Associação de Docentes da Estácio de Sá Ano xiIi – nº 55 Agosto de 2015 II Fórum Docente do Campus R9 Confira nesta edição o II Fórum Docente R9, evento realizado em parceria entre a ADESA e a equipe do Campi R9. Pág. 4 valorizando o aluno Artigos A diferença é um belo desafio pág. 3 VEM AÍ . . . Participação dos Professores págs. 6 e 7 Festa da ADESA 2015 pág. 8 2 Ano XIII – nº 55 – agosto de 2015 expediente Presidente Marcia Glycério do Espírito Santo Vice-PresidenteThomaz Willian Loureiro Monachesi Diretor SecretárioLuis Cláudio Brites Lobato Diretor CulturalR ogério Augusto Lima de Britto Diretor Financeiro Wesley Pinto da Silva Diretor SocialUbiratan dos Santos Silva Diretora de Assistência Carlos Alexandre G. Araújo Diretor Jurídico Marcelo Rodrigues de Araújo Diretor de Relações ExternasGerson B. de Alcantara Publicação mensal da ADESA Jornalista Responsável José Luís Laranjo Duarte - Reg.: 16.695 Redator Carlos Henrique Vale de Paiva Designer Gráfico Elenir da Silva Oliveira GráficaLivrobel Gráfica e Editora Tiragem 1.000 exemplares Distribuição: Universidade Estácio de Sá – Sala dos Professores ADESA – Rua do Bispo, 83 – Rio Comprido – Rio de Janeiro – CEP 20261-063 – Tel./Fax (21) 2503-7100 – e-mail [email protected] e [email protected] 3 Ano XIII – nº 55 – agosto de 2015 A diferença é um belo desafio! Arievaldo Alves de Lima A diferença é um belo desafio! Ensinar de acordo com o ritmo de cada estudante, respeitando-se as características individuais, além de valorizar o que o aluno sabe e a capacidade de aprender. Parece uma utopia? Pode ser, mas precisamos nos lembrar de que cada pessoa tem um histórico, formado por sua estrutura biológica, psicológica, social e cultural. E numa sala de aula, certos comportamentos podem surgir a medida em que os dias de convivência comunitária se passa e, neste caso, precisamos estar preparados para trabalhar academicamente com variados perfis; as sensíveis, os pragmáticos, os competitivos, os colaborativos, os superdotados e outros comportamentos menos comuns. Uma tarefa vivenciada por nós docentes, sem uma cartilha que nos coloque na sintonia “perfeita” nesta comunidade com a qual convivemos a cada semestre. Embora eu tenha uma formação bastante eclética, envolvendo a Contabilidade e Finanças como aderência principal, mas coadjuvada por outros cursos de Pós Graduação em Psicopedagogia, Pedagogia, Filosofia, Teologia e Educação a Distância que mesmo melhorando sensivelmente minha relação em sala de aula e até no ciberespaço em interações virtuais, ainda preciso aprender muito para conciliar minhas ações em determinados momentos, talvez até pela falta de interesse de alguns alunos em não quererem aprender o conteúdo da disciplina para melhorar sua performance no mercado de trabalho, já que as disciplinas que ministro na área contábil estão entre as mais complexas. Termino cada aula e algumas vezes sinto a sombra da derrota por não ter tido aptidão pedagógica na condução daquela turma. Por outro lado, não posso desprezar o conhecimento notório do respeito às diferenças; cada pessoa tem sua peculiaridade: raça, credo, visão de mundo, valores, costumes e por aí vão as diferenças aparentes, sem contar àquelas outras que a própria pessoa desconhece, todavia preciso me empenhar com mais determinação contribuindo na construção de uma sociedade mais justa, com aulas de qualidade, domínio do palco, mas respeitando as idiossincrasias de cada sujeito. Toda IES é um espaço em que se encontra uma das maiores diversidades culturais e sendo assim, devemos aproveitar isso para concentrar forças para à difícil tarefa de ofertar uma educação justa e não enviesada, construindo problematizações que nos levem ao estudo das diferenças e ao direito de igualdade social de todos. Até mesmo porque, no que diz respeito às pessoas, não há certo ou errado, melhor ou pior. É tudo uma questão de respeitar as diferenças. Só assim conseguimos afastar o fantasma do preconceito, formar jovens e, consequentemente, adultos mais tolerantes. E o diferente pode ser um belo desafio para nós, professores. 