2006/2007 e não renovaram
a matrícula no início do ano; Conseguiu-se, em alguns casos, o regresso dos alunos à ESEQ,
ou a sua transferência para outras escolas, designadamente profissionais;
Controle das situações de assiduidade irregular/faltas intercalares, tentando evitar o insucesso
escolar;
Análise constante dos casos de alunos que anularam a matrícula ou foram excluídos por
excesso de faltas procurando, em articulação com os E. E., DT’s e Psicóloga, encaminhar
esses alunos para outras alternativas escolares;
Conclusão, no fim do 1.º período lectivo 2007/2008, do trabalho encetado pela Técnica de
Serviço Social com a denominação “Alunos com insucesso escolar, diligências para diminuir o
insucesso escolar”.
Actualização do ficheiro socioeducativo dos alunos dos 8.º, 11.º e 12.º anos;
Distribuição e análise dos questionários socioeducativos aos alunos dos 7.º e 10.º Anos.
Informação aos DT’s sobre alguns aspectos sociais, familiares, de saúde e escolares,
susceptíveis de influenciar negativamente o sucesso escolar de determinados alunos;
Estudo, diagnóstico e intervenção em situações problemáticas, com a sinalização dos casos
psico-sociais, saúde, repetências em anos anteriores e ainda, relativamente aos alunos do 10.º
Ano, os casos em que não fizeram orientação escolar no 9.º Ano (158 em 437 alunos);
Análise das pautas de frequência do 1.º e 2.º períodos lectivos dos alunos dos 7.º, 8.º, 10.º,
11.º e 12.º Anos, relativamente à sinalização de situações de alunos com três ou mais níveis
negativos convocando para apreciação individual, no primeiro período lectivo, seis alunos do
7.º, dois do 8º, cinquenta e dois do 10.º, vinte e quatro do 11.º e cinco do 12.ºAnos; no segundo
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período lectivo convocaram-se oito alunos do 7.º, cinquenta e três do 10.º, dezanove do 11.º e
cinco do 12.º Anos para o mesmo efeito;
Proposta pela Assistente Social de treze alunos para efectuarem reorientação escolar a
solicitação dos respectivos encarregados de educação;
Articulação constante com professores e Directores de Turma, em situações específicas de
apoio social;
Interacção com profissionais de várias áreas na resolução e encaminhamento desses mesmos
casos, nomeadamente os ligados à Segurança Social, à Comissão de Protecção de Crianças e
Jovens, ao E.M.A.T. (Equipa Multidisciplinar de Assessoria ao Tribunal), ao Instituto de
Reinserção Social, aos Serviços Sociais da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, ao Hospital
da Póvoa de Varzim/Vila do Conde, às IPSS e a outros;
Articulação com os Serviços Administrativos da ESEQ relativamente às situações de alunos
que requereram anulação de matrícula alegando motivos pessoais, familiares ou económicos;
Articulação com o SASE através da análise social das situações problemáticas identificadas.
Estudo os casos de alunos mais carenciados, com necessidade de atribuição de um
suplemento alimentar;
Articulação constante com o NAE, nomeadamente na avaliação e apoio aos alunos com
Necessidades Educativas Especiais;
Atendimento Individual a 129 alunos do 7.º ao 12.º Ano com problemáticas variadas; destes
alunos 71 foram alvo de intervenção pontual (sobretudo por questões de opções
escolares/formativas/profissionais e acesso ao ensino superior) e 58 foram alvo de intervenção
contínua/regular (desde orientação escolar a dificuldades de realização escolar, problemas
emocionais, comportamentais e de relacionamento interpessoal, perturbações de ansiedade,
entre outros e ainda avaliação de alunos com Necessidades Educativas Especiais);
Emissão de 47 relatórios/informações pelo Serviço de Psicologia para os Conselhos de Turma;
Proposta de inserção de seis novos alunos no âmbito das Necessidades Educativas Especiais;
Realização de sessão de informação com cada uma das turmas de 10.º Ano sobre o respectivo
curso (disciplinas, exames e exemplos de cursos/profissões a eles associados;
Atendimento aos alunos que manifestassem dúvidas sobre as opções tomadas quanto aos
seus percursos escolar e/ou profissional;
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Realização de acções de acompanhamento ao nível da (re) orientação escolar e profissional a
vários alunos do Ensino Secundário;
Realização de seis sessões de formação/esclarecimento aos alunos de 12.º Ano (todas as
turmas) sobre Exames, Pré-requisitos e Acesso ao Ensino Superior nos dias 25, 26, 27 e 28 de
Fevereiro e 10 de Março;
Actualização constante através de circulares ou cartazes ou através do site da ESEQ das
informações relevantes para os alunos sobre o acesso ao Ensino Superior, o concurso às
Forças Armadas, etc.;
Organização com a Coordenadora dos Directores de Turma, da visita de estudo à VI Mostra de
Ciência Ensino e Inovação da Universidade do Porto, destinada a alunos do 12.º Ano, que
decorreu no dia 11 de Abril na Faculdade de Desporto;
Organização com a Coordenadora do Núcleo de Projectos e Actividades de uma Sessão de
esclarecimento para alunos do 12.º Ano sobre Ofertas Escolares E Profissionais A Nível Das
Forças Armadas que decorreu no dia 24 de Janeiro no Auditório da Escola;
Realização de sessão de formação de competências de Procura de Primeiro Emprego pela
Psicóloga, no dia 9 de Maio com a turma 12.ºK- Curso Tecnológico de Multimédia;
Apoio/consultadoria a vários alunos de 12.º Ano para o desenvolvimento dos seus temas de
área de projecto;
Colaboração a vários níveis no “Fórum Saídas/Formação e Opções Profissionais”, que
decorreu no terceiro período lectivo e que demandou a realização de várias reuniões
preparatórias entre os técnicos do S.P.O. e os responsáveis pela organização bem como a
participação nas reuniões “Eça Esse Movimento”;
Participação, em representação da ESEQ, nas mesas redondas de pais e alunos do 9.º Ano de
Escolaridade da EB 2,3 de Beiriz e da EB 2,3 de Cego do Maio, nos dias 8, 12 e 14 de Maio;
Organização, nos dias 15 e 16 de Maio, no Auditório da ESEQ do evento denominado “Mostra
de Cursos e Instituições” que contou com a presença de dezanove instituições de ensino
superior, uma de ensino não superior e o Exército, num total de vinte e uma instituições;
Interacção constante do SPO com a professora responsável pela Educação para a Saúde em
diversos campos/actividades:
O Organização do clube de saúde (recolha e selecção de recursos já existentes) e a acção
de formação para o pessoal docente sobre “o papel do professor como agente promotor
da saúde”;
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o Elaboração e montagem da exposição “Afectividade entre pares e vivência de uma
sexualidade responsável”, na sala 5, no dia 14 de Fevereiro;
O Sessão de formação com o título “Afectividade entre pares e vivência de uma
sexualidade responsável”, com as turmas 10.º B e 10.º M, no Auditório da ESEQ, no dia
14 de Fevereiro;
o Realização dos exames médicos/rastreio da visão – da responsabilidade do Grupóptico
da Póvoa de Varzim aos alunos dos 7.º e 10.º Anos;
Realização em colaboração com os Directores de Turma, de sessões de informação/formação
com as turmas de 7.º e 8.º Ano de Escolaridade subordinadas respectivamente às temáticas do
Bullying e Transformações na Adolescência;
Realização de três acções de formação distintas dirigidas ao pessoal docente, ao pessoal não
docente e aos encarregados de educação, a saber:
o Acção
de
Formação
para
o
Pessoal
Não
Docente:
“Relacionamento
Interpessoal/Competências de Atendimento”, no dia 10 de Setembro;
o Acção de Formação para Pais: Comportamentos de Risco nos Jovens – “Sinais de
Alerta”, no dia 1 de Outubro, em organização conjunta com a Associação de Pais;
o Acção de Formação para o Pessoal Docente: “O Papel do Professor como Agente
Promotor da Saúde”, dia 16 de Janeiro (uma de manhã; outra de tarde) em organização
e realização conjunta com a Coordenadora de Educação para a Saúde;
Apresentação em 17 de Abril de 2008 de um plano de intervenção ao nível do abandono e
insucesso escolar em directa articulação com o Plano de Autonomia da ESEQ;
Criação, no início do terceiro período da Página do SPO, no site da Escola;
Elaboração, distribuição, recolha e análise dos questionários de avaliação do S.P.O. aos
alunos, encarregados de educação e professores que permitam a elaboração de propostas de
melhoria de funcionamento deste serviço.
Em termos de balanço das actividades poder-se-á afirmar que o número de acções/iniciativas
previstas foi cumprido e mesmo ultrapassado, tendo sido atingidos os objectivos propostos.
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NÚCLEO DE APOIO EDUCATIVO (NAE)
O Núcleo de Apoio Educativo (designado NAE) é uma estrutura que integra os Serviços
Especializados de Apoio Educativo da escola, visando, sobretudo, a prestação de apoio pedagógico
aos alunos da ESEQ, de forma a contribuir para o seu sucesso escolar. Pretende-se a diminuição da
taxa de insucesso, de acordo com o “Plano de Desenvolvimento de Autonomia” da escola, melhorandose os resultados escolares.
No presente ano lectivo, o NAE integrou mais duas docentes, pelo que contou com a seguinte
composição: Ana Barroco (docente de apoio educativo), Fernanda Duarte (docente responsável pela
organização e dinamização do espaço Sala de Estudo Orientado), Luísa Pereira (docente responsável
pelo registo informático de todo o trabalho desenvolvido pelo NAE, ao longo do ano) e Maria de Fátima
Guedes (coordenadora deste órgão, responsável pela organização, implementação e gestão dos
apoios facultados nas suas várias modalidades (Apoio Pedagógico Acrescido – APA, Tutorias,
Necessidades Educativas Especiais – NEE e Alunos Oriundos de Países Estrangeiros - AOPE). A
integração das duas docentes constituiu uma mais-valia para esta estrutura da escola, pois conseguiuse responder, de forma mais célere, às necessidades de apoio, para além de, pela primeira vez, se ter
feito uma análise da frequência da Sala de Estudo Orientado pelos alunos da ESQ, conforme
demonstra o respectivo quadro-síntese, em anexo a este relatório.
I – APOIO PEDAGÓGICO ACRESCIDO (APA):
Ao longo do ano lectivo, foram propostos 532 alunos para apoio na modalidade de APA. Destes,
371 frequentaram as aulas de apoio com assiduidade, 42 foram excluídos por faltas, 10 nunca
apareceram, 8 foram desaconselhados pelos seus professores por terem melhorado significativamente
os seus resultados escolares, 7 foram transferidos e 94 prescindiram do apoio facultado. Para uma
análise atenta destes dados, sugere-se a leitura atenta do respectivo quadro-resumo, em anexo a este
relatório. É de realçar que o NAE, num trabalho conjunto com o Conselho Executivo, deu resposta a
todas as necessidades de apoio registadas pelos professores proponentes nos respectivos “Planos de
Apoio”.
De forma a melhorar a orgânica e a coordenação entre os vários intervenientes no processo (os
elementos do NAE, os professores proponentes, os directores de turma e o Conselho Executivo), foram
reformulados e criados novos impressos para permitir a veiculação e a actualização permanente de
informação entre todos.
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II – ALUNOS ORIUNDOS DE PAÍSES ESTRANGEIROS (AOPE):
Na sequência do trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Apoio Educativo desta escola desde o
ano lectivo de 2003 / 2004 com os alunos oriundos de países estrangeiros (designados AOPE`s), deuse cumprimento, no presente ano, ao Despacho-Normativo nº 30/2007, de 10 de Agosto, que
estabelece, no âmbito do ensino secundário, os princípios de actuação e as normas para a
implementação, o acompanhamento e a avaliação das actividades a desenvolver pelas escolas no
domínio do ensino do Português como língua não materna.
O referido despacho cria, com base no Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas,
grupos de nível de proficiência linguística, obrigando os alunos à realização de uma avaliação
diagnóstica em língua portuguesa que determina o seu nível de proficiência linguística nas
competências de compreensão oral, leitura, produção oral e produção escrita. De acordo com o ponto 4
do art.º 2.º do citado despacho, o teste diagnóstico é realizado e avaliado na escola “sob a
coordenação de um professor de Português”. Considerando que o Núcleo de Apoio Educativo desta
escola integra duas professoras desta disciplina, e sob a concordância dos docentes do Departamento
de Línguas Clássicas e Românicas, foi o teste de avaliação diagnóstica elaborado e avaliado pelas
referidas professoras. A sua aplicação ocorreu nos dias 24 e 25 de Outubro de 2007, tendo sido feito
um levantamento das principais dificuldades de cada aluno, essenciais para a determinação do seu
nível de proficiência linguística e para a definição de estratégias e de critérios de avaliação específicos,
de que resultou o quadro-síntese que a seguir se apresenta e no qual se omite a identificação dos
alunos:
ANO/TURMA
10º B
10º B
10º F
10º F
10º I
10º J
10º M
10º M
NOME DO ALUNO
Omitido
Omitido
Omitido
Omitido
Omitido
Omitido
Omitido
Omitido
PAÍS DE ORIGEM
China
Canadá
França
França
França
Suíça (cantão francês)
Suíça (cantão francês)
Canadá
INÍCIO DA
ESCOLARIDADE EM
PORTUGAL
2002
2008 (Janeiro)
2003
2003
2007 (Fevereiro)
2007
2007
2007 (Janeiro)
NÍVEL DE
PROFICIÊNCIA
LINGUÍSTICA
B1
A2
B2
B1
B2
B1
B2
B2
De acordo com o estipulado no artigo 9º do mesmo despacho normativo, aos alunos oriundos de
países estrangeiros inscritos nos anos lectivos anteriores foi-lhes concedida uma equivalência ao nível
“avançado” de proficiência linguística – nível C1 -, de acordo com o parecer dos respectivos docentes
de Português, pelo que usufruíram de um bloco semanal de apoio de 90 minutos a Português. O
quadro que se segue reporta-se a esses alunos:
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ANO/TURMA
NOME DO ALUNO
11º C
11º K
12º C
12º I
Omitido
Omitido
Omitido
Omitido
PAÍS DE
ORIGEM
França
Canadá
Suíça
Canadá
INÍCIO DA ESCOLARIDADE EM
PORTUGAL
2005
2005
2005
2006
NÍVEL DE PROFICIÊNCIA
LINGUÍSTICA
C1
C1
C1
C1
É de salientar que, na continuação do trabalho realizado nos anos transactos, foi feita a
sinalização / identificação destes alunos pelos directores de turma logo no início do ano lectivo através
do preenchimento de uma ficha existente para esse efeito. Além disso, cada um dos discentes, com a
ajuda de um professor, respondeu a um questionário que constitui a “Ficha de Observação dos Alunos
Oriundos de Países Estrangeiros” com vista à sua caracterização sociocultural. Estes dois modelos de
fichas foram criados pelo Núcleo de Apoio Educativo da escola no ano em se iniciou o projecto de
apoio aos AOPE’s (2002 / 2003), proporcionando informação muito importante para a elaboração do
perfil de cada aluno.
Após os resultados da avaliação diagnóstica em Língua Portuguesa e tendo em conta que as
actividades lectivas já estavam em curso, de acordo com os horários de cada turma, foi necessário
requisitar um professor para leccionar os níveis B1 e B2, conforme o definido nos artigos 4º, 5º e 7º do
despacho normativo nº 30 / 2007. A mesma situação veio a ocorrer em Fevereiro para se responder à
necessidade de mais um professor para leccionar a disciplina de Português Língua Não Materna
(PLNM) – nível A2 a um aluno chegado a esta escola no mês de Janeiro.
A ESEQ também disponibilizou os espaços e os recursos materiais e informáticos necessários
ao bom desenvolvimento das actividades curriculares destes alunos. Ao longo do ano lectivo, as
professoras responsáveis pela leccionação da disciplina de PLNM realizaram diversas fichas formativas
e testes de avaliação sumativa que permitiram uma avaliação contínua destes discentes e a elaboração
dos respectivos relatórios, no final de cada período. Toda esta documentação consta do portefólio de
cada um.
Por recomendação das professoras, os alunos deverão manter-se nos grupos de nível de
proficiência linguística em que foram integrados, de forma a consolidar as aprendizagens realizadas.
Através do quadro seguinte, é possível observar os resultados obtidos por cada um dos alunos a
Português ou a Português Língua Não Materna (consoante os casos) no final de cada período:
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ALUNO
(10º B)
(10º B) *
(10º F) **
(10º F) ***
(10º I)
(10º J)
(10º M)
(10º M)
(11º C)
(11º K)
(12º C)
(12º I)
1.º Período
Não avaliado: falta de elementos
------------------------11
7
11
Não avaliado: falta de elementos
13
13
12
17
11
12
2.º Período
15
6
10
12
10
12
13
13
13
17
11
12
3.º Período
15
9
11
13
10
12
14
14
14
17
12
13
*O aluno não transitou de ano, tendo obtido classificação positiva (dez valores) apenas na disciplina de Educação Física. É de
salientar que, ao longo do segundo e do terceiro períodos, foi acompanhado pelos Serviços Especializados de Apoio Educativo,
pelo facto de, entre outras razões, ter revelado continuamente dificuldades na sua integração escolar, apesar de todo o apoio
facultado e do permanente contacto com o encarregado de educação e a directora de turma. É previsível que, no próximo ano
lectivo, este aluno opte por um curso profissional.
**A aluna não transitou de ano, apesar dos seus resultados positivos na disciplina de Português, nível B2.
***A classificação de sete valores no 1º período deve-se ao facto de a aluna ter sido inicialmente integrada no nível avançado
B2, tendo sido reposicionada no nível B1 a partir do início do 2º período.
Por fim, é de registar que os alunos oriundos de países estrangeiros são permanentemente
acompanhados pelo Núcleo de Apoio Educativo da ESEQ, num trabalho de coordenação com as
famílias, os directores de turma, os professores de Português (em particular), os Serviços de Psicologia
e Orientação (sempre que necessário), o Conselho Executivo e o Conselho Pedagógico. Foram criados
portefólios individuais onde consta o registo do trabalho desenvolvido com cada aluno em particular,
incluindo as fichas de trabalho e de avaliação (formativa e sumativa) e os respectivos resultados
obtidos.
III – ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS (NEE):
No presente ano lectivo estiveram a frequentar esta escola 31 alunos com necessidades
educativas especiais, na sua maioria, casos de problemas de comunicação, nomeadamente, dislexia e
disortografia.
No início do ano, procedeu-se à marcação de reuniões com todos os alunos até então
sinalizados e respectivos encarregados de educação.
Nestas reuniões, procedeu-se a uma actualização do plano educativo, abordando-se as
estratégias do Regime Educativo Especial a implementar durante o ano 2007/08. Paralelamente, foi
elaborada para cada aluno uma ficha síntese que foi entregue aos Directores de Turma. A ficha
contemplava a problemática do aluno e as medidas do Regime Educativo Especial a adoptar.
No caso dos alunos que pela primeira vez frequentavam a escola, procedeu-se à recolha de
dados, à análise dos processos e à elaboração de uma ficha síntese. Procurou-se ainda estar presente
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nos Conselhos de Turma de Outubro para recolher informações e prestar os esclarecimentos
necessários.
Para os casos mais problemáticos foram também convocados Conselhos de Turma específicos
em Setembro e Novembro onde se acordaram as estratégias e adequações a implementar.
Paralelamente foram encaminhados três casos para os SPO a fim se obter uma avaliação
especializada. A situação destes três alunos ficou definida em finais de Novembro/ início de Dezembro,
em Conselhos de Turma extraordinários.
Desta forma foi possível assegurar a aplicação, desde o início do ano, das medidas do Regime
Educativo Especial em todos os casos, nomeadamente no que se refere à medida consignada no artigo
10.º: o apoio pedagógico acrescido (consultar anexo). De uma forma geral, a Língua Portuguesa foram
disponibilizados 8 tempos semanais; a Português 17 tempos; a Inglês 4; a Matemática 14; a Geografia
2; a Filosofia 4; a História e Cultura das Artes 2; a Geometria Descritiva 2 e a Espanhol 4.
A alteração da legislação referente às necessidades educativas especiais em Janeiro de 2008
(revogação do decreto-lei nº 319/91 e publicação de diploma 3/2008 de 7 de Janeiro) implicou que
todos os casos enquadrados pelo primeiro fossem sujeitos a uma reavaliação. Processo que decorreu
ao longo do segundo e terceiro períodos, após a frequência por parte dos serviços de uma formação
especializada creditada na área da CIF. Para esta reavaliação foi também solicitada a colaboração dos
SPO da escola (em alguns casos) e dos docentes que trabalham com estes alunos. Verificou-se assim
que, à excepção de dois alunos, os restantes enquadravam-se no grupo alvo do Decreto-Lei n.º 3/2008
uma vez que apresentam alterações funcionais de carácter permanente que se traduzem em
dificuldades continuadas ao nível da actividade e participação. Esta mesma informação foi transmitida
aos Conselhos de Turma destes alunos através de relatório produzido para o efeito e aos
Encarregados de Educação através de reuniões individuais.
Ao abrigo desta nova legislação foi também elaborado para cada aluno o Programa Educativo
Individual que se remeteu ao Conselho Pedagógico para aprovação.
Paralelamente foram sinalizados três novos casos cuja avaliação foi feita ao abrigo da nova
legislação e que implicou a elaboração de relatórios técnico-pedagógicos e programas educativos
individuais.
De uma forma geral, o apoio educativo prestado directa e indirectamente a estes alunos ao longo
dos três períodos visou, de entre outros objectivos, promover o seu sucesso educativo, a sua
autonomia, estabilidade emocional, promoção de igualdade de oportunidades na preparação para o
prosseguimento de estudos, para a vida profissional e para a integração autónoma em sociedade.
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Procurou-se ainda rentabilizar os recursos existentes e apoiar toda a comunidade educativa,
dando-se continuidade à parceria estabelecida com o MAPADI, instituição particular de solidariedade
social.
IV – SALA DE ESTUDO ORIENTADO (SEO):
A Sala de Estudo da ESEQ é um espaço onde os alunos, de forma construtiva e enriquecedora,
podem usufruir de um apoio individualizado ou em grupo, proporcionado por um grupo de professores.
