O PARADOXO DA USABILIDADE DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO
Autoria: Alexandre Cappellozza
RESUMO
Assim como há tecnologias de informação popularizadas globalmente, encontram-se
casos de tecnologias inovadoras desprestigiadas e que apresentam desempenhos
superiores às tecnologias atuais. Neste estudo, define-se o Paradoxo de Usabilidade da
TI como a baixa, ou praticamente nula, adoção individual de uma nova tecnologia por
fatores alheios à aplicação, ainda que esta nova tecnologia ofereça recursos superiores
às tecnologias tradicionais. Por meio de pesquisa empírica, conclui-se que este
paradoxo, manifestado na aplicação pessoal da telefonia pela Internet, pode ser
evidenciado por características individuais que exercem maior influência ao uso desta
tecnologia do que a percepção sobre outros recursos atrativos à adoção.
1 Introdução
A adoção das tecnologias, geralmente, é orientada pelos benefícios que o uso de
seus recursos pode proporcionar ao indivíduo, grupo ou organizações. Por exemplo, no
ambiente corporativo, um dos motivos que justificam a aquisição e adoção de
tecnologias se refere ao ganho de produtividade que pode ser obtido pelos resultados da
automação dos processos na produção ou gestão (BRYNJOLFSSON; HITT, 1998;
DALE STOEL; MUHANNA, 2009; MURPHY; SAMIR, 2009; KESS et al., 2010).
A popularidade de inovações de Tecnologias de Informação e Comunicação TIC pode ser medido pelas vendas de alguns desenvolvedores: relata-se que 27,4
milhões de unidades de um novo modelo de aparelho celular foram comercializadas no
último trimestre de 2012 e foi considerado o smartphone mais vendido mundialmente
neste ano. Entre outras razões que justificam o sucesso de vendas deste modelo de
telefone celular pode ser justificado pelas suas melhorias em relação ao seu modelo
anterior: como o display e design (MAWSTON, 2013).
No entanto, também é possível encontrar casos de tecnologias inovadoras que
não obtiveram uma popularidade expressiva entre usuários, embora estas tecnologias
superem o desempenho na execução das atividades comparado com as tecnologias
existentes. Entre outros, cita-se o exemplo do teclado DVORAK e que se refere a um
layout de teclado desenvolvido pelos designers August Dvorak e William Dealey como
uma alternativa para o layout de teclado mais comum: o layout QWERTY. O Teclado
DVORAK possibilita que uma pessoa que mova seus dedos a distância 42% menor do
que se estivesse digitando num teclado QWERTY para textos em inglês. Porém, apesar
do teclado DVORAK oferecer um desempenho superior ao layout do teclado
QWERTY, este layout inovador não chegou a ser adotado expressivamente (FINE,
1999).
Exemplos como a baixa adoção do teclado DVORAK podem ser vistas como
paradoxais sob o ponto de vista dos desenvolvedores, uma vez que são disponibilizadas
melhores tecnologias aos usuários para execução de uma determinada tarefa. Este
paradoxo, introdutoriamente, será denominado como Paradoxo da Usabilidade da TI.
Com o objetivo de descrever os mecanismos individuais que podem manifestar
este paradoxo pelos usuários, elabora-se a seguinte pergunta de pesquisa: Como os
efeitos de diversas percepções dos usuários atuam para manifestar o Paradoxo da
usabilidade da TI à adoção de tecnologias?
Nos tópicos a seguir, serão revisados conceitos e modelo teóricos associados
adoção de tecnologias, desenvolvimento do modelo de pesquisa e respectivas hipóteses
e, finalmente, descreve-se a análise dos resultados para a validação empírica do
Paradoxo da usabilidade de TI.
Referencial Teórico
O paradoxo da Usabilidade de Tecnologia de Informação
O paradoxo pode ser definido como uma situação, ou afirmação, que é
impossível ou é difícil de compreender porque contém dois fatos, ou características
opostas (CAMBRIDGE, 2013). A pesquisa sobre paradoxos é recorrente em campos
distintos de estudos como se ilustra no quadro a seguir.
2 Quadro 1 – Estudos de paradoxos
Nome do Paradoxo
Paradoxo de Allais
Paradoxo de Giffen
Área
Definição
Uma mudança de um resultado possível que é
compartilhada por diferentes alternativas afeta as
Economia
escolhas das pessoas entre essas alternativas, o que
contradiz a Teoria da Utilidade Esperada
Refere-se ao aumento de consumo da população
Economia conforme se aumentam os preços dos bens, o que viola a
Lei de Demanda
Referências
(ALLAIS, 1953)
(DWYER; LINDSAY,
1984)
Paradoxo de Abilene
Decisão
As pessoas podem tomar decisões baseadas em uma
suspeita sobre a vontade de terceiros, contrárias às suas
preferências individuais. Um resultado possível é que as
ações tomadas sejam indesejadas entre os membros do
grupo, embora estes membros suspeitem que estejam
tomando a melhor decisão para o grupo.