4 Ano XIII – nº 55 – agosto de 2015 TEMPO DE RECONHECER: uma iniciativa para agradecer a excelência dos professores II Fórum Docente do Campus O Professor Ubiratan dos Santos e Rogério Melzi II Fórum Docente R9, foi realizado em parceria entre a ADESA e a equipe do campi R9, no dia 29 de junho de 2015. E contou com a ilustre presença do presidente Rogério Melzi, que discursou sobre o quadro atual da economia e como a companhia está bem preparada para passar por este momento. O reitor Reinaldo Mota tratou em sua fala sobre as tecnologias aplicadas ao ensino e as novas práticas em sala de aula. Um momento foi dedicado para premiação dos docentes que se destacaram em suas atividades. Os prêmios foram entregues pelos coordenadores de curso, acompanhados de Marcelo Costa, Rogério Melzi e Reinaldo Mota. A Adesa agradece a presença dos docentes e apoio de toda a equipe de colaboradores do R9. Rogério Melzi reservou um momento para ouvir os Permanece o ideal ADESA, amizade e companheirismo fundado no mais alto senso de profissionalização e dedicação à nobre arte de educar 5 Ano XIII – nº 55 – agosto de 2015 Entrevista com Marcelo Costa M Tempo de Reconhecer “É um outro lado do Fórum Docente - Nós fazemos ensino, e o professor é a mola mestra de todo o processo,se a gente observa uma importância tão grande nele, temos que reconhecê-lo, isso acontece em nosso fórum em um momento chamado TEMPO DE RECONHECER, que é para premiar as pessoas, mesmo que seja com uma placa simples, mas com um simbolismo muito grande, que é identificar e manifestar publicamente a gratidão as pessoas que superam todas nossas expectativas, contribuindo muito com o desenvolvimento dos nossos alunos, da nossa unidade e da Estácio como um todo. Foram seis professores eleitos no ano passado para dezoito professores este ano. ” arcelo Costa é colaborador da Estácio há 20 anos, desde o final de 2013 atua na direção da Unidade R9. Confira suas palavras sobre o II Fórum Docente R9 e a parceria com a ADESA para realização do evento. R9 docentes presentes Do surgimento da ideia “Eu venho com a ideia que uma área acadêmica de qualidade traz o resultado, você pode fazer uma boa gestão financeira ou de custos, e isso é verdadeiramente importante, mas se você não trabalha para a melhoria da qualidade acadêmica, não é possível crescer. Então com este objetivo fiz muitas reuniões com o corpo docente, com os acadêmicos da unidade, e nestas reuniões minha convicção foi fortalecida. ” Sobre o II Fórum Docente R9 “Com essa perspectiva, nós desenvolvemos o fórum docente, para que os professores tenham temas relacionados a esta área. Por exemplo, neste evento nós apreciamos as novas mídias digitais, na fala do reitor Reinaldo Costa. Trazendo esta temática acadêmica, que faz parte da nossa realidade. Mas também trouxemos a palavra do presidente Rogério Melzi, que veio para falar da cultura Estácio e da realidade econômica que temos que conviver, trouxe um olhar cuidadoso, mas não temeroso, temos que continuar avançando e crescendo. E para crescer em um momento de crise, nós temos que ter uma visão de responsabilidade ainda maior.” Ponto importante “Neste fórum docente foram discutidas questões acadêmicas e administrativas, mas em todas elas, o professor está envolvido, pois nossos professores fazem a gestão do conhecimento em sala, mas também a gestão do relacionamento com o aluno. Agradecimentos “Gostaria de agradecer a presença dos docentes, ao presidente Rogério Melzi e o reitor Reinaldo Costa. Também à ADESA, o apoio para a realização deste evento, por esta proximidade e a toda