Novos Enfoques • Qualidade Total: – “Agir de forma planejada e sistêmica para implantar e implementar um ambiente no qual o aprimoramento seja contínuo e em que todas as relações fornecedores/clientes da organização, sejam elas internas ou externas, exista satisfação mútua.” (ISO 9000) • Reengenharia: – “A Reengenharia é o repensar fundamental e a reestruturação radical dos processos empresariais que visam alcançar drásticas melhorias em indicadores críticos e contemporâneos de desempenho, tais como custos, qualidade, atendimento e velocidade. Esta definição encerra quatro palavras-chaves: fundamental, radical, drástica e processos.” (Hammer e Champy, 1994) Novos Enfoques • Readministração: – Forma de gerir as organizações contemporâneas, de tal sorte que consigamos organizações – Eficientes • produtivas – Eficazes: • que atinjam os resultados – Efetivas: • responsabilidade pública • ética em seu desempenho – Relevantes: • indivíduos satisfeitos e recompensados com e pelo que fazem (Caravantes e Bjur, 1995) Administração Japonesa – Ênfase na Competitividade SHEWHART DEMING SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO FORD TAYLOR E OUTROS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA CULTURA JAPONESA ORIENTADA PARA O TRABALHO DE GRUPO E A ECONOMIA DE RECURSOS MODELO JAPONÊS DE ADMINISTRAÇÃO Organização da Produção: Modelo de Gestão Japonês 1. Emprego vitalício 2. Sindicalismo corporativo 3. Recrutamento e Promoção 4. CCQ: pequeno grupo que, voluntariamente, executa atividades para melhorar a qualidade e aumentar a produtividade da empresa. 5. Carreira: integração, treinamento e job rotation. 6. Kaizen 7. Just-in-time (JIT) e kanban pré-requisitos para implantação: tecnologia de grupo, lay-out celular e mão de obra polivalente. 8. Conceito “5S” - housekeeping Seiri - senso de utilização Seiton - senso de ordenação Seiso - limpeza Seiketsu - saúde (higiêne) Shistsuke- disciplina PRÁTICA GERENCIAL DESCRIÇÃO 1. Círculos de Controle de Qualidade (CCQs) Equipes espontâneas auto-gerenciadas, visando buscar soluções para problemas da área de trabalho. 2. Controle de Qualidade Total Assegurar a qualidade do processo 3. Método “Rengi” de decisão Busca do consenso da equipe, com o comportamento individual. 4. “Just-in-Time” Gestão de estoques, visando “puxar” a produção. 5. Kanban Programação e controle de produção pela própria equipe, através de cartões ou papéis coloridos. 6. Kaizen Filosofia para melhoria contínua 7. Manufatura Flexível Fabricação de produtos “customizados”, visando atender nichos específicos de mercado. 8. Keiretzu Integração entre pequenas e grandes indústrias, visando a especialização flexível Administração Japonesa • O sistema Toyota de Produção – Eliminação de desperdício (produção enxuta) ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS RACIONALIZAÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO JUST IN TIME PRODUÇÃO FLEXÍVEL Fabricação com Qualidade FABRICAÇÃO COM QUALIDADE FAZER CERTO DA PRIMEIRA VEZ CORRIGIR CAUSAS FUNDAMENTAIS DOS ERROS UTILIZAR CÍRCULOS DA QUALIDADE “Pode-se começar varrendo” Kaoru Ishikawa UMA GRANDE FAXINA, NO SENTIDO FÍSICO E MENTAL CARACTERÍSTICAS DO 5S SIMPLES fácil, prático, todos conhecem PROFUNDO ambiente físico, lógico e social NATURAL aprender praticando RESULTADO: QUALIDADE DE VIDA SIGNIFICADOS DO 5S JAPÃO SEIRI SEITON SEISOU SEIKETSU SHITSUKE BRASIL Senso Senso Senso Senso Senso de de de de de Utilização Ordenação Limpeza Saúde Autodisciplina DEFINIÇÃO DE SENSO “Faculdade de apreciar, de julgar, entendimento; Faculdade de sentir; sentido” Fonte: Novo Dicionário Aurélio O MAIOR DOS DESAFIOS É DESENVOLVER NAS PESSOAS OS CINCO SENSOS. SEIRI – SENSO DE UTILIZAÇÃO Sentido Adotado Evitar excessos e qualquer natureza desperdícios de Utilizar os recursos de acordo com a necessidade, especificação e adequação Manter, no local de trabalho, somente objetos e dados necessários SEIRI – SENSO DE UTILIZAÇÃO Como fazer Classificar todos os objetos e recursos Necessários para o meu trabalho Aplicar o Senso de Ordenação Desnecessários para o meu trabalho Colocar à disposição SEIRI – SENSO DE UTILIZAÇÃO Benefícios Liberação de espaços Reaproveitamento e / ou aproveitamento de recursos melhor Combate ao excesso de burocracia Diminuição de custos SEITON – SENSO DE ORDENAÇÃO Sentido adotado Ter um sistema para guardar e localizar rapidamente aquilo que se utiliza Ter um layout funcional e prático Utilizar comunicação visual SEITON – SENSO DE ORDENAÇÃO Como fazer Estabelecer o local onde vão ficar os recursos Identificar, de forma clara, esses locais e recursos SEITON – SENSO DE ORDENAÇÃO Como fazer Usado Constantemente Usado Ocasionalmente Usado Raramente Ao alcance das mãos Próximo ao local de Trabalho Fora do Local de Trabalho SEITON – SENSO DE ORDENAÇÃO Benefícios Economia de tempo Diminuição do cansaço físico Melhoria do materiais fluxo de pessoas e Maior facilidade para encontrar objetos e informações SEISOU – SENSO DE LIMPEZA O que é sujeira ? SEISOU – SENSO DE LIMPEZA Sentido adotado Eliminar todo e qualquer traço de sujeira, agindo na causa fundamental SEISOU – SENSO DE LIMPEZA Como fazer Educar para não sujar Limpar o que está sujo Inspecionar enquanto limpa Descobrir e eliminar as fontes de sujeira Distribuir amplamente recipientes de coleta de lixo SEISOU – SENSO DE LIMPEZA Benefícios Bem-estar pessoal Conservação de equipamentos Prevenção de acidentes Sentimento de excelência transmitido aos