PLANO DE ACÇÃO 2011-2012 Conselho Local de Acção Social de Castelo Branco 1 Índice Introdução 3 Eixo nº 1 – Cidadania, inclusão e desenvolvimento social 5 a)Imigrantes 5 b)Crianças e Jovens em Risco O Programa Escolhas (4ª Geração) em Castelo Branco 13 15 c)Violência Doméstica d)Deficiência e) Toxicodependência Eixo nº 2 – Formação, Empregabilidade e Inserção Profissional 28 29 31 44 a)Abandono escolar 44 b)Jovens e adultos desempregados c)Apoio às empresas de inserção 46 Eixo nº 3 - Rede de Serviços e Equipamentos 47 Necessidade de equipamentos de apoio a doenças degenerativas; 47 Necessidade de equipamentos/unidades de cuidado continuados; 48 2 Introdução Foi recentemente discutido e aprovado pelo Conselho Local de Acção Social (CLAS), o Plano de Desenvolvimento Social para o Concelho de Castelo Branco, que terá um período de implementação de 3 anos (2010-2013). O Plano de Desenvolvimento Social constitui um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do desenvolvimento social local. Pode-se dizer que o Plano de Desenvolvimento Social traça o retrato de uma situação social desejável mas realista, incluindo uma programação das etapas e estratégias a desenvolver para alcançar a situação. Torna-se, portanto, necessária uma conjugação das políticas sociais da saúde, da educação, do emprego, da acção social e outras, dentro de uma concepção de desenvolvimento do território que considere uma visão global, a participação dos cidadãos e o estabelecimento de formas dinâmicas de parcerias locais efectivas. Considerando os problemas definidos no Diagnóstico Social, foram definidos três eixos de intervenção subdivididos em diferentes áreas: Eixo 1 – Cidadania, Inclusão e desenvolvimento social a) Imigrantes; b) Crianças e Jovens em risco c) Vítimas de violência doméstica d) Idosos/Seniores e) Deficiência f) Toxicodependência Eixo 2 – Formação, Empregabilidade e Inserção Profissional a) Abandono escolar b) Jovens e adultos desempregados c) Apoio às empresas de inserção Eixo 3 - Rede de Serviços e Equipamentos a) Necessidade de equipamentos de apoio a doenças degenerativas; b) Necessidade de equipamentos/unidades de cuidados continuados; 3 A partir dos princípios do planeamento estratégico, torna-se fundamental espartilhar o Plano de Desenvolvimento Social em três Planos de Acção, referentes aos três anos pré estabelecidos. Desta forma, o Núcleo Executivo e a técnica da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento construíram um Plano de Acção a implementar entre Janeiro de 2011 e Janeiro de 2012, contemplando a definição dos seguintes itens: ● Objectivo Estratégico; ● Objectivo Geral; ● Actividades; ● Resultados; A metodologia para a elaboração deste Plano de Acção consistiu basicamente na discussão activa e participada nas reuniões de Núcleo Executivo e também no contacto e recolha de dados com entidades locais com intervenção em várias áreas, de forma a permitir a definição de um Plano de Acção exequível e que correspondesse aos objectivos delineados ao nível do Plano de Desenvolvimento Social. 4 Eixo nº 1 – Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento social 1. Plano de Actividades Ano de 2011-2012 – Imigrantes: Objectivo Geral: Alargamento dos locais de divulgação e Intervenção ; desenvolvimento de uma política de proximidade e integração articulando recursos com os parceiros da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento. Objectivos Específicos Actividades O quê? Quando? Onde? Parceiros? Que resultados? (Quantificar) Medida PII1 Acolhimento e Integração de Imigrantes Atendimentos (incluir a dimensão de itinerância sempre que aplicável) Acolher e promover boas - práticas de integração nos imigrantes residentes no distrito de Castelo Ao longo de 20112012 Castelo Branco e freguesias anexas que o justifiquem . CMCB, entidades publicas e2,3,4 privadas e orgãos de comunicação social. 