UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA
DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS
ALTERAÇÕES NO RITMO DA CIRCULAÇÃO NAS
VIAS DO BAIRRO CRISTO REDENTOR,
JOÃO PESSOA - PB
Andreza da Silva Mota
João Pessoa
2004
1
Andreza da Silva Mota
ALTERAÇÕES NO RITMO DA CIRCULAÇÃO NAS
VIAS DO BAIRRO CRISTO REDENTOR,
JOÃO PESSOA - PB
João Pessoa
2004
2
MOTA, Andreza da Silva.
Perturbações nas visa de circulação no bairro
do Cristo Redentor – João Pessoa – PB.
MOTA, Andreza da Silva. João Pessoa: UFPB, 2004.
38p.
Monografia (Graduação em Geografia) Centro de
Ciências Exatas e da Natureza – Universidade Federal
da Paraíba.
3
Andreza da Silva Mota
ALTERAÇÕES NO RITMO DA CIRCULAÇÃO NAS
VIAS DO BAIRRO CRISTO REDENTOR,
JOÃO PESSOA - PB
Monografia apresentada ao
Departamento de Geociências
da Universidade Federal da
Paraíba, para obtenção do grau
de bacharel no curso de
Geografia.
Orientador: Prof. Ms. Paulo Roberto de Oliveira Rosa
João Pessoa
2004
4
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA
DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS
Andreza da Silva Mota
ALTERAÇÕES NO RITMO DA CIRCULAÇÃO NAS
VIAS DO BAIRRO CRISTO REDENTOR,
JOÃO PESSOA - PB
Aprovada em:_____/_____/_2004
BANCA EXAMINADORA
Prof. Ms. Paulo Roberto de Oliveira Rosa
Orientador
Prof. Dr. Eduardo Pazera Jr
Examinador
Prof. Francisco das Chagas Lima Gomes
Examinador
5
Dedicatória
A vida acadêmica é um sonho e o sonho é o alimento da alma. Nasce
dentro da gente através das cobranças da sociedade e que depois, tanto
pode se tornar um pesadelo quanto um sonho que virou realidade, tudo
só depende de você.!
A universidade é um lugar mágico, pois todos os caminhos são
mágicos se nos levam aos nossos sonhos, onde conhecemos pessoas
diferentes que vão e vem, passam em nossas vidas e depois vão embora,
mais sempre deixam algo que possamos lembrar delas.
Agora tudo terminado, sei o quanto foi difícil está etapa da minha
vida, além do medo do novo e de prosseguir, tinha também os atropelos
que mim impediram de viver e saborear intensamente esta etapa
acadêmica, forçando-me a ter que estudar, amar e trabalhar em tão
pouco tempo e isso dificultou muito, mas não me impediu de ser uma
boa aluna e de ter o prazer de hoje dizer que sentirei saudades dos
momentos felizes, como as viagem, pesquisas, leituras fantásticas e de
todas as cobranças vindas dos professores. Sei que sentirei muita falta,
mais a sensação do objetivo alcançado é sufocantemente agradável.
Portanto, dedico este trabalho aos ruídos do presente que foram bons
ou ruins para os momentos em que aconteceram, mas sei que o homem
que não sabe ouvir, não pode escutar os conselhos que a vida nos dá e
só quem escuta o ruído do presente, pode tomar decisões certas para o
futuro.
6
Agradecimentos
Aos familiares em especial meus pais Djalma Mota e Ediluze da Silva Mota que
torceram e me deram todo o apoio a qual precisei para que eu vencesse mais uma etapa
da vida acadêmica, dando força para que continuasse com empenho, estimulando com
palavras em algumas desanimações;
Agradeço em especial a minha irmã Djelma pela paciência na qual me ajudou com a
coleta dos dados in loco.
Ao meu ‘namorildo’ Francisco Aurélio C. de Carvalho pelo apoio que foi fundamental.
Ao meu estimado Professor Paulo Rosa, que me orientou na busca da revelação
científica, além de ser um verdadeiro cúmplice e amigo na elucidação do tema abordado;
Aos companheiros Pablo Rosa, Maria Vicente, Conrad Rosa, Liése Carneiro, que fazem
parte do LGA pela colaboração, humor e acessória técnica na elaboração desse trabalho.
7
LISTA DE
MAPAS 4
4
LISTA
DE
FOTOS 4
LISTA DE
FOTOS 4
LISTA DE
FOTOS 4
4
LISTA
DE
QUADROS
LISTA DE
QUADROS
LISTA DE
QUADROS
4
LISTA
DE
TABELAS 4
LISTA
DE
GRÁFICOS
LISTA DE
TABELAS 4
LISTA
DE
GRÁFICOS
LISTA DE
TABELAS 4
LISTA
DE
GRÁFICOS
4
LISTA
DE
GRÁFICOS
LISTA DE
GRÁFICOS
LISTA DE
GRÁFICOS
I
4
NTRODUÇ
ÃO 10
P
RIMEIRA
PARTE
INTR
ODUÇÃO
INTR
ODUÇÃO
INTRO
DUÇÃO 10
PRIMEI
8
contida no
bairro 23
2.2.
Hierarquia
viária
contida no
bairro 23
2.2.
