Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo
Sicoob Sul-Litorâneo -CNPJ: 32.474.884/0001-02
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EM 30 DE JU NHO DE 2012
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Patrimônio de Referência
Senhores Associados,
Submetemos a V.S.as as Demonstrações Contábeis do primeiro semestre de 2012 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea
do Espírito Santo – Sicoob Sul Litorâneo em milhares de reais, na forma
da legislação em vigor.
1.
Mesmo com toda essa incerteza na economia, o Espírito Santo apresentou um bom desempenho no primeiro semestre, com destaque para o
crescimento do volume de vendas do comércio varejista.
Política Operacional
Em 2012, o Sicoob Sul Litorâneo completa 23 anos, mantendo a vocação de instituição financeira cooperativa muito atrativa para investimentos e para obtenção de crédito. A atuação junto aos Associados se
dá pela captação de depósitos, pela concessão de empréstimos e pela
prestação de serviços financeiros.
2.
Avaliação dos resultados
A Cooperativa obteve no primeiro semestre 2012 um resultado de R$
2.511 mil, que representou um retorno anual sobre o Patrimônio de
Líquido de 10%.
dual”, mas também reforçou que espera uma melhora de ritmo neste
segundo semestre, o que também está contemplado em nosso cenário.
Não houve alteração na visão sobre a perspectiva de uma demanda doméstica ainda robusta, baseada no crescimento da renda e na expansão
moderada do crédito.
7.
Número de Associados
O número de associados saiu de 9.221 para 10.057, o que corresponde a
um crescimento de 9,07 % considerando o intervalo de um ano.
Número de Associados
Sobra Bruta
O cooperativismo de crédito, por sua própria natureza, orientado por
princípios e valores universais, está naturalmente comprometido com o
desenvolvimento sustentado das comunidades em que atua, buscando
sempre o melhor para os seus associados. O Sicoob ES acompanhou o
desempenho do Estado e também apresentou crescimento, com resultado de R$ 54.293 mil superior em 28,07% em comparação com o
mesmo período do ano anterior.
13. Governança Corporativa
Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos cooperados definir e assegurar a
execução dos objetivos da Cooperativa, contribuindo para a sua continuidade e fortalecimento dos princípios cooperativistas.
Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na Assembleia Geral, que é a reunião de todos os Associados, o poder maior de decisão.
Retorno sobre o Patrimônio Líquido
8.
Receitas de Prestação de Serviços
Nossas receitas de prestação de serviços somaram R$ 1.672 mil elevando-se 53,25 % em relação ao mesmo período do ano anterior.
Receita de Pestação de Serviços
3.
Ativos
O ativo total somou R$ 116.687 mil em 30/06/2012, evoluindo 24,23%
em relação ao primeiro semestre de 2011. Os recursos depositados na
Centralização Financeira somaram R$ 40.489 mil, o que equivale a um
aumento de 19,62% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Total de Ativos
9.
Número de Funcionários
O número de funcionários aumentou em 3,39% no primeiro semestre
de 2012 comparando com o mesmo período do ano anterior passando
de 59 funcionários para 61.
Número de Funcionários
A Carteira de Crédito obteve um crescimento de 28,28%, alcançando
R$ 69.022 mil. Verifique, abaixo, a distribuição da Carteira de Crédito.
Carteira de Crédito
10. Índice da Basiléia
O índice da Basiléia praticado pela Cooperativa saiu de 34,98% para
31,25% no primeiro semestre 2012. Este índice supera o percentual de
13% exigido para as cooperativas de crédito.
Índice da Basiléia
4.
11. Política de Crédito
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso
tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados. A Cooperativa realiza também todas as consultas cadastrais e faz
a avaliação do associado por meio do Rating (avaliação por pontos),
buscando, assim, garantir ao máximo a liquidez das operações.
O Patrimônio Líquido encerrou o primeiro semestre 2012 com um
crescimento de 12,51% em relação ao mesmo período do ano anterior,
apresentando soma de R$ 24.833 mil.
Total do Patrimônio Líquido
6.
Patrimônio de Referência
O Patrimônio de Referência da Cooperativa saiu de R$ 21.431 mil para
R$ 23.780 mil. O crescimento em relação ao exercício anterior foi de
10,96%.
Os balanços da Cooperativa são auditados por auditores externos, que
emitem relatórios conclusivos os quais são levados ao conhecimento
dos Conselhos e da Diretoria sendo emitidos pareceres para conhecimento da Assembléia Geral. Todos esses processos são acompanhados
e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe tal competência.
É adotada ainda a política de classificação de risco de crédito da carteira
de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Resolução CMN nº 2.682.
No primeiro semestre de 2012, houve uma concentração de 94,75% nos
níveis de risco “A” a “C”.
12. Cenário Econômico
O cenário econômico mundial não apresentou no primeiro semestre
2012 mudanças significativas, conforme atas do Copom publicada pelo
Bacen. Em linhas gerais destaque para a visão de que diminuiu a probabilidade de um evento extremo no âmbito global, no entanto uma
solução para o problema está distante. O Copom também citou o viés
expansionista da política monetária ao redor do mundo, com novos
movimentos de afrouxamento na Zona do Euro, Reino Unido e China.
