PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CAJATI
ESTADO DE SÃO PAULO
CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2013
EDITAL DE ABERTURA
O Pre fe ito M unicipalde Cajati, Es tado de São Paul
o, no us o de s uas atribuiçõe s l
e gais e e m cons onância com a
Le gis l
ação M unicipal
, Es taduale Fe de ral
, faz s abe r q ue s e rá re al
iz ado, através da e m pre s a Apta As s e s s oria e
Cons ul
toria Ltda., s ob a coorde nação da Com is s ão Coorde nadora do Concurs o Públ
ico, nom e ada através da Portaria
nº323 de 13 de m aio de 2013, Concurs o Públ
ico de Provas para provim e nto e form ação de cadas tro de re s e rva dos
e m pre gos públ
icos abaixo re l
acionados , cons tante s do q uadro no ite m 1.1, atual
m e nte vagos , dos q ue vagare m e dos
q ue fore m futuram e nte criados e ne ce s s ários à Adm inis tração M unicipaldurante o praz o de val
idade de s te Concurs o,
s e ndo os m e s m os re gidos pe l
o Re gim e da Cons ol
idação das Le is Trabal
h is tas - CLT.
Es tabe l
e ce ainda as ins truçõe s e s pe ciais q ue re gul
arão todo o proce s s o de s e l
e ção ora ins tauradas , a s abe r:
1-
DOS EMPREGOS PÚBLICOS
1.1-
O s e m pre gos públ
icos , códigos , vagas , ve ncim e ntos , cargas h orárias s e m anais , e s col
aridade s e re s pe ctivos
re q uis itos s ão os e s pe cificados conform e q uadro a s e guir:
Cód
Nomenclaturas dos Empregos
Vagas
Carga
Horária
Semanal
Vencimento
Inicial
Escolaridade e
Requisitos
Ensino Fundamental Incompleto
01
Auxil
iar de Se rviços Dive rs os
02 + CR
40 h oras
R$688,9 2
Ens ino Fundam e ntalIncom pl
e to.
02
Coz inh e iro (a) *
01 + CR
40 h oras
R$737,62
Ens ino Fundam e ntalIncom pl
e to
e e xpe riência com provada de no
m ínim o 6 (s e is ) m e s e s .
03
M e re nde ira *
04 + CR
40 h oras
R$703,34
Ens ino Fundam e ntalIncom pl
e to.
Ensino Fundamental Completo
04
Age nte Com unitário de Saúde da
Fam íl
ia ~ Bairro Vil
a Antune s
05
M e cânico *
06
M e cânico Lubrificador *
07
CR
40 h oras
R$721,53
01 + CR
40 h oras
R$1.324,51
CR
40 h oras
R$1.324,51
M otoris ta de Am bul
ância *
01 + CR
40 h oras
R$1.004,37
08
M otoris ta *
01 + CR
40 h oras
R$1.004,37
09
O pe rador de M áq uina Es cavade ira *
CR
40 h oras
R$1.484,55
10
O pe rador de PáCarre gade ira *
CR
40 h oras
R$1.324,51
11
O pe rador de Patrol*
CR
40 h oras
R$1.324,51
Ens ino Fundam e ntalCom pl
e to e
re s idir na áre a de atuação
Bairros : Vil
a Antune s , Jd. Novo
Cajati, CDH U, Jd. Ana M aria e
Cach oe irinh a I.
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to
com e xpe riência.
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D e e xpe riência
com provada de no m ínim o 6
(s e is ) m e s e s .
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D e curs o de
dire ção de fe ns iva.
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D e curs o de
dire ção de fe ns iva.
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D, curs o de
dire ção de fe ns iva e e xpe riência
com provada de no m ínim o 6
(s e is ) m e s e s .
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D e e xpe riência
com provada de no m ínim o 6
(s e is ) m e s e s .
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D e e xpe riência
com provada de no m ínim o 6
(s e is ) m e s e s .
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D e e xpe riência
com provada de no m ínim o 6
(s e is ) m e s e s na função.
Ens ino Fundam e ntal Com pl
e to,
CNH cate goria D e e xpe riência
com provada de no m ínim o 6
(s e is ) m e s e s .
Ens ino Fundam e ntalCom pl
e to e
e xpe riência com provada de no
m ínim o 6 (s e is ) m e s e s .
12
O pe rador de Re troe s cavade ira *
CR
40 h oras
R$1.324,51
13
O pe rador de Rol
o Com pactador *
01 + CR
40 h oras
R$1.004,37
14
Pe dre iro *
CR
40 h oras
R$89 7,67
15
Vigia
02 + CR
40 h oras
R$712,9 3
Ens ino Fundam e ntalCom pl
e to.
Ens ino M édio Com pl
e to
Ensino Médio Completo
16
Age nte de Control
e Ve tor
02 + CR
40 h oras
R$703,34
17
Age nte de De fe s a Civil
01 + CR
40 h oras
R$1.057,72
18
Age nte de Trâns ito
CR
40 h oras
R$1.057,72
19
Al
m oxarife
CR
40 h oras
R$9 51,03
20
Arq uivis ta
CR
40 h oras
R$1.057,72
21
Auxil
iar de De ntis ta
01 + CR
40 h oras
R$9 51,03
22
Cadas trador
01 + CR
40 h oras
R$1.004,37
23
Es criturário *
04 + CR
40 h oras
R$89 7,67
24
Fis cal
01 + CR
40 h oras
R$1.057,72
25
Ins pe tor de Al
unos
02 + CR
40 h oras
R$844,30
26
M onitor de Atividade s Sociais
CR
40 h oras
R$89 7,67
27
Se cre tário de Es col
a
CR
40 h oras
R$1.111,08
28
Re ce pcionis ta
CR
40 h oras
R$844,30
29
Técnico de Enfe rm age m
01 + CR
40 h oras
R$1.111,08
30
Técnico e m Se gurança do Trabal
ho
CR
40 h oras
R$1.431,19
31
Técnico de Farm ácia
01 + CR
40 h oras
R$1.111,08
32
Técnico de Inform ática *
01 + CR
40 h oras
R$1.431,19
33
Técnico de Ge s s o
CR
40 h oras
R$1.111,08
34
Técnico e m Raio-X
CR
24 h oras
R$1.111,08
Ens ino M édio Com pl
e to e CNH
cate goria A e B
Ens ino M édio Com pl
e to e CNH
cate gorias A e B.
Ens ino M édio Com pl
e to e
e xpe riência e m inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to e
e xpe riência e m inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to, Curs o
Técnico de Auxil
iar de De ntis ta e
e xpe riência de no m ínim o 06
(s e is ) m e s e s .
Ens ino M édio Com pl
e to.
Ens ino M édio Com pl
e to e
e xpe riência e m inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to e
e xpe riência e m inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to e
e xpe riência e m inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to e
e xpe riência e m inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to e
noçõe s de inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to e
noçõe s de inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to, Curs o
Técnico e m
Enfe rm age m
e
re gis tro no CO REN.
Ens ino M édio Com pl
e to e Curs o
Técnico e m
Se gurança do
Trabal
ho
com
re gis tro
profis s ionalcorre s ponde nte .
Ens ino M édio Com pl
e to e Curs o
Técnico e m Farm ácia.
Ens ino M édio Com pl
e to e Curs o
de q ual
ificação profis s ional da
áre a de atuação.
Ens ino M édio Com pl
e to, Curs o
Técnico de Ge s s o e Im obil
iz ação
O rtopédica
e
e xpe riência
com provada de no m ínim o 6
(s e is ) m e s e s na função.
Ens ino M édio Com pl
e to, Curs o
Técnico
em
Radiol
ogia
e
e xpe riência com provada de no
m ínim o 6 (s e is ) m e s e s na
função.
35
Topógrafo
36
Vis itador Sanitário
CR
40 h oras
R$2.604,9 6
01 + CR
40 h oras
R$1.004,37
Ens ino M édio Com pl
e to ~ Curs o
Técnico e m áre a e s pe cífica,
Re gis tro no CREA e e xpe riência
e m inform ática.
Ens ino M édio Com pl
e to e
e xpe riência e m inform ática.
Ensino Superior Completo
37
Advogado
CR
20 h oras
R$2.658,33
38
Anal
is ta de Com unicação Social
01 + CR
25 h oras
R$2.39 1,54
39
Arq uite to
CR
40 h oras
R$4.09 8,86
40
As s is te nte Social
CR
30 h oras
R$3.569 ,9 2
41
Bibl
iote cário
01 + CR
40 h oras
R$2.444,88
42
Biól
ogo
CR
40 h oras
R$1.650,20
43
Dire tor de Es col
a
CR
40 h oras
R$2.764,65
44
Enfe rm e iro
CR
40 h oras
R$3.138,49
45
Enfe rm e iro Saúde da Fam íl
ia
CR
40 h oras
R$3.79 6,14
46
Enge nh e iro Agrônom o
CR
40 h oras
R$4.09 8,86
47
Enge nh e iro Am bie ntal
CR
40 h oras
R$4.09 8,86
48
Enge nh e iro Civil
01 + CR
40 h oras
R$4.09 8,86
49
Farm acêutico
CR
40 h oras
R$2.284,86
50
Fis iote rape uta
CR
30 h oras
R$3.031,78
51
Fonoaudiól
ogo
CR
20 h oras
R$2.9 78,40
52
M édico do Trabal
ho
CR
20 h oras
R$11.79 3,16
53
M édico Es pe cial
is ta - Cardiol
ogis ta
CR
10 h oras
R$5.89 6,58
54
M édico Es pe cial
is ta - Epide m iol
ogis ta
CR
10 h oras
R$5.89 6,58
55
M édico Es pe cial
is ta - Gine col
ogis ta
CR
20 h oras
R$11.79 3,16
56
M édico Es pe cial
is ta - Ne urol
ogis ta
CR
10 h oras
R$5.89 6,58
Ens ino
Supe rior
Com pl
e to,
Re gis tro na O AB e e xpe riência
de 6 (s e is ) m e s e s de e xe rcício
profis s ional
.
Ens ino Supe rior Com pl
e to, com
h abil
itação
em
um a
das
s e guinte s
e s pe cial
idade s :
Jornal
is m o,
Publ
icidade
e
Propaganda
ou
Re l
açõe s
Públ
icas .
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CREA.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CRESS.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e m
Bibl
iote conom ia com re gis tro no
CRB.
Ens ino Supe rior Com pl
e to ~
Re gis tro no Cons e l
h o Re gional
de Biol
ogia.
Lice nciatura
Pl
e na
em
Pe dagogia ou Lice nciatura com
Pós Graduação e m
Ge s tão
Es col
ar
e
e xpe riência
com provada de no m ínim o 5
(cinco) anos de M agis tério.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CO REN.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CO REN.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CREA.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CREA.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CREA.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CRF.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CREFITO .
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CRFA.
Ens ino
Supe rior
Com pl
e to,
re gis tro no CRM e curs o de
e s pe cial
iz ação e m M e dicina do
Trabal
h o.
Ens ino
Supe rior
Com pl
e to,
re gis tro no CRM e títul
o de
e s pe cial
is ta e m Cardiol
ogis ta.
Ens ino
Supe rior
Com pl
e to,
re gis tro no CRM e títul
o de
e s pe cial
is ta e m Cl
ínica M édica
ou Infe ctol
ogia.
Ens ino
Supe rior
Com pl
e to,
re gis tro no CRM e títul
o de
e s pe cial
is ta e m Gine col
ogia.
Ens ino
Supe rior
Com pl
e to,
re gis tro no CRM e títul
o de
e s pe cial
is ta e m Ne urol
ogia.
57
M édico Es pe cial
is ta - O rtope dis ta
CR
10 h oras
R$5.89 6,58
58
M édico Pl
antonis ta
CR
24 h oras
R$77,71 por
h ora pl
antão
59
M édico Saúde da Fam íl
ia
01 + CR
40 h oras
R$15.724,22
60
M édico Ve te rinário
CR
20 h oras
R$2.9 78,40
61
Profe s s or de Educação Bás ica III~
Educação Artística
CR
30 h oras
R$1.488,45
62
Profe s s or de Educação Bás ica III~
Educação Fís ica
CR
30 h oras
R$1.488,45
63
Profe s s or de Educação Bás ica
Es pe cial
01 + CR
40 h oras
R$2.209 ,76
64
Profe s s or de Educação Bás ica I~
Crianças de 0 a 5 anos .
05 + CR
25 h oras
R$1.239 ,89
65
Profe s s or de Educação Bás ica II
05 + CR
30 h oras
R$1.488,45
66
Ps icól
ogo
CR
40 h oras
R$3.569 ,9 2
67
Supe rvis or de Ens ino
CR
40 h oras
R$3.435,08
68
Nutricionis ta
CR
30 h oras
R$3.031,78
Ens ino
Supe rior
Com pl
e to,
re gis tro no CRM e títul
o de
e s pe cial
is ta e m O rtope dia.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CRM .
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CRM .
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CRM V.
Lice nciatura
pl
e na,
com
h abil
itação
em
Educação
Artís tica
Lice nciatura
Pl
e na
com
h abil
itação e m Educação Física
com re gis tro no CREF
Lice nciatura
Pl
e na
em
Pe dagogia
e
curs o
de
e s pe cial
iz ação de no m ínim o 600
h oras .
M agis tério
Supe rior
ou
Lice nciatura e m Pe dagogia.
M agis tério
Supe rior
ou
Lice nciatura e m Pe dagogia.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e
re gis tro no CRP.
Lice nciatura
Pl
e na
em
Pe dagogia ou Lice nciatura com
Pós Graduação e m
Ge s tão
Es col
ar
e
e xpe riência
com provada de no m ínim o 5
(cinco) anos de M agis tério.
Ens ino Supe rior Com pl
e to e m
Nutrição e re gis tro no CRN
(CR) Cadastro de Reservas de Vagas.
1.2O s val
ore s corre s ponde nte s às taxas de ins crição s e rão de acordo com o grau de e s col
aridade e xigido do
e m pre go públ
ico pre te ndido, conform e o q uadro a s e guir:
Escolaridade
Ens ino Fundam e ntalIncom pl
e to
Ens ino Fundam e ntalCom pl
e to
Ens ino M édio Com pl
e to e /ou Técnico
Ens ino Supe rior Com pl
e to
Valor
R$25,00 (vinte e cinco re ais )
R$30,00 (trinta re ais )
R$35,00 (trinta e cinco re ais )
R$50,00 (cinq ue nta re ais )
1.3Não s e re s pons abil
iz arão a Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda e ne m a Pre fe itura M unicipalde Cajati por
q ual
q ue r coincidência de h orários com outros e ve ntos .
1.4O Age nte Com unitário de Saúde convocado de ve rá participar, com aproveitamento, do Curso Introdutório de
Formação Inicial e Continuada, ofe re cido por ins tituição com pe te nte , conform e incis o II do Artigo 06 da Le i Nº11.350,
de 05 de outubro de 2006.
1.5Cas o o Age nte Com unitário de Saúde não obtenha o aproveitamento exigido no Curs o Introdutório de
Form ação Iniciale Continuada, s e rá e xone rado do cargo para o q ualpre s tou o concurs o, por não pre e nch e r os
re q uis itos para o e xe rcício da atividade nos te rm os dos artigos 6ºda Le i Fe de ralnº11350/2006.
1.6A Le i Fe de ralnº11350/2006 e s taráa dis pos ição dos candidatos no s ite www.aptarp.com.br.
1.7Se rão ace itos com o docum e ntos com probatórios de re s idência os s e guinte s docum e ntos , conta de água, l
uz ,
te l
e fone ou corre s pondência q ue conte nh a o nom e e o e nde re ço do candidato.
1.7.1- Se o com provante de re s idência e s tive r e m nom e dos pais , de ve rá s e r juntada cópia do RG do
candidato.
1.7.2- Na ocorrência de re s idência através de al
ugue l
, s e rá ace ita de cl
aração do l
ocatário, com firm a
re conh e cida, inform ando o e nde re ço com pl
e to e o nom e do l
ocador, ane xada cópia de com provante de
re s idência e m nom e do l
ocatário.
1.7.3- Docum e nto com probatório, e xpe dido e m pape ltim brado, as s inado pe l
o re s pons áve ldo PSF no q ualo
candidato s e ins cre ve u, confirm ando a re s idência na áre a de abrangência e xigida.
2-
DAS INSCRIÇÕES
2.1As ins criçõe s re al
iz ar-s e -ão e xcl
us ivam e nte pe l
a inte rne t, nos e nde re ços e l
e trônicos www.aptarp.com.br no
pe ríodo de 10 a 24 de junho de 2013.
2.2Ante s de e fe tuar a ins crição, o candidato de ve rá l
e r e conh e ce r o Editale ce rtificar-s e de q ue pre e nch e todos os
re q uis itos e xigidos para o ingre s s o no e m pre go.
2.3- O candidato s e rá o único re s pons áve lpe l
as inform açõe s pre s tadas no Form ul
ário de Ins crição, as q uais im pl
icarão
o conh e cim e nto e a e xpre s s a ace itação das norm as e condiçõe s e s tabe l
e cidas ne s te Edital
, e nas ins truçõe s e s pe cíficas
contidas nos com unicados e e m outros e ditais pe rte nce nte s ao pre s e nte Concurs o Públ
ico q ue porve ntura ve nh am a s e r
publ
icados , e m re l
ação às q uais não pode ráal
e gar de s conh e cim e nto de q ual
q ue r nature z a.
2.3.1- Em ate ndim e nto às dis pos içõe s contidas no pre s e nte Edital
, o candidato ao s e ins cre ve r de ve rá te r
conh e cim e nto dos re q uis itos e xigidos a s e guir, os q uais de ve rão s e r com provados por ocas ião da pos s e :
2.3.1.1- s e r bras il
e iro nato e , s e e s trange iro, ate nde r aos re q uis itos l
e gais e m vigor;
2.3.1.2- te r 18 (de z oito) anos com pl
e tos atéa data da pos s e ;
2.3.1.3- e s tar q uite com as obrigaçõe s m il
itare s atéa data da pos s e , q uando for o cas o;
2.3.1.4- e s tar e m goz o de s e us dire itos civis , pol
íticos e e l
e itorais ;
2.3.1.5- pos s uir aptidão fís ica e m e ntal
;
2.3.1.6- pos s uir o níve lde e s col
aridade , e s pe cial
iz ação e capacitação e xigidos para o e xe rcício do e m pre go;
2.3.1.7- não h ave r s ofrido, no e xe rcício de atividade públ
ica, pe nal
idade por atos incom patíve is com o s e rviço
públ
ico;
2.3.1.8- não te r ante ce de nte s crim inais q ue im pe çam a nom e ação;
2.3.1.9- não e s tar com idade de apos e ntadoria com pul
s ória, ou s e ja, 70 anos ;
2.3.1.10- não re ce be r, no ato da pos s e , prove ntos de apos e ntadoria oriundos de Cargo, Em pre go ou Função
e xe rcidos pe rante a União, Te rritório, Es tado, Dis trito Fe de ral
, M unicípio e s uas Autarq uias , Em pre s as ou
Fundaçõe s , conform e pre ce itua o artigo 37, §10 da Cons tituição Fe de ral
, com a re dação da Em e nda
Cons titucionalnº20, de 15/12/9 8, re s s al
vadas as acum ul
açõe s pe rm itidas pe l
o incis o XVI do citado dis pos itivo
cons titucional
, os cargos e l
e tivos e os cargos ou e m pre gos e m com is s ão;
2.3.1.11- não te r, ante riorm e nte , contrato de trabal
h o com o Pode r Públ
ico re s cindido por jus ta caus a ou te r s ido
de m itido a be m do s e rviço públ
ico;
2.3.1.12- não re gis trar crim e contra a Adm inis tração Públ
ica.
2.4Após a l
e itura do Editalde Abe rtura o candidato pre e nch e rá o Form ul
ário de Ins crição com as inform açõe s e
dados s ol
icitados , e xpre s s ando s ua concordância e m ace itar as condiçõe s do pre s e nte Concurs o Públ
ico e as q ue
vie re m a s e r e s tabe l
e cidas .
2.5Após pre e nch im e nto do Form ul
ário de Ins crição o candidato de ve rá e fe tuar o re col
h im e nto do val
or
corre s ponde nte àtaxa de ins crição atéa data l
im ite de pagam e nto, dia 25/06/2013.
2.6-
Para ins cre ve r-s e no Concurs o, o candidato de ve rá:
2.6.1- ace s s ar o e nde re ço e l
e trônico www.aptarp.com.br, durante o pe ríodo de ins crição, de 10/06/2013 a
24/06/2013 até às 23h59 (horário de Brasília) do último dia de inscrição;
2.6.2- l
ocal
iz S d a ^[`] UaddWe ba`VW`fW S a >a`Ug de a JxT^[Ua9
2.6.3- l
e r o Edital
, pre e nch e r o form ul
ário inform ando s e us dados pe s s oais e im prim ir o bol
e to bancário
corre s ponde nte àins crição re al
iz ada;
2.6.4- e fe tuar o pagam e nto do val
or corre s ponde nte àtaxa de ins crição.
2.7A Pre fe itura M unicipalde Cajati e a Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda. não s e re s pons abil
iz arão por
s ol
icitaçõe s de ins criçõe s não e fe tivadas por e ve ntuais fal
h as de com unicação, conge s tionam e nto de l
inh as de
com unicação ou outros fatore s de orde m técnica q ue im pos s ibil
itare m a corre ta trans fe rência dos dados ou da im pre s s ão
dos docum e ntos q ue pos s am advir de ins criçõe s re al
iz adas via inte rne t, s e ndo de re s pons abil
idade do candidato
acom panh ar a e fe tivação da ins crição.
2.8Após a e fe tivação da ins crição com o de vido re col
h im e nto, o val
or da taxa de ins crição não s e rá de vol
vido e m
h ipóte s e al
gum a, s al
vo nos cas os de cance l
am e nto, s us pe ns ão ou não re al
iz ação do Concurs o Públ
ico.
2.9A re l
ação com pl
e ta de candidatos ins critos s e rá divul
gada através de afixação, na Pre fe itura M unicipalde Cajati,
l
ocal
iz ada na Praça do Paço M unicipal
, 10 (e s trada de ace s s o ao Col
ina) - Ce ntro, no e nde re ço e l
e trônico
www.aptarp.com.br a partir do dia 29/06/2013 conforme Anexo III u Cronograma de Execução.
2.10- Qual
q ue r condição e s pe cialpara participação no concurs o de ve rá s e r re q ue rida de ntro do praz o e s tabe l
e cido no
ite m 2.1, pe ríodo de ins crição, s e ndo q ue não s e re s pons abil
iz ará a Com is s ão Coorde nadora do Concurs o Públ
ico e a
Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda., por cas os e xce pcionais q ue não te nh am s ido com unicados no praz o de vido.
2.11- A Com is s ão Coorde nadora do Concurs o Públ
ico e a Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda., não s e
re s pons abil
iz arão por e ve ntuais coincidências de l
ocais , datas e h orários de provas e q uais q ue r outras atividade s ou
e ve ntos .
3-
DOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA
3.1-
Se rão re s e rvados as pe s s oas com de ficiência 5% dos cargos e m concurs o nos te rm os do q uadro dis pos to no
ite m 1.1.
3.2O s candidatos portadore s de de ficiência participarão do Concurs o Públ
ico e m igual
dade de condiçõe s com os
de m ais candidatos , no q ue s e re fe re a conte údo, aval
iação, duração, h orário e l
ocalde apl
icação das provas .
3.3Às pe s s oas com de ficiência s e rá garantida a participação ne s te Concurs o Públ
ico, de s de q ue s ua condição s e ja
com patíve lcom as atribuiçõe s do e m pre go, e m igual
dade de condiçõe s .
3.3.1- No ato da ins crição o candidato com de ficiência de ve rá de cl
arar na fich a de ins crição e s s a condição e a
de ficiência da q ualé portador, e ncam inh ando, via Se de x ou Avis o de Re ce bim e nto (AR), com data m áxim a para
pos tage m atéo dia 24/06/2013, para a e m pre s a Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda. Rua Lafaiete 1904, Vila
Seixas, CEP 14015-080, Ribeirão Preto, SP, Laudo M édico originale e xpe dido no praz o de 60 dias ante riore s
ao térm ino da ins crição, ate s tando a e s pécie e o grau ou níve lda de ficiência, com e xpre s s a re fe rência ao código
corre s ponde nte da Cl
as s ificação Inte rnacionalde Doe nça - CID, be m com o a prováve lcaus a da de ficiência,
inform ando o s e u nom e , núm e ro do RG e do CPF.
3.3.2- O s docum e ntos e ncam inh ados fora da form a e dos praz os e s tipul
ados não s e rão conh e cidos .
3.3.3- A Pre fe itura M unicipalde Cajati e a Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda. não s e re s pons abil
iz am pe l
o
e xtravio dos docum e ntos e nviados via Se de x ou Avis o de Re ce bim e nto (AR).
3.4O s candidatos com de ficiência participarão do concurs o e m igual
dade de condiçõe s com os de m ais candidatos
no q ue s e re fe re ao conte údo da prova, aval
iação e aos critérios de aprovação, h orário e l
ocalde apl
icação das provas e
ànota m ínim a e xigida para todos os de m ais candidatos .
3.4.1- O candidato com de ficiência, q ue nos te rm os l
e gais ne ce s s itar de te m po adicionalpara re al
iz ação das
provas , de ve rá re q ue rê-l
o no praz o de te rm inado no s ubite m 3.3.1, com jus tificativa acom panh ada de pare ce r
e m itido por e s pe cial
is ta da áre a de s ua de ficiência.
3.4.2- As s ol
icitaçõe s de condiçõe s e s pe ciais , be m com o de re curs os e s pe ciais , s e rão ate ndidas obe de ce ndo
aos critérios de viabil
idade e de raz oabil
idade .
3.5Se rão cons ide radas de ficiências aq ue l
as de finidas de acordo com o artigo 4º, do De cre to Fe de ralnº329 8/9 9 de
20/12/19 9 9 , com al
te ração dada pe l
o De cre to Fe de ralnº529 6/04 de 02/12/2004.
3.5.1- O s candidatos com de ficiência não s e rão dis crim inados pe l
a s ua condição, e xce to para os e m pre gos
q ue não pos s ibil
ite m as s uas nom e açõe s pe l
as caracte rís ticas de atribuiçõe s e de s e m pe nh os , incom patíve is
com a de ficiência pos s uída.
3.6O s candidatos ce gos q ue s e jul
gare m am parados pe l
as dis pos içõe s l
e gais s om e nte pre s tarão as provas
m e diante l
e itura por m e io do s is te m a Brail
l
e e s uas re s pos tas de ve rão s e r trans critas tam bém e m Brail
l
e . O s re fe ridos
candidatos de ve rão l
e var, para e s s e fim , no dia da apl
icação das provas , re gl
e te e punção.
3.6.1- O candidato ce go ou am bl
íope de ve rá s ol
icitar, por e s crito, à Com is s ão Coorde nadora do Concurs o
Públ
ico até o dia 24/06/2013, a confe cção de prova e m Brail
l
e ou am pl
iada, juntando, nos cas os de am bl
iopia,
ate s tado m édico com probatório de s s a s ituação, nos te rm os do ite m 3.2.1.
3.6.2- O s de ficie nte s vis uais q ue não s ol
icitare m a prova e s pe cialno praz o citado no s ubite m ante rior não te rão
dire ito àprova e s pe cial
m e nte pre parada s e ja q ualfor o m otivo al
e gado.
3.6.3- Não s e rão cons ide rados com o de ficiência os dis túrbios de acuidade vis ualpas s íve is de corre ção s im pl
es
do tipo m iopia, as tigm atis m o, e s trabis m o e congêne re s .
3.6.4- Após adm is s ão no e m pre go a q ue concorre u com o pe s s oa com de ficiência, e s s a condição não pode rá
s e r arguida para jus tificar a conce s s ão de re adaptação do e m pre go, be m com o apos e ntadoria por inval
ide z .
3.7O s candidatos q ue , de ntro do praz o de finido no s ubite m 3.3.1, não ate nde re m aos dis pos itivos acim a
m e ncionados s e rão cons ide rados com o candidatos s e m de ficiência e não te rão a prova e /ou condiçõe s e s pe ciais
ate ndidas , s e ja q ualfor o m otivo al
e gado.
3.8O candidato com de ficiência de ve rá s ubm e te r-s e à Pe rícia M édica indicada pe l
a Pre fe itura M unicipalde Cajati
q ue te rá a as s is tência de junta m ul
tidis cipl
inar, q ue confirm ará de m odo de finitivo o e nq uadram e nto de s ua s ituação
com o pe s s oa com de ficiência e a com patibil
idade com o e m pre go pre te ndido.
3.9A aval
iação do pote ncialde trabal
h o do candidato portador de De ficiência, fre nte às rotinas do e m pre go,
obe de ce rá ao dis pos to no De cre to Fe de ralnº3.29 8, de 20/12/19 9 9 , arts . 43 e 44 e s e rá re al
iz ada pe l
a Pre fe itura
M unicipalde Cajati, através de e q uipe m ul
tiprofis s ional
.
3.9.1- A e q uipe m ul
tiprofis s ionale m itirápare ce r obs e rvando:
a) as inform açõe s pre s tadas pe l
o candidato no ato da ins crição;
b) a nature z a das atribuiçõe s e tare fas e s s e nciais do e m pre go a de s e m pe nh ar;
c) a viabil
idade das condiçõe s de ace s s ibil
idade e as ade q uaçõe s do am bie nte de trabal
h o na e xe cução das
tare fas ;
d) a pos s ibil
idade de us o, pe l
o candidato, de e q uipam e ntos ou outros m e ios q ue h abitual
m e nte util
iz e ;e
e ) o CID e outros padrõe s re conh e cidos nacionale inte rnacional
m e nte .
