1050 índice de Matérias Vol. 1 Agradecimentos 3 Abreviaturas usadas 4 Introdução 5 Notas 10 LEIRIA, OS VILA REAL E OS LOBO, CRISTÃOS-NOVOS Cap. I_ Os Meneses de Vila Real, uma família patrícia 15 1. O Hábito da Linhagem 2. Geografia Senhorial, 'Relação de Bens e Privilégios' da Casa de Vila Real (i). Senhorios e Bens; o morgado de Leiria; (ii). A Governadoria de Ceuta; (iii). Outros Privilégios Notas Cap. II _ O 5°.Marquès de Vila Real.D.Manuel de Meneses 55 69 1. O Marquês e El-Rei D. Sebastião 2. O Marquês, o Prior, D. Cristóvão de Moura e o Rei D. Filipe II de Espanha 3. O Marquês e o Rei D. Filipe I de Portugal: o retiro de Leiria Notas Cap.III_ Leiria, a urbe e os arrabaldes: 1580-1640 118 129 1. A dimensão espacial topográfica: a urbe rural (i). As Ruas; (ii). Castelo, Sé, Igrejas e Tribunal Eclesiástico; (iii). Capelas e Ermidas; (iv). Os Hospitais/Albergarias; as doenças; (v). A Misericórdia; (vi). As Confrarias; (vii). As Pontes; (viii). As Fontes; (ix). O Rossio; (x). A Praça; (xi). Os Paços da Ponte 2. A dimensão sócio-económica do quotidiano: as microformas da sociabilidade e as suas perturbações (i). A conversação ou 'prática'; (ii). A violência; (iii) Os Quadrilheiros e a Milícia; (iv). As Festas; (v). As Danças e os Bailes; (vi). Os Touros; (vii). As Canas; (viii). O Teatro: 'comédias' e 'passos'; (ix). As Romarias; (x). A pesca e as pescarias; (xi). Os passeios e as merendas; (xii). O Jogo e os jogos; (xiii). A Caça; (xiv). A Natação; (xv). O Canto e a Música; (xvi). A sexualidade: a variedade dos 'amores'; (xvii). A Dissolução dos costumes: Alcoviteiros, Bruxas, Prostituição, Violação e Pedofilia; (xviii). O Recolhimento e o Emparedamento Femininos; (xix). Alfabetismo e Analfabetismo Femininos; (xx). Pobres, Ladrões e Delinquentes Notas Cap.lV_ A Tessitura sócio-política na Leiria quinhento-seiscentista 216 241 1. Estratificações sociais e mobilidade: as três ordens e as micro-ordens na ordenada pirâmide social de Leiria, ao serviço dos Vila Real (i). A Mobilidade Social; (ii). O Ápice da ordenada pirâmide social em Leiria 2. Um tríptico urbano entre dois 'bandos: Marquês e Câmara Municipal contra o Bispo (i). O Bispo Mexia Notas Cap.V_ Proprietários e arrendatários: rendeiros que são comerciantes; poetas e mecânicos que são lavradores 1. Ruralismo e produção agrícola na Leiria de Rodrigues Lobo (i). Casas Esguias e Casas de um Sobrado; (ii). Os Pardieiros; (iii). As Ribeiras; (iv). Calendário e Desavenças Rurais 281 289 1051 2. Orgulho Cívico e Prosperidade Agrícola (i). 'O Pão'; (ii). 'O Pão' de Leiria e a Mesa dos Lavradores; (iii). A Mesa dos Lavradores; (iv). Os Abonados Lavradores de Ofício; (v). O Vinho; (vi). O Azeite; (vii). O Gado; (viii). Os Linhos; (ix). O Sal; (x). A Fruta e as Verduras 3. Da 'lezíria' ao 'talho de vinha': distribuição, valor e representação social da terratenência Quadro I _ O valor da Propriedade no Termo de Leiria,BataIha e Monte Real Média de Preços; Gráficos 2 e 3 _ (i). Distribuição da Propriedade no termo de Leiria, Batalha e Monte Real (1580-1640) 4. Indústrias,comércio e outras espécies sócio-económicas (i). As Madeiras; (ii). A Contaria; (iii). Os Têxteis; (iv). Os