1000 atendimentos Branco. Manter e aumentar os atendimentos adoptando atitudes ALAD/ CLAII assertivas desejadas na 1 Plano para a integração dos imigrantes – Resolução do Conselho de Ministros nº 74/2010 5 integração e acolhimento dos mesmos, no Centro. Criação de um Cartão CLAII contemplando os dados do Imigrantes e contactos CLAII e outros importantes. Diagnóstico Estudos (FEINPT, Outros) Mobilizar os imigrantes no sentido de colaborarem (realização de um inquérito) no De Janeiro a Março de 20112012 Entidades públicas e privadas. Entidades públicas e privadas. 100 Imigrantes. estudo diagnóstico de caracterização da população imigrante residente no distrito de Castelo Branco. Interculturalidade Formação (Ex.: Promoção da Interculturalidade, Interculturalidade FEINPT, Bolsa Reforçar competências e consolidar as existentes; Activar a bolsa de formadores do ACIDI Ao longo de 2011-2012 A definir pelo CMCB, Entidades públicas e privadas. ACIDI; Agrupa mento 6 Formadores, PPT, Outro) em escolas que demonstrem interesse. Emprego Colaborar e articular com o GIP acções de sensibilização e (Ex.: Promoção Interculturalidade FEINPT, Rede GIP Imigrante, Articulação Centro Emprego, GIP, Outros) Empreendedorismo (Ex.: Promoção Interculturalidade FEINPT, PEI, Outras Iniciativas) Acolhimento Inicial de Imigrantes (Ex.: Promoção Interculturalidade FEINPT, Outro) de escolas de C.B. Ao longo de 2011-2012 A definir. CMCB,GIP 60 imigrantes. 40,81 Centro de Emprego; Centro de Formação; Empresas de trabalho temporário e outras entidades de formação privadas. workshops no sentido de promover a inserção ou reinserção no mercado de trabalho; Disponibilizar informação sobre cursos de formação profissional. Incentivar o empreendedorismo empresarial informando das novas medidas, promovendo acções de carácter informativo sobre micro crédito e outras. Ao longo de 2011 e a definir de acordo com as inscrições abertas. ALAD GIP,Centro de Emprego e entidades de crédito. 12/12 = 24 imigrantes 13 Articular recursos na promoção da diversidade religiosa; Informar os imigrantes Ao longo de 2011-2012 ALAD e outros a definir. Entidades públicas e privadas, por ex: SEF, ACT, 500 imigrantes 23,24, 92 Centro de Emprego e Centro de Formação... que escolheram Portugal como país de 7 acolhimento de medidas, leis como a 51 Imigração, Nacionalidade, Educação , 40 Reagrupamento familiar... 36 Sensibilizar os imigrantes para a importância da aprendizagem da língua 70 Portuguesa: encaminhamento para cursos de língua portuguesa; Agilizar processos de reconhecimento de habilitações literárias junto do NARIC e outras(nível secundário e superior); Incentivar e sensibilizar os professores para a aprendizagem no 8 âmbito da diversidade cultural; Agilização do trabalho na área dos Registos e Notariado. Deslocação a Escolas que celebraram acordos com os PALOPS no sentido de divulgar os serviços prestados no CLAII. Sensibilização da Opinião Pública (Ex.: Promoção Interculturalidade FEINPT, Outro) Dinamizar acções de informação / sensibilização nos Agrupamentos de escolas em C.B. cujo objectivo será a promoção da interculturalidade / Colaboração com um estagiário da ALAD (estudante do 5º ano da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação de Universidade de Coimbra)na Ao longo de 2011-2012 A definir e nas sedes das entidade s. Entidades públicas e privadas 300 Pessoas (autóctones e 33, 34,37, 59 Imigrantes) criação de um “Clube de Cidadania”; Equipar as escolas com 9 material pedagógico de suporte à educação intercultural e incentivar ao desenvolvimento de práticas anti- racistas e posteriormente realização de uma exposição de trabalhos dos alunos; Participação na dinamização de oficinas em que predomine a temática da imigração; Organização e articulação de recursos para uma exposição alusiva ao tema da Multiculturalidade/Inter culturalidade(Cultura, trajes, culinária...) Participação na Vida Local (Ex.: Promoção Interculturalidade FEINPT, MiniOlimpíadas, Outro) Participação do CLAII no Corso de Carnaval da ALAD; Participação do CLAII no Colóquio Locais a definir. CMCB, entidades públicas e privadas. 