3.10- Após a nom e ação de candidato com de ficiência, à condição não pode rá s e r arguida para jus tificar a conce s s ão
de re adaptação do e m pre go, be m com o para apos e ntadoria por inval
ide z .
CIÊNCIA
4DAS PROVAS
4.1O concurs o cons tará de Provas O bje tivas q ue ve rs arão s obre conh e cim e ntos de Língua Portugue s a,
M ate m ática, Conh e cim e ntos Es pe cíficos , Prova de Títul
os e Prova Prática, s e ndo q ue cada e m pre go te rá um a
com binação de provas conform e a s e guir:
Ensino Fundamental Incompleto
Prova Objetiva
Auxil
iar de Se rviços Dive rs os
Coz inh e iro (a) *
NÃO
Português - 20 q ue s tõe s
M ate m ática - 20 q ue s tõe s
M e re nde ira *
Ensino Fundamental Completo
Prova Objetiva
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
NÃO
NÃO
M otoris ta de Am bul
ância *
Sim para os 20 (vinte ) m e l
h ore s cl
as s ificados
M otoris ta *
O pe rador de PáCarre gade ira *
Prova Prática
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
Português - 20 q ue s tõe s
M ate m ática - 20 q ue s tõe s
Pe dre iro *
Age nte Com unitário de Saúde da
Fam íl
ia ~ Bairro Vil
a Antune s
Fis cal
O pe rador de M áq uina Es cavade ira *
Sim para os 20 (vinte ) m e l
h ore s cl
as s ificados
Sim para os 40 (q uare nta) m e l
h ore s cl
as s ificados
M e cânico *
M e cânico Lubrificador *
Prova Prática
Sim para os 20 (vinte ) m e l
h ore s cl
as s ificados
Português - 15 q ue s tõe s
M ate m ática - 15 q ue s tõe s
Es pe cíficas - 10 q ue s tõe s
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
O pe rador de Patrol*
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
O pe rador de Re troe s cavade ira *
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
O pe rador de Rol
o Com pactador *
Sim para os 15 (q uinz e ) m e l
h ore s cl
as s ificados
Vigia
NÃO
Ensino Médio Completo
Prova Objetiva
Prova Prática
Age nte de Control
e Ve tor
NÃO
Age nte de De fe s a Civil
NÃO
Age nte de Trâns ito
NÃO
Al
m oxarife
NÃO
Arq uivis ta
NÃO
Auxil
iar de De ntis ta
NÃO
Cadas trador
NÃO
Es criturário *
Ins pe tor de Al
unos
Português - 10 q ue s tõe s
M ate m ática - 10 q ue s tõe s
Es pe cíficas - 20 q ue s tõe s
Sim conh e cim e ntos técnicos
NÃO
M onitor de Atividade s Sociais
NÃO
Se cre tário de Es col
a
NÃO
Re ce pcionis ta
NÃO
Técnico de Enfe rm age m
NÃO
Técnico e m Se gurança do Trabal
ho
NÃO
Técnico de Farm ácia
NÃO
Técnico de Inform ática *
Sim conh e cim e ntos técnicos
Técnico de Ge s s o
NÃO
Técnico e m Raio-X
NÃO
Topógrafo
NÃO
Vis itador Sanitário
NÃO
Ensino Superior Completo
Prova Objetiva
Prova Prática/Títulos
Português - 10 q ue s tõe s
Es pe cíficas - 30 q ue s tõe s
Não
Prova Objetiva
Prova Prática/Títulos
SUS/Saúde Públ
ica - 10
q ue s tõe s
Ética M édica - 5 q ue s tõe s
Es pe cíficas - 25 q ue s tõe s
Não
Prova Objetiva
Prova de Títulos
Pe dagógicas - 15 q ue s tõe s
Es pe cíficas - 25 q ue s tõe s
Sim
Advogado
Anal
is ta de Com unicação Social
Arq uite to
As s is te nte Social
Bibl
iote cário
Biól
ogo
Enfe rm e iro
Enfe rm e iro Saúde da Fam íl
ia
Enge nh e iro Agrônom o
Enge nh e iro Am bie ntal
Enge nh e iro Civil
Farm acêutico
Fis iote rape uta
Fonoaudiól
ogo
Ps icól
ogo
Nutricionis ta
Ensino Superior
Completo/Médicos
M édico do Trabal
ho
M édico Es pe cial
is ta - Cardiol
ogis ta
M édico Es pe cial
is ta Epide m iol
ogis ta
M édico Es pe cial
is ta - Gine col
ogis ta
M édico Es pe cial
is ta - Ne urol
ogis ta
M édico Es pe cial
is ta - O rtope dis ta
M édico Pl
antonis ta
M édico Saúde da Fam íl
ia
M édico Ve te rinário
Ensino Superior
Completo/Professores
Dire tor de Es col
a
Profe s s or de Educação Bás ica III~
Educação Artística
Profe s s or de Educação Bás ica III~
Educação Fís ica
Profe s s or de Educação Bás ica
Es pe cial
Profe s s or de Educação Bás ica I
Profe s s or de Educação Bás ica II
Supe rvis or de Ens ino
4.1.1- As Provas de Língua Portugue s a e M ate m ática vis am afe rir as noçõe s bás icas re l
acionadas dire tam e nte
com a e s col
aridade e xigida dos e m pre gos públ
icos ;
4.1.2- As Provas de Conh e cim e ntos Es pe cíficos vis am afe rir as noçõe s re l
acionadas ao de s e m pe nh o das
atividade s ine re nte s ao e m pre go públ
ico;
4.1.3- As Provas Práticas vis am afe rir a e xpe riência re l
acionada ao de s e m pe nh o das atividade s ine re nte s ao
e m pre go públ
ico;
4.1.4- As Provas de Títul
os vis am afe rir a e xpe riência re l
acionada ao de s e m pe nh o das atividade s ine re nte s ao
e m pre go públ
ico;
4.2- O program a das provas é o cons tante do Ane xo II - Program a de Provas q ue inte gra e s te Editale e s tará à
dis pos ição dos candidatos no e nde re ço e l
e trônico www.aptarp.com.br.
5-
DA PRESTAÇÃO DAS PROVAS OBJETIVAS
5.1De s de q ue não h aja q ual
q ue r aconte cim e nto im pre vis to, as provas obje tivas s e rão re al
iz adas nas datas
indicadas no Ane xo III- Cronogram a de Exe cução e m l
ocais e h orários a s e re m oportunam e nte divul
gados na im pre ns a
oficialdo M unicípio, Jornal•Gaz e ta-SP, através de afixação, na Pre fe itura M unicipalde Cajati, l
ocal
iz ada na Praça do
Paço M unicipal
, 10 (e s trada de ace s s o ao Col
ina) - Ce ntro - Cajati/SP e no e nde re ço e l
e trônico www.aptarp.com.br.
5.1.1- Cas o o núm e ro de candidatos ins critos no pre s e nte Concurs o Públ
ico e xce da a q uantidade de carte iras
dis poníve is no m unicípio, as provas obje tivas pode rão s e r re al
iz adas e m dias dis tintos , de ve ndo para tanto s e r
publ
icado e m Editalde Convocação as datas de finidas .
5.1.2- Só s e rá pe rm itida a participação do candidato na prova na re s pe ctiva data, h orário e no l
ocalcons tante
no Editalde Convocação para a pre s tação das provas obje tivas .
5.2É de re s pons abil
idade e xcl
us iva do candidato a ide ntificação corre ta de s e u l
ocalde prova e o com pare cim e nto
no h orário de te rm inado.
5.3Por jus to m otivo, a critério da Com is s ão Coorde nadora de Concurs o Públ
ico, a re al
iz ação de um a ou m ais
provas do pre s e nte concurs o pode rá s e r adiada ou anul
ada, s e m a ne ce s s idade de prévio avis o, de ve ndo, no e ntanto,
s e r com unicado aos candidatos por novo Editalas novas datas e m q ue s e re al
iz arão as provas .
5.4Na data pre vis ta os candidatos de ve rão apre s e ntar-s e , no m ínim o, 1 (uma) hora antes do horário de te rm inado
para o início das provas , s e ndo q ue não s e rão adm itidos nos l
ocais de prova os candidatos q ue s e apre s e ntare m após o
h orário e s tabe l
e cido para o início dos e xam e s .
5.5O ingre s s o nos l
ocais de prova s e rá pe rm itido ape nas aos candidatos q ue apre s e ntare m o Com provante de
Ins crição, de vidam e nte pago, acom panh ado de docum e nto h ábilde ide ntificação com foto, não s e ndo ace itos
protocol
os , crach ás , ide ntidade funcional
, títul
o de e l
e itor e outros não adm itidos oficial
m e nte com o docum e nto h ábilde
ide ntificação.
5.5.1- São cons ide rados docum e ntos de ide ntidade os originais de : Carte iras e /ou Cédul
as de Ide ntidade
e xpe didas pe l
as Se cre tarias de Se gurança Públ
ica, Forças Arm adas , pe l
o M inis tério das Re l
açõe s Exte riore s e
pe l
a Pol
ícia M il
itar; Cédul
a de Ide ntidade para e s trange iros ; Cédul
as de Ide ntidade forne cidas por Órgãos ou
Cons e l
h os de Cl
as s e s q ue por Le i Fe de ralval
e m com o docum e nto de ide ntidade com o, por e xe m pl
o, as
Carte iras do CREA, CRA, CRB, CRM , O AB, e tc.;Carte ira de Trabal
h o e Pre vidência Social
, be m com o Carte ira
Nacionalde H abil
itação (com fotografia nos te rm os da Le i nº9 .503/9 7).
5.5.2- Não s e rá adm itido na s al
a de prova o candidato q ue não e s tive r de pos s e dos docum e ntos h ábe is
pre vis tos no ite m ante rior.
5.5.3- Eve ntual
m e nte , s e , por q ual
q ue r m otivo, o nom e do candidato não cons tar nas Lis tas de Pre s e nça, m as
e s te tive r e m s e u pode r o re s pe ctivo com provante de pagam e nto e fe tuado nos m ol
de s pre vis tos ne s te Edital
,o
candidato pode rá participar de s te concurs o públ
ico, de ve ndo, para tanto, pre e nch e r form ul
ário e s pe cífico no dia
da re al
iz ação das provas obje tivas .
5.5.4- A incl
us ão de q ue trata o ite m ante rior s e rá re al
iz ada de form a condicional
, s uje ita à pos te rior ve rificação
da re fe rida re gul
aridade , por apre ciação da Com is s ão Coorde nadora do Concurs o Públ
ico.
5.5.5- Cons tatada a irre gul
aridade da ins crição a incl
us ão do candidato s e rá autom aticam e nte cance l
ada, s e m
dire ito a re cl
am ação, inde pe nde nte m e nte de q ual
q ue r form al
idade , cons ide rados nul
os todos os atos de l
a
de corre nte s .
5.6Cas o o candidato e s te ja im pos s ibil
itado de apre s e ntar no dia da re al
iz ação das provas , docum e nto de ide ntidade
original
, por m otivo de pe rda, furto ou roubo, de ve rá apre s e ntar docum e nto q ue ate s te o re gis tro da ocorrência com data
de val
idade atual
iz ada, be m com o outro docum e nto oficialq ue o ide ntifiq ue .
5.7O candidato de ve rá com pare ce r ao l
ocalde s ignado para as provas m unido de docum e nto oficialcom foto,
com provante de Ins crição de vidam e nte pago, cane ta e s fe rográfica az ul
,l
ápis pre to nº2 e borrach a.
5.8A inviol
abil
idade das provas s e rá com provada no pos to de e xe cução, no m om e nto do rom pim e nto do l
acre dos
m al
ote s na pre s e nça dos candidatos .
5.9Durante a e xe cução das provas não s e rá pe rm itida cons ul
ta a ne nh um a e s pécie de l
e gis l
ação, l
ivro, re vis ta ou
fol
h e to, be m com o o us o de m áq uina cal
cul
adora, te l
e fone ce l
ul
ar, page r ou q ual
q ue r outro m e io de com unicação ou
cons ul
ta, com o tam bém não s e ráadm itida com unicação e ntre os candidatos .
5.10-
O te m po m áxim o de duração da prova obje tiva s e ráde 3 (três ) h oras .
5.11- O candidato de ve rá as s inal
ar s uas re s pos tas na prova obje tiva e m arcá-l
as no Cartão de Re s pos tas , q ue s e rá o
único docum e nto vál
ido para a corre ção e l
e trônica, q ue l
h e s e ráe ntre gue no início da prova.
5.11.1- Som e nte s e rão pe rm itidos as s inal
am e ntos no Cartão de Re s pos tas fe itos pe l
o próprio candidato, ve dada
q ual
q ue r col
aboração ou participação de te rce iros , s al
vo e m cas o de candidato q ue te nh a s ol
icitado condição
e s pe cialpara e s s e fim . Ne s s e cas o, s e ne ce s s ário, o candidato s e ráacom panh ado por um fis cal
.
5.11.2- Na corre ção do Cartão de Re s pos tas s e rá atribuída nota z e ro às q ue s tõe s q ue fore m as s inal
adas
incorre tam e nte , ras uradas , q ue e s tive re m com m ais de um a opção as s inal
ada ou e m branco.
5.11.3- Sob ne nh um a h ipóte s e h ave rá a s ubs tituição do Cartão de Re s pos tas , s e ndo da re s pons abil
idade
e xcl
us iva do candidato os pre juízos advindos de m arcaçõe s fe itas incorre tam e nte , e m e ndas ou ras uras , ainda
q ue l
e gíve is .
5.12- No de corre r da prova s e o candidato obs e rvar q ual
q ue r anorm al
idade gráfica ou irre gul
aridade na form ul
ação de
al
gum a q ue s tão, ou cons tatar q ue não e s te ja pre vis ta no program a de provas , de ve rá m anife s tar-s e junto ao Fis calde
Sal
a q ue , cons ul
tada a coorde nação, e ncam inh ará s ol
ução im e diata ou anotará na fol
h a de ocorrências para pos te rior
anál
is e da banca e xam inadora.
5.12.1- O s pontos corre s ponde nte s às q ue s tõe s porve ntura anul
adas s e rão atribuídos a todos os candidatos ,
inde pe nde nte m e nte da form ul
ação dos re curs os .
5.13- O candidato s om e nte pode ráre tirar-s e de finitivam e nte da s al
a de apl
icação de provas de pois de trans corrida, no
m ínim o, 01 (um a) h ora de s e u início.
5.13.1- O candidato não pode ráaus e ntar-s e da s al
a de prova s e m o acom panh am e nto de fis cal
.
5.13.2- Ao te rm inar a prova o candidato de ve rá e ntre gar ao fis cala fol
h a de re s pos tas de vidam e nte pre e nch ida,
pode ndo, no e ntanto, l
e var cons igo o cade rno de q ue s tõe s .
5.13.3- O s três úl
tim os candidatos de ve rão pe rm ane ce r juntos na s al
a, s e ndo s om e nte l
ibe rados q uando o
úl
tim o de l
e s tive r concl
uído a prova.
5.13.4- O candidato de ve s e re tirar do re cinto ao térm ino da prova.
5.14- Não h ave rá s e gunda ch am ada ou re pe tição da prova obje tiva, im portando a aus ência ou atras o do candidato na
s ua e l
im inação, s e ja q ualfor o m otivo al
e gado.
5.15- Não h ave rá, por q ual
q ue r m otivo, prorrogação do te m po pre vis to para a apl
icação das provas e m virtude de
afas tam e nto do candidato da s al
a de prova, e xce tuando-s e os cas os pre vis tos e m l
e i, pre viam e nte s ol
icitados nos
te rm os do pre s e nte Edital
.
6-
DA PRESTAÇÃO DAS PROVAS PRÁTICAS
6.1Se rão h abil
itados para a pre s tação das provas práticas os candidatos q ue fore m h abil
itados na form a do ite m
7.4, ou s e ja, obtive re m nota iguala 50,00 (cinq ue nta) pontos ou s upe rior na prova obje tiva.
6.1.1O s candidatos q ue concorre m a e m pre gos q ue cons tam de re al
iz ação de provas práticas e s tarão
h abil
itados s e atingire m nota igual ou superior à nota de corte estabelecida pela determinação das
classificações conforme consta no quadro do item 4.1.
6.1.2O s candidatos q ue atingire m nota igualou s upe rior a 50,00 (cinq ue nta) pontos e abaixo da nota de corte
e s tabe l
e cida pe l
a de te rm inação das cl
as s ificaçõe s cons tarão com o aprovados na prova obje tiva, porém , não
h abil
itados para a re al
iz ação das provas práticas .
6.2As provas práticas de ve rão s e r re al
iz adas , e m datas oportunam e nte divul
gadas por m e io de e ditais de
convocação e s pe cíficos q ue cons tarão a nota de corte , a re l
ação nom inaldos candidatos e m orde m al
fabética, nota da
prova obje tiva, os l
ocais e h orários de com pare cim e nto para a re al
iz ação das provas práticas .
6.3O s candidatos aos e m pre gos de M otoris ta, M otoris ta de Am bul
ância, O pe radore s de M áq uinas , Es cavade ira,
Pá-Carre gade ira, Patrol
, Re tro-Es cavade ria e Rol
o Cam pactador VWhWdpa S bdWe W`fS d S >HZ ?, de ntro do praz o de
val
idade , para a re al
iz ação da prova prática.
6.4Não h ave rá s e gunda ch am ada ou re pe tição de prova da prova prática, im portando a aus ência ou atras o do
candidato na s ua e l
im inação, s e ja q ualfor o m otivo al
e gado.
6.5Não h ave rá, por q ual
q ue r m otivo, prorrogação do te m po pre vis to para a apl
icação das provas práticas e m virtude
de afas tam e nto do candidato do l
ocalde prova.
7-
DAS PROVAS DE TÍTULOS (*obs . os títul
os de ve rão s e r e ntre gue s na data da prova obje tiva, ve r ite m 7.5)
7.1Concorre rão à prova de títul
os de curs os de ape rfe içoam e nto acadêm ico s om e nte os candidatos aos cargos do
q uadro e ns ino s upe rior m agis tério.
7.1.1Ape nas s e rão apurados os títul
os dos candidatos h abil
itados nos te rm os do ite m 8.4, ou s e ja, os q ue
obtive re m nota na prova obje tiva igualou s upe rior a 50 (cinq ue nta) pontos .
7.2Se rão cons ide rados para a Prova de Títul
os os certificados de conclusão de cursos ou diplomas,
VWh[VS _ W`fW dWY [e fdS Vae `a G [`[e frd[a VS @Vg US qpa* VW @e bWU[S ^[kS qpa ag Ju e B dS Vg S qpa • &)2/ (,.135, com carga
h orária de no m ínim o 360 (tre z e ntas e s e s s e nta) h oras , M e s trado e Doutorado 4(20-*2/ (,.135%
7.2.1- O s docum e ntos de Títul
os q ue fore m re pre s e ntados por de cl
araçõe s , ce rtidõe s , ate s tados e outros
docum e ntos q ue não te nh am o cunh o de finitivo de concl
us ão de curs o, de ve rão e s tar acom panh ados ,
OBRIGATORIAMENTE, do re s pe ctivo h is tórico e s col
ar. A de cl
aração (ou os de m ais docum e ntos m e ncionados
ne s te ite m ) e o h is tórico e s col
ar de ve rão s e r e xpe didos por Ins tituição O ficialou re conh e cida, e m pape ltim brado,
e de ve rão conte r carim bo e ide ntificação da ins tituição e do s ignatário.
7.3-
O s títul
os s e rão pontuados na s e guinte form a:
Certificado e/ou Diploma
@e bWU[S ^[kS qpa FS fa MW`e g - carga h orária m ínim a 360 h oras
G We fdS Va Mfd[Ufa MW`e g
?ag fadS Va Mfd[Ufa MW`e g
Pontuação
03 (três )
05 (cinco)
10 (de z )
7.3.1- O s docum e ntos com probatórios da titul
ação de ve rão s e r e ntre gue s e m cópias com autenticação
cartorária e e s te s não s e rão de vol
vidos aos candidatos , inde pe nde nte de h abil
itação, ou não, do candidato, ou
m e s m o após o térm ino do praz o do concurs o.
7.3.2- O s pontos não pode rão s e r cum ul
ativos , pode ndo o candidato apre s e ntar ape nas um ce rtificado de cada
níve lde pós -graduação.
7.3.3- Som e nte s e rão cons ide rados com o títul
os os curs os no cam po de atuação do cargo na áre a da
e ducação.
7.3.4- A e ntre ga de títul
os não as s e gura dire ito a pontuação, s e ndo q ue e s te s de ve rão s e r anal
is ados e s e rão
pontuados conform e tabe l
a do ite m 7.3.
7.4-
A pontuação afe rida s e ráacre s cida na nota finaldo candidato e com putada para e fe ito de cl
as s ificação.
7.5O s candidatos q ue pos s uíre m títul
os e m conform idade com o ite m 8.3 de ve rão e ntre gar os docum e ntos
com provante s , para a pontuação por titul
ação, na data e h orário de s ignado para a pre s tação da prova obje tiva.
7.5.1- O s candidatos de ve rão obrigatoriam e nte apre s e ntar os docum e ntos re l
ativos à titul
ação e m e nve l
ope
l
acrado, onde cons te o núm e ro de ins crição, nom e com pl
e to, o e m pre go pre te ndido e a re l
ação de títul
os
e ntre gue s , conform e Ane xo IV~ Form ul
ário de Entre ga de Títul
os , dis poníve lno e nde re ço w w w .aptarp.com .br;
7.5.2- O s e nve l
ope s de ve m s e r e ntre gue s ao fis calde s al
a ao térm ino de s ua prova obje tiva, de ve ndo o fis cal
de s al
a s om e nte as s inar o canh oto (com provante de e ntre ga) do Form ul
ário de Entre ga de Títul
os ;
7.5.3- Não s e rão ace itos e nve l
ope s abe rtos , com l
acre s rom pidos ou viol
ados ;
7.5.3- Não s e rão ace itos docum e ntos e ntre gue s e m outros l
ocais , ne m e m data dife re nte da pre vis ta e ne m
e ncam inh ados via pos tal
.
8-
DO JULGAMENTO DAS PROVAS
8.1As provas obje tivas s e rão corrigidas por m e io de proce s s am e nto e l
e trônico, através de l
e itora óptica, e cons tarão
de 40 (q uare nta) q ue s tõe s , de te s te de m úl
tipl
a e s col
h a, com 4 (q uatro) al
te rnativas cada.
8.2O Concurs o Públ
ico cons tará de provas obje tivas q ue ve rs arão, conform e o cas o, s obre Língua Portugue s a,
M ate m ática e Conh e cim e ntos Es pe cíficos , cada um a com 04 (q uatro) al
te rnativas dife re nte s e s om e nte 01 (um a) corre ta,
variando a com pos ição das provas e m conform idade com o conte údo program ático a q ue s e re fe re o ite m 4.2 de s te
Edital
.
8.3As q ue s tõe s de m úl
tipl
a e s col
h a s e rão aval
iadas na e s cal
a de 0 (z e ro) a 100 (ce m ) pontos , onde cada q ue s tão
val
e rá2,50 (dois e m e io) pontos .
8.4Se rá cons ide rado h abil
itado na prova obje tiva o candidato q ue obtive r a nota finaligualou s upe rior a 50,00
(cinq ue nta) pontos .
8.5Cas o al
gum a q ue s tão ve nh a a s e r anul
ada, a m e s m a s e rá cons ide rada corre ta para todos os candidatos , de
m odo q ue a s ua pontuação s e ráatribuída a todos os candidatos indis tintam e nte .
8.6-
As provas práticas s e rão aval
iadas na e s cal
a de 0 (z e ro) a 100 (ce m ) pontos .
8.7O candidato q ue na prova prática obtive r nota infe rior a 50,00 (cinq ue nta) pontos e s tará autom aticam e nte
el
im inado do concurs o.
9-
DA CLASSIFICAÇÃO
9.1-
O s candidatos h abil
itados s e rão cl
as s ificados e m orde m de cre s ce nte da nota final
.
9.1.1Quando h ouve r pre vis ão de prova prática a cl
as s ificação finals e rá re al
iz ada pe l
a m édia s im pl
e s das
pontuaçõe s obtidas nas provas obje tivas e práticas , conform e a s e guinte fórm ul
a:
NF = NPO + NPP
2
O nde : NF = Nota Final
;
NPO = Nota obtida na prova O bje tiva;
NPP = Nota obtida na prova Prática.
9.1.2 u Quando h ouve r pre vis ão de prova de títul
os a cl
as s ificação finals e rá re al
iz ada pe l
a s om a s im pl
e s das
pontuaçõe s obtidas nas provas obje tivas e de títul
os , conform e a s e guinte fórm ul
a:
NF= NPO + NPT
O nde :
NF = Nota Final
;
NPO = Nota obtida na prova O bje tiva;
NPT = Nota obtida na Prova de Títul
os
9.2Da publ
icação da l
is tage m de cl
as s ificação final
, o candidato pode rá apre s e ntar re curs o à Com is s ão
Coorde nadora do Concurs o Públ
ico, o q ue s e rá adm itido para único e fe ito de corre ção de notório e rro de fato, o q ual
s e rá anal
is ado pe l
a e m pre s a Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda. e re fe re ndado pe l
a Com is s ão Coorde nadora do
Concurs o Públ
ico.
9.3-
Na h ipóte s e de igual
dade de nota te rá pre fe rência, s uce s s ivam e nte , o candidato q ue :
9.3.1- for m ais idos o;
9.3.2- tive r m aior núm e ro de fil
h os m e nore s de 18 anos ou invál
idos s ob s ua de pe ndência.
10-
RESULTADOS E RECURSOS
10.1- O gabarito oficialdas provas obje tivas s e rá divul
gado por m e io de Editala s e r publ
icado na Im pre ns a O ficialdo
M unicípio, E ad`S ^ •B S kWfS -MJ, através de afixação na Pre fe itura M unicipalde Cajati, l
ocal
iz ada na Praça do Paço
M unicipal
, 10 (e s trada de ace s s o ao Col
ina) - Ce ntro ~ Cajati/SP, e nos e nde re ços e l
e trônicos www.aptarp.com.br,
conforme Anexo III u Cronograma de Execução.
10.2- Cabe rão re curs os q uanto a: publ
icação dos e ditais , apl
icação das provas , re fe re nte à form ul
ação das q ue s tõe s ,
publ
icação de gabaritos , s e ndo contra e rros ou om is s õe s , cl
as s ificação e notas obtidas e publ
icação do re s ul
tado final
,
de ntro de 2 (dois ) dias úte is , contados a partir da data de publ
icação do ato, de ve ndo o pe dido s e r as s inado e
protocol
ado pe l
o candidato junto à Pre fe itura M unicipalde Cajati, l
ocal
iz ada na l
ocal
iz ada na Praça do Paço M unicipal
,
10 (e s trada de ace s s o ao Col
ina) - Ce ntro ~ Cajati/SP, o q uals e rá anal
is ado pe l
a e m pre s a Apta As s e s s oria e
Cons ul
toria Ltda. e re fe re ndado pe l
a Com is s ão Coorde nadora do Concurs o Públ
ico.
10.2.1- No cas o do re curs o s e r contra a apl
icação da prova, ou gabarito, e s te de ve rá s e r de vidam e nte
fundam e ntado, incl
uindo bibl
iografia pe s q uis ada, de ve rá conte r todos os dados q ue inform e m a ide ntidade do
candidato re corre nte , e m pre gos e s e u núm e ro de ins crição.
10.2.2- Se ráre je itado o re curs o q ue :
10.2.2.1e s tive r incom pl
e to;
10.2.2.2não apre s e ntar argum e ntação l
ógica e cons is te nte ;
10.2.2.3for protocol
ado fora do praz o;
10.2.2.4for e ncam inh ado via fax, via pos tal
, via inte rne t e /ou corre io e l
e trônico ou protocol
ado e m
e nde re ço dife re nte do e s tabe l
e cido.
10.2.3- Se rá adm itido ao candidato apre s e ntar re curs o s obre o m e s m o fato ape nas um a ve z , o q ualpode rá
abrange r um a ou m ais q ue s tõe s re l
ativam e nte ao s e u conte údo, s e ndo autom aticam e nte de s cons ide rados os
re curs os de igualte or inte rpos tos pe l
o m e s m o candidato.
10.2.4- Cas o o re curs o for cons ide rado proce de nte e h ouve r al
te ração no gabarito oficial
, todas as provas
obje tivas q ue conte nh am a m e s m a q ue s tão s e rão corrigidas novam e nte .
10.3- O re s ul
tado com a cl
as s ificação finaldo concurs o s e rá publ
icado oficial
m e nte na, através de afixação na
Pre fe itura M unicipalde Cajati, l
ocal
iz ada na Praça do Paço M unicipal
, 10 (e s trada de ace s s o ao Col
ina) - Ce ntro - Cajati,
SP, no e nde re ço e l
e trônico www.aptarp.com.br W `S D_ bdW`e S IX[U[S ^ Va G g `[Utb[a* E ad`S ^ •Gaz e ta-SP* conforme
Anexo III u Cronograma de Execução.
10.4-
O s re curs os de ve rão s e r apre s e ntados conform e m ode l
o dis pos to no Anexo V u Formulário de Recurso.
10.5-
O s re curs os inte m pe s tivos s e rão de s cons ide rados .
10.6- O s candidatos tom arão ciência q uanto ao de fe rim e nto ou inde fe rim e nto do re curs o, por m e io de Editalpubl
icado
no*E ad`S ^ •Gaz e ta-SP, pode ndo cons ul
tar inte gral
m e nte o s e u conte údo através do e nde re ço e l
e trônico
www.aptarp.com.br, s e ndo q ue não s e ráe ncam inh ada q ual
q ue r re s pos ta via fax, e -m ail
, pos talou por te l
e fone .
