FICHA TÉCNICA
Em Abril de 1996 o Fundo Monetário Internacional (FMI) criou o ‘Special Data Dissemination Standard’ (SDDS) visando
reforçar a transparência, integridade, actualidade e qualidade da informação estatística. No âmbito do SDDS é
disponibilizada informação sobre: dados macroeconómicos, política de divulgação ao público, política de revisões e
metodologias subjacentes à preparação da informação estatística.
Portugal aderiu ao SDDS em Outubro de 1998, podendo ser consultada a informação referente ao nosso país no
‘Dissemination Standard Bulletin Board’ do FMI, acessível na Internet – http://dsbb.imf.org
Em articulação com o calendário de divulgação estabelecido no SDDS, igualmente disponível no referido endereço da
Internet, o Instituto Nacional de Estatística publica, em primeira mão, na Internet - www.ine.pt as relevantes estatísticas
sobre Contas Nacionais Trimestrais, Índice de Produção Industrial, Inquérito ao Emprego, Índice de Custo do Trabalho,
Índice de Preços no Consumidor, Índice de Preços na Produção Industrial, Comércio Internacional e Estimativas da
População Residente.
A informação estatística abrangida pelo SDDS relativa a Portugal é compilada pelo Ministério das Finanças, pelo Instituto Nacional
de Estatística, pela Bolsa de Valores de Lisboa e pelo Banco de Portugal.
Título
Estatísticas do Emprego 2014
Editor
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
Av. António José de Almeida
1000-043 Lisboa
Portugal
Telefone: 21 842 61 00
Fax: 21 845 40 84
Presidente do Conselho Diretivo
Alda de Caetano Carvalho
Design e Composição
Instituto Nacional de Estatística, I.P.
ISSN 0872-7570
Depósito Legal nº 77257/94
Periodicidade Trim est ral
O INE, I.P. na Internet
www.ine.pt
© INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2014
A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, exceto para fins comerciais, desde que
mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição e a referência Lisboa-Portugal.
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
ESTATÍSTICAS DO EMPREGO – 1º TRIMESTRE DE 2014
ÍNDICE
Resumo – Summary ......................................................................................................................................................... 2
Nota introdutória ............................................................................................................................................................... 3
Sinais convencionais, símbolos, siglas, abreviaturas e esclarecimentos aos/às utilizadores/as ...................................... 4
1. Análise dos resultados ................................................................................................................................................. 5
1.1. População ativa ................................................................................................................................................ 5
1.2. População empregada ...................................................................................................................................... 5
1.3. População desempregada ................................................................................................................................ 7
1.4. População inativa .............................................................................................................................................. 9
1.5. Fluxos trimestrais entre estados do mercado de trabalho................................................................................. 9
1.6. Regiões NUTS II ............................................................................................................................................. 10
2. Quadros de resultados ............................................................................................................................................... 12
3. Notas metodológicas .................................................................................................................................................. 27
4. Conceitos ................................................................................................................................................................... 30
5. Outra informação disponível ....................................................................................................................................... 33
6. Tema em análise: Nota sobre a revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego decorrente da revisão
das estimativas da população residente após integração dos resultados definitivos dos Censos 2011 .................... 35
7. Lista dos “Tema em análise” já publicados nas Estatísticas do Emprego .................................................................. 49
1
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
RESUMO – SUMMARY
De acordo com os resultados do Inquérito ao Emprego do
1º trimestre de 2014, a população ativa diminuiu 1,3% em
relação ao trimestre homólogo de 2013 (o que
corresponde a 66,4 mil pessoas) e 1,2% (61,8 mil) face ao
trimestre anterior. Para o decréscimo homólogo registado
destacam-se os seguintes resultados: a diminuição no
número de homens ativos (55,9 mil), dos 25 aos 34 anos
(50,2 mil) e com nível de escolaridade completo
correspondente, no máximo, ao ensino básico – 3º ciclo
(251,5 mil). A taxa de atividade da população em idade
ativa (15 e mais anos) foi de 58,7%.
A população empregada aumentou 1,7% em relação ao
trimestre homólogo (72,3 mil pessoas) e diminuiu 0,9%
em relação ao trimestre anterior (42,0 mil). Para o
acréscimo homólogo referido contribuíram essencialmente
os seguintes resultados: o aumento no número de
mulheres empregadas (47,7 mil), dos 35 aos 64 anos
(92,0 mil), que completaram o ensino superior (109,7 mil)
e o ensino secundário e pós-secundário (103,7 mil), a
trabalhar no setor dos serviços (124,3 mil), por conta de
outrem (107,6 mil) e a tempo completo (114,4 mil). A taxa
de emprego (15 e mais anos) fixou-se nos 49,8%.
O número de desempregadas/os foi estimado em 788,1
mil. A população desempregada diminuiu 15,0% em
relação ao trimestre homólogo (138,7 mil pessoas) e 2,5%
em relação ao trimestre anterior (19,9 mil). Para o
decréscimo homólogo do desemprego contribuíram
essencialmente os seguintes resultados: a diminuição no
número de desempregados do sexo masculino (80,5 mil),
dos 25 aos 34 anos (54,2 mil), com um nível de
escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º
ciclo do ensino básico (110,3 mil), à procura de novo
emprego (133,6 mil), cujo ramo da última atividade
pertencia ao setor da indústria, construção, energia e
água (85,5 mil) e à procura de emprego há menos de 12
meses (95,8 mil). A taxa de desemprego foi de 15,1%,
tendo diminuído 2,4 pontos percentuais em relação ao
trimestre homólogo e 0,2 pontos percentuais em relação
ao trimestre anterior.
A população inativa com 15 e mais anos aumentou 1,0%
em relação ao trimestre homólogo (34,6 mil pessoas) e
1,5% em relação ao trimestre anterior (53,8 mil). A taxa de
inatividade (15 e mais anos) foi de 41,3%.
st
According to the Labour Force Survey results for the 1
quarter of 2014, the labour force decreased by 1.3% from
the same quarter of 2013 (corresponding to 66.4 thousand
individuals) and by 1.2% (61.8 thousand) from the
previous one. For the year-on-year decrease, the following
results stand out: the decrease in the number of active
men (55.9 thousand), aged 25 to 34 (50.2 thousand) and
who completed the first or the second stages of basic
education (251.5 thousand). The working age participation
rate (15 years old and over) was 58.7%.
The employed population increased by 1.7% from the
same quarter of 2013 (72.3 thousand individuals) and
decreased by 0.9% from the previous quarter (42.0
thousand). Concerning the year-on-year increase, the
following results stand out: the increase in the number of
women employed (47.7 thousand), aged 35 to 64 (92.0
thousand), who completed the tertiary education (109.7
thousand) and the (upper) secondary and post-secondary
non-tertiary education (103.7 thousand), who were
working in the services sector (124.3 thousand), as
employees (107.6 thousand) and working full-time (114.4
thousand). The employment rate (15 years old and over)
was 49.8%.
The number of unemployed was estimated to be 788.1
thousand. The unemployed population decreased by
15.0% from the same quarter of 2013 (138.7 thousand
individuals) and by 2.5% from the previous quarter (19.9
thousand). The following results contributed most for the
year-on-year decrease of the unemployment: the
decrease in the number of men unemployed (80.5
thousand), aged 25 to 34 (54.2 thousand), who completed
the first or the second stages of basic education (110.3
thousand), who were seeking a new job (133.6 thousand),
coming from the manufacturing, electricity, gas and water
supply and construction sector (85.5 thousand) and who
were seeking a job for less than 12 months (95.8
thousand). The unemployment rate was 15.1%, down 2.4
percentage points from the same quarter of 2013 and 0.2
percentage points from the previous quarter.
The inactive population of 15 years old and over increased
by 1.0% from the same quarter of 2013 (34.6 thousand
individuals) and by 1.5% from the previous quarter (53.8
thousand). The inactivity rate (15 years old and over) was
41.3%.
2
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
NOTA INTRODUTÓRIA
Nesta publicação estão reunidas as principais estimativas obtidas a partir do Inquérito ao Emprego realizado durante o 1º
trimestre de 2014.
Conforme informação do INE aos utilizadores na nota introdutória das “Estatísticas do Emprego – 4º trimestre de 2013”, na
presente publicação (e ficheiros de informação anexos) são divulgados os resultados do Inquérito ao Emprego relativos ao
1º trimestre de 2014, bem como aos trimestres anteriores (do 1º trimestre de 1998 ao 4º trimestre de 2013), que foram
calibrados tendo por referência as estimativas da população residente calculadas a partir dos resultados definitivos dos
Censos 2011.
No capítulo 6 desta publicação (Tema em análise), encontra-se uma nota explicativa sobre a revisão das estimativas do
Inquérito ao Emprego decorrente da revisão das estimativas da população indicada.
Faz-se notar que o Inquérito ao Emprego é uma operação estatística realizada por amostragem, cujas estimativas têm
associadas margens de erro que são apresentadas sob a forma de coeficientes de variação. O INE divulga, juntamente
com as estimativas, os coeficientes de variação que lhes estão associados (cf. descrito no capítulo 3. Notas
Metodológicas), no sentido de fornecer aos/às utilizadores/as indicações sobre o grau de precisão dos resultados
divulgados. Por outro lado, sublinha-se também que os valores de baixa expressão quantitativa devem ser objeto de
análise cuidada.
O INE expressa os seus agradecimentos a todas as pessoas que permitiram a elaboração da presente publicação,
nomeadamente às famílias que responderam ao inquérito. Igualmente se agradecem, antecipadamente, quaisquer críticas
e sugestões que permitam melhorar futuras edições.
9 de maio de 2014
3
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
SINAIS CONVENCIONAIS, SIGLAS E ABREVIATURAS
Sinais convencionais
Siglas e abreviaturas
§
Dado com coeficiente de variação
elevado
CAE-Rev. 3
Classificação Portuguesa das Atividades Económicas,
Revisão 3
o
Dado inferior a metade do módulo
da unidade utilizada
CPP-10
Classificação Portuguesa de Profissões, Versão 2010
x
Dado não disponível
C.V.
Coeficiente de variação
*
Dado retificado
H
Homens
%
Percentagem
HM
Homens e mulheres
-
Resultado nulo
M
Mulheres
NS/NR
Não sabe / Não responde
NUTS
Nomenclatura das Unidades Territoriais para fins
Estatísticos
Nº
Número
T
Trimestre
p.p.
Pontos percentuais
Unid.
Unidade
ESCLARECIMENTOS AOS/ÀS UTILIZADORES/AS
Notas gerais:
Por razões de arredondamento, os totais dos quadros do capítulo 2 podem não corresponder à soma das parcelas.
Os quadros apresentados no capítulo 2 encontram-se disponíveis, em formato Excel e CSV, em:
http://www.ine.pt/portal/page/portal/PORTAL_INE/Publicacoes (selecionando Estatísticas do Emprego – 1º
trimestre de 2014). No 4º trimestre de cada ano, são também disponibilizados quadros contendo informação anual.
Unidade Orgânica responsável pela realização desta publicação:
Departamento de Estatísticas Demográficas e Sociais – Serviço de Estatísticas do Mercado de Trabalho.
4
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
1. ANÁLISE DOS RESULTADOS
1.1. População ativa
(Quadros 2 e 3)
Homens, pessoas dos 25 aos 34 anos e com nível de
escolaridade correspondente ao ensino básico foram
os grupos populacionais que mais contribuíram para
o decréscimo homólogo da população ativa no 1º
trimestre de 2014
A população ativa em Portugal no 1º trimestre de 2014,
estimada em 5 215,0 mil pessoas, diminuiu 1,3% face ao
trimestre homólogo do ano anterior (abrangendo 66,4 mil
pessoas) e 1,2% (61,8 mil) face ao trimestre anterior.
No Gráfico 1, apresenta-se a decomposição da variação
homóloga da população ativa nas suas várias
componentes: população empregada e desempregada,
sexo, quatro grupos etários e três níveis de escolaridade
1
completos. A sua leitura permite obter uma perceção
imediata da parte que cada componente representa
naquela variação, uma vez que a soma dos contributos
das componentes de cada um dos grupos populacionais
iguala a variação homóloga da população ativa
(representada pela barra de cor mais escura). Por
exemplo, a população empregada aumentou 72,3 mil
pessoas e a desempregada diminuiu 138,7 mil pessoas,
explicando o decréscimo na população ativa de 66,4 mil
pessoas. Destes valores decorre que a taxa de variação
homóloga da população ativa (-1,3%) pode ser obtida pela
soma dos dois contributos seguintes – o aumento da
população empregada (cujo contributo foi de +1,4 pontos
percentuais, p.p.) e a diminuição da população
desempregada (cujo contributo foi de -2,6 p.p.) –
independentemente da taxa de variação homóloga que
cada um destes grupos populacionais tenha registado.
Numa análise por sexo, a redução homóloga da oferta de
mão de obra foi explicada essencialmente pela diminuição
do número de homens ativos (55,9 mil pessoas), embora
o número de mulheres ativas também tenha diminuído
(10,5 mil).
Por grupo etário, verifica-se um aumento da população
ativa nos grupos etários dos 35 aos 44 anos e dos 45 aos
64 anos e uma diminuição da população ativa nos
restantes grupos etários. Em particular, destaca-se a
diminuição da população ativa dos 25 aos 34 anos (50,2
mil) e com 65 e mais anos (34,0 mil).
A população ativa com nível de escolaridade completo
correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico
diminuiu 8,2% (251,5 mil pessoas). O número daquelas/es
que possuem uma qualificação correspondente ao ensino
1
Consultar o capítulo 4 (Conceitos).
secundário e pós-secundário aumentou 7,9% (93,2 mil) e
o número de ativas/os com ensino superior aumentou
8,7% (91,8 mil).
Gráfico 1: Contributos para a taxa de variação homóloga
da população ativa no 1º trimestre de 2014
%
-5
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
População ativa
População empregada
População desempregada
Homens
Mulheres
15-24 anos
25-34 anos
35-44 anos
45-64 anos
65 e mais anos
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
A taxa de atividade da população em idade ativa (15 e
mais anos) foi de 58,7%, no 1º trimestre de 2014. Este
valor é inferior ao registado no trimestre homólogo, em 0,5
p.p., e ao registado no trimestre anterior, em 0,6%.
A taxa de atividade dos homens em idade ativa (64,3%)
excedeu a das mulheres (53,7%) em 10,6 p.p.. A taxa de
atividade das/os jovens (15 a 24 anos), que ascendeu a
34,2%, corresponde a menos de metade das taxas dos
dois grupos etários seguintes: 25 a 34 anos e 35 a 44
anos (89,4% e 91,4%, respetivamente).
1.2. População empregada
(Quadros 4 a 8)
Mulheres, pessoas dos 35 aos 64 anos, com nível de
escolaridade correspondente ao ensino secundário e
pós-secundário e superior, a trabalhar no setor dos
serviços, por conta de outrem e a tempo completo
foram os grupos populacionais que mais contribuíram
para o acréscimo homólogo da população empregada
no 1º trimestre de 2014
A população empregada, estimada em 4 426,9 mil
pessoas no 1º trimestre de 2014, registou um acréscimo
homólogo de 1,7% (72,3 mil pessoas) e um decréscimo
trimestral de 0,9% (42,0 mil). Face ao trimestre homólogo,
o número de homens empregados aumentou 1,1%
(envolvendo 24,4 mil pessoas) e o de mulheres aumentou
2,3% (47,7 mil). Face ao trimestre anterior, o emprego de
homens diminuiu 1,6% (35,9 mil) e o de mulheres
permaneceu praticamente inalterado.
5
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
A população empregada por conta de outrem era de
3 512,9 mil pessoas, o que corresponde a 79,4% da
população empregada total.
Face ao trimestre homólogo, assistiu-se a um aumento do
número de trabalhadores/as por conta de outrem de 3,2%
(107,6 mil pessoas). Face ao trimestre anterior, o
emprego por conta de outrem permaneceu praticamente
inalterado.
O aumento homólogo da população empregada por conta
de outrem ocorreu tanto para os homens como para as
mulheres, embora de forma mais pronunciada para as
mulheres (4,3% e 1,9%, respetivamente para os homens
e as mulheres, abrangendo 75,2 mil e 32,4 mil pessoas
em cada caso). Face ao trimestre anterior, o emprego por
conta de outrem diminuiu para os homens (1,2%; 20,0 mil)
e aumentou para as mulheres. (1,0%; 18,8 mil).
A taxa de emprego (15 e mais anos) situou-se em 49,8%,
no 1º trimestre de 2014. Este valor foi superior ao
observado no trimestre homólogo, em 1,0 p.p., e inferior
ao do trimestre anterior, em 0,4 p.p.. A taxa de emprego
dos homens (54,6%), no trimestre em análise, excedeu a
das mulheres (45,6%) em 9,0 p.p..
Gráfico 2: Taxa de emprego por sexo
%
65
(10,9%; 103,7 mil). A população empregada que
completou, no máximo, o 3º ciclo do ensino básico,
por seu turno, diminuiu (5,7%; 141,2 mil).
População empregada no setor dos serviços, cujo
aumento foi de 4,4% e abrangeu 124,3 mil pessoas.
No setor da agricultura, produção animal, caça,
floresta e pesca, por seu turno, a população
empregada diminuiu 10,7% (46,8 mil). No caso da
indústria, construção, energia e água, a população
empregada diminuiu menos (0,5%; 5,2 mil). Este
decréscimo foi explicado exclusivamente pelas
atividades da construção (7,3%; 21,9 mil), já que nas
indústrias transformadoras se observou um aumento
do emprego de 3,5% (24,3 mil).
Trabalhadores/as por conta de outrem, cujo número
aumentou 3,2% (107,6 mil pessoas). O número de
trabalhadores/as por conta própria diminuiu 3,4%
(31,0 mil). De entre os/as trabalhadores/as por conta
de outrem, aumentou essencialmente o número
daqueles/as que tinham um contrato de trabalho sem
termo (3,5%; 94,6 mil).
Trabalhadores/as a tempo completo, cujo número
aumentou 3,1% (114,4 mil pessoas). O número de
trabalhadores/as a tempo parcial diminuiu 6,1% (42,1
mil).
Gráfico 3: Contributos para a taxa de variação homóloga
da população empregada no 1º trimestre de 2014
60
%
55
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
População empregada
Homens
50
Mulheres
15-24 anos
45
25-34 anos
35-44 anos
Total
Homens
1ºt14
4ºt13
3ºt13
2ºt13
1ºt13
4ºt12
3ºt12
2ºt12
1ºt12
4ºt11
3ºt11
2ºt11
1ºt11
40
Mulheres
45-64 anos
65 e mais anos
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
Para a evolução homóloga da população empregada
contribuíram as seguintes componentes (Gráfico 3):
6
População empregada de mulheres, que aumentou
2,3% (47,7 mil pessoas) e explicou quase 2/3 da
variação da população empregada total.
População empregada dos 45 aos 64 anos, que
registou um acréscimo de 3,0% (51,1 mil), e dos 35
aos 44 anos, que registou um acréscimo de 3,3%
(40,9 mil). No grupo etário dos 15 aos 24 anos, a
população empregada aumentou menos e no dos 25
aos 34 anos manteve-se praticamente inalterada. No
grupo etário dos 65 e mais anos, a população
empregada diminuiu (13,5%; 36,2 mil).
População empregada com nível de escolaridade
completo correspondente ao ensino superior, cujo
acréscimo foi de 12,0% e abrangeu 109,7 mil
pessoas, e com ensino secundário e pós-secundário
Agr., prod. animal, floresta e pesca
Indústria, construção, energia e água
Serviços
Trabalhadores por conta de outrem
c/ contrato de trabalho sem termo
c/ contrato de trabalho com termo
Trabalhadores por conta própria
Trab. familiares não remunerados
A tempo completo
A tempo parcial
Em termos da variação face ao trimestre anterior, a
diminuição da população empregada ficou a dever-se
essencialmente ao decréscimo do emprego nos seguintes
segmentos populacionais: diminuição no número de
homens empregados; diminuição no número de
empregadas/os com 65 e mais anos; diminuição no
número de empregadas/os com nível de escolaridade
completo correspondente ao ensino básico e ao
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
secundário e pós-secundário; diminuição no número de
empregadas/os no setor da agricultura, produção animal,
caça, floresta e pesca e dos serviços; diminuição no
número de trabalhadores/as por conta própria; diminuição
no número de empregadas/os a tempo parcial.
O subemprego de trabalhadores/as a tempo parcial
abrangia, no 1º trimestre de 2014, 244,9 mil pessoas, o
que corresponde a 5,5% da população empregada total e
a 41,7% da população empregada a tempo parcial nesse
trimestre.
O subemprego de trabalhadores/as a tempo parcial
diminuiu 3,1% face ao trimestre homólogo e 5,5% face ao
trimestre anterior. Estas variações envolveram 7,8 mil e
14,2 mil pessoas, respetivamente. No 1º trimestre de
2014, o subemprego de trabalhadores/as a tempo parcial
era composto maioritariamente por mulheres (62,1%).
trimestre anterior (0,3 p.p.). A taxa de desemprego das
mulheres diminuiu em relação ao trimestre homólogo e ao
trimestre anterior (2,2 p.p. e 0,7 p.p., respetivamente).
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) foi de
37,5%, valor inferior ao observado no trimestre homólogo,
em 5,0 p.p., e superior ao observado no trimestre anterior,
em 1,4 p.p..
A proporção de jovens desempregadas/os no total da
população jovem (ativa ou inativa) – indicador conhecido
como rácio de desemprego – foi de 12,8%, valor inferior
ao observado no trimestre homólogo, em 2,0 p.p., e
superior ao observado no trimestre anterior, em 0,3 p.p..
O número de desempregadas/os jovens representava
18,0% do total da população desempregada,
percentagem superior à observada no trimestre homólogo
(17,9%) e à do trimestre anterior (17,1%).
Gráfico 5: Taxa de desemprego por grupo etário
1.3. População desempregada
%
45
(Quadros 9 a 13)
40
35
A taxa de desemprego foi de 15,1%, no 1º trimestre de
2014, traduzindo um decréscimo de 2,4 p.p. face ao
trimestre homólogo e um decréscimo de 0,2 p.p. face ao
trimestre anterior.