Hierarquia
viária
contida no
bairro 23
23
2.3.
Fluxo
de
veícul
os que
trafeg
am
pelas
vias 2
5
2.4.
Classe de
veículos
por grau de
similaridad
e 27
2.5.
Distr
ibuiç
ão
dos
fluxo
s dos
veícu
los
obser
vand
o
inter
9
vand
o
inter
valos
em
duas
áreas
disti
ntas
28
TERCEI
RA
PARTE
3.1
CONSIDER
AÇÕES
FINAIS 33
3.2 BIBLIOGRA
FIA 34
2.4. Classe
de veículos
por grau de
similaridad
e 27
2.5.
Distr
ibuiç
ão
dos
fluxo
s dos
veícu
los
obser
vand
o
inter
valos
em
duas
áreas
disti
ntas
28
TERCEI
RA
PARTE
10
AÇÕES
FINAIS 33
3.2 BIBLIOGRA
FIA 34
28
TERC
EIRA
PARTE
3.1
CONSIDER
AÇÕES
FINAIS 33
3.2 BIBLIOGRA
FIA 34
TERCEIR
A
PARTE
3.1
CONSIDER
AÇÕES
FINAIS 33
3.2 BIBLIOGRA
FIA 34
TERCEIRA
PARTE
3.1
CONSIDER
AÇÕES
FINAIS 33
3.2 BIBLIOGRA
FIA 34
3.1 CONSIDER
AÇÕES
FINAIS 33
3.2 -
11
l
o
m
e
r
a
d
o
s
s
u
b
n
o
r
m
a
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s
n
o
B
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o
d
o
C
r
i
s
t
o
R
e
d
e
n
t
o
r
Quadro 2 –
Classes de
veículos
coletados na
Estação A
Quadro 3 –
Classes de
12
tão
necessária ao
êxito
da
colonização.
Território
este que era
localizado na
capitania de
Itamaracá,
criada
em
1534, quando
foi
implantado
no Brasil o
sistema
de
capitanias
hereditárias.
Tratava-se de
uma estreita
faixa de terra,
situada entre
as capitanias
de
Pernambuco
e
Rio
Grande.
13
um novo tipo de disputa, sendo esta espacial. Em
João
Pessoa
as
favelas-ou
aglomerados
subnormais, como estão sendo chamados –
contrastam-se com o limite das habitações de
classe média e estacionamentos dos Shoppings
Centers. Dos sessenta bairros existentes na
Capital, trinta e oito concentram aglomerados de
habitações subnormais.
Esses
aglomerados
subnormais
estão
distribuídos pela superfície do solo municipal não
ficando apenas nas periferias como é comum em
outras cidades, onde chegam a formar uma
espécie de cinturão envolvendo a cidade.
Com base no perfil traçado pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no
censo de 2000 as condições precárias de habitação
aumentam de acordo com o tamanho da
população do município. Esse surgimento de
hiperperiferias revela também que há uma
situação semelhante no perfil dos bairros da
capital paraibana, onde ganhando no ranking entre
os bairros que possuem mais aglomerados de
habitações subnormais, o Cristo Redentor, com
oito desses aglomerados e cujo total populacional
é de 14.305 pessoas e 2.792 domicílios, indica um
ambiente bastante povoado e populoso (ver
quadro 1 e mapa 2).
Quadro
1
–
Distribuição
e
quantificação
dos
aglomerados subnormais
no Bairro do Cristo
RedentorBAIRRO
AGLOMERADOS 14
AGLOMERADOS
HAB
Jd. Bom
Samaritano
3.200 600
Novo
Horizonte
1.900 360
Total 14305
2792
3.200 600
Novo
Horizonte
1.900 360
Total 14305
2792
3.200 600
Novo
Horizonte
1.900 360
Total 14305
2792
600
Novo
Horizonte
1.900 360
Total 14305
2792
Novo
Total 14305
Horizonte
1.900 360
2792
Novo
Total 14305
Horizonte
1.900 360
2792
Novo
Horizonte
1.900 360
Total 14305
2792
1.900 360
Total 14305 2792
1.900 360
Total 14305 2792
360
Total 14305 2792
Total 14305 2792
Total 14305 2792
Total 14305 2792
14305 2792
2792
15
Estudos e Pesquisa da Fundação Instituto de
Planejamento da Paraíba1, o trecho do bairro que
fica entre o rio Jaguaribe e o loteamento
Redenção até a rua dos Milagres se originou
através
de
assentamentos
por
ocupação
espontânea da população de baixa renda após o
ano de 1970. Nesse lugar as áreas foram
desvalorizadas por deficiências de serviços de
infra-estrutura básica e sujeitas a inundações
assim não visadas ainda pelo capital imobiliário,
oferecendo, portanto, maior segurança do ponto
de vista da ocupação espontânea e sucessiva à
permanência, uma vez que construída a moradia, a
“posse” da terra estava temporariamente garantida.
Diante dessa situação houve uma proliferação de
habitações
subnormais
que
atualmente
comprometem espacialmente o Bairro do Cristo
tendo em vista que essas ocupações se dão nos
terrenos públicos pertinentes a edificações para
abrigar serviços públicos, assim sendo, essas
habitações ao derredor estão completamente
formados como um cinturão dessas habitações no
limite do bairro.