10.7-
A de cis ão da Banca Exam inadora e m re l
ação àanál
is e de re curs os te rácaráte r irre vogáve l
.
11-
DA POSSE
11.1- A aprovação no concurs o as s e gurará ape nas a e xpe ctativa de dire ito à nom e ação, ficando a concre tiz ação
de s s e ato condicionada à obs e rvância das dis pos içõe s l
e gais pe rtine nte s , à dis ponibil
idade orçam e ntária, à
dis ponibil
idade de vagas e do e xcl
us ivo inte re s s e e conve niência da Pre fe itura e da rigoros a orde m de cl
as s ificação e do
praz o de val
idade do Concurs o.
11.2- O s candidatos aprovados , por ocas ião de s ua convocação, s e rão s ubm e tidos a e xam e s m édicos préadm is s ionais de caráte r e l
im inatório (aval
iação cl
ínica m édica, fís ica e m e ntal
) re al
iz ados por junta m édica de s ignada
para e s te fim .
11.3- A nom e ação dos candidatos , obs e rvada a orde m de cl
as s ificação finalpor e m pre go, far-s e -á pe l
a Pre fe itura
M unicipalde Cajati, obe de cido ao l
im ite de vagas e xis te nte s , as q ue vie re m a ocorre r e as q ue fore m criadas
pos te riorm e nte , durante o praz o de val
idade de s te concurs o, s e ndo q ue os candidatos e s tão s uje itos ao e s tágio
probatório nos te rm os cons titucionais .
11.4- A convocação s e ráfe ita pe l
o s e tor com pe te nte da Pre fe itura M unicipalde Cajati q ue de te rm inaráo h orário, dia e
l
ocalpara a apre s e ntação do candidato.
11.4.1- Pe rde rá os dire itos de corre nte s da aprovação no concurs o o candidato q ue não com pare ce r na data,
h orário e l
ocale s tabe l
e cido pe l
a Pre fe itura M unicipalde Cajati.
11.5- Por ocas ião da nom e ação s e rão e xigidos dos candidatos cl
as s ificados os docum e ntos originais e cópias
re l
ativos à confirm ação das condiçõe s e s tabe l
e cidas no Ite m 2 e s e us s ubite ns , s e ndo q ue a não apre s e ntação de
q ual
q ue r de l
e s im portarána e xcl
us ão do candidato da l
is ta de cl
as s ificados .
11.5.1- Não s e rão ace itos protocol
os dos docum e ntos e xigidos .
11.5.2- É facul
tado à Pre fe itura M unicipalde Cajati e xigir dos candidatos , na nom e ação, al
ém da docum e ntação
pre vis ta ne s te Edital
, outros docum e ntos com probatórios de bons ante ce de nte s q ue jul
gar ne ce s s ários .
11.6- O candidato aprovado e cl
as s ificado ne s te Concurs o, na form a e s tabe l
e cida ne s te Edital
, s e rá inve s tido no
e m pre go s e ate ndidas às e xigências cons tante s do pre s e nte e dital
.
11.7- O s candidatos , após o com pare cim e nto e ciência da convocação, te rão o praz o e s tipul
ado para apre s e ntação
dos docum e ntos dis crim inados a s e guir: Carte ira de Trabal
h o e Pre vidência Social
, Ce rtidão de Cas am e nto, Títul
o de
El
e itor, com provante s de votação nas 2 (duas ) úl
tim as e l
e içõe s ou Ce rtidão de q uitação e l
e itoral
, Ce rtificado de
Re s e rvis ta ou Dis pe ns a de Incorporação, Cédul
a de Ide ntidade - RG ou RNE -, 1 (um a) foto 3x4 re ce nte , ins crição no
PIS/PASEP ou de cl
aração de e m pre gador ante rior inform ando não h ave r fe ito o cadas tro, Cadas tro de Pe s s oa Fís ica CPF, com provante s de e s col
aridade , Ce rtidão de Nas cim e nto dos fil
h os , Cade rne ta de Vacinação dos fil
h os m e nore s de
14 anos (s e h ouve r), Ate s tados de Ante ce de nte s Crim inais e de m ais docum e ntos q ue com prove m o cum prim e nto dos
re q uis itos e e xigências e s tabe l
e cidos ne s te Edital
.
11.8- Para os e m pre gos q ue ne ce s s itam de e xpe riência, a com provação s e rá através de re gis tro na Carte ira de
Trabal
h o e Pre vidência Social(CTPS) ou através de Ce rtidão de Órgão Públ
ico com firm a re conh e cida.
12-
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
12.1- A ins crição do candidato im portará no conh e cim e nto das pre s e nte s ins truçõe s e na ace itação das condiçõe s do
concurs o tais com o s e ach am e s tabe l
e cidas ne s te Editale nas norm as l
e gais pe rtine nte s .
12.2- A de te rm inação do l
ocal
, data e h orário das provas é atribuição e xcl
us iva da Com is s ão Coorde nadora do
Concurs o Públ
ico e s e rápubl
icada oportunam e nte .
12.3- Cabe e xcl
us ivam e nte à Pre fe itura M unicipalde Cajati o dire ito de aprove itar os candidatos h abil
itados e m
núm e ro q ue jul
gar conve nie nte e de acordo com o inte re s s e públ
ico e dis ponibil
idade finance ira, nos te rm os da Le i de
Re s pons abil
idade Fis cal
, não e s tando obrigada ao provim e nto de todas as vagas e xis te nte s .
12.4-
Se ráe xcl
uído do concurs o, s e m pre juízo das m e didas de orde m adm inis trativa, civile crim inal
, o candidato q ue :
12.4.1- Fiz e r, e m q ual
q ue r docum e nto, de cl
aração fal
s a ou ine xata;
12.4.2- Agir com incorre ção, viol
ência, de s corte s ia para com q ual
q ue r m e m bro da e q uipe e ncarre gada da
apl
icação das provas e de m ais atividade s ou m e s m o por q ual
q ue r raz ão te ntar tum ul
tuá-l
a;
12.4.3- For s urpre e ndido util
iz ando-s e de m e ios proibidos por e s te Edital
;
12.4.4- For re s pons áve lpor fal
s a ide ntificação pe s s oal
;
12.4.5- Util
iz ar ou te ntar util
iz ar m e ios fraudul
e ntos para obte r aprovação própria ou de te rce iros , e m q ual
q ue r
e tapa do concurs o;
12.4.6- Não de vol
ve r a fol
h a de re s pos ta;
12.4.7- Efe tuar ins crição fora do praz o pre vis to;
12.4.8- De ixar de ate nde r à convocação ou q ual
q ue r outra orie ntação da Com is s ão Coorde nadora do Concurs o
Públ
ico.
12.5- A ine xatidão das afirm ativas e /ou a e xis tência de irre gul
aridade s de docu m e ntos , m e s m o q ue ve rificadas
pos te riorm e nte , acarre tarão a nul
idade da ins crição e a de s q ual
ificação do candidato, com todas as s uas de corrências ,
s e m pre juízo das m e didas de orde m adm inis trativa, civile crim inal
.
12.6- O concurs o te rá val
idade de 2 (dois ) anos contados da data da h om ol
ogação de s e us re s ul
tados , pode ndo o
praz o s e r prorrogado a critério da Pre fe itura M unicipalde Cajati por igualpe ríodo.
12.7- De ntro do praz o de val
idade do pre s e nte concurs o a Pre fe itura M unicipalde Cajati por ocas ião do provim e nto
dos e m pre gos obe de ce rá rigoros am e nte a orde m de cl
as s ificação e o s e u praz o de val
idade , pode ndo o candidato q ue
vie r a s e r convocado s e r inve s tido no e m pre go s e ate ndidas , àépoca da pos s e , todas as e xigências para a inve s tidura.
12.8- O s ite ns de s te Editalpode rão s ofre r e ve ntuais al
te raçõe s , atual
iz açõe s ou acrés cim os e nq uanto não cons um ada
a providência ou e ve nto q ue l
h e s dis s e r re s pe ito, circuns tância e s ta q ue s e rá m e ncionada e m Edital
, com unicado ou
avis o a s e r publ
icado, de vidam e nte jus tificado e com e m bas am e nto l
e galpe rtine nte , s e ndo de fe s o a q ual
q ue r candidato
al
e gar de s conh e cim e nto.
12.9- A Pre fe itura M unicipalde Cajati reserva-se o dire ito de anul
ar o Concurs o, be m com o de adotar providências
q ue s e fiz e re m ne ce s s árias para garantir a corre ção dos proce dim e ntos a e l
e re l
ativos ou de l
e de corre nte s .
12.10- De corridos 120 (ce nto e vinte ) dias da h om ol
ogação e não caracte riz ado q ual
q ue r óbice , é facul
tada a
incine ração dos cade rnos de provas e de m ais re gis tros e s critos , m ante ndo-s e , porém , pe l
o praz o de val
idade do
concurs o públ
ico, os re gis tros e l
e trônicos .
12.11- As convocaçõe s para as provas , publ
icaçõe s de re s ul
tados oficiais e com unicaçõe s re l
ativas ao pre s e nte
concurs o s e rão re al
iz adas através Va E ad`S ^ •B S kWfS -MJ s e ndo de inte ira re s pons abil
idade do candidato o s e u
acom panh am e nto.
12.11.1- As com unicaçõe s re al
iz adas pe l
a inte rne t pos s ue m ape nas caráte r m e ram e nte inform ativo, não
e xim indo o candidato de acom panh ar os atos oficiais publ
icados pe l
a Pre fe itura M unicipalde Cajati.
12.12- Cabe ráao Pre fe ito M unicipalde Cajati a h om ol
ogação dos re s ul
tados finais .
12.13- O s cas os om is s os s e rão re s ol
vidos pe l
a e m pre s a Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda., juntam e nte com a
Com is s ão Coorde nadora do Concurs o Públ
ico.
12.14- Não s e rão forne cidas inform açõe s re l
ativas a e s te concurs o via te l
e fone , fax ou e -m ail
.
12.15- A Apta As s e s s oria e Cons ul
toria Ltda. não autoriz a a com e rcial
iz ação de apos til
as e m s e u nom e e não s e
re s pons abil
iz a pe l
o te or das m e s m as .
12.16- Inte gram e s te Editalos ane xos :
Ane xo I- Atribuiçõe s dos Em pre gos ;
Ane xo II- Program a de Provas ;
Ane xo III- Cronogram a;
Ane xo IV- Form ul
ário de Entre ga de Títul
os ;
Ane xo V- M ode l
o de Form ul
ário de Re curs os .
PREFEITURA MUNICIPAL CAJATI, Es tado de São Paul
o, e m 7 de junh o de 2013.
LUIZ HENRIQUE KOGA
Prefeito Municipal
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJATI
CONCURSO PÚBLICO 01/2013
ANEXO I h ATRIBUIÇÕES DAS ATIVIDADES
De acordo com a Lei Complementar nº 016/12
Ao Professor de Educação Básica I - Creche compete:
1. Conh e ce r o Proje to Pe dagógico da ins tituição e o Pl
ano M unicipalde Educação;
2. Participar da e l
aboração da Propos ta Pe dagógica de s ua ins tituição;
3. Pl
ane jar, e xe cutar, acom panh ar, aval
iar e re gis trar o de s e nvol
vim e nto da criança a fim de s ubs idiar a re fl
e xão e o
ape rfe içoam e nto do trabal
h o e m conform idade com a Propos ta Pe dagógica s ob orie ntação do Coorde nador Pe dagógico
e ou Dire tor de Es col
a;
4. Re gis trar a fre q uência diária das crianças e e ncam inh ar àpe s s oa re s pons áve l
;
5. Garantir às crianças q ue e s tão iniciando, be m com o aos s e us re s pons áve is , um pe ríodo de adaptação e o
acol
h im e nto na ins tituição;
6. Re ce be r diariam e nte a e ntrada e acom panh á-l
as na s aída da ins tituição proporcionando um am bie nte acol
h e dor e
afe tivo durante s ua pe rm anência;
7. Acom panh ar as te ntativas das crianças , ince ntivar a apre ndiz age m , ofe re ce r e l
e m e ntos para q ue e l
as avance m e m
s uas h ipóte s e s s obre o m undo;
8. Es tim ul
á-l
as e m s e us proje tos , açõe s e de s cobe rtas ;
9 . Ajudá-l
as nas s uas dificul
dade s , de s afiá-l
as e de s pe rtar s ua ate nção, curios idade e participação;
10. O rganiz ar, orie ntar e z e l
ar pe l
o us o ade q uado dos e s paços e re curs os ne ce s s ários para o de s e nvol
vim e nto das
atividade s ;
11. M ante r pe rm ane nte contato com os pais ou re s pons áve is e participar junto com os m e s m os dos e ncontros de
orie ntaçõe s da ins tituição;
12. Participar e propor atividade s de de s e nvol
vim e nto profis s ionalpara m e l
h oria pe rm ane nte da q ual
idade do trabal
ho
da e q uipe ;
13. O bs e rvar cons tante m e nte as crianças ao s e u be m e s tar, cons ide rando a s ua s aúde fís ica, m e ntal
, ps icol
ógica e
s ocial
, tom ando as m e didas ne ce s s árias na ocorrência de al
te raçõe s ;
14. Propor e participar de brincade iras ade q uadas a fas e de de s e nvol
vim e nto da criança, e m dife re nte s e s paços ;
15. Es tim ul
ar as crianças na cons e rvação dos dife re nte s am bie nte s e m ate riais ;
16. M ante r rigoros am e nte a h igie ne pe s s oal
;
17. De s e nvol
ve r, acom panh ar e orie ntar atividade s q ue prom ovam a aq uis ição de h ábitos de h igie ne e s aúde ;
18. Dar banh o nos be bês e nas crianças e s tim ul
ando a autonom ia;
19 . Garantir o banh o de s ol
, diariam e nte , para os be bês , e s tim ul
ando-os com atividade s dive rs ificadas ;
20. H igie niz ar as m ãos e ros to dos be bês ;
21. Trocar as fral
das e roupas dos be bês ;
22. Auxil
iar, orie ntar e acom panh ar as crianças no control
e de e s fíncte re s e s e ne ce s s ário com pl
e tar a h igie ne ;
23. Acom panh ar, orie ntar e com pl
e tar o banh o das crianças ;
24. O rie ntar e acom panh ar a troca de roupas pe l
as crianças , e s tim ul
ando para q ue , gradativam e nte , e l
as conq uis te m
autonom ia;
25. Acom panh ar o s ono/re pous o das crianças , pe rm ane ce ndo junto das m e s m as ;
26. Ince ntivar a criança a inge rir os dive rs os al
im e ntos ofe re cidos no cardápio da ins tituição e ducacional
, re s pe itando o
ritm o e o pal
adar de cada um , auxil
iando-os a conq uis tar a autonom ia;
27. O rganiz ar, auxil
iar e orie ntar a al
im e ntação e h idratação das crianças ;
28. Al
im e ntar e h idratar os be bês , e s tim ul
ando a e ructação após as re fe içõe s ;
29 . M inis trar m e dicam e ntos ape nas s ob pre s crição m édica;
30. M ante r a organiz ação do s e u l
ocalde trabal
h o e todos os be ns públ
icos q ue e s tive re m s obre o dom ínio de s ua áre a
de atuação, be m com o z e l
ar pe l
a e conom icidade de m ate riais e bom ate ndim e nto ao públ
ico;
31. Exam inar os m ate riais ante s do us o, q uanto aos as pe ctos de e s tabil
idade e s e gurança;
32. Re al
iz ar a h igie niz ação dos brinq ue dos conform e orie ntação do s upe rior;
33. Re s pons abil
iz ar-s e pe l
as crianças q ue aguardam aos pais ou re s pons áve is , após o h orário de s aída, z e l
ando pe l
a
s e gurança e be m e s tar das m e s m as ;
34. Cum prir as de te rm inaçõe s s upe riore s e s ol
icitar e s cl
are cim e ntos por e s crito cas o jul
gue -os il
e gais ;
35. Exe cutar tare fas corre l
atas q ue l
h e fore m de te rm inadas pe l
o s e u s upe rior.
Ao Professor de Educação Básica I - Pré-Escola compete:
1. Participar da e l
aboração da Propos ta Pe dagógica da Es col
a;
2. Acom panh ar e apoiar a organiz ação do re gim e nto e s col
ar no Cons e l
h o de Es col
a e da As s ociação de Pais e M e s tre s ;
3. As s e gurar q ue os e s paços fís icos s e jam organiz ados de acordo com o de s e nvol
vim e nto da Propos ta Pe dagógica;
4. As s e gurar o irre s trito cum prim e nto e re s pe ito aos dire itos h um anos ;
5. De s e nvol
ve r a capacidade de apre ndiz age m te ndo e m vis ta a aq uis ição dos conh e cim e ntos , s abe re s , h abil
idade s e a
form ação de atitude s e val
ore s com patíve is com as faixas e tárias dos e ducandos ;
6. Proce de r a aval
iação do de s e nvol
vim e nto inte graldas crianças de 4 e 5 anos ;
7. De s e nvol
ve r propos tas e pl
ano de e ns ino de acordo com as dire triz e s curricul
are s nacionais para Educação Infantile
os re fe re nciais curricul
are s nacionais ;
8. Garantir para a criança o dire ito de apre nde r e de s e de s e nvol
ve r;
9 . Trabal
h ar com a dive rs idade ;
10. Se r articul
ador e ntre a cre ch e ou pré-e s col
a e a fam íl
ia e a com unidade
11. Produz ir conh e cim e nto e ge rir os proce s s os pe dagógicos ;
12. Re s pons abil
iz ar-s e pe l
as crianças q ue aguardam os pais ou re s pons áve is , após o h orário de s aída, z e l
ando pe l
a
s e gurança e be m e s tar das m e s m as ;
13. Participar inte gral
m e nte dos pe ríodos de dicados ao pl
ane jam e nto, à aval
iação, às h oras atividade s e ao
de s e nvol
vim e nto profis s ional
.
Ao professor de Educação Básica II- Ensino Fundamental, Professor de Educação Básica II - Educação Especial,
Professor de Educação Básica III - Educação Artística e Professor de Educação Básica III- Educação Física,
compete:
1. Participar da e l
aboração da Propos ta Pe dagógica da Es col
a;
2. El
aborar e cum prir o pl
ano de trabal
h o doce nte , s e gundo a propos ta pe dagógica do e s tabe l
e cim e nto de e ns ino,
3. Z e l
ar pe l
a apre ndiz age m dos al
unos ;
4. Es tabe l
e ce r e s tratégias de re cupe ração para os al
unos de m e nor re ndim e nto, acom panh ar os al
unos com al
to
de s e m pe nh o;
5. M inis trar as h oras -aul
a nos dias l
e tivos e s tabe l
e cidos no Cal
e ndário Es col
ar;
6. Participar inte gral
m e nte dos pe ríodos de dicados ao pl
ane jam e nto, à aval
iação, às h oras atividade e ao
de s e nvol
vim e nto profis s ional
;
7. Col
aborar com as atividade s de articul
ação da Es col
a com as fam íl
ias e a com unidade ;
8. De s e nvol
ve r o proce s s o e ns ino apre ndiz age m , através do us o de m étodos e ficie nte s e atual
iz ados , ade q uados ao
grau de de s e nvol
vim e nto da turm a de e ducandos s ob s ua re s pons abil
idade , de acordo com as dire triz e s do
De partam e nto M unicipalde Educação e Cul
tura;
9 . Participar e fe tivam e nte da e l
aboração do Pl
ano Es col
ar e m todas as s uas e tapas , através das re uniõe s pe dagógicas
convocadas ;
10. El
aborar Proje tos de e ns ino e s pe ciais q ue conte m pl
e m al
guns as pe ctos e s pe cíficos do de s e nvol
vim e nto de s ua
turm a e q ue não foram de vidam e nte cons ide rados no Pl
ano Es col
ar;
11. M ante r contato fre q ue nte com os pais de s e us al
unos de m odo a m ante r-s e e m antê-l
os s e m pre inform ados a
re s pe ito do ritm o de de s e nvol
vim e nto de s e us al
unos e fil
h os ;
12. Exe cutar criativam e nte o Pl
ano de Ge s tão Es col
ar no q ue conce rne :
a. Ao de s e nvol
vim e nto de atividade s e m cl
as s e ou e xtra-cl
as s e q ue e nvol
vam os obje tivos , m e tas , rotinas , m étodos ,
conte údos e técnicas program adas para a s ua áre a de e ns ino e a propos ta pe dagógica do Pl
ano Es col
ar;
b. A apl
icação de m étodos ade q uados e s uficie nte s de aval
iação, q ue propicie m ao al
uno te r todas as s uas h abil
idade s
de vidam e nte cons ide radas ;
c. Ao pl
ane jam e nto, e xe cução e atividade de re cupe ração ou apoio aos al
unos q ue não cons e guire m atingir as m e tas
propos tas ;
d. Ao cum prim e nto do proje to e ducacionale s tabe l
e cido , be m com o do cal
e ndário e s col
ar h om ol
ogado;
e . A re s pons abil
iz ar-s e pe l
o us o, m anute nção e cons e rvação dos e q uipam e ntos e ins trum e ntos da e s col
a;
f. Ao de s e nvol
vim e nto de m étodos para q ue os al
unos q ue apre s e ntam al
to de s e m pe nh o pos s am de s e nvol
ve r o s e u
pote ncial
.
13. A col
aboração no pre paro e e xe cução dos program as cívicos , fe s tivos ou com e m orativos de s e nvol
vidos pe l
a Es col
a;
14. Ao control
e da fre q uência, conduz ir e orie ntar a dis cipl
ina dos al
unos na s al
a ou fora de l
a, no re cre io, m e re nda,
e ntrada e s aída dos al
unos ;
15. A m anute nção rigoros a e atual
iz ada dos re gis tros de toda e s crituração de fre q uência, aval
iação e conte údo
m inis trado, be m com o forne cê-l
os àSe cre taria da Es col
a conform e as de te rm inaçõe s do Pl
ano de Ge s tão Es col
ar;
16. A participação obrigatória dos Cons e l
h os de Cl
as s e , Série s ou Cicl
os e do Cons e l
h o de Es col
a e da APM s
As s ociação de Pais e M e s tre s , q uando e l
e ito pe l
os s e us pare s ;
17. A participação s e m pre q ue pos s íve lde curs os , congre s s os , s e m inários , e ncontros , pal
e s tras , te ndo e m vis ta o
aprim oram e nto de s e u de s e m pe nh o profis s ional
,
18. A e xe cução de outras tare fas q ue l
h e fore m atribuídas pe l
o s upe rior im e diato, cons ide radas ne ce s s árias ao bom
de s e nvol
vim e nto da Propos ta Pe dagógica da Es col
a, e
19 . A outras atividade s ine re nte s ao e xe rcício do cargo, e ve ntual
m e nte não citadas ne s ta Le i Com pl
e m e ntar.
Especificamente ao Professor de Educação Básica II- Educação Especial compete ainda:
I. El
aborar, e xe cutar o pl
ano de trabal
h o de AEE (Ate ndim e nto EducacionalEs pe cial
iz ado) e aval
iar o al
uno de AEE
conte m pl
ando: a ide ntificação das h abil
idade s e as ne ce s s idade s e s pe cificas dos al
unos ; organiz ar os s e rviços e
re curs os pe dagógicos , a ace s s ibil
idade e a carga h orária de cada al
uno ou de pe q ue nos grupos .
II. Program ar, acom panh ar e aval
iar a funcional
idade e a apl
icabil
idade dos re curs os pe dagógicos e de m ais re curs os do
am bie nte e s col
ar.
III. Produz ir m ate riais didáticos e pe dagógicos ace s s íve is a cada al
uno da Educação Es pe cial
.
IV. Es tabe l
e ce r a articul
ação com os profe s s ore s das outras s al
as vis ando o trabal
h o col
e tivo da e s col
a.
V. O rie ntar os de m ais profe s s ore s e as fam íl
ias s obre os re curs os pe dagógicos e a ace s s ibil
idade de m odo a am pl
iar as
h abil
idade s e a autonom ia dos al
unos de AEE.
VI. De s e nvol
ve r atividade s próprias do AEE com o Língua Bras il
e ira de Sinais s Libras .
Ao Supervisor Municipal de Ensino compete:
1. Acom panh ar e orie ntar a ação dos Profis s ionais do m agis tério junto às Unidade s Es col
are s ;
2. Subs idiar técnica e adm inis trativam e nte a ação dos profis s ionais do m agis tério junto às Unidade s Es col
are s ,
3. Prom ove r, e s tim ul
ar e fortal
e ce r as re l
açõe s inte rpe s s oais junto às Unidade s Es col
are s ;
4. Re troal
im e ntar com inform açõe s as e q uipe s apoiando-as no proce s s o de ne gociação e de confl
itos ;
5. Es tabe l
e ce r e fortal
e ce r as re l
açõe s e xte rnas das Unidade s Es col
are s ;
6. Fom e ntar a articul
ação da re de de s e rviços e ducacionais com as de m ais pol
íticas públ
icas ;
7. Es tim ul
ar e propor parce rias e ntre as Unidade s Es col
are s , pais de al
unos , e a s ocie dade civil
;
8. Dis ponibil
iz ar, inte rpre tar e divul
gar todas as inform açõe s re l
acionadas àpol
ítica e ducacionalvige nte no País ;
9 . Adotar com o e s tratégia para a m ate rial
iz ação de s tas atividade s : a re al
iz ação de vis ita, a prática da obs e rvação
participativa, o e xe rcício da re al
iz ação de re uniõe s e ntre as parte s e nvol
vidas nos te m as e m q ue s tão, o re gis tro e m
re l
atórios de atividade s e de proce s s os , a cons ol
idação e com partil
h am e nto de inform açõe s s is te m áticas do
m onitoram e nto/aval
iação, a ge ração contínua de s ubs ídios técnico/adm inis trativo e a pe s q uis a bibl
iográfica;
10. Apoiar as Unidade s Es col
are s na: e l
aboração da Propos ta Pe dagógica e Adm inis trativa das Unidade s da Re de
M unicipal
;no pl
ane jam e nto, e xe cução, acom panh am e nto e aval
iação das atividade s curricul
are s ins e ridas no Pl
ano de
Ge s tão da Es col
a; na e l
aboração de propos tas de dire triz e s para aval
iação do proce s s o de e ns ino-apre ndiz age m ;no
diagnós tico das ne ce s s idade s de ape rfe içoam e nto e atual
iz ação dos profe s s ore s e s uge rir m e didas para ate ndê-l
as ;e
na garantia do fl
uxo de com unicaçõe s e ntre as atividade s de s upe rvis ão da re de e Coorde nação Pe dagógica;
11. Supe rvis ionar os e s tabe l
e cim e ntos de e ns ino e ve rificar a obs e rvância dos re s pe ctivos Re gim e ntos Es col
are s ,
12. Exe cutar outras tare fas q ue l
h e fore m atribuídas pe l
o s upe rior im e diato cons ide radas ne ce s s árias ao bom
de s e nvol
vim e nto da Propos ta Pe dagógica da Re de M unicipalde Ens ino, e
13. O utras atividade s ine re nte s ao e xe rcício do e m pre go, e ve ntual
m e nte não re fe ridas ne s ta Le i Com pl
e m e ntar.
Aos Diretores de Unidades Escolares de Educação Infantil e Ensino Fundamental, compete:
1. Convocar e pre s idir as re uniõe s do Cons e l
h o de Es col
a e Cons e l
h os de Cl
as s e , Série s ou Cicl
os ,
2. Control
ar a m atrícul
a e a trans fe rência de al
unos , confe rindo ce rtificados de concl
us ão de s érie , de cicl
o ou de curs o,
de acordo com dire triz e s do s is te m a;
3. As s inar, juntam e nte com o Se cre tário de Es col
a, todos os docum e ntos re l
ativos à vida e s col
ar dos al
unos , incl
us ive
das Unidade s Es col
are s m ul
tis s e riadas ou de m e nor com pl
e xidade q ue l
h e s ão vincul
adas ;
4. Convocar e pre s idir re uniõe s de profe s s ore s e de m ais profis s ionais q ue atuam na Es col
a;
5. Pre s idir s ol
e nidade s e ce rim ônias da Es col
a,
6. Re pre s e ntar a e s col
a e m atos oficiais e atividade s da com unidade ;
7. As s e gurar o e ncam inh am e nto ne ce s s ário aos re curs os inte rpos tos por al
unos ou por s e us re s pons áve is ;
8. Re s ponde r e z e l
ar pe l
o cum prim e nto das l
e is , re gul
am e nto e de te rm inaçõe s s upe riore s , be m com o dos praz os para
e xe cução das açõe s pre vis tas na Propos ta Pe dagógica da Es col
a e das s ol
icitadas por órgãos s upe riore s ;
9 . Expe dir de te rm inaçõe s ne ce s s árias à m anute nção da re gul
aridade dos s e rviços pre ve ndo o ate ndim e nto das
de m andas de re curs os fís icos , m ate riais e h um anos para ate nde r ne ce s s idade s da e s col
a;
10. Avocar, de m odo ge rale e m cas os e s pe ciais , as atribuiçõe s e com pe tências de q ual
q ue r funcionário ou s e rvidor
s ubordinado;
11. De l
e gar com pe tências e atribuiçõe s a s e us s ubordinados , as s im com o de s ignar com is s õe s para a e xe cução de
tare fas e s pe ciais , vol
tadas ao bom andam e nto dos trabal
h os ;
12. De cidir s obre pe tiçõe s , re curs os e proce s s os de s ua áre a de com pe tência ou re m e tê-l
os , de vidam e nte inform ados ,
ao órgão com pe te nte ;
13. Subm e te r ao Cons e l
h o de Es col
a m atéria q ue de pe nde da de l
ibe ração de s s e órgão col
e giado,
14. Adm inis trar o pe s s oale os re curs os m ate riais e finance iros da e s col
a do PDDE s Program a Dinh e iro Dire to na
Es col
a, re curs os do M EC, as s ubve nçõe s e re curs os do O rçam e nto M unicipal
;
15. Prom ove r a inte gração dos e l
e m e ntos da e q uipe técnica adm inis trativa e doce nte q ue atue m na unidade e s col
ar,
coorde nar e s upe rvis ionar os s e rviços adm inis trativos da unidade ;
16. O rganiz ar as atividade s de pl
ane jam e nto no âm bito da Es col
a:
a. Coorde nando a e l
aboração da Propos ta Pe dagógica da Es col
a, e
b. As s e gurando a com patibil
iz ação da Propos ta Pe dagógica da Es col
a com o Pl
ano de Educação do M unicípio.
