TERÇA-FEIRA
ANNO I
ASSIGNATURA
SEU
i anno
.
SELLO
...
C
MEZES ....
3
MEZES
:.'',':',¦
i2S""0
ÍSOOO
'.
«SOOU
Si
g
gO PE NOVEMBRO PE 1866.
DIÁRIO DE MINAS
PROPRIEDADE
N.' 1»»
ASSIGNATXRA
cos sello
1 anno
.
.
-
151000
6 MEZES
.
.
.
81000
3 HEZES
.
.
=S000
DE J. F. DE PAULA CASTRO.
eflnaUzao-se ©na março, Junino ,
As assinaturas sao pagas adiantadas, abrem-se oxxx qixal^oi-dia
setembro © dezencibro.
fàacuk-u m xm to Wxafy n. 2.
fera restituição dos artigos
como dos annuncios será o que se convencionar. Nao se
Aceitao-se e imprimem-se quaesquer artigos escriptos em termos decentes, e o preço tanto destes, -—i-™^»^-»»a 160
lóürs.
rs.
que sejao remettidos â typographia. Números avulsos vendem-se
se pôde cona directa, quando muito, que é o mais que
E' apoiada e entra conjünctamente em discussão
ó também uma moléstia, e o velho que gastou sua moceder ao menino.
cidade no serviço publico, deve ter mais algumas garan- seguinte:
O sr. C. Ferreira:—Até proporções.
Emenda,
tias do que o moço, porquanto o velho doente nao pôde
O sr. Horta Jümor:—Porque comprehende os pruw
í Depois da palavra—dimissao—diga-se—na forma cipios e suas applicações.
mais prestar serviços, nao pôde procurar qualquer ouMoreira.
es15.—A.
do
art.
o
moço,
que
tro meio de subsistência, em quanto que
O sr. P. de Magalhães.'—Quando se falia sobre
Encerrada a discussão, é approvado o art. com a cripta, fica isto também de um modo tao vago, que
hoje está inutilisado por uma moléstia, d'aqui a dois ou
emenda.
três annos pôde achar-se no gozo de perfeita saúde, e
obriga-me a fazer algumas reflexões. .,„„„„,„
Entra em discussão o art. 18.
Ha muito tempo que o methodo de escripta adoptado
procurar outros meios de subsistência. Portanto paraa
O sr. Balbino:—Sr. presidente, tenho ai- nas escolas tem sido a capricho dos professores, com
velho a lei deve ser mais benigna, permitta-se-me
está
tal
18
art.
qual
votar
em
pelo
guns escrúpulos
calligraphicos, e com adopçío
expressão.
dar lugar a imniensos abu- ausência dos preceitos
O sn. Azarias:—Eis-aqui a diferença que eu acho redigido, porque elle pôde os
do trivial systema do debuxo, o que da em resultado
públicos.
contra
professores
sos
o
o mao caracter da
perseguições
odiosa.
um pro- nSo só o atrazo dos alumnos, como
pôde innocentemente soffrer
Conclusão da sessão de 18 de ou- O sr. Cassiano:—Já dei a explicação e aceito qual- Um individuo
depois
para
appellar
o
tubro p.p.
que cesso, ser mesmo condemnado;
Para que os nobres deputados compreheudão bem
quer emenda do nobre deputado. Foi neste sentidoé odia relação do districto, e esta ou reformar a sen- meu
a minha idéa; se entenderem quo ella
pensamento, farei uma comparação.
a novo julgamento^
O sr- Azarias:—Sr. presidente, a sub-emen- apresentei
submetter
ou
mandal-o
ndo
uma
tenca
contra,
collocando
votem
juiz
desenho,
que
nobre
deputado,
o
disse o
Se fossemos aprender
da do nobre sr. 1.» secretario parece que nao pode ser osa, comofaço
ser absolvido. Entretanto pelo artigo Ul qual
cima,
nao
questão, desejo unicamente que tenha- e então redigido apenas o individuo fôr condemnado, gura por detraz do papel e desenhando-a por
aceita por esta casa, em vista da eicepçao quo n'ella eu
se acha
de desenho ,
de
instrucção.
lei
uma
boa
mos
creio
odiosa.
que nunca teriamos um professorindivíduo nao se
uma consoffrer
se estabelece e que pode-se considerar
só
dimitido,
por
immediatamente
ó
eso
O sr. José Ignacio:—Sr. presidente,
porque esse methodo faria com que
O que nós queremos dos professores em geral sao os
disposto a votar pelo art. tal qual se acha redigi- demnarão.
adestrasse na execução dos traços necessários, para que
bons serviços, entretanto quo estabelecendo-sò essa tou
O sii. HonTA Jl-nior:—Entende-se a condemnaçao o desenho fosse perfeito.
aquelles
muito
que
acho
isso
do,
que
justo
aos
favores
que
mais
por
diferença de idades, concedendo-se
em
recompenuma
julgado.
passada
alguns annos, recebao
O mesmo acontece quanto ás letras. O menino, que
maiores de 55 annos do que que aos tem menor idade... tem trabalhado
fica
O sn. S'ice-Presioente:—Devo infermar ao nobre aprendo a escrever
sa proporcional. Ora, um moçe pode ser empregado no
por debuxo, ordinariamente
está
0 sn Cassiano.—Isso é odioso?
do
artigo
prejudide idade de 21 annos; pode deputado que a primeira parto
com máo caracter de letra, pois nem sempre é o proOsr. Azasias é o mesmo que favorecermos por magistério, por exemplo, ficar em estado de
outras
duas
partes:
as
somente
em
pó
poder pres- cada. ficando
fessor quem debuxa, é o alumno mais adiantado,
lei mais aos prolessores velhos que aos moços, quando trabalhar 25 o ainda
d Considerar-se-ha dimittido todo o professor effectivo
10 ou 60
tar bons serviços.
os serviços prestados por elles sao iguaes.
degredo, ou porque o professor nao pôdeo debuxarpara
de
á
rôr
condemnado
prisão,
pena
também.
ficar
inutilisado
que
sn.
Cassiano:—Pode
O
péssimo caracter de letra
e d'abi resulta
discípulos;
O sn.'Cassiano:—Nao leu com attenção a minha
o
todo
e
um
anno,
de
professor,
em que tem
O sr. J. Ignacio:—Mas nós vemos que quasi todos desterro por mais
in- dos meninos e seu atrazo, porque, fiados
emenda.
da aposentadoria d« mesmo o vitalício, que fôr condemnado á pena bons de cobrir letras já traçadas, nSo se esmerao em tra0 sr. Azarias:—Li e creio que a entendi. O nohro •;s empregados gozao do privilegio
a moral ou
offenda
crime
ou
famante,
que
por
cal-as
por si mesmos.
"
deputado quer que aquelles indivíduos que tiverem 25 annos de serviços prestados.
0 sr. Cassiano:—0 serviço do professor é muito mais costumes. ••>
forem
O professor \entura escreveo um methodo de caiudisto, sr. presidente, eu nao
prestado vinte annos de bons serviços, e quecom orO
sn.
Balbino:—Além
outro
empregado.
o
de
systema de debuxo. Creio
ser
qualquer
aposentados
pesado que
maiores de 55 annos, possao
effectivos e vitalicios grapbia em que reprovou do o Rio de Janeiro, ao menos
O sr. J. Icnacio:—Ninguém tem um emprego mais quereria distineçao alguma entro
. denado por inteiro. Está aqui uma excepçao.
em ultima instância. Eu ja que nao ha na provinciauma só escola onde se aprenda a
fossem
condemnados
lei
tem
nao
e
que
dos
que
o
dò
parochos;
que
no municipio neutro,
pesado
O sn. Cassiano dá um aparte.
disse: concordo com a doutrina do artigo, mas que- escrever
debuxo; e entretanto na província de
O sn. A. Martins:—Quer-se que o professor seja apo- lhes dê aposentadoria.
ria-o mais explicito; por exemplo, uma emenda qual- Minas é o por
suave.
muito
Martins:—E'
A.
0
sr.
systema adoptado!
inutilisado
completamente
estiver
para
sentado, quando
os
effectivos
caso
estão
neste
o
declarasse
em
zeloso
que
for
quer que
O sn. J. Ignacio:—O parocho, que
Já tivemos uma escola normal, onde foi adoptadodequalquer outro serviço. Eu proponho na minha emensentenças passassem em julgado.
"tem da igreja e quizer cumprir com ou vitalicios. cujas
de Lancastre, que reprova o systema de
methodo
da que o professor possa ser aposentado, quando tiver prestar-se ao serviço
uma
emenda.
offerecer
O sr. Vice-presidente:—E'
tempo para descansar, por isso
buxo, e manda começar por escrever na arêa, mas
vinte annos de bons serviços, sem excepçao alguma. seus deveres, nao
O sn. Balbino:—E' o que vou fazer.
nao se espaa qualquer hora
O sr. Azarias:—0 que nós queremos sao bons servi- quo está sujeito a sahir de sua casa
a isso ficou somente em creação, o methodo
discussão
em
conjünctamente
e
entra
apoiada
o
E'
seus
que
de
acudir ao chamado
hoje nao ha um so professor, por
parochianos,
e
dos
idades
as
para
lhou
considerar
professores.
nao
devemos
cos,
e
provincia,
pela
"
estão em suas seguinte:
mais habilitado que seja, que nao ensine a escrever peParece-me, pois, que ha muita desvantagem em de- nao acontece com os srs. doutores, que
Emenda.
Io svstema de debuxo.
terminar-se que um professor que tiver servido durante casas muito descansados.
sao
dos
gorO sn. A. Martins:—A maior parto
padres
« Depois da palavra—condemnaçao—acerescente-se
Sei que isto é matéria regulamentar-, mas, como
vinte annos, e tiver completado 55 annos de idade,
'
»
em
cuja
dos.
•
força
sentença
tpnlia
direito
julgado.—Balbino.
acontecer que o governo na confecção do regupassar
por
condição inteiramente pessoal,
pode
vida
0 sr. J. Ignacio:—E' porque elles teem uma
Nao havendo mais quem peça a palavra, encerra- lamento se esqueça desta circunstancia, desejaria que
da lei a aposentar-se com o ordenado por inteiro.quando
saúde
isso
do
artigo
gozao
se a discussão, e é approvada ai." parte
se consignasse na lei esta obrigação, e tfesse sentido
outros mais moços que tenhao também prestado esses muito regular; nao se estragao, e por
O sr. Cassiano:—Até nisso sao felizes.
com a emenda.
vou offerecer uma emenda.
mesmos serviços, durante o mesmo tempo, nao tenhao
O sr. J. Ignacio:—Acho. pois, que nao sao aceitáveis
Entra em discussão o art. 19.
Sao apoiadas e entrão conjünctamente em discusigual 'direito.
pelo artigo tal qual
O sr. Balbino:—Sr. presidente, o art. 19 são as seguintes:
Entendo que o nosso dever, como legisladores, nao e estas emendas, e que devemos votar com
disposições
as
Eis
abusos.
conforma
a
se
dar
lugar
redigido,
também
ii tao vago que pôde
Emendas.
que
estabelecer disposições especiaes de conformidade com se acha
com aqui
métrico—acerescen< Depois das
as idades dos indivíduos, e sim estabelecer disposições a respeito do outros empregados, quo sé aposentao
perfeitamente a questão por mim suscitada nesta
da te-se—a escripta palavras—systema
satisfeitos.
de
tempo,
e
estão
de
instrucção
orofessor
espaço
este
do
respeito
primaria
casa
a
ensinada
será
pelo methodo de Vengeraes.
pedi
-Então
O si:. JVIoiitandoxi:—Sr. presidente,
cidado de S. João d'El-Rei.
concorda com a minha e
tura. Sala das sessões, 18 de outubro de 1866.—P. de
O sr. A. Martins:a palavra para apresentar uma emenda additiva ao
Alguns, ou a maior parte dos nobres deputados Magalhães. »
menda?
c Depois da palavra—arithmetica—accrescente-se—
entendem, como eu, que o lugar de professor publico
O sn. Azarias:—Nao concordo, porque a emenda do artigo que se acha em discussão.
Para o ensino publico nós preferimos pessoal habi- é incompatível com o de solicitador (apoiados); outros, até proporções inclusive. Sala das sessões, 18 de outunobre deputado reduz esse prazo a vinte annos, quando
com
desideratum
este
conseguir
na generalidade dos casos tem-se adoptado o numero de litado, e se pudermos
bro de 1866.—P. de ilagaüiães. »
porem, entendem que nao.
c Em vez das palavras—noções sobre religiSc—digaOsnllo^TA JuNlon:—Eu entendo quo nao ó.
25 annos para aposentadoria dos empregados públicos. economia dos cofres públicos, melhor será. E' o motivo
O sr. Montandon:—Não deve ser.
O sn. Galvão:—Em todas as repartições publicas ex- por que apresento a seguinte emenda: (Lê).
se—exposição do cathecismo adaptado na diocese.
fim
tem
por
A' primeira vista a emenda pareço qne
O sr. C. Alvislt—Deve ser.
ige-se trinta annos.
