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Mato Grosso, Nº 355, Sl. 1207 Edifício Forense, Barro Preto - CEP: 30190-080 Fone/Fax: (31) 3267-7321 - (62) 3212-1221 Cel: (62) 8131-4000 - [email protected] Presidente: João Ferreira dos Santos Primeiro vice-presidente: Pedro Henrique Achcar Verano Vice-presidente para Assuntos Patrimoniais: Luciano de Araújo Alves Vice-presidente para Relações de Trabalho: Alberto dos Santos Meira Vice-presidente para Assuntos Sociais: Fernando Antônio S. Olivieri Vice-presidente de Comunicação e Marketing: Ubirajara Alves Costa Primeiro secretário: Francisco Neves Ferreira Segundo secretário: Hilton Pinheiro Mendes Primeiro tesoureiro: Bráulio Pereira de Souza Segundo tesoureiro: Antônio Eustáquio de Oliveira Suplentes da Diretoria: Izidro Alves Gadêlha Alvir Sonza Conselho Fiscal Fernando José Gomes Milton de Souza Assunção Fáusio Antônio S. Olivieri Representação na Fibra Titular: Ubirajara Alves Costa Suplente: João Ferreira dos Santos Refile Publicação do Sindicatos das Indústrias Gráficas do Distrito Federal Ano XX – Nº 120 Edição, reportagem e revisão: Eduardo Soares RP DF 02.283-JP Editor Responsável: Ubirajara Alves Costa Fotolito, impressão e acabamento: Artecor Gráfica e Editora Essa edição do Refile foi impressa utilizando chapas térmicas Kodak Electra XD Tiragem: 8.000 exemplares Filiado à Federação das Indústrias do Distrito Federal SIG Quadra 3, Bloco C, Lote 87 CEP 70.610-430, Brasília, DF www.sindigrafdf.org.br E-mail: [email protected] Telefone: (61) 3344-3733 Fax: (61) 3344-1475 Designer gráfico dessa edição: Daniela Barbosa Associada Adegraf 2127 SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DO DF Fotografias: Sérgio Almeida e Alan Santos Papel: Capa: Couchê Fosco 230g/m² Miolo: Couchê Fosco 150g/m² SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DO DF Editorial 13º Prêmio de Excelência Gráfica Jorge Salim: Nossa história Por João Ferreira dos Santos Presidente do Sindigraf-DF Como não poderia deixar de ser, o Prêmio de Excelência Gráfica Jorge Salim deste ano foi um sucesso! Um dos mais concorridos da história, o evento, que marcou o 40º aniversário do Sindigraf-DF, passou por uma reformulação que começou pela mudança do local da festa de premiação. O novo espaço, o Unique Palace, às margens do Lago Paranoá e da Ponte JK, se mostrou adequado ao porte do nosso evento, que a cada ano reúne mais pessoas e obtém mais visibilidade. A noite de congraçamento, que fechou com chave de ouro esse primeiro semestre, foi a oportunidade para conhecermos e mostrarmos aos nossos clientes toda a grandeza da indústria gráfica do Distrito Federal; de apreciar o que há melhor em nosso segmento. Foi ainda uma grande chance para revermos amigos e relembrarmos páginas antigas da nossa história, que anda lado a lado com o surgimento de Brasília. Capítulos de uma narrativa marcada por uma trajetória vitoriosa e que culmina com o amadurecimento de ambas. Durante a festa, que realizou uma homenagem aos ícones da indústria gráfica, recordamos as dificuldades do passado e rimos dos momentos felizes que pontuam a essência do empresário gráfico. É preciso também abrir um espaço para agradecer aos patrocinadores do Prêmio que confiaram no trabalho sério do Sindigraf-DF. Aliás, confiar talvez não seja a palavra mais adequada. Na verdade, penso que essas empresas e instituições perceberam a importância do Sindicato como entidade aglutinadora vital para o segmento, responsável por fomentar uma importante ferramenta de relacionamento com os empresários. Quero ainda destacar a presença dos secretários de Estado, parlamentares, empresários gráficos, jornalistas, publicitários, fornecedores e representantes do sistema produtivo do DF que prestigiaram o evento. A festa de premiação, podemos assim dizer, reflete o momento de união do setor. Foi a prova de que unidos podemos ir mais longe, que somos fortes e que a indústria gráfica do Distrito Federal segue no rumo da modernização e da inovação. Parabéns a todos vencedores! Parabéns também a todos aqueles que participaram da disputa e deram um brilho todo especial à festa. Tenho a convicção de que no próximo ano, aqueles que não venceram tentarão se superar e lutar com mais garra pelos troféus. Afinal, esse é o espírito de ser gráfico! “Conectar-se à qualidade de vida e cultura é transferir bons hábitos para as futuras gerações, deletar o estresse do nosso dia a dia e, assim, acessar o link de uma vida de alegria” Glaura Bezerra de Macedo Gepef/BRB Vencedora do Concurso de Frases da 4ª edição do Sarau BRB, realizado em maio de 2012 4 SindigrafDF refile Melhores trabalhos gráficos de Brasília são premiados em noite de gala Em meio às comemorações de seu 40º aniversário, o Sindicato das Indústrias Gráficas (Sindigraf-DF) realizou no dia 19 de junho, no Unique Palace, a 13ª edição do Prêmio de Excelência Gráfica Jorge Salim, um dos mais importantes eventos gráficos do País. Mais de 500 convidados, dentre parlamentares, empresários gráficos, jornalistas, publicitários, fornecedores e autoridades dos governos federal e local, além de representantes do sistema produtivo do DF, prestigiaram a festa, que foi realizada em um novo local. “É um espaço novo, adequado a esse tipo de evento e que, certamente, traz mais visibilidade à nossa festa”, diz Ubirajara Alves Costa, vicepresidente de Comunicação e Marketing do Sindigraf-DF e coordenador do evento. Um dos mais concorridos de sua história, a premiação deste ano contou com 284 trabalhos inscritos, produzidos por 18 gráficas do Distrito Federal e entorno. A festa deste ano foi centrada nos 40 anos do Sindigraf-DF e para desenvolver o tema os designers da Adegraf (Associação dos Designers Gráficos do DF) buscaram inspiração nos arquivos fotográficos do Sindicato e prestaram uma homenagem aos pioneiros do setor, com banner gigantes e cubos revestidos com imagens de ícones e de momentos importantes da indústria gráfica. Na avaliação do presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, a fórmula para sucesso do Prêmio Jorge Salim é o constante processo de inovação. Para ele, o Jorge Salim é uma importante ferramenta tanto do ponto de vista político como de convergência, vez que concentra representantes de todo o processo gráfico. “Este evento é muito importante porque congrega os empresários gráficos de Brasília, fornecedores, clientes e convidados em geral. É uma forma de as empresas, que submeteram seus produtos ao crivo dos jurados, expor seus trabalhos a este público, reforçando seu marketing de relacionamento”, avalia. O presidente da Federação das Indústrias de Brasília, Antônio Rocha, esteve na solenidade e disse que “a qualidade técnica dos produtos impressos pela indústria brasiliense reflete o misto de tradição e modernidade que compõe a própria estrutura da Capital Federal, aliando matériaprima e design com bons negócios”. Ainda segundo o dirigente, “premiações como o Jorge Salim fazem com que as empresas interessadas se empenhem cada vez mais na busca da qualidade”, definiu Rocha. Para Izidro A. Gadêlha, da gráfica Positiva, o