17. Subs idiar o Pl
ane jam e nto Educacional
:
a. Garantindo e otim iz ando o funcionam e nto dos Cons e l
h os de Cl
as s e , Série s , e Cicl
os ,
b. Re s pons abil
iz ando-s e pe l
a atual
iz ação, e xatidão, s is te m atiz ação e fl
uxo dos dados ne ce s s ários aos Pl
anos de
Trabal
h o Doce nte .
18. As s e gurar o cum prim e nto da Le gis l
ação e m vigor, be m com o dos re gul
am e ntos , dire triz e s e norm as e m anadas da
adm inis tração s upe rior;
19 . Z e l
ar pe l
a m anute nção e cons e rvação dos be ns patrim oniais ;
20. Garantir a dis cipl
ina e funcionam e nto da Es col
a,
21. Prom ove r a inte gração Es col
a-Fam íl
ia-Com unidade , proporcionando condiçõe s para a participação da com unidade
nas program açõe s da Es col
a;
22. Participar de e s tudos e de l
ibe raçõe s q ue afe tam as funçõe s da Es col
a e o de s e nvol
vim e nto do proce s s o
e ducacional
;
23. M ante r o De partam e nto M unicipalde Educação e Cul
tura s e m pre inform ado s obre as atividade s da unidade e s col
ar,
24. Aprovar o Pl
ano Es col
ar e e ncam inh á-l
o ao órgão com pe te nte para h om ol
ogação, ou s e ja, o Cons e l
h o M unicipalde
Educação;
25. Autoriz ar a m atrícul
a e trans fe rência de al
unos ;atribuir cl
as s e s e /ou aul
as e e s tágios aos doce nte s ;e s tabe l
e ce r o
h orário das aul
as e do e xpe die nte da Se cre taria e da Bibl
iote ca;aprovar re gul
am e ntos e e s tatuto de as s ociação l
igada à
unidade e s col
ar;apl
icar pe nal
idade s de acordo com as norm as vige nte s , tanto as re l
acionadas com o pe s s oale m ge ral
,
corpo doce nte e corpo dis ce nte ;
26. Exe cutar outras tare fas q ue l
h e fore m atribuídas pe l
o s upe rior im e diato cons ide rada ne ce s s ária ao bom
de s e nvol
vim e nto da q ual
idade de e ns ino da Re de M unicipal
.
De acordo com a Lei Municipal Nº 1041, De 15 de junho de 2010.
AGENTE DE DEFESA CIVIL
Atribuições: Pre s tar ate ndim e nto a popul
ação e m ge ralde s e nvol
ve ndo atividade s junto a Coorde nadoria M unicipalde
De fe s a Civil
;pre s tando orie ntação q uanto a açõe s pre ve ntivas de ris cos de acide nte s , de s e gurança contra incêndios ,
de s ocorro, de as s is tência, de re cupe ração e outras açõe s de De fe s a Civil
, de s tinadas a e vitar ou m inim iz ar os
de s as tre s , pre s e rvar a m oralda popul
ação e re s tabe l
e ce r a norm al
idade s ocial
;re gis trar ocorrências ve rificadas e m s e u
h orário de trabal
h o pre e nch e ndo form ul
ário inte rno de acordo com o s inis tro ocorrido;dirigir viatura da de fe s a civils ob
re s pons abil
idade e xpre s s a de s ta; participar de vis torias e m im óve is , e ncos tas , árvore s , be m com o outros l
ocais q ue
pode rão col
ocar e m ris co a s e gurança da com unidade . Atuar e m cas o de e m e rgência ou incide nte s de pe q ue no, m édio
e grande s proporçõe s , cal
am idade públ
ica, incêndios , acide nte s dive rs os , de s abam e ntos , ve ndavais , e ntre outros ;
m inis trar pal
e s tras para a com unidade e m ge ral
, a fim de inform ar a s ocie dade as açõe s da De fe s a Civile m e didas de
prote ção civil
. Atuar nos e ve ntos danos os e nas s ituaçõe s de cal
am idade , apl
icando m e didas de s ocorro, as s is te nciais e
re cupe rativas ; apl
icar, na fas e pre ve ntiva, m e didas de s e nvol
vidas e organiz adas pe l
a Coorde nadoria M unicipalde
De fe s a Civilno pre paro da com unidade para s ua autode fe s a, tre inam e nto, m obil
iz ação, orde nam e nto e m cas os de
e vacuação e na adoção de com portam e ntos e ducacionais q ue pos s am m inim iz ar as cons e q uências de e ve ntos
danos os ;notificar, e m bargar e inte rditar obras e im óve is e m ris co, as s im com o s ol
icitar de m ol
ição após vis toria q uando
s e fiz e r ne ce s s ário;participar de e s cal
as , pl
antõe s ou turnos de s e rviços , s obre avis o, q uando s ol
icitado.
AGENTE DE TRÂNSITO
Requisitos: Ens ino M édio com pl
e to e CNH A e B.
Atribuições:
a) Descrição Analítica: Exe cutar a fis cal
iz ação de trâns ito nos te rm os da l
e gis l
ação fe de ralpe rtine nte , orie ntar os
pe de s tre s e condutore s de ve ícul
os , notificar os infratore s , s uge rir m e didas de s e gurança re l
ativas à circul
ação de
ve ícul
os e de pe de s tre s , be m com o a conce rne nte a s inal
iz ação de trâns ito nas vias urbanas m unicipais , orie ntar
cicl
is tas e condutore s de anim ais , auxil
iar no pl
ane jam e nto, na re gul
am e ntação e na ope racional
iz ação do trâns ito,
com ênfas e à s e gurança. Fis cal
iz ar o cum prim e nto e m re l
ação à s inal
iz ação de trâns ito. Auxil
iar na col
e ta de dados
e s tatís ticos e e m e s tudos s obre a circul
ação de ve ícul
os e pe de s tre s . Lavrar as ocorrências de trâns ito e q uando for
o cas o, provide nciar a re m oção dos ve ícul
os infratore s . Fis cal
iz ar o cum prim e nto das norm as ge rais de trâns ito e
re l
acionadas aos e s tacionam e ntos e paradas de ônibus , táxis , am bul
âncias e ve ícul
os e s pe ciais . Participar de
proje tos de orie ntação, e ducação e s e gurança de trâns ito. Vis toriar ve ícul
os , e m q ue s tão de s e gurança, h igie ne ,
m anute nção, carga, e ntre outros . De m ais atividade s afins , e s pe cial
m e nte as contidas no art. 24 do Código Nacional
de Trâns ito, pre vis to na Le i Fe de ralnº9 503, de 23 de s e te m bro de 19 9 7, pe rtine nte s à fis cal
iz ação. Suje ito a
trabal
h o noturno, dom ingos e fe riados .
(FLS.03 DA LEI MUNICIPAL Nº 1041, DE 15 DE JUNHO DE 2010)
b)
1.
2.
3.
4.
Condições de trabalho:
Ge ral
: carga h orária de 40 (q uare nta) h oras s e m anais .
Es pe cial
: s uje ito ao trabal
h o noturno, dom ingos e fe riados .
O e xe rcício do cargo pode ráe xigir o us o de uniform e forne cido pe l
o M unicípio.
Portador de CNH cate gorias A e B.
MECÂNICO LUBRIFICADOR
Atribuições: orie ntar as tare fas de m ontage m , re paro, l
ubrificação e re vis ão de m oto nive l
adora, tratore s ,
re troe s cavade iras , pás carre gade iras e outras m áq uinas pe s adas . Acom panh ar a e xe cução dos trabal
h os , obs e rvando
as ope raçõe s e e xam inando as parte s e xe cutadas ;dis tribuir, orie ntar e e xe cutar tare fas de m ontage m , re paro e re vis ão
de cam inh õe s e ve ícul
os pe s ados , de nature z a m ais com pl
e xa, s e m pre q ue s ol
icitado pe l
a Ch e fia. Supe rvis ionar a
guarda e cons e rvação de e q uipam e ntos e das fe rram e ntas util
iz adas ;z e l
ar pe l
al
im pe z a e arrum ação da oficina;orie ntar
os s e rvidore s q ue auxil
ie m na e xe cução de atribuiçõe s típicas da cl
as s e ; e fe tuar a m anute nção das m áq uinas ,
abas te ce ndo-as , l
ubrificando-as , m ante ndo-as s e m pre l
im pas e e fe tuando re paros ;de s e m pe nh ar outras tare fas q ue , por
s uas caracte rís ticas , s e incl
uam na s ua e s fe ra de com pe tência.
OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR
Atribuições: ope rar rol
o com pactador, control
ando s e us com andos ;e fe tuar a m anute nção das m áq uinas abas te ce ndoas , l
ubrificando-as , m ante ndosas s e m pre l
im pas ; de s e m pe nh ar outras atribuiçõe s q ue , por s uas caracte rís ticas , s e
incl
uam na s ua e s fe ra de com pe tência.
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
Atribuições: ins pe cionar am bie nte s e condiçõe s de trabal
h o, e m itindo pare ce r técnico q ue s ubs idie o pl
ane jam e nto e a
organiz ação do trabal
h o de form a s e gura; e s tudar e propor açõe s re l
ativas à pre ve nção de acide nte s de trabal
ho e
doe nças ocupacionais ; e l
aborar e divul
gar dis pos itivos l
e gais e ins titucionais de e l
im inação, control
e ou re dução
pe rm ane nte dos ris cos de acide nte s do trabal
h o, obs e rvando s ua corre ta apl
icação;inform ar os trabal
h adore s s obre os
ris cos de s uas atividade s e as m e didas para e l
im iná-l
os ou ne utral
iz á-l
os , cons cie ntiz ando-os e m favor da pre ve nção;
el
aborar m apas e re l
atórios e s tatís ticos , e ncam inh ando-os às áre as com pe te nte s ;e fe tuar re l
atórios para aval
iação de
ins al
ubridade e /ou pe ricul
os idade de tare fas e ocupaçõe s l
igadas à e xe cução do trabal
h o, propondo al
te rnativas de
el
im inação ou ne utral
iz ação dos ris cos e xis te nte s ; l
e vantar e e s tudar dados e s tatís ticos de acide nte do trabal
h o,
doe nças profis s ionais e do trabal
h o, anal
is ando a fre q üência e gravidade de s te s , para ajus te s das açõe s
pre ve ncionis tas , norm as e re gul
am e ntos e outros dis pos itivos de orde m técnica, vis ando à prote ção col
e tiva e individual
;
ins pe cionar e inform ar, através de pare ce r técnico, os dive rs os De partam e ntos M unicipais q uanto aos ris cos e xis te nte s
no am bie nte de trabal
h o, orie ntando-os s obre norm as e proce dim e ntos de s e gurança e h igie ne do trabal
h o; indicar,
s ol
icitar e orie ntar a util
iz ação e cons e rvação de e q uipam e ntos de prote ção individuale col
e tivo, vis ando à s e gurança;
e xe cutar atividade s de s e gurança e h igie ne do trabal
h o, através
(FLS.04 DA LEI MUNICIPAL Nº 1041, DE 15 DE JUNHO DE 2010)
da util
iz ação de m étodos e técnicas cie ntíficas , q ue vis e m à m e l
h oria das condiçõe s do am bie nte , control
e ou re dução
pe rm ane nte dos ris cos de acide nte s do trabal
h o, para pre s e rvar a inte gridade fís ica e m e ntaldo trabal
h ador;
e ve ntual
m e nte , conduz ir ve ícul
os , de vidam e nte h abil
itado;e xe cutar tare fas afins , incl
us ive as e ditadas no re gul
am e nto
da profis s ão.
OPERADOR DE MÁQUINA ESCAVADEIRA
Atribuições: ope rar m áq uinas e s cavade iras , control
ando s e us com andos de corte e e l
e vação; ope rar m áq uinas
providas de pás de com ando h idrául
ico;ope rar tratore s providos de um a l
âm ina frontalcôncavo de aço;ope rar m áq uina
nive l
adora m unida de um a l
âm ina ou e s carificador e m ovida por autopropul
s ão ou por re boq ue ; ope rar m áq uina
m otoriz ada e provida de rol
os com pre s s ore s ou cil
índricos ;ope rar m áq uina pavim e ntadora, e xe cutar outras tare fas q ue ,
por s uas caracte rís ticas , s e incl
uam na s ua e s fe ra de com pe tência.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CAJATI
ESTADO DE SÃO PAULO
CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2013
ANEXO II { PROGRAMA DE PROVAS
ENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO
)
)
)
AUXILIAR DE SERVIÇOS DIVERSOS
COZINHEIRO(A)
MERENDEIRA
CONHECIMENTOS GERAIS
PORTUGUÊS: 1. Es tudo de te xto: com pre e ns ão e e s tabe l
e cim e nto de re l
açõe s e ntre ide ias contidas no te xto;
ide ntificação do s ignificado de pal
avras no te xto;e l
aboração de concl
us õe s a partir das inform açõe s contidas no te xto.
2. Conh e cim e ntos l
inguís ticos : adje tivos , pronom e s , advérbios e conjunçõe s ; pontuação: ponto-final
, ponto de
e xcl
am ação, ponto de inte rrogação, dois pontos , trave s s ão e vírgul
a; concordância do artigo com o s ubs tantivo e do
adje tivo com o s ubs tantivo; concordância do ve rbo com o s uje ito (cas os s im pl
e s ); pronom e s pe s s oais e pos s e s s ivos ;
ortografia. O bs . Jás e rão util
iz adas as re gras ortográficas introduz idas pe l
o De cre to Fe de raln. 6.583 de 29 /09 /08.
MATEMÁTICA: 1. Le itura e e s crita dos núm e ros naturais (inte iros e não-ne gativos ). 2. Núm e ros pare s e núm e ros
ím pare s , ante ce s s or e s uce s s or de um núm e ro natural
. 3. Conce ito de dobro, tripl
o, de z e na, ce nte na, dúz ia. 4.
O pe raçõe s com núm e ros naturais . Probl
e m as de apl
icação. 5. O pe ração com os conjuntos num éricos : adição,
s ubtração, divis ão, m ul
tipl
icação, pote nciação e radiciação. 6. Unidade s de com prim e nto (ce ntím e tro, m e tro, q uil
ôm e tro),
te m po (h ora, m inuto e s e gundo, dia, m ês e ano), áre a (m e tro q uadrado) e vol
um e (m e tro cúbico). 7. Probl
e m as
e nvol
ve ndo a nos s a m oe da, o re al
. 8. Probl
e m as de raciocínio l
ógico ade q uado ao níve l
.
ENSINO FUNDAMENTAL COMPLETO
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE DA FAMÍLIA
FISCAL
MECÂNICO
MECÂNICO LUBRIFICADOR
MOTORISTA DE AMBULÂNCIA
MOTORISTA
OPERADOR DE MÁQUINA ESCAVADEIRA
OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA
OPERADOR DE PATROL
OPERADOR DE RETRO-ESCAVADEIRA
OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR
PEDREIRO
VIGIA
CONHECIMENTOS GERAIS
PORTUGUÊS: Fonética e Fonol
ogia; Divis ão s il
ábica; Ace ntuação gráfica; Em pre go do h ífe n; O rtografia; Pontuação;
Es trutura das pal
avras ;Cl
as s e s gram aticais ;Fl
e xão ve rbale nom inal
;Pronom e s : e m pre go e col
ocação;Em pre gos de
te m pos e m odos ve rbais , voz e s do ve rbo; Concordância nom inale ve rbal
; Cras e ; Inte rpre tação de te xto; Anál
is e
s intática: te rm os da oração, cl
as s ificação de oraçõe s . O bs . Já s e rão util
iz adas as re gras ortográficas introduz idas pe l
o
De cre to Fe de raln. 6.583 de 29 /09 /08.
MATEMÁTICA: Conjuntos Num éricos : naturais , inte iros , racionais , irracionais e re ais ; O pe raçõe s com os conjuntos
num éricos : adição, s ubtração, m ul
tipl
icação, divis ão, pote nciação e radiciação; Eq uação e ine q uação do 1º grau;
Eq uação do 2º grau; Fatoração; Porce ntage m ; Juros s im pl
e s e com pos tos ; De s contos ; Re l
açõe s e Funçõe s ; Áre a,
pe rím e tro, vol
um e e de ns idade ; Áre a das figuras pl
anas ; Sis te m a de cim alde m e didas ; Pol
ígonos e circunfe rência;
Raz õe s e proporçõe s .
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE DA FAMÍLIA
Sis te m a único de Saúde (SUS);Es tratégia do PSF, Diagnós tico com unitário;Dinâm ica e participação de com unidade ;O
Age nte Com unitário de Saúde ; Ate nção Bás ica à Saúde ; Atribuiçõe s do ACS; PACS - Program a de Age nte s
Com unitários de Saúde ; PSF - Program a de Saúde da Fam íl
ia; Situaçõe s de Ris co; Cadas tram e nto de fam íl
ias ;
Acom panh am e nto da ge s tante ;Acom panh am e nto da criança;Cól
e ra;Doe nça de Ch agas ;De ngue ;Fe bre Am are l
a.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
Bras il
, M inis tério da Saúde - Se cre taria de Pol
ítica de Saúde - O trabal
h o do Age nte Com unitário de Saúde Bras íl
ia/2000
Bras il
. M inis tério da Saúde , De partam e nto de Ate nção Bás ica. Guia prático do program a de Saúde da Fam íl
ia. Bras íl
ia,
M inis tério da Saúde , 2.001.
M INISTÉRIO DA SAÚDE: Se cre taria de Pol
íticas de Saúde ;Re vis ta Bras il
e ira de Saúde da Fam íl
ia. M inis tério da Saúde
- Ano IInº05 - K]ek `a 0,..0 ,
M inis tério da Saúde : Se cre taria de Pol
íticas de Saúde ;Re vis ta Bras il
e ira de Saúde da Fam íl
ia. M is tério da Saúde Ano II
nº4 - Bras íl
ia - Jane iro 2002.
Bras il
, M inis tério da Saúde - Ge s tão M unicipalde Saúde : Te xtos bás icos , Rio de Jane iro: Bras il
, M inis tério da Saúde 2.001.
Com unidade Sol
idária. Program a de Age nte s Com unitários de Saúde . PACS. Bras íl
ia, DF.
BRASIL. M inis tério da Saúde . Guia Bras il
e iro de Vigil
ância Epide m iol
ógica. Bras íl
ia. Fundação Nacionalde Saúde .
BRASIL. M inis tério da Saúde . O trabal
h o do Age nte Com unitário de Saúde .
Legislação e Portaria
Le i nº8080 de 19 /09 /19 9 0.
Portaria nº1886/GM - 1.9 9 7.
FISCAL DE POSTURAS
Le i Fe de ralnº10.09 8 de 19 /12/2000 (Ace s s ibil
idade ).
De cre to Fe de ralnº5.29 6 de 02/12/2004 (Ace s s ibil
idade ).
ABNT NBR 9 050 (Ace s s ibil
idade ).
Le i Com pl
e m e ntar 003/07 de 29 de junh o de 2007 Código de Pos turas do M unicípio de Cajati
MOTORISTA DE AMBULÂNCIA
MOTORISTA
OPERADOR DE MÁQUINA ESCAVADEIRA
OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA
OPERADOR DE PATROL
OPERADOR DE RETRO-ESCAVADEIRA
OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR
Le i 9 .503 de 23 de s e te m bro de 1.9 9 7
Le i 9 .602 de 21 de jane iro de 1.9 9 8
Conh e cim e ntos ge rais s obre dire ção de fe ns iva
Noçõe s bás icas de prim e iros s ocorros , m e cânica e m e io am bie nte
Pl
acas de s inal
iz ação e re gul
am e ntação de trâns ito
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
ª
SO BRINH O , Jos éAl
m e ida e O utros , Novo Código de Trânsito Brasileiro. Editora Jurídica M iz uno, 1 e d. Cam pinas -SP.
VIGIA
-
Técnicas de vigil
ância
Se rviços de Guarda
Re gis tro de ocorrências
M e didas de e m e rgência
Se gurança física das ins tal
açõe s
Prote ção de e ntradas não pe rm itidas
Pre ve nção de s abotage m
Noçõe s bás icas de s ocorros de urgência
Pre ve nção e com bate a princípios de incêndio
Cl
as s ificação de incêndios
Propagação de cal
or e age nte s de e xtinção
ENSINO MÉDIO/TÉCNICO COMPLETO
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
AGENTE DE CONTROLE DE VETOR
AGENTE DE DEFESA CIVIL
AGENTE DE TRÂNSITO
ALMOXARIFE
ARQUIVISTA
AUXILIAR DE DENTISTA
CADASTRADOR
ESCRITURÁRIO
INSPETOR DE ALUNOS
MONITOR DE ATIVIDADES SOCIAIS
SECRETÁRIO DE ESCOLA
RECEPCIONISTA
TÉCNICO DE ENFERMAGEM
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
TÉCNICO DE FARMÁCIA
TÉCNICO DE INFORMÁTICA
TÉCNICO DE GESSO
TÉCNICO DE RAIO-X
TOPÓGRAFO
VISITADOR SANITÁRIO
CONHECIMENTOS GERAIS
PORTUGUÊS: Fonética e Fonol
ogia; Divis ão Sil
ábica; Ace ntuação Gráfica; Em pre go do h ífe n; O rtografia; Pontuação;
Proce s s os de Form ação das Pal
avras ;Es trutura das Pal
avras ;Cl
as s e s Gram aticais ;Pronom e s : e m pre go e col
ocação;
Em pre gos de te m pos e m odos ve rbais , voz e s do ve rbo;Concordância nom inale ve rbal
;Cras e ;Inte rpre tação de te xto;
Anál
is e Sintática;Anál
is e M orfol
ógica;Re gência Ve rbale Nom inal
;Figuras de Linguage m ;Vícios de Linguage m . O bs . Já
s e rão util
iz adas as re gras ortográficas introduz idas pe l
o De cre to Fe de raln. 6.583 de 29 /09 /08.
MATEMÁTICA: Conjuntos Num éricos : naturais , inte iros , racionais , irracionais e re ais ;Inte rval
os ;Expre s s õe s al
gébricas ;
Pote nciação; Radiciação; Eq uação e ine q uação do 1º grau; Fatoração; Re gra de Três s im pl
e s e com pos ta;
Porce ntage m ; Juros s im pl
e s e com pos tos ; De s contos ; Noçõe s de e s tatís tica: m édias , dis tribuição de fre q üências e
gráficos ;Eq uação do 2ºgrau;Funçõe s do 1ºe do 2ºgraus : conce ito, gráfico, proprie dade s e raíz e s ;Ge om e tria: pl
ana e
e s pacial
; Re l
açõe s e funçõe s ; Sis te m a de cim alde m e didas : unidade de com prim e nto e s upe rfície ; Áre a das Figuras
Pl
anas .
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
AGENTE DE CONTROLE DE VETOR
DENGUE: Conce ito; As pe ctos e pide m iol
ógicos ; Age nte e tiol
ógico; Ve tore s ; M odo de trans m is s ão; Pe ríodo de
incubação; Pe ríodo de trans m is s ibil
idade ; Sus ce tibil
idade e im unidade ; Incidência; M e didas de control
e ; Vigil
ância
e pide m iol
ógica;De ngue cl
ás s ico;De ngue h e m orrágico.
RAIVA: Conce ito;Age nte e tiol
ógico;Fonte de infe cção;Pe ríodo de incubação;M odo de trans m is s ibil
idade ;M e didas de
control
e.
LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA { LTA / LEISHMANIOSE VISCERAL: Conce ito;Age nte e tiol
ógico;
Fonte de infe cção;Pe ríodo de incubação;Pe ríodo de trans m is s ão;M e didas de control
e.
ANIMAIS PEÇONHENTOS (SERPENTES, ARANHAS, ESCORPIÕES): Caracte rís ticas ;As pe ctos cl
ínicos ;
Epide m iol
ogia;Pre ve nção de acide nte s .
FEBRE AMARELA: Conce ito;Trans m is s ão;Vacina;Sintom as .
AGENTE DE DEFESA CIVIL
Sis te m a Nacionalde De fe s a Civil
. Sis te m a Es tadualde De fe s a Civil
. Le s õe s Am bie ntais Urbanas : l
ixo, pich ação, de je tos
urbanos , áre as de prote ção am bie ntalna z ona urbana. O pe raçõe s e m e nch e nte s : cuidados , ris cos m ais com uns ,
ate ndim e nto a pe s s oas il
h adas . O pe raçõe s de Sal
vam e nto; Aval
iação de danos e s truturais : Trincas , fis s uras e
rach aduras ; s inais im ine nte s de q ue da de e s truturas de al
ve naria; Prim e iros Socorros : Noçõe s bás icas de anatom ia;
aval
iação do l
ocalde ocorrência; bios s e guranca; cine m ática do traum a; O xige niote rapia; Aval
iação de vitim as ;
Re anim ação cardiopul
m onar;M ovim e ntação e trans porte de acide ntados ;H e m orragias e fe rim e ntos e m te cidos m ol
es;
traum atis m os de e xtre m idade s ; traum atis m os e m ge s tante s , idos os e pe diátricos ; Que im aduras ; intoxicaçõe s ;
Afogam e nto e q uas e afogam e nto; infarto agudo do m iocárdio; ataq ue is q uêm ico trans itório e cris e h ipe rte ns iva;
e m e rgências re s piratórias ; convul
s ão; abdôm e n agudo; diabe te s ; Parto e m e rge ncial
; triage m de vitim as ; vitim as com
ne ce s s idade s e s pe ciais ;dis túrbios de com portam e nto.
AGENTE DE TRÂNSITO
Ética no s e rviço públ
ico. Noçõe s de Cidadania. Re gul
am e nto de trans porte s : o s is te m a de trans porte s rodoviários , l
e is e
de cre tos q ue atual
iz am o te m a. Técnicas de ope ração e fis cal
iz ação de trans porte s . Le gis l
ação de trâns ito: Le i n°
9 .503/9 7 (Código de trâns ito Bras il
e iro) e re s ol
uçõe s do CO NTRAN. Noçõe s de ide ntificação do ve ícul
o e da
docum e ntação. Prim e iros s ocorros . Noçõe s bás icas de ate ndim e nto ao públ
ico e de re l
acionam e nto h um ano.
ALMOXARIFE
-
Re ce bim e nto, guarda e e ntre ga de m ate riais ;
Lançam e nto das re q uis içõe s de m ate riais ;
Ide ntificação dos ite ns e conh e cim e nto de m ate riais ;
Sis te m a m étrico e s is te m a ingl
ês de m e didas ;
Inve ntário;
Contage m fís ica;
O rganiz ação de al
m oxarifado;
Conce itos de e s toq ue m édio;
Sis te m a de control
e contábilde Notas Fis cais ;
Adm inis tração de m ate riais e e s toq ue ;
Se paração e aval
iação de be ns ins e rvíve is .
ARQUIVISTA
Arquivos:
&
Corre nte , inte rm e diário e pe rm ane nte
&
Te oria das três idade s
&
Cicl
o vitaldos docum e ntos
&
Arq uivos q uanto ànature z a
&
Arq uivos q uanto àabrangência
&
Le i nº 8.159 , de 08/01/19 9 1 - Dis põe s obre a pol
ítica nacionalde arq uivos públ
icos e privados e dá outras
providências . Re gul
am e ntada pe l
o De cre to nº4.073, de 03/01/2002
&
De cre to nº 4.9 15, de 12/12/2003 - Dis põe s obre o Sis te m a de Ge s tão de Docum e ntos de Arq uivo - SIGA, da
adm inis tração públ
ica fe de ral
, e dáoutras providências .
Museologia:
&
Le i n°7.728/19 84;
&
De cre to n°9 1.775/19 85.
Conhecimento da Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011:
o
o
o
&
Re gul
a o ace s s o a inform açõe s pre vis to no incis o XXXIII do art. 5 , no incis o II do § 3 do art. 37 e no § 2 do art.
o
o
216 da Cons tituição Fe de ral
;al
te ra a Le i n 8.112, de 11 de de z e m bro de 19 9 0;re voga a Le i n 11.111, de 5 de m aio de
o
2005, e dis pos itivos da Le i n 8.159 , de 8 de jane iro de 19 9 1;e dáoutras providências .
&
Atualidades sobre artes, cultura e história.
&
Conhecimento de Atos e Poderes Administrativos.
AUXILIAR DE DENTISTA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
Prom oção e pre ve nção e m s aúde bucal
;
Anatom ia e Fis iol
ogia Bucal
;
Proce s s o de trabal
h o e h um aniz ação e m s aúde ;
Ergonom ia e técnicas de ins trum e ntação;
Bios s e gurança;
Eq uipam e ntos , m ate riais , m e dicam e ntos e ins trum e ntais odontol
ógicos e de h igie ne de ntal
;
Conce itos bás icos s obre proce dim e ntos re s tauradore s ;
Prote ção radiol
ógica ocupacional
;
Program a Saúde da Fam íl
ia.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
TSB e ASB - Técnico e m Saúde Bucal e Auxil
iar e m Saúde Bucal - O dontol
ogia de Qual
idade
ª
Cris tiane F. Sae s Lobas e Col
s . Santos , 2 Ed., 2008 (re -im pre s s ão)
ª
M anualdo Trabal
h o e Form ação do ACD E TH D - Nova De nom inação ASB e TSB. M árcia Boe n Garcia Linan. Santos , 1
e d., 2009 .