Dilema do Prisioneiro
Decisão
Duas pessoas podem não agir colaborativamente, mesmo
que estas ações proporcionem os melhores resultados (FLOOD; DRESHER, 1950)
para eles.
Paradoxo do enriquecimento
Biologia
Aumentar os alimentos disponíveis para um ecossistema
pode levar a sua instabilidade e extinção.
(ROSENZWEIG, 1971)
Paradoxo dos pesticidas
Biologia
A aplicação de pesticidas a uma praga pode aumentar a
sua população.
(LESTER et al., 1998)
(HARVEY, 1988)
Na área de Gestão de Sistemas de Informações - SI, um dos paradoxos
discutidos em pesquisas se refere ao Paradoxo da Produtividade (SKINNER, 1986) e
que se refere à ausência de ganhos de produtividade obtida pelas organizações que
investem em ações de melhorias, entre elas, a aquisição de tecnologias. Como exemplo
de aplicações deste paradoxo nas pesquisas de gestão de SI, exemplificam-se estudos
que tratam desde desenvolvimento de sistemas (BALIJEPALLY et al., 2009),
investimentos em TI (BRYNJOLFSSON; HITT, 1996; BRYNJOLFSSON; HITT,
1998; PINSONNEAULT; RIVARD, 1998; CHAODONG et al., 2011), sistemas de
colaboração (GRISÉ; GALLUPE, 1999), entre outros.
Já o conceito de usabilidade de uma tecnologia está associado com desempenho,
efetividade e eficiência para alcançar objetivos específicos em um contexto de uso
específico (DAVIS, 1989). Como os recursos disponibilizados pela TI, entre outros
objetivos, propõem-se a aprimorar o desempenho das atividades executadas pelos
usuários (BRYNJOLFSSON; HITT, 1998), espera-se que o aumento de recursos ou
desempenho das novas tecnologias seja acompanhado da sua adoção pelos usuários.
Uma vez que esta expectativa pode não se confirmar, como o caso do teclado
DVORAK, define-se o Paradoxo de Usabilidade da TI como a baixa, ou praticamente
nula, adoção individual de uma nova tecnologia por fatores alheios ao sistema, ainda
que esta nova tecnologia ofereça recursos superiores às tecnologias tradicionais.
Neste sentido, a telefonia pela Internet foi selecionada para análise neste estudo,
pois se trata de uma tecnologia de informação que manifesta o paradoxo de usabilidade
da TI: apesar da telefonia pela Internet disponibilizar recursos de comunicação
superiores aos recursos da telefonia tradicional aos usuários, este recurso não é
considerado como a tecnologia de comunicação preferida entre os usuários brasileiros
(GLOBO, 2010; IDG, 2011).
3 A telefonia pela Internet
Citado como um dos seus benefícios principais, a tecnologia de Voz sobre
Protocolo de Internet – VOIP oferece a possibilidade de se comunicar por voz sem
custo tarifário, o que possibilita a redução dos custos individuais com ligações
telefônicas (AHSAN et al., 2009; SPECTOR, 2009; SCHNEIR; PLÜCKEBAUM,
2010). Além do potencial benefício de redução de custos com esta tecnologia de
comunicação, também se observa que a gama de funcionalidades contidas nos sistemas
VOIP pode proporcionar diversos métodos de transmissão de informações aos
destinatários por meio do envio de mensagens instantâneas, imagens ou arquivos, entre
outras aplicações (GRAEML; NETO, 2007; BASAGLIA et al., 2009).
Inúmeros fatores podem alavancar o uso de uma determinada aplicação, tais
como, a facilidade percebida e análise sobre os benefícios proporcionados pelo uso do
sistema (DAVIS, 1986; DAVIS, 1989), a compatibilidade da aplicação com os sistemas
ou arquivos gerados a partir de outra aplicação (WANG, 2008; SCHIERZ et al., 2010;
XIN et al., 2010). Nesta direção, a consideração sobre os conceitos das teorias de
adoção de TI se faz necessária para o desenvolvimento do modelo de pesquisa.
A Adoção de Tecnologias de Informação
A literatura de adoção de tecnologias de Informação é rica ao expor múltiplas
análises e estudos dos diferentes razões que favorecem o uso de tecnologias de
informação e comunicação (VENKATESH; MORRIS, 2000; VENKATESH et al.,
2003; SYKES et al., 2009; GLASS; LI, 2010; VANNOY; PALVIA, 2010;
VENKATESH et al., 2012). O desenvolvimento de modelos à adoção de TI possibilita
previsões sobre os comportamentos dos usuários com a oferta de tecnologias ou
sistemas; de modo que, estes diversos específicos de adoção podem auxiliar a
compreensão sobre o comportamento de uso das aplicações de acordo com o Quadro 2.