Gráfico 4: Taxa de desemprego por sexo
%
18
17
16
15
14
13
12
Total
Homens
1ºt14
4ºt13
3ºt13
2ºt13
1ºt13
4ºt12
3ºt12
2ºt12
1ºt12
4ºt11
3ºt11
2ºt11
1ºt11
11
25
20
15
10
15 a 24 anos
25 a 34 anos
35 a 44 anos
45 e mais anos
1ºt14
4ºt13
3ºt13
2ºt13
1ºt13
4ºt12
3ºt12
2ºt12
1ºt12
4ºt11
3ºt11
5
2ºt11
A população desempregada, estimada em 788,1 mil
pessoas no 1º trimestre de 2014, verificou um decréscimo
homólogo de 15,0% (138,7 mil pessoas) e um decréscimo
trimestral de 2,5% (19,9 mil).
30
1ºt11
No 1º trimestre de 2014, a diminuição homóloga do
desemprego abrangeu essencialmente homens,
pessoas dos 25 aos 34 anos, com nível de
escolaridade correspondente ao ensino básico, à
procura de novo emprego e à procura de emprego há
menos de 12 meses
A taxa de desemprego das pessoas com nível de
escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º
ciclo do ensino básico foi de 16,1%, no 1º trimestre de
2014, valor inferior ao observado para as pessoas com
ensino secundário e pós-secundário (16,9%), mas
superior ao observado para as pessoas com nível de
ensino superior (10,8%). A taxa de desemprego das
pessoas com nível de escolaridade correspondente, no
máximo, ao 3º ciclo do ensino básico diminuiu 2,3 p.p.
face ao trimestre homólogo e aumentou 0,3 p.p. face ao
trimestre anterior. A taxa de desemprego das pessoas
com nível de escolaridade correspondente ao ensino
secundário e pós-secundário diminuiu 2,2 p.p. face ao
trimestre homólogo e manteve o nível do trimestre
anterior. A taxa de desemprego das pessoas com ensino
superior diminuiu 2,6 p.p. face ao trimestre homólogo e
1,6 p.p. face ao trimestre anterior.
Mulheres
A taxa de desemprego dos homens (15,1%), no trimestre
em análise, foi inferior à das mulheres (15,2%). A taxa de
desemprego dos homens diminuiu em relação ao
trimestre homólogo (2,6 p.p.) e aumentou face ao
7
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Gráfico 6: Taxa de desemprego por nível de escolaridade
completo
População desempregada com um nível de
escolaridade correspondente, no máximo, ao 3º ciclo
do ensino básico, cuja diminuição foi de 19,7%
(abrangendo 110,3 mil pessoas), tendo explicado
79,5% da diminuição global do desemprego.
Desempregadas/os à procura de novo emprego, cujo
número diminuiu 16,0% (133,6 mil pessoas). A
diminuição no número de desempregadas/os à
procura
de
novo
emprego
teve
origem
essencialmente no setor da indústria, construção,
energia e água, onde se assistiu a um decréscimo de
27,9% (85,5 mil), e no setor dos serviços (9,5%; 45,0
mil).
Desempregadas/os à procura de emprego há menos
de 12 meses, cujo número diminuiu 25,0% (95,8 mil
pessoas). O desemprego de longa duração também
diminuiu (7,9%; 42,9 mil), embora o seu contributo
para a redução global do desemprego tenha sido
menor.
%
20
15
10
5
Total
Até ao Básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
1ºt14
4ºt13
3ºt13
2ºt13
1ºt13
4ºt12
3ºt12
2ºt12
1ºt12
4ºt11
3ºt11
2ºt11
1ºt11
0
O número de desempregadas/os à procura de emprego
há 12 e mais meses – desemprego de longa duração –
diminuiu 7,9% face ao trimestre homólogo (42,9 mil
pessoas) e 2,5% face ao trimestre anterior (12,6 mil). O
número de desempregadas/os à procura de emprego há
menos de 12 meses diminuiu 25,0% face ao trimestre
homólogo (95,8 mil) e 2,5% face ao anterior (7,3 mil).
A taxa de desemprego de longa duração (medida pela
razão entre o número de desempregadas/os à procura de
emprego há 12 e mais meses e a população ativa)
registou um valor de 9,6%, no 1º trimestre de 2014. A
proporção de desempregadas/os à procura de emprego
há 12 e mais meses no total da população desempregada
foi estimada em 63,6%.
Gráfico 7: Proporção de desempregados à procura de
emprego há 12 e mais meses
%
Gráfico 8: Contributos para a taxa de variação homóloga
da população desempregada no 1º trimestre de 2014
%
-16
-12
-8
-4
0
4
População desempregada
Homens
Mulheres
15-24 anos
25-34 anos
35-44 anos
45 e mais anos
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
À procura de primeiro emprego
À procura de novo emprego
66
Agr., prod. animal, floresta e pesca
Indústria, construção, energia e água
64
Serviços
62
Procura há menos de 12 meses
60
Procura há 12 e mais meses
58
56
54
52
1ºt14
4ºt13
3ºt13
2ºt13
1ºt13
4ºt12
3ºt12
2ºt12
1ºt12
4ºt11
3ºt11
2ºt11
1ºt11
50
De forma resumida, pode concluir-se que para a variação
homóloga da população desempregada contribuíram as
variações nos seguintes agregados (Gráfico 8):
Desemprego de homens, que diminuiu 16,7% (80,5
mil pessoas) e explicou 58,0% da diminuição total do
desemprego.
Desemprego de todos os grupos etários, sobretudo
de pessoas dos 25 aos 34 anos, cuja diminuição se
situou em 21,7% (54,2 mil).
8
A diminuição trimestral da população desempregada foi
explicada essencialmente pelas variações ocorridas nos
seguintes segmentos populacionais: diminuição no
número de mulheres desempregadas; diminuição no
número de desempregadas/os dos 25 aos 34 anos;
diminuição no número de desempregadas/os com nível de
escolaridade completo correspondente ao ensino
superior; diminuição no número de desempregadas/os à
procura de novo emprego; diminuição no número de
desempregadas/os à procura de emprego há 12 e mais
meses.
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
1.4. População inativa
emprego, no trimestre em análise, representava 7,5% da
população inativa com 15 e mais anos e 56,9% eram
mulheres.
(Quadro 14)
Homens, pessoas 65 e mais anos e reformadas/os
foram os grupos populacionais que mais contribuíram
para o aumento homólogo da população inativa com
15 e mais anos no 1º trimestre de 2014
A população inativa, estimada em 5 191,2 mil pessoas no
1º trimestre de 2014, aumentou 0,1% face ao trimestre
homólogo (4,2 mil pessoas) e aumentou 0,8% face ao
trimestre anterior (39,6 mil).
A população inativa com 15 e mais anos foi estimada em
3 675,7 mil pessoas no 1º trimestre de 2014 (70,8% do
total de inativas/os), o que se traduziu numa taxa de
inatividade de 41,3%.
Face ao trimestre homólogo, a população inativa com 15
e mais anos aumentou 1,0% (34,6 mil pessoas). O
número de inativas/os aumentou para os homens (1,9%;
27,2 mil) e para as mulheres (0,3%; 7,3 mil). De igual
modo, face ao trimestre anterior a população inativa com
15 e mais anos também aumentou para os homens
(1,5%; 22,6 mil) e para as mulheres (1,4%; 31,1 mil). No
1º trimestre de 2014, 59,5% da população inativa com 15
e mais anos era composta por mulheres.
Gráfico 9: Contributos para a taxa de variação homóloga
da população inativa com 15 e mais anos no 1º trimestre
de 2014
%
-1,0
-0,5
0,0
0,5
1,0
1,5
2,0
1.5. Fluxos trimestrais entre estados do mercado
de trabalho
Neste capítulo, apresenta-se uma análise dos fluxos de
pessoas com 15 e mais anos, ocorridos entre o 4º
trimestre de 2013 e o 1º trimestre de 2014, entre três
estados do mercado de trabalho que correspondem às
diferentes condições perante o trabalho: emprego,
desemprego e inatividade. Estes fluxos são estimados
tendo por referência as respostas das pessoas
entrevistadas naqueles dois trimestres, o que corresponde
a utilizar 5/6 da amostra do Inquérito ao Emprego comum
nos dois trimestres.
Os valores relativos aos fluxos de pessoas, ocorridos
entre dois quaisquer estados, que são apresentados no
diagrama e no Quadro A, correspondem às proporções de
pessoas que inicialmente se encontravam em cada
estado, no 4º trimestre de 2013, que transitaram para
outro estado, no 1º trimestre de 2014. Assim sendo, em
cada linha do quadro está representada a distribuição, no
1º trimestre de 2014, das pessoas que se encontravam
em cada um dos estados no 4º trimestre de 2013.
Fluxos trimestrais entre estados do mercado de
trabalho (em % do estado inicial)
92,9%
População inativa (15+)
Homens
Mulheres
Emprego
15-24 anos
25-34 anos
35-44 anos
2,9%
16,4%
4,2%
4,1%
45-64 anos
65 e mais anos
Estudantes
17,5%
Desemprego
Inatividade
3,6%
Domésticos
Reformados
Outros
O número de inativas/os à procura de emprego mas não
disponíveis para trabalhar era de 25,8 mil, tendo
diminuído face ao trimestre homólogo (16,0%; 4,9 mil
pessoas) e aumentado face ao trimestre anterior (10,7%;
2,5 mil). O número de inativas/os à procura de emprego
mas não disponíveis, no trimestre em análise,
representava 0,7% da população inativa com 15 e mais
anos e 60,1% eram mulheres.
O número de inativas/os disponíveis mas que não
procuram emprego era de 276,6 mil, tendo aumentado
6,6% face ao trimestre homólogo (17,1 mil pessoas) e
0,9% em relação ao trimestre anterior (2,4 mil). O número
de inativas/os disponíveis mas que não procuram
66,0%
92,3%
Do 4º trimestre de 2013 para o 1º trimestre de 2014, 2,9%
das pessoas que estavam inicialmente empregadas
transitaram para o desemprego e 4,2% transitaram para a
inatividade,
totalizando
7,1%
a
proporção
de
empregadas/os que saíram deste estado no 1º trimestre
de 2014 (92,9% permaneceram empregadas/os).
As saídas do desemprego entre os dois trimestres foram,
em termos relativos, mais intensas do que as saídas do
emprego. Do total de pessoas que se encontravam
desempregadas no 4º trimestre de 2013, 34,0% saíram
dessa situação no 1º trimestre de 2014, sendo que 16,4%
se tornaram empregadas/os e 17,5% transitaram para a
inatividade.
9
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Do total de pessoas com 15 e mais anos que eram
consideradas inativas no 4º trimestre de 2013, 4,1%
transitaram para o emprego e 3,6% transitaram para o
desemprego, no 1º trimestre de 2014.
As mulheres apresentaram, no período em análise, em
relação aos homens, maiores taxas de transição para a
inatividade (provenientes do emprego ou do desemprego)
e uma maior taxa de permanência na inatividade. Por seu
turno, os homens apresentaram maiores taxas de
transição para o emprego (provenientes do desemprego
ou da inatividade) e para o desemprego (provenientes do
emprego ou da inatividade) e uma maior taxa de
permanência no desemprego.
Quadro A: Fluxos trimestrais entre estados do mercado de
trabalho (em % do estado inicial)
1ºT-2014
4ºT-2013
Emprego
Desemprego
Inatividade
4ºT-2013
Total
Emprego
Desemprego
Inatividade
Total 1ºT-2014
92,9
16,4
4,1
50,1
2,9
66,0
3,6
8,6
4,2
17,5
92,3
41,3
100
100
100
100
Homens
Emprego
Desemprego
Inatividade
Total 1ºT-2014
92,9
17,4
5,3
55,2
3,1
68,7
4,1
9,4
3,9
13,8
90,5
35,4
100
100
100
100
Mulheres
Emprego
Desemprego
Inatividade
Total 1ºT-2014
92,9
15,5
3,3
45,6
2,7
63,5
3,2
7,9
4,4
21,1
93,5
46,5
100
100
100
100
No Quadro B apresentam-se os fluxos trimestrais entre os
mesmos estados considerados anteriormente, mas em
proporção da população em idade ativa (população com
15 e mais anos). A imposição de um denominador comum
a todas as transições entre estados permite calcular
fluxos líquidos entre estados (entradas menos saídas de
cada estado, em percentagem da população em idade
ativa).
Do 4º trimestre de 2013 para o 1º trimestre de 2014, os
fluxos do emprego para o desemprego representavam
1,48% da população em idade ativa, menos do que aquilo
que representavam os fluxos do emprego para a
inatividade (2,11%), perfazendo um total de 3,59% de
saídas do emprego (em percentagem da população em
idade ativa). As entradas no emprego provenientes do
desemprego foram estimadas em 1,41% da população em
idade ativa e as provenientes da inatividade em 1,69%.
Em consequência, entre os dois trimestres assistiu-se a
um fluxo líquido no emprego (entradas menos saídas no
emprego) negativo, de 0,50%.
A diminuição líquida no emprego foi observada para
ambos os sexos, mas de forma mais pronunciada para os
homens. Este fluxo foi estimado em -0,51% da população
em idade ativa para os homens e em -0,49% para as
mulheres.
10
Quadro B: Fluxos trimestrais entre estados do mercado de
trabalho (em % da população com 15 e mais anos)
1ºT-2014
4ºT-2013
Total
Emprego
Desemprego
Inatividade
Fluxos de
entrada
Homens
Emprego
Desemprego
Inatividade
Fluxos de
entrada
Mulheres
Emprego
Desemprego
Inatividade
Fluxos de
entrada
Emprego
Desemprego
Inatividade
46,99
1,41
1,69
1,48
5,66
1,47
2,11
1,50
37,70
3,10
2,95
3,62
51,77
1,56
1,87
1,75
6,16
1,47
2,19
1,24
31,98
3,44
3,21
3,43
42,77
1,27
1,52
1,24
5,22
1,47
2,04
1,73
42,73
2,79
2,71
3,78
Fluxos de
saída
3,59
2,91
3,15
3,94
2,80
3,34
3,29
3,01
2,99
O fluxo líquido do desemprego foi quase nulo (estimado
em 0,03% da população em idade ativa), o que resulta do
total de entradas (2,95%) ter sido próximo do total das
saídas (2,91%). A proporção das entradas no
desemprego de pessoas provenientes do emprego
(1,48% da população em idade ativa) foi idêntica à de
pessoas anteriormente inativas (1,47%). As saídas do
desemprego para emprego (1,41%) foram inferiores às
que tiveram como destino a inatividade (1,50%).
Do 4º trimestre de 2013 para o 1º trimestre de 2014, há a
assinalar as seguintes diferenças por sexo nos fluxos
líquidos dos estados do emprego, do desemprego e da
inatividade: o fluxo do emprego é negativo para os
homens e para as mulheres, sobretudo para aqueles; o
fluxo do desemprego é positivo para os homens e
negativo para as mulheres; o fluxo da inatividade é
positivo para os homens e para as mulheres, sobretudo
para estas.
1.6. Regiões NUTS II
(Quadros 15 e 16)
No 1º trimestre de 2014, o emprego aumentou, face ao
trimestre homólogo, em todas as regiões NUTS II do
país com exceção do Centro. Os maiores acréscimos
no número de empregadas/os ocorreram em Lisboa e
no Norte. No mesmo período, o desemprego diminuiu
em todas as regiões NUTS II do país com exceção da
Região Autónoma dos Açores. Os maiores
decréscimos no número de desempregadas/os
ocorreram no Norte e em Lisboa.
No 1º trimestre de 2014, a população ativa residente em
Portugal diminuiu 1,3% (66,4 mil pessoas) face ao
trimestre homólogo. 92,6% desta redução resultou da
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
diminuição da população ativa nas regiões Norte (31,9
mil) e Centro (29,6 mil).
As duas componentes da população ativa, emprego e
desemprego, evoluíram de forma semelhante em todas as
regiões (Gráfico 10).
Na região Norte, o número de empregadas/os aumentou
1,5% face ao trimestre homólogo (22,2 mil pessoas) e o
número de desempregadas/os diminuiu 15,7% (54,1 mil).
A conjugação da evolução destes dois agregados
determinou a diminuição na taxa de desemprego da
região, de 18,5%, no 1º trimestre de 2013, para 15,8%, no
1º trimestre de 2014.
Gráfico 10: Variação homóloga da população empregada,
desempregada e inativa com 15 e mais anos por região
NUTS II, no 1º trimestre de 2014
Mil indivíduos
-60
-50
-40
-30
-20
-10
0
10
20
30
40
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
R. A. Açores
R. A. Madeira
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
A região Centro registou uma diminuição ligeira na
população empregada face ao trimestre homólogo, de
0,4% (3,8 mil pessoas), e uma diminuição na população
desempregada de 16,8% (25,8 mil). A taxa de
desemprego diminuiu, de 12,9%, no 1º trimestre de 2013,
para 11,0%, no 1º trimestre de 2014.
Na Região Autónoma dos Açores, a população
empregada aumentou 1,5% (1,5 mil pessoas) face ao
trimestre homólogo e a população desempregada
aumentou 9,6% (1,9 mil pessoas). A taxa de desemprego
passou de 16,9%, no 1º trimestre de 2013, para 18,0%,
no 1º trimestre de 2014. Esta região foi a única a observar
um acréscimo homólogo na taxa de desemprego.
Na Região Autónoma da Madeira, a população
empregada aumentou 3,6% face ao trimestre homólogo
(3,8 mil pessoas) e a população desempregada diminuiu
17,6% (4,6 mil). A taxa de desemprego passou de 19,8%,
no 1º trimestre de 2013, para 16,4%, no 1º trimestre de
2014.
No 1º trimestre de 2014, a população inativa com 15 e
mais anos aumentou 1,0% (34,6 mil pessoas) face ao
trimestre homólogo. Este aumento estendeu-se às regiões
Norte e Centro e à Região Autónoma da Madeira. Por seu
turno, a população inativa aumentou no Alentejo, no
Algarve e na Região Autónoma dos Açores. O aumento
que mais se destacou, em termos absolutos, foi a do
Norte (1,9%; 23,8 mil pessoas).
A taxa de inatividade aumentou, face ao trimestre
homólogo, e à semelhança do sucedido globalmente para
Portugal, em três regiões NUTS II: Norte, Centro, Lisboa e
Região Autónoma da Madeira. Os aumentos que mais se
destacaram foram os do Centro e do Norte (1,2 p.p. e 0,8
p.p., respetivamente). Nas três regiões seguintes, a taxa
de inatividade diminuiu: Alentejo, Algarve e Região
Autónoma dos Açores. As diminuições que mais se
destacaram foram as da Região Autónoma dos Açores e
do Algarve (1,5 p.p. e 0,9 p.p., respetivamente).
A maior taxa de inatividade pertenceu ao Alentejo (44,5%)
e as menores taxas foram registadas no Algarve (39,6%)
e na Região Autónoma da Madeira (40,7%).
Em Lisboa, a população empregada aumentou 3,1% (34,9
mil pessoas) face ao trimestre homólogo e a população
desempregada diminuiu 16,1% (43,8 mil). A taxa de
desemprego passou de 19,5%, no 1º trimestre de 2013,
para 16,4%, no 1º trimestre de 2014. Esta região
apresentou a maior diminuição homóloga da taxa de
desemprego do Continente, no 1º trimestre de 2014.
No Alentejo, a população empregada aumentou 2,6% (7,6
mil pessoas) face ao trimestre homólogo e a população
desempregada diminuiu 13,2% (8,7 mil). A taxa de
desemprego passou de 18,4%, no 1º trimestre de 2013,
para 16,0%, no 1º trimestre de 2014.
No Algarve, a população empregada aumentou 3,4% (6,1
mil pessoas) face ao trimestre homólogo e a população
desempregada diminuiu 7,6% (3,4 mil). A taxa de
desemprego passou de 20,1%, no 1º trimestre de 2013,
para 18,3%, no 1º trimestre de 2014. Esta região
apresentou a maior taxa de desemprego do país no 1º
trimestre de 2014.
11
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
2. QUADROS DE RESULTADOS
1. População total por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo .................................................................. 13
2. População ativa por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo ................................................................. 14
3. Taxa de atividade por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo .............................................................. 15
4. População empregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo ...................................................... 16
5. Taxa de emprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo .............................................................. 17
6. População empregada por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo ............................................................ 18
7. População empregada por profissão principal (CPP-10), situação na profissão e sexo ............................................ 19
8. População empregada total e por conta de outrem por regime de duração do trabalho e sexo, população
empregada por conta de outrem por tipo de contrato de trabalho e sexo e subemprego de trabalhadores a
tempo parcial por sexo ............................................................................................................................................... 20
9. População desempregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo ................................................. 21
10. Taxa de desemprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo....................................................... 22
11. População desempregada por duração da procura de emprego ............................................................................. 22
12. Taxas de desemprego por duração da procura de emprego.................................................................................... 23
13. População desempregada à procura de primeiro emprego e de novo emprego por setor da última
atividade (CAE-Rev. 3) ............................................................................................................................................. 23
14. População inativa ..................................................................................................................................................... 24
15. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa por região NUTS II (NUTS-2002) .............................. 25
16. Taxa de atividade, de emprego, de desemprego e de inatividade por região NUTS II (NUTS-2002) ...................... 26
Nota: Estes quadros encontram-se disponíveis, em formato Excel e CSV, em:
http://www.ine.pt/portal/page/portal/PORTAL_INE/Publicacoes (selecionando Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de
2014). No 4º trimestre de cada ano, são também disponibilizados quadros contendo informação anual.
12
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
1. População total por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo
Portugal
População total
População com 15 e mais anos
Menos de 15 anos
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Dos 45 aos 64 anos
Com 65 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
Nível de escolaridade completo
(15 e mais anos)
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
C.V.
