UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
CONSELHO ACADÊMICO
ATA DA 140ª SESSÃO PLENÁRIA
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Aos vinte e nove dias do mês de outubro do ano de dois mil e quatorze, às nove horas e dezesseis minutos,
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na sala de reuniões da Reitoria da Universidade Estadual de Goiás, (UEG) em Anápolis, reuniram-se os
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membros do Conselho Acadêmico (CsA/UEG), em atendimento à Convocação nº 101/2014, previamente
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expedida. Após ser atingido o quórum, conforme lista de presença anexa, teve início a 140ª (centésima
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quadragésima) Sessão Plenária, sob a Presidência do reitor, prof. Haroldo Reimer. Dando início aos
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trabalhos, o presidente do conselho apresentou o Item 1 da Pauta – Aprovação da Ata da 139ª Sessão
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Plenária, e esta obteve aprovação por unanimidade. Na sequência, colocou-se em apreciação o Item 2 da
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Pauta – Aprovação da Pauta da 140º da Sessão Plenária. O presidente questionou aos conselheiros se havia
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algum acréscimo na pauta e não havendo, a pauta foi aprovada por unanimidade. Passou-se para o Item 3
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da Pauta – Informes Gerais. O presidente parabenizou toda equipe que organizou a primeira Comissão de
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Ética em Pesquisa – CEP, na cidade de Pirenópolis, em particular os 3 (três) Pró-Reitores da área
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acadêmica que estiveram a frente do evento, dizendo que ficou encantado com o clima hospitaleiro, a
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abertura do evento, e a participação tanto dos discentes quanto dos docentes no evento. “A abertura foi
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muito importante com a presença do Ministro de Ciência e Tecnologia e também a vinda do secretário”.
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Parabenizou também a vice-reitoria, junto a sua assessoria. O presidente ainda Informou que nos próximos
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dias serão finalizados os processos de licitação e adesão de ata para trazer para universidade mais um
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conjunto de equipamentos. “ Já foram licitados mais cinco micro-ônibus, a licitação dos 2 (dois) ônibus
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grandes foi remarcada para o dia 7 (sete) de novembro. Foi assinado ontem, a adesão da ata para seis
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micro-ônibus modelos escolar e serão entregues às unidades que têm cursos na área de agrárias. Foi
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também feito a licitação de 5 (cinco) camionetes cabine dupla que serão entregues às unidades que têm
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cursos na área de agrária para facilitar as aulas campos”. O presidente ainda falou das reformas e
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construção das unidades e também da compra de livros, além de explicar como é feito todos os processos.
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O conselheiro Elton Fialho comentou sobre o evento de Pirenópolis, a importância dos ônibus e sobre a
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propaganda da instituição. O presidente concordou com o conselheiro a respeito de fomentar a mobilidade,
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e o quão é fantástica e que abre novas possibilidades e tem bons efeitos. Segundo as palavras do presidente,
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Estamos no caminho certo. Em seguida, convidou o professor Renato de Souza e a professora Cristhyan
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Milazzo para comporem à mesa diretiva. Assim, passou para o Item 4 da Pauta – Curso de Especialização
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em Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde – PrP. O conselheiro Ivano passou a palavra para a
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professora Cristhyan Milazzo para relatar sobre o curso. A professora comunicou que veio de forma bem
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resumida falar sobre o Curso de Especialização em Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde: “É uma
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parceria com a Secretaria de Saúde do Estado de Goiás, especificamente com a escola de saúde, educação
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em saúde, como eles determinam agora - o nome dessa secretaria. É um curso bastante interessante,
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inteligente que vai tratar principalmente da formação de gestores dentro da saúde pública do estado de
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Goiás. Um curso específico, com verba federal do Ministério da Saúde, que vem via fundação Fiocruz,
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direta para a secretaria do estado de Goiás. Dessa forma, é como se fosse um curso que vem com pacote