atenção despendida. Espero que estejamos juntos no ano que vem no III Fórum Docente R9.” Marcelo Costa Então ele é um grande colaborador para nos ajudar no controle da evasão, não somente em números, mas principalmente pela nossa responsabilidade social de formar pessoas e não frustrar o sonho de ninguém. Nós temos que ser sinalizados sobre as dificuldades do aluno, para que possamos auxilia-lo, sejam em limitações financeiras ou qualquer barreira que enfrente em sua rotina de aprendizado. ” Equipe do Campus R9 6 Ano XIII – nº 55 – agosto de 2015 Quinto dos infernos Ivan G. Ferreira D e anjos e demônios pouco sei além das figuras guardadas na memória dos tempos de catecismo, no colégio dos padres. Conheço bem a fama de arquitetos e engenheiros, criaturas com as quais convivi por muitos anos e que me trazem a lembrança da história. Sabe-se que os engenheiros são disciplinados, ordeiros e muito contribuem para o desenvolvimento do mundo. São aceitos no céu sem mais reservas. Seus nomes estão relacionados na entrada do paraíso, crachás preparados como salvo-condutos para serem admitidos tão logo ali despejados pelos anjos protetores, que lhes servem de transporte na ascensão. Certa feita, por um desses lapsos do famigerado Sistema – sim porque, também por lá, a culpa é sempre dos computa- dores – ao chegar um exemplar representante de estirpe tão considerada, São Pedro não encontrou seu nome na relação do controle para a permissão de acesso. Como não havia qualquer contraindicação, muito menos a alternativa de remessa aos quintos dos infernos, sugeriu Pedro que por ali permanecesse, no espaço de espera. As nuvens eram cômodas e nelas podia se ajeitar, sempre sobrava alguma refeição, e o clima era ameno. Assim foi, e por ali ficou o nosso engenheiro sem nem ao menos poder recorrer ao SAC – Serviço de Atendimento a Celestiais, visto que não se encontrava listado entre eles. Contudo, aborreceu-se de nada fazer. Engenheiros, quando não estão na prancheta, estão na obra, em construções, nas estradas. Jamais os encontramos ociosos.Tomou então a iniciativa de fazer uma visitinha ao inferno. Quem sabe lá, conjecturou o engenheiro, havendo desorganização em consequência, talvez, de desmandos e desobediência, lhe seria dada alguma ocupação para passar o tempo. Ao tomar conhecimento da solicitação de visita, Satanás, em rápida consulta ao Google, soube de quem se tratava − a excelência de sua formação profissional, inúmeras obras de vulto, prêmios e recomendações. Solícito, admitiu-o de imediato e somente lhe faltou ser mais caloroso que o próprio recinto. Como era de se supor, o engenheiro analisou o espaço, observou o traçado das vias, o estado das edificações. Ao perceber a carência da espelunca, meteu mãos à obra: construiu estradas e pontes, pôs a funcionar um serviço de águas e esgotos à prova de fogo e iniciava já a execução de um plano urbanístico que incluía até mesmo um sistema As noivas de Alcobaça Luiz Ferreira Xavier Borges Por que tanto pedem aos padres, Que o casamento lhes faça, Na igreja do mosteiro, As noivas de Alcobaça? O príncipe Dom Pedro foi varão de escol, Casou-se com princesa de Castela, Selando aliança contra os mouros Sem saber se a noiva era bela. Mais tarde, já coroado, Dom Pedro mandou matar Os conselheiros vilões, Seus corações arrancar. Exumou Inês, sua amada morta. Louras visigodas, fenícias semitas, Latinas esguias, mestiças com raça, Morenas mouras e lusas roliças, Todas, raparigas de Alcobaça. Mas se apaixonou por sua dama de honra, A galega Inês da nobre família Castro. Viveram um amor proibido, Sem esperança e sem lastro. Não será pela arquitetura, Gótico sóbrio, paredes nuas, Pé direito com muita altura, Muito grande e longe das ruas O rei foi convencido do risco, Por conselheiros reais. Inês foi executada, Sem muitos ritos penais. Não sonha