100 pessoas(imigrant es e autóctones) 59 A definir. CMCB e outras entidades públicas e privadas. A definir com a Associação 41,45, Abril/Maio de 20112012 sobre a temática da Imigração; Apoio à Organização do Seminário da ALAD. Participa- Articulação de esforços para acções conjuntas Ao longo de 2011-2012 10 ção das Associações de Imigrantes em Conselhos Locais Apoio Jurídico (CNAI, Outro) Apoio Social de promoção da integração e acolhimento de imigrantes. existente em C.B. Apoiar os imigrantes no acesso à justiça divulgando a existência de instâncias mediadoras(gabinete jurídico, S. Social...) entre outras. Ao longo de 2011-2012 ALAD CMCB, Apoiar socialmente os imigrantes em situações de pobreza articulando com instituições de Ao longo de 2011-2012 ALAD e instituiç ões de caridade. CMCB; Ao longo de 2011-2012 ALAD CMCB; 77 60,61 Entidades públicas e privadas 49,50 Entidades públicas e privadas caridade(Banco Alimentar e Cáritas). Outras Valências (Articulação Programa Escolhas, Retorno Voluntário, Outros) Articulação e participação com o Projecto Escolhas na criação de uma Escola Multicultural e outros; Apresentação da Escola Multicultural; Entidades públicas e privadas 15 famílias imigrantes 71,77,74,75,78,79,80,86 16/11/2010: Dia Internacion al da Tolerância 12 imigrantes Realização de actividades interculturais(exposição de trabalhos, danças e outros) Criação do clube de jovens pela inclusão e multiculturalidade. 11 Equipa CLAII Formação Reforçar e consolidar competências: “Lei da Imigração” Ao longo de 2011-2012 ACIDI Projecto Regularização de Menores e Estrangeiros a frequentar o sistema de ensino em Castelo Branco Projecto Local Triagem dos alunos estrangeiros que frequentam os estabelecimentos de ensino do Concelho de Castelo Branco Ao longo de 2011-2012 Castelo Branco MAI ME 142 Alunos dos quais foram 8 estavam em situação ilegal Tabela 1: Plano de Actividades (Ano 2011-2012) 12 b) Crianças e Jovens em Risco Objectivo Estratégico 1. Informar a comunidade sobre os direitos da criança e do jovem e sensibilizá-la para os apoiar sempre que estes conheçam especiais dificuldades; 2. Promover acções e colaborar com as entidades competentes tendo em vista a detecção dos factos e situações que na área da sua competência territorial, afectem os direitos e interesses da criança e do jovem, ponham em perigo a sua segurança, saúde, formação ou educação ou se mostrem desfavoráveis ao seu desenvolvimento e inserção social; 3. Informar e colaborar com as entidades competentes no levantamento das carências e na identificação e mobilização dos recursos necessários à promoção dos direitos, do bem-estar e do desenvolvimento integral da criança e do jovem; Objectivo Geral Informação e Sensibilização - Acções de formação junto da comunidade educativa, das associações e instituições de infância e comunicação social; - acções de formação; Criação de uma página Web; Aquisição de documentação/legislação para consulta na CPCJ; Acções de Prevenção - Inspecção e fiscalização de locais de risco - Articulação com os programas de abandono da escolaridade/trabalho infantil; Resultados Até 2012 procura-se dar respostas a 300 famílias e respectivas crianças e fortalecer as parcerias a nível local com entidades públicas, privadas e outras. Recursos existentes e carências; - Identificação dos recursos existentes; Listagem das carências detectadas; Desenvolvimento das respostas existentes; 13 4. Colaborar com as entidades competentes no estudo e elaboração de projectos inovadores no domínio da prevenção primária dos factores de risco e no apoio às crianças e jovens em perigo; 5. Colaborar com as entidades competentes na constituição e funcionamento