SOCIEDADE POLIS LITORAL
RIA FORMOSA, SA
Elaboração de Projectos de Execução para a requalificação de
espaços ribeirinhos, de parques públicos e percursos pedonais
- Parque Ribeirinho de Faro -
Mod. (09) CP1_00
RF 18.02.45 Contrato 101/9/CN019
PROJECTO DE EXECUÇÃO
PROJECTO DE INSTALAÇÕES
DE CLIMATIZAÇÃO
MEMÓRIA DESCRITIVA
Processo: 6950.9.01 | Data: Outubro 10 | Rev: A
Ficheiro: 6950.9.01.PE.CLM.MD_00(Iclm).docx| Rev: A
Fase: Projecto Execução
Data: Outubro 10
INDICE_Toc274736531
1.
INTRODUÇÃO GERAL ................................................................................ 1
2.
METODOLOGIA DE ABORDAGEM E ADEQUAÇÃO DO PROJECTO...... 1
3.
BASES DE CÁLCULO ................................................................................. 2
3.1
Caracterização dos Edifícios................................................................................................2
3.1.1
Localização ......................................................................................................................2
3.1.2
Constituição......................................................................................................................2
3.1.2.1 Tipo de tratamento considerado ......................................................................................3
3.1.3
Condições de Cálculo ......................................................................................................4
3.1.3.1 Condições Exteriores .......................................................................................................4
3.1.3.2 Condições Interiores ........................................................................................................4
3.1.4
Soluções de Construção ..................................................................................................6
3.1.4.1 Valores máximos admissíveis. .........................................................................................6
3.1.4.2 Coeficientes de Transferência de Calor...........................................................................6
3.1.4.3 Envolvente Opaca Exterior...............................................................................................6
3.1.4.3.1 Parede exterior .............................................................................................................6
3.1.4.3.2 Cobertura exterior.........................................................................................................7
3.1.4.4 Vãos Envidraçados ..........................................................................................................7
3.1.4.4.1 Vidros............................................................................................................................7
3.1.4.4.2 Protecções Solares (Exteriores)...................................................................................7
3.1.5
Dimensionamento de Condutas .......................................................................................7
3.1.6
Dimensionamento da Tubagem .......................................................................................8
4.
ENQUADRAMENTO REGULAMENTAR ..................................................... 8
Mod. (09) MD_00
5.
DESCRIÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE VENTILAÇÃO E AR
CONDICIONADO................................................................................................... 9
5.1
Introdução ..............................................................................................................................9
5.2
Módulo D ................................................................................................................................9
5.3
Módulo E.................................................................................................................................9
6.
INFRA-ESTRUTURAS PARA VENTILAÇÃO FORÇADA ......................... 10
7.
VENTILAÇÃO NATURAL PELA COBERTURA ........................................ 10
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Fase: Projecto Execução
Data: Outubro 10
1.
INTRODUÇÃO GERAL
O presente documento refere-se ao Projecto de Execução das Instalações de Ventilação e
Climatização dos MÓDULOS QUE FARÃO PARTE DO EQUIPAMENTO DE APOIO DO PARQUE RIBEIRINHO DE
FARO, sito na zona Poente de Faro, integrado nos Projectos de Execução para a
Requalificação de Espaços Ribeirinhos, de Parques Públicos e Percursos Pedonais –
Parque Ribeirinho de Faro”, promovido pela Sociedade Polis Litoral, Ria Formosa, SA.
2.
METODOLOGIA DE ABORDAGEM E ADEQUAÇÃO DO
PROJECTO
Ao elaborar este Projecto de Execução, procurámos seguir um conjunto de princípios e critérios
de base que garantam por um lado a obtenção de níveis de qualidade e características de
funcionamento coerentes com os níveis de funcionalidade exigidos, e por outro, a optimização das
condições de exploração e manutenção.
Consideram-se como princípios básicos os seguintes:
•
•
•
•
•
Flexibilidade na utilização dos sistemas e redes e sua adaptabilidade às alterações de
compartimentação, vocação e densidade de ocupação;
Facilidade de condução e possibilidade de exploração parcelada;
Redução dos consumos de energia e consequentemente dos custos de exploração;
Obtenção de condições de conforto termohigrométrico e de qualidade do ar adequadas e
de acordo com os parâmetros comunitários;
Obediência a aspectos regulamentares.