Prêmio é uma ótima oportunidade de mostrar os trabalhos produzidos pelas empresas do DF. “Nosso segmento está consolidado. Brasília compete com qualquer outro mercado. Esse prêmio enriquece nossa atividade, mostrando, até para nós mesmos, o quanto o segmento está crescendo e evoluindo”. Um dos diferenciais deste ano foi a forma de inscrição dos trabalhos. A partir desta edição do Prêmio, todo o processo foi feito, única e exclusivamente, via site, pela página do Sindigraf-DF. Repetindo o ano passado, a Associação dos Designers Gráficos do DF (Adegraf ) fez, durante a festa, a entrega do Troféu Jorge Salim de Design Gráfico. A premiação é uma iniciativa do Sindigraf para reconhecer e valorizar a força criativa dos designers e diretores de artes do DF e para fortalecer a parceria com os profissionais responsáveis pela criação das peças impressas pelas gráficas. Secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Abdon Henrique de Araújo, e o presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, entregam o troféu a Izidro A. Gadêlha, da Gráfica Positiva. Deputada Distrital Eliana Pedrosa com João Batista e Wanderley Alves Santos (Athalaia Gráfica e Editora) Deputado Distrital Siqueira Campos, acompanhado do presidente da Fibra, Antônio Rocha, premia Yussef Nimer (com troféu) e Rodrigo Nimer (Gravo Papers) João Paulo Verano (Coronário Editora Gráfica) entre Leandro Retzlaff (à esq.) e Alexandre Sá, do Sebrae 1.1 JORNAIS DE CIRCULAÇÃO PERIÓDICA Gráfica: Gráfica e Editora Positiva Cliente: ANABB Produto: Jornal Ação Criação: Movimento Calango Produções 2.1EMBALAGENS Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora Cliente: CNI Produto: Caixa-Elaboração Ética nas Empresas Criação: CNI 3.1 IMPRESSÃO DIGITAL Gráfica: Gráfica Gravo Papers Cliente: Homero Reis Produto: Homero Reis Palestrante Criação: Humano Comunicação 4.1 CARTÕES DE MENSAGEM Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: Ministério do Turismo Produto: Talentos do Brasil Samara Hanna posa com o troféu, funcionários da GH Comunicação Gráfica e o superintendente Regional do Banco do Brasil, Edson Branco da Cruz. Presidente da Adegraf, Eduardo Meneses, entrega o troféu a Roberto José de Sousa Melo (Querubins Gráfica) e Marcelo Terraza, da Artwork Design Gráfico. Domingos Sávio Teixeira Júnior e funcionários da Teixeira Gráfica e Editora recebem troféu do diretor de Desenvolvimento de Governo do Banco de Brasília (BRB), José Flávio Rabelo Adriano. João Paulo Verano e funcionários da Coronário Editora Gráfica com representantes da International Paper, Fabiana Silva, Bruno Tozzini e Tiago Almeida. 4.2CONVITES Gráfica: GH Comunicação Gráfica Cliente: Flávia e Thiago Produto: Convite Casamento Flávia e Thiago Criação: André Alves 4.3 CARTÃO DE VISITA Gráfica: Querubins Gráfica e Editora Cliente: Artwork Design Gráfico Produto: Cartão de Visita Artwork Criação: Artwork Design Gráfico 4.4PAPELARIAS Gráfica: Teixeira Gráfica e Editora Cliente: Teixeira Gráfica e Editora Produto: Papelaria 2012 Teixeira Gráfica Criação: GN1 Comunicação 4.5 IMPRESSOS EM PAPÉIS ESPECIAIS OU DE SEGURANÇA Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: JC Gontijo Produto: Book Centro Clínico Cléo Otávio Criação: Two B 4.6CARDÁPIOS Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora Cliente: Castelli Alquimia do Sabor Produto: Cardápios Carta de Vinhos Castelli Criação: Castelli Alquimia do Sabor 5.1 PÔSTERES E CARTAZES Gráfica: Gráfica e Editora Positiva Cliente: Boibumbá Design Produto: Cartaz I Festival de Ópera de Brasília Criação: Boibumbá Design 5.2 CATÁLOGOS PROMOCIONAIS – ACABAMENTOS SIMPLES Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora Cliente: Ministério da Saúde Produto: Catálogo Ministério da Saúde Criação: Ministério da Saúde 5.3 CATÁLOGOS PROMOCIONAIS – ACABAMENTOS COM RECURSOS ESPECIAIS Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: JC Gontijo Produto: Book L’Essence Criação: Two B Vlamir Marafiotti (Agfa) e Amir Bittar (BHS/Helsagraph) com com Diego, Marcus Vinícius e Caio Graco, da Athalaia Gráfica. Maizi e funcionários da Gráfica Positiva com José Luiz Gutierrez, Rogério Castilho e Hugo Longhitano, da Heidelberg. João Batista (Athalaia Gráfica) recebe premiação de Inimar Silva (Kodak) e Alexandre Smulkowski (KGP). Pedro Henrique e João Paulo Verano (Coronário Editora Gráfica), ao lado de funcionários, exibem o trofeu recebido dos representantes da AMV Papéis, Marcelo Vieira, Fernando e Udílson Botelho. Representantes da Böttcher, Cleber do Nascimento (Gerente Nacional) e Gregório Sales (Consultor Regional) entregam mais um troféu a Pedro Henrique, João Paulo Verano e funcionários da Coronário Editora Gráfica. 5.4 RELATÓRIO DE EMPRESAS Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: Codevasf/ Ministério da Integração Nacional Produto: Codevasf 35 Anos Criação: Ideorama Design e Comunicação Maizi Gadêlha e colaboradores da Gráfica Positiva com Alexsandre Jorge do Nascimento, da Capital Recicláveis. 5.5 TABLÓIDES / ENCARTES Gráfica: Gráfica e Editora Meta Cliente: MGarzon Empreendimentos Produto: Encarte – Taj Mahal Residencial Criação: MGarzon Empreendimentos Roberto Carlos, da Athalaia Gráfica (à esq. com troféu na mão), com Viamar Dresch e Élis Augusta (Esave Veículos) e Emídio Alves (Banco Fiat). Pedro Henrique, João Paulo Verano e funcionários da Coronário Editora Gráfica ao lado de Marcos Bastolla e Alex Muller (Huber Group). 5.6 FOLHETOS PROMOCIONAIS E FOLDERS / ACABAMENTO SIMPLES Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora Cliente: ABCS Produto: Carne Suína Receitas para Churrasco Criação: ABCS 5.7 FOLHETOS PROMOCIONAIS E FOLDERS ACABAMENTO COM RECURSOS ESPECIAIS Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: JC Gontijo Produto: Folheto Cullinan Luxury Hotel & Convention Criação: Two B 5.8 KITS PROMOCIONAIS Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: SEBRAE Produto: SEBRAE 2012 Criação: Giacometti 5.9 DISPLAYS, MÓBLILES E MATERIAIS DE PONTO DE VENDA DE MESA Gráfica: Gráfica e Editora Positiva Cliente: LM Copiadora Produto: Cubo Giraffas Criação: LM Copiadora 5.10CALENDÁRIOS Gráfica: GH Comunicação Gráfica Cliente: DF Distribuidora de Papéis Produto: Calendário J Borges Criação: Clarissa Teixeira 6.1 PRODUTOS PRÓPRIOS Gráfica: Gráfica e Editora Positiva Cliente: Gráfica e Editora Positiva Produto: Calendário Criação: Dois Nove Meia Édson Norton e funcionários da Coronário Editora Gráfica com Ronnie Cézar, da Melo Distribuidora. Izidro A. Gadêlha recebe troféu dos representantes do Sicoob / Credindústria Cláudio Mendes, Divino Luiz da Silva e João Ferreira dos Santos. A foto traz ainda Cleuma Leão, Maizi Gadêlha, Rogério, André e outros colaboradores da Gráfica Positiva. Equipe da GH Comunicação Gráfica, com Samara Hanna à frente, comemora conquista do troféu, entregue por Pedro Henrique Verano (Vice-Presidente do Sindigraf-DF). Maizi Gadêlha e colaboradores da Gráfica Positiva com Antônio Eustáquio de Oliveira (Primeiro-Secretário da Abigraf-DF). Ao centro, o vice-presidente da Fibra, José Luiz Fernandez, com Domingos Sávio Teixeira Júnior e funcionários da Teixeira Gráfica e Editora. João Paulo Verano e funcionários da Coronário Editora Gráfica exibem troféu entregue por Leandro Retzlaff e Alexandre Sá, do Sebrae. Superintendente Regional do Banco do Brasil, Edson Branco da Cruz (ao fundo), com equipe da Teixeira Gráfica e Editora. Comemoração de João Paulo Verano e de colaboradores da Coronário Editora Gráfica com troféu entregue pelo vice-Presidente da Adegraf, Wagner Alves. 