de uma rede de acolhimento de crianças e jovens, bem como a formulação de outras respostas de integração sociais adequadas; Novas respostas: - unidade de emergência - equipamentos – criação de lares familiares - implementação de equipas de rua -visitadores domiciliários – educação parental; - Apartamentos de autonomização; - Apoio para a autonomia de vida Identificar e concretizar parcerias: IEFP; Centro de Formação; PIEC/PETI; IPJ – ocupação de tempos livres dos jovens; rede de instituições de acolhimento de crianças e jovens (serviços de amas, colocações familiares, equipamentos); -rede de serviços e equipamentos para inserção de jovens em actividades préprofissionais e formação profissional. 14 2.O Programa Escolhas (4ª Geração) em Castelo Branco – Projecto “ A vida a Cores” Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento O Projecto - “A Vida a Cores” (2010-2012), no âmbito do Programa Escolhas, 4ª Geração, coordenado pelo ACIDI, I.P. – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, I.P.. Este tem como objectivo trabalhar as competências pessoais, sociais e escolares dos jovens em maior risco de exclusão do concelho de Castelo Branco. Este projecto conta com cinco áreas de intervenção: I - Área estratégica da inclusão escolar e educação não formal; II - Área estratégica de formação profissional e empregabilidade; III - Área estratégica da dinamização comunitária e cidadania; IV - Área estratégica da inclusão digital; V - Área estratégica do empreendedorismo e capacitação dos jovens; Os objectivos específicos do Projecto “A vida a cores” são: Objectivo 1: Desenvolver competências pessoais, sociais e escolares nos jovens destinatários do projecto, contribuindo para o aumento do sucesso escolar e qualificação profissional; Objectivos Específicos: 1) Integrar 125 crianças e jovens que se encontrem em situação ou risco de insucesso/abandono escolar e 75 famílias em actividades conjuntas de apoio à aprendizagem e de acompanhamento individualizado que aumentam em 75%, o sucesso escolar dos primeiros, até à data final do projecto. 2) Proporcionar a 100 crianças e jovens dos 6 aos 24 anos e 25 pais, a exploração orientada e de acesso útil das tecnologias de informação e comunicação, em sessões semanais monitorizadas. 3) Inserir em formação ou emprego 17 jovens sem ocupação escolar/profissional com idades compreendidas entre os 16-24 anos residentes no concelho de Castelo Branco, por cada trimestre. Objectivo 2: Consciencializar as famílias das suas responsabilidades parentais, assim como promover competências pessoais e sociais de crianças e jovens, através da promoção de 15 comportamentos e estilos de vida saudáveis, como forma de prevenção de comportamentos de risco; Objectivos Específicos: 1) Desenvolver competências parentais em 50 familiares, divididos em dois grupos, por ano escolar, ao nível do acompanhamento dos filhos no seu percurso escolar, na gestão doméstica, da emoções e de conflitos e na promoção da autonomia e iniciativa através da sua participação em 75% das sessões da “Escola de Pais”, a decorrer semanalmente, durante o tempo total da duração do projecto; 2) Promover competências pessoais e sociais em pelo menos 75% das crianças e jovens destinatários do projecto dos 6-18 anos, através de educação não formal, recorrendo a actividades de tempos livres, no período de tempo de duração do projecto, 3) Diminuir comportamentos de risco associados ao consumo de substâncias lícitas (álcool e tabaco) bem com a prevenção da violência e da gravidez na adolescência, em 119 jovens do concelho de Castelo Branco, com idades compreendidas entre os 11 e os 18 anos, por meio da realização de acções de prevenção primária. Objectivo 3: Contribuir para a participação activa e comunitária dos jovens no Concelho de Castelo Branco e construir uma comunidade intercultural, que promova uma melhor integração dos imigrantes, minorias étnicas e outros indivíduos em risco de exclusão social. Objectivos Específicos: 1) Aumentar a participação social de 30 crianças e jovens, com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos em iniciativas comunitárias de solidariedade, com a concretização de 3 acções anuais. 