JB NEWS
Rede Catarinense de Comunicação da Maçonaria Universal
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Informativo Nr. 1.397
Filiado à ABIM sob nr. 007/JV
Visite a Loja Templários da Nova Era nr. 91
Reuniões às quintas-feiras – 20h00
Templo: “Obreiros da Paz” Canasvieiras
Editoria: IrJeronimo Borges – JP-2307-MT/SC
Florianópolis (SC) – sábado, 5 de julho de 2014
Índice:
Bloco 1 -Almanaque
Bloco 2–Opinião Ir Barbosa Nunes : Artigo nr. 178 – (José Fortuna: o candidato e o caipira)
Bloco 3 -IrMario López Rico – El Santo Grial
Bloco 4- IrSérgio Quirino & Ir Paulo Queiroga – Expedição Brasil - Espanha
Bloco 5-Ir Luís Felipe Brito Tavares - Sentido
Bloco 6 -IrPedro Juk – Perguntas
Respostas
– do IrAlessandro
Cardoso – Questões Ritualísticas sobre
- Ir& Paulo
Nicolay
- Estandarte
O REAA GOB.
Bloco 7 -Destaques JB – com versos do Ir. Adilson Zotovici homenageando as primeiras Damas da Loja
Pesquisas e artigos desta edição:
Arquivo próprio - Internet – Colaboradores
– Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e
www.google.com.br
Os artigos do presente número não refletem necessariamente a opinião
deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores.
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Bloco 1 - Almanaque
Hoje é o 186º. dia do Calendário Gregoriano – Lua Quarto Crescente às 8h59
Faltam 179 dias para acabar o ano de 2014.
Dia da Independência da Venezuela, da Argélia e de Cabo Verde.
Se não deseja receber mais este informativo ou alterou o seu endereço eletrônico,
por favor, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem
Livros indicados
Origens, preparação Ritualística
Livro de grande utilidade para Veneráveis Mestres e demais
oficiais das Lojas Maçônicas Brasileiras, discorre sobre usos e
costumes dos “comes e bebes”, desvenda os mistérios da
interpretação esotérica do Banquete Ritualístico, realizado tanto
no Simbolismo como no Filosofismo Maçônico. Apresenta gráficos
demonstrativos das posições das mesas de banquetes realizados
nos Solstícios de Inverno e Verão. Ensina como planejar,
organizar e executar uma Loja de Mesa ou Loja de Banquete, nos
diversos Ritos Maçônicos, adotados pelo GOB. Além disto,
oferece um ABC do Banquete, um glossário de palavras e termos
ligados à ritualística do Ágape Maçônico. Apresenta, ainda,
diversas peças de arquitetura, artigos sobre o significado da Loja
de Mesa, bem como oferece vários tipos de cardápios já testados
em Lojas de Banquete, em vários Grandes Orientes Estaduais e do Distrito Federal. A obra
“Banquete Maçônico” com 408 páginas é de autoria do Irmão Helio P. Leite.
(http://www.formadoresdeopiniao.com.br)
[email protected]
EVENTOS HISTÓRICOS
Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
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649 - É eleito o Papa Martinho I
1687 - Publicação dos Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos de Filosofia
Natural), por Sir Isaac Newton.
1811 - Independência da Venezuela, sendo o primeiro país da América do Sul a fazê-lo de Espanha.
1833 - Almirante Charles Napier derrota a esquadra portuguesa de Dom Miguel I na batalha do Cabo de São
Vicente
1890 - Luís Gomes - Rio Grande do Norte é elevada a categoria de cidade.
1914 - O aviador Eduardo Pacheco Chaves fez o primeiro vôo entre São Paulo e Rio de Janeiro, em 4 horas e 40
minutos.
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1922 - Levante dos 18 do Forte de Copacabana.
1924 - Levante Revolucionário em São Paulo que culmina na criação da Coluna Prestes.
1942 - Independência da Argélia.
1946 - O estilista Louis Reard exibiu em uma piscina de Paris sua mais nova criação: o biquíni.
1951 - William Shockley inventou o transistor.
1959 - O presidente da Indonésia, Sukarno, dissolveu o Parlamento.
1964 - A soprano Maria Callas fez sua última apresentação. Ela interpretou Tosca, de Puccini, em Londres.
1970 - O jornalista e apresentador Flávio Cavalcanti estreia o programa homônimo, na Rede Tupi.
1975 - Independência de Cabo Verde.
1981 - Um petroleiro da Companhia Vale do Rio Doce, ancorado no Rio Grande do Sul, causou um desastre
ambiental derramando cerca de 120 mil barris de petróleo no mar.
1994 - A Organização das Nações Unidas apresentou um plano para tentar conter a Guerra da Bósnia, na exIugoslávia.
1994 - A BBC de Londres, rede estatal de rádio e TV, recebeu autorização para transmitir uma programação
internacional via satélite.
2001 - Os policiais civis da Bahia iniciaram uma greve que durou 13 dias, durante os quais houve saques a lojas e
supermercados.
2006 - Através de um referendo, os habitantes de Montenegro votaram pela separação do país da República da
Sérvia.
Feriados e eventos cíclicos
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Dia da fundação do Exército da Salvação.
Aniversário da cidade de Itaguaí, no Rio de janeiro, Brasil.
Aniversário da cidade de Beberibe no Ceará, Brasil
Mitologia celta
 Dia de Angus Mac Og, deus da juventude e da beleza
Nacionais
 Argélia - Dia da Independência
 Cabo Verde - Dia da Independência
 Venezuela - Dia da Independência
Santos do dia
 Santo Antonio Maria Zaccaria, médico e religioso
históricos de santa catarina
Extraído de “Datas Históricas de Santa Catarina” do Jornalista Jali Meirinho.
1779
1824
1909
Assume o governo da capitania de Santa Catarina o brigadeiro Francisco de Barros Moraes Araújo
Teixeira Omem, substituindo o coronel Francisco Antonio da Vei9ga Cabral da Câmara.
Assume o cargo de juiz de fora da capital catarinense o Dr. Antônio Pereira Barreto Pedrozo.
Nasce, em Florianópolis, Victor Antonio Peluso Júnior. Doutor em Geografia, professor emérito da
Universidade Federal de Santa Catarina, tem alentada obra publicada. Foi membro do Conselho Estadual
de Cultura. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina e membro da Academia
Catarinense de Letras.
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Fatos maçônicos do dia
Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal
1755
1802
1948
Grande Loja de França aceita que os Mestres tenham o direito de supervisionar as Lojas Simbólicas
Fundação na Bahia da Loja Virtude e Razão.
O escritor e Irmão Monteiro Lobato, autor do Sítio do Pica-pau Amarelo, morreu em São
Paulo aos 66 anos, vítima de um espasmo cerebral.
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Bloco 2- Opinião
INFORMATIVO BARBOSA NUNES
JOSÉ FORTUNA: O CANDIDATO E O CAPiRA
Artigo 178 com publicação no Jornal Diário da Manhã de Goiânia, deste sábado, edição de 5 de julho de 2014.
O Irmão Barbosa Lima, Grão-Mestre Adjunto Geral do GOB, escreve aos sábados neste espaço.
José Fortuna: o Candidato e o Caipira
Reverencio neste artigo a história de um dos nomes mais representativos da música
sertaneja, música de raiz, que imprimiu em suas mensagens poéticas muita verdade, crítica,
romantismo e defesa do meio ambiente. Falo do compositor José Fortuna, nascido na cidade
de Itápolis, São Paulo, em 1923, falecendo em novembro de 1983,com sessenta anos de idade
Compôs sua primeira música em 1942, mas ainda criança em suas andanças com o pai pela
lavoura, já escrevia versos com pedaços de madeira, no chão por onde caminhava. Sua
primeira música gravada foi “Moda das flores”, em 1944 e na sua farta e longa produção,
compôs e gravou mais de duas mil músicas, algumas com cerca de vinte regravações.