A ESEQ possui duas salas de estudo que funcionam em regime aberto (frequentadas por livre iniciativa
dos alunos) e/ou em regime fechado (quando o aluno é proposto pelo professor), mantendo-se em
funcionamento durante o horário das actividades lectivas, isto é, das 8h20m até às 18h30. Nas salas de
estudo, os alunos podem ter acesso a vários dossiês com fichas de trabalho das diferentes disciplinas
que constituem o seu currículo, bem como aos diversos manuais que se encontram devidamente
identificados por ano e disciplina. Podem ainda requisitar revistas e também filmes ou documentários
para além de poderem utilizar os computadores com acesso à Internet.
A Sala de Estudo é um espaço de melhoria das aprendizagens e consolidação de
conhecimentos a todos os níveis e, ao memo tempo, promove o desenvolvimento de métodos de
estudo e hábitos de trabalho autónomo ou em grupo.
O Núcleo de Apoio Educativo é o órgão da escola responsável pela gestão e organização das
salas de estudo da ESEQ. Para o efeito, foram criadas folhas de registo de frequência que permitem,
no final de cada período, proceder a uma análise da frequência por ano e disciplina. Remete-se para
secção de quadros-resumo a análise mais atenta do grau de frequência deste espaço.
V – SERVIÇOS DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR (ASE):
No presente ano lectivo foram subsidiados os seguintes alunos:
Escalão A: 7.º Ano: 9 alunos; 8.º Ano: 9 alunos; 10.º Ano: 39 alunos; 11.º Ano: 23 alunos; 12.º Ano: 11
alunos.
Escalão B: 7.º Ano: 0 alunos; 8.º Ano: 3 alunos; 10.º Ano: 13 alunos; 11.º Ano: 5 alunos; 12.º Ano: 2
alunos.
Escalão C: 10.º Ano: 8 alunos; 11.º Ano: 5 alunos; 12.º Ano: 3 alunos.
Relativamente às Bolsas de Mérito, foram atribuídas a 12 alunos do 10.º Ano, a 12 alunos do
11.º Ano e a 9 alunos do 12.º Ano.
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VI – OUTRAS ACTIVIDADES
O Núcleo de Apoio Educativo realizou com êxito as actividades a que se propôs no início do ano
lectivo, as quais integram o Plano Anual de Actividades da ESEQ. Apenas não foi possível a
concretização da Acção de Formação sobre “Dislexia”, tendo a mesma sido adiada para o próximo ano.
Destaque-se a realização da Acção de Formação/Sensibilização “A Deficiência Auditiva e suas
Implicações Educativas”, orientada pela Dr.ª Luísa Campos (licenciada em Educação Especial com
especialização na área da surdez e problemas da linguagem), no dia 29 de Maio de 2008.
De acordo com a avaliação efectuada pelos participantes nesta actividade, esta revelou-se
bastante profícua, não só pelos conhecimentos veiculados, mas também, e sobretudo, pelas
experiências partilhadas, tendo ficado a sugestão de um novo encontro com esta formadora, e
eventualmente com outros técnicos da área da surdez, com o intuito de se aprofundarem as estratégias
de trabalho a desenvolver com alunos surdos em contexto de sala de aula.
QUADROS-RESUMO
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FREQUÊNCIA DA SALA DE ESTUDO
1.º PERÍODO
Anos
Bio
Des
Econ
Fis
7º. Ano
5
8º. Ano
2
10º. Ano
14
41
11º. Ano
29
28
12º. Ano
Geo
Hist
Ing
10
5
1
5
6
5
139
55
6
5
209
1
2
6
4
6
15
Port
Total
Geral
1
22
1
3
17
5
80
17
1
85
23
178
34
31
368
Mat
7
2.º PERÍODO
Anos
Bio
Des
7º. Ano
12
8º. Ano
2
10º. Ano
18
6
11º. Ano
59
8
12º. Ano
7
2
98
16
Econ
Esp
Fil
Fis
Fra
Geo
Hist
Ing
3
Mat
2
Port
8
1
2
2
2
2
37
72
7
106
44
3
18
277
2
456
2
29
19
2
1
18
26
4
Total
Geral
25
2
5
10
177
41
262
9
13
311
87
25
780
3.º PERÍODO
Anos
Bio
Des
7º. Ano
16
8º. Ano
2
10º. Ano
45
11º. Ano
31
12º. Ano
1
95
Fis
Fra
Hist
Mat
Port
35
2
5
1
3
64
5
25
90
8
15
Total Geral
52
7
5
149
144
3
168
17
5
31
2
227
8
324
17
18
109
8
579
No período em análise constata-se o seguinte:
1. Os alunos que mais frequentaram a sala de estudo foram os alunos do 12.º Ano de
escolaridade (716), logo seguidos dos alunos que frequentam os restantes níveis do Ensino
Secundário, 11º (491) e 10.º Ano (406).
2. O período de tempo onde a afluência de alunos foi maior foi o período compreendido entre as
15h15 e as 17h45 o que se explica pelo facto dos alunos dos 11.º e 12º. Anos terem as suas
aulas durante a manhã.
3. Os professores que mais alunos apoiaram nesta modalidade de apoio foram os docentes das
disciplinas de Física/Química (989 alunos presentes nos três períodos) e Biologia/Geologia
(248 presenças nos três períodos). Pelos sumários registados e que se encontram arquivados
em pasta própria, verificamos que os alunos receberam apoio específico no âmbito das
referidas disciplinas.
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4. Registou-se um aumento de frequência da Sala de Estudo ao longo do ano dos alunos do
Ensino Básico: 1.º período - 25 alunos; 2.º período -30 alunos e 3.º período 59 alunos.
5. O mesmo aumento verificou-se relativamente aos alunos que procuraram apoio na disciplina
de Matemática: de 34 alunos no 1.º período passou-se para 109 alunos no 3.º período.
6. Verificou-se um aumento da afluência dos alunos sobretudo no 2º período (780 presenças)
enquanto no 1.º período se registaram 368 e no 3.º período 579 presenças.
7. O número de presenças aqui referido diz respeito ao número de alunos que recebeu apoio
directo do professor no âmbito das diversas disciplinas curriculares, não estando contabilizado
o número de alunos que recorreu a este espaço para estudar, fazer os trabalhos de casa ou
qualquer outra actividade.
Assim, poder-se-á afirmar que as actividades realizadas tiveram um carácter diversificado
permitindo aos alunos a aquisição de saberes, a partilha de experiências e a melhoria do processo
ensino-aprendizagem, contribuindo, de facto, para o sucesso escolar dos alunos da ESEQ.
Veja-se, a título de exemplo, como nas disciplinas mais requisitadas pelos alunos ao nível deste
serviço, nomeadamente Física e Química A (989 alunos), Biologia (248 alunos) e Matemática A (230
alunos) se verificaram melhorias sensíveis nos resultados comparados obtidos nos exames da 1ª fase:
Matemática A (em 2008, +4 valores que em 2007); Física e Química A (em 2008, +2,5 valores que em
2007) e Biologia e Geologia (em 2008, +1,2 valores que em 2007).
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NÚCLEO DE PROJECTOS E ACTIVIDADES (NPA)
Durante o ano lectivo de 2007/2008 o NPA, na pessoa da sua coordenadora, Prof.ª Luiza Costa:
Coordenou a apresentação de propostas de clubes, projectos e actividades por toda a
comunidade da ESEQ;
Apoiou a análise de todas as propostas de projectos e actividades pelo Conselho Pedagógico
(CP);
Apoiou a planificação, execução e apresentação dos projectos aprovados;
Apoiou a divulgação desses projectos e actividades a toda a comunidade, antes e depois da
sua realização;
Apoiou a avaliação final dos projectos aprovados;
Acompanhou e colaborou nas tarefas de elaboração do Plano de Actividades da ESEQ para
2007/2008 no tocante às que se enquadram no âmbito da acção do Conselho Pedagógico;
Apoiou a elaboração do Relatório de Avaliação Final do Plano de Actividades da ESEQ de
2007/2008, do qual este documento é parte integrante.
Criou e geriu o MOODLE NPA (http://194.210.67.10/moodle/course/view.php?id=7), destinado
aos docentes coordenadores de actividades, onde foram recebidos e arquivados os
documentos referentes a propostas e relatórios de actividades;
Criou e geriu a Página Web NPA, destinada a toda a comunidade, onde foram apresentados e
divulgados todos os clubes, projectos e actividades, e onde foram publicadas notícias dessas
actividades bem como o balanço final de actividades por ordem cronológica; a Página Web
NPA (http://www.eseq.pt/npa/Projectos-actividades0708.htm) é parte integrante da Página Web
da ESEQ.
Esteve presente em todas as reuniões de Conselho Pedagógico onde representou a
comunidade em relação a projectos e actividades em curso;
Coordenou o projecto “Eça Esse Movimento” da responsabilidade do NPA, SPO, Prof.ª
Filomena Pacheco e Prof. Júlio Silva, tendo também sido responsável, em conjunto com a
Coordenadora das Áreas de Projecto, pela organização do Mini-Congresso, evento integrado
no projecto.
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Durante o ano lectivo de 2007/2008 o NPA, na pessoa da coordenadora das áreas curriculares
não disciplinares de Área de Projecto, Prof.ª Amélia Pereira:
Colaborou com o Conselho Executivo na coordenação das Áreas de Projecto do 7º, 8º e 12º
Anos;
Acompanhou e apoiou os vários professores coordenadores da área nas várias turmas;
Procedeu à avaliação do grau de execução dos projectos e do funcionamento global da área;
Participou na organização do Mini-Congresso, apresentações finais dos trabalhos de Área de
Projecto, evento integrado no projecto “Eça Esse Movimento”.
Durante o ano lectivo de 2007/2008 o NPA, na pessoa da coordenadora da representação da
ESEQ, Prof.ª Alda Ferreira:
Coordenou a representação da ESEQ nos eventos que o justificavam;
Representou o Conselho Executivo na impossibilidade de presença dos seus membros ou em
parceria com eles;
Foi responsável pela participação da ESEQ na Mostra Informativa “Formação e Opções
Profissionais ao Longo da Vida” integrada no projecto “Eça Esse Movimento”, tendo organizado
a permanência de um funcionário e um professor durante todo o tempo de exposição; a
montagem e desmontagem do stand da ESEQ; a representação da ESEQ na sessão de
abertura da Mostra e na sessão de encerramento; colaborado com a coordenadora e os outros
elementos na preparação e realização das outras vertentes do projecto.
Durante o ano lectivo de 2007/2008 o NPA, na pessoa do responsável pela divulgação de
informação na ESEQ, Prof. Nuno Barros:
Divulgou informação sobre projectos e actividades exteriores à ESEQ e sobre os projectos e
actividades da ESEQ através dos placards destinados a essa função;
Organizou e geriu os espaços de divulgação de informação na ESEQ;
Apresentou uma proposta de reorganização dos espaços de divulgação de informação para o
próximo ano lectivo;
Foi responsável pela imagem do material promocional utilizado na divulgação da oferta
formativa da ESEQ bem como de todo o material promocional das actividades do projecto “Eça
Esse Movimento”.
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Numa tentativa de corrigir os aspectos menos conseguidos do ano que passou, seguem-se
algumas ideias para o próximo ano lectivo:
Promover a criação de clubes de várias áreas e tentar enquadrar a “Ocupação Plena dos
Tempos Escolares” na participação nos clubes em funcionamento na ESEQ, ou na participação
no desenvolvimento de projectos e actividades em curso.
Atribuir ao NPA um local de trabalho fixo, para arquivo dos documentos do Núcleo e realização
das respectivas reuniões.
Definir como único formato para as propostas e relatórios dos projectos/actividades o formato
digital. Esses documentos digitais serão enviados ao NPA através do MOODLE NPA ou do email do Núcleo: [email protected].
Fomentar o envio atempado à coordenação do Núcleo, por parte dos coordenadores de
projectos, de informações, avisos, notícias, fotografias, etc, de modo a informar a comunidade
e animar a página Web NPA.
Fixar uma data bem definida para a entrega de relatórios de projectos/actividades e divulgar a
data claramente a toda a comunidade.
Ao distribuir a coordenação da área pelos docentes deve ser levado em conta que é essencial
um conhecimento seguro dos temas propostos pelos alunos de modo a poder garantir o rigor
científico dos trabalhos realizados, assim como para os desafiar a ir mais longe nas suas
pesquisas e produtos finais. O professor coordenador deve por isso pertencer à área que
confere identidade ao respectivo curso.
O professor coordenador da área em cada turma deve consciencializar todo o Conselho de
Turma das suas responsabilidades em relação à Área de Projecto.
Espera-se uma definição de critérios de avaliação específica para a Área de Projecto, que leve
em conta as características próprias da área para definir os instrumentos base e
complementar. Os instrumentos de avaliação devem contemplar expressamente o “produto”
final.
A obrigatoriedade das apresentações públicas dos trabalhos finais de AP deve ser claramente
comunicada a todos os alunos no início do ano lectivo.
A organização do Mini-Congresso para as apresentações públicas dos trabalhos finais de AP,
deve ser aperfeiçoada nomeadamente no que se refere à publicitação atempada a toda a
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comunidade e à divulgação dos temas das apresentações de modo a que possam ser
seleccionados pelo público.
Propõe-se que a área de exposição e divulgação de informação para a Área de Projecto seja
aumentada e que seja definida uma dimensão máxima para os cartazes.
Propõe-se mais formação em MOODLE de modo a que a sua utilização, sobretudo no âmbito
da Área de Projecto, pelos alunos e professores, seja potenciada.
Na medida do possível, todos os professores a quem for atribuída a coordenação da AP devem
ter um tempo livre comum para as reuniões de coordenação.
Fomentar o envio atempado à coordenação do Núcleo, por parte dos coordenadores de
projectos, de informações e avisos, de modo a possibilitar a representação da ESEQ em
actividades e eventos externos à ESEQ ou a representação do CE nas actividades e eventos
internos.
Seria desejável uma maior participação, por parte da direcção da escola, nos eventos e
actividades organizados pela comunidade escolar.
Proceder a uma efectiva reorganização das zonas de exposição e de divulgação de informação
da responsabilidade do NPA; no Anexo 2 apresenta-se uma proposta nesse sentido da autoria
do membro do NPA que foi responsável por esta tarefa.
Manter a actual formação do NPA com 4 membros e respectivas responsabilidades tal como
no ano lectivo passado.
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
A Associação de pais e Encarregados e Educação não apresentou relatório de Actividades.
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ACTIVIDADE DOS DEPARTAMENTOS CURRICULARES
Departamento de Línguas Clássicas e Românicas
O Departamento de Línguas Clássicas e Românicas, coordenado pela docente Filomena
Pacheco, estabeleceu para o ano lectivo 2007-08 vários pressupostos de trabalho, dos quais a seguir
se enunciam os mais relevantes:
A actividade dos educadores caracteriza-se por uma intervenção no processo de desenvolvimento
dos alunos.
Esta actividade assenta num saber técnico e científico enriquecido pela reflexão sobre situações
concretas que tem em conta as especificidades dos contextos e a multidimensionalidade do ser
humano.
O espaço relacional em que se move o professor é complexo e de grande responsabilidade ética.
O desenvolvimento de tarefas deve apoiar-se numa prática e de relação e de comunicação.
No trabalho do professor entram todos os traços da sua personalidade, os seus afectos, os seus
temores, os seus planos e os seus sonhos.
A escola, enquanto espaço relacional por excelência, deve preparar para a vida social.
Ensinar uma língua, materna ou estrangeira, é dar a ler e a escrever, é olhar novos horizontes
culturais, é ligar matérias à realidade envolvente. Igualmente, como estratégia, exige-se que se atenda
ao nível de conhecimentos, recomenda-se que se olhe para os interesses dos alunos que se tem diante
de si, às expectativas das famílias em relação ao que os professores podem ensinar de modo a dotar
os jovens de todas as capacidades para triunfarem na vida. Grande missão, grande responsabilidade.
Reuniões
O Departamento de Línguas Clássicas e Românicas foi constituído, neste ano lectivo, por 22
docentes e 3 professoras estagiárias. Durante este ano, o docente António Torres aposentou-se, tendo
sido substituído, nos termos legais.
Realizaram-se 17 reuniões, ordinárias e extraordinárias, a registar: Setembro (12 e 20) – 2
reuniões; Outubro (11, 18 e 25) – 3 reuniões; Novembro (15) – 1 reunião; Dezembro (13) – 1 reunião;
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Janeiro (10, 24, e 31) – 3 reuniões; Fevereiro (14) – 1 reunião; Março (6) – 1 reunião; Abril (10) – 1
reunião; Maio (21) – 1 reunião; Junho (12) - 1 reunião; Julho (21) - 1 reunião.
A assiduidade às reuniões dos docentes deste departamento foi bastante elevada.
Nas restantes reuniões realizadas durante o ano lectivo, à razão de uma por mês, foram tratados
os seguintes temas:
Aplicação das disposições ínsitas na Portaria 1322/Outubro, relativa à avaliação do domínio da
Oralidade na Língua Materna.
Entrega e aprovação de planificações (elaboradas previamente por grupos de planificação);
Propostas de actividades para o PAA;
Discussão e troca de ideias sobre temáticas diversas (a interdisciplinaridade, a avaliação da
oralidade, a aplicação da TLEBS, a uniformização dos testes de avaliação seguindo as orientações
dos exames nacionais do Ensino Secundário, entre outras);
Análise dos resultados da avaliação dos alunos através dos relatórios SADRA (permitindo o
reposicionamento de abordagens à matéria e a selecção de estratégias mais adequadas,
sobretudo numa gestão intermédia do Departamento, a dos grupos de planificação);
Cumprimento dos programas;
Avaliação de Desempenho dos Professores;
Informações e orientações emanadas dos Conselhos Pedagógicos realizados ao longo do ano
lectivo.
De salientar que muitas das informações/novidades pedagógicas foram transmitidas via e-mail,
facilitando deste modo, o acesso de todos os professores a vastos elementos de trabalho, permitindo
uma reflexão individual que depois era partilhada nas reuniões ou mesmo informalmente. Os docentes
foram muito receptivos a este novo meio de comunicação e de trabalho, bem como à utilização das
novas tecnologias e da Internet em outras circunstâncias, para o que contribuiu, sem margem de
dúvida, a aposta que a ESEQ fez em disponibilizar estes meios aos docentes em vários pontos do
espaço escolar.
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Planificações
A exemplo de anos transactos, a tarefa de planificar coube aos grupos de planificação formados
para o efeito ao nível do Departamento.
Esses grupos, na elaboração das planificações, tiveram em conta as sugestões/imposições
programáticas, os Critérios gerais de Avaliação, os contributos para o Plano de Actividades e a
interdisciplinaridade possível.
Paralelamente, elaboraram-se as sínteses de planificação de modo a serem distribuídas aos
alunos e publicadas no site da ESEQ.
Todos os responsáveis de grupo entregaram relatório dos trabalhos que constam do dossiê da
Coordenação.
Deste modo conseguiu-se que todos os docentes cumprissem as planificações.
Cumprimento dos Programas
Neste campo foi elaborada uma grelha de verificação de Cumprimento de Programas com os
seguintes itens:
Instrumento Base: testes de avaliação (conteúdos programáticos contemplados a nível temático e
de funcionamento da língua); Oralidade (temas seleccionados);
Instrumento Complementar: Instrumento (s) utilizado(s) (tipologia)
Balanço do trabalho desenvolvido: aspectos positivos a destacar; dificuldades sentidas; aspectos a
aperfeiçoar.
Este último parâmetro, na minha perspectiva, cria espaço ao professor para reflectir sobre as
suas próprias práticas, para uma eventual postura de ajuste e mudança ou manutenção o rumo dos
trabalhos e das estratégias que inicialmente adoptou.
No entanto, alguns professores não foram muito sensíveis ao preenchimento deste parâmetro.
O procedimento que adoptei foi o de enviar via e-mail, todos os períodos, este documento a cada
um dos docentes que mo reenviavam. Este processo culminou no preenchimento total da grelha no
último período, documento que imprimi e arquivei no dossiê da Coordenação.
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Na fase final, solicitei ainda um relatório anexo ao cumprimento de programas relativo aos
pontos tratados no que concerne à interdisciplinaridade. Assim, aqueles professores que abordaram
este aspecto, encaminharam-me o documento de trabalho desenvolvido.
Serviço de Exames
A distribuição do serviço de exames decorreu dentro da normalidade, procurando respeitar os
princípios da equidade, do exigido pela legislação em vigor e respeitando as preferências dos
docentes.
Deste modo, por inerência da função, os professores de 12º ano foram desde logo designados
como correctores de Exames Nacionais. Para os exames a nível de escola (de equivalência à
Frequência ou equivalentes a nacionais), constituíram-se equipas, salvaguardando as preferências dos
professores, mas assegurando as responsabilidades de cada um na área que leccionava e por isso
mais a par da matéria que seria objecto de avaliação nas provas.
Não houve constrangimentos na distribuição destas tarefas e todos os professores cumpriram as
orientações, seja no que diz respeito à matriz das provas como aos exames elaborados, apesar de
todo este trabalho ter sido preparado em simultâneo com todas as tarefas lectivas e numa fase final do
ano lectivo.
Equipamentos e Instalações
Este Departamento não possui espaço específico de reunião e de trabalho pelo que, de modo
recorrente, os professores fizeram-me sentir essa lacuna.
Foi sugerida a utilização de um espaço (o antigo Gabinete de rádio) mas como a escola se
debate com a insuficiência de espaços necessários para prestar apoio individualizado ou especializado
a alunos, esta pretensão ficou de ser analisada pelos órgãos de gestão.
Manuais escolares
As editoras não disponibilizaram muitos manuais à escola para análise e adopção mas, dos que
foram disponibilizados para as disciplinas de Francês, Literatura Portuguesa e Espanhol, foram
preenchidos os documentos necessários e adoptados os manuais em conformidade com as regras em
vigor.
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De referir que, no ano lectivo 2008/2009, para a disciplinas de Língua Portuguesa e Português
se mantém os mesmos manuais, segundo indicação do Ministério da Educação, apesar de ser um ano
de aplicação de novos manuais, já que, manifestamente, alguns dos tomos em utilização não
correspondem, nem aos interesses dos alunos, nem às expectativas de trabalho dos professores.