Os conjuntos habitacionais de João Pessoa
 apesar de em boa medida terem um padrão de
loteamento e construção segundo o estabelecido
pelas
determinações
contidas
nas
Políticas
Públicas oriundas do Poder Público, como no caso
a Prefeitura (largura de rua, dimensão do lote,
declive do terreno etc)  no que se refere à
qualidade das moradias pouco se diferenciavam
das “favelas” (moradias espontâneas de condições
subnormais), pois na época encontravam-se
1
valetas
de esgotos
céu aberto,
ausência
águaFIPLAN, 1983, págs.54/8.
População
de Baixa
Renda –aOrigem
e Aspirações,
João de
Pessoa,
encanada, além do baixo padrão das moradias,
quer pela qualidade dos materiais 16
da habitação
quer pela segurança que oferecia.
magnitude como exemplo as chuvas, nesse caso o
bairro do Cristo não deixa de sofrer com essas
perturbações de ordem natural, pois suas áreas
“periféricas”
2
subnormais
sem
são
rodeadas
de
infra-estrutura.
habitações
No
caso
específico de uma área observada no sentido de se
capturar dados para gerar informações, sendo ela
uma avenida principal e asfaltada, não deixa
mesmo assim de possuir os seus problemas de
ordem natural, em que o trânsito fica mais lento
quando há uma precipitação de magnitude elevada,
pois a água precipitada não consegue escoar, por
isso não é totalmente absolvida pelas galerias
fluviais provocando aquaplanagem. Outro aspecto
observado é o número de carros que aumenta
causado não só pelo transtorno desencadeado por
um dia de chuva, mas pela velocidade dos carros
que é diminuída em relação ao mesmo trecho em
um dia ensolarado no mesmo horário. Assim
sendo, observa-se que em menos de uma hora de
chuva forte, que chega a 10mm de chuva
precipitada, o acúmulo de água naquela avenida é
relativamente grande. Em relação aos motoristas é
notável a falta de paciência em esperar que o
fluxo retome o ritmo desejado para o tipo de
ocasião. Vale salientar que o ritmo de cada
automóvel é diretamente proporcional ao ritmo do
motorista, mesmo esse ritmo fazendo parte de
uma rede que possui uma dinâmica.
A partir dessas considerações parte-se para
a pesquisa com maior segurança, necessitando-se
2
O termo
periféricoe definir
no contexto
é considerado
como
todas as aglomerações de habitações
de elaborar
um problema,
a saber:
Quais
subnormais e que não possuem infraestrutura, principalmente no que consiste às edificações de
eventos
causam efetivo.
perturbações no ritmo do
circulação
com calçamento
3
4
Espaço Intra - Urbano no Brasil, Ed. Studio Nobel, 2001-São Paulo.
nas vias
de circulação
bairro
do 1986 – São Paulo.
Cursotráfego
de Planejamento
Municipal
Integrado, Ed.no
Livraria
Pioneira,
Cristo Redentor na cidade de João Pessoa – PB?
Tendo em mãos um problema 17levantam-se
pressupostos que serviram como um corpo
circulação são consideradas como um
local destinado ao trânsito, que pode ser
Solon
de
de pessoas, animais e Lagoa
veículos
assim
Lucena
como o inter-relacionamento desses
componentes que acabam por resultar no
que é definido como trânsito.
1.2 - MÉTODOS E TÉCNICAS
O caminhar da pesquisa com
segurança só é possível quando a
metodologia está bem estabelecida e
referenciada. Nesse sentido procurou-se
pautar
naquilo
que
Regis
Jolivet
estabelece como sendo a “análise a
decomposição do todo em partes” assim
sendo o método utilizado neste trabalho
concentra-se na análise de um evento que
Bairro
é ritmo
doCristo
tráfego nas vias de circulação
Redentor
de um determinado bairro de uma cidade.
Para se perseguir o ritmo do
tráfego
foram
necessários
algumas
técnicas como a do inventário tanto das
vias de circulação como do próprio
tráfego de veículos. Segundo Pierre
George (1968) o trabalho do geógrafo é
mais um inventário com recurso ao
passado para explicar o presente.
Já, observando os veículos como
elementos
contidos
nas
vias,
foi
necessário estabelecer-se uma relação de
classificação desses veículos e assim
construir um formulário para que a leitura
do movimento urbano naquele lugar
tivesse uma característica de dados,
tratados
posteriormente
em
planilha
eletrônica gerando gráficos para melhor 18
visualizar
uma
interpretação
do
localiza-se o limite de ocupação humano
que é a BR 230. O Bairro do Cristo é
totalmente circundado por loteamentos
nos quais localiza-se a maioria das
habitações subnormais.
2.2 – HIERARQUIA VIÁRIA CONTIDA
NO BAIRRO
O bairro Cristo Redentor tem sua
importância significativa para a cidade de
João
Pessoa,
por
possuir
uma
caracterização e classificação de suas
vias, onde as mesmas receberam uma
nomenclatura. A avenida principal do
Cristo (Ranieri Mazille), que atende por
Via Arterial, é assim caracterizada por
possuir acessos especiais com trânsito
livre mas controlada por semáforo e
também por possuir um trajeto bem
direto que absorve o maior número de
veículos. Nela plotam-se dois pontos de
observação
que
passaram
a
ser
conhecidos como Estação A e Estação B,
como já foi dito anteriormente.