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fechado do Ministério da Saúde e eles se esforçaram para obedecerem aos critérios do Ministério da Saúde
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e fundação via Fiocruz, adaptando às exigências da nossa resolução aqui, então eles fizeram tanto para
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apresentação de lá como a daqui, atinge um pessoal bem acima de professores mestres e doutores, dentro
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da qualidade de 50% (cinquenta) por cento que é exigência mínima. Eles têm professores da fundação
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dentro desse planejamento. O Número de alunos é 35 (trinta e cinco), sendo subdividido com alguns da
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secretaria de saúde em Goiânia e os demais vislumbrando aquela questão da interiorização de gestão. O
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total da carga horária é de 464 horas, dividido em 3 (três) etapas específica que são: políticas públicas e
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gestão do trabalho, na área da educação é a primeira a segunda é educação na saúde e a terceira é gestão do
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trabalho em saúde. Todos os requisitos exigidos foram atendidos. Duração de 11 (onze) meses, com início
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agora em agosto e finalizando em agosto de 2015. Terá início efetivo no final de novembro”. Após as
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explicações, abriu-se para questionamentos: o presidente explanou sobre o curso lato censo e também do
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curso de medicina das unidades da UEG junto ao Ministério da Saúde. A vice-presidente perguntou como
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serão entendidos os trabalhos de campos: “São como estágios?” A professora Cristhyan Milazzo informou
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que não serão vistos como estágios. O presidente antes de colocar em votação, falou que teria que passar
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pelo CsU, colocado em votação e foi aprovado por unanimidade. O presidente passou para o Item 5 da
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Pauta – Regulamentação dos Núcleos da Estrutura Curricular da UEG – PrG. Passou-se a palavra para a
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conselheira Maria Olinda, que comentou sobre como seria importante para a universidade a discussão do
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currículo. De acordo com a conselheira Maria Olinda: “Primeiro, estamos tentando vencer uma barreira
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que é começar pela matriz. A proposta do GT é de ter uma produção científica para o final desse processo
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sobre currículo, muitos estudos foram realizados para que esse processo possa desencadear na universidade
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e como já esperamos terem reações. O currículo é sempre algo que mexe com a vida das pessoas. Um
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grande ganho para a instituição foi o núcleo de docente estruturante. Nesse processo, tudo ainda tem
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desafios que se apresentam a toda universidade, que é pensar sobre estágio e todos os detalhes que em
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envolvem o processo”. A conselheira Maria Olinda ainda acrescentou sobre as estruturas e das finalizações
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para passar aos professores. Falou do prazo de entrega dos PPCs para 1º de dezembro, que significa apenas
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que estamos protocolando uma primeira parte de um projeto pedagógico. “É um trabalho que está sendo
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realizado de forma coletiva. Com relação ao núcleo comum, a conselheira Brandina Andrade tem um
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parecer da câmara, mas antes, quero passar à palavra ao professor Renato de Souza”. O professor Renato
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de Souza relatou sobre os núcleos que são compostos de todos os discentes da Universidade Estadual de
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Goiás. Falou das disciplinas e dos trâmites para aprovação. Acerca dos fóruns de modalidades, foram
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realizados para os que compõem esses núcleos, e destaca-se ampliação da visão do tecnólogo, o
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bacharelado e a licenciatura. A conselheira Brandina Andrade relatou sobre o processo que contempla toda
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a documentação recebida dos fóruns do núcleo comum, comunicou que foram apenas 28,57 por cento das
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unidades que se manifestaram por escrito, e toda essa documentação está relacionada no item 3 (três). A
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conselheira Brandina ainda relatou todo processo, com bastante clareza e contou como foi as reuniões nos