Sala das sessões, 18 de outubro de 1866.—Baunno
O sn. Balbino:—As fontes de incompatibilidades, como Cunha.—Horta Júnior. »
O SR. Azarias:-^—Maior razão para não adoptarmos essa autorisar a accumulaçao, mas ella encerra duas utilideinao
é
vista
das
em
três,
sao
dades
manifestas,
respeito,
poderá
a
quaes
2.°
secretario.
o
nobre
deputado
discussão
que
na
demonstrei
reducçao, que pretende
O sr. Ar anjo Moreira:—Sr. presidenE' verdade que essa disposição poderia attrahir maior xar de ser adoptada.
escusado repetir, porque a casa bom sabe, pois co- te. a emenda do nobre deputado pelo 5.° districto,
uma
tiver
regido
dellas
o
uma
é
Em
A primeira
professor quo
que
nhece o aviso a que então me referi.
numero de pessoal habilitado para o prolessorato; mas
vem encaminhar e chamar a discussão para o terreno
.nio devemos facilitar tanto as aposentadorias; pois já cadeira por espaço de 20 a 25 annos, e que por isso se eslá perfeitamente incluído o professorado com o ser por demais melindroso da religião....
temos de alguma fôrma favorecido a sorte dos proles- achar perfeitamente traquejado no ensino publico, e solicitador de causas, empregos, cujos exercícios preO sr. Balbino:—Nao chamei tal.
mais que habilitado para satisfazer ás necessidades do judicao um ao outro. Ora. a passar o artigo tal qual
sores.
O sa. A. Moreira:—Sobre matéria tao delicada conseros
seus
se
aproveitem
no
de
caso
dar-se.
está
que
Entendo, pois, que nao devemos approvar estas emen- mesmo,
vem guardar na tribuna toda a conveniência, toda *
se acha redigido, estes abusos podem
viços.
das.
Eu desejava, pois, que se especificasse essas in- calma e sangue frio possível.
A 2.* vantagem é que os professores, nas actuaes compatibilidades por qualquer meio, para que se nao
O sr. Oasslano:—Sr. presidente, a fallar a
Sendo eu residente nos sertões de Minas, estranho
vordade, nao entendi bem a argumentação do meu no- circunstancias, desde que completarem o tempo para .reproduzissem factos como aquelle para o qual chamo ás etiquetas dos sa.ões, um pouco selvagem nos modos
o
mácontinuar
mais
a
se
sujeitarão
nao
aposentadoria,
bre collega e amigo
a attenção da casa.
e nas palavras, a minha phraso é muitas vezes menos
O sr. Azaras:—Eu sempre me exprimo mal.
gisterio; em quanto que, se consignarmos um augmen-,
O sr. Vice-Presidentk:—Quer mandar emenda?
polida e mais franca do que devera sel-o.
todos
preO sr. Cassiano:—Nao é isso! O meu amigo toma o re- to de ordenado á titulo de gratificação, quasi
O sr. Balbino:—Nâo, sr., basta que a commissão
O sr. Amaral:—Nao apoiado.
isso
lucrará
com
do
e
exercicio;
continuação
dea
muito
bem;
é
feriráO
cado no topo da escada! Exprime-se
O sr. A. Moreira:—Entrando, pois, na discussão da
explique o seu pensamento.
feito meu nao ter comprehendido bem a sua argumen- a provincia, deixando de pagar novo ordenado.
O sr. Cesario Alvim: (Nao temos este emenda, peço aos meus nobres collegas que, se escasusE' apoiada e entra conjünctamente em discussão a discurso).
taçao; minha intelligencia é fraca.
par-me alguma expressão que possa ofender a
seguinte:
O SR. Azamas:—O defeito é meu.
E' apoiada e entra conjünctamente em discussão ceptibilidade de alguém, reclamem, que me encontraexifavor
o
tempo
seu
em
contar
com«O
nao
seja
injusto
é,
instante.
professor que
O sr. Cassiano:—Nao
r3o prompto para retirai-a no mesmo
para
a seguinte:
Emenda.
sigo!
gido para se aposentar, poderá, querendo, continuar a
O nobre deputado pelo 5.° districto propõe que ao
O nobre deputado principiou dizendo que a idéa da reger a cadeira, percebendo mais a quarta parte do
art. 20 se acerescente o seguinte: (Lê).
execução
a
se
expedir
para
regulamento que
«
No
FerreiS.
R.—il/òníandon:—Paraíso.—C.
ordenado.
odiosa.
é
minha emenda
O sr. Balbino:—Porque ha um cathecismo do nosso
da lei, se especificarão quaes os cargos ou profissões
ra.—Horta Júnior.—Galeão.—»
O sr. Azarias:—As excepções sSo sempre odiosas.
ser prelado, que é uma obra monumental n'este gênero.
nao
o
magistério,
o
poderá
com
que
incompatíveis
encerra-se
Nao havendo mais quem peça a palavra,
O sr. Cassiano:—Meu fim,apresentando esta emenda,
O sr. A. Moreira:—Emitürei alguns principios que,
sinao por lei. Sala das sessões. 18 de outufoi obrigar os professores a se dedicarem com esmero ao a discussão, e é approvado o artigo com a emenda do alterado
J. L.Barbosa.—Cassiano Ber- em minha opinião, devem regular o ensino primário.nao
cumprimento dos seus deveres, e para isso é mister dar- sr. Moutandón, sendo rejeitadas as dos srs. Cassiano bro de .->186G.—--Infero
Entendo que este ensino deve ser todo leigo, e
nardo.
lhes garantias o meios de evitar a miséria na idade é Assis Martins.
encerra- religioso, que o ensino religioso deve ficar a cargo do
a
mais
havendo
palavra,
Nao
peça
quem
15.
discussão
o
art.
Entra em
avançada, e quando estiverem inutilisados pôr moléstia.
o artigo com a emenda. clero e das mais de familia.
O sr. Ferreira Torres:—Tendo pas- se a discussão o é approvado 20.
Basta a simples leitura da emenda para claramente se
O sr. Balbino:—E' preciso primeiro que nossa le.
Entra em discussão o art.
á casa
perceber qual foi a minha intenção, qual o fim que ti- sado a emenda que tive a honra de offerecer
nao posso gislaçao cuide mais da educação das mulheres, para
Balbino:—Sr
O
sr.
presidente,
antinomia
entre
ha
entendo
em relação ao artrKi;
que
ve em vista.
artigo em discussão tal qual se ellas* poderem se collocar n'esse estado.
votar
O que eu quero, é que o professor que tiver vinte an- esse artigo' sujeito á emenda, e o art. 15 em discus- tambémredigido, pelo
O sr. A. Moreira:—Ainda mais me firmo n'esta opiacha
pois pela sua integra vê-se que parai niao,
-nos do bons serviços...
sao, na parte final, em que diz: (Li).
sobre
noções
apenas
quando vejo que é ella seguida em paizes cultos
exigem-se
o
ensino
dá-se
neste
caso
primário
Entendo que ha antinomia, porque
0 sr. Azarias:—E que tenha chegado á idade de 55
dará maior motivo a que chamem e nos mais adiantados n'este ramo—instrucção puartigo
Este
religião.
a
vitalícios
nao
forem
aos
annos.....
professores que
punição
e collega. depu- blica.
arbítrio do governo, no emtanto que no art. 13, em como no outro dia. ao meu amigo e o nobre depuO sr. Cassiano. .. e que seja maior de 55 annos...
O sr. Balbino:—Porque n'esses paizes cuida-se da
6.» districto, de herege;
O sn. Azarias:—Essa condição é que eu nao quero. virtude da emenda, as dimíssões nao podem ser dadas tado pelo
apostólico e ul- educação das mulheres.
catholico,
da
commissão,
relator
tado,
Attendendo
de
um
conseqüência
sinao
em
processo.
O sr. Cassiano. . estando impossibilitado de continuar
O sr. A. Moreira:—Na Hollonda, onde a instrucção
tramontano nao pensou bem na educação dos meninos,
o professor por enfermidade» ou mesmo pela idade, que a isto, vou offerecer a seguinte emenda: (Lê)
ao ensino pri- publica está muito bem regularisada e tem chegado a
0 sr. Yice-presioente:—E' bom que o nobre depu- quando lançou neste artigo, relativo
em muitos casos é doença, senectus est morbus, possa ser
um
gráo de perfeição extraordinário, o ensino religiomario, apenas noções sobre a religião.
aposentado com ordenado por inteiro, apresentando at- 'tado declare a natureza do processo.
a educação da instrucção. so nao está a cargo do estado....
no
ensino
Eu
distingo
eu
desde
ser
nao
Torres:—Acho
que
O
sr.
funecionará
medica
preciso;
testado dé uma junta
perante
que
O sr. J. Ignacio:—Mas não é incompatível que esmais directadecIarc-^-respectivo processor-deve-se entender judiei- Na educação, que é aquillo de que é
o respectivo inspector de districto, ou director de cir- "ario,
o professor de instrucção primaria, teja.
culo.
porque o abandono de um emprego é crime pre- mente encarregado
O sr. À. Moreira. . .está entregue ao clero e ás mais
a
menino
ensine profundamente ao
Parece-me que nada é" mais-justo, nada mais razoa- visto pela.legislação geral,: e foi por isso que eu disse é preciso que elle isto
é, a doutrtna christa, para qne de familia. Ao padre compete ensinar ao povo, nos
religião catbolica,
vel do que esta idéa, consignada em minha emenda, —'precedendo o respectivo processo.
saia im- templos, os principios eternos emittidos pelo CrucifiPor esta Oceasiao cumpre-me também acerescentar elle saia d'alli perfeito catholico, para que
porque ao professor maior de 55 annos, inutilisado por
do Crucificado, que e a cado; ao estado compete formar os cidadãos, inocuenfermidade no magistério, deve-se garantir o seu fu- qúe alguém poderá estranhar que na minha emenda buido nas idéas da religião
lar-lhes os principios de patriotismo, que fazem a granturo, afim do que elle e sua familia fiquem ao abrigo eu pretendesse crear um processo por faltas commet- religião do estado e a mais sublime e philosophica
quem fazem deza das nações.
das necessidades e tenhao o que for preciso para descan- tidas por empregados submettidos - à punição por lei ge- de' todas as religiões. Ora, o menino, emdeve
0 sr. Balbino:—E os principios da religião adoptasahir da
so de. sua velhice, para o sustento e -educação de seus rui'.' Devemos," porein/fazer uma distineçao entre' as impressão as primeiras idéas recebidas,
dá pelo mesmo estado.
faltaspropriamente do empregado em relação á socie- escola compenetrado das verdades da religião cathofilhos.
,;
O
sn. A. Moreira:—De certo qne a religião catholi- Assim também quero que o moço que tiver prestado dade em geral e aquellas que dizem respeito somente licav e não com simples noções.
E' o que eu tinha a dizer, e mando neste sentido ca, sendo adoptada como a do estado, deve ser mais
vinte annos ¦ de - bons. serviços, e que se ache por enfér- •ao exercício' do magistério. Quanto á estas, já está decirespeitada e garantida.
<\
dido pelo conselho d'estado que as assembléas provin- a seguinte emenda: (Lê)'.
midade, também provada...
¦
Approveito a oceasiao para declarar qne sou profanO sr: Perelrade Magalnaes:—Sr.
legislar.
sao
competentes
ciaes
O sn. A. MAn-riNs:—E' uma brecha para os abusos,
para
'
de damente catholico, que respeito a nossa religião, essa
E' apoiada e entra conjünctamente em discussão a presidente, creio, que o, art. 20 do projecto precisa
O sr. Cassiano... por uma junta medica, perante o
alguma modificação em dois pontos. Primeiramente, veneravel religião sanüficada no passado pelos immenrespectivo delegado do circulo, obtenha- igualmente i a- seguinte:
sos beneficias que tem prestado, e cujo destino ainda
Emenda.
quando obriga ã qne haja ensino de arithmetica, obriga
posentadoria com - o ordenado por inteiro, para nao cahir
•
< Ao art. 15 acerescerite-se—precedendo o respectivo de um modo tao vago, que o professor fica adstricto a não está completo.
com sua familia na miséria. -.
