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Presidente:
João Ferreira dos Santos
Primeiro vice-presidente:
Pedro Henrique Achcar Verano
Vice-presidente para
Assuntos Patrimoniais:
Luciano de Araújo Alves
Vice-presidente para
Relações de Trabalho:
Alberto dos Santos Meira
Vice-presidente para
Assuntos Sociais:
Fernando Antônio S. Olivieri
Vice-presidente de
Comunicação e Marketing:
Ubirajara Alves Costa
Primeiro secretário:
Francisco Neves Ferreira
Segundo secretário:
Hilton Pinheiro Mendes
Primeiro tesoureiro:
Bráulio Pereira de Souza
Segundo tesoureiro:
Antônio Eustáquio de Oliveira
Suplentes da Diretoria:
Izidro Alves Gadêlha
Alvir Sonza
Conselho Fiscal
Fernando José Gomes
Milton de Souza Assunção
Fáusio Antônio S. Olivieri
Representação na Fibra
Titular: Ubirajara Alves Costa
Suplente: João Ferreira
dos Santos
Refile
Publicação do Sindicatos
das Indústrias Gráficas
do Distrito Federal
Ano XX – Nº 120
Edição, reportagem
e revisão:
Eduardo Soares
RP DF 02.283-JP
Editor Responsável:
Ubirajara Alves Costa
Fotolito, impressão
e acabamento:
Artecor Gráfica e Editora
Essa edição do Refile foi impressa
utilizando chapas térmicas Kodak Electra XD
Tiragem: 8.000 exemplares
Filiado à Federação das Indústrias do
Distrito Federal
SIG Quadra 3, Bloco C, Lote 87
CEP 70.610-430, Brasília, DF
www.sindigrafdf.org.br
E-mail: [email protected]
Telefone: (61) 3344-3733
Fax: (61) 3344-1475
Designer gráfico
dessa edição:
Daniela Barbosa
Associada Adegraf 2127
SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DO DF
Fotografias:
Sérgio Almeida e
Alan Santos
Papel:
Capa: Couchê Fosco 230g/m²
Miolo: Couchê Fosco 150g/m²
SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DO DF
Editorial
13º Prêmio de Excelência Gráfica Jorge Salim: Nossa história
Por João Ferreira dos Santos
Presidente do Sindigraf-DF
Como não poderia deixar
de ser, o Prêmio de Excelência
Gráfica Jorge Salim deste
ano foi um sucesso! Um dos
mais concorridos da história,
o evento, que marcou o 40º
aniversário do Sindigraf-DF,
passou por uma reformulação
que começou pela mudança
do local da festa de premiação.
O novo espaço, o Unique
Palace, às margens do Lago
Paranoá e da Ponte JK, se
mostrou adequado ao porte
do nosso evento, que a cada
ano reúne mais pessoas e
obtém mais visibilidade.
A noite de congraçamento,
que fechou com chave de
ouro esse primeiro semestre,
foi a oportunidade para
conhecermos e mostrarmos
aos nossos clientes toda
a grandeza da indústria
gráfica do Distrito Federal;
de apreciar o que há melhor
em nosso segmento.
Foi ainda uma grande
chance para revermos amigos
e relembrarmos páginas
antigas da nossa história,
que anda lado a lado com
o surgimento de Brasília.
Capítulos de uma narrativa
marcada por uma trajetória
vitoriosa e que culmina com o
amadurecimento de ambas.
Durante a festa, que
realizou uma homenagem
aos ícones da indústria
gráfica, recordamos as
dificuldades do passado e
rimos dos momentos felizes
que pontuam a essência
do empresário gráfico.
É preciso também abrir
um espaço para agradecer
aos patrocinadores do Prêmio
que confiaram no trabalho
sério do Sindigraf-DF. Aliás,
confiar talvez não seja a
palavra mais adequada. Na
verdade, penso que essas
empresas e instituições
perceberam a importância
do Sindicato como entidade
aglutinadora vital para o
segmento, responsável por
fomentar uma importante
ferramenta de relacionamento
com os empresários.
Quero ainda destacar
a presença dos secretários
de Estado, parlamentares,
empresários gráficos,
jornalistas, publicitários,
fornecedores e representantes
do sistema produtivo do DF
que prestigiaram o evento.
A festa de premiação,
podemos assim dizer, reflete o
momento de união do setor.
Foi a prova de que unidos
podemos ir mais longe,
que somos fortes e que a
indústria gráfica do Distrito
Federal segue no rumo da
modernização e da inovação.
Parabéns a todos
vencedores! Parabéns
também a todos aqueles que
participaram da disputa e
deram um brilho todo especial
à festa. Tenho a convicção de
que no próximo ano, aqueles
que não venceram tentarão
se superar e lutar com mais
garra pelos troféus. Afinal, esse
é o espírito de ser gráfico!
“Conectar-se à qualidade de vida e cultura é transferir bons
hábitos para as futuras gerações, deletar o estresse do nosso
dia a dia e, assim, acessar o link de uma vida de alegria”
Glaura Bezerra de Macedo
Gepef/BRB
Vencedora do Concurso de Frases da 4ª edição do Sarau BRB, realizado em maio
de 2012
4
SindigrafDF
refile
Melhores trabalhos gráficos
de Brasília são premiados em
noite de gala
Em meio às comemorações
de seu 40º aniversário, o
Sindicato das Indústrias
Gráficas (Sindigraf-DF) realizou
no dia 19 de junho, no
Unique Palace, a 13ª edição
do Prêmio de Excelência
Gráfica Jorge Salim, um
dos mais importantes
eventos gráficos do País.
Mais de 500 convidados,
dentre parlamentares,
empresários gráficos,
jornalistas, publicitários,
fornecedores e autoridades
dos governos federal e local,
além de representantes do
sistema produtivo do DF,
prestigiaram a festa, que foi
realizada em um novo local. “É
um espaço novo, adequado
a esse tipo de evento e
que, certamente, traz mais
visibilidade à nossa festa”, diz
Ubirajara Alves Costa, vicepresidente de Comunicação
e Marketing do Sindigraf-DF
e coordenador do evento.
Um dos mais concorridos
de sua história, a premiação
deste ano contou com
284 trabalhos inscritos,
produzidos por 18 gráficas do
Distrito Federal e entorno.
A festa deste ano foi
centrada nos 40 anos
do Sindigraf-DF e para
desenvolver o tema os
designers da Adegraf
(Associação dos Designers
Gráficos do DF) buscaram
inspiração nos arquivos
fotográficos do Sindicato e
prestaram uma homenagem
aos pioneiros do setor,
com banner gigantes e
cubos revestidos com
imagens de ícones e de
momentos importantes
da indústria gráfica.
Na avaliação do presidente
do Sindigraf-DF, João Ferreira
dos Santos, a fórmula para
sucesso do Prêmio Jorge
Salim é o constante processo
de inovação. Para ele, o Jorge
Salim é uma importante
ferramenta tanto do ponto
de vista político como de
convergência, vez que
concentra representantes
de todo o processo gráfico.
“Este evento é muito
importante porque congrega
os empresários gráficos de
Brasília, fornecedores, clientes
e convidados em geral. É uma
forma de as empresas, que
submeteram seus produtos
ao crivo dos jurados, expor
seus trabalhos a este público,
reforçando seu marketing
de relacionamento”, avalia.
O presidente da Federação
das Indústrias de Brasília,
Antônio Rocha, esteve na
solenidade e disse que
“a qualidade técnica dos
produtos impressos pela
indústria brasiliense reflete
o misto de tradição e
modernidade que compõe a
própria estrutura da Capital
Federal, aliando matériaprima e design com bons
negócios”. Ainda segundo
o dirigente, “premiações
como o Jorge Salim fazem
com que as empresas
interessadas se empenhem
cada vez mais na busca da
qualidade”, definiu Rocha.