No geral, sustentou a leitura de um nível de incerteza acima do usual,
transmitindo a percepção de que o ambiente externo deve permanecer
com tais sinais de fraqueza por um período mais longo do que o esperado até recentemente.
Para a economia doméstica, a recuperação foi apontada como muito
gradual e o cenário central de trabalho com inflação em torno da meta
neste ano foi mantido. O Comitê avaliou que “a recuperação da atividade econômica doméstica tem se materializado de forma bastante gra-
Toda essa estrutura tem a atribuição de assegurar o cumprimento das
normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além
de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes.
No primeiro semestre de 2012, a Ouvidoria da Cooperativa registrou
8 demandas sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos.
Dessas demandas 6 foram classificadas procedentes e 2 foram classificadas improcedentes, todas resolvidas antes do prazo legal estabelecido, que é de 15 (quinze) dias, de maneira satisfatória para as partes
envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente.
17. Gerenciamento de Risco
I - Risco Operacional
O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa da objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional,
por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.380/2006.
Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do
Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do
Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em
relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
O processo de gerenciamento do risco operacional está estruturado
com base no preenchimento de Listas de Verificação de Conformidade
(LVC), baseada na metodologia Controll Self Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva,
coordenação do Departamento de Controles e Riscos e a atuação do
Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR), são identificadas situações
de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de ocorrência, de forma padronizada.
Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de
ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em
sistema próprio para acompanhamento, pelo Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR).
Da mesma forma, as perdas operacionais ocorridas têm as causas e as
ações de mitigação identificadas, sendo que as informações devem ser
devidamente registradas em sistema informatizado, para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR).
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a
Cooperativa possui estrutura compatível com a natureza das operações,
a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à
dimensão da exposição ao risco operacional.
O Conselho de Administração da Cooperativa é responsável pelas informações divulgadas neste relatório.
II - Risco de Mercado
Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa utiliza várias ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito é adotado o Manual de Crédito, desenvolvido, como
muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação, homologado pelo
Sicoob Central ES, aprovado e instituído pelo Conselho de Administração da Cooperativa. Além do Estatuto Social, são seguidos regimentos
e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regulamento do Conselho de Administração, o Regulamento do Conselho
Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética.
O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa da objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado,
por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.464/2007.
A cooperativa ainda adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de
seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários
que contempla a remuneração adequada, a segregação de funções e o
gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional.
No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos
padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da
carteira em trading e banking, de mensuração do risco de mercado (Value at Risk – VaR), de estabelecimento de limites de risco, de testes de
estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting
do VaR).
14. Conselho Fiscal
Total de Recursos Captados
Patrimônio Liquido
A cooperativa ainda é monitorada periodicamente quanto à efetivação
dos controles internos. Esse monitoramento é realizado pelo Sicoob
Central ES que a partir de janeiro de 2011, centralizou esse serviço
adotando padrão de qualidade e atuação compatível com a realidade
de nossas atividades, sistemas, produtos e serviços. Com essa centralização houve melhoria na qualidade da governança visto que os
agentes têm maior independência pois respondem hierarquicamente
à gerência e diretoria do Sicoob Central ES , estando desvinculado desta singular, podendo dessa forma trabalhar com maior independência.
Como forma de atuação proativa esse monitoramento é feito de forma
a diagnosticar a motivação dos problemas identificados pela auditoria
desenvolvendo e propondo ações de melhoria, regularização e prevenção de problemas / riscos de perdas. Integra ainda a área de fiscalização
a auditoria interna realizada periodicamente por auditor do Sicoob Central ES cuja metodologia e procedimentos aplicados seguem as políticas
e manuais aprovados no sistema. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos Associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição.
Captação
As captações chegaram a R$ 72.834 mil. Em comparação ao mesmo
período do ano anterior, observa-se um crescimento de 25,50%. Veja,
a seguir, a distribuição das captações.
5.
A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com
clara segregação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as
decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da
Cooperativa no seu dia a dia.
de Ouvidoria do Sicoob, no atendimento via DDG 0800 ou mesmo na
própria cooperativa, através de correspondência entregue.
Eleito na Assembléia Geral Ordinária, com mandato até a AGO de 2013,
o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos
da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes
mensais e seu balanço patrimonial anual. Em 2011, todos os membros
efetivos do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo Sicoob Central ES, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las.
15. Código de Ética
Todos os integrantes da equipe do Sicoob ES aderiram, por meio de
compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional
proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob – Sicoob Confederação. A partir de então, todos os novos funcionários, ao
ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso.
Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do
Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a
qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.
sicoob.com.br.
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, a
Cooperativa possui estrutura compatível com a natureza das operações,
a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à
dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade.
III - Risco de Crédito
O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa objetiva garantir a
aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar
os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio da adoção de
boas práticas de gestão de riscos.
Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN 3.721/2009, a Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do
Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a
qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.
sicoob.com.br.
16. Sistema de Ouvidoria
Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de
análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção
de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.
Com a edição da Resolução 3.849 de 25/03/2010 o Conselho Monetário Nacional possibilitou às cooperativas singulares de crédito firmar
convênio para compartilhamento e utilização de componente organizacional de ouvidoria único mantido na central, confederação ou banco
cooperativo do sistema.
Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a
Cooperativa possui estrutura compatível com a natureza das operações,
com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.