Quadro
2
-
Modelo
Modelo de Adoção de Tecnologia
(TAM)
Modelo de Utilização de PC
Modelo Motivacional (MM)
Teorias
e
Modelos
de
Adoção
de
Tecnologia
Construtos-chaves
Referências
Facilidade de Uso, Usabilidade Percebida, Intenção e
(Davis, F. D. et al.,1989)
Uso do Sistema
Ajuste de Trabalho, Complexidade, Consequências a
(Triandis, 1977; Thompson
Longo Prazo, Afeição sobre o Uso, Fatores Sociais e
et al., 1991)
Condições Facilitadoras
Motivação Extrínseca e Motivação Intrínseca
(Davis, F. D. et al.,1992)
Teoria Social Cognitiva (TSC)
Expectativa de Resultados - Pessoal e Desempenho,
Eficácia Própria, Afeição e Ansiedade
(Compeau e Higgins, 1995;
Compeau et al., 1999 )
Teoria Unificada de Aceitação e
Uso da Tecnologia (UTAUT)
Expectativa de Desempenho, Expectativa de Esforço,
Influências Sociais, Condições Facilitadoras
(Venkatesh et al., 2003)
Mídia de Comunicação, Suporte Majoritário, Valência,
Adoção de Tecnologia por Grupos
Percepção de Ajuste Tecnologia/Tarefa, Complexidade, (Sarker e Valacich, 2010)
(TAG)
Conflito, Opiniões de Líderes/Experts
Fonte: adaptado de (VENKATESH et al., 2003; AHEARNE et al., 2004)
Embora existam diversos modelos que objetivam o estudo da adoção de TI, o
modelo TAM será utilizado para validação empírica das hipóteses de operacionalização
do Paradoxo da Usabilidade de TI. Este modelo possui a firme reputação de ser
considerado parcimonioso e robusto para o estudo de adoção de tecnologias, entre os
pesquisadores da área de TI, além de ser o modelo mais utilizado para pesquisas de
4 aceitação e uso de tecnologias (VENKATESH, 2000; PLOUFFE et al., 2001) e permitir
a adição de construtos à sua estrutura original (VENKATESH; DAVIS, 2000;
VENKATESH; BALA, 2008).
Modelo de Aceitação de Tecnologia - TAM
Conceitualmente elaborado a partir de conceitos provindos da TRA e estudos
realizados na área de TI, Davis (1986) propõe o Modelo de Aceitação de Tecnologia –
TAM como um modelo específico para estudo de comportamento de uso de tecnologias
computacionais. O modelo TAM incorpora dois construtos-chaves à compreensão da
adoção de TI; a Facilidade de Uso e Usabilidade Percebida. Também são incorporados
conceitos provindos da Teoria da Ação Racional (FISHBEIN; AJZEN, 1975), tais
como: atitude, intenção e uso. Ilustra-se o modelo TAM na figura 1.
U S A BILI D A D E
P ER C E B ID A
INTE N ÇÃ O
D E A D O Ç Ã O
U S O A T U A L D O S I ST E M A
F A C I L ID A D E D E U SO
Figura 1 – Modelo de Aceitação de Tecnologia – TAM
Fonte: (DAVIS et al., 1989)
A Facilidade de Uso é definida como o “grau pelo qual em que uma pessoa
acredita que utilizar uma tecnologia de informação será livre de esforço” e a
Usabilidade Percebida é definida como o “grau em que uma pessoa acredita que utilizar
um determinado sistema melhorará seu desempenho em sua tarefa/trabalho” e (DAVIS,
1986; DAVIS et al., 1989). Uma crítica ao modelo TAM se refere ausência de
indicações sobre quais variáveis externas poderiam compor a estrutura deste modelo de
adoção (BHATTACHERJEE; SANFORD, 2006; PARK, 2010). Assim, a
desconsideração sobre possíveis fatores de influência à adoção de tecnologias é
considerada uma fraqueza do modelo TAM, tais como: culturais, econômicos, políticos
ou sociais (SUKKAR; HASAN, 2005; CHAO-MIN et al., 2009). Nesta direção, o
modelo de pesquisa conterá construtos que abrangem influências individuais e sociais
ao uso da TI em questão, além de construtos associados com os seus recursos. Abaixo
segue quadro com definições dos construtos que serão adicionados ao modelo e
respectivas referências.