No entanto, os docentes deste Departamento consideraram que recorrerão a outros materiais e
estratégias para colmatar as lacunas, atendendo a que, segundo se sabe, o Ministério da Educação
aguarda a incorporação de conteúdos relativos à aplicação da TLEBS e aspectos que dizem respeito
ao novo Acordo Ortográfico para propor, então, a adopção de novos manuais para o ano lectivo
2009/2010.
Actividades desenvolvidas no âmbito do departamento
O Departamento desenvolveu bastantes iniciativas, incluídas no PAA, de índole diversa e que
abarcaram as três áreas disciplinares: Português, Espanhol e Francês.
Procurou associar-se a vertente lúdica à do enriquecimento científico, cultural e de cidadania.
Subjacente estava, naturalmente, o ensino da escrita como projecto interdisciplinar. De salientar que se
concretizaram, igualmente, actividades para toda a comunidade educativa ou especificamente para o
Departamento.
Enunciam-se, de seguida, as iniciativas que se desenvolveram, não seguindo uma linha
cronológica de concretização mas antes uma sequência por tipologia de actividades.
Visitas de estudo: Tormes, Lisboa, Mafra e S. Martinho de Anta , que complementaram o estudo de
conteúdos programáticos relativos a autores como Eça de Queirós, Fernando Pessoa, José
Saramago e Miguel Torga respectivamente; Palácio do Freixo (Porto), pintura de Salvador Dali;
Igreja Matriz da Póvoa de Varzim numa abordagem ao período literário do Barroco;
Concursos literários: “Quadras de Natal”, “Poesia inter – turmas” “Projecto Escola da Minha Vida”
(modalidades de prosa e poesia);
Conferências: “O 25 de Abril ontem e sempre”; “ Do Confuso Mundo à Ilha dos Amores em Os
Lusíadas”;
Encontro com escritores: evento “Correntes d’Escritas” na ESEQ – Mia Couto (Moçambique));
André Sant’Anna (Brasil); Pedro Teixeira Neves (Portugal);
Visionamento de espectáculos: “O Principezinho” de Saint-Exupéry (Porto);
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Festas: Natal (para toda a comunidade educativa)
Dias Comemorativos: Dia da Francofonia; Dia Internacional da Língua Materna;
Semana temática: Semana do Espanhol
Jornada Pedagógica: “TLEBS: da teoria à prática” (para docentes)
Outras actividades se desenvolveram dentro de uma perspectiva interdisciplinar, desde a análise
de textos, paralelamente em duas disciplinas, abordando a mesma temática, (por exemplo Português e
História, Português e Matemática, Português e Educação Visual, neste caso pela construção de
objectos 3D ou ilustrações de textos) ou ainda a inclusão de temas relativos às linhas de acção em
contexto escolar do projecto “Educar para a Saúde”. Aliás, neste âmbito, como coordenadora tomei a
iniciativa de transmitir aos colegas, em reunião de Departamento, um trabalho em powerpoint contendo
as linhas orientadoras deste projecto educativo nacional, que os professores tentaram integrar nos
conteúdos programáticos que leccionaram, tornando-os operacionais nos debates (ou produção de
texto livre) que realizaram a propósito de textos analisados, ou no Ensino Básico, com pequenas
exposições temáticas.
O Departamento colaborou também na iniciativa da Associação de Pais da ESEQ “Leitura non
stop da obra Memorial do Convento de José Saramago”.
Actividades de Substituição
No DLCR as actividades de substituição, por decisão do Conselho Executivo, estavam
convertidas, nos horários dos professores, em aulas de Apoio Pedagógico a Português, de modo a
colmatar dificuldades no âmbito do domínio da Língua Materna, mais do que para “repetir” a matéria
científica dada nas aulas. Os professores deste Departamento foram sendo auscultados a propósito
desta medida e considerou-se muito vantajosa para os alunos, podendo até verificar-se o impacto de
tal medida a curto prazo nas classificações dos alunos, mas também, a médio prazo, na predisposição
para a escrita, plasmada na participação em concursos literários a nível de escola (da iniciativa do
Núcleo de Estágio), do concelho (Correntes d’ Escritas e Projecto Escola da Minha Vida), quiçá em
projectos a nível nacional.
A planificação dessas aulas de apoio foi deixada ao critério de cada professor, adequando às
problemáticas dos alunos o desenvolvimento das estratégias conducentes à melhoria das suas
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competências, seja ao nível da expressão/compreensão orais, seja da compreensão/expressão
escritas.
Efectivamente, as percentagens de positivas no caso da Língua Materna (até porque as Línguas
Estrangeiras, porque de iniciação, não trazem grandes dificuldades aos alunos), bem como as médias,
deixam transparecer todo o esforço realizado globalmente. Veja-se:
Ano de Escolaridade
7.º Ano
8.º Ano
1.º Período
(% positivas/média)
89,5 / 3,5
97,9 / 3,4
2.º Período
(% positivas/média)
91,4 / 3,6
97,9 / 3,5
3.º Período
(% positivas / média)
95,3 / 3,7
100 / 3,5
10.º Ano
90,3%/ 12,9
87,9 / 12,5
94,6 / 13,2
11.º Ano
12.º Ano
97,1 / 13,8
96,6 / 13,4
96,1 /13,8
90,8 / 13,5
95,1 / 13,9
96,5 / 14,1
A análise deste quadro-resumo permite ver claramente o progresso, podendo, não obstante,
serem apontadas outras razões para estes dados. Algumas percentagens mais baixas no segundo
período correspondem a conteúdos programáticos, ou mais complexos, ou pelos quais os alunos
revelam menos empatia por circunstâncias várias (por exemplo, no 11.º Ano, do texto argumentativo do
“Sermão de Santo António aos Peixes” de Padre António Vieira, século XVII, dá-se um salto
cronológico e conceptual para o século XIX para a obra “Frei Luís de Sousa” de Almeida Garrett).
No que diz respeito aos apoios a Línguas Estrangeiras, deve referir-se o sucesso dessa medida
de apoio educativo, aliás já habitual quer quanto à disciplina de Francês quer de Espanhol.
Expectativas para o Futuro
Uma das grandes preocupações, senão a mais importante, para os professores deste
Departamento diz respeito à Avaliação de Desempenho. Apesar de se ter tentado criar um clima de
tranquilidade sem descurar a atenção que o assunto merece, este aspecto poderá vir a condicionar o
trabalho futuro de todos os docentes, certamente preocupados com o que se poderá “ver” sem, por
vezes, corresponder ao que, efectivamente se fez.
Outra das preocupações concerne a evolução das classificações dos alunos. Pela observação
dos dados, constata-se que estamos perante bons resultados, por comparação a médias nacionais,
facto que, se aparentemente nos devia tranquilizar, também nos cria mais e maiores responsabilidades.
Outro aspecto a ter em conta é o referente à aplicação da TLEBS (funcionamento da língua).
Verifica-se, ainda, que alguns professores de Português desta escola não estão sensibilizados nem
actualizados em relação a este ponto tão importante dos conteúdos programáticos.
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Outra preocupação, não exclusiva dos docentes do DLCR desta Escola, diz respeito à queda
acentuada de matrículas na disciplina de Francês, quase de valor residual actualmente. Como
coordenadora de Departamento, participei nas II Jornadas de Turismo e Património, promovidas pela
DREN em colaboração com a Embaixada de França em Portugal, tendo sido veiculada a hipótese de
recém-licenciados franceses trabalharem nesta Escola, apostando assim na divulgação da Língua e
cultura Francesas junto dos alunos, pelo que o Conselho Executivo candidatou-se a seu tempo a esta
possibilidade.
De referir ainda, que os docentes deste Departamento demonstraram cada vez mais o interesse
pelo uso das novas tecnologias no ensino das Línguas Materna e Estrangeira, evidenciando a
necessidade de formação nesta área agora que a escola dispõe de mais material neste suporte e
muitas das aprendizagens, propostas nos próprios manuais escolares, remetem para essa estratégia
(computadores e quadros interactivos).
Como Coordenadora de Departamento, apenas registo o facto de, por vezes, os professores não
cumprirem prazos de entrega de alguns dados periódicos de concertação de matérias, apesar de
certamente as estarem a cumprir. No futuro, será necessário sensibilizar os docentes para este
aspecto.
Finalmente, espero que o passo iniciado este ano lectivo no sentido de implementar estratégias
de carácter interdisciplinar se realize de modo mais sistemático e por todos os professores.
Filomena Pacheco, Coordenadora de Departamento
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Departamento de Matemática
As actividades desenvolvidas pelo Departamento de Matemática, coordenado pela docente
Graça Campos, iniciaram-se, no corrente ano lectivo, com a preocupação, entre outras, de criar as
melhores condições de integração e adaptação aos métodos e filosofia de trabalho da ESEQ junto dos
docentes que leccionaram pela primeira vez nesta escola.
Reuniões
Ao longo do ano realizaram-se oito reuniões ordinárias e algumas informais, que todos os
professores consideraram suficientes em número e em duração.
Nestas reuniões, além das informações dos assuntos tratados em Conselho Pedagógico, fez-se:
Apresentação, reflexão e análise pormenorizada dos Critérios Gerais de Avaliação da ESEQ, assim
como o debate da importância da avaliação pelos Instrumentos Complementares e distribuição de
pesos pelos diversos tipos de instrumentos a utilizar na avaliação dos alunos;
Elaboração de planificações, das disciplinas da responsabilidade deste departamento, no que
respeita aos conteúdos a leccionar e que constam dos Programas Oficiais e aos instrumentos de
avaliação a utilizar;
Debate de estratégias de trabalho;
Planificação das actividades a realizar em ambiente de aula e extra aula;
Planificação das actividades inter e transdisciplinares, a realizar em cada ano de escolaridade e em
cada disciplina leccionada por professores do DM, conforme o documento elaborado para esse
efeito, pelo Conselho de Coordenadores;
Elaboração e aplicação de um questionário, a alunos e professores, sobre a importância do
trabalho de assessoria nas aulas de Matemática do Ensino Básico e em quatro turmas do 10º ano
de escolaridade;
Análise das respostas dos questionários de assessoria e elaboração de um relatório, sobre todo
esse trabalho, que foi apresentado em Conselho Pedagógico;
Análise dos casos mais problemáticos, bem como os mais excelentes, dos alunos que
frequentaram as disciplinas leccionadas pelos professores deste departamento;
Análise dos resultados das avaliações dos alunos, no final de cada um dos períodos lectivos, e
discussão de estratégias de remediação das situações problemáticas;
Análise de questões relacionadas com a Avaliação de Desempenho de Professores;
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Preenchimento e entrega dos relatórios periódicos e final das actividades de cada professor do DM.
Os professores evidenciaram uma frequência às reuniões muito satisfatória: apenas dois
professores do Departamento faltaram a uma reunião, no decorrer de todo o ano lectivo
Os professores presentes nas reuniões observaram os seguintes parâmetros:
Parâmetro
Nº de professores que observou o
parâmetro
Existência de uma agenda /memória como
documento organizacional.
Pertinência dos assuntos a tratar.
Reflexão colectiva que possibilita uma discussão
sobre os temas propostos.
Troca de conhecimentos e experiências entre
professores.
Incentivo para uma dinâmica participativa.
Distribuição de responsabilidades e tarefas.
Disponibilidade do Coordenador para apoio aos
elementos do Departamento.
O Coordenador revelou uma atitude estimuladora e
facilitadora do trabalho em equipa entre professores.
12
12
12
12
12
12
12
12
Planificações
As planificações de cada uma das disciplinas de Matemática do 7.º e do 8.º Ano, de Matemática
B do 10.º e do 11.º Ano, de Matemática Aplicada às Ciências Sociais (MACS) do 10.º e do 11.º Ano, de
Matemática A do 10.º, 11.º e 12.º Ano, bem como a definição dos instrumentos de avaliação tiveram
como base as orientações metodológicas dos programas oficiais e foram realizadas em grupos
constituídos, para esse efeito, por professores que leccionavam essas disciplinas.
Numa ou noutra turma, ocorreram adaptações pontuais (dentro dos temas ou capítulos a
leccionar), analisadas em departamento e devidamente justificadas.
Cumprimento dos Programas
Ao longo de todo o ano lectivo houve grande preocupação, em todos os professores do DM,
quanto ao cumprimento das planificações.
Quando, pontualmente, decorreu algum atraso, estabeleceram-se de imediato, em grupo de
trabalho, estratégias para aproximação à planificação em causa, de modo que, em todas as disciplinas
do DM, no final do ano lectivo todos os conteúdos programáticos planificados foram leccionados, assim
como, foram aplicados todos os instrumentos de avaliação inicialmente previstos.
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Serviço de Exames
A distribuição do serviço de exames a cargo deste departamento diz respeito à elaboração de
matrizes de algumas provas, de provas de exame, dos critérios e dos júris de correcção.
No 1.º Período deste ano lectivo, o Departamento deparou-se com a realização de um exame na
época extraordinária de Novembro de 2007, na disciplina de Matemática do 12.º Ano. Ficou decidido,
em reunião de departamento, que a elaboração da prova de exame e dos critérios de correcção e os
respectivos júris de correcção seriam da responsabilidade da Coordenadora do Departamento e da
professora Alda Freitas que no ano lectivo anterior fez parte do grupo de elaboração do exame da
mesma disciplina.
O serviço de exames do final do ano lectivo ou foi distribuído da seguinte forma:
Pelas normas definidas pelo Ministério da Educação quando se tratavam de exames nacionais
para o secundário, (aqui foram envolvidos quase todos os professores do DM);
Pelas professoras Alda Freitas e Alexandrina Gonçalves, para os exames a nível de escola, da
disciplina de Matemática, do 12º ano (Cód. 535)
No caso do exame a nível de escola de Métodos Quantitativos (Cód. 469), distribuído pelos
professores José Milheiro e pela Coordenadora do Departamento para elaboração das provas, dos
critérios de correcção e para júris de correcção
Todos os professores do DM vigiaram exames.
As professoras Alda Freitas, Graça Campos, Ana Cardoso e Paula Marques foram coadjuvantes
às provas de exames nacionais de Matemática A, Matemática B e Matemática Aplicada às Ciências
Sociais.
As mesmas professoras, juntamente com o professor José Milheiro e a professora Ana Quinta e
Costa, fizeram parte dos júris de correcção dos exames nacionais atrás referidos.
A coordenadora do departamento esteve sempre disponível para colaborar com todos os
professores envolvidos nos serviços de exame.
Equipamentos e Instalações
Os professores do DM, ao longo do ano lectivo, indicaram ao coordenador as seguintes
dificuldades com que se depararam diariamente:
Apesar de, nalgumas salas, já ter havido mudança para quadros brancos, alguns quadros pretos
ainda se encontram em mau estado, a necessitarem de ser polidos ou substituídos;
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A deficiente distribuição de giz de cor nalgumas salas de quadros pretos e a baixa qualidade das
canetas utilizadas nos quadros brancos;
O mau estado de alguns compassos e réguas que se utilizam para trabalhar no quadro;
A sala de trabalho de Matemática que contém material didáctico e que dividimos com outro
departamento, encontra-se, este ano ainda mais que o anterior, muito ocupada com aulas de apoio
de outras disciplinas dificultando o trabalho extra - aula dos professores do DM;
A inexistência, no DM, de computadores suficientes e eficientes para trabalhar (com efeito, o
computador que o DM possui para trabalhar, bem como o rato que o acompanha, são de baixa
capacidade/qualidade).
Os professores do DM mostraram-se muito satisfeitos com a colocação, na sua sala de trabalho,
de uma impressora e de um scanner e ainda, com a presença, em algumas salas de aula, de
computador e projector de vídeo, fixos bem como com o fornecimento de quadros interactivos. No
entanto, sentem necessidade de formação a fim de potenciar a sua utilização.
Manuais Escolares
Por imposição do Ministério da Educação, em Despacho publicado para adopção de manuais
escolares, este ano o DM não teve que adoptar novos manuais escolares para o ensino regular pelo
que se mantêm os do ano lectivo anterior.
Nota: Como foi já referido no relatório do ano lectivo anterior, o DM adoptou para o 10.º Ano, de Matemática A, um manual que, na
prática revelou alguns problemas pelo que os professores utilizadores sentiram a necessidade de construção de muitas fichas de trabalho
para complemento desse livro. Assim, os professores do DM solicitam junto do Conselho Executivo, autorização para que a escola
financie a cópia, na reprografia da ESEQ, de mais fichas de trabalho para o 10.º Ano.
Actividades e Projectos Desenvolvidos
Ao longo do ano lectivo os professores deste departamento participaram e desenvolveram os
seguintes projectos e actividades:
Projecto do Sítio da Matemática da ESEQ.
Projecto MelhorMat789, da ESEQ, integrado no Plano de Acção da Matemática desenvolvido pelo
Ministério da Educação.
Acompanhamento e apoio a alunos na Sala de Estudo ou noutra reservada para esse efeito.
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Elaboração de cartazes de divulgação de “curiosidades da Matemática” e de divulgação das
actividades do projecto do Sítio da Matemática, em placards colocados para esse efeito, na Sala de
Convívio dos Alunos.
Outras actividades realizadas em determinados dias do ano lectivo:
Novembro de 2007:
Organização, vigilância e correcção das provas da 1ª Eliminatória das XXV Olimpíadas de
Portuguesas de Matemática (nível de escola).
Organização do “Encontro, na Escola Secundária de Eça de Queirós, de Professores de
Matemática do Concelho da Póvoa de Varzim, envolvidos no PAM.”
Janeiro de 2008
Organização, vigilância e correcção das provas da 2ª Eliminatória das XXV Olimpíadas de
Portuguesas de Matemática (nível regional).
Fevereiro de 2008
Organização e orientação de Sessões de Origami, dirigida aos alunos e a outros elementos da
comunidade educativa da ESEQ, na sala de convívio dos alunos.
Abril de 2008
Elaboração e aplicação de um inquérito aos alunos e professores com assessoria às aulas de
Matemática.
Análise dos resultados obtidos nesses inquéritos e apresentação, ao Conselho Pedagógico, do
Relatório Sobre o Trabalho de Assessoria, nas aulas de Matemática.
Maio de 2008
Participação, com apresentação de experiências interactivas, no âmbito da Matemática, na
actividade desenvolvida pelo Departamento de Ciências Física e Naturais, “Laboratório Aberto”.
Ao longo do ano, em trabalho de componente não lectiva, cinco professores do DM foram
assessores dos professores de Matemática de todas as turmas dos 7.º e 8.º Anos e ainda de quatro
turmas do 10.º Ano de Escolaridade.
Este trabalho de assessoria foi considerado por todos os professores do DM, uma excelente
estratégia a utilizar para aumentar o sucesso nas aprendizagens da disciplina de Matemática.
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Com efeito:
Possibilitou, atempadamente, a remoção de dúvidas aos alunos em contexto de aula;
Foi mais fácil analisar e controlar os incidentes críticos de sala de aula;
Possibilitou uma maior partilha, discussão e análise e avaliação de métodos de trabalho dos
professores envolvidos neste processo;
Permitiu aos professores estar a par dos conteúdos programáticos que se leccionam nas diferentes
disciplinas do DM e nos diferentes níveis de ensino;
Permitiu, ainda, algumas vezes durante este ano lectivo, quando o professor de Matemática, da
turma, faltava, a sua substituição pelo professor assessor, que continuava o trabalho já
programado, não levando os alunos a sentir a presença de um professor estranho e sem grande
orientação para actividade de substituição.
Assim podemos considerar que o DM manifestou uma certa dinâmica de acção ao longo deste
ano lectivo.
Actividades de Substituição
Nos casos em que o professor que faltou era de Matemática e foi substituído pelo professor
assessor da turma, já se fez referência, neste relatório, no final do ponto anterior.
Nos outros casos, os docentes possuíam fichas para actividades de substituição em caso de
faltas imprevistas.
Estas actividades eram, em geral, do conhecimento dos professores do DM e eram bastante
diversificadas: umas eram de carácter lúdico, tipo desafios, adaptadas aos níveis de ensino a leccionar
e associadas à disciplina de Matemática, de modo a motivar os alunos à sua resolução e até a envolver
o professor substituto na actividade a desenvolver, outras, eram fichas de trabalho relacionadas com os
conteúdos de Matemática já leccionados durante esse ano ou em anos anteriores.
Procurou-se sempre que estas fichas fossem pedagógicas, práticas, acessíveis, no seu grau de
dificuldade, e ocupassem o total de tempo previsto para a aula.
Apoios aos alunos
Todos os professores do DM deram apoio a alunos nas disciplinas de Matemática.
Este apoio foi prestado desde o início do ano lectivo, em horas definidas nos seus horários, na
componente não lectiva, e outras vezes por períodos de tempo irregular, fora dos seus horários,
quando os alunos solicitavam apoio e combinavam o tempo e o local na escola para trabalhar.
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No sistema de apoio aos alunos da ESEQ, muitos procedimentos estão bem, mas outros há que
melhorar, como a informação atempada dos professores sobre a aceitação, ou não, do encarregado de
educação do apoio ao seu educando; o controlo de frequência do aluno ao apoio e as suas implicações
quando se verifica uma baixa ou nula frequência; a informação do Director de Turma sobre o trabalho
desenvolvido entre o professor do aluno e o professor do apoio, quando estes não são o mesmo.
Avaliação
A avaliação do trabalho do departamento não deverá ser desligada dos resultados das
avaliações dos alunos.
Assim se apresentam algumas considerações sobre as prestações dos alunos da ESEQ nos
exames nacionais, a par das avaliações de frequência das disciplinas leccionadas pelos professores do
DM e respectiva comparação com os resultados gerais da escola, em todas as disciplinas, do mesmo
ano de escolaridade.
7º Ano - Matemática
Turma
Nº alunos
1º Per
2º Per
3º Per
1º Per
2º Per
3º Per
% Positivas
Médias
Assessorias:
A
28
92,9%
96,4%
96,4%
3,9
4,3
4,3
X
B
29
93,1%
89,7%
96,6%
3,8
3,9
4,1
X
7º Ano - Todas as disciplinas
C
29
89,7%
93,1%
93,1%
3,7
3,7
3,8
X
Escola
86
91,9%
93%
95,3%
3,8
3,9
4,0
Escola
93,3%
93,4%
96,4%
3,7
3,8
3,9
Ao longo do ano, aumentou a percentagem de positivas e o nível médio.