Agradecimentos
Diante dessa possibilidade foi instituído o componente único de ouvidoria mantido no Bancoob que iniciou suas atividades a partir de 1º de
julho de 2010 para as cooperativas que aderiram ao convênio.
Agradecemos aos nossos associados pela preferência e pela confiança
depositada em nossa Cooperativa de crédito e na nossa Administração.
Aos colaboradores e parceiros pela dedicação ao trabalho em nossa
instituição.
A Cooperativa a partir dessa data aderiu ao componente único de ouvidoria e passou a trabalhar com a estrutura compartilhada.
Embora a alteração em sua estrutura não houve diferenças para o associado e a comunidade que continuam recebendo tratamento de qualidade para as demandas registradas no sistema tecnológico - Sistema
Alfredo Chaves - ES, 30 de junho de 2012.
Conselho de Administração
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo
Sicoob Sul-Litorâneo -CNPJ: 32.474.884/0001-02
Investimentos
Imobilizado de Uso
Diferido
Intangível
TOTAL
Nota
4
5
6
7
8
6
7
9
10
11
12
PASSIVO
Circulante
Depósitos
Depósito à Vista
Depósito Sob Aviso
Depósito a Prazo
Relações Interfinanceiras
Relações Interdependências
Obrigações Por Empréstimos e Repasses
Outras Obrigações
Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados
Sociais e Estatutárias
Fiscais e Previdenciárias
Diversas
Não Circulante
Exigível a Longo Prazo
Obrigações Por Empréstimos e Repasses
Outras Obrigações
Fiscais e Previdenciárias
Diversas
Patrimônio Líquido
Capital Social
Reserva de Sobras
Sobras Acumuladas
TOTAL
Nota
13
14
16
15
16
16
30/06/2012
92.761
770
2.912
40.529
40
40.489
47.923
38.924
11.562
(2.563)
583
44
23.926
19.679
264
18.535
15.770
2.765
880
4.247
3.277
764
40
166
116.687
30/06/2011
77.174
583
2.272
33.888
41
33.847
38.997
32.421
8.558
(1.982)
1.408
26
16.999
13.652
12.824
11.300
1.524
828
3.347
2.416
658
80
193
94.173
30/06/2012
86.934
72.834
17.487
2.647
52.700
2
12.363
1.735
10
625
167
933
4.920
30/06/2011
69.461
58.034
16.494
3.006
38.534
2
9.760
1.665
12
457
132
1.064
2.640
4.024
896
60
836
24.833
14.565
7.757
2.511
116.687
1.838
802
40
762
22.072
12.191
6.578
3.303
94.173
14
17
19
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS OU PERDAS EM 30/06/2012 (EM MILHARES DE REAIS)
30/06/2012
7.229
7.060
169
(3.188)
(2.283)
(425)
(480)
4.041
(1.516)
1.672
200
(2.246)
(2.560)
(57)
63
1.668
(256)
2.525
26
2.551
(40)
2.511
Ingressos da Intermediação Financeira
Operações de Crédito
Resultado de Operações com Tít. e Valores Mobil. e Instr. Financeiros
Dispêndios da Intermediação Financeira
Operações de Captação no Mercado
Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses
Reversão / Provisão para Operações de Créditos
Resultado Bruto Intermediação Financeira
Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais
Ingressos/Receitas de Prestação de Serviços
Ingressos/receitas de Participações
Dispêndios/Despesas de Pessoal
Outras Dispêndios/Despesas Administrativas
Dispêndios/Despesas Tributárias
Outros Ingressos/Rendas Operacionais
Ingressos de Depósitos Intercooperativos
Outros Dispêndios/Despesas Operacionais
Resultado Operacional
Resultado Não Operacional
Resultado Antes da Tributação
Imposto de Renda e Contribuição Social
Sobras / Perdas Líquidas
30/06/2011
7.039
6.984
55
(2.452)
(2.098)
(375)
21
4.587
(1.266)
1.091
198
(1.818)
(2.360)
(45)
31
1.827
(190)
3.321
6
3.327
(24)
3.303
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS EM 30/06/2012 E DE 2011 (EM MILHARES DE REAIS)
1. Contexto operacional
A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo
- SICOOB SUL-LITORANEO, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 28 de outubro de 1989, filiada à
Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santos – SICOOB CENTRAL ES
e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB –
SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares
e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela
Lei 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar 130/09, que dispõe sobre o Sistema
Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução nº 3.859/10 do Conselho
Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de
cooperativas de crédito.
O SICOOB SUL-LITORANEO com sede em Alfredo Chaves possui Postos de
Atendimento Cooperativo - PAC nas seguintes localidades: Iconha, Piúma,
Guarapari, Anchieta e Itaipava.
EM 30 DE JU NHO DE 2012
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 30/06/2012 (EM MILHARES DE REAIS)
BALANÇO PATRIMONIAL EM 30/06/2012 (EM MILHARES DE REAIS)
ATIVO
Circulante
Disponibilidades
Títulos e Valores Mobiliários
Relações Interfinanceiras
Correspondente no País
Centralização Financeira - Cooperativas
Operações de Crédito
Empréstimos e Títulos Descontados
Financiamentos Rurais e Agroindustriais
(-) Provisão para Operações de Crédito
Outros Créditos
Outros Valores e Bens
Não Circulante
Realizável a Longo Prazo
Títulos e Valores Mobiliários
Operações de Crédito
Empréstimos e Títulos Descontados
Financiamentos Rurais e Agroindustriais
Outros Créditos
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
O SICOOB SUL-LITORANEO tem como atividade preponderante a operação
na área creditícia, tendo como finalidade:
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o
cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso
adequado do crédito; e
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações
dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de
garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras
instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro,
inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando
preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos.