Para Izidro A. Gadêlha,
da gráfica Positiva, o Prêmio
é uma ótima oportunidade
de mostrar os trabalhos
produzidos pelas empresas
do DF. “Nosso segmento
está consolidado. Brasília
compete com qualquer
outro mercado. Esse prêmio
enriquece nossa atividade,
mostrando, até para nós
mesmos, o quanto o segmento
está crescendo e evoluindo”.
Um dos diferenciais deste
ano foi a forma de inscrição
dos trabalhos. A partir desta
edição do Prêmio, todo o
processo foi feito, única e
exclusivamente, via site, pela
página do Sindigraf-DF.
Repetindo o ano passado,
a Associação dos Designers
Gráficos do DF (Adegraf ) fez,
durante a festa, a entrega
do Troféu Jorge Salim de
Design Gráfico. A premiação
é uma iniciativa do Sindigraf
para reconhecer e valorizar
a força criativa dos designers
e diretores de artes do DF e
para fortalecer a parceria com
os profissionais responsáveis
pela criação das peças
impressas pelas gráficas.
Secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Abdon Henrique de
Araújo, e o presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, entregam o
troféu a Izidro A. Gadêlha, da Gráfica Positiva.
Deputada Distrital Eliana Pedrosa com João Batista e Wanderley Alves Santos
(Athalaia Gráfica e Editora)
Deputado Distrital Siqueira Campos, acompanhado do
presidente da Fibra, Antônio Rocha, premia Yussef Nimer (com
troféu) e Rodrigo Nimer (Gravo Papers)
João Paulo Verano (Coronário Editora Gráfica) entre Leandro
Retzlaff (à esq.) e Alexandre Sá, do Sebrae
1.1 JORNAIS DE CIRCULAÇÃO PERIÓDICA
Gráfica: Gráfica e Editora Positiva
Cliente: ANABB
Produto: Jornal Ação
Criação: Movimento Calango Produções
2.1EMBALAGENS
Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora
Cliente: CNI
Produto: Caixa-Elaboração Ética nas Empresas
Criação: CNI
3.1 IMPRESSÃO DIGITAL
Gráfica: Gráfica Gravo Papers
Cliente: Homero Reis
Produto: Homero Reis Palestrante
Criação: Humano Comunicação
4.1 CARTÕES DE MENSAGEM
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: Ministério do Turismo
Produto: Talentos do Brasil
Samara Hanna posa com o troféu, funcionários da GH
Comunicação Gráfica e o superintendente Regional do Banco
do Brasil, Edson Branco da Cruz.
Presidente da Adegraf, Eduardo Meneses, entrega o troféu
a Roberto José de Sousa Melo (Querubins Gráfica) e Marcelo
Terraza, da Artwork Design Gráfico.
Domingos Sávio Teixeira Júnior e funcionários da Teixeira Gráfica e
Editora recebem troféu do diretor de Desenvolvimento de Governo
do Banco de Brasília (BRB), José Flávio Rabelo Adriano.
João Paulo Verano e funcionários da Coronário Editora
Gráfica com representantes da International Paper,
Fabiana Silva, Bruno Tozzini e Tiago Almeida.
4.2CONVITES
Gráfica: GH Comunicação Gráfica
Cliente: Flávia e Thiago
Produto: Convite Casamento Flávia e Thiago
Criação: André Alves
4.3 CARTÃO DE VISITA
Gráfica: Querubins Gráfica e Editora
Cliente: Artwork Design Gráfico
Produto: Cartão de Visita Artwork
Criação: Artwork Design Gráfico
4.4PAPELARIAS
Gráfica: Teixeira Gráfica e Editora
Cliente: Teixeira Gráfica e Editora
Produto: Papelaria 2012 Teixeira Gráfica
Criação: GN1 Comunicação
4.5 IMPRESSOS EM PAPÉIS ESPECIAIS OU DE SEGURANÇA
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: JC Gontijo
Produto: Book Centro Clínico Cléo Otávio
Criação: Two B
4.6CARDÁPIOS
Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora
Cliente: Castelli Alquimia do Sabor
Produto: Cardápios Carta de Vinhos Castelli
Criação: Castelli Alquimia do Sabor
5.1 PÔSTERES E CARTAZES
Gráfica: Gráfica e Editora Positiva
Cliente: Boibumbá Design
Produto: Cartaz I Festival de Ópera de Brasília
Criação: Boibumbá Design
5.2 CATÁLOGOS PROMOCIONAIS – ACABAMENTOS SIMPLES
Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora
Cliente: Ministério da Saúde
Produto: Catálogo Ministério da Saúde
Criação: Ministério da Saúde
5.3 CATÁLOGOS PROMOCIONAIS – ACABAMENTOS COM
RECURSOS ESPECIAIS
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: JC Gontijo
Produto: Book L’Essence
Criação: Two B
Vlamir Marafiotti (Agfa) e Amir Bittar (BHS/Helsagraph)
com com Diego, Marcus Vinícius e Caio Graco, da Athalaia
Gráfica.
Maizi e funcionários da Gráfica Positiva com José Luiz
Gutierrez, Rogério Castilho e Hugo Longhitano, da
Heidelberg.
João Batista (Athalaia Gráfica) recebe premiação de
Inimar Silva (Kodak) e Alexandre Smulkowski (KGP).
Pedro Henrique e João Paulo Verano (Coronário Editora
Gráfica), ao lado de funcionários, exibem o trofeu recebido
dos representantes da AMV Papéis, Marcelo Vieira, Fernando e
Udílson Botelho.
Representantes da Böttcher, Cleber do Nascimento (Gerente
Nacional) e Gregório Sales (Consultor Regional) entregam mais
um troféu a Pedro Henrique, João Paulo Verano e funcionários
da Coronário Editora Gráfica.
5.4 RELATÓRIO DE EMPRESAS
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: Codevasf/ Ministério da Integração Nacional
Produto: Codevasf 35 Anos
Criação: Ideorama Design e Comunicação
Maizi Gadêlha e colaboradores da Gráfica Positiva com
Alexsandre Jorge do Nascimento, da Capital Recicláveis.
5.5 TABLÓIDES / ENCARTES
Gráfica: Gráfica e Editora Meta
Cliente: MGarzon Empreendimentos
Produto: Encarte – Taj Mahal Residencial
Criação: MGarzon Empreendimentos
Roberto Carlos, da Athalaia Gráfica (à esq. com troféu na
mão), com Viamar Dresch e Élis Augusta (Esave Veículos) e
Emídio Alves (Banco Fiat).
Pedro Henrique, João Paulo Verano e funcionários da
Coronário Editora Gráfica ao lado de Marcos Bastolla e
Alex Muller (Huber Group).
5.6 FOLHETOS PROMOCIONAIS E FOLDERS /
ACABAMENTO SIMPLES
Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora
Cliente: ABCS
Produto: Carne Suína Receitas para Churrasco
Criação: ABCS
5.7 FOLHETOS PROMOCIONAIS E FOLDERS ACABAMENTO COM RECURSOS ESPECIAIS
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: JC Gontijo
Produto: Folheto Cullinan Luxury Hotel & Convention
Criação: Two B
5.8 KITS PROMOCIONAIS
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: SEBRAE
Produto: SEBRAE 2012
Criação: Giacometti
5.9 DISPLAYS, MÓBLILES E MATERIAIS DE PONTO DE
VENDA DE MESA
Gráfica: Gráfica e Editora Positiva
Cliente: LM Copiadora
Produto: Cubo Giraffas
Criação: LM Copiadora
5.10CALENDÁRIOS
Gráfica: GH Comunicação Gráfica
Cliente: DF Distribuidora de Papéis
Produto: Calendário J Borges
Criação: Clarissa Teixeira
6.1 PRODUTOS PRÓPRIOS
Gráfica: Gráfica e Editora Positiva
Cliente: Gráfica e Editora Positiva
Produto: Calendário
Criação: Dois Nove Meia
Édson Norton e funcionários da Coronário Editora Gráfica
com Ronnie Cézar, da Melo Distribuidora.