Pode-se afirmar que não há um intérprete no campo da música sertaneja que não tenha
gravado obra de José Fortuna. Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, João Paulo e
Daniel, Milionário e José Rico, Tião Carreiro e Pardinho, Sérgio Reis, Roberta Miranda e tantos
outros. A dupla Tonico e Tinoco gravou um LP só com músicas de José Fortuna.
Intérpretes da música popular brasileira colocaram vozes em suas poesias, como
Agnaldo Timóteo, Ângela Maria, Nara Leão, Caetano Veloso, Maria Betânia, Gal Costa, que
regravou “Índia”, nome dado a um de seus shows no Canecão, Rio de Janeiro. “Meu primeiro
amor” foi regravada por Joana e Fagner.
A música “Índia”, versão de José Fortuna foi a responsável pela introdução da
“Guarânia” como estilo musical no Brasil, alcançando enorme sucesso nas vozes de
Cascatinha e Inhana. Grandes composições foram “Lembrança”, “Paineira velha”, “Berrante de
ouro”, “Cheiro de relva”, “Rosto molhado”, “24 horas de amor”, “O selo de sangue”, “Esteio de
aroeira”, “A mão do tempo”, “O ipê e o prisioneiro”, “Riozinho”, “Brasil viola” e “Vai e vem do
carreiro”, entre as mais de duas mil. “Berrante de ouro” já tem mais de trinta regravações. Em
1979 a Secretaria do Trabalho do Estado de São Paulo oficializou o “Hino do Trabalhador
Brasileiro”, de José Fortuna e Carlos César.
Quando da inauguração de Brasília recebeu das mãos do presidente Juscelino
Kubitschek de Oliveira, um cartão de congratulações e mérito por sua composição “Sob o céu
de Brasília”, na oportunidade considerada o hino inaugural da cidade. Produziu mais de 40
peças teatrais. Apaixonado pelo rádio manteve programa em quase todas as emissoras da
capital paulista. Recebeu inúmeros troféus, títulos de cidadania, nome de ruas, avenidas e
praças, deixando ainda inéditas perto de novecentas obras musicais.
A quase totalidade dos compositores fica no anonimato e não são lembrados pelos
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cantores de grandes sucessos. São esquecidos nos shows, rádio e televisão, mas levam
grandes fortunas para os intérpretes. Um verso bem humorado de “Antônio Barros e Ceceu”,
retrata bem a condição de segundo plano dos compositores, ”Eu faço a moda e o cantor
canta.Mas o mundo é assim,um escreve e outro diz”.
Presto a minha homenagem a Zé Fortuna, transcrevendo este belíssimo poema,sucesso
nas vozes de Chitãozinho e Xororó, que muita gente canta e não sabe o nome de seu
compositor, “Terra tombada”.
“É calor de mês de agosto, É meados de estação, Vejo sobras de queimada, E fumaça
no espigão, Lavrador tombando terra, Dá de longe a impressão, De losângulos cor de sangue,
Desenhados pelo chão.
Terra tombada é promessa, de um futuro que se espelha, No quarto verde dos campos,
a grande cama vermelha, Onde o parto das sementes faz brotar de suas covas, O fruto da
natureza cheirando a criança nova.
Terra tombada, solo sagrado chão quente, Esperando que a semente, venha lhe cobrir
de flor, Também minh'alma, ansiosa espera confiante, Que em meu peito você plante, a
semente do amor.
Terra tombada é criança, deitada num berço verde, Com a boca aberta pedindo para o
céu matar-lhe a sede, Lá na fonte ao pé da serra, é o seio do sertão, A água leite da terra
alimenta a plantação.
O vermelho se faz verde, vem o botão vem a flor, Depois da flor a semente, o pão do
trabalhador, Debaixo das folhas mortas, a terra dorme segura, Pois nos dará para o ano, novo
parto de fartura”.
Concluo este artigo levando a você meu caro amigo do encontro de todos os sábados, a
sabedoria e ironia do caipira, do sertanejo que na sua expressão mais pura e sincera , fala com
franqueza no magnífico texto de José Fortuna, intitulado “O Candidato e o Caipira”, muito
oportuno para o momento em que os candidatos voltam as periferias das cidades,ao interior e
longínquos sertões,de quatro em quatro anos como amigos prometem muito e pedem
votos,muito bem narrado neste irônico diálogo :
- Olá caboclo, bom dia. Então, como vai você?
- Vou indo bem, seu Dotô, mas me descurpe eu dizê eu não conheço o sinhô. Quem tu
é, posso sabê?
- Ora, caboclo, nunca ouviu falar do Dr. Pereira? Fui prefeito há muito tempo no Arraial
das Caneleiras.
- Ah! Já ouvi falar do seu nome, mas o que eu tô admirado é que eu nunca vi o doutor
andando por estes lados e hoje por que razão abandonou o povoado? Prá vir conversá na roça
com um caboclo pé-rapado?
- Aí é que está o motivo de eu vir lhe visitar: pensei em você que passa o dia todo a
labutar capinando a terra dura sem ninguém lhe auxiliar. Por isso eu deixei a cidade e vim aqui
lhe ajudar.
- Mas doutor, tô até envergonhado só de ouvir o senhor falar, o senhor deixou a cidade
pra vir aqui me ajudá? O doutor tem as mão fina, num vai se acostumá Doutor, o cabo da
enxada vai suas mãos calejá. Bem, mas já que o senhor insiste vou uma enxada lhe arrumá.
- Não, não, não, não é isso que eu quero. Você entendeu mal, o fato é que as eleições
vem aí e eu sou um dos candidatos.
- Bem que achei impossível tanta fartura hoje em dia! Quando o milagre é demais até o
santo desconfia.
- Mas como eu estava dizendo. Eu quero, se for eleito, lhe auxiliar na assembleia
defendendo seus direitos, enquanto você trabalha de sol a sol aqui no eito, eu luto para que a
Pátria reconheça o vosso feito. Eu vim pedir o seu voto, que é a arma do cidadão, com ele você
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me elege e formamos a união para juntos construirmos a grandeza da Nação!
- Muito bonito, Dotô! Sua fala doce tem mé. Mas tu qué sarvá a nação lá na cidade, não
é? Mas pegá no guatambu de sol a sol tu num qué! Pois daqui depende a Pátria, das lavoura
do sertão. Destes campos, destas matas, dos calos de nossa mão, desses caboclo que luta
sem nunca ter recompensa, sem estrada, sem recurso, sem remédio pras doença, e o Dotô se
for eleito já qué aumento dobrado desse tar de subsídio que o pobre chama ordenado. E prá
que desigualdade se somo igual brasileiro, pois ganha mais tu num dia do que o pobre o ano
inteiro?
- Mas é justo que devemos ganhar mais do que vocês, pois o que eu gasto num dia,
você não gasta num mês.
- Não gasto porque não tenho, mas bem que eu sei o que é bom! Ah, se eu pudesse
possui automove, televisão. Por isso o certo seria vocês num ter ordenado, prá vê quem era no
duro, um democrata apurado. Garanto que ninguém mais queria ser deputado, e tem mais, se
aqui a seca acabá com as plantação, não aparece ninguém oiá pra nóis no sertão. E por que só
vem agora nas época de eleição?
- É porque não temos tempo de abandonar a cidade, ocupado com os problemas que
afligem a sociedade.
- Óia outro erro, Dotô, se eu fico sem trabaiá, o patrão me manda embora, não tenho
com quem queixá, e vocês lá na assembleia se quizé pode fartá um ano inteiro e recebe
ordenado legar. Se um dia o pobre caboclo cansado da dura lida fizé um erro, coitado, tá preso
por toda a vida, enquanto vocês, Dotô pode errá a vontade, não tem cadeia porque goza da
imunidade. Por isso me dá licença tenho outra ocupação. Meus fios, pega a enxada e vamo
entrá no taião, essa conversa, Dotô, num enche barriga, não.
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Barbosa Nunes, advogado, ex-radialista, membro da AGI, delegado de polícia aposentado,
professor e maçom do Grande Oriente do Brasil [email protected].