Em 2006 ocorreu a transformação do SICOOB SUL-LITORÂNEO para entidade de “Livre Admissão de Associados”; aprovada junto ao Banco Central do
Capital
Subscrito
11.382
Eventos
Saldos em 31/12/2010
Destinação de Sobras Exercício Anterior:
Ao Capital
Cotas Capital à Pagar - Ex-associados
Movimentações de Capital:
Por Subscrição/Realização
Por Devolução ( - )
Estorno de Capital
Sobras ou Perdas Líquidas
Saldos em 30/06/2011
Saldos em 31/12/2011
Destinação de Sobras Exercício Anterior:
Ao Capital
Movimentações de Capital:
Por Subscrição/Realização
Por Devolução ( - )
Estorno de Capital
Sobras ou Perdas Líquidas
Saldos em 30/06/2012
Capital
Capital a
Realizar
(34)
Reserva
Legal
Sobras ou
Perdas Acum.
Totais
6.578
999
18.925
(998)
(1)
(1)
3.303
3.303
1.621
169
(295)
(29)
3.303
22.072
22.573
(1.621)
-
2.511
2.511
241
(485)
(7)
2.511
24.833
998
139
(295)
(29)
30
12.195
13.258
(4)
(63)
6.578
7.757
1.621
340
(485)
(7)
(99)
14.727
(162)
7.757
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA EM 30/06/2012 (EM MILHARES DE REAIS)
DESCRIÇÃO
Atividades Operacionais
Sobras/Perdas do Exercício Antes da Tributação
IRPJ / CSLL
Depreciações e Amortizações
Provisão para perda com operações de crédito
Baixas por obsolecencia do Ativo Imobilizado
Resultado na venda de Ativo Imobilizado
30/06/2012
30/06/2011
2.551
(40)
156
480
1
(20)
3.128
3.327
(24)
156
(21)
1
3.439
2.846
(38)
(10.616)
(164)
(31)
(1.869)
(40)
(5.513)
(810)
(14)
1.945
(308)
9.635
(2.161)
3.756
(1)
7.991
3.542
(650)
8.378
(5)
(847)
1
501
6.113
30
(173)
(147)
(290)
(101)
(194)
(295)
241
(485)
(7)
(251)
7.450
169
(295)
(29)
(1)
(156)
5.662
33.809
41.259
7.450
28.768
34.430
5.662
Aumento (redução) em ativos operacionais
Títulos e Valores Mobiliários
Relações Interfinanceiras
Operações de Crédito
Outros Créditos
Outros Valores e Bens
Aumento (redução) em passivos operacionais
Depósitos a Vista
Depósitos sob Aviso
Depósitos a Prazo
Outros Depósitos
Outras Obrigações
Relações Interfinanceiras
Obrigações por Empréstimos e Repasses
Relações Interdependências
Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais
Atividades de Investimentos
Recebimento de Venda Imobilizações de Uso
Inversões em Imobilizado de Uso
Inversões em Investimentos
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos
Atividades de Financiamentos
Aumento por novos aportes de Capital
Devolução de Capital à Cooperados
Estorno de Capital
Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos
Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades
Modificações em Disponibilidades Líquida
No Ínicio do Período
No Fim do Período
Variação Líquida das Disponibilidades
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
NOTAS EXPLICATIVAS EM 30/06/2012 E DE 2011 (EM MILHARES DE REAIS)
Brasil - BACEN em 15 de maio de 2007.
a) Apuração do resultado
2. Apresentação das demonstrações contábeis
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de
competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao
período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos
e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método
exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas
pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço.
As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração
da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, considerando as alterações exigidas pelas Leis nº
11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN,
bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do
Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado
pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC,
tendo sido aprovadas pela administração em 16 de julho de 2012.
Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais
de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas
pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas
às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil.
Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco
Central do Brasil são: Resolução 3.566/2008 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (CPC 01), Resolução 3.604/2008 - Fluxo de Caixa (CPC 03),
Resolução 3.750/2010 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05),
Resolução 3.989/2011 – Pagamento Baseado em Ações (CPC 10), Resolução 4.007/2011 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação
de Erro (CPC 23), Resolução 3.973/2011 – Eventos Subsequentes (CPC 24)
e Resolução 3.823/2009 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25).
3. Resumo das principais práticas contábeis
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em
conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de
serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando
da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários.
Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são
proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato
cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade.
b) Estimativas contábeis
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar
estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações.
As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção
das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para
passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar
variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as esti-
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo
Sicoob Sul-Litorâneo -CNPJ: 32.474.884/0001-02
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EM 30 DE JU NHO DE 2012
NOTAS EXPLICATIVAS EM 30/06/2012 E DE 2011 (EM MILHARES DE REAIS)
mativas e premissas, no mínimo, semestralmente.
c) Caixa e equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras
de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de
valore e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias.
