Manejo Zootécnico – Biotério
Laboratório Análise Neuro
Comportamental (LANEC) PUC-Rio.
Alex Sandro Moraes Silva
Rio, 10/07/2008
Laboratório de Análise Neuro
Comportamental (LANEC)
Laboratório de Análise Neuro
Comportamental (LANEC)
• O animal que é utilizado no laboratório é o Rato Wistar;
• Possui um biotério de criação e experimentação;
• São utilizados diversos modelos para estudo do
comportamento (labirinto em cruz, campo aberto, caixas de
condicionamento);
• São realizadas pequenas neuro cirurgias;
• Manipulações farmacológicas do sistema nervoso;
• Seleções genéticas comportamentais;
• Fenotipagem de linhagens de ratos;
• Trabalha-se principalmente com Ansiedade e Pânico;
O Campo Aberto
•
Importante modelo experimental
utilizado para delinear
comportamentos defensivos e
atividade locomotora de roedores é
o campo aberto;
•
O Teste de Campo aberto é um
modelo animal que possibilita
registrar o medo através da
atividade exploratória do animal.
Consiste de uma grande câmara
vazia, onde o indivíduo é colocado.
•
Uma vez dentro do campo, a
atividade do animal é registrada.
O Campo Aberto
•
Além disso, pode-se contar também
o número de bolos fecais
produzidas pelos animais durante o
teste.
•
Uma baixa atividade motora e alta
contagem de bolas fecais
freqüentemente indica uma reação
de medo do animal. Ratos com
medo procuram não se aventurar
para longe das paredes da câmara,
além de evitarem em ficarem sobre
as patas traseiras ou se limpar.
•
Os ratos apresentam tal
comportamento de medo quando
introduzidos num campo aberto
desconhecido. Este comportamento
irá diminuir à medida que o animal
se familiarize com a caixa.
Labirinto em Cruz Elevado
•
Um dos modelos animais de
ansiedade animal mais eficiente e
mais usado;
•
Consiste de estrutura de quatro
braços, elevados 50 cm do chão.
Dois braços possuem paredes,
sendo chamados de “braços
fechados”. Os outros dois braços
não possuem as paredes, sendo
chamados de “braços abertos”.
•
O comportamento do rato no
labirinto é passível de medição
através da observação direta e pode
ser quantificado através de
programas de computador
especiais. Tais programas
determinam o tempo em que o rato
permanece em cada braço, além da
freqüência com que o animal entra
nos braços abertos e fechados.
Labirinto em Cruz Elevado
• O labirinto permite também
avaliar a atividade motora do
animal.
• Observou-se que drogas
ansiolíticas, incluindo os
benzodiazepínicos, barbitúricos
e etanol, aumentam o número
de entradas e permanência nos
braços abertos, enquanto que
agentes ansiogênicos produzem
um efeito oposto.
Caixa de Condicionamento
• Um dos principais modelos
utilizados para se estudar o
comportamento animal;
• Tal modelo consiste numa
câmara à prova de som, que
possui mecanismos
responsáveis para fornecer
punições ou recompensas.
Caixa de Condicionamento
Cirurgias Esteriotáxicas
• São realizadas cirurgias
esteriotáxicas em pequenos
roedores (ratos); com o intuito
de instalar cânulas guias, que
servirão de acesso para microinjeções intracerebrais de
substâncias químicas para
modulações farmacológicas do
comportamento ou para se
realizar ablações (lesões)
cerebrais e verificar a relação
entre ausência de estrutura e o
comportamento.
Cirurgias Esteriotáxicas
Atlas
• Um atlas ajuda na identificação das coordenadas para cirurgias
esteriotáxicas.
Histologia
• Além de observação
comportamental, todo
procedimento é
confirmado através de
cortes histológicos que
vão mostrar se a região do
cérebro foi realmente
manipulada (cirúrgica ou
farmacologicamente).
Biotério
• Aspectos Estruturais;
• Bem estar e Reprodução
animal;
• Enriquecimento
ambiental;
O Rato.