O JB News também pode ser lido no site do
Grande Oriente do Estado de Goiás
http://www.gobgo.org.br
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Bloco 3 – Irmão Mario López Rico
O Irmão Mario López Rico*
de La Coruña – Espanha,
escreve aos sábados neste espaço
Contato: [email protected]
El Santo Grial (1 de 3)
Todas o casi todas las personas conocen la leyenda del Rey Arturo y de cómo los caballeros de la
Tabla Redonda buscaron el Grial; pero cuantas pueden responder a estas preguntas:
¿Cómo nació el Grial?
¿Cuál es su origen?
¿Cómo llego hasta nosotros?
¿Dónde puede estar ahora y a quien sirve?
A lo largo de esta serie de trabajos me propongo dar respuesta a estos y otros interrogantes, no
tanto explicar lo que es el Grial y lo que representa ya que hacerlo implicaría escribir, como poco, un
pequeño libro y ya así, con lo que me he propuesto realizar, este trabajo será largo y lo he dividido,
por ello, en tres partes. Comencemos ya.
El símbolo del Grial
El Santo Grial, su simbología y su historia se pierde en la noche de los tiempos. Para algunos es la
Copa donde José de Arimatea recogió la sangre de Jesús cuando esta brotó de la herida que le
produjo la lanza de Longinos1…y no es equivocan; pero hay mucho más, pero que mucho mismo. El
origen de la Copa es ancestral y el cómo llegó a sus manos es parte de la historia. Una historia
donde se entremezclan tradiciones celtas como la leyenda del Rey Arturo con
creencias y elementos cristianos
Debemos tener claro desde ya que el Grial no es un objeto, no es la copa,
sino el poder que emana de ese mismo objeto. Es la búsqueda de ese poder
lo que origina su búsqueda y el nacimiento de grupos (no diré más ahora) de
protectores del Grial. Protectores como Salomón, Enoch, Melquisedec,
Jesús… Como he dicho, la leyenda es larga, comencemos a desgranar todo
sin demora.
El origen del Grial
Wolfram von Eschenbach2 escribió en su obra “Parzival” que el Grial es denominado como piedra
del exilio o piedra caída del cielo y que se trataría de una piedra de gran pureza con el poder de
evitar la muerte mientras se le tenga. Posiblemente de aquí nace la creencia que afirma que quien
bebe del Grial no muere.
Esta piedra de color verde esmeralda formaba parte de la corona del ángel predilecto de Dios y que
se reveló contra El. Estamos hablando, por supuesto, de Lucifer. En la lucha entre Lucifer y el
1
Longino de Cesarea fue, según algunas tradiciones cristianas, el soldado romano que traspasó el costado del cuerpo de Jesús con su
lanza; conocida como La Santa Lanza. El individuo no tiene nombre en los evangelios que relatan el hecho, pero suele identificarse
con el centurión que, ante la muerte de Jesús, exclamara: “En verdad este era el Hijo de Dios”.1 La leyenda de Longino se originó en
la Baja Antigüedad y el Medioevo, agregando datos sobre su vida, su nacimiento en Lanciano, Italia, conversión al cristianismo y su
muerte, hasta llegar a ser considerado un santo por la Iglesia Católica y otras comuniones cristianas.
2
Wolfram von Eschenbach (Eschenbach, actual Baviera, ca. 1170 – ca. 1220) fue un caballero y poeta alemán, reconocido como uno
de los mayores poetas épicos de su tiempo. Como minnesänger, también compuso poesía lírica. Eschenbach habla del Grial como una
fuente de poder de la que emana riqueza y abundancia sin límites, un objeto tan solemne, que en el Paraíso no hay nada más bello, el
todo perfecto donde nada falta y que era al mismo tiempo racimo y flor.
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arcángel San Miguel; este, lleno de ira por la falta de Lucifer 3, arranca la corona de su cabeza con tal
fuerza que la piedra salta de la misma y se precipita sobre la Tierra. Un grupo de doce ángeles se
convierten en protectores de la piedra sagrada con el fin de que Lucifer no la recupere pues,
mientras no lo haga, estará condenado a vagar por la Tierra sin posibilidad de regresar al cosmos.
Si analizamos esto con algo de calma nos están diciendo que la Tierra es el dominio de Lucifer,
donde el mora y manda; el infierno no hay que buscarlo en lado alguno: ¡Vivimos en él! Lo cierto es
que más allá de cuestiones herméticas sobre este asunto, si miramos atrás, a la historia de la
humanidad con sus guerras, catástrofes naturales, enfermedades pandémicas como la peste
medieval…poco trabajo cuesta creer que así sea.
Pero volvamos al Grial, no nos desviemos mucho de nuestro camino. Habíamos dejado la piedra en
manos de doce ángeles protectores y estos, a lo largo de los años, la fueron tallando y le dieron la
forma de Cáliz que todos conocemos (y eso que no lo hemos visto nunca). Haciendo entrega, eones
después, de la Copa a Adán.
¿Por qué a Adán? Porque él vivía en el Paraíso y este no se encuentra en la Tierra, es decir, para
evitar que Lucifer regresara los ángeles sacaron el Grial de la Tierra impidiendo así que lo pudiese
encontrar.
Una de las “pruebas” que nos demuestra que el paraíso no era terrenal como se suele creer lo
encontramos en el detalle de la caída del hombre del Paraíso por causa del pecado original. Adán y
Eva, que debemos entender como símbolo de la humanidad o la creación, son expulsados y
arrojados del Paraíso a la Tierra. El Grial se queda, por supuesto, en el Paraíso. ¿Cómo regresó a la
Tierra?
Regreso del Grial a la Tierra
Si nos basamos en lo que la leyenda cuenta hasta aquí, traer el Grial de
regreso a nuestro planeta es darle a Lucifer la oportunidad de recuperarlo y
así escapar de su exilio terrenal. La razón indica que la idea no ha sido nada
buena pero si el GADU lo ha permitido sus razones tendrá y, a buen seguro,
mejores que las nuestras como para dudar de lo oportuno de ello.
Dice la leyenda que Set, tercer hijo de Adán y antepasado de Jesús según
Lucas4 pudo traer la reliquia a la Tierra y busco a doce hombres sabios para
protegerlo a imagen de los doce ángeles dando así lugar a la primera orden de
iniciados que lo custodiaron durante siglos. En este grupo de primeros
custodios destacarán a lo largo de los años las figuras de Enoch 5 y de
Melquisedec6.
3
En la tradición cristiana, Lucifer representa al ángel caído, ejemplo de belleza y sabiduría a quien la soberbia condujo a los infiernos,
transformándose en Satanás.
4
(Lucas 3:23-38): “Jesús mismo al comenzar su ministerio era como de treinta años, hijo, según se creía, de José, hijo de Elí, hijo de
Matat, hijo de Leví, hijo de Melqui, hijo de Jana, hijo de José, hijo de Matatías, hijo de Amós, hijo de Nahum, hijo de Esli, hijo de
Nagai, hijo de Maat, hijo de Matatías, hijo de Semei, hijo de José, hijo de Judá, hijo de Joana, hijo de Resa, hijo de Zorobabel, hijo de
Salatiel, hijo de Neri, hijo de Melqui, hijo de Adi, hijo de Cosam, hijo de Elmodam, hijo de Er, hijo de Josué, hijo de Eliezer, hijo de
Jorim, hijo de Matat, hijo de Leví, hijo de Simeón, hijo de Judá, hijo de José, hijo de Jonán, hijo de Eliaquim, hijo de Melea, hijo de
Mainán, hijo de Matata, hijo de Natán, hijo de David, hijo de Isaí, hijo de Obed, hijo de Booz, hijo de Salmón, hijo de Naasón, hijo de
Aminadab, hijo de Aram, hijo de Esrom, hijo de Fares, hijo de Judá, hijo de Jacob, hijo de Isaac, hijo de Abraham, hijo de Taré, hijo
de Nacor, hijo de Serug, hijo de Ragau, hijo de Peleg, hijo de Heber, hijo de Sala, hijo de Cainán, hijo de Arfaxad, hijo de Sem, hijo
de Noé, hijo de Lamec, hijo de Matusalén, hijo de Enoc, hijo de Jared, hijo de Mahalaleel, hijo de Cainán, hijo de Enós, hijo de Set,
hijo de Adán, hijo de Dios”
5
Enoc (a veces transcrito como Enoch o Enoq; ‫ חנוך‬Janoj) es, en el libro del Génesis, del Antiguo Testamento de la Biblia, el nombre
de varios personajes Bíblicos mencionados en dos genealogías, y posteriormente por muchos autores judíos, cristianos y musulmanes.