Izidro A. Gadêlha recebe troféu dos representantes do Sicoob
/ Credindústria Cláudio Mendes, Divino Luiz da Silva e João
Ferreira dos Santos. A foto traz ainda Cleuma Leão, Maizi Gadêlha,
Rogério, André e outros colaboradores da Gráfica Positiva.
Equipe da GH Comunicação Gráfica, com Samara Hanna
à frente, comemora conquista do troféu, entregue por
Pedro Henrique Verano (Vice-Presidente do Sindigraf-DF).
Maizi Gadêlha e colaboradores da Gráfica Positiva com Antônio
Eustáquio de Oliveira (Primeiro-Secretário da Abigraf-DF).
Ao centro, o vice-presidente da Fibra, José Luiz Fernandez,
com Domingos Sávio Teixeira Júnior e funcionários da
Teixeira Gráfica e Editora.
João Paulo Verano e funcionários da Coronário Editora
Gráfica exibem troféu entregue por Leandro Retzlaff e
Alexandre Sá, do Sebrae.
Superintendente Regional do Banco do Brasil, Edson
Branco da Cruz (ao fundo), com equipe da Teixeira Gráfica
e Editora.
Comemoração de João Paulo Verano e de colaboradores
da Coronário Editora Gráfica com troféu entregue pelo
vice-Presidente da Adegraf, Wagner Alves.
7.1 LIVROS DE TEXTOS / TÉCNICOS
Gráfica: Teixeira Gráfica e Editora
Cliente: Instituto Fernando Moura - IFM
Produto: Do Concreto ao Papel: Coleção Vade – Mecum
Língua Portuguesa
Criação: Instituto Fernando Moura - IFM
7.2 LIVROS CULTURAIS E DE ARTE
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: Centro Cultural Banco do Brasil
Produto: Islã – Arte e Civilização
Criação: Arte A
7.3 LIVROS INSTITUCIONAIS - ACABAMENTO SIMPLES
Gráfica: Teixeira Gráfica e Editora
Cliente: Ministério do Meio Ambiente
Produto: Livro Espécies Nativa da Flora Brasileira
Criação: Ministério do Meio Ambiente
7.4 LIVROS INSTITUCIONAIS - ACABAMENTO COM
RECURSOS ESPECIAIS
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: Tambasa Atacadistas
Produto: Pelos Caminhos de Minas – do Café ao Atacado
Criação: Escritório de Histórias
7.5 REVISTAS/LIVROS DIDÁTICOS
Gráfica: Teixeira Editora Gráfica
Cliente: HTC Editora
Produto: Kit Livros Didáticos 2012
Criação: Duas Estúdio Criativo
7.6 GUIAS E MANUAIS
Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora
Cliente: WWF Brasil
Produto: Guia de Aves Mata Atlântica Paulista
Criação: WWF Brasil
7.7AGENDAS
Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora
Cliente: SEBRAE
Produto: Agenda SEBRAE
Criação: Giacometti
8.1 REVISTAS / LIVROS INFANTIS OU DE DESENHOS
Gráfica: Cidade Gráfica e Editora
Cliente: SESC-DF
Produto: Prêmio SESC de Contos Infantis Monteiro Lobato
Criação: SESC-DF
Superintendente do Banco de Brasília (BRB), Antônio Neto
Fernandes Silva, com Domingos Sávio Teixeira Júnior e
funcionários da Gráfica Teixeira.
João Batista e Wanderley Alves Santos (Athalaia Gráfica e Editora)
com Fabiana Silva, Bruno Tozzini e Tiago Almeida, representantes
da International Paper.
Valdir, Leonardo Bombachini (AGFA), Caio Graco, Marcus
Vinícius, Amir Bittar (BHS/Helsagraph), Diego e Roberto
Carlos, da Athalaia Gráfica.
José Luiz Gutierrez, Rogério Castilho e Hugo Longhitano,
da Heidelberg, com José Eustáquio e funcionários da
Cidade Gráfica e Editora.
João Paulo Verano, entre Inimar Silva (Kodak) e Alexandre
Smulkowski (KGP), exibe troféu com colaboradores da
Coronário Editora Gráfica.
Ex-Presidente do Sindigraf-DF Antônio Carlos Navarro ao
lado de João Paulo Verano e equipe da Coronário Editora
Gráfica.
8.2 REVISTAS PERIÓDICAS / INSTITUCIONAIS SEM
RECURSOS ESPECIAIS
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: Revista T
Produto: Revista T nº 22
Criação: Revista T
8.3 REVISTAS PERIÓDICAS / INSTITUCIONAIS COM
RECURSOS ESPECIAIS
Gráfica: Coronário Editora Gráfica
Cliente: Revista T
Produto: Revista T nº 21
Criação: Revista T
C
d
Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, ao
lado do deputado Federal Izalci.
Ronnie Cezar, da Melo Distribuidora, com
convidados.
Cleuma Leão com Maizi Gadêlha, André e colaboradores
da Gráfica Positiva.
Roberto José de Sousa Melo (Querubins Gráfica)
com a esposa, Joseneide, e filhos.
Presidente da Adegraf, Eduardo Meneses, com
Roberto Carlos, André, Heveline, Valdir e Ítalo, da
Athalaia Gráfica e Editora.
Satler Nogueira (Giga Print) com convidados.
Colaboradores da Coronário Editora Gráfica
checando as peças finalistas.
Lenimar (Ipiranga), Gilcélia Costa e Clarismar Fernandes (GC Fernandes) e
Roberto José de Sousa Melo (Querubins Gráfica).
Alex Moller (Huber), Vlamir Marafiotti (AGFA),
Ivan Bittar (IBR) e Marcos Bastolla (Huber).
Milton Costa (TC Gráfica) ao lado da filha e
de Ana Elsa.
Leonardo Bombachini e Vlamir Marafiotti (Agfa),
com Amir Bittar (BHS/Helsagraph).
Os trabalhos expostos atraíram a atenção dos
participantes.
Luciano de Araújo Alves (Vice-Presidente para Assuntos Patrimoniais do
Sindigraf-DF) em companhia dos pais e da esposa, Heloine.
José Marques Zago com o ex-Presidente do SindigrafDF Antônio Carlos Navarro e Paulo José Amorim
(Copacabana).
Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos,
e a esposa, Gisélia.
Foto: José Paulo Lacerda/CNI
A indústria brasleira
e a sustentabilidade
O Brasil vive um processo inédito de mobilização dos mais
diversos setores em prol do desenvolvimento sustentável.
A indústria nacional, comprometida com as questões
ambientais, busca desenvolver ações sustentáveis e caminhos
inovadores de crescimento econômico. Neste contexto,
representantes do setor reuniram-se no dia 14 de junho,
no Hotel Sofitel Copacabana, no Rio de Janeiro, para o
Encontro da Indústria para a Sustentabilidade. O objetivo do
evento, promovido pela Confederação Nacional da Indústria
(CNI), foi discutir temas em pauta na Conferência das
Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20)
e o papel do setor industrial no processo de desenvolvimento
de ações sustentáveis.
O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, entregou
para cada um dos participantes do evento um documento
inédito elaborado pela entidade empresarial com o relato de
como o setor inovou nos últimos anos na produção eficiente
e na redução do consumo de recursos naturais. “Queremos
apresentar para a sociedade e representantes do governo as
importantes conquistas obtidas pela comunidade industrial
nos últimos anos”, salientou. O texto reúne iniciativas de 16
setores e do sistema indústria nos últimos 20 anos, mostra
que o setor produtivo mudou a forma de produzir para
reduzir o impacto da atividade no meio ambiente, usando
recursos de maneira mais sustentável. Como resultado, o
Brasil hoje pode contar com fábricas menos poluentes, mais
eficientes no consumo de energia e que encorajam soluções
melhores para o uso da biodiversidade.