As
avenidas
secundárias
são
chamadas de coletoras, pois são aquelas
destinadas a receber e a distribuir o fluxo
do trânsito que tenha necessidade de
entrar ou sair da via arterial. Além de ter
a função que permite a migração das
pessoas no sentido bairros - centro da
cidade, essas vias coletoras possuem a
sua importância também no sentido de
facilitar a “fuga” de veículos quando há
perturbações
previsíveis.
de
ordem
casual
ou
19
As vias de importância terciária
Carroça
18/12/03 336 118 76 46 52
18/12/03 336 118 76 46 52 77 38 1
1
19/12/03 330 103 83 56 46 75 34
14
20/12/03 341 53 26 28 7 74 5
2 21
21/12/03 404 62 22 27 15 86
43 19
05/01/04 192 52 42 22 9 3
8 23 12
06/01/04 444 97 41 37 47
49 42 2
07/01/04 514 90 44 46 5
5 93 53 4
08/01/04 398 81 36 15
18/12/03 336 118 76 46 52 77 38 11
19/12/03 330 103 83 56 46 75 34
14
20/12/03 341 53 26 28 7 74 5
2 21
21/12/03 404 62 22 27 15 86
43 19
05/01/04 192 52 42 22 9 3
8 23 12
06/01/04 444 97 41 37 47
49 42 2
07/01/04 514 90 44 46 5
5 93 53 4
08/01/04 398 81 36 15
336 118 76 46 52 77 38 11
19/12/0
3 330 103 83 56 46 75 34 14
20/1
2/03 341 53 26 28 7 74 52 21
21/
12/03 404 62 22 27 15 86 43 19
0
5/01/04 192 52 42 22 9 38 23 12
118 76 46 52 77 38 11
19/12/03 33
0 103 83 56 46 75 34 14
20/12/03
341 53 26 28 7 74 52 21
21/12/0
3 404 62 22 27 15 86 43 19
05/01
/04 192 52 42 22 9 38 23 12
06/0
1/04 444 97 41 37 47 49 42 2
07/
01/04 514 90 44 46 55 93 53 4
08
/01/04 398 81 36 15 27 57 20 3
0
9/01/04 580 95 59 38 83 94 52 5
76 46 52 77 38 11
19/12/03 330 10
3 83 56 46 75 34 14
20/12/03 341
53 26 28 7 74 52 21
21/12/03 40
4 62 22 27 15 86 43 19
05/01/04
46 52 77 38 11
19/12/03 330 103 8
3 56 46 75 34 14
20/12/03 341 53
26 28 7 74 52 21
21/12/03 404 6
2 22 27 15 86 43 19
05/01/04 192
52 42 22 9 38 23 12
06/01/04 44
4 97 41 37 47 49 42 2
07/01/04 5
14 90 44 46 55 93 53 4
08/01/04
52 77 38 11
19/12/03 330 103 83 5
6 46 75 34 14
20/12/03 341 53 26
28 7 74 52 21
21/12/03 404 62 2
2 27 15 86 43 19
05/01/04 192 52
42 22 9 38 23 12
06/01/04 444 9
7 41 37 47 49 42 2
07/01/04 514
77 38 11
19/12/03 330 103 83 56 4
6 75 34 14
20/12/03 341 53 26 28
7 74 52 21
21/12/03 404 62 22 2
7 15 86 43 19
05/01/04 192 52 42
22 9 38 23 12
06/01/04 444 97 4
1 37 47 49 42 2
07/01/04 514 90
38 11
19/12/03 330 103 83 56 46 7
5 34 14
20/12/03 341 53 26 28 7
11
19/12/03 330 103 83 56 46 75 3
4 14
20/12/03 341 53 26 28 7 74
19/12/03 330 103 83 56 46 75 34 1
4
20/12/03 341 53 26 28 7 74 52
19/12/03 330 103 83 56 46 75 34 14
20/12/03 341 53 26 28 7 74 52 2
1
21/12/03 404 62 22 27 15 86 43
20 2
19
05/01/04 192 52 42 22 9 38
3 12
06/01/04 444 97 41 37 47 49
42 2
07/01/04 514 90 44 46 55 9
4
08/01/04 398 81 36 15 27 57 20
09/01/04 580 95 59 38 83 94 5
2 5
10/01/04 474 103 54 53 73 92
75 4
17/01/04 520 101 50 59 52
08/01/04 398 81 36 15 27 57 20 3
09/01/04 580 95 59 38 83 94 52
08/01/04 398 81 36 15 27 57 20 3
398 81 36 15 27 57 20 3
09/01/04
580 95 59 38 83 94 52 5
10/01/0
4 474 103 54 53 73 92 75 4
17/01
/04 520 101 50 59 52 53 25 3
18/
01/04 487 94 60 43 52 73 27 11
2
1/01/04 523 94 33 50 43 69 16 3
81 36 15 27 57 20 3
09/01/04 580
95 59 38 83 94 52 5
10/01/04 47
4 103 54 53 73 92 75 4
17/01/04
36 15 27 57 20 3
09/01/04 580 95
59 38 83 94 52 5
10/01/04 474 1
03 54 53 73 92 75 4