Existen varios Enoch en la Biblia, en este caso, como hablamos del descendiente de Set, nos estamos refiriendo al hijo de Jared,
descendiente de Set, hijo de Adán, padre de Matusalén, abuelo de Lamec y bisabuelo de Noé (Génesis 5:18-30). Este «Henoc anduvo
con Yavé, y desapareció porque Yavé se lo llevó»; «Por la fe Enoc fue trasladado para no ver la muerte, y no fue hallado, porque lo
trasladó Dios» (hebreos 11:15)
6
Melquisedec, Rey de paz, Rey de justicia, Rey del Mundo (significado hebreo del vocablo Melquisedec según Rene
Guenon). En el Antiguo Testamento es un notable sumo sacerdote, profeta y líder que vivió después del diluvio y durante
los tiempos de Abraham. Es considerado señor de la Paz y la Justicia.
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Enoch vivió antes del diluvio y Melquisedec después. La leyenda afirma que Enoch sabía que el
diluvio tendría lugar en el futuro y para proteger el Grial ordenó construir a su hijo Matusalem7 un
templo dedicado a Dios bajo tierra, un templo que tendría nueve bóvedas colocadas una debajo de
la otra.
Cuando la obra fue terminada, Enoch fabricó una placa de oro de forma triangular de un codo de
lado y la incrustó en una piedra de ágata de igual forma. Sobre la placa de oro grabó el nombre
inefable de Dios, su verdadero nombre 8. Colocó todo sobre un pedestal de mármol cúbico y guardó
todo bajo la Bóveda más profunda. Posteriormente selló las entradas y cubrió el lugar de tal modo
que no pudiese ser encontrado.
Tras la muerte de Enoch, sus sucesores, Matusalem y Lamech (padre de Noe) fueron los custodios
del templo que, tras el diluvio, quedó abandonado por años.
Hagamos un inciso para comunicar a los hermanos que la leyenda del templo de Enoch y el nombre
inefable en el mismo guardado es parte de las enseñanzas del Arco Real en el Rito de York
Melquisedec – El Grial es recuperado
Melquisedec pudo recuperar el Grial porque se unieron tres “casualidades”



El diluvio no afectó al templo subterráneo construido por Enoch.
Melquisedec sabía leer y descifrar los jeroglíficos
Enoch había tallado dos columnas enormes y grabado en ellas los conocimientos de la
Ciencia Sagrada
Si nos fiamos de lo que René Guenón afirma, una de dichas columnas fue
levantada en Siria y la otra en Etiopia. Siendo una de ellas de mármol y la
otra de bronce. Al conocer los jeroglíficos, Melquisedec pudo leerla y
aprender la ciencia sagrada y fue capaz de deducir la existencia y
localización del templo de Enoch gracias a pequeñas claves inscritas en las
columnas. Tras llegar al templo y superar los obstáculos de las nueve
puertas de entrada a cada una de las nueve bóvedas del mismo recuperó el
Grial.
Melquisedec era rey y el estudio de las columnas y posterior recuperación
del Grial le hicieron sacerdote: se unieron de nuevo el Arte Real y el Arte Sacerdotal, los Misterios
Menores y los Misterios Mayores y cientos de años antes de la llegada de Jesucristo a la Tierra,
Melquisedec instauró el ritual místico de la eucaristía haciendo uso del Grial recuperado.
“Melquisedec, Rey de Salem y Sacerdote del Dios Altísimo, le ofreció pan y vino” (Génesis 14:18)
Y aquí dejamos la leyenda por hoy, el siguiente punto del viaje por los vericuetos de la historia nos
llevará hasta el templo de Salomón y ligará a los masones con el Grial; pero eso será en la próxima
entrega.
Próxima entrega: El Santo Grial (2 de 3)
Contenido: Salomón y el Santo Grial – Jesús de Nazareth y José de Arimatea
7
Matusalén (en hebreo: ‫ )מתושלח‬es la persona más longeva que se menciona en el Antiguo Testamento. En Génesis 5:27
se afirma que alcanzó la edad de 969 años: "Fueron, pues, los años de Matusalén, novecientos sesenta y nueve años; y
murió."
En el Génesis se lo menciona como hijo de Enoc y padre de Lamec (a su vez, padre de Noé), a quien engendró con 187
años. Su nombre se ha convertido en un sinónimo general aplicado a cualquier criatura de edad avanzada, usado en
frases como: "tener más años que Matusalén" o "ser más antiguo que Matusalén". Una lectura atenta del Antiguo
Testamento revela que Matusalén debió morir en el año del Gran Diluvio
8
Al mismo Moisés Dios le revela su Nombre misterioso: “Yo soy el que soy (YHWH)” (Ex 3, 14). El nombre inefable de
Dios, ya en los tiempos del Antiguo Testamento, fue sustituido por la palabra „Señor'. De este modo en el Nuevo
Testamento, Jesús, llamado “el Señor”, aparece como verdadero Dios.
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Bloco 4 – Exédição Brasil - Espanha
Expedição Brasil – Espanha - 11 a 22 de outubro
Saudações, estimado Irmão!
Respondendo as indagações sobre a
EXPEDIÇÃO BRASIL - ESPANHA
Estimado Irmão;
Recebi dos Irmãos que leram o artigo semanal, vários pedidos de informações
sobre Expedição Maçônica a Espanha, em 11 a 22 de outubro.
Solicitei ao curador deste projeto de intercâmbio maçônico, o nosso Irmão
Paulo Queiroga, que me enviasse o roteiro e as condições, que lhes remeto,
abaixo.
Fraternalmente
Sérgio Quirino
Querido Irmão Sérgio Quirino;
Conforme sua recomendação, passamos-lhe a síntese do roteiro da
EXPEDIÇÃO MAÇÔNICA À ESPANHA nos dias 11 a 22 de outubro.
Deixamos alguns períodos livres para visitas de cunho maçônico junto aos
hermanos da Gran Logia de España, de Masones Antiguos, Libres, y
Aceptados, nas cidades de Barcelona e Madri.
A Zenithe Tur negociou na Espanha, um pacote para os IIr.`, com serviços e
preços exclusivos para a Exped.`. Maç.`. , que inclui:
Passagem aérea ida e volta + taxas de embarque.
5 noites no hotel L’Hilla Husa – 4*, em Barcelona, com café da manhã buffet.
5 noites no Hotel Celuisma Florida Norte 4*, em Madri, com café da manhã
buffet.
Passagem de trem AVE (Alta Velocidade Espanhola) de Barcelona a Madri.
City Tours exclusivo em Barcelona e Madri, em serviço privativo para a
Expedição Maçônica, com guia em português.
Visita à Monserrat.
JB News – Informativo nr. 1.397
Florianópolis (SC) – sábado, 5 de julho de 2014.
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Visita à cidade de Toledo, com Almoço Gastronômico, incluindo vinho e
bebidas.
Visita à Avila e Segovia, com Almoço Gastronômico, incluindo vinho e
bebidas.
Em Barcelona, direito ao Card 48 hs - cartão turístico que permite utilizar
todos os transportes públicos, incluindo ônibus, metrô e bondes, além de
entrada gratuita em Monumentos.
Em Madrid, direito a utilizar o Madri Card 2 dias- cartão turístico que dá
acesso a museus e monumentos, além de descontos em lojas famosas.