Uma das inovações apresentadas e que gera mais
sustentabilidade ao setor industrial pode ser constatada
no caso do segmento de máquinas e equipamentos. Dados
da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e
Equipamentos (Abimaq) mostram que 90% das empresas
do setor adotam políticas que visam minimizar o impacto
ambiental e mais de 60% das grandes empresas têm
certificação ISO 14.001 (certifica o sistema de gestão
ambiental de uma companhia). A Abimaq criou, ainda, em
2009, o projeto Carbono Zero, que incentiva a adoção de
medidas para reduzir as emissões de gás carbônico.
Ainda de acordo com informações do documento, 97, 6% das
embalagens de alumínio são recicladas no país, um dos mais
altos índices do mundo.
O documento revela ainda que a celulose e o papel
produzidos no Brasil provêm integralmente de florestas
plantadas, enquanto a indústria química reduziu em 47%
suas emissões de CO² em dez anos. A geladeira fabricada
atualmente no país consome 60% menos energia do que
há uma década e cada automóvel usa 30% menos água no
processo de produção.
Sustentabilidade + desoneração - Na abertura do
seminário, o presidente da CNI destacou que o documento
“é resultado de um esforço inédito da indústria nacional
de reportar à sociedade seu desempenho sustentável” e
aproveitou para anunciar o compromisso da CNI de divulgar,
a cada quatro anos, os avanços da indústria nacional no
campo da sustentabilidade.
Em seguida, propôs ao governo desonerações tributárias
para a produção que preserve o meio ambiente. ‘É
importante que o sistema tributário considere a dimensão
ambiental da atuação das empresas, com um corte de
impostos mais agressivo para quem utilizar os recursos
naturais de maneira eficiente e adotar modelos sustentáveis
de produção”, sugeriu.
Foto: Miguel Ângelo/CNI
Na sua visão, a transição brasileira para um modelo de
produção mais sustentável “pressupõe custos e riscos, que
devem ser minimizados por políticas públicas amplas de
apoio às empresas”.
Andrade afirmou ainda que a preocupação da indústria
brasileira com a preservação ambiental, comprovada
no documento divulgado no Encontro, não é prática
de marketing. “As indústrias brasileiras não tratam da
sustentabilidade como uma manifestação de boas intenções.
Cada vez mais, incorporam seus princípios nos planos de
negócios. Hoje, sustentabilidade e a necessidade de aumento
da competitividade andam de mãos dadas”, assinalou.
O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, que
também participou da abertura do seminário, ressaltou
a participação da CNI na elaboração do documento do
governo brasileiro submetido à ONU para a Rio+20.
“Sem a participação da indústria, nenhum país é capaz de
implementar uma nova agenda na Rio+20”, sublinhou.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou
como fundamental a atuação da indústria na agenda da
sustentabilidade. “Estamos saindo do idealismo para o
pragmatismo. Esse é o desafio político. Estamos numa nova
fase de diálogo entre indústria, governo e sociedade. Para a
perfeita inclusão da indústria na agenda da sustentabilidade,
teremos de ser criativos, não só com as grandes corporações,
como também com as pequenas e médias empresas”,
frisou Izabella Teixeira. Ainda segunda a ministra, “é
absolutamente importante que a gente possa compreender e
conectar-se com a agenda da indústria para a promoção do
desenvolvimento sustentável do país”, disse na abertura do
evento.
Para ela, não só esse encontro com a indústria mas também a
Conferência Rio+20, como um todo, é grande oportunidade
e um chamado para que sociedade, governo e organizações
desenvolvam ações concretas de sustentabilidade.
Na sua avaliação, nunca se viu tamanha mobilização da
sociedade a favor de iniciativas sustentáveis. “Nos últimos 20
anos, no último encontro dessa amplitude (que foi a Eco 92),
não tínhamos uma sociedade e setor produtivo tão engajados
nas questões ambientais”.
Por fim, a ministra ressaltou que o grande incentivo para
o alcance da sustentabilidade na indústria brasileira foi a
inovação. “Como vimos aqui nos exemplos destacados pelo
setor, o desenvolvimento de novas práticas reduziu custos,
aumentou a renda e gerou novos empregos”.
Fontes: CNI e MMA
Acima, o presidente da CNI, Robson Braga de
Andrade, com os ministros Antônio Patriota, das
Relações Exteriores, e Izabella Texeira, do Meio
Ambiente, durante o encontro.
“Dada sua peculiar combinação de recursos naturais, o Brasil ocupa uma posição
privilegiada para debater, negociar e experimentar o desenvolvimento sustentável.
É importante considerar que o país conta com:
• Quase metade da oferta energética oriunda de fontes renováveis no mundo;
• 15% do número de espécies conhecidas pela ciência e cerca de 30% das florestas tropicais;
• Área florestal correspondente a 60% do seu território;
• A maior área de floresta tropical e a segunda maior extensão de florestas do planeta;
• O maior estoque de carbono armazenado na biomassa florestal;
• Aproximadamente 12% da disponibilidade de água superficial do planeta.”
Robson Braga de Andrade - Presidente da CNI
enc
CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL
Estudo lançado em junho pelo Sistema Federação das Indústrias do Rio de
Janeiro (FIRJAN) aponta que o Brasil é o país que menos produz gases do efeito
estufa no processo de geração de energia elétrica entre as dez maiores economias
do mundo, graças à matriz com grande percentual de geração hidrelétrica.
Os rankings elaborados pela FIRJAN no trabalho “Análise da Qualidade da
Matriz Elétrica Mundial” mostram o volume de CO² produzido para gerar 1 GWh
(gigawatt/hora), em listas contendo as dez maiores economias, os Brics e por
um grupo de mais de 70 países, considerando relevância internacional e matriz
elétrica. Neste último caso, o Brasil é o 5º melhor posicionado.
O material foi abordado pelo presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo
Eugenio Gouvêa Vieira, na abertura do debate Energias Renováveis para o
Desenvolvimento Sustentável, promovido pelo Sistema FIRJAN e pela FIESP no
Humanidade 2012, no Forte de Copacabana. “Para cada GWh de energia gerado
no país, são emitidas 61 toneladas de CO² equivalente, quase dez vezes menos do
que a média de 585 toneladas das dez maiores economias e 11 vezes menos que a
média de 663 toneladas dos Brics”, afirmou o presidente. O Brasil é responsável
por apenas 0,3% das emissões mundiais na geração de energia.
O estudo foi obtido a partir de cruzamento da composição da matriz de energia
elétrica de vários países, fornecida pela Agência Internacional de Energia,
com o fator de emissão por fonte, divulgado em estudo elaborado pela União
Europeia. Os dados foram tratados pela Gerência de Competitividade Industrial e
Investimentos da FIRJAN.
Fonte: CNI
OS DESAFIOS DA SUSTENTABILIDADE
A indústria mudou, e hoje o empresário brasileiro enxerga a sustentabilidade
como uma necessidade para os negócios. A conclusão é da pesquisa Os Desafios
da Sustentabilidade. O estudo inédito, feito entre fevereiro e maio de 2012
pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 60 executivos de grandes
empresas do país, aponta que, para a maioria deles, ser sustentável tem impactos
positivos na competitividade. Segundo 39% dos entrevistados, a ausência de
ações sustentáveis coloca em risco a sobrevivência da empresa e, para outros
18%, acarreta imagem negativa da corporação. “A indústria mudou sua forma
de produzir e pensar a produção. Muitas atividades impactam menos no
meio ambiente hoje”, diz o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. “O
empresário tem uma noção clara de que a manutenção da empresa no médio e no
longo prazo só se dará de forma sustentável. Mas a velocidade com que isso vai se
processar depende de estímulos à inovação”, avisa.
De acordo com a pesquisa da CNI, a sustentabilidade já ocupa um espaço
relevante nas organizações. Entre os executivos ouvidos pelo estudo, 64% afirmam
que esse é um tema tratado pela presidência, a diretoria ou a vice-presidência.