Origem:
• O rato de laboratório, Rattus
novergicus, usado na maioria
dos biotérios e infectórios,
deriva de colônias desses
animais, originários dos EUA.
Embora seja originário de
regiões da Ásia central,
acompanhou o homem em seu
avanço pelos continentes, sendo
encontrado, hoje em dia, em
praticamente todas as latitudes.
Taxonomia
•
•
•
•
•
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Muridae
Gênero: Rattus
Espécie: Rattus novergicus
Rattus rattus
Gestação
• O período de gestação se estende de 19 a 22
dias. Após o 10º dia, já se pode observar o
aumento de volume do abdômen. O parto
duro, em média, de 1 a 2 horas (sempre à
noite). A média de filhotes/ parto é de 8,
para o rato Wistar, mas podemos encontrar
ninhadas com até 16 filhotes. Este número
sempre é menor para animais Inbred.
Dados Biológicos
• O rato nasce desprovido de pêlos, com exceção
das vibrissas (responsáveis pelo tato), e com o
corpo avermelhado; com os olhos fechados. O
pavilhão auricular também fechado e aderido à
cabeça e pesando de 4g a 6g. Após parto, a fêmea
amamenta a ninhada. Esse fenômeno pode ser
observado através da mancha branca no abdômen
dos animais, que nada mais é do que leite no
estômago. Tal fato é importante, já que os filhotes
mais fracos não mamam e, portanto, em caso de
seleção ao nascimento, este, além da robustez do
animal, é um fator de descarte.
Dados Biológicos
• A pele dos animais vai clareando ou escurecendo, de
acordo com a coloração da linhagem, e os pêlos começam
a despontar por volta do 3º ao 4º dia de vida. Com 7 dias o
corpo está totalmente recoberto de pêlos, as tetas são
visíveis nas fêmeas e as orelhas já começam a se afastar da
cabeça e a se abrirem. Por volta do 10º dia os animais
abrem os olhos. Aos 16 dias já começam a se alimentar
independentemente e dos 18 aos 24 já estão aptos ao
desmame. Nessa idade, são sexados, geralmente pesados e
separados. O peso ao desmame varia de 35g a 45g e a
sexagem é feita baseada na distância ano-genital, que no
macho é bem maior do que na fêmea, além da visualização
da bolsa escrotal.
Dados Biológicos
• A puberdade se dá aos 30 dias e a maturidade
sexual, dos 50 aos 60 dias. Em geral, o
acasalamento ocorre nesse período, quando os
machos já pesam de 200g a 250g e as fêmeas, de
150g a 180g. Os animais permanecem em
reprodução até os 9 meses de idade. Os machos
podem pesar de 500g a 600g e as fêmeas de 300g
a 400g.
Biotério PUC-Rio: Reprodução
Reprodução
• Ciclo Estral: tem a duração de 4-5 dias e se divide em:
• Proestro: tem duração de 12 horas. Podemos observar uma pequena
tumefação na vulva e a mucosa vaginal se apresenta ressecada.
• Estro: tem a duração de 12 horas e a tumefação da vulva chega ao
máximo.
•
Metaestro I: tem a duração de 15 horas e. além da tumefação da
vulva começar a diminuir, podemos observar uma massa caseosa na
vagina;
• Metaestro II: tem duração de 6 horas e a vulva volta ao normal. A
mucosa vaginal se apresenta úmida.
• Diestro: tem a duração de 57 horas e a vulva continua normal. A
mucosa vaginal se apresenta úmida.
Reprodução
O Proestro começa com a fase folicular do ovário, que culmina
na ovulação, no estro (= Cio). O metaestro e o diestro se caracterizam
pela fase luteínica do ovário.
• Fase Folicular ou Proliferativa = Aumento de estrogênio.
• Fase Lútea (secretora) ou Progestacional = Aumento da Progesterona.
• As alterações desta fase têm a finalidade de produzir um endométrio
secretor, contendo grande quantidade de nutrientes, proporcionando
condições para a implantação do óvulo fertilizado.