O caixa e equivalente de caixa compreendem:
Caixa, numerário em trânsito e depósitos bancários
Relações interfinanceiras – centralização financeira
Total
30/06/2012
30/06/2011
770
583
40.489
33.847
41.259
34.430
d) Operações de crédito
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas
“pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores
pactuados.
e) Provisão para operações de crédito
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em
consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes,
a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador
do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da
conjuntura econômica.
A Resolução CMN nº 2.682/99 introduziu os critérios para classificação das
operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para
operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (rico
mínimo) a H (risco máximo).
f) Depósitos em garantia
Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração,
os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a
caracterização da liquidação do passivo.
g) Investimentos
Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL ES, são
avaliados pelo método de custo de aquisição.
h) Imobilizado
Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros
equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros
e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para
baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas
divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida
útil econômica dos bens.
i) Diferido
O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos
incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e
classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos
estão sendo amortizados pelo método linear no período de 5 anos.
custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as
variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos
são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos,
quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.
n) Provisões
São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal
ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que
um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal.
As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do
risco envolvido.
o) Passivos contingentes
São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial
ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para
liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são
apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as
ações com chance remota de perda não são divulgadas.
São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos
ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, as
quais a Cooperativa tem por diretriz.
q) Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados
sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados
é isento de tributação.
r) Segregação em circulante e não circulante
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão
classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não
circulante).
s) Valor recuperável de ativos – impairment
A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é
reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo,
exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou
de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. O último teste
de impairment realizado foi em 30/11/2011 e o próximo será realizado no
final do exercício de 2012.
4. Títulos e valores mobiliários
Em 30 de junho de 2012 e 2011, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários do SICOOB SUL-LITORÂNEO estavam assim compostas:
30/06/2012
2.912
264
3.176
30/06/2011
2.272
0
2.272
Do total aplicado R$ 288 mil (duzentos e oitenta e oito mil) corresponde
a aplicação em Depósito Sob Aviso, sem vencimento, com rendimentos
equivalentes a 100% da variação do CDI, a serem disponibilizados financeiramente por ocasião da sua liquidação.
Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o
aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes
em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização.
O montante de R$ 2.888 mil (dois milhões, oitocentos e oitenta e oito mil)
refere-se a operações que estão vinculadas ao Acordo de Compensação
assinado entre a Cooperativa e o Bancoob com o objetivo de mitigação de
risco de crédito, sendo seus vencimentos correspondente aos vencimentos
dos contratos de repasse do crédito rural, com rendimentos entre 98% a
100% do CDI.
j) Intangível
5. Relações interfinanceiras
Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa
finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente
amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. O ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos
de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada.
Referem-se a centralização financeira das disponibilidades líquidas da
Cooperativa depositada junto ao SICOOB CENTRAL ES, conforme determinado no artigo 37 da Resolução CMN nº 3.859/10.
k) Ativos contingentes
Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração
possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões
judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários,
caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes
com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.
l) Obrigações por empréstimos e repasses
As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente
no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto
é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro
rata temporis”).
m) Demais ativos e passivos
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de
41
29
130
91
328 328
534 534
51.620 1.186
2.183 796
53.803 1.982
(1.982)
51.821
6. Operações de crédito
a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de
acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999:
Adto. DeEm- positante,
Nível / Percentual prést.
Cheque
Financ. Total Prov. Total Prov.
de Risco /
Financ. Rurais 30/06 30/06 30/06 30/06
/ Tít. Especial
Situação
Conta
2012 2012 2011 2011
Desc. * eGarantida
AA
Normal
57
18
831
906
275
A 0,50% Normal 14.295
1.188 9.486 10.777 35.746
179 27.140 136
B
1% Normal 14.454
824 3.281 2.202 20.761
208 14.730 147
B
1% Venc.
30
5
231
10
276
3
249
3
C
3% Normal
6.574
774
198
425 7.971
239 7.551 227
C
3% Venc.
253
9
386
14
662
20
520
16
D
10% Normal
541
30
2
32
605
60
865
86
D
10% Venc.
151
254
405
40
491
49
E
30% Normal
347
36
383
115
559 168
E
30% Venc.
187
14
201
60
128
38
F
50% Normal
32
3
21
56
28
131
65
F
50% Venc.
34
9
43
22
131
65
Descrição
Até 90
Empréstimos
Títulos Descontados
Financiamentos
Financiamentos Rurais
Total
8.575
8.258
1.686
5.142
23.661
De 91 a Acima
360
de 360
12.309
7.682
890
1
4.216
8.088
6.422
2.765
23.837 18.536
28.566
9.149
13.990
14.329
66.034
c) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade
econômica:
Descrição
Conta Crédito
Empr.
Corr. Rural
Título
Desc.
1.017
0
13.824
4.027 18.868
26,48
20
0
161
43
0,30
521
0
8.564
1.450 10.535
14,85
1.384
45
2.987
14.329 19.314 3.509 38.536
0
693
120
858
14.329 42.556 9.149 69.021
57,16
1,21
100
30/06
2012
224
% da
carteira
2.279
10.836
23.782
% Cart.
% Cart.