Outros 18% disseram que o assunto ocupa as gerências. “A política sustentável
já está no DNA das empresas que querem ampliar seu mercado, seja nacional ou
internacionalmente. Agora, deve haver estímulo à inovação”, reforça a diretora de
Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg.
Para 75% dos empresários entrevistados, os investimentos nessa área deverão
crescer nos próximos dois anos, e 92% acreditam ser alto o impacto da
sustentabilidade nas políticas de inovação. Ser sustentável, na avaliação de
69% dos executivos, representa custos adicionais e, para 30%, essa é a principal
barreira para adoção de ações voltadas à conservação. Outros 27% apontam que
o maior desafio é a falta de uma cultura sustentável. “A indústria precisa de uma
política forte de incentivo à inovação e à sustentabilidade, inclusive como uma
forma de garantir condições de competitividade”, destaca Messenberg. Segundo
ela, o aspecto cultural também é fundamental. “A mudança na forma de consumir
é, sem dúvida, um aspecto decisivo para a sustentabilidade”, avalia.
A pesquisa Os Desafios da Sustentabilidade da CNI, feita em parceria com o
Instituto FSB Pesquisa, foi inspirada em um esforço semelhante coordenado pelas
Nações Unidas, o Global Compact, que ouviu executivos de 10 países em 2010.
Fonte: CNI
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Indústria debate Zoneamento Ecológico-Econômico do DF
A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal (Semarh), a Companhia Imobiliária de Brasília
(Terracap) e a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) reuniram representantes do setor industrial, no
mês passado, para uma das consultas setoriais de cenários que balizarão todo o trabalho referente à construção do
Zoneamento Ecológico- Econômico da Capital Federal (ZEE-DF). A iniciativa, prevista na Política Nacional do Meio
Ambiente e na Lei Orgânica do DF, tem por objetivo subsidiar as ações de planejamento para que o uso do espaço
promova o desenvolvimento sustentável. “Essa consulta é fundamental para captar a visão dos atores envolvidos nesta
questão do desenvolvimento econômico regional sem agressão ambiental”, avalia a subsecretária de Meio Ambiente e de
Recursos Hídricos do DF, Maria Sílvia Rossi, que preside a comissão que está em busca do prognóstico nos principais
setores da sociedade, incluindo o produtivo.
Na prática, o documento, que vai virar lei, deverá interferir diretamente na vocação industrial da Capital Federal
e delimitar as áreas que serão utilizadas para fins econômicos. “Esta é uma oportunidade única de incorporar as
contribuições do setor industrial. O resultado deste trabalho tem impactos certeiros no nosso”, avalia o diretor de
Assuntos de Meio Ambiente da Fibra, Dario Clementino.
Fonte: Fibra
Responsabilidade Social encerra o 5º Ciclo de Sustentabilidade da ABTG
Realizado na sede da ABTG, no 28 de junho, o 5º Ciclo de
Sustentabilidade teve seu terceiro e último dia aberto pela
apresentação de Rosana González Aléssio, que falou sobre
o tema “Responsabilidade Social na Gráfica”. Foi exibido
um vídeo sobre o lançamento da norma ISO 26000, que
trata do comprometimento ético, respeito aos interesses
das pessoas, ao estado de direito e aos direitos humanos,
entre outros aspectos. Seguindo a definição da Organização
Internacional do Trabalho (OIT), a norma 26000 considera,
no âmbito das práticas trabalhistas, as políticas voltadas à
saúde e segurança no trabalho, que incluem a prevenção a
acidentes, a remuneração justa e outros aspectos relativos.
Também agrega o envolvimento comunitário, tendo como
um dos valores o desenvolvimento da cidadania e das ações
sociais voltadas às comunidades do entorno das organizações.
Em seguida, Jeniffer Guedes Bonizolli, engenheira ambiental
da Gráfica Plural apresentou o case da empresa na área de
responsabilidade social, e que compreende diversas ações,
com destaque para a Print School, programa que capacita
jovens como auxiliares gráficos e é realizado em parceria
com a prefeitura de Santana de Parnaíba. A segunda
palestra da noite foi “Saúde, Qualidade de Vida & Bem Estar
– Programação de Prevenção e Reabilitação de Doenças
Ocupacionais e Crônicas”, apresentado por Andre Luiz Morés,
da empresa MCA, que apresentou o case implantando na
Editora FTD.
A última palestra da noite foi “Como tornar uma gráfica
economicamente sustentável”, com José Pires de Araújo
Jr., que teve foco no aspecto das finanças, abordando
o planejamento financeiro da empresa e seu potencial
estratégico para os negócios. Segundo o palestrante, isso
é fundamental para a saúde das empresas, e a base de
tudo o que você fará na empresa, incluindo as ações de
sustentabilidade e de responsabilidade social. Um aspecto
importante apontado pelo palestrante foi o alto investimento
exigido pelo setor gráfico, o que reforça ainda mais a
necessidade de planejar os recursos.
No dia anterior, foi promovido o lançamento do “Manual
de indicadores de desempenho ambiental”. A publicação
resulta de uma parceria com a Cetesb – que se repete agora,
depois da elaboração do “Guia Técnico ambiental da indústria
gráfica”, lançado há cerca de dois anos. A ABTG fez uma
pesquisa e identificou que pouquíssimas gráficas possuem
indicadores e, através do manual, poderão ter um parâmetro
único para mensurar seus processos. A primeira palestra, com
o título “Mapeando os Resíduos Sólidos da sua Gráfica”, foi
apresentada por Rosana González Aléssio, da empresa Gegraf,
que apresentou alguns conceitos principais relacionados
ao meio ambiente. A partir deste ponto, a palestrante
passou a abordar o tema do Gerenciamento de Resíduos
Sólidos (GRS), processo que compreende a manipulação,
o acondicionamento, transbordo, tratamento, reciclagem e
destinação final dos resíduos sólidos. A segunda palestra da
noite foi “Gerenciamento de Resíduos”, com Luís Olivieri e
Bruno Pieroni, da empresa Ambserv Serviços Ambientais,
presente no mercado há seis anos, e especializada no
gerenciamento de resíduos, destinação de resíduos perigosos
e serviços de saúde, com escritórios comerciais em São Paulo
e Rio de Janeiro e unidade de tratamento em São José dos
Pinhais (PR). De acordo com Luís, a primeira etapa desse
processo é a de identificar o tipo de resíduos, se é sólido,
líquido, perigoso etc., para definir qual o tratamento a ser
adotado, que pode ser a incineração, tratamento em ETE etc.
A terceira palestra foi “Produção mais limpa (P+L)”, com o
engenheiro Duvivier Guethi Junior, que já atuou no Senai
nesta área, e hoje atua na área empresarial. Começando a sua
apresentação com uma breve síntese sobre a sustentabilidade
e a ecoeficiência, ele declarou que para promover a
sustentabilidade, a empresa deve cuidar de suas relações,
buscando sistematicamente o equilíbrio no estabelecimento e
atendimento de compromissos com os stakeholders, seguindo
princípios de diálogo e transparência. Para implementar os
conceitos de P+L em uma empresa deve haver um consenso,
a P+L nada mais é que a aplicação contínua de uma estratégia
ambiental integrada e preventiva a processos, produtos e
serviços, com a finalidade de aumentar a eficiência e reduzir
riscos aos seres humanos e ao meio ambiente.
Fonte: RV&A
G
P
Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos,
com representantes do Sicoob Empresarial.
Equipe de colaboradores da Gráfica Positiva.
Amir Bittar (BHS/Helsagraph), João Batista (Athalaia
Gráfica) e Wagner Carvalho (AGFA).
Gráfica Positiva: Izidro A. Gadêlha, Cleuma Leão, Maizi e Pedro
Paulo
Odimar Silveira (DF Papéis) e Clarismar Fernandes (GC Fernandes) com Satler
Nogueira (Giga Print), a esposa, Joyciane Aquino da Costa, familiares e Gilcélia Costa
(GC Fernandes).
Eduardo Meneses e Wagner Alves (Presidente e vice da
Adegraf).