Couros; (v). Oleiros e Louceiros; (vi). Caldeireros e Picheleiros; (vii). Sapateiros; (viii). Alfaiates, Botoeiras, Engomadeiras; (ix). Os Pintores; (x). Os Rendeiros e os Banqueiros; (xi). A compra de Despojos de Navios; (xii). O Dinheiro 'à perda e ganho'; (xiii). O empréstimo à razão de juro; (xiv) O empréstimo a penhor Notas Cap.VI_ No serviço da Casa de Vila Real 370 384 1. O microcosmo hierárquico da Casa Real: 'senhor' e 'criados' (i). O Almoxarife e Outros Oficiais da Casa: gerência e poder de manipulação 2. A 'corte na aldeia' do 6o Marquês de Vila Real (i). Entre Leiria e Ceuta; (ii). O remanso intermitente na corte aldeã de Leiria; (iii). A representação de um jantar cortesão Notas 443 Cap.VII_ Mais do que uma estratégia de sobrevivência: dissimulação, cortesia, asteísmo, dissimulatio, um velho sistema tetrádico de valores 452 1. Dissimulação,simulação 2. A dissimulação como prática operativo-performativa social: cívica, moral, política, religiosa, jurídica e convivial 3. A consolidação da prática da dissimulação pela 'cortesia' da curialização 4. A dissimulatio da Retórica e a sua remota coligação asleístico-aguda 5. Dissimulação e dissimulatio: o caso português (i). A Retórica do P°.Cipriano Soarez, S.I. 6. Dissimulação e dissimulatio: isotopia literária e teoria retórica no discurso de Rodrigues Lobo (i). A 'retórica abreviada' e a 'poética escondida' da Corte na Aldeia.a dissimulatio da teoria da dissimulatio; (ii) Mista prudência, segredo, cortesia, agudeza e dissimulatio: Rodrigues Lobo entre a 'praxis' e a teoria da dissimulação em Portugal; (iii). Dissimulação, simulação e o esboço de uma 'teoria cortesanesca de segredo' na Corte na Aldeia Notas Cap. VIII _ 'Aldeão no tratar,& experimentado 525 538 Dos enganos, & enleos da cidade; Pobre,contente, & rico sem cuidado' 1. Leiria e os Lobo, Cristãos-novos da geração dos Carrilho. A situação sócio-económica e profissional de Rodrigues Lobo (i). O lavrador e proprietário; o clérigo de ordens menores; (ii). O advogado Francisco Rodrigues Lobo 2. A nobreza dos Lobo. (i). Rodrigues Lobo na Universidade de Coimbra; (ii-v). Amigos e inimigos 3. Rodrigues Lobo e o 6° Marquês de Vila Real: o estado das relações à luz de nova documentação 4. O Judaísmo de Rodrigues Lobo em dois processos inquisitoriais 5. O retrato 'emblemático' de Rodrigues Lobo na Corte na Aldeia Notas 601 índice de Matérias dovol. 1 614 1052 Vol.2 i A 'PRAXIS' DA 'DISSIMULATIO': ENTRE DONA JULIANA DE LARA E A INQUISIÇÃO Cap. I_ Dona Juliana de Lara 5 1. A improvisação de uma mecenas: 'entre trovas de Crisfal' e 'actos de Gil Vicente' 2. A livraria da Casa de Vila Real e o 'Cancioneiro Português' (i). 'O Cancioneiro Português' 3. O que mais leria Dona Juliana? (i). 98 livrarias beiras e uma lisboeta como guias parciais do reportório quinhento-seiscentista de leitura; (ii). As 98 'livrarias' beiras; (iii). A livraria de D.António de Ataíde na Casa de Castanheira; (iv). O excerto de carta e os seus indícios 4. Os capítulos de um casamento 5. A morte da Duquesa de Vila Real e o epicédio de A Primavera Notas Cap. II_ A iniciação autorial de Rodrigues Lobo: os Romances de 1596 42 53 1. O 'romance velho' e o 'romance novo' 2. O substrato ovídico de 'Romanceiros' e 'Cancioneiros' 3. Os Romances de Rodrigues Lobo e os Vila Real (i). 