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Campus que participou - o parecer de cada Campus, com acréscimo e retirada de termos nas disciplinas. A
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conselheira Maria Olinda comentou que: “Na disciplina, Leitura e Produção de Texto, tivemos um
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problema que foi identificado e colocou como indicativo - estamos resolvendo com relação à ementa que
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estava muito parecida com Metodologia Científica, pois a intenção é trabalhar a escrita. Dessa forma, está
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sendo feita outra ementa. A mudança da nomenclatura que foi uma proposta vinda dos Campus em relação
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a essa disciplina Educação e Direitos Humanos, já tira aquele foco”. A conselheira Maria Olinda ainda
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acrescentou: “Preciso compartilhar as reações dos Campus, pois não adianta a PrG, GT e aqui no conselho
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criarmos uma nomenclatura, uma ementa muito bacana, se nos Campus as pessoas não entenderem e não
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tiverem em condições de trabalhar como nós estamos pensando”. Falou das críticas a respeito das
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disciplinas e o porquê que tirou a disciplina. Ainda de acordo com a conselheira: “Então, são essas duas
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questões que precisamos resolver: se mudamos a nomenclatura e se mantém ou não aqui a semi-
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presencialidade”. O presidente agradeceu pela apresentação da matéria e opinou sobre algumas questões:
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“Primeiro, é preciso ressaltar pela legislação vigente respeitada às diretrizes nacionais. A instituição tem
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competência para organizar a sua estrutura curricular, faz parte da autonomia universitária, e quando lemos
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um dos gurus, na área da educação do século XXI, Edgar Morin, tem 2 questões que não escapa. Uma, que
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envolve cidadania, que é contemplada como planetária e os direitos fundamentais, que propositura de
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Morin está além dos direitos humanos que são restritivos. A outra, é a discussão sobre indivíduo, sociedade,
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ambiente e sustentabilidade”. A conselheira Brandina Andrade comentou sobre resolução csp1/2012, que
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diz o seguinte: “A inclusão de uma disciplina não justifica a que está sendo trabalhada no currículo, pode
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até existir, mas se existir uma única disciplina, a transversalidade tem que ser feita, então, os grupos de
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discussões, têm amparo legal para dizer também que a transversalidade perpassa por todos os momentos
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curriculares, tem que ser descrita no PPC, com metodologia de execução e que não há necessidade ter
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disciplina”. O presidente abriu para discussão. A vice-presidente informou que preocupou com quantitativo
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de devolução e sobre o que a conselheira Brandina Andrade colocou: - “não tenho conhecimento que na
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unidade de Palmeiras fizeram essa discussão, mas no NDE foi muito bem aceito pelo colegiado, no fórum
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de bacharelado, não houve tantos contras, a disciplina de ensino superior é muito bem vinda. A palavra
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resenha nem deveria aparecer na graduação, sugiro tirar. Não acho que devemos abrir mão da disciplina de
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Ensino Superior”. Ainda de acordo com a vice-presidente: “Acredito em todas as disciplinas e defendeu os
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20% (vinte) por cento”. O conselheiro Marcos Torres comentou que quando estamos num processo
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histórico, dificilmente temos a dimensão clara de qual a mudança que está sendo proposta. De acordo com
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o conselheiro Marcos Torres: “Temos que tratar a composição de matrizes no limite de um debate, não
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sabemos o limite que acompanham essas disciplinas, acho cômico tudo ficar para transversalidade, até
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porque não temos professor para disciplina. Consequentemente, a lógica de colocar na transversalidade é a
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lógica de excluir. Tenho preocupado com a composição do nosso corpo docente. Preocupo também com o
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ponto de vista teórico, há uma distinção que vai refletir na ementa e no seu desenvolvimento de programar