Os irmãos Marcus Vinícius e Diego Graco (Athalaia Gráfica)
com Vlamir Marafiotti (AGFA) e Alex Moller (Huber).
Roberto Coutinho (Pix) com Caroline Vieira
(Gerente de Treinamento do BRB).
Izidro A. Gadêlha, da Gráfica Positiva, conferindo os
trabalhos.
O ex-presidente do Sindigraf-DF Hilton
Mendes com José Marques Zago
Vice-Presidente do Sindigraf-DF, Pedro Henrique Verano, com Odimar
Silveira e Takeo More (DF Papéis), Paulo Amorim (Copacabana) e Clarismar
Fernandes (GC Fernandes).
Vice-Presidente da Adegraf, Wagner Alves, com
Angelo Whosoever (Design Brazuca) e convidados.
Ubirajara Alves Costa (Vice-Presidente de Comunicação e
Marketing do Sindigraf-DF) com o filho e convidados.
O primeiro-Secretário da Abigraf-DF e diretor Financeiro da Fibra, Antônio
Eustáquio de Oliveira, ao lado do presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira
dos Santos, do vice, Pedro Henrique Verano, e do presidente da Fibra, Antônio
Rocha.
Samara Hanna (GH Comunicação Gráfica)
apreciando peça exposta.
Satler Nogueira comemora conquista do troféu com a esposa,
Joyciane Aquino da Costa, familiares e funcionários da Giga Print.
Pr
(e
Fe
.
Presidente da Fibra, Antônio Rocha, com Antônio Carlos Navarro
(ex-Presidente do Sindigraf-DF) e o vice-Presidente da Fibra, José Luiz
Fernandez.
José Marques Zago, José Alves de Sena (Bancoob), Miguel Ferreira de
Oliveira (Bancoob) e Zuza (Gravo Papers).
Jackson (Fibra), Leuriane (Fibra), Inácia (IEL), Polyana
(Fibra) e Ed-Sandy Coelho (Sindigraf-DF).
Representantes da Ctis marcam presença no evento, capitaneados
pelo vice-presidente, Omar Cherulli, à direita na foto.
Patrícia Oliveira (Qualidade) e Cláudia Marques de Oliveira.
João Paulo Verano (Coronário Editora Gráfica) com a
irmã, Mariana, e familiares.
Casa cheia. Panôramica mostra que, mais uma
vez, o evento foi um sucesso.
O brinde da ala feminina reuniu Gilcélia Costa (GC Fernandes), Suzana
(Coronário), Lenimar (Ipiranga) e Luci (Semear).
Os designers Patrícia Weiss e Camillo Righini, ao fundo, conversam e
analisam os trabalhos concorrentes.
Antônio Eustáquio de Oliveira (Primeiro-Secretário da Abigraf-DF) com os
distritais Siqueira Campos e Eliana Pedrosa
A decoração luxuosa e sofisticada foi um dos
destaque da noite.
Raimundo Alves (Fórmula Gráfica), Manoel Vieira (Continental), o
médico do trabalho Lauro Seabra e Roberto Salim (Fórmula Gráfica).
Tesoureiro do Sindigraf-DF, Bráulio Pereira de Souza, com
colaboradores da Gráfica Executiva
Angelo Whosoever (Design Brazuca), confraternizando com Eduardo
Meneses (Presidente da Adegraf) e Camillo Righini.
José Marques Zago com Zuza, Rodrigo Nimer e colaboradores da
Gravo Papers.
Manoel Vieira (Continental) com a esposa,
Graça.
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2º Prêmio Jorge Salim
de Design Gráfico
Presidente da Adegraf, Eduardo Meneses, ao lado
de David Borges.
Vice-Presidente da Adegraf, Wagner Alves, com
Gabriel Brochado de Menezes.
Categoria Editorial 1 (livros, jornais e revistas)
Designer: David Borges
Produto: Catálogo Vanguarda Modernista
Agência/Estúdio: CTIS
Gráfica: CTIS Printing Center
Cliente: Banco Central do Brasil
Categoria Editorial 2 (catálogos, relatórios
institucionais e livros de arte)
Designers: Felipe Mello Cavalcante e Gabriel
Brochado de Menezes
Produto: Brasília em 51 Cartas
Agência/Estúdio: Edição da Autora
Gráfica: Gráfica Coronário
Cliente: Ivany Câmara Neiva
Marcelo Terraza (Artwork Design Gráfico), à dir.,
com Claudia El-Moor e Roberto José de Sousa Melo
(Querubins Gráfica).
Categoria Identidade Visual (papelaria)
Designer: Marcelo Terraza
Produto: Gráfica Querubins
Agência/Estúdio: Artwork Design Grafico
Gráfica: Gráfica Querubins
Cliente: Gráfica Querubins
Categoria Promocional 1 (folder, convite, folhetos,
cartazes / cartazetes, cartão de visitas, postais e
cartões de mensagem)
Designer: Camillo Righini
Produto: Cartaz 1º Festival de Óperade Brasília
Agência/Estúdio: Boibumbá Design
Gráfica: Gráfica Positiva
Cliente: Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio
Santoro
Categoria Promocional 2 (calendários,
embalagens, kits especiais, cd / dvds,
agendas, cardápios, guias e manuais)
Designer: Marcio Duarte
Produto: Kit Arpa
Agência/Estúdio: M10 Design
Gráfica: Gráfica Executiva
Cliente: WWF-Brasil
Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos,
com Camillo Righini.
Caio Porto (presidente eleito da Adegraf ),
representando Marcio Duarte, recebe premiação
de Bruno Porto.
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Premiação dos
Fornecedores
Vice-Presidente para Assuntos Patrimoniais do
Sindigraf-DF, Luciano de Araújo Alves, entrega o
troféu aos representantes da Hostmann-Steinberg,
Marcos Bastolla, Alex Muller e Rodrigo Hebling.
Ronnie Cezar, da Melo Distribuidora, recebe do
ex-presidente do Sindigraf-DF Antônio Carlos
Navarro premiação na categoria fabricante de filme,
chapa e CtP.
Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira
dos Santos, entrega troféu a Takeo More e os
colaboradores da DF Papéis, Odimar Silveira,
Roberval e Arlindo Nishimura.
1. Categoria Fabricante de Tinta:
Hostmann-Steinberg
2. Categoria Fabricante de Filme,
Chapa e CTP:
Kodak
3. Categoria Distribuidor de
Produtos Gráficos (insumos,
químicos, blanquetas, etc):
Melo distribuidora
4. Categoria Fabricante de
Produtos Gráficos (insumos,
químicos, blanquetas, etc):
Böttcher
5. Categoria Distribuidora de
Papel:
DF Papéis
6. Categoria Fabricante de Papel:
Suzano Papel e Celulose
Tesoureiro do Sindigraf-DF, Bráulio Pereira de Souza, entre
Inimar Silva (Kodak) e Alexandre Smulkowski (KGP).
Cleber do Nascimento e Gregório Salles, da Bottcher,
comemoram conquista do troféu na categoria fabricante/
distribuidor de produtos gráficos, entregue pelo vice-Presidente
do Sindigraf-DF, Pedro Henrique Verano.
Representando a Suzano, Takeo More e Odimar Silveira com
João Nunes (Cidade Gráfica e Editora) ao centro.
Izidro A. Gadêlha, da Gráfica Positiva,
com representantes da Göethe.
João Batista (Athalaia Gráfica e Editora) e
representante da Müller Martini.
7. Categoria Acabamento (verniz,
plastificação, vincos e facas):
Göethe
8. Categoria Máquinas e Equipamentos
de Impressão (plana, rotativa, digital).
Heidelberg
Equipe da Heidelberg recebe premiação de Domingos
Sávio Teixeira, da Teixeira Gráfica e Editora.
9. Categoria Máquinas
e Equipamentos para
Acabamento.
Müller Martini
10. Categoria Pré-Impressão
(birô).