Quadro 3 – Construtos adicionais ao modelo TAM
Tipo de
Conceito
Recurso da TI
Conveniência
Percebida
Recurso da TI
Tarifação Percebida
Social
Conectividade
Percebida
Individual
Hábito
Definições
Referências
O grau que o usuário percebe que o
(Zipf, 1949; Allen, 1977; O' Reilly, 1982;
serviço (ou tecnologia) está
Hardy, 1982; Karahanna; Straub, 1999; Kim et
disponível quando ele desejar
al., 2008; Gupta e Kim, 2010)
O grau que o usuário percebe a
(Venkatesh; Brown, 2001; Chuan-Fong Shih;
ausência de tarifas à utilização de
Venkatesh, 2004; Dong Hee, 2009a, 2009b)
um sistema de telefonia pela Internet
O grau que o usuário percebe que
(Oliver et al., 1985; Katz; Shapiro, 1986;
outros usuários interagem com esta
Economides, 1996; Xin et al., 2010)
l i percebe que
O grau que o usuário
(Mittal, 1988; Kim; Malhotra, 2005; Pavlou;
utilizar uma tecnologia de
Fygenson, 2006; Limayem et al., 2007; Ye et
informação ocorre de forma
al., 2008; Guinea e Markus, 2009)
Infere-se que o Paradoxo da Usabilidade de TI é observado quando a adoção da
tecnologia é menos sensível às influências dos recursos da tecnologia do que outras
5 influências componentes do processo de adoção (neste caso, influências individuais e
sociais). Sendo assim, considera-se que o Paradoxo da Usabilidade de TI será
manifestado pela confirmação das seguintes hipóteses:
Hipótese 1 (H1): Os efeitos das percepções sobre os recursos do tecnologia à facilidade
de uso percebida são inferiores às influências individuais ou influências de grupo.
Hipótese 2 (H2): Os efeitos das percepções sobre os recursos do tecnologia à
usabilidade percebida são inferiores às influências individuais ou influências de grupo.
Elaboradas as duas hipóteses de pesquisa a serem testadas empiricamente e
definidas as associações dos construtos adicionais ao modelo TAM, esquematiza-se o
modelo conceitual de pesquisa na próxima figura.
CONSTRUTOS ADICIONAIS
EXTENSÃO DO MODELO TAM
RECURSOS DA TI
ASPECTOS
SOCIAIS
MODELO DE ACEITAÇÃO DE TECNOLOGIA - TAM
PERCEPÇÕES À ADOÇÃO INDIVIDUAL
DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO
ASPECTOS
INDIVIDUAIS
COMPORTAMENTO DE USO DA
TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO
H1
FACILIDADE DE USO
CONVENIÊNCIA
CONECTIVIDADE
HÁBITO
INTENÇÃO DE USO
USO DA
TELEFONIA PELA
INTERNET
H2
UTILIDADE
PERCEBIDA
TARIFAÇÃO
PERCEBIDA
Figura 2 – Modelo Conceitual de Pesquisa
No próximo tópico, elaboram-se os procedimentos metodológicos para o teste
empírico das hipóteses.
Metodologia
Informações da amostra e instrumento de medida
Informa-se que esta pesquisa de corte transversal único será realizada por meio
de survey, sob caráter exploratório e analisará os dados observados de um questionário
elaborado para a coleta dos dados empíricos. Neste estudo, a escala de Likert foi
considerada como escala intervalar como uma forma de evitar outliers multivariados,
pela sua praticidade de uso, além da possibilidade de uso de afirmações que não estão
explicitamente ligadas ao objeto estudado com o objetivo de coleta de informações
sobre as percepções individuais dos respondentes (HAIR JR. et al., 2005). As escalas
necessárias para coleta de dados dos construtos Facilidade de Uso, Usabilidade
Percebida e Intenção e Uso foram obtidas do modelo TAM (DAVIS, 1989).
6 No Quadro 4, seguem as referências que serviram como base para a elaboração
do instrumento de medida nesta pesquisa.
Quadro 4 – Escalas e referências bibliográficas
Fator de Influência
Referências Bibliográficas
Conectividade Percebida
Adaptado de Xin et al. (2010)
Conveniência Percebida
Adaptado de Hu et al. (2009) e Gupta e Kim (2010)
Hábito
Adaptado de Pavlou e Fygenson (2006) e Limayem et al. (2007)
Tarifação Percebida
Adaptado de Venkatesh et al. (2003) e Brown e Venkatesh (2005)
Antes de sua aplicação, o questionário proposto passou por um processo de
validação por um grupo de pesquisadores informados sobre o tema. Os comentários dos
pesquisadores foram analisados e algumas alterações foram executadas no instrumento
de medida. O pré-teste do instrumento de medida contou com a análise de 127
questionários e os valores do teste de Alfa de Cronbach para os indicadores superaram
0,70 (CRONBACH, 1951), o que permite a aplicação do questionário na amostra final.
Para a aplicação final do instrumento de medida deste estudo, participaram 412
alunos de graduação de duas universidades localizadas em São Paulo, distribuídos em
turmas aleatórias. Este número de respondentes supera o número mínimo de
respondentes necessários para se alcançar um poder de explicação do teste de 80%
(COHEN, 1977; HAIR JR. et al., 2005).
A utilização de estudantes universitários como amostra deste estudo se justifica
pelo conhecimento e uso próprio de tecnologias de telefonia móvel e Internet nas suas
atividades diárias (LAROSE; KIM, 2007; YAOBIN et al., 2010). A localização de
aplicação dos testes também foi ponderada: o estado de São Paulo também concentra o
maior número de linhas móveis comparado com outros estados e contempla,
aproximadamente, 25% da quantidade de linhas telefônicas móveis brasileiras
(TELECO, 2012).