Seguro de Assistência em Viagens Assist Card Classic.
Os preços podem abaixar de acordo com o número de adesões.
Parte terrestre
18 inscritos
1.781,00
20 inscritos
1.754,00
22 inscritos
1.637,00
Preços em EUR. por pessoa em Duplo.
Acréscimo para acomodação em apartamento individual de Euros 485,00.
Parte Aérea
* US$ 1.280,00 por pessoa com TAP, com saída de Belo Horizonte, na ida
até Barcelona e na volta desde Madrid, via Lisboa.
* US$ 125,00 aprox. das Taxas de Embarque. (Podendo mudar até o dia da
emissão do grupo)
*
Saídas de outras cidades ou em cl. executiva sob consulta.
*
OBS. Poderão ser utilizadas milhas acumuladas.
Querido Irmão Quirino: Irmãos e cunhadas que desejarem ver a programação
completa com fotos, dados históricos e atrativos do roteiro podem entrar em
contato comigo – [email protected] - 31 9981 8795; ou diretamente
com o diretor da Zenithe tur, Sr, German - [email protected] - tel 31
3225 7773.
T.`.F.`.A.`.
Paulo Queiroga
A.`.R.`.L.`.S.`. Presidente Roosevelt n. 025
Segundo Vigilante
JB News – Informativo nr. 1.397
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5 – Sentido
O Ir Luiz Felipe Brito Tavares
MM da Loja Luz do Planalto nr. 76
São Bento do Sul – GLSC
Sentido
Todos nós podemos ser impressionados por um significado.
Somos sensíveis e somos susceptíveis, portanto estamos conectados. Respondemos uns aos
outros, estabelecendo sintonias, simpatias e sinergias. Possuímos familiaridades que nos permitem
a interconexão.
Somos passíveis de sermos sensibilizados. Estamos em estado potencial constante, impregnados
de sinergia potencial. Nossa matriz nos permite perceber significados, comungamos significados,
pois que nossas matrizes possuem semelhanças. Percebemos e comungamos significados
sensoriais, emocionais, racionais e intuitivos.
Herdamos tal faculdade da matriz universal que nos forjou. Desta forma o que é externo, e também
forjado pelas leis universais, é passível de ser reconhecido.
Nossa razão nos permite perceber ideias. Ideias são determinações. Determinações possuem seus
sentidos, suas razões de ser, seu significado e sua acepção.
Todo movimento pode ser representado por um vetor, por uma seta que estabelece magnitudes;
determinações ao longo de uma matriz.
Elo que avizinha elementos em comunidade, permitindo a eles um eixo comungado. Um novo
padrão estabelecido e dinâmico.
Direção que produz um significado. O som do movimento deslizando pela matriz. O som da
determinação; da propriedade.
Significação é um processo de dar substância. Posicionar determinando em relação a outras
posições. Valores compartilhados. O significado é um nó, um cruzamento de muitas linhas. Tudo
interligado, permitindo a significação, uns em relação aos outros. Acordes e notas musicais.
O mundo possui muitas dimensões e nós possuímos faculdades para a recepção de muitas delas.
Nossa possibilidade de perceber o significado é significativa por si. O significado é objeto do senso
universal.
Autenticado pela matriz. Magnitude dentro da matriz. Valor proporcionado pela matriz.
Sensação, razão e intuição. Percepções dentro de diferentes matrizes.
Perceber não apenas o que está fora, mas também o que está dentro. Experimentação autêntica. O
fato sentido. A significação determinada pelo universo sentida em autenticidade.
Somos sensíveis uns aos outros. Nos impressionamos uns aos outros.
Percepção que nos permite o conhecer, ou o reconhecer.
Sentimos Deus, como também damos fé a todos os acontecimentos de nossas vidas. Percebemos o
valor. Percebemos a magnitude e o significado.
Significados que têm ressonância, promovendo novos significados e sinergias de significados, dando
margem à complexidade e o sentido evolutivo.
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Um espaço acústico permite a ressonância, permite a unidade sonora. A consciência é espaço
acústico para percebermos nossa unicidade, nossa inteireza.
Ser sensível ao sentido.
Nossa matriz permite que alberguemos o sentido, que compreendamos. Nos apercebemos, pois que
possuímos capacidade de ressonância. Nossa concha escuta o vento da existência.
A simetria entre matrizes nos permite adivinhar, nos permite pressentir.
As matrizes são sobrepostas e podemos pressagiar. O fio que tece nosso tecido advém do tecido da
existência.
Propriedades aquilatadas pelo espelho, que reflete dentro a beleza que existe fora.
Simetria entre acepções, transdução de significado entre matrizes por eixos de simetria.
Padrão ao redor de eixos. Movimento determinado.
Saber revelar por meio da arte. Traduzir o sentido por simetrias. Transportar o sentido entre
matrizes.
Um eixo de simetria é fundamental ao movimento, à determinação.
Nossa essência é o sentido; nosso espírito é sensível.
Todos nós somos suscetíveis.
Relatividade percebida.
Experimentamos ao mesmo tempo em que somos determinados. Determinamos ao mesmo tempo
em que experimentamos.
O espelho que nos conecta ao reflexo da existência nos permite crer. Permite-nos acreditar nos
sentido compartilhado. Permite-nos a sinergia.
Sentimento, sensibilidade, sentido...
Dilatamos nossas matrizes pela experiência, aumentamos nossas caixas de ressonância e assim
permitimos o vibrar de novos e densos conhecimentos. Aperfeiçoamos nosso julgar, nosso critério.
Eixos de sentido retiram do estado de latência os fragmentos permitindo a eles migrar para um
patamar ainda maior de significação. Tal sinergia entre eixos, entre fragmentos, pode ser indicada
por um agregar progressivo de simetria. A simetria é indicadora do sentido.
O acaso poderia ter nomeado o estado de latência, mas no momento em que surge uma direção
para o nexo, tal acaso, ou latência decresce. O acaso é uma percepção do que está potencial, ou a
ser determinado. Em essência não tem em si sentido.
Porém como o decréscimo do estado aparente de “acaso” é gradativo, ainda é erroneamente
responsabilizado pelo processo de aglutinação coerente. De fato tal aglutinação sinérgica decorre da
inclinação ao sentido subjacente. Ou seja, não é a latência que determina, mas sim o sentido.
O processo de evolução, ou seja, a complexidade sinérgica evolui do estado potencial de latência,
erroneamente tido como casual, para um estado progressivo de sentido. Nexo crescente a partir da
possibilidade.
Quando pensamos em determinação imaginamos limites, porém ao contrário os limites se dão pela
falta de sentido, que impede a manifestação das possibilidades.
Os eixos de simetria se associam em centro comum, e quanto maior o número de eixos de simetria
em sinergia, maior o sentido revelado. Quanto maior o sentido, maior a significação.
Eixos de simetria que se associam em sinergia; possibilidades maiores de movimento agregadas ao
centro.
A geometria complexa nada mais é do que uma árvore de simetrias. A simetria é indicadora do
sentido presente; sentido que se entrelaça e aglomera, avolumando-se não apenas, mas ganhando
magnitude através da sinergia entre todas as partes, permitindo o surgir de patamar superior de
sentido.
Pensamentos que se sinergizam permitindo o intuir de uma ideia mais profunda.
Os eixos de simetria podem se associar em centro comum dotando o elemento formado de
pluralidade de potenciais integrados.
Somos o sentido sensível.
Sensibilizar seria criar espaços acústicos para o vibrar de uma determinação, propiciando sentido ao
ser.
Existe um sentido para a vida?
O que nós sentimos?
Somos uma unidade; uma integralidade com duração e magnitude.
Sentimos o movimento da existência a percorrer os espaços que possuímos. Sentimos a
determinação. Sentimos o sentido da existência.
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Possuímos sensibilidade ao sentido existencial, pois por ele fomos determinados.
O sentido é motivador da existência. Matriz que justifica a existência.
Vivificar ou dar existência. Propiciar ressonância.
