FICHA TÉCNICA Em Abril de 1996 o Fundo Monetário Internacional (FMI) criou o ‘Special Data Dissemination Standard’ (SDDS) visando reforçar a transparência, integridade, actualidade e qualidade da informação estatística. No âmbito do SDDS é disponibilizada informação sobre: dados macroeconómicos, política de divulgação ao público, política de revisões e metodologias subjacentes à preparação da informação estatística. Portugal aderiu ao SDDS em Outubro de 1998, podendo ser consultada a informação referente ao nosso país no ‘Dissemination Standard Bulletin Board’ do FMI, acessível na Internet – http://dsbb.imf.org Em articulação com o calendário de divulgação estabelecido no SDDS, igualmente disponível no referido endereço da Internet, o Instituto Nacional de Estatística publica, em primeira mão, na Internet - www.ine.pt as relevantes estatísticas sobre Contas Nacionais Trimestrais, Índice de Produção Industrial, Inquérito ao Emprego, Índice de Custo do Trabalho, Índice de Preços no Consumidor, Índice de Preços na Produção Industrial, Comércio Internacional e Estimativas da População Residente. A informação estatística abrangida pelo SDDS relativa a Portugal é compilada pelo Ministério das Finanças, pelo Instituto Nacional de Estatística, pela Bolsa de Valores de Lisboa e pelo Banco de Portugal. Título Estatísticas do Emprego 2014 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida 1000-043 Lisboa Portugal Telefone: 21 842 61 00 Fax: 21 845 40 84 Presidente do Conselho Diretivo Alda de Caetano Carvalho Design e Composição Instituto Nacional de Estatística, I.P. ISSN 0872-7570 Depósito Legal nº 77257/94 Periodicidade Trim est ral O INE, I.P. na Internet www.ine.pt © INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2014 A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, exceto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição e a referência Lisboa-Portugal. Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 ESTATÍSTICAS DO EMPREGO – 1º TRIMESTRE DE 2014 ÍNDICE Resumo – Summary ......................................................................................................................................................... 2 Nota introdutória ............................................................................................................................................................... 3 Sinais convencionais, símbolos, siglas, abreviaturas e esclarecimentos aos/às utilizadores/as ...................................... 4 1. Análise dos resultados ................................................................................................................................................. 5 1.1. População ativa ................................................................................................................................................ 5 1.2. População empregada ...................................................................................................................................... 5 1.3. População desempregada ................................................................................................................................ 7 1.4. População inativa .............................................................................................................................................. 9 1.5. Fluxos trimestrais entre estados do mercado de trabalho................................................................................. 9 1.6. Regiões NUTS II ............................................................................................................................................. 10 2. Quadros de resultados ............................................................................................................................................... 12 3. Notas metodológicas .................................................................................................................................................. 27 4. Conceitos ................................................................................................................................................................... 30 5. Outra informação disponível ....................................................................................................................................... 33 6. Tema em análise: Nota sobre a revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego decorrente da revisão das estimativas da população residente após integração dos resultados definitivos dos Censos 2011 .................... 35 7. Lista dos “Tema em análise” já publicados nas Estatísticas do Emprego .................................................................. 49 1 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 RESUMO – SUMMARY De acordo com os resultados do Inquérito ao Emprego do 1º trimestre de 2014, a população ativa diminuiu 1,3% em relação ao trimestre homólogo de 2013 (o que corresponde a 66,4 mil pessoas) e 1,2% (61,8 mil) face ao trimestre anterior. Para o decréscimo homólogo registado destacam-se os seguintes resultados: a diminuição no número de homens ativos (55,9 mil), dos 25 aos 34 anos (50,2 mil) e com nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao ensino básico – 3º ciclo (251,5 mil). A taxa de atividade da população em idade ativa (15 e mais anos) foi de 58,7%. A população empregada aumentou 1,7% em relação ao trimestre homólogo (72,3 mil pessoas) e diminuiu 0,9% em relação ao trimestre anterior (42,0 mil). Para o acréscimo homólogo referido contribuíram essencialmente os seguintes resultados: o aumento no número de mulheres empregadas (47,7 mil), dos 35 aos 64 anos (92,0 mil), que completaram o ensino superior (109,7 mil) e o ensino secundário e pós-secundário (103,7 mil), a trabalhar no setor dos serviços (124,3 mil), por conta de outrem (107,6 mil) e a tempo completo (114,4 mil). A taxa de emprego (15 e mais anos) fixou-se nos 49,8%. O número de desempregadas/os foi estimado em 788,1 mil. A população desempregada diminuiu 15,0% em relação ao trimestre homólogo (138,7 mil pessoas) e 2,5% em relação ao trimestre anterior (19,9 mil). Para o decréscimo homólogo do desemprego contribuíram essencialmente os seguintes resultados: a diminuição no número de desempregados do sexo masculino (80,5 mil), dos 25 aos 34 anos (54,2 mil), com um nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico (110,3 mil), à procura de novo emprego (133,6 mil), cujo ramo da última atividade pertencia ao setor da indústria, construção, energia e água (85,5 mil) e à procura de emprego há menos de 12 meses (95,8 mil). A taxa de desemprego foi de 15,1%, tendo diminuído 2,4 pontos percentuais em relação ao trimestre homólogo e 0,2 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. A população inativa com 15 e mais anos aumentou 1,0% em relação ao trimestre homólogo (34,6 mil pessoas) e 1,5% em relação ao trimestre anterior (53,8 mil). A taxa de inatividade (15 e mais anos) foi de 41,3%. st According to the Labour Force Survey results for the 1 quarter of 2014, the labour force decreased by 1.3% from the same quarter of 2013 (corresponding to 66.4 thousand individuals) and by 1.2% (61.8 thousand) from the previous one. For the year-on-year decrease, the following results stand out: the decrease in the number of active men (55.9 thousand), aged 25 to 34 (50.2 thousand) and who completed the first or the second stages of basic education (251.5 thousand). The working age participation rate (15 years old and over) was 58.7%. The employed population increased by 1.7% from the same quarter of 2013 (72.3 thousand individuals) and decreased by 0.9% from the previous quarter (42.0 thousand). Concerning the year-on-year increase, the following results stand out: the increase in the number of women employed (47.7 thousand), aged 35 to 64 (92.0 thousand), who completed the tertiary education (109.7 thousand) and the (upper) secondary and post-secondary non-tertiary education (103.7 thousand), who were working in the services sector (124.3 thousand), as employees (107.6 thousand) and working full-time (114.4 thousand). The employment rate (15 years old and over) was 49.8%. The number of unemployed was estimated to be 788.1 thousand. The unemployed population decreased by 15.0% from the same quarter of 2013 (138.7 thousand individuals) and by 2.5% from the previous quarter (19.9 thousand). The following results contributed most for the year-on-year decrease of the unemployment: the decrease in the number of men unemployed (80.5 thousand), aged 25 to 34 (54.2 thousand), who completed the first or the second stages of basic education (110.3 thousand), who were seeking a new job (133.6 thousand), coming from the manufacturing, electricity, gas and water supply and construction sector (85.5 thousand) and who were seeking a job for less than 12 months (95.8 thousand). The unemployment rate was 15.1%, down 2.4 percentage points from the same quarter of 2013 and 0.2 percentage points from the previous quarter. The inactive population of 15 years old and over increased by 1.0% from the same quarter of 2013 (34.6 thousand individuals) and by 1.5% from the previous quarter (53.8 thousand). The inactivity rate (15 years old and over) was 41.3%. 2 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 NOTA INTRODUTÓRIA Nesta publicação estão reunidas as principais estimativas obtidas a partir do Inquérito ao Emprego realizado durante o 1º trimestre de 2014. Conforme informação do INE aos utilizadores na nota introdutória das “Estatísticas do Emprego – 4º trimestre de 2013”, na presente publicação (e ficheiros de informação anexos) são divulgados os resultados do Inquérito ao Emprego relativos ao 1º trimestre de 2014, bem como aos trimestres anteriores (do 1º trimestre de 1998 ao 4º trimestre de 2013), que foram calibrados tendo por referência as estimativas da população residente calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. No capítulo 6 desta publicação (Tema em análise), encontra-se uma nota explicativa sobre a revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego decorrente da revisão das estimativas da população indicada. Faz-se notar que o Inquérito ao Emprego é uma operação estatística realizada por amostragem, cujas estimativas têm associadas margens de erro que são apresentadas sob a forma de coeficientes de variação. O INE divulga, juntamente com as estimativas, os coeficientes de variação que lhes estão associados (cf. descrito no capítulo 3. Notas Metodológicas), no sentido de fornecer aos/às utilizadores/as indicações sobre o grau de precisão dos resultados divulgados. Por outro lado, sublinha-se também que os valores de baixa expressão quantitativa devem ser objeto de análise cuidada. O INE expressa os seus agradecimentos a todas as pessoas que permitiram a elaboração da presente publicação, nomeadamente às famílias que responderam ao inquérito. Igualmente se agradecem, antecipadamente, quaisquer críticas e sugestões que permitam melhorar futuras edições. 9 de maio de 2014 3 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 SINAIS CONVENCIONAIS, SIGLAS E ABREVIATURAS Sinais convencionais Siglas e abreviaturas § Dado com coeficiente de variação elevado CAE-Rev. 3 Classificação Portuguesa das Atividades Económicas, Revisão 3 o Dado inferior a metade do módulo da unidade utilizada CPP-10 Classificação Portuguesa de Profissões, Versão 2010 x Dado não disponível C.V. Coeficiente de variação * Dado retificado H Homens % Percentagem HM Homens e mulheres - Resultado nulo M Mulheres NS/NR Não sabe / Não responde NUTS Nomenclatura das Unidades Territoriais para fins Estatísticos Nº Número T Trimestre p.p. Pontos percentuais Unid. Unidade ESCLARECIMENTOS AOS/ÀS UTILIZADORES/AS Notas gerais: Por razões de arredondamento, os totais dos quadros do capítulo 2 podem não corresponder à soma das parcelas. Os quadros apresentados no capítulo 2 encontram-se disponíveis, em formato Excel e CSV, em: http://www.ine.pt/portal/page/portal/PORTAL_INE/Publicacoes (selecionando Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014). No 4º trimestre de cada ano, são também disponibilizados quadros contendo informação anual. Unidade Orgânica responsável pela realização desta publicação: Departamento de Estatísticas Demográficas e Sociais – Serviço de Estatísticas do Mercado de Trabalho. 4 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 1. ANÁLISE DOS RESULTADOS 1.1. População ativa (Quadros 2 e 3) Homens, pessoas dos 25 aos 34 anos e com nível de escolaridade correspondente ao ensino básico foram os grupos populacionais que mais contribuíram para o decréscimo homólogo da população ativa no 1º trimestre de 2014 A população ativa em Portugal no 1º trimestre de 2014, estimada em 5 215,0 mil pessoas, diminuiu 1,3% face ao trimestre homólogo do ano anterior (abrangendo 66,4 mil pessoas) e 1,2% (61,8 mil) face ao trimestre anterior. No Gráfico 1, apresenta-se a decomposição da variação homóloga da população ativa nas suas várias componentes: população empregada e desempregada, sexo, quatro grupos etários e três níveis de escolaridade 1 completos. A sua leitura permite obter uma perceção imediata da parte que cada componente representa naquela variação, uma vez que a soma dos contributos das componentes de cada um dos grupos populacionais iguala a variação homóloga da população ativa (representada pela barra de cor mais escura). Por exemplo, a população empregada aumentou 72,3 mil pessoas e a desempregada diminuiu 138,7 mil pessoas, explicando o decréscimo na população ativa de 66,4 mil pessoas. Destes valores decorre que a taxa de variação homóloga da população ativa (-1,3%) pode ser obtida pela soma dos dois contributos seguintes – o aumento da população empregada (cujo contributo foi de +1,4 pontos percentuais, p.p.) e a diminuição da população desempregada (cujo contributo foi de -2,6 p.p.) – independentemente da taxa de variação homóloga que cada um destes grupos populacionais tenha registado. Numa análise por sexo, a redução homóloga da oferta de mão de obra foi explicada essencialmente pela diminuição do número de homens ativos (55,9 mil pessoas), embora o número de mulheres ativas também tenha diminuído (10,5 mil). Por grupo etário, verifica-se um aumento da população ativa nos grupos etários dos 35 aos 44 anos e dos 45 aos 64 anos e uma diminuição da população ativa nos restantes grupos etários. Em particular, destaca-se a diminuição da população ativa dos 25 aos 34 anos (50,2 mil) e com 65 e mais anos (34,0 mil). A população ativa com nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico diminuiu 8,2% (251,5 mil pessoas). O número daquelas/es que possuem uma qualificação correspondente ao ensino 1 Consultar o capítulo 4 (Conceitos). secundário e pós-secundário aumentou 7,9% (93,2 mil) e o número de ativas/os com ensino superior aumentou 8,7% (91,8 mil). Gráfico 1: Contributos para a taxa de variação homóloga da população ativa no 1º trimestre de 2014 % -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 População ativa População empregada População desempregada Homens Mulheres 15-24 anos 25-34 anos 35-44 anos 45-64 anos 65 e mais anos Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior A taxa de atividade da população em idade ativa (15 e mais anos) foi de 58,7%, no 1º trimestre de 2014. Este valor é inferior ao registado no trimestre homólogo, em 0,5 p.p., e ao registado no trimestre anterior, em 0,6%. A taxa de atividade dos homens em idade ativa (64,3%) excedeu a das mulheres (53,7%) em 10,6 p.p.. A taxa de atividade das/os jovens (15 a 24 anos), que ascendeu a 34,2%, corresponde a menos de metade das taxas dos dois grupos etários seguintes: 25 a 34 anos e 35 a 44 anos (89,4% e 91,4%, respetivamente). 1.2. População empregada (Quadros 4 a 8) Mulheres, pessoas dos 35 aos 64 anos, com nível de escolaridade correspondente ao ensino secundário e pós-secundário e superior, a trabalhar no setor dos serviços, por conta de outrem e a tempo completo foram os grupos populacionais que mais contribuíram para o acréscimo homólogo da população empregada no 1º trimestre de 2014 A população empregada, estimada em 4 426,9 mil pessoas no 1º trimestre de 2014, registou um acréscimo homólogo de 1,7% (72,3 mil pessoas) e um decréscimo trimestral de 0,9% (42,0 mil). Face ao trimestre homólogo, o número de homens empregados aumentou 1,1% (envolvendo 24,4 mil pessoas) e o de mulheres aumentou 2,3% (47,7 mil). Face ao trimestre anterior, o emprego de homens diminuiu 1,6% (35,9 mil) e o de mulheres permaneceu praticamente inalterado. 