Procuramos que a integração na Arquitectura das instalações fosse harmoniosa, e neste sentido
as opções assumidas, para as redes de distribuição de energia, fluidos e centrais técnicas, terão
em conta as características construtivas previstas.
Mod. (09) MD_00
Especial atenção foi dada ao impacto em termos de investimento inicial e consumo de energia.
1
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Data: Outubro 10
3.
BASES DE CÁLCULO
3.1 Caracterização dos Edifícios
3.1.1
Localização
•
•
•
•
3.1.2
Local
Latitude
Longitude
Altitude
Faro
37º 01’Norte
7º 55’ Oeste
36 metros
Constituição
Os edifícios são constituídos vários Módulos tipo, de um só piso, que a seguir descrevemos:
MÓDULO A (MÓDULO NÚCLEO DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS)
•
•
Instalações Sanitárias;
Átrio de distribuição;
MÓDULO B (MÓDULO BAR)
•
•
•
•
Bar;
Despensa;
Instalações Sanitárias;
Átrio de distribuição.
MÓDULO C (QUIOSQUE)
•
•
•
•
Atendimento;
Armazém;
Instalações Sanitárias;
Átrio de distribuição.
MÓDULO D (RESTAURANTE)
Mod. (09) MD_00
•
•
•
•
•
•
•
•
Restaurante;
Bar;
Cozinha;
Lixos
Instalações Sanitárias Utentes;
Instalações Sanitárias Serviço
Entrada de Serviço
Circulação;
2
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MÓDULO E (SERVIÇOS)
•
•
•
•
•
•
•
•
Open Space;
Gabinete;
Copa;
Arrumos;
Lixos
Instalações Sanitárias;
Entrada de Serviço
Circulação;
3.1.2.1 Tipo de tratamento considerado
Apenas nos Módulos “B” “D” e “E” se prevê o uso de sistemas mecânicos de ventilação ou
ventilação e climatização.
Nos restantes módulos a ventilação será natural quer pela existência de aberturas nas fachadas
em que estão incluídas as janelas das instalações sanitárias, quer por aberturas para a cobertura
em forma de pequenas chaminés no caso de compartimentos interiores.
Assim, temos os seguintes tipos de instalação para os diferentes espaços dos vários Módulos:
Espaços dotados de renovação de ar por insuflação de ar novo com pré-tratamento térmico e
infra-estruturas para climatização futura e extracção forçada:
•
•
Restaurante e Bar (Módulo D);
Open Space e Gabinete (Módulo E).
Espaços dotados de Ventilação forçada por extracção:
•
•
•
Instalações Sanitárias Utentes (Módulo D);
Instalações Sanitárias (Módulo E);
Copa (Módulo E).
Espaços dotados de Infra-estruturas para Ventilação forçada por extracção respectiva
compensação:
•
•
Cozinha (Módulo D);
Bar (Módulo B);
Espaços dotados de elementos para ventilação natural pela cobertura:
Mod. (09) MD_00
•
•
•
•
•
Despensa (Módulo B);
Arrumos (Módulo C);
Lixos (Módulo D);
Instalações Sanitárias Serviço (Módulo D);
Arrumos (Módulo E).
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Condições de Cálculo
3.1.3
3.1.3.1 Condições Exteriores
Atendendo à localização do edifício e considerando a publicação “Temperaturas Exteriores de
Projecto e Números de Graus-Dia”, editada conjuntamente pelo INMG e pelo LNEC, foram
consideradas como base de cálculo as seguintes condições (para Faro) termo -higrométricas
exteriores:
Verão:
•
•
•
Temperatura seca
Temperatura húmida
Amplitude térmica diária
30,4ºC
20,4ºC
11,2ºC
Estas condições correspondem, num Verão típico, à probabilidade acumulada de ocorrência de
97,5% dos valores horários das temperaturas do ar nos meses de Junho a Setembro.
Inverno:
•
5,0ºC
Temperatura seca
Esta temperatura corresponde, num Inverno típico, à probabilidade acumulada de ocorrência de
2,5% dos valores horários da temperatura do ar nos meses de Dezembro a Fevereiro.
3.1.3.2 Condições Interiores
As condições interiores de base aos cálculos de climatização e ventilação encontram-se
resumidas nos quadros respectivos e a seguir indicados.