Auxil
iare s e m O dontol
ogia ACD - TH D - TPD - APD - Ergonom ia 3. O l
avo Be rgam as ch i Barros . Pancas t19 9 5.
BRASIL. M inis tério da Saúde . Control
e de infe cçõe s e a prática odontol
ógica e m te m pos de AIDS. M anualde condutas
2000.
BRASIL. M inis tério Da Saúde . Se rviços O dontol
ógicos . Pre ve nção e Control
e de Ris co. Agência Nacionalde Vigil
ância
Sanitária. Bras íl
ia: ANVISA
BRASIL, M inis tério da Saúde . De p. de Ate nção Bás ica;Guia Prático do Program a de Saúde da Fam íl
ia - M .S.**
CADASTRADOR
ESCRITURÁRIO
- CONHECIMENTOS EM INFORMÁTICA:
MS-Word 2003: e s trutura bás ica dos docum e ntos , e dição e form atação de te xtos , cabe çal
h os , parágrafos , fonte s ,
col
unas , m arcadore s s im ból
icos e num éricos , tabe l
as , im pre s s ão, control
e de q ue bras e num e ração de páginas ,
l
e ge ndas , índice s , ins e rção de obje tos , cam pos pre de finidos , caixas de te xto. MS-Excel 2003: e s trutura bás ica das
pl
anil
h as , conce itos de cél
ul
as , l
inh as , col
unas , pas tas e gráficos , e l
aboração de tabe l
as e gráficos , us o de fórm ul
as ,
funçõe s e m acros , im pre s s ão, ins e rção de obje tos , cam pos pre de finidos , control
e de q ue bras e num e ração de páginas ,
obte nção de dados e xte rnos , cl
as s ificação de dados . Correio Eletrônico: us o de corre io e l
e trônico, pre paro e e nvio de
m e ns age ns , ane xação de arq uivos . Internet: Nave gação Inte rne t, conce itos de URL, l
ink s , s ite s , bus ca e im pre s s ão de
páginas .
INSPETOR DE ALUNOS
SECRETÁRIO DE ESCOLA
( Le i nº8.069 /9 0 - de 13 de jul
h o de 19 9 0: Dis põe s obre o Es tatuto da Criança e do Adol
e s ce nte .
( Le i nº9 .39 4/9 6 - de 20 de de z e m bro de 19 9 6: Es tabe l
e ce as Dire triz e s e Bas e s da Educação Nacional
.
- CONHECIMENTOS EM INFORMÁTICA:
MS-Word 2003: e s trutura bás ica dos docum e ntos , e dição e form atação de te xtos , cabe çal
h os , parágrafos , fonte s ,
col
unas , m arcadore s s im ból
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obte nção de dados e xte rnos , cl
as s ificação de dados . Correio Eletrônico: us o de corre io e l
e trônico, pre paro e e nvio de
m e ns age ns , ane xação de arq uivos . Internet: Nave gação Inte rne t, conce itos de URL, l
ink s , s ite s , bus ca e im pre s s ão de
páginas .
MONITOR DE ATIVIDADES SOCIAIS
FREIRE, P. Educação e m udança. São Paul
o: Paz e Te rra, 19 9 4 (h ttp://w w w .s l
ide s h are .ne t/nfraga/paul
o-fre ire -e ducaoe -m udana)
_ _ _ _ _ _ _ _ _ . Profis s ão: Educador Social
. Porto Al
e gre : ARTM ED, 2003)
Le i Fe de ral8069 /9 0 Estatuto da criança e do adolescente.
o
Le i n 10.741, de 1ºde outubro de 2003. Dis põe s obre o Es tatuto do Idos o
Le i 8.742 de 07.12.19 9 3 Le i O rgânica da As s is tência Social(LO AS).
RECEPCIONISTA
- CONHECIMENTOS EM INFORMÁTICA:
MS-Word 2003: e s trutura bás ica dos docum e ntos , e dição e form atação de te xtos , cabe çal
h os , parágrafos , fonte s ,
col
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icos e num éricos , tabe l
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e de q ue bras e num e ração de páginas ,
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e ge ndas , índice s , ins e rção de obje tos , cam pos pre de finidos , caixas de te xto. MS-Excel 2003: e s trutura bás ica das
pl
anil
h as , conce itos de cél
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aboração de tabe l
as e gráficos , us o de fórm ul
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e de q ue bras e num e ração de páginas ,
obte nção de dados e xte rnos , cl
as s ificação de dados . Correio Eletrônico: us o de corre io e l
e trônico, pre paro e e nvio de
m e ns age ns , ane xação de arq uivos . Internet: Nave gação Inte rne t, conce itos de URL, l
ink s , s ite s , bus ca e im pre s s ão de
páginas .
TÉCNICO DE ENFERMAGEM
M e todol
ogia do proce s s o de e nfe rm age m e o raciocínio crítico na s is te m atiz ação da as s is tência de e nfe rm age m
Enfe rm age m e m ce ntralde m ate riale e s te ril
iz ação
As s is tência de e nfe rm age m aos pacie nte s com diagnós ticos cl
ínicos e e m e s pe cialorie ntação do pacie nte diabético e
h ipe rte ns o.
As s is tência de e nfe rm age m e m pe diatria e ne onatol
ogia
As s is tência de e nfe rm age m e m urgências e e m e rgências
As s is tência de e nfe rm age m e m Saúde M e ntal
As s is tência de e nfe rm age m e m s aúde públ
ica e program as de s aúde do M inis tério da Saúde
As s is tência de e nfe rm age m e m obs te trícia, gine col
ogia
Adm inis tração e ge re nciam e nto e m e nfe rm age m
Enfe rm age m e m s aúde do trabal
h ador
Vigil
ância e Prom oção e m s aúde
Le gis l
açõe s re gul
am e ntadoras do e xe rcício profis s ionalda e nfe rm age m
Com pe tências do Cons e l
h o Fe de ralde Enfe rm age m e Cons e l
h o Re gionalde Enfe rm age m
Código de Ética dos Profis s ionais de Enfe rm age m
Com unicação e m e nfe rm age m
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
w w w .s aúde .gov.br
h ttp://w w w .w h o.int/e n
w w w .anvis a.gov.br
h ttp://w w w .cns .org.br
w w w .h os pvirt.org.br
w w w .inca.gov.br
h ttp://w w w .pah o.org
w w w .core n.org.br
BRUNNER, L.S.;SUDDARTH , D.S. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 9 . e d. Rio de Jane iro: Guanabara K oogan,
2002. v. 1, 2, 3 e 4.
Diagnós ticos de Enfe rm age m da NANDA: de finiçõe s e cl
as s ificação 2005-2006/Nort Am e rican Nurs ing Diagnos is
As s ociation;tradução Cris tina Corre a. Porto Al
e gre : Artm e d, 2006.
GO LDENZ W AIG, N.R.S.C. Adm inis tração de M e dicam e ntos na Enfe rm age m , 5ªe d. Editora Guanabara K oogan, 20052006.
PO TTER, P.A;PERRY A.,G. Grande tratado de enfermagem: prática cl
ínica e prática h os pital
ar. 3. e d. Santos Editora,
2002.
STEFANELLI, M . C;CARVALH O , E. C. A Com unicação nos dife re nte s conte xtos da Enfe rm age m . Barue ri: M anol
e Ltda,
2005.156p.
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
Le gis l
ação Es pe cífica.
$ Le i nº6.514/77.
$ Norm as re gul
am e ntadoras (NR) aprovadas pe l
a Portaria nº3.214/78.
$ Le gis l
açõe s com pl
e m e ntare s .
$ Norm as de s e gurança da ABNT.
Acide nte de trabal
h o: conce itos , re gis tro, com unicação, anál
is e e e s tatís tica.
Pre ve nção e control
e de ris cos .
Prote ção contra incêndios e e xpl
os õe s .
Ge re nciam e nto de ris cos .
Ergonom ia.
Doe nças do trabal
h o.
Prote ção ao m e io-am bie nte .
Ge s tão inte grada de SM S.
Noçõe s e m s is te m a de ge s tão pe l
a q ual
idade conform e critérios de e xce l
ência do PQNS.
TÉCNICO DE FARMÁCIA
1. Noçõe s bás icas de Fís ico-Quím ica
1.1. Sol
uçõe s
1.2. Conce ntraçõe s
1.3. Dil
uiçõe s
1.4. Sus pe ns õe s
1.5. Em ul
s õe s
2. Noçõe s bás icas s obre ope raçõe s farm acêuticas
2.1. Pe s age m
2.2. M e didas de vol
um e
2.3. Se paração
2.4. Divis ão
3. Unidade s de m as s a, de com prim e nto e de vol
um e ;
4. Noçõe s bás icas de antis s e ps ia, de s infe cção e e s te ril
iz ação;
5. Noçõe s de organiz ação e funcionam e nto de e s tabe l
e cim e ntos farm acêuticos ;
6. Form as farm acêuticas ;
7. Nom e s com e rciais , princípios ativos e apre s e ntaçõe s dos m e dicam e ntos ;
8. Es tocage m e control
e de te m pe ratura de ge l
ade ira, am bie nte e um idade ;da val
idade e dos as pe ctos fís ico-q uím icos
dos m e dicam e ntos ;
10. Vias de adm inis tração dos m e dicam e ntos ;
11. M e dicam e ntos control
ados , ge néricos e antibióticos ;
12. Tipos de re ce itas ;
13. Noçõe s de l
e gis l
ação farm acêutica e s anitária;
14. Conce itos bás icos de s aúde e doe nça;
15. Noçõe s s obre os ris cos e be ne fícios na util
iz ação de m e dicam e ntos .
16. Noçõe s bás icas de farm acol
ogia, portaria 344/9 8 q ue trata dos ps icotrópicos e a portaria RDC 44 q ue trata s obre a
pre s crição e dis pe ns ação de antibióticos
TÉCNICO DE INFORMÁTICA
-
M S O ffice 2007 (W ord, Exce l
, Pow e r Point, Ace s s e e tc - Pacote O ffice )
Nave gadore s : M S Inte rne tExpl
ore r, Ch rom e , Fire fox
M S W indow s XP /Vis ta /7 /2003
Linux Ubuntu /De bian /Sl
ack w are /Ce ntO s /
Configuração de re de s , cabe am e nto e s truturado e pe riféricos de re de
Configuração de Fire w al
l
, DH PC, DNS
H ardw are e M anute nção de com putadore s
Bibliografia Livre
TÉCNICO DE GESSO
1- Im obil
iz açõe s de finitivas ge rais
$ Apare l
h os ge s s ados
$ Toracobraq uial
$ Braq uiom anual
$ Braq uiom anualpe nde nte
$ Braq uiom anuale m cartuch o
$ Ante braq uiom anual
$ Ante braq uiopal
m ar
$ Cal
ção ge s s ado
$ M ine rva
$ Col
e te ge s s ado
$ H e m ipe l
vipodál
ico
$ Pe l
vipodál
ico
$ Inguinopodál
ico
$ Inguinom al
e ol
ar
$ Suropodál
ico
2- Gote iras
$ Gote iras Ge s s adas
$ Gote ira Ante braq uiom anual
$ Gote ira Ante braq uiopal
m ar
$ Gote ira Braq uiom anual
$ Gote ira Braq uiom anualpe nde nte
$ Gote ira Suropodál
ica
$ Gote ira Inguinopodál
ica
$ Gote ira Pe l
vipodál
ica
3- Traçõe s
$ Traçõe s s im pl
es
4- Tal
as m e tál
icas
$ Tal
a m e tál
ica digital
5- Enfaixam e ntos
6- Im obil
iz açõe s De finitivas Es pe ciais
$ No e s porte
$ Im obil
iz açõe s para as m ãos
$ Im obil
iz açõe s para os pés
7- Im obil
iz açõe s para outras articul
açõe s
8- Le ito ge s s ado
9 - O utras im obil
iz açõe s
$ Na e s col
ios e
$ No pétorto congênito
$ No joe l
h o Val
go ou Varo
$ Nas fraturas e l
uxaçõe s
$ Cal
ção de contratação
10- Nas am putaçõe s
$ M ode l
age m do coto
$ Jane l
a no ge s s o
TÉCNICO DE RAIO-X
- Conce itos de radiação.
- Produção de RX - proprie dade s fís icas dos RX.
- Aritm ética da e xpos içõe s .
- O fil
m e radiográfico - ch as s is - e ncrans .
- Radiação e s pal
h ada.
- Antidifus ore s - Grade s .
- Em is s ão de RX.
- Fatore s q ue infl
ue nciam a im age m radiográfica.
- Efe itos biol
ógicos das radiaçõe s Ioniz ante s
- Prote ção Radiol
ógica.
- Efe ito Anódico.
- Re ve l
ação M anuale autom ática de fil
m e s radiográficos .
- Re l
ação K v/M a.
- Crânio-face -s e ios paranas ais .
- Col
una Ve rte bral
.
- Abdom e -Tórax.
- O m opl
ata-Úm e ro-Articul
ação Es te ro-Cl
avicul
ar.
- O s s os l
ongos -e xtre m idade s .
- Pl
anigrafia conve ncional
.
- Apare l
h o Dige s tivo: Es ôfago Técnica Padrão - Trâns ito Inte s tinal- Ene m a O paco - Col
e cis togram a Col
angiografia
Ve nos a - Sial
ografia.
- Apare l
h o Ge nito-Unrinário: Urografia Excre tora - Ure trocis tografia M iccional- H is te ros s al
pingografia - Pie l
ografia
As ce nde nte .
- Radiografias de Urgências e m Pol
itraum atiz ados
- Exam e s e s pe cial
iz ados : Arte riografias ce re bral
, Re nal
, M e m bros Infe riore s , Aortografia - Fl
e bografia - Borncografia Linfografia - Fis tul
ografia - Pne um oartografia - Pne um om e dias tino - Dacriocis tografia.
- Tom ografia AxialCom putadoriz ada.
TOPÓGRAFO
Divis õe s da Topografia
Unidade s de m e didas Line are s e Angul
are s
Ins trum e ntos Topográficos e m ge ral
Le vantam e nto topográfico tipos
Dis tância h oriz ontale Dis tância de Níve l
Rum o e Az im uk
Coorde nadas Topográficas
Cál
cul
o de Pol
igonais e Áre as
Nive l
am e nto Ge om étrico
Le vantam e nto Pl
anial
tim étrico, Curva de Níve l
De s e nh o Técnico Topográfico. Conve ncional
. Es cal
as . Form ato de Pape l
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
CURSO DE TO PO GRAFIA Le l
is Sparte l
. Editora Gl
obo
EXERCÍCIO S DE TO PO GRAFIA Al
be rto de Cam pos Borge n. Editora Edgard Bl
uch e r
VISITADOR SANITÁRIO
Le i O rgânica da Saúde nº8.080/9 0;
Sis te m a Único de Saúde - dire triz e s e com pe tências ;
Sis te m a Único de Saúde - Artigo 6º, parágrafo 1º, íte ns I, II(atribuiçõe s da Vigil
ância Sanitária);
Cons tituição do Es tado;
Código Sanitário do Es tado;
Vigil
ância Sanitária: conce ito, abrangência das açõe s , açõe s de s e nvol
vidas por áre a de abrangência;
O rie ntação e m am bie nte s de trabal
h o e s aúde do trabal
h ador;
Control
e de ve tore s .
ENSINO SUPERIOR COMPLETO - ESPECÍFICO
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
ADVOGADO
ANALISTA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
ARQUITETO
ASSISTENTE SOCIAL
BIBLIOTECÁRIO
BIÓLOGO
ENFERMEIRO
ENFERMEIRO SAÚDE DA FAMÍLIA
ENGENHEIRO AGRÔNOMO
ENGENHEIRO AMBIENTAL
ENGENHEIRO CIVIL
FARMACÊUTICO
FISIOTERAPEUTA
FONOAUDIÓLOGO
PSICÓLOGO
NUTRICIONISTA
CONHECIMENTOS GERAIS
PORTUGUÊS: Inte rpre tação de te xto. O rtografia oficial
. Ace ntuação gráfica. Pontuação. Em pre go das cl
as s e s de
pal
avras : s ubs tantivo, adje tivo, num e ral
, pronom e , ve rbo, advérbio, pre pos ição e conjunção: e m pre go e s e ntido q ue
im prim e m às re l
açõe s q ue e s tabe l
e ce m . Voz e s ve rbais : ativa e pas s iva. Col
ocação pronom inal
. Concordância ve rbale
nom inal
. Re gência ve rbale nom inal
. Cras e . Sinônim os , antônim os , parônim os . Se ntido próprio e figurado das pal
avras .
O bs . Jás e rão util
iz adas as re gras ortográficas introduz idas pe l
o De cre to Fe de raln. 6.583 de 29 /09 /08.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ADVOGADO
DIREITO CO NSTITUCIO NAL:
- Dos princípios fundam e ntais .
- Conce ito e Cl
as s ificação de Cons tituição.
- Apl
icabil
idade e Inte rpre tação das Norm as
Cons titucionais .
- Pode r Cons tituinte .
- Dire itos e Garantias Fundam e ntais .
- Dire itos Pol
íticos
- Entidade s Com pone nte s da Fe de ração Bras il
e ira (União,
Es tados , Dis trito Fe de ral
, M unicípios )
- Da Inte rve nção
- Adm inis tração Públ
ica
- O rganiz ação dos Pode re s , M inis tério Públ
ico e Tribunais
de Contas .
- Do Congre s s o Nacional
, com pos ição e funcionam e nto.
- O Proce s s o Le gis l
ativo.
- Da Fis cal
iz ação
- Das atribuiçõe s dos m e m bros dos Pode re s ;
- Da O rganiz ação do Pode r Judiciário;
- Da Advocacia Públ
ica;
- Do orçam e nto e da tributação;
- Da re partição das re ce itas tributárias ;
- Da orde m e conôm ica e finance ira;
- Da s aúde públ
ica e da as s is tência s ocial
;
- Control
e de Cons titucional
idade
- Das e m e ndas cons titucionais .
DIREITO ADM INISTRATIVO :
- Princípios Inform ativos do Dire ito Adm inis trativo
- Adm inis tração Públ
ica.
- Se rvidore s públ
icos
- Ato Adm inis trativo.
-
Dos Praz os
Pre s s upos tos Proce s s uais
Da form ação, da s us pe ns ão e da e xtinção do proce s s o.
Citação e Intim ação
Do proce s s o ordinário.
Do proce s s o nos Tribunais .
Dos re curs os e m ge ral
.
Do proce s s o de e xe cução.
Da e xe cução e m ge ral
.
Exe cução Contra a Faz e nda Públ
ica
Dos e m bargos do de ve dor.
Do proce s s o caute l
ar.
Dos proce dim e ntos e s pe ciais .
DIREITO CIVIL:
- Princípios ge rais do Dire ito Civil
- Das Pe s s oas
- Dos Contratos
- Dos be ns
- Dos atos e dos fatos jurídicos
- Do dire ito das cois as
- Do Dire ito das obrigaçõe s
- Te oria das obrigaçõe s contratuais e e xtra contratuais
DIREITO DO TRABALH O
- Norm as Es pe ciais de Tute l
a do Trabal
h o;
- Princípios da Le gis l
ação e do Proce s s o do Trabal
h o;
- Contrato Individualde Trabal
h o;
- Dire itos Trabal
h is tas , duração do trabal
h o, férias ,
l
ice nças e cate gorias e s pe ciais ;
- Da prote ção do trabal
h o da m ul
h e r e do m e nor;
- Da re s cis ão do contrato de trabal
h o;
- Pode r Re gul
am e ntar de Pol
ícia
- Licitação Le i 8.666/9 3 e s uas al
te raçõe s ;
- Pre gão Le i 10.520/02
- Contratos Adm inis trativos .
- Parce ria Públ
ico Privada e Conce s s õe s de Se rviços
Públ
icos ;
- De s apropriação
- Be ns Públ
icos
- Proce s s o Adm inis trativo e Sindicância
- Re s pons abil
idade Civildo Es tado
- Im probidade Adm inis trativa Le i 8.429 /9 2
- Crim e s da Le i de Licitaçõe s Le i 8.666/9 3 e al
te raçõe s ;
- Inq uérito Civile Ação CivilPúbl
ica
DIREITO PRO CESSUALCIVIL:
- Da Juris dição e da ação.
- O rganiz ação Judiciária
- Com pe tência
- Das parte s e dos procuradore s .
- Do M inis tério Públ
ico.
- Proce s s o e Proce dim e nto
- Dos atos proce s s uais .
-
Da re m une ração do trabal
h o;
O rganiz ação do Trabal
h o;
O rganiz ação Sindical
;
Conve nçõe s Col
e tivas de Trabal
h o;
Jus tiça do Trabal
h o;
Proce s s o Judiciário do Trabal
h o;
Praz os no Proce s s o do Trabal
h o;
Exe cução no Proce s s o do Trabal
h o;
Re curs os no Proce s s o do Trabal
h o;
DIREITO TRIBUTÁRIO :
- Sis te m a Cons titucionalTributário.
- Com pe tência Tributária.
- Tributos e s uas e s pécie s .
- Fonte s do Dire ito Tributário: vigência, apl
icação,
inte rpre tação e inte gração da l
e gis l
ação tributária.
- Da obrigação tributária.
- Crédito tributário.
- Garantias e privil
égios do Crédito tributário.
- Proce s s o adm inis trativo tributário.
- Le i de Dire triz e s O rçam e ntárias
- Le i O rçam e ntária
BIBLIOGRAFIA OBRIGATÓRIA:
Cons tituição Fe de ral
, Em e ndas Cons titucionais e Le gis l
ação Com pl
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Código Tributário Nacionale Le gis l
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Le i Com pl
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Le i Com pl
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Le i Fe de ralnº9 .39 3/9 6 (do ITR).
ANALISTA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
1 Te orias da com unicação.
1.1 Conce itos , paradigm as , principais te orias .
1.2 Gl
obal
iz ação da inform ação.
1.3 M as s ificação ve rs us s e gm e ntação dos públ
icos .
1.4 Inte ratividade na com unicação.
1.5 Novos m e ios de com unicação.
2 H is tória dos m e ios de com unicação no m undo e no Bras il(jornal
is m o, rádio e TV).
3 Ética e l
e gis l
ação e m com unicação.
3.1 Cons tituição da Re públ
ica (Títul
o VIII, cap. Ve s uas al
te raçõe s ).
3.2 Código de ética do jornal
is ta.
3.2.1 Código de ética do re l
açõe s públ
icas .
3.3 Código bras il
e iro de autore gul
am e ntação publ
icitária (CO NAR).
4 Com unicação Públ
ica.
4.1 Conce itos e práticas (Ins trução Norm ativa SECO M -PR nº5 de 6 de junh o de 2011).
5 O pinião públ
ica.
5.1 Pe s q uis a, e s tudo e anál
is e e m bus ca de canais de inte ração com cada públ
ico e s pe cífico.
6 Com unicação organiz acional
.
6.1 Com pos to da com unicação.
6.2 Com unicação inte grada.
6.3 Com unicação inte rna: conce ito, obje tivos , canais .
6.4 Com unicação de cris e .
6.5 Ge s tão da im age m ins titucionale de m arca.
7 Jornal
is m o.
7.1 Gêne ros de re dação: de finição e e l
aboração da notícia.
7.2 Re portage m , e ntre vis ta, e ditorial
, crônica, col
una, pauta, inform ativo, com unicado.
7.3 Técnicas de re dação jornal
ís tica: l
e ad, s ub-l
e ad, pirâm ide inve rtida.
7.4 Critérios de s e l
e ção de notícia: re dação, e dição.
7.5 Noçõe s de re dação para te l
e jornal
is m o, w e bjornal
is m o e radiojornal
is m o.
8 As s e s s oria de Im pre ns a.
8.1 As s e s s oria públ
ica ve rs us as s e s s oria de e m pre s a.
8.2 O bje to e técnicas de as s e s s oria de im pre ns a.
8.3 Produtos e s e rviços de um a as s e s s oria de im pre ns a (re l
e as e , e xcl
us iva, col
e tiva).
8.4 M e ns uração de re s ul
tados (cl
ipping, auditoria de im age m , s e ns oriam e nto de m ídia).
8.5 Porta-voz e s ins titucionais e m e dia training.
9 Re l
açõe s Públ
icas : orige m , conce itos , te orias , pape ldo profis s ional
.
9 .1 Pl
ane jam e nto e s tratégico de com unicação.
9 .2 Proce s s o de com unicação nas organiz açõe s .
9 .3 Pl
ane jam e nto e organiz ação de e ve ntos .
9 .4 Conce itos bás icos de ce rim oniale protocol
o. 44
10 Publ
icidade e Propaganda: fundam e ntos , conce itos e final
idade .
10.1 Pl
ane jam e nto de cam panh a publ
icitária (obje tivos e proce s s o de criação).
10.2 Es trutura de agências de publ
icidade .
10.3 Pl
ane jam e nto e m m ídia.
10.4 Re dação publ
icitária.
10.5 Com unicação vis ual
.
10.6 Proce s s o gráfico: noçõe s de técnicas de de s ign para im pre s s os , audiovis uais e inte rne t.
10.7 Pl
ane jam e nto e ditorial
: il
us traçõe s , core s , vis ualda publ
icação.
11 Te m as e m e rge nte s de com unicação.
11.1 Re l
acionam e nto do jornal
is m o, publ
icidade e re l
açõe s públ
icas com as novas te cnol
ogias de com unicação.
11.2 Conce ito de h ipe rm ídia, conve rgências dos m e ios e as m ídias w e b digitais .
11.3 Conce ito e noçõe s de ge s tão de portais corporativos .
11.4 M ídias s ociais : e s tratégias de divul
gação ins titucionale re l
acionam e nto com os públ
icos .
ARQUITETO
1. TECNO LO GIA DAS EDIFICAÇÕES:
M ate riais e Técnicas de Cons trução;
Sis te m as Cons trutivos ;
Pl
ane jam e nto e O rçam e nto de O bra;
Topografia;
Ins tal
açõe s (El
étricas , Te l
e fonia, Cabe am e nto Lógico, H idrául
icas , Gás , Águas Pl
uviais );
Conforto Térm ico:
De s e m pe nh o de M ate riais e Ve ntil
ação Natural
;
Acús tica Arq uite tônica;
Il
um inação Naturale Artificial
;
Eficiência Ene rgética e Autom ação Pre dial
.
2. PRO JETO DE ARQUITETURA:
Linguage m e m e todol
ogia do proje to de arq uite tura;
Dom ínios Públ
ico e Privado;
As pe ctos Ps ico-s ociais do M e io Am bie nte ;(Us o Am bie ntal
);
Sus te ntabil
idade e s uas apl
icaçõe s proje tuais na arq uite tura;
De s e nvol
vim e nto Sus te ntáve lpe l
o Proje to de Arq uite tura;
Es truturas e a O rde nação do Es paço Edificado na Pais age m Urbana;
Program a de ne ce s s idade s fís icas das atividade s e dim e ns ionam e nto bás ico;
Layout;
Ergonom ia;
Fundam e ntos para Incl
us ão Socialde Pe s s oas com De ficiência e de O utros com M obil
idade Re duz ida;
El
e m e ntos de Ace s s ibil
idade a Edificaçõe s , Es paço e Eq uipam e ntos Urbanos ;
Conh e cim e ntos e m com putação gráfica apl
icados àarq uite tura, ao urbanis m o, ao pais agis m o e com unicação vis ual
.
3. URBANISM O E M EIO AM BIENTE:
Sítio Natural
;
Pais agis m o;
Es trutura Urbana;
Z one am e nto e Dive rs idade ;
De ns idade Urbana;
Áre as de inte re s s e e s pe cial
;
Tráfe go e H ie rarq uia Viária;
Im age m Urbana;
Us o e O cupação do Sol
o;
Le gis l
ação Urbanís tica;
Le gis l
ação am bie ntale urbanís tica, e s taduale fe de ral
;
Es tatuto da Cidade - dire triz e s ge rais da pol
ítica urbana - Le i n.°10.257, de 10/07/2001 e Le i Fe de raln.°6.766/79 ;
M e rcado Im obil
iário e Pol
ítica de Dis tribuição dos Us os Urbanos ;
Sus te ntabil
idade e s uas apl
icaçõe s proje tuais no urbanis m o e pais agis m o (Age nda 21 e Age nda H abitat).
Contratos e Re s pons abil
idade s de corre nte s da cons trução;
Dire ito de cons truir: l
im ite s , re s triçõe s de viz inh ança, l
im itaçõe s adm inis trativas ;
Ins trum e ntos de inte rve nção urbanís tica: l
im itaçõe s e re s triçõe s a proprie dade , s e rvidão urbanís tica, de s apropriaçõe s ;
Pl
ane jam e nto Urbano;
De s e nh o Urbano/Re s tauração Urbana;
Índice s Urbanísticos ;
Im pactos Am bie ntais Urbanos ;
M obil
iário Urbano/Com unicação Vis ualUrbana.
4. INFO RM ÁTICA:
Inte rne t: nave gação bás ica (Inte rne tExpl
ore r e M oz il
l
a Fire fox), util
iz ação de fe rram e ntas de bus ca (Googl
e , Yah oo, Al
ta
Vis ta, Cuile outros );
Se rviços W e b: trans fe rências de arq uivos (dow nl
oad e upl
oad);
Corre io e l
e trônico (W e bm aile program as cl
ie nte );
Se gurança: conce itos de vírus , s pam , ce rtificados de s e gurança;ace s s o a s ite s s e guros .