Sr. presidente, se eu não estivesse convencido da
ensinar arithmetica até' progressão, logarithmos, e tudo
O sr. Azarias:—Mas eu quizera antes que o nobre processo:—F. Torres. »
verdade do evangelho, para venerar a religião cathodeputado disesse: os professores que tiverem vinte an- " N3o' havendo mais quem peça a palavra, encerra-se quanto ha de profundo nesta matéria.
lica
bastar-me-hia considerar que esta religião é symboestá
esta
palavra
O sr. Vice-presidente:—Creio que
nos de bons serviços, e que provarem de qualquer ma- a' discussão, e é approvado o art. com a emenda.
neira impossibilidade de continuarem no magistério, te
Entrando em discussão o aft. 16, ésem debate appro sujeita e dependente dòs elementos que comprehendem Usada por essa arvore plantada no Golgotha, regada e
rao o direito de aposentar-se, mas nao estabelecendo dif- vada a 1.* parte, ficando prejudicada a S.« pela vota- todas estas matérias; o que há, é defeito de redacçaò. sanetificada pelo sangue do próprio Christo, essa su¦'¦'¦¦ .
lçao
O sr. P. de Magalhíes.'—Então é bom mandar uma blime árvore—a cruz, sobre a qual o filho de Deus, na
ferehça, .de Idades; • •'
da emenda n.° 1 offerecida ao art. 3.*.
emenda que limite a arithmetica até a regra de três phrase de om eloqüente orador, òffereceu-se em naO sr. Cassiano:—Mas é preciso attender que a idade*- Entra em discussão b árt-. 17.:"
Bi
ü
ASSEMBLÉA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
DIÁRIO X>E MI1VAS
X <C>'-j
reino de Wurtemberg passao-se annos sem
falia mais alto do que todo o argumento: o pai de famí- escola. No
um assento nesta casa, eu, o nobre deputado pelo
haver um só crime.
crificio pela liberdade, igualdade, fraternidade do ge- par districto, o sr. Balbino, e mais o sr. Pinto Moreira, lia deseja a felicidade de seus filhos, deseja sua instrucO sr. Antero:—Isso nao é resultado do ensino
5.»
e essa excepçao que traz o nobre deputado, ha de
nero humano.
da commissao de Ínstrucção publica, çao;
ainda què legislemos com muito obrigatório,' mas- da illustraçao qne ha hoje na AlieNüo podem e não devem, pois, os nobres deputados como membros um
n.° 39 daquelle anno, continuar a perdurar,
o
de
confeccionamos
manba.
n8o
Mo
projecto,
tao
pequenina que
mais rigor, mas é uma excepçao
qualificar-me de menos religioso, antícatholico.
O sr. Balbino:—Uma educação bem dirigida é o
o calho- sobre esse ramo de serviço, e no art. 5.° consignamos pôde servir de norma a quem legisla.
pertenço, sim. a essa seita que quer arrastar
obrigatório.
dá illustraçao ao povo, que pratica-tanto menos
a
que
o
meu
questão
que
se
diga
pensamento)
Nem
licismo pelo caminho dos desvarios, como instrumento o ensino nós, ao menos
um
(ato
e
Foi para
para mim, um tnumpho,
está elucidada nos paizes os mais crimes, quando melhor educado é.
obrigatório
do
eusino
de perseguições! Não pertenço á seita que pretende
em
idea
que
immenso que aquella minha
E o que temos nós feito até hoje para a educação
cultos, e por elles adoptado esse ensino.
elevar a religião por meio das fogueiras e da inquisição. triumpho
do nosso povo? Nada, e sem a ínstrucção obrigatoO sr. Balbino:—Está perfeitamente elucidada.
Sou como disse, profundamente catholico. mas cathosou
apprehensões;
algumas
absolutamente fazer. Esses paizes
O sr. Cassiano:—Tenho
O sr. C. Ferreira:—Na Allemanha e em alguns outros ria nada poderemos
lico do evangelho; quero a religião catholica, mas cheia
onde a legislação neste sentido tem da Confederação germânica, em quanto nao adoptarão
da
Europa
estados
de humildade, como foi pregada por Christo; nao a que- nervoso.
casa
nesta
por
estados a ínstrucção obrigatória, nada
O sr. Horta Jlnior...foi combatida
chegado á maior perfeição, o systema do ensino obriga- como lei de seus nada
ro manchada pelo sangue e illuminada pela fogueira.
conseguirão, e se hoje a adoe conservadores—
fazer ,
Entendendo, pois, sr. presidente, que não compete ao liberaes
de vin- tono nao está ainda em todos elles adoptado. todos os poderão
arma
uma
seja
receio
virão
Cassiano:—Eu
ó
que
sr.
O
o
ensique por outro meio era impôsem
adoptado
porque
ptao,
Júnior:—Está
sr.
Horta
O
estado, mas sim a igreja e ás mais de família
resultado/
os mandões de aldoia.
estados allemaes; chamo a attençao do nobre deputado sivel alcancar-se qualquer
no religioso, me parece que nas escolas devem ser da- gançasr.para
Horta Júnior. . .hoje, depois do acurado e aO
O sr. Antero:—Nos Estados-ünidos resolveu-se o
ultidas somente as nocües geraes de religião, e nao o enredi- para o relatório do ministro d'instrucçao publica
commissao
a
que
a
sem
isso.
estudo
lustrado
que procedeu
problema
apresentado ao corpo legislativo francez.
sino dos dogmas, o ensino profundo da religião.
sohre a ínstrucção publica, essa idéa maraente C. Ferreira:—Nao sei de memória quaes sao
O sr. Balbino:—Os Estados-ünidos, meu collega,
O SR.
O .sn. Balbino.—Eu nao quero que se ensine nas es- gio um relatório
E nem, sr. presidente, o que
triumphante!
ahi
appareca
nao servem para exemplo. Os americanos do norte tem
so
dias
li
a
ha
mas
religião,
Allemanha,
da
da
quo
poucos
quero
todos os estados
colas os dogmas profundos
legislação.
nossa
em
ainovidade
uma
ó
o
art..
determina
sobro esta matéria, e com quanto um gênio especial, e nao sâo regidos por governonem
ensine o catliecismo adoptado na diocese mineira.
foi determinado pela sabia lei n.° obra de E. Rendu
nao é monarchico,
a lesse perfunetoriamente, alli achei consignado o que gura, é o governoumda multidão;sui-generis,
O su. A. .Moreira:—Então, n3o sei bem qual o alcan- O ensino obrigatório
governo que
republicano, é
13...
governo
acabo de dizer.
ce que possa ler a emenda do nobre deputado.
alma .originalmente aristocrática de
O sn. C. Ferreira.—Do grande Vasconcellos.
O sn. Horta Júnior:—E' prec so attender a epocha faz-nos lembrar da não obstante a verdade derramava
Pedi a palavra somente para expender esta opinião
esta de
obrigatório
o
ensino
Jlnior...
Hortar
na
Osr.
Mirabeau.
confeccionamos
qual
foi ella escripta, e a data do relatório apresenem
que presidio a nosso espirito, quando
democráticas.
algum modo preceituado nos nossos códigos do legisla- tadoquo
ao corpo legislativo francez. em que se affirma que esplendidas irradiações
este art. do projecto. Tenho dito.
do reino, porquo segundo suas
ordenações
aos bons resultados do ensino obricivil,
as
Se
attendermos
ofierea
Allemanha.
de
toda
em
çao
adoptado
acha-se
Martins!-Tenho
esse systema
O sr. Assis
da
contas
a
vem
no exercito da Prússia,
tutor
veremos
juizo
prestar
o
Allemanha,
que
ccr a esle nrt. uma emenda que tem por fim unifor- disposições
O sr. C. Ferreira:—Talvez o ministro fizesse isso, gatorio na
acharem-se sobre
e dos bens de seu pupillo, e obrigado
acolhe sempre o rigor, para poder o paiz rei a respeito d'instrucçao, .sabem
3."
Napoleão
niisar o ensino da leitura em todas as escolas da pro- gerencia da pessoa
nao
de
porque
officio
o
ler; verepai,
tem cumprido
100 soldados somente três que nao
mais essa bisca na França. (Risadas.;
vincia, para prevenir o abuso que se tem introduzido a provar que bemconvenientemente
bem
como
passar
fortuna,
a
da Ínstrucção
encarregado
o
offieial
mos também que
oh!
Vozes:—Oh!
em muitas, onde se ensina o menino a lèr em livros só administrando
Potsdam, durante 1S annos que esteve
gerindo a educação de seu pupillo.
inconvenientes e até mesmo em jornaes.
O sr. C. Ferreira:—Nao sou grande importador das do exercito em
reNem se queira ver nesta idéa, srs., ura principio con- doutrinas da Europa
o nosso paiz; a difierença en- encarregado daquella missão, recebeo apenas três
Algumas conheço, sr. presidente, cujos professores,
para
acme
se
não
liberaes;
sabiao ler; e achou-se isto tao exceptem a audácia trario aos verdadeiros princípios
tre os povos e os costumes é grande. Na Europa o povo crutas qne nao
em
" sendo contrários a'o partidoa dominante,
ventura,
soube-se
e
se
respeito,
c
a
um
persistindo
inquérito
fez-se
de
retardatario;
por
cuse
correscional,
que
ltír só em jornaes e
de ensinarem os meninos
tem vontade; entre nós a vontade ó do governo. Lá
filbos de pescadores, de homens que
achincalhão minha opinião, eu for aceusado de tal, me conformarei
os homens mais illustrados dedicao-se ao ensino pu- a final que erão
pondencias que batem as idéas liberaes e
sobre as águas, sem residência
de ser julgado retardatario com Victor Hugo e outras il- blico,
viyiao
constantemente
honras
tidos,
sao
em
pelas
os seus sectários.
apreciação
que
merepela
de
cheio
livro
nesse
de
igual
alguma.
uma
lustrações
em
fixa
quilate,
parte
recebem.
Para cortar semelhante abuso, vou offerecer
e
que
garantias
Nao se diga que esta idéa nao é eminentemente libequo é antes um código de civiemenda quo não pode deixar de ser approvada por todo cimento os Miseráveis,
O sr. Balbino:—Pois pague-se bem aos professores.
romance.
de hoje commina penas por lei de
aquelle que sentir correr em suas veias o sangue bra- Usacüo do que um
C. Ferreira:—A questão nao está na paga, ral; a livre Itália
O
SR
demonsimmorrodouras
e
Ahi temos paginas
aquelles pães que nao mandão á escola
contra
paginas
1859
dos
sufficiente
e
idôneo
e
sileiro, e für amante do seu paiz. Vou propor que seja
habditação
na
pessoal
deve ser gratuito, c por- está
com o nobre deputado seus filhos; e os que nao sabem ler, sao castigados com
adaptada para o ensino da leitura em todas as escolas trando que o ensino primário
professores. Entre nós eu receiocom
devo também ser obrigatório.
quanto possa trazer a imeapacidade eleitoral.
este projecto,
a constituição do império. A adopção desta emenda que devo ser gratuito,
1."
secretario
que
sr.
ser
obrigatório,
presidente,
som
Ensino gratuito
Na Suécia, Norooga e Dinamarca aos indivíduos que
srs., trará dupla vantagem, que vem a ser aprender i
alguma vantagem, fuja desse fim, desde que tornar-se
respeitare
uma
burla;
de
que
para
não
um
seja o que actualmente nao recebem ínstrucção primaria, os sacerdotes negão
passará jamais
ou
pequeno
os
menino á ler tomando ao mesmo tempo
uma
arma
partidos,
para
cada
a
185S sobre
no sentido de deixar
o futuro venha a dominar o paiz. o sacramento da confirmação, e por isso em 9,131
conhecimento da nossa lei fundamental, e dos seus mos a liberdade do ensino
ou não na brutalidade, nas tre- domina, ou o que para
que
direitos na sociedade. Offereço, pois. a minha emenda um o poder de ficar uma liberdade? Se c, não a quero para debellar aquellas influencias que nao adhenrem 385.000 crianças suecas apenas encontrou-se
isso
alguma.
será
ínstrucção
Acaso
tinhão
recebido
nao
á consideração da casa e espero que será approvada. vas?
.
algum dia á sua politica.
aquelles
ser
acolmada
nao
a
ideia
que
não
a
mim;
casa
a
a
vê,
para
pode
Já
discussão
quero
em
obrigatório,
que
pois,
para
E' apoiada c entra conjunetamente
Até agora temos passado sem o ensino
houverem de viver sob a influencia da legislação, para
de despotica e absoluta, pois que na Confederação gerseguinte:
indicado como necessário desde 1835, e agora que va- manica. n'essas
legislação a
de
nossa
paizes essencialmente livres (excepquo devo boje concorrer.
Emenda.
defeitos
os
sanar
mos
em
parte
0 sr. Cassiano:—Não contesto ao nobre deputado; po¦:. O compêndio para o ensino da leitura será em toesperemos pelos resul- çao feita da Prússia de Bismarkj, a ínstrucção é obriÍnstrucção
da
publica,
respeito
do
recebida pelo povo.
progresso
nome da liberdade e
dos as escolas da provincia a constituirão do império, rem receio qu-i em liberdade e se atraze o progresso. tados da nova lei que se discute, o so a experiência gatoria e tem sido perfeitamente
isso pelo art. íl com uma pequena mofira-se essa mesma
Voto
alem do mais.—Assis Martins. »
aconselhar que deve-se tomar esta medida, então lan- dificação.por
o
como
sou
apprehcnsivo
Jusion:—Eu
Horta
sn.
O
Não havendo mais quem peça a palavra, encerra-se
.
raao delia.
nobre deputado. O projecto de 1865 era mais absoluto, cemos
O S 3.- não deve ser adoptado. porque exceptua as
a discussão, e é approvado o art.