QUADRO RESUMO DOS DADOS PARA O CÁLCULO DE ÁREAS CLIMATIZADAS
Referência
Condições Interiores
Ocupação
Ar Novo
Do
Espaço
Verão
Inverno
Temp. Hum. Temp.
ºC
%
ºC
Taxa ou
N.º pes.
Taxa ou
Caudal
Restaurante
Bar
Open space
Mod. (09) MD_00
Gabinete
25
25
22
25
50 (∗)
50 (∗)
50 (∗)
50 (∗)
W/m
Templo
20
1.4 m2/p
20
20
20
Iluminação
1 m2/p
2
7 m /p
2
7 m /p
Equipamento
2
W/m ou
W
2
3
15
0
3
15
0
3
15
25
3
15
300
44 m /h.p
44 m /h.p
44 m /h.p
44 m /h.p
4
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(∗) – Não se prevê controlo específico da humidade relativa. O valor indicado é para efeitos de
dimensionamento dos sistemas. As condições serão as resultantes da operação do sistema,
admitindo-se uma variação entre os 35 e 65% como valores típicos.
QUADRO RESUMO DOS DADOS PARA O CÁLCULO DE ÁREAS VENTILADAS
Referência do Espaço
Tipo de Ventilação
Caudal de Ventilação
/Área útil de Claraboias
Instalações sanitárias públicas
- sanitas
Extracção
3
80 a 90 m /h.unidade
3
- sanitários de deficientes
Extracção
200 m /h
- lavatórios
Extracção
40 m /h. unidades
Copas
Extracção
10 renovações/h
Arrecadações
Insuflação
2 renovações/h
- Restaurante
Extracção
1000 m /h
- Bar
Extracção
800 m /h
3
Mod. (09) MD_00
Cozinhas
3
3
5
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3.1.4
Soluções de Construção
3.1.4.1 Valores máximos admissíveis.
O Regulamento das Características de Comportamento Térmico de Edifícios (RCCTE) pretende
garantir uma certa qualidade das construções do ponto de vista térmico, e como tal, impõe
determinados valores máximos admissíveis para o coeficiente global de transmissão de calor e
para o factor solar dos elementos da envolvente de um edifício. Resumem-se na tabela seguinte
os referidos valores para a zona climática I1-V2, correspondente a Faro:
Elemento da envolvente
Elementos exteriores
Paredes
Coberturas / Pavimentos
Elementos interiores
Paredes
Coberturas / Pavimentos
Superfícies
Transparentes /
Translúcidas
Horizontais / Verticais
Coeficiente global de
transmissão de calor
2
[W/m K]
Umax
Factor solar
máximo *
1.80
1.25
-
2.00
1.65
-
-
0.15
* Valor de factor solar máximo admissível para edifícios com inércia Fraca.
3.1.4.2 Coeficientes de Transferência de Calor
As cargas térmicas devidas à transmissão e radiação pela envolvente do edifício são calculadas
com base na orientação do imóvel e no tipo de materiais de construção utilizados.
3.1.4.3 Envolvente Opaca Exterior
3.1.4.3.1 Parede exterior
Parede constituída (do interior para o exterior) por placas de gesso cartonado com uma
massa aparente seca de 875 kg/m3, espessura de 0,03 m e resistência térmica de 0,25
(m2.ºC) /W; isolamento térmico tela termoreflectora constituída por duas camadas de
espuma de polietileno expandido extrudido com 0,002m de espessura cada revestidas
por folha de poliéster metalizado, massa aparente seca de 28kg/m3 e resistência térmica
de 0,84 (m2.ºC)/W;; caixa de ar de espessura de 0,15m, betão reforçado com fibra de
vidro (CRF), com uma massa aparente seca de 2000kg/m3, espessura de 0,.015 m e
condutibilidade térmica de0,75 W/(m ºC).
Mod. (09) MD_00
• Coeficiente global de transmissão de calor..................... 0.75 W/m² °C
6
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3.1.4.3.2 Cobertura exterior
Cobertura constituída (do interior para o exterior) por placas de gesso cartonado com
uma massa aparente seca de 875 kg/m3, espessura de 0,03 m e resistência térmica de
0,25 (m2.ºC) /W; isolamento térmico tela termoreflectora constituída por duas camadas
de espuma de polietileno expandido extrudido com 0,002m de espessura cada
revestidas por folha de poliéster metalizado, massa aparente seca de 28kg/m3 e
resistência térmica de 0,84 (m2.ºC)/W;; caixa de ar de espessura de 0,15m, betão
reforçado com fibra de vidro (CRF), com uma massa aparente seca de 2000kg/m3,
espessura de 0,.015 m e condutibilidade térmica de0,75 W/(m ºC) emulsão betuminosa
com uma massa aparente seca de 1050 kg/m3, espessura de 0,015 m e coeficiente de
condutibilidade térmica 0,23 W/(m ºC)
Coeficiente global de transmissão de calor.....................