Resultados muito bons a Matemática no 7º ano.
Os resultados a Matemática são de todo semelhantes aos resultados gerais da escola para o 7º ano.
Observações:
8º Ano - Matemática
Turma
Nº alunos
% Positivas
Médias
Assessorias:
Observações:
8º Ano - Todas as disciplinas
A
B
Escola
Escola
21
25
46
1º Per
95,2%
100%
97,8%
97,4%
2º Per
90,5%
96%
93,5%
97,6%
3º Per
90,5%
100%
95,7%
99%
1º Per
3,8
4,4
4,1
3,7
2º Per
3,7
4,1
3,9
3,8
3º Per
3,8
4,2
4,0
4,0
X
X
Observa-se uma diminuição do sucesso do 1.º para o 2.º Período e uma melhoria no final do ano lectivo,
quer no aumento da percentagem de positivas, quer no aumento do nível médio.
Resultados muito bons a Matemática no 8.º Ano.
Os resultados a Matemática são semelhantes aos resultados gerais da escola para o 8.º Ano.
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10.º Ano
Todas as
disciplinas
10.º Ano – Matemática A
Turma
Nº alunos
A
27
B
28
C
28
D
27
E
28
F
27
G
27
H
28
K
26
%
Positivas
1º Per
2º Per
3º Per
82,1%
82,1%
88,9%
81,5%
78,6%
85,7%
60,7%
78,6%
75%
89,3%
88,9%
88,9%
85,7%
85,7%
78,6%
70,4%
66,7%
85,2%
85,2%
77,8%
92,6%
85,7%
89,3%
100%
81,5%
77,8%
80,8%
Médias
1º Per
2º Per
3º Per
13,2
13,4
13,9
11,9
11,9
12,4
10,0
11,5
11,2
14,2
13,1
13,2
12,7
12,6
12,8
10,7
10,9
11,8
12,4
12,7
14,0
12,5
13,1
14,6
12,3
12,5
12,9
Assessorias:
Escola
246
80,2%
80,6%
86,2%
12,2
12,4
13,0
-----
Escola
86,6%
87,7%
92,3%
13,2
13,3
13,8
----x
----x
x
--------x
----De um modo geral, ao longo do ano, aumentou a percentagem de positivas e a classificação média.
Mesmo tendo melhorado ao longo do ano lectivo, o sucesso a Matemática A, no 10º ano, é inferior ao sucesso geral da escola para esse mesmo
ano de escolaridade
Observações:
10º Ano – Matemática B
Turma
Nº alunos
% Positivas
Médias
Assessorias:
Observações:
10º Ano - Todas as disciplinas
I
J
Escola
Escola
22
11
33
1º Per
50%
84,6%
61%
86,6%
2º Per
55,6%
90,9%
65,8%
87,7%
3º Per
77,3%
90,9%
81,8%
92,3%
1º Per
9,5
13
10,6
13,2
2º Per
10,3
13,3
11,2
13,3
3º Per
12,1
13,3
12,5
13,8
------------De um modo geral, ao longo do ano, aumentou a percentagem de positivas e a classificação média.
Mesmo tendo melhorado ao longo do ano lectivo, o sucesso a Matemática B, no 10.º Ano, é inferior ao
sucesso geral da escola para esse mesmo ano de escolaridade
10.º Ano
Todas as disciplinas
10.º Ano - MACS
Turma
Nº alunos
% Positivas
Médias
Assessorias:
Observações:
L
M
N
Escola
Escola
13
14
9
36
1º Per
75%
92,9%
85,7%
84,8%
86,6%
2º Per
69,2%
92,9%
70%
78,4%
87,7%
3º Per
84,6%
92,9%
88,9%
88,9%
92,3%
1º Per
12,4
13,3
12,4
12,8
13,2
2º Per
12,2
13,5
11,7
12,6
13,3
3º Per
12,7
13,2
12,6
12,9
13,8
-----------------Observa-se uma diminuição geral do sucesso do 1.º para o 2.º Período e uma melhoria no final do ano
lectivo, quer no aumento da percentagem de positivas, quer no aumento da classificação média.
No final do ano observou-se uma aproximação da percentagem de positivas a MACS à percentagem de
positivas do resultado geral da escola, para o 10º ano de escolaridade.
11.º Ano – Matemática A
Turma
Nº alunos
% de Positivas
Médias
Assesorias
Observações:
11.º Ano
Todas as
disciplinas
A
B
C
D
E
F
G
J
Escola
Escola
24
27
22
26
23
25
24
26
197
1º Per
64
84,6
59,1
88,5
68
44,4
50
82,1
68
89,3
2º Per
80
85,2
86,4
100
73,9
60
66,7
75
78,5
91,7
3º Per 95,8 85,2
90,9
100
78,3
64
79,2
92,3
85,8
95,1
1º Per 11,1 13,8
11,5
15
11,1
9,5
10,5
12
11,8
13,3
2º Per 12,2 14,1
12,8
15
12,4
9,5
10,5
11,5
12,3
13,6
3º Per 12,9 14,5
13,0
16,7
13,0
11,3
12,3
12,5
13,3
14,2
---------------------De um modo geral, ao longo do ano, aumentou a percentagem de positivas e a classificação média.
Mesmo tendo melhorado ao longo do ano lectivo, o sucesso a Matemática A, no 11º ano, é inferior ao sucesso geral
da escola para esse mesmo ano de escolaridade
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11.º Ano – Matemática B
Turma
Nº alunos
% Positivas
Médias
Assessorias:
Observações:
11.º Ano - Todas as disciplinas
H
I
Escola
Escola
12
8
20
1º Per
100
100
100
89,3
2º Per
100
62,5
85
91,7
3º Per
100
87,5
95
95,1
1º Per
14,2
12,3
13,4
13,3
2º Per
13,9
11,5
12,9
13,6
3º Per
14,7
12,3
13,7
14,2
---------Observa-se uma diminuição geral do sucesso do 1º para o 2º Período e uma melhoria no final do ano
lectivo, quer no aumento da percentagem de positivas, quer no aumento da classificação média.
No final do ano observou-se uma aproximação da percentagem de positivas a Matemática B à
percentagem de positivas do resultado geral da escola, para o 10º ano de escolaridade.
11.º Ano - MACS
Turma
Nº alunos
1º Per
2º Per
3º Per
1º Per
2º Per
3º Per
% Positivas
Médias
Assessorias:
Observações:
K
9
100
100
100
16,9
15,8
15,8
----
11.º Ano - Todas as disciplinas
L
16
88,2
88,2
100
14,8
13,6
14,0
----
Escola
25
92,3
92,3
100
15,5
14,4
14,6
----
% Positivas
Médias
Assessorias:
Observações:
89,3
91,7
95,1
13,3
13,6
14,2
De um modo geral, ao longo do ano, aumentou a percentagem de positivas e a classificação média.
Estes valores foram sempre superiores aos resultados gerais da escola, para o 11.º Ano.
12.º Ano – Matemática A
Turma
Nº alunos
Escola
12.º Ano
Todas as
disciplinas
A
B
C
D
E
F
H
Escola
Escola
22
21
19
20
21
21
18
142
1º Per
90,9
81,8
80
80
82,6
88
77,8
83,3
92,3
2º Per
87
85,7
70
85
90,9
83,3
83,3
85,1
93,1
3º Per
90,9
90,5
89,5
95
90,5
95,2
94,4
92,3
96,4
1º Per
14,5
14,4
12,8
11,7
13,1
12,4
12,2
13,0
14,2
2º Per
13,5
14,8
13,1
12,4
13,4
13,1
13,4
13,4
14,5
3º Per
13,8
15,7
14,3
12,4
14,0
13,9
13,7
14,0
15,4
------------------------De um modo geral, ao longo do ano, aumentou a percentagem de positivas e a classificação média.
Mesmo tendo melhorado ao longo do ano lectivo, o sucesso a Matemática A, no 12º ano, é inferior ao sucesso geral da
escola para esse mesmo ano de escolaridade
Resultados dos exames, da 1ª fase, em 2008 - alunos internos da ESEQ: Mat. B, MACS e Mat. A
CIF dos alunos
apresentados a
Classificação média de
Exame 1ºFase
Exame 1ª fase 07/08
07/08
20
13,7
18
14,3
15
25
14,6
23
15
14,3
142
14,0
123
14,1
14,4
Faltaram poucos alunos à 1ª Fase destes exames e os resultados quer das classificações de frequência, quer das
classificações internas finais, quer dos exames não são muito díspares.
Atendendo à grande diminuição do grau de dificuldade do exame de Matemática A, em relação aos exames de
2007, na mesma disciplina, não podemos tirar conclusões sobre a evolução do ensino da Matemática.
Nº alunos
avaliados 07/08
11.º Ano – Mat B
11.º Ano – MACS
12.º Ano – Mat A
Observações:
Classificação
Média de
Frequência
Nº alunos em
exame 1ª fase
07/08
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Os valores atrás apresentados evidenciam um certo sucesso no aproveitamento dos alunos da
ESEQ, nas disciplinas leccionadas pelos professores do Departamento de Matemática.
Parte II
Como Coordenadora do Departamento Curricular de Matemática considero que o meu trabalho
foi muito vasto e trouxe-me algumas frustrações e muitas satisfações que correspondem a pontos
fracos e a pontos fortes que se apresentam.
Pontos Fracos:
Não ter conseguido minimizar, nos professores do DM, um dilema permanente: o professor ou está
a trabalhar para o imediato, para o exame; ou a preparar o aluno para o dia de amanhã, para saber
fazer raciocínios.
Este dilema vai, certamente, manter-se enquanto a elaboração dos exames nacionais se fizer ou
muito acima das exigências dos programas oficiais ou, por meras questões políticas, muito pouco
pedagógicas, muito abaixo dos objectivos desses mesmos programas, levando, anualmente, a
variações muito grandes nos resultados.
Não ter fomentado suficientemente o trabalho do professores de DM na plataforma Moodle, apesar
de já alguns, o fazerem;
Não ter conseguido sensibilizar os órgãos de gestão da ESEQ para a importância da existência de
uma Sala de Matemática com mais tempo disponível ao trabalho dos professores do DM (menos
ocupada com aulas de apoio, por professores doutros departamentos), apetrechada com
equipamento variado e de qualidade.
Pontos fortes:
Fomentei uma boa integração na ESEQ dos professores de Matemática que pela primeira vez
leccionavam nesta escola;
Reforcei a importância do empenho de cada professor na preparação das aulas que leccionam;
Continuei a promoção do trabalho de assessoria integrado no Projecto MelhorMat789 dando
abertura a uma melhor avaliação do trabalho realizado na sala de aula, bem como uma maior
discussão das estratégias a utilizar em contexto de aula;
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Sensibilizei o professor para a necessidade de apresentação das suas estatísticas relativamente ao
aproveitamento dos seus alunos nas disciplinas que leccionam assim como para uma
apresentação de uma crítica de reflexão sobre o seu trabalho – incentivo à auto-avaliação;
Fomentei, nos professores do DM, a utilização de grelhas de observação que permitam
periodicamente avaliar os alunos tendo em conta alguns instrumentos complementares;
Mostrei, juntamente com os outros professores do DM, à comunidade educativa a importância do
saber matemático quer divulgando curiosidades matemáticas quer incentivando à resolução de
diversas actividades que foram apresentando ao longo do ano;
Desenvolvi de uma certa dinâmica de acção no DM que foi facilitado pelo excelente
companheirismo existente entre os professores deste departamento e pelo empenho e dedicação
que cada um deles revelou nos seus trabalhos individuais e colectivos.
Ainda, como coordenadora, não poderei deixar de referir, neste relatório, dois pontos que
considero importantes.
O primeiro foi o prazer de ter sido colega e Coordenadora de um professor exemplar, como
António Azevedo, que agora se reformou e que tanto enriqueceu o DM com os seus saberes sobre
História da Matemática e sobre História das Ciências; com a sua compreensão pelas fragilidades que
nós, professores mais novos do departamento, apresentávamos quer nos nossos saberes quer nas
nossas atitudes; com a sua capacidade de adaptação, enfrentando com interesse, muito empenho e
com sucesso, as situações novas que agora, em final de carreira lhe eram apresentadas.
Sempre cumpridor, nunca baixou a cabeça nem os braços e manteve-se actualizado; utilizou
com frequência as novas tecnologias na sala de aula; leccionou novas disciplinas, com características
muito práticas, como a de Matemática no Curso Profissional de Técnico de Multimédia, muito diferente
daquelas a que estava habituado; foi professor assessor nas turmas de Matemática do Ensino Básico
da ESEQ, onde conjugou a sua ternura com os seus saberes e se aproximou dos alunos com mais
dificuldades e os cativou para as aprendizagens.
Para os professores do DM, Azevedo teve, também, um papel de formador ao nível dos valores
de cidadania, respeitador e amante da Natureza e preocupado com as questões sociais que nos
rodeiam.
Em suma, um professor que se reforma mas que está dentro dos actuais perfis e assumiu as
competências, de que tanto se falam como importantes, do papel de Professor.
O segundo, foi a importância do trabalho Conselho de Coordenadores.
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Este trabalho permitiu-me enriquecer a coordenação do DM: desde o tomar conhecimento de
outras práticas de coordenação à importância da conjugação de diversas experiências e de diversos
saberes, em áreas disciplinares tão diferentes.
Senti que o Conselho de Coordenadores, dirigido pela calma, pela simplicidade e pela boa
argumentação, efectuou um trabalho rico, inovador e harmonioso, valorizando o trabalho do professor
onde o tempo, carregado de experiências, é fundamental para a consolidação dos saberes.
Observações Finais – Sugestões
Salienta-se que, durante este ano lectivo, os professores dos alunos do 10.º Ano, das disciplinas
leccionadas pelos professores do DM, registam, em actas de reuniões do Departamento Curricular, que
estes alunos revelam falta de hábitos de trabalho, apatia face a determinados valores como civismo,
respeito, solidariedade, cooperação, serenidade e perseverança, tendo como consequências falhas ao
nível da atenção e da concentração assim como diminuição dos níveis de motivação perante tarefas
que exigiam esforço.
Quer seja “atitude menos agradável”, quer seja “indisciplina”, seria boa uma maior
responsabilização dos alunos e uma atenção redobrada dos professores, em especial do Directores de
Turma, de modo a que todos, dentro da sala de aula, tivessem boas condições de trabalho.
Cabe aos Coordenadores de Departamento, Coordenador dos Directores de Turma e, em
especial, ao Conselho Executivo uma grande atenção na detecção destas situações e uma actuação
quase imediata para que os maus comportamentos não se tornem habituais dentro da sala de aula e
que o hábito não seja uma justificação do ser permitido.
Também outra situação que é pouco agradável a todos, alunos e professores, é a sensação de
injustiça numa avaliação mal feita como numa reclamação da avaliação.
Assim, no sentido de minimizar os recursos às avaliações, será importante promover uma nova
reflexão sobre a operacionalidade dos Instrumentos dos Critérios de Avaliação da ESEQ e que o
Conselho Pedagógico e o Conselho Executivo esclareçam todas as dúvidas levando a uma actuação
uniforme e objectiva por parte de todos os professores e alunos.
Graça Campos, Coordenadora de Departamento
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Departamento de Ciências Físicas e Naturais
As actividades desenvolvidas pelo Departamento Curricular de Ciências Físicas e Naturais
coordenadas pela docente Maria José Frutuoso, é constituído pelos Grupo de Docência 510 (Física e
Química) e 520 (Biologia e Geologia).
Tem um total de 26 professores, sendo 13 do grupo 510 e 13 do grupo 520.
No grupo 510 existem 4 professores titulares, 7 professores do QE e 2 professor contratados.
No grupo 520 existem 6 professores titulares, 5 professores do QE, 1 professor QZP e 1
professor contratado.
Reuniões
No início do presente ano lectivo, devido a reajustes no dia e hora das reuniões, foi aprovada a
rectificação ao Regimento Interno do Departamento.
As reuniões de Departamento realizaram-se às 18H30 e normalmente com a duração de duas
horas. Pelo facto de serem realizadas a essa hora, depois de um dia de trabalho, o rendimento foi
inferior ao que seria desejável, uma vez que todos os professores se encontravam cansados.
O Departamento reuniu, até à data, 15 vezes; 12 ordinárias e 3 extraordinárias, das quais 2
foram realizadas só com o grupo 510.Todas as reuniões foram presididas pela Coordenadora.
De uma forma geral todos os docentes foram assíduos e pontuais.
A coordenadora procurou transmitir as decisões tomadas em Conselho Pedagógico e/ou
qualquer sugestão oriunda dos órgãos de gestão e administração da escola, bem como as propostas e
sugestões do Departamento.
Mais procurou fomentar a troca de experiências e a ajuda mútua especialmente com os colegas
que estiveram na nossa Escola pela primeira vez. Neste aspecto, dei todo o meu apoio para que se
sentissem desde a primeira hora perfeitamente integrados não só no Departamento como na Escola.
Foi facultada toda a documentação considerada importante aos colegas, via e-mail
e
arquivando-a no dossiê de departamento para ser consultada sempre que necessário.
Sempre que possível o Departamento analisou, reflectiu e discutiu assuntos e/ou documentos
que permitiram que em CP a posição da Coordenadora reflectisse a posição do Departamento e não
uma posição individual. No entanto, o número de professores que integra o Departamento e a hora
tardia, pós-laboral, por vezes impediu que se pudesse reflectir e discutir alguns assuntos pertinentes
nas melhores condições.
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Nas reuniões efectuadas ao longo do ano foram trabalhados assuntos tais como: planificações e
seu cumprimento; aplicação dos testes intermédios de Biologia e Geologia e Física e Química A;
análise de resultados escolares – SADRA; discrepâncias entre CIF e CFD e formas de as minimizar;
avaliação de professores; adopção de manuais.
De salientar:
A definição dos critérios de avaliação
Os critérios de avaliação utilizados pelo Departamento respeitam os estipulados pela Escola.
Definiu-se a atribuição de um peso de 75% ao Instrumento Base e 25% ao Instrumento Complementar.
O Instrumento Base respeita a Portaria n.º 1322/2007 de 4 de Outubro art.º 8, em que a componente
prática e/ou experimental tem um peso de 30% no cálculo da classificação a atribuir em cada momento
formal de avaliação.
Preocupação relativamente às discrepâncias CIF/CE, nas disciplinas de FQA e BG.
O Departamento manifestou a sua preocupação relativamente às discrepâncias CIF/CE, nas
disciplinas de FQA e BG. Os professores do Departamento entendem que essa diferença é imputável à
falta de maturidade cognitiva dos alunos para relacionar os conteúdos procedimentais e atitudinais dos
dois anos lectivos a que o exame nacional dá ênfase e ao facto de os critérios de correcção das provas
de exame serem exigentes e fechados. Não está ao alcance dos professores a correcção destas
circunstâncias.
Uma das soluções para tentar melhorar os resultados seria trabalhar com os alunos na FQA
continuação e BG continuação, a matéria de FQA iniciação e BG iniciação. No entender dos
professores, esta medida só surtiria efeito se fosse simultaneamente objecto de avaliação. Por isso,
solicitou a opinião do CE, que se pronunciou favoravelmente.
Aplicação dos testes intermédios
O Conselho Pedagógico deliberou a favor da realização dos testes nacionais intermédios de
FQA e BG. 0 Conselho Executivo inscreveu a Escola nos primeiros testes intermédios nacionais a FQA
iniciação e a BG iniciação e nos segundos testes intermédios nacionais a FQA continuação e a BG
continuação, uma vez que reconhece que estes testes podem ser importantes para treino dos alunos
para os exames nacionais.
Os professores do grupo 510 manifestaram-se, maioritariamente, contra a sua realização.
A aplicação dos testes teve efeitos na avaliação sumativa dos alunos.
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As classificações obtidas pela maioria dos alunos ficaram aquém das obtidas nos
instrumentos de avaliação internos da ESEQ.
O grupo de trabalho considera que os alunos não possuem, no final do décimo primeiro ano,
maturidade para a realização de um exame tão exigente como o desta disciplina. Por outro lado, os
alunos ao longo do 11.º Ano não têm tempo para rever os objectos de ensino leccionados no primeiro
ano que, na sua maioria, não têm continuidade no segundo ano de leccionação da disciplina.
Considera ainda que os exames deveriam ser aplicados, nas disciplinas específicas, no último ano do
ensino secundário, como sempre foi.
Os professores classificadores, do grupo 520, consideraram que o teste de Biologia e Geologia
(iniciação) permitiu:
- Aferir o desempenho dos seus alunos por referência a padrões de âmbito nacional
- Ajudar os alunos a uma melhor consciencialização da progressão da sua aprendizagem tendo
em conta os padrões referidos anteriormente e a sua progressiva familiarização com elementos de
avaliação externa
- Estimular os alunos a dominar todo o conteúdo leccionado e familiarizar os alunos com os
critérios de correcção de acordo com os vários níveis de desempenho de competências de
comunicação escrita em Língua Portuguesa.
Resultados Escolares
Em cada período foram analisados os resultados escolares, por ano e disciplina, verificando-se
uma diminuição progressiva na percentagem de negativas. Para tal contribuiu principalmente o
empenho dos professores na aplicação de estratégias diversificadas, na selecção de competências
adequadas e no recurso às aulas de apoio.
Os critérios de avaliação estabelecidos pelo Departamento foram devidamente aplicados e as
percentagens adoptadas para os Instrumentos Base e Complementar mostraram-se adequadas. No
entanto verifica-se que os alunos que obtêm classificações mais altas no Instrumento Base não sentem
a valorização do Instrumento Complementar. O recurso ao Instrumento Complementar revelou-se
positivo, principalmente para os alunos mais empenhados com um Instrumento Base não muito
elevado, tendo a maioria destes alunos beneficiado dele.
Os resultados escolares são satisfatórios, tendo havido sucesso em todas as disciplinas do
Departamento.
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Planificações
Foram formados tantos grupos de planificação quantas as disciplinas leccionadas no
Departamento.