5 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 A população empregada por conta de outrem era de 3 512,9 mil pessoas, o que corresponde a 79,4% da população empregada total. Face ao trimestre homólogo, assistiu-se a um aumento do número de trabalhadores/as por conta de outrem de 3,2% (107,6 mil pessoas). Face ao trimestre anterior, o emprego por conta de outrem permaneceu praticamente inalterado. O aumento homólogo da população empregada por conta de outrem ocorreu tanto para os homens como para as mulheres, embora de forma mais pronunciada para as mulheres (4,3% e 1,9%, respetivamente para os homens e as mulheres, abrangendo 75,2 mil e 32,4 mil pessoas em cada caso). Face ao trimestre anterior, o emprego por conta de outrem diminuiu para os homens (1,2%; 20,0 mil) e aumentou para as mulheres. (1,0%; 18,8 mil). A taxa de emprego (15 e mais anos) situou-se em 49,8%, no 1º trimestre de 2014. Este valor foi superior ao observado no trimestre homólogo, em 1,0 p.p., e inferior ao do trimestre anterior, em 0,4 p.p.. A taxa de emprego dos homens (54,6%), no trimestre em análise, excedeu a das mulheres (45,6%) em 9,0 p.p.. Gráfico 2: Taxa de emprego por sexo % 65 (10,9%; 103,7 mil). A população empregada que completou, no máximo, o 3º ciclo do ensino básico, por seu turno, diminuiu (5,7%; 141,2 mil). População empregada no setor dos serviços, cujo aumento foi de 4,4% e abrangeu 124,3 mil pessoas. No setor da agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca, por seu turno, a população empregada diminuiu 10,7% (46,8 mil). No caso da indústria, construção, energia e água, a população empregada diminuiu menos (0,5%; 5,2 mil). Este decréscimo foi explicado exclusivamente pelas atividades da construção (7,3%; 21,9 mil), já que nas indústrias transformadoras se observou um aumento do emprego de 3,5% (24,3 mil). Trabalhadores/as por conta de outrem, cujo número aumentou 3,2% (107,6 mil pessoas). O número de trabalhadores/as por conta própria diminuiu 3,4% (31,0 mil). De entre os/as trabalhadores/as por conta de outrem, aumentou essencialmente o número daqueles/as que tinham um contrato de trabalho sem termo (3,5%; 94,6 mil). Trabalhadores/as a tempo completo, cujo número aumentou 3,1% (114,4 mil pessoas). O número de trabalhadores/as a tempo parcial diminuiu 6,1% (42,1 mil). Gráfico 3: Contributos para a taxa de variação homóloga da população empregada no 1º trimestre de 2014 60 % 55 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 População empregada Homens 50 Mulheres 15-24 anos 45 25-34 anos 35-44 anos Total Homens 1ºt14 4ºt13 3ºt13 2ºt13 1ºt13 4ºt12 3ºt12 2ºt12 1ºt12 4ºt11 3ºt11 2ºt11 1ºt11 40 Mulheres 45-64 anos 65 e mais anos Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior Para a evolução homóloga da população empregada contribuíram as seguintes componentes (Gráfico 3): 6 População empregada de mulheres, que aumentou 2,3% (47,7 mil pessoas) e explicou quase 2/3 da variação da população empregada total. População empregada dos 45 aos 64 anos, que registou um acréscimo de 3,0% (51,1 mil), e dos 35 aos 44 anos, que registou um acréscimo de 3,3% (40,9 mil). No grupo etário dos 15 aos 24 anos, a população empregada aumentou menos e no dos 25 aos 34 anos manteve-se praticamente inalterada. No grupo etário dos 65 e mais anos, a população empregada diminuiu (13,5%; 36,2 mil). População empregada com nível de escolaridade completo correspondente ao ensino superior, cujo acréscimo foi de 12,0% e abrangeu 109,7 mil pessoas, e com ensino secundário e pós-secundário Agr., prod. animal, floresta e pesca Indústria, construção, energia e água Serviços Trabalhadores por conta de outrem c/ contrato de trabalho sem termo c/ contrato de trabalho com termo Trabalhadores por conta própria Trab. familiares não remunerados A tempo completo A tempo parcial Em termos da variação face ao trimestre anterior, a diminuição da população empregada ficou a dever-se essencialmente ao decréscimo do emprego nos seguintes segmentos populacionais: diminuição no número de homens empregados; diminuição no número de empregadas/os com 65 e mais anos; diminuição no número de empregadas/os com nível de escolaridade completo correspondente ao ensino básico e ao Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 secundário e pós-secundário; diminuição no número de empregadas/os no setor da agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca e dos serviços; diminuição no número de trabalhadores/as por conta própria; diminuição no número de empregadas/os a tempo parcial. O subemprego de trabalhadores/as a tempo parcial abrangia, no 1º trimestre de 2014, 244,9 mil pessoas, o que corresponde a 5,5% da população empregada total e a 41,7% da população empregada a tempo parcial nesse trimestre. O subemprego de trabalhadores/as a tempo parcial diminuiu 3,1% face ao trimestre homólogo e 5,5% face ao trimestre anterior. Estas variações envolveram 7,8 mil e 14,2 mil pessoas, respetivamente. No 1º trimestre de 2014, o subemprego de trabalhadores/as a tempo parcial era composto maioritariamente por mulheres (62,1%). trimestre anterior (0,3 p.p.). A taxa de desemprego das mulheres diminuiu em relação ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior (2,2 p.p. e 0,7 p.p., respetivamente). A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) foi de 37,5%, valor inferior ao observado no trimestre homólogo, em 5,0 p.p., e superior ao observado no trimestre anterior, em 1,4 p.p.. A proporção de jovens desempregadas/os no total da população jovem (ativa ou inativa) – indicador conhecido como rácio de desemprego – foi de 12,8%, valor inferior ao observado no trimestre homólogo, em 2,0 p.p., e superior ao observado no trimestre anterior, em 0,3 p.p.. O número de desempregadas/os jovens representava 18,0% do total da população desempregada, percentagem superior à observada no trimestre homólogo (17,9%) e à do trimestre anterior (17,1%). Gráfico 5: Taxa de desemprego por grupo etário 1.3. População desempregada % 45 (Quadros 9 a 13) 40 35 A taxa de desemprego foi de 15,1%, no 1º trimestre de 2014, traduzindo um decréscimo de 2,4 p.p. face ao trimestre homólogo e um decréscimo de 0,2 p.p. face ao trimestre anterior. Gráfico 4: Taxa de desemprego por sexo % 18 17 16 15 14 13 12 Total Homens 1ºt14 4ºt13 3ºt13 2ºt13 1ºt13 4ºt12 3ºt12 2ºt12 1ºt12 4ºt11 3ºt11 2ºt11 1ºt11 11 25 20 15 10 15 a 24 anos 25 a 34 anos 35 a 44 anos 45 e mais anos 1ºt14 4ºt13 3ºt13 2ºt13 1ºt13 4ºt12 3ºt12 2ºt12 1ºt12 4ºt11 3ºt11 5 2ºt11 A população desempregada, estimada em 788,1 mil pessoas no 1º trimestre de 2014, verificou um decréscimo homólogo de 15,0% (138,7 mil pessoas) e um decréscimo trimestral de 2,5% (19,9 mil). 30 1ºt11 No 1º trimestre de 2014, a diminuição homóloga do desemprego abrangeu essencialmente homens, pessoas dos 25 aos 34 anos, com nível de escolaridade correspondente ao ensino básico, à procura de novo emprego e à procura de emprego há menos de 12 meses A taxa de desemprego das pessoas com nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico foi de 16,1%, no 1º trimestre de 2014, valor inferior ao observado para as pessoas com ensino secundário e pós-secundário (16,9%), mas superior ao observado para as pessoas com nível de ensino superior (10,8%). A taxa de desemprego das pessoas com nível de escolaridade correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico diminuiu 2,3 p.p. face ao trimestre homólogo e aumentou 0,3 p.p. face ao trimestre anterior. A taxa de desemprego das pessoas com nível de escolaridade correspondente ao ensino secundário e pós-secundário diminuiu 2,2 p.p. face ao trimestre homólogo e manteve o nível do trimestre anterior. A taxa de desemprego das pessoas com ensino superior diminuiu 2,6 p.p. face ao trimestre homólogo e 1,6 p.p. face ao trimestre anterior. Mulheres A taxa de desemprego dos homens (15,1%), no trimestre em análise, foi inferior à das mulheres (15,2%). A taxa de desemprego dos homens diminuiu em relação ao trimestre homólogo (2,6 p.p.) e aumentou face ao 7 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Gráfico 6: Taxa de desemprego por nível de escolaridade completo População desempregada com um nível de escolaridade correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico, cuja diminuição foi de 19,7% (abrangendo 110,3 mil pessoas), tendo explicado 79,5% da diminuição global do desemprego. Desempregadas/os à procura de novo emprego, cujo número diminuiu 16,0% (133,6 mil pessoas). A diminuição no número de desempregadas/os à procura de novo emprego teve origem essencialmente no setor da indústria, construção, energia e água, onde se assistiu a um decréscimo de 27,9% (85,5 mil), e no setor dos serviços (9,5%; 45,0 mil). Desempregadas/os à procura de emprego há menos de 12 meses, cujo número diminuiu 25,0% (95,8 mil pessoas). O desemprego de longa duração também diminuiu (7,9%; 42,9 mil), embora o seu contributo para a redução global do desemprego tenha sido menor. % 20 15 10 5 Total Até ao Básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior 1ºt14 4ºt13 3ºt13 2ºt13 1ºt13 4ºt12 3ºt12 2ºt12 1ºt12 4ºt11 3ºt11 2ºt11 1ºt11 0 O número de desempregadas/os à procura de emprego há 12 e mais meses – desemprego de longa duração – diminuiu 7,9% face ao trimestre homólogo (42,9 mil pessoas) e 2,5% face ao trimestre anterior (12,6 mil). O número de desempregadas/os à procura de emprego há menos de 12 meses diminuiu 25,0% face ao trimestre homólogo (95,8 mil) e 2,5% face ao anterior (7,3 mil). A taxa de desemprego de longa duração (medida pela razão entre o número de desempregadas/os à procura de emprego há 12 e mais meses e a população ativa) registou um valor de 9,6%, no 1º trimestre de 2014. A proporção de desempregadas/os à procura de emprego há 12 e mais meses no total da população desempregada foi estimada em 63,6%. Gráfico 7: Proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses % Gráfico 8: Contributos para a taxa de variação homóloga da população desempregada no 1º trimestre de 2014 % -16 -12 -8 -4 0 4 População desempregada Homens Mulheres 15-24 anos 25-34 anos 35-44 anos 45 e mais anos Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior À procura de primeiro emprego À procura de novo emprego 66 Agr., prod. animal, floresta e pesca Indústria, construção, energia e água 64 Serviços 62 Procura há menos de 12 meses 60 Procura há 12 e mais meses 58 56 54 52 1ºt14 4ºt13 3ºt13 2ºt13 1ºt13 4ºt12 3ºt12 2ºt12 1ºt12 4ºt11 3ºt11 2ºt11 1ºt11 50 De forma resumida, pode concluir-se que para a variação homóloga da população desempregada contribuíram as variações nos seguintes agregados (Gráfico 8): Desemprego de homens, que diminuiu 16,7% (80,5 mil pessoas) e explicou 58,0% da diminuição total do desemprego. Desemprego de todos os grupos etários, sobretudo de pessoas dos 25 aos 34 anos, cuja diminuição se situou em 21,7% (54,2 mil). 8 A diminuição trimestral da população desempregada foi explicada essencialmente pelas variações ocorridas nos seguintes segmentos populacionais: diminuição no número de mulheres desempregadas; diminuição no número de desempregadas/os dos 25 aos 34 anos; diminuição no número de desempregadas/os com nível de escolaridade completo correspondente ao ensino superior; diminuição no número de desempregadas/os à procura de novo emprego; diminuição no número de desempregadas/os à procura de emprego há 12 e mais meses. Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 1.4. População inativa emprego, no trimestre em análise, representava 7,5% da população inativa com 15 e mais anos e 56,9% eram mulheres. (Quadro 14) Homens, pessoas 65 e mais anos e reformadas/os foram os grupos populacionais que mais contribuíram para o aumento homólogo da população inativa com 15 e mais anos no 1º trimestre de 2014 A população inativa, estimada em 5 191,2 mil pessoas no 1º trimestre de 2014, aumentou 0,1% face ao trimestre homólogo (4,2 mil pessoas) e aumentou 0,8% face ao trimestre anterior (39,6 mil). A população inativa com 15 e mais anos foi estimada em 3 675,7 mil pessoas no 1º trimestre de 2014 (70,8% do total de inativas/os), o que se traduziu numa taxa de inatividade de 41,3%. Face ao trimestre homólogo, a população inativa com 15 e mais anos aumentou 1,0% (34,6 mil pessoas). O número de inativas/os aumentou para os homens (1,9%; 27,2 mil) e para as mulheres (0,3%; 7,3 mil). De igual modo, face ao trimestre anterior a população inativa com 15 e mais anos também aumentou para os homens (1,5%; 22,6 mil) e para as mulheres (1,4%; 31,1 mil). No 1º trimestre de 2014, 59,5% da população inativa com 15 e mais anos era composta por mulheres. Gráfico 9: Contributos para a taxa de variação homóloga da população inativa com 15 e mais anos no 1º trimestre de 2014 % -1,0 -0,5 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 1.5. Fluxos trimestrais entre estados do mercado de trabalho Neste capítulo, apresenta-se uma análise dos fluxos de pessoas com 15 e mais anos, ocorridos entre o 4º trimestre de 2013 e o 1º trimestre de 2014, entre três estados do mercado de trabalho que correspondem às diferentes condições perante o trabalho: emprego, desemprego e inatividade. Estes fluxos são estimados tendo por referência as respostas das pessoas entrevistadas naqueles dois trimestres, o que corresponde a utilizar 5/6 da amostra do Inquérito ao Emprego comum nos dois trimestres. Os valores relativos aos fluxos de pessoas, ocorridos entre dois quaisquer estados, que são apresentados no diagrama e no Quadro A, correspondem às proporções de pessoas que inicialmente se encontravam em cada estado, no 4º trimestre de 2013, que transitaram para outro estado, no 1º trimestre de 2014. Assim sendo, em cada linha do quadro está representada a distribuição, no 1º trimestre de 2014, das pessoas que se encontravam em cada um dos estados no 4º trimestre de 2013. Fluxos trimestrais entre estados do mercado de trabalho (em % do estado inicial) 92,9% População inativa (15+) Homens Mulheres Emprego 15-24 anos 25-34 anos 35-44 anos 2,9% 16,4% 4,2% 4,1% 45-64 anos 65 e mais anos Estudantes 17,5% Desemprego Inatividade 3,6% Domésticos Reformados Outros O número de inativas/os à procura de emprego mas não disponíveis para trabalhar era de 25,8 mil, tendo diminuído face ao trimestre homólogo (16,0%; 4,9 mil pessoas) e aumentado face ao trimestre anterior (10,7%; 2,5 mil). O número de inativas/os à procura de emprego mas não disponíveis, no trimestre em análise, representava 0,7% da população inativa com 15 e mais anos e 60,1% eram mulheres. O número de inativas/os disponíveis mas que não procuram emprego era de 276,6 mil, tendo aumentado 6,6% face ao trimestre homólogo (17,1 mil pessoas) e 0,9% em relação ao trimestre anterior (2,4 mil). O número de inativas/os disponíveis mas que não procuram 66,0% 92,3% Do 4º trimestre de 2013 para o 1º trimestre de 2014, 2,9% das pessoas que estavam inicialmente empregadas transitaram para o desemprego e 4,2% transitaram para a inatividade, totalizando 7,1% a proporção de empregadas/os que saíram deste estado no 1º trimestre de 2014 (92,9% permaneceram empregadas/os). As saídas do desemprego entre os dois trimestres foram, em termos relativos, mais intensas do que as saídas do emprego. Do total de pessoas que se encontravam desempregadas no 4º trimestre de 2013, 34,0% saíram dessa situação no 1º trimestre de 2014, sendo que 16,4% se tornaram empregadas/os e 17,5% transitaram para a inatividade. 9 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Do total de pessoas com 15 e mais anos que eram consideradas inativas no 4º trimestre de 2013, 4,1% transitaram para o emprego e 3,6% transitaram para o desemprego, no 1º trimestre de 2014. As mulheres apresentaram, no período em análise, em relação aos homens, maiores taxas de transição para a inatividade (provenientes do emprego ou do desemprego) e uma maior taxa de permanência na inatividade. Por seu turno, os homens apresentaram maiores taxas de transição para o emprego (provenientes do desemprego ou da inatividade) e para o desemprego (provenientes do emprego ou da inatividade) e uma maior taxa de permanência no desemprego. Quadro A: Fluxos trimestrais entre estados do mercado de trabalho (em % do estado inicial) 1ºT-2014 4ºT-2013 Emprego Desemprego Inatividade 4ºT-2013 Total Emprego Desemprego Inatividade Total 1ºT-2014 92,9 16,4 4,1 50,1 2,9 66,0 3,6 8,6 4,2 17,5 92,3 41,3 100 100 100 100 Homens Emprego Desemprego Inatividade Total 1ºT-2014 92,9 17,4 5,3 55,2 3,1 68,7 4,1 9,4 3,9 13,8 90,5 35,4 100 100 100 100 Mulheres Emprego Desemprego Inatividade Total 1ºT-2014 92,9 15,5 3,3 45,6 2,7 63,5 3,2 7,9 4,4 21,1 93,5 46,5 100 100 100 100 No Quadro B apresentam-se os fluxos trimestrais entre os mesmos estados considerados anteriormente, mas em proporção da população em idade ativa (população com 15 e mais anos). A imposição de um denominador comum a todas as transições entre estados permite calcular fluxos líquidos entre estados (entradas menos saídas de cada estado, em percentagem da população em idade ativa). Do 4º trimestre de 2013 para o 1º trimestre de 2014, os fluxos do emprego para o desemprego representavam 1,48% da população em idade ativa, menos do que aquilo que representavam os fluxos do emprego para a inatividade (2,11%), perfazendo um total de 3,59% de saídas do emprego (em percentagem da população em idade ativa). As entradas no emprego provenientes do desemprego foram estimadas em 1,41% da população em idade ativa e as provenientes da inatividade em 1,69%. Em consequência, entre os dois trimestres assistiu-se a um fluxo líquido no emprego (entradas menos saídas no emprego) negativo, de 0,50%. A diminuição líquida no emprego foi observada para ambos os sexos, mas de forma mais pronunciada para os homens. Este fluxo foi estimado em -0,51% da população em idade ativa para os homens e em -0,49% para as mulheres. 10 Quadro B: Fluxos trimestrais entre estados do mercado de trabalho (em % da população com 15 e mais anos) 1ºT-2014 4ºT-2013 Total Emprego Desemprego Inatividade Fluxos de entrada Homens Emprego Desemprego Inatividade Fluxos de entrada Mulheres Emprego Desemprego Inatividade Fluxos de entrada Emprego Desemprego Inatividade 46,99 1,41 1,69 1,48 5,66 1,47 2,11 1,50 37,70 3,10 2,95 3,62 51,77 1,56 1,87 1,75 6,16 1,47 2,19 1,24 31,98 3,44 3,21 3,43 42,77 1,27 1,52 1,24 5,22 1,47 2,04 1,73 42,73 2,79 2,71 3,78 Fluxos de saída 3,59 2,91 3,15 3,94 2,80 3,34 3,29 3,01 2,99 O fluxo líquido do desemprego foi quase nulo (estimado em 0,03% da população em idade ativa), o que resulta do total de entradas (2,95%) ter sido próximo do total das saídas (2,91%). A proporção das entradas no desemprego de pessoas provenientes do emprego (1,48% da população em idade ativa) foi idêntica à de pessoas anteriormente inativas (1,47%). As saídas do desemprego para emprego (1,41%) foram inferiores às que tiveram como destino a inatividade (1,50%). Do 4º trimestre de 2013 para o 1º trimestre de 2014, há a assinalar as seguintes diferenças por sexo nos fluxos líquidos dos estados do emprego, do desemprego e da inatividade: o fluxo do emprego é negativo para os homens e para as mulheres, sobretudo para aqueles; o fluxo do desemprego é positivo para os homens e negativo para as mulheres; o fluxo da inatividade é positivo para os homens e para as mulheres, sobretudo para estas. 1.6. Regiões NUTS II (Quadros 15 e 16) No 1º trimestre de 2014, o emprego aumentou, face ao trimestre homólogo, em todas as regiões NUTS II do país com exceção do Centro. Os maiores acréscimos no número de empregadas/os ocorreram em Lisboa e no Norte. No mesmo período, o desemprego diminuiu em todas as regiões NUTS II do país com exceção da Região Autónoma dos Açores. Os maiores decréscimos no número de desempregadas/os ocorreram no Norte e em Lisboa. No 1º trimestre de 2014, a população ativa residente em Portugal diminuiu 1,3% (66,4 mil pessoas) face ao trimestre homólogo. 