JUNHO/JULHO - 2010
ROBERTO MAGALHÃES
ROBERTO MAGALHÃES
www.escritoriodearte.com
www.tntarte.com
James Lisboa Escritório de Arte
TNT Escritório de Arte
James Lisboa e TNT Escritório de Arte convidam para a exposição
de Obras de Roberto Magalhães.
Junho a Julho de 2010
Horário:
2ª a 6ª - 10h às 19h
Sábado - 10h às 14h
R. Dr. Melo Alves, 397 - São Paulo - SP - Cerqueira Cesar
TNT - ESCRITÓRIO DE ARTE
Av. Olegário Maciel, 162
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
CEP 22621-200
Tel.: (21) 2495-5756
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JAMES LISBOA
R. Dr. Melo Alves, 397
Cerqueira Cesar - São Paulo - SP
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BIOGRAFIA
Em 29 de março de 1940, Roberto nasce na praia da Ribeira, Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Cresce junto
ao mar e se diverte como as crianças daquela época e lugar, em longos passeios de bicicleta e barco a remo.
Desde muito cedo, manifesta uma inegável vocação para o desenho e foi, então, presenteado pelo pai com uma
caixa de tintas e pincéis, o que o incentivou a pintar sua primeira “tela” – uma cachoeira – na rua, bem em frente a sua
casa. Roberto, assim, talvez tenha demonstrado que suas pinturas e desenhos jamais retratariam o convencional, mas
seu próprio universo de sonho, fantasia e simbolismo como se confirmaria mais tarde.
Ainda criança, já contribuía com ilustrações para o jornal da Ilha, que publicou “A Barca da Cantareira”, seu
primeiro desenho a nanquim. Aos 14 anos, aluno do colégio São Bento, demonstrava uma visão crítica e irônica do ambiente a sua volta, e semanalmente o jornal do colégio publicava suas caricaturas de alunos e professores.
Aos 20 anos decide abandonar os estudos para dedicar-se exclusivamente aos desenhos. Surgem alguns trabalhos profissionais como rótulos de garrafas e pequenas propagandas, que naquele tempo eram desenhadas a mão,
com grande precisão, encomendadas por um tio, proprietário de uma gráfica. O trabalho se diversificou e apareceram
encomendas de capa de discos, de livros, logomarcas e anúncios, também desenhadas a mão.
Paralelamente, entretanto, desenvolvia um trabalho livre de compromissos comerciais até acumular uma razoável quantidade de desenhos a nanquim de temática fantástica. Em 1962 estes desenhos foram levados por ele ao diretório da Escola Nacional de Belas Artes para uma avaliação, e lhe foi concedida a oportunidade de mostrá-los na Galeria
Macunaíma, anexa à Escola. Iniciou-se assim o relacionamento com o público e com as galerias comerciais, marcando o
princípio de sua longa carreira.
De 1963 a 1965 participa de várias exposições, tornando-se um dos principais integrantes do grupo de jovens
pintores que fizeram a revolucionária exposição “Opinião 65”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Junto com
Antonio Dias, Carlos Vergara, Rubens Guerchman e outros artistas de vanguarda que se destacavam na época, traz uma
nova linguagem visual para as artes plásticas no Brasil.
Em meados de 1966, ganha o cobiçado prêmio de viagem ao exterior no XV Salão Nacional de Arte Moderna,
no Rio de Janeiro. Faz também uma exposição individual de aquarelas no Museu de Arte Moderna e, além de participar
de outras coletivas, começa a mostrar suas gravuras e desenhos no exterior.
Em 1967 fixa residência em Paris, desfrutando o prêmio recebido na IV Bienal de Paris, vivenciando a efervescência política que antecede maio de 1968 na França. Participa de outras exposições no exterior, mas prefere voltar ao
seu país dois anos depois, para nele concentrar seus trabalhos e mostrar sua obra.
Em 1969, os questionamentos e inquietações presentes na vanguarda da sua geração levam-no a procurar respostas no universo místico e começa a estudar Ocultismo e Teosofia. Descobre a existência da meditação e da Doutrina
Budista, interrompe sua produção artística e ajuda a construir o Centro de Meditação da Sociedade Budista do Brasil,
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com a qual mantém estreita ligação nos próximos quatro anos. Ali, durante os dois primeiros anos, ao invés de pincéis,
trabalha com pedras, cimento e tijolos. Nos dois anos seguintes dedica-se somente à meditação e, durante esse período,
aceita o cargo de presidente da Sociedade.