30/06/2011
Total
Total
3,30
2.000
3,71
15,69
7.290 13,54
34,44
17.301 32,13
f) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados:
Descrição
Saldo início do exercício
Valor das operações transferidas no
período
Valor das operações recuperadas no
período
Valor dos juros recebidos nas operações recuperadas
Valor dos descontos concedidos nas
operações recuperadas
Total
30/06/2012 30/06/2011
3.439
4.132
673
292
Descrição
Despesa Antecipada
30/06/2012
44
30/06/2011
26
9. Investimentos
O saldo é representado por aportes de capital efetuados pelo SICOOB
CENTRAL ES e aquisição de ações do BANCOOB e outros investimentos,
conforme demonstrado:
Descrição
Coop. Central de Crédito do ES
Banco Coop. do Brasil S.A. – BANCOOB
TOTAL
30/06/2012 30/06/2011
2.257
1.834
1.020
582
3.277
2.416
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As
depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:
Taxa de
30/06/2012 30/06/2011
Depr.
Instalações
10%
138
100
Móveis e Equipamentos
10%
547
530
Sistema de Process. de Dados
20%
932
769
Sistemas de Comunicação
10%
25
22
Sistemas de Segurança
10%
166
163
Sistemas de Transporte
20%
160
152
TOTAL
1.968
1.736
Depreciação acumulada
(1.204)
(1.078)
TOTAL
764
658
Descrição
Benfeitorias
Prog. de Comp. -Software
TOTAL
Amortização acumulada
TOTAL
Taxa de
30/06/2012 30/06/2011
Amort.
20%
498
498
20%
6
8
504
506
(464)
(426)
40
80
12. Intangível
Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de
uso de softwares.
Descrição
Direito de Uso
Amortização acumulada
TOTAL
Taxa de
30/06/2012 30/06/2011
Amort.
10%
246
246
(80)
(53)
166
193
O valor registrado na rubrica “Intangível – direito de uso”, refere-se a 06
(seis) licenças de uso do Sistema de Informática do Sicoob - SISBR, adquiridas em 01/06/2009, da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob
Ltda. - Sicoob Confederação. Na mesma data, a Central cedeu exclusivamente às suas filiadas (cooperativas singulares associadas), devidamente
autorizado pelo Sicoob Confederação, com prazo de até 31 de maio de
2019, o direito de uso do SISBR.
(202)
(1.278)
26
192
13. Depósitos
(11)
(10)
Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem
encargos financeiros contratados.
3.925
3.328
7. Outros créditos – curto e longo prazo
Valores referentes as importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado:
Descrição – curto prazo
Rendas a Receber (a)
Títulos e Créditos a Receber (b)
Devedores Diversos
Diversos (c)
Total
Encontram-se registrados neste grupo:
Descrição
e) Concentração dos Principais Devedores:
30/06/2012
(a) Trata-se de montante depositado em juízo referente questionamento
da cobrança indevida do PIS e COFINS de atos cooperativos, demandas
trabalhistas e demais ações.
Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de
terceiros, softwares adquiridos até novembro/2008, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente.
Descrição
30/06/2012 30/06/2011
Saldo Inicial
2.763
2.283
Constituições/Reversões no Exercício
473
(9)
Transferência para Prejuízo no Exercício
(673)
(292)
Total
2.563
1.982
Descrição
30/06/2012 30/06/2011
880
828
11. Diferido
d) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito:
Maior Devedor
10 Maiores Devedores
50 Maiores Devedores
Descrição – longo prazo
Devedores por Depósito e Garantia (a)
10. Imobilizado de uso
Total
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta
Garantida.
Setor Privado
– Comércio
Setor Privado
– Indústria
Setor Privado
– Serviços
Pessoa Física
Outros
Total
décimo terceiro salário.
8. Outros valores e bens
Em 30/06/2012 o Sicoob ES instituiu uma política de provisão adicional
que visa minimizar possíveis impactos negativos sobre a carteira de crédito, pela inadimplência dos devedores, tendo em vista a elevação da
inadimplência observada no mercado financeiro e divulgada pelo Banco
Central do Brasil. O cálculo da provisão adicional tem por base o arrasto
das operações vigentes para o maior risco encontrado para o associado
ou grupo econômico, exceto, a operação de adiantamento a depositante
com prazo inferior a trinta dias, que não arrasta as demais operações de
crédito, porém poderá ser arrastada e, as operações de adiantamento a
depositante e cheque especial de participante de grupo econômico, que
somente arrastam ou são arrastadas pelas operações do próprio tomador,
totalizando R$ 645 mil (seiscentos e quarenta e cinco mil).
b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações
vincendas (dias):
p) Obrigações legais
Descrição
Títulos de Renda Fixa – Curto Prazo
Títulos de Renda Fixa – Longo Prazo
Total
G
70% Normal
134
4
138
97
G
70% Venc.
58
13
71
50
H 100% Normal
268
28
296
296
H 100% Venc.
300
86
98
17
501
501
Total Normal
36.702
2.887 12.985 14.288 66.862 1.222
Total Vencido
1.013
100 1.005
41 2.159
696
Total Geral
37.715
2.987 13.990 14.329 69.021 1.918
Provisões
(1.386)
(170) (242) (120) (1.918)
Total Líquido
36.329
2.817 13.748 14.209 67.103
* Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.