Giga Print
Primeiro-Secretário do Sindigraf-DF, Francisco Neves
Ferreira, com Satler e equipe da Giga Print, vencedores na
categoria Pré-Impressão.
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Este é o momento...
Vlamir Marafiotti – Gerente de produtos da Agfa do Brasil
Gerente de produtos/vendas para sistemas de software workflow e hardware CTPs
Formado em Engenharia eletrônica com especialização em equipamentos para pré-impressão.
Especialista em Color Manager System e Digital Workflow formado pela Agfa Academy Belgium
Vasta experiência no mercado gráfico, das quais dez na Editora Abril e doze pela Agfa.
Fazendo uma rápida análise
deste momento que vivemos
no mundo gráfico e desta fase
onde muitas dúvidas pairam
a respeito da tecnologia, nos
perguntamos: para onde
vamos? Qual o investimento
a fazer? Qual será o rumo que
devemos tomar? Só o tempo
nos trará tais respostas.
A única certeza que temos
é a de estar atendendo da
melhor forma o cliente, sendo
eficiente no processo, sem
desperdício e enxuto. De que
forma? Aproveitando o melhor
da tecnologia que dispomos.
Excelentes softwares de
gerenciamento de fluxo de
trabalho fazem com que o
processo fique mais seguro
e produtivo. Equipamentos
com tecnologia eletrônica
avançada, fazem com que
o produto final ganhe
qualidade de produção e
rapidez ao mesmo tempo.
Se voltarmos a alguns
anos atrás, recordaremos
dos processos analógicos
convencionais que
chamávamos de artes gráficas
e realmente a cada publicação
impressa, seja revista ou
livro, era uma obra de arte.
Desde o principio, a
fotografia ou cromo, o
escaneamento da imagem
e seu tratamento com as
separações de cores até o
final da impressão, quantas
etapas, quantos profissionais
e quantos equipamentos,
se compararmos com
os processos atuais
quanta coisa mudou.
O início da mudança
tecnológica veio com os
primeiros computadores
acoplados em imagesetters,
onde as imagens gravadas
em linguagem Postcript
eram passadas para o filme
através de modulação de
lasers. Era o momento de
investir em Imagesetters,
gravadoras de filmes.
Depois, vieram os CTPs
(computer to plate) do
computador direto para a
chapa, uma etapa a menos,
eliminar o filme era reduzir
tempo de trabalho e ter
maior controle do processo.
Máquinas de impressão Offset
e de acabamento com mais
tecnologia, menor tempo de
acerto de máquina, menos
desperdício de insumos
e de trabalho manual.
Os softwares de fluxo
de trabalho, os chamados
Workflows, com automação
espetacular, verificação
do conteúdo de páginas,
aprovação via internet, lojas
virtuais com impressão
direto da “NUVEM”, imposição
automática, etc. Muita
tecnologia, agilidade
de processo, segurança
de processamento de
arquivos, enfim temos
tudo o que precisamos.
Agora, precisamos dar
um pouco mais de atenção
na qualidade do produto
final, a imagem impressa.
Atualmente contamos
com organizações mundiais
e nacionais, como ISO, Fogra,
ABNT entre outras que regem
normas e padrões onde
aplicados em conformidade,
facilitam todo o processo
trazendo simplicidade
na solução de eventuais
surpresas e qualidade sem
restrições. Os profissionais
da área trabalham com mais
tranquilidade visando não
mais a preocupação em
resolver problemas e sim se
emancipando na prevenção.
Este é o momento de
investirmos em ferramentas
que tragam qualidade
a imagem impressa,
gerenciamento de cores,
padronização e certificação.
Aproveitemos toda esta
tecnologia que está aí e
apliquemos em nosso produto
final, este é o momento.
Helsagraph – O seu distribuidor AGFA –
(62) 3225-6144 / [email protected]
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Sua gráfica anda dando
prejuízo?
Por Thomaz Caspary,
Engenheiro de Mídia Impressa e
diretor da Printconsult Ltda.
www.printconsult.com.br
Porque é que algumas
empresas gráficas crescem
lentamente e dão lucro,
sendo que outras (muitas)
correm atrás do prejuízo? Esta
pergunta vem atormentando
uma série de empresários
gráficos e podemos dizer com
certeza de que o problema
está basicamente dentro
da gráfica e não fora dela,
como parece, em função dos
diversos acontecimentos
sociais, políticos e econômicos.
Podemos dizer que o destino
da nossa gráfica depende
primordialmente das respostas
que ela dá aos acontecimentos
do dia a dia e aos desafios
aos quais ela é confrontada a
cada momento. O maior dos
desafios está na velocidade
em que o empresário gráfico
consegue reagir às mudanças.
Se os gráficos forem pessoas
dinâmicas, com uma estrutura
administrativa em Vendas,
PCP e Produção terão grande
chance de rápida adaptação ao
novo ambiente. Se, no entanto
o gráfico procurar se adaptar
lentamente às mudanças,
em vez de administrá-las na
velocidade necessária, através,
por exemplo, de programas
de gestão e utilização de Boas
Práticas, ele estará fadado a
levar sua empresa ao fracasso.
Vou contar hoje uma
antiga historinha, que
mostra claramente as ações
que devem ser tomadas.
Ela nos conta a história dos
“ceguinhos”: “No aeroporto
o pessoal estava na sala de
espera esperando a chamada
para embarcar. Nisso aparece
o Copiloto, todo uniformizado,
de óculos escuros e de
bengala branca, tateando
pelo caminho. A atendente
da companhia o encaminha
até o avião e assim que volta,
explica que, apesar dele ser
cego, é o melhor Copiloto
da companhia. Alguns
minutos depois, chega
outro funcionário também
uniformizado, de óculos
escuros, de bengala branca
e amparado por duas
aeromoças. A atendente mais
uma vez informa que, apesar
dele ser cego, é o melhor
piloto da empresa e, tanto ele
quanto o Copiloto fazem a
melhor dupla da companhia.
Todos os passageiros
embarcam no avião,
preocupados com os pilotos. O
comandante avisa que o avião
vai levantar voo e começa a
correr pela pista, cada vez com
mais velocidade. Todos os
passageiros se olham, suando,
com muito medo da situação.
O avião vai aumentando a
velocidade e nada de levantar
voo. A pista está quase
acabando e nada do avião sair
do chão. Todos começam ficar
cada vez mais preocupados.
O avião correndo e a pista
acabando. O desespero toma
conta de todo mundo. Começa
uma gritaria histérica no
avião. Nesse exato momento
o avião decola, ganhando o
céu e subindo suavemente.
O piloto vira para o Copiloto
e diz: Se algum dia o pessoal
não gritar, a gente tá ferrado”.
Moral da história: Ouvir
os clientes é fundamental!
A situação política e econômica no nosso país é sem
dúvida alguma, um fator preocupante e, na atual conjuntura,
devemos preparar nossa empresa e seus investimentos para
as seguintes tendências que se configuram neste momento:
•
•
•
•
•
•
•
Taxa de inflação crescente
Dólar razoavelmente estável,
Problemas em relação ao Euro.
Mercado Chinês e Indiano oscilante.
Instabilidade das vendas no comércio com leve
tendência de melhora no segundo semestre.
Atividade Industrial voltada
principalmente para a exportação.
Cenário econômico ainda instável com tendência
a crescimento no segundo semestre.
Frente a todas estas
afirmações, o que devemos
fazer para que a nossa gráfica
gere resultados positivos?
Não existe um “pó de pirilimpim-pim” e sim ações de
mudança. Temos que mudar
o nosso comportamento,
principalmente dentro da
nossa empresa. Olhar com
seriedade para os nossos
custos, verificando onde
estamos perdendo dinheiro.
Não é reduzindo pessoal
que iremos reduzir custos.
Reduziremos custos, se
aumentarmos a eficiência
de nossa administração de
vendas, da produtividade nos
equipamentos, na redução
do desperdício de tempo e
material em todos os setores.