clientes O QUE É SAÚDE ? “Do latim Salute, Salvação, Conservação da Vida” Fonte: Novo Dicionário Aurélio Definição da OMS: “Saúde é um estado de completo bem estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade” SEIKETSU – SENSO DE SAÚDE Sentido adotado Manter condições de trabalho, físicas e mentais, favoráveis à saúde SEIKETSU – SENSO DE SAÚDE Como alcançar Praticar os sensos Identificar e eliminar fontes de risco e de insalubridade Cuidar do corpo e da mente Estimular um clima de confiança, amizade e solidariedade Embelezar o local de trabalho Manter excelentes condições de higiene nas áreas comuns SEIKETSU – SENSO DE SAÚDE Benefícios Local de trabalho agradável Redução de acidentes e doenças Empregados saudáveis e bem dispostos SHITSUKE – SENSO DE AUTODISCIPLINA Sentido adotado Estar comprometido com: Padrões éticos Padrões técnicos Buscar melhorias, sempre! COMO ESTIMULAR O SENSO DE AUTODISCIPLINA Compartilhar visão, missão, etc... Reconhecer o esforço e incentivar a criatividade Melhorar as comunicações em geral Atribuir responsabilidades e dar autoridade Educar-se e educar continuamente, sem tréguas Ter paciência e persistência na educação e treinamento SHITSUKE – SENSO DE AUTODISCIPLINA Benefícios Previsibilidade dos resultados Auto-inspeção e autocontrole Melhoria contínua em nível pessoal e organizacional VISÃO SISTÊMICA DOS CINCO SENSOS Utilização Ordenação Auto Disciplina Saúde Limpeza BENEFÍCIOS DO 5S Características comportamentais: Promover a participação em todos os níveis da organização Desenvolver equipes e lideranças Incentivar a criatividade Melhorar o ambiente do trabalho Reduzir pessoal absenteísmo e rotatividade de Aprender a mudar Preparar o ambiente para a qualidade total: produtividade, qualidade e sobrevivência IMPLANTAÇÃO DO 5S: Considerações iniciais O papel da administração: o “dono” do processo deve entender a essência do 5s e comprometer-se com palavras e atitudes Preparando a Implantação do 5S Sensibilização; Definição do Gestor ou Equipe de Coordenação; Anúncio oficial; Treinamento do gestor ou Equipe de Coordenação; Elaboração do Plano de Implantação; Treinamento da média-gerência; Formação dos comitês locais; Treinamento dos comitês locais. Lançamento do 5S Definição do dia de lançamento; Programação de atividades e eventos; Definição e instalação de áreas de descarte; Treinamento e apresentação do Programa; Descarte de materiais; Providência de preparativos; Realização do Lançamento; Avaliação do 5S após o lançamento. Desenvolvimento do 5S Definição de formulários e critérios de avaliação; Realização do diagnóstico (registro fotográfico ou filmagem das áreas para comparação do antes e depois) Avaliação do padrão de 5S; Elaboração de planos de ação; Táticas para execução; Execução e dificuldades de cada S. Manutenção do 5S Avaliação; Reconhecimento; Campanhas; Divulgação; Controle visual; Motivação visual. CHECK LIST PARA AVALIAÇÃO INTERNA AUDITORIA: é uma atividade formal e documentada, executada por pessoal habilitado (auditor), que não tenha responsabilidade direta na execução do serviço em avaliação e que, se baseando em evidências objetivas e regras preestabelecidas, fornece subsídio para verificação do Programa 5S da empresa. A execução por pessoal que não tenha responsabilidade direta na realização do serviço em verificação torna-se necessária para obter-se a independência, a imparcialidade e a credibilidade para a atividade. AUDITORIAS INTERNAS: avaliação do Programa 5S realizada por auditores internos, ou seja, colaboradores da empresa. AUDITORIAS EXTERNAS: avaliação do Programa 5S realizada por auditores externos, ou seja, pessoal contratado pela empresa para execução da auditoria. 36 Aplicabilidade Todos esses princípios podem e devem ser aplicados em seu trabalho, em sua residência, em sua vida estudantil, enfim, o ideal é que você pratique esses princípios em qualquer lugar que esteja, com quem você esteja, afinal isto também é um "marketing" pessoal. Você deverá escolher o ritmo de mudanças que melhor se adequa às suas necessidades. É importante ter em mente a essência de cada fase, ou seja, mais do que um programa de qualidade, o 5S deve ser encarado como uma filosofia de vida. 37 1- SENSO DE UTILIZAÇÃO Descarte de objetos sem serventia Porte de objetos de uso pessoal permitidos no local Guarda de objetos não utilizados para determinado trabalho Informações e dados atualizados Somente objetos para uso imediato estão sobre as mesas, arquivos prateleiras em quantidade mínima 2 - SENSO DE ORDENAÇÃO Existência de local determinado para cada objeto ou documento Os documentos e materiais estão em locais de fácil acesso e visualização Existência de critérios de classificação para guarda de objetos e documentos Identificação dos corredores, passagens, áreas As mesas, arquivos, prateleiras estão ordenados Após o uso os documentos, ferramentas ou materiais são devidamente guardados 3 - SENSO DE LIMPEZA Não existe poeira, sujeira, óleo ou vazamentos de gases e líquidos. As mesas e cadeiras são limpas diariamente Os equipamentos são mantidos adequadamente A área de trabalho é varrida ao final do expediente Existem responsáveis pelas tarefas de limpeza As latas de lixo são esvaziadas ao final do expediente 4 - SENSO DE SAÚDE As bancadas e ferramentas são sempre conservadas pelo usuário O local está limpo e agradável As áreas comuns são limpas Os equipamentos e máquinas estão conservados e limpos As roupas estão limpas e asseadas, sem manchas Os equipamentos são checados periodicamente Os funcionários preocupam-se com a própria saúde (física, mental, emocional) 5 - SENSO DE AUTODISCIPLINA Todos os funcionários usam o uniforme Todos cumprem horários estabelecidos para reuniões O telefone é utilizado adequadamente Todos se preparam adequadamente antes de sair da empresa Os documentos confidenciais são utilizados somente pelos empregados autorizados PONTUAÇÃO 0 1 2 3 4 Exemplo de folha de auditoria AVALIAÇÃO FATORES DE SUCESSO um bom planejamento antes de sua execução, treinamentos, auditorias periódicas e imparciais para garantir a manutenção do programa, a participação de todos, o que pode ser incentivado com concursos, premiações individuais ou coletivas e reconhecimento com gratificações, brindes ou homenagens. 