Avaliação do modelo de mensuração e estrutural
Para realizar o teste das hipóteses deste estudo, serão utilizados testes estatísticos
com a técnica de Modelos de Equações Estruturais – MEE pela técnica PLS-PM (Partial
Least Squares - Path Modeling). Acrescenta-se que a utilização do PLS neste estudo
também se justifica pelas características deste estudo, dado que é considerado o método
mais adequado para ser usado em estudos de caráter exploratório e cujos dados são
menos suscetíveis a desvios da normalidade multivariada (LOHMOLLER, 1989; VINZI
et al., 2010). Para a realização dos cálculos necessários para a validação do modelo
estrutural deste estudo, utilizou-se o software SmartPLS versão 2.0M3 (RINGLE et al.,
2005). Com os dados coletados do questionário, procedeu-se a avaliação do modelo de
mensuração. Todos os resultados apresentados neste tópico estão padronizados. Para
validação convergente, recomenda-se que os valores das cargas fatoriais cargas sejam
superiores a 0,70 quando pertencentes aos seus respectivos construtos e para validação
discriminante os valores das cargas fatoriais sejam inferiores quando associados aos
outros construtos adjacentes conforme os resultados apresentados na Tabela 1 (CHIN,
1998).
7 Tabela 1 – Cargas Fatoriais dos Indicadores
CN1
CN2
CN3
CV1
CV2
CV3
F1
F2
F3
F4
H1
H2
H3
I1
I2
I3
TP1
TP2
USO1
USO2
USO3
USO4
U1
U2
U3
Conectividade
Conveniência
Facilidade de
Uso
Hábito
Intenção de
Uso
Tarifação
Percebida
Uso de
Telefonia IP
Utilidade
Percebida
0,86
0,90
0,90
0,44
0,33
0,50
0,61
0,43
0,43
0,25
0,70
0,60
0,58
0,54
0,57
0,53
0,42
0,28
0,62
0,58
0,61
0,50
0,49
0,51
0,48
0,46
0,44
0,46
0,86
0,82
0,86
0,43
0,34
0,35
0,28
0,48
0,47
0,43
0,39
0,35
0,33
0,27
0,22
0,41
0,39
0,43
0,34
0,30
0,35
0,37
0,51
0,52
0,48
0,33
0,33
0,46
0,81
0,81
0,79
0,73
0,55
0,49
0,59
0,52
0,50
0,46
0,59
0,47
0,46
0,39
0,46
0,40
0,57
0,50
0,57
0,64
0,63
0,65
0,44
0,35
0,53
0,57
0,53
0,46
0,38
0,88
0,85
0,87
0,65
0,59
0,56
0,46
0,30
0,65
0,59
0,66
0,53
0,58
0,57
0,48
0,58
0,57
0,59
0,34
0,29
0,42
0,54
0,51
0,41
0,34
0,67
0,62
0,58
0,75
0,88
0,87
0,48
0,31
0,55
0,52
0,57
0,54
0,66
0,69
0,49
0,36
0,42
0,32
0,23
0,17
0,30
0,43
0,61
0,45
0,46
0,38
0,42
0,40
0,46
0,37
0,35
0,91
0,80
0,37
0,32
0,40
0,35
0,53
0,45
0,56
0,63
0,56
0,60
0,39
0,29
0,46
0,51
0,38
0,36
0,28
0,68
0,60
0,55
0,51
0,53
0,54
0,43
0,27
0,89
0,85
0,90
0,81
0,51
0,53
0,40
0,48
0,55
0,54
0,35
0,28
0,38
0,55
0,61
0,46
0,39
0,64
0,52
0,54
0,53
0,64
0,67
0,61
0,41
0,50
0,46
0,54
0,49
0,87
0,85
0,78
Para a validação convergente do modelo, também se analisam os valores da
variância média extraída dos construtos (HAIR JR. et al., 2005). Na próxima tabela,
observa-se que muitos construtos apresentaram valores superiores a 70% da variância
média explicada, o que demonstra que os indicadores utilizados conseguiram medir os
construtos latentes com êxito (FORNELL; LACKER, 1981; CHIN, 2010).
Tabela 1 – Variância Extraída, Confiabilidade e Consistência dos construtos
Construtos
Conectividade
Conveniência
Facilidade de Uso
Hábito
Intenção de Uso
Tarifação Percebida
Uso de Telefonia IP
Utilidade Percebida
Variância Média Extraída
dos construtos
0,79
0,72
0,62
0,75
0,69
0,74
0,74
0,70
Confiabilidade Composta
0,92
0,88
0,87
0,90
0,87
0,85
0,92
0,87
Consistência Interna
(Alfa de Cronbach)
0,86
0,81
0,80
0,84
0,78
0,75
0,88
0,78
Quanto à confiabilidade e consistência interna, observa-se que os resultados do
teste de Alfa de Cronbach indicam valores superiores a 0,75 para todos os construtos e
são considerados satisfatórios para pesquisa exploratória (CRONBACH, 1951). De
acordo com a Tabela 3, observa-se que as raízes quadradas das variâncias médias
extraídas dos construtos (destacadas em negrito nas duas próximas tabelas) apresentam
valores maiores que a correlação entre as variáveis latentes e, portanto, indicam que há
validade discriminante entre os construtos (FORNELL; LACKER, 1981).