'Empresas' e retratos antitéticos dos romances nos. 8 e 25 da Segunda Parte; (ii). O romance no. 10 da Segunda Parte e a sua aguda inocência burlesca Notas Cap. III O casamento de Dona Juliana e a oferta de A Primavera 86 90 1. O noivo:arras, representação e geografia senhorial (i). Penacova; (ii). Mortágua 2. A visita de Rodrigues Lobo a Penacova e a 'pescaria no Mondego' 3. A peste de 1598-1602 e a 'corte na aldeia' dos Odemira 4. O nascimento da filha dos Condes de Odemira e a cronologia editorial de A Primavera 5. A construção de uma 'carta dedicatória' (i). o seu formulário retórico-diplomático; (ii). a 'carta dedicatória' dentro do situacionismo mecenático do Quinhentoseiscentismo português 6. Análise textual retórica da dissimulatio como código de cortesia pública: a 'dedicatória' de A Primavera Notas Cap. IV_ As cartas 147 158 1. As cartas de Rodrigues Lobo à Condessa de Odemira (i). carta no. 2; (ii). cartas nos. 3,4, 5 e 6; (iii) carta no. 4; (iv). cartas nos. 3, 5 e 6; (v). carta no. 6; (vi), carta no. 7; (vii). carta no. 8; (viii). carta no. 9; (ix). carta no. 14; (x). carta no. 17 Notas Cap.V_A Primavera 223 Iii 1. A macroestrutura cíclica da díade/f Primavera e O Pastor Peregrino (i). As unidades simbólico-sígnicasxardinais e catalisadoras; (ii). Os códigos paraliterários; (iii). Descodificação de unidades simbólico-sígnicas em isotopias figurativas; (iv). Os criptónimos; (v). O Título; (vi). Proposta final: enigma e optimismo cíclico 2. As 'Oitavas de Penacova' em duas versões impressas e uma inédita: o refinamento da dissimulatio do panegírico 'privado' ao panegírico 'público' (i). A commoratio macroestrutural do episódio da pescaria no Mondego 3. A estratégia da dissimulatio num enigma ovídico: as oitavas da 'História de Sileno' 1053 Notas Cap. VI_ As Églogas 364 383 1. Uma denúncia ao Tribunal Eclesiástico, um possível desterro e as Églogas (i). O casamento do 6°.Marquês 2. As Églogas e o misterioso anonimato dos seus destinatários 3. As Églogas: isotopias temáticas, obessões constantes 4.'Genus iudiciale' e dissimulatio: o 'processo de defesa' da égloga VI ou Rodrigues Lobo contra o Marquês de Vila Real e o 'seu bando' 5. O símile da 'noz', a égloga IV e o esboço de uma 'teoria de segredo' Notas Cap. VII_ O Pastor Peregrino 445 453 1. O 6°.Marquês de Vila Real,o Pastor Peregrino e a Lusitânia Transformada (i). O Pastor Peregrino e o indício do título; (ii). O aprofundamento da opção alegórica 2. A apoteose do final de O Pastor Peregrino: a dissimulatio entre a alegoria e a significatio, suspicio et figura da emphasis de pensamento 3. O soneto 'Culpa minha afeição quem nunca a teue' ou a dissimulatio como veículo de defesa clientelística 4. A dissimulatio na inscrição da memória: o retrato blasonesco-panegírico do 'cantar de serrana' 'Hua fermosa serrana' Notas Cap. VIII_ O Condestabre de Portugal 537 549 1. Rodrigues Lobo, o Duque de Bragança e O Condestabre (i). Vila Viçosa: o Duque e sua corte; (ii). A validade tectónica de O Condestabre e os críticos; (iii). O