As tarefas práticas relativas à liderança do Centro de Meditação não condizem com seu temperamento introvertido e lhe trazem de volta à sua verdadeira vocação. Inicia-se um novo momento em que precisa expressar seus
sentimentos e sua visão de mundo através do meio que lhe é familiar: a Arte. Deixa o centro de Meditação retomando a
pintura, que passa a refletir influência da experiência mística, resultando em obras que ele mesmo denominou de “Arte
Esotérica”.
Neste período também escreve quatro livros de contos fantásticos. Registra minuciosamente em fichas e cadernos manuscritos e ilustrados, estudos de homeopatia, plantas medicinais, cabala, astrologia, leitura das unhas, linhas da
mão, alquimia e inúmeras informações sobre medicinas alternativas.
Em 1975 expõe e leciona no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro. Com o estilo que lhe é próprio, além
das características esotéricas, seu trabalho também mostra figuras humanas, cidades, animais e plantas em imagens
fantásticas, desnudando o cotidiano com humor e ironia. São várias as técnicas utilizadas: lápis de cor, bico de pena,
aquarela, nanquim, óleo, pastel, ecoline, etc.
Em 1982 casa-se com Elizabeth Cabral e juntos fazem muitas viagens à Índia, pátria da espiritualidade, mas seu interesse agora concentra-se na história das civilizações e arqueologia. Divide seu tempo entre a vida urbana e o silêncio das
montanhas na bela região do Vale das Flores, em Visconde de Mauá, onde constrói um ateliê descortinando a imponente Pedra Selada, na Serra da Mantiqueira. Em suas exposições já não estão mais presentes os símbolos esotéricos. É o
Homem, com seus instintos e expectativas, seus desejos e sentimentos, que aparece retratado num universo imaginário,
extrapolando os limites da razão.
Em 1992, após diversas exposições, o Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, promove a maior exposição do artista até então, com uma retrospectiva dos últimos 30 anos. Visitada por milhares de pessoas, essa exposição
coloca Roberto como uma referência nas artes plásticas do Brasil.
Em 2000, o Instituto Moreira Salles, presente em algumas cidades do país, mostra parte do vasto acervo de
desenhos do artista, numa exposição itinerante de dois anos de duração. Também a partir do ano 2000, aos 60 anos,
deixa extravasar para as telas um mundo de imagens abstratas. Roberto as denominaria de “Atípicos”, iniciando uma
nova fase, complementar à sua obra. Um renascimento após a maturidade.
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Relação de Obras
Pág. 4 - Roberto Magalhães (1940) – “Homenagem à Vida” – óleo sobre tela – 70 x 70 cm – ass. inf. dir. – 2009. Reproduzido no catálogo a exposição individual do artista, realizada na galeria TNT em 2009, à pág. 09.
Pág. 5 - Roberto Magalhães (1940) – “Visão” – pastel oleoso sobre cartão – 99 x 68 cm – 2009.
Pág. 6 - Roberto Magalhães (1940) – “Quatro Flores” – pastel oleoso sobre cartão – 70,5 x 50 cm – ass. inf. dir. – 2009.
Reproduzido no catálogo da exposição individual do artista, realizada em 2009, à pág. 15.
Pág. 7 - Roberto Magalhães (1940) – “Visão Astral” – pastel oleoso sobre cartão – 65 x 50 cm – ass. inf. dir. – 2009. Reproduzido no catálogo da exposição individual do artista, realizada em 2009, à pág. 11.
Pág. 8 - Roberto Magalhães (1940) – “Flores Jupterianas” – pastel oleoso sobre papel – 61 x 45 cm – ass. inf. dir. Reproduzido no catálogo da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 17. Reproduzido no livro “Portifólio Brasil,
Artes Plásticas – Roberto Magalhães”, à pág. 57.
Pág. 9 - Roberto Magalhães (1940) – “Fantasia Amazônica” – óleo sobre tela – 70 x 70 cm – ass. inf. dir. – 2001. Reproduzido
no catálogo da exposição individual do artista, realizado em 2009, à pág. 24.
Pág. 10 - Roberto Magalhães (1940) – “Flor Raríssima” – óleo sobre tela – 74 x 60 cm – ass. inf. dir. – 2008.
Pág. 11 - Roberto Magalhães (1940) – “Plantas” – aquarela e lápis de cor sobre papel – 42 x 27 cm – ass. inf. dir. – 2009.
Reproduzido no catálogo da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 24. Reproduzido no catálogo da
exposição individual do artista, realizada em 2009, à pág. 10.
Pág. 12 - Roberto Magalhães (1940) – “Forma de Vida IV” – aquarela sobre papel – 48 x 36 cm – ass. inf. dir. – 2009. Reproduzido no catálogo da exposição individual do artista, realizada em 2009, à pág. 06.
