1. IDENTIFICAÇÃO GERAL 1.1. Tema: Reestruturação Curricular do Curso de Pedagogia a) Instituição Mantenedora: Fundação Universidade do Estado de Mato Grosso b) Instituição Mantida: Universidade do Estado de Mato Grosso c) Unidade: Departamento de Pedagogia – Campus Universitário de Sinop d) Reitor: Prof. Ms. Taisir Mahmudo Karin e) Vice-reitor: Prof. Dr. Elias Januário f) Coordenador Regional: Prof. Dr. Fiorelo Picoli g) Pró-reitoria de Ensino de Graduação : Prof. Dr. Agnaldo Rodrigues da Silva h) Diretor da FAED: Prof. Dr. Afonso M. Pereira i) Chefe de Departamento: Prof. Ms. José Luiz Müller 2. LOCAL DE FUNCIONAMENTO - DADOS GERAIS DA INSTITUIÇÃO 2.1 Denominação: Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT 2.2 Endereço: Sede: Avenida Tancredo Neves, 1.095, Bairro Cavalhada, no município de Cáceres - MT, CEP 78.200-000. 2.3 Qualificação Jurídica: Entidade de Direito Público, da Administração Indireta do Estado de Mato Grosso, sem fins lucrativos. 2.4 Mantenedora: Fundação Universidade do Estado de Mato Grosso, criada pela Lei Complementar n.º 030, de 15 de dezembro de 1993. 3. DADOS ESPECÍFICOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 3.1. Instituição de Ensino: UNEMAT – Universidade do Estado de Mato Grosso a) Faculdade de Educação b) Localidade: Campus Universitário de Sinop/ município de Sinop/MT c) Departamento de Pedagogia 3.2 Curso: Graduação em Pedagogia - O Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura, objetiva a qualificação para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos, conforme Art. 2º da Resolução CNE/CP Nº.01, de 15 de maio de 2006. 3.3 Habilitação: docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. 3.4. Carga Horária : 3.545 (Três mil, quinhentas e quarenta e cinco horas) 3.4.1. Distribuição da Carga Horária do Curso de Pedagogia: ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ Aulas teóricas: 128 créditos = 1.920 horas Práticas de ensino: 51 créditos = 765 horas. Estágio curricular supervisionado: 38 créditos = 570 horas. Aulas laboratoriais: 3 créditos = 45 horas Pesquisa de campo: 3 créditos = 45 horas Carga horária da Matriz Curricular: 3.345 horas (Três mil, trezentas e quarenta e cinco horas), que totalizam 223 créditos. Carga horária de Atividades Complementares: 200 horas (Duzentas horas). 3.5. Período de execução: noturno com atividades diurnas; e indicativo de entradas de turmas em período diurno, a partir de levantamento de demanda e aprovação de execução financeira da instituição. 3.6. Número de Vagas: 40 (quarenta) semestrais 3.7. Duração do curso: no mínimo 08 (oito) semestres e no máximo 14 (catorze) semestres 3.8. Periodicidade: semestral (8 semestres) 3.9. Ano de Criação do Curso: 1990 3.10. Ano de implantação do atual currículo: 2007/2 3.11. Reconhecimento: Curso avaliado e reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação no ano de 2006 com portaria em reedição. 2 SUMÁRIO I – APRESENTAÇÃO 04 II – CONTEXTO DO CURSO 06 1 – Campus universitário de Sinop 06 2 – Cursos existentes no campus de Sinop 08 3 – Papel da universidade 09 – Área de abrangência 09 - Histórico da Instituição 10 III – OBJETIVOS GERAIS 11 IV – PRESSUPOSTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS DO CURSO 13 1 – Principais espaços articuladores do currículo e seus componentes 14 a.– As jornadas pedagógicas 17 b. - A pesquisa educacional 19 c. - Seminários de orientação 19 d. - As práticas de ensino 22 e. - Os estudos teóricos 23 f. - Os estágios curriculares supervisionados 23 2 – Perfil do egresso profissional 33 3 – Avaliação da Aprendizagem 35 V - COMPOSIÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR 38 VI – QUADRO DE RESUMO POR ÁREAS 41 VII –QUADRO DE PRÉ-REQUISITOS 43 1 – Fluxograma VIII–EMENTÁRIO 47 48 IX - AVALIAÇÃO DO CURSO 121 X - QUADRO DE PROFESSORES 122 XI – NORMATIVAS 124 1 – Normativa de Estágio 124 2 – Normativa de atividades complementares 147 3 – Normativa de TCC 151 4 – Normativa de prática de ensino como componente curricular 166 3 I. APRESENTAÇÃO A proposta de reestruturação do curso de Pedagogia da UNEMAT, Campus Universitário de Sinop é resultado dos esforços construídos em uma produtiva rede de comunicações de saberes e aspirações. O texto que ora se apresenta foi tecido por inúmeras mãos, nos encontros entre alunos e professores, permeados por utopias e experiências, estudos e reflexões, indagações e indignações, formulações e reformulações, compondo uma tessitura reveladora do Projeto Político Pedagógico da Pedagogia - Sinop. O que se pretende é buscar um novo caminho, que além de atender, as exigências normativas das Diretrizes Curriculares do Conselho Nacional da Educação (CNE-CP, Nº.01, maio de 2006) que define a formação em Pedagogia, sejam caracterizadas por um processo de construção de identidade de educador ativo, produtor de saberes e de interações nos ricos espaços do fazer pedagógico: na escola ou em outros ambientes de aprendizagem; na pluralidade de sujeitos; na articulação dos conhecimentos em seus diversos níveis, especificidades e tempos dos ciclos de vida e de formação humana. Nesse sentido, as instituições passam a ser compreendidas a partir de ações fundadas no princípio de uma ética-estética do cuidado. É uma criação e organização da convivência. A obra de arte que é criar a vida, o que fazemos juntos, afetivamente, é a obra de arte, é a vida. Portanto, se é ético e estético, é político. Como considerar a universidade, as relações desta com a comunidade, com as famílias, com as leis que regulamentam o mercado de trabalho, enquanto lugar ético, estético e político? A instituição escolar se torna, assim, um lugar de muitas ambigüidades, viscosidades, campos de lutas e de possibilidades. A questão decorre de ver as situações de várias maneiras, o que se chamaria de crise de percepção, ou seja, não ver possibilidades significaria o não acolhimento do movimento de mudanças, de criações e de recriações. Um curso de Pedagogia que se alicerce na cotidianidade dos sujeitos do processo educativo: que considere seus saberes e suas aspirações, a fim de que novos conhecimentos sejam produzidos, trabalhados criticamente; que os possibilitem um pensar e refletir sobre questões universais, a partir de suas realidades, dos seus lugares, de suas identidades, de suas culturas; que entrelace os princípios teórico4 práticos, metodológicos e investigativos, na constituição de tramas educativas. Esta concepção permite construir a formação do educador referenciado na seguinte configuração: . ser professor reflexivo - nos aspectos pertinentes ao Projeto PolíticoPedagógico Escolar, na organização das atividades curriculares de sala de aula, nas relações professor-aluno-comunidade, nos elementos didáticos e metodológicos, nas articulações dos conceitos de diversas áreas do saber, no planejamento e avaliação dos processos. . ser professor pesquisador – que possibilite ao professor em formação as leituras de realidades, a construção de olhares problematizadores, de atitudes reflexivas e de intervenções educativas nas práticas político-pedagógicas. A constituição dos tempos de investigação definir-se-ão em constantes interações com os espaços de ação-reflexão-ação: seja das disciplinas propriamente ditas e compostas por suas ementas, socializadas e compartilhadas nas “jornadas pedagógicas” , cujos temas apresentam-se no decorrer dos semestres, numa perspectiva de inter e transdisciplinaridade; seja na participação de atividades que compõem o “programa de atividades diversificadas”. . ser educador na gestão e docência da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental – comprometimento do educador na especificidade do fazer educação nas suas múltiplas dimensões, de agir e intervir pedagogicamente nos diferentes espaços e tempos educativos, sobretudo, nos fazeres próprios da educação infantil (creches e pré-escolas), no processo de alfabetização de crianças e de jovens e adultos, na articulação e construção de saberes dos demais anos do ensino fundamental. Ressalta-se a necessidade de compreensão de que as ações dos educadores, no que se refere à docência e a gestão pedagógica, dos espaços escolares e não escolares, é fundamentada em saberes e experiências entrelaçadas ao olhar investigador de suas práticas. Portanto, considera-se o educador como mediador de conhecimentos e articulador de ações compartilhadas e sintetizadas nos Projetos Políticos Pedagógicos Escolares. 5 II. CONTEXTOS DO CURSO 1. O Campus Universitário de Sinop A Fundação Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT- é uma entidade autônoma de direito público, vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, criada a partir do Instituto de Ensino Superior de Cáceres - IESC pela Lei nº 703 em 1978 e estadualizada pela Lei nº 4960, de 19 de dezembro de 1985. A Unemat passou à condição de Universidade, de acordo com a Lei complementar nº 30, de 15 de dezembro de 1993 e obteve no ano de 1999 o Reconhecimento enquanto Universidade pelo Conselho Estadual de Educação - CEE/MT, homologado pelo secretário de Estado de Educação de Mato Grosso em data de 30 de abril de 1999 pela Portaria 196/99 da Secretaria da Estado de Educação - SEDUC/MT. A Universidade do Estado de Mato Grosso, tem sua sede na cidade de Cáceres, interior do Estado e se faz presente em dez regiões geo-educacionais de múltipla diversidade geográfica, econômica e cultural, e tem como eixo central de suas atividades as áreas de educação e meio ambiente. Seu programa de expansão iniciou pela cidade de Sinop, em 1990, por ser considerada município Pólo Regional e pela carência de profissionais especializados na região. Hoje a Universidade já conta com um total de onze Campi Universitários: dez funcionando com cursos que possuem regularidade de ofertas de vagas (Cáceres, Sinop, Alta Floresta, Alto Araguaia, Pontes e Lacerda, Nova Xavantina, Barra do Bugres, Tangará da Serra, Juara e Colider) e mais um que funcionam com cursos cuja oferta de vagas se dá a partir de demandas específicas e limitadas (Luciara). A Universidade do Estado de Mato Grosso, primeira Universidade pública estadual mato-grossense, através dos cursos que oferece no decorrer de vinte e cinco anos de funcionamento, tem como objetivos fundamentais o ensino, a pesquisa e a extensão, integrados na formação técnico-profissional e na difusão da cultura. E com a perspectiva da abertura de novos cursos e Campi, que lhe assegurem o reconhecimento e a credibilidade da sociedade mato-grossense e instituições brasileiras. Em 1990, a comunidade sinopense começou a organizar-se para a instalação de um Núcleo de Ensino Superior no município. A partir daí, diversas reuniões ocorreram 6 entre representantes da comunidade sinopense e autoridades governamentais com o objetivo da instalação do Ensino Superior em Sinop. Em 23 de abril de 1990, foi criada a Comissão Pró-instalação do Núcleo de Ensino Superior em Sinop. Em 06 de julho de 1990, o Conselho Curador da Fundação Centro de Ensino Superior de Cáceres, através da Resolução nº 014/90, criou o então Núcleo de Ensino Superior de Sinop e também determinou a composição e competência dos órgãos de Estruturação Organizacional do Núcleo de Sinop, através da Resolução nº 016/90. O governo do Estado, através do Decreto nº 2.720 de 09 de julho de 1990, criou o Núcleo de Ensino Superior de Sinop, gerenciado pela Fundação Centro de Ensino Superior de Cáceres e através da Lei nº 5.640 da mesma data criou os cargos para o magistério público superior do Núcleo. Foram criados no Núcleo de Ensino Superior de Sinop os cursos de Licenciatura em Matemática, Letras e Pedagogia. O primeiro concurso vestibular para estes cursos ocorreu nos dias 26 e 27 de agosto de 1990. Atualmente, o Campus Universitário de Sinop está sediado no Centro Educacional de Sinop, contando com uma boa infra-estrutura física para seu funcionamento, com laboratórios e biblioteca informatizada e com linhas de Internet a disposição de acadêmicos e professores para estudos e pesquisas e constitue-se no segundo maior campus em número de alunos, totalizando neste semestre de 2006/2 2000 acadêmicos. O Campus de Sinop está instalado numa cidade que chega hoje passa dos 100.000 habitantes e numa região geo-educacional que possui mais de 450.000 habitantes. E ampliou sua oferta de educação superior para a área de Ciências Sociais e Aplicadas, com os cursos de Bacharelado em Economia, Ciências Contábeis, Administração e Engenharia Civil. Quanto à profissionalização em outras áreas, a região geo-educacional de Sinop que possui uma abrangência em mais de 20 municípios, estaria sendo a maior beneficiada, pois ainda continua carente e grande parte dos jovens, por não possuírem condições econômicas tem desistido de estudar. 7 2. Cursos existentes no Campus de Sinop A Unemat oferece atualmente no Campus de Sinop os cursos de Bacharelado em Administração, CiênciasContábeis, Ciências Econômicas e Engenharia Civil; e Licenciatura Plena em Letras, Matemática, Pedagogia e Ciências Biológicas, sendo este último como turma especial. No Núcleo Pedagógico de Sorriso são ofertados os cursos de Bacharelado em Administração de Agronegócios e Licenciatura Plena em Pedagogia. E neste vestibular entra em funcionamento um Núcleo em Lucas do Rio Verde, que inicialmente oferece em Turma Especial o Bacharelado em Ciências Econômicas. Todos os cursos são gratuitos e atraem candidatos de diferentes cidades da região a cada Concurso Vestibular, que é realizado todo semestre para as turmas regulares. No último concurso mais de 2300 candidatos se inscreveram em busca das 310 vagas disponibilizadas. Em relação a pós–graduação lato senso, a Unemat também tem se destacado pela abrangência e diversificação. Em Sinop, está sendo oferecida especialização em Lingüística, além de Ensino da Matemática. Já em Sorriso e Lucas são 50 alunos na área de Psicologia de Ensino e Aprendizagem. Em Juara mais 50 alunos fazem o curso de especialização em Gestão Escolar e Psicologia. No segundo semestre de 2006 iniciou em Gestão Empresarial e Direito Empresarial e Relações do Trabalho, ambos em Sinop. e mais 150 vagas para a formação de Educadores do Campo, produzido pelo Departamento de Pedagogia, com a participação de movimentos sociais do campo, tendo sido aprovado pelo PRONERA (INCRA) e disponibilizado recursos federais por duas vezes, porém aguardando há mais de dois anos assinatura de convênio entre a UNEMAT e o INCRA. Na perspectiva de ampliar o oferecimento de educação superior para a Região, o Campus Universitário de Sinop estendeu suas ações para o município de Sorriso através do Núcleo Pedagógico de Sorriso, são ofertados os cursos de Bacharelado em Administração de Agronegócios e Licenciatura Plena em Pedagogia. E neste vestibular entra em funcionamento um Núcleo em Lucas do Rio Verde, que inicialmente oferece em Turma Especial o Bacharelado em Ciências Econômicas. Sabemos que cabe à Universidade preparar profissionais para a atuação consciente na busca de melhorias sociais e do desenvolvimento da sociedade onde se encontra inserida. Para isto, hoje precisamos que os profissionais pensem e pesquisem 8 a própria realidade onde estão inseridos, e façam seus estudos com base na realidade das sociedades locais e inseridos no lócus desta. 3 Papel da Universidade Pautado nos princípios de compromisso social e democracia o papel da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT é essencialmente social, tendo a produção científica como eixo central. Sua vocação é: a) ser um instrumento estratégico para alicerçar a base humana regional na afirmação de melhores condições de vida da população e na garantia dos padrões éticos de justiça e eqüidade; b) responder às demandas da sociedade, especialmente das populações empobrecidas, produzindo conhecimento relevante, com base social; c) contribuir estrategicamente como instituição de ensino, pesquisa e extensão, voltada ao atendimento das necessidades da maioria da população;. d) identificar os problemas sociais na busca de alternativas relevantes para o homem realizar-se como pessoa e coletividade, garantindo o acesso e a participação de toda a população; e) contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico através de pesquisas que apontem para o melhor aproveitamento sustentado dos recursos naturais; f) desenvolver linhas de pesquisas científicas e tecnológicas que revertam a exclusão social; g) ser propositora e atuante na realidade circundante com todas as suas contradições humanas e ambientais, interagindo com os sujeitos sociais e conquistando uma competência capaz de se refazer. 3.1. Área de Abrangência A UNEMAT tem sua sede em Cáceres, estando atendendo a 106 dos 139 municípios do Estado, através de onze campi e treze núcleos. 9 Campi: Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Luciara, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Sinop, Tangará da Serra e Juara. Núcleos: Nobres, Campo de Júlio, Poconé, Vale de São Lourenço, Confresa, São Félix do Araguaia, Vila Rica, Jauru, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Campo Novo dos Parecis, Juina e Sapezal. Em 1989, a Universidade se localizava apenas em Cáceres. Em 1990, criou-se o Campus Universitário de Sinop; em 1992, com a expansão acrescentam-se Alta Floresta, Nova Xavantina, Alto Araguaia, Pontes e Lacerda e Luciara; em 1994 os Campi de Barra do Bugres e Colíder e em 1995 houve a encampação do Campus Universitário de Tangará da Serra, totalizando atualmente 11 Campi Universitários. 3.2. Histórico da Instituição A Universidade Estadual nasceu em 1978, por iniciativa do poder municipal Cacerense da época, e em 1984, através do Decreto Federal n.º 89.719/84, foi autorizado o funcionamento dos cursos ministrados pelo então Instituto do Ensino Superior de Cáceres. Em 1985, através da Lei Estadual n.º 4.960, de 17/12/85, o poder executivo institui o Centro Universitário de Cáceres, entidade funcional autônoma, vinculada à Secretaria de Educação e Cultura de Mato Grosso, com o objetivo de promover a pesquisa, o estudo dos diferentes ramos do saber, bem como, a divulgação científica, técnica e cultural, buscando a construção de uma sociedade crítica e cidadã. A partir de 1990, a comunidade Universitária, prefeitos de 30 municípios, Secretaria Estadual, representantes do Poder Executivo e Legislativo chegaram à conclusão da necessidade de expansão do ensino superior estadual para outras macro regiões do Estado, através da criação de núcleos regionais de ensino superior. Em 1992, a universidade passa a denominar-se Fundação do Ensino Superior de Mato Grosso, cuja estrutura organizacional foi alterada pelo Decreto n.º 1.236, de 17/02/92, sendo implantada a partir de maio de 1993, cujo processo legal foi aprovado pela Assembléia Legislativa Estadual através da Lei Complementar n.º 030, de 15/12/93, onde altera-se a estrutura organizacional da Fundação, de tal modo que os Núcleos Regionais passam a denominar-se "Campi" Universitários. 10 Naquele ano, os Campi de Colíder, Barra do Bugres e Tangará da Serra são acoplados à nova estrutura. Em 1999, a UNEMAT é credenciada como Universidade, ganhando sua autonomia institucional. A Fundação Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT- é uma entidade autônoma de direito público, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior. Criada a partir do Instituto de Ensino Superior de Cáceres - IESC - pela Lei nº 703 e estadualizada pela Lei nº 4960, de 19 de dezembro de 1985. A Unemat passou à condição de Universidade, de acordo com a Lei complementar nº30, de 15 de dezembro de 1993 e obteve no ano de 1999 o Reconhecimento enquanto Universidade pelo CEE/MT, homologado pelo secretário de Estado de Educação de Mato Grosso em data de 30 de abril de 1999 pela Portaria 196/99 – SEDUC/MT. A UNEMAT atende hoje cerca de 14.200 alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação, além desta atividade de ensino é importante ressaltar a extensão e pesquisa. A Universidade do Estado de Mato Grosso está sediada na cidade de Cáceres, interior do Estado e se faz presente em dez regiões geo-educacionais de múltipla diversidade geográfica, econômica e cultural, tendo como eixo central de suas atividades as áreas de educação e meio ambiente. Em toda a Instituição, são ofertados vários cursos de Graduação em Licenciatura e Bacharelado. Estes cursos se encontram em desenvolvimento nos Departamentos, nos Projetos de Licenciatura Plena Parcelada, Ensino a Distância – EAD, Licenciatura para a Formação de Professores Indígenas. A Universidade do Estado de Mato Grosso, primeira Universidade pública estadual mato-grossense, através dos cursos que oferece no decorrer destas duas décadas, tem como objetivos fundamentais o ensino, a pesquisa e a extensão, integrados na formação técnico-profissional e na difusão da cultura. E com a perspectiva da abertura de novos cursos e Campi, que lhe assegurem o reconhecimento e a credibilidade da sociedade mato-grossense e instituições brasileiras. III. OBJETIVOS GERAIS O curso de Licenciatura em Pedagogia os seguintes objetivos: 11 1º- Formar educadores para a docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. 2º Capacitar os sujeitos do processo ensino-aprendizagem a pensar e refletir as questões universais, tendo como ponto de partida os saberes que os constituem, as suas realidades, os seus lugares, as suas identidades e as suas culturas. 3º- Formar pessoas que vejam a si próprios como sujeitos de direitos, com capacidades de articulação, organização e de decisão sobre suas vidas. 4º- Possibilitar por meio de processos de aprendizagem, de ensino, pesquisa e extensão, a produção de novos conhecimentos que sustentem as lutas pela conquista da qualidade de vida. 5º- Construir o Projeto Político Pedagógico Escolar na articulação do espaço da escola e da vida da comunidade, nas interações com as escolas cooperantes. 6º- Oferecer condições para que cada participante do processo de formação possa ampliar e qualificar suas condições de vida, tomando consciência de sua ação no mundo, identificando o papel social que ocupa, lutando por sua inserção social e de sua comunidade. Objetivos específicos 1º - Fornecer bases teóricas para a compreensão do processo educativo, seus fundamentos e intervenções relativas à diversidade e pluralidade conceituais e metodológicas. 2º - Propiciar domínio, com perspectiva interdisciplinar, dos conceitos fundamentais das áreas de atuação na Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e na modalidade de Educação de Jovens e Adultos: Ciências Naturais, Ciências Sociais, Matemática e Linguagem. 3º - Constituir uma práxis da ação educativa a fim de estar reconstruindo constantemente o fazer Pedagógico. 4º - Problematizar as diversas concepções e práticas de ensino, inerentes às diversas áreas do conhecimento, construindo olhares reflexivos/investigativos, 12 que sustentem e permitam a criação de práticas interventivas, nas interações da escola com a comunidade. 5º - Possibilitar a constituição de relações entre professores/alunos/conhecimentos que considere os professores e os alunos no espaço escolar e comunitário como sujeitos no processo de conhecimento e organização da vida comunitária. 6º - Promover na qualificação do professor, formação espiritual e humana, com perspectivas para a cooperação e solidariedade. 7º - Promover e organizar espaços que possibilitem ações comunicativas das produções acadêmicas e das intervenções na vida comunitária, construindo a competência comunicativa e socializadora como modo de ser professor críticoreflexivo. IV. PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO CURSO O Curso de Pedagogia que tem como base da formação a docência e gestão educacional adota como orientação teórico-metodológica que a formação do licenciado em Pedagogia deve se dar através de um processo ativo de construção do conhecimento. Para tanto, a organização, implementação e efetivação do trabalho pedagógico observa princípios, tais como: o conhecimento é produto da construção humana e nas suas relações, constrói e reconstrói conforme seu contexto e seu momento histórico; a qualidade de vida passa necessariamente pela promoção de uma sociedade com maior justiça social; a compreensão das diferenças étnicas, raciais, culturais, sociais e de gênero é inerente a formação de professores; a pesquisa é espaço articulador da teoria/prática e provocadora da reflexão – ação – reflexão; a pesquisa é instrumento para o ensino; a inovação supõe possibilidades de minimizar os problemas na área educacional e conduzir a uma concepção de conhecimento-emancipação. 13 Numa perspectiva metodológica Veiga (2004)1 argumenta que “o ensinar, o aprender e o pesquisar precisam de novos modos de relações” (p. 150). Nesta linha de reflexão o Curso de Pedagogia, construiu espaços curriculares que permitem articular o núcleo de estudos básicos, o núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos e de estudos integradores, propostos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de pedagogia. Os principais espaços curriculares articulados são compreendidos como: As jornadas pedagógicas; A pesquisa educacional; As práticas de ensino; Os estágios curriculares; Os estudos teóricos; O trabalho pedagógico. Estes novos modos de relação poderão ser provocados e promovidos por estes espaços curriculares, entretanto, é necessário gestar ambiências no currículo em ação, com professores e alunos, para problematizar, provocar práxis educativas e reflexões acerca dos saberes docentes, da escola de educação básica, da participação e gestão de processos educativos, dos conhecimentos escolares, da educação para e na cidadania; do valor da pesquisa no ensino e das problemáticas educacionais atuais. É preciso, entendermos que a sociedade atual é caracterizada pela diversidade, pela pluralidade, pela incerteza. Já foi o tempo da certeza absoluta de um tempo cíclico, crença das civilizações tradicionais, já passou também a certeza do progresso histórico, certeza essa abraçada pela civilização moderna (MORIN, 2000). 1. Principais espaços articuladores do currículo e seus componentes A intenção de entrelaçar diferentes componentes curriculares aos espaçostempos da formação do pedagogo é de superar as dicotomias e fragmentações 1 VEIGA, Ilma P. A. O cotidiano da aula universitária e as dimensões do Projeto Político-Pedagógico. In. CASTANHO, Sergio, CASTANHO, Maria Eugênia (Orgs.) Temas e textos em metodologia do ensino superior. – 3. ed., Campinas, SP : Papirus, 2004 14 historicamente vivenciadas pelo curso de Pedagogia, que se torna a principal referência das práticas pedagógicas escolares, configurando uma perspectiva permanente na vida dos sujeitos e na história da educação. Na tentativa de romper com o pensamento linear, de causa e efeito em educação, as discussões que permearam o grupo de educadores e alunos do Curso de Pedagogia, foram sendo consensuadas no sentido da superação desta visão e na ousadia de alçar alguns vôos em práticas transdisciplinares. A sociedade contemporânea em que vivemos recebe vários adjetivos: sociedade complexa, sociedade planetária, sociedade plural, sociedade do conhecimento, entre outros adjetivos. Estes adjetivos afirmam a sociedade contemporânea como a sociedade da incerteza, sociedade esta, onde “... os valores são ambivalentes, em que tudo é ligado” (MORIN, 2000, p. 84), e neste sentido, a incerteza do real é uma constante, o que significa que a realidade de cada um é simplesmente a idéia que ele possui de realidade (MORIN, 2000). Estamos, pois, na contemporaneidade, vivendo uma “permanente condição de incerteza, que é a condição permanente dos atores num sistema complexo” (MELUCCI, 1996, p. 22). As novas descobertas da física, por exemplo, estão abalando e derrubando certezas construídas há séculos. Pois bem, é neste emaranhado que define a sociedade atual que a universidade está inserida, e necessita, portanto, estar adequada às exigências desta sociedade complexa. A universidade enquanto espaço formal e privilegiado de produção de conhecimento precisa estar atenta e dar respostas ao problema universal desta sociedade do conhecimento. Este problema universal, que é entendido por Morin (2000) como necessidade intelectual e vital é “o conhecimento do mundo como mundo” (p. 35), que se desdobra nas seguintes indagações: “como ter acesso às informações sobre o mundo e como ter a possibilidade de articulá-las e organiza-las? Como perceber o Contexto, o Global (a relação todo/partes), o Multidimensional, o Complexo?” (p. 35). As respostas a essas questões fundamentais do conhecimento é tarefa insubstituível da educação do futuro, uma vez que “... existe inadequação cada vez mais ampla, profunda e grave entre, de um lado, os saberes desunidos, divididos, compartimentados e, de outro, as realidades ou problemas cada vez mais multidisciplinares, transversais, multidimensionais, transnacionais, globais e planetários” (MORIN, 2000, p. 36). É fundamental entendermos que a educação do futuro da qual nos fala Morin, é a educação do aqui e do agora. 15 Em relação à abrangência do conhecimento, o problema universal de “conhecer o mundo como mundo”, de entender este conhecimento enquanto conhecimento complexo e alicerçado na incerteza, e por isso, “conhecimento pertinente”, é o desafio que se coloca à universidade hoje. A universidade, para poder fazer frente a este desafio precisa reestruturar a sua maneira de ensinar e de compreender o ensino e proporcionar o entendimento de que já não basta uma visão e uma compreensão linear de mundo e sim que os saberes que constituem o mundo estão articulados entre si (unidade na diversidade). É aí que se define o papel da Pedagogia enquanto ciência que “... objetiva justamente promover a aprendizagem (...). A Pedagogia não está mais centrada na didática, em como ensinar, mas na ética e na filosofia, que se pergunta como devemos ser para aprender e o que precisamos saber para aprender a ensinar” (GADOTTI, 2000, p. 46). Na sociedade do conhecimento, a pedagogia assume um papel muito mais amplo do que simplesmente ensinar, visto que todos, neste modelo de sociedade, tornaram-se aprendizes e ensinantes, ou seja, a relação ensino-aprendizagem se modificou. A pedagogia, na sociedade do conhecimento, precisa ensinar que não existe mais aquele que ensina e aquele que aprende, e sim, que vivemos em uma “sociedade aprendente” (GADOTTI, 2000, p. 45). Inovar o pensamento, provocar uma mudança no pensamento (mudar os paradigmas), é o sentido da formação de professores na sociedade do conhecimento, se quisermos ampliar nossa visão de mundo. Nesse sentido, o professor, o aluno, a escola e o currículo passam a adquirir um novo significado. O professor torna-se parceiro do aluno, “mediador do conhecimento, sensível e crítico, aprendiz permanente (...), um construtor de sentido” (GADOTTI, 2000, p. 45). O aluno tornar-se-á construtor de sua formação, capaz de ser solidário, participativo e problematizador. A escola ultrapassará a função de lecionar e será “gestora do conhecimento (...), inovadora, construtora de sentido e plugada no mundo” (GADOTTI, 2000, p. 47). O currículo terá uma estreita ligação com o projeto de vida do aluno, pois estará pautado no cotidiano do mesmo, partirá do ponto onde se encontra o aluno, portanto, terá sentido para ele. Vista por este prisma, a pedagogia na sociedade do conhecimento, não é só “promoção da aprendizagem” e sim, “promoção da aprendizagem a partir da vida cotidiana” (GUTIERREZ & PRADO, 2000, p. 60). “A vida cotidiana é o lugar do sentido da pedagogia, pois a condição humana passa inexoravelmente por ela” (GADOTTI, 2000, p. 57). Partir da vida cotidiana faz a diferença, pois tal postura implica “ter 16 sempre presente o outro como legítimo outro, porque partimos de suas experiências, crenças, sonhos, desejos (...), implica respeito, tolerância e reconhecimento das idéias e contribuições do outro, (...), implica interação, comunicação, comunhão, amor” (GUTIERREZ & PRADO, 2000, p. 65). A isto, chamamos de diálogo. A Pedagogia pois, é a ciência do diálogo. Para que haja esse entendimento da Pedagogia, é “conditio sine qua non” a reforma do pensamento, a quebra de paradigmas, principalmente e necessariamente nos professores formadores de professores. Dentre as diversas dificuldades encontradas no processo de qualificação de professores com habilitação em Pedagogia, uma das mais significativas é a dificuldade de orientar o acadêmico a um processo de integração das teorias e conceitos estudados nas diversas disciplinas e áreas do conhecimento na sua formação de professor pedagogo, de modo a compreendê-la nas suas diversas dimensões e implicações éticas, estéticas, epistemológicas e político-pedagógicas. O que ocorre comumente com os alunos de pedagogia, e poderíamos dizer com a maioria dos alunos do curso de Pedagogia oferecido pela UNEMAT no Campus Universitário de Sinop em particular, é de os mesmos concluírem sua formação inicial compreendendo as condições do ser professor de forma fragmentada. Essa fragmentação se estabelece uma vez que os alunos não conseguem articular na sua formação de professor pedagogo os conceitos e teorias estudadas nas disciplinas oferecidas em cada semestre. Um problema construído no centro da cultura acadêmica e científica moderna, e que tem suas bases fundamentalmente focadas nas teorias racionalista e empirista, que, por sua vez, estabelecem os fundamentos da educação escolar a partir da modernidade. Daí a razão e importância de incluir no currículo do curso de Pedagogia as jornadas pedagógicas como um recurso e, ao mesmo tempo, um esforço para superar a fragmentação da formação do professor. a. As JORNADAS PEDAGÓGICAS O próprio Conselho Nacional de Educação, ao instituir as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura, (Resolução CNE/CP Nº.1, de 15 de Maio de 2006), estabelece para a formação do pedagogo os princípios da “interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética”. 