92,6% desta redução resultou da Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 diminuição da população ativa nas regiões Norte (31,9 mil) e Centro (29,6 mil). As duas componentes da população ativa, emprego e desemprego, evoluíram de forma semelhante em todas as regiões (Gráfico 10). Na região Norte, o número de empregadas/os aumentou 1,5% face ao trimestre homólogo (22,2 mil pessoas) e o número de desempregadas/os diminuiu 15,7% (54,1 mil). A conjugação da evolução destes dois agregados determinou a diminuição na taxa de desemprego da região, de 18,5%, no 1º trimestre de 2013, para 15,8%, no 1º trimestre de 2014. Gráfico 10: Variação homóloga da população empregada, desempregada e inativa com 15 e mais anos por região NUTS II, no 1º trimestre de 2014 Mil indivíduos -60 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R. A. Açores R. A. Madeira População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) A região Centro registou uma diminuição ligeira na população empregada face ao trimestre homólogo, de 0,4% (3,8 mil pessoas), e uma diminuição na população desempregada de 16,8% (25,8 mil). A taxa de desemprego diminuiu, de 12,9%, no 1º trimestre de 2013, para 11,0%, no 1º trimestre de 2014. Na Região Autónoma dos Açores, a população empregada aumentou 1,5% (1,5 mil pessoas) face ao trimestre homólogo e a população desempregada aumentou 9,6% (1,9 mil pessoas). A taxa de desemprego passou de 16,9%, no 1º trimestre de 2013, para 18,0%, no 1º trimestre de 2014. Esta região foi a única a observar um acréscimo homólogo na taxa de desemprego. Na Região Autónoma da Madeira, a população empregada aumentou 3,6% face ao trimestre homólogo (3,8 mil pessoas) e a população desempregada diminuiu 17,6% (4,6 mil). A taxa de desemprego passou de 19,8%, no 1º trimestre de 2013, para 16,4%, no 1º trimestre de 2014. No 1º trimestre de 2014, a população inativa com 15 e mais anos aumentou 1,0% (34,6 mil pessoas) face ao trimestre homólogo. Este aumento estendeu-se às regiões Norte e Centro e à Região Autónoma da Madeira. Por seu turno, a população inativa aumentou no Alentejo, no Algarve e na Região Autónoma dos Açores. O aumento que mais se destacou, em termos absolutos, foi a do Norte (1,9%; 23,8 mil pessoas). A taxa de inatividade aumentou, face ao trimestre homólogo, e à semelhança do sucedido globalmente para Portugal, em três regiões NUTS II: Norte, Centro, Lisboa e Região Autónoma da Madeira. Os aumentos que mais se destacaram foram os do Centro e do Norte (1,2 p.p. e 0,8 p.p., respetivamente). Nas três regiões seguintes, a taxa de inatividade diminuiu: Alentejo, Algarve e Região Autónoma dos Açores. As diminuições que mais se destacaram foram as da Região Autónoma dos Açores e do Algarve (1,5 p.p. e 0,9 p.p., respetivamente). A maior taxa de inatividade pertenceu ao Alentejo (44,5%) e as menores taxas foram registadas no Algarve (39,6%) e na Região Autónoma da Madeira (40,7%). Em Lisboa, a população empregada aumentou 3,1% (34,9 mil pessoas) face ao trimestre homólogo e a população desempregada diminuiu 16,1% (43,8 mil). A taxa de desemprego passou de 19,5%, no 1º trimestre de 2013, para 16,4%, no 1º trimestre de 2014. Esta região apresentou a maior diminuição homóloga da taxa de desemprego do Continente, no 1º trimestre de 2014. No Alentejo, a população empregada aumentou 2,6% (7,6 mil pessoas) face ao trimestre homólogo e a população desempregada diminuiu 13,2% (8,7 mil). A taxa de desemprego passou de 18,4%, no 1º trimestre de 2013, para 16,0%, no 1º trimestre de 2014. No Algarve, a população empregada aumentou 3,4% (6,1 mil pessoas) face ao trimestre homólogo e a população desempregada diminuiu 7,6% (3,4 mil). A taxa de desemprego passou de 20,1%, no 1º trimestre de 2013, para 18,3%, no 1º trimestre de 2014. Esta região apresentou a maior taxa de desemprego do país no 1º trimestre de 2014. 11 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 2. QUADROS DE RESULTADOS 1. População total por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo .................................................................. 13 2. População ativa por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo ................................................................. 14 3. Taxa de atividade por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo .............................................................. 15 4. População empregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo ...................................................... 16 5. Taxa de emprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo .............................................................. 17 6. População empregada por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo ............................................................ 18 7. População empregada por profissão principal (CPP-10), situação na profissão e sexo ............................................ 19 8. População empregada total e por conta de outrem por regime de duração do trabalho e sexo, população empregada por conta de outrem por tipo de contrato de trabalho e sexo e subemprego de trabalhadores a tempo parcial por sexo ............................................................................................................................................... 20 9. População desempregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo ................................................. 21 10. Taxa de desemprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo....................................................... 22 11. População desempregada por duração da procura de emprego ............................................................................. 22 12. Taxas de desemprego por duração da procura de emprego.................................................................................... 23 13. População desempregada à procura de primeiro emprego e de novo emprego por setor da última atividade (CAE-Rev. 3) ............................................................................................................................................. 23 14. População inativa ..................................................................................................................................................... 24 15. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa por região NUTS II (NUTS-2002) .............................. 25 16. Taxa de atividade, de emprego, de desemprego e de inatividade por região NUTS II (NUTS-2002) ...................... 26 Nota: Estes quadros encontram-se disponíveis, em formato Excel e CSV, em: http://www.ine.pt/portal/page/portal/PORTAL_INE/Publicacoes (selecionando Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014). No 4º trimestre de cada ano, são também disponibilizados quadros contendo informação anual. 12 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 1. População total por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo Portugal População total População com 15 e mais anos Menos de 15 anos Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 45 aos 64 anos Com 65 e mais anos Dos 15 aos 64 anos Nível de escolaridade completo (15 e mais anos) Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % C.V. 1ºT-2014 HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 10 468,4 4 983,2 5 485,2 8 922,5 4 191,9 4 730,6 1 545,9 791,3 754,6 1 118,9 566,7 552,2 1 312,6 644,1 668,5 1 610,1 781,1 828,9 2 845,0 1 357,1 1 487,8 2 036,0 842,8 1 193,2 6 886,5 3 349,1 3 537,4 10 456,6 4 975,8 5 480,8 8 916,8 4 187,5 4 729,3 1 539,8 788,2 751,6 1 115,5 565,0 550,5 1 300,2 638,1 662,0 1 607,6 779,1 828,5 2 847,0 1 357,8 1 489,2 2 046,4 847,4 1 199,1 6 870,3 3 340,1 3 530,2 10 443,8 4 967,7 5 476,1 8 909,5 4 182,2 4 727,3 1 534,3 785,5 748,8 1 110,9 562,8 548,1 1 286,3 631,4 654,9 1 604,5 776,7 827,9 2 848,9 1 358,4 1 490,5 2 058,9 853,0 1 205,9 6 850,6 3 329,2 3 521,4 10 428,4 4 957,5 5 470,9 8 898,7 4 174,3 4 724,4 1 529,7 783,1 746,5 1 105,4 560,0 545,4 1 271,4 624,0 647,4 1 600,9 773,7 827,2 2 850,3 1 358,5 1 491,8 2 070,6 858,0 1 212,6 6 828,1 3 316,3 3 511,8 10 406,2 4 938,8 5 467,4 8 890,6 4 163,2 4 727,4 1 515,6 775,6 740,0 1 104,9 558,1 546,9 1 263,0 617,7 645,4 1 597,5 770,3 827,2 2 851,6 1 358,0 1 493,6 2 073,6 859,2 1 214,4 6 817,0 3 304,0 3 513,1 - -0,6 -0,9 -0,3 -0,4 -0,7 -0,1 -2,0 -2,0 -1,9 -1,3 -1,5 -1,0 -3,8 -4,1 -3,5 -0,8 -1,4 -0,2 0,2 0,1 0,4 1,8 1,9 1,8 -1,0 -1,3 -0,7 -0,2 -0,4 -0,1 -0,1 -0,3 0,1 -0,9 -1,0 -0,9 o -0,3 0,3 -0,7 -1,0 -0,3 -0,2 -0,4 o o 0,1 0,1 0,1 0,1 -0,2 -0,4 o HM H M HM H M HM H M 6 016,8 2 914,3 3 102,5 1 608,2 772,8 835,4 1 297,6 504,9 792,7 6 017,6 2 914,6 3 103,1 1 614,2 774,5 839,7 1 285,0 498,4 786,5 5 874,7 2 841,5 3 033,3 1 681,8 813,7 868,1 1 352,9 527,0 825,9 5 791,5 2 809,8 2 981,8 1 697,8 824,9 873,0 1 409,3 539,7 869,7 5 807,9 2 818,3 2 989,7 1 678,1 810,8 867,3 1 404,6 534,1 870,5 0,7 0,8 0,8 1,4 1,9 1,8 2,6 3,5 2,5 -3,5 -3,3 -3,6 4,3 4,9 3,8 8,2 5,8 9,8 0,3 0,3 0,3 -1,2 -1,7 -0,7 -0,3 -1,0 0,1 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 13 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 2. População ativa por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo Portugal População ativa Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 45 aos 64 anos Com 65 e mais anos Dos 15 aos 64 anos Nível de escolaridade completo Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 5 281,4 2 732,3 2 549,1 389,4 206,8 182,6 1 179,8 584,7 595,0 1 445,4 716,6 728,8 1 996,3 1 050,5 945,8 270,6 173,7 96,9 5 010,8 2 558,6 2 452,2 5 290,9 2 726,5 2 564,4 377,9 199,0 178,9 1 165,4 575,7 589,6 1 443,5 716,9 726,7 2 022,6 1 062,3 960,4 281,4 172,6 108,8 5 009,5 2 553,9 2 455,6 5 289,3 2 729,6 2 559,7 407,3 213,6 193,7 1 154,4 573,5 580,9 1 445,7 715,4 730,2 2 001,5 1 047,3 954,2 280,5 179,8 100,8 5 008,8 2 549,8 2 459,0 5 276,8 2 710,1 2 566,7 383,2 197,1 186,1 1 150,3 565,8 584,5 1 459,2 719,1 740,1 2 017,3 1 056,1 961,2 266,8 172,0 94,8 5 010,0 2 538,1 2 471,9 5 215,0 2 676,4 2 538,6 377,9 194,0 183,9 1 129,6 555,9 573,8 1 459,8 723,0 736,8 2 011,1 1 053,0 958,0 236,6 150,5 86,0 4 978,4 2 525,8 2 452,6 0,4 0,5 0,6 2,3 2,9 3,3 0,6 0,9 0,9 0,5 0,6 0,8 0,7 0,8 1,0 3,8 4,0 6,1 0,4 0,5 0,6 -1,3 -2,0 -0,4 -3,0 -6,2 0,7 -4,3 -4,9 -3,6 1,0 0,9 1,1 0,7 0,2 1,3 -12,6 -13,4 -11,2 -0,6 -1,3 o -1,2 -1,2 -1,1 -1,4 -1,6 -1,2 -1,8 -1,7 -1,8 o 0,5 -0,4 -0,3 -0,3 -0,3 -11,3 -12,5 -9,3 -0,6 -0,5 -0,8 HM H M HM H M HM H M 3 053,4 1 757,9 1 295,5 1 174,6 565,3 609,3 1 053,4 409,2 644,2 3 061,3 1 754,1 1 307,2 1 197,1 575,1 622,0 1 032,5 397,2 635,2 2 959,2 1 699,6 1 259,6 1 239,1 605,9 633,2 1 091,0 424,1 666,9 2 847,2 1 649,1 1 198,1 1 279,9 621,6 658,3 1 149,7 439,5 710,2 2 801,9 1 617,1 1 184,9 1 267,8 622,3 645,5 1 145,2 437,0 708,2 1,2 1,3 1,7 1,7 2,3 2,2 2,6 3,6 2,5 -8,2 -8,0 -8,5 7,9 10,1 5,9 8,7 6,8 9,9 -1,6 -1,9 -1,1 -0,9 0,1 -1,9 -0,4 -0,6 -0,3 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 14 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 3. Taxa de atividade por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo Portugal Taxa de atividade Taxa de atividade (15 e mais anos) Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 45 aos 64 anos Com 65 e mais anos Dos 15 aos 64 anos Nível de escolaridade completo (15 e mais anos) Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior Sexo 1ºT-2013 2ºT-2013 Valor trimestral 3ºT-2013 4ºT-2013 % 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral p.p. HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 50,5 54,8 46,5 59,2 65,2 53,9 34,8 36,5 33,1 89,9 90,8 89,0 89,8 91,7 87,9 70,2 77,4 63,6 13,3 20,6 8,1 72,8 76,4 69,3 50,6 54,8 46,8 59,3 65,1 54,2 33,9 35,2 32,5 89,6 90,2 89,1 89,8 92,0 87,7 71,0 78,2 64,5 13,8 20,4 9,1 72,9 76,5 69,6 50,6 54,9 46,7 59,4 65,3 54,1 36,7 38,0 35,3 89,7 90,8 88,7 90,1 92,1 88,2 70,3 77,1 64,0 13,6 21,1 8,4 73,1 76,6 69,8 50,6 54,7 46,9 59,3 64,9 54,3 34,7 35,2 34,1 90,5 90,7 90,3 91,1 92,9 89,5 70,8 77,7 64,4 12,9 20,0 7,8 73,4 76,5 70,4 50,1 54,2 46,4 58,7 64,3 53,7 34,2 34,8 33,6 89,4 90,0 88,9 91,4 93,9 89,1 70,5 77,5 64,1 11,4 17,5 7,1 73,0 76,4 69,8 0,4 0,5 0,6 0,4 0,5 0,6 2,3 2,9 3,3 0,6 0,9 0,9 0,5 0,6 0,8 0,7 0,8 1,0 3,8 4,0 6,1 0,4 0,5 0,6 -0,4 -0,6 -0,1 -0,5 -0,9 -0,2 -0,6 -1,7 0,5 -0,5 -0,8 -0,1 1,6 2,2 1,2 0,3 0,1 0,5 -1,9 -3,1 -1,0 0,2 0,5 -0,5 -0,5 -0,5 -0,6 -0,6 -0,6 -0,5 -0,4 -0,5 -1,1 -0,7 -1,4 0,3 1,0 -0,4 -0,3 -0,2 -0,3 -1,5 -2,5 -0,7 -0,4 -0,1 -0,6 HM H M HM H M HM H M 50,7 60,3 41,8 73,0 73,1 72,9 81,2 81,0 81,3 50,9 60,2 42,1 74,2 74,3 74,1 80,4 79,7 80,8 50,4 59,8 41,5 73,7 74,5 72,9 80,6 80,5 80,7 49,2 58,7 40,2 75,4 75,4 75,4 81,6 81,4 81,7 48,2 57,4 39,6 75,6 76,8 74,4 81,5 81,8 81,4 0,7 0,8 1,2 0,8 1,1 1,1 0,8 1,1 1,0 -2,5 -2,9 -2,2 2,6 3,7 1,5 0,3 0,8 0,1 -1,0 -1,3 -0,6 0,2 1,4 -1,0 -0,1 0,4 -0,3 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 15 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 4. População empregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo Portugal População empregada Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 45 aos 64 anos Com 65 e mais anos Dos 15 aos 64 anos Nível de escolaridade completo Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 4 354,6 2 249,0 2 105,7 223,9 123,8 100,1 929,4 462,4 467,0 1 230,3 609,3 621,0 1 703,1 881,7 821,4 267,9 171,7 96,1 4 086,7 2 077,2 2 009,5 4 424,6 2 281,6 2 143,1 236,6 129,2 107,4 949,2 477,3 471,9 1 225,9 607,5 618,4 1 735,8 897,7 838,1 277,2 169,9 107,3 4 147,4 2 111,6 2 035,8 4 469,4 2 313,9 2 155,5 259,0 133,9 125,1 947,6 475,8 471,7 1 247,9 626,2 621,7 1 737,9 900,3 837,6 277,0 177,6 99,4 4 192,4 2 136,2 2 056,1 4 468,9 2 309,3 2 159,6 244,9 129,6 115,2 940,8 469,8 471,0 1 257,0 628,5 628,5 1 762,7 912,0 850,7 263,5 169,4 94,1 4 205,4 2 139,9 2 065,5 4 426,9 2 273,4 2 153,4 236,3 122,0 114,3 933,5 464,1 469,4 1 271,2 633,7 637,5 1 754,2 905,8 848,4 231,7 147,9 83,8 4 195,2 2 125,5 2 069,7 0,6 0,7 0,8 3,3 4,3 4,9 1,2 1,5 1,6 0,8 1,1 1,2 0,9 1,1 1,2 3,9 4,1 6,3 0,6 0,7 0,8 1,7 1,1 2,3 5,5 -1,5 14,2 0,4 0,4 0,5 3,3 4,0 2,7 3,0 2,7 3,3 -13,5 -13,9 -12,8 2,7 2,3 3,0 -0,9 -1,6 -0,3 -3,5 -5,9 -0,8 -0,8 -1,2 -0,3 1,1 0,8 1,4 -0,5 -0,7 -0,3 -12,1 -12,7 -10,9 -0,2 -0,7 0,2 HM H M HM H M HM H M 2 493,0 1 417,8 1 075,2 949,7 474,3 475,4 911,9 356,8 555,0 2 520,9 1 437,8 1 083,1 992,3 486,8 505,6 911,4 357,0 554,4 2 485,5 1 422,2 1 063,4 1 034,1 512,3 521,8 949,8 379,4 570,4 2 397,5 1 383,5 1 014,0 1 064,0 526,2 537,8 1 007,4 399,5 607,8 2 351,8 1 349,9 1 002,0 1 053,4 527,1 526,3 1 021,6 396,5 625,1 1,3 1,5 1,8 2,0 2,5 2,6 2,8 3,8 2,7 -5,7 -4,8 -6,8 10,9 11,1 10,7 12,0 11,1 12,6 -1,9 -2,4 -1,2 -1,0 0,2 -2,1 1,4 -0,8 2,8 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 16 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 5. Taxa de emprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo Portugal Taxa de emprego (15 e mais anos) Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 45 aos 64 anos Com 65 e mais anos Dos 15 aos 64 anos Nível de escolaridade completo Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior Sexo 1ºT-2013 2ºT-2013 Valor trimestral 3ºT-2013 4ºT-2013 % 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral p.p. HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 48,8 53,6 44,5 20,0 21,8 18,1 70,8 71,8 69,9 76,4 78,0 74,9 59,9 65,0 55,2 13,2 20,4 8,1 59,3 62,0 56,8 49,6 54,5 45,3 21,2 22,9 19,5 73,0 74,8 71,3 76,3 78,0 74,6 61,0 66,1 56,3 13,5 20,1 9,0 60,4 63,2 57,7 50,2 55,3 45,6 23,3 23,8 22,8 73,7 75,4 72,0 77,8 80,6 75,1 61,0 66,3 56,2 13,5 20,8 8,2 61,2 64,2 58,4 50,2 55,3 45,7 22,2 23,1 21,1 74,0 75,3 72,8 78,5 81,2 76,0 61,8 67,1 57,0 12,7 19,7 7,8 61,6 64,5 58,8 49,8 54,6 45,6 21,4 21,9 20,9 73,9 75,1 72,7 79,6 82,3 77,1 61,5 66,7 56,8 11,2 17,2 6,9 61,5 64,3 58,9 0,6 0,7 0,8 3,3 4,3 4,9 1,2 1,5 1,6 0,8 1,1 1,2 0,9 1,1 1,2 3,9 4,1 6,3 0,6 0,7 0,8 1,0 1,0 1,1 1,4 0,1 2,8 3,1 3,3 2,8 3,2 4,3 2,2 1,6 1,7 1,6 -2,0 -3,2 -1,2 2,2 2,3 2,1 -0,4 -0,7 -0,1 -0,8 -1,2 -0,2 -0,1 -0,2 -0,1 1,1 1,1 1,1 -0,3 -0,4 -0,2 -1,5 -2,5 -0,9 -0,1 -0,2 0,1 HM H M HM H M HM H M 41,4 48,7 34,7 59,1 61,4 56,9 70,3 70,7 70,0 41,9 49,3 34,9 61,5 62,8 60,2 70,9 71,6 70,5 42,3 50,1 35,1 61,5 63,0 60,1 70,2 72,0 69,1 41,4 49,2 34,0 62,7 63,8 61,6 71,5 74,0 69,9 40,5 47,9 33,5 62,8 65,0 60,7 72,7 74,2 71,8 1,0 1,1 1,5 1,2 1,5 1,7 1,0 1,6 1,3 -0,9 -0,8 -1,2 3,7 3,6 3,8 2,4 3,5 1,8 -0,9 -1,3 -0,5 0,1 1,2 -0,9 1,2 0,2 1,9 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 17 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 6. População empregada por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo Portugal Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % População empregada HM H M 4 354,6 2 249,0 2 105,7 4 424,6 2 281,6 2 143,1 4 469,4 2 313,9 2 155,5 4 468,9 2 309,3 2 159,6 4 426,9 2 273,4 2 153,4 0,6 0,7 0,8 1,7 1,1 2,3 - 0,9 - 1,6 - 0,3 A: Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca HM H M 438,9 276,8 162,0 483,4 295,6 187,8 467,7 294,6 173,1 422,4 269,4 153,0 392,1 250,7 141,4 4,0 4,1 5,5 - 10,7 - 9,4 - 12,7 - 7,2 - 6,9 - 7,6 B a F: Indústria, construção, energia e água HM H M 1 060,9 740,8 320,1 1 053,2 734,9 318,3 1 043,6 729,2 314,3 1 041,0 731,6 309,4 1 055,7 733,1 322,6 2,1 2,2 3,9 - 0,5 - 1,0 0,8 1,4 0,2 4,3 HM HM 699,4 300,6 709,0 289,2 710,0 278,9 701,5 284,7 723,7 278,7 2,9 4,2 3,5 - 7,3 3,2 - 2,1 HM H M 2 854,8 1 231,3 1 623,6 2 888,0 1 251,0 1 637,0 2 958,1 1 290,1 1 668,0 3 005,5 1 308,3 1 697,2 2 979,1 1 289,7 1 689,4 1,0 1,5 1,1 4,4 4,7 4,1 - 0,9 - 1,4 - 0,5 G: Comércio por grosso e a retalho HM 626,3 633,9 645,4 670,4 656,8 2,6 4,9 - 2,0 H: Transportes e armazenagem HM 175,7 179,1 183,9 180,2 178,3 5,0 1,5 - 1,1 I: Alojamento, restauração e similares HM 270,2 277,2 314,2 294,6 257,4 4,1 - 4,7 - 12,6 J: Atividades de informação e de comunicação HM 82,4 80,0 93,5 102,0 105,5 6,7 28,0 3,4 K: Atividades financeiras e de seguros HM 86,1 87,0 86,5 86,9 91,2 7,4 5,9 4,9 C: Indústrias transformadoras F: Construção G a U: Serviços L: Atividades imobiliárias HM 25,9 25,2 31,8 27,4 27,8 12,7 7,3 1,5 M: Atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares HM 159,3 159,6 172,7 177,7 169,5 5,3 6,4 - 4,6 N: Atividades administrativas e dos serviços de apoio HM 132,5 144,3 147,0 143,5 155,9 5,2 17,7 8,6 O: Administração Pública, Defesa e Segurança Social Obrigatória HM 284,4 286,9 293,0 302,9 312,0 3,6 9,7 3,0 P: Educação HM 363,5 362,1 331,8 362,1 361,0 3,4 - 0,7 - 0,3 Q: Atividades da saúde humana e apoio social HM 358,8 361,0 367,9 386,1 374,0 3,4 4,2 - 3,1 R: Atividades artísticas, de espetáculos, desportivas e recreativas HM 51,5 49,2 52,6 48,5 50,5 9,6 - 1,9 4,1 S a U: Outros serviços HM 238,3 242,5 237,6 223,3 239,1 4,1 0,3 7,1 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 18 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 7. População empregada por profissão principal (CPP-10), situação na profissão e sexo Portugal Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % HM H M 4 354,6 2 249,0 2 105,7 4 424,6 2 281,6 2 143,1 4 469,4 2 313,9 2 155,5 4 468,9 2 309,3 2 159,6 4 426,9 2 273,4 2 153,4 0,6 0,7 0,8 1,7 1,1 2,3 - 0,9 - 1,6 - 0,3 HM H M 307,6 200,0 107,6 299,2 197,7 101,5 311,9 206,5 105,4 322,4 218,0 104,4 321,1 210,7 110,3 3,8 4,3 6,1 4,4 5,3 2,5 - 0,4 - 3,3 5,7 2: Especialistas das atividades intelectuais e científicas HM H M 668,2 266,8 401,4 667,6 261,2 406,4 675,0 271,3 403,7 710,2 279,1 431,0 726,1 286,4 439,7 3,2 4,4 3,3 8,7 7,3 9,5 2,2 2,6 2,0 3: Técnicos e profissionais de nível intermédio HM H M 433,0 250,4 182,6 436,1 245,4 190,6 469,4 266,3 203,1 478,9 263,0 216,0 479,7 261,0 218,7 3,0 3,9 4,3 10,8 4,2 19,8 0,2 - 0,8 1,3 4: Pessoal administrativo HM H M 311,1 113,1 198,0 314,2 117,6 196,6 333,3 124,9 208,4 338,7 120,8 217,9 334,8 119,4 215,4 3,5 6,2 4,3 7,6 5,6 8,8 - 1,2 - 1,2 - 1,1 5: Trabalhadores dos serviços pessoais, de proteção e segurança e vendedores HM H M 728,7 256,9 471,8 767,4 294,6 472,8 761,0 281,8 479,2 751,4 276,5 474,8 728,9 270,3 458,6 2,5 3,9 2,9 o 5,2 - 2,8 - 3,0 - 2,2 - 3,4 6: Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura, da pesca e da floresta HM H M 418,3 268,1 150,1 461,0 284,8 176,2 438,0 280,1 157,9 394,4 257,4 136,9 377,6 247,5 130,1 4,0 4,0 5,8 - 9,7 - 7,7 - 13,3 - 4,3 - 3,8 - 5,0 7: Trabalhadores qualificados da indústria, construção e artífices HM H M 570,8 476,6 94,2 562,4 477,7 84,7 564,2 474,5 89,7 552,4 464,0 88,4 550,9 465,5 85,4 2,8 2,9 6,6 - 3,5 - 2,3 - 9,3 - 0,3 0,3 - 3,4 8: Operadores de instalações e máquinas e trabalhadores da montagem HM H M 351,2 244,3 107,0 358,0 232,7 125,3 365,6 237,0 128,6 379,9 258,2 121,8 378,0 247,2 130,8 3,5 3,9 6,4 7,6 1,2 22,2 - 0,5 - 4,3 7,4 HM H M 535,9 145,8 390,1 534,8 147,2 387,5 526,1 148,9 377,1 516,1 150,0 366,1 508,0 145,4 362,6 2,8 5,1 3,2 - 5,2 - 0,3 - 7,0 - 1,6 - 3,1 - 1,0 HM 29,8 24,2 24,9 24,5 21,8 13,6 - 26,8 - 11,0 HM H M HM H M HM H M HM H M 3 405,3 1 661,8 1 743,5 693,9 414,9 278,9 228,5 159,9 68,5 26,9 12,3 14,6 3 442,9 1 684,5 1 758,4 731,3 428,1 303,2 219,0 153,6 65,4 31,5 15,3 16,1 3 467,8 1 699,4 1 768,4 730,2 435,3 294,9 237,8 164,3 73,5 33,6 14,9 18,7 3 514,1 1 714,2 1 799,9 686,4 416,1 270,3 241,9 167,4 74,6 26,4 11,6 14,8 3 512,9 1 694,2 1 818,7 657,7 404,5 253,2 233,7 164,8 68,9 22,5 9,9 12,6 0,7 1,0 1,0 2,7 3,0 3,9 4,2 4,6 7,1 12,1 19,1 15,5 3,2 1,9 4,3 - 5,2 - 2,5 - 9,2 2,3 3,1 0,6 - 16,4 - 19,5 - 13,7 o - 1,2 1,0 - 4,2 - 2,8 - 6,3 - 3,4 - 1,6 - 7,6 - 14,8 - 14,7 - 14,9 População empregada Profissão (CPP-10) 1: Rep. do poder legislativo e de órgãos executivos, dirigentes, diretores e gestores executivos 9: Trabalhadores não qualificados 0: Forças Armadas Situação na profissão Trabalhador por conta de outrem Trabalhador por conta própria como isolado Trabalhador por conta própria como empregador Trabalhador familiar não remunerado Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 19 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 8. População empregada total e por conta de outrem por regime de duração do trabalho e sexo, população empregada por conta de outrem por tipo de contrato de trabalho e sexo e subemprego de trabalhadores a tempo parcial por sexo Portugal População empregada A tempo completo A tempo parcial Trabalhadores por conta de outrem A tempo completo A tempo parcial Tipo de contrato de trabalho Sem termo Com termo Outro tipo Subemprego de trabalhadores a tempo parcial Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % HM H M HM H M HM H M 4 354,6 2 249,0 2 105,7 3 725,7 1 971,0 1 754,8 628,9 278,0 350,9 4 424,6 2 281,6 2 143,1 3 768,7 1 997,0 1 771,7 655,9 284,5 371,4 4 469,4 2 313,9 2 155,5 3 842,5 2 027,3 1 815,1 626,9 286,5 340,4 4 468,9 2 309,3 2 159,6 3 843,7 2 028,9 1 814,8 625,1 280,3 344,8 4 426,9 2 273,4 2 153,4 3 840,1 2 014,1 1 825,9 586,8 259,3 327,5 0,6 0,7 0,8 0,7 0,8 1,0 2,6 3,7 3,2 1,7 1,1 2,3 3,1 2,2 4,1 - 6,7 - 6,7 - 6,7 - 0,9 - 1,6 - 0,3 - 0,1 - 0,7 0,6 - 6,1 - 7,5 - 5,0 HM H M HM H M HM H M 3 405,3 1 661,8 1 743,5 3 113,3 1 586,6 1 526,7 292,0 75,2 216,8 3 442,9 1 684,5 1 758,4 3 147,9 1 602,7 1 545,2 295,0 81,8 213,1 3 467,8 1 699,4 1 768,4 3 184,3 1 621,0 1 563,2 283,5 78,4 205,2 3 514,1 1 714,2 1 799,9 3 215,6 1 628,0 1 587,6 298,4 86,2 212,3 3 512,9 1 694,2 1 818,7 3 232,4 1 621,2 1 611,2 280,5 73,0 207,5 0,7 1,0 1,0 0,8 1,0 1,1 3,5 7,1 4,1 3,2 1,9 4,3 3,8 2,2 5,5 - 3,9 - 2,9 - 4,3 o - 1,2 1,0 0,5 - 0,4 1,5 - 6,0 - 15,3 - 2,3 HM H M HM H M HM H M 2 686,8 1 312,0 1 374,9 581,6 293,2 288,5 136,9 56,7 80,2 2 697,4 1 321,2 1 376,2 615,1 302,5 312,5 130,5 60,8 69,7 2 717,6 1 335,6 1 382,1 626,1 304,4 321,8 124,0 59,5 64,6 2 768,3 1 354,2 1 414,1 614,7 301,8 312,9 131,1 58,1 73,0 2 781,4 1 356,0 1 425,4 609,3 285,5 323,8 122,2 52,7 69,5 1,0 1,3 1,2 2,5 3,6 3,2 5,7 8,2 7,6 3,5 3,4 3,7 4,8 - 2,6 12,2 - 10,7 - 7,1 - 13,3 0,5 0,1 0,8 - 0,9 - 5,4 3,5 - 6,8 - 9,3 - 4,8 HM H M 252,7 91,4 161,3 266,5 99,5 167,0 256,3 106,7 149,6 259,1 98,4 160,7 244,9 92,9 152,0 3,8 6,3 4,8 - 3,1 1,6 - 5,8 - 5,5 - 5,6 - 5,4 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 20 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 9. População desempregada por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo Portugal População desempregada Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Com 45 e mais anos Dos 15 aos 64 anos Nível de escolaridade completo Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 926,8 483,4 443,4 165,5 83,0 82,4 250,3 122,3 128,0 215,1 107,3 107,8 295,9 170,8 125,1 924,1 481,4 442,7 866,3 444,9 421,3 141,4 69,9 71,5 216,2 98,5 117,8 217,7 109,3 108,3 291,0 167,2 123,8 862,1 442,2 419,8 819,9 415,7 404,2 148,3 79,7 68,6 206,8 97,6 109,2 197,7 89,2 108,5 267,1 149,2 117,9 816,4 413,6 402,9 808,0 400,9 407,1 138,3 67,5 70,8 209,5 96,0 113,4 202,2 90,6 111,6 258,0 146,7 111,2 804,6 398,2 406,4 788,1 402,9 385,2 141,6 72,0 69,6 196,1 91,7 104,3 188,7 89,3 99,3 261,8 149,9 111,8 783,2 400,3 382,9 2,2 3,1 3,0 4,5 6,4 6,5 4,5 6,2 6,0 4,5 6,4 5,9 3,6 4,6 5,3 2,2 3,1 3,0 - 15,0 - 16,7 - 13,1 - 14,4 - 13,3 - 15,5 - 21,7 - 25,0 - 18,5 - 12,3 - 16,8 - 7,9 - 11,5 - 12,2 - 10,6 - 15,2 - 16,8 - 13,5 - 2,5 0,5 - 5,4 2,4 6,7 - 1,7 - 6,4 - 4,5 - 8,0 - 6,7 - 1,4 - 11,0 1,5 2,2 0,5 - 2,7 0,5 - 5,8 HM H M HM H M HM H M 560,4 340,1 220,3 224,9 91,0 133,9 141,5 52,3 89,2 540,4 316,3 224,1 204,8 88,3 116,4 121,0 40,2 80,8 473,7 277,4 196,3 205,1 93,7 111,4 141,2 44,7 96,5 449,7 265,6 184,1 215,9 95,3 120,6 142,3 40,0 102,4 450,1 267,2 182,9 214,4 95,2 119,2 123,6 40,5 83,0 3,3 3,9 4,6 4,1 6,4 5,5 5,8 10,0 6,9 - 19,7 - 21,4 - 17,0 - 4,7 4,6 - 11,0 - 12,7 - 22,6 - 7,0 0,1 0,6 - 0,7 - 0,7 - 0,1 - 1,2 - 13,1 1,3 - 18,9 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 21 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 10. Taxa de desemprego por grupo etário, sexo e nível de escolaridade completo Valor trimestral 3ºT-2013 4ºT-2013 % C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral p.p. Portugal Sexo Taxa de desemprego HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 17,5 17,7 17,4 42,5 40,1 45,2 21,2 20,9 21,5 14,9 15,0 14,8 13,1 14,0 12,0 18,4 18,8 18,1 16,4 16,3 16,4 37,4 35,1 40,0 18,6 17,1 20,0 15,1 15,3 14,9 12,6 13,5 11,6 17,2 17,3 17,1 15,5 15,2 15,8 36,4 37,3 35,4 17,9 17,0 18,8 13,7 12,5 14,9 11,7 12,2 11,2 16,3 16,2 16,4 15,3 14,8 15,9 36,1 34,2 38,1 18,2 17,0 19,4 13,9 12,6 15,1 11,3 11,9 10,5 16,1 15,7 16,4 15,1 15,1 15,2 37,5 37,1 37,9 17,4 16,5 18,2 12,9 12,4 13,5 11,6 12,5 10,7 15,7 15,8 15,6 2,2 3,0 2,9 4,0 5,5 5,8 4,5 6,2 6,0 4,5 6,4 5,8 3,6 4,5 5,2 2,2 3,0 3,0 - 2,4 - 2,6 - 2,2 - 5,0 - 3,0 - 7,3 - 3,8 - 4,4 - 3,3 - 2,0 - 2,6 - 1,3 - 1,5 - 1,5 - 1,3 - 2,7 - 3,0 - 2,5 - 0,2 0,3 - 0,7 1,4 2,9 - 0,2 - 0,8 - 0,5 - 1,2 - 1,0 - 0,2 - 1,6 0,3 0,6 0,2 - 0,4 0,1 - 0,8 HM H M HM H M HM H M 18,4 19,3 17,0 19,1 16,1 22,0 13,4 12,8 13,8 17,7 18,0 17,1 17,1 15,4 18,7 11,7 10,1 12,7 16,0 16,3 15,6 16,5 15,5 17,6 12,9 10,5 14,5 15,8 16,1 15,4 16,9 15,3 18,3 12,4 9,1 14,4 16,1 16,5 15,4 16,9 15,3 18,5 10,8 9,3 11,7 3,0 3,6 4,3 3,9 5,9 5,2 5,5 9,8 6,6 - 2,3 - 2,8 - 1,6 - 2,2 - 0,8 - 3,5 - 2,6 - 3,5 - 2,1 0,3 0,4 0,2 - 1,6 0,2 - 2,7 Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Com 45 e mais anos Dos 15 aos 64 anos Nível de escolaridade completo Até ao básico - 3º ciclo Secundário e pós-secundário Superior 1ºT-2013 2ºT-2013 1ºT-2014 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 11. População desempregada por duração da procura de emprego Portugal População desempregada Duração da procura Menos de 1 mês 1 a 6 meses 7 a 11 meses 12 a 24 meses 25 e mais meses Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % HM H M 926,8 483,4 443,4 866,3 444,9 421,3 819,9 415,7 404,2 808,0 400,9 407,1 788,1 402,9 385,2 2,2 3,1 3,0 - 15,0 - 16,7 - 13,1 - 2,5 0,5 - 5,4 HM HM H M HM H M HM H M HM H M 25,9 246,8 131,5 115,3 110,2 58,0 52,2 234,3 126,3 108,0 309,5 153,3 156,2 14,8 186,8 98,4 88,4 127,8 61,0 66,8 210,1 109,6 100,5 326,8 168,1 158,6 26,5 162,3 74,8 87,5 102,1 53,7 48,3 198,1 104,5 93,5 330,9 170,1 160,9 19,3 195,9 89,3 106,6 79,2 40,9 38,4 178,9 88,8 90,1 334,6 173,6 161,0 22,0 182,2 88,6 93,7 82,9 40,6 42,3 193,8 104,8 89,0 307,1 156,9 150,3 13,5 4,7 6,8 6,5 7,5 10,2 9,7 4,5 5,8 6,5 3,7 5,0 5,0 - 15,1 - 26,2 - 32,6 - 18,7 - 24,8 - 30,0 - 19,0 - 17,3 - 17,0 - 17,6 - 0,8 2,3 - 3,8 14,0 - 7,0 - 0,8 - 12,1 4,7 - 0,7 10,2 8,3 18,0 - 1,2 - 8,2 - 9,6 - 6,6 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 22 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 12. Taxas de desemprego por duração da procura de emprego Portugal Taxa de desemprego total Por duração da procura Menos de 1 mês 1 a 6 meses 7 a 11 meses 12 a 24 meses 25 e mais meses Curta duração (Até 11 meses) Longa duração (12 e mais meses) Sexo 1ºT-2013 2ºT-2013 Valor trimestral 3ºT-2013 4ºT-2013 % 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 , Variação Homóloga Trimestral p.p. , HM H M 17,5 17,7 17,4 16,4 16,3 16,4 15,5 15,2 15,8 15,3 14,8 15,9 15,1 15,1 15,2 2,2 3,0 2,9 - 2,4 - 2,6 - 2,2 - 0,2 0,3 - 0,7 HM HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 0,5 4,7 4,8 4,5 2,1 2,1 2,0 4,4 4,6 4,2 5,9 5,6 6,1 7,3 7,5 7,0 10,3 10,2 10,4 0,3 3,5 3,6 3,4 2,4 2,2 2,6 4,0 4,0 3,9 6,2 6,2 6,2 6,2 6,1 6,3 10,1 10,2 10,1 0,5 3,1 2,7 3,4 1,9 2,0 1,9 3,7 3,8 3,7 6,3 6,2 6,3 5,5 5,2 5,9 10,0 10,1 9,9 0,4 3,7 3,3 4,2 1,5 1,5 1,5 3,4 3,3 3,5 6,3 6,4 6,3 5,6 5,1 6,1 9,7 9,7 9,8 0,4 3,5 3,3 3,7 1,6 1,5 1,7 3,7 3,9 3,5 5,9 5,9 5,9 5,5 5,3 5,7 9,6 9,8 9,4 13,4 4,7 6,7 6,5 7,5 10,2 9,7 4,5 5,8 6,5 3,7 5,0 5,0 3,8 5,4 5,1 2,9 3,8 3,8 - 0,1 - 1,2 - 1,5 - 0,8 - 0,5 - 0,6 - 0,3 - 0,7 - 0,7 - 0,7 0,3 - 0,2 - 1,8 - 2,2 - 1,3 - 0,7 - 0,4 - 1,0 - 0,2 - 0,5 0,1 0,2 0,3 0,6 - 0,4 - 0,5 - 0,4 - 0,1 0,2 - 0,4 - 0,1 0,1 - 0,4 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 13. População desempregada à procura de primeiro emprego e de novo emprego por setor da atividade anterior (CAE-Rev. 3) Portugal População desempregada À procura de 1º emprego À procura de novo emprego (a) Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca Indústria, construção, energia e água Serviços 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % 926,8 91,5 835,3 866,3 84,1 782,1 819,9 103,9 716,0 808,0 85,2 722,8 788,1 86,4 701,7 2,2 6,2 2,3 - 15,0 - 5,6 - 16,0 - 2,5 1,4 - 2,9 26,3 20,5 14,5 18,8 19,2 12,8 - 27,0 2,1 306,1 473,2 283,9 450,3 251,6 419,7 239,4 438,6 220,6 428,2 4,2 2,9 - 27,9 - 9,5 - 7,9 - 2,4 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Notas: (a) A experiência anterior de trabalho dos indivíduos desempregados à procura de novo emprego é caracterizada apenas para aqueles que deixaram o último emprego há oito ou menos anos. Por essa razão, a soma do número de desempregados à procura de novo emprego por setor da atividade anterior não corresponde ao total de indivíduos desempregados à procura de novo emprego. Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 23 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 14. População inativa Portugal População inativa Sexo 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M 5 187,0 2 250,9 2 936,1 1 545,9 791,3 754,6 729,5 359,9 369,6 132,8 59,4 73,5 164,7 64,6 100,1 848,7 306,7 542,0 1 765,4 669,1 1 096,4 1 875,7 790,5 1 085,2 3 641,1 1 459,6 2 181,5 809,6 387,5 422,1 453,7 8,3 445,4 1 632,0 771,2 860,8 745,8 292,5 453,2 5 165,7 2 249,3 2 916,4 1 539,8 788,2 751,6 737,6 366,0 371,6 134,8 62,4 72,4 164,1 62,3 101,8 824,4 295,6 528,8 1 765,0 674,8 1 090,2 1 860,9 786,2 1 074,6 3 625,9 1 461,0 2 164,8 820,3 398,1 422,3 424,2 9,9 414,3 1 624,8 765,7 859,1 756,6 287,4 469,2 5 154,5 2 238,1 2 916,4 1 534,3 785,5 748,8 703,6 349,2 354,4 131,9 57,9 74,0 158,9 61,2 97,6 847,4 311,1 536,4 1 778,4 673,2 1 105,2 1 841,8 779,4 1 062,4 3 620,2 1 452,6 2 167,6 756,4 372,7 383,7 437,1 8,3 428,8 1 645,9 772,4 873,5 780,7 299,2 481,5 5 151,6 2 247,3 2 904,3 1 529,7 783,1 746,5 722,2 362,9 359,3 121,1 58,2 62,9 141,7 54,6 87,1 833,0 302,4 530,6 1 803,8 686,0 1 117,8 1 818,1 778,1 1 039,9 3 621,9 1 464,2 2 157,7 796,8 392,1 404,8 435,3 8,6 426,7 1 660,6 775,1 885,5 729,2 288,5 440,7 5 191,2 2 262,4 2 928,8 1 515,6 775,6 740,0 727,0 364,1 362,9 133,4 61,8 71,6 137,7 47,3 90,3 840,5 304,9 535,6 1 837,0 708,7 1 128,3 1 838,7 778,2 1 060,5 3 675,7 1 486,8 2 188,8 810,9 393,6 417,3 440,0 9,8 430,2 1 677,5 791,1 886,4 747,3 292,3 454,9 0,4 0,6 0,5 1,2 1,6 1,7 5,4 8,0 7,4 5,3 8,8 6,5 1,6 2,8 1,8 0,5 0,9 0,5 1,0 1,6 1,3 0,6 0,9 0,7 1,4 1,9 1,9 2,6 19,6 2,6 1,0 1,2 1,3 2,2 3,4 2,6 0,1 0,5 - 0,2 - 2,0 - 2,0 - 1,9 - 0,3 1,2 - 1,8 0,5 4,0 - 2,6 - 16,4 - 26,8 - 9,8 - 1,0 - 0,6 - 1,2 4,1 5,9 2,9 - 2,0 - 1,6 - 2,3 1,0 1,9 0,3 0,2 1,6 - 1,1 - 3,0 18,1 - 3,4 2,8 2,6 3,0 0,2 - 0,1 0,4 0,8 0,7 0,8 - 0,9 - 1,0 - 0,9 0,7 0,3 1,0 10,2 6,2 13,8 - 2,8 - 13,4 3,7 0,9 0,8 0,9 1,8 3,3 0,9 1,1 o 2,0 1,5 1,5 1,4 1,8 0,4 3,1 1,1 14,0 0,8 1,0 2,1 0,1 2,5 1,3 3,2 Inativos à procura de emprego mas não disponíveis HM H M 30,7 11,5 19,2 32,6 13,5 19,1 24,3 11,5 12,8 23,3 10,7 12,6 25,8 10,3 15,5 11,7 18,4 15,0 - 16,0 - 10,4 - 19,3 10,7 - 3,7 23,0 Inativos disponíveis mas que não procuram emprego HM H M 259,5 116,8 142,7 271,5 116,3 155,2 304,3 133,0 171,3 274,2 111,8 162,4 276,6 119,3 157,4 3,5 5,8 4,4 6,6 2,1 10,3 0,9 6,7 - 3,1 Menos de 15 anos Dos 15 aos 24 anos Dos 25 aos 34 anos Dos 35 aos 44 anos Dos 45 aos 64 anos Com 65 e mais anos Dos 15 aos 64 anos População inativa (15 e mais anos) Estudante Doméstico Reformado Outro inativo % Taxa de inatividade (15 e mais anos) HM H M 40,8 34,8 46,1 40,7 34,9 45,8 40,6 34,7 45,9 p.p. 40,7 35,1 45,7 41,3 35,7 46,3 0,6 0,9 0,7 0,5 0,9 0,2 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 24 0,6 0,6 0,6 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 15. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa por região NUTS II (NUTS-2002) Região NUTS II Portugal População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Norte População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Centro População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Lisboa População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Alentejo População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Algarve População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Região Autónoma dos Açores População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Região Autónoma da Madeira População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) 1ºT-2013 Valor trimestral 2ºT-2013 3ºT-2013 4ºT-2013 Milhares de indivíduos 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral % 8 922,5 5 281,4 4 354,6 926,8 3 641,1 8 916,8 5 290,9 4 424,6 866,3 3 625,9 8 909,5 5 289,3 4 469,4 819,9 3 620,2 8 898,7 5 276,8 4 468,9 808,0 3 621,9 8 890,6 5 215,0 4 426,9 788,1 3 675,7 0,4 0,6 2,2 0,6 - 0,4 - 1,3 1,7 - 15,0 1,0 - 0,1 - 1,2 - 0,9 - 2,5 1,5 3 125,8 1 866,7 1 522,0 344,7 1 259,1 3 124,8 1 873,6 1 552,6 320,9 1 251,3 3 123,1 1 856,9 1 549,9 307,0 1 266,3 3 119,8 1 855,6 1 550,9 304,7 1 264,2 3 117,7 1 834,8 1 544,2 290,6 1 282,9 0,8 1,1 3,4 1,1 - 0,3 - 1,7 1,5 - 15,7 1,9 - 0,1 - 1,1 - 0,4 - 4,6 1,5 1 984,6 1 188,2 1 034,8 153,4 796,3 1 982,5 1 202,8 1 065,6 137,2 779,7 1 980,3 1 207,4 1 074,9 132,4 772,9 1 977,3 1 186,0 1 061,4 124,6 791,3 1 974,1 1 158,6 1 031,0 127,6 815,5 0,9 1,2 6,5 1,3 - 0,5 - 2,5 - 0,4 - 16,8 2,4 - 0,2 - 2,3 - 2,9 2,4 3,1 2 366,3 1 397,0 1 124,9 272,0 969,3 2 364,5 1 377,0 1 112,2 264,8 987,4 2 362,1 1 382,3 1 135,2 247,1 979,7 2 358,9 1 400,8 1 159,2 241,5 958,2 2 356,9 1 388,0 1 159,8 228,2 969,0 0,7 1,2 4,7 1,0 - 0,4 - 0,6 3,1 - 16,1 o - 0,1 - 0,9 0,1 - 5,5 1,1 646,3 357,4 291,5 65,9 288,9 645,4 361,2 298,7 62,4 284,2 644,5 358,0 300,4 57,6 286,4 643,3 359,5 303,4 56,1 283,8 642,3 356,3 299,1 57,2 286,0 1,0 1,5 6,4 1,3 - 0,6 - 0,3 2,6 - 13,2 - 1,0 - 0,2 - 0,9 - 1,4 2,0 0,8 374,8 223,0 178,2 44,8 151,8 374,6 224,5 187,2 37,3 150,1 374,2 229,2 197,6 31,6 145,1 373,8 222,4 184,7 37,8 151,4 373,8 225,8 184,3 41,4 148,0 1,2 1,9 5,4 1,9 - 0,3 1,3 3,4 - 7,6 - 2,5 1,5 - 0,2 9,5 - 2,2 204,2 117,3 97,5 19,8 87,0 204,5 118,2 99,2 18,9 86,3 204,8 121,8 100,3 21,5 83,0 205,1 120,7 99,8 20,9 84,4 205,1 120,7 99,0 21,7 84,4 1,5 2,4 7,1 2,1 0,4 2,9 1,5 9,6 - 3,0 - 0,8 3,8 - 220,5 131,7 105,6 26,1 88,7 220,5 133,7 109,0 24,6 86,8 220,5 133,7 111,0 22,7 86,8 220,5 132,0 109,5 22,4 88,5 220,8 130,9 109,4 21,5 89,9 1,5 2,3 7,0 2,2 0,1 - 0,6 3,6 - 17,6 1,4 0,1 - 0,8 - 0,1 - 4,0 1,6 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 25 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 16. Taxa de atividade, emprego, desemprego e inatividade por região NUTS II (NUTS-2002) Regiões NUTS II Portugal Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) Norte Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) Centro Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) Lisboa Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) Alentejo Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) Algarve Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) Região Autónoma dos Açores Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) Região Autónoma da Madeira Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) 1ºT-2013 2ºT-2013 Valor trimestral 3ºT-2013 4ºT-2013 % 1ºT-2014 C.V. 1ºT-2014 Variação Homóloga Trimestral p.p. 59,2 48,8 17,5 40,8 59,3 49,6 16,4 40,7 59,4 50,2 15,5 40,6 59,3 50,2 15,3 40,7 58,7 49,8 15,1 41,3 0,4 0,6 2,2 0,6 - 0,5 1,0 - 2,4 0,5 - 0,6 - 0,4 - 0,2 0,6 59,7 48,7 18,5 40,3 60,0 49,7 17,1 40,0 59,5 49,6 16,5 40,5 59,5 49,7 16,4 40,5 58,9 49,5 15,8 41,1 0,8 1,1 3,5 1,1 - 0,8 0,8 - 2,7 0,8 - 0,6 - 0,2 - 0,6 0,6 59,9 52,1 12,9 40,1 60,7 53,8 11,4 39,3 61,0 54,3 11,0 39,0 60,0 53,7 10,5 40,0 58,7 52,2 11,0 41,3 0,9 1,2 6,4 1,3 - 1,2 0,1 - 1,9 1,2 - 1,3 - 1,5 0,5 1,3 59,0 47,5 19,5 41,0 58,2 47,0 19,2 41,8 58,5 48,1 17,9 41,5 59,4 49,1 17,2 40,6 58,9 49,2 16,4 41,1 0,7 1,2 4,6 1,0 - 0,1 1,7 - 3,1 0,1 - 0,5 0,1 - 0,8 0,5 55,3 45,1 18,4 44,7 56,0 46,3 17,3 44,0 55,6 46,6 16,1 44,4 55,9 47,2 15,6 44,1 55,5 46,6 16,0 44,5 1,0 1,5 6,2 1,3 0,2 1,5 - 2,4 - 0,2 - 0,4 - 0,6 0,4 0,4 59,5 47,5 20,1 40,5 59,9 50,0 16,6 40,1 61,2 52,8 13,8 38,8 59,5 49,4 17,0 40,5 60,4 49,3 18,3 39,6 1,2 1,9 5,5 1,9 0,9 1,8 - 1,8 - 0,9 0,9 - 0,1 1,3 - 0,9 57,4 47,7 16,9 42,6 57,8 48,5 16,0 42,2 59,5 49,0 17,7 40,5 58,8 48,7 17,3 41,2 58,9 48,3 18,0 41,1 1,5 2,4 7,3 2,1 1,5 0,6 1,1 - 1,5 0,1 - 0,4 0,7 - 0,1 59,8 47,9 19,8 40,2 60,6 49,4 18,4 39,4 60,6 50,3 17,0 39,4 59,8 49,7 17,0 40,2 59,3 49,6 16,4 40,7 1,5 2,3 7,2 2,2 - 0,5 1,7 - 3,4 0,5 - 0,5 - 0,1 - 0,6 0,5 Fonte: INE, Inquérito ao Emprego - 1º trimestre de 2014. Nota: Valores calibrados tendo por referência as estimativas da população calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. 