17/01/04 520
101 50 59 52 53 25 3
18/01/04 4
87 94 60 43 52 73 27 11
21/01/04
523 94 33 50 43 69 16 3
23/01/0
4 487 87 50 27 44 89 70 8
15 27 57 20 3
09/01/04 580 95 59
38 83 94 52 5
10/01/04 474 103
27 57 20 3
09/01/04 580 95 59 38
83 94 52 5
10/01/04 474 103 54
57 20 3
09/01/04 580 95 59 38 83
94 52 5
10/01/04 474 103 54 53
20 3
09/01/04 580 95 59 38 83 94
52 5
10/01/04 474 103 54 53 73
3
09/01/04 580 95 59 38 83 94 52
5
10/01/04 474 103 54 53 73 92
09/01/04 580 95 59 38 83 94 52 5
10/01/04 474 103 54 53 73 92 75
4
17/01/04 520 101 50 59 52 53
09/01/04 580 95 59 38 83 94 52 5
580 95 59 38 83 94 52 5
10/01/04
474 103 54 53 73 92 75 4
17/01/
04 520 101 50 59 52 53 25 3
18/0
1/04 487 94 60 43 52 73 27 11
21
/01/04 523 94 33 50 43 69 16 3
2
3/01/04 487 87 50 27 44 89 70 8
95 59 38 83 94 52 5
10/01/04 474
103 54 53 73 92 75 4
17/01/04 5
20 101 50 59 52 53 25 3
18/01/04
487 94 60 43 52 73 27 11
21/01/
04 523 94 33 50 43 69 16 3
23/01
/04 487 87 50 27 44 89 70 8
59 38 83 94 52 5
10/01/04 474 103
54 53 73 92 75 4
17/01/04 520 1
01 50 59 52 53 25 3
18/01/04 487
94 60 43 52 73 27 11
21/01/04 5
23 94 33 50 43 69 16 3
23/01/04
38 83 94 52 5
10/01/04 474 103 54
53 73 92 75 4
17/01/04 520 101
83 94 52 5
10/01/04 474 103 54 53
73 92 75 4
17/01/04 520 101 50
94 52 5
10/01/04 474 103 54 53 73
92 75 4
17/01/04 520 101 50 59
52 5
10/01/04 474 103 54 53 73 92
75 4
17/01/04 520 101 50 59 52
5
10/01/04 474 103 54 53 73 92 75
4
17/01/04 520 101 50 59 52 21
53
10/01/04 474 103 54 53 73 92 75 4
17/01/04 520 101 50 59 52 53 25
3
47 57 40 9
08/01/04 464 99 63 2
2 71 90 45 11
09/01/04 455 104 69
61 82 70 37 6
10/01/04 516 96 7
2 59 81 65 42 8
17/01/04 551 98
284 115 81 43 68 83 45 18
19/12/0
3 306 103 82 56 45 59 47 9
20/12
/03 366 54 21 19 16 53 39 18
21/
12/03 341 49 35 24 52 123 54 6
0
5/01/04 265 47 29 18 14 36 35 11
115 81 43 68 83 45 18
19/12/03 30
6 103 82 56 45 59 47 9
20/12/03
81 43 68 83 45 18
19/12/03 306 10
3 82 56 45 59 47 9
20/12/03 366
43 68 83 45 18
19/12/03 306 103 8
2 56 45 59 47 9
20/12/03 366 54
68 83 45 18
19/12/03 306 103 82 5
6 45 59 47 9
20/12/03 366 54 21
83 45 18
19/12/03 306 103 82 56 4
5 59 47 9
20/12/03 366 54 21 19
45 18
19/12/03 306 103 82 56 45 5
9 47 9
20/12/03 366 54 21 19 16
18
19/12/03 306 103 82 56 45 59 4
7 9
20/12/03 366 54 21 19 16 53
19/12/03 306 103 82 56 45 59 47 9
20/12/03 366 54 21 19 16 53 39
19/12/03 306 103 82 56 45 59 47 9
306 103 82 56 45 59 47 9
20/12/03
366 54 21 19 16 53 39 18
21/12/
03 341 49 35 24 52 123 54 6
05/0
1/04 265 47 29 18 14 36 35 11
06
/01/04 319 101 37 28 44 77 37 11
103 82 56 45 59 47 9
20/12/03 366
54 21 19 16 53 39 18
21/12/03 3
41 49 35 24 52 123 54 6
05/01/04
265 47 29 18 14 36 35 11
06/01/
04 319 101 37 28 44 77 37 11
07/
01/04 516 102 67 46 47 57 40 9
0
8/01/04 464 99 63 22 71 90 45 11
82 56 45 59 47 9
20/12/03 366 54
21 19 16 53 39 18
21/12/03 341
56 45 59 47 9
20/12/03 366 54 21
19 16 53 39 18
21/12/03 341 49
45 59 47 9
20/12/03 366 54 21 19
16 53 39 18
21/12/03 341 49 35
59 47 9
20/12/03 366 54 21 19 16
53 39 18
21/12/03 341 49 35 24
47 9
20/12/03 366 54 21 19 16 53
39 18
21/12/03 341 49 35 24 52
9
20/12/03 366 54 21 19 16 53 39
18
21/12/03 341 49 35 24 52 123
54 6
05/01/04 265 47 29 18 14 3
6 35 11
06/01/04 319 101 37 28 44