E' uma idéa do partido conservador não so em 1835. meninas
melhor ao meu modo de pensar, porque, quanto
onde não houver aula publica do sexo femisatisfazia
approsão
todas
muitos
receios
nutro
emendas,
das
em
Seguindo-se a solação
mas
quanto
1862,
'do
por
em
como
liberdade,
rigor,
mais
mais
matéria
n'csta
mira,
a
nino,
doutrina contraria á do art. 9.- do regulamento
quanto
dar o meu voto
nao
sr. Pereira de Magalhães.
isso
e
posso
vadas, excepto a 1.'
adopçao,
por
sua
em
melhor
n. 19, quando determina que ps professores das paquanto mais se obrigar o cidadão a illustrar-se,
Entra em discussão o art. 51.
pelo ensino obrigatório.
em uma
o reinado da liberdade.
esta redigido o projecto, temos rochias sejao obrigados a leccionar ás meninas,
O sr. Cassiano!—Nao farei discurso, sr. teremos preparado
maneira
que
Da
por
Ínstrucção
de
da
commissao
puAlem d'isto, a ínstrucção nao pôde deiNo presente projecto
separada.
consisala
tal
restricçao
ligeiras
mui
contem
fazer
a
redacçao
me-!iei
sua
limitar
seguinte:
presidente,
obrigatório contem em si certas mais o
xar de «er também obrigatória para o sexo feminino,
deroções. Está na consciência de todos que os defei- blica de 1806, o ensino
excepções e limitações de to- que as penas vâo recahir... sobre os
questão magna de que nao posso tratar, nem desenvolpobres.
tes de que se ressente a ínstrucção publica em nossa prescripções que consagrao exemplo,
Cassiano:—Somente
sn.
O
illustrada
a
que
mas que o Tarei na 3." discussão do projecto.
diversas, que da equidade. E' assim, por
Antero:—Apoiado, sobre pobres e desgraçados. ver agora,
sr
O
provincia, tem sua origem cm três fontes
indigena
a
distancia,
consideração
teve
era
commissao
e é mais uma razão Então chamarei a attençao da casa sobre a. maneira
são: falta de inethodo o uniformidade no ensino; falta
Ferreira:—Justamente,
C
sr
O
pela qual os nossos governos tem trado pessoal sullicientemente instruído; falta de fiscali- tia dos pais, etc.
defendel-os. Que, por exemplo, o homem quo pouco dacuidadosa
educação das mulheres, sem attender que a
Osn. Cassiano:—Acho muito grande; uma legoa o nara eu'
í-iirAo p rompi a e enérgica.
tem a renda conveniente para dar edu- tado
e
votante
ó
fazer mulher que não fór bem educada nos princípios de
muita distancia.
il sn. .Muntanuon:—Apoiado.
cacao a seus filhos, de propósito nao o queira
mai
O sr. Azarias:—Sem duvida.
Mas a maioria ha de reco- religião e de sa moral, nunca poderá ser boa
concordo.
0 sr. Cassiano:—Qualquer lei de Ínstrucção que nao
e
seia
punido,
deputao
nobro
com
filhos que se tornem um dia
O sr. Horta Júnior:—Concordo
cure estes males, será improficua, nüo produzirá fruo projecto. como esta, vai onerar somente de família, nunca educará
nhecer
que
aos
responder
somos
unicamente
prin.todos
a
divida
para
que
o que na expressão de nossa bons cidadãos, para pagarem
cto algum que preste. Bem, nao vou adiante, visto o do, e levantei-me
o nobre deputado deduzio suas aos pobres, (apoiados)
patria, o jamais fará a felinobre deputado me chamar para o artigo 21 do proje- cipios geraes de que em nome da commissao de ins- legislação éaugmentaraafflicçaoao afllicto, e por isso obrigados para com a mai
laços
da igreja.
unir
se
e
daquelle
a
cidade
appreconsiderações,
serias
para
pelos
nao
sr.
quem
ainda
quero que
porque
presidente,
cto cm discussão. Tenho,
de 1808 poder dizer du alto da tribuna não votarei pelo projecto,
Desejava lambem, sr. presidente, que se estabelecesse
benções sobro o ensino obrigatório! O ensino obrigato- trucção publica
os pobres passem por novos vexames.
devidamente
foi
ou
base, e
de
estudada,
ordem
juluma
depois
idéa,
obrigatória
nossa
a
ínstrucção
improfi- para
que
rio me parece perigoso....
O sr. Cassiano:—O artigo é inteiramente
cuja seisto tranquillisará os nobres deputados que receiâo
gada e triumphou: colhac-se hoje os fruetos,
O sn. HonTA Júnior:—Nao apoiado.
ricos.
...
j
os
cuo
j
para
de
186Ü
o legislador
d'esta loi, que receiao perseguições
um dever de abusos na
O sn. Cassiano....receio que com esta innovaçao no mente lançou
O sr Barbtoo—Sr. presidente, o art. il do ás classes pratica
O sr. BÁlbino:—Muito bem.
pobres.
ensino di? nossa provincia se vá abrir a porta dos abuhonra chama-me á tribuna para defender
com uma emenda que estaFerreira:—Sr.
presidenremediar
Oxinlx»
Isso
sr.
de
fazer
do
camO
honra
a
tive
as
inUuoncias
pode-se
sos. a porta das vinganças para
em discussão. Em 18Gi
beleça, por exemplo, a renda exigida para jurado, a
te, eu devia acompanhar nSo só o pensamento da com- projecto
commissao do instrucç-So publica com o nosso
da
panario nas diversas localidades!...
i.«
disparte
deputado
o
nobre
o
indivíduo
pelo
também
de
como
fim
nao
quo a tiver, seja sujeito a esta
que
O su.' HonTA Jlsior:—Se fúr abuso, que feliz abuso missão,
o sr. Horta Júnior, porque nesse_tempo
tricto, por entender que o ensino obrigatório ó cons- collega
eleição das commissões; a mai- lei.
na
¦
exclusivismo
quo traz a Ínstrucção!
havia
circumstanactuaes
O sr. Azarias:—Ou a de votante. . .1. '
toda de membros
collega, eu enxergo vantagens titucional, e que muito convém nas
oria era. como sabe-se, composta o nobre deputado,
' O sn. Cassiano:—Meu
sr. Balbino:—Essa nao, porque v. exc. sabe que
O
cids
da
refranqueza,
com
provincia.
fallo
entretanto
ensino
obrigatório,
porem,
do partido conservador,
' no
nós a qualificação de votantes é a mais defeiO sr. Horta Júnior:—Muito bem.
ceio muito que se abuso dello, quo produza males cm
serviços podia prestar nessa commissao entre
os partidos qualificão até
O SR. C. Ferreira:—Mas. com quanto essa idéa que muitos
e estudos especiaes, foi nella in- tuosa que se pôde imaginar,
vez dos benefícios esperados pelo meu nobre amigo!
intelligencia
sua
instrucsobre
a
?or
legislação
na
primitiva
a mendigos.
Demais, não será o ensino obrigatório inconstitucional? fosso inoculada
a quem ain- 01
Nós sabemos que nao ha ninguém em nosso paiz que
os srs. Benjamim e C
ção publica de Minas por um vulto político
O sn. Horta Júnior:—Nao apoiado.
OdSH. CASsiANo:-Este anno
enhomenagem e respeito, o sr.
commissões e nâo qui- n3o faça SOOJJOOO annualmente pela forma por que no
nomeados
para
O sr. Cassiano:—Por sem duvida o inconstitucional; da boje a provinciade presta
forao
Ferreira
isso
adoptaVasconsellos, nem por
tendem as mesas qualificadoras, mas o defeito esta
Bernardo Pereira
assim pensão muitos vultos!
ser
Z60°sRCeBAL'Biso:-E'
1
necessária
renda
da
para
se
obrigatório.
julga
por que
O sn. Horta Jlsior:—Bem; mas eu peço ao meu rei o ensino deputado,
preciso acerescentar que forão modo
...
que acaba de fallar, foi achar na
O nobre
do presidente, e nao votante.
exclusiva
escolha
nobre amigo quo se dé ao incommodo de demonstrar
nomeados
exidevia-se
por
feita
multas....
Para haver. uma qualificação bem
constituição o direito de se impor
essa inconstitucionalidade.
P°MaeseÍsr!)'presidente, o
o cidadão tivesse S00S000 de renda liquida, porO sn. Horta JuNion:—No espirito da constituição,
projecto d'instrucçao publica gir que
O su. Cassiano:—Não farei osta demonstração agora
da constituição o
espirito
C.
Ferreira
no
S008000 de renda bruta nao ha quem nao faça.
consideração
sr.
visto
O
a
de offerecer
que
sufileientemento
honra
preparado,
a
me
achar
não
tivemos
então
mandão
por
nao
que
O sn. A. Martins dá um aparte.
• ine ser preciso entrar na seara alheia, entrar em uma direito de impor-se multas aos pais que
o ensino obrigatório. Esse procoercitivo, obrigatório. da assembléa, estabeleciacombatido,
O sr. Balbino:—Como dizia, ir. presidente, ahi petomarão parte na dispo- seus filhos á escola, que é o meio
immènsamente
foi
questão inteiramente estranha á minha profissão,
detalhes.
em
não
entrei
j-ecto
Júnior:—Eu
nossos centros ha homens . que tem 10 e.lí.filhos
Horta
sr.
compunha
los
deO
deque se
deputados,
srs.
17
rem eu aceito o convite do nobre deputado, hei de
cussãoi
creio
oue
nos garantia no artigo 179 a
suas terras, quando elles nao têm
e elle teve de naufragar pela im- è vivem da lavoura;
munstrar a inconstitucionalidado na terceira discussão, Disse que a constituição
oetntao,
âtónoria
sem
ínstrucção,
esta
e
sao costeadas com. o. seu .trabalho e desse3 fique
oferecidas..
escravos,
Ínstrucção
gratuita,
forao
primaria
lhe
opportunidade.
ou na
mensidade do emendas que
nunca passará de simples burla.
" O sr.primeira
de quatro annos lhos; será para estes indivíduos immènsamente penoso
Horta JuNion:—Eu demonstrarei quo o ensino ser obrigatória,
Feizmente, sr. presidente, depois
nessa lavoura, à
O sr. C. Ferreira:—E' exactamente um trocadilho
pela com- mandarem os filhos que os ajudao
justificada
foi
obrigatório o ó pela constituição.
plenamente
commissao
de
essa
«''#•.
' O sn. Cassiano:—Nao duvido, o nobre deputado e quo faz o nobre deputado. Eu entendo a constituição
apresentou no projecto escola.
casa.
da
que
Uberal
missão
a
consé
o
ensino
isso
sr.
gratuito,
Assim me parece,
presidente,. que ficao perfeitaque
por
muito illustrado, pode até demonstrar theses mais dif- modo diverso:
as mesmas idéias que combaterão n essa
tituicao impõe a obrigação de se crear escolas em todos on\ dUcussao
da parte da maioria de mente consultadas as necessidades dessas classes a este
absolutismo
um
ficcisl
como
outra,
e"ocha
mas nao importe essa disposição, por
respeito, tomando-se por base a renda:do jurado para os
O sn. IIorti Júnior:—E'bondade do nobre deputado. os lugares, a compellir-se ao
sentido mando
de família que deixa ""sr"'
pai
autorisa
a
meu
ilnao
duvida
ao
de
fora
é
faço
pais mandarem os filhos á escola; e neste
quêsmim
plena
justiça
O sn! Cassiano:—Nao;
- .
presidente, para
:
levar seus filhos para freqüentarem essas escolas,
conseguir á mesa uma emenda.
orde
um
dos
nada
incontestavelmente
ó
poderemos
amigo,
obrigatório,
lustrado
quo
ensino
'natrientos
e nao
O sr. Vaz Pinto:—Fallou muito bem. (apoiados.)
a pagar uma multa. Pelo quo disse o nobro doputado tao sem
do
(Apoiados
casa.
povo.
desta
educação
e
instruecao
na
sustento
obrigatório, porque é gratuito; eu
E' apoiada e entra conjunetamente era discussão a sena illustrada Europa , onde o
Sr. presidente, se em alguns paizes om que as dis- o ensino é
isso mesmo que nao é obrigatório, é que llniadosl Nós vemos
da
noso
contrario:
difierente
de
communicapor
vias
bem
rápidas
forma,
gninte:
outra
annuliao
se
de
tancias
pelas
povo é educauo
Emenda.
está o ponto de nossa divergência.
elle constituo nações immen<-ão, em quo a educação do povo está por assim dizsr é gratuito. Aqui devemos
recordar um facto que se sa. nós vemos lá, ondecivilisadas
« g 4.0—Os meninos cujos pais nao tiverem a renda
Sr. presidente,
, a necessidade de ser
e
feita, ti responsabilidade du funecionario nao é uma
adiantadas
•¦
.
samente
e
é
colonial
que
por que passamos,
o que acontecera entre nos, dejurados.—Baíòino.
ficrão, o svstema do ensino obrigatório não tem podido prende ao tempo dominava
completamente o Brasil,que otlo obrigado a aprender; tempo
O sr. Jtfloix.tari.doii:—Sr. presidente, julgo
educados e passamos
muito
vingar; so contra ello tem-se levantado uma forte cru- Portugal, quando
durante
fomos
com
que
todas as industrias, não se embaraçava
vida debaixo das leis a questão do ensino obrigatório muito liquida, nao so
rada e com hons fundamfntos so tem negado tal direito vedava-lhe
mesmo a primavera de nossa
a deixava correr livremente....
a
ínstrucção
um
novo,
publica,
de
filhos
dizer que o Brasil em vista das conveniências que ha de estabelecer esta
nós,
havemos
paiz
Pode-se
como
á sociedade,
metrópole?