0,74W/m² °C
3.1.4.4 Vãos Envidraçados
3.1.4.4.1 Vidros
Os vidros serão equivalentes aos da Saint-Gobain com a seguinte composição:
Vidro exterior PLANILUX com 6 mm de espessura; Caixa de ar com espessura de 12
mm; Vidro interior PLANILUX com espessura de 4 mm:
• Factor solar do vidro:
FS = 0.72
• Coeficiente de transmissão térmica:
U = 2.9 W/m2K;
3.1.4.4.2 Protecções Solares (Exteriores)
A protecção solar exterior será constituída por Estores em lona de cor escura pouco
transparente:
• Factor Solar do vão (protecção solar 100%. Activa) F.S = 0.14x0.72/0.75=0.13
3.1.5
Dimensionamento de Condutas
Mod. (09) MD_00
As condutas são de baixa pressão e foram calculadas pelo método de perda de carga constante
tendo-se admitido a perda de carga máxima da ordem de 0,8 Pa/m. As condutas serão
construídas em chapa de aço galvanizado de acordo com a norma da SMACNA para baixa
pressão.
7
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3.1.6
Dimensionamento da Tubagem
O dimensionamento das redes foi feito com base numa relação de compromisso entre o consumo
de energia por aumento excessivo da perda de carga nas tubagens e pelo custo e
sobredimensionamento das tubagens para velocidades excessivamente baixas.
Assim, todas as tubagens foram dimensionadas para perdas de cargas por metro linear que se
situam próximo dos 15mmc.a./m.l., e que não ultrapassam 1,5 m/s de velocidade.
Deste modo se optimiza a relação de compromisso referida e se evitam velocidades excessivas
que conduziriam a ruídos, fadiga de materiais e facilitariam os golpes de ariete.
4.
ENQUADRAMENTO REGULAMENTAR
No desenvolvimento da concepção e posteriormente do projecto, serão respeitados os
Regulamentos aplicáveis em vigor:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Decreto Lei n.º 79/2006 de 4 de Abril - Regulamento dos Sistemas Energéticos de
Climatização em Edifícios – R.S.E.C.E.;
Decreto Lei n.º 410/98 de 23 de Dezembro – Medidas de Segurança Contra Incêndio em
Edifícios do Tipo Administrativo;
Decreto Lei n.º 66/95 de 8 de Abril - Regulamento de Segurança contra Incêndios em
Parque de Estacionamentos Cobertos;
Anexo ao Decreto Lei n.º 34/95 de 16 de Dezembro - Regulamento das Condições
Técnicas e de Segurança dos Recintos de espectáculos e Divertimento Públicos;
Decreto Lei n.º 292/2000 de 14 de Novembro – Regulamento Geral sobre o Ruído;
Decreto Lei n.º 252/2002 de 23 de Novembro – Alterações do Regulamento Geral sobre
o Ruído;
Decreto Lei n.º 129/2002 de 11 de Maio – Regulamento dos Requisitos Acústicos dos
Edifício;
Decreto Lei n.º 383/82 de 7 de Agosto de 1951 e as respectivas alterações que
promulga o Regulamento Geral das Edificações Urbanas – R.G.E.U.;
Decreto Lei n.º 243/86 de 20 de Agosto que promulga o Regulamento Geral de Higiene e
Segurança dos Estabelecimentos Comerciais, de Escritórios e Serviços – R.S.E.;
As Notas Técnicas publicadas pelo Serviço Nacional de Bombeiros (S.N.B.);
As Regras Técnicas publicadas pelo Instituto de Seguros de Portugal;
Documentação Técnica do L.N.E.C.;
Normas Portuguesas;
Desenhos de Arquitectura.
Mod. (09) MD_00
O dimensionamento e regras de projecto de redes de tubagem de água e redes de condutas de ar
serão efectuados com base em critérios práticos encontrados na literatura técnica sobre a matéria,
nomeadamente ASHRAE, ASME, SMACNA, etc.