17 Por isso, as jornadas pedagógicas devem ser entendidas na perspectiva de ações orientadas por temáticas articuladoras desenvolvidas em cada um dos semestres do curso, acompanhando este semestre no seu desenvolvimento integral. Em cada um dos semestres letivos terá uma temática articuladora das disciplinas, teorias e conceitos que contribuirá em certo sentido na formação do professor pedagogo, culminando no seu final com uma jornada pedagógica. As temáticas articuladoras deverão permitir aos estudantes do Curso de Pedagogia uma compreensão da educação num sentido amplo, como produção humana, histórico-cultural, transversalizada pela diversidade e pluralidade. Proporcionar a compreensão da escola como espaço social, construído pela humanidade, tornando-se campo de ação e de estudo da pedagogia e das demais ciências, cujos sujeitos da/na ação pedagógica e da formação pedagógica em processo, orientam-se por diferentes abordagens teóricas e experiências distintas, sendo fundamental um intenso diálogo com as diversas ciências, com os espaços não escolares, procurando perceber e entender suas implicações educacionais. A jornada pedagógica, por sua vez, deverá acontecer como uma ação planejada e articulada pelo conjunto dos professores que desenvolvem seu trabalho pedagógico num respectivo semestre, sendo que cada um dos professores destinará dez por cento (10%) da carga horária da sua disciplina para o planejamento e execução da jornada pedagógica. Esta por sua vez, deverá ser realizada em cada turma (semestre de formação), com no mínimo de duas noites de duração no final do semestre letivo. As temáticas definidas para integrar cada semestre de formação do pedagogo estarão assim distribuídas: 1º. SEMESTRE – Leituras de Realidade e Educação; 2º. SEMESTRE – A Educação como Prática Humana Intencional; 3º. SEMESTRE – Problematizações da Educação; 4º. SEMESTRE – Produção e Significação do Conhecimento Escolar e Investigação Educacional; 5º. SEMESTRE – Saberes e Fazeres na/da docência; 6º. SEMESTRE – Entrelaçamentos teórico-práticos do Currículo Escolar; 7º. SEMESTRE – As dimensões da investigação e práxis pedagógica do Contexto Escolar; 8º. SEMESTRE – Articulações do projeto Político Pedagógico Escolar. A socialização das discussões promovidas e provocadas no acontecimento das aulas, nos estudos teóricos, nas leituras de realidades educacionais, nas problematizações e possíveis construções de intervenções 18 pedagógicas, entrelaçados aos espaços de observações e práticas pedagógicas, nos diversos níveis da educação básica, vão ser sintetizadas nas jornadas pedagógicas semestrais. Elas representarão o encontro de experiências, reflexões, descobertas e desafios dos alunos e dos educadores de cada semestre, sendo um espaço que transpassa os muros das salas de aula. b. A PESQUISA EDUCACIONAL Tem como finalidade os estudos reflexivos acerca do espaço vivido como pessoa, como estudante e como profissional comprometido com o seu espaço social. As atitudes investigativas articularão as ações-reflexões-ações, na coexistência de uma ético-estética-política de valorização da vida, em suas múltiplas manifestações. Ela transversalizará os momentos teóricos, as atividades das práticas curriculares (práticas de ensino, estágios, atividades complementares), num processo que inicia-se com os sujeitos em integração com os saberes, que inclusive poderão constituir os objetos de pesquisa a serem construídos. Neste sentido, o professor se constitui no processo articulado de relações investigativas, reflexivas, educativas da vida escolar e da vida comunitária. Serão sistematizadas nos documentos que servirão de base para as jornadas pedagógicas e o documento final da Monografia/Trabalho de Conclusão de Curso. c. SEMINÁRIOS DE ORIENTAÇÃO O Curso de Pedagogia tendo a pesquisa como uma das atividades importantes do curso, definiu as seguintes linhas que poderão ser reformuladas no decorrer da execução do presente projeto de curso: • Tópicos específicos de Educação: Educação Permanente, Trabalho e Formação de Professores; • Ensino-Aprendizagem; • Sujeito do Conhecimento; • Movimentos Sociais, Sócio-Economia Solidária; • Educação e Gestão Ambiental; • História, Memória e Sociedade; • Ciência, Tecnologia, Educação e Cidadania; 19 • Políticas Educacionais, Escola, Interações Sociais e Relação com o Saber; • Saúde na Educação: um enfoque da Psicologia; • Educação Comparada; • Educação para o Pensar. Estas Linhas de Pesquisa foram homologadas e instituídas como linha de pesquisa da Faculdade de Educação através da Resolução nº054/02 – CONEPE, constituindo referencial para organização dos grupos de pesquisa, elaboração de projetos de pesquisa e de Pós-Graduação Lato Sensu. Histórico Após as discussões realizadas pelos professores do Departamento de Pedagogia durante o ano de 2005, 2006 e no início do ano de 2007, propomos as alterações necessárias para a regularização das orientações de projetos e de monografias, na relação de ensino-aprendizagem com o professor e educando de maneira transdisciplinar no desenvolvimento da investigação científica do curso de pedagogia. Para constituição desta proposta realizamos reuniões no Campus de Sinop, juntamente com o conjunto de professores do Departamento de Pedagogia, Pró-Reitor de Ensino de Graduação e Diretor da Faculdade de Educação na qual estabelecemos encaminhamentos que consolidam as Orientações como Atividades de Ensino constantes na Grade Curricular. Também, por ocasião da visita da comissão de renovação de reconhecimento deste curso, a comissão designada pelo Conselho Estadual de Educação, avaliou como extremamente positivo que este curso tenha encontrado uma dinâmica de trabalho de maneira que o aluno possa ter um horário de orientação em seu horário de aula, em não tenha que se ausentar para esta atividade. As orientações de projeto de pesquisa ocorrem no curso de pedagogia a partir do quarto semestre. A defesa em banca acontece no quinto semestre e é composta pelo professor da disciplina de pesquisa, o professor orientador e mais dois professores avaliadores. A partir da defesa do projeto em banca o acadêmico vai para a fase do desenvolvimento da pesquisa de campo e, posteriormente, no sétimo semestre o acadêmico deve novamente passar em banca para defesa da monografia. A banca de defesa de monografia terá o mesmo formato da banca de defesa do projeto. Os resultados pertinentes à pesquisa desenvolvida são apresentados publicamente em evento denominado Eventos Científicos da Metodologia de Pesquisa. 20 PROJETO DE SEMINARIO DE ORIENTAÇÕES Da proposta Após encaminhamentos, coleta de dados, Assembléia com Professores de Pedagogia e Reunião com o Pró-Reitor de Ensino de Graduação e o Diretor da Faculdade de Educação produz-se uma proposta para realização das Atividades de Ensino no que se refere às Orientações. Entendemos, concluído o levantamento de acadêmicos, acadêmicas, e seus respectivos orientadores tanto de Projetos quanto de Monografias, que a carga de trabalho desenvolvida pelos professores e professoras em atividades de ensino, conforme reza a Lei, apresenta características peculiares em nosso curso e que exigem dedicação constante dos professores. Para que os/as acadêmicos/as possam contar com uma participação efetiva dos seus orientadores em sua caminhada investigativa sendo orientados no interior de grupos de pesquisa, o que fortalece, sem dúvida, a pesquisa na UNEMAT, propomos a disciplina denominada “Seminário de Orientação” com carga horária semestral de 15 (quinze) horas do 4º ao 7º semestres. Tal procedimento fortalecerá as orientações, sem prejuízo dos conteúdos pedagógicos das disciplinas das quais, muitas vezes, os/as alunos/as precisavam se ausentar para serem orientados/as, considerando ainda que a grande maioria dos acadêmicos do curso de Pedagogia de Sinop é formada por trabalhadores/as que têm atividades profissionais no período diurno. Das Linhas de Pesquisa Educação, Trabalho e Formação de Professores; Políticas Públicas e Educação Ambiental; História, Memória e Sociedade; Filosofia na Educação; Educação Científica-Tecnológica e Cidadania. Do registro em Diário de Classe A disciplina “Seminário de Orientações” será regida pelas normas acadêmicas comuns às demais disciplinas do Curso, tendo o professor orientador à necessidade de registro das atividades de orientação/ensino em Diário de Classe. Da Ementa 21 A ementa para o processo de orientação será constituída atendendo as diversas linhas de pesquisa existentes no Departamento de Pedagogia. Estudos em grupos de pesquisa. Orientações individualizadas atendendo às temáticas específicas. Da Bibliografia A bibliografia será composta pelo conjunto dos Referenciais Bibliográficos que compõe os Planos de Ensino das disciplinas dos professores orientadores, atendendo as Linhas de Pesquisa do Departamento, com a flexibilidade necessária para atender demandas específicas, como temáticas referentes à temas transversais e que deverão ser constituídas pelo professor orientador, a cada aceite de orientando, no Planejamento de Orientação. 6. Da operacionalização da disciplina: Para operacionalização dos Seminários será levada em consideração as linhas de pesquisa do departamento, sendo que para o professor dispor da vaga deverá orientar pelo menos 05 acadêmicos do curso. Observando para esse item que o professor orientador deverá assumir orientação nesse processo operacionalizador, tendo acadêmicos do quarto ao sétimo semestre. Nesta perspectiva de trabalho no curso, observamos que não se fará necessário contrato adicional para um coordenador de TCC, reduzindo os custos do curso. Também, nesta proposta, foi feito um estudo de maneira que o número máximo de professores que estarão assumindo a disciplina de seminário de orientações, não excederá o número de 30 (trinta), considerando a proporção de alunos matriculados, não excedendo, desse modo, os impactos em folha previstos em leis da Universidade. Além destas, há perspectivas de criação de novas linhas de pesquisa para atendimento às demandas que se fizerem necessárias. d. AS PRÁTICAS DE ENSINO São as atividades do contexto social, econômico, político e cultural relacionadas aos sistemas de ensino. Ou seja, os elementos de caráter educativo relacionados aos elementos de níveis macro e micro-estruturais, enquanto constituidores das relações da vida e do cotidiano escolar. Elas serão desenvolvidas na execução das ementas das disciplinas, contemplando as diversas áreas do conhecimento, cujas execução de 22 atividades, sistematizadas nas jornadas pedagógicas, com caráter interdisciplinar e transdisciplinar. e. OS ESTUDOS TEÓRICOS Os conhecimentos pedagógicos, a compreensão e domínio de conteúdos específicos da formação, participação social e postura política, e investigação do e no cotidiano educativo a partir da articulação teoria-prática, serão estudadas, refletidas e aprofundadas nas diversas disciplinas e demais componentes curriculares. Essa compreensão será fundamentada em conceitos científicos, em diálogo constante com outros saberes, e suas teorias e serão relativas as dimensões do trabalho do ser educador. f. OS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS O SENTIDO DO ESTÁGIO NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES O Estágio Curricular Supervisionado, entendido como o tempo de aprendizagem, configura a práxis como concepção nuclear do curso de Pedagogia e a docência como eixo principal. Constitui-se como componente curricular obrigatório das licenciaturas e oferece ao licenciado um conhecimento do real contexto de trabalho (a escola) numa articulação e produção de novos sentidos e diferentes saberes para uma relação educativa de ensino e aprendizagem que se materializa no ser professor conforme o disposto no inciso IV no Art. 8.º da Resolução do CNE/CP nº. 1 de 15 de maio de 2006 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. O estágio curricular supervisionado realizado ao longo do curso, para o exercício profissional, em ambientes escolares e não-escolares, fundamenta-se em princípios de interdisciplinaridade, contextualização, democratização, pertinência e relevância social, ética e sensibilidade afetiva e estética. O estágio desenvolverá em quatro modalidades, a saber: I - Estágio Curricular Supervisionado de Gestão Educacional. 23 II - Estágio Curricular Supervisionado da Educação Infantil. III - Estágio Curricular Supervisionado do Ensino Fundamental. IV – Estágio Curricular Supervisionado da Educação de Jovens e Adultos. Entende-se, assim, que o estágio se constitui como um campo de conhecimento, o que significa atribuir-lhe “um estatuto epistemológico que supera sua tradicional redução à atividade prática instrumental. Enquanto campo de conhecimento o estágio se produz na interação dos cursos de formação” (PIMENTA, 2005, p.38) com o campo social no qual se desenvolvem as práticas educativas. Nesse sentido, o estágio poderá se constituir em atividade de pesquisa em observância ao disposto no inciso IX do Art. 5º da Resolução do CNE/CP nº 1 de 15 de maio de 2006. O Estágio Curricular Supervisionado no curso de Pedagogia, Campus Universitário de Sinop, da UNEMAT, se desenvolve tendo como legislação norteadora a Resolução do CNE/CP nº 1 de 15 de maio de 2006 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura e como parâmetro teórico-metodológico o PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO do curso a partir de pressupostos filosóficos e sociológicos, epistemológicos, didáticos e metodológicos, tendo como espaços, campos sociais/interacionais que promovam a leitura da realidade educacional num processo de interlocução entre a educação, a escola, os sujeitos (agentes educacionais) e espaços não-escolares. A pedagogia da problematização, que implica na (re) leitura da realidade educacional, na formulação de propostas pedagógicas e na inserção do curso no contexto educativo, é a linha metodológica que sustentará esse processo, como parte do exercício da função social da universidade, na medida em que se promove o diálogo com a sociedade e a socialização dos saberes produzidos via formação de professores. Daí conceber e entender o trabalho desenvolvido no estágio como a leitura das realidades apresentadas, campos de estágio, problematizações e intervenções, como linhas constitutivas do processo que se interagem e se dialogam sendo todas compreendidas como práxis na docência e na gestão educacional. Todo esse processo socializado mediante produções coletivas e individuais desenvolvidas pelos acadêmicos ao longo do processo formativo e ao final da graduação. O conceito de práxis aponta para o desenvolvimento do estágio como uma atitude investigativa, que envolve a reflexão e a intervenção na vida da escola, dos professores, dos alunos e da sociedade. Não entendemos a formação de professor (a), nas fases dos estágios, a partir da prática como imitação de modelos. O pressuposto 24 dessa concepção é o de que a realidade do ensino é imutável e os alunos que freqüentam a escola também o são. O estágio, então, nessa perspectiva reduz-se a observar os professores em aula e a imitar esses modelos, sem proceder a uma análise crítica fundamentada teoricamente e legitimada na realidade social em que o ensino se processa. Assim, a observação se reduziria à sala de aula, sem análise do contexto escolar, com a elaboração e execução de “aulas-modelos”, em que pese saber que o exercício de qualquer profissão é prático, como também é técnico. Na perspectiva da prática como instrumentalização, a atividade de estágio fica reduzida à hora da prática, ao como fazer, às técnicas a serem empregadas em sala de aula (PIMENTA, 2005). Em qualquer proposição para o estágio nos cursos de formação, e principalmente para os cursos de licenciaturas, em especial, o curso de Pedagogia, é fundamental que se explicite que o estágio é teoria e prática, e não teoria ou prática. Para tanto, é interessante que se compreenda que a profissão docente é uma prática social, ou seja, como tantas outras, é uma forma de se intervir na realidade social, no caso, por meio da educação que ocorre, não só, mas essencialmente nas instituições de ensino. Para melhor compreender a profissão docente, portanto, necessário se faz distingui-la como prática e como ação. Para Sacristán (1999), a prática é institucionalizada; são as formas de educar que concorrem em diferentes contextos institucionalizados, configurando a cultura e a tradição das instituições. Para Zabala (1998), a estrutura da prática institucional obedece a múltiplos determinantes, tendo sua justificação em parâmetros institucionais, organizativos, tradições metodológicas, possibilidades reais dos professores e das condições físicas existentes. A ação (cf. SACRISTÁN, 1999) refere-se aos sujeitos, seus modos de agir e pensar, seus valores, seus compromissos, suas opções, seus desejos e vontade, seu conhecimento, seus esquemas teóricos de leitura de mundo, seus modos de ensinar, de se relacionar com os alunos, de planejar e desenvolver seus planos de ação. É preciso, portanto, compreender a imbricação entre sujeitos e instituições, ação e prática. Gonçalves e Pimenta consideram que a finalidade do estágio é a de propiciar ao aluno uma aproximação da realidade na qual atuará. Assim, o estágio se afasta da compreensão até então corrente, de que seria a parte prática do curso de formação. Neste viés pedagógico e interpretativo, as autoras defendem uma nova 25 postura, uma redefinição do estágio que deve caminhar para a reflexão, a partir da realidade. Compreendemos assim, que a aproximação à realidade só tem sentido quando tem a conotação de envolvimento, de intencionalidade. É preciso que os professores de estágios procedam no coletivo, junto a seus pares e alunos, essa apropriação da realidade, para analisá-la e questioná-la criticamente, à luz de teorias, que têm o papel de iluminar e oferecer instrumentos e esquemas para análise e investigação, que permitam “questionar as práticas institucionalizadas e as ações dos sujeitos e, ao mesmo tempo, se colocar elas próprias em questionamento, uma vez que as teorias são explicações sempre provisórias da realidade” (GONÇALVES e PIMENTA, 2005, p. 45). Nesse sentido, o estágio proposto ao curso de Pedagogia do Campus Universitário de Sinop, é o estágio como atividade teórica de conhecimento, fundamentação, diálogo e intervenção na realidade, este sim (o estágio) objeto da práxis. Significa dizer que é no trabalho docente da sala de aula, do sistema de ensino e da sociedade que a práxis se dá. As atividades inerentes ao estágio, devem acontecer a partir da concepção do (a) estagiário (a), professor (a) em formação, como profissional reflexivo valorizando os saberes da prática docente (Schön, 1992) 2, que propõe uma formação profissional baseada numa epistemologia da prática, na perspectiva do estágio como produção teórica que substancia a práxis docente. Isso implica na valorização da prática profissional como momento de construção de conhecimento, por meio de reflexão, análise e problematização da realidade educacional constituída e da prática docente cotidiana. Portanto, compreendemos “que as Práticas de Ensino” desenvolvidas ao longo do currículo do curso e, a opção pela pedagogia da problematização (BORDENAVE, 1983) é que se constituem como eixos de flexibilização curricular que garantirão o diálogo entre teoria e prática e a afirmação do princípio de coletivo que sustenta e caracteriza os estágios deste curso no desenvolvimento das disciplinas pertinentes, garantindo as especificidades do estágio na Educação Infantil, em creches e pré-escola, o estágio no Ensino Fundamental e na educação de jovens e adultos, sendo a docência a base do processo e gestão educacional tanto em escolas como em outros ambientes educativos. 2 SCHÖN, D. “Formar professores como profissionais reflexivos”. In: NÓVOA, A (Org). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992 26 Os principais eixos conceptuais e pedagógicos das ações que são desenvolvidas nas propostas pedagógicas dos Estágios Curriculares Supervisionados, num entrelace de discursos teóricos, estão sustentados pelos quatro grandes eixos do currículo: pressupostos filosóficos e sociológicos, epistemológicos, didáticos e metodológicos o que significam um trabalho com conhecimentos pedagógicos, compreensão e domínio de conteúdos científicos, culturais e específicos da formação, participação social e postura política, e investigação do e no cotidiano educativo a partir da articulação teoria-prática. Nesse entendimento as disciplinas de Estágio Curricular Supervisionado constroem eixos significantes através da docência e gestão educacional com propostas de intervenção no cotidiano escolar, refletir sobre as relações e saberes pedagógicos que o constitui. A dialética da Ação-Reflexão-Ação, numa relação histórico-cultural-socal, contemplada na legislação sobre formação para professores, como o disposto em linhas gerais na Resolução CNE/CP Nº 1, de 15/maio de 2006, ainda, nos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série materializa-se em estudos de questões relacionadas à escola, ao currículo e à ação pedagógica na escolarização inicial, alicerçada no acompanhamento do cotidiano das instituições escolares mediante as práticas de ensino distribuídas ao longo do currículo do curso, como também em outros espaços não-escolares, além da análise crítica reflexiva dos processos de gestão educacional. A Globalização e Significatividade (HERNÁNDEZ E VENTURA, 1998) são conceitos e perspectivas teóricas dão sustentação à prática pedagógica, quanto ao papel do estagiário(a) professor (a), oferecem a possibilidade de reinventar o seu profissionalismo de forma criativa e participativa. Esse sujeito da ação docente passa a ocupar o papel de co-criador de saber e de cultura, aceitando com plena consciência a "vulnerabilidade" do próprio papel, junto à dúvida, ao erro e à curiosidade. Segundo Hernández e Ventura (1998), a concepção de globalização é encarada como um processo mais interno do que externo, “no qual as relações entre conteúdos e áreas de conhecimento ocorrem em função da necessidade (...) de resolver uma série de problemas que subjazem na aprendizagem. A significatividade é um conceito de educação que permeia as modalidades de ensino – educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental e educação de jovens e adultos, docência e gestão educacional - que entende a função da aprendizagem como desenvolvimento da compreensão que se constrói a partir de uma produção ativa de significados e do entendimento daquilo que pesquisam, identificando diferentes fatos, buscando explicações, formulando hipóteses enfim, confrontando dados para poder realizar "uma 27 variedade de ações de compreensão que mostrem uma interpretação do tema, e, ao mesmo tempo, um avanço sobre o mesmo". (Hernández, 2000, p. 184). A concepção de prática e de estágio é interpretada como movimento, como componente curricular e dimensão do conhecimento que transcendem a sala de aula na busca de concretizar a relação entre o saber e o fazer e com o objetivo de compreender as inter-relações constituídas na problemática do cotidiano educacional. Apresenta-se como o momento em que se produz algo conceituado e significado pela teoria estudada, sendo assim resgatado e administrado o sentido da atuação nesse momento; o estágio, compreendido como atividade teórica e prática; um tempo de aprendizagem, de conhecimento e leitura crítica do real constituído pelo cotidiano escolar; uma relação pedagógica e um processo de ensino-aprendizagem orientado por atividades recíprocas e mediado por profissionais mais experientes. A Prática Pedagógica Mediadora, o espaço da sala de aula, se torna um lugar de buscas e a professora ocupa a posição de mediadora. A ação de mediar significa propiciar ao aluno a relação com o saber na busca da sua apropriação; implica ainda, proporcionar-lhe um trabalho que oportunize constantes questionamentos e atitudes de enfrentamento de situações-problemas para a constituição do (a) profissional professor (a). A Gestão dos processos educativos, como planejamentos, implementação e avaliação de atividades escolares e de projetos, será contemplada como também uma das especificidades da proposta curricular do curso de Pedagogia e dos estágios curriculares supervisionados propiciando “ao estagiário, uma reflexão contextualizada, conferindo-lhe condições para que se forme como autor de sua prática por meio da vivência institucional, sistemática, intencional, norteada pelo projeto pedagógico da instituição formadora e da unidade campo do estágio” , conforme a Resolução CNE/CP Nº 1 de 15/maio/2006 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em pedagogia, licenciatura. Apontar estes princípios como balizares para as ações nos estágios do Curso de Pedagogia é falar sobre a posição assumida por todos os sujeitos envolvidos e responsáveis pelo processo de formação em Pedagogia. Significa no mínimo, proporcionar aos estagiários, alunos do curso Pedagogia, situações de integração com a realidade social, econômica, política e educacional mediante a interlocução com referenciais teóricos do currículo do curso, para interpretação do contexto em que se inserem e da função social da educação, mediante processo permanente de ação28 reflexão-ação no enfrentamento da linearidade e fragmentação nos cursos de formação. Assim, conforme o disposto no inciso II do Art.8 º das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura, as práticas de docência e de gestão educacional serão efetivadas por meio de “observação e acompanhamento, a participação no planejamento, na execução e na avaliação de aprendizagens, do ensino ou de projetos pedagógicos, tanto em escolas como em outros ambientes educativos”. Princípios Norteadores dos Ementários: Gestão Educacional Estudos das diferentes políticas de ação de ensino, articulada á política nacional de educação, estadual e municipal em suas diferentes formas de operacionalização e desdobramentos: Conselho Municipal de Educação, Secretaria Municipal de educação, Assessoria Pedagógica, instituições escolares, CEFAPRO – Centro de Formação Continuada dos profissionais de educação. Análise da política orçamentária para aplicação nas esferas: estadual e municipal, correspondente às necessidades locais. Municipalização do ensino na perspectiva da Constituição Federal de 1988. Projeto Político Pedagógico da escola. Educação Infantil O estágio de educação infantil, contempla o trabalho nas creches para crianças de 0 a 3 anos de idade e nas chamadas pré-escolas ou centros e classes de Educação Infantil para as de 4 a 5 anos de idade, com objetivo de educar e cuidar de crianças de 0 a 5 anos. Supõe definir previamente para a sociedade como isso será feito, e como se desenvolverão as práticas pedagógicas, para que as crianças e suas famílias sejam incluídas em uma vida de cidadania plena. Portanto, é importante que o Estágio Curricular de Educação Infantil, fundamente-se nos princípios norteadores: - Princípios Éticos: da autonomia, de responsabilidade, de solidariedade e do respeito ao bem comum; - Princípios Políticos: dos direitos e deveres de cidadania, do exercício de criatividade e do respeito á ordem democrática; 29 - Princípios Estéticos: da sensibilidade, criatividade, de ludicidade, da qualidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais. As propostas pedagógicas ou planejamento do estágio de Educação Infantil devem promover em suas práticas de educação e cuidados, a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivos/lingüísticos e sociais da criança, entendendo que a criança é um ser total, completo e indivisível. Desta forma, ser, sentir, brincar, expressar-se, relacionar-se, mover-se, organizar-se, cuidar-se, agir e responsabilizar-se são partes do todo de cada indivíduo, que desde bebê vão gradual e articuladamente, aperfeiçoando estes processos nos contatos consigo mesma, com pessoas, coisas e ambiente em geral. As propostas pedagógicas do estágio devem buscar a interação entre as diversas áreas, de conhecimentos e aspectos da vida cidadã, com conteúdos básicos para a constituição de conhecimentos e valores. Ensino Fundamental Interação com os sujeitos do conjunto das Escolas de Ensino Fundamental que compõem parte ativa dos Estágios mediante Convênio previamente firmado entre a Universidade/Curso de Pedagogia e órgãos também responsáveis pelos campos de estágios e ações que constituem a docência, caracterizando-a em obediência a Resolução N.º 01 de 15/05/06 do Conselho Nacional de Educação, com atuações específicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental /ciclos da Alfabetização e também na Educação de Jovens e Adultos. O Estágio deverá ser planejado e desenvolvido de forma que aconteça um maior número possível de leituras de diferentes realidades no sentido de problematizá-las em múltiplos momentos, que configurarão como re-leituras diversas, garantindo assim a qualidade nas intervenções, ancoradas nos pressupostos do currículo do curso, a saber: pressupostos filosóficosociológicos, epistemológicos e didático-metodológicos num olhar voltadas para as contribuições que se fizerem necessárias, para que neste fazer pedagógico fique assegurado o perfil do (a) PEDAGOGO (a) explicitado no Projeto Político Pedagógico do Curso. Nesse contexto teórico e metodológico o Estágio Curricular Supervisionado assume o compromisso com a docência (aspectos indispensáveis à construção do 30 profissional docente: identidade, saberes e posturas), conhecimento do sistema educacional: macro-micro; conhecimento do/no mundo de trabalho; conhecimento social político amplo; capacidade de entender e intervir na sociedade contemporânea, numa perspectiva que contemple a articulação de todos esses espaços e tempos também pelo eixo da gestão. A práxis pedagógica no estágio deve se apresentar desde os primeiros semestres. Vale ressaltar que como aspecto central de nosso curso encontra-se a práxis, a flexibilidade nas discussões e nas ações devem ser uma constante, sempre com a preocupação da identidade do/a pedagogo/a dentro de nosso curso. A práxis pedagógica no estágio deve se apresentar desde os primeiros semestres. Vale ressaltar que como aspecto central de nosso curso encontra-se a práxis, a flexibilidade nas discussões e nas ações devem ser uma constante, sempre com a preocupação da identidade do/a pedagogo/a dentro de nosso curso. Assim, o compromisso com o processo de ensino/aprendizagem (ensino entendido como práxis social), resultante das intenções que medeiam à construção do conhecimento no sentido de permitir aos sujeitos envolvidos neste processo refletir sobre a própria cultura e os contextos sociais a que pertencem: saber pedagógico específico da área de atuação (metodologias e disciplinas específicas da área de atuação), saber pedagógico das diferentes modalidades de ensino e educação), saberes pedagógicos produzidos a partir das experiências docentes dos estágios e práticas de ensino como componente curricular). Todo esse conjunto de ações e objetivos deságua no entendimento de oferecer ao acadêmico a capacidade de propor, coordenar e desenvolver projetos educacionais nos diferentes espaços escolares e não escolares, contemplando a integração entre as diferentes áreas de conhecimento; capacidade de lidar com as demandas da comunidade e compromisso com a gestão democrática dos espaços de atuação profissional. Estágio em ambientes não-escolares Possibilitar aos sujeitos educativos o conhecimento, a análise da realidade, e objetivos dos diversos espaços destinados às diferentes ações no âmbito: social, educacional e profissional, percebendo e avaliando sua intencionalidade política e 31 educativa, independente da sua organização e institucionalização sistêmica e estrutural, no sentido de superar exclusões sociais, étnicos raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas, de gêneros e outras. Possibilidades de conhecimento de ambientes não-escolares: 1) Presídios; 2) Orfanatos; 3) Conselho tutelar; 4) Casa de abrigo 5) Centro de formação continuada para profissionais da educação (CEFAPRO) 6) Ongs 7) Cursos profissionalizantes (CEPROTEC) e seus eventuais projetos 8) PETI – Programa de erradicação do trabalho infantil 9) Movimentos relacionados ao multiculturalismo 10) Centro de formação de condutores 11) APAE e eventuais oficinas pedagógicas 12) Centros de recuperação (droga, prostituição e outros) Programas e campanhas preventivas (saúde, descriminação, exploração, trabalho escravo, direitos humanos e inclusão social) 13) Pastorais: da criança, da terra e da família 14) Asilos 15) Clube de convivência da melhor idade 16) Movimentos sociais: sem teto, sem terra 17) Programas de inclusão digital 18) Clubes de serviços: Lions, Rotary, e outros. 