Dosagens hormonais (Estrogênio e
Progesterona) em roedores
• Vantagens:
• Sistema automático.
• Realiza grande
quantidade de testes.
• Precisão.
Dosagens hormonais (Estrogênio e
Progesterona) em roedores
• Desvantagens:
• Aparelhos devem ser
calibrados para aspirar
menor quantidade de soro.
• Uso de radioatividade no caso
de radioimunoensaio.
• Os animais (roedores de
laboratório), são sacrificados
para os testes, pois a dosagens
necessitam de sangue total.
• Alto custo financeiro.
Citologia Hormonal
Correlação morfológica das células
do trato reprodutor feminino com o
ciclo estral (estrogênio e
progesterona)
Citologia Hormonal (aspectos
citológicos)
• As Células do trato
genital são divididas
em:
• Superficiais (A)
• Intermediárias (B)
• Profundas (C)
Citologia no Proestro/ Estro (Cio) =
Ovulação
•
•
•
•
•
Ação estrogênica:
Proliferativa;
Células superficiais;
Diferenciação;
(característica núcleo
picnótico);
• Células eosinofílicas.
Citologia no Metaestro/Diestro
• Ação Progesterônica:
• Características de
células intermediárias;
• Depósito
citoplasmático de
glicogênio;
• Pregueamento;
• Grupadas e dobradas.
Aspectos Estruturais (Biotério)
Atual
• O Biotério do Laboratório de
Análise Neuro Comportamental
PUC-Rio atualmente destina-se
a criação, manutenção e
experimentação com Ratos
Wistar.
• Considerado “Convencional”
não possuindo barreiras
sanitárias rígidas.
• Possuindo em seu plantel ratos
outbred e está desenvolvendo
uma linhagem Inbred
(consangüínea).
Biotério PUC-Rio
• As condições ambientais são
desenvolvidas visando
proporcionar conforto aos
pequenos roedores.
• Estes ratos são utilizados para
estudos
etológicos/comportamentais,
neurocirurgias e modulações
farmacológicas do sistema
nervoso.
Biotério PUC-Rio
•
•
•
•
•
•
•
•
Estrutura física: Paredes chão e teto;
Exaustão e Insuflação;
Ciclo de Luz/ claro e escuro e intensidade luminosa;
Temperatura ºC;
Umidade%;
Depósito para ração, maravalha e materiais (armário);
Ruído;
Estantes, Gaiolas e bebedouros.
Biotério PUC-Rio
•
•
•
•
Paredes em azulejo;
Chão de piso frio;
Teto plástico (PVC);
Revestimento em lã de
vidro (Isolante térmico
e acústico).
• Ideal: tudo em
alvenaria e epóxi.
Biotério PUC-Rio
• O sistema de exaustão está
posicionado na parte de
cima da sala, com o
objetivo de retirar o ar
saturado e a amônia do
ambiente;
• A insuflação está
posicionada em baixo;
com o objetivo de renovar
o ar ambiente;
• Ideal: Exaustão em baixo
60cm acima do chão e a
insuflação em cima.
Biotério PUC-Rio: Exaustão
Biotério PUC-Rio: Insuflação
• A insuflação é importante para renovar o ar da sala de
animais e o ar que entra passa por um filtro, esta insuflação
deve ser colocada na parte de cima do Biotério.
Biotério PUC-Rio: Ciclo de Luz
• Um Timer controla o ciclo
de luz da sala, 12 horas
claro e 12 horas escuro;
• Importante para a
reprodução e bem estar
animal.
• Este mecanismo sempre
está funcionando,
inclusive finais de semana
e feriados.
Biotério PUC-Rio:
Intensidade de luz
• A intensidade da luz é
ideal para roedores, sendo
fraca para as pessoas,
porém, o rato sendo um
animal albino e
fotofóbico, o melhor é
uma luz branca e de baixa
intensidade.
Biotério PUC-Rio:
Temperatura ºC
• A temperatura fica em
torno de 21ºC;
• O sistema de refrigeração
é composto por ar
condicionado split, 2
aparelhos;
• Acima do teto foi
colocado um isolante
térmico “manta”,
ajudando manter a
temperatura ideal para os
roedores.