O sn. Balbino:—E' porque fazia conta ao nosso go- barbaras da
comprehendeo aa mesma obrigação, como também pela .improcedencia
nao
ainda
o
som á illustraçao o a moralidade precisas, admittir em
nasceo hontem,
povo
colonial ter o povo sem educação.
nao comprehendeo das razões daquelles que se opppõem, a este- ensino.
se
elle
o
.
nosso código do leis disposições, que facilmente podem verno
da
educação
vantegens
em
O sr. C. Ferreira mas ella desenvolveu-se
da mo- DO todas as razões apresentadas ha somente duas que
em íiomo da santa liberdade, essa filha do céo e do proaphorismo de Anacharsis « da» educação
obstáculos grande escala. Depois de nossa emancipação, e em todas Ifnda odepende
o necessário que merecem rep»ro: primeiramente o Hemor do abuso que
a sorte dos impérios
gresso, ferir essa mesma liberdade, e pôr
cidade
da
sociedao
interesse
lugar a obrigado
Império,
porque
as
o
convença
nação,
províncias
da
possa resultar deste lei. e em s.°
á esse progresso?
.
,
de famitratamos de regularisar, dando uma o governo, como pai supremo
• ¦ Demais,
ção odiosa que se vai estabelecer aos pais 5."
nestas idéias.
ou receio quo esta medida so seja appli- de neste ramo que
educando-o
verdade,
desta
nós
devemos
distrireconhecido,
deputado,
é geralmente
do nobre
dizer
pelo:
lei
apropriada,
no
seu
ou
vexatória,
mandar
lia,
vez
nao
medida
muita
uma
que
podo
é
este
cada ao pobre, que
Nem se diga que
da necontar quo s3o mais advogados e executores de lei os
de- cto, sao os únicos competentes para julgarem.j'
consütuinte
assembléa
a
filho á escola, por mais desejos que tenha do o fazer.
absolutismo;
no interesse de seus filhos, do que o rigor que denota
;.'.
franceza, que no meio de tantos cessidado do ensino.
Quanto nos ricos, aos qne tém meios, a medida e próprios pois no supposto interesse da sociedade.
revolução.—i
Ls da.._•_
A' respeito do ensino, srs.. que podemos considerar
serviços; fez benefícios a soimpronciio. porquo se retirão da escola publica seus da legislação
também™™i.™
o
horrores
te»
muita
vez
nao
prestou
fazer- tal ou qual
família
de
nós
devemos
conheço
alma,
Eu
que
da
pais
obriga- como o pao
lilhos, dão-lhes mestres particulares. (Apoiados.)
introduziu nas leis francezas o ensino
¦ ¦ K
francos, ó porque feijão para dar a seus filhos, e no emtanto esforçao-se, ciedade,
certamente por comparação com o alimento.material, em conseqüência
nao
peccava
assembléa
porquo assim acontece? Sejamas
a
aquella
torio,
sacrifícios para dar-lhes a devida Ínstrucção; e
do que a"natureza do ensino deve ser obrigatória; a nao professor publico (salvas eicèpções) é ignorante nas fazemestas as
_.
, .
mais pobres que tem essa dedica- idéias absolutas.
a receber os alimentos para nutrirmatérias quo lecciona, não tem dedicação, nao cumpre sao e amor, pessoas é o interesse
de districto, com quem nao tenho tureza nos obrigacorpos,
collega
meu
sua
O
de
de
seu
nome,
e esta obrigação, esta bem caporque
oppoz-se mos os nossos
n'esta
devores e nao possue a moralidade pre- ç3o
accordo
questão,
com os seusde
estar
de
nos excita.
família, da felicidade do seus filhos, sobre as quaes vai o prazer
entre outras razoes racterisada por este sentimento da forno quetomar
declarou
e
cisa. • '
obrigatório
tal
ao
ensino
o
os alirazão
esta
lei.
Por
da
qual
projecto
recahir o rigor
Dè sorte que so nos esquivássemos a
Muntanuon:—Apoiado, muito bem.
na Europa nem em todos os paizes a insmesmo
se
mesmo
receio
de
agradao
mim
solicitações
em
ás
que
' ' O sn.
que
redigido,
desobedecendo
está
produz
corporeos,
do
nobre.dementps
engano
um
E'
O sn Cassiano:—E' por sem duvida por estas razões
trucçao era obrigatória.
e a continuar esta obstjnaçao, a
se porpotua, e que o abasta- acha possuído o nobre Io secretario, isto é, de que veAUemanba nao ha estado algum, veia da natureza,
que a ignorância, do pobre
nba a disposição obrigatória a servir de arma para os putado. Na illustrada
•ilo,
•.
mesma natureza tornaria estas solicitações agradáveis
em
o rico procura o mestre particular.
esteja
pratica....
.
nao
ella
em
honestos
a
que
pais
e desde.ja em solicitações desagradáveis, e a: final nos obrigaria
um e outro nao desejem que seu filho mandões, delia abusando, perseguirem
O sn. C. Ferreira—Eu hei de mostrar,
independente desta medida, tem empe' Nao é por.jue
de família,
meu discurso a a cumprir este preceito natural. Porém no ensino ja
no
intercalar
so instruaj nao, esse desejo existe geralmente no cora- nho real emque,
peço permissão para
dar educação a seus filhos, e instrui-los.
nao se dá o mesmo, o sentimento da fome de ensino
me referi.
cão mineiro, o para provar esta verdade ahi esta a hisO sr. Horta Júnior:—Eu nao dou a ninguém o direi- opinião do publicista, á que em um ou outro condado nao se dá geralmente, em todas as classes; por contoria da ínstrucção em nossa província. (Apoiados.)
.excepto
..
Balbino.
sa.
O
seja.
de
se suppra.
to de se oppor á instrução
quem quer que
O único estado allemao em seguinte é preciso que
Não vou mais alem, sr. presidente, porquo noto que
O sr. C. Ferreira:—Sr. presidente, e nem se diga de nenhuma importância. encontrou obstáculos, foi na
O sa. Balbino:—Nunca temos fome daquiUo que
a caso está cora desejos de votar, o eu estou massante. tüo
obrigatório
o
ensino
obrigatório.....
de
ensino
que
nesta
fome de ensino aquelles que
teem
questão
apprehennao
que
serias
pouco
francez nao conhecemos:
(Vão apoiado».) Não obstante minhas
Saxonia real, e lá mesmo, diz-nos 9 ministro
O sr. P. Magalhães:—Permitte um aparte?
apenas duas gerações hao conhecem as vantagens deUe.
sões sohre c ensino obrigatório, offereço uma emenda
bastarão
d'instrucçao
e
três.
publica,
O sr. C. Ferreira:—Dois
O sa. .Montandon:—Estou concorde com.v. exc.
recebesse perfeitamente bem
ao artigo ora • om discussão, desejando ouvir o MusO sr. P. Magalhães:- O nobre deputado disse que escolares para que o povo
da
AlieO sr. C. Ferreira:—Eu nego esta apreciação.
da commissao ou outro qualquer membro,
relator
alguns
trado
Em
paizes
obrigatória.
ínstrucção
'
do propósito om que me ha pais que fazem sacrifício para mandar educar seus amanha
educado
O sr. MoNiANDom^-Além disto, srs.,, o abuso que
tao
hoje
está
perfeitamente
o
que talvez me possa demover
povo
lei. nao deveservir
filhos; e eu digo que conheço muitos que, porque quevotar contra o artigo.
as multas sao disposi- se tem dado na execução deste
obrigatório,
ensino
que
os
mandão
edusentido; pornao
pelo
filhos
de
escravos,
seus
fazer
" acho do
rem
annos em que de regra para que nao legislemos neste
E' apoiada e posta conjunetamente em discussão a se- car.
çOes mortas na legislação; passao-se
o abuso, nenhuma
com
a.argumentar
formos
deixem de quanto,, se
que
multada
só
pães
uma
cobra
guinte.
_
,
se
Emenda.
nao
seus
filhos a
da província. E deO sr. Balbino:—E muitos nao mandão
Este dever é alli en- lei poderemos approvar em bem
escola, porque nao querem que estes saihão mais do que mandar seus filhos ás escolas.
tememos os abusos, devemos consa-• « Em voz do uma—légua—diga-se—meia.
desde
o
sr.
francez,
mais,
que
viajante
um
carado' tao seriamente que
ou coarctal-os; elles.
,,.
. .
Baden e tendo necessidade grama lei remédio para corregil-os
Ao 4 3." acrescente-se—ou que n3o residirem dentro
4."
O sr. C. Ferreira:—A difierença é que eu (dtrioin Strayburg, indo caçar em meninos
Portanto o argumento do nobre deputado pelo
a. Sala das sessões, 18 de outubro de
encontrou,
do
que
alguns
a
fallou
povoaçao.—S.
de
tal
guias,
'
qual
do-se ao sr. P. de Magalhães) aceito a natureza
deve prevalecer no animo deata
florim, os pais recusarão districto n£o pôde, nem
um
1860.—t-assíono Bernardo. »
delles
um
a
cada
dando
"
com
excep'¦'-<-!'vem
argumentar
':•
deputado
o
nobre
ella é, e
-í-:;
meninos tinhíp de a 4 casa..; :,^í. .-.-, uí>!ii
O sr. I-Iox-ta Júnior:—Sr. presidente, em
sabre as quaes nSo podemos legislar. A natureza dizendo ao viajante que os
»18B4,
pela ¦ primeira vez tive a honra de oceu- ções,
-.» (Ja quando
Vi- ».. . . ,.--• ¦' ¦
w
ÜIA.RIO r>B MINAS
e este estorsivamente lhe Degou á entrega do
queria, guma outra idéia neste sentido, não duvidarei acettal-a. nas-Goraes, 24 de outubro de 18G0.—Dr. HenO sa-nÇASSiANo:—Eu sp mqstrei^apprehensõesj
*
.;•
Mas do-que faço questão, se passar o ensino obrigacredito, sem que nunca houvesse autorisação aiouvir -'ao nobre deputado.
Muzzio.
rique Cernir
O sa. Mohtakdon:—A segunda argumentação apre- torio. o que quero, porque entendo que ó uma meguma para Santos fazer qualquer negocio.por isso
sentada á consideração da casa, du quo 03 pais de dida importante, que é uma medida que ha de honrar
o abaixo assignado faz constar pelo jornal que
familia s3o os únicos competentes para educarem os a esta assembléa, ó estabelecermos ou proporcionarmos
seus filhos e promoverem a sua instrucção. por forma meios para que os pobres, aquelles quo reconhecida- !!Flx©SO"lxp»L*jUi Pi^ovincial.
esse credito já não lhe pertence, mas sim a Cualguma pôde prevalecer no espirito desta casa; por- mente nao podem procurar instrucção com seus proarreser
nhs.de quem recebeo sua importância, e protesta
afim
de
i
hast
recursos
tenhão pela intervenção da admir.isAcha-se em
publica,
quanto, prescindindo da argumentarão tirada dc paizes prios
*- matada hd dia 4 do dezembro
estrangeiros, nós que conhecemos plenamente a nossa tração os meios necessários pura isto.
fútu- contra qualquer transacção que por ventura tenha
próximo
O sr. Balrino:—Tem as escolas iirutuitas.
provincia, reconhecemos também que lia uma compleO SR. Azarias:—Não bastão. Por isso, sr. presidente, ro pur quem melhores condições offerecer, a havido por ser ella nulla; como também cassa os
ta repugnância dos pais de familia em mandarem seus
eu
.
peço que so elimine do art. 21 o seu § 2.°. porque coustrucção do pontilhão sobre o córrego Ca- poderes de uma procuração sua que se acha em
filhos para a escola.
este 55, alem de lançar fora do beneficio da instrucção
O sr. Azarias:—Dos que podem.
os pobres, as palavras—decência necessária—tem uma beca Branca na 10." secção da estrada da mão do mesmo Santos.
O sr. Mo.ntandos:—A maioria delles.
Itaverava , 14 de outubro de 1866.—Manoel
O sr.' Azarias:—Os que podem, riem sempre mandão. comprchen-aão latissimn; comprehcnsão que fica intei- corte, orçada em 341§619rs. E para que cheO sr. Montando*,:—E reconhecendo nós quo não ramente a cargo e á apreciação dos professores, podenex- Antônio Martins.
se
interessados,
dos
ao
conhecimento
podemos deixar de diffundir a luz da instrucção na do até produzir o absurdo, como já vi, do um professor gue
provincia, devemos necessariamente lançar m5o de não admittir em sua escola meninos que não estivessem pede o presente.
todos os meios que poderem attingir a esto fim. Por calçados, por estarem segundo ello indecentes.