Planificaram as unidades programáticas, acertaram estratégias, produziram e partilharam
tarefas, embora se tenha verificado que, no grupo 510, a partilha e a troca de conhecimentos e
experiências entre professores nem sempre se verificou a nível de grupo, mas sim entre alguns
professores.
As planificações apresentam correcção cientifico-pedagógica e didáctica assim como diversidade
de estratégias e recursos utilizados, estando articuladas com o programa da disciplina.
Todas as planificações e as sínteses das planificações foram entregues dentro dos prazos
estabelecidos.
Cumprimento dos Programas
Todos os professores cumpriram o programa para este ano lectivo, excepto a professora de CFQ
do 8.º Ano. Ficou por leccionar o acerto e leitura de equações químicas, que deverão ser abordados na
Química de 9.º Ano (Tabela Periódica e propriedades químicas dos elementos) e o tópico 4, “Mudança
global”. Nesta disciplina, o cumprimento do programa do ciclo será assegurado.
Serviço de Exames
O serviço de exames foi distribuído de forma adequada, tendo em conta o número de exames a
elaborar e as respectivas matrizes, assim como, os professores que estavam a leccionar ou já tinham
leccionado a disciplina.
Equipamentos e Instalações
Relativamente aos equipamentos e instalações do Departamento, sente-se a necessidade dos
laboratórios beneficiarem de melhorias em termos de segurança e reparação/substituição de alguns
aparelhos. Saliente-se:
O Laboratório LFQ
Toda a sala tem condições muito deficientes, nem sendo adequada para aulas teóricas nem para
actividades laboratoriais, sendo urgente uma análise cuidadosa à sala
A hotte tem uma tiragem muito deficiente pondo em risco os alunos durante a realização de certas
actividades laboratoriais.
Este laboratório não tem banca para lavagem de material.
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.
O laboratório LQ1
Alguns aparelhos precisam de reparação, tais como: a estufa; algumas balanças; um aparelho
destilação de Kjedal; um aparelho do ponto de ebulição.
O laboratório LQ2
Cilindro do laboratório não aquece, dificultando muito a lavagem de material;
A bancada n.º 7 tem o tubo de esgoto com a solda partida;
O escoamento do chuveiro deixa passar cheiro dos esgotos.
Gabinete de Física
O novo computador, que é utilizado na gestão dos laboratórios não está a responder às
necessidades. É necessária uma máquina mais fiável para estas tarefas.
Torna-se necessário rever os computadores que foram disponibilizados para estas instalações, a
maior parte deles apresenta vários problemas.
O laboratório CN1
O retroprojector precisa de ser substituído (já foi reparado várias vezes e continua a ter uma
focagem deficiente);
O ecrã de parede está danificado, por ter sido mal colocado de raiz, e continua a piorar. Além disso
não está seguro pondo em risco alunos e professores.
Nos laboratórios de CN faz falta um projector com computador portátil, já que há cada vez mais
professores a utilizar este recurso.
Será necessário adquirir livros científicos de Biologia e de Geologia.
Nota: anexo relatório das Directoras de Instalações
Manuais escolares
Neste ano lectivo foram adoptados os manuais escolares de acordo com a legislação em vigor:
Na reunião de adopção do manual de FQA do 11.º Ano, pelo grupo 510, presidida pelo professor
Carlos Rodrigues, revelou-se problemática devido à falta de consenso e houve necessidade de recorrer
a votação.
Os professores desagradados com a escolha do manual, pediram a realização de uma reunião
extraordinária para esclarecimentos e tomada de decisão sobre a adopção do manual de Química para
a disciplina de FQA. Nesta reunião, por mim presidida, depois de ouvir todos os docentes do grupo 510
e considerando que: a) havia falta de entendimento entre os professores, b) os professores tanto
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adeptos de um projecto como de outro trabalhariam com um ou outro manual, c) os professores que
aprovaram a adopção do manual o terem feito, aparentemente, de forma responsável, d) não havia
motivos legais que levassem à impugnação da votação realizada, decidi que se deveria manter o livro
adoptado, por eleição na primeira reunião, alertando para a necessidade de se estar atento nas
reuniões, para a necessidade de haver diálogo entre os docentes havendo assim um melhor
entendimento.
Os manuais utilizados pelo departamento nas diversas disciplinas satisfazem, neste momento,
as necessidades dos alunos.
Actividades desenvolvidas no âmbito do departamento
O Departamento levou a cabo várias actividades que constam do Plano Anual de Actividades da
Escola, nomeadamente:
Actualização em Biologia e Geologia – Profª Mª José Frutuoso;
Olimpíadas de Física – Prof. Carlos Rodrigues
Biotecnologia…é na Católica! Vem descobri-la! - Profª Mª José Frutuoso
Central de Valorização Orgânica – Profª Emília Subida
Visita de estudo às grutas de Mira de Aire/Sto António/Alvados – Profas de BG continuação
Visita à Serra de Aire e Candeeiros – Profas Teresa Moreira e Helena Sá
Visita de estudo ao Pavilhão da Água e à Pedreira do Galinha – Profas Altina Liberal; Ana Mª
Felgueiras e Helena Nixon
Relógio de Sol da ESEQ – Profª Luiza Costa
Etwinning na ESEQ – “Take a Look at My Life” - Profª Luiza Costa
Uma Escola Sempre Presente - Profª Luiza Costa
Laboratório Aberto - Profª Isabel Seixas, e Profª Teresa Cristino
Verificou-se o cumprimento dos objectivos estabelecidos e uma avaliação assaz positiva destas
actividades.
Alguns elementos do Departamento participaram noutras actividades organizadas por outros
Departamentos Curriculares ou em associação a outros Professores.
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Actividades de Substituição
Os professores que realizaram estas actividades promoveram essencialmente a realização das
Fichas Formativas de Substituição elaboradas pelo professor da disciplina, a Projecção de Filmes, a
Resolução de exercícios, os Debates e o incentivo à Escrita.
Expectativas para o Futuro
Coordenar um Departamento como o de Ciências Físicas e Naturais é uma tarefa exigente, pelo
grande número de professores que o constituem, pela diversidade de atitudes e comportamentos que
cada um revela, pelas divergências e conflitos pessoais existentes entre alguns dos seus membros que
originam momentos de tensão, por vezes difíceis de gerir.
Cada reunião torna-se um desafio para o qual tive de me preparar convenientemente pois não é
possível falhar.
A crítica fácil que se faz sentir por parte de alguns elementos, sobrepõe-se facilmente à vontade
de diálogo, de partilha, de troca de experiência, de reflexão, de enriquecimento profissional mútuo
desejados, que mais não faz do que gerar silêncios.
Superar situações problemáticas e marcar pontos no domínio da harmonia, da união, do diálogo
salutar e da partilha aberta de ideias, é a minha grande preocupação como coordenadora e como
docente.
Em termos de formação existe a vontade de frequentar acções no âmbito da Utilização das TIC
no processo ensino-aprendizagem – plataforma Moodle e na utilização de quadros interactivos, pelo
que o Departamento aguarda a oferta do Centro de Formação.
Sugestões / Observações ao CE
O Departamento sugere, para o próximo ano lectivo:
Reuniões de Departamento em horário laboral
90 min/semanais comuns a cada professor a leccionar a mesma disciplina/ano
Melhorias na segurança e arranjo nos Laboratórios
Maria José Frutuoso, Coordenadora de Departamento
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Departamento de Educação Física e Desporto
O Departamento de Educação Física e Desporto, coordenado pela docente Augusta Ferreira,
considera que o ano lectivo 2007-08 como um ano repleto de preocupações, ansiedade e insegurança
relativamente ao futuro.
Os tempos mudam… e estamos notoriamente em tempos de mudança permanecendo a
sensação que o novo Estatuto da Carreira Docente e consequente Modelo de Avaliação criou nas
escolas um ambiente de ansiedade e preocupação; que a divisão dos professores em duas categorias
provocou um “mal-estar” geral e que o atraso evidente na progressão da carreira a todos desmoralizou.
Reuniões
O Departamento reuniu formalmente 12 vezes até à data.
Reuniu informalmente, diversas vezes, em grupos distintos de trabalho, sempre que foi
necessário, de forma a resolver situações pontuais. Formaram-se grupos de trabalho que reuniram
para resolver assuntos inerentes à planificação, torneios, estatística das avaliações, estudo dos
manuais a adoptar, exames e execução do Plano Anual de Actividades.
Nas diferentes reuniões (ordinárias), foram tratados assuntos, tais como: análise de
documentos relativos ao funcionamento da ESEQ, planificações, avaliação dos alunos e dos docentes,
elaboração e concretização do Plano Anual de Actividades, manuais a adoptar, protocolos, instalações,
material e exames.
Em todas as reuniões ficou bem claro a troca de experiências, inter-ajuda, partilha de materiais
e preocupação com o sucesso dos alunos.
Os professores do Departamento foram assíduos às reuniões, tendo participado sempre de
forma activa e pertinente na análise dos diferentes pontos da ordem de trabalhos.
Os prazos estabelecidos para entrega dos diferentes documentos pedidos ao longo do ano,
foram sempre cumpridos.
Planificações
As planificações da disciplina de Educação Física assentam nas propostas dos Programas
Nacionais de Educação Física, que por sua vez foram adaptados às situações concretas da nossa
escola: condições físicas, materiais, humanas e temporais tendo-se formado os grupos de trabalho
necessários para adaptar/elaborar as planificações.
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Os grupos de trabalho foram organizados atendendo ao critério de quem iria leccionar os
diferentes anos de escolaridade. Todas as planificações foram entregues atempadamente e conforme o
estabelecido em reunião ordinária.
Cabe ainda referir que os alunos da ESEQ dispõem de aulas de Apoio Pedagógico Acrescido a
Educação Física, como complemento ao trabalho realizado nas aulas, tendo-se observado melhorias
nas classificações dos alunos que as frequentaram.
Cumprimento dos Programas:
No final de cada período lectivo os professores do Departamento preencheram um
relatório/balanço de actividade onde indicaram, entre outras coisas, o cumprimento das planificações, a
percentagem de positivas/negativas das suas turmas, estratégias/medidas aplicadas para superação
das dificuldades dos alunos, leccionação de aulas de apoio, participação nas actividades,
propostas/sugestões e aspectos positivos/negativos.
Cada professor comunicou quais as matérias não avaliadas (apesar de geralmente abordadas)
nos três períodos, sendo a justificação deste incumprimento, de uma forma geral, a necessidade de
adaptação ao nível da turma, as más condições do estado do tempo assim como as greves de
professores e funcionários.
As modalidades não avaliadas ficaram registadas nos documentos necessários e
regulamentares.
Serviço de Exames
Atempadamente escalonaram-se os elementos para a realização dos exames de Educação
Física.
Para o Exame de Equivalência à Frequência de Educação Física (código 311), foram indicados
os seguintes docentes:
Autores: - Augusta Ferreira e Cristina Diogo;
Correctores: - Júlio Silva, Ricardo Rodrigues e Jorge Moreira;
Júri da prova prática: - Augusta Ferreira, José Carlos Sousa e Fátima Nunes.
Os mesmos docentes foram indicados para a Prova Especial de Educação Física.
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Equipamentos e Instalações
No início deste ano lectivo foi adquirido material para diferentes modalidades, nomeadamente:
10 barreiras metálicas de aprendizagem, 10 raquetes e 14 caixas de volantes de Badminton, 20 bolas
de Futebol.
Com a instalação da relva sintética no campo nascente do espaço exterior, o desgaste sobre
as bolas de Futebol diminuiu significativamente. Contudo, a utilização do outro campo vai sempre
provocar grande erosão do material de qualquer actividade que lá se desenvolva.
No Ginásio 2, a 8 de Janeiro, procedeu-se ao conserto das coberturas dos oito tapetes e um
“rolo” que se encontravam já algo degradados. Para um melhor funcionamento das actividades lectivas
neste espaço torna-se importante colocar um ou mais blocos de espuma, fixos e em permanência, na
parede oposta aos espelhos. Esta colocação visa a melhoria das condições de segurança das aulas
onde se utilizassem os plintos, boques e mini-trampolins.
Foi entregue, em Junho deste ano, no Conselho Executivo, uma relação de necessidades e
material para 2008/2009, que passo a descrever: arranjo da caixa de saltos – renovação anual da areia
e colocação de duas tábuas de chamada; renovação do piso do Ginásio 2; colocação de protectores de
saída das bolas nos topos dos campos exteriores; colocação de redes nas quatro balizas de futebol
dos campos exteriores; colocação de redes nos cestos de basquetebol dos campos interiores e
exteriores; mudança do sistema de colocação da rede de voleibol no Ginásio 1; pintura de todas as
linhas dos campos exteriores; material de Ginástica – aquisição de um trampolim “reuther”; bolas –
compra de 6 bolas de Futebol, 6 bolas de Voleibol para o exterior, 12 bolas de Basquetebol para o
exterior; compra de 25 raquetas de Badminton e 20 caixas de 6 volantes; compra de dois carros de
transporte de bolas.
Manuais escolares
Os grupos de trabalho analisaram os poucos manuais recebidos, tendo procedido de acordo
com as normas gerais e regulamentares.
Actividades desenvolvidas no âmbito do Departamento
O Departamento Curricular de Educação Física e Desporto, no ano lectivo de 2007/2008,
planeou e concretizou o seguinte Plano de Actividades, com vista à dinamização – convívio,
competição e lazer - da comunidade educativa.
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PLANO DE ACTIVIDADES
Período
1º
2.º
3.º
Actividade
Organização
Professores
Participantes
Dinamização e inscrições:
Todos
Acompanhamento:
Prof. Júlio Silva
Destinatários
Objectivos
Data
Local
Alunos
26
Convívio Competição
Representação da ESEQ
12
Dezembro
Póvoa de
Varzim
Alunos
160
Convívio Competição
Divulgação da modalidade
13
Dezembro
ESEQ
Professores (3)
e Alunos (5)
Divulgar e promover a
actividade
Ao longo do
Período
ESEQ
Alunos
22
Convívio/Competição
Representação da ESEQ
14
Dezembro
Clube
Desportivo da
PV
Corta-Mato de Natal
C. M. P.V. com a
colaboração do
Departamento de
Educação Física e
Desporto
Torneio de Basquetebol
Departamento de
Educação Física e
Desporto
Clube de Bridge
Prof. Ricardo Rodrigues
Prof. Ricardo Rodrigues
Torneio de Voleibol da
Rocha Peixoto
Curso Profissional da
Desporto da Rocha
Peixoto
Prof. Acompanhante:
Augusta Ferreira
Corta Mato CLDE do
Porto
Desporto Escolar
Prof.s: Augusta Ferreira e
Pedro Correia
Alunos
11
Convívio Competição
Representação da ESEQ
23
Fevereiro
Sº Tirso
Clube de Bridge
Prof. Ricardo Rodrigues
Prof. Ricardo Rodrigues
Professores (3)
e Alunos (5)
Divulgar e promover a
actividade
Ao longo do
Período
ESEQ
Voleibol feminino
Prof. Pedro Correia –
Desporto Escolar
Alunas
30
Convívio
Competição
Representação da ESEQ
Promoção da modalidade
Durante
todo o
período
ESEQ/
Escolas do
mesmo grupo
de competição
Alunos
20
Representar a ESEQ
14 Maio
Biblioteca da
praia – “Diana”
Todos
Prof. Pedro Correia
Participação no “Fórum
das saídas
profissionais” –
coreografias de Dança
e Gin. Acrobática
ESEQ
Participação no
Projecto “Escola da
Minha Vida” - Dança
CMPV
Prof. Augusta Ferreira,
com a colaboração das
prof.s Ana Leal e Cristina
Diogo
Alunas
10
Representar a ESEQ
4 Abril
Pavilhão dos
Desportos da
PV
Clube de Bridge
Prof. Ricardo Rodrigues
Prof. Ricardo Rodrigues
Professores (3)
e Alunos (5)
Divulgar e promover a
actividade
Ao longo do
Período
ESEQ
Jogos Desportivos
Municipais
C. M. da Póvoa de
Varzim com a
colaboração do
Departamento de
Educação Física e
Desporto
Alunos
66
Convívio e competição entre
alunos das diferentes
Escolas do Concelho
12,13 e 14
de Abril
Pavilhão
Municipal P.V.
Mega Sprint
Desporto Escolar
Prof. Pedro Correia
Alunos
15
Participar e representar a
ESEQ
12 Abril
Leça da
Palmeira
Voleibol feminino
Prof. Pedro Correia
(DEF) – Desporto Escolar
Prof. Pedro Correia
Alunas
30
Convívio
Competição
Representação da ESEQ
Promoção da modalidade
Durante
todo o
período
ESEQ/
Escolas do
mesmo grupo
de competição
16 Junho
ESEQ
Torneio de Voleibol
Departamento de
Educação Física e
Desporto
Prof.s Ana Leal e Augusta
Ferreira
Prof. Júlio Silva
Todos
Alunos
50
Convívio Competição
Promoção da modalidade
As actividades propostas tiveram sempre grande adesão o que satisfaz o departamento e,
consequentemente, a escola.
Foram ainda planeadas algumas actividades que não se realizaram:
Torneio de Badminton no dia 14 de Março – o torneio foi previamente organizado e os alunos
inscreveram-se (74 alunos), no entanto devido a greve dos funcionários esta actividade não se
realizou.
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Dia Mundial da Dança no dia 28 de Abril – actividade dinamizada por um grupo de alunas no
âmbito da disciplina de Área de Projecto.
Dia Mundial da Criança no dia 1 de Junho – nesta data, tanto alunos como professores
encontravam-se em avaliações, impossibilitando a participação nesta actividade.
O Departamento colaborou sempre que solicitado com os restantes Departamentos, alunos,
serviços da Escola e Associação de Pais e EE, nomeadamente na cedência de espaços para
apresentação de trabalhos da disciplina de Área de Projecto e para a concretização do encontro dos
antigos alunos, professores e funcionários da Eça, promovido pela Associação de Pais e EE;
acompanhamento de alunos a palestras/apresentações de trabalhos na área atrás referida; e
colaboração com os SPO na obtenção dos pesos e alturas dos alunos da ESEQ.
Actividades de Substituição
Os professores de Educação Física, durante o ano lectivo 07/08, foram bastante assíduos. O
professor Ricardo Rodrigues teve que faltar por motivo de doença e a professora Augusta Ferreira por
falecimento da mãe.
Qualquer falta pontual foi substituída por plano de aula, permuta ou ficha de substituição (que os
professores tiveram o cuidado de ter sempre actualizada).
As aulas em que foi utilizada ficha de substituição poderão ter sido, de alguma forma, úteis,
atendendo a que os alunos estão ocupados e a trabalhar na área. Este tipo de aulas, são no entanto
muito pouco produtivas, uma vez que a disciplina de Educação Física é essencialmente prática.
Durante o ano lectivo, sempre que possível um professor leccionou a aula do seu colega,
permitindo assim que os alunos exercitassem as matérias planeadas.
O Departamento considera que foi muito benéfico para os alunos, quando o professor Ricardo
Rodrigues (no final do segundo período), ficou impossibilitado de comparecer na escola por motivo de
doença e o Conselho Executivo permitiu que as suas aulas fossem leccionadas por uma bolsa de
professores (auto-propostos). Desta forma foi possível terminar, nas turmas leccionadas pelo
respectivo professor, a planificação relativa ao 2.º Período.
A ideia de “uma bolsa” de professores disponível para leccionar as aulas dos colegas da mesma
disciplina, que têm que faltar, é no nosso entender uma mais-valia para os alunos e para a disciplina de
Educação Física, permitindo que haja continuidade tanto na aprendizagem das diferentes matérias,
como da prática de actividade física, evitando perdas na condição física geral.
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Entendemos, no entanto, que essas aulas devem ser numeradas, uma vez que os conteúdos
são leccionados.
Expectativas para o Futuro
Neste momento preocupa-nos a avaliação dos docentes. É um problema que vamos enfrentar,
mas que as regras ainda não estão claras. Não será certamente fácil compreender todo este processo
cheio de burocracias e pressões.
Fomos e continuaremos a ser um “grupo” de professores que prima pela qualidade e procura
superar-se. Continuaremos atentos à comunidade educativa e a colaborar com todos de forma a
construir uma escola melhor.
O sucesso dos nossos alunos foi e continuará a ser nosso grande objectivo.
Sugestões / Observações ao CE
Relativamente aos Cursos Profissionais, alerta-se para o facto de um único bloco de 90 minutos,
por semana, para a disciplina de Educação Física, ser notoriamente insuficiente. Desta forma os alunos
terão muitas dificuldades em apreender a matéria a leccionar, assim como em obter os benefícios
próprios de uma actividade física sistemática e continuada.
Ainda relativamente a estes cursos, uma vez que no próximo ano lectivo vai ser leccionado um
módulo de Natação, o Protocolo Anual (08/09) a celebrar com o Clube Desportivo da Póvoa de Varzim,
deverá contemplar esta possibilidade (aulas no final da manhã ou da tarde).
Alerta-se para um maior cuidado no pedido de cedência das instalações de Educação Física
para actividades da Escola. O Departamento está sensível às necessidades da escola, dos professores
de outros Departamentos, dos alunos e inclusivamente da Associação de Pais e Encarregados de
Educação. No entanto, e devido à condicionante dos espaços físicos de que dispomos, temos
dificuldade em dispensar o Ginásio 1 (único espaço para realizar alguns desportos, nomeadamente
badminton e voleibol) e o Ginásio 2 (único espaço para realizar minitrampolim e saltos de plinto), sob
pena de não conseguirmos cumprir as planificações previamente estabelecidas.
Em jeito de conclusão
Tentei, sempre que me foi possível, colaborar na resolução dos problemas dos colegas,
acompanhando, desde o início, os mais “novos” e estive sempre disponível para analisar questões
inerentes à disciplina e à docência.
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Estive, também, sempre disponível para dialogar com o Conselho Executivo, Directores de
Turma, outros Professores, Associação de Pais e E.E. e Associação de Estudantes.
Foi por vezes difícil gerir sensibilidades e vontades, encontrar pontos de equilíbrio e soluções, no
entanto actuei em conformidade com os meus princípios e saberes pensando continuar a agir desta
forma.