1ºT-2014
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
10 468,4
4 983,2
5 485,2
8 922,5
4 191,9
4 730,6
1 545,9
791,3
754,6
1 118,9
566,7
552,2
1 312,6
644,1
668,5
1 610,1
781,1
828,9
2 845,0
1 357,1
1 487,8
2 036,0
842,8
1 193,2
6 886,5
3 349,1
3 537,4
10 456,6
4 975,8
5 480,8
8 916,8
4 187,5
4 729,3
1 539,8
788,2
751,6
1 115,5
565,0
550,5
1 300,2
638,1
662,0
1 607,6
779,1
828,5
2 847,0
1 357,8
1 489,2
2 046,4
847,4
1 199,1
6 870,3
3 340,1
3 530,2
10 443,8
4 967,7
5 476,1
8 909,5
4 182,2
4 727,3
1 534,3
785,5
748,8
1 110,9
562,8
548,1
1 286,3
631,4
654,9
1 604,5
776,7
827,9
2 848,9
1 358,4
1 490,5
2 058,9
853,0
1 205,9
6 850,6
3 329,2
3 521,4
10 428,4
4 957,5
5 470,9
8 898,7
4 174,3
4 724,4
1 529,7
783,1
746,5
1 105,4
560,0
545,4
1 271,4
624,0
647,4
1 600,9
773,7
827,2
2 850,3
1 358,5
1 491,8
2 070,6
858,0
1 212,6
6 828,1
3 316,3
3 511,8
10 406,2
4 938,8
5 467,4
8 890,6
4 163,2
4 727,4
1 515,6
775,6
740,0
1 104,9
558,1
546,9
1 263,0
617,7
645,4
1 597,5
770,3
827,2
2 851,6
1 358,0
1 493,6
2 073,6
859,2
1 214,4
6 817,0
3 304,0
3 513,1
-
-0,6
-0,9
-0,3
-0,4
-0,7
-0,1
-2,0
-2,0
-1,9
-1,3
-1,5
-1,0
-3,8
-4,1
-3,5
-0,8
-1,4
-0,2
0,2
0,1
0,4
1,8
1,9
1,8
-1,0
-1,3
-0,7
-0,2
-0,4
-0,1
-0,1
-0,3
0,1
-0,9
-1,0
-0,9
o
-0,3
0,3
-0,7
-1,0
-0,3
-0,2
-0,4
o
o
0,1
0,1
0,1
0,1
-0,2
-0,4
o
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
6 016,8
2 914,3
3 102,5
1 608,2
772,8
835,4
1 297,6
504,9
792,7
6 017,6
2 914,6
3 103,1
1 614,2
774,5
839,7
1 285,0
498,4
786,5
5 874,7
2 841,5
3 033,3
1 681,8
813,7
868,1
1 352,9
527,0
825,9
5 791,5
2 809,8
2 981,8
1 697,8
824,9
873,0
1 409,3
539,7
869,7
5 807,9
2 818,3
2 989,7
1 678,1
810,8
867,3
1 404,6
534,1
870,5
0,7
0,8
0,8
1,4
1,9
1,8
2,6
3,5
2,5
-3,5
-3,3
-3,6
4,3
4,9
3,8
8,2
5,8
9,8
0,3
0,3
0,3
-1,2
-1,7
-0,7
-0,3
-1,0
0,1
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
13
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
2. População ativa por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo
Portugal
População ativa
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Dos 45 aos 64 anos
Com 65 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
Nível de escolaridade completo
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
5 281,4
2 732,3
2 549,1
389,4
206,8
182,6
1 179,8
584,7
595,0
1 445,4
716,6
728,8
1 996,3
1 050,5
945,8
270,6
173,7
96,9
5 010,8
2 558,6
2 452,2
5 290,9
2 726,5
2 564,4
377,9
199,0
178,9
1 165,4
575,7
589,6
1 443,5
716,9
726,7
2 022,6
1 062,3
960,4
281,4
172,6
108,8
5 009,5
2 553,9
2 455,6
5 289,3
2 729,6
2 559,7
407,3
213,6
193,7
1 154,4
573,5
580,9
1 445,7
715,4
730,2
2 001,5
1 047,3
954,2
280,5
179,8
100,8
5 008,8
2 549,8
2 459,0
5 276,8
2 710,1
2 566,7
383,2
197,1
186,1
1 150,3
565,8
584,5
1 459,2
719,1
740,1
2 017,3
1 056,1
961,2
266,8
172,0
94,8
5 010,0
2 538,1
2 471,9
5 215,0
2 676,4
2 538,6
377,9
194,0
183,9
1 129,6
555,9
573,8
1 459,8
723,0
736,8
2 011,1
1 053,0
958,0
236,6
150,5
86,0
4 978,4
2 525,8
2 452,6
0,4
0,5
0,6
2,3
2,9
3,3
0,6
0,9
0,9
0,5
0,6
0,8
0,7
0,8
1,0
3,8
4,0
6,1
0,4
0,5
0,6
-1,3
-2,0
-0,4
-3,0
-6,2
0,7
-4,3
-4,9
-3,6
1,0
0,9
1,1
0,7
0,2
1,3
-12,6
-13,4
-11,2
-0,6
-1,3
o
-1,2
-1,2
-1,1
-1,4
-1,6
-1,2
-1,8
-1,7
-1,8
o
0,5
-0,4
-0,3
-0,3
-0,3
-11,3
-12,5
-9,3
-0,6
-0,5
-0,8
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
3 053,4
1 757,9
1 295,5
1 174,6
565,3
609,3
1 053,4
409,2
644,2
3 061,3
1 754,1
1 307,2
1 197,1
575,1
622,0
1 032,5
397,2
635,2
2 959,2
1 699,6
1 259,6
1 239,1
605,9
633,2
1 091,0
424,1
666,9
2 847,2
1 649,1
1 198,1
1 279,9
621,6
658,3
1 149,7
439,5
710,2
2 801,9
1 617,1
1 184,9
1 267,8
622,3
645,5
1 145,2
437,0
708,2
1,2
1,3
1,7
1,7
2,3
2,2
2,6
3,6
2,5
-8,2
-8,0
-8,5
7,9
10,1
5,9
8,7
6,8
9,9
-1,6
-1,9
-1,1
-0,9
0,1
-1,9
-0,4
-0,6
-0,3
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
14
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
3. Taxa de atividade por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo
Portugal
Taxa de atividade
Taxa de atividade
(15 e mais anos)
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Dos 45 aos 64 anos
Com 65 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
Nível de escolaridade completo
(15 e mais anos)
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
Sexo
1ºT-2013
2ºT-2013
Valor trimestral
3ºT-2013
4ºT-2013
%
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
p.p.
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
50,5
54,8
46,5
59,2
65,2
53,9
34,8
36,5
33,1
89,9
90,8
89,0
89,8
91,7
87,9
70,2
77,4
63,6
13,3
20,6
8,1
72,8
76,4
69,3
50,6
54,8
46,8
59,3
65,1
54,2
33,9
35,2
32,5
89,6
90,2
89,1
89,8
92,0
87,7
71,0
78,2
64,5
13,8
20,4
9,1
72,9
76,5
69,6
50,6
54,9
46,7
59,4
65,3
54,1
36,7
38,0
35,3
89,7
90,8
88,7
90,1
92,1
88,2
70,3
77,1
64,0
13,6
21,1
8,4
73,1
76,6
69,8
50,6
54,7
46,9
59,3
64,9
54,3
34,7
35,2
34,1
90,5
90,7
90,3
91,1
92,9
89,5
70,8
77,7
64,4
12,9
20,0
7,8
73,4
76,5
70,4
50,1
54,2
46,4
58,7
64,3
53,7
34,2
34,8
33,6
89,4
90,0
88,9
91,4
93,9
89,1
70,5
77,5
64,1
11,4
17,5
7,1
73,0
76,4
69,8
0,4
0,5
0,6
0,4
0,5
0,6
2,3
2,9
3,3
0,6
0,9
0,9
0,5
0,6
0,8
0,7
0,8
1,0
3,8
4,0
6,1
0,4
0,5
0,6
-0,4
-0,6
-0,1
-0,5
-0,9
-0,2
-0,6
-1,7
0,5
-0,5
-0,8
-0,1
1,6
2,2
1,2
0,3
0,1
0,5
-1,9
-3,1
-1,0
0,2
0,5
-0,5
-0,5
-0,5
-0,6
-0,6
-0,6
-0,5
-0,4
-0,5
-1,1
-0,7
-1,4
0,3
1,0
-0,4
-0,3
-0,2
-0,3
-1,5
-2,5
-0,7
-0,4
-0,1
-0,6
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
50,7
60,3
41,8
73,0
73,1
72,9
81,2
81,0
81,3
50,9
60,2
42,1
74,2
74,3
74,1
80,4
79,7
80,8
50,4
59,8
41,5
73,7
74,5
72,9
80,6
80,5
80,7
49,2
58,7
40,2
75,4
75,4
75,4
81,6
81,4
81,7
48,2
57,4
39,6
75,6
76,8
74,4
81,5
81,8
81,4
0,7
0,8
1,2
0,8
1,1
1,1
0,8
1,1
1,0
-2,5
-2,9
-2,2
2,6
3,7
1,5
0,3
0,8
0,1
-1,0
-1,3
-0,6
0,2
1,4
-1,0
-0,1
0,4
-0,3
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
15
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
4. População empregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo
Portugal
População empregada
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Dos 45 aos 64 anos
Com 65 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
Nível de escolaridade completo
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
4 354,6
2 249,0
2 105,7
223,9
123,8
100,1
929,4
462,4
467,0
1 230,3
609,3
621,0
1 703,1
881,7
821,4
267,9
171,7
96,1
4 086,7
2 077,2
2 009,5
4 424,6
2 281,6
2 143,1
236,6
129,2
107,4
949,2
477,3
471,9
1 225,9
607,5
618,4
1 735,8
897,7
838,1
277,2
169,9
107,3
4 147,4
2 111,6
2 035,8
4 469,4
2 313,9
2 155,5
259,0
133,9
125,1
947,6
475,8
471,7
1 247,9
626,2
621,7
1 737,9
900,3
837,6
277,0
177,6
99,4
4 192,4
2 136,2
2 056,1
4 468,9
2 309,3
2 159,6
244,9
129,6
115,2
940,8
469,8
471,0
1 257,0
628,5
628,5
1 762,7
912,0
850,7
263,5
169,4
94,1
4 205,4
2 139,9
2 065,5
4 426,9
2 273,4
2 153,4
236,3
122,0
114,3
933,5
464,1
469,4
1 271,2
633,7
637,5
1 754,2
905,8
848,4
231,7
147,9
83,8
4 195,2
2 125,5
2 069,7
0,6
0,7
0,8
3,3
4,3
4,9
1,2
1,5
1,6
0,8
1,1
1,2
0,9
1,1
1,2
3,9
4,1
6,3
0,6
0,7
0,8
1,7
1,1
2,3
5,5
-1,5
14,2
0,4
0,4
0,5
3,3
4,0
2,7
3,0
2,7
3,3
-13,5
-13,9
-12,8
2,7
2,3
3,0
-0,9
-1,6
-0,3
-3,5
-5,9
-0,8
-0,8
-1,2
-0,3
1,1
0,8
1,4
-0,5
-0,7
-0,3
-12,1
-12,7
-10,9
-0,2
-0,7
0,2
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
2 493,0
1 417,8
1 075,2
949,7
474,3
475,4
911,9
356,8
555,0
2 520,9
1 437,8
1 083,1
992,3
486,8
505,6
911,4
357,0
554,4
2 485,5
1 422,2
1 063,4
1 034,1
512,3
521,8
949,8
379,4
570,4
2 397,5
1 383,5
1 014,0
1 064,0
526,2
537,8
1 007,4
399,5
607,8
2 351,8
1 349,9
1 002,0
1 053,4
527,1
526,3
1 021,6
396,5
625,1
1,3
1,5
1,8
2,0
2,5
2,6
2,8
3,8
2,7
-5,7
-4,8
-6,8
10,9
11,1
10,7
12,0
11,1
12,6
-1,9
-2,4
-1,2
-1,0
0,2
-2,1
1,4
-0,8
2,8
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
16
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
5. Taxa de emprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo
Portugal
Taxa de emprego
(15 e mais anos)
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Dos 45 aos 64 anos
Com 65 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
Nível de escolaridade completo
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
Sexo
1ºT-2013
2ºT-2013
Valor trimestral
3ºT-2013
4ºT-2013
%
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
p.p.
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
48,8
53,6
44,5
20,0
21,8
18,1
70,8
71,8
69,9
76,4
78,0
74,9
59,9
65,0
55,2
13,2
20,4
8,1
59,3
62,0
56,8
49,6
54,5
45,3
21,2
22,9
19,5
73,0
74,8
71,3
76,3
78,0
74,6
61,0
66,1
56,3
13,5
20,1
9,0
60,4
63,2
57,7
50,2
55,3
45,6
23,3
23,8
22,8
73,7
75,4
72,0
77,8
80,6
75,1
61,0
66,3
56,2
13,5
20,8
8,2
61,2
64,2
58,4
50,2
55,3
45,7
22,2
23,1
21,1
74,0
75,3
72,8
78,5
81,2
76,0
61,8
67,1
57,0
12,7
19,7
7,8
61,6
64,5
58,8
49,8
54,6
45,6
21,4
21,9
20,9
73,9
75,1
72,7
79,6
82,3
77,1
61,5
66,7
56,8
11,2
17,2
6,9
61,5
64,3
58,9
0,6
0,7
0,8
3,3
4,3
4,9
1,2
1,5
1,6
0,8
1,1
1,2
0,9
1,1
1,2
3,9
4,1
6,3
0,6
0,7
0,8
1,0
1,0
1,1
1,4
0,1
2,8
3,1
3,3
2,8
3,2
4,3
2,2
1,6
1,7
1,6
-2,0
-3,2
-1,2
2,2
2,3
2,1
-0,4
-0,7
-0,1
-0,8
-1,2
-0,2
-0,1
-0,2
-0,1
1,1
1,1
1,1
-0,3
-0,4
-0,2
-1,5
-2,5
-0,9
-0,1
-0,2
0,1
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
41,4
48,7
34,7
59,1
61,4
56,9
70,3
70,7
70,0
41,9
49,3
34,9
61,5
62,8
60,2
70,9
71,6
70,5
42,3
50,1
35,1
61,5
63,0
60,1
70,2
72,0
69,1
41,4
49,2
34,0
62,7
63,8
61,6
71,5
74,0
69,9
40,5
47,9
33,5
62,8
65,0
60,7
72,7
74,2
71,8
1,0
1,1
1,5
1,2
1,5
1,7
1,0
1,6
1,3
-0,9
-0,8
-1,2
3,7
3,6
3,8
2,4
3,5
1,8
-0,9
-1,3
-0,5
0,1
1,2
-0,9
1,2
0,2
1,9
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
17
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
6. População empregada por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo
Portugal
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
População empregada
HM
H
M
4 354,6
2 249,0
2 105,7
4 424,6
2 281,6
2 143,1
4 469,4
2 313,9
2 155,5
4 468,9
2 309,3
2 159,6
4 426,9
2 273,4
2 153,4
0,6
0,7
0,8
1,7
1,1
2,3
- 0,9
- 1,6
- 0,3
A: Agricultura, produção animal,
caça, floresta e pesca
HM
H
M
438,9
276,8
162,0
483,4
295,6
187,8
467,7
294,6
173,1
422,4
269,4
153,0
392,1
250,7
141,4
4,0
4,1
5,5
- 10,7
- 9,4
- 12,7
- 7,2
- 6,9
- 7,6
B a F: Indústria, construção,
energia e água
HM
H
M
1 060,9
740,8
320,1
1 053,2
734,9
318,3
1 043,6
729,2
314,3
1 041,0
731,6
309,4
1 055,7
733,1
322,6
2,1
2,2
3,9
- 0,5
- 1,0
0,8
1,4
0,2
4,3
HM
HM
699,4
300,6
709,0
289,2
710,0
278,9
701,5
284,7
723,7
278,7
2,9
4,2
3,5
- 7,3
3,2
- 2,1
HM
H
M
2 854,8
1 231,3
1 623,6
2 888,0
1 251,0
1 637,0
2 958,1
1 290,1
1 668,0
3 005,5
1 308,3
1 697,2
2 979,1
1 289,7
1 689,4
1,0
1,5
1,1
4,4
4,7
4,1
- 0,9
- 1,4
- 0,5
G: Comércio por grosso e a
retalho
HM
626,3
633,9
645,4
670,4
656,8
2,6
4,9
- 2,0
H: Transportes e armazenagem
HM
175,7
179,1
183,9
180,2
178,3
5,0
1,5
- 1,1
I: Alojamento, restauração e
similares
HM
270,2
277,2
314,2
294,6
257,4
4,1
- 4,7
- 12,6
J: Atividades de informação e de
comunicação
HM
82,4
80,0
93,5
102,0
105,5
6,7
28,0
3,4
K: Atividades financeiras e de
seguros
HM
86,1
87,0
86,5
86,9
91,2
7,4
5,9
4,9
C: Indústrias transformadoras
F: Construção
G a U: Serviços
L: Atividades imobiliárias
HM
25,9
25,2
31,8
27,4
27,8
12,7
7,3
1,5
M: Atividades de consultoria,
científicas, técnicas e similares
HM
159,3
159,6
172,7
177,7
169,5
5,3
6,4
- 4,6
N: Atividades administrativas e
dos serviços de apoio
HM
132,5
144,3
147,0
143,5
155,9
5,2
17,7
8,6
O: Administração Pública, Defesa
e Segurança Social Obrigatória
HM
284,4
286,9
293,0
302,9
312,0
3,6
9,7
3,0
P: Educação
HM
363,5
362,1
331,8
362,1
361,0
3,4
- 0,7
- 0,3
Q: Atividades da saúde humana e
apoio social
HM
358,8
361,0
367,9
386,1
374,0
3,4
4,2
- 3,1
R: Atividades artísticas, de
espetáculos, desportivas e
recreativas
HM
51,5
49,2
52,6
48,5
50,5
9,6
- 1,9
4,1
S a U: Outros serviços
HM
238,3
242,5
237,6
223,3
239,1
4,1
0,3
7,1
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
18
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
7. População empregada por profissão principal (CPP-10), situação na profissão e sexo
Portugal
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
HM
H
M
4 354,6
2 249,0
2 105,7
4 424,6
2 281,6
2 143,1
4 469,4
2 313,9
2 155,5
4 468,9
2 309,3
2 159,6
4 426,9
2 273,4
2 153,4
0,6
0,7
0,8
1,7
1,1
2,3
- 0,9
- 1,6
- 0,3
HM
H
M
307,6
200,0
107,6
299,2
197,7
101,5
311,9
206,5
105,4
322,4
218,0
104,4
321,1
210,7
110,3
3,8
4,3
6,1
4,4
5,3
2,5
- 0,4
- 3,3
5,7
2: Especialistas das atividades
intelectuais e científicas
HM
H
M
668,2
266,8
401,4
667,6
261,2
406,4
675,0
271,3
403,7
710,2
279,1
431,0
726,1
286,4
439,7
3,2
4,4
3,3
8,7
7,3
9,5
2,2
2,6
2,0
3: Técnicos e profissionais de
nível intermédio
HM
H
M
433,0
250,4
182,6
436,1
245,4
190,6
469,4
266,3
203,1
478,9
263,0
216,0
479,7
261,0
218,7
3,0
3,9
4,3
10,8
4,2
19,8
0,2
- 0,8
1,3
4: Pessoal administrativo
HM
H
M
311,1
113,1
198,0
314,2
117,6
196,6
333,3
124,9
208,4
338,7
120,8
217,9
334,8
119,4
215,4
3,5
6,2
4,3
7,6
5,6
8,8
- 1,2
- 1,2
- 1,1
5: Trabalhadores dos serviços
pessoais, de proteção e
segurança e vendedores
HM
H
M
728,7
256,9
471,8
767,4
294,6
472,8
761,0
281,8
479,2
751,4
276,5
474,8
728,9
270,3
458,6
2,5
3,9
2,9
o
5,2
- 2,8
- 3,0
- 2,2
- 3,4
6: Agricultores e trabalhadores
qualificados da agricultura, da
pesca e da floresta
HM
H
M
418,3
268,1
150,1
461,0
284,8
176,2
438,0
280,1
157,9
394,4
257,4
136,9
377,6
247,5
130,1
4,0
4,0
5,8
- 9,7
- 7,7
- 13,3
- 4,3
- 3,8
- 5,0
7: Trabalhadores qualificados da
indústria, construção e artífices
HM
H
M
570,8
476,6
94,2
562,4
477,7
84,7
564,2
474,5
89,7
552,4
464,0
88,4
550,9
465,5
85,4
2,8
2,9
6,6
- 3,5
- 2,3
- 9,3
- 0,3
0,3
- 3,4
8: Operadores de instalações e
máquinas e trabalhadores da
montagem
HM
H
M
351,2
244,3
107,0
358,0
232,7
125,3
365,6
237,0
128,6
379,9
258,2
121,8
378,0
247,2
130,8
3,5
3,9
6,4
7,6
1,2
22,2
- 0,5
- 4,3
7,4
HM
H
M
535,9
145,8
390,1
534,8
147,2
387,5
526,1
148,9
377,1
516,1
150,0
366,1
508,0
145,4
362,6
2,8
5,1
3,2
- 5,2
- 0,3
- 7,0
- 1,6
- 3,1
- 1,0
HM
29,8
24,2
24,9
24,5
21,8
13,6
- 26,8
- 11,0
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
3 405,3
1 661,8
1 743,5
693,9
414,9
278,9
228,5
159,9
68,5
26,9
12,3
14,6
3 442,9
1 684,5
1 758,4
731,3
428,1
303,2
219,0
153,6
65,4
31,5
15,3
16,1
3 467,8
1 699,4
1 768,4
730,2
435,3
294,9
237,8
164,3
73,5
33,6
14,9
18,7
3 514,1
1 714,2
1 799,9
686,4
416,1
270,3
241,9
167,4
74,6
26,4
11,6
14,8
3 512,9
1 694,2
1 818,7
657,7
404,5
253,2
233,7
164,8
68,9
22,5
9,9
12,6
0,7
1,0
1,0
2,7
3,0
3,9
4,2
4,6
7,1
12,1
19,1
15,5
3,2
1,9
4,3
- 5,2
- 2,5
- 9,2
2,3
3,1
0,6
- 16,4
- 19,5
- 13,7
o
- 1,2
1,0
- 4,2
- 2,8
- 6,3
- 3,4
- 1,6
- 7,6
- 14,8
- 14,7
- 14,9
População empregada
Profissão (CPP-10)
1: Rep. do poder legislativo e de
órgãos executivos, dirigentes,
diretores e gestores executivos
9: Trabalhadores não qualificados
0: Forças Armadas
Situação na profissão
Trabalhador por conta de outrem
Trabalhador por conta própria
como isolado
Trabalhador por conta própria
como empregador
Trabalhador familiar não
remunerado
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
19
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
8. População empregada total e por conta de outrem por regime de duração do trabalho e sexo, população
empregada por conta de outrem por tipo de contrato de trabalho e sexo e subemprego de trabalhadores a
tempo parcial por sexo
Portugal
População empregada
A tempo completo
A tempo parcial
Trabalhadores por conta de
outrem
A tempo completo
A tempo parcial
Tipo de contrato de trabalho
Sem termo
Com termo
Outro tipo
Subemprego de trabalhadores a
tempo parcial
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
4 354,6
2 249,0
2 105,7
3 725,7
1 971,0
1 754,8
628,9
278,0
350,9
4 424,6
2 281,6
2 143,1
3 768,7
1 997,0
1 771,7
655,9
284,5
371,4
4 469,4
2 313,9
2 155,5
3 842,5
2 027,3
1 815,1
626,9
286,5
340,4
4 468,9
2 309,3
2 159,6
3 843,7
2 028,9
1 814,8
625,1
280,3
344,8
4 426,9
2 273,4
2 153,4
3 840,1
2 014,1
1 825,9
586,8
259,3
327,5
0,6
0,7
0,8
0,7
0,8
1,0
2,6
3,7
3,2
1,7
1,1
2,3
3,1
2,2
4,1
- 6,7
- 6,7
- 6,7
- 0,9
- 1,6
- 0,3
- 0,1
- 0,7
0,6
- 6,1
- 7,5
- 5,0
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
3 405,3
1 661,8
1 743,5
3 113,3
1 586,6
1 526,7
292,0
75,2
216,8
3 442,9
1 684,5
1 758,4
3 147,9
1 602,7
1 545,2
295,0
81,8
213,1
3 467,8
1 699,4
1 768,4
3 184,3
1 621,0
1 563,2
283,5
78,4
205,2
3 514,1
1 714,2
1 799,9
3 215,6
1 628,0
1 587,6
298,4
86,2
212,3
3 512,9
1 694,2
1 818,7
3 232,4
1 621,2
1 611,2
280,5
73,0
207,5
0,7
1,0
1,0
0,8
1,0
1,1
3,5
7,1
4,1
3,2
1,9
4,3
3,8
2,2
5,5
- 3,9
- 2,9
- 4,3
o
- 1,2
1,0
0,5
- 0,4
1,5
- 6,0
- 15,3
- 2,3
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
2 686,8
1 312,0
1 374,9
581,6
293,2
288,5
136,9
56,7
80,2
2 697,4
1 321,2
1 376,2
615,1
302,5
312,5
130,5
60,8
69,7
2 717,6
1 335,6
1 382,1
626,1
304,4
321,8
124,0
59,5
64,6
2 768,3
1 354,2
1 414,1
614,7
301,8
312,9
131,1
58,1
73,0
2 781,4
1 356,0
1 425,4
609,3
285,5
323,8
122,2
52,7
69,5
1,0
1,3
1,2
2,5
3,6
3,2
5,7
8,2
7,6
3,5
3,4
3,7
4,8
- 2,6
12,2
- 10,7
- 7,1
- 13,3
0,5
0,1
0,8
- 0,9
- 5,4
3,5
- 6,8
- 9,3
- 4,8
HM
H
M
252,7
91,4
161,3
266,5
99,5
167,0
256,3
106,7
149,6
259,1
98,4
160,7
244,9
92,9
152,0
3,8
6,3
4,8
- 3,1
1,6
- 5,8
- 5,5
- 5,6
- 5,4
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
20
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
9. População desempregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo
Portugal
População desempregada
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Com 45 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
Nível de escolaridade completo
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
926,8
483,4
443,4
165,5
83,0
82,4
250,3
122,3
128,0
215,1
107,3
107,8
295,9
170,8
125,1
924,1
481,4
442,7
866,3
444,9
421,3
141,4
69,9
71,5
216,2
98,5
117,8
217,7
109,3
108,3
291,0
167,2
123,8
862,1
442,2
419,8
819,9
415,7
404,2
148,3
79,7
68,6
206,8
97,6
109,2
197,7
89,2
108,5
267,1
149,2
117,9
816,4
413,6
402,9
808,0
400,9
407,1
138,3
67,5
70,8
209,5
96,0
113,4
202,2
90,6
111,6
258,0
146,7
111,2
804,6
398,2
406,4
788,1
402,9
385,2
141,6
72,0
69,6
196,1
91,7
104,3
188,7
89,3
99,3
261,8
149,9
111,8
783,2
400,3
382,9
2,2
3,1
3,0
4,5
6,4
6,5
4,5
6,2
6,0
4,5
6,4
5,9
3,6
4,6
5,3
2,2
3,1
3,0
- 15,0
- 16,7
- 13,1
- 14,4
- 13,3
- 15,5
- 21,7
- 25,0
- 18,5
- 12,3
- 16,8
- 7,9
- 11,5
- 12,2
- 10,6
- 15,2
- 16,8
- 13,5
- 2,5
0,5
- 5,4
2,4
6,7
- 1,7
- 6,4
- 4,5
- 8,0
- 6,7
- 1,4
- 11,0
1,5
2,2
0,5
- 2,7
0,5
- 5,8
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
560,4
340,1
220,3
224,9
91,0
133,9
141,5
52,3
89,2
540,4
316,3
224,1
204,8
88,3
116,4
121,0
40,2
80,8
473,7
277,4
196,3
205,1
93,7
111,4
141,2
44,7
96,5
449,7
265,6
184,1
215,9
95,3
120,6
142,3
40,0
102,4
450,1
267,2
182,9
214,4
95,2
119,2
123,6
40,5
83,0
3,3
3,9
4,6
4,1
6,4
5,5
5,8
10,0
6,9
- 19,7
- 21,4
- 17,0
- 4,7
4,6
- 11,0
- 12,7
- 22,6
- 7,0
0,1
0,6
- 0,7
- 0,7
- 0,1
- 1,2
- 13,1
1,3
- 18,9
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
21
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
10. Taxa de desemprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo
Valor trimestral
3ºT-2013
4ºT-2013
%
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
p.p.