O som é próprio da vibração. O som do existir é percebido pelo ente que vibra.
A vibração é oscilação entre a possibilidade do vir a ser e o próprio vir a ser, gerando um eixo de
sentido; uma propriedade existente; uma existência própria.
Quem sustenta todas as matrizes de sentido é Deus.
Deus é a origem e a permanência de todos os vibrares. Nele tudo se justifica; tudo passa a fazer
sentido. Até o sentido mais elementar.
O som só existe pelas densidades que se permitem umas as outras. Deus dá a substância para que
a existência vibre.
O vetor simples é justificado pela matriz que lhe sustenta. A matriz que sustenta o vetor é ela própria
um vetor contido em matriz de maior dimensionalidade.
Todas as matrizes são justificadas por Deus. Deus abre o espaço pleno de possibilidades, onde
cada movimento é por si matriz de novos movimentos.
Um movimento corresponde a um vibrar, a um som; Simetrias complexas indicam o sentido que se
agrega a formar acordes. Um acorde próprio de existir.
A vontade é o apropriar consciente da onda que somos. Somos a onda que nasce da essência e se
invagina pela fimbria da possibilidade, espremendo-se a princípio, mas avolumando-se em seguida,
abrindo o próprio espaço de retorno à plenitude. Neste processo onde ressoamos em centro de
existir, tornamo-nos conscientes.
Conscientes do sentido que existe no universo. Sensíveis ao sentido que nos consubstancia.
Bloco 6 – Perguntas & Respostas
Este Bloco é produzido pelo Ir. Pedro Juk,
Loja Estrela de Morretes, 3159 - Morretes – PR
Não se esqueça de enviar sua pergunta ao Irmão Pedro Juk ( [email protected] )
identificada pelo nome completo, Loja, Oriente, Rito e Potência.
Questões ritualísticas sobre o REAA GOB
Em 17/03/2014 o Respeitável Irmão Alessandro Cardoso, Loja Estrela do Oriente 2ª, 1360 –
GOB-GO, Oriente de Goianésia, Estado de Goiás, apresenta as seguintes questões ritualísticas
através do Consultório Maçônico da Revista A Trolha:
[email protected]
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Sou assinante desta importante revista maçônica, venho lendo-a a alguns meses,
e, neste período, juntei algumas dúvidas que foram ocorrendo nas sessões em que participei.
Muitas vezes, os próprios Irmãos sanaram meus questionamentos, mas, por vezes, eles
permaneceram insolúveis, até mesmo para mestres antigos e estudiosos dos ritos.
Tomei a liberdade de compilar as dúvidas num só e-mail, e ficaria extremamente feliz e
honrado se meu texto aparecesse no nosso imperdível Consultório José Castellani. Vamos lá:
Atribuições dos Vigilantes
O Regulamento Geral da Federação (GOB) determina que o 1º Vigilante cuide dos obreiros de
sua coluna (em especial os Aprendizes, cujas instruções são de sua responsabilidade), idem
para o 2º Vigilante com relação à coluna do Sul. Até aqui estamos de acordo com o que
ocorre de fato nas sessões. Mas o Ritual do 1º Grau do GOB, atualmente em vigor, determina
que o 1º Vigilante cuide dos Companheiros e que o 2º Vigilante cuide dos Aprendizes. Ora,
um está claramente contradizendo o outro! O que é certo, afinal? O RGF se sobrepõe ao
Ritual do Grau? Então por que o ritual em vigor contém instruções que não são, de fato,
praticadas?
Forma correta de responder alguma pergunta durante os trabalhos
Durante a Ordem do Dia ou a Palavra a Bem da Ordem, por exemplo, o Venerável, ao fazer
uso da palavra para introduzir um tema qualquer, se vê com uma dúvida corriqueira e
requisita uma resposta de um obreiro qualquer. Este obreiro interrogado deve responder
sentado, informalmente, ou deve levantar, ficar à Ordem, responder o Venerável, desfazer o
sinal e sentar-se? (só lembrando, neste momento a Loja está aberta, obviamente. O ambiente
é formal e deve seguir à risca o ritual do grau em trabalho). OBS.: o usual aqui é a total
informalidade, o que, infelizmente, tem sido o caminho adotado em todas as oficinas, em
todos os graus, em todos os ritos. Uma pena...
Entrada de retardatários
Quando um obreiro chega atrasado, o Venerável autoriza seu ingresso usando, basicamente,
2 caminhos: apenas autoriza a entrada sem qualquer outra informação; ou autoriza sua
entrada “sem formalidades”. Pelo menos são estas duas medidas as que tenho mais visto
nas sessões das quais participo. Quando o Venerável autoriza a entrada sem formalidades,
isto está “livrando” o retardatário de dar os 3 passos e saudar formalmente as luzes? Ou o
termo “sem formalidades” apenas indica que o obreiro vai entrar sem passar pelo telhamento
(ou “trolhamento”)? Dependendo da interpretação de “sem formalidades”, é correto o obreiro
atrasado adentrar o templo (com os trabalhos a pleno vigor) e apenas escolher uma cadeira e
sentar-se? Não seria isto uma banalização do atraso e falta de compromisso com horários,
além de ser péssimo exemplo para os aprendizes?
Assuntos delicados na Ordem do Dia
Supondo que a Loja esteja passando por problemas sérios com um Irmão, e este não esteja
presente na sessão, e a Ordem do Dia esteja reservada para tratar justamente deste
imbróglio... Se a Loja está recebendo visitantes, o assunto deve prosseguir, citando nomes, e
expondo a(s) pessoa(s) envolvida(s) aos ouvidos de obreiros que não são do quadro? Em
cidades pequenas supõe-se que todos se conheçam no mundo profano... Não seria o caso de
preservar o Obreiro problemático? Há uma saída usual para este caso ou o assunto
simplesmente deve prosseguir? Ainda pegando gancho neste assunto: supondo que o
assunto tenha realmente sido debatido abertamente na Ordem do Dia. O correto é que tudo
conste em ata. Na sessão seguinte, na leitura do balaústre, este deve ser lido normalmente
caso o Obreiro problemático esteja presente? Ficaria a Loja dependendo apenas da expertise
e do bom senso do Secretário para tomar decisões rápidas enquanto lê a ata anterior? Ainda
mais uma derradeira pergunta: é prerrogativa legal de o Venerável solicitar ao Secretário que
não anote isto ou aquilo em ata, ou que omita fatos?
Aprovação da ata na Grande Loja
Sabemos que o ritual do 1º grau difere em vários pontos do mesmo ritual no GOB e na GL (se
ambas as potências adotam o REAA, isto é uma grande inconsistência provocada pela
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mundanice dos homens, convenhamos). Na Grande Loja, o Venerável orienta os Irmãos a
fazerem o sinal de costume quando concordam com a ata que acabou de ser lida. Os obreiros
que não vieram à sessão coberta pela ata deverão fazer o usual sinal de abstenção. Um
obreiro visitante deve fazer sinal de abstenção ou deve apenas permanecer sentado sem
emitir sinal qualquer? E se o visitante tiver de fato participado da sessão a que se refere à
ata? Deve fazer algum sinal?
6) Obreiros satisfeitos com a Sessão
Ainda na Grande Loja, ao final dos trabalhos, o Venerável requisita que os Irmãos que ficaram
satisfeitos com a Sessão façam o sinal de costume. Suponhamos que algum Irmão tenha se
sentido prejudicado em algum ponto, ou que não tenha realmente ficado satisfeito com a
sessão. Este obreiro deve fazer que tipo de sinal para demonstrar sua insatisfação? Fica a
cargo de quem observar tal ocorrência (Mestre de Cerimônias? Orador? Venerável?
Vigilante?). Ao observar a insatisfação, qual a medida dali em diante?
Vou ficando por aqui, embora tenha ainda um monte de outras dúvidas e erros verificados em
trabalhos por este Brasil a fora. Não quero encher-lhes com um texto longo e sem prazer de
leitura.
