Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS
FGV
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Política Cambial
Exportações Brasileiras
Alexsandra O.Bertolla
[email protected]
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
TÓPICOS
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• Agentes e Intervenientes do Mercado
de Câmbio
• Mercado Brasileiro de Câmbio
• Lei 11.371/06
• Alternativas para recebimento da
receita de exportação
• Contratos de Cambio
• Contas Internacionais
• Impactos Fiscais
• Simulações Práticas
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Agentes e Intervenientes
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• Banco Central do Brasil
• “Banco dos Bancos”: Criado pela Lei 4595 em
31/12/64
• Por delegação do Conselho Monetário Nacional
instrui, supervisiona, fiscaliza e controla o sistema
financeiro brasileiro.
• É dele que parte as orientações sobre o mercado
cambial doméstico
• Bancos autorizados
• Bancos credenciados a operar no mercado de
câmbio
• Agências de turismo, hotéis e demais operadoras
são autorizados a atuarem no mercado de câmbio
para atender ao turismo
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Agentes e Intervenientes
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• Pessoas físicas e jurídicas
• Pessoas e Empresas que buscam os mercados para
comprar ou vender moeda estrangeira
• Cumprida a legislação cambial, elas podem realizar
transações cambiais para o fim específico que
atenda sua operação
• Podem manter contas internacionais, alguns
segmentos podem manter contas em moeda
estrangeira no país
• Corretores de Câmbio
• No passado, nas praças que mantinham Bolsas de
Valores, era obrigatória presença do corretor de câmbio
nas operações de valor superior a US$100.000,00
• Atualmente atua como prestador de serviço do
comprador ou vendedor junto ao banco interveniente
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Mercado Brasileiro de Câmbio
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•
Últimos 30 anos: 3 fases distintas
• Década de 80 { controle cambial rígido }
• Mercado de Câmbio de Taxas Administradas
• Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes
• Década de 90 { flexibilização gradativa }
• Mercado de Taxas Livres
• Regimes de Flutuação de Câmbio
• A partir de 2005 { Tudo é possível, desde
que legal }
•
•
Substituição CNC – Consolidação das Normas
Cambiais pelo RMCCI – Regulamento do Mercado de
Câmbio e Capitais Internacionais
Mudança do papel do Banco Central
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
1a fase: Década de 80
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•
•
•
•
•
•
•
Controle Cambial Rígido
Restrições Cambiais
Monopólio de Câmbio
Limites e Proibições
Encargos Financeiros Op´s Turismo
Exigências Burocráticas
Necessidade de autorização prévia do Bacen
para a maioria das operaçoes
• Mercado Paralelo { elevado ágio }
• Documentos e Controles manuais
• Motivação para Práticas de Ilícitos Cambiais e
Fraudes
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Alexsandra O.Bertolla
Mercados Década de 80
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• Mercado de Câmbio de Taxas Administradas
•
•
•
•
Inteiramente regulado pelo Bacen
Taxas de Câmbio fixadas pelo Bacen
Politica de Minidesvalorização
Repasse e Cobertura com o Bacen
• Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes
•
•
•
•
Inicialmente chamado de “Dólar Turismo”
Viagens Intl´s, Transf Unilaterais, Serviços
Preços e condições livremente pactuados
Taxa flutuava conforme oferta e procura, sem
intervenção direta do Bacen
• Regras mais flexíveis, com limites quantitativos
• Primeiro passo rumo a maior liberdade cambial
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
2a fase: Década de 90
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•Flexibilização Gradativa das Regras Cambiais
•Regime de bandas cambiais até 1999
•Unificação das Posições de Câmbio
•Mercado Taxas Administradas substituído pelo
Taxas Livres, que trouxe:
•
•
•
•
•
Taxas de Câmbio livremente pactuadas entre as partes
Eliminação de Repasses e Coberturas, Fim do Limite
Posição Comprada e Maior Limite para Vendida
Contratação das principais operações: exportações,
importações, investimentos direto, investimento em
bolsa, empréstimos e principais itens de serviços
Implantação Siscomex, Sisbacen
Primeiros documentos eletrônicos
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Fase atual: a partir de 2005
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• Resolução CMN 3265: unificação dos Mercados de
Câmbio
• Fim da CNC e vigência da RMCCI
• Mudança da filosofia
•
•
Antes
• Somente podiam ser feitas operações regularmente
citadas e permitidas pela CNC
• Documentação estabelecida e detalhada pelo Bacen
Após
• Todas as operações passaram a ser permitidas,
exceto aquelas com legislação específica ( aplicações
no exterior, fundos, mercado de capitais e
derivativos)
•
Bacen deixa de estipular documentos
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
TUDO É POSSÍVEL, DESDE QUE LEGAL
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• Simplificação de rotinas e
procedimentos
• Eliminação de obrigatoriedade de
apresentação de documentos físicos
• Redução de custos administrativos
• Novas regras para exportações
• Fim da obrigatoriedade de vinculação entre
embarques e contratos de
câmbio(reconciliação Siscomex/Sisbacen)
• Possibilidade do exportador deixar suas
divisas no exterior
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Alexsandra O.Bertolla
Exportação Brasileira
Conta-Corrente Internacional
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Relembrando a Lei 11.371 : mudanças no Comércio
Exterior e Câmbio
Impactos do IOF sobre Câmbio e a Conta Offshore
Simulações / Cases : Oportunidades de Economia Fiscal
Derex - Receita Federal
Como operacionalizar a solução da conta internacional
International Cash Management
Perguntas e Respostas
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12
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Relembrando a Lei 11.371
e
Impactos com IOF
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13
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Nova Legislação Cambial
Medida Provisória 315 (Transferência para CMN)
Resolução CMN 3.389, regulamentada pela Circular BCB
3.325
Resolução CMN 3.417, regulamentada pela Circular BCB
3.330
Portaria Conjunta SRF/BCB 1.064
IN 687/06 – SRF
Lei 11.371/06
IN 726/07 – SRF – DEREX
Decreto nº 6.339 de 03/01/08
Decreto 6.391 de 12/03/08
Resolução 3.548 de 12/03/08
OBS:...............................................