com um amor assim. Será por dois sepulcros gêmeos, Ladeando as naves com graça? Será pela história de Pedro e Inês, O sonho das virgens de Alcobaça? Tudo na ausência de Dom Pedro, Que, viúvo, a queria em bodas. Quase uma guerra civil, Seguiu essa tragédia toda. Coroou-a no trono, sozinha Exigiu-lhe de toda a corte, Honrarias de rainha. Quem, homem ou mulher, Além da vida e da razão Sinal de uma paixão sem fim. Mesmo com o final infeliz, Nada, nunca embaraça, O desejo de casarem no mosteiro, As noivas de Alcobaça. de refrigeração que atenuasse os rigores do castigo eterno. Estranhando a prolongada ausência do demônio, Deus, que se acostumara com as visitas de reivindicações e reclamações, passeatas com bandeiras vermelhas, tochas tremulando frente ao pórtico da entrada celestial, decidiu-se a ir,ele próprio visitá-lo, uma vez que algo parecia escapar à sua onisciência, com o risco de afetar a harmonia dos poderes. Ao chegar, e respondendo à pergunta de como andavam as coisas, foi informado pelo orgulhoso gênio do Mal que tudo ia às mil maravilhas. Indagado da razão de tão diabólica alegria, lembrou-Lhe Satã do engenheiro que fora preterido pelos céus. Para melhor ilustrar, levou o insigne Dignitário a um mirante de observação. Que admirasse Ele mesmo as novas e extraordinárias instalações do inferno, as obras de reforma em estado adiantado, sob a responsabilidade de profissional qualificado, entretanto, impedido de ingressar entre os eleitos. Admirado com tais melhoramentos, indigna-se o Senhor e, dogmático, reafirma o direito de todo engenheiro ir para o céu. Passa a ameaçar o diabo com um custoso processo. A menos que procedesse à imediata devolução do profissional, seria submetido a penas quanto a questões de lucros e perdas, agravadas no concernente ao direito da imagem celestial, denegrida a partir do incidente no ato da admissão aos céus, que, sabidamente compulsória, fora tinhosamente subvertida. Ao que, sarcástico e desafiador, retruca-Lhe o satânico oponente: – Ah, vai me processar. Data vênia me diga Vossa Majestade: advogados, onde pretende encontrá-los? 7 Ano XIII – nº 55 – agosto de 2015 Em Busca da Crônica Perdida Rose Matuk Restava apenas uma hora para encontrar um conto ou crônica que levaria ao almoço de confraternização de Natal dos amigos escritores que se reuniam anualmente para um concurso literário informal em um restaurante da zona sul. Sai pela casa à procura de algum conto ou crônica que já houvesse escrito. Procurei aqui, acolá, vasculhei armários, gavetas, envelopes, pastas e nada... Eram tantos papéis que o único pensamento que me passou pela cabeça era como seria bom ter uma harpa e um palito de fósforo... Onde estaria o conto do “Peru Sóbrio”? Aquele em que o peru no corredor da morte na antevéspera do seu passamento, compartilha com seu algoz a cachaça e ao contrário do esperado, o algoz se embriaga e cai dormindo, e o peru sobrevive triunfante, driblando sua triste sina. Onde estaria a crônica natalina cristã- erótica: “ O Natal chegou e você não veio comer noz ” ? Talvez, esse não fosse adequado, poderia parecer uma catarse, um ato falho. Onde teria guardado o conto sobre“ O Bom Velhinho”? . O velhinho foge do asilo, pratica um assalto desarmado a um supermercado e uma padaria e com isso faz um Natal maravilhoso cheio de quitutes proibitivos para os seus amigos centenários de asilo, diabéticos e com colesterol elevado e depois esquece-se do fato porque tinha Alzheimer ? Não sei... não tenho a mí- nima idéia onde guardei os textos, nem lembro... Lembrei-me de outro conto: “O Assassinato das Calcinhas Vermelhas “ onde uma viúva mineira da cidade de Tiradentes, após libido não correspondida pelo parceiro mineiro tímido e recatado, resolve cortar em pedacinhos as calcinhas que ganhara de presente dele e jogá-las da janela do apartamento na