Aproveito para indagar-lhes, finalmente: tenho vários trabalhos e textos de minha autoria,
gostaria de saber se posso tornar-me colaborador desta prestigiosa revista.
Considerações
01 – Penso que não haja contradição:
Art. 119. Os Vigilantes têm a direção das Colunas da Loja, conforme determina o
respectivo Ritual.
Art. 120. Compete ao Primeiro Vigilante:
I – substituir o Venerável Mestre de acordo com o Estatuto ou o Ritual;
II – instruir os Maçons sob sua responsabilidade de acordo com o Ritual. (o grifo é
meu).
Art. 121. Compete ao Segundo Vigilante:
I– substituir o Primeiro Vigilante de acordo com o Estatuto ou o Ritual;
II - instruir os Maçons sob sua responsabilidade de acordo com o Ritual (o grifo é
meu).
O Ritual nesse sentido está corretíssimo e não vejo contradição já que historicamente o
Segundo Vigilante (do Sul) é o instrutor dos Aprendizes (no Norte) e o Primeiro Vigilante do
Ocidente (noroeste) é o instrutor dos Companheiros (no Sul, ou Meio Dia).
A questão não é a de dirigir uma Coluna, senão a de Instruir obedecendo à hierarquia.
02 – Essas tais informalidades são sempre um verdadeiro atentado à ritualística por conta da
preguiça. Obviamente que é formal, o Obreiro (salvo os Vigilantes) em Loja aberta ao fazerem
o uso da palavra se posicionam à Ordem. Existem alguns casos que no Oriente de acordo
com o Ritual o Orador e o Secretário falam sentados. O Venerável geralmente também fala
sentado. Os demais tanto no Oriente como no Ocidente indistintamente falam em pé, portanto
à Ordem.
03 - Primeiro é que se deveria extirpar essa praga de “chegar atrasado”. Porém, já que
insistentemente ela existe, toda a entrada em Loja aberta é formal. O Mestre de Cerimônias
conduz o retardatário que executa a Marcha do Grau, saúda as Luzes da Loja e se submete ao
interrogatório (telhamento – de onde vindes...). Cumprida essa formalidade o atrasado é
conduzido ao seu lugar em Loja pelo Mestre de Cerimônias. Essa mania de dispensar
formalidades é que tem estimulado os atrasados. No rigor da lei é necessário o cumprimento
dos nossos usos, costumes e tradições.
Ninguém entra na Loja sem a devida autorização após a formalidade de pedir ingresso pela
bateria maçônica universal que é a de Aprendiz. O Venerável só autoriza o ingresso no
momento propício e o retardatário deve aguardar para o seu ingresso formal.
Verificação da qualidade maçônica de alguém é o “telhamento”, nunca “trolhamento”. Este
último tem outro significado que nada tem a ver com a verificação.
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04 – Se o assunto é maçônico e os presentes sejam regulares não existe regra para “podar o
assunto” pela presença de visitantes. O Venerável pode usar do bom senso se quiser
preservar o tema restrito ao quadro da Loja. Assim ele pode marcar uma sessão
extraordinária para discussão da matéria em uma data que seja conhecida apenas dos Irmãos
do quadro, assim não estarão presentes visitantes.
Essa reunião referente ao Irmão problemático deve legalmente contar com a presença dele.
Nada de fazer as coisas às escondidas. Assim não existe o absurdo do Venerável solicitar ao
Secretário que omita o escrito e a leitura referente à ata redigida.
An passant – por menor que seja a Cidade, assuntos tratados em Loja estão amparados no
“sigilo maçônico” que é um Landmark da Ordem. O descumprimento desse costume é
passível de punição aos tagarelas.
05 – De fato meu Irmão, existem as discrepâncias e não devo por uma questão ética comentar
procedimentos entre as Obediências, senão por um Obreiro que solicita explicação e oriundo
da própria Potência.
A questão da votação na ata eu entendo que dela somente poderiam participar, isto é
primeiro ouvir a leitura, apenas aqueles que estiveram presentes na sessão a que ela se
refere – em nome do sigilo. Entretanto sabemos que isso não acontece e, em assim sendo e
como a boca se entorta de acordo com o hábito do cachimbo, pelo menos os que não
estiveram presentes dela não participam na sua aprovação ou mesmo discussão se da
mesma resultar. Assim no momento da aprovação os ausentes (do quadro), ou visitantes que
entraram em família, se posicionam à Ordem como sinal de abstenção no caso do REAA.
A questão de um visitante votar ou não depende do assunto, desde que esse seja obreiro da
Obediência. De modo legal obreiro de Obediências coirmãs não participam de votação nessa
oportunidade.
06 – Como dito é procedimento inserido no Ritual da Grande Loja. Quanto aos
acontecimentos oriundos da insatisfação teríamos que perguntar ao ritualista que inseriu
esse ato no Ritual. Já que ele está previsto, então ter-se-ia que apontar uma solução para o
caso.
À bem da verdade no REAA genuinamente essa passagem não deveria existir, já que a
mesma tradicionalmente não está prevista, senão em outro sistema de trabalho maçônico –
no inglês, por exemplo.
T.F.A.
PEDRO JUK –
[email protected] –
Mar/2014
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Bloco 7 – Destaques JB (Resenha Final)
programação - ordens do dia – EVENTOS – CONVITES –
Pratique a intervisitação –
05.07.14 20h30 Grande Loja do Estado de São Paulo
07.07.14 20h00
08.07.14 20h00
12.07.14 16h00
26.07.14
15.08.14
Loja Professor Mâncio da Costa
REAA – GOB/SC
Loja Pitágoras nr. 15 – REAA
(GLSC)
Loja Manoel Gomes, 24 – REAA –
(GLSC)
CMSB – 2014
XLVII Encontro do Dia do Maçom
Círculo Militar – Rua
Abílio Soares, 1589 –
Ibirapuera – SP
Avenida Beira-Mar
Norte próximo ao
Terminal de ônibus
Jantar Dançante em comemoração
aos 87 anos de Fundação da
GLESP. – Contato com a própria
G.Loja.
Sessão Ordinária de Aprendiz
Apresentação do Trabalho do Ir.'.
Ari (O que é Maçonaria)
Entrega da Comenda Mérito de
Frequência 2013 / 2014
Entrega do Plano de Trabalho 2014
/2015
Nomeação da Comissão Especial
para Datas Festivas
Após a Sessão Início do Torneio de
Dominó para os Iir.'. Interessados
Sessão em Grau de Companheiro
Maçom - Ordem do Dia:
1- Debate referente ao Complemento I e II
instrução de C:.M:.
2- Entrega da 4ª Instrução de C:.M:. e seu
Complemento único
Condomínio Monte
Verde Florianópolis
3- Entrega do tema para Peç:. Arq:.
referente a 4ª Instrução e seu Compl.
único para ser submetida à Comissão
de Cul:. e Lit:. até o dia 05/08/2014
e sua apresentação para o dia
12/08/2014
4- Assuntos Gerais
Condomínio Itacorubí
Sessão Magna de Iniciação
Belo Horizonte
Criciúma - SC
http://www.cmsb2014.com.br
diadomacom2014.com.br.