8 Tabela 3 – Matriz de correlações dos construtos e raiz quadrada de AVE
Conectividade Conveniência
Conectividade
Conveniência
Facilidade de Uso
Hábito
Intenção de Uso
Tarifação Percebida
Uso de VoIP
Utilidade Percebida
0,89
0,51
0,57
0,73
0,65
0,41
0,67
0,59
0,85
0,45
0,53
0,43
0,28
0,46
0,41
Facilidade de
Uso
0,79
0,63
0,59
0,62
0,50
0,65
Hábito
0,87
0,72
0,46
0,71
0,66
Intenção
de Uso
Tarifação
Percebida
Uso de
Telefonia IP
Utilidade
Percebida
0,83
0,47
0,63
0,74
0,86
0,42
0,61
0,86
0,58
0,83
Para a análise da significância dos indicadores serão observados os valores
calculados pela técnica bootstrapping (EFRON; TIBSHIRANI, 1998) parametrizado
com 1000 sub-amostras com reposição para 412 casos, o que é considerado adequado
para pesquisas científicas (CHIN, 2010). A próxima tabela indica que todas as cargas
fatoriais apresentaram resultados com significância superior a 99,9%, uma vez que os
valores das estatísticas t de Student foram superiores a 3,29.
Tabela 2 – Cargas Fatoriais do modelo de medidas e estatística t de Student
CN1 <- CONECTIVIDADE
CN2 <- CONECTIVIDADE
CN3 <- CONECTIVIDADE
CV1 <- CONVENIȆNCIA
CV2 <- CONVENIȆNCIA
CV3 <- CONVENIȆNCIA
F1 <- FACILIDADE
F2 <- FACILIDADE
F3 <- FACILIDADE
F4 <- FACILIDADE
H1 <- HÁBITO
H2 <- HÁBITO
H3 <- HÁBITO
I1 <- INTENÇÃO
I2 <- INTENÇÃO
I3 <- INTENÇÃO
TP1 <- TARIFAÇÃO
TP2 <- TARIFAÇÃO
TP3 <- TARIFAÇÃO
U1 <- UTILIDADE
U2 <- UTILIDADE
U3 <- UTILIDADE
USO1 <- USO
USO2 <- USO
USO3 <- USO
USO4 <- USO
Amostra
Média
0,86
0,90
0,90
0,86
0,82
0,86
0,81
0,81
0,79
0,73
0,88
0,85
0,87
0,75
0,88
0,87
0,91
0,80
0,85
0,87
0,85
0,78
0,89
0,85
0,90
0,81
0,86
0,90
0,90
0,86
0,82
0,86
0,81
0,81
0,79
0,73
0,88
0,85
0,87
0,75
0,88
0,87
0,91
0,80
0,82
0,87
0,85
0,78
0,89
0,85
0,90
0,81
Desvio
Padrão
0,01
0,01
0,01
0,02
0,02
0,02
0,02
0,02
0,02
0,03
0,01
0,02
0,01
0,02
0,01
0,01
0,01
0,03
0,02
0,01
0,02
0,03
0,01
0,02
0,01
0,03
Estatística T
60,49
74,74
84,93
45,66
35,81
52,85
50,17
43,07
34,36
24,12
75,24
51,45
77,53
32,25
70,52
69,68
86,69
32,01
50,04
83,29
54,65
29,42
61,55
54,14
94,61
31,07
A próxima tabela apresenta os valores dos coeficientes entre os construtos e as
respectivas estatísticas t de Student também estimados pela técnica bootstrapping.
Observa-se que todos os valores dos coeficientes dos relacionamentos obtiveram
significância igual ou superior a 95%, uma vez que os valores da estatística t de Student
foram superiores a 1,96 (EFRON; TIBSHIRANI, 1998).
9 Tabela 5 – Coeficientes do modelo de medidas
CONECTIVIDADE -> FACILIDADE
CONECTIVIDADE -> UTILIDADE
CONVENIȆNCIA -> FACILIDADE
FACILIDADE -> INTENÇÃO
FACILIDADE -> UTILIDADE
HÁBITO -> FACILIDADE
HÁBITO -> UTILIDADE
INTENÇÃO -> USO
TARIFAÇÃO -> UTILIDADE
UTILIDADE -> INTENÇÃO
Amostra
Média
0,20
0,14
0,13
0,18
0,21
0,41
0,29
0,63
0,29
0,62
0,20
0,14
0,13
0,18
0,21
0,41
0,29
0,63
0,29
0,62
Desvio
Padrão
0,06
0,05
0,05
0,05
0,05
0,05
0,05
0,03
0,04
0,04
Estatística T
3,64
2,77
2,78
3,77
4,29
7,76
5,79
23,87
7,14
13,95
Na próxima figura, ilustra-se o modelo de pesquisa com os valores das cargas
fatoriais, coeficientes entre construtos com suas respectivas significâncias e os valores
de poder de explicação dos construtos.