7.1 LIVROS DE TEXTOS / TÉCNICOS Gráfica: Teixeira Gráfica e Editora Cliente: Instituto Fernando Moura - IFM Produto: Do Concreto ao Papel: Coleção Vade – Mecum Língua Portuguesa Criação: Instituto Fernando Moura - IFM 7.2 LIVROS CULTURAIS E DE ARTE Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: Centro Cultural Banco do Brasil Produto: Islã – Arte e Civilização Criação: Arte A 7.3 LIVROS INSTITUCIONAIS - ACABAMENTO SIMPLES Gráfica: Teixeira Gráfica e Editora Cliente: Ministério do Meio Ambiente Produto: Livro Espécies Nativa da Flora Brasileira Criação: Ministério do Meio Ambiente 7.4 LIVROS INSTITUCIONAIS - ACABAMENTO COM RECURSOS ESPECIAIS Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: Tambasa Atacadistas Produto: Pelos Caminhos de Minas – do Café ao Atacado Criação: Escritório de Histórias 7.5 REVISTAS/LIVROS DIDÁTICOS Gráfica: Teixeira Editora Gráfica Cliente: HTC Editora Produto: Kit Livros Didáticos 2012 Criação: Duas Estúdio Criativo 7.6 GUIAS E MANUAIS Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora Cliente: WWF Brasil Produto: Guia de Aves Mata Atlântica Paulista Criação: WWF Brasil 7.7AGENDAS Gráfica: Athalaia Gráfica e Editora Cliente: SEBRAE Produto: Agenda SEBRAE Criação: Giacometti 8.1 REVISTAS / LIVROS INFANTIS OU DE DESENHOS Gráfica: Cidade Gráfica e Editora Cliente: SESC-DF Produto: Prêmio SESC de Contos Infantis Monteiro Lobato Criação: SESC-DF Superintendente do Banco de Brasília (BRB), Antônio Neto Fernandes Silva, com Domingos Sávio Teixeira Júnior e funcionários da Gráfica Teixeira. João Batista e Wanderley Alves Santos (Athalaia Gráfica e Editora) com Fabiana Silva, Bruno Tozzini e Tiago Almeida, representantes da International Paper. Valdir, Leonardo Bombachini (AGFA), Caio Graco, Marcus Vinícius, Amir Bittar (BHS/Helsagraph), Diego e Roberto Carlos, da Athalaia Gráfica. José Luiz Gutierrez, Rogério Castilho e Hugo Longhitano, da Heidelberg, com José Eustáquio e funcionários da Cidade Gráfica e Editora. João Paulo Verano, entre Inimar Silva (Kodak) e Alexandre Smulkowski (KGP), exibe troféu com colaboradores da Coronário Editora Gráfica. Ex-Presidente do Sindigraf-DF Antônio Carlos Navarro ao lado de João Paulo Verano e equipe da Coronário Editora Gráfica. 8.2 REVISTAS PERIÓDICAS / INSTITUCIONAIS SEM RECURSOS ESPECIAIS Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: Revista T Produto: Revista T nº 22 Criação: Revista T 8.3 REVISTAS PERIÓDICAS / INSTITUCIONAIS COM RECURSOS ESPECIAIS Gráfica: Coronário Editora Gráfica Cliente: Revista T Produto: Revista T nº 21 Criação: Revista T C d Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, ao lado do deputado Federal Izalci. Ronnie Cezar, da Melo Distribuidora, com convidados. Cleuma Leão com Maizi Gadêlha, André e colaboradores da Gráfica Positiva. Roberto José de Sousa Melo (Querubins Gráfica) com a esposa, Joseneide, e filhos. Presidente da Adegraf, Eduardo Meneses, com Roberto Carlos, André, Heveline, Valdir e Ítalo, da Athalaia Gráfica e Editora. Satler Nogueira (Giga Print) com convidados. Colaboradores da Coronário Editora Gráfica checando as peças finalistas. Lenimar (Ipiranga), Gilcélia Costa e Clarismar Fernandes (GC Fernandes) e Roberto José de Sousa Melo (Querubins Gráfica). Alex Moller (Huber), Vlamir Marafiotti (AGFA), Ivan Bittar (IBR) e Marcos Bastolla (Huber). Milton Costa (TC Gráfica) ao lado da filha e de Ana Elsa. Leonardo Bombachini e Vlamir Marafiotti (Agfa), com Amir Bittar (BHS/Helsagraph). Os trabalhos expostos atraíram a atenção dos participantes. Luciano de Araújo Alves (Vice-Presidente para Assuntos Patrimoniais do Sindigraf-DF) em companhia dos pais e da esposa, Heloine. José Marques Zago com o ex-Presidente do SindigrafDF Antônio Carlos Navarro e Paulo José Amorim (Copacabana). Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, e a esposa, Gisélia. Foto: José Paulo Lacerda/CNI A indústria brasleira e a sustentabilidade O Brasil vive um processo inédito de mobilização dos mais diversos setores em prol do desenvolvimento sustentável. A indústria nacional, comprometida com as questões ambientais, busca desenvolver ações sustentáveis e caminhos inovadores de crescimento econômico. Neste contexto, representantes do setor reuniram-se no dia 14 de junho, no Hotel Sofitel Copacabana, no Rio de Janeiro, para o Encontro da Indústria para a Sustentabilidade. O objetivo do evento, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi discutir temas em pauta na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e o papel do setor industrial no processo de desenvolvimento de ações sustentáveis. O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, entregou para cada um dos participantes do evento um documento inédito elaborado pela entidade empresarial com o relato de como o setor inovou nos últimos anos na produção eficiente e na redução do consumo de recursos naturais. “Queremos apresentar para a sociedade e representantes do governo as importantes conquistas obtidas pela comunidade industrial nos últimos anos”, salientou. O texto reúne iniciativas de 16 setores e do sistema indústria nos últimos 20 anos, mostra que o setor produtivo mudou a forma de produzir para reduzir o impacto da atividade no meio ambiente, usando recursos de maneira mais sustentável. Como resultado, o Brasil hoje pode contar com fábricas menos poluentes, mais eficientes no consumo de energia e que encorajam soluções melhores para o uso da biodiversidade. Uma das inovações apresentadas e que gera mais sustentabilidade ao setor industrial pode ser constatada no caso do segmento de máquinas e equipamentos. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram que 90% das empresas do setor adotam políticas que visam minimizar o impacto ambiental e mais de 60% das grandes empresas têm certificação ISO 14.001 (certifica o sistema de gestão ambiental de uma companhia). A Abimaq criou, ainda, em 2009, o projeto Carbono Zero, que incentiva a adoção de medidas para reduzir as emissões de gás carbônico. Ainda de acordo com informações do documento, 97, 6% das embalagens de alumínio são recicladas no país, um dos mais altos índices do mundo. O documento revela ainda que a celulose e o papel produzidos no Brasil provêm integralmente de florestas plantadas, enquanto a indústria química reduziu em 47% suas emissões de CO² em dez anos. A geladeira fabricada atualmente no país consome 60% menos energia do que há uma década e cada automóvel usa 30% menos água no processo de produção. Sustentabilidade + desoneração - Na abertura do seminário, o presidente da CNI destacou que o documento “é resultado de um esforço inédito da indústria nacional de reportar à sociedade seu desempenho sustentável” e aproveitou para anunciar o compromisso da CNI de divulgar, a cada quatro anos, os avanços da indústria nacional no campo da sustentabilidade. Em seguida, propôs ao governo desonerações tributárias para a produção que preserve o meio ambiente. ‘É importante que o sistema tributário considere a dimensão ambiental da atuação das empresas, com um corte de impostos mais agressivo para quem utilizar os recursos naturais de maneira eficiente e adotar modelos sustentáveis de produção”, sugeriu. Foto: Miguel Ângelo/CNI Na sua visão, a transição brasileira para um modelo de produção mais sustentável “pressupõe custos e riscos, que devem ser minimizados por políticas públicas amplas de apoio às empresas”. Andrade afirmou ainda que a preocupação da indústria brasileira com a preservação ambiental, comprovada no documento divulgado no Encontro, não é prática de marketing. “As indústrias brasileiras não tratam da sustentabilidade como uma manifestação de boas intenções. Cada vez mais, incorporam seus princípios nos planos de negócios. Hoje, sustentabilidade e a necessidade de aumento da competitividade andam de mãos dadas”, assinalou. O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, que também participou da abertura do seminário, ressaltou a participação da CNI na elaboração do documento do governo brasileiro submetido à ONU para a Rio+20. “Sem a participação da indústria, nenhum país é capaz de implementar uma nova agenda na Rio+20”, sublinhou. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou como fundamental a atuação da indústria na agenda da sustentabilidade. “Estamos saindo do idealismo para o pragmatismo. Esse é o desafio político. Estamos numa nova fase de diálogo entre indústria, governo e sociedade. Para a perfeita inclusão da indústria na agenda da sustentabilidade, teremos de ser criativos, não só com as grandes corporações, como também com as pequenas e médias empresas”, frisou Izabella Teixeira. Ainda segunda a ministra, “é absolutamente importante que a gente possa compreender e conectar-se com a agenda da indústria para a promoção do desenvolvimento sustentável do país”, disse na abertura do evento. Para ela, não só esse encontro com a indústria mas também a Conferência Rio+20, como um todo, é grande oportunidade e um chamado para que sociedade, governo e organizações desenvolvam ações concretas de sustentabilidade. Na sua avaliação, nunca se viu tamanha mobilização da sociedade a favor de iniciativas sustentáveis. “Nos últimos 20 anos, no último encontro dessa amplitude (que foi a Eco 92), não tínhamos uma sociedade e setor produtivo tão engajados nas questões ambientais”. Por fim, a ministra ressaltou que o grande incentivo para o alcance da sustentabilidade na indústria brasileira foi a inovação. “Como vimos aqui nos exemplos destacados pelo setor, o desenvolvimento de novas práticas reduziu custos, aumentou a renda e gerou novos empregos”. Fontes: CNI e MMA Acima, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, com os ministros Antônio Patriota, das Relações Exteriores, e Izabella Texeira, do Meio Ambiente, durante o encontro. “Dada sua peculiar combinação de recursos naturais, o Brasil ocupa uma posição privilegiada para debater, negociar e experimentar o desenvolvimento sustentável. É importante considerar que o país conta com: • Quase metade da oferta energética oriunda de fontes renováveis no mundo; • 15% do número de espécies conhecidas pela ciência e cerca de 30% das florestas tropicais; • Área florestal correspondente a 60% do seu território; • A maior área de floresta tropical e a segunda maior extensão de florestas do planeta; • O maior estoque de carbono armazenado na biomassa florestal; • Aproximadamente 12% da disponibilidade de água superficial do planeta.” Robson Braga de Andrade - Presidente da CNI enc CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL Estudo lançado em junho pelo Sistema Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) aponta que o Brasil é o país que menos produz gases do efeito estufa no processo de geração de energia elétrica entre as dez maiores economias do mundo, graças à matriz com grande percentual de geração hidrelétrica. Os rankings elaborados pela FIRJAN no trabalho “Análise da Qualidade da Matriz Elétrica Mundial” mostram o volume de CO² produzido para gerar 1 GWh (gigawatt/hora), em listas contendo as dez maiores economias, os Brics e por um grupo de mais de 70 países, considerando relevância internacional e matriz elétrica. Neste último caso, o Brasil é o 5º melhor posicionado. O material foi abordado pelo presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, na abertura do debate Energias Renováveis para o Desenvolvimento Sustentável, promovido pelo Sistema FIRJAN e pela FIESP no Humanidade 2012, no Forte de Copacabana. “Para cada GWh de energia gerado no país, são emitidas 61 toneladas de CO² equivalente, quase dez vezes menos do que a média de 585 toneladas das dez maiores economias e 11 vezes menos que a média de 663 toneladas dos Brics”, afirmou o presidente. O Brasil é responsável por apenas 0,3% das emissões mundiais na geração de energia. O estudo foi obtido a partir de cruzamento da composição da matriz de energia elétrica de vários países, fornecida pela Agência Internacional de Energia, com o fator de emissão por fonte, divulgado em estudo elaborado pela União Europeia. Os dados foram tratados pela Gerência de Competitividade Industrial e Investimentos da FIRJAN. Fonte: CNI OS DESAFIOS DA SUSTENTABILIDADE A indústria mudou, e hoje o empresário brasileiro enxerga a sustentabilidade como uma necessidade para os negócios. A conclusão é da pesquisa Os Desafios da Sustentabilidade. O estudo inédito, feito entre fevereiro e maio de 2012 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 60 executivos de grandes empresas do país, aponta que, para a maioria deles, ser sustentável tem impactos positivos na competitividade. Segundo 39% dos entrevistados, a ausência de ações sustentáveis coloca em risco a sobrevivência da empresa e, para outros 18%, acarreta imagem negativa da corporação. “A indústria mudou sua forma de produzir e pensar a produção. Muitas atividades impactam menos no meio ambiente hoje”, diz o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. “O empresário tem uma noção clara de que a manutenção da empresa no médio e no longo prazo só se dará de forma sustentável. Mas a velocidade com que isso vai se processar depende de estímulos à inovação”, avisa. De acordo com a pesquisa da CNI, a sustentabilidade já ocupa um espaço relevante nas organizações. Entre os executivos ouvidos pelo estudo, 64% afirmam que esse é um tema tratado pela presidência, a diretoria ou a vice-presidência. Outros 18% disseram que o assunto ocupa as gerências. “A política sustentável já está no DNA das empresas que querem ampliar seu mercado, seja nacional ou internacionalmente. Agora, deve haver estímulo à inovação”, reforça a diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg. Para 75% dos empresários entrevistados, os investimentos nessa área