Programa de Gestão do Património Imobiliário do Estado (PGPI) Ponto de Situação 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 1 Eixos de actuação do PGPI Sumário Executivo Inventariação: Universo estimado de imóveis: 9.500 Objectivo 2009 (30%): 2.850 Execução (40,3%): 3.829 Regime de utilização Universo de imóveis a intervir: 2.809 Objectivo 2009 (30%): 842 Execução (29,7%): 835 Regularização jurídica dos imóveis Universo de imóveis a intervir: 2.658 Objectivo 2009 (30%): 797 Execução (39,5%): 1.051 Programa de ocupação 9 Ministérios procederam à elaboração dos respectivos planos sectoriais Programa de Conservação e Reabilitação 9 Ministérios procederam à elaboração dos respectivos planos sectoriais 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 2 Inventariação - Objectivos 2010 2009 Forças de Segurança Estabelecimentos de Saúde Escolas Ensino Secundário e Ensino Superior Órgãos de Soberania Instalações Diplomáticas/ Consulares fora de Portugal Imóveis Militares Estabelecimentos prisionais 2010 - 2012 Imóveis do Domínio Público do Estado Identificação Situação jurídico-registral Classificação Natureza Localização Estado Conservação Entidade ocupante Caracterização do pessoal Propriedade/situação do imóvel Tipo de valor Tipologia e áreas Exclusões 10% 30% 30% 30% 31-08-2009 2012 2011 Imóveis da Segurança Social Imóveis do Instituto de Reabilitação Urbana 2010 2009 Designadamente os destinados à promoção de habitações e equipamentos de interesse social e à regularização de dívidas Direcção Geral do Tesouro e Finanças 3 Inventariação - Execução Objectivos/acções Grau de Execução Disponibilização de sistema electrónico para reporte desmaterializado da informação V Âmbito de Cobertura: 2009: 30% 40% Imóveis afectos a Órgãos de Soberania 14% Instalações diplomáticas ou consulares situadas fora de território nacional 0% Imóveis militares afectos à Defesa Nacional 0% Estabelecimentos prisionais 0% Ministérios Encargos Gerais do Estado Presidência do Conselho de Ministros Administração Interna Negócios Estrangeiros Finanças e Administração Pública Defesa Nacional Justiça Ambiente, Ord. Território e Des. Regional Economia e Inovação Agricultura, Des. Rural e Pescas Obras Públicas, Transp. E Comunicações Trabalho e Seg. Social Saúde Educação Ciência, Tecn. E Ensino Superior Cultura Total 31-08-2009 Imóveis Registados % do Universo 100 17% 55 126 33% 100% 143 381 147 30% 53% 7% 100 133 1185 15% 51% 12% Entidades 1 22 29 2 20 1 1 27 22 19 17 16 37 18 50 40 322 % do Universo 7% 73% 88% 18% 91% 5% 0% 96% 65% 100% 85% 89% 74% 42% 28% 90% 38% Direcção Geral do Tesouro e Finanças A Taxa média de adesão ao SIIE, ronda os 38%, sendo de destacar : O MADRP, em que todos os organismos já aderiram à plataforma, num total de 19; O MAI, o MOPTC, o MFAP, o MTSS, o MC e o MAOTDR com taxas de adesão superiores a 80% O MJ e o MDN, com taxas de adesão próximas de zero, e ainda sem qualquer imóvel registado 4 Regime de Utilização - Objectivos Introdução do princípio da onerosidade do uso, que se traduz na sujeição a contrapartida pelo espaço ocupado pelos serviços e organismos públicos. Obtenção de rácios de ocupação mais eficientes (de acordo com as conclusões do RIAP: 21% do pessoal em 11% da área, nos imóveis arrendados, contra, 53% do pessoal em 61% da área, nos imóveis próprios) Definição do Valor da Renda a ter em conta na preparação do OE/2010 Libertação de Imóveis/ maior mobilidade dos serviços e organismos Âmbito numa primeira fase: prédios urbanos não afectos à prossecução de funções de natureza especial ou diferenciada; Devendo a sua implementação ser gradual, de modo a torná-la compatível com as exigências