Augusta Ferreira, Coordenadora de Departamento
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Departamento de Educação Artística e Tecnológica
O Departamento de Educação Artística e Tecnológica, coordenado pelo docente Vicente
Craveiro, enfatiza o desenvolvimento, para além das actividades lectivas, de outras que se integram
nos sub-projectos de direcção de turma, clubes de cinema e vídeo e artes plásticas, direcção de
instalações e coordenação de departamento curricular e serviço de exames.
Reuniões
Relativamente a este capítulo, durante o ano lectivo realizaram-se formalmente 12 reuniões de
departamento. Nas reuniões, de uma forma geral, os níveis de assiduidade foram elevados, tendo os
docentes sido pontuais, participando sempre com empenho na análise dos diversos pontos agendados.
Salienta-se a fraca assiduidade do professor Vasco Castro que só esteve presente na reunião realizada
em 24 de Julho.
Nas reuniões do departamento foram prestadas todas as informações do Conselho Pedagógico
destacando-se as relativas às planificações, avaliação, distribuição do serviço de exames e análise dos
resultados de final de período.
De uma forma geral os docentes cumpriram os prazos para a entrega dos diversos documentos
solicitados ao longo do ano.
Um dos assuntos que mais suscitou dúvidas e criou alguma ansiedade no departamento,
relacionou-se com o processo de avaliação de desempenho dos professores.
Planificações
Foram constituídas equipas pedagógicas responsáveis pelas várias disciplinas que constituem
este Departamento Curricular, de acordo com a multiplicidade de objectivos, metodologias e práticas
que essas disciplinas comportam.
Cada uma destas equipas pedagógicas teve por dever:
Assegurar a existência de um documento actualizado onde constem os critérios específicos de
cada uma das disciplinas;
Garantir a uniformização das propostas de trabalho construídas em cada uma dessas disciplinas;
Construir grelhas de avaliação próprias para cada uma dessas disciplinas;
Partilhar entre os seus membros os testes de avaliação colocados aos alunos de cada uma dessas
disciplinas.
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Cumprimento dos Programas
Neste capítulo não existe qualquer referência ao incumprimento de programa por parte de algum
docente.
Serviço de Exames
A distribuição de serviço relativamente à autoria e correcção de exames, foi estabelecido de
acordo com as orientações regulamentares e registada nos documentos normais:
No serviço de exames o professor Vasco Castro, não participou, devido a não estar a leccionar
(horário sem componente lectiva) e pela ausência às reuniões de departamento.
Equipamentos e Instalações
Na generalidade o estado de conservação do mobiliário e salas de aula é considerado bom.
No entanto, o grupo disciplinar apresentou um inventário de material a adquirir pela escola de
modo a suprimir algumas necessidades das disciplinas que constituem este grupo disciplinar, a saber:
Um manequim para desenho de figura humana à escala natural;
Cavaletes de pintura em todas as salas de artes num total de vinte;
Um projector multimédia e um computador a equiparem uma das salas de desenho;
Material de apoio ao desenho geométrico para os quadros das salas (réguas, compassos e
aristos);
Um projector de luz direccional;
Modelos de desenho em gesso ou madeira;
Melhoria na iluminação da sala OFA.
O Gabinete de Informática necessita de ser apetrechado e equipado com material informático e
respectivo software para os docentes poderem preparar as aulas.
Na sala ET2 é necessária a colocação de um lavatório e toalhetes de papel.
Manuais escolares
Os manuais adoptados para o ano lectivo 2008/2009 foram adoptados de acordo com a
legislação em vigor constando dos registos apropriados.
Actividades Desenvolvidas no Âmbito do Departamento
Foram realizadas Visitas de Estudo ao museu de Serralves, Palácio do Freixo e Palácio Cristal Porto, “Solar”-Vila do Conde, Gulbenkian, Chiado e M.C Berardo – Lisboa. Estas visitas representam
momentos privilegiados de aprendizagens pelo que devem no futuro ser continuadas e incentivadas.
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Mais se procedeu à:
Divulgação junto dos alunos do concurso “Escola da Minha Vida” promovido pela Casa da
Juventude a Póvoa de Varzim, com a presença da professora Cristina Osório como membro do júri.
Divulgação e participação no concurso “Praça dos Pintores” realizado no edifício Diana-Bar.
Dinamização e promoção pelo Clube de Artes que em colaboração com os membros do
Departamento levou a cabo uma série de exposições quinzenais de trabalhos de alunos
possibilitando à comunidade escolar um maior contacto com as actividades lectivas das diversas
disciplinas artísticas.
Participação e elaboração de cartazes de promoção da ESEQ, no fórum “saídas profissionais” que
se realizou no Diana Bar.
Na disciplina de Educação Tecnológica e no final de cada período, os alunos realizaram uma
exposição dos trabalhos desenvolvidos na disciplina.
Os professores Luís Nogueira, Arnaldo Pedro e António Pinto convidaram os professores do
Departamento a participar na exposição de artes plásticas, a realizar na Biblioteca Municipal Rocha
Peixoto durante o mês de Maio, promovida pelo Clube de Cinema 8 e Meio e com o intuito de angariar
fundos para as suas actividades.
Ao longo do ano lectivo, os professores do departamento estiveram envolvidos em vários
projectos/actividades interdisciplinares.
Actividades de Substituição
As actividades de substituição (nos casos verificados) não impediram o cumprimento dos
programas curriculares.
Expectativas para o Futuro
As constantes alterações introduzidas no sistema de ensino, não permitem o aperfeiçoamento e
desenvolvimento de mecanismos que permitam, com serenidade, melhorar práticas pedagógicas.
No entanto e apesar de todas as alterações verificadas no sistema de ensino, será necessário
manter o empenhamento, contribuindo, assim, para o prestígio da nossa Escola.
Sugestões / Observações ao CE
Considera pertinente manifestar o reconhecimento junto do CE, pelo empenho demonstrado na
dinamização da ESEQ.
Vicente craveiro, Coordenador de Deparatamento
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Departamento de Ciências Sociais e Humanas
O Departamento de Ciências Sociais e Humanas, coordenado pelo docente José Alberto
Moreira dá conta do que mais relevante ocorreu durante o ano lectivo de 2007-08, fazendo uma breve
análise das actividades desenvolvidas, tendo em conta os objectivos previamente definidos e a
avaliação dos resultados.
Na elaboração deste relatório, procurou-se imprimir o rigor e o detalhe possíveis, facilitados
pela análise de relatórios solicitados aos professores do departamento contendo informações
pertinentes sobre o seu funcionamento e actividades.
Reuniões
O Departamento, logo em Setembro de 2007 aprovou, por unanimidade, o seu Regimento
Interno que, no mesmo, fixava uma reunião mensal, em horário definido pelo Órgão de Gestão (terçasfeiras às 17h30), permitindo assim que todos os professores do departamento a elas pudessem
comparecer.
Como Coordenador procedi mensalmente à convocação das reuniões, nomeadamente após à
realização dos Conselhos Pedagógicos que se realizavam às quartas-feiras, assim as do
Departamento eram geralmente na 3ª feira seguinte. Esta estratégia prendeu-se com o facto de assim
serem por todos e atempadamente, conhecidas as informações do Conselho Pedagógico. De facto em
todas as reuniões e após a leitura e aprovação das actas, constava como ponto da ordem de trabalhos
a informação aos colegas daquilo que tinha sido debatido, analisado e deliberado em sede do
Conselho Pedagógico.
As reuniões de Departamento não foram somente um meio de troca de informações, pois
outros pontos constantes das convocatórias eram destinados a assuntos pertinentes para o
Departamento, como por exemplo, o estabelecimento das planificações das várias disciplinas, dos
instrumentos de avaliação a utilizar, das estratégias a implementar para obtenção do sucesso dos
alunos, a apreciação dos problemas com que nos debatíamos no dia-a-dia e a coordenação das
matérias lectivas.
Foram importantes as análises feitas, especialmente no 1.º e 2.º Períodos, quanto aos
resultados obtidos pelos alunos nas disciplinas do Departamento, suportadas na recolha e breve
análise efectuada pela Secção de Análise Descritiva dos Resultados das Aprendizagens (SADRA).
Assunto que foi sempre merecendo abordagem nas reuniões de Departamento, mesmo com
muito pouca informação ministerial, foi o relacionado com o novo modelo de Avaliação de Desempenho
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dos Docentes especialmente o processo burocrático que o caracteriza. O Departamento foi levado a
considerar que, para a Administração Educativa, o mais importante deixava de ser a actividade
pedagógica sobrevalorizando-se aspectos essencialmente administrativos com o especial intuito de
entravar a natural progressão na carreira profissional dos seus agentes que ao longo de décadas muito
têm procurado dar do melhor que sabem e podem ao seu país independentemente dos pensamentos e
orientações políticas dos seus dirigentes.
Quanto às reuniões efectuadas foram em número de dez, realizadas com a regularidade
prevista no Regimento Interno, lavrando-se devida e atempadamente as respectivas actas.
Procurou-se que as reuniões decorressem e desenvolvessem numa linha organizacional
coerente, para tanto fornecendo-se sempre uma agenda com um resumo dos assuntos pertinentes a
tratar. Procurou-se que houvesse reflexão colectiva, discussão sobre os temas e que sempre todos
pudessem expor as suas opiniões. Na medida das necessidades e disponibilidade de todos, foram por
vezes atribuídas responsabilidades e tarefas mais específicas, caso das planificações, análise e
selecção dos manuais, serviço de elaboração e correcção de exames, etc.
Saliente-se a total adesão dos colegas às reuniões, não havendo registo de faltas de presença,
excepto o caso especial do colega que sendo Presidente do Conselho Executivo, nunca nelas
participou.
Convém referir que, sempre que necessário, ocorreram reuniões informais, sobretudo entre os
professores que leccionavam uma mesma disciplina.
Planificações
Foram constituídas as equipas necessárias para elaboração de planificações no respeito pela
articulação de programas, adequação das planificações aos anos e turmas a leccionar, etc.
Com base na análise dos relatórios apresentados pelos membros da Departamento, verifica-se
que se conseguiu uma correcta articulação de programas, devendo este procedimento ser mais
implementado no futuro. Quanto às planificações, tanto as de longo prazo como as de síntese,
mostraram-se adequadas aos objectivos pretendidos.
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Cumprimento dos Programas
Quanto ao cumprimento dos programas, constata-se que houve cumprimento quase integral
por parte dos Professores. Contudo não foi possível a sua integral conclusão na turma A do 7.º Ano, na
disciplina de Geografia, não sendo leccionadas as unidades II e III, do conteúdo temático “O Meio
Natural”. Como justificação, o professor em causa declarou que, para além do facto do programa ser
longo, o número de aulas muito reduzido e de a turma ter um número excessivo de alunos, houve faltas
imprevistas, por greve e também por motivos de saúde. Mesmo tendo utilizado algumas das aulas de
Estudo Acompanhado e Formação Cívica para reposição dessas aulas, ficaram essas unidades por
concluir, mas tal afigura-se perfeitamente ultrapassável no início do próximo ano lectivo. Também no
8.º Ano, na disciplina de História, ficou por completar a unidade H2 – “Os países de difícil
industrialização: o caso português”. Este ligeiro desfasamento provém do facto de, no ano anterior, o
não cumprimento do programa ter sido algo acentuado o que, embora atempadamente considerado na
planificação do presente ano, não permitiu a completa recuperação de leccionação dos conteúdos.
Contudo, considera-se perfeitamente possível que no fim do ciclo de estudos não se verifique
qualquer falha quanto ao completo cumprimento do programa.
Serviço de Exames
Relativamente aos exames nacionais procedeu-se em conformidade com o regulamentado
enviando-se a relação dos docentes disponíveis para exercerem as tarefas de correctores. Para os
exames a nível da Escola, Equivalência a Nacionais ou à Frequência, atempadamente foram
constituídas as equipas responsáveis pela elaboração dos documentos necessários como matrizes,
provas e critérios de correcção. Claro que atendendo ao número de disciplinas e exames envolvidos
houve alguma sobreposição de serviço que implicou grande esforço dos docentes envolvidos mas não
impediu que tudo fosse cumprido na íntegra.
Foram vários os Professores deste Departamento que foram convocados pelo Agrupamento de
Exames como correctores, principalmente na 1.ª Fase de Exames.
Equipamentos e Instalações
A larga maioria dos membros do Departamento considera os equipamentos disponíveis em
número insuficiente, apontando:
Falta de computadores portáteis;
Poucos computadores na sala dos DT’s (os que lá estão apresentam muitos problemas);
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Sala dos DT’s pequena para o número de pessoas que diariamente a frequentam (com a agravante
de ter o uso comum à recepção dos Encarregados de Educação);
Nem sempre se pode aceder à Internet em todas as salas de aula, especialmente nas mais
distantes do sinal emissor;
Necessidade de computador para uso e serviço do Departamento.
Manuais escolares
Conforme o estipulado na Circular nº CIRC-DGIDC/2008/1, para o ano lectivo 2008/2009,
foram devidamente analisados os exemplares de manuais que as Editoras apresentaram para este ano
lectivo. Dado o número de exemplares para análise e a sua especificidade disciplinar, foram
constituídos grupos de trabalho que apresentaram as suas propostas em reunião de plenária do
Departamento. Assim, os manuais adoptados foram registados nos documentos regulamentares.
Actividades desenvolvidas no âmbito do departamento:
Destacam-se as seguintes actividades realizadas:
Visita de estudo a Santiago de Compostela com alunos do 10.º Ano em 14 de Março, direccionada
especialmente para os alunos de História e Cultura das Artes.
Visita de estudo a Mafra e Lisboa com alunos do 12.º Ano, no âmbito da disciplina de Português e
com a colaboração de História.
Desenvolvidas actividades integradas em Áreas de Projecto do 12.º Ano.
Clube Europeu, especialmente ligado ao Projecto “Parlamento dos Jovens”, com participação da
Professora Otília Flores Gomes e apoio do Professor José Alberto Moreira, especialmente dos
seus alunos do 11.º K. Esta actividade, na continuidade do ano lectivo anterior, tem permitido uma
participação activa dos alunos no sentido do desenvolvimento da cidadania.
Actividades de Substituição
Procedeu-se à elaboração de fichas de substituição. Uma especial referência a algum
desfasamento existente no tempo de algumas fichas de substituição que, por vezes, já foram
anteriormente resolvidas quando são apresentadas aos alunos cujo professor titular faltou.
Dos vários colegas que cumpriram actividades de substituição nada em especial foi apontado
para além do seu contributo a uma actividade que consideram não corresponder às elevadas
expectativas que os pais e Ministério da Educação nela depositam.
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Expectativas para o Futuro
Quanto a algumas preocupações manifestadas ao longo do ano por alguns dos membros do
Departamento, pode realçar-se o facto de, ao longo dos últimos anos, os alunos que se matriculam na
área de Ciências Económicas, quando têm de optar por uma das disciplinas, História ou Geografia,
normalmente são induzidos para a Geografia, até pelo facto de esta disciplina ter uma duração bienal.
Contudo, verifica-se que alguns desses alunos, chegados ao 12.º Ano e verificando a importância da
disciplina de História para o Ensino Superior, matriculam-se ou pedem para assistir às aulas com as
inconveniências daí resultantes para todos mas muito em especial para os restantes alunos. Outra
preocupação relaciona-se com as disciplinas da área das Artes, que têm sido alternadamente
distribuídas nesta escola aos grupos disciplinares 5.º e 10.ºA. Parece-nos que estas disciplinas devem,
em definitivo, ser atribuídas a este Departamento. Como justificação para tal, o facto de não só este
grupo disciplinar possuir elementos competentes e sempre disponíveis para assegurarem a
leccionação dessas disciplinas mas também porque é necessário e importante a introdução de novos
docentes no grupo de docência de forma a revitalizá-lo.
As condições enunciadas não se aplicam ao outro departamento que connosco concorre nesta
área disciplinar.
José Alberto Moreira, Coordenador de Departamento
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Departamento de Informática e Tecnologias da Informação
O Departamento de Informática e Tecnologias da Informação, coordenado pelo docente José
Carlos Lima, apresenta um resumo das actividades desenvolvidas ao nível da coordenação e por
docentes do departamento, tópicos relevantes tratados nas reuniões, uma análise crítica da actividade
docente quanto às planificações, escolha de manuais e cumprimento dos programas e distribuição do
serviço.
Actividade de Coordenação
O coordenador, dentro das competências inerentes a Coordenação do Departamento, realizou
as reuniões necessárias à boa prossecução das actividades dos docentes afectos ao departamento. A
sua acção sustentou-se nos seguintes itens:
Supervisão da planificação das actividades lectivas dos professores do departamento;
Revisão da proposta de critérios de avaliação específicos das disciplinas leccionadas pelos
professores do departamento;
Acompanhamento crítico da actividade dos docentes integrados no departamento no ano lectivo
2007/2008;
Dinamização das actividades realizadas por docentes do departamento, incentivando a sua acção.
As reuniões decorreram com forte participação dos docentes, primando pela busca do consenso
nas deliberações tomadas e na interpretação das directrizes emanadas da tutela.
A distribuição do serviço docente realizou-se em clima de estreita colaboração e partilha de
experiências, permitindo responder adequadamente às solicitações e funções próprias da área deste
departamento.
As planificações foram cumpridas, com excepção da disciplina Aplicações Informáticas B – 11.º
Ano, nas turmas H, I, J, L, já que a docente Angélica Vieira entrou em licença de maternidade no início
do 3.º período e foi substituída três semanas após. Os professores deste departamento propuseram
que estas turmas tivessem um reforço, no próximo ano escolar, a constar na planificação da disciplina,
no 12.º Ano, principalmente no que se refere ao tópico relativo à animação 2 D.
No ano lectivo a que se refere este relatório não foi adoptado manual para a disciplina de
Aplicações Informáticas B – 11.º e 12.º Anos, pois a única editora a promover uma edição para o 11.º
Ano foi a Porto Editora, com uma exposição considerada pouco aprofundada dos conteúdos
programáticos; no 12.º Ano não há oferta editorial, devido a abrangência dos conteúdos passíveis de
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serem leccionados nos diversos cursos; quanto ao manual à adoptar para a disciplina de ITIC – 9.º
Ano, mantém-se o da Texto Editora, adequado para o desenvolvimento dos conteúdos.
Actividade dos Docentes do Departamento
Neste ano lectivo os docentes deste departamento desenvolveram diversas actividades
relacionadas com a promoção da utilização das TIC, das quais ressaltamos:
Processo de dinamização do Centro de Recursos Digitais, na sequência do Projecto Múltiplas
lançado no ano lectivo 2005/2006, sob a alçada da Coordenação TIC (Prof. José Carlos Lima);
Início da utilização alargada da Plataforma Moodle, em Servidor Local, em actividades lectivas dos
diversos departamentos, bem como pelos órgãos de gestão da ESEQ. (Prof. José Carlos Lima /
Carlos Baptista);
Desenvolvimento dos projectos das candidaturas aprovadas aos seguintes concursos, com base
no Projecto Múltiplas, geridas pelo Grupo de Coordenação das TIC:
1. Projecto CRIE – Produção de Conteúdos Educativos;
2. Projecto CRIE – Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis.
Instalação dos dois Quadros Interactivos relativos ao projecto “Atribuição de Equipamentos
Tecnológicos para o Enriquecimento do Ensino e da Aprendizagem”, com a escolha do Menu B –
(Prof. Carlos Baptista);
Iniciativa do rastreio clínico dos alunos, realizada sob proposta dos Professores Maria José Trovão
e Carlos Baptista;
Apoio técnico-pedagógico aos docentes e alunos da Área-Projecto dos 12.º Anos, no
desenvolvimento dos trabalhos e preparação das apresentações públicas, realizado pelo Professor
José Carlos Lima.
Desenvolvimento, pelo Prof. José Carlos Lima, de uma acção de formação para pessoal não
docente, concluída em Dezembro de 2007, no âmbito do Plano TIC - ESEQ, visando fornecer
competências na utilização dos equipamentos audiovisuais e informáticos, de forma a permitir que
este pessoal apoie o pessoal docente na utilização dos referidos equipamentos.
Actividades de Manutenção das Instalações
A coordenação desenvolveu, em acumulação, as funções de gestão das instalações do parque
informático escolar, realizando as seguintes acções:
Planificação dos métodos de manutenção do parque informático.
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Envio e acompanhamento de manutenção externa de computadores.
Apoio ao desenvolvimento de actividades lectivas de disciplinas de diversos grupos, com
disponibilização de equipamento, apoio técnico e preparação de espaços para o desenvolvimento
destas.
Dinamização da utilização do parque de equipamentos informáticos aplicados a actividade lectiva
do departamento.
Atendimento de solicitações de apoio dos Serviços Administrativos e de outros Departamentos
Curriculares, com instalações de informática, para soluções pontuais de manutenção.
Implementação de sistema de controlo de utilização dos equipamentos portáteis.
Apoio à Prof.a Susana Couto, substituta da Profa. Angélica Vieira.
Coordenação do apoio técnico realizado pelo Professores Angélica Vieira e Paulo Ferreira.
Análise da Utilização das Instalações Informáticas
As salas de informática apresentaram um nível de ocupação elevado, facto que não permite o
desenvolvimento adequado dos procedimentos de manutenção preventiva, notando-se uma
consequente quebra de qualidade do serviço.
A Direcção dos Cursos Tecnológicos referencia a necessidade da criação de um espaço para
trabalho autónomo dos alunos dos Cursos Tecnológico, Profissional Técnico de Multimédia e de apoio
ao desenvolvimento das actividades do estágio.
Dos catorze portáteis da Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis destinados
a utilização em actividades lectivas em contexto de sala de aula, foram alocados três portáteis à
Biblioteca, dois à Sala de Professores, apresentando estes um bom nível de utilização percebida.
Quando necessário os portáteis anteriormente referidos são deslocados para o serviço em contexto de
sala de aula.
Em números temos 528 (quinhentas e vinte e oito) requisições de portáteis, das quais se
verifica serem 241 (duzentas e quarenta e uma) de 3 ou mais portáteis.