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as disciplinas como cidadania e direitos humanos - trago a dimensão do estado, teoricamente isso vai entrar
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num debate que centraliza a questão e quando proponho educação e direitos humanos ou direitos humanos
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e diversidade, essa é muito nuclear hoje, e é do ponto de vista político, quando nós queremos tratar as
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relações na sociedade”. O professor Renato de Souza enfatizou sobre importância dessa disciplina de
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ensino superior para o GT de desenvolvimento curricular, ou seja: “ O GT reafirma o que a conselheira
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Maria Olinda e a vice-presidente já colocaram, temos a clareza dela, que ela não confunde com
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Metodologia Científica e o quanto nós avançaríamos com a introdução dessa disciplina”. O conselheiro
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ainda acrescentou que: “Enquanto coordenador do GT, a sugestão que faço é que de fato ficasse nesse
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momento com duas disciplinas; sejam elas; leitura e produção de texto, estado cidadania e direitos
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humanos, cidadania diversidade e direitos humanos, porque temos um conflito muito grande com a parte
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específica do curso. Portanto, acho melhor darmos um passo mais curto”. O presidente informou que a
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matéria dá vazão para discussão que poderia prolongar muito no tempo, pois envolve muitos meandros, e
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não temos muito tempo. O presidente argumentou: “Quero ressaltar que sobre a questão da estrutura
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curricular, estamos no meio de um processo altamente democrático, sendo inclusive denunciado por
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algumas pessoas que ele é democrático e participativo demais. Nisso reside a proposta quanto a sua
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metodologia, vários momentos, sejam nos fóruns, reuniões no GT, estávamos em momentos propositivos e
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indicativos e não deliberativos. Assim, peço que mantenha: primeiro encaminhamento, Leitura e Produção
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de textos, porque ela foi considerada unânime em todas as manifestações. No segundo encaminhamento,
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seria incluir toda essa discussão; diversidade, cidadania e direitos. Terceiro encaminhamento, educação,
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ensino superior e inclusão. A próxima proposta é que o primeiro parágrafo, determine que essas disciplinas
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serão ministradas na modalidade presencial ressalvando-se o limite legal da semi-presencialidade, que é
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20% (vinte) por cento” O presidente ainda afirmou: “Digo isso pelo o seguinte, com os 80% (oitenta) por
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cento presencial, estaria já garantindo esse compromisso de que tem que ser feito presencial, mas não
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podemos entrar nos 100% (cem) por cento no semi presencial, porque estariamoas denunciando um
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preconceito lá no fundo enraizado que AD é quinta categoria. Se formulasse assim, respeitado os 20%
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(vinte) por cento da semi-presencialidade. O segundo parágrafo afirmaria que o eixo temático, sociedade
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ambiente e sustentabilidade comporá o eixo transversal em todos os cursos, devendo ser explicitado nos
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PPCs, ressalvando que no caso da disciplina de Cidadania, deve entrar não a palavra genérica Estado, mas
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Estado Democrático de Direito, e deveria constar também na ementa, o binômio Constitucionalismo e
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Constituição - essa é minha proposta”. A conselheira Eliana Nogueira refletiu que quando trabalha
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Diversidade, Cidadania e Direito, a inclusão está embutida. A conselheira Maria Olinda comunicou que
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dentre vários elementos que têm sido evidenciados nesse processo de rever o currículo, está a necessidade
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de formação continuada dos professores, pois se não atentar e projetar não vai ter andamento, até porque,
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para nós está pacificado, porém para o professor não. A conselheira Maria Olinda acrescentou: “ Outra
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orientação que já foi para os cursos, tem que ver claramente no projeto pedagógico, porque não será
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aprovado, onde, como, quando e de que forma essa questão ambiente e sustentabilidade serão trabalhadas”.