Cuidados e pre ve nçõe s ;antivírus ;antis pam ;
H ardw are : conce itos bás icos dos com pone nte s de um com putador;dis pos itivos de e ntrada e s aída;
Novos dis pos itivos de arm az e nam e nto;
Sis te m a ope racionalW indow s : conce itos bás icos de ope ração com arq uivos ;pas tas ;atal
h os ;
Am bie nte s de Re de : com partil
h am e nto de arq uivos e m re de ;cone xõe s de re de ;im pre s s ão re m ota de arq uivos ;
Apl
icativos no am bie nte W indow s : abrir e s al
var docum e ntos ; configuração do l
e iaute de página; ins e rção de figuras ,
tabe l
as e obje tos ;te cl
as de atal
h o;form atação e im pre s s ão de arq uivos ;
Editor de te xto: conce itos e ope raçõe s bás icas ;e dição e form atação de docum e ntos ;ins e rção de cabe çal
h os , rodapés e
num e ração de páginas ;us o de e s til
os de form atação;corre tore s ortográfico e gram atical
;
Editor de pl
anil
h as e l
e trônicas : conce itos e ope raçõe s bás icas ; conce itos de cél
ul
as , l
inh as e col
unas ; e l
aboração de
pl
anil
h as ;cál
cul
os us ando fórm ul
as e funçõe s ;cl
as s ificação de dados ;ins e rção de gráficos ;form atação de tabe l
as ;
Editor de apre s e ntação: ope raçõe s e conce itos bás icos ; form atação de apre s e ntaçõe s ; ins e rção de s l
ide m e s tre ;
ins e rção de figuras e obje tos ;apre s e ntação de s l
ide s .
AutoCAD
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Le i nº12.101 de 27 de nove m bro de 2009 .
De cre to nº6.307, de 14 de de z e m bro de 2007. Dis põe s obre os be ne fícios e ve ntuais de q ue trata o art. 22 da l
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Pol
ítica de As s is tência Social CRAS CREAS
Fam íl
ia e m s e us dive rs os conte xtos s ociais : de finição l
e gal
, configuraçõe s e novos arranjos fam il
iare s , m atricial
idade
s ócio fam il
iar, convivência fam il
iar e com unitária, pol
ítica de ate nção às fam íl
ias , am e aça e viol
ação de dire itos , viol
ência
dom és tica, abandono, rupturas conjugais .
Es tudo Sociale Es tudo Socioe conôm ico.
Pol
íticas de Ate nção ao Idos o e s uas dim e ns õe s conte m porâne as .
Pol
íticas de Ate nção às Pe s s oas com de ficiência.
BIBLIOTECÁRIO
Cl
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as s ificação De cim alde De w e y, CDU- Cl
as s ificação De cim al
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Unive rs al
, Tabe l
as PH A e CUTTER.
O rganiz ação e adm inis tração de Bibl
iote ca Es col
ar.
O rie ntação e m pe s q uis as e s col
are s .
Pape ldo Profis s ionalBibl
iote cário no conte xto s ócio-cul
tural
-e ducacional
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Form ação da col
e ção de Re fe rência.
Aq uis ição e Tratam e nto Técnico da Inform ação.
Açõe s vis ando form ação do l
e itor.
Se rviços de Re fe rência ou ate ndim e nto ao us uário.
Conh e cim e ntos Ge rais do AACR2.
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BIÓLOGO
$ Te orias cie ntíficas s obre a orige m da vida.
$ Evol
ução: h is tória da Biol
ogia Evol
utiva;orige m da variação ge nética;s e l
e ção naturale adaptação;m e canis m os de
e s pe ciação;e vol
ução h um ana.
$ Vírus : com pos ição q uím ica, e s trutura, cicl
o de re produção e viros e s .
$ Citol
ogia: com pos ição ce l
ul
ar: m e m brana pl
as m ática, núcl
e o, h ial
opl
as m a e organe l
as citopl
as m áticas ; Te oria
Ce l
ul
ar; re s piração ce l
ul
ar; obte nção de e ne rgia; crom os s om os , DNA, RNA e prote ínas ; cicl
o ce l
ul
ar; técnicas para
vis ual
iz ação de cél
ul
as .
$ H is tol
ogia: caracte riz ação de te cidos anim ais e ve ge tais .
$ Em briol
ogia: fe cundação, s e gm e ntação, e m briogêne s e e organogêne s e .
$ Ge nética: e xpre s s ão gênica; l
e is de M e nde l
; m apa ge nético; linkage; crossing over ou pe rm uta; código ge nético;
m utação; de finiçõe s de ge ne ; ge nética de popul
açõe s : princípio de H ardy-W e inbe rg e de riva ge nética; e nge nh aria
ge nética: te cnol
ogia do DNA re com binante , organis m os ge ne ticam e nte m odificados e cl
onage m .
$ Cl
as s ificação dos s e re s vivos : taxonom ia e cl
as s ificação h ie rárq uica;fil
oge nia;re gras de nom e ncl
atura;cl
as s ificação
dos grande s grupos de e ucariatos e procariotos .
$ M icrobiol
ogia: biol
ogia e com pos ição de bactérias , fungos e al
gas .
$ Z ool
ogia: anatom ia e fis iol
ogia com parada de ve rte brados e inve rte brados .
$ Botânica: nutrição ve ge tal
;cre s cim e nto ve ge tal
;fotos s ínte s e ;trans porte de água e nutrie nte s nas pl
antas , anatom ia
ve ge tal
; biol
ogia, e vol
ução e s is te m ática dos grande s grupos ve ge tais : Briófitas , pl
antas vas cul
are s s e m s e m e nte s ,
Gim nos pe rm as e Angios pe rm as .
$ Fis iol
ogia h um ana: ne urofis iol
ogia, fis iol
ogia cardiovas cul
ar, fis iol
ogia da re s piração, fis iol
ogia re nal
, fis iol
ogia do
s is te m a dige s tivo, fis iol
ogia e ndócrina, fis iol
ogia da re produção.
$ H igie ne e s aúde : doe nças nutricionais e paras itárias ;profil
axias para doe nças infe ccios as .
$ Ecol
ogia: com pone nte s bióticos e abióticos de um e cos s is te m a;biom as ;e ne rgia no e cos s is te m a;vias dos e l
e m e ntos
no e cos s is te m a: cicl
o da água e cicl
os bioge oq uím icos ; re ge ne ração dos e cos s is te m as ; cre s cim e nto e re gul
ação
popul
acional
;inte raçõe s e ntre as e s pécie s ;bioge ografia;de s e nvol
vim e nto e conôm ico e e col
ogia gl
obal
.
$ Fundam e ntos de biote s tatís tica: e s tatís tica de s critiva;cl
as s ificação de variáve is q uanto a s ua nature z a;corre l
ação;
probabil
idade ;dis tribuiçõe s contínuas e dis cre tas de probabil
idade ;inte rval
os de confiança;te s te de h ipóte s e s .
$ Técnicas e m h is tol
ogia: Pre paração de te cidos para e xam e m icros cópico; m icros copia de l
uz conve ncional
;
m icros copia de contras te de fas e ; m icros copia de fl
uore s cência; m icros copia confocal
; m icros copia e l
e trônica;
im unoh is toq uím ica;probl
e m as na inte rpre tação de corte s h is tol
ógicos .
$ Expe rim e ntação anim al
: ética na e xpe rim e ntação anim al
;cl
as s ificação dos anim ais de l
aboratório q uanto ao status
s anitário e ge nético;criação e m ane jo de anim ais de l
aboratório;anal
ge s ia e ane s te s ia;e utanás ia;control
e de q ual
idade
de anim ais de l
aboratório;ge ração de anim ais trans gênicos e nocaute s .
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
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AIRES, M . M . Fisiologia. Ed. Guanabara K oogan.
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K ARDO NG, K . V. Vertebrados. 5ªe dição. Ed. Roca.
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W O LPERT, Le w is . Princípios de biologia do desenvolvimento. Ed. Arte s M édicas Sul
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ENFERMEIRO
M e todol
ogia do proce s s o de e nfe rm age m e o raciocínio crítico na s is te m atiz ação da as s is tência de e nfe rm age m
Enfe rm age m e m ce ntralde m ate riale e s te ril
iz ação, ce ntro cirúrgico e re cupe ração pós -ane s tés ica
As s is tência de e nfe rm age m aos pacie nte s com diagnós ticos cl
ínicos
As s is tência de e nfe rm age m e m s aúde da criança e do adol
e s ce nte
As s is tência de e nfe rm age m e m urgências
As s is tência de e nfe rm age m e m s aúde m e ntal
As s is tência de e nfe rm age m e m s aúde públ
ica e program as de s aúde do M inis tério da Saúde
As s is tência de e nfe rm age m e m s aúde da m ul
h e r e do h om e m
Adm inis tração e ge re nciam e nto e m e nfe rm age m
Enfe rm age m e m s aúde do trabal
h ador
Cuidados e pre ve nção da viol
ência contra grupos vul
ne ráve is , crianças , m ul
h e re s e idos os
Norm as unive rs ais de bio-s e gurança
Vigil
ância e m s aúde
Le gis l
açõe s re gul
am e ntadoras do e xe rcício profis s ionalda e nfe rm age m
Com pe tências do Cons e l
h o Fe de ralde Enfe rm age m e Cons e l
h o Re gionalde Enfe rm age m
Código de Ética dos Profis s ionais de Enfe rm age m
Com unicação e m e nfe rm age m
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w w w .inca.gov.br / h ttp://w w w .pah o.org / h ttp://w w w .m te .gov.br / w w w .bancode orgaos .org.br / w w w .aids .gov.br /
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dá
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e gis l
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Diagnós ticos de Enfe rm age m da NANDA: de finiçõe s e cl
as s ificação 2005-2006/Nort Am e rican Nurs ing Diagnos is
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ENFERMEIRO SAÚDE DA FAMÍLIA
Es tratégia do Program a Saúde da Fam íl
ia
M ode l
os de Ate nção a Saúde
Pl
ane jam e nto e s tratégico com o ins trum e nto de ge s tão e
as s is tência
Sis te m a de Ate nção Bás ica- com o ins trum e nto de trabal
ho
da e q uipe no Program a da Fam íl
ia
SUS
Le gis l
ação e Portarias
Pre ve nção e Prom oção a Saúde
Abordage m àSaúde Fam il
iar
Fundam e ntos da as s is tência àfam íl
ia e m s aúde
A e nfe rm age m e o cuidado na s aúde da fam íl
ia
Proce s s o s aúde doe nça das fam íl
ias e do col
e tivo
Temas de caráter geral
Pl
ane jam e nto e s tratégico com o ins trum e nto de ge s tão e
as s is tência
SIAB com o ins trum e nto de trabal
h o da e q uipe no Program a
Saúde da Fam íl
ia: a e s pe cificação do e nfe rm e iro
A vis ita dom icil
iar no conte xto da Saúde da Fam íl
ia
Saúde da Mulher
Aval
iação e inte rve nção de e nfe rm age m na ge s tação
DST/Aids , s e xual
idade da m ul
h e r e autocuidado
Pré-natal
Saúde da M ul
h e r no curs o da vida
Saúde da Criança
Al
e itam e nto m ate rno
As s is tência de e nfe rm age m àcriança com diarre ia aguda e
de s idratação
Açõe s de e nfe rm age m p/a prom oção da Saúde infantil
Temas relacionados à saúde do Adulto e do Idoso
Al
guns as pe ctos no tratam e nto de fe ridas no dom icíl
io
Autonom ia, de pe ndências e incapacidade s : apl
icabil
idade
dos conce itos na s aúde do adul
to e do idos o
Atuação da e q uipe de e nfe rm age m na h ipe rte ns ão arte rial
Educação p/o control
e do diabe te s M e l
l
itus
Control
e da dor no dom icíl
io
As s is tência ao idos o
Temas relacionados à Saúde Mental:
Saúde M e ntalno PSF
Temas relacionados à Vigilância epidemiológica
A pre ve nção e o control
e das doe nças trans m is s íve is no
PSF
Atuação da e q uipe na Vigil
ância e pide m iol
ógica
Im uniz ação
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ENGENHEIRO AGRÔNOMO
Sol
os
Cl
as s ificação- tipos e caracte rís ticas fís ica e q uím ica
Cons e rvação do Sol
o Eros ão- tipos , caus as , e tc.
Pre paro de s ol
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Praticas cons e rvacionis ta
Cl
as s e s de Us o
Fe rtil
idade do s ol
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Col
e ta de am os tras
Cal
age m e adubação
Adubação orgânica- tipos de fe rtil
iz ante s , com pos ição e us o
Adubação m ine ral
- tipos de fe rtil
iz ante s , com pos ição e us o
Adubação fol
iar
Le gis l
ação Es pe cífica
Inform açõe s Re gionais
Caracte rís ticas Agrícol
as Re gionais ou M unicipais
Principais e xpl
oraçõe s agrícol
as
Re l
e vo e Cl
im a
Com pos ição Agrária
Aptidõe s Cl
im áticas
Fitotécnica
H orticul
tura e O l
e ricul
tura
Form as de Propagação
Tratos cul
turais
Pragas e doe nças
Tratam e ntos fitos s anitários
Col
h e ita e Arm az e nam e nto ou indus trial
iz ação
Cul
turas Anuais
Cul
turas Pe rm ane nte s
Le gis l
ação Es pe cífica para produção, com e rcial
iz ação e trans porte de s e m e nte s , frutos e m udas .
Pas tage ns : form ação, pragas e m ane jo
Z ootécnica:
Bovinocul
tura
Suinocul
tura
Avicul
tura
Caprino e O vinocul
tura
Pis cicul
tura
Al
im e ntação
m ane jo de anim ais
cam panh as de vacinação
l
e gis l
ação e s pe cífica para conce ntraçõe s ,
trans porte , s anidade , e tc.
Ecol
ogia e M e io am bie nte
Le gis l
ação e s pe cífica
Educação am bie ntal
Re s e rva Le gale áre a de pre s e rvação pe rm ane nte
Parq ue s e jardins
Arboriz ação Urbana
Enge nh aria Rural
El
e trificação Rural
M anute nção e Cons e rvação de Es tradas Rurais
M aq uinas e Im pl
e m e ntos Agrícol
as
Us o e Ade q uação
M anute nção e Cons e rvação
Tipos de Im pl
e m e ntos
Re gul
age ns
Irrigação e Dre nage m Agrom e te orol
ogia
Sócio Econom ia
Cre dito Rural
Se guro Agrícol
a
Program a Es tadualde M icro bacias H idrográficas
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iação da Fe rtil
idade do Sol
o. Editora Francis cana. Piracicaba, s ob pe rm is s ão do Ins tituto de
Potas s a & fos fato (EUA)
SAAD, Adil
s on. Se l
e ção do Eq uipam e nto Agrícol
a. Bibl
iote ca Rural
, Livraria Nobe lS.A.
Arboriz ação Urbana- Editora USP
Bol
e tins Técnicos da Coorde nadoria de As s is tência Técnica Inte gral CATI-s obre cul
turas , cons e rvação do s ol
oe
praticas agrícol
a (vol
um e s Ia VIII)
Código de Águas - Le i Fe de raln°24.643/34
Código Fl
ore s tall
e i n°4.771/65 com s uas re s pe ctivas atual
iz açõe s
Ins truçõe s Agrícol
as p/Es t. São Paul
o Bol
e tim 200- IAC
Le i de Cons e rvação do Sol
o n°6.171/88 e De cre to n°41.719 /9 7
M anualde Entom ol
ogia Agrícol
a. Editora Agronôm ica Ce re s .
M anualTécnico de M otom e caniz ação Agrícol
a CO DASP Im pre ns a O ficialdo ESP
M anualTécnico Série Es pe cial
, M ane jo Inte grado de Pragas e Doe nças das Cul
turas (dive rs os vol
um e s )- Se cre taria
da Agricul
tura e Abas te cim e nto do Es tado de São Paul
o
Re com e ndaçõe s de Adubação e Cal
age m p/Es tado de São Paul
o- bol
e tim 100-IAC
ENGENHEIRO AMBIENTAL
1. Ecologia, Ecossistemas e Poluição
Ecol
ogia e s e us níve is de organiz ação;e col
ogia de popul
açõe s ;e col
ogia de com unidade s ;e col
ogia de e cos s is te m as ;
Cicl
os bioge oq uím icos ;fl
uxos de e ne rgia; Infl
uência antropogênica nos e cos s is te m as : introdução à pol
uição do ar, da
água, do s ol
o e s onora. Ecol
ogia e e cos s is te m as .
Bibliografia
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PINTO -CO ELH O , R. M . Fundam e ntos e m e col
ogia. Porto Al
e gre , Artm e d: 2007.
2. Sociologia das Organizações e do Trabalho
A re l
ação e ntre o h om e m e o m e io am bie nte : cul
tura/nature z a. O val
or da nature z a nas form ul
açõe s pol
íticas e
ide ol
ógicas conte m porâne as . M ovim e ntos s ociais na conte m porane idade : o cas o dos m ovim e ntos e col
ógicos .
Bibliografia
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, 2005.
GIDDENS, Anth ony. Sociol
ogia. Porto Al
e gre : Arte s M édicas , 2005, pp. 478-506.
3. Geografia Aplicada
A inte ração h om e m e m e io am bie nte ; e l
e m e ntos naturais do e s paço, s uas principais caracte rís ticas , form as de
cl
as s ificação e probl
e m as am bie ntais re l
acionados : cl
im a, re l
e vo, h idrografia e ve ge tação.
Bibliografia
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M ENDO NÇA. Ge ografia e m e io am bie nte . São Paul
o: Conte xto, 19 9 8.
4. Educação Ambiental
Es tudo da Educação am bie ntal
, princípios e práticas . Anál
is e da dim e ns ão am bie ntale m proje tos , program as e pol
íticas
q ue vis am a m e l
h oria da q ual
idade de vida e a s us te ntabil
idade , e m dife re nte s s e gm e ntos da s ocie dade .
Bibliografia
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o: GAIA, 2004.
SATO , M . Educação Am bie ntal
. Editora Rim a. 2002.
5. Direito Ambiental
Noçõe s de dire ito am bie ntal
. Princípios cons titucionais apl
icados ao dire ito am bie ntal
. Noçõe s de re s pons abil
idade civil
am bie ntal
. Tute l
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Bibliografia
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6. Biossegurança
Apl
icar as norm as e dire triz e s de bios s e gurança e m atividade s re l
acionadas ao m e io am bie nte .
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7. Bioindicação Ambiental
Es tudo te órico dos principais organis m os indicadore s de q ual
idade am bie ntal
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Bibliografia
GISP Program a Gl
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8. Energias Renováveis
M atriz e ne rgética bras il
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ica, s ol
ar,
fotovol
taica, h idrául
ica, ge otérm ica, biom as s a, biogás , biocom bus tíve is , h idrogênio.
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. Editora M anol
e . 2005.
9. Ecoturismo
Conce ituação de Ecoturis m o, Educação Am bie ntalno Turis m o Ecol
ógico, Atividade s Turís ticas e Locais para a prática,
Es tudo das Unidade s de Cons e rvação e El
aboração de Rote iros .
Bibliografia
LINDBERG, K re g & H AW K INS, Donal
d E. Ecoturis m o: Um Guia para Pl
ane jam e nto e Ge s tão. Editora SENAC. São
Paul
o. 5 e d. 2005. 29 0 p.
PIRES, Paul
o dos Santos . Dim e ns õe s do Ecoturis m o. Editora SENAC. São Paul
o. 1ªe dição, 2002. 272 p.
10. Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
Noçõe s bás icas de Cartografia: s is te m as de coorde nadas e de proje ção. Es cal
a. Cartografia Digital
. Es truturas digitais
de re pre s e ntação de dados e s paciais : ve toriale m atricial
. Sis te m as de Inform ação Ge ográfica: e ntrada, arm az e nam e nto,
cruz am e nto e s aída de dados am bie ntais . Im portação, e xportação e m anipul
ação de dados tabul
are s e e s paciais .
Anál
is e e s pacial
. Princípios fís icos do Se ns oriam e nto Re m oto. Introdução ao Proce s s am e nto de Im age ns .
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icaçõe s . 3ºEdição. São Paul
o, Edgard Bl
üch e r. 2008. 388p.
11. Controle de Poluição do Solo e do Ar
Ide ntificar fonte s de pol
uição do s ol
o e do ar, principais pol
ue nte s e s uas cons e q üências am bie ntais . Conh e ce r os
princípios bás icos das te cnol
ogias de pre ve nção e de corre ção de pol
uição do s ol
o e do ar. Indicadore s de q ual
idade do
ar, padrõe s de q ual
idade e m onitoram e nto do ar. Dis pos ição de re s íduos .
Bibliografia
DERÍSIO , J.C. Introdução ao control
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o: Signus Editora, 2007. 19 2p.
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o: O ficina de te xtos , 2007. 176p.
12. Controle de Poluição da Água
Conh e ce r as técnicas de control
e e tratam e nto de e fl
ue nte s l
íq uidos de orige m indus trialpara o control
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13. Gerenciamento de Resíduos Industriais
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vim e nto s ocioe conôm ico e a ge ração de re s íduos indus triais . Lice nciam e nto Am bie ntale Im pacto
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14. Análise Ambiental
H is tórico da AIA; Conce itos e de finiçõe s . Pol
ítica Nacionalde M e io Am bie nte . Tipos de e s tudos , pl
anos e re l
atórios
am bie ntais pre vis tos na l
e gis l
ação bras il
e ira. Introdução ao Es tudo de Im pacto Am bie ntal(EIA) e Re l
atório de Im pacto
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Im pacto
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SANCH EZ , L. E. Aval
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VERDUM , R. RIM A, Re l
atório de Im pacto Am bie ntal
. 5ºe dição. Editora da Unive rs idade /UFRGS, Porto Al
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2006.
RESUMO - Listagem das Legislações aplicadas (introduzidas no programa acima)
( Meio ambiente na Cons tituição Fe de ralde 19 88. Artigos 225 e 231 da Cons tituição Fe de raldo Bras ilde 19 88
( Agenda 21 Brasileira. Conce itos , dire triz e s e princípios . Com pos ição, final
idade s e funçõe s da Com is s ão de
Pol
íticas de De s e nvol
vim e nto Sus te ntáve l- CPDS.
( Políticas de meio ambiente. Pol
ítica Nacionalde M e io Am bie nte - Le is n.°6.9 38/81 e n.°10.165/00 e De cre to n.°
9 9 .274/9 0, e s uas al
te raçõe s . Pol
ítica Nacionalde Educação Am bie ntal- Le i n.°9 .79 5/9 9 e De cre to n.°4.281/02. 4.3
Crim e s Am bie ntais - Le i n.°9 .605/9 8 e De cre to n.°3.179 /9 9 . Le i q ue ins titui a Pol
ítica Nacionalde Re curs os H ídricos e
cria o Sis te m a Nacionalde Ge re nciam e nto de Re curs os H ídricos - Le i n.° 9 .433, de 08/01/19 9 7. Le i de Criação da
Agência Nacionalde Águas (ANA) - Le i n.°9 .9 84/00 4.7 Sis te m a Nacionalde Unidade s de Cons e rvação (SNUC) - Le i
n.°9 .9 85/2000 e De cre to n.°4.340/02. Código Fl
ore s tal Le i n.º4.771, de 15/09 /65, e s uas al
te raçõe s . Dire triz e s para a
im pl
e m e ntação da Pol
ítica Nacionalde Biodive rs idade - De cre to n.°4.339 , de 22/08/2002. Le i n.º9 .9 66/2000, De cre to
n.° 4.136/2002 Le i n.° 8.723/9 3 Re s ol
uçõe s CO NAM A atine nte s ao te m a ge s tão, prote ção e control
e da q ual
idade
am bie ntal
( Lei de criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICM Bio - Le i n.°11.516, de
28/08/07.
( Lei que dispõe sobre a gestão de florestas públicas para a produção sustentável; ins titui, na e s trutura do
M inis tério do M e io Am bie nte , o Se rviço Fl
ore s talBras il
e iro - SFB e cria o Fundo Nacionalde De s e nvol
vim e nto Fl
ore s talFNDF - Le i n.°11.284, de 02/03/06. De cre to n.°6.063, de 20/03/07.
( Acesso ao Patrimônio Genético - M e dida Provis ória (M P) n.°2.186-16/01, de 23/08/2001 e De cre to n.°6.159 , de
17/07/07.
( Convenção sobre Diversidade Biológica - De cre to n.°2.519 , de 19 9 8.
( Biossegurança - Le i n.°11.105, de 24/03/05 e De cre to n.°5.59 1, de 22/11/05.
( Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CO NAM A: 01-86;237;302;303;305 e 369 .
( Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 9 2;Rio + 5 e Rio + 10).
( Convenções Internacionais. Bas il
éia. Rote rdã. Es tocol
m o. M ontre al
. Ram s ar. Com bate à De s e rtificação.
M udanças Cl
im áticas . Protocol
o de Quioto.
( Tratado da Antártida
( Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável; Ge s tão de re s íduos s ól
idos e Ge s tão am bie ntal
( Pas s ivos am bie ntais
( Pol
uição atm os férica Pol
uição s onora de s ol
o e água
( Agroe col
ogia
Informática Básica
Conh e ce r os conce itos bás icos de h ardw are e s oftw are . Util
iz ar os re curs os de inform ática dis poníve is no Ins tituto.
Com pre e nde r o funcionam e nto do Sis te m a O pe racionalW indow s . Util
iz ar os principais apl
icativos do pacote M icros oft
O ffice (W ord, Pow e r Pointe Exce l
).
Bibliografia
BO RGES, Louis e ana;NEGRINI, Fabiano. M icros oftW ord 2003: bás ico e de tal
h ado. Fl
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is : Vis ualBook , 2005
K RAYNAK , Joe . M icros oftO ffice 2000 para Le igos Pas s o a Pas s o. Rio de Jane iro:
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M ANZ ANO , Jos e Augus to Navarro Garcia. Es tudo Dirigido de Exce l2000. São Paul
o: Érica, 2001.
ENGENHEIRO CIVIL
1- EDIFICAÇÕES
1.1 - Materiais de construção civil
Com pone nte s de al
ve naria
Concre to arm ado
Argam as s as para re ve s tim e nto
Aço para concre to arm ado tipos de aço e cl
as s ificação
1.2 - Tecnologias das edificações
Le vantam e nto topográfico do te rre no
Ante proje tos e proje tos
Cante iro de obras
Al
ve narias de ve dação e al
ve narias e s truturais
Cobe rtura e te l
h ados das e dificaçõe s
Bibliografia Sugerida
AZ EREDO , H . A. O edifício até sua cobertura. São Paul
o. Editora Edgard Bl
üch e r, 2002.
BO RGES, A.C. Prática das pequenas construções. Vol
. 1. São Paul
o. Editora Edgard Bl
üch e r, 2002.
BO RGES, A.C -Topografia - Vol
. I, IIEditora Edgard Bl
uch e r Ltda.
FALCÃO BAUER, L.A. Materiais de Construção. Vol
. 2. São Paul
o. Editora LTC. 19 9 9
RIPPER, E. Manual prático de materiais de construção. São Paul
o. Editora PINI, 19 9 9
YAZ IGI, W . A técnica de edificar. São Paul
o. Editora PINI, 19 9 7
2- HIDRÁULICA E SANEAMENTO
2.1 - Abastecimento de água
& Adutoras .
& Es taçõe s e l
e vatórias .
2.2 - Esgotamento sanitário
& Sis te m as e s táticos para a dis pos ição de e s gotos .
& Re de col
e tora.
2.3 - Drenagem pluvial
Gal
e rias e canais .
2.4 - Limpeza pública
& Col
e ta de re s íduos s ól
idos dom icil
iare s .
& Com pos tage m .
& Ate rro s anitário e control
ado.
2.5 - Instalações hidráulico-sanitárias
& Proje to e dim e ns ionam e nto de ins tal
açõe s pre diais de água fria; e s goto s anitário e águas pl
uviais de com bate a
incêndio- IT 42/2011
Bibliografia Sugerida
AZ EVEDO NETTO M anualde H idrául
ica - Vol
. I, II- 7 a. Edição - G.A. ALVARES Editora Edgard Bl
uch e r Ltda
h ttp://w w w .bom be iros .s p.gov.br/norm as _ te cnicas /its _ 2011/INSTRUCAO _ TECNICA_ 01-2011_ E_ ANEXO S.pdf
BAPTISTA, M . B., CO ELH O , M . M . L. P. Fundamentos de engenharia hidráulica. Be l
o H oriz onte : Editora UFM G, 2003,
v.1. 440p.
BARRO S, R.T.V., CH ERNICH ARO , C.A.L., H ELLER, L., VO N SPERLING, M . Manual de saneamento e proteção
ambiental para os municípios. Vol
. 1: Sane am e nto. Be l
o H oriz onte : DESA/UFM G, 19 9 5, 221p.
VIANNA, M .R. Instalações hidráulicas prediais. Be l
o H oriz onte : Im prim atur, 19 9 8. 360p.
3- ESTRUTURAS E GEOTECNIA
3.1 - Resistência dos materiais
Te ns õe s , de form açõe s , proprie dade s m e cânicas dos m ate riais , torção, fl
e xão, cis al
h am e nto, l
inh a e l
ás tica, fl
am bage m ,
critérios de re s is tência.
3.2 - Concreto Armado
M ate riais , norm as , s ol
icitaçõe s norm ais , fl
e xão norm als im pl
e s , cis al
h am e nto, control
e da fis s uração, ade rência, l
aje s
m aciças e ne rvuradas , punção, torção, de form açõe s na fl
e xão, pil
are s .
3.3 - Teoria das Estruturas
M orfol
ogia das e s truturas , carre gam e ntos , ide al
iz ação. Es truturas is os táticas pl
anas e e s paciais . Es tudo de cabos .
Cál
cul
o de de s l
ocam e ntos e m e s truturas is os táticas : m étodo da carga unitária. Anál
is e de e s truturas e s taticam e nte
inde te rm inadas : m étodo das forças . Anál
is e de e s truturas cine m aticam e nte inde te rm inadas : m étodo dos de s l
ocam e ntos ,
proce s s o de Cros s .