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Lojas Aniversariantes de Santa Catarina
Mês de Julho
(as letras em vermelho significam que a Loja completou
ou está completando aniversário)
GOB/SC -
http://www.gob-sc.org.br/gobsc
Data
02.07.2001
03.07.1978
08.07.2010
13.07.2001
17.07.2002
17.02.2002
17.07.1997
23.07.1875
26.07.2005
29.07.1996
Nome da Loja
Renovação - 3387
Flor da Acácia - 2025
Lealdade - 3058
Frat. Alcantarense - 3393
Colunas da Serra - 3461
Mestres da Fraternidade-3454
Compasso das Águas -3070
Luz e Caridade - 327
Frat. Acad. Ciência e Artes - 3685
Estrela Matutina - 2965
Oriente
Florianópolis
Itajaí
Florianópolis
Biguaçú
Joinville
Florianópolis
São Carlos
São Francisco Do Sul
Jaraguá Do Sul
Florianópolis
GLSC -
http://www.mrglsc.org.br
Data
01.07.1977
07.07.1999
07.07.2005
10.07.2007
12.07.1980
12.07.1980
20.07.1993
27.07.2012
28.07.2006
31.07.1975
31.07.2007
Nome da Loja
Alferes Tiradentes nr. 20
Solidariedade Içarense nr. 73
Templários da Nova Era nr. 91
Obreiros de Maravilha nr. 96
15 de Novembro nr. 25
Fraternidade Gasparense nr. 26
Fraternidade Criciumense nr. 55
Aliança, Verdade e Justiça nr. 106
Anhatomirim nr. 94
Obreiros de Hiram nr. 18
Acácia Palhocense nr. 97
Oriente
Florianópolis
Içara
Florianópolis
Maravlha
Imbituba
Gaspar
Criciúma
Florianópolis
Florianópolis
Xanxerê
Palhoça
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GOSC -
https://www.gosc.org.br
Data
04/07/1999
04/07/2002
11/07/2009
11/07/2009
12/07/2006
18/07/2003
21/07/1973
22/07/1981
24/07/2013
25/07/1995
26/07/1980
27/07/1981
27/07/2009
Nome da Loja
Giuseppe Garibaldi
Léo Martins
Universitária Luz de Moriah
Passos dos Fortes
Colunas da Concórdia
Ardósia do Vale
Silêncio de Elêusis
Acácia da Ilha
Triângulo Força e União
Gitahy Ribeiro Borges
União da Fronteira
Arquitetos do Oriente
Luz da Acácia
Oriente
Florianópolis
São José
Chapecó
Xaxim
Concórdia
Rio Do Sul
Chapecó
Florianópolis
Cocal Do Sul
Florianópolis
São Miguel Do Oeste
Xanxerê
Capivari De Baixo
Encontro dia do Maçom
agosto, nos dias 15, 16 e 17
em Criciúma – SC
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Loja Templários da Nova Era – 1ª Sessão
A Loja Templários da Nova Era (Florianópolis) fez na noite de quinta-feira a primeira sessão da atual
administração. No foco da “ordem do dia” destaque para a posse de todos os dignitários e oficias
para o período administrativo 2014/2015. As novas Luzes da Loja são Névio João Nuernberg
Venerável Mestre; Ismael Ramos Gomes, 1º Vigilante e Gildo Martins, 2º Vigilante.
Ir Névio VM
Ir Ismael 1º. Vigilante
Ir Gildo 2º. Vigilante
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Florianópolis (SC) – sábado, 5 de julho de 2014.
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Loja Giuseppe Garibaldi –
15 anos de excelentes serviços à Maçonaria!
A Loja Giuseppe Garibaldi nr. 76, de Florianópolis (GOSC), realizou na última quarta-feira (2)
Sessão Magna comemorativa aos seus 15 anos de existência, com a presença do GrãoMestre e Grão-Mestre Adjunto, Irmãos João Paulo Sventnickas e Sérgio Nerbass,
respectivamente, do Irmão Sidney Pacheco Soberano Comendador, além de diversas
autoridades e irmãos de diversas lojas e potências. A Sessão Magna foi presidida pelo Irmão
Willians Silva, Venerável Mestre, ressaltando-se ainda a homenagem feita aos ex-veneráveis
daquela Loja.
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Instalação e Posse da Administração 2014/2015
da Loja Verdadeiros Irmãos nr. 669 (S.Paulo)
(do Irmão E. Figueiredo) - No dia 30.06.2014 ocorreu em nosso Templo a cerimônia de
Instalação do Venerável Mestre eleito no último pleito, Irmão Marco César Belon Zorzetto,
bem como a posse dos membros da sua administração.
A reunião foi presidida pelo Venerável Presidente Instalador Airton Guimarães Justino, da
ARLS Pentalpha Paulista – 208, Venerável 1º Vigilante Instalador Marcelo, da ARLS XXVII
de Setembro e Venerável 2º Vigilante Instalador Álvaro Ernesto Soares Vilella Neto, da ARLS
Verdadeiros Irmãos – 669. Acompanharam os trabalhos o Delegado Regional da 6ª Região,
Irmão Hélio Santo André e quase 40 Irmãos entre membros da Loja e convidados.
Após o ato em si, o Venerável Mestre Instalador franqueou as manifestações para que todos
pudessem se expressar livremente sobre o evento, tendo usado da palavra vários Irmãos do
quadro além dos visitantes.
Ato contínuo, o Venerável Mestre empossado fez um belíssimo discurso tratando sobre os
novos desafios da
Loja, sempre
com base na
FÉ,
ESPERANÇA e
CARIDADE. Cumprimentou, em nome de todos os Obreiros da ARLS Verdadeiros Irmãos 669 o Venerável Mestre que deixa o cargo, Irmão Gilberto Viana, agora o novo Past Master da
Loja e, ao final, foi aplaudido com uma bateria incessante.
Em seguida foi feita saudação à Bandeira, pelo Irmão E. Figueiredo, seguindo-se o
encerramento de praxe da sessão.
No término da Sessão, foi oferecida uma rodada de pizza, de vários sabores, onde cada Irmão
visitante recebeu, como brinde, um CD com o hino da Loja acompanhado do certificado de
presença.
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Rádio Sintonia 33
Rádio Sintonia 33 & JB News
Rede Catarinense da Maçonaria Universal
acesse www.radiosintonia33.com.br
24 horas no ar com muita música maçônica
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1–
Uma notável aula de como se formou o que hoje chamamos de pré-sal e as implicações
com relação à exploração de petróleo nesse ambiente.
http://super.abril.com.br/cotidiano/tudo-voce-queria-saber-pre-sal-619488.shtml
2 – Muito bonito o voo das asas e o local maravilhoso
https://www.youtube.com/watch?v=1DIjHMABM7g
3 – TIRO DE PISTOLA virtual (ótimo contra stress - Aperte no ícone em cima do guardamato. São três tiros, em 30 seg, com pontuação de cada um, soma e nota final. Pode repetir
o quanto quiser. Se entender russo, melhor ainda...
http://deti.mil.by/templates/swf/Pistol/index.swf
4 – “comercial” de altíssima qualidade:
https://www.youtube-nocookie.com/embed/Dxy4n0UT82o?rel=0
5 – El Condor Pasa – Orquestra Paulistana de Viola Caipira:
https://www.youtube.com/watch?v=odGYcUaBkcA
6 – Lugares Fantásticos:
LUGARESFANTASTICOSPARASECONHECER.PPS
7 - Filme do dia: Águia de aço (dublado)
https://www.youtube.com/watch?v=aBBP0eW07lQ
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O Irmão Adilson Zotovici escreve aos sábados neste espaço.
Especialmente hoje, homenageia a primeira dama que sai e
a nova primeira dama da Loja.
GRATIDÃO À PRIMEIRA DAMA
Nada fácil cada função !
Mãe, esposa, guia do lar,
Além d’alguma profissão...
Pouco dá pra respirar !
Inda assim, deu-nos a mão !
Que escora sem par
Ao desempenho do irmão
Que bem soube nos liderar !
Quiçá nata vocação ?!
De ouvir, falar e amparar
De força e obstinação
Tal acácia...de invejar !
Tudo é motivo, é razão
À “primeira dama” externar
Nossa alegria e gratidão
De com o seu Ser nos honrar !
À NOVA PRIMEIRA DAMA
Não cremos em dificuldade
Realizares essa função
Teu afinco e capacidade
São bons motivos e a razão !
Labor de dedicação
Importante à maçonaria
Tendo o “ Venerável” tua mão
Como companheira e guia !
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E assim, para o dia a dia
A Loja , honrada, te chama !
Com as “acácias” em parceria
Parabéns...és “ Primeira Dama “!
Adilson Zotovici
ARLS Chequer Nassif-169
São Bernardo do Campo - GLESP
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Loja Templários da Nova Era – 1ª Sessão