Avenida Nossa Senhora de Copacabana sobre os perplexos transeuntes que passavam sem nada entender.... Sim, eu era uma pessoa privilegiada, possuía muitas amigas analistas, para ter que submeter os meus colegas de profissão a esse martírio literário graciosamente. Eles não mereciam isso! Não, nenhum era digno de ser lido. Qualquer um deles macularia minha honra... Pelas barbas do profeta Mohamed! Começo a descobrir que eu estou ficando esquecida...Esqueci de tomar o remédio da pressão de manhã, esqueci onde estavam os bicos de confeitagem para decorar a torta, esqueci onde guardei os meus textos. Ou se será que já tomei meu remédio? Começo a achar que deveria fazer palavras cruzadas para melhorar a memória. Onde estaria o telefone do meu clínico? Esqueci também... O melhor a fazer é escrever uma crônica nova, sentei e escrevi essa. Olho o relógio e já estou quase perdendo a hora do almoço! Vou chegar atrasada... Como chego até lá mesmo? Ai meu Deus! Esqueci... Desafio do Conhecimento Carlos Paiva O saber, se relaciona amplamente com o poder. Por este motivo, o saber era guardado em grandes bibliotecas, atrás de grandes muros e partilhado por poucos. Hoje é possível acessar bibliotecas virtuais no mundo inteiro, além de todo tipo de conteúdo publicado na rede, basta se conectar à internet, em qualquer dispositivo eletrônico que suporte esta tecnologia. Porém o acesso ao conteúdo não garante o saber, apesar da barreira tecnológica vencida, é preciso que o indivíduo esteja preparado para analisar e interpretar dados,compreendendo as fontes e como se relacionar com elas. Por este motivo, a educação não pode se submeter somente a administração de conteúdo, mas sim, a elaboração do raciocínio sofisticado, dando autonomia para o estudante realizar a construção de suas camadas interpretativas do saber compartilhado. E isso se torna possível por meio da metodologia de pesquisa. Neste sentido, a internet configura um espaço para o poder descentralizado e compartilhado por todos. Então, o grande desafio de acesso a informação não é somente tecnológico, mas também da educação, que deve formar indivíduos capazes de acessar, compartilhar e produzir conteúdo de forma positiva. FORÇA DO AMOR Dizem que o amor é cego Mas são os meus olhos que te amam E iluminam o nosso amor E se todos os sentidos Fugirem de mim Terei o silêncio do pensamento Gritando bem alto o compasso Do som imaginário Se algum dia perder a Visão Terei o Tato e com ele o Contato do teu corpo em mim E quando tudo se for Ficará a lembrança do que fizemos Se o Tato se for Farei do Olfato Nossa forma de amar E quando nada mais existir de mim Terei em ti A existência que de mim ficou Iraélcio Macedo Participe das publicações da ADESA O JORNAL DA ADESA e a premiada revista semestral DISSERTAR tem o espaço aberto para receber as palavras de quem mais nos interessa: os professores. O conteúdo do jornal é formado principalmente por artigos com temáticas atuais, enquanto a revista é direcionada para os estudos científicos produzidos pelo corpo docente da universidade Estácio de Sá. Envie seus textos, artigos e trabalhos científicos para o e-mail da ADESA ([email protected]), indicando o veículo para qual se destina. Após análise dos escritos, responderemos sobre a possibilidade de publicação de sua produção. Leia a baixo as exigências de publicação para cada um dos veículos: JORNAL DA ADESA: os textos enviados para o jornal devem ter formato de artigo ou crônica, com temática atual e relevante. O jornal é distribuído na sala dos professores e tem como prioridade a inclusão da produção textual dos professores associados. REVISTA DISSERTAR: A publicação científica da ADESA segue as normas existentes para estudos divulgados. Para mais informações acesse: www.adesa.com.br . 8 Ano XIII – nº 55 – agosto de 2015 Está chegando a hora!