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14
Recebimento dos recursos de exportação
de mercadorias ou serviços
Alexsandra O.Bertolla
Legislação
Anterior
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
• O
recebimento
dos
recursos
ocorria,
obrigatoriamente, em conta de banco autorizado a
operar no mercado de câmbio.
• É possível o recebimento dos recursos
a) em conta de bancos brasileiros no exterior ou
b) em conta no exterior de titularidade do
próprio exportador.
Nova
Legislação
• Não há tratamento diferenciado por setor ou
atividade econômica dos exportadores na
regulamentação
• A manutenção dos recursos no exterior (item b) não
se aplica aos valores de exportação com curso no
Convênio de Pagamento e Créditos Recíprocos (CCR),
financiados pelo BNDES ou pelo Tesouro Nacional.
O Que Muda
no Dia-a-dia
• Possibilita recebimento e manutenção dos recursos
de exportação em conta própria do exportador no
exterior
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15
Utilização dos recursos de exportação
de mercadorias ou serviços
Alexsandra O.Bertolla
Legislação
Anterior
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
• 100% dos recursos deveriam ingressar no Brasil
através de fechamento de câmbio.
• Para operações com despacho averbado ou
serviço prestado entre 09/01/2006 a
28/02/2007:
Nova
Legislação
 Até 30% destes recursos podem ser mantidos
no exterior sem necessidade de fechamento de
câmbio, consequentemente com isenção de IOF.
 Para a parcela de 70%, deverá ocorrer
fechamento de câmbio para conversão em reais
ou constituição de disponibilidade no exterior,
dentro do prazo de 360 dias do embarque ou da
prestação de serviços.
O Que Muda
No Dia-a-dia
• Flexibilidade operacional e eficiência na gestão
de caixa
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16
Nova redação - Utilização dos recursos de exportação
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Resolução 3.548
Nova
Legislação
• Para operações com despacho averbado ou
serviço prestado a partir de 01/03/2008:
• Os exportadores brasileiros de mercadorias e
serviços podem manter no exterior a
integralidade dos recursos relativos ao
recebimento de suas exportações.
OBS:...............................................
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17
Utilização dos recursos de exportação
de mercadorias ou serviços
Alexsandra O.Bertolla
Legislação
Anterior
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
• Para pagamento de obrigações do exportador no
exterior, era obrigatório fechamento de câmbio de
saída: câmbio de importação ou financeiro.
• Os recursos de exportação mantidos no exterior
podem ser utilizados para:
Nova
Legislação
a) Honrar as obrigações no exterior do próprio
exportador;
b) Realizar investimentos e aplicação financeira;
• Estão vedados:
O Que Muda
No Dia-a-dia
a) A realização de empréstimo ou mútuo de
qualquer natureza, utilizando os recursos da
exportação brasileira;
b) Pagamento de obrigações de terceiros, ainda
que do mesmo grupo
OBS:...............................................
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• Eficiência financeira e fiscal
18
Impactos do IOF
Alexsandra O.Bertolla
Alíquota
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Antes
Decreto 6.339
Decreto 6.391
Isento
Isento
Isento
Importações de
serviços
0%
0,38%
0,38%
ACC/ACE
0%
0,38% na
concessão do
adiantamento
(entrega da
moeda nacional)
e mais
0,38% na liquidação
do contrato de
câmbio.
0%.
Exportação Pronta
0%
0,38%
0%
Trava de Exportação
0%
0% no fechamento
de câmbio e no
prêmio e o 0,38%
na liquidação do
câmbio
0%
Financeiro Compra e
Venda
0%
0,38%
0,38%
Importações de
bens/mercadorias
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19
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Base legal - isenção da
Importação
Decreto-Lei 2.434 de 19/05/88 – Dispõe sobre a
isenção ou redução de impostos na importação de
bens.