39 Para refletir... Se você continuar a fazer sempre o que fez, continuará obtendo sempre o que obteve. Para conseguir um resultado diferente você terá de fazer algo diferente... Exemplo de 5s 1 Exemplo de 5s 2 ANTES DEPOIS 42 OBJETIVOS DO PROGRAMA 5S TRABALHO Fácil! Rápido! Barato! Seguro! Simples! Feliz! O PDCA é um método para a “prática do controle” Atuar Corretivament e Act Check Verificar os Resultados Diretriz de Controle Plan Do Metas Métodos Treinamento e Execução 44 CICLO PDCA 45 O Ciclo P-D-C-A A P Atuar corretivamente Medir/ Avaliar/ Comparar C Executar D 46 O Ciclo PDCA Manutenção e Melhorias Manutenção META: Faixa de valores MÉTODO: Procedimentospadrão de operação Act Plan PLANO Check Do 47 O C ICLO PDCA M ANUTENÇÃO E M ELHORIAS Melhoria META: Valor definido MÉTODO: Procedimento próprio Act Plan PLANO Check Do 48 Melhoria Contínua O caminho do sucesso para obter melhorias contínuas nos processos é o de conjugar os dois tipos de gerenciamento: manutenção e melhorias Padrão Plano MELHOR A (Item de C D Controle) Padrão A C D A C D Método de Solução de Problemas TEMPO 49 CICLO P.D.C.A O Ciclo P.D.C.A foi desenvolvido por Shewhart e Deming e pode ser considerado como o método mais geral para se trabalhar com qualidade. Fazer qualidade é girar continuamente o Ciclo P.D.C.A. . É o caminho mais seguro, racional e barato para executar os processos. CICLO P.D.C.A. OBJETIVO C O Vmétodo PDCA tem como objetivo orientar o profissional para que, de forma simples e segura, realize as etapas de preparação e execução das atividades pré- determinadas, para atingir o sucesso no aprimoramento ou implantação de um processo qualquer. CICLO P.D.C.A. Características da metodologia análise e solução de problemas: para Simplicidade Eficiência para utilização em nível operacional Valorização de fatos Medição e análise do problema global Identificação das causas reais do problema CICLO P.D.C.A. DESCRIÇÃO COcorre em quatro etapas cíclicas: V P ( Plan ) = Planejar D ( Do ) = Executar C ( Check ) = Verificar/Controlar A ( Act ) = Agir/Aprimorar CICLO P.D.C.A. C V P ( Plan ) = Planejar Consiste em estabelecer um plano que pode ser um cronograma, um gráfico ou um conjunto de padrões. Nessa etapa: A] define-se as metas [ o que fazer] B] define-se o método [ como fazer ] CICLO P.D.C.A. P ( Plan ) = Planejar Definição das metas ( o que fazer ) A meta deve ser: C . Clara – entendida da mesma forma por todos V . Exeqüível – algo que possa ser realizado . Mensurável – que possa ser medido CICLO P.D.C.A. P ( Plan ) = Planejar C V Definição do método ( como fazer ) Além do como fazer é necessário que se defina: Quem? Quando? Onde? Quanto? Porque V A I F A Z E R CICLO P.D.C.A. C V P ( Plan ) = Planejar Método 5W-1H What: o que Why : porque When: quando Where : onde Who: quem How: como CICLO P.D.C.A. D ( Do ) = Executar . Executar tarefas exatamente como foi C previsto na fase do planejamento. V . Coletar os dados para verificação do processo. Nessa etapa é essencial o treinamento trabalho. CICLO P.D.C.A. C ( Check ) = Verificar/Controlar Nessa etapa o profissional deve C comparar dados coletados na fase de Vexecução com os resultados obtidos a partir da meta planejada. CICLO P.D.C.A. A ( Act ) = Agir/Aprimorar Nessa etapa o profissional deve C cuidar para que haja a consolidação V dos resultados, se estes estiverem de acordo com o planejado ou propor ações corretivas. CICLO P.D.C.A. Efeito Serrote: observado em negócios que não aplicam o PDCA C V Melhoria Tempo CICLO P.D.C.A. C V Melhoria Efeito Escada: observado em negócios que aplicam o PDCA. Tempo CICLO P.D.C.A. EXERCÍCIO C V FAZENDO O BOLO UTILIZANDO O PDCA UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados no ciclo C V1. Fazer sem planejar Situação de uma dona de casa que quer fazer um bolo. A P C D Iniciar a preparação do bolo antes de certificar-se de que existem todos os ingredientes, utensílios ou gás de cozinha suficiente . UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados C 2. Definir metas, mas V não definir os métodos para atingi-la. A P C D Definir o tipo de bolo ( bolo de nozes) e usar o método errado para fazê-lo ( liquidificador ) UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados C 3. Definir a meta e estabelecer Vmétodo, mas não preparar o o pessoal que deve executar a a tarefa. A P C D Solicitar à empregada que faça o bolo, dar-lhe a receita, porém não ensinar-lhe o funcionamento dos equipamentos ( batedeira, forno microondas, fogão, etc ) UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados C V 4. Imobilismo no Planejamento A P C D Decidir fazer o bolo e nunca fazê-lo