26 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 3. NOTAS METODOLÓGICAS Objetivos O Inquérito ao Emprego tem por principal objetivo a caracterização da população face ao trabalho. Pretende obter um conjunto de informação que permita, a partir dessa caracterização, analisar o mercado de trabalho enquanto realidade dinâmica e constitua um ponto de partida para a definição de políticas socioeconómicas. O Inquérito ao designadamente: Emprego tem por quais possam ser associadas, isto é, que aí tenham residência. São excluídas do âmbito deste inquérito todas as pessoas a residir noutros alojamentos coletivos (hotéis, pensões e similares, instituições de assistência - asilos, orfanatos e lares de 3ª idade - e instituições religiosas) e pessoas a viver em alojamentos móveis. objetivos, fornecer uma medida direta e comparável internacionalmente das alterações infra-anuais do emprego e do desemprego; avaliar, ao longo do ano, determinados fenómenos do mercado de trabalho, tais como o emprego, o desemprego e as horas trabalhadas, entre outros; fornecer dados estruturais anuais relacionados com o nível de emprego e desemprego. Periodicidade O Inquérito ao Emprego é um inquérito realizado trimestralmente que fornece resultados trimestrais e anuais. Base de amostragem A amostra do Inquérito ao Emprego é selecionada a partir de uma base de amostragem (constituída por um ficheiro de alojamentos familiares) denominada “Amostra-Mãe”, que foi construída a partir dos dados do Recenseamento da População e Habitação de 2001 (Censos 2001). Do 3º trimestre de 2013 em diante, a rotação de entrada da amostra passou a ser selecionada a partir de uma base de amostragem extraída do Ficheiro Nacional de Alojamentos (FNA), que foi construído a partir dos dados dos Censos 2011. Deste modo, do 3º trimestre de 2013 ao 3º trimestre de 2014 a amostra do Inquérito ao Emprego é constituída por rotações que foram selecionadas a partir da “Amostra-Mãe” e do FNA. A partir do 4º trimestre de 2014 todas as rotações da amostra do Inquérito ao Emprego são compostas por alojamentos selecionados a partir do FNA. Período de referência As características observadas no inquérito referem-se fundamentalmente à situação no decorrer de uma semana pré-definida (de Segunda a Domingo), denominada semana de referência. As semanas de referência são repartidas uniformemente pelo trimestre e ano. As entrevistas realizam-se normalmente na semana imediatamente seguinte à semana de referência. Unidades de observação São observados dois tipos de unidades: agregado doméstico privado e pessoa. A informação é recolhida para todas as pessoas pertencentes ao mesmo alojamento. Desenho da amostra População O Inquérito ao Emprego é dirigido a residentes em alojamentos familiares no espaço nacional. Consideram-se residentes no alojamento, as pessoas que, na semana de referência, vivam nesse alojamento, considerando ser essa a sua residência principal, e ainda as pessoas que estejam ausentes do alojamento por um período inferior a um ano. O inquérito é alargado às pessoas a viver em alojamentos coletivos que se consideram ter alguma contribuição, real ou potencial, para o mercado de trabalho, como é o caso das/os militares de carreira em quartéis, estudantes em escolas com internato ou em lares. A informação relativa a estas pessoas é recolhida nos alojamentos privados aos A amostra do Inquérito ao Emprego é do tipo painel com um esquema de rotação no qual os alojamentos permanecem na amostra durante seis trimestres consecutivos. A amostra total está dividida em seis subamostras (rotações) e em cada trimestre cada subamostra é substituída por outra depois de ter sido observada seis vezes. Para a determinação da dimensão utilizaram-se os seguintes critérios: da amostra para cada região NUTS II e para a variável desemprego, desde que a sua representatividade amostral face à população em idade ativa seja de pelo menos 5%, o desvio-padrão relativo da média anual não poderá exceder 8% dessa estimativa; 27 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 para qualquer subpopulação amostral cujo efetivo 2 seja pelo menos 5% da população em idade ativa , o desvio-padrão relativo da estimativa da variação entre dois trimestres sucessivos, a nível nacional, não deverá exceder 3% dessa subpopulação. Recolha dos dados O Inquérito ao Emprego é um inquérito por recolha direta. A informação é obtida através de entrevista direta à pessoa em questão ou, na sua ausência, a outro membro do agregado apto/a a responder em seu nome. A recolha da informação é feita através de entrevista assistida por computador (sistema CAPI – Computer Assisted Personal Interviewing ou CATI – Computer Assisted Telephone Interviewing). Segundo este modo de recolha misto, a primeira inquirição (primeira entrevista ao alojamento) é feita presencialmente e as cinco inquirições seguintes, se forem cumpridos determinados requisitos, são feitas por telefone. Resultados A proteção do segredo estatístico é assegurada através da supressão da identificação pessoal dos registos individuais, na fase de processamento da informação. A extrapolação dos resultados é feita a partir de sistemas de ponderadores regionais, determinados a partir de estimativas independentes da população. Estes ponderadores são função das seguintes variáveis: região NUTS II por sexo e grupos etários quinquenais e ainda região NUTS III (ou agregações) por sexo ou grandes grupos etários. É possível realizar apuramentos de qualquer uma das variáveis observadas, de acordo com as especificações pretendidas e respeitando a qualidade da informação, atendendo aos erros de amostragem que lhe estejam associados. O INE pode ainda disponibilizar outro tipo de informação ou outro tipo de desagregação das variáveis, mediante pedido específico, desde que os erros de amostragem estejam dentro de valores aceitáveis e desde que a informação se enquadre no quadro conceptual e metodológico do inquérito. Erros de amostragem O objetivo de um inquérito por amostragem é o de generalizar a informação obtida numa amostra (fração reduzida da população) ao universo em análise, através de métodos que assegurem resultados para a população muito próximos da realidade. Às estimativas obtidas associa-se uma margem de erro relativamente aos verdadeiros valores que se obteriam numa inquirição a toda a população, apresentada sob a forma de coeficiente de variação. A partir da estimativa e do respetivo coeficiente de variação podem-se construir intervalos de confiança, os quais contêm o verdadeiro valor do parâmetro ou característica com uma certa probabilidade (geralmente 67%, 95% ou 99%), devendo para isso utilizar-se as seguintes expressões: Intervalo de confiança de 67% = estimativa ± 1 × coeficiente de variação × estimativa Intervalo de confiança de 95% = estimativa ± 1,96 × coeficiente de variação × estimativa Intervalo de confiança de 99% = estimativa ± 2,58 × coeficiente de variação × estimativa Por exemplo, para determinar os intervalos de confiança para a variável cujo valor estimado seja de 5 605,6 milhares e o coeficiente de variação associado de 0,5%, deverá proceder-se da seguinte forma: Intervalo de Confiança a 67% Limite Inferior = estimativa - 1 × coeficiente de variação × estimativa = 5 605,6 - 1 × 0,005 × 5 605,6 = 5 579,8. Limite superior = estimativa + 1 × coeficiente de variação × estimativa = 5 605,6 + 1 × 0,005 × 5 605,6 = 5 631,4. Intervalo de Confiança a 95% Limite Inferior = estimativa - 1,96 × coeficiente de variação × estimativa = 5 605,6 - 1,96 × 0,005 × 5 605,6 = 5 555,0. Limite superior = estimativa + 1,96 × coeficiente de variação × estimativa = 5 605,6 + 1,96 × 0,005 × 5 605,6 = 5 665,2. No seguinte diagrama podemos observar os dois intervalos de confiança calculados anteriormente. O diagrama ilustra a forma como o intervalo aumenta de acordo com a probabilidade deste conter o verdadeiro valor da variável. 5 555,0 5 579,8 5 605,6 5 631,4 Intervalo de confiança de 67% 2 Considera-se “em idade ativa” as pessoas que tiverem idade igual ou superior a 15 anos. 28 Intervalo de confiança de 95% 5 665,2 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 No Quadro C apresentam-se os valores dos coeficientes de variação, para as principais variáveis, e os intervalos de confiança respetivos. Quadro C: Precisão de alguns resultados 1º trimestre de 2014 Variáveis População ativa População empregada Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca (a) Indústria, construção, energia e água (a) Serviços (a) População desempregada Procura 1º emprego Procura novo emprego População inativa Estimativa (milhares) C.V. (%) Intervalo de confiança de 95% Limite Limite inferior superior 5 215,0 4 426,9 0,4 0,6 5 173,5 4 376,2 5 256,5 4 477,6 392,1 4,0 361,6 422,6 1 055,7 2,1 1 011,3 1 100,1 2 979,1 788,1 1,0 2,2 86,4 701,7 5 191,2 6,2 2,3 0,4 2 920,6 753,7 75,9 669,4 5 149,7 3 037,6 822,5 96,9 734,0 5 232,7 Nota: (a) As estimativas apresentadas têm como referência a CAE-Rev. 3. Classificações NUTS - Nomenclatura das Unidades Territoriais para fins Estatísticos, Versão de 2002, estabelecida pelo Decreto-lei n.º 244/2002 e pelo regulamento comunitário n.º 1059/2003 (NUTS-2002). Nível II: Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve, Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira. CAE-Rev. 3 – Classificação Portuguesa das Atividades Económicas, Revisão 3. CPP-10 – Classificação Portuguesa de Profissões, Versão 2010. 29 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 4. CONCEITOS Ativo: indivíduo com idade mínima de 15 anos que, no período de referência, constituía a mão de obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico (estava empregado ou desempregado). Desempregado: indivíduo com idade dos 15 aos 74 anos que, no período de referência, se encontrava simultaneamente nas seguintes situações: não tinha trabalho remunerado nem qualquer outro; tinha procurado ativamente um trabalho remunerado ou não ao longo de um período específico (no período de referência ou nas três semanas anteriores); estava disponível para trabalhar num trabalho remunerado ou não. Desempregado de longa duração: indivíduo desempregado à procura de emprego há 12 ou mais meses. Empregado: indivíduo com idade mínima de 15 anos que, no período de referência, se encontrava numa das seguintes situações: tinha efetuado um trabalho de pelo menos uma hora, mediante o pagamento de uma remuneração ou com vista a um benefício ou ganho familiar em dinheiro ou em géneros; tinha uma ligação formal a um emprego, mas não estava ao serviço; tinha uma empresa, mas não estava temporariamente a trabalhar por uma razão específica; estava em situação de pré-reforma, mas a trabalhar. A procura ativa traduz as seguintes diligências: contacto com um centro de emprego público ou agências privadas de colocações; contacto com empregadores; contactos sindicais; colocação, resposta ou análise de anúncios; procura de terrenos, imóveis ou equipamentos; realização seleção; solicitação de licenças ou recursos financeiros para a criação de empresa própria. A disponibilidade fundamentada em: pessoais de ou provas ou com associações entrevistas para Inativo à procura de emprego mas não disponível: inativo com idade dos 15 aos 74 anos que, no período de referência, tinha procurado ativamente um trabalho ao longo de um período específico (no período de referência ou nas três semanas anteriores), mas não estava disponível para trabalhar. A procura ativa traduz as seguintes diligências: para aceitar um trabalho é contacto com um centro de emprego público ou agências privadas de colocações; contacto com empregadores; o desejo de trabalhar; contactos sindicais; a vontade de ter um trabalho remunerado ou uma atividade por conta própria, no caso de poder obter os recursos necessários; colocação, resposta ou análise de anúncios; procura de terrenos, imóveis ou equipamentos; realização seleção; solicitação de licenças ou recursos financeiros para a criação de empresa própria. a possibilidade de começar a trabalhar num período específico (no período de referência ou nas duas semanas seguintes). Nota: inclui-se ainda o indivíduo que, embora tendo um trabalho, só ia começar a trabalhar numa data posterior à do período de referência (nos três meses seguintes). Desempregado à procura de novo emprego: indivíduo desempregado que já teve um emprego. Desempregado à procura de primeiro emprego: indivíduo desempregado que nunca teve emprego. 30 Inativo: Indivíduo que, independentemente da sua idade, no período de referência não podia ser considerado economicamente ativo, isto é, não estava empregado nem desempregado. A disponibilidade fundamentada em: pessoais de ou provas para ou aceitar com associações entrevistas um para trabalho é o desejo de trabalhar; a vontade de ter um trabalho remunerado ou uma atividade por conta própria, no caso de poder obter os recursos necessários; Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 a possibilidade de começar a trabalhar num período específico (no período de referência ou nas duas semanas seguintes). Nota: inclui-se ainda: o inativo que tinha procurado um trabalho segundo um método de procura passiva (por exemplo, estava à espera dos resultados de uma entrevista) e estava disponível para trabalhar; o inativo que não tinha procurado um trabalho porque ia começar a trabalhar nos três meses seguintes e não estava disponível para trabalhar; o inativo que não tinha procurado porque ia começar a trabalhar posterior a três meses após o referência, independentemente disponível ou não para trabalhar. um trabalho numa data período de de estar Inativo disponível mas que não procura emprego: inativo com idade dos 15 aos 74 anos que, no período de referência, estava disponível para trabalhar, mas não tinha procurado um emprego ao longo de um período específico (no período de referência ou nas três semanas anteriores). Nível de escolaridade completo: refere-se ao nível ou grau de ensino mais elevado que o indivíduo concluiu, em termos de níveis e graus do sistema formal de ensino, isto é, do ensino básico, secundário e superior, e obteve o respetivo certificado ou diploma. População ativa: população com idade mínima de 15 anos que, no período de referência, constituía a mão de obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico (população empregada e desempregada). População inativa: População que, independentemente da sua idade, no período de referência não podia ser considerada economicamente ativa, isto é, não estava empregada, nem desempregada. Situação na profissão: relação de dependência ou independência de um indivíduo ativo no exercício da profissão, em função dos riscos económicos em que incorre e da natureza do controlo que exerce na empresa. Subemprego de trabalhadores a tempo parcial: conjunto de trabalhadores a tempo parcial com idade dos 15 aos 74 anos que, no período de referência, declararam pretender trabalhar mais horas do que as que habitualmente trabalhavam em todas as atividades e estavam disponíveis para começar a trabalhar as horas pretendidas num período específico (no período de referência ou nas duas semanas seguintes). Taxa de atividade: taxa que permite definir a relação entre a população ativa e a população total. T.A. (%) = (População ativa / População total) x 100 Taxa de atividade (15 e mais anos): taxa que permite definir a relação entre a população ativa e a população total em idade ativa (com 15 e mais anos). T.A. (%) = (População ativa / População total com 15 e mais anos) x 100 Taxa de desemprego: taxa que permite definir a relação entre a população desempregada e a população ativa. T.D. (%) = (População desempregada / População ativa) x 100 Taxa de desemprego de longa duração: taxa que permite definir a relação entre a população desempregada há 12 e mais meses e a população ativa. T.D. (%) = (População desempregada há 12 e mais meses / População ativa) x 100 Taxa de emprego (15 e mais anos): taxa que permite definir a relação entre a população empregada e a população total em idade ativa (com 15 e mais anos). T.E. (%) = (População empregada / População total com 15 e mais anos) x 100 Taxa de inatividade (15 e mais anos): taxa que permite definir a relação entre a população inativa em idade ativa (com 15 e mais anos) e a população total em idade ativa (com 15 e mais anos). T.I. (%) = (População inativa com 15 e mais anos / População total com 15 e mais anos) x 100 Taxa de variação anual: a variação anual compara o nível médio da variável dos quatro trimestres do último ano com o dos quatro trimestres do ano imediatamente anterior. Por ser uma média, esta taxa de variação é menos sensível a alterações esporádicas na variável. Taxa de variação homóloga: a variação homóloga compara o nível da variável entre o trimestre corrente e o mesmo trimestre do ano anterior. Esta taxa de variação, perante um padrão estável de sazonalidade, não é afetada por oscilações desta natureza podendo, no entanto, ser influenciada por efeitos localizados num trimestre específico. Taxa de variação trimestral: a variação trimestral compara o nível da variável entre dois trimestres consecutivos. Embora seja um indicador que permite um acompanhamento corrente do andamento da variável, o cálculo desta taxa de variação é particularmente influenciado por efeitos de natureza sazonal e outros mais específicos localizados num (ou em ambos) dos trimestres comparados. Trabalhador a tempo completo: trabalhador cujo período de trabalho tem uma duração igual ou superior à duração normal de trabalho em vigor na empresa/instituição, para a respetiva categoria profissional ou na respetiva profissão. Trabalhador a tempo parcial: trabalhador cujo período de trabalho tem uma duração inferior à duração normal de 31 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 trabalho em vigor na empresa/instituição, para a respetiva categoria profissional ou na respetiva profissão. Trabalhador com contrato a termo: indivíduo ligado à empresa/instituição por um contrato reduzido a escrito com fixação do seu termo e com menção concretizada de modo justificativo: 1) a termo certo: quando no contrato escrito conste expressamente a estipulação do prazo de duração do contrato e a indicação do seu termo; 2) a termo incerto: quando o contrato de trabalho dure por todo o tempo necessário à substituição do trabalhador ausente ou à conclusão da atividade, tarefa ou obra cuja execução justifica a sua celebração. Trabalhador com contrato permanente: indivíduo ligado à empresa/instituição por um contrato de trabalho sem termo ou de duração indeterminada. Trabalhador familiar não remunerado: indivíduo que exerce uma atividade independente numa empresa orientada para o mercado e explorada por um familiar, não sendo contudo seu associado nem estando vinculado por um contrato de trabalho. Trabalhador por conta de outrem: indivíduo que exerce uma atividade sob a autoridade e direção de outrem, nos termos de um contrato de trabalho, sujeito ou não a forma escrita, e que lhe confere o direito a uma remuneração, a qual não depende dos resultados da unidade económica para a qual trabalha. Trabalhador por conta própria: indivíduo que exerce uma atividade independente, com associados ou não, obtendo uma remuneração que está diretamente dependente dos lucros (realizados ou potenciais) provenientes de bens ou serviços produzidos. Os associados podem ser, ou não, membros do agregado familiar. Um trabalhador por conta própria pode ser classificado como trabalhador por conta própria como isolado ou como empregador. Trabalhador por conta própria como isolado: indivíduo que exerce uma atividade independente, com associados ou não, obtendo uma remuneração que está diretamente dependente dos lucros (realizados ou potenciais) provenientes de bens ou serviços produzidos e que habitualmente não contrata trabalhador(es) por conta de outrem para trabalhar(em) com ele. Os associados podem ser, ou não, membros do agregado familiar. Trabalhador por conta própria como empregador: indivíduo que exerce uma atividade independente, com associados ou não, obtendo uma remuneração que está diretamente dependente dos lucros (realizados ou potenciais) provenientes de bens ou serviços produzidos e que, a esse título, emprega habitualmente um ou vários trabalhadores por conta de outrem para trabalharem na sua empresa. Os associados podem ser, ou não, membros do agregado familiar. 32 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 5. OUTRA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL População total 1. População com 15 e mais anos segundo o nível de escolaridade completo, por grupo etário e sexo 2. População com 15 e mais anos segundo a auto classificação em termos de ocupação, por condição perante o trabalho 3. População com 15 e mais anos segundo a auto classificação em termos de ocupação um ano antes, por auto classificação em termos de ocupação atual População empregada 4. População empregada por atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo 5. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por situação na profissão principal e sexo 6. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por regime de duração do trabalho e sexo 7. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por antiguidade no emprego atual 8. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por tipo de horário de trabalho e sexo 9. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por duração semanal habitual do trabalho e sexo 10. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por nível de escolaridade completo e sexo 11. População empregada segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por exercício de atividade secundária e sexo 12. População empregada com atividade secundária segundo o setor de atividade secundária, por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) 13. População empregada segundo a situação na profissão principal, por profissão principal (CPP-10) 14. População empregada segundo a situação na profissão principal, por nível de escolaridade completo e sexo 15. Trabalhadores por conta de outrem segundo o setor de atividade principal (CAE-Rev. 3), por tipo de contrato de trabalho e sexo 16. Trabalhadores por conta de outrem por profissão principal (CPP-10) e sexo 17. Trabalhadores por conta de outrem por atividade principal (CAE-Rev. 3) e sexo População desempregada 18. População desempregada por tipo de desemprego, duração da procura de emprego e sexo 19. População desempregada por diligências feitas para encontrar trabalho 20. População desempregada à procura de novo emprego por situação na profissão anterior e sexo 21. População desempregada à procura de novo emprego por setor da atividade anterior (CAE-Rev. 3) e sexo Regiões NUTS II 22. População total segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por grupo etário e sexo 23. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por sexo 33 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 24. População total, ativa, empregada, desempregada e inativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por grupo etário 25. População ativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por nível de escolaridade completo 26. População inativa segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por categoria de inatividade 27. População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por atividade principal (CAE-Rev. 3) 28. População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por profissão principal (CPP-10) 29. População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por situação na profissão principal 30. Trabalhadores por conta de outrem segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) e escalão de rendimento salarial mensal líquido 31. Rendimento salarial médio mensal líquido dos trabalhadores por conta de outrem segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por setor de atividade principal (CAE-Rev. 3) 32. População desempregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por tipo de desemprego e duração da procura de emprego 33. Taxa de atividade, taxa de emprego, taxa de desemprego e taxa de inatividade segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por sexo 34. Taxa de atividade, taxa de emprego, taxa de desemprego e taxa de inatividade segundo a região de residência NUTS II (NUTS – 2002), por grupo etário Nota: Estes quadros encontram-se disponíveis, em formato Excel e CSV, em: http://www.ine.pt/portal/page/portal/PORTAL_INE/Publicacoes (selecionando Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014). No 4º trimestre de cada ano, são também disponibilizados quadros contendo informação anual. l 34 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 6. TEMA EM ANÁLISE Nota sobre a revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego decorrente da revisão das estimativas da população residente após integração dos resultados definitivos dos Censos 2011 Instituto Nacional de Estatística Com a divulgação dos resultados do Inquérito ao Emprego relativos ao 1º trimestre de 2014, o INE divulga também o conjunto de séries trimestrais e anuais revistas das estimativas obtidas a partir desta operação estatística desde o 1º trimestre de 1998. Esta revisão das estimativas anteriormente publicadas resultou da integração das novas estimativas da população residente obtidas após a publicação dos resultados definitivos dos Censos 2011, não se tendo procedido a quaisquer outras alterações. O objetivo desta nota é explicar os motivos que estiveram na origem desta revisão e proceder a uma breve análise dos impactos da mesma nas estimativas publicadas dos principais agregados do mercado de trabalho (população empregada, desempregada e inativa). No cálculo das estimativas anuais da população residente é utilizado o método das componentes e do seguimento demográfico, tomando-se como ano de partida o ano do último Recenseamento Geral da População (Censos) e procedendo-se à atualização anual das componentes demográficas relativas ao movimento natural da população (nados vivos e óbitos) e ao movimento migratório (imigração e emigração). No cálculo das estimativas mensais da população residente, especificamente para efeitos do Inquérito ao Emprego, 4 são utilizados métodos de previsão. Após a divulgação dos resultados definitivos dos Censos de 2011 (em novembro de 2012), o INE divulgou as seguintes séries de estimativas da população residente, calculadas tendo por base aqueles resultados: Estimativas anuais definitivas da população residente de 2001 a 2010 (estimativas relativas ao período intercensitário que vieram substituir a série de estimativas anuais provisórias da população residente para o mesmo período). Estas estimativas incorporam os resultados definitivos dos Censos 2001 e dos Censos 2011. Estimativas anuais provisórias da população residente de 2011 e 2012. Estas estimativas, para o período pós-censitário, foram também calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2011. Com o objetivo de conciliar, em termos conceptuais e metodológicos, a série de estimativas anuais definitivas de população residente de 2001 a 2010 com a série de estimativas definitivas da população residente de 1991 a 2000, o INE procedeu ainda a uma revisão extraordinária desta ultima série de dados. As duas séries (1991 a 2000 e 2001 a 2010) passam a partilhar a mesma metodologia de cálculo e os mesmos pressupostos metodológicos no estabelecimento das populações de base. 1. Introdução O Inquérito ao Emprego é um inquérito trimestral, por amostragem e que recolhe informação que permite caracterizar o mercado de trabalho em Portugal, nomeadamente sobre a evolução e a composição da população empregada, desempregada e inativa. A população objeto de estudo desta operação estatística é o conjunto de pessoas residentes em alojamentos familiares no território nacional. Tratando-se de um inquérito baseado numa amostra da população, recorre-se à inferência estatística para obter valores para os totais da população. A passagem de características da amostra para a população é feita através do cálculo de estimativas, em que é associado um ponderador a cada indivíduo na amostra, tornando-o representativo do subconjunto da população com as mesmas características. O cálculo de ponderadores no âmbito do Inquérito ao Emprego é complexo e realizado em várias etapas. Neste processo, é utilizada informação externa ao Inquérito ao Emprego, nomeadamente estimativas mensais da população residente muito detalhadas (por sexo, idade – grupos quinquenais, região 3 de residência – NUTS II e agrupamentos de NUTS III) . Em face da existência de novas séries de estimativas da população residente, houve necessidade de proceder à atualização das populações de referência utilizadas no cálculo dos ponderadores do Inquérito ao Emprego. Esta atualização incidiu sobre as duas últimas séries de dados desta operação estatística, dando origem à revisão das estimativas anteriormente publicadas para os períodos do 3 Para maiores detalhes, consultar o Documento Metodológico do Inquérito ao Emprego, disponível em: http://smi.ine.pt/DocumentacaoMetodologica/Detalhes/1235. 4 Para maiores detalhes, consultar o Documento Metodológico das Estimativas Mensais de População Residente. 35 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 1º trimestre de 1998 ao 4º trimestre de 2010 e do 1º trimestre de 2011 ao 4º trimestre de 2013. empregada, desempregada e inativa com 15 e mais anos). Esta revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego pretendeu apenas torná-las consistentes com as estimativas da população residente mais atuais, não se tendo procedido a quaisquer outras alterações. Por esta razão, a quebra de série observada do 4º trimestre de 2010 para o 1º trimestre de 2011 mantém-se. Em geral, a reponderação não introduziu alterações significativas na evolução temporal dos principais indicadores do mercado de trabalho. Faz-se notar ainda que a atualização, a cada dez anos, das estimativas da população residente utilizadas no cálculo dos ponderadores do Inquérito ao Emprego é um procedimento habitual e obrigatório em todos os inquéritos às famílias, entre os quais se inclui o Inquérito ao Emprego, sempre que o impacto decorrente dessa atualização tenha dimensão estatística significativa. Este procedimento está previsto no Documento Metodológico e é recomendado pelo Eurostat. As séries retrospetivas revistas (trimestrais, do 1º trimestre de 1998 ao 4º trimestre de 2013; e anuais, de 1998 a 2013) estão disponíveis no Portal de Estatísticas Oficiais e nos ficheiros anexos a esta publicação e ao respetivo Destaque à Comunicação Social. As bases de microdados anonimizadas para investigadores, incorporando os novos ponderadores, estão igualmente disponíveis. De seguida, apresentam-se as principais conclusões da análise do impacto da revisão das estimativas da população residente nas estimativas do Inquérito ao Emprego, para os principais agregados do mercado de trabalho (população ativa, empregada, desempregada e inativa). Optou-se por conduzir a análise em termos dos valores médios anuais (médias dos quatro trimestres de cada ano), em vez dos valores trimestrais. 2. Principais conclusões Como indicado, a revisão das estimativas do Inquérito ao Emprego resulta apenas da necessidade de garantir consistência entre as estimativas da população residente mais atuais e as estimativas da população residente utilizadas no processo de cálculo de ponderadores desta operação estatística. A análise das diferenças entre as estimativas do Inquérito ao Emprego revistas e as publicadas anteriormente, para o período de 1998 a 2013, revela uma mudança de sinal nos impactos em 2003, como se descreve nos pontos seguintes. No período em análise, há revisões em alta para a generalidade dos indicadores considerados (população total com 15 e mais anos, ativa e empregada) até 2002 e revisões em baixa desde 2003 (população total com 15 e mais anos, ativa, empregada e desempregada). A população inativa com 15 e mais anos é revista em alta em praticamente todo o período. As maiores revisões em baixa/alta, no segundo período indicado, ocorreram sobretudo nos três últimos anos (população ativa, No último ano para o qual foram divulgados dados do Inquérito ao Emprego (2013), as revisões foram as seguintes: População total:- 50,0 mil pessoas na série de dados revista (-0,5%). População total com 15 e mais anos: -35,7 mil (-0,4%). População ativa: -104,8 mil (-1,9%). População empregada: -84,1 mil (-1,9%). População desempregada: -20,7 mil (-2,4%). População inativa: +54,7 mil (+1,1%). População inativa com 15 e mais anos: +69,0 mil (+1,9%). Taxa de atividade (15 e mais anos): -0,9 p.p.. Taxa de emprego (15 e mais anos): -0,7 p.p.. Taxa de desemprego: -0,1 p.p.. Taxa de inatividade (15 e mais anos): +0,9 p.p.. Regiões NUTS II (NUTS 2002): nas séries revistas, a população com 15 e mais anos é menor nas regiões Norte (25,9 mil; 0,8%), Centro (43,2 mil; 2,1%) e Lisboa (3,4 mil; 0,1%) e maior nas restantes, sobretudo na Região Autónoma da Madeira (16,4 mil; 8,0%) e no Alentejo (11,6 mil; 1,8%). 3. Revisão das estimativas da população total (Quadro 1 do anexo) A observação do Gráfico 1 permite concluir que a série revista da população residente apresenta, no período intercensitário, um crescimento anual acumulado inferior ao da série da população residente anteriormente publicada. Por esta razão, para uma grande parte do período em análise nesta nota, procedeu-se à revisão em baixa das populações de referência utilizadas no cálculo de ponderadores do Inquérito ao Emprego. Como é percetível nos Gráficos 1 e 2, a revisão da população residente em Portugal, de 1998 a 2013, pode ser separada em dois momentos. No primeiro, que finda em 2003 para a população total e em 2002 para a população total com 15 e mais anos, as estimativas revistas são superiores às publicadas, enquanto no segundo momento (período mais longo) as estimativas da população residente são revistas em baixa. 36 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Para uma análise mais aprofundada do impacto da revisão das estimativas da população residente, optou-se por cingir a análise ao ano de 2013. 3.1. População total A estimativa da população total residente em Portugal, em 2013, foi revista em menos 50,0 mil pessoas, o que corresponde a uma revisão de -0,5% da estimativa publicada anteriormente (Gráfico 1). mais a da população ativa (por definição, constituída por pessoas com 15 e mais anos) do que a da população inativa com 15 e mais anos (Gráfico 9), que é revista em mais 69,0 mil pessoas em 2013 (1,9%). Gráfico 2: Estimativas da população com 15 e mais anos (milhares de indivíduos; médias anuais) 9 100 40 9 000 20 8 900 A revisão em baixa da população total resultou de uma revisão em baixa da população ativa (menos 104,8 mil pessoas, em 2013), que mais do que compensou a revisão em alta da população inativa no mesmo ano (mais 54,7 mil pessoas inativas) (Quadro 2 do anexo). 8 800 0 8 700 -20 Refira-se ainda que o padrão de revisão da população total é idêntico ao da população total com 15 e mais anos (Gráfico 2), o que era expectável em virtude deste grupo etário representar cerca de 85% da população total. 8 200 8 600 8 500 -40 8 400 -60 8 300 -80 8 100 Diferenças (eixo dir.) 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 -100 Publicadas (eixo esq.) Revistas (eixo esq.) Gráfico 1: Estimativas da população total (milhares de indivíduos; médias anuais) 10 700 100 10 600 80 60 10 500 40 10 400 20 10 300 0 10 200 -20 -40 10 100 -60 10 000 -80 Diferenças (eixo dir.) 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 -120 2000 9 800 1999 -100 1998 9 900 Publicadas (eixo esq.) Revistas (eixo esq.) 4. Revisão das estimativas dos principais agregados do mercado de trabalho em Portugal (Quadros 2 a 5 do anexo) Como consequência do padrão de revisão da população total com 15 e mais anos, também as estimativas revistas dos principais agregados do mercado de trabalho podem ser analisadas em dois momentos distintos, excetuando as da população inativa. Nos Quadros 2 e 3 apresentam-se as estimativas publicadas e revistas, em níveis e em taxas, para o ano de 2013 e nos Quadros 4 e 5 desagregam-se essas estimativas por grupo etário. A análise apresentada nesta secção se restringe-se ao grupo etário das pessoas com 15 e mais anos, a idade mínima que constitui a mão-de-obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico. 3.2. População total com 15 e mais anos Em 2013, a estimativa revista da população total com 15 e mais anos corresponde a menos 35,7 mil pessoas residentes em Portugal, representando -0,4% da estimativa publicada (Gráfico 2). Este valor é resultado da revisão em baixa das estimativas da população total dos 25 aos 34 anos (-96,6 mil pessoas; -7,0%) e dos 35 aos 44 anos (-38,7 mil; -2,4%), conjugado com a revisão em alta das estimativas dos restantes grupos etários, de onde se destaca a revisão de mais 66,0 mil pessoas com 65 e mais anos (3,3%). No grupo etário constituído pelas pessoas dos 15 aos 64 anos (idade usualmente designada por idade ativa), a estimativa da população residente foi revista em menos 101,7 mil pessoas (-1,5%). À semelhança do que se verifica com a população total, a revisão da população total com 15 e mais anos influenciou 4.1. População ativa e taxa de atividade (15 e mais anos) Até 2002, à semelhança do verificado na população total com 15 e mais anos, as estimativas revistas da população ativa superam as estimativas publicadas. Após esse ano, as revisões são em baixa, como ocorre em 2013 com menos 104,8 mil pessoas ativas em relação à estimativa anteriormente publicada, uma revisão que corresponde a -1,9% desta última (Gráfico 3). Sendo composta pela população empregada (Gráfico 5) e pela população desempregada (Gráfico 7), a revisão da população ativa tem expressão, principalmente, na primeira componente, quer porque esta representa cerca de 84% daquela, quer porque as estimativas revistas da 37 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Diferenças (eixo dir.) 2013 2012 -1,0 2011 57 2010 -0,8 2009 58 2008 -0,6 2007 59 2006 -0,4 2005 60 2004 -0,2 2003 61 2002 0,0 2001 62 2000 0,2 1999 p.p. 1998 % 63 Publicadas (eixo esq.) 5 400 40 5 200 20 0 5 000 -20 4 800 -40 4 600 -60 4 400 -80 4 200 -100 4 000 -120 1998 Revistas (eixo esq.) Gráfico 5: Estimativas da população empregada (milhares de indivíduos; médias, anuais) Em 2013, a taxa de atividade revista é de 59,3%, um valor inferior ao anteriormente publicado em -0,9 p.p.. Esta Diferenças (eixo dir.) 2013 Gráfico 4: Estimativas da taxa de atividade 15 e mais anos (médias anuais) 2012 As revisões da taxa de atividade (15 e mais anos) são positivas (no máximo, 0,1 pontos percentuais, p.p.) ou nulas até 2001, sendo negativas desde então (Gráfico 4). A revisão da taxa de emprego é nula em 1998 e igual 0,1 p.p. em 1999 e 2000 (Gráfico 6). De 2001 em diante, a revisão é negativa e crescente, alcançando, em 2013, o valor de -0,7 p.p., ao qual corresponde uma taxa de emprego revista de 49,7%. Esta revisão reflete a verificada na taxa de emprego da população dos 15 aos 24 anos (-0,6 p.p.) e na dos 15 aos 64 anos (-0,5 p.p.), uma vez que as estimativas revistas dos restantes grupos etários igualam as estimativas publicadas (dos 45 aos 64 anos) ou diferem em ±0,1 p.p.. 2011 Numa análise por grupo etário, observa-se que as maiores revisões se concentram na população ativa dos 25 aos 34 anos (-86,0 mil pessoas ativas; -6,9%) e dos 35 aos 44 anos (-34,7 mil; -2,3%). Não obstante, as estimativas revistas do grupo dos 45 aos 64 anos (9,7 mil; 0,5%) e do constituído pelas pessoas ativas com 65 e mais anos (8,1 mil; 3,0%) superam as estimativas publicadas. Note-se ainda que a revisão da estimativa da população ativa dos 15 aos 64 anos (-112,8 mil; -2,2%) quase iguala a revisão da estimativa total da população ativa, por este grupo etário representar cerca de 95% deste agregado do mercado de trabalho. Assim, é também nos grupos etários dos 25 aos 34 anos (-69,2 mil pessoas empregadas; -6,8%) e dos 35 aos 44 anos (-30,8 mil; -2,4%) que se observam as maiores revisões da população empregada. De igual modo, os escalões constituídos pelas pessoas empregadas dos 45 aos 64 anos (10,6 mil; 0,6%) e com 65 e mais anos (8,0 mil; 3,0%) são os únicos com uma revisão positiva das estimativas, tendo o grupo etário dos 15 aos 64 anos um nível de revisão semelhante ao da população empregada total (-92,0 mil; -2,2%). 2010 2013 2012 2011 2010 Publicadas (eixo esq.) Revistas (eixo esq.) 2009 Diferenças (eixo dir.) 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 -140 2002 -120 4 800 2001 4 900 2000 -100 1999 -80 5 000 1998 5 100 Refletindo o padrão de revisão da população ativa, também as estimativas da população empregada são revistas em alta até ao ano de 2002 e em baixa de 2003 a 2013 (Gráfico 5). Neste último ano, a população empregada foi revista em menos 84,1 mil pessoas empregadas, uma revisão que corresponde percentualmente à ocorrida na população ativa (-1,9% da estimativa publicada). 2008 -60 2007 -40 5 200 2006 5 300 4.2. População empregada e taxa de emprego (15 e mais anos) 2005 -20 2004 0 5 400 2003 20 5 500 2002 40 5 600 2001 5 700 2000 Gráfico 3: Estimativas da população ativa (milhares de indivíduos; médias anuais) variação concentra-se na taxa de atividade da população com 15 a 24 anos (-0,7 p.p.), uma vez que, numa análise a uma casa decimal, as estimativas revistas dos restantes grupos etários igualam as estimativas publicadas. A taxa de atividade do grupo etário dos 15 aos 64 anos é revista em -0,6 p.p.. 1999 população desempregada são muito semelhantes às anteriormente publicadas. Publicadas (eixo esq.) Revistas (eixo esq.) 38 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Gráfico 6: Estimativas da taxa de emprego 15 e mais anos (médias anuais) % p.p. 60 0,2 58 0,0 56 54 -0,2 52 -0,4 50 48 -0,6 46 -0,8 2013 Gráfico 8: Estimativas da taxa de desemprego (médias anuais) 4.3. População desempregada e taxa de desemprego % 0,00 16 -0,05 14 12 -0,10 10 8 -0,15 6 4 -0,20 2 Gráfico 7: Estimativas da população desempregada (milhares de indivíduos; médias anuais) 1 000 Diferenças (eixo dir.) 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 -0,25 2001 0 1998 De forma semelhante aos agregados do mercado de trabalho anteriormente analisados, também as revisões da população desempregada apresentam dois períodos distintos. Com efeito, até 2002, as estimativas revistas da população desempregada igualam as estimativas publicadas ou diferem, no máximo, em menos de um milhar de pessoas (2001). De 2003 em diante, as estimativas revistas são inferiores às publicadas, mas muito próximas destas, como se verifica na quase sobreposição das curvas do Gráfico 7. p.p. 18 2000 2012 2011 2010 Publicadas (eixo esq.) Revistas (eixo esq.) O baixo grau da revisão das estimativas da população desempregada reflete-se também na taxa de desemprego, cuja revisão é nula na maioria dos anos em análise (Gráfico 8). Com efeito, a taxa de desemprego é apenas revista em cinco dos dezasseis anos, variando, no máximo, em -0,2 pontos percentuais (2012). Em 2013, a taxa de desemprego revista é de 16,2%, menos 0,1 p.p. que a estimativa anteriormente publicada, e a maior revisão observa-se no grupo etário dos 15 aos 24 anos (0,4 p.p.). Nos restantes escalões etários, as estimativas revistas são iguais às publicadas ou diferem em ±0,1 p.p., não havendo diferença entre a estimativa revista e a publicada da taxa de desemprego dos 15 aos 64 anos. 1999 Diferenças (eixo dir.) 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 44 dos 15 aos 64 anos é idêntica à da população desempregada total (-20,8 mil; -2,4%) por aquele representar cerca de 99,6% do total. Publicadas (eixo esq.) Revistas (eixo esq.) 5 900 0 800 -5 700 600 -10 500 -15 400 300 -20 200 -25 100 -30 Diferenças (eixo dir.) 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 0 Revistas (eixo esq.) Publicadas (eixo esq.) Em 2013, a população desempregada foi revista em menos 20,7 mil pessoas, o que corresponde a -2,4% da estimativa anteriormente publicada. A maior revisão ocorreu no grupo etário dos 25 aos 34 anos (-16,9 mil pessoas; -7,1%), um escalão que representa cerca de um quarto da população desempregada. A revisão para o grupo etário constituído pela população desempregada 4.4. População inativa e taxa de inatividade (15 e mais anos) A população inativa é o único dos principais agregados do mercado de trabalho em análise para o qual as estimativas revistas (de 1998 a 2013) são sempre superiores às publicadas, o que é replicado pela população inativa com 15 e mais anos (Gráfico 9). Em 2013, a população inativa com 15 e mais anos é revista em mais 69,0 mil pessoas, 1,9% acima da estimativa publicada. Aquele valor é totalmente influenciado pela revisão positiva de 57,9 mil pessoas inativas com idade igual ou superior a 65 anos, um grupo etário que representa quase metade da população inativa com 15 e mais anos. A estimativa da população inativa dos 15 aos 24 anos é, igualmente, revista em alta (19,4 mil pessoas inativas; 2,8%), enquanto a dos 25 aos 34 anos é revista em baixa (-10,5 mil; -7,5%). 39 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Gráfico 9: Estimativas da população inativa com 15 e mais anos (milhares de indivíduos; médias anuais) 80 3 700 70 3 600 60 50 3 500 40 3 400 30 20 3 300 10 3 200 0 -10 Diferenças (eixo dir.) 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 3 100 Revistas (eixo esq.) Publicadas (eixo esq.) A revisão da taxa de inatividade (15 e mais anos) é nula em 1998 e 2000 e negativa no ano de 1999 (-0,1 p.p.). Desde 2001, as revisões são positivas, alcançando o valor mais alto em 2013 (Gráfico 10). Nesse ano, a taxa de inatividade (15 e mais anos) revista é de 40,7%, um valor superior ao publicado em 0,9 p.p.. Numa análise a uma casa decimal, apenas a taxa de inatividade daqueles dos 15 aos 24 anos tem a sua estimativa revista em alta (0,7 p.p.), pois as referentes aos restantes escalões etários igualam as estimativas anteriormente publicadas. Não obstante, a estimativa da taxa de inatividade do grupo mais alargado, composto pela população dos 15 aos 64 anos, é revista em mais 0,6 pontos percentuais. 5. Revisão das estimativas dos principais agregados do mercado de trabalho por região NUTS II (NUTS 2002) (Quadros 6 e 7 do anexo) No ano de 2013, a estimativa da população total residente em Portugal foi revista em menos 50,0 mil pessoas. Como se observa no Gráfico 11, este valor resulta da revisão em baixa das estimativas da população residente nas três regiões mais populosas do país: Norte (-25,4 mil pessoas), Lisboa (-19,2 mil) e Centro (-43,9 mil). O padrão de revisão da população total com 15 e mais anos é semelhante, sendo que a estimativa revista em menos 35,7 mil pessoas em Portugal poderá ser explicada, principalmente, pela revisão em baixa das estimativas dessa população residente no Centro (-43,2 mil) e no Norte (-25,9 mil). Gráfico 11: Revisão das estimativas da população por região NUTS II (2002), 2013 (milhares de indivíduos) - 60 - 40 % p.p. Diferenças (eixo dir.) Revistas (eixo esq.) 2013 2012 2011 -0,20 2010 35 2009 0,00 2008 36 2007 0,20 2006 37 2005 0,40 2004 38 2003 0,60 2002 39 2001 0,80 2000 40 1999 1,00 1998 41 Publicadas (eixo esq.) 0 20 Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R. A. Açores R. A. Madeira População total Gráfico 10: Estimativas da taxa de inatividade 15 e mais anos (médias anuais) - 20 Portugal População total com 15 e mais anos De forma idêntica, a revisão em baixa da estimativa da população ativa em Portugal em 2013 decorre da revisão em baixa das estimativas da população ativa residente no Centro (-50,3 mil pessoas; -4,0%), no Norte (-47,6 mil; 2,5%) e em Lisboa (-13,8 mil; -1,0%). Não obstante, a maior revisão em termos relativos verifica-se na Região Autónoma da Madeira, com mais 5,9 mil pessoas ativas, que representam 4,6% da estimativa anteriormente publicada. Em todas as regiões, em 2013, as estimativas da taxa de atividade (15 e mais anos) foram revistas em baixa, com as maiores diferenças a observarem-se na Região Autónoma da Madeira (-2,0 p.p.), no Centro (-1.2 p.p.) e no Alentejo (-1,1 p.p.). Como anteriormente indicado, o padrão de revisão das estimativas da população empregada segue o da população ativa. Com efeito, a revisão da população empregada em Portugal em 2013 (-84,1 mil pessoas) poderá ser explicada pela revisão da população empregada residente no Centro (-41,8 mil pessoas; -3,8%), no Norte (-38,1 mil; -2,4%) e em Lisboa (-11,0 mil; -1,0%). De igual modo, apenas as estimativas da população empregada residente no Algarve (2,8 mil; 40 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 1,5%) e na Região Autónoma da Madeira (5,1 mil; 4,9%) foram revistas em alta. Nestas circunstâncias, também as revisões da taxa de emprego se assemelhem às revisões da taxa de atividade (15 e mais anos), com estimativas revistas inferiores às publicadas em todas as regiões. Gráfico 12: Revisão das estimativas dos principais agregados de trabalho por região NUTS II (2002), 2013 (milhares de indivíduos) - 90 - 60 - 30 0 30 60 90 Portugal Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R. A. Açores R. A. Madeira População empregada População desempregada População inativa com 15 e mais anos No que respeita à revisão das estimativas da população desempregada, em 2013, estas são, comparativamente, reduzidas (-20,7 mil pessoas desempregadas a nível nacional; -2,4%), fazendo-se notar mais no Norte (-9,5 mil pessoas; -2,9%), no Centro (-8,6 mil; -5,9%) e em Lisboa (-2,8 mil pessoas; -1,1%). No Alentejo, no Algarve, na Região Autónoma dos Açores e na Região Autónoma da Madeira, as diferenças entre as estimativas revistas e as publicadas são praticamente inexistentes em termos absolutos. Estes valores diminutos refletem-se na revisão da taxa de desemprego nacional de 2013 (-0,1 p.p.), um valor igual ao da revisão no Norte. A taxa de desemprego do Centro é a que apresenta a maior revisão (-0,3 p.p.), seguida do Algarve, da Região Autónoma da Madeira (0,2 p.p. em cada) e do Alentejo (0,1 p.p.; a única revisão positiva). As estimativas revistas da taxa de desemprego de Lisboa e da Região Autónoma dos Açores são iguais às estimativas anteriormente publicadas. Ao contrário das revisões havidas na população empregada e desempregada, as estimativas da população inativa (15 e mais anos) foram revistas em alta, em 2013, tanto a nível nacional (69,0 mil pessoas; 1,9%), como regional. As maiores revisões em nível foram observadas no Norte (21,7 mil; 1,8%), no Alentejo (12,6 mil; 4,6%) e em Lisboa (10,5 mil; 1,1%), mas a maior revisão percentual ocorreu na Região Autónoma da Madeira, com uma estimativa revista 13,6% superior à publicada (10,5 mil). Foi igualmente nesta última região que a taxa de inatividade (15 e mais anos) sofreu a maior revisão (2,0 p.p.). 41 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 6. Anexo Quadro 1: Estimativas publicadas e revistas da população total por grupo etário, 2013 Estimativas publicadas Estimativas revistas Diferenças Milhares de indivíduos População total (Inquérito ao Emprego) População com menos de 15 anos População com 15 e mais anos 15 a 24 anos 25 a 34 anos 35 a 44 anos 45 a 64 anos 65 e mais anos 15 a 64 anos 10 499,3 1 551,7 8 947,6 1 095,2 1 389,2 1 644,5 2 831,8 1 987,0 6 960,6 % 10 449,3 - 50,0 1 537,4 - 14,3 8 911,9 - 35,7 1 112,7 17,5 1 292,6 - 96,6 1 605,8 - 38,7 2 847,8 16,0 2 053,0 66,0 6 858,9 - 101,7 - 0,5 - 0,9 - 0,4 1,6 - 7,0 - 2,4 0,6 3,3 - 1,5 Quadro 2: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (níveis), 2013 Estimativas publicadas Estimativas revistas Diferenças Milhares de indivíduos % População com 15 e mais anos População ativa População empregada População desempregada População inativa 8 947,6 5 389,4 4 513,5 875,9 3 558,3 8 911,9 - 35,7 5 284,6 - 104,8 4 429,4 - 84,1 855,2 - 20,7 3 627,3 69,0 - 0,4 - 1,9 - 1,9 - 2,4 1,9 População dos 15 aos 64 anos População ativa População empregada População desempregada População inativa 6 960,6 5 122,6 4 250,0 872,6 1 838,0 6 858,9 - 101,7 - 1,5 5 009,8 - 112,8 - 2,2 4 158,0 - 92,0 - 2,2 851,8 - 20,8 - 2,4 1 849,1 11,1 0,6 Quadro 3: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (taxas), 2013 Estimativas publicadas Estimativas revistas % Diferenças p.p. Taxa de atividade (15 e mais anos) Taxa de atividade (15 a 64 anos anos) 60,2 73,6 59,3 73,0 -0,9 -0,6 Taxa de emprego (15 e mais anos) Taxa de emprego (15 a 64 anos) 50,4 61,1 49,7 60,6 -0,7 -0,5 Taxa de desemprego (15 e mais anos) Taxa de desemprego (15 a 64 anos) 16,3 17,0 16,2 17,0 -0,1 0,0 Taxa de inatividade (15 e mais anos) Taxa de inatividade (15 a 64 anos) 39,8 26,4 40,7 27,0 0,9 0,6 42 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Quadro 4: Revisão das estimativas dos principais agregados do mercado de trabalho por grupo etário, 2013 População ativa População empregada População desempregada População inativa Milhares de indivíduos População com 15 e mais anos 15 a 24 anos 25 a 34 anos 35 a 44 anos 45 a 64 anos 65 e mais anos 15 a 64 anos -104,8 -1,8 -86,0 -34,7 9,7 8,1 -112,8 -84,1 -2,6 -69,2 -30,8 10,6 8,0 -92,0 -20,7 0,8 -16,9 -3,7 69,0 19,4 -10,5 -4,0 6,3 57,9 11,1 -0,7 -20,8 % População com 15 e mais anos 15 a 24 anos 25 a 34 anos 35 a 44 anos 45 a 64 anos 65 e mais anos 15 a 64 anos -1,9 -0,5 -6,9 -2,3 0,5 3,0 -2,2 -1,9 -1,1 -6,8 -2,4 0,6 3,0 -2,2 -2,4 0,5 -7,1 -1,7 1,9 2,8 -7,5 -2,5 0,8 3,4 0,6 -0,3 -2,4 Nota: O grupo etário considerado na população desempregada é constituído pelas pessoas com 45 e mais anos. Quadro 5: Revisão das taxas de atividade, emprego, desemprego e inatividade por grupo etário, 2013 Taxa de atividade Taxa de emprego Taxa de desemprego Taxa de inatividade p.p. População com 15 e mais anos 15 a 24 anos 25 a 34 anos 35 a 44 anos 45 a 64 anos 65 e mais anos 15 a 64 anos -0,9 -0,7 0,0 0,0 0,0 0,0 -0,6 -0,7 -0,6 0,1 -0,1 0,0 -0,1 -0,5 -0,1 0,4 0,0 0,1 -0,1 0,0 0,9 0,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,6 Nota: O grupo etário considerado na população desempregada é constituído pelas pessoas com 45 e mais anos. 43 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Quadro 6: Revisão das estimativas dos principais agregados do mercado de trabalho por região NUTS II (NUTS 2002), 2013 População total (15 e mais anos) População ativa População empregada População desempregada População inativa (15 e mais anos) Milhares de indivíduos Portugal Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R. A. dos Açores R. A. da Madeira -35,8 -25,9 -43,2 -3,3 11,7 7,1 1,8 16,4 -104,8 -47,6 -50,3 -13,8 -0,9 2,5 -0,3 5,9 -84,1 -38,1 -41,8 -11,0 -0,8 2,8 -0,3 5,1 -20,7 -9,5 -8,6 -2,8 -0,1 -0,2 -0,1 0,7 69,0 21,7 7,1 10,5 12,6 4,6 2,1 10,5 -2,4 -2,9 -5,9 -1,1 -0,2 -0,5 -0,5 3,0 1,9 1,8 0,9 1,1 4,6 3,2 2,5 13,6 % Portugal Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R. A. dos Açores R. A. da Madeira -0,5 -0,7 -1,9 -0,7 2,0 1,3 0,5 6,8 -1,9 -2,5 -4,0 -1,0 -0,3 1,1 -0,3 4,6 -1,9 -2,4 -3,8 -1,0 -0,3 1,5 -0,3 4,9 Quadro 7: Revisão das das taxas de atividade, emprego, desemprego e inatividade por região NUTS II (NUTS 2002), 2013 Taxa de atividade (15 e Taxa de emprego (15 e mais anos) mais anos) Taxa de desemprego Taxa de inatividade (15 e mais anos) p.p. Portugal Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R. A. dos Açores R. A. da Madeira -0,9 -1,0 -1,2 -0,5 -1,1 -0,5 -0,7 -2,0 -0,7 -0,8 -0,9 -0,4 -1,0 -0,2 -0,5 -1,5 -0,1 -0,1 -0,3 0,0 0,1 -0,2 0,0 -0,2 0,9 1,0 1,2 0,5 1,1 0,5 0,7 2,0 44 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Quadro 8: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (níveis) - séries completas População com 15 e mais anos Estimativas publicadas Estimativas revistas População ativa Diferenças Estimativas publicadas Estimativas revistas População empregada Diferenças Estimativas publicadas Estimativas revistas População desempregada Diferenças Estimativas publicadas Estimativas revistas População inativa com 15 e mais anos Diferenças Estimativas publicadas Estimativas revistas Diferenças Milhares de indivíduos 1998 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 1999 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2000 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2001 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2002 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2003 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2004 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2005 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 444,9 420,7 434,4 452,1 472,3 505,0 478,4 492,9 513,6 535,1 576,7 547,6 563,8 585,9 609,7 654,0 627,0 641,6 662,8 684,7 723,5 696,7 710,3 731,5 755,4 800,1 773,1 787,1 809,4 830,9 862,5 840,8 852,0 869,3 888,1 912,2 893,9 903,2 918,0 933,9 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 453,0 426,1 442,0 460,6 483,3 520,6 488,9 508,7 531,2 553,5 608,6 568,3 595,9 623,6 646,8 687,4 661,3 678,1 696,9 713,5 741,0 721,2 734,2 748,1 760,4 779,6 767,1 775,6 783,5 792,2 805,8 795,0 800,6 809,5 818,3 828,0 816,1 821,8 832,0 842,1 8,1 