Biotério PUC-Rio:
Umidade %
• A umidade é controlada
por um desumidificador
ARSEC, que retira a água
do ambiente;
• A umidade na sala de
animais fica em torno de
55%.
Biotério PUC-Rio: Depósito de materiais
(ração, maravalha e materiais)
Biotério PUC-Rio:
Ruído
• No Biotério a entrada de pessoal é restrita;
• O aparelho de Ar condicionado e o sistema de exaustão
fazem um ruído constante;
• O ruído constante é menos prejudicial ao animal,
minimizando o estresse;
• O enriquecimento ambiental (música ambiente) pode ser
interessante para diminuir a variação de ruídos de final de
semana para a segunda-feira, tendo então um nível
constante em decibés de barulho no Biotério.
Biotério PUC-Rio:
Estantes, gaiolas e Bebedouros
• As estantes são
higienizadas
semanalmente,
• A água é trocada 3 x por
semana e os frascos
higienizados;
• A cama dos animais
(maravalha) é trocada e as
caixas lavadas de acordo
com o número de animais,
idade e sexo; numa
freqüência de uma a duas
vezes por semana.
Classificação dos animais de
laboratório
quanto ao status genético
Animais não consangüíneos ou Outbred.
• São animais que
apresentam na
constituição genética uma
alta heterozigose (99%), o
que faz com que seja
mantida numa mesma
colônia uma grande
diversidade genética
(vários alelos),
possibilitando a
reprodução de populações
naturais.
Animais consangüíneos ou Inbred.
• Um animal consangüíneo
é o produto de 20 gerações
consecutivas de
acasalamentos entre
irmãos, ou pais e filhos.
Utilizando esse tipo de
acasalamento,
conseguimos obter um
índice de homozigose de
99%, o que torna tais
animais os mais idênticos
possíveis que se pode
obter.
Animais consangüíneos ou Inbred.
• Para cada 50 mil ou mais
genes que um roedor
possui, 99% apresentam o
mesmo alelo em dose
dupla. Isso significa que
cada linhagem
consangüínea apresenta
um conjunto único de
características que as
diferencia entre si.
Animais consangüíneos ou Inbred.
• Esse conjunto de
características que
constitui cada linhagem é
composto de genes que
sofrem menor ou maior
grau de influências
ambientais. Por isso a
manutenção desses
animais deve ser feita de
maneira rigorosa, de modo
que as variações, através
das gerações sejam
mínimas.
Acasalamento consangüíneo
(formação de linhagens).
• O sistema de acasalamento de irmãos da mesma
ninhada é o mais fácil para a manutenção das
características da linhagem consangüínea.
Entretanto, animais com características individuais
podem ser selecionados para acasalamento, a fim
de fixarmos essas características na linhagem, ou
quando estamos desenvolvendo uma nova
linhagem.
Linhagens de Animais – Seleção Bidirecional
• Existe uma grande variabilidade fisiológica e comportamental entre
indivíduos de uma mesma espécie. Isto está ligado à capacidade que
cada indivíduo possui para enfrentar situações desafiadoras ou
estressantes.
• Na tentativa de se elucidar as influências genéticas que contribuem
para a ocorrência de determinado comportamento ou resposta
fisiológica, utiliza-se um procedimento de formação de linhagens
obtidas através de sucessivos cruzamentos de animais de uma dada
população que apresentem altos ou baixos valores extremos do traço
desejado.
• Quando uma seleção genética ocorre baseando-se nos extremos do
fenótipo desejado, no caso de uma pesquisa comportamental, designase uma seleção bi-direcional. Neste sentido as duas linhagens
divergentes irão progressivamente mostrar diferenças maiores através
das gerações no que diz respeito ao traço desejado, e nos genes que
definem tal traço.
Linhagens de Animais – Seleção Bidirecional
•
De fato, a seleção de animais com base no desempenho em um determinado
teste, resultam em linhagens com consistentes padrões comportamentais
através das gerações.
•
O processo de seleção tem a capacidade de influenciar o padrão de uma série
de respostas fisiológicas subjacentes ao traço selecionado.
Linhagens Selecionadas com base na resposta de
congelamento
• A resposta de congelamento é uma importante medida de ansiedade
encontrada em roedores;
• Para eliciar tal resposta, utiliza-se o condicionamento aversivo. Sabese que este tipo de aprendizagem é hereditário em camundongos. Além
disso, é importante observar que o condicionamento aversivo também
possui caráter hereditário em humanos.
• Indivíduos com diagnóstico de ansiedade generalizada demonstram
maior aquisição e menor extinção do condicionamento aversivo.
• Desta forma, estudos genéticos objetivam a elucidação dos genes
envolvidos nos transtornos de ansiedade.
Importância
• Animais geneticamente predispostos a demonstrar alta quantidade de
comportamentos defensivos, relacionados a transtornos psiquiátricos
humanos, oferecem uma oportunidade única para o teste de compostos
farmacológicos potencialmente eficazes contra tais transtornos;
• Estes animais também são importantes ferramentas experimentais para
se desvendar as bases neurobiológicas, comportamentais e genéticas de
uma série de enfermidades psiquiátricas, que vão desde a ansiedade à
depressão.
• Objetivo futuro: Ratos com Alta taxa de Congelamento serão usados
como modelo animal para transtorno de ansiedade generalizada.
(TAG).
Manejo reprodutivo
• Feromônios: Os roedores são sensíveis a feromônios, os
machos liberam substâncias que induzem o estro das
fêmeas, para um melhor manejo reprodutivo, os machos
serão colocados nas gaiolas 48hs antes que as fêmeas, para
que liberem seus feromônios através da urina, isto também
irá ajudar na sincronização dos cios, visto que, as fêmeas
antes da reprodução ficam juntas em gaiolas após a
sexagem, de certa forma, induzindo um anestro
temporário.
Manejo reprodutivo
• Confirmação da reprodução: os cruzamentos serão organizados na
parte da tarde, para que a monta ocorra a noite, na manha seguinte,
observa-se o tampão vaginal ou através da observação de
espermatozóides da cavidade vaginal da fêmea, que será coletado
através de swab e confecção de lâminas para observar a luz do
microscópio óptico os espermatozóides. Obs: isto será muito
importante para se saber se as fêmeas de linhagens consangüíneas não
estão sendo cobertas pelos machos ou se estão sendo cobertas, mas não
nascem filhotes devido à consangüinidade (absorção de embriões,
genes deletérios, homozigose ou algum problema genético).
• Idade para reprodução: diminuir a idade dos ratos para reprodução
de 3 para 2 meses.
Problemas com reprodução de
Linhagens
• Ratos Inbred, são mais sensíveis as variações
ambientais (Temperatura, ruído, e etc.),
• Ratos Inbred podem ser mais estressados e
possuem maior dificuldade para realizar a monta
nas fêmeas e estas mais agressivas para aceitar a
monta;
Problemas com reprodução de
Linhagens
• Senilidade Reprodutiva: os animais nunca devem
passar de 9 meses para acasalar, pois ocorre
diminuição da produção de espermatozóides nos
machos e deficiência hormonal nas fêmeas
(anestro);
• Superpopulação: as fêmeas quando se encontram
em superpopulação suspendem o ciclo estral
(anestro) não ocorrendo a ovulação, e pode abortar
casa esteja prenha.
Problemas com reprodução de
Linhagens
• O estresse pode levar ao aborto espontâneo,
principalmente nos primeiros dias de gestação;
• Problemas relativos a endogamia: aborto
espontâneo, animais portadores de genes letais;
• Maior susceptibilidade a variações do meio, pela
menor diversidade gênica.