efetivamente. UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados C 5. Fazer e não verificar. V A P C D Retirar o bolo do forno sem antes fazer o teste do palito. UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados C 6. Fazer, verificar Ve não consolidar. A P C D Não registrar na receita as observações sobre como fazer o bolo. UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados C 7. Parar após uma volta (V após a primeira vez) . A P C D Nunca mais fazer o bolo ou não procurar incrementar a receita para melhorar o sabor do bolo. UTILIZAÇÃO DO PDCA Erros comuns que devem ser evitados C 8. Não definir, durante o V planejamento, os meios de avaliação. A P C D Omitir para a empregada informações como, por exemplo, o teste do palito. UTILIZAÇÃO DO PDCA Faça uma descrição dos erros comuns que devem ser evitados pelo empreendedor ao fazer o planejamento do seu negócio. Siga as oito indicações anteriormente exemplificadas. C V A P C D DIAGRAMAS DE CAUSA E EFEITO Esse arranjo foi criado por Kaoru Ishikawa. São conhecidos, também, pelos nomes de Diagramas de Espinhas de Peixe ou Diagramas de Ishikawa. REGIÃO DAS CAUSAS Causas originais, os motivadores, os insumos, as demais restrições e os controles que estamos observando REGIÃO DOS EFEITOS Resultado/ produto resultante da transformação obtida pela combinação do conjunto de causas originais 73 DIAGRAMA DE ISHIKAWA DIAGRAMA DE ISHIKAWA (DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO OU ESPINHA DE PEIXE). CAUSAS EFEITO 74 Técnica criada por Ishikawa em 1943, é conhecida por vários nomes: diagrama causaefeito, diagrama espinha de peixe, diagrama 4P, diagrama 6M. Ferramenta de grande utilidade, pois permite conhecer os problemas cada vez mais a fundo. Pode ser facilmente aprendida e imediatamente posta em prática por pessoas de qualquer nível dentro da empresa. É útil quando necessitasse identificar, explorar e ressaltar todas as causas possíveis de um problema ou situação específica. Pode ser usado individualmente. Discussão em grupo. Destaca as áreas mais significativas. ETAPAS DE UM BRAINSTORMING 1ª Etapa – Explicação da Meta ou Problema O Coordenador explica ao grupo qual é a meta ou o problema. Se for possível, resultados referentes à análise do fenômeno, feita previamente, devem ser mostrados ao grupo de forma a melhor prepará-los para o brainstorming. META OU PROBLEMA 77 ETAPAS DE UM BRAINSTORMING 2ª Etapa – Determinação das Causas Nesta etapa, de forma organizada, com a participação de todos e com oportunidades iguais, as pessoas apontarão as causas que provocam as características mais importantes do problema. PRINCIPAIS CAUSAS META OU PROBLEMA 78 ETAPAS DE UM BRAINSTORMING 3ª Etapa – Determinação das Causas Utilizando-se alguma forma de ponderação, os participantes determinam as causas mais importantes entre todas as listadas. A seguir, é conduzida uma reflexão para a confirmação das causas, recorrendo a dados e/ou simulações, se possível. PRINCIPAIS CAUSAS CLASSIFICAÇÃO CAUSA 1 – 5 VOTOS 2° LUGAR CAUSA 2 – 8 VOTOS 1° LUGAR CAUSA 3 – 3 VOTOS 3° LUGAR 79 DIAGRAMA DE ISHIKAWA / DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO / ESPINHA DE PEIXE Representação gráfica que permite a organização das informações, possibilitando a identificação das possíveis causas de um determinado problema ou efeito. CAUSAS PROBLEMA OU EFEITO 80 Exemplo: professores interessados em descobrir as causas de reprovações em uma determinada disciplina Professores Alunos atualização Formação salário Motivação visão Audiovisual Apostilas Recursos audição Prova Exercícios Livros Preparação da aula Motivação Saúde Regime de trabalho Calculadora disponibilidade Pré-requisitos formação anterior Carga-horária de aula Método Alto índice de reprovações escolar Iluminação Ventilação Local 81 MATRIZ COMPARATIVA TABELA DE VOTAÇÃO / PRIORIZAÇÃO DE CAUSAS CAUSAS NOTA 1 3 5 Total 82 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO CONVENCIONAL CAUSAS Defeito no subsistema mecânico EFEITO Falha no subsistema humano MOTOR NÃO PEGA Filtro entupido Falta de combustível Tubulação amassada Bomba defeituosa Bico injetor defeituoso Defeito no subsistema de alimentação Defeito no subsistema elétrico 83 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO 4M CAUSAS MÃO-DE OBRA MÁQUINA Manuseio incorreto Equipamentos contaminados EFEITO ÁGUA ENGARRAFADA CONTAMINADA Garrafa Tampa Água Material contaminado Processo contaminador MATERIAL MÉTODO 84 SUGESTÃO DE FATORES A CONSIDERAR Quando se dispõe de melhores informações sobre o fato a ser analisado, sugere-se analisar o seguinte conjunto de causas.(6M) Material; Máquina; Método; Homem (“mão-de-obra”); Meio ambiente; Gerência. SUGESTÃO DE FATORES A CONSIDERAR Nas áreas administrativas talvez seja mais apropriado usar os “4P”; Políticas; Procedimentos; Pessoal; Planta (Layout); Etapas na construção do Diagrama 1 – Defina a característica de qualidade ou o problema a ser analisado (efeito); 2 – Faça um brainstorming para levantamento de todas as possíveis causas. 3 – Organize as causas no diagrama – se apropriado usar “6M” ou “4P” Etapas na construção do Diagrama 4 – Identifique as causas secundárias que afetam as primárias; 5 – Identifique as causas terciárias que afetam as secundárias 6 – Registre outras informações como : título, data, responsáveias Como construir o diagrama? 1. Defina o problema de forma clara e objetiva. 2. Encontre o maior número de possíveis causas para o problema: a. Através de um brainstorming da equipe envolvida; b. Através de pesquisa e análise das folhas de verificação. 3. Construa o diagrama de causa e efeito: a. Coloque o problema no quadro à direita; b. Defina as categorias de causas mais apropriadas 4M, 6M, 4P, outras… c. Aplique os resultados do brainstorming; d. Para cada causa questione “Por que isto acontece?” até 5 vezes, relacionando as respostas com a causa principal. 4. Analise o diagrama construído: a. Identifique as causas que aparecem repetidamente; b. Obtenha consenso do grupo, ou utilize a técnica de votação; c. Colete e analise os dados para determinar a frequência relativa das causas mais prováveis e selecionar as causas de maior importância. Exemplo: Em uma empresa de mecânica, há muita perda na oficina, no processo de fabricção de peças mecânicas (usinagem). Resolveu-se fazer um estudo para identificar as possíveis causas das perdas. Diagrama de Ishikawa CHECK-IN Atendentes desinformados EQUIPAMENTOS Aviões velhos e mal conservados Pouco espaço para os passageiros Overbooking Por que ocorre este problema? Bagagem extraviada Comida ruim Atrasos constantes OUTRAS CAUSAS SERVIÇOS Reclamações dos passageiros da AIR PINDORAMA Administração Estratégica - Ênfase na Competitividade “ Quando não se tem superioridade absoluta, deve-se produzir superioridade relativa, por meio habilidoso dos recursos disponíveis.” Clausewitz Definição • Igor Ansoff, considerado o pai do planejamento estratégico e da administração estratégica, define estratégia como as regras e diretrizes básicas para a tomada de decisão, que orientam o processo de desenvolvimento de uma organização, portanto, as decisões estratégicas são aquelas que permitem a empresa se desenvolver e perseguir seus objetivos da melhor forma, considerando-se suas relações com o ambiente ao qual está inserida. Planejamento Estratégico Pensando no Futuro PRESENTE FUTURO Quem são nossos Clientes? Quem serão nossos Clientes? Como conquistamos nossos Clientes hoje? Quem são nossos concorrentes? Qual é nossa vantagem competitiva? Como conquistaremos no futuro? Quem serão nossos concorrentes? Qual será nossa vantagem competitiva? Como obtemos nosso lucro? Como obteremos no futuro? O que nos torna únicos? O que nos tornará únicos no futuro? O que é Estratégia? Estratégia 1 Estratégia 2 Ambiente atual Estratégia n Ponto de partida Objetivos Estratégicos (Visão) Ambiente futuro O QUE É ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA Sem estratégias Sem alinhamento DIREÇÃO Com estratégias Com alinhamento Empresa Holística - Ênfase na Competitividade Meio Ambiente • Rápidas transformações • Volume de conhecimento Características • Global, sem limites • Baseia-se em valores, que caracterizam uma cultura. • Fim de associações com interesses diversos aos da empresa • Fim das estruturas de cargos/feudos não existem mais “donos” da seção. • A concorrência de preço é substituída pela fidelidade, desde que gere satisfação. Troca: Planejamento Organização Formal Chefia Controle # # # # Intuição Flexibilidade Liderança Valores Concepção - Organização não é apenas um conjunto de ativos estruturados. Missão -Bem definida, conhecida por todos. Valores -Constituem a representação da empresa. Cultura - Os trabalhadores possuem a mesma cultura (globalidade), existe uniformização, facilidade para atuar sem divergências e conflitos. Administração Empreendedora - Ênfase na Competitividade Palavra chave: inovação Druker: mudança, exploração de oportunidade Entrepreneurship: ação do empreendedor na construção de um negócio Intrapreneuring: aplicar o espírito empreendedor onde as melhores pessoas estão (grandes empresas) Empreendimento e Empreendedor • Entrepreneurship é a ação do empreendedor na construção de um negocio • O empreendedor é aquele que conquista um pedaço do mercado de grandes empresas complacentes, burocratizadas, com falta de ação inovadora • O espírito empreendedor é o grande responsável pela criação de negócios de sucesso • A arrogância e a ignorância de alguns administradores são inadequadas para um gerenciamento eficaz Administração Virtual - Ênfase na Competitividade Corporação virtual: uso maciço de novas tecnologias 1º ciclo - agrícola 2º ciclo - industrial 3º ciclo - informação 4º ciclo - bioeconomia RESGATANDO O TRABALHO DE ALGUNS AUTORES Tofler, Davis e Davidson identificam quatro ciclos ao todo: • primeiro ciclo – economia agrícola • segundo ciclo – economia industrial • terceiro ciclo – economia da informação • quarto ciclo – bio-economia - informação em tempo real - Davidow & Malone - produto virtual instantâneo/sob medida - A corporação virtual: liderar mudanças, atualização cte, rica comunicação, etc . c2007, Marostica AS VARIÁVEIS BÁSICAS ADMINISTRAÇÃO Competitividade Tecnologia Pessoas ORGANIZAÇÃO Estrutura Ambiente Tarefas Tópicos importantes • Análise SWOT – Criada por Kenneth Andrews e Roland Christensen: A SWOT Analysis estuda a competitividade de uma organização segundo quatro variaveis: strenghts(forças) weaknesses (fraquezas) oportunities (oportunidades) e threats (ameaças). Forma clássica de Análise SWOT Strenghts Forças Weakness Fraquezas Opportunities Oportunidades Threats Ameaças Tópicos importantes • Benchmarking: Segundo Internacional Benchmarking Clearinghouse (IBC), o Benchmarking é um processo sistemático e contínuo de medida e comparação das praticas de uma organização com as das lideres mundiais ou do mercado, no sentido de obter informações que possam ajudar a melhorar o seu nível de desempenho. Business Inteligence DADOS Ouro !!! Brainstorming • O Brainstorming “tempestade de idéias” um procedimento que estimula a criatividade. Balanced Scorecard - BSC Perspectivas Financeiras Perspectivas Perspectivas do Cliente Internas Aprendizado & Crescimento O que é um Balanced Scorecard? Formulação da Estratégia Externa Implementação da Estratégia Interna Cenários Tendências Setoriais Concorrência Oportunidades e Ameaças Forças e Fraquezas V Competências I Estrutura Desdobramento Organizacio- de Objetivos nal Processo decisório Estratégicos Agenda Estratégica S Ã O Identidade / cultura Regulamentações Orçamento “Ano 1” Plataforma de Capacidades Indicadores Feedback Estratégico Real Meta $ Q1 Q2 Q3 Controle Estratégico CEO Chief Executive Officer (Chefe do Setor Executivo) É um termo anglo-saxão para designar a pessoa com a mais alta responsabilidade ou autoridade em uma organização Presidente / Principal executivo / Superintendente / Diretor -Geral CEO Board (proprietário) C E O (executivo chefe) • Determina limites, metas e objetivos • Elabora estratégias para atingir os resultados esperados • Responsável pela Staff (equipe de assessores) organização e controle da equipe operacional c2007, Marostica EXEMPLO de Futuro CEO Mineiro, 29 anos, casado, pai de Nicolas, recém-nascido Destaque: Mineiro, 29 anos, casado, pai de Nicolas, recémnascido Empresa atual: Caenge, construtora de Brasília Desafio: Assumir a gestão global de uma empresa Hobby: Participa de uma confraria com amigos que curtem culinária e vinhos FOCO PARA VIRAR PRESIDENTE Com apenas 23 anos, o engenheiro Marcelo Miranda assumiu a área financeira da construtora Andrade Gutierrez. Ao sair, viajou para os Estados Unidos para se especializar em gestão e avaliação de empresas em Harvard. Aos 29 anos, acabou de realizar o sonho de ser pai . "Estou bem na vida pessoal e profissional", afirma. Também comemora os resultados como diretor da Caenge, construtora de Brasília. "Modernizei a gestão financeira da empresa, reduzindo o custo financeiro em mais de 50%", explica. "Gostaria de ser CEO um dia para me desafiar a liderar uma empresa buscando equilíbrio entre crescimento, resultados e desenvolvimento das pessoas. É um grande desafio, mas acredito que carreira também é planejamento, e é para isso que me preparo, passo a passo." As seis forças competitivas de Porter Estado • Empresas do mesmo ramo de atividade que se juntam e combinam os preços entre si. Coaching • O que é coaching? • Diferença entre coach e líder O que é o CRM ? CRM – (Customer Relationship Management): O conceito do CRM é conhecer cada cliente individualmente, buscando tratar seus clientes diferentes de maneiras diferentes. O que é PRM ? PRM – (Partner Resolutionship Management): É uma metodologia usada para ajudar na gestão de um relacionamento de interesses mútuos com outras empresas, como copropriedade de marcas, produtos e patentes, parceria, etc… Desenvolvimento Sustentável Modelo de desenvolvimento que leva em consideração, além dos fatores econômicos, aqueles de caráter social ecológico, assim como as disponibilidades dos recursos vivos e inanimados, as vantagens e os inconvenientes, a curto, médio e longo prazos, de outros tipos de ação. Downsizing • Aplicado a gestão significa a redução radical do tamanho da empresa geralmente através do delayering (redução dos níveis hierarquicos) ou da venda de negócios não estratégicos. As empresas ganham flexibilidade e perdem burocracia e ficam mais próximas do mercado e dos clientes. E – Commerce Operacionais: Suprimentos Industrial Comercial Gerenciais: Rec. Humanos SIG Financeiro Controladoria B2B B2C B2G Curiosidades ... • • • • • • • • B2b : Business to Small Business B2BOL : Business to Business On-Line B2G : Business to Governament C2C : Costumers to Costumers Licitação eletrônica (e-procurement) Mercados eletrônicos (e-marketplaces) Pagamento eletrônico (e-payment) Atendimento eletrônico (e-fullfillment) Empowerment • É um conceito de gestão associado ao trabalho de Rosabeth Moss Kanter. Professora em Harvard e ex-editora da Harvard Business Review. Segundo a autora as empresas que dão mais poder e autonomia aos seus trabalhadores são as que estão melhor posicionadas para competir ao longo prazo. E-learning • Cada vez mais as tecnologias são utilizadas em beneficio da aprendizagem e a Internet talvez sejam o mais importante canal deste processo de informações e conhecimentos. Não a duvida que a Internet minimizou distancias e derrubou muitas fronteiras até então existentes, passando a ser um meio fascinante para promoção da educação e do treinamento a distancia. Endomarketing É toda e qualquer ação de marketing voltada para a satisfação e aliança do público interno com o intuito de melhor atender aos clientes externos. Antes de vender um produto para seus clientes, as empresas precisam convencer seus funcionários a comprá-lo. O Endomarketing surge como elemento de ligação entre o cliente, o produto/serviço e o colaborador. ERP – Enterprise Resource Planning Integrações do ERP Franquias O Sistema de Franchising é uma metodologia de expansão, utilizada por uma empresa (empresa Franqueadora) que detém o know how (experiência), uma marca forte reconhecida e um histórico de sucesso na venda de determinado produto e/ou serviço. • Empresa que administra e coordena diversas outras empresas em outros segmentos ou não. IS0- International Organization for Standardization Organização Internacional para Padronização (International Organization for Standardization - ISO) é uma organização internacional que aglomera os grêmios de padronização/normalização de 148 países. A Norma NBR ISO 9001:2000 é uma importante ferramenta para o desenvolvimento empresarial (em qualquer ramo de atividade) proporcionando e mantendo a competitividade às empresas. As normas ISO 14000 – Gestão Ambiental, foram inicialmente elaboradas visando o “manejo ambiental”, que significa “o que a organização faz para minimizar os efeitos nocivos ao ambiente causados pelas suas atividades” (ISO, 2000). Just in Time No momento preciso, no momento exato, produzir bens e serviços exatamente no momento em que são necessários, não antes para que não se transformem em estoque, e não depois para que seus clientes não tenham que esperar. Definindo 5s ? O nome 5s, vem de 5 Sensos 1. Seiri – Senso de Utilização 2. Seiton- Senso de Ordenação 3. Seisou – Senso de Limpeza 4. Seiketsu – Senso de Saúde, Higiene e Padronização 5. Shitsuke–Senso de Auto-Disciplina Exemplo de 5s 1 Exemplo de 5s 2 ANTES DEPOIS Joint Venture • Associação de empresas, não definitiva, para explorar determinado negócio, se m que nenhuma delas p erca sua personalidade jurídica. Kaizen Conceito de administração japonesa que significa aprimoramento contínuo, envolvendo todos os funcionários de uma organização. É um processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos. KAIZEN Método Tradicional Decisão Análise Meses Projeto Implantação Mudança KAIZEN Análise Dias Teste Mudança Implantação Exemplo de KAIZEN 1 TORNO CONVENCIONAL PARA TORNO CNC Exemplo de KAIZEN 2 Centro de Usinagem 03 eixos PARA Centro de Usinagem 05 eixos Kanban • Sistema de Controle da Produção e dos Inventários, utilizando um sistemas de cartões para puxar ou empurrar a produção de acordo com a necessidade do cliente. Kanban Cartão Controle Administração por Cartões Exemplo de Kanban Matéria Prima peça 1 peça 2 peça 3 peça 4 peça n 5 4 6 5 6 QTE Cartões TORNO TNL peça 1 peça 2 peça 3 peça 4 peça n Montagem peça 1 peça 2 peça 3 peça 4 peça n Urgência Urgência Urgência Atenção Atenção Atenção Condições normais de operação Condições normais de operação Condições normais de operação 5 4 6 5 6 QTE Cartões 5 4 6 5 6 QTE Cartões IMPORTANTE 7396-013 Descrição PINO VÁLV. DRENO Qtde: 300 Classe: B B.U.: 02 QCC: 100 Cód. M. Prima: M03010016 Descrição: Barra Alum. 3651 Qtde: .810 Kg Local.: PEÇA 02 Work Center: 014070406 Cód. Operação: 0000 Desc. Oper.: TORNO TRAUB TNL 1/4 *014070406* Learning Organizations • A organização passa a se adaptar aos colaboradores, fazendo uso de suas idéias transformando-as em recursos para a empresa. System Thinking Pensamento Sistêmico Team Learning Aprendizagem em equipe Personal Matery Domínio Pessoal Shared Vision Mental Models Visão Compartilhada Modelos Mentais • Uma empresa que é única vendedora de um produto que não tem substitutos próximos. Matriz BCG MARKET SHARE Do inglês tem a seguinte tradução market quer dizer mercado, share quer dizer divisão ou quota. A expressão pode ser ainda traduzida como participação no mercado e designa a fatia de mercado detida por uma organização. Sua medida quantifica em porcentagem a quantidade do mercado dominado por uma empresa. Representação: Quota de Mercado 27% 30% Produto A Produto B Produto C Demais Produtos 20% 23% Outplacement • As empresas que prestam serviços de podem ser procuradas por profissionais que não estão recolocados no mercado, o serviço também pode ser contratado por empresas para atenuar os impactos de demissões e para caça de talentos. Outsourcing Contratar empresas externas para fornecer recursos e serviços é denominado Outsorcing ou Terceirização, sendo uma extensão natural da iniciativa de enfatizar as competências centrais. As organizações podem concentra-se em suas vantagens e comprar tudo o mais externamente. Qualquer coisa pode ser alvo legítimo de terceirização. c2007, Marostica PLANO DE NEGÓCIOS • É um instrumento que visa estruturar as principais concepções e alternativas para uma análise correta de viabilidade do negócio pretendido, proporcionando uma avaliação antes de colocar em prática a nova idéia, reduzindo assim, as possibilidades de se desperdiçarem recursos e esforços em um negócio inviável. CICLO PDCA VERIFICAÇÃO AGIR 4 Action 3 Check 1 Plan 2 Do EXECUÇÃO PLANEJAMENTO O que é o PNQ ou FPNQ • Prêmio Nacional da Qualidade ou Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade • A FPNQ foi fundada em 1991, por 39 organizações privadas e públicas de renome nacional e internacional Objetivo do PNQ “Disseminar a cultura de qualidade para alavancar as organizações brasileiras, tornando-as efetivamente competitivas” De onde vêm a idéia do PNQ? Referências: • “Prêmio Deming – Japão”, 1951 • “Malcolm Baldrige National Quality Award – EUA”, 1987 Modelo de excelência e pontuação Qualidade Total • O processo que conduz a empresa a um enfoque na qualidade,não só como conformidade do produto, mas buscando também a satisfação do cliente e de seus anseios. Qualidade de Vida São aqueles aspectos que se referem às condições gerais da vida individual e coletiva: habitação, saúde, educação, cultura, lazer. alimentação, etc. Reengenharia • Michael hammer ex-professor do MIT e considerado o pai desta teoria inovadora e radical. Referiu-se pela primeira vez ao tema do artigo publicado em 1990 pela Harvard review. Para os autores a reengenharia significa um redesenho radical dos processos de negocio com o objetivo de obter melhorias drásticas em três áreas: nos custos, nos serviços e no tempo. Supply Chain Management Six Sigma Custo da não qualidade Nível da qualidade Defeitos por milhão (ppm) Custo da não qualidade (percentual do Dois Sigma 308.537 Não se aplica Três Sigma 66.807 25% a 40% Quatro Sigma 6.210 15% a 25% Cinco Sigma 233 5% a 15% Seis Sigma 3,4 < 1% faturamento da empresa) 99 % é suficientemente bom ? 