Temos que rever nossas
metas de negociação com
clientes e principalmente com
nossos fornecedores. Muitas
vezes conseguimos ganhar
mais na compra do que na
venda. Esteja, portanto atento
ao seu setor de compras.
Você está comprando bem,
na quantidade certa, a custos
compatíveis e pagando
com prazos compatíveis? E
como estão suas vendas? Sua
equipe de vendas (que inclui
também o seu pessoal interno)
consegue colocar um impresso
com qualidade, no prazo
certo a preços compatíveis,
na casa do seu cliente?
Você caro gráfico, está
atento às novas técnicas de
administração de vendas e faz
a avaliação de resultados
em vendas? Hoje em dia é
imprescindível que façamos
esta avaliação de resultados,
não só em vendas, a cada
semana, para não dizer
diariamente. A área financeira
terá que ter controle diário,
através do Fluxo de Caixa
e do controle diário de
vendas, faturamento e da
Contribuição Marginal no
faturamento. Não adianta
nada chegarmos com nossos
relatórios antiquados no final
do mês e exclamar: “Ah... não
conseguimos mais uma vez!”.
Como iremos ganhar
dinheiro com a nossa gráfica?
Sem dúvida alguma, neste
momento pelo qual passamos,
precisamos de uma série
de forças trabalhando em
conjunto. Uma equipe de
vendas “vestindo a camisa”,
com uma retaguarda interna
da gráfica bem azeitada,
ou seja, atendimento a
vendas perfeito, PCP “ligado”,
produção com um mínimo
de improdutividade e sem
dúvida alguma, satisfazendo
as necessidades dos clientes
sob todos os aspectos
(Atendimento, Qualidade,
Prazo e Preço). Teremos
que iniciar imediatamente
com o uso das ferramentas
de CRM (Customer
Relationship Management),
E-commerce, B2B, etc...
Por que as vendas na
minha gráfica estão paradas?
Se você gerente de vendas
ou dono da gráfica sabe a
resposta para essa pergunta,
parabéns! Somente clientes
que se sentem engajados
com um vendedor revelam
o verdadeiro motivo porque
a compra não foi realizada.
Cliente bom não tem paciência
para ajudar um vendedor
“carregador de pasta” a fazer
negócios. Quando o cliente
encontra um vendedor “tirador
de pedidos” pela frente, ele
corta o mal pela raiz com
desculpas furadas tais como:
“O Mercado está parado”
ou “Você precisa melhorar
um pouco o seu preço” ou
então diz simplesmente,
“Seu produto esta caro!”
Você já estudou o mercado
para os impressos de sua
gráfica? Conhece os nichos
de mercado que possam lhe
dar maior chance de vender
com rentabilidade? Seus
profissionais de venda foram
devidamente instruídos
de como proceder com o
cliente e conhecem aquilo
que estão vendendo? Ou
são os famosos “papagaios
de ouro” que só falam sem
profundo conhecimento
dos materiais, cores e tintas
de impressão, possíveis
tipos de acabamento, custobenefício, etc.? Seu supervisor
de vendedores sabe como
agir em cada caso? Recebeu
instruções da diretoria ou
Gerente de Vendas?
Reflita sobre tudo isso e
depois verifique se está tudo
como acima descrito. Aí então,
se a sua gráfica continuar
dando prejuízo, verifique o seu
comportamento financeiro
com relação à empresa.
Desejo boas vendas e muito
lucro neste segundo semestre.
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SindigrafDF
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Merecimentos
Agora comemoramos
a décima-terceira edição
do Prêmio Jorge Salim. É a
sétima na qual compareci.
Creio que todos ficaram de
parabéns, especialmente a
organização e os vencedores.
Todos os empresários que
conheço merecem prêmios
(ainda que uns mais do que
outros). E, infelizmente, nem
todos recebem. Não falo
aqui de prêmios de mérito
gráfico, que não sou capaz
de julgar. Falo de prêmios
para a vida, especialmente
sucesso nos negócios.
Aristóteles dizia: “mais
importante do que receber
honrarias é merecê-las”.
Muitas vezes os empresários
não são louvados por seus
empreendimentos. Pelo
contrário. O primeiro a punir é
o Estado, mediante burocracias
para abertura. Depois, alguns
fornecedores, trabalhadores
ou consumidores desonestos.
Por fim, mais punição na
forma de lucros grandemente
confiscados. Apesar
de tudo, o empresário
persiste. E aí entra o grande
sociólogo Max Weber:
Para Max, empreender
não era apenas um ato
racional para gerar, acumular
e consumir riqueza.
Empreender era, e é, uma
verdadeira “ética”, um impulso
interno e incontrolável para
criar e administrar. Neste
sentido, o empresário é
uma curiosa mistura de
ousadia e prudência.
Quando acontecem, os
prêmios aos empresários
normalmente são os mesmos;
riqueza e prestígio (paz é ainda
mais rara que estes dois). Assim
como os “prêmios”, as punições
também pouco variam;
falência e/ou stress mortal.
Mas apesar dos “prêmios”
e “punições” pouco variarem,
as trajetórias para um ou
outro extremo são muito
diversificadas. Existem vários
meios de chegar à riqueza
e ao prestígio, assim como
à falência ou stress mortal.
Conheço dezenas de
empresários de sucesso e
outros tantos de fracasso
comercial. Raramente, e
curiosamente, a trajetória de
um é semelhante à de outro.
Alguns de sucesso são
apressados e impulsivos,
enquanto outros são
comedidos e cerebrais.
Mais interessante ainda,
a impulsividade (ou
comedimento) que leva
alguns ao sucesso transforma
outros em fracasso. E
mais surpreendente
ainda; o racionalismo (ou
sentimentalismo) que deu
certo no passado muitas
vezes é o mesmo que
causa queda futura.
Infelizmente, traços de
caráter também não são
indicativos de sucesso ou
fracasso. Muitos honestos
fracassam, assim como
muitos desonestos. Idem
para os que fazem sucesso,
em que convivem santos e
demônios (sobre este ponto,
felizmente a grande maioria
dos empresários segue
um mandamento sagrado;
o da palavra empenhada
junto aos companheiros).
Por fim, o histórico social
ou familiar parece pouco
influenciar. Claro que pobres
dificilmente se tornam
milionários (e vice-versa), mas
a maioria daqueles nos níveis
médios parece superar o
que se esperaria deles. É fácil
perceber isto entre irmãos. É
muitíssimo comum que irmãos
tenham trajetórias muito
diferentes, apesar de criados
em mesmas condições. Na
verdade, estudos mostram
que as diferenças entre irmãos
de uma mesma família são
maiores do que as diferenças
entre uma pessoa e qualquer
outra selecionada ao acaso, ou
seja, comparação entre “dois
irmãos” e entre “um irmão e
um homem-médio qualquer”.
Mas então, o que
caracteriza os empresários
que acabam ganhando
prêmios (ou que pelo menos
merecem)? Não creio que
sejam traços de personalidade,
de honestidade (que pena)
ou de histórico social e
familiar. Imagino que a maior
característica de sucesso é
a dedicação. É muito raro
alguém dedicado fracassar.
Mais ainda, alguém dedicado
pode até acabar sem sucesso,
mas certamente o merece.
E, do ponto de vista moral,
tal merecimento já é o mais
importante (pelo menos de
acordo com Aristóteles).
Mas por que toda esta
conversa por parte de um
advogado? Creio que porque
o advogado acaba sendo o
maior julgador, aquele que
vê as coisas reais que nem
chegam na Justiça. É neste
mundo extra-oficial que
o advogado, assim como
empresário, deve navegar.
E para este mundo real é
importante julgar não apenas
com as leis dos homens (isto é
relativamente fácil), mas com
as leis morais, reconhecendo
cada um não apenas a
partir dos seus “prêmios” (ou
apesar destes) e sim a partir
de seus “merecimentos”.
Por Henrique de Mello Franco
Silva, Castro e Mello Franco Advogados
www.scmf.adv.br
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