3.5 { Sistemas Estruturais
Es truturas de Concre to Arm ado e Prote ndido
Es truturas M e tál
icas e de M ade ira
3.4 - Geotécnica
M e cânica dos s ol
os , fundaçõe s
Bibliografia Sugerida
H ibbe l
e r, R. C (2000) Re s is tência dos m ate riais , Ed. Livros Técnicos e Cie ntíficos Editora S. A., Rio de Jane iro, RJ
Araújo, J. M . (2003) Curs o de Concre to Arm ado Vol
. 1 a 4, Ed. Dunas , Rio Grande , RS
Te pe dino, J. M . Apos til
as : Fl
e xão s im pl
e s , Fl
e xão norm alcom pos ta, Laje s e Control
e da fis s uração
Concre to Arm ado Ie II Apos til
a de graduação EE.UFM G
ABNT NBR 6118:2003 - Proje to de Es truturas de concre to Proce dim e nto, Rio de Jane iro, RJ, 2003.
ABNT NBR 6120:19 80 Cargas para o cál
cul
o de e s truturas de e dificaçõe s Proce dim e nto, Rio de Jane iro, RJ, 19 80.
ABNT NBR 7480:19 9 6 Barras e fios de aços de s tinados a arm aduras para concre to arm ado - Es pe cificação, Rio de
Jane iro, RJ, 19 9 6.
Am aral
, O . C (19 74).; Estruturas Isostáticas, Be l
o H oriz onte , EE.UFM G
Ge re , J. E (19 84).;Mecânica dos Sólidos vol
. 2, Livros Técnicos e Cie ntíficos Editora S. A., Rio de Jane iro, RJ
Süs s e k ind, J. C (19 76).;Curso de Análise Estrutural vol
. 1, Ed. USP, São Paul
o, SP
Pinto, C S (2000) Curs o Bás ico de M e cânica dos Sol
os , O ficina de Te xtos , São Paul
o, SP.
O rtigão, J A P (19 9 3) Introdução àM e cânica dos Sol
os
Es truturas M e tál
icas na Prática CARLO S CELSO CARNASCIO LIEditora M c Graw -H il
ldo Bras il
Cade rno de Proje tos de Te l
h ados e m Es truturas de M ade ira ANTO NIO M O LITERM O Editora Edgard Bl
uch e r
4- ELETRICIDADE E LUMINOTECA
Circuitos ;M e didas El
étricas e M agnéticas
Com pone nte s El
étricos e El
e trônicos
Lum inotécnica
Ins tal
açõe s El
étricas Re s ide nciais : com pone nte s
Bibliografia Sugerida
$ Ins tal
açõe s El
étricas H ÉLIO CREDER Editora Livros Técnicos e Cie ntíficos
5. TRANSPORTES
Es tradas ;Portos ;Ae roportos e Fe rrovias
Técnica e Econom ia dos Trans porte s
6. CONSTRUÇÔES CIVIS
Te cnol
ogia da Cons trução
Pl
ane jam e nto e Control
e das Cons truçõe s
Arq uite tura e Urbanis m o
7. INFORMATICA
Linguage ns Bás icas e Sis te m as O pe racionais (W O RD , EXCELL)
De s e nh o As s is tido por Com putador (CAD)
Bibliografia Complementar
$ Tabe l
a de Com pos ição de Pre ços para O rçam e nto - Vol
. 9 (TCPO 9 ) Editora Pini
$ Cade rno de Encargos - 2 a. Edição M ILBER FERNANDES GUEDES Editora Pini
$ Se gurança e M e dicina do Trabal
h o - 38 a. Edição M anuais de Le gis l
ação Atl
as
$ Autocad Guia do Us uário JO H N D. H O O D Editora M c Graw - H il
ldo Bras il
$ M e cânica dos Sol
os e s uas Apl
icaçõe s H O M ERO PINTO CAPUTO Editora Livros Técnicos e Cie ntíficos
$ H idrol
ogia Am bie ntalRUBEN DE LO RINA PO RTO Editora EDUSP
$ El
e m e ntos de e nge nh aria H idrául
ica e Sanitária LUCAS NO GUEIRA GARCEZ Editora Edgard Bl
uch e r
$ Lim pe z a Urbana: M étodos e Sis te m as GASTÃO H ENRIQUE SENGES Editora Ins t. Nac. de As s e s s oria a M unicípios
$ Contrato de Cons trução e Re s pons abil
idade Civil
: Te oria e Prática M ARCO AURÉLIO DA SILVA VIANA Editora
Saraiva
$ Enge nh aria Econôm ica e Anál
is e de Cus tos H ENRIQUE EH IRSCH FELD Editora Atl
as
$ Re s ol
ução 205 - Código Ética Profis s ionaldo Enge nh e iro, Arq uite to, Agrônom o e Profis s õe s afins
$ Re s ol
ução 218 - trata-s e atribuiçõe s do Enge nh e iro, Arq uite to, Agrônom o e profis s õe s afins
$ Le i 519 4-66 - trata-s e de l
e i q ue re gul
am e nta profis s ão de Enge nh e iro, Arq uite to, Agrônom o e profis s õe s afins
$ Norm as Técnicas e e s pe cificaçõe s da ABTN Es pe cíficas para cada as s unto.
Legislação Obrigatória:
$ Le i Es tadualn.º12342/78 - (Código Sanitário Es tadual
)
$ Le i Fe de raln.º6766/79 - (Parce l
am e nto do Sol
o Urbano)
$ Le i Es tadualnº11.228/9 2 - (Código de O bras e Edificaçõe s CO E)
FARMACÊUTICO
1.Administração e Economia Farmacêutica
1.1. Le i n.º8.666/9 3 (noçõe s bás icas s obre l
icitaçõe s )
1.2. Control
e de Es toq ue
2.Atenção Farmacêutica
2.1. Conce ito e m e todol
ogias
2.2. Probl
e m as Re l
acionados a M e dicam e ntos (de finição, ide ntificação e re s ol
ução)
2.3. Se guim e nto Farm acote rapêutico e m s ituaçõe s de Baixa e M édia Com pl
e xidade
2.4. Educação e m Saúde
3.Bioquímica Geral
3.1. M e tabol
is m o (carboidratos , l
ipíde os , prote ínas )
4.Farmacoepidemiologia
4.1. Conce ito
4.2. Es tudos de Util
iz ação de M e dicam e ntos
5.Farmacologia
5.1. Farm acocinética
5.2. Farm acodinâm ica
5.3. Drogas cardiovas cul
are s
5.4. Drogas antidiabéticas
5.5. Drogas q ue afe tam a função gas trointe s tinal
5.6. Drogas q ue atuam e m l
ocais s inápticos e ne uroe fe tore s juncionais
5.7. Drogas q ue atuam no Sis te m a Ne rvos o Ce ntral
5.8. H orm ônios e antagonis tas h orm onais
5.9 . Quim iote rapia das doe nças m icrobianas
5.10. Quim iote rapia das doe nças paras itárias
5.11. Te rapia de m e dicam e ntos da infl
am ação
5.12. Toxicol
ogia
5.13. Vitam ina
6.Farmacotécnica
6.1. Vias de Adm inis tração de M e dicam e ntos
6.2. Form as Farm acêuticas (s ól
idas , s e m i-s ól
idas e l
íq uidas )
7.Farmacovigilância
7.1. Conce itos Ge rais
7.2. Sis te m a Nacionalde Farm acovigil
ância
7.3. Caus al
idade . Al
goritm os . Ge ração de Sinais
8.Gestão da Assistência Farmacêutica
8.1. Pol
ítica Nacionalde M e dicam e ntos (PNM )
8.2. Cicl
o da As s is tência Farm acêutica
8.3. M e dicam e ntos dos Program as Fe de ral
, Es taduale M unicipal
8.4. M e dicam e ntos Es s e nciais e RENAM E
9.Legislação Sanitária e Farmacêutica
9 .1. Le i n.º5.9 9 1/73
9 .2. Le i dos Ge néricos
9 .3. Portaria n.º344/9 8
9 .4. Boas Práticas de Farm ácia
9 .5. Código de Ética Profis s ional
10. Políticas de Saúde
10.1. Sis te m a Único de Saúde (princípios doutrinários e organiz acionais )
10.2. Pol
ítica de Saúde da Fam íl
ia (Es tratégia Saúde da Fam íl
ia)
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
ANSEL, H C e tal
. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos. Ed W il
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iam s & W il
k ins , 2000;
BRASIL. Cons e l
h o Fe de ralde Farm ácia. Resolução nº 357, de 20 de abril de 2001. Dis põe s obre o re gul
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técnico das Boas Práticas de Farm ácia;
BRASIL. M inis tério da Saúde . ABC do SUS: doutrinas e princípios. Se cre taria Nacionalde As s is tência à Saúde ,
Bras íl
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BRASIL. M inis tério da Saúde . Plano de reorganização da atenção à hipertensão e ao diabetes mellitus. Bras íl
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2001;
BRASIL. M inis tério da Saúde . Portaria GM n.º 3.9 16, 30 de outubro de 19 9 8. Aprova a Política Nacional de
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O RGANIZ AÇÃO PANAM ERICANA DE SAÚDE. Consenso Brasileiro de Atenção Farmacêutica: Proposta. Bras íl
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PANDIT, NK . Introdução às Ciências Farmacêuticas. Porto Al
e gre : Editora ArtM e d, 2008, 424p;
PH ARM ACEUTICALCare : Th e M inne s ota M ode l
. Pharm. J. v. 258, p. 89 9 -9 04, 19 9 7;
RO Z ENFELD S, VALENTE J. Es tudo de util
iz ação de m e dicam e ntos cons ide raçõe s técnicas s obre col
e ta e anál
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dados . Epidemiologia e Serviços de Saúde. v. 13, n.2, p. 115-23, 2004.
FISIOTERAPEUTA
º
De s e nvol
vim e nto m otor norm ale patol
ógico atéo 2 Ano de vida da criança;
De ficiências apre s e ntadas pe l
os pacie nte s , tanto adul
tos , com o crianças , portadore s de patol
ogias ne urol
ógicas ;
De ficiências apre s e ntadas pe l
os pacie nte s , tanto adul
tos com o crianças , portadore s de patol
ogias ortopédicas ;
De ficiências apre s e ntadas pe l
os pacie nte s , tanto adul
tos com o crianças , portadore s de patol
ogias re um áticas ;
De ficiências apre s e ntadas pe l
os pacie nte s , tanto adul
tos com o crianças , portadore s de patol
ogias re s piratórias ;
De ficiências apre s e ntadas pe l
os pacie nte s , tanto adul
tos com o crianças , portadore s de patol
ogias da col
una ve rte bral
;
Re vis ão anatôm ica e fis iol
ógica do Sis te m a Ne rvos o Ce ntral
, Sis te m a re s piratório, s is te m a ós s e o e s is te m a m us cul
ar;
Tratam e nto fis iote rápico nas de ficiências acim a com e ntadas ;
Biom e cânica Bás ica dos s is te m as acim a citados .
BIBLIOGRAFIA INDICADA:
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vim e nto Norm ale s e us de s vios no Lactante ., Editora Livraria Ath e ne u., 19 87.
H O LLE, B., De s e nvol
vim e nto M otor na Criança Norm ale Re tardada., Editora M anol
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DOW NIE., P.A., Ne urol
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GASK ELL, D.V., W EBBER, B.A. Fis iote rapia Re s piratória., Col
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W EST, J.B., Fis iol
ogia Re s piratória., SP., Editora M anol
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W EST, J.B., Fis iopatol
ogia Re s piratória M ode rna, SP., Ed.M anol
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BASM AJIAN., J., Te rapêutica por e xe rcícios ., SP, Editora M anol
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SANVITO , Luiz W il
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FONOAUDIÓLOGO
1. Dis artria e Dis l
al
ia.
- Conce ito
- Tratam e nto
2. Fonoaudiol
ogia Es col
ar.
- Cam po de atuação
- Pre ve nção e re abil
itação
3. Audiol
ogia Cl
ínica.
- De te rm inação dos l
im iare s tonais por via aére a e via ós s e a
- Logoaudim e tria e im itanciom e tria
- M étodo e l
e trofis iol
ógicos de aval
iação da audição: BERA e Em is s õe s O toacús ticas - vantage ns e de s vantage ns
4. Aq uis ição e Re tardo de Linguage m .
5. M otricidade O ral
- De s e nvol
vim e nto das funçõe s e s tom al
ognáticas
- Princípios apl
icados ao diagnós tico e tratam e nto m iofuncional
6. Dis fonia.
- Cl
as s ificação, conce ito, e tiol
ogia e re abil
itação vocal
7. Fis s uras l
abiopal
atinas e ins uficiência faringe s
- Cl
as s ificação de fis s uras
- Incom pe tência e ins uficiência Ve l
o-farínge a
- Dis túrbios da voz e probl
e m as as s ociados
8. Le itura e Es crita e Dis l
e xia.
- De finiçõe s , caus as e atuação fonoaudiol
ógica
9 . Dis fl
uência e Gague ira.
- Dis fl
uência ve rs us gague ira
- Atuação inte rdis cipl
inar
10.Fonoaudiol
ogia e Saúde Públ
ica.
- Áre as de atuação
Bibliografia Sugerida:
RERRAZ , M aria Conce ição. M anualprático da m otricidade oral
: aval
iação e tratam e nto. São Paul
o, Re vinte r, 2005
FERREIRA. L.P. Tratado de Fonoaudiol
ogia. São Paul
o, Roca, 2004.
ISSLER, S. Articul
ação e l
inguage m . São Paul
o, Ed.Lovis e , 2006.
JAK UBO VICZ , R. Aval
iação, Diagnós tico e Tratam e nto e m Fonoaudiol
ogia: Dis fonia, Dis artria e Dis l
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ia. Rio de Jane iro,
Ed.Re vinte r, 2002.
M ARCH ESAN, I.Q. (org.) Tópicos e m Fonoaudiol
ogia. São Paul
o, Re vinte r, 2003
SANTO S, T.M .M . & RUSSO , I.P. A Prática da Audil
ogia Cl
ínica. São Paul
o, Corte z , 2005.
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o, Corte z , 19 9 3.
Z O RZ I, J.L. Aq uis ição da Linguage m Infantil
. São Paul
o, Pancas t, 19 9 3.
PSICÓLOGO
1. Es truturas Cl
ínicas : ne uros e s , ps icos e s , pe rve rs õe s , Dis túrbio e m ocional
: aval
iação e inte rve nção;
2. O trabal
h o com a fam íl
ia - orie ntação e acons e l
h am e nto;
3. Crianças e adol
e s ce nte s : o de s e nvol
vim e nto a níve le m ocional
, ps icom otor, s ociale cognitivo; Aval
iação e
inte rve nção;
4. Trabal
h o com grupos : fundam e ntação te órica e prática;
5. Código de Ética Profis s ionaldo Ps icól
ogo.
Bibliografia Sugerida:
BRENNER, Ch arl
e s . Noçõe s bás icas de Ps icanál
is e : Introdução àPs icol
ogia Ps icanal
ítica. Rio de Jane iro. Im ago, 19 73.
CUNH A, Jure m a Al
cide s . Ps icodiagnós tico-R. Porto Al
e gre , Arte s M édicas , 19 9 3.
K LEIN, M e l
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K LEIN, M e l
anie . H EIM ANN, P. ISAACS, S. RIVIÈRE, J. O s progre s s os da ps icanál
is e . Rio de Jane iro, Ed. Guanabara.
LEVISK Y, David Léo. Adol
e s cência (Re fl
e xõe s Ps icanal
íticas ), São Paul
o, Cas a do Ps icól
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M INUCH IN, Sal
vador. Técnicas de te rapia fam il
iar, Porto Al
e gre . Arte s M édicas , 19 9 0.
O SÓRIO , Luiz C e Col
aboradore s . Grupote rapia h oje . Porto Al
e gre . Arte s M édicas , 19 86.
PAIN, Sara. Diagnós tico e tratam e nto dos probl
e m as de apre ndiz age m . Porto Al
e gre . Arte s m édicas , 19 85.
ª
PICH O N, Riviére , Enriq ue . O proce s s o grupal
. 5 e dição. São Paul
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W INNICO TT, D. N. O am bie nte e os proce s s os de m aturação. Novo Porto Al
e gre , Arte s M édicas , 19 9 0.
W INNICO TT, D. N. O brincar e a re al
idade . Porto Al
e gre . Arte s M édicas .
Z ILM ERM AN, David. E.. Com o Trabal
h am os com grupos . Porto Al
e gre . Arte s m édicas , 19 9 7.
NUTRICIONISTA
' Ene rgia: ne ce s s idade s diárias e m dife re nte s grupos e tários (l
acte nte , pré-e s col
ar, e s col
ar, adol
e s ce nte , adul
to,
idos o, ge s tante e l
actante ), fatore s q ue m odificam o gas to e ne rgético
' Nutrie nte s : Funçõe s , cl
as s ificaçõe s , m e tabol
is m o, biodis ponibil
idade e fonte s al
im e ntare s
' Guias al
im e ntare s bras il
e iros
' Aval
iação Nutricionalde indivíduos e grupos (l
acte nte , pré-e s col
ar, e s col
ar, adol
e s ce nte , adul
to, idos o, ge s tante
e l
actante ): indicadore s antropom étricos , cl
ínicos e l
aboratoriais , e de cons um o al
im e ntar, m étodos , inte rpre tação e
apl
icabil
idade dos re s ul
tados
' Al
im e ntação e nutrição (re com e ndaçõe s e ne ce s s idade s diárias ) e m dife re nte s grupos e tários (l
acte nte , prée s col
ar, e s col
ar, adol
e s ce nte , adul
to, idos o, ge s tante e l
actante )
' Al
e itam e nto m ate rno e com pl
e m e ntar
' Program a de Al
im e ntação Es col
ar e Pol
ítica Nacionalde Al
im e ntação Es col
ar
' Técnica die tética (trans form açõe s físico-q uím icas nas dife re nte s e tapas : arm az e nam e nto, pré-pre paro, cocção,
re s friam e nto, trans porte ;fatore s de corre ção e cocção): pãe s e ce re ais , açúcare s , l
e gum inos as , frutas e h ortal
iças ,
carne s , ovos , l
e ite e de rivados , ól
e os e gorduras .
' Adm inis tração de Unidade s de Al
im e ntação e Nutrição (UAN): Conce itos bás icos da adm inis tração ge rale s ua
apl
icação e m UANs ; Pl
ane jam e nto de cardápios ; Tipos de s e rviços ; Pl
ane jam e nto fís ico- funcional
; Ge s tão de
s uprim e ntos , re curs os h um anos e cus tos ; Se gurança e e rgonom ia no trabal
h o (norm as re gul
am e ntadoras do
M inis tério do Trabal
h o);Anál
is e de pe rigos e pontos críticos de control
e (APPCC).
' Le gis l
ação s anitária de al
im e ntos , M anualde Boas Práticas e Proce dim e ntos O pe racionais Padroniz ados
' Doe nças ve icul
adas por al
im e ntos : age nte e tiol
ógico, s intom as e m e didas pre ve ntivas .
' Nutrição cl
ínica: Fis iopatol
ogia e die tote rapia na obe s idade , diabe te s m e l
l
itus , h ipe rte ns ão, doe nças re nais ,
dis túrbios do trato dige s tório, s índrom e da im unode ficiência adq uirida (AIDS) e doe nça de Al
z h e im e r.
' Re gul
am e ntação das atividade s do profis s ionalnutricionis ta
' Ética profis s ional
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Ate nção Bás ica n.12). Bras íl
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im e ntação e Nutrição. Guia prático de pre paro de
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Dis poníve le m : h ttp://nutricao.s aude .gov.br/publ
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am e nto técnico s obre parâm e tros e critérios para o control
e h igiênicos anitário e m e s tabe l
e cim e ntos de al
im e ntos . Dis poníve le m : h ttp://w w w .cvs .s aude .s p.gov.br (ace s s ar e m l
e gis l
ação e
de pois e m al
im e ntos )
BRASIL. Agência Nacionalde Vigil
ância Sanitária (ANVISA). Re s ol
ução RDC nº 275, de 21/10/2002. R e gul
am e nto
técnico de proce dim e ntos ope racionais padroniz ados apl
icados aos e s tabe l
e cim e ntos produtore s /indus trial
iz adore s de
al
im e ntos e a l
is ta de ve rificação das boas práticas de fabricação e m e s tabe l
e cim e ntos . Dis poníve l e m :
h ttp://w w w .anvis a.gov.br/l
e gis /re s ol
/2002/275_ 02rdc.h tm
Cons e l
h o Fe de ralde Nutricionis tas . Re s ol
ução CFN n°334/2004. Dis põe s obre o Código de Ética do Nutricionis ta e dá
outras providências . Dis poníve le m : h ttp://w w w .cfn.org.br/novos ite /pdf/codigo/codigo_ de _ e tica_ nova_ re dacao.pdf
Cons e l
h o Fe de ralde Nutricionis tas . Re s ol
ução CFN nº358/2005. Dis põe s obre as atribuiçõe s do Nutricionis ta no âm bito
do
Program a
de
Al
im e ntação
Es col
ar
(PAE)
e
dá
outras
providências .
Dis poníve l e m :
h ttp://w w w .cfn.org.br/novos ite /pdf/re s /2005/re s 358.pdf
Cons e l
h o Fe de ralde Nutricionis tas . Re s ol
ução CFN n°380/2005. Dis põe s obre a de finição das áre as de atuação do
nutricionis ta e s uas atribuiçõe s , e s tabe l
e ce parâm e tros num éricos de re fe rência, por áre a de atuação, e dá outras
providências . Dis poníve le m : h ttp://w w w .cfn.org.br/novos ite /pdf/re s /2005/re s 380.pdf
Le gis l
ação re fe re nte ao Program a de Al
im e ntação Es col
ar do M inis tério da Educação - FNDE. Docum e ntos dis poníve is
e m : h ttp://w w w .fnde .gov.br/inde x.ph p/ae -l
e gis l
acao
ENSINO SUPERIOR COMPLETO - MÉDICOS
)
)
)
)
)
)
)
)
)
MÉDICO DO TRABALHO
MÉDICO ESPECIALISTA { CARDIOLOGISTA
MÉDICO ESPECIALISTA { EPIDEMIOLOGISTA
MÉDICO ESPECIALISTA { GINECOLOGISTA
MÉDICO ESPECIALISTA { NEUROLOGISTA
MÉDICO ESPECIALISTA { ORTOPEDISTA
MÉDICO PLANTONISTA
MÉDICO SAÚDE DA FAMÍLIA
MÉDICO VETERINÁRIO
CONHECIMENTOS GERAIS
SUS/SAÚDE PÚBLICA: 1- Pol
ítica de Saúde no Bras il
;2- Sis te m a Único de Saúde (SUS);3- M unicipal
iz ação da Saúde ;
Norm as O pe racionais de As s is tência à Saúde : NO AS; 4- Indicadore s de Saúde Ge rais e Es pe cíficos ; 5- Dire ito do
Us uário SUS - Cartil
h a do M inis tério da Saúde .
ÉTICA MÉDICA
Fonte: Le i 8080 de 19 /09 /19 9 0
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
MÉDICO DO TRABALHO
Se rviços Es pe cial
iz ados e m Enge nh aria de Se gurança e M e dicina do Trabal
ho
Funçõe s e atribuiçõe s
Doe nças do trabal
ho
Acide nte s do trabal
ho
Cargas l
aborais
Lim ite s de tol
e rância: aval
iaçõe s q uantitativas e q ual
itativas , m onitoram e nto
Program a de Control
e M édico da Saúde O cupacional
Le gis l
ação: Norm as Re gul
am e ntadoras
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
M anuais de Le gis l
ação Atl
as : Se gurança e M e dicina do Trabal
h o. Atl
as .
M ENDES, R. Medicina do Trabalho - Doenças Profissionais. Saraiva, São Paul
o. 19 80
M ENDES, R. Patologia do trabalho. Ath e nas , SP, RJ, BH . 19 9 5
O IT. Fundace ntro: Le itura Radiol
ógica de Pne um oconios e . e d. Fundace ntro, SP 19 9 4
O IT. Fundace ntro: ris cos ocupacionais . Ed. Fundace ntro, SP. 19 9 4
MÉDICO ESPECIALISTA { CARDIOLOGISTA
Prope dêutica cardiol
ógica. Ins uficiência cardíaca. Arritm ias cardíacas . M arca-pas s os cardíacos . H ipe rte ns ão arte rial
s is têm ica. H ipe rte ns ão arte rialpul
m onar. Cardiopatias congênitas . Val
vopatias adq uiridas . Endocardite infe ccios a.
Pe ricardiopatia. M iocardiopatia. Ins uficiência coronariana aguda e crônica. Afe cçõe s da aorta. Corpul
m onal
e e
trom boe l
is m o pul
m onar. Doe nças re um atol
ógicas e cardiopatias . Doe nças e ndocrinol
ógicas e cardiopatias . Gravide z e
doe nças cardiovas cul
are s . Drogas ps icoativas e doe nças cardiovas cul
are s . Cardiopatias de inte re s s e e pide m iol
ógico no
Bras il
. Aval
iação de cirurgia e xtra-cardíaca e m pacie nte s cardiopatas ; Re anim ação cardiorre s piratória ce re bral
.
El
e trocardiol
ografia Cl
ínica: O ECG na cardiopatia is q uêm ica. O ECG na cardiopatia por h ipe rte ns ão. O ECG nas
pe ricardiopatias . O E.G na Ins uficiência Cardíaca Conge s tiva. O ECG nas Síndrom e s de pré-e xcitação. O ECG nas
arritm ias . O ECG na criança: as pe ctos norm ais e patol
ógicos . Cate te ris m o Cardíaco: indicaçõe s para s ua util
iz ação.
Ins uficiência cardioconge s tiva: as pe ctos cl
ínicas e tratam e nto. Is q ue m ia m iocárdica: e s pas m o coronário, arte ros cl
e ros e
coronária, s índrom e anginos a, infarto agudo do m iocárdio. Síndrom e s cardiovas cul
are s val
vul
are s . Corpul
m onal
.
Cardiopatia por h ipe rte ns ão. Cardiom iopatia h ipe rtrófica. Fe bre re um ática: as pe ctos e pide m iol
ógicos e cl
ínicos ,
pre ve nção e tratam e nto. Endocardite infe ccios a. Dis túrbios do ritm o e da condução. Cardiopatias congênitas acianóticas .
Cardiopatias congênitas cianóticas . Cardiopatia e m gravide z . M arca-pas s o: indicação para util
iz ação.
MÉDICO ESPECIALISTA { EPIDEMIOLOGISTA
Saúde -doe nça; h is tória naturaldas doe nças , m e didas pre ve ntivas : prim ária, s e cundária e te rciária; indicadore s de
s aúde ;m e didas de fre q uência de doe nças , m orbidade ;Epide m iol
ogia de s critiva: variáve is re l
ativas ao l
ugar e ao te m po;
Es tudos e pide m iol
ógicos , Vigil
ância e pide m iol
ógica, Aval
iação dos s e rviços de s aúde ;Im uniz ação, Epide m ias ;Doe nças
de notificação com pul
s ória; Cal
e ndário de vacinação; Saúde Públ
ica; Noçõe s s obre s ane am e nto; O bje tivo do
s ane am e nto; Sane am e nto de al
im e ntos ; Sane am e nto de H os pitais ; Program as de Saúde (m ul
h e r, criança, idos o),
Doe nças Se xual
m e nte Trans m is s íve is , Noçõe s de vacinação, patol
ogias ate ndidas e m s aúde públ
ica;
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
PEREIRA, M aurício Gom e s . Epide m iol
ogia Te oria e Prática. 1. e d. Editora K oogan,19 9 5.
ALM EIDA FILH O , Naom ar. Introdução àEpide m iol
ogia M ode rna. 2. e d. CO PEM ED ADCE ABRASCO . 19 9 2.
M ALETTA. Carl
os H e nriq ue Mudado. Bioe s tatís tica. 2. e d. Saúde Públ
ica, CO O PM ED. BRASIL.
Cons tituição Fe de ral
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Le i 8.080, de 19 de s e te m bro de 19 9 0 - Le i O rgânica da Saúde . Bras íl
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Le i 8.142, de 28 de de z e m bro de 19 9 0. Bras íl
ia: Diário O ficialda União, 31 de z . 19 9 0.
MÉDICO ESPECIALISTA { GINECOLOGISTA
Prope dêutica Cl
ínica gine col
ógica e O bs te trícia.
M odificaçõe s do organis m o m ate rno de te rm inadas pe l
a gravide z .
Pré-Natal
: As pe ctos cl
ínicos , nutrição, cuidados de h igie ne e e s tética.
Nutrição e vacinação na ge s tante .
Us o de drogas na gravide z e l
actação.
Evol
ução do apare l
h o ge nitalfe m inino e fis iol
ogia de cicl
o m e ns trual
.
Em briol
ogia, M orfol
ogia e Fis iol
ogia Pl
ace ntária.
Endocrinol
ogia do cicl
o Grávido-Pue rpe ral
.
Prática Tocom ática: Bacia, Fe to e re l
ação ute rofe tais .
Prática Tocom ática, M e canis m o do Parto.
Contrabil
idade ute rina - aval
iação cl
ínica ins trum e ntalde s e us parâm e tros .
Fas e s cl
ínicas do parto. As s is tência ao Parto Norm al
.
Pue rpério Norm ale Lactação.
Anticonce pção.
H e m orragia da ge s tação: Nidação ovul
ar: Aborto: Pre nh e z Ectópica;Ne opl
as ias Trofobl
ás ticas Ge s tacionais : Pl
ace nta
Pél
vica de s l
ocam e nto da pl
ace nta norm al
m e nte ins e rida: Rótul
a Ute rina.