deverão crescer nos próximos dois anos, e 92% acreditam ser alto o impacto da sustentabilidade nas políticas de inovação. Ser sustentável, na avaliação de 69% dos executivos, representa custos adicionais e, para 30%, essa é a principal barreira para adoção de ações voltadas à conservação. Outros 27% apontam que o maior desafio é a falta de uma cultura sustentável. “A indústria precisa de uma política forte de incentivo à inovação e à sustentabilidade, inclusive como uma forma de garantir condições de competitividade”, destaca Messenberg. Segundo ela, o aspecto cultural também é fundamental. “A mudança na forma de consumir é, sem dúvida, um aspecto decisivo para a sustentabilidade”, avalia. A pesquisa Os Desafios da Sustentabilidade da CNI, feita em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, foi inspirada em um esforço semelhante coordenado pelas Nações Unidas, o Global Compact, que ouviu executivos de 10 países em 2010. Fonte: CNI encarte2.indd 3 05/07/2012 11:10:14 Indústria debate Zoneamento Ecológico-Econômico do DF A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal (Semarh), a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) e a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) reuniram representantes do setor industrial, no mês passado, para uma das consultas setoriais de cenários que balizarão todo o trabalho referente à construção do Zoneamento Ecológico- Econômico da Capital Federal (ZEE-DF). A iniciativa, prevista na Política Nacional do Meio Ambiente e na Lei Orgânica do DF, tem por objetivo subsidiar as ações de planejamento para que o uso do espaço promova o desenvolvimento sustentável. “Essa consulta é fundamental para captar a visão dos atores envolvidos nesta questão do desenvolvimento econômico regional sem agressão ambiental”, avalia a subsecretária de Meio Ambiente e de Recursos Hídricos do DF, Maria Sílvia Rossi, que preside a comissão que está em busca do prognóstico nos principais setores da sociedade, incluindo o produtivo. Na prática, o documento, que vai virar lei, deverá interferir diretamente na vocação industrial da Capital Federal e delimitar as áreas que serão utilizadas para fins econômicos. “Esta é uma oportunidade única de incorporar as contribuições do setor industrial. O resultado deste trabalho tem impactos certeiros no nosso”, avalia o diretor de Assuntos de Meio Ambiente da Fibra, Dario Clementino. Fonte: Fibra Responsabilidade Social encerra o 5º Ciclo de Sustentabilidade da ABTG Realizado na sede da ABTG, no 28 de junho, o 5º Ciclo de Sustentabilidade teve seu terceiro e último dia aberto pela apresentação de Rosana González Aléssio, que falou sobre o tema “Responsabilidade Social na Gráfica”. Foi exibido um vídeo sobre o lançamento da norma ISO 26000, que trata do comprometimento ético, respeito aos interesses das pessoas, ao estado de direito e aos direitos humanos, entre outros aspectos. Seguindo a definição da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a norma 26000 considera, no âmbito das práticas trabalhistas, as políticas voltadas à saúde e segurança no trabalho, que incluem a prevenção a acidentes, a remuneração justa e outros aspectos relativos. Também agrega o envolvimento comunitário, tendo como um dos valores o desenvolvimento da cidadania e das ações sociais voltadas às comunidades do entorno das organizações. Em seguida, Jeniffer Guedes Bonizolli, engenheira ambiental da Gráfica Plural apresentou o case da empresa na área de responsabilidade social, e que compreende diversas ações, com destaque para a Print School, programa que capacita jovens como auxiliares gráficos e é realizado em parceria com a prefeitura de Santana de Parnaíba. A segunda palestra da noite foi “Saúde, Qualidade de Vida & Bem Estar – Programação de Prevenção e Reabilitação de Doenças Ocupacionais e Crônicas”, apresentado por Andre Luiz Morés, da empresa MCA, que apresentou o case implantando na Editora FTD. A última palestra da noite foi “Como tornar uma gráfica economicamente sustentável”, com José Pires de Araújo Jr., que teve foco no aspecto das finanças, abordando o planejamento financeiro da empresa e seu potencial estratégico para os negócios. Segundo o palestrante, isso é fundamental para a saúde das empresas, e a base de tudo o que você fará na empresa, incluindo as ações de sustentabilidade e de responsabilidade social. Um aspecto importante apontado pelo palestrante foi o alto investimento exigido pelo setor gráfico, o que reforça ainda mais a necessidade de planejar os recursos. No dia anterior, foi promovido o lançamento do “Manual de indicadores de desempenho ambiental”. A publicação resulta de uma parceria com a Cetesb – que se repete agora, depois da elaboração do “Guia Técnico ambiental da indústria gráfica”, lançado há cerca de dois anos. A ABTG fez uma pesquisa e identificou que pouquíssimas gráficas possuem indicadores e, através do manual, poderão ter um parâmetro único para mensurar seus processos. A primeira palestra, com o título “Mapeando os Resíduos Sólidos da sua Gráfica”, foi apresentada por Rosana González Aléssio, da empresa Gegraf, que apresentou alguns conceitos principais relacionados ao meio ambiente. A partir deste ponto, a palestrante passou a abordar o tema do Gerenciamento de Resíduos Sólidos (GRS), processo que compreende a manipulação, o acondicionamento, transbordo, tratamento, reciclagem e destinação final dos resíduos sólidos. A segunda palestra da noite foi “Gerenciamento de Resíduos”, com Luís Olivieri e Bruno Pieroni, da empresa Ambserv Serviços Ambientais, presente no mercado há seis anos, e especializada no gerenciamento de resíduos, destinação de resíduos perigosos e serviços de saúde, com escritórios comerciais em São Paulo e Rio de Janeiro e unidade de tratamento em São José dos Pinhais (PR). De acordo com Luís, a primeira etapa desse processo é a de identificar o tipo de resíduos, se é sólido, líquido, perigoso etc., para definir qual o tratamento a ser adotado, que pode ser a incineração, tratamento em ETE etc. A terceira palestra foi “Produção mais limpa (P+L)”, com o engenheiro Duvivier Guethi Junior, que já atuou no Senai nesta área, e hoje atua na área empresarial. Começando a sua apresentação com uma breve síntese sobre a sustentabilidade e a ecoeficiência, ele declarou que para promover a sustentabilidade, a empresa deve cuidar de suas relações, buscando sistematicamente o equilíbrio no estabelecimento e atendimento de compromissos com os stakeholders, seguindo princípios de diálogo e transparência. Para implementar os conceitos de P+L em uma empresa deve haver um consenso, a P+L nada mais é que a aplicação contínua de uma estratégia ambiental integrada e preventiva a processos, produtos e serviços, com a finalidade de aumentar a eficiência e reduzir riscos aos seres humanos e ao meio ambiente. Fonte: RV&A G P Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, com representantes do Sicoob Empresarial. Equipe de colaboradores da Gráfica Positiva. Amir Bittar (BHS/Helsagraph), João Batista (Athalaia Gráfica) e Wagner Carvalho (AGFA). Gráfica Positiva: Izidro A. Gadêlha, Cleuma Leão, Maizi e Pedro Paulo Odimar Silveira (DF Papéis) e Clarismar Fernandes (GC Fernandes) com Satler Nogueira (Giga Print), a esposa, Joyciane Aquino da Costa, familiares e Gilcélia Costa (GC Fernandes). Eduardo Meneses e Wagner Alves (Presidente e vice da Adegraf). Os irmãos Marcus Vinícius e Diego Graco (Athalaia Gráfica) com Vlamir Marafiotti (AGFA) e Alex Moller (Huber). Roberto Coutinho (Pix) com Caroline Vieira (Gerente de Treinamento do BRB). Izidro A. Gadêlha, da Gráfica Positiva, conferindo os trabalhos. O ex-presidente do Sindigraf-DF Hilton Mendes com José Marques Zago Vice-Presidente do Sindigraf-DF, Pedro Henrique Verano, com Odimar Silveira e Takeo More (DF Papéis), Paulo Amorim (Copacabana) e Clarismar Fernandes (GC Fernandes). Vice-Presidente da Adegraf, Wagner Alves, com Angelo Whosoever (Design Brazuca) e convidados. Ubirajara Alves Costa (Vice-Presidente de Comunicação e Marketing do Sindigraf-DF) com o filho e convidados. O primeiro-Secretário da Abigraf-DF e diretor Financeiro da Fibra, Antônio Eustáquio de Oliveira, ao lado do presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, do vice, Pedro Henrique Verano, e do presidente da Fibra, Antônio Rocha. Samara Hanna (GH Comunicação Gráfica) apreciando peça exposta. Satler Nogueira comemora conquista do troféu com a esposa, Joyciane Aquino da Costa, familiares e funcionários da Giga Print. Pr (e Fe . Presidente da Fibra, Antônio Rocha, com Antônio Carlos Navarro (ex-Presidente do Sindigraf-DF) e o vice-Presidente da Fibra, José Luiz Fernandez. José Marques Zago, José Alves de Sena (Bancoob), Miguel Ferreira de Oliveira (Bancoob) e Zuza (Gravo Papers). Jackson (Fibra), Leuriane (Fibra), Inácia (IEL), Polyana (Fibra) e Ed-Sandy Coelho (Sindigraf-DF). Representantes da Ctis marcam presença no evento, capitaneados pelo vice-presidente, Omar Cherulli, à direita na foto. Patrícia Oliveira (Qualidade) e Cláudia Marques de Oliveira. João Paulo Verano (Coronário Editora Gráfica) com a irmã, Mariana, e familiares. Casa cheia. Panôramica mostra que, mais uma vez, o evento foi um sucesso. O brinde da ala feminina reuniu Gilcélia Costa (GC Fernandes), Suzana (Coronário), Lenimar (Ipiranga) e Luci (Semear). Os designers Patrícia Weiss e Camillo Righini, ao fundo, conversam e analisam os trabalhos concorrentes. Antônio Eustáquio de Oliveira (Primeiro-Secretário da Abigraf-DF) com os distritais Siqueira Campos e Eliana Pedrosa A decoração luxuosa e sofisticada foi um dos destaque da noite. Raimundo Alves (Fórmula Gráfica), Manoel Vieira (Continental), o médico do trabalho Lauro Seabra e Roberto Salim (Fórmula Gráfica). Tesoureiro do Sindigraf-DF, Bráulio Pereira de Souza, com colaboradores da Gráfica Executiva Angelo Whosoever (Design Brazuca), confraternizando com Eduardo Meneses (Presidente da Adegraf) e Camillo Righini. José Marques Zago com Zuza, Rodrigo Nimer e colaboradores da Gravo Papers. Manoel Vieira (Continental) com a esposa, Graça. 26 20 SindigrafDF SindigrafDF refile refile 2º Prêmio Jorge Salim de Design Gráfico Presidente da Adegraf, Eduardo Meneses, ao lado de David Borges. Vice-Presidente da Adegraf, Wagner Alves, com Gabriel Brochado de Menezes. Categoria Editorial 1 (livros, jornais e revistas) Designer: David Borges Produto: Catálogo Vanguarda Modernista Agência/Estúdio: CTIS Gráfica: CTIS Printing Center Cliente: Banco Central do Brasil Categoria Editorial 2 (catálogos, relatórios institucionais e livros de arte) Designers: Felipe Mello Cavalcante e Gabriel Brochado de Menezes Produto: Brasília em 51 Cartas Agência/Estúdio: Edição da Autora Gráfica: Gráfica Coronário Cliente: Ivany Câmara Neiva Marcelo Terraza (Artwork Design Gráfico), à dir., com Claudia El-Moor e Roberto José de Sousa Melo (Querubins Gráfica). Categoria Identidade Visual (papelaria) Designer: Marcelo Terraza Produto: Gráfica Querubins Agência/Estúdio: Artwork Design Grafico Gráfica: Gráfica Querubins Cliente: Gráfica Querubins Categoria Promocional 1 (folder, convite, folhetos, cartazes / cartazetes, cartão de visitas, postais e cartões de mensagem) Designer: Camillo Righini Produto: Cartaz 1º Festival de Óperade Brasília Agência/Estúdio: Boibumbá Design Gráfica: Gráfica Positiva Cliente: Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro Categoria Promocional 2 (calendários, embalagens, kits especiais, cd / dvds, agendas, cardápios, guias e manuais) Designer: Marcio Duarte Produto: Kit Arpa Agência/Estúdio: M10 Design Gráfica: Gráfica Executiva Cliente: WWF-Brasil Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, com Camillo Righini. Caio Porto (presidente eleito da Adegraf ), representando Marcio Duarte, recebe premiação de Bruno Porto. 28 22 SindigrafDF SindigrafDF refile refile Premiação dos Fornecedores Vice-Presidente para Assuntos Patrimoniais do Sindigraf-DF, Luciano de Araújo Alves, entrega o troféu aos representantes da Hostmann-Steinberg, Marcos Bastolla, Alex Muller e Rodrigo Hebling. Ronnie Cezar, da Melo Distribuidora, recebe do ex-presidente do Sindigraf-DF Antônio Carlos Navarro premiação na categoria fabricante de filme, chapa e CtP. Presidente do Sindigraf-DF, João Ferreira dos Santos, entrega troféu a Takeo More e os colaboradores da DF Papéis, Odimar Silveira, Roberval e Arlindo Nishimura. 1. Categoria Fabricante de Tinta: Hostmann-Steinberg 2. Categoria Fabricante de Filme, Chapa e CTP: Kodak 3. Categoria Distribuidor de Produtos Gráficos (insumos, químicos, blanquetas, etc): Melo distribuidora 4. Categoria Fabricante de Produtos Gráficos (insumos, químicos, blanquetas, etc): Böttcher 5. Categoria Distribuidora de Papel: DF Papéis 6. Categoria Fabricante de Papel: Suzano Papel e Celulose Tesoureiro do Sindigraf-DF, Bráulio Pereira de Souza, entre Inimar Silva (Kodak) e Alexandre Smulkowski (KGP). Cleber do Nascimento e Gregório Salles, da Bottcher, comemoram conquista do troféu na categoria fabricante/ distribuidor de produtos gráficos, entregue pelo vice-Presidente do Sindigraf-DF, Pedro Henrique Verano. Representando a Suzano, Takeo More e Odimar Silveira com João Nunes (Cidade Gráfica e Editora) ao centro. Izidro A. Gadêlha, da Gráfica Positiva, com representantes da Göethe. João Batista (Athalaia Gráfica e Editora) e representante da Müller Martini. 7. Categoria Acabamento (verniz, plastificação, vincos e facas): Göethe 8. Categoria Máquinas e Equipamentos de Impressão (plana, rotativa, digital). Heidelberg Equipe da Heidelberg recebe premiação de Domingos Sávio Teixeira, da Teixeira Gráfica e Editora. 9. Categoria Máquinas e Equipamentos para Acabamento. Müller Martini 10. Categoria Pré-Impressão (birô). Giga Print Primeiro-Secretário do Sindigraf-DF, Francisco Neves Ferreira, com Satler e equipe da Giga Print, vencedores na categoria Pré-Impressão. 