3.8-Sigma 99% Bom 6-Sigma 99.99966% Bom 3,4 defeitos por milhões de oportunidades • 20.000 artigos do correio perdidos por hora • 7 artigos perdidos por hora • 5.000 operações cirúrgicas incorretas por semana • 1,7 operações cirúrgicas incorretas por semana . N • 1 aterrissagem de emergência por dia • 1 aterrissagem de emergência em 5 anos • 200.000 prescrições de receitas médicas erradas por ano • 68 prescrições de receitas médicas erradas por ano 7 Responsabilidade Social É uma forma de conduzir os negócios da empresa de tal maneira que a torna parceira e co-responsável pelo desenvolvimento social. Terceiro Setor O Terceiro Setor é constituído por organizações sem fins lucrativos, que geram bens e serviços de caráter público. É composto pelo governo, indústria e entidades que atuam em processos de facilitação e melhoramento da sociedade. Ex: ONG’s... • Empresas detentoras de toda uma cadeia, desde a matériaprima até o acabamento da mercadoria. c2007, Marostica Oportunidades UEN`S Análise externa 5 Ameaças 1 2 Visão Missão 3 Análise interna FCS´s Pontos fortes Pontos fracos 6 UN1 4 UN2 UN3 Obj Ind Metas P.A. Resp Vantagem competitiva • Michael Porter demonstrou que as empresas bem sucedidas obedecem padrões definidos de comportamento que podem ser resumidos em três estratégicas genéricas de vantagem competitiva sobre os concorrentes: • Foco; • Custos; • Diferenciação. c2007, Marostica WORKAHOLIC "NÃO PERDI NADA, APENAS A ILUSÃO DE QUE TUDO PODIA SER MEU PARA SEMPRE." c2007, Marostica Acabou? • Para cada variável e seus componentes existem metodologias, abordagens e, às vezes, os famosos pacotes ou receitas prontinhas para implantação, além dos modismos que nem sempre dão bons frutos. Mas, repassados alguns dos elementos vitais ao gerenciamento do negócio, fica a pergunta: • "E se tudo isso tem sido trabalhado e mesmo assim os resultados não são os esperados?" c2007, Marostica •Econômicos; •Endomarketing; •E-Business; •E-commerce; •Estratégicos; •Educacionais;; •ELearning; •Eficácia; •Empowerment. •Reações; •Riscos; •Remodelagem; •Reegenharia; •RSC; •Recursos Humanos; •Recursos Financeiros •Tecnologia; •Treinamento; •Turbulêcias; •Transformação; •Target. •Mundiais (Macro e Micro) •Motivacionais; •Mensuração; •Mercadológicos (MKT); -Market Share. •Outplacement; •Operações Integradas; •Outsourcing; •Ombundsman. •Inovação; •Incertezas; •Incentivos Fiscais; •Informações; •Investimentos; •Incentivos salariais e partcipação na gestão e nos resultados. •Análise Ambiental (FOFA); •Ações Corretivas; •Avaliação constante; •Aprendizagem e atitude; •Análise dos indicadores de desempenho. •Autoridade descentralizada; •Adaptabilidade. •Sistêmica; •Sociais; •Sinergia; •Supply Chain: •Suporte. •Criatividade e Liderança;; •Cultura e Clima Organizacional; •Competitividade; •Competência; •Clareza da Missão e visão do negócios; •Confiança nas pessoas; •Cliente fidelizado; •Core business. BIBLIOGRAFIA • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a administração geral.3.ed. São Paulo: Makron Books, 2000. Chiavenato, Idalberto – Introdução á Teoria Geral da Administração. São Paulo; Editora Campus; 2000. _____. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: McGrraw-Hill do Brasil, 1985. _____. Teoria geral da administração. 3. Ed. São Paulo: McGrraw-Hill, 1987, v.1. DRUCKER. Peter F. Prática da administração de empresas. São Paulo. Pioneira, 1981. MORAES, Anna Maris P. Iniciação ao estudo da administração. 2.ed. São Paulo. Makron Books, 2001. STONER, James A .F. Administração. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. Crosby, Philip. Integração, Qualidade e Recursos Humanos para o ano 2000. São Paulo; Makron books. Ferreira, Antonio Ademir – Gestão Empresarial de Taylor aos nossos dias. – Editora Pioneira; 1998. Maximiano, Antonio Cesar Amaru – Introdução à Administração Editora Atlas; 2001. Predebon, José. Criatividade, abrindo o lado inovador da mente. 2 ed, São Paulo: Atlas, 1998. Tomasko, Robert M. Rethinking, Repensando as corporações. São Paulo, Makron. Wood Júnior, Thomaz. Gurus, Curandeiros e Modismos Gerenciais. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. www.admnet.org.br www.gold.com.br/cra-mg www.poliedro.com.br/cra-df www.clockworktec.com.br/contetocombr/dicas.htm www.rae.com.br BIBLIOGRAFIA • • • • • • • • • • • • • CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a administração geral.3.ed. São Paulo: Makron Books, 2000. Chiavenato, Idalberto – Introdução á Teoria Geral da Administração. São Paulo; Editora Campus; 2000. _____. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: McGrraw-Hill do Brasil, 1985. _____. Teoria geral da administração. 3. Ed. São Paulo: McGrraw-Hill, 1987, v.1. DRUCKER. Peter F. Prática da administração de empresas. São Paulo. Pioneira, 1981. MORAES, Anna Maris P. Iniciação ao estudo da administração. 2.ed. São Paulo. Makron Books, 2001. STONER, James A .F. 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