Prope dêutica da aval
iação de unidade fe to-pl
ace ntária e m ge s tão de al
to ris co: Cl
inica e dos age ns l
aboratoriais : Líq uido
Am niótico: M onitoriz ação Prée Intra Parto: Ul
tra-Sonografia e m Gine col
ogia e O bs te trícia.
Ge s tação de al
to ris co - patol
ogia da ge s tação: Trabal
h o de parto Pre m aturo: Gravide z Prol
ongada: Pol
i e
Ol
igoh idram nio: Am niorre xe : M orte fe talintra-ute ro;Em bol
ia Am niótica.
Doe nças Concom itante s com a gravide z cardiopatia, h ipe rte ns ão crônica, is oim uniz ação; diabe te s , tire odiopatias e
infe cçõe s .
Dis tócias ;fe to-ane xiale do traje to (ós s e a e parte s m ol
e s ): Funcional
.
Prática Tocom ática: Fórce ps ;vácuo e xtração;ve rs õe s e e xtraçõe s pél
vica;Em briotom ias .
O pe raçõe s Ce s arianas .
Pue rpério Patol
ógico.
Infe cçõe s e infe s taçõe s com gine col
ogia e obs te trícia.
fis iopatol
ogia da Es tática Pél
vica e Incontinência Ute rina de Es forços .
Endocrinol
ogia Gine col
ogia: Al
te raçõe s M e ns truais .
Cl
im atério.
Es te ril
idade e Infe rtil
idade Conjugal
.
M as tol
ogia: M as topatias Tum orais e não tum orais .
Prope dêutica e m O ntol
ogia Gine col
ógica.
Citopatol
ogia e m Gine col
ogia e O bs te trícia.
Patol
ogias Tum orais Be nignas e M al
ignas do corpo ute rino.
Patol
ogias tum orais be nigna e m al
ignas da vál
vul
a da vagina.
Patol
ogias be nignas e m al
ignas do col
o ute rino.
Patol
ogias tum orais be nigna e m al
igna dos ane xos ute rinos .
MÉDICO ESPECIALISTA { NEUROLOGISTA
Se m iol
ogia Ne urol
ógica.
Acide nte vas cul
ar ce re bral
.
Doe nças ne urom us cul
are s .
Expre s s ão ne urol
ógica das doe nças s is te m áticas .
Ce fal
éias . Epil
e ps ia.
Doe nças de s m ie l
iniz ante s .
Doe nças de ge ne rativas .
Dis túrbios da cons ciência.
Síndrom e l
iq uóricas .
Tum ore s ce re brais .
H idroce fal
ias .
Traum atis m o craniano.
Doe nças dis m e taból
icas .
Prode dêutica arm ada e m ne urol
ogia.
Doe nças Extrapiram idais
MÉDICO ESPECIALISTA { ORTOPEDISTA
H is tol
ogia e cons ol
idação de fraturas ; Em briol
ogia do s is te m a m ús cul
o-e s q ue l
ético; Fis iol
ogia; O s te om ie l
ite
H e m atogênica aguda; Pioartrite s ; O s te om ie l
ite s s ubaguda e crônica; Infe cçõe s e s pe cíficas e não us uais ; Bioética;
Princípios de biom e cânica ge ral
; M arch a norm ale patol
ógica; De s e nvol
vim e nto pos tural
; Princípios das fraturas
fe ch adas ;Fraturas e xpos tas ;Com pl
icaçõe s de fraturas ;De s col
am e nto e pifis ário;Ps e udoartros e s ;Fixadore s e xte rnos ;
Princípios de cobe rturas cutâne as ; Ate ndim e nto ao pol
itraum atiz ado; Ética m édica; Técnica de am putaçõe s dos
m e m bros ; Próte s e s ; Princípios de os te os s ínte s e ; Fraturas de cl
avícul
a e e s cápul
a; Luxação acrôm iocl
avicul
ar e
gl
e noum e ral
;Ins tabil
idade gl
e noum e ral
;Fraturas proxim ais do úm e ro;Fraturas diafis árias do úm e ro;Fraturas dis tais do
úm e ro e l
uxaçõe s do cotove l
o e m adul
tos ;Fraturas da cabe ça do rádio e ol
écrano;Fraturas s upracondil
ianas do úm e ro
e m crianças ; De m ais fraturas do cotove l
o na criança; Fraturas dos os s os do ante braço; Fraturas dis tais do rádio no
adul
to; Fraturas do punh o na criança; Fraturas do e s cafóide e os s os carpo; Ins tabil
idade cárpica; Fraturas da m ão;
Luxaçõe s da m ão; Le s õe s dos te ndõe s fl
e xore s e e xte ns ore s do punh o e m ão; M e todol
ogia cie ntífica; Le s õe s dos
ne rvos pe riféricos ;Le s õe s do pl
e xo braq uial
;Traum atis m o raq uim e dul
ar;Fraturas -l
uxaçõe s da col
una ce rvical
;Fraturas
da col
una tóraco-l
om bar e s acro; Fraturas do ane lpél
vico; Fraturas do ace tábul
o; Luxaçõe s do q uadrile fraturas da
cabe ça do fêm ur; Fraturas do col
o do fêm ur; De m ais fraturas proxim ais do fêm ur; Fraturas proxim ais do fêm ur na
criança;Fratura diáfis e do fêm ur; Le s õe s l
igam e ntare s do joe l
h o;Le s õe s m e nis cais ; Le s õe s do apare l
h o e xte ns or do
joe l
h o;Luxaçõe s do joe l
h o;Fratura dis taldo fêm ur e da pate l
a;Fraturas do pl
anal
to tibial
;Fraturas dos os s os da pe rna;
Fratura e l
uxação do tornoz e l
o no adul
to;Fraturas do tornoz e l
o e m criança;Entors e s do tornoz e l
o fraturas do cal
câne o;
Fraturas do tál
us e outros os s os do tars o;Le s õe s da articul
ação de Lis franc;Fraturas do ante pé;Le s õe s os te ocondriais ;
Le s õe s da unidade m ús cul
o-te ndíne a; Dis túrbios m e taból
icos e e ndocrinol
ógicos (raq uitis m o, e s corbuto,page t, e tc);
O s te ocondrite s e os te ocondros e s ;Doe nças re um áticas (ar, gota, s orone gativas , e tc);H e m ofil
ia e h e m opatias ;Tum ore s
M ús cul
o-e s q ue l
éticos (patol
ogia e radiol
ogia);Tum ore s be nignos ;Tum ore s m al
ignos ;Re vis ão de infe cçõe s ;Dis pl
as ia do
de s e nvol
vim e nto do q uadril
; Doe nça de Le gg-Cal
vè-Pe rth e s ; Epifis iol
is te s e fe m oralproxim al
; Ne cros e as s éptica da
cabe ça fe m oral
;O s te oartros e e os te otom ias do q uadril
;Fraturas da col
una;Traum a raq uim e dul
ar;Lom bal
gias (adul
tos e
crianças ); Ps oíte ; Dis cite ; Es pondil
ol
is te s e ; Dias te m atom ie l
ia e s iringom ie l
ia; Es col
ios e idiopática e congênita; Cifos e
(Sch e ue rm ann e congênitas ); H érnias dis cais (ce rvical
, torácica e l
om bar); Ce rvicobraq uial
gias e s índrom e do
de s fil
ade iro torácico; Es te nos e do canalm e dul
ar (ce rvicale l
om bar) e m ie l
opatias ; Síndrom e do im pacto e l
e s õe s do
m anguito rotador; Caps ul
ite ade s iva do O m bro; Te ndinite cal
cáre a do O m bro; Te ndinite s do M anguito Rotador e do
bíce ps ; Ins tabil
idade s do om bro; Doe nça de K ie nböck ; Im pacto ul
nocarpal
; Dupuytre n; Te ndinite de Que rvain; Cis tos
s inoviais ;Exam e físico ortopédico.
BIBLIOGRAFIA INDICADA:
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ate d Re s e arch .
$ Cl
ínica O rtopédica Pardini & G de Souz a M EDSI
$ Acta O rtopédica Bras il
e ira. São Paul
o: Ath a Com unicação.
MÉDICO PLANTONISTA
Cardiologia
$ Cris e h ipe rte ns iva
$ Ins uficiência cardíaca conge s tiva
$ Ede m a agudo do pul
m ão
$ Taq uiarritim ias
$ Bradirritim ias
$ Infarto agudo do m iocárdio e de m ais s índrom e s
is q uêm icas
$ Parada cardio-re s piratória
$ M anobras de re s s us citação
$ Ch oq ue circul
atório
Pneumologia
$ Infe cçõe s re s piratórias
$ Ins uficiência re s piratória aguda
$ Síndrom e Dificul
dade re s piratória do adul
to (SAM )
$ De rram e pl
e ural
$ As m a brônq uica
$ DPO C
Endocrinologia
$ Diabe te s m e l
itus Ie II
$ Ce toacidos e e com a h ipe ros m ol
ar
$ H ipotire oidis m o
$ H ipe rtire oidis m o
$ Es tados h ipogl
ice m icos
Gastroenterologia
$ H e patopatias agudas e crônicas
$ Ence fal
opatia h e pática
$ Pancre atite
$ Diarréia aguda infe ccios a
$ H e m orragia dige s tiva
Nefrologia
$ Ins uficiência re nalaguda e crônica
$ Gl
om e nl
one frite s
Dermatologia
$ col
age nos e s
$ fibrom ial
gia
$ anafl
axia
Infectologia
$ Infe cçõe s do trato urinário
$ Tétano
$ Raiva
$ M e ningite
$ AIDS
$ De ngue
$ H ans e nías e
Toxicologia
$ Intoxicaçõe s agudas
$ Tratam e nto de s uporte e e s pe cífico
$ Acide nte s com anim ais pe çonh e ntos
$ Intoxicaçõe s al
cóol
icas
Hematologia
$ Le ucos e s
$ Ane m ias h e re ditárias
$ H e m atote rapia
$ Trans tornos da coagul
ação
Cirurgia geral
$ Pol
itraum atis m o torácico e abdom inal
$ Abdom e agudo
$ Que im aduras
Neurologia
$ Acide nte Vas cul
ar Ce re bral
$ Traum atis m o craniano e raq ui-m e dul
ar
$ Ence fal
opatias
$ Convul
s õe s e e s tado m ale pil
éptico
Eqüilíbrio Ac-basico e hidro-mineral
$ Acidos e m e taból
ica e re s piratória
$ Al
cal
os e m e taból
ica e re s piratória
$ De s idratação tratam e nto
$ H ipopotas e m ia e h ipe rpotas e m ia
$ H iponatre m ia e h ipe rnatre m ia
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
H ARRISO N M e dicina Inte rna
CECIL M e dicina Inte rna
E. K nobe l Conduta no pacie nte grave
M anualdo ATLS
M anualdo ACLS
MÉDICO SAÚDE DA FAMÍLIA
Diagnós tico e tratam e nto das afe cçõe s m ais pre val
e nte s e m ate nção prim ária e m s aúde ;Conce itos fundam e ntais das
dive rs as Es pe cial
idade s Cl
ínicas ; Noçõe s Bás icas de Urgência/ Em e rgência na Prática M édica;Educação e m Saúde ;
Prom oção e prote ção à s aúde da criança, da m ul
h e r, do adol
e s ce nte , do adul
to e idos o; As s is tência gine col
ógica;
Conce pção e contrace pção; As s is tência à ge s tação norm al
, ide ntificando os dife re nte s tipos de ris co; Diagnós tico e
tratam e nto das afe cçõe s m ais fre q ue nte s do cicl
o gravídico e pue rpe ral
; Cuidados ao re cém nas cido e condução da
pue ricul
tura; De s nutrição Prote ico-cal
órica; Diarre ia Aguda e Crônica na Criança; Doe nças re s piratórias na Criança;
Doe nças Infe ctocontagios as m ais fre q ue nte s na criança; Paras itos e s Inte s tinais ; De rm atos e s m ais fre q ue nte s ;
Diagnós tico dife re nciale proce dim e ntos fre nte aos s inais e s intom as m ais fre q ue nte s ;Saúde do trabal
h ador;Tratam e nto
das afe cçõe s m ais fre q ue nte s na infância, na adol
e s cência, na idade adul
ta e na te rce ira idade ;Inte rpre tação de e xam e s
com pl
e m e ntare s de apoio diagnós tico na atividade cl
ínica diária; Saúde m e ntal
; Dis túrbios ps íq uicos m ais com uns na
prática am bul
atorial
; Diagnós tico das patol
ogias cirúrgicas m ais fre q ue nte s e e ncam inh am e ntos ne ce s s ários ;
Re conh e cim e nto e prim e iros cuidados às afe cçõe s grave s e urge nte s ;Im uniz açõe s ;Vigil
ância e pide m iol
ógica;Vigil
ância
s anitária; Vigil
ância e m s aúde ; Participação Com unitária nos Program as de Saúde ; Program a de s aúde da fam íl
ia:
princípios e dire triz e s ;Le gis l
ação do SUS Sis te m a Único de Saúde ;Pol
ítica Nacionalde H um aniz ação da Ate nção à
Saúde ;Código de ética m édica.
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e gre : Artm e d, 2004.
MÉDICO VETERINÁRIO
Ins pe ção Sanitária de Produtos de O rige m Anim al
.
Z oonos e s
Control
e e com bate de ve tore s e anim ais pe çonh e ntos .
Control
e de Ende m ias e Epide m ias
Toxiinfe cçõe s Al
im e ntare s
Se gre gação e de s tino de re s íduos de Saúde
Proce dim e ntos e m vigil
ância s anitária
Infraçõe s re l
acionadas àl
e gis l
ação s anitária
Técnicas de col
e ta, arm az e nam e nto e trans porte para diagnós tico de doe nças infe ctocontagios as
Técnicas col
e ta, arm az e nam e nto e trans porte de al
im e ntos .
Norm as s obre produção, trans porte e acondicionam e nto de al
im e ntos
Le gis l
ação SUS:
Le i 6.360 DO U de 24/09 /76 Dis põe s obre a vigil
ância de m e dicam e ntos , drogas , ins um os farm acêuticos , corre l
atos ,
cos m éticos e s ane ante s .
Le i 6.437 DO U de 24/08/77 Configura infraçõe s àl
e gis l
ação s anitária fe de ral
.
Le i 8.080 DO U de 20/09 /9 0 Dis põe s obre prom oção, prote ção e re cupe ração da s aúde , a organiz ação e o
funcionam e nto dos s e rviços corre s ponde nte s .
Le i 8.078 DO U 12/09 /9 0 Dis põe s obre a prote ção do cons um idor
M inis tério da Saúde Portaria 1428 26/11/9 3 Dire triz e s para Vigil
ância Sanitária de Al
im e ntos
Portaria 326 SVS/M S DO U 01/08/9 7
BIBLIOGRAFIA INDICADA:
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Fundação Nacionalde Saúde M anualde Sane am e nto.
M inis tério de Saúde M anualde Le ptos piros e Bras íl
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M inis tério da Saúde Guia de control
e de l
e is h m anios e Te gum e ntar Am e ricana
M inis tério da Saúde Guia de Control
e de Vigil
ância Epide m iol
ógica.
M inis tério da Saúde M anualde De ngue
M inis tério Saúde M anualde Raiva
Re gul
am e nto da Ins pe ção Indus triale Sanitária de Produtos de O rige m Anim al(M inis tério de Agricul
tura Divis ão de
Norm as Técnicas ).
ENSINO SUPERIOR COMPLETO - PROFESSORES
)
)
)
)
)
)
)
DIRETOR DE ESCOLA
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA III { EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA III { EDUCAÇÃO FÍSICA
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA { ESPECIAL
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA I { CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA II
SUPERVISOR DE ENSINO
CONHECIMENTOS GERAIS { PEDAGÓGICOS (Comuns a todos os Professores)
LEGISLAÇÃO GERAL:
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e ce as Dire triz e s e Bas e s da Educação Nacional
.
Le i Fe de ralnº8.069 , de 13 de jul
h o de 19 9 0 Dis põe s obre o Es tatuto da Criança e do Adol
e s ce nte e dá outras
providências .
Le i Fe de ral11.274, de 06 de de z e m bro de 2006. Al
te ra a re dação dos artigos 29 , 30, 32 e 87 da l
e i 9 .39 4, de 20 de
de z e m bro de 19 9 6, q ue e s tabe l
e ce as dire triz e s e bas e s da e ducação nacional
, dis pondo s obre a duração de nove anos
para o e ns ino fundam e ntal
, com m atrícul
a obrigatória a partir dos s e is anos de idade .
Le i Fe de ralnº10.172, de 09 de jane iro de 2001. Pl
ano Nacionalde Educação.
Pare ce r CNE/CEB n.º04/9 8. Dire triz e s Curricul
are s Nacionais para o Ens ino Fundam e ntal
.
Pare ce r CNE/CEB n.º11/2000. Dire triz e s Nacionais para a Educação de Jove ns e Adul
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Educação para o s écul
o XXI.
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ia. Ps icogêne s e Da Língua Es crita / Em íl
ia Fe rre iro e Ana Te be ros k y. Trad. Diana M yriam
Lich te ns te in, Liana Di M arco e M ário Cors o. Porto Al
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o Por Proje tos De Trabal
h o. Fe rnando H e rnánde z e M onts e rrat
Ve ntura;trad. Jus s ara H aube rtRodrigue s . Porto Al
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Nacionais
1ª a
4ª s érie s ,
vol
.1
a
10,
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h ttp://portal
.m e c.gov.br/inde x.ph p?option=com _ conte nt& vie w =articl
e & id=12640% 3Aparam e tros -curricul
are s -nacionais 1oa-4o-s e rie s & catid=19 5% 3As e b-e ducacao-bas ica& Ite m id=859 , ace s s ado e m : 16/12/2010.
( Lim a, El
vira Souz a. Indagaçõe s s obre currícul
o: Currícul
o e De s e nvol
vim e nto H um ano /organiz ação do docum e nto
Je ane te Be auch am p, Sandra De nis e Page l
, Aricél
ia Ribe iro do Nas cim e nto. Bras íl
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( Lim a, El
vira Souz a. Indagaçõe s s obre currícul
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o /organiz ação
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, Aricél
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Educação,
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Educação
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( M ore ira, Antônio Fl
ávio Barbos a]. Indagaçõe s s obre currícul
o: Currícul
o, Conh e cim e nto e Cul
tura. Indagaçõe s s obre
currícul
o: currícul
o, conh e cim e nto e cul
tura / [Antônio Fl
ávio Barbos a M ore ira , Ve ra M aria Candau] ;organiz ação do
docum e nto Je ane te Be auch am p, Sandra De nis e Page l
, Aricél
ia Ribe iro do Nas cim e nto. Bras íl
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Educação,
Se cre taria
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Educação
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( Gom e s , Nil
m a Lino. Indagaçõe s s obre currícul
o: Dive rs idade e Currícul
o / [Nil
m a Lino Gom e s ]; organiz ação do
docum e nto Je ane te Be auch am p, Sandra De nis e Page l
, Aricél
ia Ribe iro do Nas cim e nto. Bras íl
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Educação,
Se cre taria
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Educação
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( Fe rnande s , Cl
áudia de O l
ive ira. Indagaçõe s s obre currícul
o: Currícul
o e Aval
iação /[Cl
áudia de O l
ive ira
( Fe rnande s , Luiz Carl
os de Fre itas ];organiz ação do docum e nto Je ane te Be auch am p, Sandra De nis e Page l
, Aricél
ia
Ribe iro do Nas cim e nto. Bras íl
ia: M inis tério da Educação, Se cre taria de Educação Bás ica, 2007. / Dis poníve le m :
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( Program a de
Form ação de
Profe s s ore s
Al
fabe tiz adore s PRO FAM ódul
o I, dis poníve l e m :
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.m e c.gov.br/s e b/arq uivos /pdf/col
e t_ m 1.pdf, ace s s ado e m : 16/12/2010.
( Program a de
Form ação de
Profe s s ore s
Al
fabe tiz adore s - PRO FA- M ódul
o II, dis poníve l e m :
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.m e c.gov.br/s e b/arq uivos /pdf/Profa/col
_ 2.pdf, ace s s ado e m 16/12/2010.
( Program a de
Form ação de
Profe s s ore s
Al
fabe tiz adore s - PRO FA- M ódul
o III, dis poníve l e m :
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PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA III { EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
1. Te orias e conce pçõe s da arte : pe ns am e nto antigo e pós -m ode rno.
2. As dim e ns õe s da arte e s uas principais articul
are s .
3. El
e m e ntos bás icos das com pos içõe s artís ticas (core ográficas , te atrais , m us icais , vis uais , audiovis uais ) e s uas
gram áticas articul
adoras .
4. Das orige ns da dança, do te atro, da m ús ica e das arte s vis uais àconte m porane idade .
5. Caracte rís ticas , produçõe s e produtore s dos principais pe ríodos , e s col
as , m ovim e ntos e te ndências no Bras ile no
M undo.
6. O e ns ino de e ducação artís tica no e ns ino fundam e ntal
.
7. O conh e cim e nto arte no currícul
o e s col
ar: raz õe s e final
idade s .
8. A m e todol
ogia do e ns ino de arte .
9 . O de s e nvol
vim e nto e xpre s s ivo nas dife re nte s áre as artís ticas e s uas re l
açõe s com o de s e nvol
vim e nto biol
ógico,
afe tivo, cognitivo e s ociocul
turaldo s e r h um ano.
10. As dife re nte s l
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PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA III { EDUCAÇÃO FÍSICA
Conte xtual
iz ação s ócio-pol
ítica da Educação Fís ica
Es porte na Es col
a (te oria e prática cons cie ntiz adora)
A cul
tura popul
ar, o l
az e r e a Educação Fís ica e s col
ar na e s col
a de e ns ino fundam e ntal
O jogo
Caracte rís ticas s ócio-afe tivas , m otoras e cognitivas
Jogo coope rativo
O Ens ino da Educação Fís ica no e ns ino Fundam e ntal
Proce dim e ntos m e todol
ógicos e aval
iatórios
Se l
e ção de conte údos
H is tória da Educação Fís ica;
Te ndências Pe dagógicas da Educação Fís ica Es col
ar; Apre ndiz age m e de s e nvol
vim e nto m otor; Es porte s : Conce itos
re l
acionados àIniciação Es portiva Unive rs al
;Jogos , l
utas e brincade iras ;Re gul
am e nto dos jogos ;Atual
idade s .
Conh e cim e ntos Es pe cíficos da Áre a: Re gras e Re gul
am e ntos , Com pe tiçõe s , Sis te m as O fe ns ivos , Sis te m as De fe ns ivos ,
H is tórico, das s e guinte s m odal
idade s : Bas q ue te bol
, Fute bolde Cam po, Fute bolde Sal
ão, H ande bol
, Tênis de M e s a e
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e ibol
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Re s ol
ução CNE/CEB nº 04/2009 de 02 de outubro de 2009 . Ins titui Dire triz e s O pe racionais para o Ate ndim e nto
EducacionalEs pe cial
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idade Educação Es pe cial
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Le i 10.436 de 24/04/2002 Dis põe s obre a Língua Bras il
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De cre to 5.626 de 22-12-2005 - Re gul
am e nta a Le i 10.436 de 24 de abrilde 2002.
De cre to 3.29 8 de 20/12/9 9 q ue re gul
am e nta a Le i nº7.853, de 24 de outubro de 19 89 , dis põe s obre a pol
ítica Nacional
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PLANO NACIO NALDE EDUCAÇÃO : (PNE)
Em e nda Cons titucionalnº20.
Conve nção nº138 da O IT.
Le i fe de ralnº10.09 7/00.
Conve nção nº182 da O IT.
Dire triz e s Curricul
are s Nacionais para o Ens ino Fundam e ntal
. CNE/CEB
Dire triz e s Curricul
are s Nacionais para a Educação Infantil
. CNE/CEB
Dire triz e s Curricul
are s Nacionais para a Educação de Jove ns e Adul
tos . CNE/CEB
Dire triz e s Nacionais para a Educação Es pe cialna Educação Bás ica. CNE/CEB
BRASIL- Le i de Dire triz e s e Bas e s da Educação Nacional
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e gis l
ação e norm as bás icas para s ua im pl
e m e ntação. São Paul
o: 19 9 8.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJATI
CONCURSO PÚBLICO 01/2013
ANEXO II - CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO (DATAS PROVÁVEIS)
EVENTO
Pe ríodo das Ins criçõe s .
DATA - 2013
10 a 24 de junho
Data l
im ite para re col
h im e nto da Taxa da Ins crição.
25 de junho
Divul
gação da Re l
ação de Candidatos Ins critos .
29 de junho
Divul
gação do Locale H orário da re al
iz ação das Provas O bje tivas .
3 de julho
Re al
iz ação das Provas O bje tivas
14 de julho
Divul
gação de Gabarito das Provas O bje tivas
17 de julho
Praz o de Re curs os com re l
ação ao Gabarito das Provas O bje tivas .
Re tificação do Gabarito (s e h ouve r) e Publ
icação da Convocação para
pre s tação da Prova Prática e Publ
icação do Re s ul
tado Final(cargos s e m
prova prática).
Praz o de Re curs os com re l
ação àPubl
icação da Convocação para
pre s tação da Prova Prática e do Re s ul
tado Final(cargos s e m prova
prática).
18 e 19 de julho
27 de julho
29 e 30 de julho
Re al
iz ação da Prova Prática
4 de agosto
Divul
gação do Re s ul
tado Final(cargos com prova prática)
9 de agosto
Praz o de Re curs os contra Re s ul
tado Final(cargos com prova prática)
H om ol
ogação do Concurs o Públ
ico
12 e 13 de agosto
17 de agosto
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJATI
CONCURSO PÚBLICO 01/2013
ANEXO V X FORMULÁRIO DE TÍTULOS
Ins truçõe s de pre e ch im e nto:
- Pre e nch e r com o código e nom e do e m pre go públ
ico pre te ndido, s e u núm e ro de ins crição e s e u nom e com pl
e to.
- No q uadro dos títul
os , inform ar a q uantidade de cada ce rtificado ou dipl
om a q ue e s tás e ndo e ntre gue ane xo àe s ta re l
ação.
- Datar e as s inar o e s te docum e nto.
Código/Em pre go: _ _ _ _ _ _ _ _ __________________________________________________________________________
Nº. Ins cr/Nom e : _ _ _ _ _ _ _ _ _ - _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Certificado e ou Diploma
8URHFLDNLZD^]Q f;DVQ @HPUWg- carga h orária m ínim a 360 h oras
<HUVTDGQ f@VTLFVQ @HPUWg
7QWVQTDGQ f@VTLFVQ @HPUWg
Quantidade
Encam inh o ane xo a e s te , a q uantidade de (s ) docum e nto(s ) re l
acionado(s ) acim a, para confe rência e aval
iação
re fe re nte ao Concurso Público nº 01/2013 da Prefeitura Municipal de Cajati.
Te nh o ciência de q ue , de acordo com o ite m 7.1.1 do Editalde Abe rtura, ape nas s e rão apurados os títul
os dos
candidatos h abil
itados nos te rm os do ite m 8.4 e de q ue a e ntre ga de títul
os não as s e gura dire ito a pontuação, de ve ndo
os m e s m os pas s are m por anál
is e da Banca Exam inadora.
Li e concordo com todos os ite ns do e ditalde abe rtura, q ue re ge m e s te concurs o públ
ico, e m e s pe cialao Ite m
8.3 q ue e s tipul
a as condiçõe s de aval
iação e atribuição de pontos aos ce rtificados /dipl
om as por m im apre s e ntados .
Cajati, _ _ _ _ _ _ _ _ de _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ de 2013.
As s inatura do Candidato: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
de s taq ue aq ui (col
e e s ta parte no e nve l
ope )
de s taq ue aq ui (col
e e s ta parte no e nve l
ope )
Destaque aqui (NÂO cole esta parte)
Destaque aqui (NÂO cole esta parte)
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJATI
ESTADO DE SÃO PAULO
CONCURSO PÚBLICO Nº. 01/20123
COMPROVANTE DE ENTREGA DE TÍTULOS
Código/Em pre go: _ _ _ _ _ _ _ _ __________________________________________________________________________
Nº. Ins cr/Nom e : _ _ _ _ _ _ _ _ _ - _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
De cl
aro q ue o candidato acim a re l
acionado apre s e ntou docum e ntos re l
ativos àtitul
ação e m e nve l
ope l
acrado e m
acordo com o ite m 7.5 do Editalde Abe rtura.
Cajati, _ _ _ _ _ _ _ _ de _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ de 2013.
As s inatura do Re s pons áve lpe l
o Re ce bim e nto: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJATI
CONCURSO PÚBLICO 01/2013
ANEXO V Z FORMULÁRIO DE RECURSOS
NO M E DO CANDIDATO : _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
RG N°_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ CPF Nº_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ INSCRIÇÃO Nº_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
ENDEREÇO : _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
CARGO : _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
TIPO DE RECURSO - (As s inal
e o tipo de Re curs o)
(
(
(
(
)
)
)
)
CONTRA INDEFERIMENTO DE INSCRIÇÃO
CO NTRA GABARITO DA PRO VA O BJETIVA
CONTRA PONTUAÇÃO DE TÍTULOS
CO NTRA RESULTADO FINAL
Ape nas para re curs o contra gabarito oficial
Nºda q ue s tão: _ _ _ _ _ _ _ _
Gabarito oficial
: ________
Resposta Candidato: ____
JUSTIFICATIVA DO CANDIDATO _ Raz õe s do Re curs o
Obs.: Preenche com letra de forma, ou digitar, e entregar este formulário em 02 (duas) vias, uma via será
devolvida como protocolo.
Data: _ _ _ _ /_ _ _ _ /2013.
____________________
As s inatura do candidato
____________________________________
As s inatura do Re s pons áve lp/re ce bim e nto