do processo de consolidação orçamental 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 5 Regime de Utilização - Execução Objectivos/acções Grau de Execução Aplicação princípio da onerosidade (imóveis com avaliação) Ministérios Edificações com registos completos 30% % Imóveis Avaliados Imóveis Avaliados Presidência do Conselho de Ministros 23% 23 Administração Interna 76% 19 30% 62 4% 4 Agricultura, Des. Rural e Pescas 5% 33 Obras Públicas, Transp. E Comunicações 9% 6 Trabalho e Seg. Social 52% 240 Saúde 29% 219 Educação 31% 10 Ciência, Tecn. E Ensino Superior Cultura Total 63% 219 30% 835 Negócios Estrangeiros Finanças e Administração Pública Defesa Nacional 72% Propriedade Estado 28% Propriedade Terceiros Justiça Ambiente, Ord. Território e Des. Regional Economia e Inovação Destes 52% são Arrendados 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 6 Regularização Jurídica -Objectivos O MFAP procederá ao acompanhamento e controlo do processo de regularização matricial e registral dos imóveis do Estado, a implementar em todos os ministérios através dos instrumentos jurídicos adequados 10% 30% 30% 30% 31-08-2009 Importa proceder com urgência, à regularização, não apenas por razões de certeza e segurança jurídicas, mas também por imperativas exigências de boa gestão patrimonial 2012 2011 2010 2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 7 Regularização Jurídica - Execução Ministérios Situação Regularizada (%) Situação Regularizada Presidência do Conselho de Ministros 58% 71 Administração Interna 48% 14 50% 8 70% 69 32% 228 Negócios Estrangeiros Finanças e Administração Pública Defesa Nacional Justiça Ambiente, Ord. Território e Des. Regional Economia e Inovação Agricultura, Des. Rural e Pescas Obras Públicas, Transp. E Comunicações 0% 0 Trabalho e Seg. Social 34% 159 Saúde 40% 300 Educação 50% 16 Ciência, Tecn. E Ensino Superior 49% 186 40% 1051 Cultura Total Objectivo 2009 : 30% O MFAP procederá ao acompanhamento e controlo do processo de regularização matricial e registral dos imóveis do Estado, a implementar em todos os ministérios através dos instrumentos jurídicos adequados 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 8 Programa de Ocupação -Objectivos Serão elaborados planos de ocupação em todos os Ministérios, tendo por objectivo, identificar: Excesso de capacidade existente ou previsto (imóveis e área a libertar); Necessidade de área a ocupar; Rácios de ocupação a alcançar. Os Planos deverão ser remetidos ao MFAP até 31 de Março e revistos até 30 de Junho, tendo em vista a preparação do programa global de ocupação à luz de padrões de referência adequados; Serão integrados nos relatórios do OE a partir de 2010. Cabe ao MFAP manter actualizada a programação anual dos espaços a adquirir/libertar, em termos globais e por referência a cada ministério, procedendo à divulgação pública de informação sobre a evolução dos indicadores de ocupação 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 9 Programa de Ocupação - Execução Ministérios Presidência do Conselho de Ministros Administração Interna Negócios Estrangeiros Finanças e Administração Pública Defesa Nacional Justiça Ambiente, Ord. Território e Des. Regional Economia e Inovação Agricultura, Des. Rural e Pescas Obras Públicas, Transp. E Comunicações Trabalho e Seg. Social Saúde Educação Ciência, Tecn. E Ensino Superior Cultura Total Planos de Ocupação Sim X X Não X X X X X X X X X X X X 9 Ministérios X 7 Presidência do Conselho de Ministros Administração Interna Negócios Estrangeiros Finanças e Administração Pública Defesa Nacional Justiça Ambiente, Ord. Território e Des. Regional Economia e Inovação