Figura 3 – Síntese de resultados do modelo estrutural
De acordo com os resultados dos coeficientes do modelo de medidas, não foi
obtida significância da correlação da conveniência percebida com o construto utilidade
percebida: infere-se que o reflexo das eventuais dificuldades de acesso constante ao
sistema possa impedir que haja a validação da correlação entre conveniência e utilidade
percebidas.
Estudos da área de sistemas de informações discutem sobre a dificuldade de
adoção de novas tecnologias à substituição de tecnologias que contam com o hábito de
uso desenvolvido pelos usuários (LIMAYEM et al., 2007; GUINEA; MARKUS, 2009;
POLITES, 2012). Nesta pesquisa, o hábito de uso se confirmou como a maior influência
à percepção de Facilidade de Uso e Utilidade de sistemas de telefonia pela Internet,
comparado com fatores exógenos ao modelo TAM, o que denota a sua relevância ao
estudo de adoção de tecnologias (LIMAYEM; HIRT, 2003; KIM, S. S.; MALHOTRA,
N. K., 2005; LIMAYEM et al., 2007; GUINEA; MARKUS, 2009; POLITES, 2012).
Entende-se que a formação do hábito exerce um papel crucial à adoção desta tecnologia,
pois os usuários dispõem de duas tecnologias de telefonia implantadas há décadas
anteriores à popularização da tecnologia pela Internet e estão disseminadas entre a
10 população em número superior à comunicação pela Internet e possuem, portanto, o
hábito de uso das tecnologias tradicionais de telefonia formados entre eles.
A inserção do construto Tarifação Percebida no modelo de pesquisa também se
mostrou satisfatória aos objetivos do trabalho: a validação de seus resultados
demonstrou que o beneficio de tarifas gratuitas para comunicação entre usuários pelo
sistema de telefonia pela Internet é um benefício que promove o uso.
Foram calculados os valores dos efeitos totais construtos adicionais do modelo
de pesquisa para proceder a análise das hipóteses elaboradas nesta pesquisa. Os
resultados destes efeitos totais estão expostos na próxima tabela.
Tabela 6 – Efeitos totais dos construtos à Intenção de Uso
Tipo de Influência
Construto
Efeito Total à Intenção de Uso
Recurso da TI
Conveniência Percebida
0,04
Recurso da TI
Tarifação Percebida
0,18
Social
Conectividade Percebida
0,15
Individual
Hábito
0,31
Um dos principais benefícios concedidos aos usuários da telefonia pela Internet
é a ausência de custos de tarifação (AHSAN et al., 2009; SPECTOR, 2009; SCHNEIR;
PLÜCKEBAUM, 2010). No entanto, pela tabela anterior, nota-se que os valores obtidos
dos efeitos da Conveniência e Tarifação Percebida (aspectos associados com os recursos
da TI) à Intenção de Uso da telefonia pela Internet são inferiores aos valores dos efeitos
totais obtidos pelo Hábito (aspecto individual) e confirmam as hipóteses elaboradas
neste estudo para confirmação do Paradoxo da Usabilidade de TI, como ilustrado no
próximo quadro.
Quadro 5– Resultados dos testes de Hipóteses
Hipótese
Conteúdo
Resultado
H1
Os efeitos das percepções sobre os recursos do tecnologia à facilidade de
uso percebida são inferiores às influências individuais ou influências de
grupo.
Confirmada
H2
Os efeitos das percepções sobre os recursos do tecnologia à usabilidade
percebida são inferiores às influências individuais ou influências de grupo.
Confirmada
Conclusões
De acordo com esta pesquisa, verifica-se que a adoção de uma tecnologia de
comunicação pode não obedecer a uma lógica exclusiva de otimização dos custos
individuais dos usuários.
Pela valorização da influência dos fatores alheios ao sistema frente aos aspectos
associados com os recursos disponibilizados pela tecnologia à adoção individual,
teoriza-se a existência do Paradoxo da Usabilidade da TI e por meio de um estudo
empírico se apresentam possíveis mecanismos subjetivos que provocam a manifestação
deste paradoxo pelos indivíduos. Este paradoxo é manifestado pela rejeição, ou baixa
preferência, individual de uma nova tecnologia por fatores alheios ao sistema, ainda que
esta nova tecnologia ofereça recursos superiores às tecnologias tradicionais.