32 2. O PERFIL DO EGRESSO PROFISSIONAL Ao profissional não basta ter conhecimento sobre o seu trabalho. É fundamental que saiba mobilizar esses conhecimentos, transformando-os em ação. Dessa forma, as competências, saberes e valores do profissional do curso de Pedagogia estão configurados em quatro eixos, que tem a pesquisa como princípio formador, a flexibilização como construção de saberes diferenciados e a inserção profissional como possibilidade de transformação. Esses grandes eixos são os seguintes: conhecimentos pedagógicos, compreensão e domínio de conteúdos específicos da formação, participação social e postura política, e investigação do e no cotidiano educativo a partir da articulação teoria-prática. Nessa perspectiva espera-se o egresso do curso seja antes de tudo, um professor. Além disto, um pesquisador na área da educação e articulador dos processos educacionais da escola. Um profissional com condições de diagnosticar e atuar na heterogeneidade do campo de trabalho caracterizada, por um lado, pela pulverização dos conhecimentos, por outro, pelos múltiplos locais para o exercício profissional: escolas, empresas, sindicatos, movimentos sociais, hospitais, etc. necessita ainda, ser capaz de coordenar a busca, participativa, de alternativas de ação. Impõe-se, também a este profissional uma postura constante de novas contribuições teórico-práticas na área da educação. Este perfil de quem considera o estudo como parte de sua profissão, deverá somar-se a uma atitude ativa de recriação de conhecimentos, de investigação da própria prática, de atenção crítica à realidade sociocultural que o cerca. Este(a) Pedagogo(a) define-se como um cidadão atuante para poder auxiliar no processo de consolidação da cidadania de seus alunos. Tendo o aluno como perspectivas de: – Assumir uma postura ético-profissional na educação; – Compreender o estágio como momento da formação que se exercita a atividade profissional apoiada nas reflexões desenvolvidas no decorrer do processo formativo. – Saber-fazer na educação no enfrentamento de situações adversas no processo aprendizagem e saber gerir as mais diferentes atividades que constituem a sua profissão; – Como sujeito histórico-social, constituir-se e significar-se como sujeito de intervenção, com responsabilidades sociais e políticas, que na prática, na 33 trajetória de sua profissão se constrói, por isso compreender a formação na ação; – Ser um sujeito com competências e saberes para planejar, ensinar, orientar situações de estudos, preparar materiais, utilizar recursos tecnológicos para uma metodologia criativa e eficiente, avaliar e compreender conteúdos específicos disciplinares da formação; – Ser um profissional capaz de inserir-se na comunidade e saber se posicionar junto à classe; – Ser sujeito participativo com conhecimentos pedagógicos e capacidade de mobilizar saberes, recursos tecnologias para intervir na realidade; – Ser profissional com competências para fazer da sua prática uma reflexão crítica para produção de novos conhecimentos e novas formas de agir no processo ensino-aprendizagem. – Ser profissional capacitado à investigação de situações apresentadas no campo educacional captando as contradições. – Saber mapear problemas e contextos do processo aprendizagem, para análise, argumentação e produção de conhecimentos. – Ser um cidadão ético e profissional com compromissos e valores humanos e sociais para a construção e efetivação da boa convivência numa sociedade justa, solidária e includente. – Compreender o contexto histórico, sociocultural e científico dos processos de formação humana, de produção do conhecimento e de organização do trabalho pedagógico, na perspectiva de uma educação crítica, que contribua para a transformação social; – Dominar os conteúdos das diferentes áreas de conhecimento que lhe cabem ensinar e as respectivas didáticas e metodologias de maneira a poder conceber, planejar e administrar situações de ensino e aprendizagem; – Compreender a vinculação teoria-prática que orienta as decisões do fazer docente, transformando seus conhecimentos cientificos específicos e a teoria pedagógica em prática pedagógica escolar, selecionando e organizando os conteúdos de modo a superar a compartimentalização 34 atual das disciplinas, mediante a construção coletiva de formas pedagógicas que tomem a inter e a transdisciplinaridade como princípios; – Buscar a articulação entre a escola e o mundo das relações sociais e produtivas através de procedimentos metodológicos apoiados em bases epistemológicas adequadas; – Organizar e gerir o espaço escolar de forma democrática, internamente e em suas articulações com a sociedade; – Desenvolver o ensino numa perspectiva investigativa, refletindo sobre sua própria prática docente, desenvolvendo saberes educacionais, a partir das questões nela experienciadas; – Desenvolver pesquisas no campo teórico-metodológico da educação e especificamente da docência. 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem no Curso de Pedagogia, assegurada a autonomia didático-pedagógica dos professores, deve observar e atender a 9ª Normatização Acadêmica da Universidade do Estado de Mato Grosso, aprovada através da Resolução nº. 061/2005-CONEPE. A referida Normatização estabelece que a avaliação do desempenho acadêmico será “por disciplina, por meio de acompanhamento contínuo do discente e dos resultados por ele obtido nos exercícios, provas, atividades acadêmicas e exame final” (art. 81). Dedica onze artigos (art. 81 a art. 91), para explicitar os procedimentos que devem ser observados no processo de avaliação do desempenho acadêmico. Observada a Normatização Acadêmica em vigor, os professores que atuam no Curso de Pedagogia deverão pautar o processo de avaliação na lógica da aprendizagem, e não na lógica da seleção. Para isto, a avaliação deve ser compreendida como parte do processo de ensino e aprendizagem e deve se orientar pelas questões: por que? e para que se avalia?. Nesta perspectiva, a avaliação deve ser criteriosa e estar a serviço da aprendizagem do acadêmico, deve ser uma oportunidade de diálogo, de leituras das realidades vivenciadas pelo conjunto de 35 componentes curriculares do curso, de proposições e ações sociais com vistas a promoção da educação para e na cidadania. Para assegurar uma avaliação enquanto promoção da aprendizagem, os professores deverão também, diversificar os instrumentos e procedimentos para avaliação e desenvolver atividades de caráter integrado, com diferentes disciplinas. O trabalho integrado dar-se-á oficialmente nas Jornadas Pedagógicas, nos Projetos de Pesquisa Educacional, nas Monografias de Conclusão de Curso, nos Estágios Curriculares Supervisionados e nos Eventos Científicos e Pedagógicos. Entretanto, os professores devem criar numa perspectiva interdisciplinar, espaços e situações de aprendizagem, planejados e articulados coletivamente, que possibilitem reflexões e ações acerca dos processos educacionais, que fortaleçam a formação e a profissionalização do pedagogo. A interdisciplinaridade além de provocar o trabalho coletivo, supõe o entrelaçamento de temas, o debate e reflexões epistemológicas que conduzem a processos avaliativos mais amplos e não a uma avaliação fragmentada, superficial e localizada. Ou seja, devemos avaliar o que se aprendeu e mediar novas aprendizagens. Nos trabalhos coletivos que integram diversas disciplinas, os professores poderão a partir de uma mesma produção do acadêmico, avaliar áreas afins e cada um avaliará os aspectos pertinentes a sua área. Como a avaliação não apresenta uma finalidade em si mesma, e sim, como prática educativa, o Curso de Pedagogia propõe alguns critérios para orientar o processo de avaliação da aprendizagem que propiciem tanto para o aluno como para o professor focar na lógica da aprendizagem: 1. Provas e/ou pesquisas com textos dissertativos. O professor fará a avaliação e os acadêmicos que não atingirem resultado satisfatório de acordo com a proposta da Disciplina, receberão as produções com apontamentos feitos pelo professor, para refazer os pontos falhos e incompletos. 2. Oportunizar-se-á ao acadêmico que não atingir o objetivo da Disciplina, três (3) momentos para refazer suas produções (avaliações, pesquisas bibliográficas, produções, etc.). 36 3. Após a terceira revisão e orientação realizada pelo professor, caso o acadêmico ainda não tenha atingido o resultado considerado satisfatório para a Disciplina, submeter-se-á a exame final se necessário. 4. Nos casos de apresentações orais de trabalhos, o acadêmico fará a sua apresentação, não conseguindo resultado satisfatório, terá outra oportunidade para reestruturar o seu trabalho e apresentá-la novamente, conforme critérios de avaliação da Disciplina. 5. Os acadêmicos que não atingirem a média vigente na Instituição, serão submetidos aos critérios estabelecidos na Normatização Acadêmica. Entretanto, estes critérios não devem ser entendidos como uma “camisa de força”, e sim, enquanto orientação para o processo avaliativo que contemple as seguintes funções: diagnóstica, formativa e somativa. E que possibilitem a tomada de decisões e a melhoria da qualidade do ensino e da formação do Licenciado em Pedagogia. O corpo docente do Curso de Pedagogia deve observar também, as orientações estabelecidas neste Projeto Pedagógico, em relação aos estágios curriculares supervisionados, os trabalhos de conclusão de curso (pesquisa e monografia), as jornadas pedagógicas e as atividades práticas. A avaliação no Curso de Pedagogia deve ser promovida enquanto processo dialógico, emancipador e cumulativo e não apenas objeto de certificação. Deve imprimir liberdade de movimento e decisão. 37 V. COMPOSIÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR 1º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: Leituras de Realidades e Educação3 Antropologia História Geral da Educação Filosofia da Educação I Sociologia da Educação I Práticas de leituras e produção de textos Metodologia Científica I Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional I (Diurno) Total da carga horária do 1º semestre 2º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: A Educação como prática humana intencional Introdução a Psicologia Sociologia da Educação II Metodologia Científica II Políticas Educacionais História da Educação Brasileira Educação Infantil I: Relações Infância–Família-Escola Didática I Matemática Básica Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional II (Diurno) Total da carga horária do 2º semestre 3º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: Problematizações da Educação Alfabetização nas Ciências Tecnológicas Alfabetização e Letramento I Filosofia da Educação II História da Educação Regional Fundamentos da Ciência Biológica para o Desenvolvimento Humano Didática II Educação de Jovens e Adultos Metodologia de Pesquisa Educacional I Educação Física: Cultura Corporal e Educação Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental I (Diurno) Total da carga horária do 3º semestre Créditos Carga Horária 4.0.0.0 5.0.0.0 4.0.0.0 5.0.0.0 3.1.0.0 3.0.0.0 0.1.0.0 60 75 60 75 60 45 15 24.2.0.0 390 3.0.0.0 2.1.0.0 3.0.0.0 2.0.0.0 3.1.0.0 1.1.0.0 3.0.0.0 3.1.0.0 0.1.0.0 45 45 45 30 60 30 45 60 15 21.5.0.0 375 1.0.1.0 4.1.0.0 2.1.0.0 1.1.0.0 3.1.0.0 30 75 45 30 60 2.1.0.0 2.0.0.0 1.1.0.0 1.3.0.0 0.2.0.0 45 30 30 60 30 17.11.1.0 435 4º Semestre 3 . - Obs.: 10% da carga horária das disciplinas serão destinadas a preparação e realização das jornadas pedagógicas previstas no curso. 38 Tema da Jornada Pedagógica: Produção\significação do conhecimento escolar e investigação educacional Educação Infantil II Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem na Educação Alfabetização e Letramento II Organização da Educação Brasileira e Legislação I Sociologia da Escola Seminário de Orientação I Metodologia de Pesquisa Educacional II (qualificação) Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil I (Diurno) Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental II (Diurno) Total da carga horária do 4º semestre 4.1.0.0 3.2.0.0 75 75 1.2.0.0 2.1.0.0 3.1.0.0 1.0.0.0 2.1.0.1 0.2.0.0 45 45 60 15 60 30 0.2.0.0 30 15.12.0.1 435 3.2.0.0 3.2.0.0 3.0.2.0 75 75 75 3.1.0.0 2.2.0.0 0.5.0.0 60 60 75 0.1.0.0 15 1.0.0.0 15.13.2.0 15 450 3.2.0.0 3.1.0.0 3.1.0.0 3.1.0.0 3.1.0.0 3.1.0.0 0.5.0.0 75 60 60 60 60 60 75 1.0.0.0 19.12.0.0 15 465 5º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: Saberes e fazeres na/da docência Língua Portuguesa para o Início da Escolarização Matemática para o Início da Escolarização Tecnologias de Informação e Comunicação e o Contexto Escolar Educação Infantil III: Fazeres e Saberes na Escola Infantil Organização da Educação Brasileira e Legislação II Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil II (Pré-Escola) Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional III Seminário de Orientação II Total da carga horária do 5º semestre 6º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: Entrelaçamentos teóricopráticos do currículo escolar Educação Especial I História para o início da Escolarização Artes para o Início da Escolarização Geografia para o início da Escolarização Ciências Naturais para o início da Escolarização Educação Física para o Início da Escolarização Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil III (Creche) Seminário de Orientação III Total da carga horária do 6º semestre 39 7º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: As dimensões da investigação e práxis pedagógica no contexto escolar Metodologia de Pesquisa Educacional III (Monografia) Eventos Científicos da Metodologia de Pesquisa Educacional Educação Especial II – Libras Psicologia da Educação Seminário de Orientação IV Estágio Curricular Supervisionado do Ensino Fundamental III (Alfabetização) Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental IV (Outros anos) Total da carga horária do 7º semestre 1.5.0.0 1.3.0.0 90 60 2.2.0.0 3.2.0.0 1.0.0.0 0.5.0.0 60 75 15 75 0.5.0.0 75 8.22.0.0 450 3.3.0.1 3.3.0.1 3.2.0.0 105 105 75 0.3.0.0 45 0.1.0.0 15 09.12.0.2 345 8º semestre Tema da Jornada Pedagógica: Articulações do projeto político-pedagógico escolar Didática III: Seminário PPP da Educação Infantil Didática IV: Seminário PPP do Ensino Fundamental Filosofia da Educação III: princípios éticos – estéticos ecológicos do cuidado na educação Estágio Curricular Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional IV Total da carga horária do 8º semestre Observações sobre o sistema de créditos: O sistema de créditos adotado pela UNEMAT, conforme a 9ª Normatização Acadêmica aprovada em agosto de 2005 pelo CONEPE, tem a seguinte correspondência: 1.1.1.1 ⇒ A primeira coluna compreende aulas teóricas. ⇒ A segunda coluna compreende aulas práticas como componente curricular. ⇒ A terceira coluna compreende aulas laboratoriais. ⇒ A quarta coluna compreende pesquisa de campo. Nesta matriz curricular, trabalhamos como aulas teóricas, práticas de ensino, estágios curriculares supervisionados, aulas laboratoriais e aulas de campo. Para efeito de adequação a atual Normatização Acadêmica, adotamos a seguinte distribuição: ⇒ Primeira coluna: Aulas teóricas. ⇒ Segunda coluna: Estágio curricular supervisionado e práticas de ensino. ⇒ Terceira coluna: aulas laboratoriais. ⇒ Quarta coluna: Pesquisa de campo (educacional). Distribuição da Carga Horária do Curso de Pedagogia na Matriz Curricular: 40 ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ Aulas teóricas: 128 créditos = 1.920 horas Práticas de ensino: 51 créditos = 765 horas. Estágio curricular supervisionado: 38 créditos = 570 horas. Aulas laboratoriais: 3 créditos = 45 horas Pesquisa de campo: 3 créditos = 45 horas Carga horária da Matriz Curricular: 3.345 horas (Três mil, trezentas e quarenta e cinco horas), que totalizam 223 créditos. Carga horária de Atividades Complementares: 200 horas (Duzentas horas). O Curso de Pedagogia totaliza 3.545 (Três mil, quinhentas e quarenta e cinco horas) VI QUADRO RESUMO POR ÁREAS ÁREAS Antropologia DISCIPLINAS Antropologia – 60 h – 1º. Sem. TOTAL/ HORAS ÁREA 60 História Educação da História Geral da Educação – 75 h – 1º sem. História da Educação Brasileira – 60 h – 2º sem. História da Educação Regional – 30 h - 3º sem. 165 Sociologia Sociologia da Educação I – 75 h – 1º sem. Sociologia da Educação II – 45 h – 2º sem. Sociologia da Escola – 60 h - 4º sem. 180 Psicologia Introdução a Psicologia – 45 h – 2º Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem na Educação – 75 h - 4º sem. Psicologia da Educação – 75 h – 7º sem. Filosofia da Educação I – 60 h – 1º Filosofia da Educação II – 45 h – 3º Filosofia da Educação III: Princípios ético – estético ecológicos do cuidado na Educação – 75 h – 8º sem. Educação Física I: cultura corporal e educação – 60 h – 3º sem. 195 Pesquisa Educacional Metodologia Científica I – 45 h – 1º sem. Metodologia Científica II – 45 h – 2º sem. Metodologia de Pesquisa Educacional I – 30 h - 3º sem. Metodologia de Pesquisa Educacional II – 60 h - 4º sem. Metodologia de Pesquisa Educacional III (Monografia) – 90 h - 7º. Sem. Eventos Científicos da Metodologia de Pesquisa Educacional – 60h - 7º. Sem. 330 Língua Portuguesa Educação Práticas de leituras e produção de textos – 60 h – 1º sem. 60 Educação Especial I – 75 h - 6º sem. 135 Filosofia Educação Física 180 60 41 Especial Educação Especial II: Libras – 60 h - 7º. Sem. Matemática Matemática Básica – 60 h - 2º sem. 60 Tecnologias de Informação e de Comunicação na Educação Metodologias de Ensino Alfabetização nas Ciências Tecnológicas – 30 h – 3º sem. Tecnologias de Informação e Comunicação e o Contexto Escolar – 75 h - 5º sem. 105 Língua Portuguesa para o Início da Escolarização – 75 h – 5º sem. Matemática para o Início da Escolarização – 75 h - 5º sem. História para o Início da Escolarização – 60 h - 6º sem. Geografia para o Início da Escolarização – 60 h - 6º sem. Ciências Naturais para o Início da Escolarização – 60 h - 6º sem. Educação Física para o Início da Escolarização – 60 h - 6º sem. Artes para o Início da Escolarização – 60 h - 6º sem. Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil I – 30 h - 4º sem. Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil II – 75 h - 5º Sem. Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil III – 75 h - 6º sem. Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental I – 30 h - 3º sem. Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental II –30 h - 4º sem. Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental III (Alfabetização) – 75 h - 7º Sem. Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental IV (outros anos) – 75 - 7º sem. Estágio Curricular Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos – 45 h - 8º sem. 885 Educação Infantil Educação Infantil I: Relações Infância – Família - Escola – 30 h – 2º sem. Educação Infantil II – 75 h – 4º sem. Educação Infantil III: Fazeres e Saberes na Escola Infantil – 60 h – 5º sem. 165 h Alfabetização e Alfabetização e Letramento I – 75 h – 3º sem. Letramento Alfabetização e Letramento II – 45 h - 4º sem. Educação de Jovens e Adultos – 30 h – 3º sem. 150 h Didática 360 h Didática I – 45 h – 2º sem. Didática II – 45 h - 3º sem. Didática III: Seminário do PPP Educação Infantil – 105 h - 8º sem. Didática III: Seminário do PPP Ensino Fundamental – 105 h - 42 8º sem Estágio Curricular Supervisionado na Gestão Educacional I – 15 h – 1º sem Estágio Curricular Supervisionado na Gestão Educacional II – 15 h – 2º sem. Estágio Curricular Supervisionado na Gestão Educacional III – 15 h - 5º Sem. Estágio Curricular Supervisionado na Gestão Educacional IV – 15 h - 8º sem. Estrutura e Políticas Educacionais – 30 h – 2º sem. Funcionamento Organização da Educação Brasileira e Legislação I – 45 h - 4º do Ensino sem. Organização da Educação Brasileira e Legislação II – 60 - 5º sem. 135 h Biologia Educacional 60 h Fundamentos da Ciência Biológica para o Desenvolvimento Humano – 60 h. - 3º sem. VI QUADRO DE PRÉ-REQUISITOS: 1º Semestre Disciplina Pré-Requisito Tema da Jornada Pedagógica: Leituras de Realidades e Educação. Antropologia História Geral da Educação Filosofia da Educação I Sociologia da Educação I Práticas de leituras e produção de textos Metodologia Científica I Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional I 2º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: A Educação como prática humana intencional Introdução a Psicologia Sociologia da Educação II Sociologia da Educação I Metodologia Científica II Metodologia Científica I Políticas Educacionais História da Educação Brasileira História Geral da Educação Educação Infantil I: Relações Infância–Família-Escola Didática I Matemática Básica Estágio Curricular Supervisionado em Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional II Gestão Educacional I 3º Semestre 43 Tema da Jornada Pedagógica: Problematizações da Educação Educação Física: Cultura Corporal e Educação Alfabetização nas Ciências Tecnológicas Alfabetização e Letramento I Filosofia da Educação II Filosofia da Educação I História da Educação Regional História Geral da Educação e História da Educação Brasileira Fundamentos da Ciência Biológica para o Desenvolvimento Humano Didática II Didática I Educação de Jovens e Adultos Metodologia de Pesquisa Metodologia Científica I e II Educacional I Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental I 4º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: Produção\significação do conhecimento escolar e investigação educacional Educação Infantil II Educação Infantil I Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem na Educação Alfabetização e Letramento II Alfabetização e Letramento I Organização da Educação Brasileira Políticas Educacionais e Legislação I Sociologia da Escola Sociologia da Educação I e II Metodologia de Pesquisa Metodologia Científica I e II e Educacional II (qualificação) Metodologia da Pesquisa Educacional I Seminário de Orientação I Metodologia da Pesquisa Educacional I Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil I: Relações Infância Educação Infantil I Família e Escola Educação Infantil II Estágio Curricular Supervisionado no Alfabetização e Letramento I e Ensino Fundamental II Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental I 5º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: Saberes e fazeres na/da docência Língua Portuguesa para o Início da Práticas de Leitura e produção de Escolarização textos Matemática para o Início da Matemática Básica Escolarização Tecnologias de Informação e Alfabetização nas Ciências Comunicação e o Contexto Escolar Tecnológicas Educação Infantil III: Fazeres e Educação Infantil I: Relações Infância Saberes na Escola Infantil Família e Escola; Educação Infantil II Organização da Educação Brasileira Políticas Educacionais e Organização 44 e Legislação II da Educação Brasileira e Legislação I Seminário de Orientação II Seminário de Orientação I Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil I: Relações Infância Educação Infantil II (Pré-Escola) Família e Escola; Educação Infantil II; e Estágio Curricular Supervisionado da Educação Infantil I Estágio Curricular Supervisionado em Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional III Gestão Educacional I e II 6º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: Entrelaçamentos teórico-práticos do currículo escolar Educação Especial I História para o início da História Geral da Educação; História Escolarização da Educação Brasileira e História da Educação Regional Artes para o Início da Escolarização Geografia para o início da Escolarização Ciências Naturais para o início da Fundamentos da Ciência Biológica Escolarização para o Desenvolvimento Humano Educação Física para o Início da Educação Física: Cultura Corporal e Escolarização Educação Seminário de Orientação III Seminário de Orientação I e II Estágio Curricular Supervisionado na Educação Infantil I: Relações Infância Educação Infantil III (Creche) Família e Escola; Educação Infantil II; e Estágio Curricular Supervisionado da Educação Infantil I e II 7º Semestre Tema da Jornada Pedagógica: As dimensões da investigação e práxis pedagógica no contexto escolar Metodologia de Pesquisa Metodologia Científica I e II e Educacional III (Monografia) Metodologia da Pesquisa Educacional I e II Eventos Científicos da Metodologia Metodologia Científica I e II e de Pesquisa Educacional Metodologia da Pesquisa Educacional I, II e III Educação Especial II – Libras Educação Especial I Psicologia da Educação Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem na Educação Seminário de Orientação IV Seminário de Orientação I, II e III Estágio Curricular Supervisionado do Alfabetização e Letramento I e Ensino Fundamental III Estágio Curricular Supervisionado no (Alfabetização) Ensino Fundamental I e II (Alfabetização) Estágio Curricular Supervisionado no Estágio Curricular Supervisionado do Ensino Fundamental IV (Outros anos) Ensino Fundamental I e II (Alfabetização) 8º semestre Tema da Jornada Pedagógica: Articulações do projeto político45 pedagógico escolar Didática III: Seminário Projeto Político Pedagógico da Educação Infantil Didática IV: Seminário Projeto Político Pedagógica do Ensino Fundamental Filosofia da Educação III: princípios éticos – estéticos - ecológicos do cuidado na educação Estágio Curricular Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos Todas as disciplinas dos semestres anteriores Todas as disciplinas dos semestres anteriores Filosofia da Educação I e II Educação de Jovens e Adultos; e Alfabetização e Letramento I e Estágio Curricular Supervisionado no Ensino Fundamental I e II (Alfabetização) Estágio Curricular Supervisionado em Estágio Curricular Supervisionado em Gestão Educacional IV Gestão Educacional I e II e III 46 1. Fluxograma I Semestre II Semestre Introdução a Psicologia História Geral da Educação Filosofia da Educação I Sociologia da Educação I Antropologia III Semestre Alfabetização e Letramento I VI Semestre VII Semestre Alfabetização e Letramento II Seminário de Orientação II Educação Física para o Início da escolarização Estágio Curricular do Ensino Fundamental III História para o início da Escolarização Psicologia da educação Tecnologias de Informação e Comunicação Artes para o Início da Escolarização Eventos científicos da metodologia de pesquisa educ. História da Educação Regional Políticas Educacionais Filosofia da Educação II Sociologia da Educação II Biologia: Ciência do Desenvolvimento Humano Psicologia do Desenvolv. e da Aprendizagem na Educação Língua Portuguesa para o Início da Escolarização Geografia para o início da Escolarização Educação Infantil I: Relações Infância– Família-Escola Educação de Jovens e Adultos Educação Infantil II Educação Infantil III: Currículo e Estágio Curricular na Educação Infantil III Didática II Estágio Curricular no Ensino Fundamental II Estágio Curricular na Educação Infantil II Didática I Estágio Curricular em Gestão Educacional I V Semestre História da Educação Brasileira Práticas de leituras e produção de textos Metodologia Científica I IV Semestre Metodologia Científica II Estágio Curricular no Ensino Fundamental I Estágio Curricular em Gestão Educacional II Metodologia de Pesquisa Educacional I Matemática Básica Alfabetização nas Ciências Tecnológicas Estágio Curricular na Educação Infantil I Sociologia da Escola Organização da Educação Brasileira e Legislação I Escolarização Educação Especial I VII Semestre Filosofia da Educação III: princípios éticos... Seminário de orientação IV Estágio Curricular na Educação de Jovens e Adultos Educação Especial II – Libras Didática IV: Seminário PPP do Ensino Fundamental Didática III: Seminário Projeto Político Pedagógico da Educação Infantil Organização da Educação Brasileira e Legislação II Seminário de Orientação III Metodologia de Pesquisa Educacional III Metodologia de Pesquisa Educacional II Estágio Curricular em Gestão Educacional III Ciências Naturais para o início da Escolarização Estágio Curricular no Ensino Fundamental IV Seminário de orientação I Matemática para o Início da Escolarização Didática IV: Seminário PPP do Ensino Fundamental VIII. EMENTAS DO CURSO DE PEDAGOGIA4 1º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: LEITURAS DE REALIDADES E EDUCAÇÃO ANTROPOLOGIA (60 H) - CRÉDITOS: 4.0.0.0 Ementa As correntes do pensamento antropológico no que diz respeito à descrição, interpretação e análise das formas de organização social dos agrupamentos humanos. Os debates que marcaram a trajetória da disciplina e as noções-chave da Antropologia Social. Oscilação das abordagens entre o funcionalismo, estrutura e o processo como instrumentos analíticos para compreender as dinâmicas sociais na experiência humana. Conceitos de parentesco, trocas materiais e simbólicas, constituição social da pessoa, pensamento simbólico, mito e ritual, permanência e mudança. As noções de alteridade e etnocentrismo, a formação de representações e identidades sociais, os encontros inter-culturais. Apresentação da Antropologia como ciência do “outro” e introdução ao método etnográfico. Bibliografia Básica HEUSCH, l. de. Os pontos de vista estruturais em antropologia e seus principais campos de aplicação. In: BARDUT, MARC et al. Antropologia. Rio de Janeiro: fgv, 1975. LE BRETON, David. Adeus ao corpo: Antropologia e Sociedade. Campinas: Papirus, 2003. MALINOWSKI, Bronislaw. Antropologia. São Paulo: Ática, 1986. MARCONI, Marina de Andrade e Presotto, NEVES. Zelia Maria..Antropologia: uma introdução. São Paulo: Atlas, 1987. 48 OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. O trabalho do antropólogo. São Paulo: UNESP, 2000. RADCLIFFE-Brown. Antropologia. São Paulo: Ática, 1978. SAHLINS, Marshall. Ilhas de História. Rio de JKaneiro: Jorge Zahar, 1997. LEVI-STRAUSS, Claude. O pensamento selvagem. Campinas: Papirus, 2005. HISTÓRIA GERAL DA EDUCAÇÃO (75 H) - CRÉDITOS: 5.0.0.0 Ementa História da educação e da pedagogia. Questões educacionais referentes ao mundo Antigo, Medieval, Moderno e Contemporâneo. A educação em sociedade sem classe; a sociedade e a educação na Grécia e na Roma Antiga. Características gerais da educação chinesa, hindu, índia, egípcia, fenícia, persa e hebraica; a educação medieval e moderna. A educação burguesa, o renascimento e a educação nas Sociedades Socialistas. Os desafios da educação no contexto sócio-econômico e político do terceiro milênio. Bibliografia Básica ABREU, Martha e SOIHET, Raquel (org). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. RJ: Casa da Palavra, 2003. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2006. ARAUJO, José Carlos et alli.(orgs.) Novos temas em História da Educação brasileira. Campinas: Autores Associados, 2003. CAMBI, Franco. História da pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999. FARIA FILHO, Luciano Mendes de. Pensadores Sociais e História da Educação. Belo Horizonte/MG: Autêntica, 2006 GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. 8 ed. São Paulo: Ática, 2005. 49 FRANCISCO FILHO, Geraldo. História Geral da Educação. São Paulo: Alínea, 2003. GATTI JR, Décio. A Escrita Escolar da História. Bauru/SP: EDUSC, 2004. LARROYO, Francisco. História Geral da Pedagogia, Tomo I . São Paulo: Mestre Jou, 1974. LUZURIAGA, Lorenzo. História da Educação e da Pedagogia. São Paulo: CIA Editora Nacional, 1985. NAMO DE MELLO, Guiomar. Educação Escolar Brasileira: o que Trouxemos do Século XX? Porto Alegre/RS: Artmed, 2004. ROSA, Maria da Glória. A história da educação através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1999. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO I (60 H) CRÉDITOS: 4.0.0.0 Ementa Proporcionar caminhos para o conhecimento da História da Filosofia, tendo como eixos: as teorias do conhecimento que expressam, em última instância, concepções epistemológicas que fundamentam as teorias da aprendizagem; as concepções de educação, envolvendo a paidéia grega, a escolástica medieval e a educação científica moderna, que expressam em última instância a formação de modos de ser e conviver enquanto humanos. Enfim, desenvolver o entendimento das correntes e tendências filosóficas que influenciaram e influenciam a educação, enquanto subsídio para a formação de um profissional da educação crítico com relação ao mundo e a sociedade onde se encontra inserido, oportunizando o desenvolvimento de concepções e posições próprias. Bibliografia Básica BECKER, Fernando. Educação e Construção do Conhecimento. Porto Alegre: Artmed Editra, 2001. BECKER, Fernando. A Epistemologia do Professor: o cotidiano da escola. 9. edição. Petrópolis: Vozes, 2001. 50 CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 1997. DORNELES, Melvina do Amaral. " Idéias germinais: movimento e ordem". In: Texto traduzido do espanhol que corresponde à Introdução da Tese de Doutorado da autora, intitulada Lo público y lo popular em câmbio racionalizador del pedagógico orden moderno. Córdoba, Argentina, 1996. DUTRA, Luiz Henrique de A. Epistemologia da aprendizagem. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Editora Ática, 1984. GUTIÉRREZ, Francisco. Educação como práxis política. São Paulo: Summus, 1988. ( Novas Buscas em Educação, v. 34). HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo. Parte 1. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. HESSEN, Johannes. Teoria do conhecimento. 7. ed. Coimbra, Portugal: Armênio Amado Editora, 1980. HORKHEIMER, Max & ADORNO, Theodor. Dialética do esclarecimento (tradução de Antônio Guido de Almeida). Rio de Janeiro: Zahar, 1985. JAEGER, Werner Wilhelm. Paidéia: a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 1994. LUCKESI, C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. MIZUKAMI, Maria da Graça. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986. MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez; Brasília – DF: UNESCO, 2000. MOTA, Myriam ; BRAICK, Patrícia. História - das cavernas ao terceiro milênio. São Paulo: Moderna, 1997. NIETZCHE, Friedrich W. Além do bem e do mal: prelúdio a uma filosofia do futuro. 2ª ed. São Paulo: Cia das Letras, 1996. NUNES, M. F. e PEREIRA, R. M. R. Buscando o mito nas malhas da razão: uma conversa sobre teoria crítica e educação IN: KRAMER, S. e SOUZA S . História 51 de professores: leitura, escrita e pesquisa em educação. Rio de Janeiro: Ática, 1996. PLATON, Ménon, Paris, Gamier Flammarion, 1967. História da Filosofia. Vol. I, II e III. São Paulo: Edições Paulinas, 1991. ROUSSEAU, Jean-Jacques. Bertrand Brasil, 1995. Emílio ou da Educação. 3 ed. Rio de Janeiro: TAMARIT, José. Educar o soberano - crítica ao iluminismo pedagógico de ontem e hoje. São Paulo: Cortez, 1996. VIRILIO, Paul. O espaço crítico. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995. __________. Genealogia da moral: uma polêmica. São Paulo: Cia das Letras, 1998 KANT, Imannuel. Pedagogia. Piracicaba: UNIMEP, 1996. _______________.. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1989. SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO I (75 H) 5.0.0.0 Ementa Apresentação da Sociologia como ciência social: origem sócio-histórica e científica. Principais problemas sociológicos e sua influência na Educação. Principais abordagens e conceitos sociológicos da corrente ortodoxa: naturalismo (funcionalismo), causação social e funcionalismo. A atual sociologia da reprodução em Bourdieu e Charlot e as noções de poder e biopoder em Foucault. Os conceitos de interação social, ideologia e estrutura social e sua aplicação aos estudos educacionais. Bibliografia Básica BOTTOMORE, T.B. Introdução à Sociologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1987. CARDOSO, Fernando Henrique & IANNI, Octávio (org.). Homem e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1983. 52 CHARLOT, Bernard. A violência na escola: como os sociólogos franceses abordam essa questão. Sociologias. Porto Alegre, p. 432-443, dez 2002. COSTILLA, Lucio Oliver. O novo na sociologia latino-americana. Sociologias, ano 7, n.14. Porto Alegre: Ufrgs, 2005. GIDDENS, Antony. Em defesa da Sociologia. São Paulo: Unesp, 2001. MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemã. Editora Moraes. SANDER, Benno. Gestão da educação na América Latina. São Paulo: Autores Associados, 1995. DURKHEIM, Emile. Educação e sociedade. São Paulo: Melhoramentos, 1978. DURKHEIM, Emile. A evolução pedagógica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. PRÁTICAS DE LEITURAS E PRODUÇÕES DE TEXTOS (60 H) - CRÉDITOS: 3.1.0.0 Ementa As diferentes linguagens utilizadas no mundo contemporâneo. Discussão da leitura, literatura, literatura infantil, televisão, história em quadrinhos, desenho animado, pintura, fotografia e cinema enquanto diferentes gêneros, formas, discursos de produção de conhecimento. A intertextualidade, polifonia presentes à produção e leitura de textos. Essa ementa propõe-se a auxiliar o educando a ter mais clareza, coerência e objetividade na sua produção textual, principalmente na elaboração e reestruturação do TCC. Bibliografia Básica CAMPEDELLI, Samira Yousseff. Produção de textos & usos da linguagem. Saraiva, S.P., 1998. CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção.São Paulo: 2001. Moderna, CEREJA, William Roberto. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2000. FARACO, Carlos Alberto. Prática de texto. Petrópolis: Vozes, 1994. 53 GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione, 1997. ______________. Técnicas básicas de redação. São Paulo: Scipione, 1995. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. São Paulo: Atlas, 2000. PLATÃO & FIORN. Lições de texto. São Paulo: Ática, 1998. _____________. Para entender o texto. São Paulo: Ática, 1998. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e reescrita de textos. Catanduvas S.P: Respel, 1999. METODOLOGIA CIENTÍFICA I (45 H) - CRÉDITOS: 3.0.0.0 Ementa A Metodologia Científica como fundamento da produção do conhecimento; tipos de conhecimento; evolução da ciência; conceitos, finalidades e características da pesquisa; introdução à investigação das realidades educacionais; elaboração e apresentação de trabalhos acadêmico-científicos dentro das normas da ABNT. Bibliografia Básica ANDRADE. Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 6. ed. São paulo: Atlas, 2003. CRUZ, Carla; RIBEIRO, Uirá. Metodologia científica: teoria e prática. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2003. DEMO, Pedro. Ciência, ideologia e poder: uma sátira às ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1988. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1999. 54 JACOBINI, Maria L. de Paiva. Metodologia do trabalho acadêmico. Campinas, SP: alínea, 2003. JAPIASSU, Hilton. Introdução ao pensamento epistemológico. 6. ed. ver. e ampl. São Paulo: Francisco Alves, 1991. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 1997. LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1994. MARQUES, Mário Osório. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 4. ed. Ijuí: Unijuí, 2001. RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL I (15 H) CRÉDITOS: 0.1.0.0 Ementa Estudos das diferentes políticas de ação de ensino, articulada à política nacional, estadual e municipal de educação em suas diferentes formas de operacionalização e desdobramentos, relacionadas aos sujeitos educativos, a análise da realidade e objetivos dos diversos espaços destinados às diferentes ações no âmbito: social, educacional e profissional – percebendo e avaliando sua intencionalidade política e educativa, independente da sua organização e institucionalização sistêmica e estrutural. Bibliografia Básica BRASIL. MEC. Resolução do CNE/CP nº. 1 de 15 de maio de 2006. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. 55 ________. MEC. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394/96 de 23 de dezembro de 1996. CAVALDON, Luiza Laforgia. Desnudando a escola. São Paulo: Pioneira. Thomson Learning, 2003. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro/RJ: Paz e Terra.1987. _________________. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 14 ed. São Paulo/SP: Paz e Terra, 2002. LIBÃNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogo, para quê? 3. ed. São Paulo/SP: Cortez, 2000. OLIVEIRA, Dalila A. (org.) Gestão democrática da educação. Petrópolis: Vozes, 1997. SANDER, Benno. Gestão da educação na América Latina. Campinas: Autores Associados, 1995. 2º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: A EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA HUMANA INTENCIONAL INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA (45 H) - CRÉDITOS: 3.0.0.0 Ementa Estudo dos eixos epistemológicos da Psicologia abordando sua evolução histórica, filosófica e científica. A Psicologia como Ciência e o senso comum. Fundamentos teóricos da Ciência Psicologia e sua aplicação à prática pedagógica. Bibliografia Básica ATKINSON, Rita L. Introdução a psicologia. 11 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. BOOCK, Ana M. Bahia.Psicologias: Uma introdução ao estudo de psicologia. 5 ed. São Paulo: Saraiva, l99l. 56 COOL, César et alli. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva.Vol. l e 2 - Porto Alegre: Artes Médicas, l995. GAZZANIGA, Michael S. Ciência psicológica: mente, cérebro e comportamento. Michael S. Gazzaniga e Tolld F. Heatherton. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005. TELES, Maria Luiza Silveira. Aprender psicologia. São Paulo: Brasiliense, 1999. VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. São Paulo: Martins e Fontes, 1994. SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO II (45 H) - CRÉDITOS: 2.1.0.0 Ementa Concepções sociológicas sobre a relação ensino-aprendizagem. Relação sóciocultural entre a escola e a sociedade. As análises sociológicas sobre a Educação no que diz respeito à representação social, valores e concepções de mundo. Discussões recentes da Sociologia da Educação e as possibilidades latinoamericanas de análise. Bibliografia Básica BOURDIEU, Pierre. Sociologia. São Paulo, Editora Ática, 1983. FREIRE, Paulo e SHOR, Ira. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. FREIRE, Paulo e MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura da palavra, leitura do mundo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. GADOTTI, MOACIR. CONCEPÇÃO SÃO PAULO: CORTEZ, 1992. DIALÉTICA DA EDUCAÇÃO: UM ESTUDO INTRODUTÓRIO. GIROUX, Henry. Alfabetização e a pedagogia do empowerment político. In: FREIRE, Paulo e MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura da palavra, leitura do mundo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. KRUPPA, Sonia M. Portela. Sociologia da Educação.São Paulo, Cortez, 1993. 57 WEFFORT, FRANCISCO C. EDUCAÇÃO E POLÍTICA. IN: FREIRE, PAULO. EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DE LIBERDADE. RIO DE JANEIRO: PAZ E TERRA, 1974. METODOLOGIA CIENTÍFICA II (45 H) - CRÉDITOS 3.0.0.0 Ementa O método científico e suas implicações na Pesquisa Educacional; procedimentos iniciais de pesquisa: fichamento, resumo e resenha. Citação e Referência Bibliográfica. Delimitação do tema e objeto de pesquisa em espaços educacionais. Introdução às abordagens metodológicas e técnicas e instrumentos de pesquisa. Bibliografia Básica BASTOS, Cleverson Leite. Introdução à metodologia científica. Vozes, 1991. [001.8 B327i] Petrópolis: CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, MAKRON Books, 1983. [001.891 C419m] KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 1997. [001.8 K656f] LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1994. [001.8 L192m] MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999. [001.8 M321t] PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa. Campinas: Papirus, 2004. [001.891 P125m] SEVERINO, A. J. Metodologia de trabalho científico. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1997. [001.89 S498m]. POLÍTICAS EDUCACIONAIS (30) - CRÉDITOS: 2.0.0.0 Ementa As políticas governamentais para o setor educacional, em diferentes entes federativos, e a democratização da sociedade brasileira. Conhecimento e análise 58 de políticas da atualidade para a área da educação, abrangendo suas bases conceptuais e normativas e os planos de implementação. As políticas educacionais do Estado de Mato Grosso. Bibliografia Básica BOTH, Ivo José. Municipalização da educação: uma contribuição para um novo paradigma de gestão do ensino fundamental. – São Paulo: Papirus, 1997. BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº. 9.394 – LDB, aprovada em 20 de dezembro de 1996. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Aprovada pela Lei nº 10.172, de 9 de janeiro de 2001. _________________________________. Estatuto da criança e do adolescente: Lei 8.069 de 1990. Rio de Janeiro: Esplanada, 1998. __________________________________. Política Nacional de Especial. Secretaria de Educação Especial, Brasília, 1994. Educação CECCON, Claudius et al. A vida na escola e a escola da vida. 10 ed. Petrópolis, R. J., 1982. CONFERÊNCIA REGIONAL. O desempenho dos professores na América Latina e Caribe: novas prioridades. Síntese de Recomendações. Brasília- DFBrasil, 10-12 de julho de 2002. Impresso. CONSTITUIÇÃO FEDERAL de 1998. 4 ed. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1999. Coordenação do Prof Dr Mauricio Antonio Ribeiro Lopes. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA. CNE/CP/DF,2004. MEC, Brasília: DF, 2005. DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA NAS ESCOLAS DO CAMPO. MEC, CNE/CEB, Parecer 36/2001/CEB. Brasília: Distrito Federal, 2001. DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA NAS ESCOLAS DO CAMPO NO SISTEMA ESTADUAL DE ENSINO DE MATO GROSSO. CEE-MT, Resolução nº 126/03-CEE/MT. Compilação de normas do CEE/MT, complementar da Edição Especial do Batáru-2002, Cuiabá, 2005. ESTADO DE MATO GROSSO. Diretrizes educacionais: lei do sistema estadual de ensino, lei da carreira dos profissionais da educação básica - LOPEB e lei da 59 gestão democrática. Cuiabá, Mato Grosso, Secretaria de Estado de Educação, 1998. ______________________. Escola ciclada de Mato Grosso: Novos tempos e espaços para ensinar – aprender, sentir, ser e fazer. – Cuiabá : Seduc, 2000. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1999. FREITAG, Bárbara. Escola, estado e sociedade.- 6. ed. São Paulo: Moraes, 1986. GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. – Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. ___________. Da municipalização do ensino ao sistema único e descentralizado de educação básica. In GADOTTI, Moacir e ROMÃO, José E. Autonomia da escola: princípios e propostas. 2. ed. - São Paulo : Cortez, 1997. LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003. (Coleção Docência em Formação). MARTINS, Cléia. O que é política educacional. São Paulo: Brasilienses, 1993. ______. Lei. nº 10.639 de 2003. Brasília, DF, 2005. (Inclusão no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “história e cultura afro-brasileira” e dá outras providências). ______. Lei nº 11.274 de fevereiro de 2006. Brasília, Df, 2006. (dispõe sobre a duração de nove anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos seis anos de idade). MUNARIM, Antonio. Elementos para uma política pública de educação do campo. MEC/Secretaria de educação continuada, alfabetização e diversidade, Brasília, DF, 2005. In: CASTILHO, Maria Fátima et all. Seminário do campo: que educação? UNEMAT/Departamento de Pedagogia/Projeto de Pesquisa Discurso da terra: sentidos sobre a escola. Sinop, MT, 2006. CD seminário. PARO, Vitor Henrique. Por dentro da escola pública. – 2. ed. – São Paulo : Xamã, 1996. SGUISSARDI, Valdemar & AMARAL, Nelson Cardoso. O banco mundial revisa posições: quem há de pagar a conta? Perspectiva. Florianópolis, Ano 18, n 33, jan-jun. 2000, 65-76. 60 SHIROMA, Eneida Oto. Educação profissional e profissionalização de educadores. Perspectiva. Florianópolis, Ano 18, n 33, jan-jun. 2000, 77-91. __________ et al. Política educacional: o que você precisa saber sobre... 2ed. Rio de Janeiro, 2002. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA (60 H) - CRÉDITOS: 3.1.0.0 Ementa Estudo do processo histórico educacional brasileiro, abordando os Períodos Colonial, Imperial e Republicano. Análise das relações entre Estado, Sociedade e Educação. A produção historiográfica da Educação Brasileira. História das idéias educacionais e da educação formal no Brasil. Os renovadores da educação e suas reformas, articulados aos fatores políticos, econômicos, sociais e culturais implicados. O papel do Estado na educação contemporânea brasileira. A Educação hoje e sua relação com o mundo do trabalho, os movimentos reivindicatórios no seio da educação. A função da educação na nova ordem mundial A educação analisada a partir das revoluções tecnológicas, da globalização e dos modernos processos de trabalho produzidos pelas sociedades capitalistas e suas contradições. Bibliografia Básica ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação e da pedagogia: geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2006. ARAUJO, José Carlos et alli.(orgs.) Novos temas em história da educação brasileira. Edit. Univ. Fed. Uberlândia; Edit. Autores Associados: Campinas, 2003. AZEVEDO, F. A cultura brasileira. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; Brasília: Editora UnB, 1996. 61 CURY, C. R. J. Ideologia e educação brasileira: católicos e liberais. São Paulo: 3 ed. Cortez, 1986. DEBREY , Carlos. A lógica do capital na educação brasileira. São Paulo: alternativa, 2003. FARIA FILHO, Luciano Mendes de. Pensadores sociais e história da educação. Belo Horizonte/MG: Autêntica, 2006 FÁVERO, M. L. A. (org.) Dicionário de educadores no Brasil: da colônia aos dias atuais. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ; MEC;INEP, 2003. FREITAS, Marcos Cezar de. (org.) História social da infância no Brasil. 3. ed., São Paulo: Cortez, 2001. ___________. Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto Universidade São Francisco, 1998. FRANCISCO FILHO, Geraldo. História geral da educação. São Paulo: Alínea, 2003. GATTI JR, Décio. A escrita escolar da história. Bauru/SP: EDUSC, 2004. _____________ . & SOUSA ARAÚJO, José Carlos. Novos temas em história da educação brasileira. São Paulo: Autores Associados, 2002. GREIVE VEIGA, Cyntia. & LIMA E FONSECA, Thais Nívea de. História e historiografia da educação no Brasil. Belo Horizonte/MG: Autêntica. 2002. GHIRALDELLI JR, Paulo. Filosofia e história da educação brasileira. São Paulo: Manole, 2002. _________________. Infância, educação e neoliberalismo. São Paulo: Cortez, 2002. _________________ . Educação e razão histórica. São Paulo: Cortez, 2. ed. 1996. _________________ . História da educação brasileira. São Paulo: Cortez, 2006. GONÇALVES VIDAL, Diana & FARIA FILHO, Luciano Mendes de. As lentes da história: estudos de história e historiografia da educação no Brasil. Campinas/SP: Autores Associados, 2005. GONCALVES VIDAL, Diana. & SPEDO HILSDORF, Maria Lúcia. Brasil 500 anos: tópicos em história da educação. São Paulo: EDUSP, 2000. 62 LIMA E FONSECA, Thaís Nivia de. História & ensino de história. Belo Horizonte/MG: Autêntica, 2004. LOMBARDI, José Claudinei., JACOMELI, Maria Regina Martins. & TAVARES DA SILVA, Tânia Mara. O Público e o privado na história da educação brasileira. São Paulo: Autores Associados, 2005. ______________ . Globalização, pós-modernidade e educação. São Paulo: Autores Associados, 2003. _____________ . Temas de pesquisa em educação. 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Conceitos modernos e estudos sócio-antropológicos da educação infantil. A criança como sujeito de direitos. Abordagem assistencialista da educação infantil no Brasil. Conceituações de infâncias, crianças, alunos. Bibliografia Básica ARIÈS, Philippe. História Social da criança e da família. 2ª ed. Rio de Janeiro: Afiliada, 1978. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Tecnoprint, 1988. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Subsídios para credenciamento e funcionamento de instituições de educação Infantil – volume II. Brasília: Mec/SEF. 1998. BRASIL. Congresso Nacional. Estatuto da Criança e do Adolescente. 1990. BRASIL. Câmara dos Deputados. Plano Nacional de Educação. Lei n 4.155/98. BRASIL. Congresso Nacional. Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n 9.394/96. FONSECA, C. & CARDRELLO, A. Direitos dos mais e menos humanos. Porto Alegre: PPGAS, Revista Horizontes Antropológicos/ ano1/n.01/1995. FONSECA, Cláudia. 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A conquista da matemática : teoria e aplicação. 3 série/José Giovanni, José Ruy Giovanni Jr. – São Paulo : FTD, 1992. GIOVANNI, José Ruy, 1937. A conquista da matemática : teoria e aplicação. 4 série / José Ruy Giovanni, José Ruy Giovanni Jr. – São Paulo : FTD, 1992. GUELLI, O. Matemática: uma aventura do pensamento. São Paulo: Ed. Ática, 2004. PAIVA, P. Matemática: conceitos, linguagem e aplicações. São Paulo: Ed. Moderna, 2002. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL II (15H) CRÉDITOS: 0.1.0.0 Ementa Conhecimento do sistema educacional e conhecimento do/no mundo de trabalho dos profissionais da educação; conhecimento social político; problematização de diferentes realidades não-escolares e escolares; em múltiplos momentos do processo da escolarização envolvendo a gestão e o processo ensino aprendizagem, ancorada nos pressupostos do currículo do curso, a saber: pressupostos filosóficos, sociológicos, epistemológicos e didático-metodológicos, para a compreensão das dimensões ética, política e estética da educação. Bibliografia Básica OLIVEIRA, Dalila A. (org.) Gestão democrática da educação. Petrópolis: Vozes, 1997. PERONI, Vera Maria Vidal, BAZZO, Vera Lúcia e PEGORARO, Ludimar (org.). Dilemas da educação brasileira em tempos de globalização neoliberal: entre o publico e o privado. Porto Alegre: Editora da Ufrgs, 2006. 67 SANDER, Benno. Gestão da educação na América Latina. Campinas: Autores Associados, 1995. SAVIANI, Dermeval. Política e educação no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2001. WITTAMANN, Lauro C. e GRACINDO, Regina. V. (coord.). O estado da arte em política e gestão da educação no Brasil. Brasília: ANPAE/Campinas: Autores Associados, 2001. 3º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: PROBLEMATIZAÇÕES DA EDUCAÇÃO ALFABETIZAÇÃO NAS CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS (45H) CRÉDITOS: 1.0.1.0 Ementa: O computador, o homem e a escola; Conceito de Alfabetização Científica Tecnológica; Atividades práticas em laboratório(s) de informática, envolvendo: Estudo dos Sistemas Operacionais (Windows, Linux); Uso do Editor de Texto Gráfico (Paint) ; Articulação dos Softwares Aplicativos (editor de texto, planilha eletrônica, slides de apresentação); O uso da internet . Bibliografia Básica BAGNO, Marcos. Cansei de me indignar. In: Textos de metodologia/ProInfo. MEC, Mimeo, curso Sinop/MT, 2001. BARRETO, Raquel Goulart (Org) et all. Tecnologias educacionais e educação a distância: avaliando políticas e práticas. 2 ed. R. J. : Quartet, 2003. BELLONI, Maria Luiza. Da tecnologia à comunicação educacional. ANPED. 1999b. BIANCHETTI, Lucídio. Dilemas do professor frente ao avanço da informática na escola. Boletim Técnico do SENAC. Rio de Janeiro, v.23, n. 2, p. 2-11, maio/ago. 1997. 68 CHASSOT, Áttico. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. Ijuí: UNIJUÍ, 2000. CYSNEIROS, Paulo Gileno. Culturas de uso de computadores na escola. In: Textos de metodologia/ProInfo. MEC, Mimeo, curso Sinop/MT, 2001. HINDLE, Tim. Como fazer apresentações. S.P., Publifolha, 1998. LOLLINI, Paolo. Didática e computador: quando e como a informática na escola. São Paulo: Loyola, 1991. MAGDALENA, Beatriz C. & COSTA, Íris E. Tempel. Internet em sala de aula: com a palavra, os professores. Porto Alegre: Artes Médicas, 2003. NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. 2 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. NISKIER, Arnaldo. 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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO I (75 H) CRÉDITOS: 4.1.0.0 Ementa Dimensões conceituais, políticas e histórica das concepções pedagógicas e metodológicas que permeiam o processo de alfabetização e letramento; Epistemologia e psicogenética. Conceitualização de alfabetização em suas várias dimensões, letramento, Infância escolar e as várias dimensões do ser humano e práxis pedagógica. 70 Bibliografia Básica FERREIRO, Emilia (org.). Os filhos do analfabetismo: proposta para a alfabetização escolar na América Latina. Trad. Maria Luiza Marques Abourre. Porto Alegre/RS: Artes Médicas, 1990. PIAGET, Vygotsky, Wallon: Teorias psicogenéticas em discussão. Inês de La Taille, Marta Koll de Oliveira, Heleysa Dantas. São Paulo: Summus, 1992. REGO, Tereza Cristina. Vygotsky. Uma perspectiva histórica cultural da educação. 4 ed. Petrópolis. Vozes, 1997 SMOLKA, Ana Luiza B. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. 8 ed. Campinas- SP: Universidade Estadual de Campinas, 1999. VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. Maria Martins Lontes. São Paulo. Ed. 1991. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO II (45 H) CRÉDITOS: 2.1.0.0 Ementa: Desenvolver estudos da Filosofia da Educação II a partir da realidade histórica da Educação Brasileira, procurando estabelecer relações e focos de análise entre suas tendências e as correntes filosóficas e tendências político-econômicas que as influenciaram e ainda orientam, a fim de compreender a educação Brasileira principalmente no contexto da sua produção teórico-filosófica, formulação política e no cotidiano da prática pedagógica do professor. Bibliografia Básica ALVES, Rubem. Ao Professor com o meu carinho. Campinas, SP: Verus Editora, 2004. 71 BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed Editra, 2001. 9. edição. Petrópolis: Vozes, 2001. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985. CHARLOT, Bernard. 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O papel da educação frente aos problemas regionais e suas contribuições para o desenvolvimento sustentável da sociedade mato-grossense. Bibliografia Básica ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação e da pedagogia: geral e no Brasil. São Paulo: Moderna, 2006. ALVES, Gilberto Luiz - Educação e História em Mato Grosso: 1719-1864. Campo Grande: UFMS, 1984. BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Trad. Fernando Tomaz. São Paulo: Difel, 1989 (Memória e Sociedade). CABIXI, Daniel, Matenho. A questão indígena. Cuiabá: CDTI, 1984. Castro, Eudson Ferreira de. Posse e propriedade. Dissertação de mestrado. Campinas: UNICAMP, 1969. (mimeo) CANCLINI, Nestor Garcia. As culturas populares no capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1982. Gentili, P. & Silva, Tomaz. T. (orgs). Neoliberalismo, qualidade total e educação: visões críticas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1995. GUARIM NETO, G. & GUARIM, V. L. M. S. Atividades Interdisciplinares em Botânica. 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Desenvolver atividades práticas em laboratórios e/ou pesquisa de campo e/ou em instituições públicas e/ou privadas da educação infantil, séries iniciais do ensino fundamental e/ou na educação especial. Bibliografia Básica: ARATANGY, L.R. et al. Biologia Educacional. São Paulo: Monele Ltda.,1985. COLE, M. & COLE, S.R. O desenvolvimento da criança e do adolescente.4.ed. Porto Alegre:Artmed, 2003. DE ROBERTIS, E.M.F. & HIB, J.Bases da Biologia Celular e Molecular.3.ed.Rio de Janeiro:Guanabara Koogan,1998. GAZZANIGA, M.S. & HEATHERTON, T.F. Ciência Psicológica: mente, cérebro e comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2005. GOLEMAN, D. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. 69 ed. Rio de Janeiro: Objetivo, 1995. LEX, A. Biologia Educacional. 15 ed. São Paulo: Companhia editora nacional, 1985. 75 MAIA, G. D. Embriologia Humana. São Paulo: Atheneu, 2004. PAPALIA, D.E. & OLDS, S. W. Desenvolvimento Humano. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. ROMERO, M. E. C. et al. Embriologia: biologia do desenvolvimento.1ed.São Paulo: Iátria, 2005. SANTOS, M. A. Biologia Educacional. 9 ed. São Paulo: Cortez,1991. SONCINI, M. I & CASTILHO JUNIOR, M. Biologia Educacional. São Paulo: Cortez, 1991. WINNICOTT, D. W. et al. Pensando sobre crianças. Porto Alegre: Artes médicas, 1997. WOLPERT, L. et al. Princípios de Biologia do desenvolvimento. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2006. DIDÁTICA II (45H) CRÉDITOS: 2.1.0.0 Ementa Operacionalização da ação docente através da compreensão prática de diferentes ações didáticas, caracterizando o posicionamento teórico-prático necessário à atuação educativa. Métodos e técnicas de ensino e avaliação. Trabalho e Profissão Docente. Bibliografia Básica CANDAU, Vera Maria.Rumo a uma nova Didática. 7 ed. Petrópolis, Vozes, 1988, 179. CODO, Wanderley (Coord.). Educação: carinho e trabalho. Petrópolis, RJ: Vozes: CNTE/Universidade de Brasília, 1990. DEMO, Pedro. Mitologias da avaliação. Cam. SP. Autores Associados. 1999. 76 ESTADO DE MATO GROSSO .Sinop, Lei Municipal n. 759, 27 de março de 2.004. FAZENDA, Ivani (org.). Didática e interdisciplinaridade. 8 ed. Campinas – SP: Papirus 2003. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997, 165p. FULGÊNCIO, Lúcia; LIBERTATO, Yara. A leitura na Escola. 2 ed. SP. Contexto, 2001. 105p. GODOY, Arilda Schmidt. Didática Para o Ensino Superior. 2 Ed. SP. IGLU, 1988. HAIDT, Regina C. Cazaux. Curso e Didática Geral.7 ed. SP. Ática, 2001. 327. KANT, Immanuel. Sobre a Pedagogia. Piracicaba: Ed. Unimep, 1996. Tradução de Francisco Cock Fontanella. LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública - A pedagogia crítico social dos conteúdos. 13. ed. São Paulo : Loyola, 1995, 149p. MICHAELIS. Moderno dicionário da língua portuguesa/ São Paulo: Cia. Melhoramentos, 1998. NÉRICI, Imídeo G. Didática do ensino superior. SP, IBRASA, 1993. OLIVEIRA, M. R. Reconstrução da didática: elementos teórico-metodológicos. 4 ed. 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Ementa A EJA com um papel social de caráter inclusivo e que oportuniza as pessoas que foram cerceadas da escolarização na faixa etária devida (ensino fundamental de 06 a 14 anos) correspondente aos três ciclos vitais humanos, e, que, portanto pode contribuir, para o exercício da cidadania enquanto acesso dos saberes escolarizados na perspectiva da formação humana em suas várias dimensões. Bibliografia Básica BRASIL. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, 21 dez. 1996. URL: www. mec.gov. Br/home legislacao/default. Slitm. _______ . Plano Nacional de Educação – PNE : Lei nº 10.172 de 9 de janeiro de 2001. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 10 de janeiro de 2001. url; http:// www. brasil.gov.br/ut__leg.htm. _________________. MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA / MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio) MEC/SEMTEC, Brasília, 1999. _____________________. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL / MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais ( Ensino Fundamental) MEC, Brasília , 1997. ___________________. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CNE/ CEB n° 04/98 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental – Brasília. _________ . Parecer CNE/CEB nº 11/2000; Diretrizes Curriculares para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília, 2000. 78 __________ . Resolução CNE/CEB nº 1/2000; estabelece as Diretrizes Curriculares para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília,2000. ____________. Resolução 150/99 CEE/ MT – Estabelece normas aplicáveis para a Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino.D.O.E 16/02/99 ___________.Resolução 180/2000CEE/MT – Fixa Normas para a oferta de Educação de Jovens e Adultos no Sistema Estadual de Educação. D.O.E 01/02/2001 Chadwick, Clinton B. Tecnologia educacional e desenvolvimento curricular. ABT, 1980. Delors, Jacques (org).Educação: um tesouro a descobrir. 8 ed. São Paulo: Cortez; Brasília,DF:MEC:UNESCO,2003 Di Pierro, Maria Clara; JOIA, Orlando; RIBEIRO, Vera Masagão. Visões da Educação de Jovens e Adultos no Brasil. In: Cadernos Cedes, ano XXI, nº 55, novembro/2001 p.58-77. Encceja- Exame nacional de certificação de competências de jovens e adultos INEP- Ministério da Educação- Brasília, 2002. FRANCHI, E. P. (org.) A causa dos professores. São Paulo: Papirus, 1995 FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1976. ____________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. são paulo: paz e terra, 2000. ________. Educação como prática da liberdade. 22 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994. _______.À Sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d’água , 2000. _______.Cartas a Cristina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994. Gadotti , Moacir.Saber e Aprender: Um olhar sobre Paulo Freire e as perspectivas atuais da educação. Congresso Internacional Évora, 20 a 23 de setembro de 2000. Método Paulo Freire: in Caderno ABC. Educativa n° 14. Criart Ltda. SP: 2002. Moll, Jaqueline. Alfabetização possível: reinventando o ensinar e o aprender. 6 ed. Porto Alegre: Mediação, 2002. Oliveira, Iranilde A. Leituras Freirianas sobre educação. Unesp. 79 Pedagogia do MST – Acompanhamento às Escolas. Boletim da Educação. N° 8 – julho 2001. Projeto Beija-flor. SEDUC. Cuiaba´:2006. Romão, J. E. Didática da Diferença: o projeto da escola cidadã frente ao projeto pedagogia neoliberal. Cortez, 2002. Soares, Magda. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. SP: Ática, 2002. VYGOTSKY, L, S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes 1999. __________ . Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991. METODOLOGIA DA PESQUISA EDUCACIONAL I (30 H) CRÉDITOS: 1.1.0.0 Ementa Fase exploratória da pesquisa. Revisão da literatura referente à temática do projeto dentro da perspectiva de construção de olhares na problematização da educação: diferentes espaços e tempos educacionais. Elementos constitutivos de um projeto de pesquisa; processo de elaboração de um projeto de pesquisa. Bibliografia Básica: BRUYNE, P. HERMAN, J.S. Dinâmica na pesquisa em Ciências Sociais. RJ: Francisco Alves,1991. CARVALHO, M.C.M DE (org) Construindo o saber. 6 ed. Campinas: Papirus, 1997. [001.8 C 758] CHARLOT, Bernard. Da relação como saber: elementos para uma teoria. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. CRUZ, Carla; RIBEIRO, Uirá. Metodologia científica: teoria e prática. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2003. DEMO, P. Metodologia Científica em Ciências Sociais. São Paulo : Atlas, 1989. [001.891 D383i]. GIL, A. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo. São Paulo: Atlas, 1989. [303.1 G463m] 80 _____ . Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. [001.8 G463c] PRESTES, Maria Luci de Mesquita. A Pesquisa e a Construção do Conhecimento Científico. 2. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Editora Rêspel, 2003 . [001.8 P936p =] SALVADOR, Ângelo Domingos. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. Porto Alegre: Sulina, 1986. [001.8 S 182 m] SANTOS FILHO, José Camilo; GAMBOA, Silvio Sanchez (Orgs.). Pesquisa educacional: quantidade-qualidade. São Paulo: Cortez, 2002. THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-Ação. São Paulo: Editora Cortez, 1998. [001.8 T444m] TRIVIÑOS, A. N.S. Introdução a Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1997. [303.1 T841i ] EDUCAÇÃO FÍSICA: CULTURA CORPORAL E EDUCAÇÃO (60 H) CRÉDITOS: 1.3.0.0 Ementa Valorização da corporeidade no processo de ensino-aprendizagem das crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. Construção e desconstrução do corpo como partícipe na holisticidade do ser humano no transcorrer da Modernidade e na contemporaneidade. Questões teóricas e práticas da expressividade corporal em ação na constituição do ser criança em sua completude: motora, afetiva, cognitiva e social. Bibliografia Básica BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal do jogo. São Paulo: Ícone, 2005. BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal da dança. São Paulo: Ícone, 2000. BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal da ginástica. São Paulo: Ícone, 2002. 81 BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal do esporte. São Paulo: Ícone, 2003. BRIKMAN, Lola. A linguagem do movimento corporal. São Paulo: Summus, 1989. BRUHNS, Heloisa Turini (Org). Temas sobre lazer. Campinas, SP: Autores Associados, 2000. BRUHNS, Heloisa Turini; GUTIERREZ, Gustavo Luís. O Corpo e o Lúdico: Ciclo de debates Lazer e Motricidade. Campinas, SP: Autores Associados, 2000. DE MARCO, Ademir. Pensando a Educação Motora. Campinas: Autores Associados, 1995. DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. Campinas: Papirus, 1995. SOARES, Carmem Lúcia. Educação Física: raízes européias e Brasil. Campinas: Autores Associados, 2000. ________ Imagens da Educação no Corpo. Campinas: Autores Associados, 1998. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NO ENSINO FUNDAMENTAL I (30 H) CRÉDITOS: 0.2.0.0 Ementa Conhecimento do sistema educacional público e privado. Leitura de diferentes realidades escolares; problematização de contextos educacionais em múltiplos momentos, como re-leituras diversas, ancoradas nos pressupostos do currículo do curso, a saber: pressupostos filosófico-sociológicos, epistemológicos e didáticometodológicos. Conhecimento do/no mundo de trabalho dos profissionais da educação. Bibliografia Básica: 82 BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola. São Paulo/SP: Ed. Loyola 1998. BRASIL. MEC. Resolução do CNE/CP nº. 1 de 15 de maio de 2006. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. ________. MEC. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394/96 de 23 de dezembro de 1996. _________________. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. (Ensino Fundamental, 1ª a 4ª série). Brasília: MEC/SEF, 1997. CASTRO, Amélia D. e CARVALHO, Anna Maria P. (Orgs). Ensinar a ensinar: didática fundamental e média. São Paulo: Pioneira, 2001. CAVALDON, Luiza Laforgia. Desnudando a escola. São Paulo: Pioneira. Thomson Learning, 2003. CASTILHO, Maria Fátima. A ressignificação da docência: o perfil do educador. Revista da Faculdade de Educação/UNEMAT.Cáceres/MT: Editora UNEMAT, 2004, p. 188-207. ____________________.Da Pedagogia à Escola: sentidos sobre profissão professora (efeitos de sentidos). In: BARONAS, Roberto Leiser (Org.). Identidade Cultural e Linguagem. Cáceres/MT: Unemat Editora; Campinas/SP; Pontes Editores, 2005. 235 p.p.139 -175. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17 ed. Rio de Janeiro/RJ: Paz e Terra, 1987. _________________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 14 ed. São Paulo/SP: Paz e Terra, 2002. LIBÃNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogo, para quê? 3. ed. São Paulo/SP: Cortez, 2000. MARCELINO, Nelson Carvalho. Pedagogia da Animação. 2 ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 1997. Coleção Corpo e Motricidade. MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos T. e BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas/SP: Papirus, 2000. NÓVOA, António. Profissão Professor. Porto/Portugal: Porto Editora, 1995. PERRENOUD, Philippe. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre/RS: Atmed, 2000. 83 VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Disciplina: Construção Da Disciplina Consciente e Interativa em Sala de Aula e na Escola. 11 ed. São Paulo/SP:Libertad,2000. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.) Projeto Político – Pedagógico da Escola: uma construção possível. 2 ed. Campinas/SP: Papirus, 1996, p. 11. 4º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: PRODUÇÃO/SIGNIFICAÇÃO CONHECIMENTO ESCOLAR E INVESTIGAÇÃO EDUCACIONAL DO EDUCAÇÃO INFANTIL II (75 H) CRÉDITOS: 4.1.0.0 Ementa: Reflexões teóricas sobre o processo de produção das infâncias e análise dos seus efeitos na educação das crianças. Diferentes abordagens nos estudos da infância: antropologia, filosofia, sociologia, psicologia, pedagogia. Caracterização de diferentes infâncias em nossa sociedade e seus modos de educação. Modos contemporâneos de viver a infância: nas ruas, no trabalho, no hospital, nas aldeias indígenas, na prostituição, na mídia, nas tecnologias. O brincar e a infância na sociedade contemporânea. Propostas pedagógicas para Educação Infantil. Inclusão e inserção de diferenças. Bibliografia Básica BARBOSA, MªC.S. Por amor e por força - rotinas na Educação Infantil. Campinas: UNICAMP, 2000. Tese de Doutorado. (inédito). BERNARDIN, Jacques. As crianças e a cultura escrita. Porto Alegre: Artmed, 2003. BONASSI, Fernando. Declaração universal do moleque invocado. 2ª edição. São Paulo: Cosac NAIFY, 2003. CORSARO, William . Pesquisa etnográfica realizada com as crianças de Jardins de Infância nos EUA e em Itália. Indiana, USA, 2000. 84 EDWARDS, C. & GANDINI, L. & FORMAN, G. As cem linguagens da criança. Porto Alegre: Artmed, 1999 FARIA, A L. G. & DEMARTINI, Z & PRADO, P. D. Por uma cultura da infância metodologias de pesquisa com crianças. Campinas, SP: Autores Associados, 2002. KUHLMANN, Moisés, Jr. "Educando a infância brasileira". In: 500 anos de Educação no Brasil.Belo Horizonte, Autêntica, 2000. PASUCH, Jaqueline. Entrelaçamento de vozes num mundo analfabetizado: o contexto da Amazônia. Porto Alegre: UFRGS, 2000. (Dissertação de Mestrado). (inédito). RICHTER, Sandra. Criança e pintura: ação e paixão do conhecer. Porto Alegre: Mediação, 2004. PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO EDUCAÇÃO (75H) CRÉDITOS:3.2.0.0 E DA APRENDIZAGEM NA Ementa Análise dos conceitos e fatores que influenciam o desenvolvimento cognitivo e da personalidade. As principais teorias do desenvolvimento e da aprendizagem e suas implicações para o processo educativo. Modelos psicanalíticos, cognitivistas, psicogenéticos, behavioristas e da aprendizagem social. Desenvolvimento de uma visão critica e reflexiva, a partir de um processo investigativo sobre a prática pedagógica. Bibliografia Básica BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de Psicologia Escolar. 5 ed. São Paulo: Ática, 1996. BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. Edição revisada e atualizada.São Paulo: Artes Médicas, l996. BIAGGIO, Ângela M. Brasil. Psicologia do Desenvolvimento. 17 ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 85 COOL, César et alli. Desenvolvimento psicológico e educação: Psicologia evolutiva.Vol. l e 2 - Porto Alegre: Artes Médicas, l995. LA TAILLE, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias Psicogenéticas em Discussão. Yves de La Taille, Marta Kohl de Oliveira, Heloisa Dantas. São Paulo: Summus, 1992. LIMA, Elvira Souza. Desenvolvimento e aprendizagem na escola: aspectos culturais, neurológicos e psicológicos. São Paulo: GEDH, 1997. PAPALIA, Diane E. Desenvolvimento humano. Diane E. Papalia e Sally Wendkos Olds. 7 ed. Porto Alegre: Artes Médica, 2000. PIAGET, Jean. A linguagem e o pensamento da Criança. 6ª ed. São Paulo: Martins e Fontes, 1993. RAPPAPORT, Clara Regina. Teorias do desenvolvimento. Clara Regina Rappaport e Wagner da Rocha Fiori. São Paulo: EPU, 1984. VYGOTSKY, Lev Semenovich. A Formação social da mente. São Paulo: Martins e Fontes, 1994. VYGOTSKY, Lev Semenovich. Pensamento e linguagem. 5 ed - São Paulo:Martins Fontes, l993. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO II (45 H) CRÉDITOS: 1.2.0.0 Ementa As políticas públicas de alfabetização nos anos iniciais do Ensino Fundamental e a prática alfabetizadora da escola; O processo de alfabetização e letramento através da práxis pedagógica envolvendo conhecimentos epistemológicos, sociológicos e novas metodologias; a psicogênese da escrita e da leitura e o conhecimento das 86 várias dimensões do ser humano de forma contextualizada com a construção de planos de trabalho de alfabetização. Bibliografia Básica FERREIRO, Emilia (org.). Os filhos do analfabetismo: proposta para a alfabetização escolar na América Latina. Trad. Maria Luiza Marques Abourre. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990. GARDNER, Howard. A criança pré-escolar: como pensa e como a escola pode ensina-la. Porto Alegre/RS: Artes Médicas,1994 GONTIJO, Cláudia Maria Mendes. Alfabetização: a criança e a linguagem escrita, Associados Campinas, SP.2003 PIAGET, Vygotsky, Wallon: Teorias psicogenéticas em discussão. Inês de La Taille, Marta Koll de Oliveira, Heleysa Dantas. São Paulo: Summus, 1992. REGO, Tereza Cristina. Vygotsky. Uma perspectiva Histórica Cultural da Educação. 4ª ed. Petrópolis. Vozes, 1997 SMOLKA, Ana Luiza B. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. 8 ed. Campinas- SP: Universidade Estadual de Campinas, 1999. VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. Maria Martins Lontes. São Paulo. Ed. 1991. ------------.Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 14 ed. São Paulo/SP: Paz e Terra,2002. ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA E LEGISLAÇÃO I (45H) CRÉDITOS: 2.1.0.0 Ementa 87 Organização da educação brasileira: estrutura administrativa, didática e aspectos legais; objetivos (e) princípios e organização da educação básica. Órgãos coletivos, normativos e executivos da administração da/na educação escolar brasileira. O planejamento escolar e suas bases legais: o currículo, o financiamento, a gestão, o papel do professor, as relações da escola com a comunidade e os processos de avaliação. Desenvolver atividades de práticas nas instituições públicas e/ou privadas da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental da educação básica. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9394 – LDB, aprovada em 20 de dezembro de 1996. __________________________. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Aprovada pela Lei nº 10.172, de 9 de janeiro de 2001. ______________________________. Lei nº 9.424. Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), Aprovada em 1996. ______________________________. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. - Brasília Ministério da Educação, 1999. ______________________________. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino fundamental. Brasília : Ministério da Educação, 1998. ___________________________. Diretrizes operacionais para a educação básica nas escolas do campo. MEC, CNE/CEB, Parecer 36/2001/CEB. Brasília: Distrito Federal, 2001. ____________________________. Diretrizes operacionais para a educação básica nas escolas do campo NO SISTEMA ESTADUAL DE ENSINO DE MATO GROSSO. CEE-MT, Resolução nº 126/03-CEE/MT. Compilação de normas do CEE/MT, complementar da Edição Especial do Batáru-2002, Cuiabá, 2005. __________________________________. Parâmetros curriculares nacionais. Mec, Brasília, 1997. 88 ______. Lei. nº 10.639 de 2003. Brasília, DF, 2005. (Inclusão no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “história e cultura afro-brasileira” e dá outras providências). ______. Lei nº 11.274 de fevereiro de 2006. Brasília, Df, 2006. (dispõe sobre a duração de nove anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos seis anos de idade). ________________________________. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARA TODOS. Lei nº 10.172. MEC, Brasília, 2001. BARRETO, Elba S. De Sá. Os currículos do ensino fundamental para as escolas brasileiras. – Campinas, SP : Autores Associados, São Paulo : Fundação Carlos Chagas, 1998. CASAGRANDE, Renato José. Estudo revela contradições entre os principais atores e agentes ligados à escola. Gestão em rede, Brasília, CONSED, n 34, mar, 2002, 8-11. CONFERÊNCIA REGIONAL. O desempenho dos professores na América Latina e Caribe: novas prioridades. Síntese de Recomendações. Brasília- DFBrasil, 10-12 de julho de 2002. Impresso). ESTADO DE MATO GROSSO. Diretrizes educacionais: lei do sistema estadual de ensino, lei da carreira dos profissionais da educação básica LOPEB e lei da gestão democrática. Cuiabá, Mato Grosso, Secretaria de Estado de Educação, 1998. ____________________________. PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO 20022012: versão preliminar. Mato Grosso: SINTEP, DESUC, CEE, AME, UNDIME, Assembléia Legislativa, 2002, Fórum Estadual de Educação. _____________________________. CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO, Resolução 150, aprovada em 14 de dezembro de 1999. _______________________________. CONSELHO ESTADUAL EDUCAÇÃO, Resolução nº 262, aprovada em 05 de novembro de 2002. DE FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1999. LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 4 ed. São Paulo, Cortez, 2000. (Questões da nossa época, nº 67). 89 ___________________at all. Educação escolar: políticas, estrutura organização. São Paulo, Cortez, 2003. (Coleção Docência em Formação). e MELLO, Guiomar Namo & REGO, Teresa Cristina. Formação de professores na América Latina e Caribe: a busca por inovação e eficiência. Brasília, D. F., UNESCO/MEC/BID, julho/2002). MONLEVADE, João & FERREIRA, Eduardo B. O FUNDEF e seus pecados capitais: análise do fundo, suas implicações positivas e negativas e estratégias de superação de seus limites. 2 ed. Ceilândia, D.F., Edéa, 1998. PARO, Vitor Henrique. Eleição de diretores: a escola pública experimenta a democracia. - Campinas, SP : Papirus, 1996. PREAL. Ficando para trás: um boletim da educação na América Latina, Mar/2002. SILVA, Jair Militão da. (Org.). Os educadores e o cotidiano escolar. – Campinas, São Paulo : Papirus, 2000. TACCA, Maria Carmem V R. Professores, suas crenças e a possibilidade de sucesso de seus alunos. Linhas Críticas. Brasília, v 5, n 09, julho-dez, 1999. p.85-102. VEIGA, Ilma Passos A. Projeto político pedagógico da escola: uma construção possível. 10. ed. Campinas, SP : Papirus, 2000. VEIGA, Ilma Passos A. (Org.) Escola: espaço do projeto político pedagógico. 2. ed. Campinas, SP : Papirus, 2000. VEIGA-NETO, Alfredo. Linguagens, espaços e tempos no ensinar e aprender. – 2. ed. - Rio de Janeiro : DP&A, 2001 SOCIOLOGIA DA ESCOLA (60 H) CRÉDITOS: 3.1.0.0 Ementa: Pressupostos que deram origem à escola pública brasileira: a influência dos modelos inglês, português e norte-americano. DURKHEIM, MARX, DEWEY E ANÍSIO TEIXEIRA na formação da escola brasileira. O movimento escola nova. Perspectivas sociológicas sobre o espaço escolar. Processos de reprodução sócio-político-cultural 90 na escola: luta de classes, estratificação social, exclusão. a escola como política eqüitativa, política paliativa e compensatória. Balanço no conhecimento disponível na sociedade brasileira sobre as formas de organização das relações sociais que configuram o sistema educacional no nosso país, avaliando a contribuição das ciências sociais bem como as possibilidades analíticas que se abrem neste momento. Discussões em torno da pós-modernidade e do neo-colonialismo cultural. Bibliografia Básica DEMO, Pedro. Iniciação à competência reconstrutiva do professor básico.São Paulo, Papirus, 2001. FOUCAULT, MICHEL. Vigiar e punir. PETRÓPOLIS: VOZES, 2005. FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva. São Paulo, Cortez, 1984. GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação. São Paulo, Cortez, 2001. GRAMSCI, ANTONIO. Os intelectuais e a organização da cultura. RIO CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, 1989. DE JANEIRO: MANNHEIM, KARL. EDUCAÇÃO E SOCIEDADE. IN: FORACCHI, MARIALICE (ORG.). Mannheim: sociologia. SÃO PAULO: ÁTICA, 1982. MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemã. Editora Moraes. OLIVEIRA, ROMUALDO PORTELA DE & CATANI, AFRÂNIO MENDES. Financiamento da educação. SÃO PAULO, CORTEZ EDITORA, 1999. SADER, EMIR E GENTILI, PABLO (ORGS.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o estado democrático. SÃO PAULO: PAZ E TERRA, 2003. SANDER, Benno. Gestão da educação na América Latina. São Paulo, Autores Associados, 1995. SANTOS, MILTON. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. SÃO PAULO: RECORD, 2000. TEIXEIRA, ANÍSIO. Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. RIO DE JANEIRO: DP&A, 2000. 91 SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO I (15 H) CRÉDITOS: 1.0.0.0. Ementa Espaço de organização e orientação das pesquisas acadêmicas, com participação conjunta dos acadêmicos nos encaminhamentos dos trabalhos dos colegas, orientados pelos professores do Departamento de Pedagogia em suas temáticas e linhas de pesquisa. Bibliografia As bibliografias de cada disciplina de Seminário de Orientação serão organizadas de acordo com as temáticas e linhas de pesquisa às quais os acadêmicos estiverem inseridos. METODOLOGIA DA PESQUISA EDUCACIONAL II (60 H) CRÉDITOS: 2.1.0.1 Ementa Conclusão do projeto de pesquisa e sua apresentação pública. Formas de comunicação na academia como seminário, pôster, paper, comunicação oral, mesa redonda. Bibliografia Básica ANDRADE. Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 6. ed. São paulo: Atlas, 2003. [001.8 A 553i] BARROS, Aidil de Jesus Paes de. Projeto de metodológicas. Petrópolis: Vozes, 2004. [001.8 B277p] Pesquisa: propostas 92 CRUZ, Carla; RIBEIRO, Uirá. Metodologia científica: teoria e prática. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2003. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1999. [001.81 E17c] FAZENDA, Ivani (Org.) A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas: Papirus, 1995. GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: [001.8 G463c] Atlas, 2002. JAPIASSU, Hilton. Introdução ao pensamento epistemológico. São Paulo: Francisco Alves, 1991. SEVERINO, A. J. Metodologia de Trabalho Científico. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1997. [001.89 S498m]. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL I (30H) CRÉDITOS: 0.2.0.0 Ementa Problematizações, análise, reflexão e crítica sobre os ambientes escolares, campos de estágios, sobre a complexidade e cotidianidade nas creches e préescolas, para compreender a ação pedagógica do professor como educador e organizador de ambientes de aprendizagens, observando componentes didáticos e metodológicos da prática pedagógica nesta fase da educação infantil em creches e pré-escolas e suas articulações com o ensino fundamental. A organização de ambientes e tempos escolares, as relações família, escola e sociedade a serem considerados no desenvolvimento infantil, percebendo características específicas dos níveis em que se encontram as crianças na faixa etária da educação infantil. Sistematizações dos conhecimentos e saberes apreendidos na e pelas problematizações, como suporte pedagógico para a elaboração de planos de aula nos estágios subseqüentes. 93 Bibliografia Básica BASSEDAS, Eulália et al. Aprender e ensinar na educação infantil.; trad. Cristina Maria de Oliveira. Porto Alegre/RS: Artes Médicas Sul, 1999. nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v. Volume 1: Introdução _______. MEC. Secretaria de Educação fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v. Volume 1: Introdução; volume 2: Formação pessoal e social; volume 3: Conhecimento de mundo. FERREIRA, Maria Clotilde Rossetti (org). Os fazeres na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2005. KRAMER, Sônia. LEITE, Maria Isabel (org). Infância: fios e desafios da Pesquisa. Campinas/SP: Papirus, 1996. Série, Prática Pedagógica. ___________________________________. Infância e Campinas/SP: Papirus, 1998. Série Prática Pedagógica. produção cultural. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NO ENSINO FUNDAMENTAL II (30 H) CRÉDITOS: 0.2.0.0 Ementa Leitura de diferentes realidades escolares; problematização de contextos educacionais públicos e privados em múltiplos momentos, como re-leituras diversas, ancoradas nos pressupostos do currículo do curso, a saber: pressupostos filosófico-sociológicos, epistemológicos e didático-metodológicos; compreensão sobre a articulação dos componentes didáticos do processo pedagógico no contexto da sala de aula. Elaboração de propostas interventivas nas instituições educacionais contemplando a articulação de todos esses espaços e tempos educacionais, também pelo eixo da gestão; Bibliografia Básica 94 ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre – imagens e auto-estima. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000. BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola. São Paulo/SP: Ed. Loyola 1998. BRASIL. MEC. Resolução do CNE/CP nº. 1 de 15 de maio de 2006. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. ________. MEC. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394/96 de 23 de dezembro de 1996. _________________. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. (Ensino Fundamental, 1ª a 4ª série). Brasília: MEC/SEF, 1997. CASTRO, Amélia D. e CARVALHO, Anna Maria P. (Orgs). Ensinar a ensinar: didática fundamental e média. São Paulo: Pioneira, 2001. CASTILHO, Maria Fátima. A ressignificação da docência: o perfil do educador. Revista da Faculdade de Educação/UNEMAT.Cáceres/MT: Editora UNEMAT, 2004, p. 188-207. ____________________.Da Pedagogia à Escola: sentidos sobre profissão professora (efeitos de sentidos). In: BARONAS, Roberto Leiser (Org.). Identidade Cultural e Linguagem. Cáceres/MT: Unemat Editora; Campinas/SP; Pontes Editores, 2005. 235 p.p.139 -175. CARVALHO, Ana Maria Pessoa. Prática de Ensino: Os estágios na formação do professor. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1998. CAVALDON, Luiza Laforgia. Desnudando a escola. São Paulo: Pioneira. Thomson Learning, 2003. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17 ed. Rio de Janeiro/RJ: Paz e Terra, 1987. _________________. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 14 ed. São Paulo/SP: Paz e Terra, 2002. LIBÃNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogo, para quê? 3. ed. São Paulo/SP: Cortez, 2000. LIBÃNEO, José Carlos. O Campo do Conhecimento Pedagógico e a identidade profissional do pedagogo. In: Pedagogia e Pedagogos, para quê? 3ª ed. São Paulo/ SP: Cortez, 2000. 95 MÜLLER, José Luiz. Disciplina/Indisciplina no cotidiano escolar. Ijuí (RS): Ed. Unijuí, 2001. NÓVOA, Antônio.Profissão professor. Porto/Portugal: Dom Quixote, 1992. PERRENOUD, Philippe. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre/RS: Atmed, 2000. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Disciplina: Construção da Disciplina Consciente e Interativa em Sala de Aula e na Escola. 11 ed. São Paulo/SP:Libertad,2000. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.) Projeto Político – Pedagógico da Escola: uma construção possível. 2 ed. Campinas/SP: Papirus, 1996, p. 11. 5º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: SABERES E FAZERES NA/DA DOCÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO (75 H) – CRÉDITOS: 3.2.0.0 A linguagem como ato de reflexão sobre as diferentes formas de linguagens e como formas de produção de sentidos; a língua como funcionamento – manifestação interindividual da enunciação e de diálogo; diferentes concepções de linguagem; a oralidade, a leitura, a escrita e o discurso: lugar de investimentos sociais, históricos, ideológicos, psíquicos, por meio de sujeitos interagindo em situações concretas. Problematizações do/no cotidiano escolar sobre o trabalho com a linguagem oral e escrita na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental para o desenvolvimento das capacidades lingüísticas básicas: o falar, escutar, ler e escrever. Planejamento e elaboração de planos de aulas com atividades de ensino-aprendizagem coerentes com os pressupostos assumidos. Produção de materiais e recursos como componentes da prática pedagógica; atividades práticas em instituições públicas e/ou privadas da educação infantil, anos iniciais do Ensino Fundamental. 96 Bibliografia Básica: BRASIL,MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua Portuguesa. Brasília, 1997. CARDOSO, Sílvia Helena Barbi. Discurso e ensino. 2. ed. Belo Horizonte (MG): Autêntica, 2003. CITTELLI, Beatriz. Produção e leitura de textos no ensino fundamental. 3 ed., São Paulo: Cortez, vol. 7, 2003.COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São Paulo. Ed. Moderna, 2000. CORACINI, Maria José (org). O jogo discursivo na aula de leitura. Campinas: Pontes, 1998. CURTO, Maruny. Escrever e Ler. Materiais e recursos para a sala de aula. Porto Alegre (RS): Artmed,2000. ________________________.Como as crianças aprendem e como o professor pode ensiná-las a escrever e a ler. Porto Alegre (RS): Artmed,2005. LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo. Ed. Ática, 2001. MAROTE, João Teodoro D. Olim & FERRO, Gláucia D. Olim M. Didática da Língua Portuguesa. São Paulo: Ática, 11 ed. 2002. ORLANDI, Eni P. A Linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. Campinas ( SP): Pontes, 1996. MATEMÁTICA PARA O INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO (75 H) CRÉDITOS: 3.2.00 Ementa: Conhecimento e a instrumentalização matemática presentes em situações da realidade do educando, como mecanismo necessário para sua participação e interferência na sociedade onde vive. Na Pré-escola, noções e representações matemáticas, basicamente orais, utilizando materiais e objetos que possibilitem a passagem da compreensão de real para o abstrato, propiciando a iniciação da representação escrita dos símbolos, abordando: contagem, medidas e forma, 97 utilizando-se de conhecimentos, uma proposta permeando metodológica objetivos claros e voltada à coerentes aquisição nas de atividades desenvolvidas, como pré-requisitos para assimilação das operações matemáticas nas séries posteriores. Bibliografia Básica Secretaria de educação fundamental. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. 3 ed. Brasília. A secretaria, 2001. PINTO, Neuza Bertoni. O erro como estratégia didática: estudo do erro no ensino da matemática. São Paulo: Papirus, 2000. KAMII, Constance. Crianças pequenas reinventam a aritmética. Porto Alegre: Artmed, 2002. DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de problemas de matemática Ed. Ática. SP RANGEL, Ana Cristina. A matemática na construção do conhecimento na escola infantil.In. Educação e Realidade, Porto Alegre, 19(1):149-152, jan/jun.1994. NETO, Ernesto. Didática da matemática. Série educação. São Paulo: Ed. Ática. 1997 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DE COMUNICAÇÃO E O CONTEXTO ESCOLAR (75H) CRÉDITOS: 3.0.2.0 Ementa: Diretrizes e políticas de inserção da informática na educação brasileira e matogrossense; A dimensão técnica, humana e político-social das tecnologias de informação e de comunicação; Diferentes abordagens dos recursos audiovisuais na educação infantil e fundamental: o vídeo-game, a televisão, o jornal impresso, o vídeo, o computador, a internet, o cinema e o rádio; As implicações e uso dos recursos tecnológicos no contexto escolar; as tecnologias educacionais como objeto de aprendizagem. 98 Bibliografia Básica: ALMEIDA, Maria E. B. Da atuação à formação de professores. In: MEC/SEED. Salto para o futuro: TV e informática na educação. Brasília: MEC/SEED, 1998. ______. Informática e projetos: conceitos recorrentes na lista de discussão dos multiplicadores do ProInfo. In: Textos de metodologia/ProInfo. MEC, Mimeo, curso Sinop/MT, 2001. ARMSTRONG, Alison & CASEMENT, Charles. A criança e a máquina: como os computadores colocam a educação de nossos filhos em risco. Porto Alegre: Artmed, 2001. BALGH, Anna Maria. Minha terra tem pantanal, onde canta o tuiuiú...: a guerra de audiência na tv brasileira no início dos anos 90. In: SOUZA, Mauro Wilton (Org) et all. Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo, Brasiliense, 1995. Tradução e transcrição Silvia Cristina Dotta e Kiel Pimenta. BARBOSA, Rommel Melgaço (Org) et all. Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2005. BELLONI, Maria Luiza. Mundialização da Cultura. Estado e sociedade. Brasília, v. 9, n. 12, p. 35-53, jan./dez. 1994. ______. Educação para a mídia: missão urgente da escola. Comunicação & Sociedade. São Bernardo do Campo, n. 17, p. 33-46, ago. 1991. ______. Educação a distância. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 1999a. ______. Da tecnologia à comunicação educacional. ANPED. 1999b. ______. O que é mídia – educação. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2001. ______. Programa formação do telespectador: uma experiência de educação para mídia. UNB/Centre Internacional De L’Enfarce, Brasília, s/d. BIANCHETTI, Lucídio & QUARTIERO, Elisa Maria. O entremesclamento do trabalho pedagógico com as novas tecnologias da informação e comunicação. In: RAYS, Oswaldo Alonso. (Org.). Trabalho pedagógico. Porto Alegre: Sulina, 1999. 99 CITELLI, Adilson et al. Outras linguagens na escola: publicidade, cinema e tv; rádio, jogos, informática. São Paulo: Cortez, 2000. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro. São Paulo: Loyola, 1979. FÈRRES, Joan. Vídeo e educação. Artes Médicas, 1995. FERRETI, Celso João. O filme como elemento de socialização na escola. São Paulo:FDE,1992. FISCHER, Rosa Maria Bueno. Histórias do infantil nos espaços da mídia. Infância: educação infantil, reflexões para o início do século. Seminário da OPMEP. Rio de Janeiro, Ravil, p. 268-276, 2000a. ______. Mídia: uma estratégia pedagógica de sedução e controle. Digalá. Rio de Janeiro, n. 14, p. 42-47, maio/jun. 2000b. HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de didática geral. 7 ed., S.P., Ática, 2003. HEIDE, Ann & STILBORNE, Linda. Guia do professor para a internet. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. HUXLEY, Aldows. Admirável mundo novo. São Paulo: Globo, 2000. KENSKI, Vani. O ensino e os recursos didáticos em uma sociedade cheia de tecnologias. In: VEIGA, Ilma P. Alencastro (Org.) et all. Didática: o ensino e suas relações. 8 ed., Campinas, São Paulo, Papirus, 2004. LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora?: novas exigências educacionais e profissão docente. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2000. (Coleção questões de nossa época, v. 67). LIBÃNEO, José Carlos (Org) et all. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003. LÜCK, Heloísa. Pedagogia interdisciplinar: metodológicos. 3 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994. fundamentos teóricos- MAGDALENA, Beatriz C. & COSTA, Íris E. Tempel. Internet em sala de aula: com a palavra, os professores. Porto Alegre: Artes Médicas, 2003. MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão. São Paulo, Scipione, 1996. 100 MEC/SEED. ProInfo. Disponível em: http://.proinfo.gov.br/. Acesso em: set. 2000. ______. ______. Disponível em: http://www.proinfo.gov.br/. Acesso em: nov. 2001. MORAES, Maria Cândida. Informática educativa no Brasil: um pouco de história. Em aberto. Brasília, n. 57, p. 17-26, jan./mar. 1993. ______. Informática Educativa no Brasil: uma história vivida, algumas lições aprendidas. Abr. 1997. Disponível em: http://www.proinfo.gov.br. Acesso em: maio 2001. MORAES, Raquel de Almeida. A política de informática na educação brasileira: do nacionalismo ao neoliberalismo. Linhas Críticas. 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São Paulo, Saraiva, 1973. _______. e PARRA, Ivone. Técnicas audiovisuais de educação. 5. ed., São Paulo, Pioneira, 1985. 101 PAVANI, Cecília (Org) et all. Jornal: (in) formação e ação. 2 ed., Campinas, São Paulo, 2003. PFROMM NETTO, Samuel. Telas que ensinam: mídia e aprendizagem do cinema ao computador. 2 ed.,Campinas,Alínea,2001. PRETTO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia. Campinas, São Paulo: Papirus, 1996. PRETTO, Nelson de Luca. Educação e inovação tecnológica: um olhar sobre as políticas públicas brasileiras. In: Educação e novo milênio: as novas tecnologias da comunicação e informação e a educação e tecnologias da comunicação e educação. Pós-doutoramento do autor no Centre for Cultural Studies/Goldmiths College. [http://www.goldsmiths.co.uk/cultural-studies], 1998. Disponível em: http://www.ufba.br~pretto. Acesso em: maio 2001. SANDOHOLTZ, Judith H. et al. Ensinando com tecnologia: criando salas de aula centradas nos alunos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. SANCHO GIL, Juana M. (Org.) Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: ArtMed, 1998. SOARES, Ismar de Oliveira. (Org). Para uma leitura crítica dos jornais. São Paulo, Paulinas, I 989. _______. Para uma leitura crítica da publicidade. 2ª. ed., São Paulo, Paulinas, 1988. SILVA FILHO, João Josué da. Computadores: super-heróis ou vilões? um estudo sobre as possibilidades do uso pedagógico da informática na educação infantil. Florianópolis: Centro de Ciências da Educação, Núcleo de Publicações, UFSC, 2000. STRAUB, Sandra Luzia Wrobel. O computador no interior da escola pública: avanços, desafios e perspectivas do/no ProInfo. Dissertação de Mestrado, Florianópolis, Sc, UFSC, 2002. EDUCAÇÃO INFANTIL III: FAZERES E SABERES NA ESCOLA INFANTIL (60 H) CRÉDITOS :3.1.0.0 Ementa: 102 Análise, reflexão e crítica sobre a ação pedagógica e suas determinantes nas concepções, propostas metodológicas, planejamentos e atividades que envolvem a educação infantil, face às demandas sociais. O papel do professor como educador e organizador de ambientes de aprendizagens, observando aspectos teóricos e práticos do planejamento, desenvolvimento e avaliação do processo de ensino e aprendizagem. Arranjos espaciais. Organização do espaço tempo nas creches e pré-escolas. Articulações da educação infantil com o ensino fundamental. Ciclos de vida e ciclos de formação humana na escola. Multiplicidade de interações e constituição de ambientes de aprendizagem. Documentação e registros pedagógicos. Relações família, escola e sociedade contemporânea. Bibliografia Básica: GANDINI, L. & EDWARDS, C. BAMBINI: a abordagem italiana à educação infantil. Porto Alegre: Artmed ed., 2002. KRAMER, Sônia. Com a pré-escola nas mãos. São Paulo:Ática, 1994. -------------et.alii. Infância: Fios e Desafios da Pesquisa. 2ª ed., São Paulo: Papirus, 1997. ------------- Currículo de educação infantil e a formação dos profissionais de creche e pré-escola: questões teóricas e polêmicas. Belo Horizonte, abril de 1994. HOFFMANN, Jussara. A avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 1996. OLIVEIRA, Zilma de M. Educação infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, 1994. PIAGET, Jean. O nascimento da inteligência na criança. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1966. ROSSETTI-FERREIRA, M.C.; CARVALHO, A. M. A; AMORIN, K.S.; SILVA, A. P. S. Rede de significações e o estudo do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2004. VRIES De, R. & ZAN, B. A ética na educação infantil – o ambiente sócio-moral na escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA E LEGISLAÇÃO II (60 H) CRÉDITOS: 2.2.0.0 103 Ementa: A educação escolar básica do sistema educacional brasileiro e nas instituições escolares. As políticas governamentais e as relações com os anos iniciais da educação básica. As leis e diretrizes para a educação básica. Os parâmetros curriculares nacionais para os anos inicias da educação básica. Os planos de educação: nacional, estadual e municipal. Desenvolver atividades de práticas nas instituições públicas e/ou privadas da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9394 – LDB, aprovada em 20 de dezembro de 1996. _______________________. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Aprovada pela Lei nº 10.172, de 9 de janeiro de 2001. ________________________. Lei nº 9.424. Fundo de manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e de valorização do magistério (FUNDEF), Aprovada em 1996. ___________________________. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino fundamental. - Brasília : Ministério da Educação, 1998. ___________________________.Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. CNE/CP/DF,2004. MEC, Brasília: DF, 2005. ___________________________. Diretrizes operacionais para a educação básica nas escolas do campo. MEC, CNE/CEB, Parecer 36/2001/CEB. Brasília: Distrito Federal, 2001. ______________________________. Diretrizes operacionais para a educação básica nas escolas do campo no sistema estadual de ensino de mato grosso. CEE-MT, Resolução nº 126/03-CEE/MT. Compilação de normas do CEE/MT, Complementar da Edição Especial do Batáru-2002, Cuiabá, 2005. BREJON, Moysés (Org.) et al. Estrutura e funcionamento do ensino de 1º e 2º graus: leituras. 23 ed. São Paulo, Ciências Sociais, 1993. 104 CAVALCANTE, Antônia L.; PEREIRA, Jules R.; LIMA, Maria José R. (Org.) Plano nacional de educação: algumas considerações. Cadernos de Educação n.º 02, nov. 2000. CONSTITUIÇÃO FEDERAL de 1998. 4 ed. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1999. Coordenação do Prof Dr Mauricio Antonio Ribeiro Lopes. ESTADO DE MATO GROSSO. Diretrizes educacionais: lei do sistema estadual de ensino, lei da carreira dos profissionais da educação básica LOPEB e lei da gestão democrática. Cuiabá, Mato Grosso, Secretaria de Estado de Educação, 1998. ESTADO DE MATO GROSSO. PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO 2002-2012: versão preliminar. Mato Grosso: SINTEP, DESUC, CEE, AME, UNDIME, Assembléia Legislativa, 2002, Fórum Estadual de Educação. (Ver versão 2006.) ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: Lei 8.069 de 1990. Rio de Janeiro, Esplanada, 1998. LIBÂNEO, José Carlos at all. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo, Cortez, 2003. (Coleção Docência em Formação). MEC/SEED. Fundo de manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e de valorização do magistério (FUNDEF). Disponível em: http://www.mec.gov.br. Acesso em: ago. 2000. Lei nº 9.424/1996. MEC. Lei. nº 10.639 de 2003. Brasília, DF, 2005. (Inclusão no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “história e cultura afro-brasileira” e dá outras providências). ______. Lei nº 11.274 de fevereiro de 2006. Brasília, Df, 2006. (dispõe sobre a duração de nove anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos seis anos de idade). MOTTA, Elias de Oliveira. Direito Educacional e educação no século XXI. Brasília, UNESCO, 1997. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Mec, Brasília, 1997. PLANO DECENAL DE EDUCAÇÃO PARA TODOS: 1993- 2003. MEC, Brasília, 1993. PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Documento norteador para elaboração de plano municipal de educação. MEC, Secretaria de Educação Básica, Brasília: DF, 2005. Elaborador Clodoaldo José de Almeida Souza. 105 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARA TODOS. Lei Brasília, 2001. nº 10.172. MEC, SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação Escolar Brasileira: estrutura, administração, legislação. – São Paulo : Pioneira, 1999. SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma outra política educacional. 2 ed. Revista. Campinas, S.P., Autores Associados, 1999. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL II (PRÉ-ESCOLA) (75 H) CRÉDITOS:0.5.0.0 Ementa: A ação pedagógica considerando aspectos do desenvolvimento psico-motor, cognitivo e sócio-afetivo das crianças, característicos desta fase escolar, a organização do espaço tempo nas creches e pré-escolas, as articulações da educação infantil com o ensino fundamental, os ciclos de vida e ciclos de formação humana na escola. Elaboração da proposta de atuação através do planejamento. Proposições de atividades didáticas contemplando todas as áreas do conhecimento, confecção de diversos materiais pedagógicos; atuação docente em observância aos princípios éticos: da autonomia, de responsabilidade, de solidariedade e do respeito ao bem comum; princípios políticos: dos direitos e deveres de cidadania, do exercício de criatividade e do respeito á ordem democrática; princípios estéticos: da sensibilidade, criatividade, de ludicidade, da qualidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais articulados ao eixo da gestão. Bibliografia Básica: BASSEDAS, Eulália et al. Aprender e ensinar na educação infantil.; trad. Cristina Maria de Oliveira. Porto Alegre/RS: Artes Médicas Sul, 1999. 106 BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v. Volume 1: Introdução _______. MEC. Secretaria de Educação fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v. Volume 1: Introdução; volume 2: Formação pessoal e social; volume 3: Conhecimento de mundo. FERREIRA, Maria Clotilde Rossetti (org). Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 2005. KRAMER, Sônia. LEITE, Maria Isabel (org). Infância: Fios e Desafios da Pesquisa. Campinas/SP: Papirus, 1996. Série, Prática Pedagógica. ___________________________________. Infância e Campinas/SP: Papirus, 1998. Série Prática Pedagógica. Produção Cultural. ESTÁGIO CURRICULAR EM GESTÃO EDUCACIONAL III (15H) CRÉDITOS: 0.1.0.0 Ementa: Re-leituras e problematizações de diversas realidades educacionais em espaços escolares, ancoradas nos pressupostos do currículo do curso, a saber: pressupostos filosófico-sociológicos-psicológicos, epistemológicos e didáticometodológicos. Conhecimento do/no mundo de trabalho dos profissionais da educação. O estudo de questões relacionadas à escola, ao currículo e à ação pedagógica na escolarização inicial, alicerçada no acompanhamento do cotidiano das instituições escolares e mediante projetos políticos pedagógicos das instituições. Bibliografia Básica: OLIVEIRA, Dalila A. (org.) Gestão democrática da educação. Petrópolis: Vozes, 1997. 107 PERONI, Vera Maria Vidal, BAZZO, Vera Lúcia e PEGORARO, Ludimar (org.). Dilemas da educação brasileira em tempos de globalização neoliberal: entre o publico e o privado. Porto Alegre: Editora da Ufrgs, 2006. SANDER, Benno. Gestão da educação na América Latina. Campinas: Autores Associados, 1995. SAVIANI, Dermeval. Política e educação no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2001. WITTAMANN, Lauro C. e GRACINDO, Regina. V. (coord.). O estado da arte em política e gestão da educação no Brasil. Brasília: ANPAE/Campinas: Autores Associados, 2001. CAVALDON, Luiza Laforgia. Desnudando a escola. São Paulo: Pioneira. Thomson Learning, 2003. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro/RJ: Paz e Terra.1987. _________________. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 14ª ed. São Paulo/SP: Paz e Terra, 2002. LIBÃNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogo, para quê? 3. ed. São Paulo/SP: Cortez, 2000. SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO II – (15 H) CRÉDITOS: 1.0.0.0 Ementa Espaço de organização e orientação das pesquisas acadêmicas, com participação conjunta dos acadêmicos nos encaminhamentos dos trabalhos dos colegas, orientados pelos professores do Departamento de Pedagogia em suas temáticas e linhas de pesquisa. Bibliografia As bibliografias de cada disciplina de Seminário de Orientação serão organizadas de acordo com as temáticas e linhas de pesquisa às quais os acadêmicos estiverem inseridos. 108 6º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: ENTRELAÇAMENTOS TEÓRICO-PRÁTICOS DO CURRÍCULO ESCOLAR EDUCAÇÃO ESPECIAL I (75 H) CRÉDITOS:3.2.0.0 Ementa: A evolução histórica da representação social da pessoa com deficiência até os dias atuais. A exclusão nos aspectos: social. Educacional. Concepção de deficiência e da pessoa portadora de deficiência, através da evolução histórica da humanidade, desde a antiguidade até o presente momento. As políticas públicas de: saúde, segurança, trânsito, educação, trabalho, cultura e lazer e sua relação com a produção da deficiência em nível mundial, regional e local. Caracterização dos vários grupos de indivíduos com deficiência, graus de comprometimento, sua implicância no processo ensino-aprendizagem e suas necessidades educacionais especiais. A Educação Especial no Brasil e sua trajetória: da institucionalização segregada à inclusão no ensino regular. Princípios políticos, filosóficos e pedagógicos da Política Nacional de Educação Inclusiva. Organização do ensino e do espaço escolar para a prática inclusiva: projeto político pedagógico (PPP), implantação de serviços especializados de apoio e suporte a inclusão no interior da escola regular (sala de recursos, salas especiais) e outros em espaços extra escolar como centros de atendimento especializado (deficiência auditiva, visual e estimulação precoce para crianças de risco) e outros; Bibliografia Básica ALMEIDA, A. M; MARQUEZINI, M. C; TANAKA, E.D, Perspectivas Multidisciplinares em Educação Especial II. Londrina /PR: Ed. UEL, 2001. 109 BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Expansão e melhoria da educação especial nos municípios brasileiros. MEC/SEESP. Brasília: SEESP, série Diretrizes nº 4, 1994. _______. Ministério Público Federal - Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes comuns da rede regular. Brasília, 2004. _______. Secretaria de Educação Especial. O processo de integração escolar dos portadores de necessidades especiais no sistema educacional brasileiros. MEC/SEESP. Brasília: SEESP, série Diretrizes nº 11, 1995. _______. MEC. Secretaria de Educação a Distância – Salto para o Futuro. Educação Especial: Tendências Atuais: Brasília. Acerp. 1999. _______.Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental e Secretaria de Educação Especial. Parâmetros Curriculares Nacionais. Adaptações Curriculares: Estratégias para Educação de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais: Brasília, 1999. _______.Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial. Programa de Capacitação de Recursos Humanos do Ensino Fundamental . Caderno de Estudo. Série Atualidades. Pedagógica: Brasília; SEESP. 1998. _______.MEC. Diretrizes e Bases da Educação. Lei Nº 9394 de 1996. Brasília, DF: 1997. _______. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. MEC/SEESP. Brasília; 2001. _______. Formação de Professores e a Escola Inclusiva: questões atuais. In Revista Integração Ano 14 Nº 24/2002. Brasília; SEESP. 2002. _______.Avaliação para Identificação das Necessidades Educacionais Especiais: subsídios para os sistemas de ensino, na reflexão de seus atuais modelos de avaliação; Brasília, MEC/SEF/SEESP, 2002. _______.Projeto Escola Viva. Garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília, 2001. _______.Saberes e práticas da inclusão: recomendações para a construção de escolas inclusivas. Brasília, 2005. 110 _______.Saberes e Práticas da Inclusão: Desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos cegos e de alunos com baixa visão. Brasília, 2005. _______.Secretaria de Educação Especial. MOTA, Maria Glória Batista da. Coord. Orientação e Mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual. Brasília, 2003. COOL,C;j; MARCHESI, A. Desenvolvimento Psicológico e Educação: necessidades educacionais especiais e aprendizagem escolar. Trad. Marcos A. G. Domingues. Porto Alegre; Artes Médicas, 1995. UNESCO. Revista Aprender. Edição Nº 9 novembro/dezembro, 2002. HISTÓRIA PARA O INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO (60H) CRÉDITOS: 3.1.0.0 Ementa: Concepções de História recorrente no ensino da Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Papel dessa disciplina no currículo escolar. Diagnóstico e crítica da atual realidade do ensino e das práticas na área de História. Experiências e propostas metodológicas em debate e implementação. Temas recorrentes na Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental. Incorporação de diferentes linguagens no ensino de História. Bibliografia Básica ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e de História: inteligências mútiplas, aprendizagem significativa e competências no dia-a-dia. Campinas, SP: Papirus, 2001. FONSECA, Selva Guimarães. Didática e Prática de ensino de História: Experiências, reflexões e aprendizados. 2. ed. Campinas, SP: Papirus, 2004. _____________________________. Caminhos da História Ensinada. 6. ed. Campinas, S.P: Papirus, 2001 _____________________________. Ser professor no Brasil: História oral de vida. Campinas, S.P: Papirus, 1997 111 BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs de Geografia e de História. Brasília: MEC/SEF, V. 5, 1997. ROMANELLI, Otaíza Oliveira. História da Educação no Brasil. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 1998. SAVIANI, Demerval. Política e educação no Brasil: o papel do Congresso Nacional na Legislação do ensino; 4. ed. Campinas, S.P. Autores Associados, 1994 ARTES PARA O INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO (60H) CRÉDITOS: 3.1.0.0 Ementa: O desenvolvimento da percepção e da sensibilidade do aluno através da sua criação e produção do seu trabalho, proporcionando a aquisição do conhecimento artístico e a produção cultural historicamente constituída, como também a significação de ver e sentir o universo cultural do ser humano e suas relações sociais. Os princípios pedagógicos e fundamentos teóricometodológicos do trabalho com as Artes na Educação Infantil e anos iniciais do ensino fundamental; vivência e experienciação de processos de comunicação-expressão estética em diferentes linguagens artísticas; a sistemática da comunicação e expressão artístico-estética do educando em sala de aula; A atividade artística com um caráter construtivo e criador, valorizando a leitura das qualidades plásticas dos objetos e da realidade (modo de relação dos homens com os objetos e da realidade); saber estético (elementos visuais, composições, dimensional/tridimensional); trabalho artístico (leitura e expressão de diferentes representações da linguagem plástica) aplicadas à vivência escolar na educação infantil e no ensino fundamental. Bibliografia Básica FERRAZ, Mª Heloísa C. de T. & FUSARI, Mª F.de Rezende e. Metodologia do ensino de arte. São Paulo: Cortez, 1995. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Parâmetros curriculares Nacionais-PCN. Brasília: MEC/SEF, 1997 (v.1, 6, 8,9 e 10). __________. Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil - RCNEI. Brasília: MEC, 1998 (1, 2, 3) 112 GEOGRAFIA PARA O INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO (60 H) CRÉDITOS: 3.1.0.0 Ementa: Desenvolvimento das capacidades de observar, analisar, interpretar e pensar criticamente a realidade, tendo em vista a sua transformação vivenciada no contexto escolar da educação infantil e/ou no ensino fundamental. Possibilitar a compreensão do espaço produzido pela sociedade na qual vivenciamos hoje, suas desigualdades e contradições, as relações de produção que nela se desenvolvem e a apropriação que esta sociedade faz da natureza. Bibliografia Básica ALMEIDA, Rosângela; PASSINI, Elza Y. O espaço geográfico: ensino e representação. São Paulo: Contexto, 2002. ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e de História: inteligências mútiplas, aprendizagem significativa e competências no dia-a-dia. Campinas, SP: Papirus, 2001. BRASIL. MEC. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: história e geografia/ Ministério da Educação, Secretaria da Educação Fundamental. - 3 ed.. - Brasília 2001. CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. / Lana de Souza Cavalcanti. – Campinas, SP: Papirus, 1998. – (Coleção Magistério: Formação e trabalho pedagógico). PENTEADO, Heloísa de. Metodologia do ensino de História e Geografia. São Paulo: Cortez, 1992, (Coleção Magistério – 2º grau – Série Formação do Professor). ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Trad. Ernani F. da F. Rosa – Porto Alegre: Artmed, 1998. CIÊNCIAS NATURAIS PARA O INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO (60 H) CRÉDITOS: 3.1.0.0 113 Ementa: A história do ensino de ciências em sua temporalidade, as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade, as concepções de natureza, meio ambiente e conceito científico. Análise e as discussões das propostas metodológicas inovadoras e atuais que permeiam o ensino de Ciências naturais, considerando a Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Vivenciar as problemáticas encontradas no ambiente escolar para efetivar uma construção crítica do conhecimento das Ciências Naturais. Bibliografia Básica BRASIL, PCN-Parâmetro Curriculares Nacionais: Ciências Naturais/Ministério da Educação.3.ed. Brasília:Secretaria da Educação Fundamental,2001. CARVALHO, A.M.P(org).Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico.1 ed.São Paulo: Scipione,1998. __________________. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico.1 ed.São Paulo: Scipione,1998. CHALMES, A.F. A fabricação da Ciência. São Paulo: Fundação Editora da Unesp, 1994. DELIZOICOV, D. & ANGOTTI, J.A. Metodologia do Ensino de Ciências. 2 ed. São Paulo: Cortez,1994. __________________________. Metodologia do Ensino de Ciências. 2 ed. São Paulo: Cortez,1994. GRANGER, G.G. A ciência e as ciências. São Paulo: Editora Unesp,1994. KRASILCHIK, M. Prática de Ensino de Biologia. 4 ed.São Paulo: Edusp,2004. ______________. Prática de Ensino de Biologia .4 ed.São Paulo: Edusp,2004.. MENEZES,L.C. (org).Formação continuada de professores de ciências: no âmbito ibero-americano. Coleção formação de professores. 2 ed.Campinas, São Paulo:Editora autores associados,2001. 114 NARDI,R.(org). Educação em Ciências: da pesquisa à prática docente. 3 ed.São Paulo: Escrituras Editora, 2003. ______________. Educação em Ciências: da pesquisa à prática docente. 3 ed.São Paulo: Escrituras Editora, 2003. OLIVEIRA, D.L. de (org). Ciências nas salas de aula. Cadernos de Educação Básica 2. 3 ed. Porto Alegre:Mediação,1999. ___________________. Ciências nas salas de aula. Cadernos de Educação Básica 2. 3 ed. Porto Alegre:Mediação,1999. ______________________. Ciências nas salas de aula. Cadernos de Educação Básica 2. 3 ed. Porto Alegre:Mediação,1999. SANTOS, L.H.S.(org).Biologia dentro e fora da escola:meio ambiente,estudos culturais e outras questões.Porto Alegre:Editora Mediação,2000. WEISSMANN, h. (ORG). Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artmede,1998.) ____________________. Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artmed,1998.) ZABALA, A. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. 2. ed. Porto Alegre: Artmed,1999. EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O INÍCIO DA ESCOLARIZAÇÃO (60 H) CRÉDITOS: 3.1.0.0 Ementa: Cultura infantil: a produção da infância e das brincadeiras como pertencentes às crianças. A práxis pedagógica a partir dos elementos que compõe o currículo na área de Educação Física para o início da escolarização, com desenvolvimento de habilidades no âmbito da constituição corporal e aquisição de experiências motoras, através de atividades práticas de laboratório e/ou em instituições 115 públicas e/ou privadas da educação infantil, séries iniciais do ensino fundamental e/ou na educação especial. Bibliografia Básica ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. BRIKMAN, Lola. A linguagem do movimento corporal. São Paulo: Summus, 1989. FREIRE, João Batista (Org). O jogo dentro e fora da escola. Campinas. SP: Autores Associados, 2005. GARCIA, Regina Leite (Org). O corpo que fala dentro e fora da escola. Rio de Janeiro. DP&A, 2002. GONÇALVES, Maria Augusta Salin. Sentir, pensar, agir: corporeidade e educação. Campinas: Papirus, 1994. GRESPAN, Márcia Regina. Educação Física no Ensino Fundamental: Primeiro Clico. Campinas: Papirus, 2002. MARCELINO, Nelson Carvalho. Lazer e educação. São Paulo. Papirus. 1987. MARCELINO, Nelson Carvalho. Pedagogia da Animação. Campinas, SP: Papirus. 1989. MEDINA, João Paulo S. A Educação Física cuida do corpo... “e mente”. Campinas: Papirus, 1993. MEDINA, João Paulo Subirá Medina. O Brasileiro e seu corpo: educação e política do corpo. Campinas: Papirus, 1990. MORAIS, Maria Cândida & TORRE, Saturnino de la. Sentipensar: fundamentos e estratégias para reencantar a educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. MOREIRA, Wagner Wey (org). Qualidade de vida: complexidade e educação. São Paulo. Papirus. 2001. NETO, Francisco Rosa. Manual de avaliação motora. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. TAVARES, Maria da Consolação G. C. F. Imagem corporal: conceito e desenvolvimento. Barueri, SP: Manole, 2003. 116 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL III (CRECHE) (75 H) (Créditos: 0.5.0.0) Problematizações e trabalho pedagógico em creches como vivências em docência na educação infantil. Observações, análise e crítica de determinantes nas concepções, propostas metodológicas, planejamentos e atividades que envolvem a educação infantil, face às demandas sociais. O agir do professor como educador e organizador de ambientes de aprendizagens, observando aspectos teóricos e práticos do planejamento, desenvolvimento e avaliação do processo de ensino e aprendizagem. A organização do espaço e tempo, e as relações família, escola e sociedade como elementos fundamentais na infância e na escolarização. Confecção de materiais didáticos. Proposições de atividades didáticas e elaboração de proposta de atuação através do planejamento. Confecção de diversos materiais pedagógicos; jogos simbólicos, educativos e de competição; brincadeiras envolvendo o cognitivo, a motricidade e a psicomotricidade, músicas de gêneros variados, textos diversificados e contextualizados, onde há uma socialização entre professores e acadêmicas de atividades diferenciadas, e socialização das experiências e atividades desenvolvidas pelas acadêmicas que já atuam em sala de aula. Bibliografia Básica BASSEDAS, Eulália et al. Aprender e ensinar na educação infantil.; trad. Cristina Maria de Oliveira. Porto Alegre/RS: Artes Médicas Sul, 1999. BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v. Volume 1: Introdução. _______. MEC. Secretaria de Educação fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v. Volume 1: Introdução; volume 2: Formação pessoal e social; volume 3: Conhecimento de mundo. 117 FERREIRA, Maria Clotilde Rossetti (org). Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 2005. KRAMER, Sônia. LEITE, Maria Isabel (org). Infância: Fios e Desafios da Pesquisa. Campinas/SP: Papirus, 1996. Série, Prática Pedagógica. _________ _. Infância e Produção Cultural. Campinas/SP: Papirus, 1998. Série Prática Pedagógica. SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO III (15 H) Créditos: 1.0.0.0 Ementa Espaço de organização e orientação das pesquisas acadêmicas, com participação conjunta dos acadêmicos nos encaminhamentos dos trabalhos dos colegas, orientados pelos professores do Departamento de Pedagogia em suas temáticas e linhas de pesquisa. Bibliografia Básica As bibliografias de cada disciplina de Seminário de Orientação serão organizadas de acordo com as temáticas e linhas de pesquisa às quais os acadêmicos estiverem inseridos. 7º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: AS DIMENSÕES DA INVESTIGAÇÃO E PRÁXIS PEDAGÓGICA NO CONTEXTO ESCOLAR 118 METODOLOGIA DE PESQUISA EDUCACIONAL III (MONOGRAFIA) (90H) 1.5.0.0 Ementa Revisão e apresentação pública em banca do TCC. Bibliografia Básica ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1999. [001.81 E17c] INÁCIO FILHO, Geraldo. A Monografia na universidade. Campinas: Papirus, 2004. [37.02 I 35 m] JAPIASSU, Hilton. Introdução ao pensamento epistemológico. São Paulo: Francisco Alves, 1991. KERSCHER, Silvio Ari. Monografia: como fazer. Rio de Janeiro: Thex Ed., 1998. [001.891 K41m] EVENTOS CIENTÍFICOS DA METODOLOGIA DE PESQUISA EDUCACIONAL (60H) – CRÉDITOS: 1.3.0.0 Ementa Organização, realização e publicação dos resultados da pesquisa científica no evento “Iniciação Científica na Educação”. Bibliografia Básica ANDRADE. Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico. 6. ed. São paulo: Atlas, 2003. [001.8 A 553i] GADOTTI, Moacir. Comunicação docente: ensaio de caracterização da relação educadora. São Paulo: Loyola, [19--]. [37.01 G866c] 119 SEVERINO, A. J. Metodologia de trabalho científico. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1997. [001.89 S498m]. EDUCAÇÃO ESPECIAL II - LIBRAS (60H) CRÉDITOS: 2.2.0.0 A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, como língua materna da pessoa surda, de modalidade viso gestual, de caráter não universal, sujeita á influências da comunidade surda usuária, nacional e regional. Forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura própria, constituindo um sistema lingüístico de expressão do pensamento, sentimentos, transmissão de idéias e fatos, constituída por sinais que podem expressar letras, palavras ou frases, considerando seus cinco parâmetros: a localização, a forma da mão, a orientação, os movimentos e a expressão facial. Reconhecimento e valorização da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – como primeira língua da comunidade surda brasileira e o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua (estrangeira) respeito à singularidade lingüística da pessoa deficiência auditiva. A interpretação de LIBRAS/Língua Portuguesa, com base nos conhecimentos da análise contrastiva de texto, equivalência semântica, reestruturação da mensagem e adequação apropriada de forma de registro lingüístico. Bibliografia Básica AGNE, J. & QUADROS, R. M. de. Alfabetização: o contexto da pessoa surda. Revista de Ensino Especial, MEC, UNESCO. (no prelo). ALMEIDA, A. M; MARQUEZINI, M. C; TANAKA, E. D, Perspectivas multidisciplinares em educação especial II. Londrina /PR: Ed. UEL, 2001. BARBOZA, H. H. e MELLO, A.C.P. T. O surdo, este desconhecido. Rio de Janeiro, Folha Carioca, 1997. 120 BRASIL. MEC/SEESP/FNDE Volumes I e II. 2ª Edição Revisada. Kit: Livro e Fitas de Vídeo: ___________. LIBRAS em Contesto - Curso Básico - Livro do estudante. MEC/SEESP/FNDE. 2ª Edição Revisada. Kit: Livro e Fita de Vídeo. ____________. Introdução à Gramática da LIBRAS. In Educação Especial – Língua Brasileira de Sinais – Volume II. Série Atualidades Pedagógicas 4, MEC/SEESP, 2000: 81-123 2a. edição _______. Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica. MEC/SEESP. Brasília; 2001. _______. Formação de professores e a escola inclusiva: questões atuais. In Revista Integração Ano 14 Nº 24/2002. Brasília; SEESP. 2002. ______________. Secretaria de Educação Especial. Expansão e melhoria da educação especial nos municípios brasileiros. MEC/SEESP. Brasília: SEESP, série Diretrizes nº 4, 1994. CAPOVILLA, F. C., RAPHAEL, W. D. (2001a). Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira. Volume I: Sinais de A a L (Vol. 1, pp. 1-834). São Paulo, SP: Edusp, Fapesp, Fundação Vitae, Feneis, Brasil Telecom. (ISBN: 85-314-0600-5). ____________, RAPHAEL, W. D. (2001b). Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira. Volume II: Sinais de M a Z (Vol. 2, pp. 835-1620). São Paulo, SP: Edusp, Fapesp, Fundação Vitae, Feneis, Brasil Telecom. (ISBN: 85-314-0603-X). ____________, RAPHAEL, W. D. (no prelo h). Sinais da Libras e o universo da Educação. In: F. C. Capovilla (Org.). Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira: O Mundo do Surdo em Libras. (Vol. 1, de 19 volumes, 340 pp.). São Paulo, SP: Edusp, Vitae, Brasil Telecom, Feneis. FERNANDES, E. Saberes e práticas da inclusão: recomendações para a construção de escolas inclusivas. Brasília, 2005 PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO (75H) CRÉDITOS: 3.2.0.0 Ementa 121 Paradigmas da Psicologia que sustentam uma relação teórica e epistemológica com a educação na perspectiva da compreensão do processo ensinoaprendizagem. Teorias decorrentes dos modelos básicos e suas implicações na escolarização do ensino infantil e básico. Desenvolvimento de uma visão critica e reflexiva, a partir de um processo investigativo sobre a prática pedagógica. Bibliografia Básica CAMPOS, Dinah M.S. Psicologia da aprendizagem. 25a ed. Petrópolis: Vozes, 1997. CUNHA, Marcus Vinícios da. Psicologia da Educação. Rio de Janeiro; DP&A, 2003, 3ª Edição. GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da Educação - fundamentos teóricos aplicações á prática pedagógica. 4a ed. Vozes: l994. KUPFER, M.C. Freud e a educação: o mestre do impossível. Ed. Scipione, 1992. LA TAILLE, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias Psicogenéticas em Discussão. Yves de La Taille, Marta Kohl de Oliveira, Heloisa Dantas. São Paulo: Summus, 1992. LIMA, Elvira Souza. Desenvolvimento e Aprendizagem na Escola: aspectos culturais, neurológicos e psicológicos. São Paulo: GEDH, 1997. PIAGET, Jean - Psicologia e pedagogia, Rio de Janeiro: Forense, 1978. SALVADOR, César Coll. Psicologia do ensino. César Coll Salvador...[et al]; Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. SKINNER, B. F. Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix/USP, 1982. _____________ Questões recentes nas análises comportamental. 4ª ed. Campinas: Papirus, 2003. VYGOTSKY, L. S. e col. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Ed. Ícone-USP. 1988. 122 SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO IV (15H) CRÉDITOS: 1.0.0.0 Ementa Espaço de organização e orientação das pesquisas acadêmicas, com participação conjunta dos acadêmicos nos encaminhamentos dos trabalhos dos colegas, orientados pelos professores do Departamento de Pedagogia em suas temáticas e linhas de pesquisa. Bibliografia As bibliografias de cada disciplina de Seminário de Orientação serão organizadas de acordo com as temáticas e linhas de pesquisa às quais os acadêmicos estiverem inseridos. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO ENSINO FUNDAMENTAL III (ALFABETIZAÇÃO) (75H) CRÉDITOS: 0.5.0.0 Ementa Análise e reflexão críticas da realidade da escola. Prática pedagógica relacionada dialeticamente com a teoria e a intervenção na realidade educacional. Organização e aplicação de métodos de ensino visando à construção de conhecimentos dos conteúdos de alfabetização nos diferentes níveis de formação do sujeito social. Bibliografia Básica DE LA TAILLE, Inês et all. PIAGET, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. FERREIRO, Emilia (org.). Os filhos do analfabetismo: proposta para a alfabetização escolar na América Latina. Trad. Maria Luiza Marques Abourre. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990. REGO, Tereza Cristina. Vygotsky. Uma perspectiva Histórica Cultural da Educação. 4 ed. Petrópolis. Vozes, 1997 123 SMOLKA, Ana Luiza B. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. 8 ed. Campinas- SP: Universidade Estadual de Campinas, 1999. VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. Maria Martins Lontes. São Paulo. Ed. 1991. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NO ENSINO FUNDAMENTAL IV (OUTROS ANOS) - (75H) - CRÉDITOS: 0.5.0.0 Ementa O compromisso com a docência (aspectos indispensáveis à construção do profissional docente: identidade, saberes, posturas etc), o trabalho pedagógico como experiências no exercício da docência nos anos iniciais do Ensino Fundamental em cicladas e\ou seriadas. Bibliografia BRASIL. MEC. Resolução do CNE/CP nº. 1 de 15 de maio de 2006. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. ________. MEC. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394/96 de 23 de dezembro de 1996. _________________. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. (Ensino Fundamental, 1ª a 4ª série). Brasília: MEC/SEF, 1997. CASTRO, Amélia D. e CARVALHO, Anna Maria P. (Orgs). Ensinar a ensinar: didática fundamental e média. São Paulo: Pioneira, 2001. CAVALDON, Luiza Laforgia. Desnudando a escola. São Paulo: Pioneira. Thomson Learning, 2003. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17 ed. Rio de Janeiro/RJ: Paz e Terra, 1987. _________________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 14 ed. São Paulo/SP: Paz e Terra, 2002. 124 LIBÃNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogo, para quê? 3. ed. São Paulo/SP: Cortez, 2000. MARCELINO, Nelson Carvalho. Pedagogia da animação. 2 ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 1997. Coleção Corpo e Motricidade. MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos T. e BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas/SP: Papirus, 2000. NÓVOA, António. Profissão Professor. Porto/Portugal: Porto Editora, 1995. PERRENOUD, Philippe. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre/RS: Atmed, 2000. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Disciplina: Construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 11 ed. São Paulo/SP:Libertad, 2000. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.) Projeto político – pedagógico da escola: uma construção possível. 2 ed. Campinas/SP: Papirus, 1996, p. 11. 8º SEMESTRE JORNADA PEDAGÓGICA: ARTICULAÇÕES DO PROJETO POLÍTICOPEDAGÓGICO ESCOLAR DIDÁTICA III: SEMINÁRIO: PROJETO POLÍTICO EDUCAÇÃO INFANTIL (105 H) CRÉDITOS: 3.3.0.1 PEDAGÓGICO DA Ementa Organização e sistematização do Projeto Político-Pedagógico com base na legislação em vigor. Organização e execução do Seminário Pedagógico. Bibliografia Básica ESTADO DE MATO GROSSO. Sinop, Lei Municipal n. 759, 27 de março de 2.004. 125 Brasil. Ministério da Educação. Diretrizes da Educação Básica do CNE. BRASIL, Lei 10.172, de 09 de janeiro de 2.001. ESTADO DE MATO GROSSO. Sinop, Lei Municipal n. 759, 27 de março de 2.004. LIBANEO J. C.; OLIVEIRA J. F.; IOSCHI. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. Ed. Cortez, 2003. POPKEWITZ, L. S. Reforma educacional: Uma Política Sociológica. Ed. Artes Médicas. Porto Alegre, 1997. DIDÁTICA IV: SEMINÁRIO: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL (105 H) CRÉDITOS: 3.3.0.1 Ementa Organização e sistematização do Projeto Político-Pedagógico com base na legislação em vigor. Organização e execução do Seminário Pedagógico. Bibliografia Básica Brasil. Ministério da Educação. Diretrizes da Educação Básica do CNE. BRASIL, Lei 10.172, de 09 de janeiro de 2.001. LIBANEO J. C.; OLIVEIRA J. F.; IOSCHI. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. Ed. Cortez, 2003. POPKEWITZ, L. S. Reforma educacional: Uma Política Sociológica. Ed. Artes Médicas. Porto Alegre, 1997. RESENDE, L. M.G. Escola: espaço do P. P. P. 7 ed. Campinas – SP: Papirus 2003. SAVIANI, D. Da Nova LDB ao novo PNE: Por uma outra Política Educacional. 5 ed. Campinas-SP: Papirus, Autores Associados, 2000. 126 FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO III: PRINCÍPIOS ÉTICO-ESTÉTICOSECOLÓGICOS DO CUIDADO NA EDUCAÇÃO (75 H) CRÉDITOS: 3.2.0.0 Ementa Compreensão e implicações de uma perspectiva educacional fundada em princípios ecológicos, ético-estético-espiritual-político-epistêmicos do cuidado na educação do humano, permitindo uma contínua reflexão da pessoa humana enquanto um ser que tem valor em si mesmo, na relação com o outro, na relação com a escola e com o Estado, na relação com a natureza, na relação com a cultura e na relação com a sua transcendência. Entendendo o humano como um ser fundamentalmente de relações e de necessidade de cuidado. Ementa ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. Campinas, SP: Papirus, 2000. BACHELARD, Gaston. A Terra e os devaneios da vontade: ensaios sobre a imaginação das forças. Trad. Maria Ermantina Galvão. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano _ compaixão pela terra. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. DAMKE, Ilda Righi. O processo do conhecimento na pedagogia da libertação: as idéias de Freire, Fiori e Dussel. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. D’OLIVET, Antonio Fabre. Historia Filosófica do Gênero Humano. São Paulo: Ìcone, 1997. EDWARDS, C. & GANDINI, L. & FORMAN, G. As cem linguagens da criança. Porto Alegre: Artmed, 1999. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1995. GAGNEBIN, Jeanne Marie. Sete aulas sobre Linguagem, Memória e História. Rio de Janeiro, Imago, 1997. 127 HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo. Parte 1. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. LASH, Christopher. Refúgio em um mundo sem coração. A família: santuário ou instituição sitiada? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. LÉVY, Pierre. Cibercultura. 2 ed. SP: ed.34, 1999. MACHADO, N. J. (1992). Conhecimento como rede: a metáfora como paradigma e como processo. Mimeo. MATOS, Olgária. A escola de Frankfurt: luzes e sombras do iluminismo. São Paulo, Moderna, 1993. MATURANA, R. Humberto. Emoções e linguagem na educação e na política. Belo Horizonte: UFMG, 1998. RESTREPO, Luis Carlos. O direito à ternura. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. SAMPAIO, Sonia. O período integral nas escolas municipais de educação infantil de São Paulo: retomando a polêmica. São Paulo: 1993. Diss. (Mestr.), FE/USP. UNESCO. Educação um tesouro a descobrir. 8 ed.São Paulo: Cortez; Brasília,DF:MEC,2003. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (45H) CRÉDITOS: 0.3.0.0 Ementa: Desenvolvimento de habilidades que busquem na epistemologia do professor uma práxis ao encontro da compreensão das varias dimensões do trabalho com a EJA: dimensões político-pedagógica (aspectos históricos, metodológicos e organizativo); Dimensões enquanto Políticas Públicas da EJA (organização e legislação) e Dimensões Humanas (aspectos cognitivos biológicos sócio-cultural e psicológicos) na alfabetização e nos anos iniciais do ensino fundamental; Estudo das áreas do conhecimento da Alfabetização e anos iniciais do ensino fundamental de forma Interdisciplinar e 128 transdisciplinar: Linguagem, seus códigos e tecnologias. Estudo da sociedade e da natureza. Educação matemática, ciências naturais e suas tecnologias; Bibliografia Básica BRASIL. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, 21 dez. 1996. URL: www. mec.gov. Br/home legislacao/default. Slitm. _______ . Plano Nacional de Educação – PNE : Lei nº 10.172 de 9 de janeiro de 2001. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 10 de janeiro de 2001. url; http:// www. brasil.gov.br/ut__leg.htm. _________________. MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA / MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais ( Ensino Médio) MEC/SEMTEC, Brasília, 1999. _____________________. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL / MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Fundamental) MEC, Brasília , 1997. ___________________. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CNE/ CEB n° 04/98 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental – Brasília. _________ . Parecer CNE/CEB nº 11/2000; Diretrizes Curriculares para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília, 2000. __________ . Resolução CNE/CEB nº 1/2000; estabelece as Diretrizes Curriculares para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília,2000. ____________. Resolução 150/99 CEE/ MT – Estabelece normas aplicáveis para a Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino.D.O.E 16/02/99 ___________.Resolução 180/2000CEE/MT – Fixa Normas para a oferta de Educação de Jovens e Adultos no Sistema Estadual de Educação. D.O.E 01/02/2001 Chadwick, Clinton B. Tecnologia educacional e desenvolvimento curricular. ABT, 1980. Delors, Jacques (org). Educação: um tesouro a descobrir. 8 ed. São Paulo: Cortez; Brasília,DF:MEC:UNESCO,2003 129 Di Pierro, Maria Clara; JOIA, Orlando; RIBEIRO, Vera Masagão. Visões da Educação de Jovens e Adultos no Brasil. In: Cadernos Cedes, ano XXI, nº 55, novembro/2001 p.58-77. Encceja-Exame nacional de certificação de competências de jovens e adultos INEP- Ministério da Educação- Brasília, 2002. FRANCHI, E. P. (org.) A causa dos professores. São Paulo: Papirus, 1995. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1976. ____________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. são paulo: paz e terra, 2000. ________. Educação como prática da liberdade. 22 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994. _______.À Sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d’água , 2000. _______.Cartas a Cristina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1994. Gadotti, Moacir. Saber e Aprender: Um olhar sobre Paulo Freire e as perspectivas atuais da educação. Congresso Internacional Évora, 20 a 23 de setembro de 2000. Método Paulo Freire: in Caderno ABC. Educativa n° 14. Criart Ltda. SP: 2002. Moll, Jaqueline. Alfabetização possível: reinventando o ensinar e o aprender. 6 ed. Porto Alegre: Mediação, 2002. Oliveira, Iranilde A. Leituras Freirianas sobre educação. Unesp. Pedagogia do MST – Acompanhamento às Escolas. Boletim da Educação. N° 8 – julho 2001. Projeto Beija-flor. Seduc. Cuibá: 2006. Romão, J. E. Didática da Diferença: o projeto da escola cidadã frente ao projeto pedagogia neoliberal. Cortez, 2002. Soares, Magda. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. SP: Ática, 2002. VYGOTSKY, L, S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes 1999. __________ . Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991. 130 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL IV (15H) CRÉDITOS: 0.1.0.0 Ementa Compreensão dos espaços e tempos escolares como realidades educacionais (no cotidiano escolar e na sala de aula); Conhecimento sobre os sujeitos alunos, professores, gestores e outros agentes educativos; as legislações escolares e a organização da escola num gesto interpretativo e dialético, dessa realidade em sua articulação histórica como suportes para a elaboração do Projeto Político Pedagógico da Escola, com vistas às ações a serem desenvolvidas no período dos seminários, conforme a matriz curricular do curso. Bibliografia Básica OLIVEIRA, Dalila A. (org.) Gestão democrática da educação. Petrópolis: Vozes, 1997. PERONI, Vera Maria Vidal, BAZZO, Vera Lúcia e PEGORARO, Ludimar (org.). Dilemas da educação brasileira em tempos de globalização neoliberal: entre o publico e o privado. Porto Alegre: Editora da Ufrgs, 2006. SANDER, Benno. Gestão da educação na América Latina. Campinas: Autores Associados, 1995. SAVIANI, Dermeval. Política e educação no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2001. WITTAMANN, Lauro C. e GRACINDO, Regina. V. (coord.). O estado da arte em política e gestão da educação no Brasil. Brasília: ANPAE/Campinas: Autores Associados, 2001. BRASIL. MEC. Resolução do CNE/CP nº. 1 de 15 de maio de 2006. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. ________. MEC. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394/96 de 23 de dezembro de 1996. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro/RJ: Paz e Terra.1987. 131 _________________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 14 ed. São Paulo/SP: Paz e Terra, 2002. BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola. São Paulo/SP: Ed. Loyola 1998. BERBEL, Neusi Aparecida Navas. Metodologia da problematização. Algumas lições extraídas da prática. Rev. Educação e Ensino da Universidade São Francisco. v.6 n.2, 2001. _____________________________. (Org.). Conhecer e intervir. O desafio da Metodologia da problematização. Londrina: EDUEL, 2001, 184 p. CASTRO, Amélia D. e CARVALHO, Anna Maria P. (Orgs). Ensinar a ensinar: didática fundamental e média. São Paulo: Pioneira, 2001. CASTILHO, Maria Fátima. Da Pedagogia à Escola: sentidos sobre profissão professora (efeitos de sentidos). In: BARONAS, Roberto Leiser (Org.). Identidade cultural e linguagem. Cáceres/MT: Unemat Editora; Campinas/SP; Pontes Editores, 2005. 235 p.p.139 -175. ___________________________. A ressignificação da docência: o perfil do educador. Revista da Faculdade de Educação/UNEMAT.Cáceres/MT: Editora UNEMAT, 2004, p. 188-207. _____________________. Da Pedagogia à Escola: Sentidos sobre profissão professora. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre/ RS: UFRGS, 2002.170 p. CARVALHO, Ana Maria Pessoa. Prática de ensino: Os estágios na formação do professor. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1998. CORTESÃO, Luísa. Ser professor: um ofício em risco de extinção. São Paulo: Cortez, 2000. FULLAN, Michael. A escola como organização aprendente: buscando uma educação de qualidade. 2 ed. Porto Alegre/RS: Artes Médicas Sul, 2000. IMBERNÓN, Francisco.(Org). Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo/SP: Cortez, 2001. LIBÃNEO, José Carlos. O Campo do Conhecimento Pedagógico e a identidade profissional do pedagogo. In: Pedagogia e pedagogos, para quê? 3 ed. São Paulo/ SP: Cortez, 2000. ___________________. As Práticas de organização e de gestão da escola e a Formação continuada de Professores. In: Congresso Internacional de Formação Continuada e Profissionalização Docente, em Natal/RN, 2005. 132 MÜLLER, José Luiz. Disciplina/indisciplina no cotidiano escolar. Ijuí (RS): Ed. Unijuí, 2001. NÓVOA, Antônio. Profissão professor . Porto /Portugal: Dom Quixote, 1992. PERRENOUD, Philippe. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre/RS: Atmed, 2000. SANTOS, Josivaldo Constantino dos. Processos participativos na construção do conhecimento. 1 ed. Cáceres/MT: Editora UNEMAT, 2003. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.) Projeto Político – Pedagógico da Escola: uma construção possível. 2 ed. Campinas/SP: Papirus, 1996, p. 11. IX – AVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação dos cursos de graduação superior na Universidade do Estado de Mato Grosso, vem sendo promovido pelo processo de avaliação institucional, instituído em 1994 com a criação do Programa de Avaliação Institucional da UNEMAT – PAIUNEMAT, orientado pela metodologia do Programa de Avaliação das Universidades Brasileiras – PAIUB. Hoje, em 2007, a UNEMAT matem seu programa de avaliação institucional, vinculado a Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional – PRPDI, através da Coordenadoria de Avaliação Institucional – COAVI. O processo de avaliação institucional, a partir de 2004, sofreu alterações metodológicas para atender as orientações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Neste processo, a avaliação dos cursos de graduação se dá a partir dos seguintes instrumentos: auto avaliação do curso, conduzida pela Comissão Própria de Avaliação - CPA, exame nacional de desempenho do estudante – ENADE, conduzido pelo Instituto... - INEP e avaliação externa realizada pelo Conselho Estadual de Educação – CEE. Os três instrumentos fornecem dados/informações que subsidiam as reflexões para avaliação do curso e das ações planejadas e implementadas pelo 133 Departamento de Pedagogia, focando diversas dimensões, tais como: a política para o ensino (graduação e pós-graduação), a pesquisa e a extensão; a infraestrutura física (biblioteca, recursos de informação e comunicação); a política para os egressos e a formação continuada; a política de formação e qualificação do quadro docente e técnico. Entretanto, o Departamento de Pedagogia do Campus de Sinop, entende que é necessário, além de fortalecer a cultura da auto avaliação, institucional e do curso em específico, na modalidade que vem sendo implementada pela Instituição, construir e implementar um processo de avaliação próprio, que possibilite avaliar este Projeto Político Pedagógico. Ou seja, é necessário encaminhar uma avaliação que retroalimente o processo e promova a autocrítica, pois a avaliação é um ato dinâmico e imprime uma direção para as ações constituintes do curso de graduação e do Departamento de Pedagogia. Nesta perspectiva, para se encaminhar a avaliação tanto do curso de graduação em pedagogia e das demais ações do Departamento (pesquisa, extensão, pós-graduação, etc.) três momentos são necessários: fazer leituras da realidade, descrevendo e problematizando a formação do pedagogo promovida; compreender a realidade descrita e problematizada numa perspectiva crítica; elaborar propostas de superação das fragilidades e de manutenção e aprimoramento das ações positivas. Assim compreendida, avançaremos na efetivação de momento de reflexão e criação coletiva. “Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isto existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido” (Rubem Alves, 2004) 134 X. QUADRO DE PROFESSORES EFETIVOS N 1 2 Nome do Professor Adélia Stédile de Mattos Adil Antônio Alves de Oliveira Situação Efetiva/ Graduada Efetivo/Mestre Área de Concurso Metodologia do Ensino Psicologia 3 4 5 6 Alceu Zóia Almir Arantes Antonio Carlos Diniz Aumeri Carlos Bampi Efetivo/Mestre/Doutorando Efetivo/Mestre Efetivo/Mestre/Doutorando Efetivo/ Doutor Filosofia Metodologia Científica Didática Filosofia 7 Claudete Inês Scroczyski Efetiva/ Mestre 8 Edson Antonio de Souza 9 10 11 12 Fátima Iocca Ilário Straub Isabela Augusta S. de Andrade Jaqueline Pasuch Efetivo/ Mestre/Doutorando Efetiva/ Mestre/Doutorado Efetivo/Mestre Efetivo/Mestre/Doutoranda Efetiva/ Doutora Estrutura e Funcionamento do Ensino História 13 João Batista Lopes Efetivo/Mestre Educação Física 14 José Luiz Muller Efetivo/Mestre Didática 15 José Luiz Straub Efetivo/Mestre Educação Física 16 Josivaldo Constantino dos Santos Efetivo/Mestre Filosofia 17 18 Laudemir Luiz Zart Leonir Amantino Boff Efetivo/Mestre Efetivo/Mestre Sociologia Filosofia 19 Maria de Fátima Castilho Efetiva/ Mestre Metodologia do Ensino 20 Maria Ivonete de Souza Efetiva/ Mestre Didática 21 22 23 Marion Machado Cunha Odimar João Peripolli Sandra Luzia Wrobel Straub Efetivo/Mestre/Doutorando Efetivo/Mestre/Doutorando Efetiva/ Mestre Metodologia Científica Metodologia Científica Estrutura e Funcionamento do Ensino Biologia Sociologia Psicologia Psicologia 135 24 Sara Maradei Motta Efetiva/ Mestre Alfabetização 25 26 Wilton dos Santos Malhado José de Souza Neto Efetivo/Mestre/Doutorando Efetivo/Mestre Metodologia do Ensino Sociologia 27 Paula Mariza Zedu Alliprandini Efetivo/ Doutora Psicologia 28 Hélio Vieira Junior Efetivo/Mestre Sociologia 29 Lucio José Dutra Lord Efetivo/Doutorando Sociologia 30 Cristinne Leus Tomé Efetivo/Mestre/Doutoranda Metodologia Científica 136 XI. NORMATIVAS 1. Normativa de Estágio MINUTA DE RESOLUÇÃO Estabelece normas para o planejamento e realização do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT – Campus de Sinop. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONEPE, da Universidade do Estado de Mato Grosso, no uso de s1.uas atribuições legais e, considerando o disposto no artigo 82 da Lei n. 9.394/96, nas Resolução CNE/CP N 1, de 15 de maio de 2006, na Resolução Nº 040/2004-CONEPE e na Resolução N 061- 2005 – CONEPE da 9ª Edição da Normatização Acadêmica. RESOLVE Art. 1º. Estabelecer normas para o planejamento e realização dos estágios do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT – Campus Universitário de Sinop. Parágrafo único: O Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia tem em sua matriz curricular 04 (quatro) estágios em espaços escolares e não escolares: I - Estágio Curricular Supervisionado de Gestão Educacional. II - Estágio Curricular Supervisionado da Educação Infantil. 137 III - Estágio Curricular Supervisionado do Ensino Fundamental. IV – Estágio Curricular Supervisionado da Educação de Jovens e Adultos. TÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Art. 2º. O Estágio Curricular Supervisionado é o momento de efetivar, sob a orientação do professor, um processo de ensino-aprendizagem que possibilitará ao estagiário vivenciar e atuar em sala de aula, preparando-se para a futura profissão de profissional da educação, em conformidade com a Resolução do CNE/CP N 1, de 15 de maio de 2006 Art. 2, § 1º que “Compreende-se a docência como ação educativa e processo pedagógico metódico e intencional, construído em relações sociais, étnico-raciais e produtivas, as quais influenciam conceitos, princípios e objetivos da Pedagogia, desenvolvendo-se na articulação entre conhecimentos científicos e culturais, valores éticos e estéticos inerentes a processos de aprendizagem, de socialização e de construção do conhecimento, no âmbito do diálogo entre diferentes visões de mundo”. Parágrafo Único - Além do previsto no Caput deste artigo, o Estágio Curricular Supervisionado deve propiciar aos alunos, atividades que envolvam estudos, planejamento, cursos de curta duração, assessorias a movimentos sociais e outros, sob a coordenação do professor responsável. Art. 3º O Estágio Curricular Supervisionado tem como finalidades: I. Assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, em ambientes escolares e não-escolares que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências. 138 I. Promover a relação entre a UNEMAT, curso de Pedagogia e escolas enquanto vivências para a produção de novos saberes, e legitimação da universidade como o lócus de produção de conhecimento, instituição e espaço de reflexão, criação e crítica, inseparável das idéias de democracia e democratização ao saber. II. Articular as disciplinas do Curso de Pedagogia como conjunto teóricoprático de conhecimentos, saberes, competências e valores, no sentido da construção de projetos políticos pedagógicos numa concepção nuclear e utilização ética do conhecimento. III. Oferecer aos estagiários, situações de processos de ensino- aprendizagem, para a capacitação, intervenção, organização do trabalho pedagógico, participação nas políticas educacionais e afirmação da identidade e valores do futuro profissional. IV. Oportunizar aos estagiários, conhecer a realidade em que se inserem os sujeitos da educação, na construção do processo educativo, para intervir com base no diálogo das dimensões filosófica, social, psicológica, histórica, econômica, política e cultural da educação. V. Proporcionar aos estagiários, situações de integração com a realidade mediante a interlocução com referenciais teóricos, para interpretação do contexto em que se inserem e da função da educação. VI. Estabelecer uma relação direta entre professor real e o professor ideal. VII. Propiciar aos estagiários, reflexão crítica da realidade observada e problematizada tendo como princípio de ação a articulação teoriaprática. VIII. Oportunizar aos estagiários, situações de aprendizagem como preparo do futuro professor. IX. Estabelecer aos estagiários, situações para a problematização da realidade educativa, o planejamento, a organização, a realização e avaliação do fazer pedagógico. 139 Viabilizar aos estagiários espaços de pesquisa. X. TÍTULO II DO PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Art.4º O Estágio Curricular Supervisionado deve ocorrer em três etapas: I - Aproximação e diagnóstico da realidade: contato interpares, conhecimento da realidade e formulação do problema a ser estudado. II. A teorização e a prática pedagógica aplicada à realidade, desenvolvimento das atividades planejadas e avaliação do processo. III. Planejamento das ações de intervenção e avaliação da realidade educacional apresentada. Art. 5º. Os campos de realização de estágio são organizados pelos professores de cada disciplina de estágio que, fazem o mapeamento das escolas-campos, a organização das turmas viabilizando a documentação necessária. . §1º - Os campos para a realização dos estágios são: escolas municipais, particulares e estaduais, conforme o número de estagiário (a)s mediante Termos de Cooperação e outros espaços educativos ou espaços não escolares. §2º - O Estágio Curricular Supervisionado de Gestão Escolar é desenvolvido em espaços pedagógicos que oportunizem aos estagiários a interlocução com a comunidade científica e também com a comunidade em geral em diferentes espaços e instituições educativas ou não. 140 TÍTULO III DOS INSTRUMENTOS LEGAIS PARA A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Art.6º O Estágio Curricular Supervisionado deve ser realizado através de atividades de ensino inerentes à Educação Básica em instituições de ensino, apoiado em instrumentos jurídicos - termo de convênio/acordo de cooperação celebrados entre a UNEMAT, a instituição de ensino da Educação Básica e o estagiário nos quais deverão estar registradas todas as condições de sua operacionalidade. §1º A realização do estágio, por parte do aluno não acarreta vínculo empregatício de qualquer natureza, pela instituição concedente de estágio. §2º A UNEMAT não se responsabiliza pela remuneração do estagiário nem por seu vínculo empregatício durante a realização do Estágio Curricular Supervisionado. §3º Toda e qualquer ação a se realizar conjuntamente, com instituições concedentes do espaço de Estágio Curricular Supervisionado, deverão existir relações formais entre estas e a UNEMAT, além de um plano de trabalho planejado e avaliado conjuntamente. TÍTULO IV DO TRABALHO DO PROFESSOR DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Art.7º O Estágio Curricular Supervisionado estará sob responsabilidade de um professor coordenador, o qual deverá coordenar a orientação das atividades a serem desenvolvidas durante o curso. 141 § 1º A jornada de trabalho do coordenador de estágio supervisionado tem como parâmetro a carga horária de no mínimo 150 horas, para o regime de 30 horas semanais, para quando não houver projeto de pesquisa aprovado. I - Quando houver projeto de pesquisa aprovado, o coordenador perceberá em regime de Dedicação Exclusiva. II – Para assumir disciplinas de estágio curricular supervisionado, o professor deverá comprovar disponibilidade. § 2º A jornada de trabalho dos professores de estágio supervisionado tem como parâmetro a carga horária de no mínimo 150 horas, para o regime de 30 horas semanais. § 3º - Nos casos em que o número de alunos estagiários ultrapassar o número de 20 (vinte), poderá ser atendido por 02 (dois) professores. SESSÃO ÚNICA DO PROFESSOR DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Art. 8º Ao coordenador do Estágio Curricular Supervisionado compete: I – Compatibilizar a política, a organização e o desenvolvimento do estágio sob sua responsabilidade com o departamento e as instituições concedentes; II – Auxiliar o professor de planejamento e organização dos estágios curriculares supervisionados a contatar as instituições concedentes para a análise das condições oferecidas para a realização do estágio; III – Intermediar a celebração de convênios e acordos entre as instituições escolares; IV – Planejar a coordenação e a execução e avaliação das atividades pertinentes ao estágio, com as instituições concedentes e elaborar ou reelaborar o plano de atividades do estágio supervisionado; 142 V – realizar, a cada semestre letivo, um estudo avaliativo do desenvolvimento e resultado do estágio, juntamente com os representantes das instituições concedentes visando subsidiar programas dos estágios subseqüentes e apresentar, ao final do semestre letivo o relatório das atividades desenvolvidas; VI – Comunicar regularmente aos professores do curso as dificuldades e qualidades do mesmo detectadas no estágio; VII – Promover intercâmbio constante com outros órgãos educacionais; VIII- Promover reuniões regulares com todos os professores de estágio para a discussão de questões relativas ao planejamento, execução e avaliação das atividades, bem como, análise dos métodos, critérios e instrumentos necessários aos seu desenvolvimento; IX – Cumprir e fazer cumprir integralmente as normas previstas nessa resolução. Art. 9º Ao professor de Estágio Curricular Supervisionado compete: I. Apresentar o planejamento e cronograma das disciplinas de estágio. II. Proporcionar condições para que o estagiário vivencie o cotidiano do ensino na escola da Educação Básica. III. Orientar os estagiários no planejamento e na execução das atividades do estágio. IV. Acompanhar cada estagiário em suas atividades de direção de classe e em outras por ele desenvolvidas em no mínimo 50%. V. Indicar as fontes de pesquisa e de consulta necessárias à solução das dificuldades encontradas; VI. Avaliar o desempenho do estagiário, conforme critérios estabelecidos; VII. Manter contatos periódicos com a administração da escola e com o professor da classe, na busca do bom desenvolvimento do estágio, intervindo sempre que necessário; 143 VIII. Controlar a freqüência às aulas de direção de classe e o registro no livro de chamada, conforme horário para a disciplina; X – Participar de reuniões e demais atividades, sempre que convocado pelo coordenador de estágio curricular supervisionado. X - Entregar ao Departamento, após as etapas, um relatório das atividades realizadas. XI - Cumprir integralmente as normas estabelecidas nesta Resolução. TÍTULO V DAS ATRIBUIÇÕES DO ALUNO ESTAGIÁRIO Art.10. Ao aluno-estágiário compete: I. Cumprir as etapas previstas para a realização do estágio, a saber: a) Aproximação e estudo da realidade: contatos interpares, conhecimento da realidade e formulação do problema a ser estudado no estágio. b) A teorização e a prática pedagógica aplicada à realidade, desenvolvimento das atividades planejadas e avaliação do processo. c) Planejamento das ações de intervenção e avaliação da realidade educacional apresentada. d) elaboração e direção das atividades previstas pela disciplina do Estágio Curricular Supervisionado; f) elaboração de relatório final como como Proposta Interventiva e Projeto Político-Pedagógico. II. Discutir com o professor da classe, o planejamento e a execução das atividades propostas; III. Manter uma postura coerente com a função discente e docente, pautando-se pelos princípios da ética profissional; 144 IV. Avaliar de modo constante e crítico o seu desempenho na função como docente; V.Colaborar para a solução de problemas na escola campo e com seus colegas de turma; VI. Cumprir a Normatização Acadêmica da UNEMAT. VII. Cumprir integralmente as normas estabelecidas nesta Resolução. Art.11. O aluno que exercer a atividade docente regular na Educação Básica terá a redução da carga horária do Estágio Supervisionado em até o máximo de 200 (duzentas) horas, até o limite de 50% no estágio pretendido, podendo ser computada uma única vez, com exceção dos casos nos quais atuou em áreas distintas. A redução somente poderá aplicada em se tratando da prática docente em cada estágio. §1º. Para usufruir o previsto no caput deste artigo, o aluno precisa exercer a docência há, pelo menos 01 (um) ano em área específica e comprová-la por meio de documentos oficiais. §2º. O aluno que se enquadrar na situação prevista no caput deste artigo, deve protocolar requerimento na Coordenação do Curso, devidamente instruído com os documentos oficiais. §3º. A Coordenação do Curso submeterá o requerimento ao Colegiado de Curso que emitirá um parecer final. §4º. O resultado final será encaminhado ao professor de Estágio Supervisionado para registro e dispensa das horas, conforme decisão do Colegiado de Curso. 145 TÍTULO VI DISPOSITIVOS METODOLÓGICOS E OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO VIII SEMESTRE Art. 12 O (a) aluno(a) estagiário (a) deverá ter cem por cento (100%) de freqüência na prática pedagógica em sala de aula. Nas demais atividades relativas ao estágio prevalecerá o critério dos 75% de freqüência. TÍTULO VI DA AVALIAÇÃO E DA PROMOÇÃO Art.13. A avaliação na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado fica condicionada à observância dos seguintes aspectos, além dos previstos pela instituição; I.Desempenho nas atividades promovidas e/ou solicitadas pelo professor; II.Desempenho nas atividades desenvolvidas na sala de aula da Educação Básica; III.Apresentação do relatório final e artigo de acordo com as normas técnicocientíficas previamente estabelecidas. IV. Participação na Conferência de Educação realizada na Disciplina de Estágio Curricular das Matérias Pedagógicas da Formação de Professores. Parágrafo Único O professor de Estágio Supervisionado poderá estabelecer outro critérios, desde que devidamente registrados e esclarecidos aos alunos. Art.14.Poderão fazer parte da avaliação de Estágio Curricular Supervisionado as observações feitas pelo professor da classe e pela equipe técnico–pedagógica da escola onde o aluno desenvolveu suas atividades como estagiário. 146 TÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.15. Na elaboração do projeto de Estágio Curricular Supervisionado, o professor deve abordar, pelo menos os seguintes tópicos: a caracterização do tipo de Estágio, a definição dos objetivos, o campo de Estágio, as atividades básicas de cada etapa, o número de aluno, o cronograma de atividades, a sistemática de acompanhamento e avaliação e as exigências gerais e específicas do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia. Parágrafo Único: A carga horária de Estágio Curricular Supervisionado do Currículo Pleno do Curso de Pedagogia é de 495 horas. TÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.16.Os casos omissos nesta Resolução serão resolvidos pelo coordenador de Estágio Curricular Supervisionado em primeira instância e, pelo Colegiado de Curso de Pedagogia em segunda instância. Art.17. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação. Art.18.Revogam-se as disposições em contrário. 2. Atividades Complementares MINUTA DE RESOLUÇÃO Fixa normas para o cumprimento das Atividades Complementares do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, Campus Universitário de Sinop. 147 O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONEPE da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, Campus Universitário de Sinop – MT, no uso de suas atribuições legais e, tendo em vista o disposto no Parecer 28/2001, na Resolução CNE/CP 2/2002 e Resolução nº 041/2004 – CONEPE; RESOLVE Art. 1º. Regulamentar as Atividades Complementares do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, Campus Universitário de Sinop. TITULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 2º. As Atividades Complementares compreendem o aproveitamento de estudos realizados pelos acadêmicos através da participação em atividades relacionadas ao seu curso de formação, proporcionando espaço de reflexão dialógica sobre a educação contextualizando-a na realidade social. Art. 3º. O Departamento de Pedagogia oferecerá semestralmente uma das atividades compreendidas como Atividades Complementares: Conferências, Comunicações, Simpósios, Seminários, Encontros, Palestras, Fórum, Oficinas, Exposições, Laboratórios de Aprendizagem e outras atividades, isoladamente e/ou através de intercâmbio com instituições de ensino superior nacionais ou estrangeiras, tomando como base as diretrizes da política pedagógica e sua conformidade com as linhas de pesquisas, bem como , sua relevância social e as condições impostas pela real situação do mercado de trabalho. Art. 4º. São consideradas Atividades Complementares a participação nas atividades acadêmicas- científico- culturais: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. Pesquisa e Iniciação científica; Extensão; Monitoria; Seminários, Simpósios, Congressos, Conferências, Fórum; Palestra; Produções coletivas e projetos de ensino; Cursos com carga horária de 20 (vinte) a 40 (quarenta) horas, nas modalidades Seminários, Simpósios, Congressos, Conferências, Fórum. As palestras ou oficinas que estão abaixo do patamar de 20 (vinte horas) terão suas cargas horária computadas de acordo com o estabelecido no certificado devidamente registrado pela instituição que o expediu. Estudo dirigido, desde que não ultrapasse 20% ( vinte por cento) da carga horária e sejam definidas e orientadas pelo professor coordenador das Atividades Complementares; Produção de Texto Científico, no mínimo de 10(dez) laudas o que corresponderá a 20 ( vinte) horas. 