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A vice-presidente falou de uma justificativa que partiu do GT - resistência de professores – “Vamos
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enfrentar, até porque, tenho concepção de que os professores são críticos, não no sentido de criticar, mas
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tecer o poder da criticidade. Todo trabalho do GT tem levado um foco que é o aluno, dentro desse foco, o
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aluno tem a mudança de identidade. Aquela ementa que foi sugerida precisa ficar, se for para mudar e dar
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uma nova cara, uma nova identidade paro o aluno, então sugiro que a disciplina seja mantida”.A
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conselheira Brandina Andrade esclareceu que o § 1º em colocado em votação a palavra “deverão” terá que
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ser substituída por “poderão”. A resolução nº 52 do CsU, tem um artigo que diz: 'compete aos colegiados de
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cursos a decisão da semipresencialidade'. O presidente comunicou que: “independente do número de
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disciplinas que forem aprovadas; se são 2 (duas) ou 3 (três), é preciso providenciar antes do início do
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semestre um seminário de formação com professores interessados em ministrar essas disciplinas nos
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Campus, já mapeando material que possa ser usado. Falou da segunda disciplina e se alguém queria
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manifestar divergindo e também falou que o CsA não deveria bater o martelo sobre a ementa. O
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conselheiro Elton Fialho sugeriu pegar 3 (três) ou 4 (quatro) disciplinas e outras disciplinas que entraram
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aqui no núcleo de modalidade. O presidente comentou que registrou sugestão do professor Luis Dourado
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do Conselho nacional de Educação – CNE, e que um leque de disciplinas base não é sinônimo de currículo
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mínimo nem de aligeiramento, e ainda argumentou que se avançarmos o nosso olhar para as universidades
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europeias, percebemos que elas não são aulistas do jeito que somos. Em seguida, colocou em votação o
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inciso II e foi aprovado por todos presentes. A vice-presidente, informou que as disciplinas do núcleo
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comum deverão ser presencial, o modelo deve ser um instrumento de semipresencialidade. O presidente
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achou a correção ponderável no § 1º, e argumentou que deverão ser ministradas de forma presencial no
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limite até de 20% (vinte) por cento em forma de presencialidade. O presidente ponderou a propositura do
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que seria marca institucional com o jogo político do que está encaminhado. O conselheiro Marcos Torres
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sugeriu que no § 1º, deverá ficar assim: 'deverão ser ministradas de forma presencial na forma da legislação
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brasileira'. O conselheiro Valter Campos concordou com o conselheiro e disse que além da questão política,
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temos a questão do tempo. Gostaria de colocar no item 7 (sete) seguindo assim: “no entanto, os PPCs
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apresentem claramente a forma de orientação aos alunos ingressantes, encontros, seminário, tutorias,
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atividades complementares, quanto à necessidade de entender a transição para o ensino superior, o cuidado
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com o ensino superior, a gestão do percurso na graduação, além da identidade institucional, a possibilidade
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de projetos ensino pesquisa e extensão, bolsas e serviços oferecidos pela instituição”. A vice-presidente
171
questionou sobre as atividades complementares, e se seria obrigatória a oferta da universidade mas
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também de frequência de aluno, e se teria o GT de atividades complementares que fazer essa discussão. A
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conselheira Andreia Kochhann informou que em relação as atividades complementares, já é obrigatória a
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oferta e cumprimento dos acadêmico de 20% (vinte) por cento dessas atividades em extensão. O
175
conselheiro Elton Fialho concordou com os conselheiros que atividade curricular ter que ser obrigatória. O
176
presidente sugeriu que a atividade complementar seja 20% (vinte) por cento presencial ou extensão. O
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conselheiro Valter Campos comentou que a sustentabilidade tem que estar previsto no PPC, ainda que não
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de maneira explicita, mas as formas como deveriam ser feitas. A conselheira Andreia Kochhann explicou
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que pode acontecer via extensão as duas modalidades, porém o certificado daquele que participa do curso
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como ouvinte, entra na 160 (cento e sessenta) horas de atividade complementar, e não como queremos
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proporcionar que a extensão universitária seria as outras 40 (quarenta).O conselheiro Marcos Torres
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comunicou que quando fez a proposta de graduação e extensão para apresentar uma normativa, em relação
183
as atividades complementares, essas deverão compor todos PPCs. O presidente colocou em votação a
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sugestão do conselheiro e foi aprovada por unanimidade. Então, registre que a partir do CsA, será instituída
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uma comissão ou GT que deverá realizar estudos com atividades complementares com devolutiva ao CsA
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com prazo de 30 (trinta) dias. O conselheiro Valter Campos sugeriu que no documento que vai ser votado,
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a disciplina seja retirada do Núcleo Comum. O presidente então sugeriu um parágrafo terceiro, retirando as
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duas disciplinas. Questionou qual era a proposta, além do que já está exposto. O conselheiro Valter Campos
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sugeriu o terceiro parágrafo, explicando que serão trabalhados por meio de resolução. O conselheiro
190
Marcos Torres sugeriu que criasse um extrato de ata. O presidente concordou e colocou em votação
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repassando o Caput, pediu para trocar o termo “devem ter” por “terão”, e carga horária de 60 (sessenta)
192
horas e correspondente a quatro créditos, que constituirá um eixo transversal em todos os cursos, só eixo
193
transversal e pediu que fosse retirado “eixo temático” e colocasse “tema”. Então a sugestão da Pró-Reitora
194
é colocar um ponto depois da forma presencial. Assim, se houver questionamento, a resposta é todo curso
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tem a forma presencial até 20% (vinte) por cento. O presidente então passou para o próximo tópico que é os
196
Núcleos de Modalidades. A conselheira Brandina Andrade fez o relato do tópico, começou com a
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conclusão e voto para as devidas alterações. O item 6 (seis), os cursos de bacharelados não elegeram
198
disciplinas para o sub núcleos que contemplaram nas matrizes curriculares apenas a disciplina definida para
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o núcleo modalidade, ou seja, Metodologia Científica. No número 6 (seis) e o número 8 (oito), acrescentar
200
o item 9 (nove), atendimento ao memorando circular 020/2014. Com relação as resoluções cnsp1/2002 e
201
cnsp2/2002, e assim, relatou o processo a todos os conselheiros presentes. O presidente começou com os
202
cursos tecnológicos superiores - não há dissenso, então o que está apresentado é consciente de todos os
203
cursos. O que está proposto é uma amplitude significativa, Metodologia, Sociedade e Tecnologia, Politicas
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Públicas, Empreendedorismo e Inglês. O presidente, então, pergunta se alguém tem proposta divergente
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sobre a questão, não havendo, foi aprovado por todos os presentes. Com relação aos bacharelados, o que
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está apresentado parece que há um consenso, que foi amplamente debatido. A vice-presidente questionou se
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havia a necessidade de definir essas questões por área de conhecimento, porque essas disciplinas estão
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sempre presentes, estão nas diretrizes, não são disciplinas que foram criadas. O conselheiro Valter Campos
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informou que a intenção com o núcleo da mobilidade, os alunos de engenharia poderão cursá-las em
210
qualquer curso de engenharia, da saúde também, então são disciplinas da modalidade que são comuns a
211
esses cursos e a mesma coisa para outras áreas. O presidente informou que os fóruns são indicativos, o GT
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que propõe para câmara um encaminhamento a partir das discussões. O conselheiro Alison Filgueiras
213
comunicou que no futuro pudesse pensar na possibilidade de intersecção entre as sub modalidades, por
214
exemplo: “sou do sistema de informação e ficamos de fora, temos 4 (quatro) disciplinas exatamente iguais;
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a de engenharia e em química também aconteceu isso”. O presidente informou que acha a preocupação
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extremamente válida, porque se a química industrial tem disciplinas iguais, não sei por que não optou por
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as que estão proposta aqui. O presidente informou que até por economia de procedimentos, escapando de
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disciplinas de 2 (dois) créditos. A conselheira Divina Lima opinou sobre a disciplina de Metodologia
219
Científica. O presidente comunicou que tem duas saídas para esse conselho: ou abri a disciplina ou é
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preciso rever a ementa. O conselheiro Elton Fialho concordou com o presidente. A conselheira Aparecida
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Lima informou que é um erro considerar que Metodologia Científica tem que ser a disciplina que foca a
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produção cientifica do aluno. O presidente comunicou que tem duas considerações: primeiro; qual semestre
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vai alocar a metodologia? Segundo; prever nas ementas que não haja sobre posição da disciplina
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obrigatória do núcleo comum com o que está lá na Metodologia. A conselheira Maria Olinda comunicou
225
que depois das observações, teria que ser definido aqui, de 4 (quatro) ou 2 (dois), porque depois fica
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complicado a PrG fazer. O presidente abriu para defesa de 4(quatro) créditos. A conselheira Divina Lima
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informou que só vai favorecer o conteúdo da disciplina de forma produtiva. A vice-presidente informou que
228
é favorável a proposta que foi discutida em Palmeiras. O presidente colocou em votação, questionando
229
quem é a favor da disciplina com 4 (quatro) créditos vota no primeiro momento e 2 (dois) créditos em
230
segundo. Assim, foi aprovado com 8 (oito) votos a favor de 4 (quatro) créditos, 1 (um) voto a favor de 2
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(dois) créditos e uma abstenção. O presidente passou para as licenciaturas, no que tange as licenciatura tem
232
um rol de 4 (quatro) disciplinas de modalidade, uma é obrigatória que é libras, metodologia cientifica é
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comum, politica educacionais e psicologia da educação. Isso nos leva ao um conjunto de 16 (dezesseis)
234
créditos - temos que ter ainda um total de mais 12 (doze) créditos, e pergunta qual encaminhamento que a
235
PrG tem. O professor Renato de Souza informou que na conversa com diretores e coordenadores
236
pedagógicos, ficou encaminhado que os diretores e coordenadores, pediram que não fizessem nenhuma
237
intervenção no momento, e seria importante esperar o resultado dos fóruns de cursos e depois dos
238
resultados, tabulasse o que veio dos cursos psra nós e aí sim, definiriam a intervenção na modalidade
239
licenciatura. A conselheira Andréa Kochhann analisou que numa discussão a parte, qual a possibilidade de
240
bacharelado encontrar outra disciplina para o Núcleo de Modalidade para que a disciplina Metodologia
241
Científica saia do Núcleo de Modalidade para o Núcleo Comum. O presidente informou que a ponderação
242
é muito pertinente, e o professor Renato mais o GT, deveria ter percebido isso já e ter feito esse
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encaminhamento, porque se temos as 3 (três) modalidades com a mesma disciplina é seis por meia dúzia.
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Agora, é ter que refazer todo trabalho a partir do bacharelado, e conformar com o suposto dano produzido
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no percurso. O professor Renato de Souza esclareceu que isso ocorreu porque veio no GT de
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desenvolvimento curricular, várias demandas de professores solicitando metodologia para licenciados,
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porque tem especificidade, outra para bacharel, e outra para tecnólogo, GT acolheu isso e apresentou essa
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proposta - “penso que ainda tem condição de intervir”. A vice-presidente comunicou que quando o
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conselheiro Alison perguntou se era tudo igual, e tem condições de trazer ela para o núcleo comum, pela
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resolução anterior e deixar bacharelado por área de conhecimento e fazer uma rediscussão futura, voltar e
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incluir a metodologia, seria uma ementa unificada que precisaria ser discutida novamente. O conselheiro
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Valter Campos comentou que no percurso, a conclusão de todos era essa, metodologia deveria estar no
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núcleo comum. O presidente informou que a proposta é refazer a resolução anterior e incluir como terceira
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disciplina Metodologia Científica. O segundo encaminhamento foi feito pela Vice-presidente para manter
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as disciplinas do núcleo comum e deixar o bacharelado conforme proposto. O conselheiro Valter Campos
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sugeriu que o CsA tomasse já a decisão do que irá acontecer, dizer; o Núcleo de Modalidade em
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licenciatura receberá ainda uma alteração em função dos resultados dos formas específicas. O presidente
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sugeriu dizer que o Núcleo de Modalidade e licenciatura atenderão um quinto da carga horária em
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disciplinas pedagógicas, e que por hora, estão asseguradas duas disciplinas, Políticas Educacionais e
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
CONSELHO ACADÊMICO
ATA DA 140ª SESSÃO PLENÁRIA
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Psicologia da Educação, as demais disciplinas serão compostas a partir dos resultados dos fóruns de cursos.
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A conselheira Maria Olinda comentou que, por exemplo, se são 7 (sete), outras disciplinas comporão, as 3
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(três) disciplinas concorrentes e unifica a ementa. O presidente questionou se não poderia indicar um
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percentual - “acho que no artigo está que atenderão a um quinto correspondendo a 28 (vinte e oito) créditos,
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poderia vir um parágrafo dizendo que: esses 28 (vinte oito) créditos, poderão ser compostos da seguintes
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formas, duas ou três, a partir do que for sistematizado dos fóruns de cursos, podendo 8 (oito) ou 12 (doze)
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créditos estarem alocados no Núcleo específico do curso”. A conselheira Brandina Andrade comunicou que
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têm que tirar estágio, a prática, as atividades complementares, então, não dá para explicar em uma
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resolução, não dá para detalhar, tem que colocar de acordo com o memorando nº 020. O presidente
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informou que não pode apagar as duas disciplinas que estão decididas, se dissesse que os 20% (vinte) por
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cento poderão ser distribuído entre o Núcleo de Modalidade e o Núcleo Específico, na seguinte proporção:
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que a maioria das disciplinas fosse de fato do Núcleo de Modalidade, para não entrarmos numa
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fragmentação. Isso vai induzir em 77 (setenta e sete) cursos da universidade. Questiono ao GT, “o que é
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melhor - uma didática geral, uma didática específica ou as duas”. A conselheira Maria Olinda informou que
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precisava de uma disciplina de gestão em currículo. O conselheiro Valter Campos sugeriu que apareça o
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termo tendo como indicativo o resultado dos fóruns de curso. O presidente comunicou que se bater o
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martelo em cima das 3 (três) disciplinas, porque, teria cinco sétimos - “a possível fragmentação é reduzida
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a um percentual manejável”. O conselheiro Valter Campos concluiu que as disciplinas que compõem o
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núcleo de modalidade, acrescentar que: “as 3 (três) disciplinas acrescentadas atendem à legislação vigente”.
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O presidente informou que a legislação vigente fala de percentual e não de disciplinas. Manter o parágrafo
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dizendo que as demais disciplinas pedagógicas necessárias ao atendimento da legislação (um quinto) de
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disciplinas pedagógicas, deverão ser alocadas no Núcleo Específico. Deixa libras. Pediu para gerar uma
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nova resolução. O núcleo Livre será constituído de 12 (doze) créditos no mínimo. A conselheira Andréa
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Kochhann comentou que só a título de reflexão, o Núcleo Livre foi debatido, a homogeneização sem
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flexibilização ou no sentido de criar uma identidade dos cursos e o Núcleo Livre irá garantir a
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flexibilidade da matriz para atender a demanda da região onde o curso está sendo ofertado. O
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professor Renato de Souza comunicou que as disciplinas de aprofundamento e enriquecimento, ou as
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chamadas disciplinas optativas, compõem a chamada parte do diversificada do Núcleo Específico, ele
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tem uma parte comum a todos os cursos mais sobra uma parte diversificada e nessa entra a AE, DEA,
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optativa. O presidente então, falou que por unanimidade não será encaminhada ao CsU, será
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operacionalizada pela PrG. Ato contínuo, o Presidente deu por encerrada a 140ª Sessão Plenária do
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CsA/UEG às treze horas e vinte e cinco minutos, e eu, Neusa Maria de Souza Andrade, assessora dos
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Órgãos Colegiados, encerrei esta Ata que será enviada aos presentes para apreciação e futura aprovação.
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Assim, deixo registrado que o arquivo de áudio permanecerá à disposição para dirimir eventuais dúvidas.
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140ª - UEG.