Para uma melhor dinamização de utilização das TIC em contexto lectivo, foram
disponibilizados quatro carrinhos multimédia, três (dois no 1.º piso e um no rés-do-chão), compostos
por um portátil, um projector de vídeo, colunas de som; um dos carrinhos, o do rés-do-chão, integra um
projector de vídeo.
O número de requisições dos carrinhos multimédia atinge o valor de 1324 (mil e trezentos e
vinte e quatro).
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Consideramos ser positivo o balanço de utilização das infra-estruturas de informática
disponibilizada a comunidade escolar.
No entanto deve-se promover uma maior sensibilização dos docentes e alunos no
cumprimento das regras de utilização e solicitações da Direcção de Instalações, nomeadamente no
controlo da utilização e solicitações de apoio, uma vez que, geralmente, estas não feitas
atempadamente.
Necessidades das Instalações Informáticas
Com base no histórico de utilização, na percepção e solicitações do alargado perfil de
utilizadores, na experiência obtida com o fecho do ciclo de formação da primeira turma do Curso
Tecnológico de Multimédia, da avaliação do conteúdos programáticos e dos meios necessários a
formação solicitada pelo perfil de saída dos alunos do Curso Profissional Técnico de Multimédia, as
solicitações da Área-Projecto do 8.º, 9.º e 12.º Anos, torna-se imperativa a revitalização total das salas
INF1, INF2 e INF3, respondendo às diversas solicitações de melhores condições de trabalho docente.
Esta necessidade poderá ser suprida pela aplicação atempada do plano tecnológico no que concerne à
disponibilização previsível de mais de 300 computadores, anunciada para o próximo ano lectivo.
É necessária, também, a aquisição de quatro impressoras laser monocromáticas, uma em cada
sala INF, com placa de rede. Sugerimos o mesmo modelo instalado na sala de directores de turma,
Kyocera FS-1100, de forma a responder às elevadas solicitações de impressão da Área-Projecto.
Aguarda-se a disponibilização do equipamento solicitado a DREN para o Curso Profissional
Técnico de Multimédia, essencial para uma adequada concretização dos conteúdos programáticos.
A necessidade de alocar ao serviço de instalações de informática um auxiliar técnico para apoiar
a utilização e manutenção técnica é também muito importante.
Sugere-se a criação de uma pequena biblioteca, ao nível do departamento, com manuais sobre
os diversos softwares utilizados no Curso Profissional Técnico de Multimédia.
Pontos Fortes e Fracos
Realizando uma reflexão sucinta, enumero como pontos positivos:
1) A resposta dada pelo Departamento de ITI as solicitações da comunidade escolar tanto ao
nível da real disponibilidade das instalações para disciplinas das outras áreas curriculares,
bem como no apoio técnico pedagógico fornecido, como factor positivo para a
disseminação da utilização TIC.
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2) A realização da formação para pessoal não docente anteriormente mencionada.
3) A resposta positiva da ESEQ, aos concursos:
i. “1º Concurso de Produção de Conteúdos Educativos”;
ii. “Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis”;
iii. “Iniciativa: Atribuição de Equipamentos Tecnológicos para o Enriquecimento do
Ensino e da Aprendizagem”.
4) A conclusão da formação ministrada pelo Prof. José Carlos Lima, em Dezembro de 2007, a
docentes da ESEQ, referente à utilização da plataforma Moodle e introdução às
ferramentas de criação de conteúdos lectivos que utilizem meios multimédia.
Em contrapartida, notamos alguns pontos menos positivos:
5) O desconhecimento dos docentes das boas regras de utilização das salas de informática,
tendo como consequência uma inadequada utilização e alguns casos de incumprimento do
regulamento de utilização das salas de informática.
Conclusão
A avaliação global da acção do departamento é positiva, apesar de várias condicionantes
externas. Do nosso ponto de vista a ESEQ conseguiu responder adequadamente as solicitações
realizadas tanto a nível organizacional bem como da sua acção educativa, cumprindo as linhas
essenciais do seu projecto educativo.
José Carlos Lima, Coordenador
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Departamento de Filosofia e Formação Pessoal
O Departamento de Filosofia e Formação Pessoal, coordenado pelo docente Manuel Fernando
Souto, apresenta um relatório crítico da actividade desenvolvida tendo como fio condutor as linhas
orientadoras que foram propostas pelo Conselho Executivo e aceites pelos coordenadores de
departamento curricular em reunião anteriormente realizada. Menciona as actividades desenvolvidas
ao nível da coordenação e por docentes do departamento, tópicos relevantes tratados nas reuniões,
uma análise da actividade docente quanto às planificações, escolha de manuais e cumprimento dos
programas e distribuição do serviço.
O Coordenador assumiu este cargo por impossibilidade do professor José Carlos Silva dar
continuidade ao mesmo, uma vez não dispor da categoria de professor Titular. De referir a excelência
com que este desempenhou o cargo desde o ano lectivo 2005-2006.
Registou-se no decurso do presente ano lectivo um movimento significativo de professores em
substituição de colegas, por motivo de doença prolongada, licença de maternidade e passagem à
aposentação.
Reuniões
Ao longo do presente ano lectivo foram realizadas nove reuniões do Departamento, sem registo
de faltas a qualquer um dos seus elementos. As reuniões foram, normalmente, palco de discussão
atenta de alguns assuntos que aos professores pareceram mais importantes e dos quais destacaremos
como exemplos representativos:
A preocupação em relação às aulas de substituição e aos materiais deixados pelos professores
das várias disciplinas, tendo em vista a realização dessas mesmas aulas: pedia-se uma
actualização e adequação face ao desenvolvimento do programa, de forma a cativar o interesse e
motivação dos alunos.
A discussão e redacção de sínteses avaliativas sobre os resultados escolares obtidos no 1.º e 2.º
períodos pelos alunos, proporcionados pela análise dos documentos provenientes da SADRA.
A apreciação e discussão dos resultados dos inquéritos feitos aos professores e aos Directores de
Turma.
A transmissão de informação dos diversos Conselhos Pedagógicos bem como a discussão das
questões decorrentes da mesma.
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Auscultação dos elementos do Departamento sobre sugestões, pontos de vista, dúvidas e
implicações da implementação do processo de Avaliação do Desempenho Pessoal Docente.
Planificações
Na generalidade, as planificações apresentadas foram cumpridas na sua totalidade. As
planificações foram elaboradas pelos professores que durante o ano leccionaram as várias disciplinas e
os diferentes níveis. A sua redacção final foi da responsabilidade do Coordenador do Departamento.
No que diz respeito à avaliação e em relação aos instrumentos complementares e para que
pudessem ser avaliados de forma mais objectiva foi aprovado o seguinte critério: Os alunos deverão
realizar, como actividade extra-aula, um trabalho de grupo (com tarefas claramente atribuídas), que
será faseado ao longo de todo o ano lectivo. O trabalho será orientado pelo professor, que
estabelecerá todas as condições da sua realização (temas, prazos, materiais, número de alunos por
grupo, etc.) e atribuirá a seguinte pontuação: - 1.º Período: Elaboração de uma planificação do trabalho
a realizar, que será avaliada pelo professor: 10%; - 2.º Período: Entrega do trabalho elaborado segundo
a planificação apresentada: 10%; - 3º Período: Apresentação e discussão individual e em grupo, em
aula, do trabalho realizado: 30%.
Cumprimento de programas
Todos os professores cumpriram com o que estava planificado e assim o declararam em reunião
efectuada no dia três do mês de Junho.
Serviço de Exames
As matrizes das provas e exames de equivalência à frequência e as respectivas provas, foram
elaboradas pelos professores do DFFP que leccionam as disciplinas de Filosofia e Psicologia. Foi esse
o critério geral seguido na distribuição do serviço de execução e correcção das provas.
Equipamento e instalações
O equipamento existente na escola é suficiente para a leccionação das disciplinas da
responsabilidade do DFFP, mesmo pressupondo a utilização das chamadas novas tecnologias
informáticas e audiovisuais. O Departamento elaborará, no próximo ano lectivo, uma lista de algumas
obras a adquirir para a biblioteca e salas de estudo.
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Manuais escolares
Foram utilizados nas várias disciplinas os seguintes manuais:
O processo de adopção dos manuais decorreu normalmente encontrando-se a lista dos mesmos
registada nos suportes legais.
Todavia, em relação aos manuais utilizados no presente ano lectivo, há que tecer as seguintes
considerações: o manual do 10.º Ano de Filosofia revelou-se melhor do que aquele que tinha sido
adoptado nos últimos anos. Na escolha do manual para o 11.º Ano pesou este facto, pelo que foi
aconselhável seguir os mesmos autores e assim manter uma linha de continuidade na forma de
abordar as matérias a que os alunos se tinham habituado.
Actividades e projectos desenvolvidos
Foi prestada colaboração, no âmbito da Psicologia, por parte do professor José Carlos Silva na
apresentação de trabalhos da Área Projecto do 12.º Ano. Membros do DFFP também participaram
voluntariamente nas actividades do relançado Coro da ESEQ e nas actividades do Clube de Cinema 8
e meio. O Departamento dinamizou, no dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, um colóquio sobre : “O
Valor do Livro e a Biblioteca pelas Bibliotecas Repartida - O nosso agradecimento a Monsenhor Manuel
Amorim”. Com esta actividade o Departamento pretendeu dar público conhecimento e agradecimento à
oferta de centenas de exemplares de obras que Monsenhor Manuel Amorim, antigo elemento do
Departamento, doou à Biblioteca da Escola.
Actividades de substituição
No presente ano lectivo três professores do Departamento foram substituídos em diferentes
períodos e por razões de natureza diversa.
O processo de substituição não foi tão célere como as circunstâncias exigiam gerando uma
situação de recurso a aulas de substituição. A este propósito constatámos que nem mesmo a
existência de Contrato de Autonomia possibilitou que docentes do Departamento pudessem
acrescentar aos seus horários incompletos, as horas lectivas da professora que se aposentou. Não se
agilizou o processo, como hoje sói dizer-se.
Os horários dos professores do Departamento comportam tempos para acudir às faltas dos
docentes, variando o seu número consoante a redução da componente lectiva.
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Os professores do Departamento manifestaram uma opinião negativa quanto ao muito reduzido
aproveitamento das referidas aulas de substituição. Acresce à falta de interesse, motivação e empenho
por parte dos alunos, o reduzido material deixado pelos docentes, face às tarefas propostas e ao largo
tempo para tal destinado.
Avaliação
O Departamento participou activa e criticamente em todas as tarefas que lhe foram exigidas ou
propostas pela Escola, tendo o seu coordenador estado presente em todas as reuniões do Conselho
Pedagógico.
O presente ano lectivo ressentiu-se da indefinição, avanços e recuos de algumas medidas
impostas de forma “ex abrupto” pelo Ministério da Educação. Neste âmbito destaca-se a tentativa de
implementação do modelo de avaliação de desempenho do pessoal docente sem estarem publicados
todos os normativos legais, nem definidos atempadamente os mecanismos técnico-pedagógicos
exigidos. Seguiu-se um período de acalmia, temendo-se que o início do próximo ano lectivo reacenda
um ambiente nada calmo nem propício ao acto de ensinar.
Observações finais / Sugestões
Três assuntos devem, em nosso entender, merecer a atenção da comunidade escolar para o
próximo ano lectivo:
a) Não deixar qualquer margem de ambiguidade sobre a operacionalização dos instrumentos de
avaliação aprovados e em uso na escola, nomeadamente uma melhor definição do que se entende por
“instrumentos complementares” na avaliação dos alunos, seu uso e modo de avaliação. Manifestar
abertura à clarificação que a avaliação da área projecto do 12.º Ano poderá implicar.
b) À semelhança da reflexão já apontada no ano anterior importa pensar os problemas
disciplinares, estar atento aos pequenos indícios, denunciá-los e actuar com firmeza de forma a
preservar um ambiente escolar tranquilo para que os alunos possam desenvolver o seu trabalho.
c) Ter presente o contrato de autonomia da ESEQ para com serenidade manter a sobriedade, o
bom senso e o espírito crítico na situação para a qual a Escola vai ser empurrada por força da
implementação do processo de avaliação de Desempenho do Pessoal Docente.
Fernando Souto, Coordenador de Departamento
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Departamento de Línguas Anglo-Germânicas
O Departamento de Línguas Anglo-Germânicas, coordenado pela docente Manuela Ferreira,
visa essencialmente dar conta da forma como decorreram as actividades, lectivas e não só,
planificadas, organizadas e realizadas pelo Departamento.
Reuniões
Foram realizadas nove reuniões ordinárias e duas extraordinárias para clarificar os
procedimentos inerentes ao cumprimento das planificações no sétimo ano do Ensino Básico. Além de
servirem para transmitir informações sobre os assuntos tratados no Conselho Pedagógico, as reuniões
ordinárias serviram também para desenvolver e coordenar actividades extracurriculares, promover e
participar em acções de troca de experiências e intercâmbio pedagógico, metodológico, didáctico e
técnico; reflectir sobre os problemas relacionados com a avaliação dos alunos e com a aplicação dos
programas curriculares; analisar criticamente todas as questões colocadas pelas administrações
educativas e escolares.
Registou-se um elevado nível de assiduidade e participação de todos os elementos.
Planificações
As planificações realizadas no início do ano lectivo estavam de acordo com o Programa Oficial
da Disciplina e mostraram-se adequadas às turmas e anos respectivos. Não foram feitas quaisquer
alterações significativas da planificação oficial, ao longo do ano. O serviço de planificações foi
distribuído de acordo com os anos e níveis que cada docente iria leccionar, embora todos os docentes
pudessem, se o desejassem, tomar parte em todas as planificações no âmbito do departamento.
Foram cumpridos todos os programas em todas as turmas e níveis.
Serviço de Exames
De acordo com a opinião dos docentes do departamento, manifestada nos seus relatórios
críticos individuais, o serviço de elaboração de exames foi distribuído de forma adequada. Não se
verificaram quaisquer dificuldades nessa distribuição uma vez que o número de exames diminuiu e não
foi preciso elaborar tantas provas de equivalência à frequência como no ano transacto.
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No que respeita às provas orais, o departamento é de opinião que não faz sentido a
apresentação a uma prova oral aos alunos com uma prova escrita inferior a oito valores, uma vez que a
prova oral só vale 30% e torna-se impossível aprovar um aluno nessas condições.
Equipamentos e instalações
No que diz respeito às salas de aula, o departamento considera-as adequadas e sempre que é
requisitado material este é colocado nas respectivas salas atempadamente. Sugerimos, no entanto, um
computador permanente em cada sala de aula e expositores ou placards em corticite em algumas salas
para os alunos poderem expor os seus trabalhos, especialmente os alunos do terceiro ciclo do ensino
básico.
Consideramos que não existe, de facto, um Gabinete para o Departamento, uma vez que este é
partilhado com o Departamento de Matemática. Além disso, está frequentemente indisponível porque é
utilizado para aulas de apoio de outros grupos disciplinares. O armário existente não oferece qualquer
segurança, uma vez que qualquer chave o abre e é mesmo possível abri-lo forçando as portas. Daí que
seja frequente aparecer aberto e faltar material, nomeadamente livros e outro material adoptado na
escola.
Gostaríamos que a escola adquirisse mais e melhores leitores de CDs; mais leitores de DVDs e
respectivos ecrãs; também sugerimos que seja feita uma actualização dos dicionários, especialmente
dos bilingues.
Manuais escolares
A adopção de manual decorreu normalmente tendo o processo ficado registado nos suportes
regulamentares.
De referir, no entanto, que a adopção de manuais escolares é sempre uma tarefa muito
complicada, especialmente pelos motivos que se apontam. Tem de efectuar-se numa altura do ano
lectivo em que os professores estão mais ocupados com outras tarefas também muito absorventes
como a elaboração de exames e a preparação das avaliações finais dos seus alunos. Além disso, o
período destinado à escolha é muito curto; não permite uma apreciação criteriosa de todos os novos
manuais escolares susceptíveis de serem adoptados.
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Acresce que o período de adopção que irá vigorar é demasiado extenso para os conteúdos da
disciplina, correndo-se o risco de muitos textos ficarem, a breve trecho, desactualizados. Esta
circunstância faz com que a partir de certa altura, os manuais adoptados deixam de ser tão
motivadores e interessantes quanto seria desejável, tanto para alunos como para professores.
Actividades desenvolvidas no âmbito do departamento
Fazem parte do Grupo Coral da ESEQ as professoras Assunção Gomes, Isabel Martins e
Manuela Ferreira. Participaram em várias audições, tanto em cerimónias escolares como em
representação da Escola na comunidade.
O Departamento aceitou novamente este ano o convite endereçado à ESEQ pela Faculdade de
Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa para participar no “Prémio Traduzir 2008”,
dinamizado e coordenado pela professora Manuela Ferreira, cujos alunos do 11.º B também
participaram. Além da disponibilidade de todos os professores de 11.º Ano de Inglês, contamos
também com a colaboração do professor Miguel Matos de Espanhol e da professora Margarida Costa
de Francês.
A professora Assunção Gomes além de fazer parte do grupo coral da ESEQ, planeou e
organizou uma visita de estudo à Corunha com alunos do 11.º G e 11.º J e apoiou colegas no
acompanhamento em trabalhos da Área de Projecto (traduções). Colaborou também no Clube de
Inglês com os alunos do 10.º F, 10.º K, 10.º L e 10.º M.
A professora Albertina Anjo participou com os seus alunos do 11.º D na actividade Prémio
Traduzir 2008. Desenvolveu com as suas turmas do 10.º L e 10.º M a actividade de troca de
correspondência com “penpals”. Coordenou, dinamizou e colaborou no Clube de Inglês de cujas
actividades elaborou relatório circunstanciado.
A professora Manuela Ferreira coordenou, dinamizou e colaborou na execução do “Prémio
Traduzir” do qual entregou o respectivo relatório ao Núcleo de Projectos e Actividades. Fez parte do
grupo coral da ESEQ. Colaborou com os colegas do “Clube 8,5” na tradução para Inglês do Cartaz e
das fichas de inscrição para o concurso de curtas-metragens.
Actividades de substituição
O departamento não possui qualquer informação sobre actividades de substituição realizadas
pelos professores do departamento tendo em conta o cumprimento dos programas curriculares.
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Expectativas para o Futuro
Numa avaliação do trabalho realizado ao longo do ano, consideramos que todos os elementos
do Departamento desempenharam activa e criticamente todas as tarefas que lhes foram exigidas ou
propostas pela Escola, para além da sua missão de ensinar.
Em relação ao nível de sucesso dos alunos na disciplina de Inglês, a percentagem de positivas
por ano de escolaridade foi a seguinte:
7º Ano – 90,7%
8º Ano – 93,5%
10º Ano – 93,7%
11º Ano – 94,3%
Comparativamente com a percentagem do ano transacto, verifica-se um aumento de 9,7% no 7.º
Ano; 9,1% no 10.º Ano e 4,4% no 11.º Ano. Em relação ao 8.º Ano não temos elementos de
comparação, uma vez que não houve turmas desse nível em 2006/2007. Em todos os anos é visível
uma notória melhoria, resultado das estratégias adoptadas para conseguir o objectivo que é continuar a
incentivar o sucesso e apoiar os alunos com dificuldades, de modo a que estes atinjam os objectivos
mínimos que lhes possam vir a possibilitar o sucesso à disciplina de Inglês, pelo menos no final do
ciclo.
Congratulamo-nos com o facto de continuarmos a ter turmas de Línguas e Humanidades, no
Décimo Ano, na nossa Escola e fazemos votos para que possamos ter novamente uma turma de
iniciação de Alemão.
Sugestões/Observações ao CE
Preocupados com as dificuldades dos alunos que reprovam a Inglês e têm que repetidamente
submeter-se a exame de equivalência à frequência, sem sucesso, sugerimos que seja criado um bloco
de 90 minutos no horário de uma das docentes, desde o início do ano lectivo, para apoiar esses
alunos.
Também pensamos que seria da maior utilidade a oferta de formação, dentro da nossa escola,
nas áreas de utilização do Excel, dos Quadros Interactivos e do Manual Virtual.
Manuela Ferreira, Coordenadora de Departamento
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Conselho dos Coordenadores de Departamento Curricular
O Conselho dos Coordenadores de Departamento Curricular foi criado em 14 /11/ 2007 como
Secção do Conselho Pedagógico e nos termos do nº 16º do seu Regimento e do nº 5 do Regulamento
do referido Conselho fui designado para coordenar os trabalhos e dirigir as reuniões dessa Secção,
durante o presente ano lectivo.
Orientações e princípios pressupostos na criação do Conselho de Coordenadores
Após a designação do seu Presidente o Conselho dos Coordenadores de Departamento
Curricular reuniu no dia vinte e oito de Novembro de dois mil e sete. Nesta reunião foram definidas
linhas gerais de orientação do funcionamento do Conselho, tendo em conta alguns objectivos
propostos e discutidos.
Como ponto de partida, analisamos as debilidades apontadas no relatório da avaliação externa
da Escola Secundária Eça de Queirós no âmbito do projecto-piloto de avaliação das escolas. Entre
essas debilidades constava: “ A quase ausência de intervenção, empenho e motivação da gestão
intermédia da Escola, em particular dos Coordenadores de Departamento, que se reflecte
principalmente na implementação do processo pedagógico na Escola”.
Desde logo consideramos ser útil para o Conselho de Coordenadores partir deste ponto, tentar
compreender o seu significado e estabelecer estratégias que anulassem os seus efeitos negativos.
Consideramos que um processo de monitorização do trabalho efectuado no seio dos
departamentos curriculares só pode incidir fundamentalmente na consulta dos materiais produzidos e
das planificações elaboradas pelos departamentos, na análise dos critérios de avaliação e da estrutura
dos testes.
O acompanhamento e a supervisão interna da prática lectiva decorrem predominantemente num
registo não declarado nem programado, dependendo de atitude individual dos docentes em aspectos
como a partilha de materiais, o relato de incidentes críticos ou de experiências pedagógicas em
contexto de sala de aula.
Partilha de experiências e saberes, bem como a articulação do trabalho dos alunos e da sua
aprendizagem é focado em certos Conselhos de Turma.