Biotério PUC-Rio (Manejo Zootécnico) Linhagens de ratos: Carioca com
Baixo Congelamento (CBC), Cariocas com Alto Congelamento (CAC) e Controle –
Geração S=1
RATOS (FÊMEAS)
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
TOTAL
ACASALADAS
6
5
11
GRÁVIDAS
6
5
11
100%
100%
100%
NÚMERO DE FILHOTES
45
43
88
FILHOTES POR FÊMEA GRÁVIDA
7,5
8,6
8
FILHOTES. POR FÊMEA ACASALADA (IP)
7,5
8,6
8
MED.FECUNDAÇÃO
Biotério PUC-Rio (Manejo Zootécnico) Linhagens de ratos: Carioca com
Baixo Congelamento (CBC), Cariocas com Alto Congelamento (CAC) e Controle
– Geração
RATOS (FÊMEAS)
S=2
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
TOTAL
ACASALADAS
11
11
22
GRÁVIDAS
11
10
21
100%
91%
95%
NÚMERO DE FILHOTES
115
104
219
FILHOTES POR FÊMEA GRÁVIDA
10,5
10,4
10,4
FILHOTES. POR FÊMEA ACASALADA (IP)
10,5
9,5
9,5
MED.FECUNDAÇÃO
Biotério PUC-Rio (Manejo Zootécnico) Linhagens de ratos: Carioca com
Baixo Congelamento (CBC), Cariocas com Alto Congelamento (CAC) e Controle
– Geração S=3
RATOS (FÊMEAS)
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
TOTAL
ACASALADAS
10
10
20
GRÁVIDAS
8
8
16
80%
80%
80%
NÚMERO DE FILHOTES
79
72
151
MED.FILHOTES POR FÊMEA GRÁVIDA
9,9
9
9,4
MED.FIL. POR FÊMEA ACASALADA (IP)
7,9
7,2
7,5
MED.FECUNDAÇÃO
Biotério PUC-Rio (Manejo Zootécnico) Linhagens de ratos: Carioca com
Baixo Congelamento (CBC), Cariocas com Alto Congelamento (CAC) e Controle
– Geração S=4
RATOS (FÊMEAS)
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
TOTAL
ACASALADAS
14
14
28
GRÁVIDAS
12
14
26
MED.FECUNDAÇÃO
86%
100%
93%
NÚMERO DE FILHOTES
131
102
233
MED.FILHOTES POR FÊMEA GRÁVIDA
10,9
7,3
8,96
MED.FIL. POR FÊMEA ACASALADA (IP)
9,35
7,3
8,3
Biotério PUC-Rio (Manejo Zootécnico) Linhagens de ratos: Carioca com
Baixo Congelamento (CBC), Cariocas com Alto Congelamento (CAC) e Controle
– Geração S=5
RATOS (FÊMEAS)
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC) CONTROLE
TOTAL
ACASALADAS
16
16
16
48
GRÁVIDAS
10
10
11
31
63%
63%
69%
65%
NÚMERO DE FILHOTES
42
51
60
153
MED.FILHOTES POR FÊMEA GRÁVIDA
4,2
5,1
5,45
4,9
MED.FIL. POR FÊMEA ACASALADA (IP)
2,62
3,18
3,75
3,2
MED.FECUNDAÇÃO
Biotério PUC-Rio (Manejo Zootécnico) Linhagens de ratos: Carioca com
Baixo Congelamento (CBC), Cariocas com Alto Congelamento (CAC) e Controle
– Geração S=6
RATOS (FÊMEAS)
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
COTROLE
TOTAL
ACASALADAS
15
15
10
40
GRÁVIDAS
9
7
9
25
60%
47%
90%
63%
79
68
85
232
MED.FILHOTES POR FÊMEA GRÁVIDA
8,77
9,71
9,4
9,3
MED.FIL. POR FÊMEA ACASALADA (IP)
5,3
4,5
8,5
5,8
MED.FECUNDAÇÃO
NÚMERO DE FILHOTES
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Fecundação%
FECUNDAÇÃO % R.ALTA (CBC) R.BAIXA (CAC) CONTROLE
TOTAL