24 SindigrafDF refile Este é o momento... Vlamir Marafiotti – Gerente de produtos da Agfa do Brasil Gerente de produtos/vendas para sistemas de software workflow e hardware CTPs Formado em Engenharia eletrônica com especialização em equipamentos para pré-impressão. Especialista em Color Manager System e Digital Workflow formado pela Agfa Academy Belgium Vasta experiência no mercado gráfico, das quais dez na Editora Abril e doze pela Agfa. Fazendo uma rápida análise deste momento que vivemos no mundo gráfico e desta fase onde muitas dúvidas pairam a respeito da tecnologia, nos perguntamos: para onde vamos? Qual o investimento a fazer? Qual será o rumo que devemos tomar? Só o tempo nos trará tais respostas. A única certeza que temos é a de estar atendendo da melhor forma o cliente, sendo eficiente no processo, sem desperdício e enxuto. De que forma? Aproveitando o melhor da tecnologia que dispomos. Excelentes softwares de gerenciamento de fluxo de trabalho fazem com que o processo fique mais seguro e produtivo. Equipamentos com tecnologia eletrônica avançada, fazem com que o produto final ganhe qualidade de produção e rapidez ao mesmo tempo. Se voltarmos a alguns anos atrás, recordaremos dos processos analógicos convencionais que chamávamos de artes gráficas e realmente a cada publicação impressa, seja revista ou livro, era uma obra de arte. Desde o principio, a fotografia ou cromo, o escaneamento da imagem e seu tratamento com as separações de cores até o final da impressão, quantas etapas, quantos profissionais e quantos equipamentos, se compararmos com os processos atuais quanta coisa mudou. O início da mudança tecnológica veio com os primeiros computadores acoplados em imagesetters, onde as imagens gravadas em linguagem Postcript eram passadas para o filme através de modulação de lasers. Era o momento de investir em Imagesetters, gravadoras de filmes. Depois, vieram os CTPs (computer to plate) do computador direto para a chapa, uma etapa a menos, eliminar o filme era reduzir tempo de trabalho e ter maior controle do processo. Máquinas de impressão Offset e de acabamento com mais tecnologia, menor tempo de acerto de máquina, menos desperdício de insumos e de trabalho manual. Os softwares de fluxo de trabalho, os chamados Workflows, com automação espetacular, verificação do conteúdo de páginas, aprovação via internet, lojas virtuais com impressão direto da “NUVEM”, imposição automática, etc. Muita tecnologia, agilidade de processo, segurança de processamento de arquivos, enfim temos tudo o que precisamos. Agora, precisamos dar um pouco mais de atenção na qualidade do produto final, a imagem impressa. Atualmente contamos com organizações mundiais e nacionais, como ISO, Fogra, ABNT entre outras que regem normas e padrões onde aplicados em conformidade, facilitam todo o processo trazendo simplicidade na solução de eventuais surpresas e qualidade sem restrições. Os profissionais da área trabalham com mais tranquilidade visando não mais a preocupação em resolver problemas e sim se emancipando na prevenção. Este é o momento de investirmos em ferramentas que tragam qualidade a imagem impressa, gerenciamento de cores, padronização e certificação. Aproveitemos toda esta tecnologia que está aí e apliquemos em nosso produto final, este é o momento. Helsagraph – O seu distribuidor AGFA – (62) 3225-6144 / [email protected] 26 SindigrafDF refile Sua gráfica anda dando prejuízo? Por Thomaz Caspary, Engenheiro de Mídia Impressa e diretor da Printconsult Ltda. www.printconsult.com.br Porque é que algumas empresas gráficas crescem lentamente e dão lucro, sendo que outras (muitas) correm atrás do prejuízo? Esta pergunta vem atormentando uma série de empresários gráficos e podemos dizer com certeza de que o problema está basicamente dentro da gráfica e não fora dela, como parece, em função dos diversos acontecimentos sociais, políticos e econômicos. Podemos dizer que o destino da nossa gráfica depende primordialmente das respostas que ela dá aos acontecimentos do dia a dia e aos desafios aos quais ela é confrontada a cada momento. O maior dos desafios está na velocidade em que o empresário gráfico consegue reagir às mudanças. Se os gráficos forem pessoas dinâmicas, com uma estrutura administrativa em Vendas, PCP e Produção terão grande chance de rápida adaptação ao novo ambiente. Se, no entanto o gráfico procurar se adaptar lentamente às mudanças, em vez de administrá-las na velocidade necessária, através, por exemplo, de programas de gestão e utilização de Boas Práticas, ele estará fadado a levar sua empresa ao fracasso. Vou contar hoje uma antiga historinha, que mostra claramente as ações que devem ser tomadas. Ela nos conta a história dos “ceguinhos”: “No aeroporto o pessoal estava na sala de espera esperando a chamada para embarcar. Nisso aparece o Copiloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, tateando pelo caminho. A atendente da companhia o encaminha até o avião e assim que volta, explica que, apesar dele ser cego, é o melhor Copiloto da companhia. Alguns minutos depois, chega outro funcionário também uniformizado, de óculos escuros, de bengala branca e amparado por duas aeromoças. A atendente mais uma vez informa que, apesar dele ser cego, é o melhor piloto da empresa e, tanto ele quanto o Copiloto fazem a melhor dupla da companhia. Todos os passageiros embarcam no avião, preocupados com os pilotos. O comandante avisa que o avião vai levantar voo e começa a correr pela pista, cada vez com mais velocidade. Todos os passageiros se olham, suando, com muito medo da situação. O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar voo. A pista está quase acabando e nada do avião sair do chão. Todos começam ficar cada vez mais preocupados. O avião correndo e a pista acabando. O desespero toma conta de todo mundo. Começa uma gritaria histérica no avião. Nesse exato momento o avião decola, ganhando o céu e subindo suavemente. O piloto vira para o Copiloto e diz: Se algum dia o pessoal não gritar, a gente tá ferrado”. Moral da história: Ouvir os clientes é fundamental! A situação política e econômica no nosso país é sem dúvida alguma, um fator preocupante e, na atual conjuntura, devemos preparar nossa empresa e seus investimentos para as seguintes tendências que se configuram neste momento: • • • • • • • Taxa de inflação crescente Dólar razoavelmente estável, Problemas em relação ao Euro. Mercado Chinês e Indiano oscilante. Instabilidade das vendas no comércio com leve tendência de melhora no segundo semestre. Atividade Industrial voltada principalmente para a exportação. Cenário econômico ainda instável com tendência a crescimento no segundo semestre. Frente a todas estas afirmações, o que devemos fazer para que a nossa gráfica gere resultados positivos? Não existe um “pó de pirilimpim-pim” e sim ações de mudança. Temos que mudar o nosso comportamento, principalmente dentro da nossa empresa. Olhar com seriedade para os nossos custos, verificando onde estamos perdendo dinheiro. Não é reduzindo pessoal que iremos reduzir custos. Reduziremos custos, se aumentarmos a eficiência de nossa administração de vendas, da produtividade nos equipamentos, na redução do desperdício de tempo e material em todos os setores. Temos que rever nossas metas de negociação com clientes e principalmente com nossos fornecedores. Muitas vezes conseguimos ganhar mais na compra do que na venda. Esteja, portanto atento ao seu setor de compras. Você está comprando bem, na quantidade certa, a custos compatíveis e pagando com prazos compatíveis? E como estão suas vendas? Sua equipe de vendas (que inclui também o seu pessoal interno) consegue colocar um impresso com qualidade, no prazo certo a preços compatíveis, na casa do seu cliente? Você caro gráfico, está atento às novas técnicas de administração de vendas e faz a avaliação de resultados em vendas? Hoje em dia é imprescindível que façamos esta avaliação de resultados, não só em vendas, a cada semana, para não dizer diariamente. A área financeira terá que ter controle diário, através do Fluxo de Caixa e do controle diário de vendas, faturamento e da Contribuição Marginal no faturamento. Não adianta nada chegarmos com nossos relatórios antiquados no final do mês e exclamar: “Ah... não conseguimos mais uma vez!”