Por outro lado, não se verifica também a existência de uma cultura devidamente assimilada para
o acompanhamento e a supervisão interna da prática lectiva em sala de aula. Desta forma não estão
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previstos mecanismos específicos de actuação para o enquadramento dos docentes que manifestam
dificuldades na leccionação e manutenção da disciplina na sala de aula. Aceito que poderá haver
alguma interferência neste âmbito por força do Decreto Regulamentar 2 /2008.
Finalmente, estabelecemos como principal meta neste ano lectivo o seguinte:
Procurar monitorizar as actividades de planificação, articulação curricular e prática lectiva e
produzir relatórios que funcionem como instrumentos de reflexão para os agentes educativos.
Na reunião efectuada em 23 de Janeiro de dois mil e oito foram apresentados
modelos de
registo onde constavam esses 3 itens ficando, no entanto, ao critério de cada Departamento a sua
elaboração, preenchimento por períodos ou apenas no final do ano lectivo.
No início do próximo ano deverão ser analisados e apresentadas as suas conclusões.
Implementação das medidas previstas no Decreto Regulamentar 2 /2008
O Conselho de Coordenadores procedeu durante os meses de Fevereiro (reuniões dos dias 6; 8;
15; 20; 22; 27), Março (reunião do dia 12) Maio (dia 21) e Junho (dia 4) à elaboração de todos
documentos e instrumentos de registo estipulados no Decreto Regulamentar 2 /2008.
Para tudo há um momento, um tempo próprio e não é chegado ainda o tempo para avaliar este
trabalho, pelo que ficamos todos por um resignado ar de ” missão cumprida”.
Conclusão
O Conselho de Coordenadores nasceu envolto numa indefinição de objectivos, de metodologias
e de temas de trabalho. No entanto, era pacífico e aceite que algo se deveria fazer para estabelecer a
articulação entre os diferentes departamentos curriculares, no género do que outrora se chamava de
interdisciplinaridade e hoje soa melhor designar por “gestão intermédia da Escola”.
Cremos que o Conselho perseguia esta meta, na linha do que está escrito no ponto 1 deste
relatório, até à data da intromissão das tarefas decorrentes da implementação do Decreto
Regulamentar 2 /2008.
A continuar este Conselho dever-se-á retomar a linha de rumo traçada no ponto nº 1:
Orientações e Princípios”.
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RESULTADOS ESCOLARES
Neste ponto entendeu-se por bem incluir o relatório apresentado junto da Comissão de
Acompanhamento Local relativamente ao Desenvolvimento do Plano de Autonomia.
I.
ANÁLISE DOS RESULTADOS ESCOLARES
Quadro 1 – Taxas de Retenção e Desistência / Aprovação
2007/2008
2006/2007
7º Ano
56
86
Taxa de
Retenção /
Desistência
1,2%
10º Ano
303
6,6%
93,4%
404
9,1%
90,9%
2,5%
11º Ano
268
9,9%
90,1%
310
6,5%
93,5%
-3,4%
12º Ano
278
32,1%
67,9%
277
28,9%
71,1%
-3,2%
11º Ano
17
23,5%
76,5%
40
32,5%
67,5%
9,0%
12º Ano
19
36,8%
63,2%
13
15,4%
84,6%
-21,4%
941
20,0%
80,0%
1130
12,8%
87,2%
-7,2%
Ensino/Modalidade/Ano ou Tipo
Basico
Regular
Científico
Humanístico
Tecnologico
Multimédia
Total
Taxa de
Transição
Aprovação
88,9%
Variação 06-07/07-08
Taxa de
Retenção /
Desistência
11,1%
Nº de Alunos
Matriculados
Nº de Alunos
Matriculados
Taxa de
Transição
Aprovação
98,8%
Variação Taxa de
Retenção / Desistência
-9,9%
Nota 1: A Taxa de “Retenção/Desistência”, por aproximação aos critérios do GEPE, engloba as situações de Retenção / Exclusão por excesso de faltas
(Abandono Escolar), bem como as situações de anulação de matrícula, inclusivamente dos alunos que se encontram fora da escolaridade obrigatória.
Nota 2: A Variação algo significativa do número de alunos matriculados nos dois anos lectivos deve-se ao facto de se ter estatisticamente suprimido os 96 alunos
que frequentaram os Planos Curriculares estabelecidos pelo DL nº 286/89 de 29/08, entretanto extintos. Apenas se comparam os dados relativos aos anos de
escolaridade comuns aos dois anos lectivos. Nos Anexos 2 e 3 podem ser observados todos os dados.
Relativamente ao Ensino Básico (7º Ano), verifica-se que:
No presente ano lectivo, a taxa de retenção/desistência foi de 1,2%. Este valor situa-se 9,9%
abaixo do verificado em 2006/2007, já de si bastante aceitável se comparado com o mesmo referente a
nível nacional, em 2006/2007, que foi de 22,3% (Anexos 2 e 3).
Em 2007/2008, a média nacional de retenção/desistência neste ano de escolaridade cifrou-se
em 17,8%, tendo-se verificado na ESEQ uma taxa de 1,2%.
Ou seja, não só as taxas de retenção/desistência se mantiveram inferiores às mesmas taxas a
nível nacional, como também se verificou que as melhorias no sucesso escolar, verificadas a nível da
escola, foram superiores às melhorias verificadas a nível nacional neste referente (nestes dois últimos
anos, a nível nacional, a retenção/abandono reduziu-se 4,5 pontos ao passo que, nesta escola, a
redução foi de 9,9 pontos percentuais).
Note-se que, ao nível do 8º Ano de Escolaridade - que apenas funcionou nesta escola no ano de
2007/2008, o que não permite estabelecer termo de comparação - o sucesso escolar foi também
evidente e superior ao verificado a nível nacional (11,6%, conforme Anexos 2 e 3).
Nº Alunos
Transitou
Não transitou
Retenção/Desistência
48
47
1
2,1%
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Relativamente ao Ensino Secundário Geral (10º, 11º e 12º Anos), verifica-se que:
No presente ano lectivo, a taxa de retenção/desistência diminuiu relativamente ao ano transacto,
quer no 11º Ano (-3,4%), quer no 12º Ano (-3,2%), tendo registado um aumento de 2,5% no 10º Ano.
Nos 10.º e 11.º Anos a taxa de retenção/desistência foi, em ambos os anos, inferior a dois
dígitos, tendo o sucesso escolar atingido valores superiores a 90%. Note-se que, nos mesmos níveis
de ensino, os valores nacionais da taxa de retenção/desistência atingem níveis muito superiores,
próximos e, nalguns casos, superiores ao dobro dos verificados nesta escola.
Mesmo tendo-se verificado no 10.º Ano uma taxa de retenção e desistência superior em 2,5% à
verificada no ano 2006/2007, há que sublinhar dois factos relevantes para a análise da situação:
primeiro, verificou-se um significativo aumento de alunos (+101) do 10º Ano relativamente a 2006/2007;
segundo, a taxa de retenção/desistência verificada em 2006/2007 (6,6%) foi verdadeiramente
surpreendente e, talvez, atípica: mais de três vezes inferior à taxa nacional (20,9%).
Note-se que os valores de retenção e desistência no 10º Ano, ainda que inferiores aos
verificados em 2006/2007, continuam a apresentar um valor de menos de metade que os valores
homólogos a nível nacional, i.e. 9,1%, na ESEQ e 19,3 a nível nacional.
A taxa de retenção e desistência ao nível do 12º Ano, como atrás se referiu, melhorou 3,2% em
relação a 2006/2007, tendo atingido os 28,9%. Este valor é inferior em 6,3 pontos à mesma taxa
quando reportada a nível nacional.
Quanto às taxas de retenção/desistência dos alunos do Curso Tecnológico de Multimédia,
verifica-se que houve um agravamento de 9%, no 11º Ano, entre 2006/2007 e 2007/2008 (23,5% e
32,5%, respectivamente) e uma melhoria substancial de 21,4% no 12º Ano (36,8% em 2006/2007
contra 15,4% em 2007/2008).
Note-se que os referentes relativos aos cursos tecnológicos são bastante precários, por um lado
porque são cursos em extinção e, por outro, porque os dados oficiais disponíveis dizem respeito
apenas a 2006/20071. De todo o modo, os valores da retenção/desistência encontrados para o 11º ano
(23,5%) e para o 12.º Ano (36,8%), no mesmo período, são inferiores ao valor nacional de Não
Conclusão dos Cursos Tecnológicos (37,3%)2.
1
2
Vide Estatísticas da Educação 06/07 GEPE (http://www.gepe.min-edu.pt/np4/?newsId=7&fileName=EE2007_SECURED.pdf)
Cf. com publicação referida na nota anterior
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Registe-se ainda que a elevada taxa de retenção/desistência observada no 11º Ano, em
2007/2008 (32,5%), se deve, em primeiro grau, ao facto de 20% (8) dos alunos inscritos (40) terem
anulado a matrícula3.
Quadro 2 – Taxas de Aprovação nas disciplinas objecto do Contrato de Autonomia4
Português
Inglês
Físico-Química A
Matemática A
Aprovações
Alunos
Avaliados
(%)
Aprovações
Alunos
Avaliados
(%)
Aprovações
Alunos
Avaliados
(%)
Ano
Lectivo
Alunos
Avaliados
Aprovações
(%)
2006/07
264
97,0%
207
95,6%
145
79,4%
172
94,1%
2007/08
226
96,5%
262
96,2%
201
88,5%
142
95,8%
O sucesso escolar dos alunos nas disciplinas supra-referidas foi, no último ano lectivo, superior a
95%, excepto na disciplina bienal de Físico-Química A, que foi de 88,5%.
Verifica-se que houve também uma melhoria dos resultados de 2006/2007 para 2007/2008,
excepto na disciplina de Português que baixou meio ponto percentual.
Quadro 3 – Quadro comparativo das classificações médias obtidas em exame nacional
Português
Físico-Química A
Matemática A
Exame
Exame
Exame
Média ESEQ
12,5
9,5
11,8
Média Nacional
11,3
7,4
10,6
Média ESEQ
12,5
10,6
14,6
Média Nacional
11,0
9,3
12,7
Ano Lectivo
2006/07
2007/08
Nota: Estas classificações de exame são finais, ou seja, 1ª + 2ª fases + melhorias
Verifica-se, em todos os casos, que os alunos da ESEQ obtiveram, em exame nacional,
classificações médias superiores aos valores nacionais.
Verifica-se que houve, também, uma melhoria da média dos resultados obtidos pelos alunos em
exame nacional de 2006/2007 para 2007/2008, excepto na disciplina de Português em que essa média
se manteve (12,5 valores), mesmo tendo baixado a nível nacional.
3
Vide anexo 3. Note-se que a anulação de matrícula não é, em rigor, uma “retenção” nem uma “desistência da
escola”. Pode ocorrer quando se muda de curso (por ex. para um curso profissional) ou se ingressa na vida activa
ou ainda quando se pretende melhorar classificações com recurso exclusivo a exames.
4
Disciplinas explicitamente referidas no 2.1 do artigo 5.º do Contrato de Autonomia.
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Quadro 4 - Classificações médias de frequência obtidas por Ano de escolaridade em 2007-08
Ano de Escolaridade
7º
8º
10º
11º
12º
Número de Turmas
3
2
14
14
11
Número de Alunos
86
47
374
307
230
Número de Classificações/Níveis atribuídos
963
507
2634
2191
1281
Classificação Média / Nível Médio
3,9
4
13,8
14,2
15,4
Percentagem de Negativas registadas em Pauta
3,6
1
7,2
4,9
3,6
Verifica-se, em todos os casos, classificações médias de frequência bastante positivas, nível 4
no ensino Básico e iguais ou superiores a 14 valores no ensino Secundário.
No que tange à percentagem de classificações negativas registadas em pauta, verifica-se que,
no Ensino Básico e num total de 1.470 níveis atribuídos, apenas 2,3% foram inferiores a 3. No ensino
Secundário e num total de 6.106 classificações atribuídas, apenas 5,2% foram inferiores a 10 valores.
Também se regista que a qualidade das classificações atribuídas aos alunos melhora com a
progressão dos alunos dentro dos respectivos ciclos de estudo.
Pese embora não se conhecerem estudos nem indicadores, nacionais ou locais, relativos às
classificações médias de frequência por ano de escolaridade e fazendo uma extrapolação, ainda que
empírica, com os valores nacionais do insucesso escolar (insucesso = classificações negativas), é
nossa convicção que os valores atrás referidos são bastante satisfatórios.
Quadro 5 – Prestações dos alunos da ESEQ nos exames nacionais - 1ª fase, 2007 e 2008
MÉDIA DOS EXAMES 2007 - 1ª Fase
MÉDIA DOS EXAMES 2008 - 1ª Fase
Comparação entre os resultados nacionais e os resultados na ESEQ (Alunos Internos)
Disciplinas
Português
Matemática A
Biologia/Geologia
Física e Química A
Geografia A
História A
Mat. Aplicada Ciências Sociais
Economia A
Desenho A
Geometria Descritiva A
História e Cultura das Artes
Matemática B
Totais / Médias
Nº de
Alunos
253
137
125
79
63
34
42
38
32
29
17
7
856
Média
Exame
ESEQ
12,1
10,4
9,8
7,1
11,5
7,8
14,1
10
12,3
12,6
8,4
13,3
10,8
Média
Exames
Nacional
11,3
10,6
9,1
7,4
11
9,4
11,8
11,2
12,7
10,6
9,9
8,6
10,3
108/112
Dif
0,8
-0,2
0,7
-0,3
0,5
-1,6
2,3
-1,2
-0,4
2
-1,5
4,7
0,5
Nº de
Alunos
201
124
125
142
66
38
24
25
21
37
11
18
832
Média
Exame
ESEQ
11,8
14,4
11,0
10,0
12,2
11,2
14,3
13,5
12,0
9,7
11,6
15,0
12,2
Média
Exames
Nacional
10,4
14,0
10,8
9,6
11,4
11,0
10,0
13,0
11,4
10,5
9,7
13,1
11,2
Dif
1,4
0,4
0,2
0,4
0,8
0,2
4,3
0,5
0,6
-0,8
1,9
1,9
1,0
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Pela análise do quadro 5, verifica-se que:
A média das classificações obtidas pelos alunos da ESEQ na 1ª fase dos exames nacionais, em
2007, foi de 10,8 valores, superior em meio valor à média nacional (10,3 valores).
Em metade (6) das disciplinas consideradas as classificações médias obtidas pelos alunos da
ESEQ foram inferiores às homólogas nacionais.
Em 2008, nas mesmas disciplinas e considerado um número de alunos muito próximo ao do ano
anterior, consta-se que houve uma melhoria global de resultados, quer na média geral dos alunos da
ESEQ (12,2 contra 10,8); quer na comparação com a média nacional (12,2 contra 11,2) quer no facto
de apenas numa disciplina (Geometria Descritiva A) se verificar uma média inferior à média nacional.
Em todas as outras, a média dos alunos da ESEQ foi superior à média homóloga nacional.
Quadro 6 – Dados relativos ao abandono e à desistência escolar
2006/2007
Anulação
Matrícula
Abandono
Modalidade
Básico Regular
Básico Regular
1
Ensino Básico
0
1
3
13
1
11
2
15
2
8
8
52
4
Sec. Científico-Humanísticos
Sec. Científico-Humanísticos
Sec. Científico-Humanísticos
Sec. Tecnologico de Multimédia
Sec. Tecnologico de Multimédia
Sec. Tecnologico de Multimédia
Ensino Secundário
1
TOTAL
8
Desistência Total (Abandono + Anulação de Matrícula)
Total de Alunos Matriculados (excluídas as transferências)
Desistência Relativa
53
61
1059
5,8%
2007/2008
Abandono
Anulação
Matrícula
0
0
0
0
0
2
0
0
0
2
2
12
5
2
4
2
1
3
3
0
25
27
30
1227
2,4%
Notas:
1 - O conceito de abandono escolar ainda não foi fixado pela Administração. Há quem considere abandono toda e qualquer interrupção da actividade escolar; há
quem considere que só há abandono quando um aluno está dentro da escolaridade obrigatória e interrompe o seu percurso escolar. Para evitar qualquer equívoco
na análise dos dados, considerou-se operacionalmente a noção de abandono versus desistência.
2 - Neste conceito de abandono/desistência, consideraram-se todos os casos em que houve uma interrupção de matrícula, quer por abandono da escola sem
qualquer justificação, quer por exclusão devido a excesso de faltas.
3 – Também foram considerados como tendo abandonado/desistido os alunos que anularam a inscrição para se candidatarem a exame para melhoria de
classificações.
4 – Em nenhum caso se consideraram os alunos que pediram transferência de escola.
Pela análise do quadro 6, verifica-se que a taxa de abandono/desistência em qualquer um dos
anos em análise é residual.
Registe-se que em 2007/2008 a taxa de abandono/desistência diminuiu mais de 50%
relativamente a 2006/2007 (2,5 contra 5,9)
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Quadro 7 – Dados relativos aos alunos que ascenderam ao Quadro de Excelência da ESEQ
7º
8º
9º
10º
11º
12º
Total
2006/2007
3
1
21
25
29
79
2007/2008
10
5
23
26
43
107
Pela análise do quadro 7, podemos verificar que o número de alunos que ascenderam ao
Quadro de Excelência no presente ano superou (+35,4%), em todos os anos de escolaridade, mas
especialmente no 12º Ano, os valores do ano transacto, o que evidencia a crescente qualidade dos
resultados escolares.
Também se verifica que, para a mesma coorte de alunos, o número dos que alcançam o Quadro
de Excelência tem vindo a aumentar, ano após ano, o que vem confirmar o valor do Quadro como
medida pedagógica promotora do sucesso escolar.
II.
RESULTADOS ESCOLARES – NOTAS FINAIS
De acordo com os dados apresentados anteriormente, consideramos que os resultados
escolares dos alunos da ESEQ melhoraram entre 2006/2007 e 2007/2008:
a. Melhoraram as taxas globais de aprovação/transição;
b. Melhoraram os resultados obtidos em exame nacional;
c. Melhoraram os resultados globais obtidos nas disciplinas em que havia compromissos
no âmbito do Contrato de Autonomia;
d. Diminuiu a taxa de abandono/desistência;
e. Aumentou significativamente, este ano, o número de alunos que integram o Quadro de
Excelência.
Embora, sem dados para confronto, é também nosso entendimento que as classificações médias
de frequência por ano de escolaridade foram bastante positivas.
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AVALIAÇÃO GLOBAL
O Conselho Executivo da ESEQ após análise detalhada e crítica das actividades desenvolvidas
ao longo do ano lectivo de 2007-08 não pode deixar de as avaliar muito positivamente.
Com efeito, o ano lectivo a que o presente relatório crítico se refere foi, indubitavelmente, um
período recheado de situações que pela sua natureza intrínseca não poderiam deixar de agitar a vida
escolar. De facto, a concentração num só ano da publicação de vária legislação sobre temas como a
Avaliação e Desempenho do Pessoal Docente, o Estatuto do Aluno, a regulação de aspectos ligados à
carreira docente, o novo Regime de Gestão Escolar veio obrigar as escolas a um esforço de
readaptação de procedimentos administrativo-burocráticos que, por si só, seriam já factor de alguma
perturbação ao nível de funcionamento da ESEQ, como de outras escolas, certamente.
Também, a celebração do Contrato de Autonomia entre a ESEQ e o Ministério da Educação
em Setembro de 2007 veio contribuir para um acréscimo de trabalho a nível de planificação, de
contactos, etc. já que obrigou à elaboração de um Plano de Desenvolvimento que, de algum modo,
contribuísse para a prossecução dos objectivos contratualizados e envolvesse toda a comunidade
escolar.
A tudo isto a ESEQ procurou responder em cremos que o fez positivamente.
O Conselho Executivo entende ainda realçar:

O excelente trabalho desenvolvido pelos Clubes, Projectos e Actividades, não só pelo número de
alunos envolvidos, como também pela projecção externa de algumas das actividades levadas a
cabo.

A entrega e dinamismo dos departamentos curriculares, coordenadores de núcleos e serviços, bem
como da comunidade escolar em geral que respondeu generosamente a todos os desafios que
lhes foram lançados apesar do ambiente algo crispado vivido, sobretudo, por força da imposição de
um sistema de avaliação burocrático e reputado como inexequível.

A continuidade das actividades desenvolvidas no âmbito do Plano TIC e o incremento de utilização
da plataforma Moodle como complemento das actividades didáctico-pedagógicas.

As actividades desenvolvidas pelo SPO, que cumprem com êxito assinalável uma importante
função de integração entre a ESEQ e a comunidade perspectivando uma concepção de escola
moderna e atenta às problemáticas de índole social.
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
O empenho e qualidade da Direcção dos Cursos Profissionais que, pese embora, a inexperiência
no desenvolvimento deste tipo de ensino soube enfrentar de forma competente e dinâmica os
problemas, nesse âmbito, apresentados.

A quantidade e diversidade das medidas de Apoio Pedagógico oferecido aos alunos e organizado
pelo NAE. Pela leitura dos quadros resumo podemos avaliar a importância do apoio pedagógico
para o sucesso educativo dos alunos.

O empenho da ESEQ em procurar desenvolver um estatuto autonómico que responda aos
compromissos com a Administração Central e, sobretudo, com a comunidade que serve, esse
sempre o seu fim último.

A continuidade do esforço de divulgação externa de actividades da ESEQ com vista a reforçar a
imagem positiva que a escola detém junto da comunidade.

A continuidade e afirmação qualitativa do trabalho de avaliação interna – resultados dos alunos –
desenvolvido pela SADRA.
Também são de salientar os momentos de confraternização e homenagem, nomeadamente a
festa da Natal e de homenagem aos professores e funcionários aposentados e a cerimónia de
atribuição de diplomas aos alunos que integraram o Quadro de Excelência.
Realce também para a implementação do projecto de ajardinamento dos espaços exteriores.
Eximimo-nos, aqui, de salientar pontos fortes e prontos fracos uma vez que nos relatórios
parcelares que integram o presente, os mesmo foram já considerados,
A todos quantos contribuíram para o sucesso de mais um ano, a ESEQ agradecida,
Póvoa de Varzim, 28/10/ 2008
O Presidente do Conselho Executivo
José Eduardo Lemos
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ano lectivo 2007/2008 - Escola Secundária Eça de Queirós