30/06/2012
321
122
26
114
583
30/06/2011
402
25
23
958
1.408
(a) Em rendas a receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na
Centralização Financeira (R$ 250 mil) e outras.
(b) Em títulos e créditos a receber estão registrados os valores a receber
de tarifas.
(c) A maior representatividade desse grupo refere-se ao adiantamento de
Os depósitos, até o limite de R$70 mil (setenta mil reais), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Sicoob - FGS, o qual é um Fundo
constituído pelas Cooperativas do Sistema Sicoob, regido por regulamento
próprio.
14. Obrigações por empréstimos e repasses
São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros
e registram os recursos captados junto ao Banco Cooperativo do Brasil S.A
– Bancoob e Sicoob Central ES para repasse aos associados em diversas
modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e Capital de Giro.
As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados
beneficiados.
Instituições – curto
Taxa Venc. 30/06/2012 30/06/2011
prazo
BANCOOB
Diversas Diver.
10.250
7.783
SICOOB CENTRAL ES Diversas Diver.
2.113
1.977
Total
12.363
9.760
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo
Sicoob Sul-Litorâneo -CNPJ: 32.474.884/0001-02
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EM 30 DE JU NHO DE 2012
NOTAS EXPLICATIVAS EM 30/06/2012 E DE 2011 (EM MILHARES DE REAIS)
Instituições – longo
Taxa
Venc. 30/06/2012 30/06/2011
prazo
BANCOOB
Diversas Diver.
3.927
1.702
SICOOB CENTRAL ES Diversas Diver.
97
136
Total
4.024
1.838
a) Capital Social
Crédito Rural - RPL
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$
1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto
Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número
de suas cotas-partes.
Crédito Rural - Repasses
15. Obrigações sociais e estatutárias
b) Reserva Legal
Aplicação Financeira RDC
91% a 100% CDI
- Longo CDI
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de
40%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas
atividades.
No primeiro semestre de 2012, os benefícios monetários e não monetários
destinados às partes relacionadas foram representados por honorários,
custeio parcial de plano de saúde, seguro de vida, previdência privada e
vale alimentação, apresentando-se da seguinte forma:
Descrição
FATES - Fundo de Assistência Técnica,
Educacional e Social
Cotas de capital a pagar
Gratificações
Total
30/06/2012 30/06/2011
184
151
312
129
625
222
84
457
O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência
aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 5% das sobras líquidas
do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses
valores em conta de passivo segue determinação do plano de contas do
COSIF.
16. Outras obrigações - Diversas
Descrição
Despesas de Pessoal
Outras Despesas Admin. (a)
Credores Diversos – País
Cheques Descontados (b)
Obrigações por Prestação de
Serviço de Pagamento (c)
Outras (d)
Total
30/06/2012
379
196
37
185
30/06/2011
330
182
43
460
129
45
184
1110
148
1.208
(a) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com água/energia/
gás R$ 2 mil, comunicações R$ 25 mil, manutenção e conservação de
bens R$ 5 mil, transporte R$ 13 mil, seguro R$ 46 mil, plano de saúde
R$ 4 mil, compensação R$ 76 mil, outras R$ 25 mil;
(b) Refere-se a cheques depositados relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 30/06/2012.
(c) Refere-se aos convênios de folhas de pagamento com empresas associadas
(d) A maior representatividade refere-se ao grupo impostos e contribuições a recolher, com destaque para os impostos e contribuições incidentes sobre a folha de pagamento.
17. Outras obrigações - Diversas - Provisões para riscos tributários
e trabalhistas
c) Sobras Acumuladas
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas
do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do Bacen, através da Carta Circular
3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES, é
registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei 5.764/71.
Em Assembléia Geral Ordinária, realizada em 31 de março de 2012, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital social com as sobras do
exercício findo em 31 de dezembro de 2011, no valor de R$ 1.621 mil.
20. Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade
e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas.
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da
Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto
global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por
transações financeiras em regime normal de operações, com observância
irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como
movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.
As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
Descrição
PIS (a)
COFINS (a)
INSS (b)
Trabalhistas
Outras conting.
Total
a) PIS e COFINS - quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa
entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de
seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do
PIS e COFINS. Conseqüentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a dezembro de 2004,
sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão
contabilizados na rubrica Depósitos em garantia.
b) Depósitos judiciais referente ao processo do INSS sobre cédulas de
presença.
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço
patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos,
conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas.
19. Patrimônio líquido
21. Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santos – SICOOB
CENTRAL ES
O SICOOB SUL-LITORÂNEO, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santo - SICOOB
Central ES, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as
autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
O SICOOB CENTRAL ES, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente,
através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas
exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização
recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos.
Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL
ES a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do
cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados,
a implantação e implementação de controles internos voltados para os
sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.
Movimentação
Ativa
Passiva
% em relação à carteira total
0,37
0,08
Relação das operações Ativas e Passivas – saldo em 30/06/2012:
Cheque Especial e
Conta Garantida
Crédito Rural
Empréstimo e
Financiamentos
Títulos Descontados
Saldo
Devedor
PCLD (Provisão para
créditos de
liquidação
duvidosa)
% Do ativo
em relação à
carteira total
15
-
0,50
43
(1)
0,30
178
(2)
0,42
40
0,44
Depósito a Vista
85
(-)
% em relação
à carteira
total
0,48
Depósito a Prazo
42
0,08
Passivos
Saldo Depositado
Taxa Média
-%
91% a 100%
CDI Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito
rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/
remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade:
18. Instrumentos financeiros
O SICOOB SUL-LITORÂNEO opera com diversos instrumentos financeiros,
com destaque para disponibilidades, títulos e valores mobiliários, relações
interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses.