. Como iremos ganhar dinheiro com a nossa gráfica? Sem dúvida alguma, neste momento pelo qual passamos, precisamos de uma série de forças trabalhando em conjunto. Uma equipe de vendas “vestindo a camisa”, com uma retaguarda interna da gráfica bem azeitada, ou seja, atendimento a vendas perfeito, PCP “ligado”, produção com um mínimo de improdutividade e sem dúvida alguma, satisfazendo as necessidades dos clientes sob todos os aspectos (Atendimento, Qualidade, Prazo e Preço). Teremos que iniciar imediatamente com o uso das ferramentas de CRM (Customer Relationship Management), E-commerce, B2B, etc... Por que as vendas na minha gráfica estão paradas? Se você gerente de vendas ou dono da gráfica sabe a resposta para essa pergunta, parabéns! Somente clientes que se sentem engajados com um vendedor revelam o verdadeiro motivo porque a compra não foi realizada. Cliente bom não tem paciência para ajudar um vendedor “carregador de pasta” a fazer negócios. Quando o cliente encontra um vendedor “tirador de pedidos” pela frente, ele corta o mal pela raiz com desculpas furadas tais como: “O Mercado está parado” ou “Você precisa melhorar um pouco o seu preço” ou então diz simplesmente, “Seu produto esta caro!” Você já estudou o mercado para os impressos de sua gráfica? Conhece os nichos de mercado que possam lhe dar maior chance de vender com rentabilidade? Seus profissionais de venda foram devidamente instruídos de como proceder com o cliente e conhecem aquilo que estão vendendo? Ou são os famosos “papagaios de ouro” que só falam sem profundo conhecimento dos materiais, cores e tintas de impressão, possíveis tipos de acabamento, custobenefício, etc.? Seu supervisor de vendedores sabe como agir em cada caso? Recebeu instruções da diretoria ou Gerente de Vendas? Reflita sobre tudo isso e depois verifique se está tudo como acima descrito. Aí então, se a sua gráfica continuar dando prejuízo, verifique o seu comportamento financeiro com relação à empresa. Desejo boas vendas e muito lucro neste segundo semestre. 28 SindigrafDF refile Merecimentos Agora comemoramos a décima-terceira edição do Prêmio Jorge Salim. É a sétima na qual compareci. Creio que todos ficaram de parabéns, especialmente a organização e os vencedores. Todos os empresários que conheço merecem prêmios (ainda que uns mais do que outros). E, infelizmente, nem todos recebem. Não falo aqui de prêmios de mérito gráfico, que não sou capaz de julgar. Falo de prêmios para a vida, especialmente sucesso nos negócios. Aristóteles dizia: “mais importante do que receber honrarias é merecê-las”. Muitas vezes os empresários não são louvados por seus empreendimentos. Pelo contrário. O primeiro a punir é o Estado, mediante burocracias para abertura. Depois, alguns fornecedores, trabalhadores ou consumidores desonestos. Por fim, mais punição na forma de lucros grandemente confiscados. Apesar de tudo, o empresário persiste. E aí entra o grande sociólogo Max Weber: Para Max, empreender não era apenas um ato racional para gerar, acumular e consumir riqueza. Empreender era, e é, uma verdadeira “ética”, um impulso interno e incontrolável para criar e administrar. Neste sentido, o empresário é uma curiosa mistura de ousadia e prudência. Quando acontecem, os prêmios aos empresários normalmente são os mesmos; riqueza e prestígio (paz é ainda mais rara que estes dois). Assim como os “prêmios”, as punições também pouco variam; falência e/ou stress mortal. Mas apesar dos “prêmios” e “punições” pouco variarem, as trajetórias para um ou outro extremo são muito diversificadas. Existem vários meios de chegar à riqueza e ao prestígio, assim como à falência ou stress mortal. Conheço dezenas de empresários de sucesso e outros tantos de fracasso comercial. Raramente, e curiosamente, a trajetória de um é semelhante à de outro. Alguns de sucesso são apressados e impulsivos, enquanto outros são comedidos e cerebrais. Mais interessante ainda, a impulsividade (ou comedimento) que leva alguns ao sucesso transforma outros em fracasso. E mais surpreendente ainda; o racionalismo (ou sentimentalismo) que deu certo no passado muitas vezes é o mesmo que causa queda futura. Infelizmente, traços de caráter também não são indicativos de sucesso ou fracasso. Muitos honestos fracassam, assim como muitos desonestos. Idem para os que fazem sucesso, em que convivem santos e demônios (sobre este ponto, felizmente a grande maioria dos empresários segue um mandamento sagrado; o da palavra empenhada junto aos companheiros). Por fim, o histórico social ou familiar parece pouco influenciar. Claro que pobres dificilmente se tornam milionários (e vice-versa), mas a maioria daqueles nos níveis médios parece superar o que se esperaria deles. É fácil perceber isto entre irmãos. É muitíssimo comum que irmãos tenham trajetórias muito diferentes, apesar de criados em mesmas condições. Na verdade, estudos mostram que as diferenças entre irmãos de uma mesma família são maiores do que as diferenças entre uma pessoa e qualquer outra selecionada ao acaso, ou seja, comparação entre “dois irmãos” e entre “um irmão e um homem-médio qualquer”. Mas então, o que caracteriza os empresários que acabam ganhando prêmios (ou que pelo menos merecem)? Não creio que sejam traços de personalidade, de honestidade (que pena) ou de histórico social e familiar. Imagino que a maior característica de sucesso é a dedicação. É muito raro alguém dedicado fracassar. Mais ainda, alguém dedicado pode até acabar sem sucesso, mas certamente o merece. E, do ponto de vista moral, tal merecimento já é o mais importante (pelo menos de acordo com Aristóteles). Mas por que toda esta conversa por parte de um advogado? Creio que porque o advogado acaba sendo o maior julgador, aquele que vê as coisas reais que nem chegam na Justiça. É neste mundo extra-oficial que o advogado, assim como empresário, deve navegar. E para este mundo real é importante julgar não apenas com as leis dos homens (isto é relativamente fácil), mas com as leis morais, reconhecendo cada um não apenas a partir dos seus “prêmios” (ou apesar destes) e sim a partir de seus “merecimentos”. Por Henrique de Mello Franco Silva, Castro e Mello Franco Advogados www.scmf.adv.br realização: apoio: patrocinadores: ouro: prata: