EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Adalberto A. Azevedo Geólogo, Dr. – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT Nilson Franco Eng. Civil, PhD – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS E E Ó 9 9 9 Caracterização ã e contextualização l ã do d problema bl Situação no Brasil e no mundo Desempenho de estruturas de contenção 9Experiência 9 nacional e internacional Fatores determinantes no avanço da erosão ¾Fatores extrínsecos ao maciço rochoso/terroso ¾Fatores intrínsecos ao maciço rochoso/terroso ¾Dinâmica da evolução do processo erosivo EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS 9Como de enfrentar o problema? 9Implantar ¾Emersas, 9Análise A áli estruturas de contenção SemiSemi-emersas, Submersas d da estabilidade t bilid d d de objetos bj t submersos b 9Aplicação: p ç ¾Programa Estudo de caso de Monitoramento de Erosões ¾Aplicação: p cação P&D &D para desenvolvimento s n o m nto de estruturas struturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Caracterização ç do Problema EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Conseqüências (dentre outras) 9 Erosão das margens (perda de terras em áreas de APP) 9 Turbidez da água 9 Assoreamento local 9 Comprometimento de estruturas, mata ciliar EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Erosão das Margens EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Erosão das Margens EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Erosão das Margens EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Turbidez das Águas Á EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Assoreamento Local EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Comprometimento de Estruturas EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Situação no Brasil e no mundo Problemas em reservatórios => Pouco estudado estudado, pouco divulgado no Brasil e no mundo Brasil – Geomorfologia favorece formação de grandes lagos => problemas de erosão (Porto Primavera, Jurumirim, Itaipu, Ilha Solteira, Capivara, Obras da Cemig) Experiência internacional (USBR, USCE) Importação da experiência em controle de erosão marinha EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE E RESERVATÓRIOS E E Ó Desempenho de estruturas de contenção EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção Gabião Bolsa-creto EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção Concreto projetado EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção Solo cimento Solo-cimento EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção P li d com mourões Paliçada õ B i d d Barricada de pneus EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Desempenho de estruturas de contenção G lh d contidas Galhada id por pilotis il i Solo-cimento EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Avanço dos d P Processos E Erosivos Fatores Extrínsecos ao Maciço • • Magnitude das ondas Recorrência dos ventos Fatores Intrínsecos ao Maciço • Propriedades geológicogeológicogeotécnicas geotécnicas, geomecânicas, estruturais e hidráulicas Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Onda - é o resultado do processo de transmissão de energia g sem deslocamento de massa Causas - movimentação de embarcações, ação do vento agindo sobre a superfície do reservatório Características - amplitude, comprimento, f freqüência üê i e velocidade l id d - função f ã d do fetch f t h, velocidade, intensidade, direção e duração dos ventos. ventos Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Formação de ondas em ambiente marinho e em margens g de rios e reservatórios => os parâmetros são diferentes e específicos, necessitando levantamentos e medições locais Em ambientes marinhos, as águas são profundas, em rios i e llagos, são ã rasas. No N segundo d caso, existem fatores, tais como obstruções, fetch e direções di õ relativas l ti a serem consideradas id d Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Características das ondas em águas rasas e profundas Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Ondas são estudadas como estáveis (trem de ondas), cristas paralelas e comprimento constante t t (Shore Protection Manual e Low Cost Shore Protection) Ondas g geradas pelo p vento são conhecidas como oscilatórias. l ó São definidas d f d por H, C e T (ver figura) Ondas q que p propagam p g em águas g profundas p somente a forma da onda e parte da energia avançam para a praia. As partículas de água se movimentam em uma trajetória aproximadamente circular Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Curvas acima e abaixo do nível de repouso são diferentes => teoria elementar assume como sendo do tipo senoidal quação geral g ra para representar r pr s ntar o movimento mo m nto A equação de uma onda é dada por L = C * T L - comprimento C – velocidade T – período Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas H, H C e T: função do“fetch” fetch , velocidade e duração do vento, distância percorrida pela onda após deixar a área de geração e profundidade M Mesma região iã - o vento t pode d gerar ondas d d de várias alturas, comprimentos e períodos Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Ondas geradas próximo às margens/costa chegam à praia/taludes com forma próxima à inicial => ondas são profundas, o comprimento é de 10 a 20 vezes a sua altura Ondas geradas muito longe - caminham longas distâncias em áreas de ventos calmos até alcançar a praia => ondas se abatem e são transformadas em onda longas e baixas, com comprimento i t d de 30 a 500 vezes altura. lt Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas A primeira defesa é o talude de fundo. A onda colapsa p e quebra q quando q P=1,3*H , ou H=0,78*p , p Dissipação de energia por turbulência na massa flúida e transporte de sedimentos de fundo Em tempestades, ondas são mais profundas, acompanhadas h d pela l elevação l ã do d nível í l d’á d’água, e podem atingir partes mais altas, causando erosão na própria praia, praia em bermas, bermas em taludes sujeitos ao ataque das ondas. Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Movimento de ondas – para descrição - métodos baseados em ondas simples => funções matemáticas elementares são adotadas. d d Situações especiais, teorias mais complexas l são necessárias. Em qualquer caso, não se encontra completa concordância entre a teoria e a prática prática. Duas teorias clássicas - Airy (1848) e Stokes (1880), descrevem ondas simples (ondas geradas em águas profundas). Águas rasas, a teoria para ondas isoladas prevê satisfatoriamente o comportamento. A teoria mais elementar l refere-se f à ondas às d d de b baixa i amplitude li d ou teoria linear de Airy (1848). Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Descrição de ondas em meio aquoso envolve a forma na superfície e o movimento do fluido sob a onda. Ondas senóides são exemplos de ondas simples Forma de classificação - período (T) ou pela freqüência (f=1/T) (f 1/T) As ondas de gravidade (T entre 1s a 30 s, ou entre 5s e 15s) são as mais importantes para os problemas encontrados em praias (figura) Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Fatores Extrínsecos ao Maciço Dinâmica das ondas Ondas de gravidade - é a principal causa para que retornem t à posição i ã de d equilíbrio ilíb i Podem ser ainda subdivididas em duas classes: 9Se deslocam sob influência do vento, atuando na área de geração (são ( ã ondas d profundas f d com períodos í d curtos) t ) 9Se deslocam por longas distâncias, fora da á área de influência ê dos ventos (são ondas livres, sem distúrbios) Teoria Elementar de Ondas Progressivas A expressão relacionando velocidade, comprimento mp m e período p das ondas A expressão ã bá básica i relacionando l i d a