COOPERATIVAS DE TRABALHO: UMA SOLUÇÃO PARA A QUALIFICAÇÃO DA MÃO-DE-OBRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL? João Amato Neto*, Sandra Rufino** Resumo As crescentes demandas de cooperativas de trabalho surgem - na economia brasileira - em resposta ao desemprego e ao próprio sistema capitalista lutando por uma melhor qualidade de vida dos trabalhadores. O cooperativismo não é apenas uma resposta aos problemas que os países vem enfrentando, mas também constitui uma estrutura sócio-econômica com base em outros valores e relações sociais, e em uma outra forma de organização da produção. Na Indústria da Construção Civil - assim como nos demais setores está havendo um aumento significativo do número de cooperativas de trabalho atuando no setor, que vem influenciando significativamente na forma de atuação e intervenção de sua mão-de-obra . Introdução Constituindo-se como alternativa de organização do trabalho e de produção, as cooperativas estão presentes de forma cada vez mais significativa na economia atual de vários países. Surgiram há mais de um século, a partir da experiência pioneira de Rochdale na Inglaterra de 1844, como uma resposta e oposição dos trabalhadores da indústria têxtil às formas capitalistas de produção. Atualmente, as diversas formas de cooperativas são consideradas muito importantes, tanto nos países desenvolvidos, quanto e, principalmente, nos países em desenvolvimento, “como forma de transição entre as comunidades (que respondem as necessidades psicossociológicas e econômicas, em fraternal atmosfera de entre-ajuda) e as complexas sociedades tecnoburocráticas, racionalmente constituídas” (PINHO, 1982). Os princípios a respeito da estrutura e do funcionamento das cooperativas de consumo, estavam inicialmente contidos nos estatutos da Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale. Tais princípios e valores passaram a se constituir, posteriormente, nos fundamentos da doutrina das cooperativista em todo o mundo, e diziam respeito à forma de governo da sociedade cooperativista mediante: eleição em assembléias gerais dos representantes dos associados; à livre adesão e demissão dos sócios; ao direito de apenas um voto por associado ( um homem, uma voz) ; ao pagamento de juros limitado ao capital; à distribuição dos ganhos proporcionalmente às compras efetuadas pelos associados, depois de descontadas as despesas de administração; etc. (PINHO, 1982). Todos estes tradicionais princípios do cooperativismo sofreram uma reformulação a partir no Congresso Internacional da ACI em Viena (1966), onde foram estabelecidos alguns princípios: adesão voluntária, um homem um voto, interesse limitado ao capital, repartir os excedentes segundo a atividade cooperativizada, promoção da educação entre os sócios e cooperação entre as cooperativas. Mais recentemente na declaração aprovada em 23 de setembro de 1995 pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), em Manchester, Reino Unido, foram propostas algumas modificações que podem ser resumidas em sete princípios: adesão voluntária e aberta; gestão democrática por parte dos sócios; participação econômica, autonomia e independência; educação, formação e informação; cooperação entre cooperativas; interesse pela comunidade. Há, portanto, nesta declaração de Manchester uma clara referência a valores. Os valores da cooperação se apresentam da seguinte maneira: as cooperativas estão baseadas nos valores de auto ajuda, responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Na tradição de seus fundadores, os sócios cooperativos respeitam os valores éticos da honestidade, da transparência, da responsabilidade e da vocação social. A peculiaridade da empresa cooperativa é a perda da hegemonia do capital; trata-se de uma empresa baseada no trabalho, na atividade realizada em comum, na pessoa, que é quem realiza a atividade. Abordada desta forma, a cooperativa pode ser entendida como uma empresa humana, em contraposição a empresa capitalista/mercantil. A explicitação dos valores éticos constitui-se em um fato relevante na declaração de Manchester, uma vez que se mostra oportuna a referência a valores tais como a transparência, de vital importância nas relações entre os sócios e a responsabilidade social, vinculada