Pág. 13 - Roberto Magalhães (1940) – “Forma de Vida” – aquarela sobre papel – 48 x 36 cm – ass. inf. dir. – 2009. Reproduzido no catálogo da exposição individual do artista, realizada em 2009, à pág. 18.
Pág. 14 - Roberto Magalhães (1940) – “Res Mobiles” – óleo sobre tela – 73 x 100 cm – ass. inf. dir. – 2004. Reproduzido
no catálogo da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 23. Reproduzido no livro “Portifólio Brasil, Artes
Plásticas – Roberto Magalhães”, à pág. 39.
Pág. 15 - Roberto Magalhães (1940) – “Espaço Aéreo” – óleo sobre tela – 65 x 100 cm – ass. inf. dir. – 2008. Reproduzido
no catálogo de Arte Latino Americana Bohamns de Los Angeles e New York em 2008. Reproduzido no catálogo da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 20. Reproduzido no livro “Portifólio Brasil, Artes Plásticas – Roberto
Magalhães”, à pág. 76.
Pág. 16 - Roberto Magalhães (1940) – “Túnel” – óleo sobre tela – 92 x 60 cm – ass. inf. dir. – 2008. Reproduzido no catálogo
da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 18. Reproduzido no livro “Portifólio Brasil, Artes Plásticas –
Roberto Magalhães”, à pág. 77. Capa do convite da exposição realizada em Brasília em 2008.
Pág. 17 - Roberto Magalhães (1940) – “Paisagem Marinha” – óleo sobre tela – 100 x 80 cm – ass. inf. dir. – 2008. Reproduzido no catálogo da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 21. Reproduzido no livro “Portifólio Brasil,
Artes Plásticas – Roberto Magalhães”, à pág. 34.
Pág. 18 - Roberto Magalhães (1940) – “Homem da Rua” – óleo sobre tela – 61 x 46 cm – ass. inf. dir. – 2005.
Pág. 19 - Roberto Magalhães (1940) – “Personagem Mirabolante” – acrílica sobre tela – 100 x 81 cm – ass. inf. esq. – 2009.
Pág. 20 - Roberto Magalhães (1940) – “Figura Ilusória” – óleo sobre tela – 81 x 65 cm – ass. inf. esq. – 2007.
Pág. 21 - Roberto Magalhães (1940) – “Jovem” – óleo sobre tela – 70 x 70 cm – ass. inf. esq. – 2002.
Pág. 22 - Roberto Magalhães (1940) – “Homem Preto” – óleo sobre tela – 55 x 46 cm – ass. inf. dir. – 1996. Reproduzido no
catálogo da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 22.
Pág. 23 - Roberto Magalhães (1940) – “Face Metafísica” – acrílica sobre tela – 116 x 89 cm – ass. inf. esq.
Pág. 24 - Roberto Magalhães (1940) – “Homem Azul” – acrílica sobre tela – 50 x 40 cm – ass. inf. dir. – 2006. Reproduzido
no catálogo da exposição “Believe it”, realizada em julho de 2009, à pág. 22.
Pág. 25 - Roberto Magalhães (1940) – “Figura Colorida” – ecoline sobre papel – 46 x 34 cm – ass. inf. dir. – 2006.
Pág. 26 - Roberto Magalhães (1940) – “Quem Sou? De onde vim? Para onde Vou?” – nanquim e lápis de cor sobre papel
– 46 x 31,5 cm – ass. inf. dir. – 2008.
Pág. 27 - Roberto Magalhães (1940) – “Habitante da Cidade” – nanquim e lápis de cor sobre papel – 46 x 31 cm – ass. inf.
esq. – 2006.
Pág. 28 - Roberto Magalhães (1940) – “Personagem Suburbano” – ecoline sobre papel – 32 x 24 cm – ass. inf. esq. – 1994.
Pág. 29 - Roberto Magalhães (1940) – “Madame” – nanquim sobre papel – 50 x 35 cm – ass. inf. esq. – 1993.
Pág. 30 - Roberto Magalhães (1940) – “Face Metafísica” – nanquim e lápis de cor sobre papel – 33 x 24 cm – ass. inf. dir.
– 2008.
Pág. 31 - Roberto Magalhães (1940) – “Mutante III” – nanquim e lápis de cor sobre papel – 33 x 24 cm – ass. inf. dir. – 2007.
Pág. 32 - Roberto Magalhães (1940) – “Homem Dividido” – nanquim e lápis de cor sobre papel – 46 x 34 cm – ass. inf. dir.
– 2007.