BENEFÍCIOS MONETÁRIOS PRIMEIRO SEM. DE 2012 (R$ mil)
Honorários e Cédula de Presença
171
Remuneração
74
Plano de Saúde/Seguro de Vida/Vale Alimen./ Prev. Privada
10
As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL ES, em 31 de dezembro de 2011, foram auditadas por outros auditores independentes que
emitiram parecer datado de 03 de fevereiro de 2012, com opinião sem
modificação.
Valor (R$)
611
25
NATUREZA DAS
OPERAÇÕES ATIVAS E
PASSIVAS
Cheque Especial
Conta Garantida
Desconto de Cheques
Empréstimos
TAXA APROVADA
TAXAS APLICADAS EM PELO CONSELHO DE
RELAÇÃO ÀS PARTES ADMINISTRAÇÃO /
RELACIONADAS
DIRETORIA EXECUTIVA
4,80% a.m.
4,80% a.m.
3,50 % a.m.
3,50 % a.m.
1,35% am a 4,00% am 1,35% am a 4,00% am
1,35% am a 4,50% am 1,35% am a 4,50% am
CDI+0,50 a
CDI+0,50 a
CDI+3,00%am
CDI+3,00%am
no montante de R$ 168 mil (cento e sessenta e oito mil), que encontra-se
provisionado.
Alfredo Chaves/ES, 30 de junho de 2012.
Fábio Antônio Novaes
Diretor Presidente
CPF: 858.259.307-44
91% a 100% CDI
Montante da movimentação das operações ativas e passivas no primeiro
semestre de 2012:
Ativos
2011
Prov. p/
Dep.
conting.
judiciais
124
124
636
636
40
40
2
5
23
802
828
Não opera
1,00%aa
a 10,50%aa+TR
1,20% am a 4,00% am
CDI+0,20 a
CDI+3,00%am
O SICOOB SUL-LITORÂNEO responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL ES perante terceiros, até o limite do valor das
cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações.
Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de
êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a
cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões:
2012
Prov. p/
Dep.
conting. judiciais
130
130
666
667
60
60
40
23
896
880
Renegociação
Não opera
1,00%aa
a 10,50%aa+TR
0,80% am a 4,00% am
CDI+0,20 a
CDI+3,00%am
22. Coobrigações e riscos em garantias prestadas
Em 30 de junho de 2012, a cooperativa é responsável por coobrigações
e riscos em garantias prestadas, no montante de R$ 926 mil (novecentos
e vinte e seis mil) (30/06/2011 - R$ 1.152 mil), referentes a aval prestado
em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais.
23. Seguros contratados – Não auditado
A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes
seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos
adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria
das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas
pelos nossos auditores independentes.
24. Índice de Basileia
O Patrimônio de Referência - PR da Cooperativa encontra-se compatível
com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para
o limite de compatibilização de R$ 13.888 mil (treze milhões, oitocentos e
oitenta e oito mil) em 30 de junho de 2012 e R$ 13.467 mil (treze milhões
quatrocentos e sessenta e sete mil) em 30 de junho de 2011.
25. Contingências Ativas
Dos processos judiciais existentes, a cooperativa é autora de processos relativos a ações de cobrança, cujo parecer jurídico relativo à probabilidade
de ganho está classificado como “provável” porém sem definição, com
suficiente segurança, do prazo de conclusão. Foi apresentado estimativa
de recuperação de R$ 1.455 mil (um milhão, quatrocentos e cinquenta e
cinco mil).
José Américo Barbosa Barreto
Diretor Vice-Presidente
CPF:357.269.384-53
Fábia Lorena Rosi Mantovanelli
Contadora CRC-ES:013.868/O-8
CPF:007.835.517-62
RELATÓRIO DE AUDITORIA
Ao Conselho de Administração e Cooperados da Cooperativa de
Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo - SICOOB
SUL-LITORANEO
Alfredo Chaves - ES
Prezados Senhores:
Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito
de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2012 e as respectivas
demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio
líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas
explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações
contábeis
A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que
ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeiscom base em nossa auditoria, conduzida de
acordo com as normas brasileiras e internacionaisde auditoria. Essas
normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores eque a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de
obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão
livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de
procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito
dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do
auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas
demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles
internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das
demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não
para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles
internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação
da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das
estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e
apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição
patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão
Sul-Litorânea do Espírito Santo em 30 de junho de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício
findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco
Central do Brasil.
Belo Horizonte, 07 de agosto de 2012.
26. Contingências Passivas
Segundo a assessoria jurídica da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Sul-Litorânea do Espírito Santo, dos processos judiciais em que figura
como pólo passivo, foi classificada como perda possível 07 (seis) processos
Júlio César Toledo de Carvalho
Contador CRC MG 069.261/O “S” ES
CNAI 1953
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1º Semestre de 2012