148 § 1º Participação em Pesquisa e Iniciação Científica é o envolvimento do(a) acadêmico(a) como bolsista ou como integrante efetivo de grupo de pesquisa de instituições oficiais. § 2º Atividade de Extensão é a participação do (a) acadêmico (a) na coordenação e organização de eventos culturais científicos educacionais ligados e promovidos por instituições oficiais de educação. § 3º Monitoria caracteriza-se como atividade didático-pedagógica, desenvolvida pelo (a) acadêmico (a) a partir do 5º semestre, em instituições de ensino que ofereçam Educação Infantil e ou Ensino Fundamental (séries iniciais) em suas diversas modalidades. A carga horária será de 30(trinta horas) por semestre. § 4º Produção Coletiva é o registro com divulgação academicamente organizada, resultante de experiências, estudos, aperfeiçoamentos, observações das atividades que permeiam o curso. § 5º Projeto de Ensino é a elaboração de proposta de intervenção pedagógica, teoricamente fundamentada, com objetivo de atender uma realidade específica. A carga horária de 20(vinte horas). § 6º As atividades de monitoria, participação em projetos de pesquisa e/ou extensão, as produções coletivas deverão ser computados em 30 (trinta) horas por semestre/ano, como Atividades Complementares. § 7º Estudo Dirigido é uma atividade orientada pelo professor/ coordenador, a qual será desenvolvida pelo acadêmico em forma de estudo independente. § 8º A carga horária de cada atividade de estudo dirigido, será definida pelo professor coordenador, observando o limite de 20% (vinte por cento). Art. 5º. Não serão contempladas como Atividades Complementares, cursos de cunho técnico profissionalizantes e de proficiência em Língua Estrangeira. Parágrafo Único: Ao aluno que estiver cursando o estágio do VIII semestre de Pedagogia, fica vedada a contagem da carga horária de participação na conferência de educação referente ao mesmo período de sua matrícula, no referido estágio como atividade complementar. Art. 6º. A coordenação de Atividades Complementares ficará a cargo de um professor do quadro docente do Departamento do Curso de Pedagogia do Campus Universitário de Sinop, mediante a apresentação de um plano de atividades anual em tempo hábil para dotação orçamentária, a ser apresentado ao Departamento e aprovado pelo Colegiado de Curso. §1º. Havendo mais de uma proposta apresentada ao Departamento, o Colegiado de Curso aprovará aquela que melhor corresponder aos objetivos do curso de formação, sujeito as alterações propostas pelo Colegiado. 149 §2º. No caso de empate utilizam-se os critérios de atribuição de aulas da Instituição. §3º. O professor Coordenador desenvolverá suas atividades em regime de 30 (trinta) horas aulas semanais, sendo no mínimo dez horas-aulas em atividades de ensino e as restantes nas atividades da coordenação das atividades complementares. Art. 7º. Compete ao professor responsável pelas Atividades Complementares: I. II. III. IV. V. VI. VII. Organizar juntamente com o Departamento, eventos que possibilitem aos acadêmicos o cumprimento da carga horária; Expedir em conjunto com o Chefe de Departamento, certificados de participação em eventos realizados pelo Departamento; Manter atualizados os livros de registro das atividades realizadas; Expedir atestados em conjunto com o Chefe de Departamento, ao final do evento, de cumprimento da carga horária; Enviar ao Chefe de Departamento, o diário de classe que ateste o cumprimento da carga horária pelos formandos em cada semestre; Enviar ao Chefe de Departamento e Direção da Faculdade de Educação a previsão orçamentária anual necessária a realização das atividades; Registrar as atividades complementares em sistemas de fichas com arquivo A a Z e entregar o controle na Secretaria Acadêmica ao término da graduação. Art. 8º. A carga horária destinada ao cumprimento das Atividades Complementares é de no mínimo 200 (duzentas) horas, conforme Art. 1º, inciso IV da Resolução CNE/CP 2/2002. Art. 9º. Recomenda-se aos acadêmicos, o cumprimento de pelo menos 40 (quarenta) horas de Atividades Complementares por semestre. Art. 10. A cada semestre os acadêmicos deverão apresentar ao professor coordenador as Atividades Complementares realizadas, mediante apresentação dos certificados originais e fotocópias para constar nos livros de registros. § 1º. Aos acadêmicos que não comprovarem a certificação prevista da carga horária de Atividades Complementares recomendadas a cada semestre, poderão fazê-lo no último semestre, mediante apresentação dos certificados originais e fotocópias ao professor coordenador das Atividades Complementares. § 2º. Após análise da autenticidade das fotocópias, o professor coordenador devolverá imediatamente ao acadêmico os seus certificados originais. 150 TÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 11. As Atividades Complementares serão registradas em Diário de Classe, apontando os seguintes resultados: Realizadas/ Não Realizadas (R/NR). Parágrafo Único. Caso as atividades complementares não sejam realizadas e devidamente comprovadas, o acadêmico ficará impedido de concluir o Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia. TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 12. Os casos omissos nesta resolução serão resolvidos pelo Professor Coordenador de Atividades Complementares em primeira instância e, em segunda instância pelo Colegiado do Curso de Pedagogia. Art. 13. Das decisões decorrentes da aplicação deste regulamento caberá recurso, no prazo de 72 (setenta e duas) horas da ciência da decisão, ao Colegiado de Curso de Pedagogia, em primeira instância e ao Colegiado Superior em segunda instância. Art. 14. Este regulamento entrará em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário. Sala de reuniões do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, aos de 2005. 3. Normativa de TCC MINUTA DE RESOLUÇÃO Estabelece normas para regulamentação Trabalho de Conclusão de Curso – TCC – Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT – Campus Universitário de Sinop. do do da – O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONEPE, da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, Campus Universitário de Sinop – MT, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o disposto no Parecer 28/2001, na Resolução CNE/CP 2/02 e Resolução 042/2004/CONEPE; 151 RESOLVE Art. 1º -Normatizar as atividades para a orientação e elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, do Currículo Pleno do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, Campus Universitário de Sinop, indispensável para a Colação de Grau. TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste em uma pesquisa individual orientada, relatada sob a forma de monografia, em qualquer área de conhecimento da Educação, no âmbito do Departamento de Pedagogia deste Campus. §1º Os temas dos TCCs devem obedecer às habilitações asseguradas pelo Curso ou linhas de pesquisas constituídas pelo Departamento de Pedagogia do Campus de Sinop. §2º O aluno poderá realizar o seu TCC em outra área do conhecimento, estabelecendo relação com a área da Educação, desde que seu Projeto de Pesquisa obtenha a aprovação pelo Coordenador do TCC e haja professor na Instituição disponível para a respectiva orientação. Art. 3º - O objetivo geral do TCC é proporcionar aos alunos do Curso de Pedagogia a oportunidade de demonstrar sua aptidão para a habilitação, o aprofundamento temático, o estímulo à produção científica, a consulta de bibliografia especializada e o aprimoramento da capacidade de interpretação crítica da Educação. 152 TÍTULO II DA COORDENAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA Art. 4º - A Coordenação de Projeto de Pesquisa será da competência do professor das disciplinas de Pesquisa Educacional IV. Parágrafo Único - O professor coordenador do Projeto de Pesquisa deverá possuir no mínimo Mestrado. Art. 5º - Ao Coordenador de Projeto de Pesquisa compete: I – proporcionar a orientação metodológica aos alunos durante a elaboração de seu Projeto de Pesquisa; II – elaborar e encaminhar aos professores-orientadores o relatório de conclusão do Projeto de Pesquisa juntamente com a cópia do mesmo; III – convocar, sempre que necessário, reuniões com os alunos e professoresorientadores; IV – indicar, junto com o Colegiado de Curso, professores-orientadores para os alunos que não tiverem; V – manter atualizado, junto ao Departamento de Pedagogia, arquivo com os “Formulários de Aceite do Orientador e Termo de Comprometimento do Orientando”, indicando o tema e possível Linha de Pesquisa e os Projetos de Pesquisa; VI – manter atualizado no Departamento de Pedagogia, em livro próprio, as de atas de reuniões das bancas de defesa dos Projetos Pesquisa; VII – apresentar ao Departamento de Pedagogia - com até 30 (trinta) dias após o início de cada semestre letivo, a previsão orçamentária das atividades semestrais a serem desenvolvidas no ano letivo. X – Cumprir e fazer cumprir este Regulamento. 153 TÍTULO III DOS PROFESSORES ORIENTADORES Art. 6º - Cabe ao aluno escolher o professor-orientador, junto com o Coordenador de Projeto de Pesquisa e dentro das áreas temáticas de atuação docente do Departamento, pertencente ao quadro docente da UNEMAT, preferencialmente do Departamento de Pedagogia, devendo, para esse efeito, realizar o convite levando em consideração os prazos estabelecidos neste Regulamento para a entrega do Projeto de Pesquisa, bem como a época de defesa pública do mesmo. § 1º - Ao assinar o Projeto de Pesquisa do aluno, o professor-orientador estará aceitando o trabalho de orientação do graduando, devendo comunicar de ofício, ao Coordenador Projeto de Pesquisa o aceite do aluno como seu orientando. § 2º - Pode o aluno contar com a colaboração de um profissional que não faça parte do corpo docente da UNEMAT, que poderá atuar como co-orientador, mediante a aprovação de seu orientador, e sem ônus para a Instituição. § 3º - Cabe ao co-orientador oficializar à coordenação do Projeto de Pesquisa o aceite, devendo constar seu nome nos documentos e relatórios entregues pelo aluno-orientando. Art. 7º - Na hipótese do aluno, devidamente matriculado, não encontrar nenhum professor que se disponha a assumir a sua orientação, deve o mesmo notificar o Coordenador Projeto de Pesquisa, juntamente com o Colegiado de Curso, a fim de que este lhe indique um professor-orientador. Parágrafo Único – Na indicação de professores-orientadores, o Coordenador de Projeto de Pesquisa deve observar o Plano de Trabalho dos alunos e o Plano de Trabalho do professor no Departamento, e levar em consideração, sempre que possível, a distribuição desta atividade de acordo com as áreas de interesse dos 154 professores, de modo a considerar a distribuição eqüitativa de alunos-orientandos entre a equipe de professores-orientadores na instituição. Art. 8º - Cada professor, inclusive o Coordenador de Projeto de Pesquisa, pode orientar no máximo 08 (oito) alunos por semestre letivo. Art. 9º - A troca de professor-orientador só será permitida quando outro docente assumir formalmente a orientação, mediante aquiescência expressa do professororientador substituto. Esses trâmites devem ser realizados formalmente, de ofício, junto ao coordenador Projeto de Pesquisa, aprovado pelo Colegiado de Curso. Art. 10 - O professor-orientador tem as seguintes atribuições: I – Freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador de Projeto de Pesquisa; II – Definir datas e horário de atendimento ao orientando; III – Apresentar os Projetos de Pesquisa desenvolvidos sob sua orientação ao Coordenador da Disciplina para serem remetidas à apreciação de Bancas Examinadoras; IV – Participar das bancas examinadoras do Projeto de Pesquisa para as quais estiver designado, em especial as de seus alunos-orientandos; V – Assinar, juntamente com os demais membros das Bancas Examinadoras, as “Fichas de Avaliação” dos Projetos de Pesquisa e as “Atas” finais das sessões de defesas; VI – Cumprir e fazer cumprir esse Regulamento. Art. 11 - A responsabilidade pela elaboração do Projeto de Pesquisa e TCC é integralmente do aluno, o que não exime o professor-orientador de desempenhar, adequadamente, dentro das normas definidas neste Regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. TÍTULO IV DOS ALUNOS EM FASE DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) 155 Art. 12 - É considerado aluno em fase de realização de Trabalho de Conclusão de Curso todo aquele regularmente matriculado na disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional III, pertencente ao Currículo Pleno do Curso de Pedagogia, referentes ao seu VII semestre. Art. 13 - O aluno em fase de realização do TCC tem, entre outras, as seguintes atribuições: I – Freqüentar as reuniões convocadas pelo coordenador de TCC e/ou pelo seu orientador; II -Na possibilidade do aluno encontrar-se sem professor-orientador, este deverá escolher, junto com o Coordenador de TCC e dentro das áreas temáticas de atuação docente, preferencialmente do Departamento de Pedagogia, devendo, para esse efeito, realizar o convite levando em consideração os prazos estabelecidos neste Regulamento para a entrega do TCC, bem como a época de defesa pública do mesmo. III – Manter contatos semanais com o professor-orientador, para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas; IV – Cumprir o calendário divulgado pela coordenação de TCC para entrega do TCC; V - Elaborar o TCC; VI – Elaborar versão final de seu TCC, de acordo com o presente Regulamento e as instruções de seu professor-orientador e do coordenador de TCC; VII – Entregar ao coordenador de TCC 5 (cinco) cópias de seu TCC devidamente assinadas pelo professor-orientador, a serem remetidas à Banca Examinadora; VIII – Comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar e defender publicamente a versão final de seu TCC, perante a banca examinadora; IX – Entregar ao Coordenador de TCC, após a defesa, versão final de seu TCC para encaminhamento à biblioteca; X – Justificar, oficialmente, junto à coordenação de TCC, qualquer falta com os compromissos estabelecidos, e no prazo estipulado pela coordenação. 156 XI – Entregar o “Formulário de Autenticidade de Pesquisa” ao Coordenador de TCC, registrado em Cartório, comprometendo-se a não plagiar qualquer referência sob pena de reprovar na Disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional III. XII - Cumprir e fazer cumprir este Regulamento. TÍTULO V DOS REQUISITOS E DAS VAGAS Art. 14 - Para matricular-se na disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional III, o aluno terá de ter concluído as disciplinas Metodologia Científica I e II, Metodologia da Pesquisa Educacional I e II. Parágrafo Único - O não cumprimento do disposto no caput deste artigo implica no indeferimento da matrícula na disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional III. TÍTULO VI DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO I DAS ETAPAS Art. 15 - O TCC compreende duas etapas: § 1º - A primeira etapa é destinada à elaboração do Projeto de Pesquisa, que compreende a disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional II, com ementa própria, ministrada pelo Coordenador de Projeto de Pesquisa, sendo a mesma destinada para a organização e execução das Bancas de Defesa dos Projetos, que deverão acontecer no mesmo semestre como parte integrante da disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional II. §2º - Durante a disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional II, o aluno deverá entregar ao Coordenador do Projeto de Pesquisa uma cópia em disquete e quatro cópias impressas do Projeto, que serão repassadas aos professores157 avaliadores componentes da Banca Examinadora: Presidente da Banca, dois professores-avaliadores e professor-orientador. § 3º Quando da conclusão da disciplina Metodologia da Pesquisa Educacional II, o aluno deverá entregar à coordenação de Projeto uma cópia em disquete e duas cópias impressas do projeto de Pesquisa, com as revisões sugeridas e assinadas pela Banca Examinadora. § 4º - A segunda etapa compreende a disciplina de Metodologia Pesquisa Educacional III e é destinada à execução e finalização do trabalho de pesquisa, incluindo a redação do TCC e a defesa do mesmo perante a Banca Examinadora. § 5º - Quando da conclusão da disciplina Metodologia Pesquisa Educacional III, o aluno deverá entregar ao Coordenador de TCC uma cópia em disquete e duas cópias impressas do TCC, com as revisões sugeridas e assinadas pela Banca Examinadora. . CAPÍTULO II DO PROJETO DE PESQUISA Art. 16 - O aluno deve elaborar seu Projeto de Pesquisa de acordo com este Regulamento, seguindo as orientações do coordenador de Projeto de Pesquisa; I – na sua estrutura formal, devem ser seguidos os critérios estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT sobre documentação, no que forem aplicáveis; II – o corpo da proposta do Projeto de Pesquisa deverá possuir no máximo 20 (vinte) páginas, devendo ser indicado o aluno proponente e o professor-orientador escolhido. Art. 17 - A aprovação dos Projetos de Pesquisa se dará através da defesa em banca examinadora. 158 § 1º - Se ao final da disciplina Metodologia da Pesquisa Educacional II o aluno tiver seu Projeto de Pesquisa reprovado, o mesmo terá que matricular-se novamente na mesma disciplina. § 2º - Aprovado o Projeto de Pesquisa, um exemplar será arquivado no Departamento de Pedagogia até a data de conclusão do Curso pelo aluno, e outro exemplar será encaminhado ao professor-orientador, para planejamento e execução da proposta. § 3º - O aluno que não entregar o Projeto de Pesquisa à coordenação conforme prazos indicados, ou não se apresentar para a defesa - sem motivo justificado estará automaticamente reprovado na disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional II. Art. 18 - Quando aprovado o Projeto de Pesquisa do aluno, a mudança de tema somente será permitida mediante a elaboração de um novo Projeto de Pesquisa, e sendo preenchidos os seguintes requisitos: I – ocorrer a mudança desde que em prazo não superior a 30 (trinta) dias, contados da data de início do período letivo; II – haver aprovação expressa do professor-orientador; III – existir concordância do professor-orientador em continuar com a orientação, ou a concordância expressa de outro docente em substituí-lo; IV – haver a aprovação da Coordenação de Projeto de Pesquisa. V - Pequenas mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto serão permitidas a qualquer tempo, desde que haja autorização do professororientador. §1º - A Chefia de Departamento, com a Coordenação de Projeto de Pesquisa, deverá elaborar calendário semestral fixando prazos para a entrega dos Projetos de Pesquisa e a designação das Bancas Examinadoras e realização das defesas. § 2º - As Bancas de Projeto de Pesquisa deve preferencialmente 30 (trinta) dias antes do término do semestre letivo. 159 CAPÍTULO III DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 19 – O TCC do Curso de Pedagogia deve ser elaborado considerando-se: I – na sua estrutura formal, devem ser seguidos os critérios estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT sobre documentação, no que forem aplicáveis; II – no seu conteúdo, as finalidades estabelecidas no artigo 3º deste Regulamento, com a vinculação direta do tema com a Pedagogia; III – o corpo do TCC (introdução, desenvolvimento e conclusão) deverá possuir no mínimo 50 (cinqüenta) páginas. Parágrafo Único: A cópia definitiva do TCC a ser entregue após a defesa, deve ser encadernada em capa dura, contendo a assinatura do aluno, do professororientador, dos membros da Banca Examinadora, do Chefe do Departamento e do Coordenador de TCC e em Anexo deve constar o “Formulário de Autenticidade de Pesquisa” registrado em Cartório. CAPÍTULO IV DA COORDENAÇÃO DO TCC Art. 20 - A Coordenação de TCC será da competência do professor da disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional III. § 1º- O professor coordenador de TCC deverá possuir no mínimo pós-graduação Mestrado. Art. 21 - Ao Coordenador de TCC compete: I – proporcionar a orientação metodológica aos alunos durante a elaboração de seu TCC; II – elaborar e encaminhar aos professores-orientadores o relatório de conclusão do TCC juntamente com a cópia do mesmo; 160 III – convocar, sempre que necessário, reuniões com os alunos e professoresorientadores; IV – indicar, junto com o Colegiado de Curso, professores-orientadores para os alunos que não tiverem; V – manter, junto ao Departamento de Pedagogia, arquivo atualizado com o resumo dos TCC’s concluídos; VI – manter atualizado no Departamento de Pedagogia, em livro próprio, as de atas de reuniões das bancas de defesa dos TCC’s; VII – encaminhar cópia dos TCC’s aprovados à Biblioteca do Campus Universitário de Sinop; IX – apresentar ao Departamento de Pedagogia - com até 30 (trinta) dias após o início de cada semestre letivo, a previsão orçamentária das atividades semestrais a serem desenvolvidas no ano letivo. X – Cumprir e fazer cumprir este Regulamento. TÍTULO VII DA BANCA EXAMINADORA DE PROJETOS DE PESQUISA E DE TCC CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO Art. 22 – A versão final do Projeto de Pesquisa e do TCC de graduação será defendida pelo aluno perante Banca Examinadora, sendo a mesma composta pelo professor-orientador, um professor da área especificamente abordada no Projeto de Pesquisa e do TCC, por um professor indicado pelo professor-orientador em acordo com o respectivo aluno e pelo Coordenador da Disciplina que fará o papel de Presidente da Banca. § 1º - Todos os professores do Departamento de Pedagogia podem ser convocados para participarem das Bancas Examinadoras; § 2º - Podem fazer parte da Banca Examinadora os membros escolhidos entre professores de outros Departamentos, com interesse na área de abrangência da 161 pesquisa, ou entre profissionais de nível superior que exerçam atividades afins com o tema Projeto e do TCC, ligados à instituição. § 3º - Quando da composição da Banca Examinadora, o professor - em conjunto com o em conjunto com o aluno - deve indicar um membro suplente encarregado de substituir qualquer dos titulares, em caso de impedimentos. § 4o - Os professores poderão participar no máximo de 6 (seis) Bancas de Projetos e/ou TCC por semestre letivo. Art.23 - A Banca Examinadora, quando da defesa, somente poderá executar seus trabalhos com quatro membros presentes. I - O não comparecimento de qualquer dos membros designados para a Banca Examinadora deverá ser comunicado com, no mínimo, 24 horas de antecedência e por escrito, à Chefia do Departamento de Pedagogia. II - No impedimento de um professor-avaliador fazer-se presente durante a defesa do Projeto de Pesquisa ou do TCC, este poderá enviar “Parecer por Escrito” ao Coordenador do Projeto de Pesquisa e/ou TCC ou professor-orientador. III No impedimento do Coordenador de Projeto de Pesquisa e/ou TCC fazer-se presente durante a defesa do Projeto de Pesquisa ou do TCC, o papel de Presidente de Banca deverá ser realizado pelo professor-orientador. IV Não havendo a possibilidade de composição da Banca Examinadora deverá ser definida nova data para a defesa do Projeto de Pesquisa ou do TCC do graduando; V Nos casos em que for verificada a ausência legalmente justificada pelo aluno, com antecedência de, no mínimo 24 horas e por escrito - quando da defesa pública - será definida uma nova data para a defesa do Projeto de Pesquisa e do TCC - a qual também será realizada dentro do calendário acadêmico e, de igual modo, sem a substituição de membros da banca examinadora, anteriormente estabelecidas. Parágrafo Único - A nova data de defesa deverá ser agendada num período dentro do calendário acadêmico, sem substituição dos membros da Banca Examinadora, e com a comunicação prévia aos interessados. 162 TÍTULO VII CAPÍTULO I DA DEFESA DO PROJETO DE PESQUISA E DO TCC Art. 24 - A Chefia de Departamento, com a Coordenação do Projeto de Pesquisa e do TCC, deverá elaborar calendário semestral fixando prazos para a entrega dos Projetos de Pesquisa e dos TCC’s e designação das Bancas Examinadoras e realização das defesas. Art. 25 - Após a data limite para a entrega das cópias finais dos Projetos de Pesquisa e dos TCC’s, a Coordenação divulgará a composição das Bancas Examinadoras, horários e salas destinadas às defesas. Art. 26 - Os membros das Bancas Examinadoras, a contar da designação, têm o prazo de, no mínimo, 10 (dez) dias para procederem à leitura dos Projetos de Pesquisa e dos TCC’s. Art. 27 - As sessões de defesa dos Projetos de Pesquisa e dos TCC’s do Curso de Pedagogia serão públicas. Parágrafo Único – É vedado aos membros das Bancas Examinadoras tornar público os conteúdos antes de suas respectivas defesas. Art. 28 - Na defesa, o aluno terá de 10 (dez) a 25 (vinte e cinco) minutos para apresentar seu trabalho, sendo que a argüição será subseqüente à apresentação em que haverá 10 minutos para que os examinadores apresentem suas argüições e questionamentos, 10 minutos para réplica do aluno e 10 minutos para considerações finais feitas pelo professor-orientador. 163 Art. 29 - A atribuição de notas dos Projetos de Pesquisa e dos TCCs apresentadas se dará após o encerramento da sessão, em sessão restrita, obedecendo o sistema de notas individuais por examinador, levando-se em conta o texto escrito, a exposição oral, a defesa e argüição junto a banca examinadora. § 1º - A nota final do aluno será o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora, mais a nota do professor da Disciplina (nos casos de Projeto de Pesquisa o professor de Metodologia da Pesquisa Educacional II e de TCC, o de Metodologia da Pesquisa Educacional III). § 2º - Para ser aprovado, o aluno deverá obter nota igual ou superior a 7 (sete), na média aritmética das notas individuais atribuídas pelos examinadores. Art. 30 - A Banca Examinadora, por maioria, poderá sugerir ao aluno que reformule aspectos de seu Projeto de Pesquisa e TCC. § 1º - Quando sugerida a reformulação, o prazo para apresentar as alterações sugeridas é de, no máximo, 30 (vinte) dias. § 2º - Entregue o Projeto de Pesquisa ou TCC reformulado, o professor da disciplina Metodologia da Pesquisa Educacional II ou III deverá receber as correções e aceitá-las ou não. Caso as correções não atendam ao solicitado por qualquer um dos avaliadores, o aluno será reprovado e terá de cursar a respectiva disciplina novamente. Caso as correções sejam aceitas, os avaliadores deverão assinar ficha de aprovação que deverá estar anexada ao trabalho, aprovando o mesmo. § 3º – Os professores examinadores poderão requisitar revisão das correções, não sendo obrigado a fazê-lo, uma vez que o trabalho compete ao professororientador e ao Coordenador da disciplina, que se baseará na ata da Banca Examinadora. Art. 31 - A avaliação final do TCC do graduando será registrada em ata que, assinada por todos os membros da Banca Examinadora, e em caso de aprovação, constará na cópia da monografia destinada à Biblioteca Central da UNEMAT. 164 Art. 32 - O aluno que não entregar o Projeto de Pesquisa ou o TCC à Coordenação conforme prazos indicados, ou não se apresentar para a defesa sem motivo justificado - estará automaticamente reprovado pela Banca Examinadora. Art. 33 - O aluno que não entregar o Projeto de Pesquisa ou o TCC à Coordenação conforme prazos indicados, ou não se apresentar para a defesa sem motivo justificado - estará automaticamente reprovado nas disciplinas de Metodologia da Pesquisa Educacional II ou III, respectivamente. § 1º - As Bancas de Projeto de Pesquisa e de TCC deverão acontecer num prazo de no mínimo 30 (trinta) dias anteriores ao encerramento do semestre letivo, tornando possível a realização de nova Banca sempre que necessário. § 2º - Se reprovado, ficará a critério do aluno continuar ou não com o mesmo tema de estudo - assim como com o mesmo orientador. § 3º - Na banca de defesa do TCC, o aluno deverá anexar cópia do seu Projeto de Pesquisa aprovado em Banca, tendo a Banca Examinadora a autonomia de aceitar ou não as alterações em relação ao que previa o projeto e o que acadêmico efetivamente apresentou no TCC. Art. 34 – Caso a Banca Examinadora constatar plagio de referências em parte ou íntegra do TCC, o aluno estará reprovado na Disciplina de Metodologia da Pesquisa Educacional III TÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 34 - Das decisões decorrentes deste regulamento caberá recurso ao Colegiado de Curso, no prazo máximo de até 72 horas após oficialização do requerido. Art. 35 - Este regulamento entra em vigor a partir da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. 165 Sala das Seções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade do Estado de Mato de Grosso – UNEMAT, aos 2005. 4. Práticas de Ensino Como Componente Curricular MINUTA DE RESOLUÇÃO Estabelece Normas para a Prática como Componente Curricular do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT/Campus Universitário de Sinop. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONEPE, da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMA, no uso de suas atribuições legais e, tendo em vista o disposto nos Pareceres CNE/CP 9/2001, 27/2001, 28/2001, Resolução CNE/CP 1/2002 e 2/2002; e considerando o disposto no art. 65 da Lei nº 9.394/96; e Resolução 044/2004/CONEPE. RESOLVE Art. 1º. Regulamentar as atividades de Prática como Componente Curricular do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Campus Universitário de Sinop. TITULO I DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 166 Art. 2º. A Prática como Componente Curricular, integrante do currículo do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/Campus Universitário de Sinop, desenvolver-se-á em forma de conteúdos/atividades e de acordo com as normas estabelecidas neste regulamento, constituindo-se o momento, por excelência, de contribuição para a formação e identidade do futuro professor. Parágrafo Único – Entende-se por Prática como Componente Curricular uma prática de ensino que envolve a gestão escolar, a pesquisa, a administração escolar, o fazer docente, as relações com a comunidade escolar e a sociedade. Art. 3º. A Prática como Componente Curricular acontece desde o início do Curso e terá como finalidade transcender a sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar e envolver uma articulação com os órgãos normativos, pedagógicos e com os órgãos executivos dos sistemas de ensino. Art. 4º. A Prática como Componente Curricular tem como objetivos: I - Desenvolver atividades que envolvam uma articulação com os órgãos normativos, pedagógicos e com os órgãos executivos dos sistemas de ensino; II - Promover a articulação entre as disciplinas do curso e as atividades administrativas e pedagógicas desenvolvidas nas Escolas da Educação Básica; III - Possibilitar a ampliação do conceito de educação dos alunos e aproximá-los da realidade escolar, com trabalho de campo e de laboratório, inserindo-os na problemática e na complexidade da dinâmica escolar; IV - Envolver os alunos em atividades desenvolvidas junto aos professores da Educação Básica, na escola ou em outros ambientes educativos; V - Possibilitar aos alunos uma análise crítico-reflexiva a respeito das teorias estudadas no Curso. Art. 5º. A Prática como Componente Curricular será operacionalizada enfatizando a prática no processo formativo. 167 § 1º. As disciplinas que compõem a estrutura curricular do curso poderão ter sua dimensão prática que se efetiva através de atividades, conforme estabelecido na matriz curricular do Curso de Pedagogia. § 2º. Os professores das disciplinas que efetivarem o previsto no parágrafo anterior, encaminharão, no início de cada semestre letivo, os planos de ensino especificando em campo próprio como se dará a Prática como Componente Curricular na sua disciplina. § 3º. Os professores que possuem em sua disciplina a Prática como Componente Curricular devem encaminhar atividades, visando o cumprimento da carga horária obrigatória para sua integralização. Art. 6º. A carga horária de Prática como Componente Curricular será distribuída nas diferentes áreas do conhecimento e ao longo do curso: I – na disciplina de Língua Portuguesa e nas disciplinas de metodologias de ensino, a carga horária de cada uma é de 30 horas; II – nas demais disciplinas a carga horária e de 15 horas. Parágrafo único: as práticas constantes nas disciplinas correspondentes aos estágios não são computadas para efeito de carga horária na Prática como Componente Curricular. Art. 7º. Para efeito de cumprimento da carga horária prevista, podem ser desenvolvidas as seguintes atividades: I - Estudo das políticas e problemas educacionais; II - Estudo sobre a Organização dos profissionais da Educação Básica; III - Estudo da comunidade em que a escola está inserida. IV - Coleta de informações sobre a organização e o funcionamento da escola, das secretarias municipais e/ou estadual de educação. VI - Estudo sobre as metodologias de ensino, desenvolvidas nas escolas da educação básica. VII- Estudos envolvendo as diferentes áreas do conhecimento como a Sociologia, Filosofia, a Psicologia, a Educação Física, pesquisa e a história. 168 § 1º. As atividades previstas nos incisos serão programadas e executas pelos professores das respectivas disciplinas. § 3º. Todas as atividades realizadas serão obrigatoriamente registradas nos planos de ensino e em diário de classe, pelos professores das disciplinas que tiverem Prática como Componente Curricular. § 4º. A atividade de Prática como Componente Curricular realizada nas disciplinas serão avaliadas pelo respectivo docente. TITULO II DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 8º. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado de Curso ouvido os professores que possuem em suas disciplinas a Prática como Componente Curricular. Art. 9º. Este regulamento entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Sala de reuniões do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, de 2007. 169