Secretaria da tliesot.raria provincial, ã de
O abaixo assignado, genro dofallecidoFran; isso, srs., ainda que o ensino obrigatória pareça de
O sr. Balbino:—O que fez o inspector municipal?
novembro ue 1866.—J. A. de Figueiredo.
cisco Gonçalves Valentim, pelo presente conviO sr. Azarias:—Não sei.
certo modo contrario á idéa liberal....
apresento
A
emenda
apoiado.
á consideração da rasa, é a
da a todas as pessoas, que se julgarem credoO sr. J. Ignacio:—NSo
que
seguinte: {Le).
O SR. Azarias:—E', necessário.
ras do dito seu sogro, a comparecerem na resiSr. presidente, considerando que nem todos os mu- Tliosouraria
O sr. Montandon:—...... entendo que a liberdade
do Fazenda. dencia do iabaixo assignado desta data a 30
-quo devemos defender, devo ter antes da sua plena nicipios tíem um numero sufiicienlo
de escravos para
dias
receberem os bens existentes, e divi-applicaç5o certos. preparatórios, os quaes nao podem sustentar os meninos da classe pobre, que almndão,
fazenda
desta provin- dirempara
Pela thesouraria de
entre si.
ser outra cousa mais do quo certas restricções e obn- assentei quo devia deixar a cargo das câmaras muni- cia se faz
Saúde, 28 de outubro de 1866.—Antônio Corpublico que ella se acha autorisacipaes escolher quaes os objectos que devião ser tribugações.
da pelo ministério competente para negociar reia Lemos.
O sr. Cassiano:—Porém o meio é improficuo para os tados para a consecução deste iiiii.-orlaulissiuio fiin.
O sn. Balbino:—Muito bem.
apólices do governo dos valores de 1:0008 rs.,
que teem recursos.
E' apoiada, e entra conjunetamente em discussão a
O sr. Montandon:—Concordo com o nobre deputado
600§ rs. e 400Í* rs.-, as quaes vencem os juros
21
nüo
no
seguinte:
art.
estabelecido
está
om que o modo que
Emenda.
de 6 por cento, que serão pagos semestralpode satisfazer a todas as necessidades, visto como
«Supprima-se o"j i» do art. 21.. e acerescente-se:
o art. estabelece a circumferencia de Uma légua
As câmaras municipaes urrecadaraü, pelo modo que mente na mesma repartição. Convida-se por
O sr. Cassiano:—E' muito.
c reconheço que a maior mais conveniente julgarem, os seguintes impostos:
tanto á quem as pretender para comparecer a
O sr Montandon:—
§ De^cada escravo maior de 15, e menor de 60 au- tratar a respeito com o sr. inspector, ou
parto- dos habitantes desta provincia ficarão fora do aipor
Fugirão no dia 29 de outubro de 1866 da facance desta lei; porém nao encontro outro remédio. nos, que residir nas villas a cidades, Soo rs.
si próprios, ou por seus procuradores devida- zenda de St. Justa, freguezia de S. José do
§ Do cada dito que residir fora dellas, SOO rs.
A mesma lei estabelecendo o ensino privado, ou a
A importância deste imposto s-.-rá determinadamente mente autorisados.
liberdade do mesmo ensino, de certo modo vem a corRio Preto (Minas), propriedade de Jacintho
destinada á sustentação e vestuário dos meninos recotar os inconvenientes desta obrigação.
Alves Barboza , os escravos Pedro crioulo, 22
fathesouraria
de
Onro
Preto,
secretaria
da
nhecidamento
o
só
serve
medida
para
pobres que tiverem de freqüentar as csO sr. Cassiano:—Logo, a
annos de idade, alto, de côr retinta, bons deucolas
oflicial
primarias.
186C.—O
outubro
zenda,
30
de
de
pobre.
tes, sem barba, e Adão crioulo, de 21 annos
As câmaras contractaráõ com os próprios professoO sr. Montandon:—E demais, srs., pretende-se que
maior, José Pereira Ribeiro.
de idade, estatura regular, grosso de corpo,
aqui legislemos unicamente para a classe abastada da res, ou com outro qualquer que mais vantagens odebem retinto , bons dentes ; levando ambos
sociedade. Em que sentido devemos nós tomar os recer, a sustentação e vestuário dos meninos pobres,
roupa de algodão.
precedendo edilaes pelo menos S dias, quando não quripobres ?
rão sob sua immediata inspecçao e administração Gamar»» inixnioipal do Ouro
Estes escravos forão comprados aos srs. PeO § 2." do art. 21 assim se exprime:
«Os que absolutamente indigentes não poderem estabelecer uma casa própria para esse fira. As camadro Maria Versiani, e João Antônio Maria VerJ^r-eto.
trajar-se com a decência necessária para freqüentar ras poderão propor para esle fim as imposições
mais
ciani Júnior, residentes na cidade de Mon"presentes
adequadas aos seus municipes, quando as
i a aula «
A câmara municipal desta capital, em cum- tes Claros de Formigas, para onde desconsejão
haver
insufficientes
ou
não
vejo
exagerados.
para
Portanto
que perseguição possa
Quem apS. K. Saladas sessões, 18 de outubro de 1SGG.— primento do disposto no art. 12 do regula- fia-se que forão os ditos escravos.
os pobres.
ou der noticias certas, será graE alem disso, quaes são as autoridades competen- Queiroz Botelho. ->
mento do 1." de agosto de 18(54, manda fazer prehendel-os
,
tificado com duzentos mil reis.
A discussão fica adiada pela hora.
tes para attestarem o estado de indigencia do pobre?
Osr. Puesidente designa para a oi dem do dia se- publico, que forão apprehendidos no arraial
Os parochos» as câmaras municipaes, etc. E neste caso,
•si formos ainda a admittir a possibilidade de perse- guinte:
do Ouro Branco os seguintes animaes: um
-levemos admittir a perseguiDiscussão dos poreceres ns. 11, 42, 43 o 44.
giiição contra a pobreza,
macho pangaré , embornal branco, com um
mal
è
sem
neste
caso
o
e
1.*
dos
dita
dos
ns.
71,
da
79
e SO.
parochos,
projectos
parte
ção*
2." dila dos projectos ns. 8, 70. 72 e 73, e continua- J. na perna esquerda; um dito vermelho, com
remédio; está fora do alcance das nossas vistas, nada
O DIA 3 de abril do corrente anno fução das matérias já dadas, e levanta a sessão ás 3 lio- um T. na
podemos legislar a respeito.
perna direita, e um dito pello dc
O sr. Cassiano:—O remédio não é profícuo sinão ras da tarde.
gio desta capital o crioulo Cassemiro, de estarato, embornal branco, com um R. nos dous tura
aos ricos.
baixa, reforçado, nariz chato, cara arreO sn. Montandon:—Àdoptando inteiramente o artigo
lados do queixo, e uma cruz na perna esquer- dondada, sem barba, bons dentes, de idade de
com os seus parágrafos, afim de fazel-o offectivo, tenho
da, e bem assim um cavallo castanho claro, 20 annos mais ou menos; foi vestido de camisa
de apresentar - uma emenda ao § Io do art. 21.
Entendo que pela maneira por que se acha redigido
frente aberta, calçado dos quatro pés, appre- de chita, calça de casemira preta, palito de caeste §, a lei tem necessariamente de. ser illudida;
GOVERNO PROVINCIAL,
hendido no lugar denominado—Caieira, os semira arroxeada, e chapéo de chile: era aprenrepugcasa
ha
uma
nesta
noto
perfeita
que
porquanto
nancia -em se admittir a- inspecçao do ensino privado. fresidencia da X^ro^-inoia. quaes tem de ser arrematados como bens do diz de pedreiro, e muito intelligente para tudo
Ora, desde que o ensino privado não puder ser por
quanto se lhe manda fazer. Foi arrematado
do ]Vtirias-GrOjr*aes: '
evento.
forma alguma inspeccionado, veremos que este § vai
em praça de orphaos á 6 annos na villa de
• i
E para que chegue á noticia de todos, será Itaguahi
estabelecer uma illusao completa para a boa execuPor
de
15
e
17
forão
exo-nerados:
portarias
(d'onde é natural) para o dr. Eugênio
ção desta lei: porquanto, de que maneira provarão os
IPollolá.—Município da Campanha.—Districtò da este aífixado nos lugares do costume, e pu- Celso Nogueira: foi encontrado no ribeirão de
que leccionao privadamente a seus cidade.—Subdelegado, Antônio José do Mello.Trant.
" pais ue familia
Alberto Dias no dia 6 de abril procurando
filhos? Neste caso, desde que n 3o admittirmos a insMunicípio do Ouro Preto.—Delegado, bacharel Was- blicado pela imprensa.
*
pecçSo, como a casa está disposta, quando se recla- hington Rodrigues Pereiro, a pedido.
Paço da câmara municipal do Ouro Preto Barbacena.
maioria
dos
de
faa
do
artigo,
mar a execução
pais
apprehender,
ou noticiar a seo seo
Município
do
Ubá.—Delegado,
tenente
Quem
coronel
José
25 de outubro de 1866.—O presidente, Raímilia dirão aos agentes da instrucção publica: «Os Venancio de Godoy, a
nhor nesta cidade, será gratificado, querendo.
pedido.
meus filhos são educados no seio ¦ de minha familia u;
inundo
Nonato
da
Silva
Athaide.—O
secretaPromotorla.—Comarca
do Ouro Preío.—
Ouro Preto, 16 de agosto de 1866.—Dr. E.
e neste caso nenhum alumno será obrigado a compa- Promotor, bacharel Antônio Agostinho
José da Silva . a rio, Antônio Tassara de Padua.
recer aos. cursos públicos, e por esta forma ficará a
C. Nogueira.
pedido.
lei inteiramente illudida...Por isso apresento uma eForão nomeados:
menda afim de cortar este abuso.
JPollcla.—Münicipio da Campanha.—Districtò
...A minha emenda 6 a seguinte: (Lê.)
da cidado.—Subdelegado, Francisco de Paula Ferreira
Desappareceu no dia 14 de outubro de 1866
E°. apoiada, e entra conjunetamente om discussão a Júnior.
da fazenda da Pedra Branca no districtò do Bom
seguinte:
Município
do
Ouro
Preto.—Delegado,
bacharel FirEmenda .
Successo, termo da cidade de Oliveira, o escravo
-! «Ao §1° in fine acerescente-sè—o que so-provará mino Antônio de Souza Júnior.
Gregorio, com os signaes seguintes : idade du
Município do Ubá.—Delegado, bacharel Carlos Vaz
Fí àiiciseò Peixoto de Mello filho depa- 30 a 40
com attestado dos inspectores municipaes, ou paro- do Mello.
annos, pouco mais ou menos, côr cachiaes. S.. R.—Montandon.»
rou
n.°
de
no
Diário
105
2
j
do
corrente
com
Promotorla
Comarca
do Ouro Preto.
bra, boa estatura, bem formado, e magro de
O si*. Azarias:—Sr. presidente, S iriques- Promotor, bacharel Caniillo
da
Itaverava
um
annuncio
datado
de
do
dito
14
Luiz
Maria
de
Dritto.
tionavel o dever que tem o governo de proporcionar
cabellos soltos, testa grande, pauca barmez vertente, do sr. Manoel Antônio Martins, corpo,
.meios, para felicitar os seus governados, o sem duvida
ba, olhos pequenos, olhar espantado, pés pequea
um
credito
de
5405S0í);>
se
refere
rs.,
de
nenhuma que o seu dever mais importante ó defráquo
nos, e ligeiro no andar; falia bem, tem um signa!
mar pela sociedade a instrucção, porque por ella e com Secretaria da Presidenquo ó devedor Francisco Peixoto de Mello, vem de golpe no beiço inferior, e faltão-lhe dentes na
ella ó que conseguiremos o mais vantajoso estado,
oia.
tem
relação um tal frente, trabalha bem
por este declarar que não
e é ;só por esse.meio que poderemos conseguir a eiem vallos, e em olaria de
vilisação.
REQUERIMENTOS DESPACHADOS NO credito com sua pessoa, nem a de seu pai o sr. telhas, sabe lavrar e serrar madeiras, e é ajuMello,
Dois são; os-modos pelos quaes poderemos conseMajor
Francisco
Peixoto
nada
de
depois
dante
!a instrucção obrigatória ou a instrucção
tem costume de lidar com
MEZ DE NOVEMBRO.
guir este fim:
vem, nem firmarão letra alguma, nem ao an- animaesde ferreiro,
livre.' Argumentos teem apparecid,o na casa, pró e con, é carreiro e trabalha em todo o serviço
nem
a
outra
nunciante,
não
conhecem,
DIA 17.
qual- e lavoura; levou comsigo um
que
tra estes dous modos, porem eu, sr. presidente, conponche de panno
siderando a nossa .sociedade, considerando os peque
João Pereira Barbosa, pedindo ser dispen- quer pessoa; mas como a semelhança de nome usado, um paletó de lã de xadrez e mais alguma
nos reçuisos^.da, que dispomos, que não nos habilitão sado do
algum
inconveniente,
dar
lugar
a
juizo
destacamento da g. nacional seu fi- possa
roupa, e uma enxada. Quem o apprehender e lea crearmos escolas era todos os lugares onde houver
*nSo posso acompanhar aos nobres oradores lho Antônio Pereira Lima.—Ao respectivo por isso faz a prezente declaração.
va-lo a casa de seu senhor José Carlos de Souza
povoações,
Ubá, 31 de outubro de 1866.