No caso da telefonia pela Internet, ficou evidenciada que uma determinada
característica pessoal, o hábito, exerce maior influência à intenção de uso desta
tecnologia do que a percepção sobre o custo reduzido desta tecnologia de comunicação,
11 um dos seus principais atrativos além da possibilidade dos usuários de realizarem
chamadas telefônicas com vídeo e o envio de mensagens instantâneas.
A elaboração de teorias e estudos sobre os fatores antecedentes, fenômenos e
processos de adoção de tecnologias é importante para o desenvolvimento de inovações e
sistemas que depende da aceitação dos usuários para aprimoramento das tecnologias
atuais, entre outras justificativas.
Entende-se como uma limitação da pesquisa a análise de adoção da TI com um
grupo homogêneo de respondentes sobre uma única tarefa em determinado momento do
tempo. Esta limitação da amostragem pode levantar questionamentos sobre a
generalização das conclusões sobre uma população diversa (LEE, 2003). Também
podem ocorrer erros de medida por meio de imprecisão na mensuração dos valores reais
das respostas, ausência de outros construtos de percepção associados no modelo de
pesquisa e não pode se afirmar que a significância e valores dos testes realizados neste
estudo sejam constantes dadas às diferenças de cenários de utilização, acessibilidade e
desenvolvimento das tecnologias futuras.
Como o uso da telefonia pela Internet é disseminado globalmente (CECERE;
CORROCHER, 2011; 2012; SHIN; HAN, 2012), as conclusões deste estudo de adoção
desta tecnologia podem não se restringir somente aos usuários brasileiros. Assim, a
popularização mundial desta tecnologia possibilita a replicação deste estudo em outros
países e a manifestação do paradoxo com outras tecnologias e fatores antecedentes.
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ZIPF, G. K. Human behavior and the principle of least effort. Addison-Wesley, 1949. (Cambridge, MA).
15 Apêndice
Questões aplicadas aos respondentes:
A sigla SLTI que significa Software de Ligações Telefônicas via Internet.
Nas próximas questões, foi utilizada a seguinte escala (Likert)
(1- Discordo Totalmente a 7- Concordo Totalmente)
Construto Conectividade
CN1
Normalmente, eu me comunico com SLTI com muitas pessoas
CN2
Tenho muitos contatos que utilizam SLTI
CN3
Na minha opinião, o número das pessoas que me relaciono e que utilizam, diariamente, o SLTI é
alto
Construto Conveniência
CV1
Se eu precisar, eu consigo utilizar o SLTI em casa, no trabalho, na rua ou qualquer outro local
CV2
Em qualquer local que eu esteja, eu consigo utilizar o SLTI
CV3
Eu disponho de várias maneiras para utilizar o SLTI regularmente
Construto Facilidade de Uso
F1
Eu me comunico com o SLTI facilmente com meus contatos
F2
É fácil utilizar o SLTI para fazer ligações telefônicas
F3
Minha interação com o SLTI é clara e compreensível
F4
Aprender a utilizar o SLTI a fazer ligações é fácil
Construto Tarifação Percebida (escala reversa)
TP1
Eu gasto dinheiro ao utilizar o SLTI para ligações telefônicas, independente do custo dos
equipamentos
TP2
Não há economia pelo uso de SLTI para ligações telefônicas
TP3
Eu gasto dinheiro ao utilizar o SLTI para ligações telefônicas
Construto Hábito
H1
Utilizar o SLTI é automático para mim
H2
Utilizar o SLTI para realizar qualquer tipo de ligação é um hábito para mim
H3
Utilizar o SLTI para realizar qualquer tipo de ligação é natural para mim
Construto Intenção de Uso
I1
Eu pretendo utilizar o SLTI sempre que possível
I2
Eu pretendo usar o SLTI ao invés do telefone fixo
I3
Eu pretendo usar o SLTI ao invés do meu celular
Construto Utilidade Percebida
UT1
O uso do SLTI me traz benefícios
UT2
Utilizar o SLTI melhora minha habilidade de comunicação nas ligações
UT3
As vantagens do SLTI superam as desvantagens
Construto Uso
USO1: Quantas vezes você utiliza o SLTI por semana?
USO2
Até 5 horas

Quanto tempo você gasta no SLTI toda semana (tempo total) ?
Entre 5 a Entre 10 a Entre 15 a Entre 20 a Entre 25 a Mais que 30 10 horas 15 horas
20 horas
25 horas 30 horas horas

USO3
Não uso
USO4
Não uso





Considerando as ligações locais que você faz: aproximadamente, qual a porcentagem
do total é feita pelo SLTI ?
Até
Até3
Até
Até6
Até80
Até
Considerando as ligações interurbanas (DDD) que você faz: aproximadamente, qual a
porcentagem do total é feita pelo SLTI ?
Até
Até3
Até
Até6
Até80
Até
16 
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O PARADOXO DA USABILIDADE DA TECNOLOGIA DE