ao novo princípio cooperativo de interesse pela comunidade. Desta declaração retirou-se os sete princípios básicos (IRION, 1997): * Professor Titular do Departamento de Engenharia de Produção E.P.U.S.P. e-mail: [email protected] ** Professora do Departamento de Engenharia Civil - FESP, Doutoranda em Engenharia de Produção-USP e-mail: [email protected] 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Associação voluntária e aberta: Cooperativas são organizações voluntárias abertas a todas as pessoas aptas a usar seus serviços e dispostas a aceitar as responsabilidades de sócios, sem discriminação social, racial, política ou religiosa e de gênero; Controle democrático dos membros: As cooperativas são organizações democráticas controladas por seus sócios, que participam ativamente no estabelecimento de suas políticas e na tomada de decisões. Homens e mulheres, eleitos como representantes, são responsáveis para com os sócios. Nas cooperativas singulares, os sócios têm igualdade na votação (um sócio, um voto); as cooperativas de outros graus são também organizadas de maneira democrática; Participação econômica dos membros: Os sócios contribuem de forma eqüitativa e controlam democraticamente o capital de suas cooperativas. Parte desse capital é propriedade comum das cooperativas. Usualmente os sócios recebem juros limitados (se houver algum) sobre o capital, como condição de sociedade. Os sócios destinam as sobras aos seguintes propósitos: desenvolvimento das cooperativas, possibilitando a formação de reservas, parte dessas podendo ser indivisíveis; retorno aos sócios na proporção de suas transações com as cooperativas e apoio a outras atividades que forem aprovadas pelo sócios; Autonomia e independência: As cooperativas são organizações autônomas para ajuda mútua, controladas por seus membros. Entretanto, em havendo acordo operacional com outras entidades, inclusive governamentais, ou recebendo capital de origem externa, elas devem fazê-lo em termos que preservem o seu controle democrático pelos sócios e mantenham sua autonomia; Educação, treinamento e informação: As cooperativas proporcionam educação e treinamento para os sócios, dirigentes eleitos, administradores e funcionários, de modo a contribuir efetivamente para o seu desenvolvimento. Eles deverão informar o público em geral, particularmente os jovens e os líderes formadores de opinião, sobre a natureza e os benefícios da cooperação; Cooperação entre cooperativas: As cooperativas atendem seus sócios mais efetivamente e fortalecem o movimento cooperativo trabalhando juntas, por meio de estruturas locais, nacionais, regionais e internacionais; Preocupação com a comunidade: As cooperativas trabalham pelo desenvolvimento sustentável de suas comunidades, por meio de políticas aprovadas por seus membros. Os modelos de cooperativas Há, basicamente, três modelos cooperativistas, a partir dos quais são elaboradas as demais variações possíveis de cooperativas, desde as cooperativas especializadas no atendimento de necessidades econômicas específicas, até cooperativas mistas, que combinam dois ou mais tipos de cooperativas, e as cooperativas integrais, que se destinam ao atendimento das várias necessidades de seus sócios e de suas famílias, como é o caso dos Kibutzim em Israel. Os modelos são basicamente os seguintes: - modelo de consumo, que se destina, basicamente, a fornecer aos associados-usuários os gêneros alimentícios e bens de utilidade pessoal e doméstica a preços mais vantajosos do que as demais empresas; - modelo de produção, também conhecidas como cooperativas operárias de produção ou cooperativas de trabalhadores, as cooperativas de produção destinam-se, logicamente, à organização autônoma dos trabalhadores na produção de determinados bens; - e finalmente o modelo de crédito, que, em função das particularidades de cada região, apresentam diversos subtipos específicos, especialmente na Alemanha e na Itália. Cabe salientar, à titulo de exemplo, as que vêm obtendo maior êxito tem sido a organização dos chamados bancos populares. A experiência internacional Há no mundo atual, e especialmente em alguns países da Europa, um grande número de experiências bem sucedidas do movimento cooperativista. Apenas para citar alguns