velocidade l id d com o comprimento de onda e profundidade Teoria Elementar de Ondas Progressivas que pode ser reescrita da forma 2π/L /L e 2π/T / são denominados d d - número da onda “k” - freqüência f üê i angular l d da onda d ““ω”” Das expressões acima o comprimento de ondas em função d profundidade da f did d Teoria Elementar de Ondas Progressivas Ondas de gravidade classificadas em função da profundidade d, d onde se propagam Quadro mostra a classificação para valores de “d/L” e valores limites resultantes a partir da função tanh (2πd/L) Classificação d/L 2πd/L Tanh (2πd/L) Águas profundas > 1/2 >π ~ 1,0 Transicional 1/25 a 1/2 1/4 a π Tanh (2πd/L) Á Águas rasas < 1/25 < 2πd/L 2 d/L ~ 2πd/L 2 d/L Teoria Elementar de Ondas Progressivas Para águas profundas, tanh(2πd/L)~=1 Teoria Elementar de Ondas Progressivas Para fins práticos - d/L=½, tanh (2πd/L)=0,9964 Quando d/L for maior que ½, ½ as características da onda independem da profundidade. Assim, as p para águas p g profundas são indicadas p p por expressões (em m e s); Teoria Elementar de Ondas Progressivas Para as profundidades de transição, quando as profundidades relativas d/L estiver entre 1/2 e 1/25, as equações devem ser usadas sem correção, correção ou seja Teoria Elementar de Ondas Progressivas Quando a profundidade relativa for menor que 1/25, ou 2πd/L < 0 0,25, 25 indicando águas rasas, rasas a expressão que pode ser simplificada para Teoria Elementar de Ondas Progressivas Além d dass velocidades, l id d s é d desejável s já l conhecer nh ass velocidades l id d s e acelerações para diversos valores de z e T durante a passagem da onda A componente horizontal “u” e a componente vertical “ω” da velocidade de um fluido são dadas pelas expressões abaixo Essas equações expressam a velocidade do fluido a qualquer distância (z+d) acima do fundo Teoria Elementar de Ondas Progressivas Teoria Elementar de Ondas Progressivas Teoria Elementar de Ondas Progressivas As acelerações loca locaiss para o fluido flu do são derivadas da velocidade e representadas pelas equações Estabilidade de Objetos Submersos Objetivo - avaliar esforços solicitantes (ondas) e esforços resistentes (estrutura) Estruturas submersas - reduzir a energia por dissip ã e estabilizar dissipação st bili p praias i s e ttaludes l d s (Harris e Gonzales) A equação q ç de Morison Estabilidade de Objetos Submersos Força das ondas Força de arraste (equação de Roberson) Cd - coef coeficiente c ente de arraste ρ - densidade de massa da água Ap - área projetada na direção do fluxo U - velocidade máxima horizontal das partículas de água Estabilidade de Objetos Submersos Força das ondas Força de inércia (equação de Dean) Cm - coeficiente de inércia V - volume do objeto a - aceleração l ã das d s partículas tí l s d de á água Força de inércia - Varia com o tamanho e a forma do objeto j Em geral Cm é maior ou igual a um. Equação de Dean - Cm = 1+ km. Para secção circular adota-se o valor experimental km = 1 Estabilidade de Objetos Submersos Forças resistentes Forças para manter o objeto na posição estável (sem movimento) apoiado no fundo, sem nenhuma ancoragem Empuxo p (Arquimedes) ( q ) Estabilidade de Objetos Submersos Forças resistentes Levantamento (lift) - Força de sucção, ou levantamento (equação de Roberson) Cl - coeficiente de levantamento S - área do objeto projetada no plano horizontal horizontal. Estabilidade de Objetos Submersos Forças resistentes Atrito Forças induzidas p pelas ondas na direção horizontal => resistência ê será á por atrito O coeficiente de atrito deverá ser determinado experimentalmente. , Para o concreto e areia - em torno de 0,5 Coeficiente de segurança - circunstâncias desconhecidas como nos coeficiente de inércia e de arraste. Estabilidade de Objetos Submersos Determinação dos coeficientes Nos cálculos das forças exercidas pelas ondas sobre os obstáculos => necessário o conhecer valor dos coeficientes: forma, volume, atrito => determinação da magnitude das forças de i é i llevantamento, atrito inércia, i e arraste O coeficiente f de atrito: determinação m ç experimental Outros coeficientes: literatura literatura. Estabilidade de Objetos Submersos Forças resistentes Atrito Estabilidade de Objetos Submersos Forças resistentes Atrito Estabilidade de Objetos Submersos Determinação dos coeficientes Arraste e levantamento (Lift and Drag) Estabilidade de Objetos Submersos Arraste e levantamento (Lift and Drag) Fr - resultante das forças na asa Fa - força de arraste (drag) Fl - força de levantamento (lift) A – Área projetada na direção do fluxo. Estabilidade de Objetos Submersos Objetivo - avaliar esforços solicitantes (ondas) e esforços resistentes (estrutura) Estruturas submersas - reduzir a energia g por p dissipação e estabilizar praias e taludes (Harris e Gonzales) A equação de Morison Estabilidade de Objetos Submersos Como calcular essas forças ?? Experimentos realizados em grandes lagos g g Estabilidade de Objetos Submersos Experimentos realizados em grandes lagos Estabilidade de Objetos Submersos Experimentos realizados em grandes lagos Estabilidade de Objetos Submersos Experimentos p realizados em grandes g lagos g Estabilidade de Objetos Submersos E Experimentos i realizados li d em grandes d llagos Estabilidade de Objetos Submersos P Para avaliação li ã dos d parâmetros â necessários á i Comprimento de onda Período das ondas Alturas das ondas f do lago g Profundidade Velocidade de propagação A l Aceleração ã d das partículas tí l Estabilidade de Objetos Submersos Exemplo de Tabela de Calculo Para Tubo Geossintético T = 5 s Geossintético T=5 ρ = 1000 H = altura da onda k = 2*π/L U = velocidade da partícula de água km= Cm=1+km Fw = Fdrag + Finertia = Fresist f=comp obj Fdrag = Cd * ρ *Ap *U^2/2 h=larg obj U = (π * H / T) * cosh(k*(z+d)) /sinh(k*d) * cosφ b=alt obj Finertia = Cm * ρ * Vol * a p=prof obj a = (π*H*g/L) * cosh(k*(z+d)) / cosh(k*d) * sinφ Vol E = ρ * Vol Cm Flift = C lift *ρ*S*U^2/2 C lift FS * Fw = μ *(Pseco - Empuxo - Flift) Cd Coef. de 0.52 1 1.50 Ap = area projetada plano vertical 1.20 T = periodo 5.00 k = número da onda =2π/L 3.96 1.2 0.300631 d = profundidade do lago 2.00 w = profundidade livre 0.80 Vol = volume do objeto/metro 4.14 fornecido S = área projetada plano horizontal 1.52 μ = coeficiente de atrito 0.60 0.321 L=comprimento de onda 20.90 1.2 3.96 tan(a)=Cd/Clift alfa= 75.02402 Fdrag Finertia Flift Fwave Empuxo F-Resist. Fpseco F atrito U a z Psubm N N N N N N N N m/s m/s² m N 1.16 2911.83 15971.46 2570.42 18883.29 23746.90 21967.17 62929.27 21967.17 2.01 2.54 0.75 36611.96 1.18 2853.37 15810.31 2518.81 18663.68 23746.90 21998.14 62929.27 21998.14 1.99 2.51 0.70 36663.57 1.19 2796.78 15652.74 2468.85 18449.51 23746.90 22028.11 62929.27 22028.11 1.97 2.49 0.65 36713.52 segurança Estabilidade de Objetos Submersos Exemplo p de Tabela de Cálculo Para Tubo Geossintético T = 10 s Geossintético T=10 Fw = Fdrag + Finertia = Fresist ρ = 1000 H = altura da onda Fdrag = Cd * ρ *Ap *U^2/2 k = 2*π/L U = velocidade da partícula de água U = (π * H / T) * cosh(k*(z+d)) /sinh(k*d) * cosφ Cm=1+km Finertia = Cm * ρ * Vol * a f=comp obj a = (π*H*g/L) * cosh(k*(z+d)) / cosh(k*d) * sinφ h=larg obj E = ρ * Vol b=alt obj km= 1.50 Ap = area projetada plano vertical 0.52 1 1.20 T = periodo 10.00 3.96 k = número da onda =2π/L 1.2 d = profundidade do lago 0.14378 2.00 Flift = C lift *ρ*S*U^2/2 p=prof obj w = profundidade livre 0.80 FS * Fw = μ *(Pseco ( - Empuxo p - Flift)) Vol 4.14 fornecido AllOnda Vol = volume do objeto/metro j 4.14 Cm 1.52 S = área projetada plano horizontal 3.96 0.321 μ = coeficiente de atrito C lift Cd coef. De 1.2 0.60 L=Comprimento de onda 43.70 Fdrag Finertia Flift Fwave Empuxo F-Resist. Fpseco F atrito U a z Psubm N N N N N N N N m/s m/s² m N 2.46 2190.88 6894.60 1934.00 9085.48 23746.90 22349.03 62929.27 22349.03 1.74 1.10 0.75 37248.38 2.47 2179.16 6876.14 1923.65 9055.30 23746.90 22355.23 62929.27 22355.23 1.74 1.09 0.70 37258.72 2.48 2167.70 6858.04 1913.54 9025.74 23746.90 22361.30 62929.27 22361.30 1.74 1.09 0.65 37268.84 segurança Estabilidade de Objetos Submersos Exemplo p de Tabela de Cálculo Para Tubo Geossintético T = 15 s Geosintético T=15 ρ = 1000 H = altura da onda k = 2*π/L U = velocidade da partícula de água km= Cm=1+km Fw = Fdrag + Finertia = Fresist f=comp obj Fd Fdrag = Cd * ρ *A *Ap *U^2/2 h l h=larg obj bj U = (π * H / T) * cosh(k*(z+d)) /sinh(k*d) * cosφ b=alt obj Finertia = Cm * ρ * Vol * a p=prof obj a = ((π*H*g/L) g/ ) * cos cosh(k*(z+d)) ( ( d)) / cosh(k*d) cos ( d) * sinφ s φ Vol o E = ρ * Vol Cm Flift = C lift *ρ*S*U^2/2 C lift FS * Fw = μ *(Pseco - Empuxo - Flift) Cd coef. De 0.52 1.50 Ap = area projetada plano vertical 1 T = periodo 1.20 15.00 3 96 3.96 k = número ú da d onda d =2π/L 2 /L 1.2 d = profundidade do lago 2.00 w = profundidade livre 0.80 4.14 fornecido o ec do AllOnda O da Vol o = volume o u e do objeto/metro objeto/ et o 4.14 1.52 S = área projetada plano horizontal 3.96 0.321 μ = coeficiente de atrito 0.60 L=comprimento de onda 66.00 1.2 0 0952 0.0952 Fdrag Finertia Flift Fwave Empuxo F-Resist. Fpseco F atrito U a z Psubm N N N N N N N N m/s m/s² m N 3.42 2072.48 4476.65 1829.48 6549.13 23746.90 22411.74 62929.27 22411.74 1.70 0.71 0.75 37352.89 3.43 2067.48 4471.24 1825.07 6538.73 23746.90 22414.38 62929.27 22414.38 1.69 0.71 0.70 37357.31 3.43 2062.58 4465.94 1820.74 6528.52 23746.90 22416.98 62929.27 22416.98 1.69 0.71 0.65 37361.63 segurança EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Dinâmica da evolução ç do processo p EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Condicionantes do comportamento das encostas (Fatores Intrínsecos ao Maciço) ¾ Características g geológicas, g , geotécnicas, g , estruturais e hidráulicas dos estratos presentes ¾ Formas de relevo e declividade das encostas ¾ Posição relativa do nível d’água do reservatório na superfície do talude ¾ Posição relativa do nível d’água subterrânea no t l d talude EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Condições geológicas e geomorfológicas variáveis EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Princípios p Metodológicos g Meio físico com características semelhantes frente à mesma solicitação respostas semelhantes Conjugação dos fatores que determinam o comportamento das encostas áreas com comportamento homogêneo frente às solicitações setor Seções de monitoramento extrapolação para o setor (regionalização do comportamento) 400 EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS 420 410 440 430 UHE JUPIÁ TRÊS LAGOAS 7700 7700 76 13 7690 380 370 450 390 75 14 460 7690 15 74 16 7680 7680 12 72 73 11 10 7670 7670 09 08 7660 7660 NOVA MARÍLIA Reservatório 250 km 9 Perímetro 750 km 9 Largura > 20 km 9 Fetch > 50 km 9 Enchimento: 03/2001 7650 SÃO JOÃO DO PAU D'ALHO 48 Terra Nova D'Oeste MONTE CASTELO PAULICÉIA 340 360 350 7640 NOVA GUATAPORANGA 7640 Seções 49 a 70 71 9 Extensão: PANORAMA SANTA MERCEDES 17 TUPI PAULISTA Arabela 7630 7630 Monteiro Lobato 52°15' 7620 7620 Campinal 7610 7610 42 43 7600 7600 44 Bataguassu Porto XV 45 77 46 7590 7590 PRESIDENTE EPITÁCIO 41 440 CAIUÁ 40 39 7580 280 290 310 300 320 PRESIDENTE VENCESLAU 38 330 7580 37 36 18 35 34 33 32 19 7570 31 400 30 410 420 29 QUEBRACHO 28 7560 7560 27 26 Escala Gráfica 25 24 RB1 Geologia 7650 47 Brasilândia 7550 7550 RB2 RB3 ANAURILÂNDIA 07 01 7540 04 03 7540 02 06 06 05 380 390 07 7.1 08 04 09 03 10 7530 7530 11 02 12 01 13 RB4 16 17 7520 7520 18 UHE PORTO PRIMAVERA UHE-SERGIO MOTTA 19 20 RB5 23 7510 7510 ROSANA 7500 7500 280 290 300 310 320 330 340 350 360 370 380 390 430 EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS RE ERVATÓRIO 400 420 410 440 430 UHE JUPIÁ TRÊS LAGOAS 7700 7700 76 13 7690 450 390 380 370 75 14 460 7690 15 74 16 7680 7680 12 72 73 11 10 7670 7670 09 08 7660 7660 Seções de Monitoramento 7650 7640 340 7650 47 BRASILÂNDIA 48 PAULICÉIA 360 350 7640 71 PANORAMA 17 TUPI PAULISTA Número de Setores Margem Esquerda – 11 Margem Direita – 10 7630 7630 7620 7620 CAMPINAL 7610 7610 42 43 7600 7600 44 BATAGUASSU Porto XV 45 46 77 7590 7590 41 440 PRESIDENTE EPITÁCIO PRESIDENTE VENCESLAU 40 39 7580 280 290 310 300 320 38 330 7580 37 36 18 35 Seções de Monitoramento 116 seções (348 perfis - 3 Perfis Topográficos/Seção) Função da homogeneidade, homogene dade, extensão, do uso e ocupação 34 33 32 19 7570 31 MATO GROSSO DO SUL 400 30 QUEBRACHO 7560 27 26 Escala Gráfica 25 24 RB1 7550 7550 RB2 ANAURILÂNDIA RB3 07 01 7540 04 03 7540 02 06 06 05 07 SÃO PAULO 7.1 08 04 09 03 10 7530 7530 11 02 12 01 13 RB4 16 17 7520 18 UHE PORTO PRIMAVERA UHE-SERGIO MOTTA 19 20 RB5 23 7510 7510 ROSANA 7500 7500 280 290 300 310 420 28 7560 7520 410 29 320 330 340 350 360 370 380 390 430 EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Velocidade do Proces sso Comportamento esperado Tempo Após enchimento M t i i menos coerentes Materiais t d da superfície dos taludes => velocidade máxima Posteriormente Incidência de ondas de maior magnitude g é menor; Exposição das porções mais coerentes do maciço; Estabelecimento de ângulos mais favoráveis => velocidade diminui EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Monitoramento das Seções ç Terraços coluviocoluvio-aluvionares 30,0 Taxa de Recuo (m/ano) 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 2001-2002 2002-2003 2003-2004 Período 2004-2005 EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Monitoramento das Seções Arenitos/Terraços aluvionares 50,00 45,00 , 40,00 Taxa de Recuo (m/ano) 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 2001 2003 2004 2005 EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Prognóstico de Recuo Critérios Considerar todos os fatores que regem o comportamento das encostas Todas as margens serão igualmente solicitadas pelas ondas do reservatório Altura l máxima á das d ondas d iguall a 2 metros Modelos teórico teórico--conceituais Utilização de SIG EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Prognóstico de Recuo TEMAS ATRIBUTOS MAPAS TEMÁTICOS INTERMEDIÁRIOS M E GEOLOGIA E GEOTECNIA I O F GEOMORFOLOGIA Í S I DECLIVIDADE DAS ENCOSTAS E DAS MARGENS C O COTA DE ENCHIMENTO DO RESERVATÓRIO MAPA DE PROGNÓSTICO DE RECUO ((SUSCEPTIBILIDADE DAS ENCOSTAS AOS PROCESSOS EROSIVOS) EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Classes de Declividade/Comportamento p Esperado p CARACTERÍSTICAS GEOLÓGICAS CLASSES DE ARENITO CAIUÁ SOTOPOSTO A SOLOS DE ALTERAÇÃO/COLUVIÕES/ ARENITO CAIUÁ SOTOPOSTO A TERRAÇOS ALUVIONARES TERRAÇOS COLUVIO-ALUVIONARES DECLIVIDADE COMPORTAMENTO ESPERADO DAS ENCOSTAS DO RESERVATÓRIO <> 3º Encostas Estáveis Encostas Estáveis 3º - 6º Encostas em solo. Erosão formando praia Encostas em sedimentos arenosos. Erosão formando praia 6º - 10º Encostas em solo com estreito horizonte de arenito C4 no pé Encostas em sedimentos arenosos e/ou solo de alteração de arenito do talude. Erosão controlada pela coerência e espessura do arenito e/ou arenito C4 no pé do talude. Erosão controlada pela coerência e espessura do arenito 10º - 15º E Encostas t com até té 1 1,0 0md de arenito it C4/C3 no pé éd do talude. t l d Erosão E ã do talude. Erosão controlada pela coerência e espessura do arenito 15º - 20º 20º - 35º Encostas com até 1,5 m de arenito C3 no pé do talude. Erosão Encostas em sedimentos arenosos. Erosão formando praia controlada pela coerência e espessura do arenito Encostas em sedimentos arenosos e/ou solo de alteração de arenito Pequena escarpa em arenito C3/C2 no pé do talude Erosão e espessura