Portugal
Sexo
Taxa de desemprego
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
17,5
17,7
17,4
42,5
40,1
45,2
21,2
20,9
21,5
14,9
15,0
14,8
13,1
14,0
12,0
18,4
18,8
18,1
16,4
16,3
16,4
37,4
35,1
40,0
18,6
17,1
20,0
15,1
15,3
14,9
12,6
13,5
11,6
17,2
17,3
17,1
15,5
15,2
15,8
36,4
37,3
35,4
17,9
17,0
18,8
13,7
12,5
14,9
11,7
12,2
11,2
16,3
16,2
16,4
15,3
14,8
15,9
36,1
34,2
38,1
18,2
17,0
19,4
13,9
12,6
15,1
11,3
11,9
10,5
16,1
15,7
16,4
15,1
15,1
15,2
37,5
37,1
37,9
17,4
16,5
18,2
12,9
12,4
13,5
11,6
12,5
10,7
15,7
15,8
15,6
2,2
3,0
2,9
4,0
5,5
5,8
4,5
6,2
6,0
4,5
6,4
5,8
3,6
4,5
5,2
2,2
3,0
3,0
- 2,4
- 2,6
- 2,2
- 5,0
- 3,0
- 7,3
- 3,8
- 4,4
- 3,3
- 2,0
- 2,6
- 1,3
- 1,5
- 1,5
- 1,3
- 2,7
- 3,0
- 2,5
- 0,2
0,3
- 0,7
1,4
2,9
- 0,2
- 0,8
- 0,5
- 1,2
- 1,0
- 0,2
- 1,6
0,3
0,6
0,2
- 0,4
0,1
- 0,8
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
18,4
19,3
17,0
19,1
16,1
22,0
13,4
12,8
13,8
17,7
18,0
17,1
17,1
15,4
18,7
11,7
10,1
12,7
16,0
16,3
15,6
16,5
15,5
17,6
12,9
10,5
14,5
15,8
16,1
15,4
16,9
15,3
18,3
12,4
9,1
14,4
16,1
16,5
15,4
16,9
15,3
18,5
10,8
9,3
11,7
3,0
3,6
4,3
3,9
5,9
5,2
5,5
9,8
6,6
- 2,3
- 2,8
- 1,6
- 2,2
- 0,8
- 3,5
- 2,6
- 3,5
- 2,1
0,3
0,4
0,2
- 1,6
0,2
- 2,7
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Com 45 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
Nível de escolaridade completo
Até ao básico - 3º ciclo
Secundário e pós-secundário
Superior
1ºT-2013
2ºT-2013
1ºT-2014
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
11. População desempregada por duração da procura de emprego
Portugal
População desempregada
Duração da procura
Menos de 1 mês
1 a 6 meses
7 a 11 meses
12 a 24 meses
25 e mais meses
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
HM
H
M
926,8
483,4
443,4
866,3
444,9
421,3
819,9
415,7
404,2
808,0
400,9
407,1
788,1
402,9
385,2
2,2
3,1
3,0
- 15,0
- 16,7
- 13,1
- 2,5
0,5
- 5,4
HM
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
25,9
246,8
131,5
115,3
110,2
58,0
52,2
234,3
126,3
108,0
309,5
153,3
156,2
14,8
186,8
98,4
88,4
127,8
61,0
66,8
210,1
109,6
100,5
326,8
168,1
158,6
26,5
162,3
74,8
87,5
102,1
53,7
48,3
198,1
104,5
93,5
330,9
170,1
160,9
19,3
195,9
89,3
106,6
79,2
40,9
38,4
178,9
88,8
90,1
334,6
173,6
161,0
22,0
182,2
88,6
93,7
82,9
40,6
42,3
193,8
104,8
89,0
307,1
156,9
150,3
13,5
4,7
6,8
6,5
7,5
10,2
9,7
4,5
5,8
6,5
3,7
5,0
5,0
- 15,1
- 26,2
- 32,6
- 18,7
- 24,8
- 30,0
- 19,0
- 17,3
- 17,0
- 17,6
- 0,8
2,3
- 3,8
14,0
- 7,0
- 0,8
- 12,1
4,7
- 0,7
10,2
8,3
18,0
- 1,2
- 8,2
- 9,6
- 6,6
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
22
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
12. Taxas de desemprego por duração da procura de emprego
Portugal
Taxa de desemprego total
Por duração da procura
Menos de 1 mês
1 a 6 meses
7 a 11 meses
12 a 24 meses
25 e mais meses
Curta duração
(Até 11 meses)
Longa duração
(12 e mais meses)
Sexo
1ºT-2013
2ºT-2013
Valor trimestral
3ºT-2013
4ºT-2013
%
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
,
Variação
Homóloga
Trimestral
p.p.
,
HM
H
M
17,5
17,7
17,4
16,4
16,3
16,4
15,5
15,2
15,8
15,3
14,8
15,9
15,1
15,1
15,2
2,2
3,0
2,9
- 2,4
- 2,6
- 2,2
- 0,2
0,3
- 0,7
HM
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
0,5
4,7
4,8
4,5
2,1
2,1
2,0
4,4
4,6
4,2
5,9
5,6
6,1
7,3
7,5
7,0
10,3
10,2
10,4
0,3
3,5
3,6
3,4
2,4
2,2
2,6
4,0
4,0
3,9
6,2
6,2
6,2
6,2
6,1
6,3
10,1
10,2
10,1
0,5
3,1
2,7
3,4
1,9
2,0
1,9
3,7
3,8
3,7
6,3
6,2
6,3
5,5
5,2
5,9
10,0
10,1
9,9
0,4
3,7
3,3
4,2
1,5
1,5
1,5
3,4
3,3
3,5
6,3
6,4
6,3
5,6
5,1
6,1
9,7
9,7
9,8
0,4
3,5
3,3
3,7
1,6
1,5
1,7
3,7
3,9
3,5
5,9
5,9
5,9
5,5
5,3
5,7
9,6
9,8
9,4
13,4
4,7
6,7
6,5
7,5
10,2
9,7
4,5
5,8
6,5
3,7
5,0
5,0
3,8
5,4
5,1
2,9
3,8
3,8
- 0,1
- 1,2
- 1,5
- 0,8
- 0,5
- 0,6
- 0,3
- 0,7
- 0,7
- 0,7
0,3
- 0,2
- 1,8
- 2,2
- 1,3
- 0,7
- 0,4
- 1,0
- 0,2
- 0,5
0,1
0,2
0,3
0,6
- 0,4
- 0,5
- 0,4
- 0,1
0,2
- 0,4
- 0,1
0,1
- 0,4
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
13. População desempregada à procura de primeiro emprego e de novo emprego por setor da atividade
anterior (CAE-Rev. 3)
Portugal
População desempregada
À procura de 1º emprego
À procura de novo emprego (a)
Agricultura, produção animal, caça,
floresta e pesca
Indústria, construção, energia e água
Serviços
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
926,8
91,5
835,3
866,3
84,1
782,1
819,9
103,9
716,0
808,0
85,2
722,8
788,1
86,4
701,7
2,2
6,2
2,3
- 15,0
- 5,6
- 16,0
- 2,5
1,4
- 2,9
26,3
20,5
14,5
18,8
19,2
12,8
- 27,0
2,1
306,1
473,2
283,9
450,3
251,6
419,7
239,4
438,6
220,6
428,2
4,2
2,9
- 27,9
- 9,5
- 7,9
- 2,4
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Notas:
(a) A experiência anterior de trabalho dos indivíduos desempregados à procura de novo emprego é caracterizada apenas para aqueles que
deixaram o último emprego há oito ou menos anos. Por essa razão, a soma do número de desempregados à procura de novo emprego por
setor da atividade anterior não corresponde ao total de indivíduos desempregados à procura de novo emprego.
Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
23
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
14. População inativa
Portugal
População inativa
Sexo
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
HM
H
M
5 187,0
2 250,9
2 936,1
1 545,9
791,3
754,6
729,5
359,9
369,6
132,8
59,4
73,5
164,7
64,6
100,1
848,7
306,7
542,0
1 765,4
669,1
1 096,4
1 875,7
790,5
1 085,2
3 641,1
1 459,6
2 181,5
809,6
387,5
422,1
453,7
8,3
445,4
1 632,0
771,2
860,8
745,8
292,5
453,2
5 165,7
2 249,3
2 916,4
1 539,8
788,2
751,6
737,6
366,0
371,6
134,8
62,4
72,4
164,1
62,3
101,8
824,4
295,6
528,8
1 765,0
674,8
1 090,2
1 860,9
786,2
1 074,6
3 625,9
1 461,0
2 164,8
820,3
398,1
422,3
424,2
9,9
414,3
1 624,8
765,7
859,1
756,6
287,4
469,2
5 154,5
2 238,1
2 916,4
1 534,3
785,5
748,8
703,6
349,2
354,4
131,9
57,9
74,0
158,9
61,2
97,6
847,4
311,1
536,4
1 778,4
673,2
1 105,2
1 841,8
779,4
1 062,4
3 620,2
1 452,6
2 167,6
756,4
372,7
383,7
437,1
8,3
428,8
1 645,9
772,4
873,5
780,7
299,2
481,5
5 151,6
2 247,3
2 904,3
1 529,7
783,1
746,5
722,2
362,9
359,3
121,1
58,2
62,9
141,7
54,6
87,1
833,0
302,4
530,6
1 803,8
686,0
1 117,8
1 818,1
778,1
1 039,9
3 621,9
1 464,2
2 157,7
796,8
392,1
404,8
435,3
8,6
426,7
1 660,6
775,1
885,5
729,2
288,5
440,7
5 191,2
2 262,4
2 928,8
1 515,6
775,6
740,0
727,0
364,1
362,9
133,4
61,8
71,6
137,7
47,3
90,3
840,5
304,9
535,6
1 837,0
708,7
1 128,3
1 838,7
778,2
1 060,5
3 675,7
1 486,8
2 188,8
810,9
393,6
417,3
440,0
9,8
430,2
1 677,5
791,1
886,4
747,3
292,3
454,9
0,4
0,6
0,5
1,2
1,6
1,7
5,4
8,0
7,4
5,3
8,8
6,5
1,6
2,8
1,8
0,5
0,9
0,5
1,0
1,6
1,3
0,6
0,9
0,7
1,4
1,9
1,9
2,6
19,6
2,6
1,0
1,2
1,3
2,2
3,4
2,6
0,1
0,5
- 0,2
- 2,0
- 2,0
- 1,9
- 0,3
1,2
- 1,8
0,5
4,0
- 2,6
- 16,4
- 26,8
- 9,8
- 1,0
- 0,6
- 1,2
4,1
5,9
2,9
- 2,0
- 1,6
- 2,3
1,0
1,9
0,3
0,2
1,6
- 1,1
- 3,0
18,1
- 3,4
2,8
2,6
3,0
0,2
- 0,1
0,4
0,8
0,7
0,8
- 0,9
- 1,0
- 0,9
0,7
0,3
1,0
10,2
6,2
13,8
- 2,8
- 13,4
3,7
0,9
0,8
0,9
1,8
3,3
0,9
1,1
o
2,0
1,5
1,5
1,4
1,8
0,4
3,1
1,1
14,0
0,8
1,0
2,1
0,1
2,5
1,3
3,2
Inativos à procura de emprego
mas não disponíveis
HM
H
M
30,7
11,5
19,2
32,6
13,5
19,1
24,3
11,5
12,8
23,3
10,7
12,6
25,8
10,3
15,5
11,7
18,4
15,0
- 16,0
- 10,4
- 19,3
10,7
- 3,7
23,0
Inativos disponíveis mas que não
procuram emprego
HM
H
M
259,5
116,8
142,7
271,5
116,3
155,2
304,3
133,0
171,3
274,2
111,8
162,4
276,6
119,3
157,4
3,5
5,8
4,4
6,6
2,1
10,3
0,9
6,7
- 3,1
Menos de 15 anos
Dos 15 aos 24 anos
Dos 25 aos 34 anos
Dos 35 aos 44 anos
Dos 45 aos 64 anos
Com 65 e mais anos
Dos 15 aos 64 anos
População inativa
(15 e mais anos)
Estudante
Doméstico
Reformado
Outro inativo
%
Taxa de inatividade
(15 e mais anos)
HM
H
M
40,8
34,8
46,1
40,7
34,9
45,8
40,6
34,7
45,9
p.p.
40,7
35,1
45,7
41,3
35,7
46,3
0,6
0,9
0,7
0,5
0,9
0,2
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
24
0,6
0,6
0,6
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
15. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa por região NUTS II (NUTS-2002)
Região NUTS II
Portugal
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
Norte
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
Centro
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
Lisboa
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
Alentejo
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
Algarve
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
Região Autónoma dos Açores
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
Região Autónoma da Madeira
População total (15 e mais anos)
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa (15 e mais anos)
1ºT-2013
Valor trimestral
2ºT-2013
3ºT-2013
4ºT-2013
Milhares de indivíduos
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
%
8 922,5
5 281,4
4 354,6
926,8
3 641,1
8 916,8
5 290,9
4 424,6
866,3
3 625,9
8 909,5
5 289,3
4 469,4
819,9
3 620,2
8 898,7
5 276,8
4 468,9
808,0
3 621,9
8 890,6
5 215,0
4 426,9
788,1
3 675,7
0,4
0,6
2,2
0,6
- 0,4
- 1,3
1,7
- 15,0
1,0
- 0,1
- 1,2
- 0,9
- 2,5
1,5
3 125,8
1 866,7
1 522,0
344,7
1 259,1
3 124,8
1 873,6
1 552,6
320,9
1 251,3
3 123,1
1 856,9
1 549,9
307,0
1 266,3
3 119,8
1 855,6
1 550,9
304,7
1 264,2
3 117,7
1 834,8
1 544,2
290,6
1 282,9
0,8
1,1
3,4
1,1
- 0,3
- 1,7
1,5
- 15,7
1,9
- 0,1
- 1,1
- 0,4
- 4,6
1,5
1 984,6
1 188,2
1 034,8
153,4
796,3
1 982,5
1 202,8
1 065,6
137,2
779,7
1 980,3
1 207,4
1 074,9
132,4
772,9
1 977,3
1 186,0
1 061,4
124,6
791,3
1 974,1
1 158,6
1 031,0
127,6
815,5
0,9
1,2
6,5
1,3
- 0,5
- 2,5
- 0,4
- 16,8
2,4
- 0,2
- 2,3
- 2,9
2,4
3,1
2 366,3
1 397,0
1 124,9
272,0
969,3
2 364,5
1 377,0
1 112,2
264,8
987,4
2 362,1
1 382,3
1 135,2
247,1
979,7
2 358,9
1 400,8
1 159,2
241,5
958,2
2 356,9
1 388,0
1 159,8
228,2
969,0
0,7
1,2
4,7
1,0
- 0,4
- 0,6
3,1
- 16,1
o
- 0,1
- 0,9
0,1
- 5,5
1,1
646,3
357,4
291,5
65,9
288,9
645,4
361,2
298,7
62,4
284,2
644,5
358,0
300,4
57,6
286,4
643,3
359,5
303,4
56,1
283,8
642,3
356,3
299,1
57,2
286,0
1,0
1,5
6,4
1,3
- 0,6
- 0,3
2,6
- 13,2
- 1,0
- 0,2
- 0,9
- 1,4
2,0
0,8
374,8
223,0
178,2
44,8
151,8
374,6
224,5
187,2
37,3
150,1
374,2
229,2
197,6
31,6
145,1
373,8
222,4
184,7
37,8
151,4
373,8
225,8
184,3
41,4
148,0
1,2
1,9
5,4
1,9
- 0,3
1,3
3,4
- 7,6
- 2,5
1,5
- 0,2
9,5
- 2,2
204,2
117,3
97,5
19,8
87,0
204,5
118,2
99,2
18,9
86,3
204,8
121,8
100,3
21,5
83,0
205,1
120,7
99,8
20,9
84,4
205,1
120,7
99,0
21,7
84,4
1,5
2,4
7,1
2,1
0,4
2,9
1,5
9,6
- 3,0
- 0,8
3,8
-
220,5
131,7
105,6
26,1
88,7
220,5
133,7
109,0
24,6
86,8
220,5
133,7
111,0
22,7
86,8
220,5
132,0
109,5
22,4
88,5
220,8
130,9
109,4
21,5
89,9
1,5
2,3
7,0
2,2
0,1
- 0,6
3,6
- 17,6
1,4
0,1
- 0,8
- 0,1
- 4,0
1,6
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
25
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
16. Taxa de atividade, emprego, desemprego e inatividade por região NUTS II (NUTS-2002)
Regiões NUTS II
Portugal
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Norte
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Centro
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Lisboa
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Alentejo
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Algarve
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Região Autónoma dos Açores
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Região Autónoma da Madeira
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
1ºT-2013
2ºT-2013
Valor trimestral
3ºT-2013
4ºT-2013
%
1ºT-2014
C.V.