dos mais expressivos exemplos, pode-se comentar o caso do Complexo Cooperativo de Mondragón, no país basco (Espanha), dos kibutzim em Israel, e das cooperativas de produção, serviços, consumo e de crédito das várias regiões que compões a chamada Terceira Itália. No seu conjunto, tais cooperativas envolvem centenas de milhares de associados. A experiência das cooperativas no Brasil A partir das experiências históricas do cooperativismo na Europa do Século XIX, as cooperativas começaram a se difundir por todo o mundo. As primeiras cooperativas surgiram no Brasil já no final do Século XIX. Apesar da tradicional legislação associativista presente no meio rural brasileiro, foi no setor de consumo dos centros urbanos que surgiram as primeiras cooperativas no Brasil. As experiências pioneiras foram: a Associação Cooperativa dos Empregados da Companhia Telefônica na cidade de Limeira, no Estado de São Paulo em 1891; a Cooperativa Militar de Consumo no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, em 1894; a Cooperativa de Consumo de Camaragibe, em Pernambuco, em 1895 e a Cooperativa de Consumo dos Empregados da Cia. Paulista, na Cidade de Campinas, Estado de São Paulo, no ano de 1887. Só posteriormente é que o movimento cooperativista atingiu o meio rural, com as primeiras cooperativas agrícolas de Caxias do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul, já em 1902, e as cooperativas do plantadores de café, algodão, mandioca, arroz e milho, e de laticínios no Estado de Minas Gerais, a partir de 1907 (PINHO, 1982). A expansão da experiência cooperativista levou a criação de várias entidades que passaram a congregar as diversas cooperativas, dentre elas cabe destacar a Organização das cooperativas Brasileiras – OCB, como representante legal do sistema cooperativo nacional, criada em 1971, e, mais recentemente, a BRASCOP – Fundação Brasileira de Cooperativismo, que se propões a atuar como instrumento de prestação de serviços de consultoria técnica, auditoria e de capacitação/formação de recursos humanos, além de atuar na capacitação de recursos financeiros para as várias categorias de cooperativas no Brasil. Porém, o que se constata é que há uma grande atomização das cooperativas singulares, ou seja, cooperativas sem vínculo a qualquer entidade, federação ou centrais. Mesmo nas regiões Sul e Sudeste, onde a atuação das cooperativas é mais significativo (corresponde a 65% do total no país) o movimento confederativo das cooperativas ainda é inexpressivo. Apesar do seu pioneirismo no meio urbano, foi no setor rural, através da cooperativas agropecuárias, onde o movimento cooperativista mais se difundiu ao longo de todo este século, atingindo a década de 80 com aproximadamente 75% do número total de cooperativas no Brasil , seguida das cooperativas habitacionais vinculadas ao extinto Banco Nacional da Habitação-BNH, com cerca de 15% do total, e das cooperativas de crédito, registradas no Banco Central, representando o restante. Outra modalidade são as cooperativas de trabalho, que vem crescendo e tomando forma nos últimos anos (apesar de ainda não haver uma legislação explícita para dar suporte a este tipo de organização), em todos os setores (metalúrgico, têxtil, agroindústria, construção civil, etc). Nesta perspectiva, houve um aumento no número de cooperativas de trabalho de 24,5% no último ano, e 62% nos últimos 3 anos (OCB, 2000). Este crescimento vertiginoso nesses últimos anos é explicado pela conjuntura atual do país, onde a política austera do governo federal, e a globalização da economia aumentaram o índice de desemprego de uma forma geral. As cooperativas de trabalho As cooperativas de trabalho criam uma nova relação de serviço qualificado, na qual um profissional autônomo associado a uma cooperativa executa serviços, individualmente e com responsabilidade, serviços esses que foram negociados pela cooperativa, por delegação do associado. Em 1932, através do Decreto-lei n.º 22.232, foram instituídas no Brasil as cooperativas de trabalho, que eram assim definidas: “Art. 24 - São cooperativas de trabalho aquelas que, constituídas entre operários de uma determinada profissão ou ofício ou de ofícios vários de uma mesma classe, têm como finalidade primordial melhorar os salários e as condições de trabalho pessoal de seus associados e , dispensando a intervenção de um padrão ou empresário, se propõem contratar obras, tarefas, trabalhos ou serviços públicos ou particulares, coletivamente por todos ou por grupos de alguns”. O estatuto das cooperativas (Lei n. 5.764;71) veio estabelecer, como regra geral para todas as cooperativas, a não-existência de vínculo empregatício entre elas e seus associados. Mais tarde, em 1994, por meio da Lei. 8.949/94, essa regra foi incorporada na Consolidação das Leis de Trabalho. Objetivos das cooperativas de trabalho Os objetivos das cooperativas de trabalho são: 1 - redução do custo do trabalho; 2 - geração de postos de trabalho, propiciado pelo aumento de investimento do tomador ao ter menores custos; 3 - melhoria de renda dos trabalhadores cooperados; 4 - melhoria das condições de trabalho, na medida em que as cooperativas transformam empregados em empresários, que determinam, em comum e de forma democrática, as regras de atuação, aumentando assim a produção; 5 - primazia do trabalho sobre o capital, na medida em que os resultados ou sobras gerados pelo trabalho coletivo são revertidos aos cooperados na proporção da quantidade ou na qualidade do trabalho prestado; 6 - melhoria da promoção dos trabalhadores, com permanentes programas de capacitação profissional e conscientização do sistema cooperativo. O setor da construção civil A indústria da Construção Civil (ICC) caracterizada como um setor de técnicas primitivas e de má qualidade, e vista como uma das mais atrasadas da economia - vem sofrendo desde o início década de 80 um processo de mudanças conjunturais (ausência de investimentos governamentais, abertura da economia, políticas econômicas indefinidas e recessão) e estruturais (qualificação do produto e mão-de-obra, gerenciamentos mais eficazes e racionalização dos investimentos e da produção) (CARDOSO, 1997). Este setor, bastante fragmentado, é composto em sua maioria por pequenas e micro empresas, conhecidas como “empreiteiras” (VILLACRESES, 1995), muitas das quais não regularizadas (“gatos”). Estas trabalham de forma precarizada, muitas vezes sem condições mínimas de segurança, com qualidade inferior e muitas vezes com orçamentos abaixo dos custos reais de produção. Dentro deste quadro, cabe ressaltar, que em relação a mão-de-obra, esta se apresenta defasada em relação a outros segmentos, em parte devido as seguintes fatores: a baixa remuneração dos trabalhadores a escolaridade basicamente de nível primário, a falta de uma política por parte das empresas na capacitação dos operários, e a alta rotatividade do emprego, que gera insegurança e desinteresse no trabalho, formando um círculo vicioso - a uma precária capacitação gera uma baixa remuneração que gera uma alta rotatividade. A inserção das cooperativas de trabalho e produção na ICC Na ICC já é muito consagrado a existência das cooperativas de consumo de bens, que são as cooperativas habitacionais. Pode-se observar, também, um grande número de cooperativas de produção (cooperativas para a produção de tijolos, blocos, vigas de concreto, etc) associadas às prefeituras e a grandes construtoras. E como as cooperativas de trabalho se enquadram nesse setor? As cooperativas de trabalhado surgem como uma alternativa para os trabalhadores de construção civil, de forma a superar a realidade indicada anteriormente. A construção civil é um ambiente propício ao surgimento e desenvolvimento deste tipo de organização, onde pode-se fechar um círculo de produção, trabalho e consumo. Existem hoje no Brasil, registradas no núcleo de banco de dados da OCB, 24 cooperativas de trabalho no setor (NEVES, 2000). Mas pode-se afirmar que esse número é, na realidade, muito maior (este trabalho enquadra-se na fase inicial da pesquisa do mapeamento dessas cooperativas), pois apenas algumas cooperativas existentes são associadas a OCB. Esse tipo de organização vem por renovar e melhorar a estrutura da ICC, por propiciar melhores condições de trabalho aos profissionais preocupados com a formação e a qualidade, em consonância com os princípios do cooperativismo,. Tem-se, atualmente no Brasil, a formação de cooperativas compostas tanto por profissionais de nível superior (arquitetos, engenheiros, tecnólogos, sociólogos, etc.) como por mão-de-obra em si (mestre de obras, pedreiros, serventes, eletricistas, etc). No primeiro grupo, os indivíduos geralmente, deixam de trabalhar em empresas ou como autônomos, para trabalharem em uma cooperativa pois as áreas são integradas e os conhecimentos complementares. O segundo grupo que está preocupado com a questão da rotatividade, capacitação dos trabalhadores e a má remuneração, os profissionais unem-se para a formação de um grupo conciso e de constante capacitação. Ambos mostram a sociedade que há outra possibilidade de trabalho, onde o conhecimento é coletivo e integrado, o que não ocorre em uma empresa onde conhecimento é individualista. Porém, apesar dessa visão, aparentemente para nossa realidade, utópica, mas cada vez mais real, tem-se no âmbito da ICC o outro lado da moeda: a criação das falsas cooperativas, mais conhecidas como "coopergatos". A legislação brasileira é muito genérica, e propicia a criação de cooperativas duvidosas. Empresários espúrios, perceberam que o cooperativismo na construção civil pode ser uma maneira de aumentar seus lucros. Querem de certa forma “reinventar” o cooperativismo de trabalho, com a intenção de sonegação fiscal, “caixa dois” e exploração da mão de obra. Como visto, o setor da construção civil é muito fragmentado, e há um número significativo de empresas que trabalham na informalidade. Os empresários para não trabalharem com empreiteiros informais, propiciam o financiamento e a formação de cooperativas não idôneas. Nessas cooperativas o empresário controla os cooperados, gerando subordinação e vínculos empregatícios (ROSA, 1999). Essas falsas cooperativas vem enfrentando sérios e freqüentes problemas com a justiça do trabalho, e acaba afetando a imagem do verdadeiro cooperativismo (RIVIERA, 1999). Conclusão O cooperativismo, na sua forma atual, pode se constituir em uma alternativa de organização do trabalho, na perspectiva de uma real melhoria na qualidade de vida de seus cooperados. Porém alguns cuidados devem ser tomados ao avaliar tal alternativa no atual contexto da economia capitalista. A maioria das experiências relativas a esse tipo de organização, tem demonstrado que, ao invés da existência de cooperativas idôneas que pudessem oferecer uma melhor condição sócio-econômica aos profissionais de vários setores (incluindo os da ICC), há no cenário brasileiro, uma predominância das chamadas “coopergatos”. Por outro lado, ainda, o que se tem percebido é que, mesmo quando uma cooperativa de trabalho surge sob tais condições, há, ainda, a possibilidade de seus cooperados desenvolverem uma nova atitude perante à própria cooperativa e seus pares, à proporção que busquem conhecer os verdadeiros princípios e valores do cooperativismo e vivenciá-los de forma plena. Bibliografia CARDOSO, Francisco Ferreira. Estratégias Empresariais e Novas Formas de Racionalização da Produção de Edificações no Brasil e na França. Parte2: o Ambiente e as Estratégias. Estudos Econômicos da Construção, n.3. São Paulo: Sinduscon, 1997. IRON, João Eduardo. Cooperativismo e economia social: a prática do cooperativismo como alternativa para uma economia centrada no trabalho e no homem. São Paulo: Editora STS, 1997. NEVES, Belmira. Cooperativas de trabalho na construção civil. Núcleo de Banco de Dados da OCB. Mensagem pessoal enviada para a autora em 27 de março de 2000. ORGANIZAÇÃO DE COOPERATIVAS DE SÃO PAULO. Cooperativismo [on line] Disponível na Internet via WWW. URL: http://www.ocb.org.br/. Arquivo capturado em 10 de maio de 2000. PINHO, Diva Benevides. Pensamento cooperativo e o cooperativismo brasileiro. S.L: Cnpq, 1982. RIVIERA. Cooperativas de trabalho [on line] Disponível na Internet via WWW. URL: http://www.riviera.com.br. Arquivo capturado em 23 de julho de 1999. ROSA, Etiene B. F. Cooperativas de trabalho na construção civil. Unicons-MS. Mensagem pessoal enviada para a autora em 30 de setembro de 1999. VILLACRESES, X. E. R. Análise Estratégica da Subcontratação em Empresas de Construção de Pequeno Porte. In: Gestão da qualidade na Construção Civil: uma abordagem para empresas de pequeno porte. Porto Alegre: Programa da Qualidade e Produtividade da Construção Civil no Rio Grande do Sul, 1995.