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ANA LUÍSA
PORTFOLIO
Ana Luísa
Portfolio
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Scratchboard
ScratchBoard developed fo Illustration I
ESAD.
Ana Luísa
Portfolio
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Index
Hi!
UllaoOP
Moustache Magazine
Sardinhas de Lisboa
Photography
ScratchBoard
Ana Luísa
Portfolio
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Ana Luísa
Portfolio
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5
HI!
Nice to meet you!
I’m Ana Luísa. a girl who was born in
Leiria, an beautiful city of Portugal.
I’m 25 years old, and i decided to
became a designer and photographer,
because those are the most satisfying
thing that i learned to do and explore.
Ana Luísa
Portfolio
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Photography
Work from techinical photography in
2009 at ETIC
Ana Luísa
Portfolio
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Education
At Escola Técnica de Imagem e Comunicação i study
2008
Technical degree of Graphic Design
2009
Technical degree of Photography
Currently studying at Escola Superior de Artes e Design
2013
Multimedia and Graphic Design
Skills
Adobe Photoshop | Illustrator | Indesign |
Flash | Bridge | Camera Raw |
Lightroom |
Photo
Editorial | fashion | analog
photography | night clubs | digital
Others Microsoft Office | Paint | Social
Network | Draw | Watercolor
Hobbies
Photography | Design | Singing
| Travel | Healthy Food | Draw |
Read |
Ana Luísa
Portfolio
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A
a
h
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u
Ag
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Deda
l
Ana Luísa
Portfolio
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UllaoOp
I developed a catalog for UllaoOp. It’s a
atelier in the middle of Caldas da Rainha,
that designs and do their own clothes.
I did the layout, photography, editorial.
Ana Luísa
Portfolio
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ESTUDIO DESIGN | 09
Índice
9
12
64
71
UllaOOP
Design de
Moda
26 50
Primavera
Verão
DESIGN MODA
Outono
Inverno
A origem da palavra design está no latim
designare, verbo que abrange o sentido
de designar e de desenhar e portanto,
já contém na sua origem o aspecto
abstrato de conceber/projetar/atribuir
e o concreto de registrar/configurar/
formar, tratando assim de uma atividade
que gera projeto, esboços e modelos.
Historicamente o marco fundamental que
caracteriza a função e a existência do
design se deu com a passagem de um
tipo de fabricação em que o mesmo
indivíduo concebe e executa o artefato,
para um outro tipo de processo em que
existe uma separação entre projetar e
fabricar. Tal separação inicialmente não
deu importância se o processo fabril
ocorria por meios manuais ou mecânicos
e, tão pouco relevava a questão da
padronização e reprodução em série.
O uso do termo design começou a
ser freqüente na Inglaterra do século
XIX. Um número considerável de
trabalhadores ligados principalmente à
confecção de padrões ornamentais na
indústria têxtil, já se intitulava designer,
sugerindo a necessidade de estabelecer
o design como uma etapa especificada
do processo produtivo e de encarregála a um trabalhador especializado.
Esta condição, que fez parte da implantação
do sistema
Índice
Remissivo
Índice de
Imagens
10 | ESTUDIO DESIGN
industrial de fabricação, gerou a
necessidade de organizar as primeiras
escolas de design do século XIX
e continuou gerando durante o
século XX, obrigando a que só se
considere hoje, como designer, um
profissional formado em nível superior.
Surgiu uma nova figura de profissional,
o designer como um homem que
compartilha das mesmas origens e
dos mesmos gostos dos consumidores
que buscavam nessas produções,
mais do que uma simples qualidade
construtiva, uma afirmação de sua
identidade social capaz de ostentar
seu
progresso
profissional.
A
identidade das classes sociais passou
por um processo de redefinição e, com
o tempo, tais preocupações foram se
difundindo por outras camadas sociais.
O cruzamento de dados de ordem
econômica e cultural com outras
informações de natureza tecnológica
e artística faz-se essencial para
dar sentido à diversidade da função
do design em diferentes contextos.
Máquina de fiar, que acelerou
a fabricação de tecidos no
início da Revolução Industrial –
Imagem do site iG Educação.
Sardinhas de Lisboa
( Sardine Contest )
ESTUDIO DESIGN | 11
sociedades industriais do século XIX,
desenvolveu-se de duas maneiras
diferentes. Havia uma procura de
costureiras por encomenda, de costuras
delicadas e sob medida, que só podiam
ser feitas à mão, e ao mesmo tempo,
começava a produção em massa do
vestuário industrializado padronizado,
tanto nos modelos como nas medidas.
O aparecimento das fábricas de roupas
reforçou a divisão entre as empresas
que usavam maquinário e recrutavam
mão de obra semiqualificada, e
os velhos artesãos. No comércio
tradicional dos alfaiates, cada peça
de roupa era feita separadamente
por um só trabalhador; isto era
conhecido como método da peça única.
Os alfaiates haviam estado entre os
primeiros
artesãos
independentes
e tinham estabelecido as suas
corporações nas cidades medievais.
Eram
organizações
de
patrões,
que
trabalhavam
normalmente
com as suas famílias, um ou dois
trabalhadores experientes, contratados
por dia, e alguns aprendizes.
No século XVII, surgiu a loja de alfaiate.
Os alfaiates eram comerciantes
estabelecidos que tinham capital
suficiente para alugarem uma loja
numa zona chique das cidades, para terem estoque de tecidos caros
“ metade das roupas
industrializadas era
destinada à faixa etária
de 15 a 19 anos de
idade.”
“Os alfaiates haviam
estado entre os
primeiros artesãos
independentes ”
fortaleceu o movimento dos Trade Boards
e melhorou as condições de trabalho.
Em 1909 houve uma greve histórica
na indústria das roupas onde 20 mil
trabalhadores deixaram seus trabalhos.
Apesar da maioria dos grevistas ser
constituída por homens, foi a maior greve
feminina da América. E esta greve levou
a um acordo histórico que foi assinado
pelos patrões, e a partir daí, as roupas
femininas começaram a ser criadas
também visando às necessidades de
uso para o trabalho da mulher, isto, é,
começaram a se fazer roupas funcionais.
Nos EUA havia um grande campo para
roupas feitas em massa. As grandes
distâncias geraram a possibilidade de
se reproduzir e vender roupas em grande
quantidade, tanto de modelos quanto de
tamanhos e, para os diferentes centros.
Entre os anos 20 e 30, houve
mudanças importantes na indústria
das roupas, que conseguiu traduzir
as medidas masculinas pessoais para
um padrão de roupa feita em fábrica.
A moda da classe média também
se desenvolveu em estilos próprios
diferentes e com boa qualidade.
Nos anos 40 a produção de roupa
barata e atraente estava cada vez mais
ligada ao desenvolvimento de métodos
de fabricação modernos que envolviam
rapidez, estilo, qualidade e preço.
Durante a década de 50, com o fim
do período de guerras mundiais, houve
uma melhoria nas condições de vida
e com isso, o crescimento de uma
sociedade consumidora. Outro fator
que contribuiu enormemente para o
desenvolvimento da industrialização de
roupas foi o surgimento do mercado
voltado
aos
jovens
estudantes.
e oferecer crédito ilimitado às pessoas da
sociedade que formavam sua clientela. O
comércio era sazonal e os trabalhadores
das alfaiatarias eram contratados e
despedidos conforme as necessidades.
Na Inglaterra e nos Estados Unidos,
dois grupos de trabalhadores vieram
juntar-se às fileiras dos trabalhadores
temporários e semiqualificados. No
final do século XIX usaram trabalho
dos emigrantes, especialmente judeus.
No in ício do século XIX, as mulheres
passaram de simples operárias a
aprendizes de alfaiates em número cada
vez maior. Os trabalhadores judeus, em
muitos casos, já eram reconhecidos
como
alfaiates
qualificados.
Foi durante o período entre 1898 e
1910, que a indústria do vestuário
feito em massa arrancou de fato,
tanto na Inglaterra como na América.
A expansão das fábricas de confecção,
no entanto não causou a falência das
lojas de alfaiates ou o desaparecimento
das costureiras que trabalhavam
por dia. Pelo contrário, este sistema
aumentou o trabalho a domicílio.
Na virada do século XIX para o XX, os
grupos feministas lutavam para acabar
com a exploração salarial do trabalho
da mulher e da criança, e obtiveram
sucesso. A Primeira Guerra mundial
Ana Luísa
anos
60
há
surgimento
do
mercado
voltado
aos
jovens
estudantes
Nos anos 60Na metade da década
de 60, quase metade das roupas
industrializadas era destinada à faixa
etária de 15 a 19 anos de idade. Esta
mudança nos hábitos de consumo da
juventude foi um fenômeno de moda
e ocorreu inicialmente na Inglaterra, o
que fez com que o desenho de moda
inglês para o mercado de massas
começasse a liderar o resto do mundo.
O crescimento do mercado de moda se
deu tanto para atender exigências das
faixas etárias como pela globalização,
que estabeleceu um padrão de elegância
a nível global. Tal crescimento exigiu
grandes reformulações nas estruturas
de trabalho e um grande aprimoramento
no maquinário. A modernização
de todos os processos industriais
continuou, introduzindo o planejamento
computadorizado das provisões, o
desenvolveu do corte a laser e o
desenvolvimento, pelos japoneses, de
máquinas que bordam até em tecidos
muito delicados, e hoje, até a alfaiataria
de fábrica por encomenda utiliza agora
pontos feitos à máquina que imitam
o aspecto do ponto feito à mão.
Cabe ressaltar que, tanto o setor
têxtil quanto o de confecções não são
geradores da sua própria tecnologia, o
que significa que os seus respectivos
avanços tecnológicos são incorporados
pela utilização de bens de capital.
Porém, hoje, esta imensa sofisticação
tecnológica coexiste com a mais
terrível exploração de trabalhadores
do terceiro mundo, numa versão
gigantesca, em escala mundial, do
velho sistema de despedimentos e de
Nos
Participated at the annual contest of the
lisbon sardine 2014.
I designed this sardine thinking about
Beatriz Costa.
Portfolio
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PRIMAVERA // VERÃO
FOTOGRAFIA ANNE LOUISE FS
STYLIST ULLAOOP
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MODELO JOANA SIMÕES
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ULLAOOP
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FOTOGRAFIA ANNE LOUISE FS
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We had to thought about the target
group and we should design the layout
and get our own photos.
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