1ºT-2014
Variação
Homóloga
Trimestral
p.p.
59,2
48,8
17,5
40,8
59,3
49,6
16,4
40,7
59,4
50,2
15,5
40,6
59,3
50,2
15,3
40,7
58,7
49,8
15,1
41,3
0,4
0,6
2,2
0,6
- 0,5
1,0
- 2,4
0,5
- 0,6
- 0,4
- 0,2
0,6
59,7
48,7
18,5
40,3
60,0
49,7
17,1
40,0
59,5
49,6
16,5
40,5
59,5
49,7
16,4
40,5
58,9
49,5
15,8
41,1
0,8
1,1
3,5
1,1
- 0,8
0,8
- 2,7
0,8
- 0,6
- 0,2
- 0,6
0,6
59,9
52,1
12,9
40,1
60,7
53,8
11,4
39,3
61,0
54,3
11,0
39,0
60,0
53,7
10,5
40,0
58,7
52,2
11,0
41,3
0,9
1,2
6,4
1,3
- 1,2
0,1
- 1,9
1,2
- 1,3
- 1,5
0,5
1,3
59,0
47,5
19,5
41,0
58,2
47,0
19,2
41,8
58,5
48,1
17,9
41,5
59,4
49,1
17,2
40,6
58,9
49,2
16,4
41,1
0,7
1,2
4,6
1,0
- 0,1
1,7
- 3,1
0,1
- 0,5
0,1
- 0,8
0,5
55,3
45,1
18,4
44,7
56,0
46,3
17,3
44,0
55,6
46,6
16,1
44,4
55,9
47,2
15,6
44,1
55,5
46,6
16,0
44,5
1,0
1,5
6,2
1,3
0,2
1,5
- 2,4
- 0,2
- 0,4
- 0,6
0,4
0,4
59,5
47,5
20,1
40,5
59,9
50,0
16,6
40,1
61,2
52,8
13,8
38,8
59,5
49,4
17,0
40,5
60,4
49,3
18,3
39,6
1,2
1,9
5,5
1,9
0,9
1,8
- 1,8
- 0,9
0,9
- 0,1
1,3
- 0,9
57,4
47,7
16,9
42,6
57,8
48,5
16,0
42,2
59,5
49,0
17,7
40,5
58,8
48,7
17,3
41,2
58,9
48,3
18,0
41,1
1,5
2,4
7,3
2,1
1,5
0,6
1,1
- 1,5
0,1
- 0,4
0,7
- 0,1
59,8
47,9
19,8
40,2
60,6
49,4
18,4
39,4
60,6
50,3
17,0
39,4
59,8
49,7
17,0
40,2
59,3
49,6
16,4
40,7
1,5
2,3
7,2
2,2
- 0,5
1,7
- 3,4
0,5
- 0,5
- 0,1
- 0,6
0,5
Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014.
Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
26
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
3. NOTAS METODOLÓGICAS
Objetivos
O Inquérito ao Emprego tem por principal objetivo a
caracterização da população face ao trabalho. Pretende
obter um conjunto de informação que permita, a partir
dessa caracterização, analisar o mercado de trabalho
enquanto realidade dinâmica e constitua um ponto de
partida para a definição de políticas socioeconómicas.
O Inquérito ao
designadamente:
Emprego
tem
por
quais possam ser associadas, isto é, que aí tenham
residência.
São excluídas do âmbito deste inquérito todas as pessoas
a residir noutros alojamentos coletivos (hotéis, pensões e
similares, instituições de assistência - asilos, orfanatos e
lares de 3ª idade - e instituições religiosas) e pessoas a
viver em alojamentos móveis.
objetivos,
fornecer uma medida direta e comparável
internacionalmente das alterações infra-anuais do
emprego e do desemprego;
avaliar, ao longo do ano, determinados fenómenos
do mercado de trabalho, tais como o emprego, o
desemprego e as horas trabalhadas, entre outros;
fornecer dados estruturais anuais relacionados com
o nível de emprego e desemprego.
Periodicidade
O Inquérito ao Emprego é um inquérito realizado
trimestralmente que fornece resultados trimestrais e
anuais.
Base de amostragem
A amostra do Inquérito ao Emprego é selecionada a partir
de uma base de amostragem (constituída por um ficheiro
de alojamentos familiares) denominada “Amostra-Mãe”,
que foi construída a partir dos dados do Recenseamento
da População e Habitação de 2001 (Censos 2001). Do 3º
trimestre de 2013 em diante, a rotação de entrada da
amostra passou a ser selecionada a partir de uma base
de amostragem extraída do Ficheiro Nacional de
Alojamentos (FNA), que foi construído a partir dos dados
dos Censos 2011. Deste modo, do 3º trimestre de 2013
ao 3º trimestre de 2014 a amostra do Inquérito ao
Emprego é constituída por rotações que foram
selecionadas a partir da “Amostra-Mãe” e do FNA. A partir
do 4º trimestre de 2014 todas as rotações da amostra do
Inquérito ao Emprego são compostas por alojamentos
selecionados a partir do FNA.
Período de referência
As características observadas no inquérito referem-se
fundamentalmente à situação no decorrer de uma semana
pré-definida (de Segunda a Domingo), denominada
semana de referência. As semanas de referência são
repartidas uniformemente pelo trimestre e ano. As
entrevistas realizam-se normalmente na semana
imediatamente seguinte à semana de referência.
Unidades de observação
São observados dois tipos de unidades: agregado
doméstico privado e pessoa.
A informação é recolhida para todas as pessoas
pertencentes ao mesmo alojamento.
Desenho da amostra
População
O Inquérito ao Emprego é dirigido a residentes em
alojamentos familiares no espaço nacional.
Consideram-se residentes no alojamento, as pessoas
que, na semana de referência, vivam nesse alojamento,
considerando ser essa a sua residência principal, e ainda
as pessoas que estejam ausentes do alojamento por um
período inferior a um ano.
O inquérito é alargado às pessoas a viver em alojamentos
coletivos que se consideram ter alguma contribuição, real
ou potencial, para o mercado de trabalho, como é o caso
das/os militares de carreira em quartéis, estudantes em
escolas com internato ou em lares. A informação relativa
a estas pessoas é recolhida nos alojamentos privados aos
A amostra do Inquérito ao Emprego é do tipo painel com
um esquema de rotação no qual os alojamentos
permanecem na amostra durante seis trimestres
consecutivos. A amostra total está dividida em seis
subamostras (rotações) e em cada trimestre cada
subamostra é substituída por outra depois de ter sido
observada seis vezes.
Para a determinação da dimensão
utilizaram-se os seguintes critérios:
da
amostra
para cada região NUTS II e para a variável
desemprego, desde que a sua representatividade
amostral face à população em idade ativa seja de
pelo menos 5%, o desvio-padrão relativo da média
anual não poderá exceder 8% dessa estimativa;
27
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
para qualquer subpopulação amostral cujo efetivo
2
seja pelo menos 5% da população em idade ativa , o
desvio-padrão relativo da estimativa da variação
entre dois trimestres sucessivos, a nível nacional,
não deverá exceder 3% dessa subpopulação.
Recolha dos dados
O Inquérito ao Emprego é um inquérito por recolha direta.
A informação é obtida através de entrevista direta à
pessoa em questão ou, na sua ausência, a outro membro
do agregado apto/a a responder em seu nome.
A recolha da informação é feita através de entrevista
assistida por computador (sistema CAPI – Computer
Assisted Personal Interviewing ou CATI – Computer
Assisted Telephone Interviewing). Segundo este modo de
recolha misto, a primeira inquirição (primeira entrevista ao
alojamento) é feita presencialmente e as cinco inquirições
seguintes, se forem cumpridos determinados requisitos,
são feitas por telefone.
Resultados
A proteção do segredo estatístico é assegurada através
da supressão da identificação pessoal dos registos
individuais, na fase de processamento da informação.
A extrapolação dos resultados é feita a partir de sistemas
de ponderadores regionais, determinados a partir de
estimativas independentes da população. Estes
ponderadores são função das seguintes variáveis: região
NUTS II por sexo e grupos etários quinquenais e ainda
região NUTS III (ou agregações) por sexo ou grandes
grupos etários.
É possível realizar apuramentos de qualquer uma das
variáveis observadas, de acordo com as especificações
pretendidas e respeitando a qualidade da informação,
atendendo aos erros de amostragem que lhe estejam
associados.
O INE pode ainda disponibilizar outro tipo de informação
ou outro tipo de desagregação das variáveis, mediante
pedido específico, desde que os erros de amostragem
estejam dentro de valores aceitáveis e desde que a
informação se enquadre no quadro conceptual e
metodológico do inquérito.
Erros de amostragem
O objetivo de um inquérito por amostragem é o de
generalizar a informação obtida numa amostra (fração
reduzida da população) ao universo em análise, através
de métodos que assegurem resultados para a população
muito próximos da realidade.
Às estimativas obtidas associa-se uma margem de erro
relativamente aos verdadeiros valores que se obteriam
numa inquirição a toda a população, apresentada sob a
forma de coeficiente de variação.
A partir da estimativa e do respetivo coeficiente de
variação podem-se construir intervalos de confiança, os
quais contêm o verdadeiro valor do parâmetro ou
característica com uma certa probabilidade (geralmente
67%, 95% ou 99%), devendo para isso utilizar-se as
seguintes expressões:
Intervalo de confiança de 67% =
estimativa ± 1 × coeficiente de variação × estimativa
Intervalo de confiança de 95% =
estimativa ± 1,96 × coeficiente de variação ×
estimativa
Intervalo de confiança de 99% =
estimativa ± 2,58 × coeficiente de variação ×
estimativa
Por exemplo, para determinar os intervalos de confiança
para a variável cujo valor estimado seja de 5 605,6
milhares e o coeficiente de variação associado de 0,5%,
deverá proceder-se da seguinte forma:
Intervalo de Confiança a 67%
Limite Inferior =
estimativa - 1 × coeficiente de variação × estimativa =
5 605,6 - 1 × 0,005 × 5 605,6 = 5 579,8.
Limite superior =
estimativa + 1 × coeficiente de variação × estimativa =
5 605,6 + 1 × 0,005 × 5 605,6 = 5 631,4.
Intervalo de Confiança a 95%
Limite Inferior =
estimativa - 1,96 × coeficiente de variação × estimativa =
5 605,6 - 1,96 × 0,005 × 5 605,6 = 5 555,0.
Limite superior =
estimativa + 1,96 × coeficiente de variação × estimativa =
5 605,6 + 1,96 × 0,005 × 5 605,6 = 5 665,2.
No seguinte diagrama podemos observar os dois
intervalos de confiança calculados anteriormente. O
diagrama ilustra a forma como o intervalo aumenta de
acordo com a probabilidade deste conter o verdadeiro
valor da variável.
5 555,0
5 579,8
5 605,6
5 631,4
Intervalo de confiança de 67%
2
Considera-se “em idade ativa” as pessoas que tiverem idade
igual ou superior a 15 anos.
28
Intervalo de confiança de 95%
5 665,2
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
No Quadro C apresentam-se os valores dos coeficientes
de variação, para as principais variáveis, e os intervalos
de confiança respetivos.
Quadro C: Precisão de alguns resultados
1º trimestre de 2014
Variáveis
População ativa
População empregada
Agricultura, produção
animal, caça, floresta e
pesca (a)
Indústria, construção,
energia e água (a)
Serviços (a)
População desempregada
Procura 1º emprego
Procura novo emprego
População inativa
Estimativa
(milhares)
C.V.
(%)
Intervalo de confiança
de 95%
Limite
Limite
inferior
superior
5 215,0
4 426,9
0,4
0,6
5 173,5
4 376,2
5 256,5
4 477,6
392,1
4,0
361,6
422,6
1 055,7
2,1
1 011,3
1 100,1
2 979,1
788,1
1,0
2,2
86,4
701,7
5 191,2
6,2
2,3
0,4
2 920,6
753,7
75,9
669,4
5 149,7
3 037,6
822,5
96,9
734,0
5 232,7
Nota: (a) As estimativas apresentadas têm como referência a CAE-Rev. 3.
Classificações
NUTS - Nomenclatura das Unidades Territoriais para fins
Estatísticos, Versão de 2002, estabelecida pelo
Decreto-lei n.º 244/2002 e pelo regulamento comunitário
n.º 1059/2003 (NUTS-2002).
Nível II: Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve,
Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma
da Madeira.
CAE-Rev. 3 – Classificação Portuguesa das Atividades
Económicas, Revisão 3.
CPP-10 – Classificação Portuguesa de Profissões, Versão
2010.
29
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
4. CONCEITOS
Ativo: indivíduo com idade mínima de 15 anos que, no
período de referência, constituía a mão de obra disponível
para a produção de bens e serviços que entram no
circuito
económico
(estava
empregado
ou
desempregado).
Desempregado: indivíduo com idade dos 15 aos 74 anos
que, no período de referência, se encontrava
simultaneamente nas seguintes situações:
não tinha trabalho remunerado nem qualquer
outro;
tinha procurado ativamente um trabalho
remunerado ou não ao longo de um período
específico (no período de referência ou nas três
semanas anteriores);
estava disponível para trabalhar num trabalho
remunerado ou não.
Desempregado
de
longa
duração:
indivíduo
desempregado à procura de emprego há 12 ou mais
meses.
Empregado: indivíduo com idade mínima de 15 anos que,
no período de referência, se encontrava numa das
seguintes situações:
tinha efetuado um trabalho de pelo menos uma
hora, mediante o pagamento de uma
remuneração ou com vista a um benefício ou
ganho familiar em dinheiro ou em géneros;
tinha uma ligação formal a um emprego, mas
não estava ao serviço;
tinha uma empresa, mas não estava
temporariamente a trabalhar por uma razão
específica;
estava em situação de pré-reforma, mas a
trabalhar.
A procura ativa traduz as seguintes diligências:
contacto com um centro de emprego público ou
agências privadas de colocações;
contacto com empregadores;
contactos
sindicais;
colocação, resposta ou análise de anúncios;
procura de terrenos, imóveis ou equipamentos;
realização
seleção;
solicitação de licenças ou recursos financeiros
para a criação de empresa própria.
A disponibilidade
fundamentada em:
pessoais
de
ou
provas
ou
com
associações
entrevistas
para
Inativo à procura de emprego mas não disponível:
inativo com idade dos 15 aos 74 anos que, no período de
referência, tinha procurado ativamente um trabalho ao
longo de um período específico (no período de referência
ou nas três semanas anteriores), mas não estava
disponível para trabalhar.
A procura ativa traduz as seguintes diligências:
para
aceitar
um
trabalho
é
contacto com um centro de emprego público ou
agências privadas de colocações;
contacto com empregadores;
o desejo de trabalhar;
contactos
sindicais;
a vontade de ter um trabalho remunerado ou
uma atividade por conta própria, no caso de
poder obter os recursos necessários;
colocação, resposta ou análise de anúncios;
procura de terrenos, imóveis ou equipamentos;
realização
seleção;
solicitação de licenças ou recursos financeiros
para a criação de empresa própria.
a possibilidade de começar a trabalhar num
período específico (no período de referência ou
nas duas semanas seguintes).
Nota: inclui-se ainda o indivíduo que, embora tendo um
trabalho, só ia começar a trabalhar numa data posterior à
do período de referência (nos três meses seguintes).
Desempregado à procura de novo emprego: indivíduo
desempregado que já teve um emprego.
Desempregado à procura de primeiro emprego:
indivíduo desempregado que nunca teve emprego.
30
Inativo: Indivíduo que, independentemente da sua idade,
no período de referência não podia ser considerado
economicamente ativo, isto é, não estava empregado nem
desempregado.
A disponibilidade
fundamentada em:
pessoais
de
ou
provas
para
ou
aceitar
com
associações
entrevistas
um
para
trabalho
é
o desejo de trabalhar;
a vontade de ter um trabalho remunerado ou
uma atividade por conta própria, no caso de
poder obter os recursos necessários;
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
a possibilidade de começar a trabalhar num
período específico (no período de referência ou
nas duas semanas seguintes).
Nota: inclui-se ainda:
o inativo que tinha procurado um trabalho
segundo um método de procura passiva (por
exemplo, estava à espera dos resultados de uma
entrevista) e estava disponível para trabalhar;
o inativo que não tinha procurado um trabalho
porque ia começar a trabalhar nos três meses
seguintes e não estava disponível para trabalhar;
o inativo que não tinha procurado
porque ia começar a trabalhar
posterior a três meses após o
referência,
independentemente
disponível ou não para trabalhar.
um trabalho
numa data
período de
de
estar
Inativo disponível mas que não procura emprego:
inativo com idade dos 15 aos 74 anos que, no período de
referência, estava disponível para trabalhar, mas não
tinha procurado um emprego ao longo de um período
específico (no período de referência ou nas três semanas
anteriores).
Nível de escolaridade completo: refere-se ao nível ou
grau de ensino mais elevado que o indivíduo concluiu, em
termos de níveis e graus do sistema formal de ensino, isto
é, do ensino básico, secundário e superior, e obteve o
respetivo certificado ou diploma.
População ativa: população com idade mínima de 15
anos que, no período de referência, constituía a mão de
obra disponível para a produção de bens e serviços que
entram no circuito económico (população empregada e
desempregada).
População inativa: População que, independentemente
da sua idade, no período de referência não podia ser
considerada economicamente ativa, isto é, não estava
empregada, nem desempregada.
Situação na profissão: relação de dependência ou
independência de um indivíduo ativo no exercício da
profissão, em função dos riscos económicos em que
incorre e da natureza do controlo que exerce na empresa.
Subemprego de trabalhadores a tempo parcial:
conjunto de trabalhadores a tempo parcial com idade dos
15 aos 74 anos que, no período de referência, declararam
pretender trabalhar mais horas do que as que
habitualmente trabalhavam em todas as atividades e
estavam disponíveis para começar a trabalhar as horas
pretendidas num período específico (no período de
referência ou nas duas semanas seguintes).
Taxa de atividade: taxa que permite definir a relação
entre a população ativa e a população total.
T.A. (%) = (População ativa / População total) x 100
Taxa de atividade (15 e mais anos): taxa que permite
definir a relação entre a população ativa e a população
total em idade ativa (com 15 e mais anos).
T.A. (%) = (População ativa / População total com 15 e
mais anos) x 100
Taxa de desemprego: taxa que permite definir a relação
entre a população desempregada e a população ativa.
T.D. (%) = (População desempregada / População ativa) x
100
Taxa de desemprego de longa duração: taxa que
permite definir a relação entre a população desempregada
há 12 e mais meses e a população ativa.
T.D. (%) = (População desempregada há 12 e mais
meses / População ativa) x 100
Taxa de emprego (15 e mais anos): taxa que permite
definir a relação entre a população empregada e a
população total em idade ativa (com 15 e mais anos).
T.E. (%) = (População empregada / População total com
15 e mais anos) x 100
Taxa de inatividade (15 e mais anos): taxa que permite
definir a relação entre a população inativa em idade ativa
(com 15 e mais anos) e a população total em idade ativa
(com 15 e mais anos).
T.I. (%) = (População inativa com 15 e mais anos /
População total com 15 e mais anos) x 100
Taxa de variação anual: a variação anual compara o
nível médio da variável dos quatro trimestres do último
ano com o dos quatro trimestres do ano imediatamente
anterior. Por ser uma média, esta taxa de variação é
menos sensível a alterações esporádicas na variável.
Taxa de variação homóloga: a variação homóloga
compara o nível da variável entre o trimestre corrente e o
mesmo trimestre do ano anterior. Esta taxa de variação,
perante um padrão estável de sazonalidade, não é
afetada por oscilações desta natureza podendo, no
entanto, ser influenciada por efeitos localizados num
trimestre específico.
Taxa de variação trimestral: a variação trimestral
compara o nível da variável entre dois trimestres
consecutivos. Embora seja um indicador que permite um
acompanhamento corrente do andamento da variável, o
cálculo desta taxa de variação é particularmente
influenciado por efeitos de natureza sazonal e outros mais
específicos localizados num (ou em ambos) dos
trimestres comparados.
Trabalhador a tempo completo: trabalhador cujo
período de trabalho tem uma duração igual ou superior à
duração
normal
de
trabalho
em
vigor
na
empresa/instituição,
para
a
respetiva
categoria
profissional ou na respetiva profissão.
Trabalhador a tempo parcial: trabalhador cujo período
de trabalho tem uma duração inferior à duração normal de
31
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
trabalho em vigor na empresa/instituição, para a respetiva
categoria profissional ou na respetiva profissão.
Trabalhador com contrato a termo: indivíduo ligado à
empresa/instituição por um contrato reduzido a escrito
com fixação do seu termo e com menção concretizada de
modo justificativo: 1) a termo certo: quando no contrato
escrito conste expressamente a estipulação do prazo de
duração do contrato e a indicação do seu termo; 2) a
termo incerto: quando o contrato de trabalho dure por todo
o tempo necessário à substituição do trabalhador ausente
ou à conclusão da atividade, tarefa ou obra cuja execução
justifica a sua celebração.
Trabalhador com contrato permanente: indivíduo ligado
à empresa/instituição por um contrato de trabalho sem
termo ou de duração indeterminada.
Trabalhador familiar não remunerado: indivíduo que
exerce uma atividade independente numa empresa
orientada para o mercado e explorada por um familiar,
não sendo contudo seu associado nem estando vinculado
por um contrato de trabalho.
Trabalhador por conta de outrem: indivíduo que exerce
uma atividade sob a autoridade e direção de outrem, nos
termos de um contrato de trabalho, sujeito ou não a forma
escrita, e que lhe confere o direito a uma remuneração, a
qual não depende dos resultados da unidade económica
para a qual trabalha.
Trabalhador por conta própria: indivíduo que exerce
uma atividade independente, com associados ou não,
obtendo uma remuneração que está diretamente
dependente dos lucros (realizados ou potenciais)
provenientes de bens ou serviços produzidos. Os
associados podem ser, ou não, membros do agregado
familiar. Um trabalhador por conta própria pode ser
classificado como trabalhador por conta própria como
isolado ou como empregador.
Trabalhador por conta própria como isolado: indivíduo
que exerce uma atividade independente, com associados
ou não, obtendo uma remuneração que está diretamente
dependente dos lucros (realizados ou potenciais)
provenientes de bens ou serviços produzidos e que
habitualmente não contrata trabalhador(es) por conta de
outrem para trabalhar(em) com ele. Os associados podem
ser, ou não, membros do agregado familiar.
Trabalhador por conta própria como empregador:
indivíduo que exerce uma atividade independente, com
associados ou não, obtendo uma remuneração que está
diretamente dependente dos lucros (realizados ou
potenciais) provenientes de bens ou serviços produzidos
e que, a esse título, emprega habitualmente um ou vários
trabalhadores por conta de outrem para trabalharem na
sua empresa. Os associados podem ser, ou não,
membros do agregado familiar.
32
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
5. OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL
População total
1.
População com 15 e mais anos segundo o nível de escolaridade completo, por grupo etário e sexo
2.
População com 15 e mais anos segundo a auto classificação em termos de ocupação, por condição perante o
trabalho
3.
População com 15 e mais anos segundo a auto classificação em termos de ocupação um ano antes, por auto
classificação em termos de ocupação atual
População empregada
4.
População empregada por atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo
5.
População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por situação na profissão principal e
sexo
6.
População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por regime de duração do trabalho e
sexo
7.
População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por antiguidade no emprego atual
8.
População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por tipo de horário de trabalho e sexo
9.
População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por duração semanal habitual do
trabalho e sexo
10. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por nível de escolaridade completo e
sexo
11. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por exercício de atividade secundária
e sexo
12. População empregada com atividade secundária segundo o setor de atividade secundária, por setor de atividade
principal (CAE-Rev. 3)
13. População empregada segundo a situação na profissão principal, por profissão principal (CPP-10)
14. População empregada segundo a situação na profissão principal, por nível de escolaridade completo e sexo
15. Trabalhadores por conta de outrem segundo o setor de atividade principal
(CAE-Rev. 3), por tipo de contrato de trabalho e sexo
16. Trabalhadores por conta de outrem por profissão principal (CPP-10) e sexo
17. Trabalhadores por conta de outrem por atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo
População desempregada
18. População desempregada por tipo de desemprego, duração da procura de emprego e sexo
19. População desempregada por diligências feitas para encontrar trabalho
20. População desempregada à procura de novo emprego por situação na profissão anterior e sexo
21. População desempregada à procura de novo emprego por setor da atividade anterior (CAE-Rev. 3) e sexo
Regiões NUTS II
22. População total segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por grupo etário e sexo
23. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS –
2002), por sexo
33
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
24. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS –
2002), por grupo etário
25. População ativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por nível de escolaridade completo
26. População inativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por categoria de inatividade
27. População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por atividade principal (CAE-Rev.
3)
28. População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por profissão principal (CPP-10)
29. População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por situação na profissão
principal
30. Trabalhadores por conta de outrem segundo a região de residência NUTS II
(NUTS – 2002), por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) e escalão de rendimento salarial mensal líquido
31. Rendimento salarial médio mensal líquido dos trabalhadores por conta de outrem segundo a região de residência
NUTS II (NUTS – 2002), por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3)
32. População desempregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por tipo de desemprego e
duração da procura de emprego
33. Taxa de atividade, taxa de emprego, taxa de desemprego e taxa de inatividade segundo a região de residência
NUTS II (NUTS – 2002), por sexo
34. Taxa de atividade, taxa de emprego, taxa de desemprego e taxa de inatividade segundo a região de residência
NUTS II (NUTS – 2002), por grupo etário
Nota: Estes quadros encontram-se disponíveis, em formato Excel e CSV, em:
http://www.ine.pt/portal/page/portal/PORTAL_INE/Publicacoes (selecionando Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de
2014). No 4º trimestre de cada ano, são também disponibilizados quadros contendo informação anual.
l
34
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
6. TEMA EM ANÁLISE
Nota sobre a revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego decorrente da revisão das
estimativas da população residente após integração dos resultados definitivos dos Censos
2011
Instituto Nacional de Estatística
Com a divulgação dos resultados do Inquérito ao
Emprego relativos ao 1º trimestre de 2014, o INE divulga
também o conjunto de séries trimestrais e anuais revistas
das estimativas obtidas a partir desta operação estatística
desde o 1º trimestre de 1998. Esta revisão das
estimativas anteriormente publicadas resultou da
integração das novas estimativas da população residente
obtidas após a publicação dos resultados definitivos dos
Censos 2011, não se tendo procedido a quaisquer outras
alterações.
O objetivo desta nota é explicar os motivos que estiveram
na origem desta revisão e proceder a uma breve análise
dos impactos da mesma nas estimativas publicadas dos
principais agregados do mercado de trabalho (população
empregada, desempregada e inativa).
No cálculo das estimativas anuais da população residente
é utilizado o método das componentes e do seguimento
demográfico, tomando-se como ano de partida o ano do
último Recenseamento Geral da População (Censos) e
procedendo-se à atualização anual das componentes
demográficas relativas ao movimento natural da
população (nados vivos e óbitos) e ao movimento
migratório (imigração e emigração). No cálculo das
estimativas
mensais
da
população
residente,
especificamente para efeitos do Inquérito ao Emprego,
4
são utilizados métodos de previsão.
Após a divulgação dos resultados definitivos dos Censos
de 2011 (em novembro de 2012), o INE divulgou as
seguintes séries de estimativas da população residente,
calculadas tendo por base aqueles resultados:
Estimativas anuais definitivas da população residente
de 2001 a 2010 (estimativas relativas ao período
intercensitário que vieram substituir a série de
estimativas anuais provisórias da população
residente para o mesmo período). Estas estimativas
incorporam os resultados definitivos dos Censos
2001 e dos Censos 2011.
Estimativas anuais provisórias da população
residente de 2011 e 2012. Estas estimativas, para o
período pós-censitário, foram também calculadas a
partir dos resultados definitivos dos Censos 2011.
Com o objetivo de conciliar, em termos conceptuais e
metodológicos, a série de estimativas anuais
definitivas de população residente de 2001 a 2010
com a série de estimativas definitivas da população
residente de 1991 a 2000, o INE procedeu ainda a
uma revisão extraordinária desta ultima série de
dados. As duas séries (1991 a 2000 e 2001 a 2010)
passam a partilhar a mesma metodologia de cálculo e
os mesmos pressupostos metodológicos no
estabelecimento das populações de base.
1. Introdução
O Inquérito ao Emprego é um inquérito trimestral, por
amostragem e que recolhe informação que permite
caracterizar o mercado de trabalho em Portugal,
nomeadamente sobre a evolução e a composição da
população empregada, desempregada e inativa. A
população objeto de estudo desta operação estatística é o
conjunto de pessoas residentes em alojamentos familiares
no território nacional.
Tratando-se de um inquérito baseado numa amostra da
população, recorre-se à inferência estatística para obter
valores para os totais da população. A passagem de
características da amostra para a população é feita
através do cálculo de estimativas, em que é associado um
ponderador a cada indivíduo na amostra, tornando-o
representativo do subconjunto da população com as
mesmas características. O cálculo de ponderadores no
âmbito do Inquérito ao Emprego é complexo e realizado
em várias etapas. Neste processo, é utilizada informação
externa ao Inquérito ao Emprego, nomeadamente
estimativas mensais da população residente muito
detalhadas (por sexo, idade – grupos quinquenais, região
3
de residência – NUTS II e agrupamentos de NUTS III) .
Em face da existência de novas séries de estimativas da
população residente, houve necessidade de proceder à
atualização das populações de referência utilizadas no
cálculo dos ponderadores do Inquérito ao Emprego. Esta
atualização incidiu sobre as duas últimas séries de dados
desta operação estatística, dando origem à revisão das
estimativas anteriormente publicadas para os períodos do
3
Para maiores detalhes, consultar o Documento Metodológico do
Inquérito ao Emprego, disponível em:
http://smi.ine.pt/DocumentacaoMetodologica/Detalhes/1235.
4
Para maiores detalhes, consultar o Documento Metodológico
das Estimativas Mensais de População Residente.
35
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
1º trimestre de 1998 ao 4º trimestre de 2010 e do 1º
trimestre de 2011 ao 4º trimestre de 2013.
empregada, desempregada e inativa com 15 e mais
anos).
Esta revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego
pretendeu apenas torná-las consistentes com as
estimativas da população residente mais atuais, não se
tendo procedido a quaisquer outras alterações. Por esta
razão, a quebra de série observada do 4º trimestre de
2010 para o 1º trimestre de 2011 mantém-se.
Em geral, a reponderação não introduziu alterações
significativas na evolução temporal dos principais
indicadores do mercado de trabalho.
Faz-se notar ainda que a atualização, a cada dez anos,
das estimativas da população residente utilizadas no
cálculo dos ponderadores do Inquérito ao Emprego é um
procedimento habitual e obrigatório em todos os
inquéritos às famílias, entre os quais se inclui o Inquérito
ao Emprego, sempre que o impacto decorrente dessa
atualização tenha dimensão estatística significativa. Este
procedimento está previsto no Documento Metodológico e
é recomendado pelo Eurostat.
As séries retrospetivas revistas (trimestrais, do 1º
trimestre de 1998 ao 4º trimestre de 2013; e anuais, de
1998 a 2013) estão disponíveis no Portal de Estatísticas
Oficiais e nos ficheiros anexos a esta publicação e ao
respetivo Destaque à Comunicação Social. As bases de
microdados
anonimizadas
para
investigadores,
incorporando os novos ponderadores, estão igualmente
disponíveis.
De seguida, apresentam-se as principais conclusões da
análise do impacto da revisão das estimativas da
população residente nas estimativas do Inquérito ao
Emprego, para os principais agregados do mercado de
trabalho (população ativa, empregada, desempregada e
inativa). Optou-se por conduzir a análise em termos dos
valores médios anuais (médias dos quatro trimestres de
cada ano), em vez dos valores trimestrais.
2. Principais conclusões
Como indicado, a revisão das estimativas do Inquérito ao
Emprego resulta apenas da necessidade de garantir
consistência entre as estimativas da população residente
mais atuais e as estimativas da população residente
utilizadas no processo de cálculo de ponderadores desta
operação estatística.
A análise das diferenças entre as estimativas do Inquérito
ao Emprego revistas e as publicadas anteriormente, para
o período de 1998 a 2013, revela uma mudança de sinal
nos impactos em 2003, como se descreve nos pontos
seguintes. No período em análise, há revisões em alta
para a generalidade dos indicadores considerados
(população total com 15 e mais anos, ativa e empregada)
até 2002 e revisões em baixa desde 2003 (população total
com 15 e mais anos, ativa, empregada e desempregada).
A população inativa com 15 e mais anos é revista em alta
em praticamente todo o período. As maiores revisões em
baixa/alta, no segundo período indicado, ocorreram
sobretudo nos três últimos anos (população ativa,
No último ano para o qual foram divulgados dados do
Inquérito ao Emprego (2013), as revisões foram as
seguintes:
População total:- 50,0 mil pessoas na série de dados
revista (-0,5%).
População total com 15 e mais anos: -35,7 mil
(-0,4%).
População ativa: -104,8 mil (-1,9%).
População empregada: -84,1 mil (-1,9%).
População desempregada: -20,7 mil (-2,4%).
População inativa: +54,7 mil (+1,1%).
População inativa com 15 e mais anos: +69,0 mil
(+1,9%).
Taxa de atividade (15 e mais anos): -0,9 p.p..
Taxa de emprego (15 e mais anos): -0,7 p.p..
Taxa de desemprego: -0,1 p.p..
Taxa de inatividade (15 e mais anos): +0,9 p.p..
Regiões NUTS II (NUTS 2002): nas séries revistas, a
população com 15 e mais anos é menor nas regiões
Norte (25,9 mil; 0,8%), Centro (43,2 mil; 2,1%) e
Lisboa (3,4 mil; 0,1%) e maior nas restantes,
sobretudo na Região Autónoma da Madeira (16,4 mil;
8,0%) e no Alentejo (11,6 mil; 1,8%).
3. Revisão das estimativas da população total
(Quadro 1 do anexo)
A observação do Gráfico 1 permite concluir que a série
revista da população residente apresenta, no período
intercensitário, um crescimento anual acumulado inferior
ao da série da população residente anteriormente
publicada. Por esta razão, para uma grande parte do
período em análise nesta nota, procedeu-se à revisão em
baixa das populações de referência utilizadas no cálculo
de ponderadores do Inquérito ao Emprego.
Como é percetível nos Gráficos 1 e 2, a revisão da
população residente em Portugal, de 1998 a 2013, pode
ser separada em dois momentos. No primeiro, que finda
em 2003 para a população total e em 2002 para a
população total com 15 e mais anos, as estimativas
revistas são superiores às publicadas, enquanto no
segundo momento (período mais longo) as estimativas da
população residente são revistas em baixa.
36
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Para uma análise mais aprofundada do impacto da
revisão das estimativas da população residente, optou-se
por cingir a análise ao ano de 2013.
3.1. População total
A estimativa da população total residente em Portugal, em
2013, foi revista em menos 50,0 mil pessoas, o que
corresponde a uma revisão de -0,5% da estimativa
publicada anteriormente (Gráfico 1).
mais a da população ativa (por definição, constituída por
pessoas com 15 e mais anos) do que a da população
inativa com 15 e mais anos (Gráfico 9), que é revista em
mais 69,0 mil pessoas em 2013 (1,9%).
Gráfico 2: Estimativas da população com 15 e mais
anos (milhares de indivíduos; médias anuais)
9 100
40
9 000
20
8 900
A revisão em baixa da população total resultou de uma
revisão em baixa da população ativa (menos 104,8 mil
pessoas, em 2013), que mais do que compensou a
revisão em alta da população inativa no mesmo ano (mais
54,7 mil pessoas inativas) (Quadro 2 do anexo).
8 800
0
8 700
-20
Refira-se ainda que o padrão de revisão da população
total é idêntico ao da população total com 15 e mais anos
(Gráfico 2), o que era expectável em virtude deste grupo
etário representar cerca de 85% da população total.
8 200
8 600
8 500
-40
8 400
-60
8 300
-80
8 100
Diferenças (eixo dir.)
2013
2012
2011
2010
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
2002
2001
2000
1999
1998
-100
Publicadas (eixo esq.)
Revistas (eixo esq.)
Gráfico 1: Estimativas da população total
(milhares de indivíduos; médias anuais)
10 700
100
10 600
80
60
10 500
40
10 400
20
10 300
0
10 200
-20
-40
10 100
-60
10 000
-80
Diferenças (eixo dir.)
2013
2012
2011
2010
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
2002
2001
-120
2000
9 800
1999
-100
1998
9 900
Publicadas (eixo esq.)
Revistas (eixo esq.)
4. Revisão das estimativas dos principais agregados
do mercado de trabalho em Portugal
(Quadros 2 a 5 do anexo)
Como consequência do padrão de revisão da população
total com 15 e mais anos, também as estimativas revistas
dos principais agregados do mercado de trabalho podem
ser analisadas em dois momentos distintos, excetuando
as da população inativa. Nos Quadros 2 e 3
apresentam-se as estimativas publicadas e revistas, em
níveis e em taxas, para o ano de 2013 e nos Quadros 4 e
5 desagregam-se essas estimativas por grupo etário.
A análise apresentada nesta secção se restringe-se ao
grupo etário das pessoas com 15 e mais anos, a idade
mínima que constitui a mão-de-obra disponível para a
produção de bens e serviços que entram no circuito
económico.
3.2. População total com 15 e mais anos
Em 2013, a estimativa revista da população total com 15 e
mais anos corresponde a menos 35,7 mil pessoas
residentes em Portugal, representando -0,4% da
estimativa publicada (Gráfico 2). Este valor é resultado da
revisão em baixa das estimativas da população total dos
25 aos 34 anos (-96,6 mil pessoas; -7,0%) e dos 35 aos
44 anos (-38,7 mil; -2,4%), conjugado com a revisão em
alta das estimativas dos restantes grupos etários, de onde
se destaca a revisão de mais 66,0 mil pessoas com 65 e
mais anos (3,3%). No grupo etário constituído pelas
pessoas dos 15 aos 64 anos (idade usualmente
designada por idade ativa), a estimativa da população
residente foi revista em menos 101,7 mil pessoas (-1,5%).
À semelhança do que se verifica com a população total, a
revisão da população total com 15 e mais anos influenciou
4.1. População ativa e taxa de atividade (15 e mais
anos)
Até 2002, à semelhança do verificado na população total
com 15 e mais anos, as estimativas revistas da população
ativa superam as estimativas publicadas. Após esse ano,
as revisões são em baixa, como ocorre em 2013 com
menos 104,8 mil pessoas ativas em relação à estimativa
anteriormente publicada, uma revisão que corresponde a
-1,9% desta última (Gráfico 3).
Sendo composta pela população empregada (Gráfico 5) e
pela população desempregada (Gráfico 7), a revisão da
população ativa tem expressão, principalmente, na
primeira componente, quer porque esta representa cerca
de 84% daquela, quer porque as estimativas revistas da
37
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Diferenças (eixo dir.)
2013
2012
-1,0
2011
57
2010
-0,8
2009
58
2008
-0,6
2007
59
2006
-0,4
2005
60
2004
-0,2
2003
61
2002
0,0
2001
62
2000
0,2
1999
p.p.
1998
%
63
Publicadas (eixo esq.)
5 400
40
5 200
20
0
5 000
-20
4 800
-40
4 600
-60
4 400
-80
4 200
-100
4 000
-120
1998
Revistas (eixo esq.)
Gráfico 5: Estimativas da população empregada
(milhares de indivíduos; médias, anuais)
Em 2013, a taxa de atividade revista é de 59,3%, um valor
inferior ao anteriormente publicado em -0,9 p.p.. Esta
Diferenças (eixo dir.)
2013
Gráfico 4: Estimativas da taxa de atividade 15 e mais
anos (médias anuais)
2012
As revisões da taxa de atividade (15 e mais anos) são
positivas (no máximo, 0,1 pontos percentuais, p.p.) ou
nulas até 2001, sendo negativas desde então (Gráfico 4).
A revisão da taxa de emprego é nula em 1998 e igual 0,1
p.p. em 1999 e 2000 (Gráfico 6). De 2001 em diante, a
revisão é negativa e crescente, alcançando, em 2013, o
valor de -0,7 p.p., ao qual corresponde uma taxa de
emprego revista de 49,7%. Esta revisão reflete a
verificada na taxa de emprego da população dos 15 aos
24 anos (-0,6 p.p.) e na dos 15 aos 64 anos (-0,5 p.p.),
uma vez que as estimativas revistas dos restantes grupos
etários igualam as estimativas publicadas (dos 45 aos 64
anos) ou diferem em ±0,1 p.p..
2011
Numa análise por grupo etário, observa-se que as
maiores revisões se concentram na população ativa dos
25 aos 34 anos (-86,0 mil pessoas ativas; -6,9%) e dos 35
aos 44 anos (-34,7 mil; -2,3%). Não obstante, as
estimativas revistas do grupo dos 45 aos 64 anos (9,7 mil;
0,5%) e do constituído pelas pessoas ativas com 65 e
mais anos (8,1 mil; 3,0%) superam as estimativas
publicadas. Note-se ainda que a revisão da estimativa da
população ativa dos 15 aos 64 anos (-112,8 mil; -2,2%)
quase iguala a revisão da estimativa total da população
ativa, por este grupo etário representar cerca de 95%
deste agregado do mercado de trabalho.
Assim, é também nos grupos etários dos 25 aos 34 anos
(-69,2 mil pessoas empregadas; -6,8%) e dos 35 aos 44
anos (-30,8 mil; -2,4%) que se observam as maiores
revisões da população empregada. De igual modo, os
escalões constituídos pelas pessoas empregadas dos 45
aos 64 anos (10,6 mil; 0,6%) e com 65 e mais anos (8,0
mil; 3,0%) são os únicos com uma revisão positiva das
estimativas, tendo o grupo etário dos 15 aos 64 anos um
nível de revisão semelhante ao da população empregada
total (-92,0 mil; -2,2%).
2010
2013
2012
2011
2010
Publicadas (eixo esq.)
Revistas (eixo esq.)
2009
Diferenças (eixo dir.)
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
-140
2002
-120
4 800
2001
4 900
2000
-100
1999
-80
5 000
1998
5 100
Refletindo o padrão de revisão da população ativa,
também as estimativas da população empregada são
revistas em alta até ao ano de 2002 e em baixa de 2003 a
2013 (Gráfico 5). Neste último ano, a população
empregada foi revista em menos 84,1 mil pessoas
empregadas,
uma
revisão
que
corresponde
percentualmente à ocorrida na população ativa (-1,9% da
estimativa publicada).
2008
-60
2007
-40
5 200
2006
5 300
4.2. População empregada e taxa de emprego (15
e mais anos)
2005
-20
2004
0
5 400
2003
20
5 500
2002
40
5 600
2001
5 700
2000
Gráfico 3: Estimativas da população ativa
(milhares de indivíduos; médias anuais)
variação concentra-se na taxa de atividade da população
com 15 a 24 anos (-0,7 p.p.), uma vez que, numa análise
a uma casa decimal, as estimativas revistas dos restantes
grupos etários igualam as estimativas publicadas. A taxa
de atividade do grupo etário dos 15 aos 64 anos é revista
em -0,6 p.p..
1999
população desempregada são muito semelhantes às
anteriormente publicadas.
Publicadas (eixo esq.)
Revistas (eixo esq.)
38
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Gráfico 6: Estimativas da taxa de emprego 15 e mais
anos (médias anuais)
%
p.p.
60
0,2
58
0,0
56
54
-0,2
52
-0,4
50
48
-0,6
46
-0,8
2013
Gráfico 8: Estimativas da taxa de desemprego
(médias anuais)
4.3. População desempregada e taxa de
desemprego
%
0,00
16
-0,05
14
12
-0,10
10
8
-0,15
6
4
-0,20
2
Gráfico 7: Estimativas da população desempregada
(milhares de indivíduos; médias anuais)
1 000
Diferenças (eixo dir.)
2013
2012
2011
2010
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
2002
-0,25
2001
0
1998
De forma semelhante aos agregados do mercado de
trabalho anteriormente analisados, também as revisões
da população desempregada apresentam dois períodos
distintos. Com efeito, até 2002, as estimativas revistas da
população desempregada igualam as estimativas
publicadas ou diferem, no máximo, em menos de um
milhar de pessoas (2001). De 2003 em diante, as
estimativas revistas são inferiores às publicadas, mas
muito próximas destas, como se verifica na quase
sobreposição das curvas do Gráfico 7.
p.p.
18
2000
2012
2011
2010
Publicadas (eixo esq.)
Revistas (eixo esq.)
O baixo grau da revisão das estimativas da população
desempregada reflete-se também na taxa de
desemprego, cuja revisão é nula na maioria dos anos em
análise (Gráfico 8). Com efeito, a taxa de desemprego é
apenas revista em cinco dos dezasseis anos, variando, no
máximo, em -0,2 pontos percentuais (2012). Em 2013, a
taxa de desemprego revista é de 16,2%, menos 0,1 p.p.
que a estimativa anteriormente publicada, e a maior
revisão observa-se no grupo etário dos 15 aos 24 anos
(0,4 p.p.). Nos restantes escalões etários, as estimativas
revistas são iguais às publicadas ou diferem em ±0,1 p.p.,
não havendo diferença entre a estimativa revista e a
publicada da taxa de desemprego dos 15 aos 64 anos.
1999
Diferenças (eixo dir.)
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
2002
2001
2000
1999
1998
44
dos 15 aos 64 anos é idêntica à da população
desempregada total (-20,8 mil; -2,4%) por aquele
representar cerca de 99,6% do total.
Publicadas (eixo esq.)
Revistas (eixo esq.)
5
900
0
800
-5
700
600
-10
500
-15
400
300
-20
200
-25
100
-30
Diferenças (eixo dir.)
2013
2012
2011
2010
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
2002
2001
2000
1999
1998
0
Revistas (eixo esq.)
Publicadas (eixo esq.)
Em 2013, a população desempregada foi revista em
menos 20,7 mil pessoas, o que corresponde a -2,4% da
estimativa anteriormente publicada. A maior revisão
ocorreu no grupo etário dos 25 aos 34 anos (-16,9 mil
pessoas; -7,1%), um escalão que representa cerca de um
quarto da população desempregada. A revisão para o
grupo etário constituído pela população desempregada
4.4. População inativa e taxa de inatividade (15 e
mais anos)
A população inativa é o único dos principais agregados do
mercado de trabalho em análise para o qual as
estimativas revistas (de 1998 a 2013) são sempre
superiores às publicadas, o que é replicado pela
população inativa com 15 e mais anos (Gráfico 9).
Em 2013, a população inativa com 15 e mais anos é
revista em mais 69,0 mil pessoas, 1,9% acima da
estimativa publicada. Aquele valor é totalmente
influenciado pela revisão positiva de 57,9 mil pessoas
inativas com idade igual ou superior a 65 anos, um grupo
etário que representa quase metade da população inativa
com 15 e mais anos. A estimativa da população inativa
dos 15 aos 24 anos é, igualmente, revista em alta (19,4
mil pessoas inativas; 2,8%), enquanto a dos 25 aos 34
anos é revista em baixa (-10,5 mil; -7,5%).
39
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Gráfico 9: Estimativas da população inativa com 15 e
mais anos (milhares de indivíduos; médias anuais)
80
3 700
70
3 600
60
50
3 500
40
3 400
30
20
3 300
10
3 200
0
-10
Diferenças (eixo dir.)
2013
2012
2011
2010
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
2002
2001
2000
1999
1998
3 100
Revistas (eixo esq.)
Publicadas (eixo esq.)
A revisão da taxa de inatividade (15 e mais anos) é nula
em 1998 e 2000 e negativa no ano de 1999 (-0,1 p.p.).
Desde 2001, as revisões são positivas, alcançando o
valor mais alto em 2013 (Gráfico 10). Nesse ano, a taxa
de inatividade (15 e mais anos) revista é de 40,7%, um
valor superior ao publicado em 0,9 p.p.. Numa análise a
uma casa decimal, apenas a taxa de inatividade daqueles
dos 15 aos 24 anos tem a sua estimativa revista em alta
(0,7 p.p.), pois as referentes aos restantes escalões
etários igualam as estimativas anteriormente publicadas.
Não obstante, a estimativa da taxa de inatividade do
grupo mais alargado, composto pela população dos 15
aos 64 anos, é revista em mais 0,6 pontos percentuais.
5. Revisão das estimativas dos principais agregados
do mercado de trabalho por região NUTS II (NUTS
2002)
(Quadros 6 e 7 do anexo)
No ano de 2013, a estimativa da população total residente
em Portugal foi revista em menos 50,0 mil pessoas. Como
se observa no Gráfico 11, este valor resulta da revisão em
baixa das estimativas da população residente nas três
regiões mais populosas do país: Norte (-25,4 mil
pessoas), Lisboa (-19,2 mil) e Centro (-43,9 mil).
O padrão de revisão da população total com 15 e mais
anos é semelhante, sendo que a estimativa revista em
menos 35,7 mil pessoas em Portugal poderá ser
explicada, principalmente, pela revisão em baixa das
estimativas dessa população residente no Centro (-43,2
mil) e no Norte (-25,9 mil).
Gráfico 11: Revisão das estimativas da população por
região NUTS II (2002), 2013 (milhares de indivíduos)
- 60
- 40
%
p.p.
Diferenças (eixo dir.)
Revistas (eixo esq.)
2013
2012
2011
-0,20
2010
35
2009
0,00
2008
36
2007
0,20
2006
37
2005
0,40
2004
38
2003
0,60
2002
39
2001
0,80
2000
40
1999
1,00
1998
41
Publicadas (eixo esq.)
0
20
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
R. A. Açores
R. A. Madeira
População total
Gráfico 10: Estimativas da taxa de inatividade 15 e
mais anos (médias anuais)
- 20
Portugal
População total com 15 e mais anos
De forma idêntica, a revisão em baixa da estimativa da
população ativa em Portugal em 2013 decorre da revisão
em baixa das estimativas da população ativa residente no
Centro (-50,3 mil pessoas; -4,0%), no Norte (-47,6 mil; 2,5%) e em Lisboa (-13,8 mil; -1,0%). Não obstante, a
maior revisão em termos relativos verifica-se na Região
Autónoma da Madeira, com mais 5,9 mil pessoas ativas,
que representam 4,6% da estimativa anteriormente
publicada.
Em todas as regiões, em 2013, as estimativas da taxa de
atividade (15 e mais anos) foram revistas em baixa, com
as maiores diferenças a observarem-se na Região
Autónoma da Madeira (-2,0 p.p.), no Centro (-1.2 p.p.) e
no Alentejo (-1,1 p.p.).
Como anteriormente indicado, o padrão de revisão das
estimativas da população empregada segue o da
população ativa. Com efeito, a revisão da população
empregada em Portugal em 2013 (-84,1 mil pessoas)
poderá ser explicada pela revisão da população
empregada residente no Centro (-41,8 mil pessoas;
-3,8%), no Norte (-38,1 mil; -2,4%) e em Lisboa (-11,0 mil;
-1,0%). De igual modo, apenas as estimativas da
população empregada residente no Algarve (2,8 mil;
40
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
1,5%) e na Região Autónoma da Madeira (5,1 mil; 4,9%)
foram revistas em alta.
Nestas circunstâncias, também as revisões da taxa de
emprego se assemelhem às revisões da taxa de atividade
(15 e mais anos), com estimativas revistas inferiores às
publicadas em todas as regiões.
Gráfico 12: Revisão das estimativas dos principais
agregados de trabalho por região NUTS II (2002),
2013 (milhares de indivíduos)
- 90
- 60
- 30
0
30
60
90
Portugal
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
R. A. Açores
R. A. Madeira
População empregada
População desempregada
População inativa com 15 e mais anos
No que respeita à revisão das estimativas da população
desempregada, em 2013, estas são, comparativamente,
reduzidas (-20,7 mil pessoas desempregadas a nível
nacional; -2,4%), fazendo-se notar mais no Norte (-9,5 mil
pessoas; -2,9%), no Centro (-8,6 mil; -5,9%) e em Lisboa
(-2,8 mil pessoas; -1,1%). No Alentejo, no Algarve, na
Região Autónoma dos Açores e na Região Autónoma da
Madeira, as diferenças entre as estimativas revistas e as
publicadas são praticamente inexistentes em termos
absolutos. Estes valores diminutos refletem-se na revisão
da taxa de desemprego nacional de 2013 (-0,1 p.p.), um
valor igual ao da revisão no Norte. A taxa de desemprego
do Centro é a que apresenta a maior revisão (-0,3 p.p.),
seguida do Algarve, da Região Autónoma da Madeira (0,2 p.p. em cada) e do Alentejo (0,1 p.p.; a única revisão
positiva). As estimativas revistas da taxa de desemprego
de Lisboa e da Região Autónoma dos Açores são iguais
às estimativas anteriormente publicadas.
Ao contrário das revisões havidas na população
empregada e desempregada, as estimativas da
população inativa (15 e mais anos) foram revistas em alta,
em 2013, tanto a nível nacional (69,0 mil pessoas; 1,9%),
como regional. As maiores revisões em nível foram
observadas no Norte (21,7 mil; 1,8%), no Alentejo (12,6
mil; 4,6%) e em Lisboa (10,5 mil; 1,1%), mas a maior
revisão percentual ocorreu na Região Autónoma da
Madeira, com uma estimativa revista 13,6% superior à
publicada (10,5 mil). Foi igualmente nesta última região
que a taxa de inatividade (15 e mais anos) sofreu a maior
revisão (2,0 p.p.).
41
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
6. Anexo
Quadro 1: Estimativas publicadas e revistas da população total por
grupo etário, 2013
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
Diferenças
Milhares de indivíduos
População total (Inquérito ao Emprego)
População com menos de 15 anos
População com 15 e mais anos
15 a 24 anos
25 a 34 anos
35 a 44 anos
45 a 64 anos
65 e mais anos
15 a 64 anos
10 499,3
1 551,7
8 947,6
1 095,2
1 389,2
1 644,5
2 831,8
1 987,0
6 960,6
%
10 449,3
- 50,0
1 537,4
- 14,3
8 911,9
- 35,7
1 112,7
17,5
1 292,6
- 96,6
1 605,8
- 38,7
2 847,8
16,0
2 053,0
66,0
6 858,9 - 101,7
- 0,5
- 0,9
- 0,4
1,6
- 7,0
- 2,4
0,6
3,3
- 1,5
Quadro 2: Estimativas publicadas e revistas dos principais
agregados do mercado de trabalho (níveis), 2013
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
Diferenças
Milhares de indivíduos
%
População com 15 e mais anos
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa
8 947,6
5 389,4
4 513,5
875,9
3 558,3
8 911,9
- 35,7
5 284,6 - 104,8
4 429,4
- 84,1
855,2
- 20,7
3 627,3
69,0
- 0,4
- 1,9
- 1,9
- 2,4
1,9
População dos 15 aos 64 anos
População ativa
População empregada
População desempregada
População inativa
6 960,6
5 122,6
4 250,0
872,6
1 838,0
6 858,9 - 101,7 - 1,5
5 009,8 - 112,8 - 2,2
4 158,0
- 92,0 - 2,2
851,8
- 20,8 - 2,4
1 849,1
11,1 0,6
Quadro 3: Estimativas publicadas e revistas dos principais
agregados do mercado de trabalho (taxas), 2013
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
%
Diferenças
p.p.
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Taxa de atividade (15 a 64 anos anos)
60,2
73,6
59,3
73,0
-0,9
-0,6
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Taxa de emprego (15 a 64 anos)
50,4
61,1
49,7
60,6
-0,7
-0,5
Taxa de desemprego (15 e mais anos)
Taxa de desemprego (15 a 64 anos)
16,3
17,0
16,2
17,0
-0,1
0,0
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Taxa de inatividade (15 a 64 anos)
39,8
26,4
40,7
27,0
0,9
0,6
42
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Quadro 4: Revisão das estimativas dos principais agregados do mercado
de trabalho por grupo etário, 2013
População
ativa
População
empregada
População
desempregada
População
inativa
Milhares de indivíduos
População com 15 e mais anos
15 a 24 anos
25 a 34 anos
35 a 44 anos
45 a 64 anos
65 e mais anos
15 a 64 anos
-104,8
-1,8
-86,0
-34,7
9,7
8,1
-112,8
-84,1
-2,6
-69,2
-30,8
10,6
8,0
-92,0
-20,7
0,8
-16,9
-3,7
69,0
19,4
-10,5
-4,0
6,3
57,9
11,1
-0,7
-20,8
%
População com 15 e mais anos
15 a 24 anos
25 a 34 anos
35 a 44 anos
45 a 64 anos
65 e mais anos
15 a 64 anos
-1,9
-0,5
-6,9
-2,3
0,5
3,0
-2,2
-1,9
-1,1
-6,8
-2,4
0,6
3,0
-2,2
-2,4
0,5
-7,1
-1,7
1,9
2,8
-7,5
-2,5
0,8
3,4
0,6
-0,3
-2,4
Nota: O grupo etário considerado na população desempregada é constituído pelas pessoas com 45
e mais anos.
Quadro 5: Revisão das taxas de atividade, emprego, desemprego e
inatividade por grupo etário, 2013
Taxa de
atividade
Taxa de
emprego
Taxa de
desemprego
Taxa de
inatividade
p.p.
População com 15 e mais anos
15 a 24 anos
25 a 34 anos
35 a 44 anos
45 a 64 anos
65 e mais anos
15 a 64 anos
-0,9
-0,7
0,0
0,0
0,0
0,0
-0,6
-0,7
-0,6
0,1
-0,1
0,0
-0,1
-0,5
-0,1
0,4
0,0
0,1
-0,1
0,0
0,9
0,7
0,0
0,0
0,0
0,0
0,6
Nota: O grupo etário considerado na população desempregada é constituído pelas pessoas
com 45 e mais anos.
43
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Quadro 6: Revisão das estimativas dos principais agregados do mercado de
trabalho por região NUTS II (NUTS 2002), 2013
População total (15 e
mais anos)
População
ativa
População
empregada
População
desempregada
População inativa (15 e
mais anos)
Milhares de indivíduos
Portugal
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
R. A. dos Açores
R. A. da Madeira
-35,8
-25,9
-43,2
-3,3
11,7
7,1
1,8
16,4
-104,8
-47,6
-50,3
-13,8
-0,9
2,5
-0,3
5,9
-84,1
-38,1
-41,8
-11,0
-0,8
2,8
-0,3
5,1
-20,7
-9,5
-8,6
-2,8
-0,1
-0,2
-0,1
0,7
69,0
21,7
7,1
10,5
12,6
4,6
2,1
10,5
-2,4
-2,9
-5,9
-1,1
-0,2
-0,5
-0,5
3,0
1,9
1,8
0,9
1,1
4,6
3,2
2,5
13,6
%
Portugal
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
R. A. dos Açores
R. A. da Madeira
-0,5
-0,7
-1,9
-0,7
2,0
1,3
0,5
6,8
-1,9
-2,5
-4,0
-1,0
-0,3
1,1
-0,3
4,6
-1,9
-2,4
-3,8
-1,0
-0,3
1,5
-0,3
4,9
Quadro 7: Revisão das das taxas de atividade, emprego, desemprego e
inatividade por região NUTS II (NUTS 2002), 2013
Taxa de atividade (15 e Taxa de emprego (15 e
mais anos)
mais anos)
Taxa de
desemprego
Taxa de inatividade (15 e
mais anos)
p.p.