do arenito controlada pela coerência do arenito > 35º Escarpa em arenito C2/C3. Erosão controlada pela coerência do arenito EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Mapas de Prognóstico de Recuo EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Comportamento observado 25 14,0 12,0 Recuo Médio (m/ano) Recuo Médio (m/ano)) 20 15 10 5 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0 2000-2001 2001-2003 2003-2004 2004-2005 0,0 2005-2007 2000-2001 2001-2003 2003-2004 2004-2005 2003-2004 2004-2005 2005-2007 12,0 5,0 Recuo Médio (m/ano) Recuo Médio (m/ano) 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 2000-2001 2001-2003 2003-2004 2004-2005 2005-2007 2000-2001 2001-2003 2005-2007 EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Comportamento observado 12,0 8,0 7,0 Recuo Médio (m/ano) Recuo Médio (m/ano) 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 60 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 2000-2001 2001-2003 2003-2004 2004-2005 00 0,0 2005-2007 2000-2001 6,0 2001-2003 2003-2004 2004-2005 2005-2007 4,0 Recuo Médio (m/ano o) Recuo Médio (m/an no) 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 30 3,0 2,0 1,0 0,0 2000-2001 2001-2003 2003-2004 2004-2005 2005-2007 0,0 2001-2003 2003-2004 2004-2005 2005-2007 EROSÕES EM MARGENS DE RESERVATÓRIOS Projeto j de P&D ((Aneel)) Alternativas de proteção das encostas com redução de impactos aos ecossistemas e à paisagem e com vantagens em relação l ã a tratamentos t t t convencionais i i (i (impactos t ambientais e custos financeiros) Conjugação de técnicas de engenharia não não-convencional convencional e elementos estruturais alternativos (evitar custos de implementação de proteções convencionais) Desenvolver e implementar modelos conjugados de proteção para o controle da erosão g integradas g às Manter as características ecológicas condições naturais das encostas PROJETO JE DE P&D (ANEEL) Seleção de áreas para implantação dos experimentos (Análise de risco) Principio metodológico Avaliação de técnicas de bioengenharia e de engenharia não convencional Desenvolvimento de modelos experimentais de proteção Implantação dos modelos de proteção no reservatório Monitoramento e avaliação do desempenho dos modelos de proteção Seleção de espécies vegetais g apropriadas ao enfoque dos estudos PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de Áreas - Análise de Risco TEMAS ATRIBUTOS MAPAS TEMÁTICOS INTERMEDIÁRIOS PRODUTO FINAL M GEOLOGIA E GEOTECNIA E I O GEOMORFOLOGIA F Í S DECLIVIDADE DAS ENCOSTAS E DAS MARGENS I MAPA DE PROGNÓSTICO DE RECUO (SUSCEPTIBILIDADE DAS ENCOSTAS AOS PROCESSOS EROSIVOS) C O COTA DE ENCHIMENTO DO RESERVATÓRIO O ZONEAMENTO DE RISCO OCUPAÇÃO URBANA, PERIURBANA E RURAL C U U P S S A O O Ç L Ã O E O D O ÁREAS OCUPADAS POR MATAS CILIARES E REFLORESTAMENTOS PASTAGENS ÁREAS DEGRADADAS MAPA DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO (CONSEQÜÊNCIAS POTENCIAIS) PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de Áreas - Análise de Risco Susceptibilidade à erosão por em bate de ondas C o n s e q ü ê n c i a s Muito Alta Alta Média Baixa Muito Baixa Área urbana Mata Reflorestamento Pastagem Área degradada g Risco PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de Áreas - Análise de Risco PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de Áreas PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de Áreas PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção S l ã de d Áreas PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de Áreas PROJETO DE P&D (ANEEL) BREVE DESCRIÇÃO "Postes inclinados" - suporte de trepadeiras Avaliação de Técnicas não Convencionais LOCAL DE APLICAÇÃO RESULTADOS PONTOS POSITIVOS solo seco, nas margens, acima do talude barreira flexível para diminuição do impacto de ondas 1) maior durabilidade devido à possibilidade de uso de madeira tratada sob pressão; 2) eliminação do problema de possível movimentação do solo submerso Estruturas mistas pilotis de dentro d'agua com distância da barreira para diminuição madeira e painéis, margem e profundidade variáveis, do impacto de ondas totalmente submersas dependendo da topografia Estruturas alveolares, parcialmente submersas Inspiração: observação de colônias de poliquetos em costões rochosos; Programa no NatGeo – grandes obras em g engenharia (Hotel em Dubai) acompanhando o talude diminuição do impacto de ondas 1) maior durabilidade do material devido ao fato da estrutura permanecer totalmente submersa submersa, com baixa disponibilidade de oxigênio (condição desfavorável ao desenvolvimento de organismos deterioradores); 2) os painéis permitiriam a incrustação de mariscos o que poderia incrementar a espessura e resistência da barreira Estrutura funcionaria como uma “esponja”, absorvendo a energia das ondas; Possibilidade de produção em larga escala PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas Incertezas das solicitações sobre as estruturas => estudo da dinâmica das ondas e a influencia sobre taludes/praias Dúvidas relativas a aspectos do funcionamento das estruturas F Funcionamento i hid hidrodinâmico di â i d das estruturas: di distribução ib ã dos fluxos C Capacidade id d d de absorção b ã d de energia i d das estruturas t t Eficácia das estruturas para o controle do processo Velocidade l e direções dos fluxos fl de retorno PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas Reduzir R d i riscos, i custos, t possível í l colapso l d das estruturas t t => ensaios em modelo reduzido (Tanque do IPT) Estruturas ensaiadas: Estruturas submersas: “quebrar” a energia das ondas pela “elevação” elevação do fundo do reservatório Estrutura semi-emersas: dissipar parte da energia e movimento oscilatório vertical Estruturas no talude: para contra o impacto Medir eficiência relativa das estruturas estruturas, esforços aplicados e analisar aspectos hidrodinâmicos PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO JE DE P&D &D ((ANEEL) NEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Desenvolvimento das Estruturas PROJETO DE P&D (ANEEL) Dimensionamento das Estruturas -Condições de contorno para o projeto Borda livre mínima (navegação) g Suportar as solicitações hidrodinâmicas => profundidade de instalação - Dimensionamento Di i t d dos esforços f solicitantes li it t e resistentes a partir das formulações teóricas (referência: resultados dos ensaios em modelos reduzidos) - Desenvolver modelos de estruturas para estudo e implantação no campo - Pesquisa de materiais (madeira, concreto, compósitos, etc.) PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de espécies vegetais Espécies vegetais nativas, não exóticas Aptidão para os fins: gramíneas gramíneas, arbustivas arbustivas, trepadeiras (usualmente espécies pouco estudadas) Etapas – Levantamento das espécies vegetais - Identificação taxonômica - Teste de sobrevivência e desempenho - Testes em viveiro - Testes em campo PROJETO DE P&D (ANEEL) Seleção de espécies vegetais PROJETO DE P&D (ANEEL) Estágio atual do projeto Projeto das estruturas Termo de referência e especificações técnicas Implantação nos próximos dois meses PROJETO DE P&D (ANEEL) Monitoramento do experimento Monitoramento (dois anos) - Sonar S d de varredura d llateral t leb batimetria ti t i (analisar a evolução dinâmica do fundo) - Instrumentação I t t ã ((medir di esforços f sobre b as estruturas in situ) - Novos N ensaios i em ttanque d de provas (medir coeficientes – drag e lift) Agradecimentos g À equipe do projeto (geólogos, engenheiros civis, engenheiros navais, engenheiros mecânicos,, engenheiros g agrônomos, g , físicos,, biólogos, ecólogos da Cesp e do IPT) À Comissão Organizadora pelo convite [email protected] azevedoa@ipt br [email protected]