5,4 7,6 8,5 11,0 15,6 10,5 15,8 17,6 18,4 31,9 20,7 32,1 37,7 37,1 33,4 34,3 36,5 34,1 28,8 17,5 24,5 23,9 16,6 5,0 - 20,5 - 6,0 - 11,5 - 25,9 - 38,7 - 56,7 - 45,8 - 51,4 - 59,8 - 69,8 - 84,2 - 77,8 - 81,4 - 86,0 - 91,8 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 095,7 093,7 098,1 083,3 107,6 136,1 118,2 135,3 145,3 145,8 226,4 198,8 196,2 254,2 256,3 325,2 304,8 303,5 333,6 359,0 407,8 367,4 400,8 438,0 425,1 460,3 450,3 451,1 465,7 474,0 487,8 454,4 471,9 501,3 523,6 544,9 507,0 531,3 559,9 581,1 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 100,1 096,4 102,7 087,7 113,8 151,4 131,7 152,9 161,9 159,3 247,3 216,9 217,7 277,9 276,6 342,4 325,8 323,4 349,7 370,5 414,3 382,5 411,4 442,2 421,0 433,8 439,5 432,8 433,8 429,2 421,4 404,1 412,3 428,4 440,7 461,4 435,7 453,3 472,7 483,9 4,4 2,7 4,6 4,4 6,2 15,3 13,5 17,6 16,6 13,5 20,9 18,1 21,5 23,7 20,3 17,2 21,0 19,9 16,1 11,5 6,5 15,1 10,6 4,2 - 4,1 - 26,5 - 10,8 - 18,3 - 31,9 - 44,8 - 66,4 - 50,3 - 59,6 - 72,9 - 82,9 - 83,5 - 71,3 - 78,0 - 87,2 - 97,2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 843,8 798,0 867,3 846,7 863,0 910,3 875,9 905,7 929,2 930,6 020,9 972,1 002,6 047,6 061,2 111,7 085,2 100,6 122,4 138,5 137,3 131,8 157,7 164,2 095,5 118,0 105,3 117,7 130,5 118,3 122,8 107,2 124,6 125,5 133,9 122,6 094,4 132,0 130,0 133,8 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 848,4 800,1 871,7 851,6 870,1 925,7 889,9 923,2 945,6 944,4 041,3 989,8 024,0 070,5 081,0 128,2 105,3 119,6 137,7 150,0 143,8 146,9 168,1 168,5 091,8 093,4 095,3 099,7 101,0 077,8 062,3 061,1 070,4 059,9 057,9 047,3 029,4 060,9 051,7 047,3 4,6 2,1 4,4 4,9 7,1 15,4 14,0 17,5 16,4 13,8 20,4 17,7 21,4 22,9 19,8 16,5 20,1 19,0 15,3 11,5 6,5 15,1 10,4 4,3 - 3,7 - 55,7 - 10,0 - 18,0 - 29,5 - 40,5 - 60,5 - 46,1 - 54,2 - 65,6 - 76,0 - 75,3 - 65,0 - 71,1 - 78,3 - 86,5 251,9 295,7 230,8 236,6 244,5 225,8 242,3 229,6 216,1 215,2 205,5 226,8 193,6 206,6 195,1 213,5 219,6 202,9 211,2 220,5 270,5 235,6 243,1 273,8 329,6 342,3 345,0 333,4 335,2 355,6 365,0 347,2 347,3 375,9 389,7 422,3 412,6 399,3 429,9 447,3 251,8 296,3 231,0 236,1 243,7 225,7 241,8 229,7 216,3 214,9 206,0 227,1 193,7 207,4 195,6 214,2 220,4 203,8 212,0 220,5 270,5 235,5 243,3 273,7 329,2 340,4 344,3 333,1 332,8 351,5 359,1 342,9 341,9 368,6 382,9 414,1 406,2 392,4 421,0 436,6 - 0,1 0,6 0,2 - 0,5 - 0,8 - 0,1 - 0,5 0,1 0,2 - 0,3 0,5 0,3 0,1 0,8 0,5 0,7 0,8 0,9 0,8 0,0 0,0 - 0,1 0,2 - 0,1 - 0,4 - 1,9 - 0,7 - 0,3 - 2,4 - 4,1 - 5,9 - 4,3 - 5,4 - 7,3 - 6,8 - 8,2 - 6,4 - 6,9 - 8,9 - 10,7 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 336,0 311,4 322,0 358,2 352,4 357,6 349,6 347,5 356,9 376,3 338,3 336,6 355,3 318,2 343,3 318,8 312,1 325,7 319,6 317,6 307,3 318,2 300,3 288,3 322,7 330,1 313,9 324,0 333,1 349,5 370,1 378,2 374,4 363,7 364,0 367,4 386,9 371,9 358,1 352,8 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 339,9 314,4 325,3 362,5 357,2 358,0 346,4 346,0 358,2 381,3 349,3 339,2 365,9 332,2 360,0 335,1 325,5 342,3 337,6 334,9 318,5 327,7 313,6 300,7 332,0 336,2 318,7 330,9 339,3 355,6 380,0 383,0 382,7 376,9 377,2 366,6 380,4 368,5 359,3 358,2 3,9 3,0 3,3 4,3 4,8 0,4 - 3,2 - 1,5 1,3 5,0 11,0 2,6 10,6 14,0 16,7 16,3 13,4 16,6 18,0 17,3 11,2 9,5 13,3 12,4 9,3 6,1 4,8 6,9 6,2 6,1 9,9 4,8 8,3 13,2 13,2 - 0,8 - 6,5 - 3,4 1,2 5,4 (continua) 45 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Quadro 8: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (níveis) - séries completas (continuação) População com 15 e mais anos Estimativas publicadas 2006 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2007 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2008 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2009 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2010 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2011 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2012 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2013 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 8 8 8 8 8 945,5 929,7 938,5 950,9 962,9 969,6 959,2 964,3 973,1 981,6 998,1 988,4 993,4 001,4 009,2 023,3 012,6 018,5 027,0 035,1 021,4 014,6 017,9 023,7 029,3 037,2 030,1 033,6 039,7 045,5 011,5 013,9 011,1 011,0 010,1 947,6 961,5 950,9 943,9 934,2 Estimativas revistas 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8 859,8 845,7 854,6 864,3 874,7 893,0 876,9 887,8 899,1 908,3 921,5 909,8 917,2 926,0 932,9 941,2 930,4 936,4 945,0 952,9 965,4 955,0 961,1 968,6 977,0 970,5 969,4 969,7 971,7 971,1 947,5 955,1 949,8 946,1 939,0 911,9 922,5 916,8 909,5 898,7 População ativa Diferenças - 85,7 84,0 83,9 86,6 88,2 76,6 82,3 76,5 74,0 73,3 76,6 78,6 76,2 75,4 76,3 82,1 82,2 82,1 82,0 82,2 56,0 59,6 56,8 55,1 52,3 66,7 60,7 63,9 68,0 74,4 64,0 58,8 61,3 64,9 71,1 35,7 39,0 34,1 34,4 35,5 Estimativas publicadas 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 587,3 556,6 586,4 604,7 601,4 618,3 605,6 595,1 644,7 627,7 624,9 618,0 638,0 629,5 613,9 582,7 594,8 583,9 565,3 586,8 580,7 600,8 581,4 573,0 567,7 543,2 554,8 568,0 543,4 506,5 494,8 481,7 515,2 527,2 455,0 389,4 385,4 391,6 392,2 388,2 Estimativas revistas 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 499,6 476,9 501,7 514,4 505,5 533,1 521,3 513,8 557,8 539,7 534,6 530,9 549,8 538,8 518,8 486,1 501,9 489,2 467,4 485,8 489,7 513,3 490,8 481,9 472,7 428,3 448,2 458,1 428,0 378,7 382,6 379,9 406,0 411,4 333,1 284,6 281,4 290,9 289,3 276,8 População empregada Diferenças - 87,7 79,7 84,7 90,3 95,9 85,2 84,3 81,3 86,9 88,0 90,3 87,1 88,2 90,7 95,1 96,6 92,9 94,7 97,9 - 101,0 - 91,0 - 87,5 - 90,6 - 91,1 - 95,0 - 114,9 - 106,6 - 109,9 - 115,4 - 127,8 - 112,2 - 101,8 - 109,2 - 115,8 - 121,9 - 104,8 - 104,0 - 100,7 - 102,9 - 111,4 População desempregada Estimativas Estimativas Diferenças publicadas revistas Milhares de indivíduos 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 159,5 126,9 180,8 187,3 142,8 169,7 135,7 154,6 200,3 188,2 197,8 191,0 228,1 195,8 176,3 054,1 099,1 076,2 017,5 023,5 978,2 008,7 991,6 963,6 948,8 837,0 866,0 893,0 853,7 735,4 634,7 662,5 688,2 656,3 531,8 513,5 433,2 505,6 553,6 561,5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 079,0 054,2 103,0 102,9 056,1 092,5 059,4 081,2 122,2 107,2 116,6 112,1 149,0 115,7 089,6 968,6 016,7 992,5 931,2 934,2 898,4 931,3 910,8 884,5 867,1 740,1 775,0 799,4 753,5 632,5 546,9 583,3 602,7 564,4 437,1 429,4 354,6 424,6 469,4 468,9 - 80,5 72,7 77,8 84,4 86,7 77,2 76,3 73,4 78,1 81,0 81,2 78,9 79,1 80,1 86,7 85,5 82,4 83,7 86,3 89,3 79,8 77,4 80,8 79,1 81,7 96,9 91,0 93,6 - 100,2 - 102,9 - 87,8 - 79,2 - 85,5 - 91,9 - 94,7 - 84,1 - 78,6 - 81,0 - 84,2 - 92,6 Estimativas publicadas 427,8 429,7 405,6 417,4 458,6 448,6 469,9 440,5 444,4 439,5 427,1 427,0 409,9 433,7 437,6 528,6 495,8 507,7 547,7 563,3 602,6 592,2 589,8 609,4 619,0 706,1 688,9 675,0 689,6 771,0 860,1 819,3 826,9 870,9 923,2 875,9 952,2 886,0 838,6 826,7 Estimativas revistas 420,6 422,7 398,7 411,5 449,4 440,6 461,9 432,6 435,5 432,5 418,0 418,8 400,9 423,0 429,1 517,4 485,2 496,8 536,2 551,6 591,2 582,0 579,9 597,4 605,5 688,2 673,2 658,7 674,5 746,2 835,7 796,7 803,3 847,0 896,0 855,2 926,8 866,3 819,9 808,0 População inativa com 15 e mais anos Diferenças - 7,2 7,0 6,9 5,9 9,2 8,0 8,0 7,9 8,9 7,0 9,1 8,2 9,0 - 10,7 - 8,5 - 11,2 - 10,6 - 10,9 - 11,5 - 11,7 - 11,4 - 10,2 - 9,9 - 12,0 - 13,5 - 17,9 - 15,7 - 16,3 - 15,1 - 24,8 - 24,4 - 22,6 - 23,6 - 23,9 - 27,2 - 20,7 - 25,4 - 19,7 - 18,7 - 18,7 Estimativas publicadas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 358,2 373,1 352,1 346,2 361,5 351,3 353,6 369,2 328,5 353,9 373,2 370,4 355,4 371,8 395,3 440,6 417,8 434,6 461,7 448,3 440,6 413,7 436,5 450,7 461,6 494,1 475,2 465,6 496,3 539,1 516,7 532,2 495,9 483,7 555,1 558,3 576,0 559,3 551,7 546,0 Estimativas revistas 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 360,2 368,8 352,9 349,9 369,2 359,9 355,6 374,0 341,3 368,6 386,9 378,9 367,4 387,3 414,1 455,1 428,5 447,1 477,6 467,1 475,8 441,7 470,4 486,7 504,3 542,2 521,2 511,6 543,7 592,4 564,9 575,2 543,8 534,7 605,9 627,3 641,1 625,9 620,2 621,9 Diferenças 2,0 - 4,3 0,8 3,7 7,7 8,6 2,0 4,8 12,8 14,7 13,7 8,5 12,0 15,5 18,8 14,5 10,7 12,5 15,9 18,8 35,2 28,0 33,9 36,0 42,7 48,1 46,0 46,0 47,4 53,3 48,2 43,0 47,9 51,0 50,8 69,0 65,1 66,6 68,5 75,9 46 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Quadro 9: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (taxas) - séries completas Taxa de atividade (15 e mais anos) Estimativas publicadas Estimativas revistas % 1998 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 1999 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2000 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2001 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2002 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2003 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2004 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2005 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 60,3 60,5 60,4 60,1 60,3 60,4 60,4 60,5 60,4 60,3 60,9 60,8 60,7 61,2 61,1 61,5 61,5 61,4 61,6 61,7 62,0 61,7 62,0 62,3 62,0 62,0 62,1 62,0 62,0 62,0 61,9 61,7 61,8 62,0 62,1 62,2 61,9 62,1 62,3 62,5 Taxa de emprego (15 e mais anos) Diferenças Estimativas revistas % p.p. 60,3 60,5 60,4 60,1 60,3 60,5 60,5 60,6 60,5 60,3 61,0 60,9 60,7 61,2 61,0 61,5 61,5 61,3 61,5 61,6 61,9 61,7 62,0 62,2 61,9 61,9 62,0 61,9 61,9 61,8 61,6 61,4 61,5 61,6 61,7 61,9 61,7 61,8 62,0 62,0 Estimativas publicadas 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,1 0,1 0,0 0,0 -0,1 0,0 0,0 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 0,0 0,0 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 -0,2 -0,3 -0,3 -0,3 -0,4 -0,4 -0,3 -0,2 -0,3 -0,3 -0,5 57,4 57,0 57,7 57,3 57,4 57,7 57,5 57,8 57,9 57,8 58,5 58,2 58,4 58,8 58,8 59,1 58,9 59,0 59,1 59,2 58,9 59,0 59,2 59,1 58,2 58,2 58,2 58,2 58,2 58,0 57,8 57,8 57,9 57,8 57,8 57,5 57,3 57,6 57,5 57,5 Taxa de desemprego Diferenças Estimativas revistas % p.p. 57,4 57,0 57,7 57,3 57,4 57,8 57,6 57,9 58,0 57,8 58,6 58,2 58,4 58,8 58,8 59,0 58,9 59,0 59,1 59,1 58,8 59,0 59,2 59,1 58,1 58,0 58,1 58,1 58,1 57,8 57,5 57,5 57,6 57,4 57,4 57,2 57,0 57,4 57,2 57,1 Estimativas publicadas 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 -0,1 0,0 0,0 0,0 -0,1 -0,1 0,0 0,0 0,0 -0,1 -0,2 -0,1 -0,1 -0,1 -0,2 -0,3 -0,3 -0,3 -0,4 -0,4 -0,3 -0,3 -0,2 -0,3 -0,4 4,9 5,8 4,5 4,7 4,8 4,4 4,7 4,5 4,2 4,2 3,9 4,4 3,7 3,9 3,7 4,0 4,1 3,8 4,0 4,1 5,0 4,4 4,5 5,0 6,1 6,3 6,3 6,1 6,1 6,5 6,7 6,4 6,3 6,8 7,1 7,6 7,5 7,2 7,7 8,0 Taxa de inatividade (15 e mais anos) Diferenças Estimativas revistas % p.p. 4,9 5,8 4,5 4,6 4,8 4,4 4,7 4,5 4,2 4,2 3,9 4,4 3,7 3,9 3,7 4,0 4,1 3,8 4,0 4,1 5,0 4,4 4,5 5,0 6,1 6,3 6,3 6,1 6,1 6,5 6,6 6,3 6,3 6,8 7,0 7,6 7,5 7,2 7,7 8,0 Estimativas publicadas 0,0 0,0 0,0 -0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 -0,1 -0,1 0,0 0,0 -0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 39,5 39,3 39,4 39,7 39,6 39,5 39,5 39,4 39,4 39,6 38,9 39,0 39,2 38,6 38,8 38,3 38,4 38,5 38,3 38,2 37,9 38,2 37,9 37,7 38,0 37,8 37,8 37,8 37,8 37,9 38,0 38,2 38,1 37,9 37,8 37,8 38,1 37,9 37,7 37,5 Diferenças p.p. 39,5 39,3 39,4 39,7 39,6 39,4 39,4 39,3 39,4 39,5 38,9 39,0 39,2 38,6 38,9 38,4 38,4 38,5 38,4 38,3 38,0 38,2 37,9 37,7 38,0 38,0 37,9 38,0 38,0 38,2 38,4 38,5 38,4 38,3 38,3 38,1 38,3 38,2 38,0 38,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 -0,1 -0,1 -0,1 0,0 -0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1 0,1 0,0 0,0 0,1 0,1 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,2 0,1 0,2 0,2 0,3 0,4 0,3 0,3 0,4 0,5 0,3 0,2 0,3 0,3 0,5 (continua) 47 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 Quadro 9: Estimativas publicadas e revistas dos principais agregados do mercado de trabalho (taxas) - séries completas (continuação) Taxa de atividade (15 e mais anos) Estimativas publicadas Estimativas revistas % 2006 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2007 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2008 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2009 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2010 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2011 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2012 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 2013 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre 62,5 62,2 62,5 62,6 62,5 62,6 62,6 62,4 62,9 62,7 62,5 62,5 62,7 62,5 62,3 61,9 62,1 61,9 61,7 61,8 61,9 62,1 61,9 61,8 61,7 61,3 61,5 61,6 61,3 60,9 61,0 60,8 61,2 61,3 60,5 60,2 60,1 60,2 60,3 60,3 Taxa de emprego (15 e mais anos) Diferenças Estimativas revistas % p.p. 62,1 61,9 62,1 62,2 62,0 62,2 62,2 62,0 62,5 62,2 62,0 62,1 62,2 62,1 61,8 61,4 61,6 61,4 61,1 61,3 61,2 61,6 61,3 61,1 61,0 60,5 60,7 60,9 60,5 60,0 60,2 60,1 60,4 60,5 59,7 59,3 59,2 59,3 59,4 59,3 Estimativas publicadas -0,4 -0,3 -0,4 -0,4 -0,5 -0,4 -0,4 -0,4 -0,4 -0,5 -0,5 -0,4 -0,5 -0,4 -0,5 -0,5 -0,5 -0,5 -0,6 -0,5 -0,7 -0,5 -0,6 -0,7 -0,7 -0,8 -0,8 -0,7 -0,8 -0,9 -0,8 -0,7 -0,8 -0,8 -0,8 -0,9 -0,9 -0,9 -0,9 -1,0 57,7 57,4 58,0 58,0 57,4 57,6 57,3 57,5 58,0 57,8 57,8 57,8 58,1 57,7 57,5 56,0 56,6 56,3 55,6 55,6 55,2 55,6 55,4 55,0 54,8 53,5 53,9 54,2 53,7 52,4 51,4 51,7 52,0 51,7 50,3 50,4 49,5 50,3 50,9 51,1 Taxa de desemprego Diferenças Estimativas revistas % p.p. 57,3 57,1 57,6 57,6 57,0 57,3 57,0 57,2 57,6 57,3 57,4 57,4 57,7 57,3 57,0 55,6 56,2 55,9 55,1 55,1 54,6 55,1 54,8 54,5 54,2 52,8 53,2 53,5 53,0 51,6 50,8 51,2 51,4 51,0 49,6 49,7 48,8 49,6 50,2 50,2 Estimativas publicadas -0,4 -0,3 -0,4 -0,4 -0,4 -0,3 -0,3 -0,3 -0,4 -0,5 -0,4 -0,4 -0,4 -0,4 -0,5 -0,4 -0,4 -0,4 -0,5 -0,5 -0,6 -0,5 -0,6 -0,5 -0,6 -0,7 -0,7 -0,7 -0,7 -0,8 -0,6 -0,5 -0,6 -0,7 -0,7 -0,7 -0,7 -0,7 -0,7 -0,9 7,7 7,7 7,3 7,4 8,2 8,0 8,4 7,9 7,9 7,8 7,6 7,6 7,3 7,7 7,8 9,5 8,9 9,1 9,8 10,1 10,8 10,6 10,6 10,9 11,1 12,7 12,4 12,1 12,4 14,0 15,7 14,9 15,0 15,8 16,9 16,3 17,7 16,4 15,6 15,3 Taxa de inatividade (15 e mais anos) Diferenças Estimativas revistas % p.p. 7,6 7,7 7,2 7,5 8,2 8,0 8,4 7,8 7,8 7,8 7,6 7,6 7,2 7,6 7,8 9,4 8,8 9,0 9,8 10,1 10,8 10,6 10,6 10,9 11,1 12,7 12,4 12,1 12,4 13,9 15,5 14,8 14,9 15,7 16,8 16,2 17,5 16,4 15,5 15,3 Estimativas publicadas -0,1 0,0 -0,1 0,1 0,0 0,0 0,0 -0,1 -0,1 0,0 0,0 0,0 -0,1 -0,1 0,0 -0,1 -0,1 -0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 -0,1 -0,2 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 -0,2 0,0 -0,1 0,0 37,5 37,8 37,5 37,4 37,5 37,4 37,4 37,6 37,1 37,3 37,5 37,5 37,3 37,5 37,7 38,1 37,9 38,1 38,3 38,2 38,1 37,9 38,1 38,2 38,3 38,7 38,5 38,4 38,7 39,1 39,0 39,2 38,8 38,7 39,5 39,8 39,9 39,8 39,7 39,7 Diferenças p.p. 37,9 38,1 37,9 37,8 38,0 37,8 37,8 38,0 37,5 37,8 38,0 37,9 37,8 37,9 38,2 38,6 38,4 38,6 38,9 38,7 38,8 38,4 38,7 38,9 39,0 39,5 39,3 39,1 39,5 40,0 39,8 39,9 39,6 39,5 40,3 40,7 40,8 40,7 40,6 40,7 0,4 0,3 0,4 0,4 0,5 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 0,4 0,5 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,5 0,7 0,5 0,6 0,7 0,7 0,8 0,8 0,7 0,8 0,9 0,8 0,7 0,8 0,8 0,8 0,9 0,9 0,9 0,9 1,0 48 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 7. LISTA DOS “TEMA EM ANÁLISE” JÁ PUBLICADOS NAS ESTATÍSTICAS DO EMPREGO 1º trimestre de 2006 2º trimestre de 2006 3º trimestre de 2006 4º trimestre de 2006 1º trimestre de 2007 2º trimestre de 2007 3º trimestre de 2007 4º trimestre de 2007 1º trimestre de 2008 2º trimestre de 2008 3º trimestre de 2008 4º trimestre de 2008 1º trimestre de 2009 2º trimestre de 2009 3º trimestre de 2009 4º trimestre de 2009 O Inquérito ao Emprego: o que é e para que serve? Maria José Correia e Francisco Lima A avaliação do desemprego pelo Inquérito ao Emprego Maria José Correia e Francisco Lima Medidas alternativas à taxa de desemprego oficial: a consideração dos inativos desencorajados e do subemprego visível Sónia Torres Fluxos trimestrais de indivíduos entre estados no mercado de trabalho Sónia Torres Os módulos ad hoc do Inquérito ao Emprego. Principais resultados do módulo ad hoc de 2005 – Conciliação da vida profissional com a vida familiar Sónia Torres A medida dos salários a partir do Inquérito ao Emprego Sónia Torres A operacionalização dos conceitos Empregado e Desempregado no Inquérito ao Emprego Maria José Correia e Ana Neves População empregada e desempregada por nível de escolaridade – breve análise descritiva Sónia Torres A nova Classificação Portuguesa das Atividades Económicas (CAE-Rev. 3) no Inquérito ao Emprego Maria José Correia e Arminda Brites Taxas de desemprego mensais – Estimativas para Portugal Sónia Torres As horas trabalhadas em Portugal – Análise de 1998 a 2007 Sónia Torres O emprego de pessoas com deficiência – uma breve análise do módulo ad hoc de 2002 Francisco Lima e José Francisco António Transição do trabalho para a reforma – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2006 Sónia Torres Os Indicadores Estruturais e o Inquérito ao Emprego Sónia Torres A história das estatísticas do trabalho em Portugal – O papel do Inquérito ao Emprego Sónia Torres Situação dos migrantes e seus descendentes diretos no mercado de trabalho – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2008 Graça Magalhães 49 Estatísticas do Emprego – 1º trimestre de 2014 1º trimestre de 2010 2º trimestre de 2010 4º trimestre de 2010 1º trimestre de 2011 2º trimestre de 2011 3º trimestre de 2011 4º trimestre de 2011 A relação entre o nível de escolaridade e o mercado de trabalho em 2009 Francisco Lima Transição escola – mercado de trabalho: duração da procura do 1º emprego Francisco Lima e Susana Neves Taxas de desemprego mensais – Estimativas para Portugal – Parte II Sónia Torres Medida do impacto da alteração no modo de recolha da informação no Inquérito ao Emprego no 1º trimestre de 2011 Instituto Nacional de Estatística Acidentes de trabalho e problemas de saúde relacionados com o trabalho (ATPS 2007) – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2007 Eduarda Góis, Cristina Gonçalves e Maria dos Anjos Campos Conciliação da vida profissional com a vida familiar – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2010 Ana Neves e Francisco Lima Estimativas de fluxos trimestrais de indivíduos entre estados do mercado de trabalho obtidas a partir do Inquérito ao Emprego – Série 1998 Sónia Torres 2º trimestre de 2012 Indicadores suplementares do desemprego: três indicadores novos disponibilizados pelo INE 3º trimestre de 2012 O emprego das pessoas com deficiência – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2011 1º trimestre de 2013 O trabalho voluntário em 2012 2º trimestre de 2013 Transição da vida profissional para a reforma – Módulo ad hoc do Inquérito ao Emprego de 2012 3º trimestre de 2013 Sónia Torres Eduarda Góis, Cristina Ferreira e Francisco Lima Ana Cristina Ramos, Maria José Correia e Eduardo Pedroso Ana Neves e Maria Jesus Espinho Os jovens no mercado de trabalho – indicadores de medida em confronto Sónia Torres 50