Agricultura, Des. Rural e Pescas Obras Públicas, Transp. E Comunicações Trabalho e Seg. Social Saúde Educação Ciência, Tecn. E Ensino Superior Cultura Total Necessidades Líquidas Planeamento da Ocupação (m2) A libertar A ocupar 225 14.878 0 0 7.425 1.394 1.154 974 5.946 18.802 17.653 1.603 911 132 48.435 4.592 0 15.891 53.719 86.296 32.577 m2 Principais conclusões: • Taxa de ocupação do edificado: 93% • Índice de ocupação: 20 m2 de AU por pessoa, nas instalações arrendadas vs 26 m2 nas instalações próprias e nas cedências gratuitas (inclui espaços de uso colectivo). • Valor médio da renda mensal: 5,10€/m2 (6,79 €/m2 nos distritos Lisboa e Porto). 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 10 Conservação e Reabilitação - Objectivos Serão elaborados planos de conservação reabilitação, contendo a seguinte informação: Imóveis e área objecto de operações de intervenção; Âmbito e conteúdo das operações; Custo estimado. O Ministério da Cultura promoveu a criação e manutenção de um fundo relativo aos imóveis classificados da propriedade do Estado, com vista à sua conservação, reabilitação, sustentabilidade económica e social Fundo de Conservação e Reabilitação e Os Planos deverão ser remetidos ao MFAP até 31 de Março e revistos até 30 de Junho, tendo em vista a preparação do programa global de conservação e reabilitação; Serão integrados nos relatórios do OE a partir de 2010. Cabe ao MFAP manter actualizada a programação anual dos espaços objecto de intervenção, em termos globais e por referência a cada ministério, procedendo à divulgação pública da respectiva informação 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 11 Conservação e Reabilitação - Execução Ministérios • Imóveis propriedade do Estado em “Bom Estado” de Conservação: 11% Planeamento de Intervenções % Universo Imóveis Presidência do Conselho de Ministros 58 56% 16 17% 51 38% Administração Interna • Imóveis em “Mau Estado”: 4% Negócios Estrangeiros Finanças e Administração Pública Defesa Nacional Justiça Ambiente, Ord. Território e Des. Regional Economia e Inovação Agricultura, Des. Rural e Pescas Obras Públicas, Transp. E Comunicações Principais conclusões: 63 70% Trabalho e Seg. Social 374 63% Saúde 175 66% Educação Ciência, Tecn. E Ensino Superior Cultura Total 21 304 57% 50% 1.005 51% •Valor global proposto: 500M€ • 99% das intervenções programadas são de conservação corrente • 11 Candidaturas propostas ao FRCP, totalizando um investimento de 12M€. 31-08-2009 Direcção Geral do Tesouro e Finanças 12 Gestão do Domínio Público Futuro Passado Legislação dispersa, pouco clara e sem sistematização, fonte até, de alguma fragmentação e incerteza – a qual não se compadece com a relevância que o tema assume 31-08-2009 Reformulação, actualização e harmonização do regime do domínio público, quer na vertente da titularidade dos respectivos direitos de utilização e exploração, quer na vertente do seu conteúdo e dos bens sobre os quais incide, adequando-o às novas exigências económico-sociais e da própria Administração Pública. <Proposta de Lei 256/X> Direcção Geral do Tesouro e Finanças 13 Acompanhamento/Controlo - Objectivos Coordena e acompanha a execução do PGPI; Identifica desvio e incumprimentos; Conselho Coordenador de Gestão Patrimonial MFAP/DGTF Portaria nº 34-A/2009 de 15 Janeiro Divulga anualmente até Final de Fevereiro um Relatório Anual, incluindo a análise do grau de cumprimento do PGPI 31-08-2009 Faz recomendações às Unidades de Gestão Patrimonial e ao MF; Monitoriza o cumprimento dos diversos eixos do Programa de Gestão Património Imobiliário UGP UGP UGP UGP Min. x Min. Y Min. Z Min. … Direcção Geral do Tesouro e Finanças 14