Pág. 33 - Roberto Magalhães (1940) – “Irmãs” – aquarela sobre papel – 46 x 34 cm – ass. inf. dir. – 2007.
Pág. 34 - Roberto Magalhães (1940) – “Dragão” – óleo sobre tela – 97 x 130 cm – ass. inf. dir. – 2008.
Pág. 35 - Roberto Magalhães (1940) – “Carro Forte” – óleo sobre tela – 65 x 92 cm – ass. inf. dir. – 1998.
Pág. 36 - Roberto Magalhães (1940) – “Fauna Imaginária” – óleo sobre tela – 100 x 100 cm – ass. inf. esq. – 2009. Reproduzido no livro “Portifólio Brasil, Artes Plásticas – Roberto Magalhães”, à pág. 47.
Pág. 37 - Roberto Magalhães (1940) – “Visão Astral II” – óleo sobre tela – 70 x 70 cm – ass. inf. esq. – 1997.
Pág. 38 - Roberto Magalhães (1940) – “Poeta” – aquarela sobre papel – 23 x 30,5 cm – ass. inf. esq. – 1994.
Pág. 39 - Roberto Magalhães (1940) – “Imagem Mental” – acrílica sobre tela – 60 x 60 cm – ass. inf. dir. – 2005.
Pág. 40 - Roberto Magalhães (1940) – “Otrebor” – acrílica sobre tela – 60 x 60 cm – ass. inf. dir. – 2004.
Pág. 41 - Roberto Magalhães (1940) – “Homenagem ao Tempo” – acrílica sobre tela – 60 x 60 cm – ass. inf. dir. – 2005.
Principais Exposições Individuais
1962 – Galeria Macunaíma – Escola Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro.
1964 – Petite Galerie – Rio de Janeiro.
1966 – Museu de Arte Moderna – MAM – Rio de Janeiro.
1968 – Galerie Debret – Paris.
1979 – Xilogravuras da Coleção do Museu de Belas Artes – Rio de Janeiro.
1988 – Embaixada do Brasil – Londres.
1992 – Retrospectiva – 30 anos – Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB – Rio de Janeiro.
1994 – Museu da Chácara do Céu – Rio de Janeiro.
1995 – “O Traço e a Matriz” – Instituto Cultural Villa Maurina – Rio de Janeiro.
1996 – Retrospectiva – Museu de Arte Moderna – MAM – Rio de Janeiro.
1998 – Museo de Arte Contemporânea Sofia Imber – Caracas – Venezuela.
2000 – Instituto Cultural Brasil – Colômbia – Bogotá.
2001 – Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro – São Paulo – Belo Horizonte – Poços de Caldas.
2008 – “Otrebor” – Atípicos – Caixa Cultural – Brasília.
2008 - “Otrebor” – Atípicos – Caixa Cultural – Rio de Janeiro.
2009 - “Otrebor” – Atípicos – Tomie Ohtake – São Paulo.
Principais Exposições Coletivas
1963 – “1ª Exposição do Jovem Desenho Nacional” – Museu de Arte Contemporânea – São Paulo.
1964 - “1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional” – Museu de Arte Contemporânea – São Paulo.
1964 – “Salon Comparasion” – Paris.
1965 – “Opinião 65” – Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro.
1965 – IV Bienal de Paris – Prêmio de Gravura.
1966 – “Vanguarda Brasileira” – Galeria G4 – Rio de Janeiro.
1966 – “Arte Contemporânea Brasileira” – Museu de Arte Moderna Buenos Aires.
1966 – “Opinião 66” – Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro.
1966 – XV Salão Nacional de Arte Moderna – Prêmio de Viagem ao Exterior.
1967 – “Nova Objetividade Brasileira” – Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro.
1984 – “Xilogravura na História da Arte Brasileira” – FUNARTE – Rio de Janeiro.
1985 – “Caligrafias e Escrituras” – FUNARJ – Rio de Janeiro.
1985 – “Destaques da Arte Contemporânea Brasileira” – Museu de Arte Moderna – São Paulo.
1987 – “Modernidade” – Arte Brasileira do Século XX – Museu de Arte Moderna de Paris / Museu de Arte Contempo- rânea – São Paulo.
1992 – “As Artes do Poder” – Paço Imperial – Rio de Janeiro.
1994 – “Bienal Brasil Século XX” – São Paulo.
2000 – “Mostra do Redescobrimento” – São Paulo.
2006 – “Os Onze” – Berlin / Bruxelas / Santiago / Roma.
2007 – “Ano 70 – Arte Como Questão” – Instituto Tomie Ohtake – São Paulo.
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JUNHO/JULHO - 2010
ROBERTO MAGALHÃES
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