“Art.6º : Ficam isentas do IOF as operações de
câmbio realizadas para o pagamento de bens
importados, ao amparo de Guia de Importação ou
documento assemelhado, emitida a partir de 01 de
Julho de 1968.”
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20
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Simulações
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21
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Simulação 1:
Empresa Exportadora com despesas no exterior
Exportação:
USD 350 Milhões / ano
Despesas no exterior:
USD 300 milhões / ano
SEM Conta Offshore / International Cash
Nesse caso, a empresa fecharia câmbio para ingressar os recursos da
exportação e para pagar as despesas no exterior.
IOF Importação de Serviços ou Despesas Financeiras (0,38% * USD
300MM): USD 1.140m
Total dos custos fiscais : USD 1.140.000
COM Conta Offshore / International Cash
Nesse caso, a empresa manteria no exterior os recursos da exportação e
utilizaria esse montante para pagamento de suas despesas em moeda
estrangeira.
IOF Importação de Serviços ou Despesas Financeiras: zero
OBS:...............................................
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Economia Fiscal: USD 1.140.000
22
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Derex
Declaração sobre a Utilização dos Recursos em
Moeda Estrangeira Decorrentes do Recebimento
de Exportações
OBS:...............................................
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
IN 726 - DEREX
Através da Instrução Normativa 726, a Receita Federal criou o instrumento
DEREX (Declaração sobre a Utilização dos Recursos em Moeda Estrangeira
Decorrentes do Recebimento de Exportações) e divulgou os prazos, dados,
multas e demais regras para entrega da mesma:
Quem deve entregar a DEREX: toda e qualquer empresa que mantiver
recursos de exportação em conta de própria titularidade no exterior;
Prazo máximo de entrega: até o último dia útil do mês de Junho em
relação à origem e a utilização dos recursos movimentados no exterior no
ano-calendário imediatamente anterior;
Dados: detalhes sobre os recebimentos e pagamentos efetuados na contacorrente no exterior, aplicações, investimentos, operações de compra e
venda simultâneas, rendimentos auferidos das aplicações e investimentos;
Formato do relatório: segregados mês a mês, por país, por moeda e por
instituição Financeira;
Multa: a manutenção ou utilização de recursos no exterior em desacordo
acarretará a aplicação de multa de 10%. A não apresentação da Derex,
apresentação com incorreções ou omissões, sofrerá multa de 0,5% ao mêscalendário ou fração, em ambos os casos incidente sobre o valor
correspondente aos recursos mantidos ou utilizados no exterior e não
informados à SRF.
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
OBS:...............................................
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Derex –Origens dos Recursos
Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Estas informações devem ser inseridas na Ficha Demonstrativo, que
apresenta colunas correspondentes aos meses de Janeiro a Dezembro do
Ano-calendário de referência.
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Saldo Inicial: Informar o saldo inicial, eventualmente disponível em
31.12.2006.
Disponibilidades - L 11.371/2006: Informar o total do mês das
disponibilidades constituídas, correspondentes aos valores mantidos
no exterior no limite estabelecido pelo CMN, conforme art. 1º da Lei
nº 11.371/2006.
Disponibilidades - câmbio simultâneo: Informar o total do mês das
disponibilidades constituídas, correspondentes aos valores objeto das
operações de câmbio simultâneo, na forma estabelecida pelo art. 2º
da Lei nº 11.371/2006.
Rendimentos recebidos no exterior: Informar o total do mês dos
rendimentos recebidos, decorrentes da aplicação dos recursos
mantidos no exterior, nos termos da Lei nº 11.371/2006.
Transferências de outras Instituições Financeiras: Informar o total do
mês dos recursos transferidos para esta Instituição Financeirta,
oriundo de outra Instituição Financeira.
Outras Origens: Informar o total do mês dos recursos transferidos
para esta Instituição Financeira, não considerados nos itens
anteriores.
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Alexsandra O.Bertolla
Coord. Acadêmica: Prof. Miguel
Derex – Aplicações dos Recursos
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Aplicações Financeiras: Informar o total do mês dos recursos destinados a
aplicações financeiras.
Investimentos: Informar o total do mês dos recursos destinados a
investimentos.
Empréstimos: Informar o total do mês dos recursos destinados a operações
de empréstimo de qualquer natureza.
Aquisição de Bens: Informar o total do mês dos recursos utilizados na
aquisição de bens.
Aquisição de Serviços: Informar o total do mês dos recursos utilizados na
aquisição de serviços, inclusive juros.
Remuneração de Direitos: Informar o total do mês dos recursos utilizados
para remuneração de direitos (royalties, licença de uso de patentes, de
marcas, etc.)
Transferências para outras Instituições Financeiras: Informar o total do
mês dos recursos transferidos para outra Instituição Financeira, oriundos
desta Instituição Financeira.
Internação de Disponibilidades: Informar o total do mês dos recursos
internados no País, mediante operação de câmbio regular.
Outras Aplicações: Informar o total do mês dos recursos destinados a
outras aplicações, não considerados nos itens anteriores.
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27
Download

Exportação Brasileira