(Jandido, ou der noiteias certas, será generosaquo defendem a instrucção livre; pois é um facto sa sr.' commandante superior.
bido, desgraçadamente,, que a ínfima, classe da nossa
Joaquim de Freitas Bastos, g. nacional demente gratificado, pagando-so promptamente tosociedade com' dífílculdade procura instruir-se, o pode- signado,
da a despeza que se fizer; advertindo que não
pedindo inspecçao de saúde.—Ao
se dizer mesmo que tem absoluta repugnância á insseu respectivo commandante superior.
deve-se facilitar na oceasião de prende-lo, e bem
trucção. - .
Ha
um
completo
musicas
sortimento
de
O-SB.^ANTBno:—Porque nao se lhe dá os meios.
, Luiz Marianno de Moraes, professor de laassim depois de preso, por ser elle experto e
canto,
flauta
&
em
casa
de
Mak
O sr. Azarias:—E' vordado, ...o é para remediar essa tim e francez de Bom-fim,
piano,
muito astucioso.
pedindo um mez para
falta què apresento.1 esta emenda. Àté aqui, sr. pre- de licença
noel
José
Cabral,
onde
vende-se
muito
por
para tratar de sua saúde.—Jun- diminuto
sidente, este,'projecto n. 28 vnqs seus diversos artigos
preço.
e §§ parecia comprehender disposições geraes, abran tando attestado medico, como requer.
RUA DIREITA. OURO PRETO.
I)o arraial de Cattas Altas do Noroega fugiu
gendo não só as. classes ricas, como as pobres; mas
dia
19.
em face do art. * ai- § 2.»-'vemos
"apenas que a classe pobre
hontem (dia 13) um escravo do abaixo assignado,
Caetano Donato Corrêa, preso na cadeia da
foi ahi condemnada. Abi
temos cansiderada a
Vende-se, no Termo da Villa de S. Francisco de nome Mathias, mulato disfarçado, cara bexiclasse rica, porque pelo projecto; se quer estabelecer cidade de Marianna, queixando-se do deleo ensino obrigatório unicamente .para aquelles que po- gado de policia, é pedindo providencias a res- das Chagas do Campo-Grande, uma fazenda de gosa, rosto um tanto cumprido e sem barba,
dem concorrer com alguma multa, e não proporciocom todos os dentes da frente,altura regular, casr. dr. Chefe de policia.
plantação e criar com 200 alqueires de excellenle bellos um
namos meios para aquelles. que são verdadeiramente peito.—Ao
¦;
pouco escarapinhados e não são pre.-"¦**
el$20i)alqueires
camp
sbons,
todos
cultura
de
pobres^.' *
tos,bem feito de corpo, mestre delidar com criaSr. presidente, é uma verdade reconhecida em todas
EDITAES.
vaiados e divididos em pastos, sendo igualmente ções de gado e de animaes cavalares,
as sociedades, não obstan e a impugnação de philopeão bem
sophos*'"que" existenv'"de- fãòto'-"-três " graduações ou : Pela. secretaria da
a maior parte das terras de culturas; tendo casas duro, bom tocador de burros, atalha e ferra
bem,
da
presidência
provinclasses: a classo superior, a classe media e a irilima.
está em concurso para vivenda, que podem servir para mais de uma sangra animaes, e muito bom de todo o serviço
Kslas classes, srs-, procurão, sempto guardar entre cia se faz publico,
que
ellas as respectivas 'classe
e diversas posições. Si - a classe' para o dia 3Í de Dezembro p. futuro. a es- familia de 60 a 70 pessoas, com vastas planta- de roça, idade de vinte e tantos annos, este esÍnfima instrue-se,á
cravo foi comprado a Serafim da cidade de Monmedia o a classe superior cola de Candeias dà villa de Tamanduá, aonde
ções de café o outros arvoredos
teem necessidade, para guardarem a mesma proporção!
tes Claros e este o comprou a Fougaça
havida entre ellas. de.também instruir-se. Portanto, pa- deve ter lugar o exame. .
Também se vende a criação que consiste em do. reside ha IO annos mais ou menosdo naSalgavilla
rece-me que si esta assembléa. legislasse dando os meios
Os cidadãos qué a pretenderem, apresengados e egoas.
do Pará perto da cidade de Pitangui, onde mora
necessários para a instrucçOoda classe Ínfima, neces- taráõ, em tempo, seos requerimentos
docuVende-se por preço muito commodo e com gran- o abaixo assignado; quem o
sariamente, ou como conseqüência natural desto facto,
prender e pol-o na
íamos igualmente obrigar as classes'superiores a ins- montados, á inspectoria municipal respectiva. de
cadeia da cidade do Ubá, tem -2O0SO0O rs. (dupraso.
truirem-se/Tbr isso, não tendq*eu encontrado .dispoSecretaria do governo da provincia de MiEsta fazenda pertence á Manoel Joaquim Ca- zentos mil réis) de gratificação ou na da villa do
sição neste artigo que favoreça^a instrucção publica nas Geraes, 9 de novembro de 1866.
da classe pobre, - me animei a apresentar .esla emenbral,
á quem a pessoa que a queira comprar pode- Pará, e cem mil réis na do Ouro Pjreto.
Dr. Henrique César Muzzio.
da que tenho a honra do submetter á consideração
Cattas Altas de Noroega, 14 de novembro de
se dirigir na referida Villa de S. Francisco das
da-.casa.
—1866.—Roberto Evangelista de Queiroz.
Pela secretaria do governo daprovincia se Chagas.
Sr. presidente, esta emenda já tem merecido as sympatinas 0 consideração de alguns: nobres collegas; mas faz
publico que está em concurso, para o dia
outros já i sè manifestarão ¦ contra' por causa de uma
disposição quo dizem odiosa, que ó uma imposição 30 do mez,' próximo futuro, a escola de pri.vai,,pesar sobro a. escravatura.; ,..,; (.'..,: .'.' ,
que
meiras lettras do Rio Manso do termo do BomANOEL ANTÔNIO MARTINS.residente no
"Õ'sr.'
Aktero:'-—Odiosa; não; inconveniente.*
termo de Queluz, faz publico que fez'transacção
¦
O sn. Azarias:—Mas eu nao quèro.sr.'presidente,' fim. |'i
de .'íórma alguma aggravar a industria ou a agriculOs candidatos à referida escola, na forma do com o sr. Bento Josó da Costa morador no mestura do nosso paiz; o meu fim único é procurar um
esta typogpaphia acha-se um completo
meio pelo qual os pobres possão haver a instrucção regulamento,, .levem apresentar os precisos mo termo, de um credito que á elle Martins é
necessária para a nossa sociedade chegar ao seu aper- documentos nesta secretaria com a devida an- devedor o sr. Francisco Peixoto de Mello da .«sortimento de
procurações tanto geraes
feiçoamento. Por conseguinte, ou não faço,questão sobre
especiaes
réis
como
54Q',«S}O0Q,
e
como
esse
credito
exo que se ha de lançar a imposição para chegarmos teçedencia.
pelos
quantia
preços seguintes: geraes
Secretaria do governo da provincia de Mi- iste em
a este fim. Si os nobres deputados apresentarem aide Antônio Rodrigues dos Santos, 2j?000 ao cento
ESCRAVOSF GIDOS.
PARTE OFFICIAL.
ANNÜNCIQS.
MUSICA.
IProoux-aoões geraes © ©speoiaes.
N
poder
ai
e especiaes a ljjOOO.
,
DTA RIO
DE
MINAS
ÍMATBB
#i®jk:^ fewMM,' ::.eKÊè SOetUsa
osc-opuufas,
çao,
u.co,i..
monstruo
l<-la^
doloroso,
.0
eryslpelas,
anevralgia, convulsões,
flore.
c fl6rcsbrancas,
o
utcvo
xüceracão do
xiasoidas. etc.
fermidadescutaneas, ^rbulhas,
driver
ü extracto composto de Salsaparrilha ««^Jgogo
to ííoi^
en-
J^ggfg
moleslias
Penetra t0d8S
viciada e insp ranaççao
sua
F
fr;aCeC"d^
da a renovação do sangue, e dá ao
as partes e todos os or0au* u
BOderosissimo para
^
pocmoa^
wpnpro humano, não lia uma mais universal do-lWa novo Tigor.L um
^ ^ juventude B,
pureza do sangue.
perante
e^^^SJS^Sdo
corpo
jà
""** **"***
f S permanemente as peiores formas de syieSSe^^
PWemé
informar o publico do inestiman^L^SÍrCCsiu.d.1!.. d.
México, das índias
e dos
P^«pw .estadw
e suasHconf^uepn^SiCdoS^
que tem origem tia
affec
muitas enfermidades quein»J^^^^r.TÍR
e,e do estômago
0s
linoni r uo na figado
E' uma causa directada pthysica p
seguiuçoes do cérebro *™^\^^K
S&ít cheio da boca , semblaa
l.... „„£„+«
tes:—falta da appetite, iiaqiie/.a c moie/..i «^™
outras vezes corailo e ama°Zte
uma
de
vezes
ás
te pallido , inchado,
inchado • evacuação
££P£S£
c
fraca
rello ao redor da boca; digestão
" roda dos olhos, quando
^^^iito^tnw»
os
im-gular, quando atuai
apparecem frepd***
oíspSo escropliulosa
1.
^S Agi
,'¦ uo estômago são avffl^W. IsaJ»"PMona*)
edis$sta3 às
fmeSfrSultadoque é possível produzir, da intelligencia
j.
e uterinos. Portanto, não sao a^o&^uS
&*-*»
or^Eos
tempos.
nossos
dos
dtrinsfe
medica
e
S™fpuTmTrdon^|aÍo,
perícia
AI.I-V.VÍI..T va r,--,««^
¦ílramv.*;:..-
~tfí"^
sao é possivel que empreg-ue a mesma falsidade,
e as moleslias venereas do homem e da mulher,
Deposito em todas as pharmacias e casas de exclusivamente vegetaes, não contem mercúrio, e sao o annunciante, fazendo esta publicação, procontrahida em
drogarias no Brasil
as folhas do matico, arvore do Peru. testa não pagar divida alguma
30 de
des preparados com conl.igios.i antiga ou recente que seu nome
r.
laiioze,
indivíduo.—Outubro,
tal
J.
P.
de
casa
em
expedições,
por
Nãolia raoleslia
DE CASCAS ÜE LARANJAS AMARGAS
Paris.
1866.
Loais-St-Paul, 2,
resista a esses dous meios.
...
.
„„
se
Sua rapidez de acção é superior a tudo quanto
COS IQ9URET0 DE PQTASSiG
hoje.
tem feito até
os nittsPAUIS
A= cápsulas nunca ransão o estômago nem
DE J.I» B.4ROV5K, PIUtlMACUEUTICO EM
a
as cápsulas de copahib», cubeba e outras;
como
alterantinos
verdadeiro
um
é
0 iodureto de potássio
o estreitamento, como acontece
nunca
inieccao
comdfiSP.S
produz
eflicacia;
DOS
"as
incontestável
MEDICAMENTOS
PELOS PRECIOSOS
te, um depurador do
injecçõés com base metallica aconselhadas
com
e atuFe«i»n<íe,
les
binado com o xarope de laranjas amargas,
C '-eee ele
ttt«f«» &
alemperamenrado sem perturbação alguma pelos
Chlatledo Pomba.
Todos' estes producios vendem-se nas principaes
7, em Pari*.
do esatacatos os mais fracos, sem alterar as funeçoes
do Brazil. Agente para vender por
pharmacias
Chevelot.
0 abaixo assignado tem seu escriptorio de
tomaso. As doses malliematicas quo elle contem
Porque os Srs. Médicos e o publico usão de preferen- !lo, no Rio-de-Janeiro, E.
todas as
na cidade supra, onde pode ser proreceital-o
advocacia
do
«J»-i»»«««
para
Srs.
medico*
dos
aos
pormittom
cia dos medicamentos especiaes
todos os negócios relativos a sua
tubercalocurado
elle^
os
escrofulosas,
pata
com
P.iriz,
affecções
nas
em
quaes
compleições,
o C'.a pliarmaceuticos
Cypriano Rodrigues.
e
extraordinárias.'
intermittentes
mais
proflssao.—Cândido
as
accidentes
curas
sas, cancerosas e nos
tem sempre obtido as
a
mais
mais
conlradila
'
o
sem
agente
sendo
o
pode1
Porque esta casa
terceiros; além .1 isso, é
imporlante de Pariz, honrada com a clienlella de ums
roso contra as doenças rhcumaticas.
Uma pessoa, tendo uma communicaçao importantn
der vendeI. o 1 nncipe
drode
Por este preço ou á quem mais
a fazer ao sr. Antônio Lopes do Almeida, mascate de
parle da corte, patenteada por S. A, eflicacia recoDeposito om todas as pharmacias e casas
basta
em
publica.a
uma
de
Diamantina
vende
se na cidade
Napoleao , sé
produetos
jóias e outros gêneros de puantasia, em viagem na pro,
oaiias uo Brasil.
o niais importante estabelec- vincia de Minas, deseja fallar-lhe ou ter delle noticia
r.
des
fazenda-Catone,
nhecida;
..
.
j.-p.lahoze,
de
casa
norte
mais mento.
Roga-se pois
existe em o
exvediçOes, em
para communicar-lhe negocio de interesse.
2.° Porque esses medicamentos representao as
que neste gênero
a este sr., ou a quem delle tiver noticia, o obséquio ae
Lions-St-Paul, 2, Paris.
deÍuaPnaVTregueZia
recentes conquistas da medicina o da chimicaLuiz
Leopoldo
á
carta
ou
acha-se
dirigir-se pessoalmente
por
do Curumatahy,
• Porque tem todos um gosto agradável, salislaa 18 da de Salmon na rua do Condo d'Eu, na cOrte.
Diamantina,
sem
cidade
administrados
da
perigo,
ser
léguas
e
a
16
vista,
a
zem
podem
15 egoas,
villa deGuaycuhy; dista do Curvello
lauto ás crianças como ás pessoas adullas;
d esses re- e das margens do Rio das Velhas 7 legoas.
inteiramente
dilTerem
elles
AMARGA
Porque
•
em bom
DE CASCAS DE LARANJAS E QUASSIA
índusTem dous maebinismos, hum ainda
médios inglezes e americanos, preparados por
a pharmacia, uso constando de engenho de: canna systema
cumo
medecina
á
tanto
INALTERÁVEL
estranhos,
iriaes
FERRO
acaCOm IODURETG DE
nem os tiliilos;
_
sciencia -—
num ua "*-¦«
antin-o, moinho, prensa e pilões:-outro
não tem
iuui nem
das
as quuus
quaes uíiu
O abaixo assignado, encarregado das cobrande serra,
P1URMACIIEUTIC0 EM PAUIS
• Poniue estes medicamentos so se applicao
LAROZE,
ado ha pouco, constando de engenho
DE J -P
b
da casa do finado Agostinho José da Silva,
sy?tefacilmente
honsontaes
to
ças
mais
curao
5
inoendas
as
dito de canna de
"deXdito
E" sob a fôrma liquida que
um numero limitado de doenças, e não
todas as pessoas que se achão em debito
3.movidos
rogaa
todos
Tal
ar;
de
de
pilões;
se assimila o ferio, e isto sem produzir perturba- das, como os remédios de que acabamos
systede
dita
casa, se sirvão quanto antes de vir salmoinhos
na
dous
e
preferível enlim cada produclo tem sua applicaçao particular.o pela mesma-roda:
cão alguma; n'ost.i fôrma, lambem,
mesma
movidos
lodo
suas
contas no prazo de 2 mezes contados
a
pela
dar
atafona
e
serviço
em
um
casos
moderno
ma
que
l'or isso pensamos prestar
ds piiulas o pastilhas om todos os
e quando o não facão, terão de ver
etc.
.
desta
data,
e
importantes
as
propriedades
roda,
prensa
aqui
construcção vi- seos nomes estampados neste jornal.
são prescriptososferruginosos. E' omelhorauxiliar mundo, indicando
huma
de
«••'»"»««
são
Srs.
dos
casas,
As
que
contem
dos principaes medicamentos
,1o óleo de figado de bacalhao, porque
de hum sobrado para hosOuro Preto, 15 de outubro <le 1866.— Miguel
g-oi-osn, constao
amargas, tao e *f'.a
o xarope de cascas de laranjas
assobradadas
que servem de mo-o Francisco Justi.
casas
pedes,
dfjres
das
Empre-üV.j-wüffcura
a
todo
tle ><tl»se)o' iotSnao.
huma varanda que domina
geralmente apreciado, para
«£.
óleo de figado rada, com
de estômago, digestões difíiceis, inappetencia,
Rado com suecessu certo em lug..r13o dodifficil a digerir. machiuismo da fazenda.
drode
casas
e
de bacalhau, tso desagradável,
Suas terras de quasi seis legoas de extensão
Deposito em todas as pharmacias
o mais certo contra as escropliulas, contem muitos bareirros de sal, minas de saespecifico
Éo
Brasil.
.
no
prarias
r. des o lymphalismo, a moleza das carnes, os humores das litre, pedra de cal em grande abundância exExpedições, em casa de J. P. lauoze,
,as
e campos de criar ubernmos. Nacrianças, a papeira, os rheuniatismus, o escorbuio,
2,Paris.
de SIGNOBET, Docteur-Médecin
os Me- tensas mattas
Lions-St Paul,
affecções dn pelle, as moleslias do peito. Todos o mais quellas encontra-se toda a qualidade de madeio
depumtivo
de Seine, 51, à PAUIS.
como
RÍxe
cortume
,:
e
empregâo
o
dicos de Pariz
ras de construcção
todos os casos que
Sao banhados pelos nos Jequitahy, Catone.
poderoso, oo recommendão em sangue, e dar-llie
Embarasaia e outros de pequeno
precisa-so corrigir a acrimonia do
ex- Oamelleira,
os princípios vilães que perdeo. seja pelos e vetudos
AMARGAS
LARANJAS
DE
DE CASCAS
altecções limphalicas, escrophulosas
cessos,
Nas margens destes existem lagos immendejrePAIIIS ncreas. pelas
sos onde se pôde colher de hum lance
„,.- j -P. 1V1IOZK, PlÜllMACEOTICOiEM
a sua efficacia,
de, quantidade de peixe bastante para carre*§ o o g
cg
Ou
g
l
35 annos de suecessos atlestão
Xut-ope ae ijuis.f ferrttginoso,
até 5 bestas.
como:
.
, as ,funeçoes associação dos dous poderosos remédios da matéria garAhi se encontrao peixes de todas as especonsisão: o ferro, um dos principaes elementos cies
TÔNICO EXCITANTE, para ajudar
e curar medica"quo
que contem os nossos rios e porção
de nosso sangue, e a quina, que ó o lomco e o leondo estômago, assim como dos intestinos,
fã)
1 "Baj
agra- deravel de bichas ou sanguesugas.
medicamento
chromcas.
ou
delicioso
Este
IfH
agudas
e
caças,
frutas
de
nervosas,
fugo
a
abundaacia
porcxceilencia.
CS>
as doenças
8--H
incrivel
He
CO
\
admiracurar os in- davelao paladar o á visla, tem um resultado
as
lagoas,
e
campos
os
para
ANTl-NERVOSO,
TÔNICO
contem as mattas,
assim evitadas, vel nas flores brancas, dores do estômago, falta de que
as do Jequitahy, em cujas marcommodos precursores de doenças
sobretudo uni principalmente
é
Ello
sangue.
de
appetite,
"•ens existem jaboticabaes de legoas de exten¦r *<lrJ&r>
pobreza
e para facilitar a digestão.
cato- ás senhoras e ás mocas delicadas, para desenvolver lüo capazes de produzir cachaça e vinagre pacalefnos,
os
contra
efleitos
ANTI-PEIU0D1C0,
os
lêem por e re"ularis:.r a menslruação e suspender
de toda a comarca do Serro.
a causa de tan- ra o consumo esta
res com ou sem intermitloncias, e que
fazenda, porque seus donos
é ef- periuciosos das flores brancas, que sáo
Vende-se
também
amargas;
substancias
as
convalescenças;
das
específicos
->'
ias doenças. Elle é soberano depois
mudar-se pfcra outra de mineração nas
querem
as
e
gastralgias.
ficaz contra as gastrites
de moléstias graves.
da cidade Diamantina, onde posímmediaçoes
a
excombater
os
saúde
para
Elle a o reparador das forças e da
TÔNICO REPARADOR, para
suem lavras em que querem de preferencia
esgota- doentes
enfraquecidos pelo trabalho, os excessos, as empregar os braços dos escravos que tem, e
haustaçâo do sangue, dispepsia, anemia,
venereas.
ou
languor,&
do casal, que tem
affecções escrophulusas
mento, inappetencia,
Em cda garrai., «I.eatr. a rola. e o p.p«l «ul
para pagamento de dividas
e casas de droem amaAs mais de família acharão neste xarope um me- orphaos.
que lev. o meu slnete, um rotulo Impresso
...
Dep sito em todas as pharmacias
desenvolver
o
fortificar
e
concom o SltM IstríaUl DQ Mnmj'""^
rello
igual
som
tomar informações
para
dicamento
Brasil.
,
trincos
pôde
Quem
quizer,
de
SOO
no
eaiias
IV B. — Remeltenilo-ieum» lettra
laroze, r. des o sysiema ósseo das crianças e os preservar das allec- tratar nesta cidade com o tenente corosolire Paris, «celUvel a 60 dlu de tUU, ao oiaxlmo,
Expedições, em casa deJ.-p.
Camajor
e
*
nel Francisco Texeira de Amaral
goi*se do abatimento e do maior desconto.
ções escrophulosas.
Lions-St-Paul. 2, Paris-.
Deposito principal
Luiz Maria; cidade da Diamantina com
.Io Ieglumo Le Ro/
Elixif aifíeslívo ele B*et»sina, deliclfso millo
coronel
tenente
Fereira,
Cunha
da
Beruardino
novas
as
3ntre
lugar
rm
Cau do nosso jQí^^UyL,
o
primeiro
licor que oecupa
único .gente pelo
effeilo Theodoro dos Santos Laguna, e Joaquim Theoconquistas da sciencia; a pepsina possuo com alitãenBrull
a SNR Autodoro Fernandes.
nio Fhikc : de LaGENGIYAS a propriedade importante de fazer digerir os
remédio
CONSERVADORES DOS DENTES E
e
o
n. Bahia c
estômago,
ci.d.
do
socorro
o
sem
nos principaes pnara alvura e con- tos quasi das
das inflamações^do estômago;
Manoel Francisco de Abreu Guimarães, moVI 1\1R DENTIFRICIO, para
soberano
gastrites,
miceutecos.
as dores causadas do figado o dos intestinos. Elle*suppnme os- gazes, rador na fazenda da Casa Branca, freguezia
servação dos dentes, curando
contado do calor ou as náuseas, as piluitas, o desgosto dos alimentos, e do Jequitiba, termo de S. Luzia, previne ao
pelo
ou
carie
produzidas
as senhopela
-as
aos srs. do compresla principalmente um immenso serviçosupprime
Vende-se um prétei sapateiro de todas
UO|'Or,1UbENTIFRlC10,
os publico, e particularmente de sua casa, cujo
com base do magnesia, i-as n' uma posição interessante da qual
um indivíduo
e com toda a persenhora
mercio,
de
e
que
homem
de
obras
•_•¦-»,
dos dentes, prevê- vômitos.
~o
ou nome deixa de declarar por agora, desappa- feição por tal bem conhecido nesta Capital ;
nara a alvura e conservação
de
As pessoas que padecem de cancro «o eslStOD
tartaro
o
receu em dias deste mez com uns créditos o motivo da venda se fará sciente ao comprador
~„.So a descarnadura, provocando
nos intestinos, verão sua vida prolongai...
-convalesceWes o
cobrar: alem
reprodução.
o
a
velhos
e
.
impede
os
nne
que recebeu do annunciante para
de
elixir
de
pepsina,
1
asgenhaver e não ha de desagradar.
saúde o o reparador de suas forcas; do que, imitando a sua firma, tentou
OPIATO DENTIFRICIO, para fortificar
suo
do
Tracta-se com Silverio Pereira da ÁUva Lasuslento
nevralgias
nao
as
o
de
boa
empréstimo,
se
sãs,
que
dinheiro por
digestão sempre
çonseprevenir
goza
Kivas o as conservar
porque com uma boa
em tempo a falsidade. g6a.
guio por se reconhecer
sãude. '
segue
indivíduo
para
para
Estes Consta que o referido
^^^"^^'SnICO,
Sniccfüa e Ctspstiiiia jWeiSico.
fim de comprar fa- iHPRBSSO NA, TTÍOGRAPHIA DB J. F. DE PADl» GaBUO.
ar carie e
recente e a a cidade do Sabará. com o
a
mais
chumbar os dentes doentes, para elles
constituem
que
RUA DAB MKRCâZ DO OBRO PMItO K. S.
obter
negociar, e como para as
provo- dous producios medicação
e as dores que
para curar os corrimentos zendas para
mais importante
Ívenit os abeessos,
cão.
XAROPE DEPURATIVO
"híSê
i ifii
Escriptorio de Advocacia na
XAROPE FERRÜG1HOS0
AVISO INDISPENSÁVEL.
VERDADEIRO LE ROT
XAROPE
Ifl . II ! gs§#,
S í It
1
X
DSNTIFRICOS LAROZE
Download

fàacuk-u m xm to Wxafy n. 2.