Condestabre: respeitando Camões mas favorecendo Tasso; (iv). O Condestabre de Rodrigues Lobo e a velha Coronica; (v). O Condestabre: epopeia segundo o modelo dinástico-linhagístico-panegírico; (vi). O Condestabre não é uma crónica em verso; (vii). As duas versões do Condestabre e a questão da caracterização na epopeia de Lobo 2. O Condestabre e Dona Juliana (i). A construção da personagem de Dona Leonor Telles,a apóstrofe às Damas e um verso de Garcilaso como fenómenos de significatio, suspicio et figura; (ii). A alegoria enigmática do castelo de Leiria Notas Cap. IX_ O Desenganado 632 644 1. As 'Cartas dos Grandes do Mundo', as Elegias e O Desenganado 2. Dona Juliana, O Desenganado e a sua macroestrutural paradiástole correctiva (i). O Desenganado e o abrandamento da excessiva ectânia; (ii). Funções cardinais contra estatismo; (iii). O reportório sígnicofigurativo e a organização macroestrutural; (iv). A politicização do 'mito' e as 'verdades honestas' da História; (v). Indirecção, amplificação e agudeza; (vi). Dispositio e Ornatus; (vii). Isotopias figurativas e temáticas, unidades sígnico-alegóricas, caracterização e a paradiástole correctiva 3. A alegoria lobiana: a 'Cova' ou 'Casa do Segredo' no Desenganado (i). A tradição alegórica; (ii). A alegoria de 'a Cova ou Casa do Segredo': uma análise textual 4. Algumas propostas a concluir Notas Cap. X_ A Reabilitação de uma mecenas 1. O criptónimo 'Lises' e Fernão Corrêa de Lacerda 2. Um criptónimo e a sua corrupção: os 'Retratos de Lises', versões MSS. e versões impressas (i). A 'carta jocosa' de Lacerda 3. Dona Juliana de Lara e o mecenatismo literário português durante a Monarquia Dual 716 729 1054 (i). A questão do mecenatismo literário: 'mecenas' e 'cliente'; os suportes de articulação; (ii). O mecenatismo literário português durante a Monarquia Dual: seu estado 4. O mecenatismo literário de Dona Juliana e seu ritual: 'discreta' mecenas e 'douda Musa Vénus' 5. A Condessa como poeta : e Frei Baltasar Estaco Notas 836 Cap. XI_ Corte na Aldeia,e Noites de Inverno 863 1. A Inquisição, a Corte na Aldeia e, de novo, a Casa de Bragança 2. A Corte na Aldeia como macroalegoria política: a 'reformação da Corte' e a 'corte na aldeia' de Vila Viçosa 3. A retórica extramural da Corte na Aldeia, Dona Juliana de Lara e a 'Arte Poética' de D.António de Ataíde 4. A antonomásia da Peregrina entre resfictae e resfactae Notas 921 Cap. XII_ A Última Jornada 932 1. A viagem a Portugal do Rei D. Filip,e II (III), em 1619 2. La Jornada e os últimos vestígios de dissimulatio por entre a adiectio copiosa (i). A leva de prisões inquisitoriais de Leiria em 1621 3. A morte súbita de Rodrigues Lobo (i). O acidente no Tejo; (ii). Unidades poéticas dedicadas à morte de Rodrigues Lobo: o soneto epicédico 4. A carta dos Governadores e a ordem de prisão da Condessa de Odemira: a Condessa de Odemira era 'libertina'? Notas Conclusão 984 997 Notas 1003 Apêndice I _ Rol de Criados e Beneficiários da Casa de Vila Real 1005 Apêndice II_ A 'Loa' de Rodrigues Lobo 1018 Lista de Documentos Fotografados e Ilustrações 1022 Fontes e Bibliografia 1024 índice de Matérias dos Volumes I e II 1050 índice Geral Composto