Portugal
Norte
Centro
Lisboa
Alentejo
Algarve
R. A. dos Açores
R. A. da Madeira
-0,9
-1,0
-1,2
-0,5
-1,1
-0,5
-0,7
-2,0
-0,7
-0,8
-0,9
-0,4
-1,0
-0,2
-0,5
-1,5
-0,1
-0,1
-0,3
0,0
0,1
-0,2
0,0
-0,2
0,9
1,0
1,2
0,5
1,1
0,5
0,7
2,0
44
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Quadro 8: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (níveis) - séries completas
População com 15 e mais anos
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
População ativa
Diferenças
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
População empregada
Diferenças
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
População desempregada
Diferenças
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
População inativa com 15 e mais anos
Diferenças
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
Diferenças
Milhares de indivíduos
1998
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
1999
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2000
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2001
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2002
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2003
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2004
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2005
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
444,9
420,7
434,4
452,1
472,3
505,0
478,4
492,9
513,6
535,1
576,7
547,6
563,8
585,9
609,7
654,0
627,0
641,6
662,8
684,7
723,5
696,7
710,3
731,5
755,4
800,1
773,1
787,1
809,4
830,9
862,5
840,8
852,0
869,3
888,1
912,2
893,9
903,2
918,0
933,9
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
453,0
426,1
442,0
460,6
483,3
520,6
488,9
508,7
531,2
553,5
608,6
568,3
595,9
623,6
646,8
687,4
661,3
678,1
696,9
713,5
741,0
721,2
734,2
748,1
760,4
779,6
767,1
775,6
783,5
792,2
805,8
795,0
800,6
809,5
818,3
828,0
816,1
821,8
832,0
842,1
8,1
5,4
7,6
8,5
11,0
15,6
10,5
15,8
17,6
18,4
31,9
20,7
32,1
37,7
37,1
33,4
34,3
36,5
34,1
28,8
17,5
24,5
23,9
16,6
5,0
- 20,5
- 6,0
- 11,5
- 25,9
- 38,7
- 56,7
- 45,8
- 51,4
- 59,8
- 69,8
- 84,2
- 77,8
- 81,4
- 86,0
- 91,8
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
095,7
093,7
098,1
083,3
107,6
136,1
118,2
135,3
145,3
145,8
226,4
198,8
196,2
254,2
256,3
325,2
304,8
303,5
333,6
359,0
407,8
367,4
400,8
438,0
425,1
460,3
450,3
451,1
465,7
474,0
487,8
454,4
471,9
501,3
523,6
544,9
507,0
531,3
559,9
581,1
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
100,1
096,4
102,7
087,7
113,8
151,4
131,7
152,9
161,9
159,3
247,3
216,9
217,7
277,9
276,6
342,4
325,8
323,4
349,7
370,5
414,3
382,5
411,4
442,2
421,0
433,8
439,5
432,8
433,8
429,2
421,4
404,1
412,3
428,4
440,7
461,4
435,7
453,3
472,7
483,9
4,4
2,7
4,6
4,4
6,2
15,3
13,5
17,6
16,6
13,5
20,9
18,1
21,5
23,7
20,3
17,2
21,0
19,9
16,1
11,5
6,5
15,1
10,6
4,2
- 4,1
- 26,5
- 10,8
- 18,3
- 31,9
- 44,8
- 66,4
- 50,3
- 59,6
- 72,9
- 82,9
- 83,5
- 71,3
- 78,0
- 87,2
- 97,2
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
5
4
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
843,8
798,0
867,3
846,7
863,0
910,3
875,9
905,7
929,2
930,6
020,9
972,1
002,6
047,6
061,2
111,7
085,2
100,6
122,4
138,5
137,3
131,8
157,7
164,2
095,5
118,0
105,3
117,7
130,5
118,3
122,8
107,2
124,6
125,5
133,9
122,6
094,4
132,0
130,0
133,8
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
5
4
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
848,4
800,1
871,7
851,6
870,1
925,7
889,9
923,2
945,6
944,4
041,3
989,8
024,0
070,5
081,0
128,2
105,3
119,6
137,7
150,0
143,8
146,9
168,1
168,5
091,8
093,4
095,3
099,7
101,0
077,8
062,3
061,1
070,4
059,9
057,9
047,3
029,4
060,9
051,7
047,3
4,6
2,1
4,4
4,9
7,1
15,4
14,0
17,5
16,4
13,8
20,4
17,7
21,4
22,9
19,8
16,5
20,1
19,0
15,3
11,5
6,5
15,1
10,4
4,3
- 3,7
- 55,7
- 10,0
- 18,0
- 29,5
- 40,5
- 60,5
- 46,1
- 54,2
- 65,6
- 76,0
- 75,3
- 65,0
- 71,1
- 78,3
- 86,5
251,9
295,7
230,8
236,6
244,5
225,8
242,3
229,6
216,1
215,2
205,5
226,8
193,6
206,6
195,1
213,5
219,6
202,9
211,2
220,5
270,5
235,6
243,1
273,8
329,6
342,3
345,0
333,4
335,2
355,6
365,0
347,2
347,3
375,9
389,7
422,3
412,6
399,3
429,9
447,3
251,8
296,3
231,0
236,1
243,7
225,7
241,8
229,7
216,3
214,9
206,0
227,1
193,7
207,4
195,6
214,2
220,4
203,8
212,0
220,5
270,5
235,5
243,3
273,7
329,2
340,4
344,3
333,1
332,8
351,5
359,1
342,9
341,9
368,6
382,9
414,1
406,2
392,4
421,0
436,6
- 0,1
0,6
0,2
- 0,5
- 0,8
- 0,1
- 0,5
0,1
0,2
- 0,3
0,5
0,3
0,1
0,8
0,5
0,7
0,8
0,9
0,8
0,0
0,0
- 0,1
0,2
- 0,1
- 0,4
- 1,9
- 0,7
- 0,3
- 2,4
- 4,1
- 5,9
- 4,3
- 5,4
- 7,3
- 6,8
- 8,2
- 6,4
- 6,9
- 8,9
- 10,7
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
336,0
311,4
322,0
358,2
352,4
357,6
349,6
347,5
356,9
376,3
338,3
336,6
355,3
318,2
343,3
318,8
312,1
325,7
319,6
317,6
307,3
318,2
300,3
288,3
322,7
330,1
313,9
324,0
333,1
349,5
370,1
378,2
374,4
363,7
364,0
367,4
386,9
371,9
358,1
352,8
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
339,9
314,4
325,3
362,5
357,2
358,0
346,4
346,0
358,2
381,3
349,3
339,2
365,9
332,2
360,0
335,1
325,5
342,3
337,6
334,9
318,5
327,7
313,6
300,7
332,0
336,2
318,7
330,9
339,3
355,6
380,0
383,0
382,7
376,9
377,2
366,6
380,4
368,5
359,3
358,2
3,9
3,0
3,3
4,3
4,8
0,4
- 3,2
- 1,5
1,3
5,0
11,0
2,6
10,6
14,0
16,7
16,3
13,4
16,6
18,0
17,3
11,2
9,5
13,3
12,4
9,3
6,1
4,8
6,9
6,2
6,1
9,9
4,8
8,3
13,2
13,2
- 0,8
- 6,5
- 3,4
1,2
5,4
(continua)
45
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Quadro 8: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (níveis) - séries completas (continuação)
População com 15 e mais anos
Estimativas
publicadas
2006
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2007
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2008
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2009
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2010
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2011
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2012
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2013
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
9
8
8
8
8
8
945,5
929,7
938,5
950,9
962,9
969,6
959,2
964,3
973,1
981,6
998,1
988,4
993,4
001,4
009,2
023,3
012,6
018,5
027,0
035,1
021,4
014,6
017,9
023,7
029,3
037,2
030,1
033,6
039,7
045,5
011,5
013,9
011,1
011,0
010,1
947,6
961,5
950,9
943,9
934,2
Estimativas
revistas
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
8
859,8
845,7
854,6
864,3
874,7
893,0
876,9
887,8
899,1
908,3
921,5
909,8
917,2
926,0
932,9
941,2
930,4
936,4
945,0
952,9
965,4
955,0
961,1
968,6
977,0
970,5
969,4
969,7
971,7
971,1
947,5
955,1
949,8
946,1
939,0
911,9
922,5
916,8
909,5
898,7
População ativa
Diferenças
-
85,7
84,0
83,9
86,6
88,2
76,6
82,3
76,5
74,0
73,3
76,6
78,6
76,2
75,4
76,3
82,1
82,2
82,1
82,0
82,2
56,0
59,6
56,8
55,1
52,3
66,7
60,7
63,9
68,0
74,4
64,0
58,8
61,3
64,9
71,1
35,7
39,0
34,1
34,4
35,5
Estimativas
publicadas
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
587,3
556,6
586,4
604,7
601,4
618,3
605,6
595,1
644,7
627,7
624,9
618,0
638,0
629,5
613,9
582,7
594,8
583,9
565,3
586,8
580,7
600,8
581,4
573,0
567,7
543,2
554,8
568,0
543,4
506,5
494,8
481,7
515,2
527,2
455,0
389,4
385,4
391,6
392,2
388,2
Estimativas
revistas
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
499,6
476,9
501,7
514,4
505,5
533,1
521,3
513,8
557,8
539,7
534,6
530,9
549,8
538,8
518,8
486,1
501,9
489,2
467,4
485,8
489,7
513,3
490,8
481,9
472,7
428,3
448,2
458,1
428,0
378,7
382,6
379,9
406,0
411,4
333,1
284,6
281,4
290,9
289,3
276,8
População empregada
Diferenças
-
87,7
79,7
84,7
90,3
95,9
85,2
84,3
81,3
86,9
88,0
90,3
87,1
88,2
90,7
95,1
96,6
92,9
94,7
97,9
- 101,0
- 91,0
- 87,5
- 90,6
- 91,1
- 95,0
- 114,9
- 106,6
- 109,9
- 115,4
- 127,8
- 112,2
- 101,8
- 109,2
- 115,8
- 121,9
- 104,8
- 104,0
- 100,7
- 102,9
- 111,4
População desempregada
Estimativas
Estimativas
Diferenças
publicadas
revistas
Milhares de indivíduos
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
4
5
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
159,5
126,9
180,8
187,3
142,8
169,7
135,7
154,6
200,3
188,2
197,8
191,0
228,1
195,8
176,3
054,1
099,1
076,2
017,5
023,5
978,2
008,7
991,6
963,6
948,8
837,0
866,0
893,0
853,7
735,4
634,7
662,5
688,2
656,3
531,8
513,5
433,2
505,6
553,6
561,5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
4
5
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
079,0
054,2
103,0
102,9
056,1
092,5
059,4
081,2
122,2
107,2
116,6
112,1
149,0
115,7
089,6
968,6
016,7
992,5
931,2
934,2
898,4
931,3
910,8
884,5
867,1
740,1
775,0
799,4
753,5
632,5
546,9
583,3
602,7
564,4
437,1
429,4
354,6
424,6
469,4
468,9
-
80,5
72,7
77,8
84,4
86,7
77,2
76,3
73,4
78,1
81,0
81,2
78,9
79,1
80,1
86,7
85,5
82,4
83,7
86,3
89,3
79,8
77,4
80,8
79,1
81,7
96,9
91,0
93,6
- 100,2
- 102,9
- 87,8
- 79,2
- 85,5
- 91,9
- 94,7
- 84,1
- 78,6
- 81,0
- 84,2
- 92,6
Estimativas
publicadas
427,8
429,7
405,6
417,4
458,6
448,6
469,9
440,5
444,4
439,5
427,1
427,0
409,9
433,7
437,6
528,6
495,8
507,7
547,7
563,3
602,6
592,2
589,8
609,4
619,0
706,1
688,9
675,0
689,6
771,0
860,1
819,3
826,9
870,9
923,2
875,9
952,2
886,0
838,6
826,7
Estimativas
revistas
420,6
422,7
398,7
411,5
449,4
440,6
461,9
432,6
435,5
432,5
418,0
418,8
400,9
423,0
429,1
517,4
485,2
496,8
536,2
551,6
591,2
582,0
579,9
597,4
605,5
688,2
673,2
658,7
674,5
746,2
835,7
796,7
803,3
847,0
896,0
855,2
926,8
866,3
819,9
808,0
População inativa com 15 e mais anos
Diferenças
-
7,2
7,0
6,9
5,9
9,2
8,0
8,0
7,9
8,9
7,0
9,1
8,2
9,0
- 10,7
- 8,5
- 11,2
- 10,6
- 10,9
- 11,5
- 11,7
- 11,4
- 10,2
- 9,9
- 12,0
- 13,5
- 17,9
- 15,7
- 16,3
- 15,1
- 24,8
- 24,4
- 22,6
- 23,6
- 23,9
- 27,2
- 20,7
- 25,4
- 19,7
- 18,7
- 18,7
Estimativas
publicadas
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
358,2
373,1
352,1
346,2
361,5
351,3
353,6
369,2
328,5
353,9
373,2
370,4
355,4
371,8
395,3
440,6
417,8
434,6
461,7
448,3
440,6
413,7
436,5
450,7
461,6
494,1
475,2
465,6
496,3
539,1
516,7
532,2
495,9
483,7
555,1
558,3
576,0
559,3
551,7
546,0
Estimativas
revistas
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
360,2
368,8
352,9
349,9
369,2
359,9
355,6
374,0
341,3
368,6
386,9
378,9
367,4
387,3
414,1
455,1
428,5
447,1
477,6
467,1
475,8
441,7
470,4
486,7
504,3
542,2
521,2
511,6
543,7
592,4
564,9
575,2
543,8
534,7
605,9
627,3
641,1
625,9
620,2
621,9
Diferenças
2,0
- 4,3
0,8
3,7
7,7
8,6
2,0
4,8
12,8
14,7
13,7
8,5
12,0
15,5
18,8
14,5
10,7
12,5
15,9
18,8
35,2
28,0
33,9
36,0
42,7
48,1
46,0
46,0
47,4
53,3
48,2
43,0
47,9
51,0
50,8
69,0
65,1
66,6
68,5
75,9
46
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Quadro 9: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (taxas) - séries completas
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
%
1998
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
1999
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2000
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2001
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2002
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2003
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2004
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2005
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
60,3
60,5
60,4
60,1
60,3
60,4
60,4
60,5
60,4
60,3
60,9
60,8
60,7
61,2
61,1
61,5
61,5
61,4
61,6
61,7
62,0
61,7
62,0
62,3
62,0
62,0
62,1
62,0
62,0
62,0
61,9
61,7
61,8
62,0
62,1
62,2
61,9
62,1
62,3
62,5
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Diferenças
Estimativas
revistas
%
p.p.
60,3
60,5
60,4
60,1
60,3
60,5
60,5
60,6
60,5
60,3
61,0
60,9
60,7
61,2
61,0
61,5
61,5
61,3
61,5
61,6
61,9
61,7
62,0
62,2
61,9
61,9
62,0
61,9
61,9
61,8
61,6
61,4
61,5
61,6
61,7
61,9
61,7
61,8
62,0
62,0
Estimativas
publicadas
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,1
0,1
0,1
0,1
0,0
0,1
0,1
0,0
0,0
-0,1
0,0
0,0
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
0,0
0,0
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
-0,2
-0,3
-0,3
-0,3
-0,4
-0,4
-0,3
-0,2
-0,3
-0,3
-0,5
57,4
57,0
57,7
57,3
57,4
57,7
57,5
57,8
57,9
57,8
58,5
58,2
58,4
58,8
58,8
59,1
58,9
59,0
59,1
59,2
58,9
59,0
59,2
59,1
58,2
58,2
58,2
58,2
58,2
58,0
57,8
57,8
57,9
57,8
57,8
57,5
57,3
57,6
57,5
57,5
Taxa de desemprego
Diferenças
Estimativas
revistas
%
p.p.
57,4
57,0
57,7
57,3
57,4
57,8
57,6
57,9
58,0
57,8
58,6
58,2
58,4
58,8
58,8
59,0
58,9
59,0
59,1
59,1
58,8
59,0
59,2
59,1
58,1
58,0
58,1
58,1
58,1
57,8
57,5
57,5
57,6
57,4
57,4
57,2
57,0
57,4
57,2
57,1
Estimativas
publicadas
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
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0,1
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0,0
0,0
-0,1
0,0
0,0
0,0
-0,1
-0,1
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0,0
0,0
-0,1
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-0,1
-0,1
-0,1
-0,2
-0,3
-0,3
-0,3
-0,4
-0,4
-0,3
-0,3
-0,2
-0,3
-0,4
4,9
5,8
4,5
4,7
4,8
4,4
4,7
4,5
4,2
4,2
3,9
4,4
3,7
3,9
3,7
4,0
4,1
3,8
4,0
4,1
5,0
4,4
4,5
5,0
6,1
6,3
6,3
6,1
6,1
6,5
6,7
6,4
6,3
6,8
7,1
7,6
7,5
7,2
7,7
8,0
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Diferenças
Estimativas
revistas
%
p.p.
4,9
5,8
4,5
4,6
4,8
4,4
4,7
4,5
4,2
4,2
3,9
4,4
3,7
3,9
3,7
4,0
4,1
3,8
4,0
4,1
5,0
4,4
4,5
5,0
6,1
6,3
6,3
6,1
6,1
6,5
6,6
6,3
6,3
6,8
7,0
7,6
7,5
7,2
7,7
8,0
Estimativas
publicadas
0,0
0,0
0,0
-0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
-0,1
-0,1
0,0
0,0
-0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
39,5
39,3
39,4
39,7
39,6
39,5
39,5
39,4
39,4
39,6
38,9
39,0
39,2
38,6
38,8
38,3
38,4
38,5
38,3
38,2
37,9
38,2
37,9
37,7
38,0
37,8
37,8
37,8
37,8
37,9
38,0
38,2
38,1
37,9
37,8
37,8
38,1
37,9
37,7
37,5
Diferenças
p.p.
39,5
39,3
39,4
39,7
39,6
39,4
39,4
39,3
39,4
39,5
38,9
39,0
39,2
38,6
38,9
38,4
38,4
38,5
38,4
38,3
38,0
38,2
37,9
37,7
38,0
38,0
37,9
38,0
38,0
38,2
38,4
38,5
38,4
38,3
38,3
38,1
38,3
38,2
38,0
38,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
-0,1
-0,1
-0,1
0,0
-0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,1
0,1
0,0
0,0
0,1
0,1
0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,2
0,1
0,2
0,2
0,3
0,4
0,3
0,3
0,4
0,5
0,3
0,2
0,3
0,3
0,5
(continua)
47
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
Quadro 9: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (taxas) - séries completas (continuação)
Taxa de atividade (15 e mais anos)
Estimativas
publicadas
Estimativas
revistas
%
2006
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2007
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2008
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2009
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2010
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2011
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2012
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
2013
1º trimestre
2º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
62,5
62,2
62,5
62,6
62,5
62,6
62,6
62,4
62,9
62,7
62,5
62,5
62,7
62,5
62,3
61,9
62,1
61,9
61,7
61,8
61,9
62,1
61,9
61,8
61,7
61,3
61,5
61,6
61,3
60,9
61,0
60,8
61,2
61,3
60,5
60,2
60,1
60,2
60,3
60,3
Taxa de emprego (15 e mais anos)
Diferenças
Estimativas
revistas
%
p.p.
62,1
61,9
62,1
62,2
62,0
62,2
62,2
62,0
62,5
62,2
62,0
62,1
62,2
62,1
61,8
61,4
61,6
61,4
61,1
61,3
61,2
61,6
61,3
61,1
61,0
60,5
60,7
60,9
60,5
60,0
60,2
60,1
60,4
60,5
59,7
59,3
59,2
59,3
59,4
59,3
Estimativas
publicadas
-0,4
-0,3
-0,4
-0,4
-0,5
-0,4
-0,4
-0,4
-0,4
-0,5
-0,5
-0,4
-0,5
-0,4
-0,5
-0,5
-0,5
-0,5
-0,6
-0,5
-0,7
-0,5
-0,6
-0,7
-0,7
-0,8
-0,8
-0,7
-0,8
-0,9
-0,8
-0,7
-0,8
-0,8
-0,8
-0,9
-0,9
-0,9
-0,9
-1,0
57,7
57,4
58,0
58,0
57,4
57,6
57,3
57,5
58,0
57,8
57,8
57,8
58,1
57,7
57,5
56,0
56,6
56,3
55,6
55,6
55,2
55,6
55,4
55,0
54,8
53,5
53,9
54,2
53,7
52,4
51,4
51,7
52,0
51,7
50,3
50,4
49,5
50,3
50,9
51,1
Taxa de desemprego
Diferenças
Estimativas
revistas
%
p.p.
57,3
57,1
57,6
57,6
57,0
57,3
57,0
57,2
57,6
57,3
57,4
57,4
57,7
57,3
57,0
55,6
56,2
55,9
55,1
55,1
54,6
55,1
54,8
54,5
54,2
52,8
53,2
53,5
53,0
51,6
50,8
51,2
51,4
51,0
49,6
49,7
48,8
49,6
50,2
50,2
Estimativas
publicadas
-0,4
-0,3
-0,4
-0,4
-0,4
-0,3
-0,3
-0,3
-0,4
-0,5
-0,4
-0,4
-0,4
-0,4
-0,5
-0,4
-0,4
-0,4
-0,5
-0,5
-0,6
-0,5
-0,6
-0,5
-0,6
-0,7
-0,7
-0,7
-0,7
-0,8
-0,6
-0,5
-0,6
-0,7
-0,7
-0,7
-0,7
-0,7
-0,7
-0,9
7,7
7,7
7,3
7,4
8,2
8,0
8,4
7,9
7,9
7,8
7,6
7,6
7,3
7,7
7,8
9,5
8,9
9,1
9,8
10,1
10,8
10,6
10,6
10,9
11,1
12,7
12,4
12,1
12,4
14,0
15,7
14,9
15,0
15,8
16,9
16,3
17,7
16,4
15,6
15,3
Taxa de inatividade (15 e mais anos)
Diferenças
Estimativas
revistas
%
p.p.
7,6
7,7
7,2
7,5
8,2
8,0
8,4
7,8
7,8
7,8
7,6
7,6
7,2
7,6
7,8
9,4
8,8
9,0
9,8
10,1
10,8
10,6
10,6
10,9
11,1
12,7
12,4
12,1
12,4
13,9
15,5
14,8
14,9
15,7
16,8
16,2
17,5
16,4
15,5
15,3
Estimativas
publicadas
-0,1
0,0
-0,1
0,1
0,0
0,0
0,0
-0,1
-0,1
0,0
0,0
0,0
-0,1
-0,1
0,0
-0,1
-0,1
-0,1
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
-0,1
-0,2
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
-0,2
0,0
-0,1
0,0
37,5
37,8
37,5
37,4
37,5
37,4
37,4
37,6
37,1
37,3
37,5
37,5
37,3
37,5
37,7
38,1
37,9
38,1
38,3
38,2
38,1
37,9
38,1
38,2
38,3
38,7
38,5
38,4
38,7
39,1
39,0
39,2
38,8
38,7
39,5
39,8
39,9
39,8
39,7
39,7
Diferenças
p.p.
37,9
38,1
37,9
37,8
38,0
37,8
37,8
38,0
37,5
37,8
38,0
37,9
37,8
37,9
38,2
38,6
38,4
38,6
38,9
38,7
38,8
38,4
38,7
38,9
39,0
39,5
39,3
39,1
39,5
40,0
39,8
39,9
39,6
39,5
40,3
40,7
40,8
40,7
40,6
40,7
0,4
0,3
0,4
0,4
0,5
0,4
0,4
0,4
0,4
0,5
0,5
0,4
0,5
0,4
0,5
0,5
0,5
0,5
0,6
0,5
0,7
0,5
0,6
0,7
0,7
0,8
0,8
0,7
0,8
0,9
0,8
0,7
0,8
0,8
0,8
0,9
0,9
0,9
0,9
1,0
48
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
7. LISTA DOS “TEMA EM ANÁLISE” JÁ PUBLICADOS NAS ESTATÍSTICAS DO EMPREGO
1º trimestre de
2006
2º trimestre de
2006
3º trimestre de
2006
4º trimestre de
2006
1º trimestre de
2007
2º trimestre de
2007
3º trimestre de
2007
4º trimestre de
2007
1º trimestre de
2008
2º trimestre de
2008
3º trimestre de
2008
4º trimestre de
2008
1º trimestre de
2009
2º trimestre de
2009
3º trimestre de
2009
4º trimestre de
2009
O Inquérito ao Emprego: o que é e para que serve?
Maria José Correia e Francisco Lima
A avaliação do desemprego pelo Inquérito ao Emprego
Maria José Correia e Francisco Lima
Medidas alternativas à taxa de desemprego oficial: a consideração dos inativos desencorajados e do
subemprego visível
Sónia Torres
Fluxos trimestrais de indivíduos entre estados no mercado de trabalho
Sónia Torres
Os módulos ad hoc do Inquérito ao Emprego. Principais resultados do módulo ad hoc de 2005 –
Conciliação da vida profissional com a vida familiar
Sónia Torres
A medida dos salários a partir do Inquérito ao Emprego
Sónia Torres
A operacionalização dos conceitos Empregado e Desempregado no Inquérito ao Emprego
Maria José Correia e Ana Neves
População empregada e desempregada por nível de escolaridade – breve análise descritiva
Sónia Torres
A nova Classificação Portuguesa das Atividades Económicas (CAE-Rev. 3) no Inquérito ao Emprego
Maria José Correia e Arminda Brites
Taxas de desemprego mensais – Estimativas para Portugal
Sónia Torres
As horas trabalhadas em Portugal – Análise de 1998 a 2007
Sónia Torres
O emprego de pessoas com deficiência – uma breve análise do módulo ad hoc de 2002
Francisco Lima e José Francisco António
Transição do trabalho para a reforma – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2006
Sónia Torres
Os Indicadores Estruturais e o Inquérito ao Emprego
Sónia Torres
A história das estatísticas do trabalho em Portugal – O papel do Inquérito ao Emprego
Sónia Torres
Situação dos migrantes e seus descendentes diretos no mercado de trabalho – Módulo ad hoc do
Inquérito ao Emprego de 2008
Graça Magalhães
49
Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014
1º trimestre de
2010
2º trimestre de
2010
4º trimestre de
2010
1º trimestre de
2011
2º trimestre de
2011
3º trimestre de
2011
4º trimestre de
2011
A relação entre o nível de escolaridade e o mercado de trabalho em 2009
Francisco Lima
Transição escola – mercado de trabalho: duração da procura do 1º emprego
Francisco Lima e Susana Neves
Taxas de desemprego mensais – Estimativas para Portugal – Parte II
Sónia Torres
Medida do impacto da alteração no modo de recolha da informação no Inquérito ao Emprego no 1º
trimestre de 2011
Instituto Nacional de Estatística
Acidentes de trabalho e problemas de saúde relacionados com o trabalho (ATPS 2007) – Módulo ad
hoc do Inquérito ao Emprego de 2007
Eduarda Góis, Cristina Gonçalves e Maria dos Anjos Campos
Conciliação da vida profissional com a vida familiar – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2010
Ana Neves e Francisco Lima
Estimativas de fluxos trimestrais de indivíduos entre estados do mercado de trabalho obtidas a partir
do Inquérito ao Emprego – Série 1998
Sónia Torres
2º trimestre de
2012
Indicadores suplementares do desemprego: três indicadores novos disponibilizados pelo INE
3º trimestre de
2012
O emprego das pessoas com deficiência – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2011
1º trimestre de
2013
O trabalho voluntário em 2012
2º trimestre de
2013
Transição da vida profissional para a reforma – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2012
3º trimestre de
2013
Sónia Torres
Eduarda Góis, Cristina Ferreira e Francisco Lima
Ana Cristina Ramos, Maria José Correia e Eduardo Pedroso
Ana Neves e Maria Jesus Espinho
Os jovens no mercado de trabalho – indicadores de medida em confronto
Sónia Torres
50
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Estatísticas do Emprego