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Ficheiro: 6950.9.01.PE.CLM.MD_00(Iclm).docx| Rev: A
Fase: Projecto Execução
Data: Outubro 10
5.
DESCRIÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE VENTILAÇÃO E AR
CONDICIONADO
5.1 Introdução
Os espaços para os quais foi prevista climatização, pretende-se que sejam dotados
essencialmente dos sistemas que garantam a sua ventilação (renovação do ar) e das infraestruturas para a implementação de sistemas de climatização à medida das necessidades
verificadas para cada espaço.
A renovação do ar nestes espaços será constituída por insuflação e extracção forçadas.
A insuflação do ar será acompanhada por um tratamento térmico impedindo que este seja
insuflado a uma temperatura inferior a 15ºC. Será feita a partir de uma Unidade de tratamento de
ar, que fará a captação de ar na cobertura e a distribuição através de condutas que correrão numa
zona do tecto falso rebaixada a partir da qual será feita a insuflação por grelhas para a sala.
A extracção será feita através dos sistemas de extracção de locais adjacentes como Instalações
Sanitárias ou Copas auxiliada se necessário por sistema que fará a extracção em zona comum
como corredores de distribuição. Será feita por ventiladores de extracção montados no tecto falso
que farão a captação do ar através de condutas, grelhas ou válvulas de extracção e farão a
descarga do ar na cobertura por sistemas de descarga de ar vertical.
As unidades de ventilação, (Unidade de Tratamento de Ar e Ventiladores de Extracção) serão
instalados em zona do tecto falso propositadamente rebaixado e acessível.
A rejeição do ar dos sistemas de extracção deverá ser feita a 1m de altura da cobertura de modo
a assegurar as distâncias regulamentares à captação de ar novo, feita também na cobertura mas
a nível baixo.
5.2 Módulo D
A densidade de ocupação e a elevada taxa de ventilação a que este tipo de espaço obriga levou a
um maior desenvolvimento das instalações preconizadas, garantindo não só a ventilação como o
sistema de produção térmica necessário ao pré-tratamento do ar.
Assim, para a produção térmica far-se-á uso de um pequeno chiller bomba de calor que garantirá
não só o pré-aquecimento do ar a uma temperatura não inferior a 15ºC na época fria como o seu
pré-arrefecimento a cerca de 20º na época quente.
Este chiller ficará instalado na área técnica reservada para o efeito junto às Instalações Sanitárias
de Serviços, muito próximo da Unidade de Tratamento de Ar por ele alimentada.
Mod. (09) MD_00
5.3 Módulo E
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Ficheiro: 6950.9.01.PE.CLM.MD_00(Iclm).docx| Rev: A
Fase: Projecto Execução
Data: Outubro 10
Os requisitos de ventilação deste espaço conduziram ao uso de uma Unidade de Tratamento de
Ar de pequenas dimensões e onde a necessidade do pré aquecimento do ar requer uma potência
pequena pelo que se optou pelo recurso à energia eléctrica.
A configuração do espaço e respectivas áreas técnicas prevêem a possibilidade de instalação de
um sistema de climatização em que as Unidades Interiores poderão ficar na zona de tecto
rebaixado, fazendo uso da grelha linear para insuflação do ar no ambiente. A unidade exterior
ficará em área técnica junto aos arrumos.
Quando um sistema destes for instalado o ar novo poderá ser ligado aos plenos das unidades
interiores e o sistema de aquecimento eléctrico desactivado.
6.
INFRA-ESTRUTURAS PARA VENTILAÇÃO FORÇADA
Estas infra-estruturas que destinam-se a hottes de cozinha e consistirão no seguinte:
•
•
7.
Negativos na cobertura para passagem de conduta;
Previsão de potência eléctrica para a alimentação do ventilador
VENTILAÇÃO NATURAL PELA COBERTURA
A ventilação natural dos espaços sem janelas e sem sistemas mecânicos de extracção será feita
considerando as respectivas portas alçadas e equipando estes compartimentos com uma
pequena chaminé na cobertura.
O Técnico Responsável
M ARIA LINA DE MESQUITA MATIAS PÓVOA
(Engª Mecânica, inscrita na Ordem dos Engenheiros, com o nº 16743)
Mod. (09) MD_00
Lisboa, 11 de Outubro de 2010
10
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