77 37 11
07/01/04 516 102 67 46
47 57 40 9
08/01/04 464 99 63 2
2 71 90 45 11
09/01/04 455 104 69
61 82 70 37 6
10/01/04 516 96 7
2 59 81 65 42 8
17/01/04 551 98
20/12/03 366 54 21 19 16 53 39 18
21/12/03 341 49 35 24 52 123 54
6
05/01/04 265 47 29 18 14 36 3
5 11
06/01/04 319 101 37 28 44 77
37 11
07/01/04 516 102 67 46 47
57 40 9
08/01/04 464 99 63 22 7
1 90 45 11
09/01/04 455 104 692261
82 70 37 6
10/01/04 516 96 72 5
9 81 65 42 8
17/01/04 551 98 51
/04 551 98 51 47 64 72 19 7
18/01/04 442
95 40 53 49 48 14 6
21/01/04 497 91 34
46 47 89 29 6
23/01/04 602 88 41 50 39
82 56 12
99 63 22 71 90 45 11
09/01/04 455 104 6
9 61 82 70 37 6
10/01/04 516 96 72 59 8
1 65 42 8
17/01/04 551 98 51 47 64 72 1
9 7
18/01/04 442 95 40 53 49 48 14 6
2
1/01/04 497 91 34 46 47 89 29 6
23/01/04
602 88 41 50 39 82 56 12
63 22 71 90 45 11
09/01/04 455 104 69 6
1 82 70 37 6
10/01/04 516 96 72 59 81 6
5 42 8
17/01/04 551 98 51 47 64 72 19 7
18/01/04 442 95 40 53 49 48 14 6
21/0
1/04 497 91 34 46 47 89 29 6
23/01/04 60
2 88 41 50 39 82 56 12
22 71 90 45 11
09/01/04 455 104 69 61 8
2 70 37 6
10/01/04 516 96 72 59 81 65 4
2 8
17/01/04 551 98 51 47 64 72 19 7
1
8/01/04 442 95 40 53 49 48 14 6
21/01/04
497 91 34 46 47 89 29 6
23/01/04 602 8
8 41 50 39 82 56 12
71 90 45 11
09/01/04 455 104 69 61 82 7
0 37 6
10/01/04 516 96 72 59 81 65 42 8
17/01/04 551 98 51 47 64 72 19 7
18/0
1/04 442 95 40 53 49 48 14 6
21/01/04 49
7 91 34 46 47 89 29 6
23/01/04 602 88 4
1 50 39 82 56 12
90 45 11
09/01/04 455 104 69 61 82 70 3
7 6
10/01/04 516 96 72 59 81 65 42 8
1
7/01/04 551 98 51 47 64 72 19 7
18/01/04
442 95 40 53 49 48 14 6
21/01/04 497 9
1 34 46 47 89 29 6
23/01/04 602 88 41 5
0 39 82 56 12
45 11
09/01/04 455 104 69 61 82 70 37 6
10/01/04 516 96 72 59 81 65 42 8
17/0
1/04 551 98 51 47 64 72 19 7
18/01/04 44
2 95 40 53 49 48 14 6
21/01/04 497 91 3
4 46 47 89 29 6
23/01/04 602 88 41 50 3
9 82 56 12
11
09/01/04 455 104 69 61 82 70 37 6
1
0/01/04 516 96 72 59 81 65 42 8
17/01/04
551 98 51 47 64 72 19 7
18/01/04 442 9
5 40 53 49 48 14 6
21/01/04 497 91 34 4
6 47 89 29 6
23/01/04 602 88 41 50 39 8
2 56 12
09/01/04 455 104 69 61 82 70 37 6
10/01
/04 516 96 72 59 81 65 42 8
17/01/04 551
98 51 47 64 72 19 7
18/01/04 442 95 40
53 49 48 14 6
21/01/04 497 91 34 46 47
89 29 6
23/01/04 602 88 41 50 39 82 56
12
09/01/04 455 104 69 61 82 70 37 6
10/01/0
4 516 96 72 59 81 65 42 8
17/01/04 551
455 104 69 61 82 70 37 6
10/01/04 516 9
6 72 59 81 65 42 8
17/01/04 551 98 51 4
7 64 72 19 7
18/01/04 442 95 40 53 49 4
8 14 6
21/01/04 497 91 34 46 47 89 29 6
23/01/04 602 88 41 50 39 82 56 12
104 69 61 82 70 37 6
10/01/04 516 96 72
59 81 65 42 8
17/01/04 551 98 51 47 64
72 19 7
18/01/04 442 95 40 53 49 48 14
6
21/01/04 497 91 34 46 47 89 29 6
23
/01/04 602 88 41 50 39 82 56 1223
69 61 82 70 37 6
10/01/04 516 96 72 59
61 82 70 37 6
10/01/04 516 96 72 59 81
24
2.5 – DISTRIBUIÇÃO DOS FLUXOS DOS VEÍCULOS OBSERVANDO INTERVALOS
TEMPORAIS EM DUAS ÁREAS DISTINTAS
Tanto na Estação A quanto na Estação B o fluxo de automóveis é maior do que
os demais veículos, tendo um maior destaque no mês de dezembro e mais precisamente
após a chegada do horário de verão, em que a Estação B registra o maior número de
automóveis entre as duas estações.
Levando em consideração os dados vê-se que, com a chegada do mês de
dezembro, o número de automóveis aumentou no horário das primeiras coletas entre 6hs
às 8hs.da manhã. Em relação ao fluxo de veículos referente à Estação A, pôde-se
observar que o movimento apresentou uma certa compatibilidade entre os automóveis
nesta estação, levando-se em consideração o intervalo temporal. Já o número de ônibus
aumentou no 2º horário, o mesmo ocorreu com caminhões, pick-ups e vans.. Com base
nos dois horários, o numero de veículos foi maior no 2º horário. A diferença é nítida,
pois o número de automóveis aumentou no 2º horário junto com ônibus, pick-up e vans.
Já o número de motocicletas , bicicletas e carroças foi maior no 1º horário chegando a
onze o número de carroças (ver tabelas 1 e 2 e gráficos 1 e 2).
Tabelas 1 e 2: Diferença de nº de veículos nos dois dias de coleta, Estação A
Data
18/12/03
Horário
6h às 8h 11hs às 13hs
Automovél
168
165
Ônibus
52
66
Caminhão
31
45
Pick- up
20
26
Van
17
35
Moto
40
37
Bicicleta
21
17
Carroça
9
2
Total Geral
358
393
Data
Horário
Automovél
Ônibus
Caminhão
Pick- up
Van
Moto
Bicicleta
Carroça
Total Geral
25
19/12/03
6h às 8h 11hs às 13hs
132
192
46
57
41
42
25
31
16
30
32
27
18
16
11
3
321
398
Gráficos 1 e 2 – Fluxo de veículos na Estação A
200
150
100
50
0
ESTAÇÃO A
200
150
100
50
0
Data
18/12/2003
Data
18/12/2003
Data
18/12/2003
Horário 6
às 8 e de 11
às
13hs Data
19/12/2003
Data
19/12/2003
Horário 6
às 8 e de 11
às 13hs
Como se pode observar mediante o que está apresentado nestes documentos
referentes à Estação A, em que os dados foram coletados em horários iguais porém em
datas diferentes, é que o número de automóveis é bastante superior ao número dos
26
demais veículos vistos por classe individual, mas mesmo assim, se subtrairmos a
quantidade de motocicletas, tem-se ainda a quantidade de automóveis maior que todas
as classes juntas.
A partir dessa leitura sobre a Estação A passa-se a ter curiosidade sobre o
comportamento do fluxo de veículos da Estação B (ver tabelas 3 e 4 e gráficos 3 e 4).
Por isso, antes de se aprofundar em outras análises devemos nos deter na leitura da
segunda estação, ou seja, da estação B.
27
Tabelas 3 e 4: Fluxo de veículos na estação B
Data
Horário
Automovél
Ônibus
Caminhão
Pick- up
Van
Moto
Bicicleta
Carroça
Total Geral
18/12/03
6h às 8h
122
55
34
26
31
42
16
11
337
Data
11hs às 13hs
162
50
47
17
37
41
29
7
390
Horário
Automovél
Ônibus
Caminhão
Pick- up
Van
Moto
Bicicleta
Carroça
Total Geral
19/12/03
6h às 8h
152
41
46
26
20
26
21
6
338
11hs às 13hs
154
63
36
30
25
33
26
3
370
Gráficos 3 e 4: Fluxos de veículos na Estação B
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
160
140
120
100
80
60
40
20
0
6h às 8h
6h às 8h
Várias são as análises que podem ser feitas apenas com o cruzamento dos dados
referentes a esses horários nesses dois dias, como por exemplo, o número de caminhões
que foi mais expressivo na Estação A e esse fato deveu-se a proximidade de uma
28
empresa transportadora. Outro fator interessante é que o fluxo de veículos por tração
animal sempre esteve mais presente no primeiro horário. O mesmo acontece com as
bicicletas. Num outro sentido, o que chamou a atenção foi o número de veículos de
transporte coletivo referente à Estação A registrando-se que o maior número de ônibus
não foi no período da manhã onde se presume que deveria ser feito o maior escoamento
de pessoal para o sentido Centro da Cidade, fato este ligado à questão do trabalho. Pelo
contrário, o que se observou é que os coletivos foram mais abundantes no segundo
horário. Assim a informação obtida junto a alguns transeuntes é de que no “horário
matutino, ou seja pela manhã, os ônibus são muitos cheios, é terrível”, o que leva a
inferir-se que o fluxo de veículos não deve ser medido pelo volume de necessidade dos
usuários e sim a partir do interesse da empresa.
Numa outra época foi também feita uma coleta de dados. Como o ano de 2004
tinha sido iniciado, nesse caso reportou-se para o período escolar letivo, verificando-se
algumas mudanças significativas, como por exemplo o número de ônibus registrados
pela Estação A que nesse período apresentou uma queda acentuada em relação à data
anterior, que foi em dezembro. Nessa data o volume desses coletivos chegou a apenas
vinte e seis no dia cinco que foi numa segunda feira, porém na terça feira, dia seis,
quando foi feito a outra coleta o número desses coletivos não tinha retornado ao número
da data anterior, ficando ainda abaixo daqueles dados. No entanto o número de
automóveis elevou-se bastante, chegando a 220 veículos num horário e 224 noutro, e o
número de carroças caiu bastante, chegando a zero no horário da coleta (ver tabelas 5 e
6 e gráficos 5 e 6).
Tabelas 5 e 6: Fluxo de veículos na Estação A
Data
Horário
Automovél
Ônibus
Caminhão
Pick- up
Van
Moto
Bicicleta
Carroça
Total Geral
05/01/04
6h às 8h
60
26
15
10
3
17
10
5
146
Data
11hs às 13hs
132
26
27
12
5
21
13
7
243
Horário
Automovél
Ônibus
Caminhão
Pick- up
Van
Moto
Bicicleta
Carroça
Total Geral
Gráficos 5 e 6: Fluxo de veículos na Estação A
29
06/01/04
6h às 8h
220
51
21
20
25
36
31
2
406
11hs às 13hs
224
46
20
17
22
13
11
0
353
05/01/2004
140
120
100
80
60
06/01/2004
Automovél
250
Ônibus
Ônibus
Caminhão
Pick- up
Van
40
Moto
20
Bicicleta
0
Carroça
Automovél
200
Caminhão
150
Pick- up
100
30
Van
Moto
50
Bicicleta
0
Carroça
Nas demais datas que também foram coletados dados nas Estações referentes
ainda ao mês de janeiro de 2004, precisamente nos dias 17,18 e 21, dias que o clima
esteve relativamente fora dos padrões normais, ou seja, a precipitação esteve muito
acima das médias dos anos antecedentes, numa medição elementar pôde-se verificar que
o volume de água que corria na sarjeta também alcançava o asfalto. Essa ocorrência foi
verificada em questão de poucos minutos. Contudo, não sendo esse o foco do nosso
trabalho, não se deu importância para o que aquela precipitação poderia acarretar como
fenômeno que pode alterar o fluxo de veículos naquele lugar, pois a velocidade dos
veículos diminuiu de forma acentuada acarretando engarrafamentos. Mesmo assim, foi
também notado que os condutores dos veículos não estavam ainda observando que o
fluxo e o ritmo tinham mudado. Assim sendo, era nítido que alguns condutores queriam
ultrapassar os veículos que estavam na área congestionada.
Essas datas continuaram a apresentar um volume bastante significativo de
automóveis sempre acima de 200. Já a frota de coletivos manteve-se relativamente no
mesmo volume, porém abaixo daquela registrada em dezembro (ver tabelas 7 e 8 e
gráficos 7 e 8).
Tabelas 7 e 8: Volume significativo de veículos em trânsito
Data
Horário
Automovél
Ônibus
Caminhão
Pick- up
Van
Moto
Bicicleta
Carroça
Total Geral
17/01/04
6h às 8h
250
47
20
27
22
31
12
1
410
Data
11hs às 13hs Horário
270
Automovél
54
Ônibus
30
Caminhão
32
Pick- up
30
Van
32
Moto
13
Bicicleta
2
Carroça
Total Geral
463
31
18/01/04
6h às 8h
11hs às 13hs
200
287
45
50
27
33
30
13
22
30
32
41
15
12
4
1
375
467
Gráfico 7 e 8: Volume significativo de veículos em trânsito
Est. A 17/01/2004
300
Est.A 18/01/2004
Automovél
Ônibus
Caminhão
300
Automovél
Ônibus
250
Caminhão
Pick- up
200
Pick- up
150
Van
150
Van
100
Moto
100
Moto
250
200
50
0
Bicicleta
Carroça
32
50
Bicicleta
0
Carroça
TERCEIRA PARTE
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Considera-se que o ritmo do tráfego é determinado por uma conjuntura muito
complexa, desde o que está determinado pela sinalização, como os semáforos, assim
como, também a presença dos guardas de trânsito e, por fim, o próprio ritmo
estabelecido por cada condutor de veículo. Não se discrimina que uma categoria supera
a outra, porém há classes familiar em que os veículos são conduzidos de forma diversa a
àquela prevista em lei.
Não resta dúvida que eventos esporádicos trazem também muitos transtornos ao
ritmo do tráfego, pois em um momento em que se estava coletando dados na Estação A
pôde-se verificar que um indivíduo em estado de embriagues ao atravessar a rua
estabeleceu um grande ruído no tráfego pois ao cambalear de “lá-pra-cá” ele conseguiu
desvirtuar o ritmo dos veículos desestabilizando o fluxo.
33
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Imprensa Oficial do Estado, 2001.
35
Apêndice
Formulário de coleta de dados nas Estações A e B.
36
Download

Alterações no Ritmo da Circulação nas Vias do Bairro Cristo Redentor