S=1
100
100
N/A
100
S=2
100
91
N/A
95
S=3
80
80
N/A
80
S=4
86
100
N/A
93
S=5
63
63
69
65
S=6
60
47
90
63
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Fecundação%
Fecundação
120
100
80
60
40
20
0
S=1
S=2
S=3
S=4
S=5
S=6
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
CONTROLE
TOTAL
Seqüência4
Seqüência5
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Fecundação%
R.ALTA (CBC)
120
100
R.BAIXA (CAC)
100100
100
100
91
95
CONTROLE
100
86
93
80 80
80
TOTAL
80
60
Seqüência4
90
63 63 69
65
60
47 63
40
20
0
1
S=1
S=2
S=3
S=4
S=5
S=6
R.ALTA (CBC)
100
100
80
86
63
60
R.BAIXA (CAC)
100
91
80
100
63
47
0
0
0
0
69
90
100
95
80
93
65
63
0
CONTROLE
TOTAL
Seqüência4
1
0
0
0
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Número de filhotes por fêmea grávida (FFG)
FFG
R.ALTA (CBC) R.BAIXA (CAC) CONTROLE
TOTAL
S=1
7,5
8,6
N/A
8
S=2
10,5
10,4
N/A
10,4
S=3
9,9
9
N/A
9,4
S=4
10,9
7,3
N/A
9
S=5
4,2
5,1
5,45
4,9
S=6
8,77
9,71
9,4
9,3
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Número de filhotes por fêmea grávida (FFG)
FFG
12
10
8
6
4
2
0
S=1
S=2
R.ALTA (CBC)
S=3
R.BAIXA (CAC)
S=4
S=5
CONTROLE
S=6
TOTAL
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Número de filhotes por fêmea grávida (FFG)
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
CONTROLE
TOTAL
Seqüência5
Seqüência6
15
10
8,6
7,5
8
10,5
10,4
10,4
9,9 9
10,9
9,4
7,39
5
0
1
S=1
S=2
S=3
S=4
S=5
S=6
R.ALTA (CBC)
7,5
10,5
9,9
10,9
4,2
8,77
R.BAIXA (CAC)
8,6
10,4
9
7,3
5,1
9,71
CONTROLE
0
0
0
0
5,45
9,4
TOTAL
8
10,4
9,4
9
4,9
9,3
Seqüência5
1
0
0
0
5,45
4,25,1
4,9
9,719,4
8,77
9,3
0
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Número de filhotes por fêmea acasalada
(Índice de Produção-IP)
IP
R.ALTA (CBC) R.BAIXA (CAC) CONTROLE
TOTAL
S=1
7,5
8,6
N/A
8
S=2
10,5
9,5
N/A
9,5
S=3
7,9
7,2
N/A
7,5
S=4
9,35
7,3
N/A
8,3
S=5
2,62
3,18
3,75
3,2
S=6
5,3
4,5
8,5
5,8
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Número de filhotes por fêmea acasalada
(Índice de Produção-IP)
IP
12
10
8
6
4
2
0
S=1
S=2
S=3
S=4
S=5
R.ALTA (CBC)
R.BAIXA (CAC)
CONTROLE
TOTAL
Seqüência5
Seqüência6
S=6
Biotério PUC-Rio (Controle Zootécnico): Reprodução/
Número de filhotes por fêmea acasalada
(Índice de Produção-IP)
12
10
8
7,5
10,5
9,5
8,6
9,35
9,5
8
7,9
7,2
7,5
8,5
7,3 8,3
5,3
6
3,75
3,18
2,62
3,2
4
2
0
10
0
0
4,5 5,8
0
S=1
S=2
S=3
S=4
S=5
S=6
R.ALTA (CBC)
7,5
10,5
7,9
9,35
2,62
5,3
R.BAIXA (CAC)
8,6
9,5
7,2
7,3
3,18
4,5
CONTROLE
0
0
0
0
3,75
8,5
TOTAL
8
9,5
7,5
8,3
3,2
5,8
Seqüência4
1
Seqüência5
R.ALTA (CBC)
1
R.BAIXA (CAC)
CONTROLE
TOTAL
Seqüência4
Seqüência5
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Biotério Laboratório Análise Neuro Comportamental (LANEC)