2) Aumentar a consciência cívica das crianças e jovens do concelho de Castelo Branco, com a realização de actividades mensais de serviço voluntário à comunidade, em que participem 10 crianças ou jovens, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos. 3) Promover o intercâmbio de culturas entre a comunidade local, comunidade imigrante e minorias étnicas através de 3 iniciativas multiculturais, anualmente, em que estejam envolvidos na planificação 70 crianças e jovens das diferentes comunidades e etnias. 16 As acções que vão ser desenvolvidas para cada área de intervenção: Medida I, Acção a) - Serviço de Orientação Escolar e Profissional Acompanhamento aos jovens, através das escolas para melhor serem orientados vocacionalmente, e/ou para as várias alternativas do percurso escolar face à oferta existente. Também serão encaminhados para cursos de formação profissional. Pelo Programa de técnicas de procura de emprego poderão os jovens consciencializar-se e sensibilizar-se para o mercado de trabalho e tomar conhecimento das várias medidas e alternativas na procura de emprego. Estes poderão realizar o seu curriculum vitae, responder a anúncios de emprego, elaborar cartas de apresentação/cartas de candidaturas espontâneas, procurar anúncios na imprensa local, nacional e internet. Actividades a realizar em articulação com os serviços de psicologia e orientação existentes nas escolas, directores(a)s de turma, centro de emprego e formação profissional, CNO, e o Gabinete de Inserção Profissional e Projecto do PROGRIDE, ambos geridos pela Associação Amato Lusitano. Actividade complementar às actividades correspondentes à Medida II. Medida I, Acção a) - Atelier de ofícios artesanais Este atelier procura proporcionar o contacto com artesãos da localidade cujas profissões se encontram em risco de extinção (sapateiro, cesteiro, correeiro, latoeiro...) em que os jovens experimentam o papel de aprendiz, no sentido de adquirir competências como percurso alternativo de inserção no mercado de trabalho. Medida I, Acção c) - Apoio ao estudo O apoio ao estudo passará pelo acompanhamento personalizado dos beneficiários e destinatários a nível pedagógico, recorrendo como complemento ao programa da Porto Editora. Esta actividade será realizada em articulação com o Programa PIEC (Programa para a Inclusão e Cidadania) a funcionar Centro de Formação Profissional de Castelo Branco, com objectivo de sinalizar e encaminhar crianças e jovens em risco de insucesso e abandono escolar. A actividade funciona também em articulação com o espaço ludico-pedagógico "Espanta Vícios" da Associação Amato Lusitano, no âmbito do Programa PROGRIDE. Complementar com as actividades da Medida IV. 17 Medida I, Acção c) - Acções de sensibilização sobre consumo de substâncias lícitas (tabaco e álcool) Esta actividade partirá pela realização de acções de sensibilização com o objectivo de consciencializar os jovens dos riscos associados ao consumo de álcool, tabaco ou outras substâncias aditivas e prevenir comportamentos de risco A actividade será realizada em articulação com a equipa do Projecto "A Par e Passo", gerido pela Associação Amato Lusitano, no âmbito do Programa Operacional de Respostas Integradas (IDT, I.P.). Um técnico interno afecto a este projecto "A Vida a Cores" assegura também o acompanhamento da actividade. Medida I, Acção c) - Dinâmicas de grupo sobre temáticas da violência juvenil e educação sexual Estas temáticas irão ser abordadas com recurso a diversas dinâmicas de grupo inovadoras que permitam uma melhor interacção entre os jovens, no sentido de facilitar a comunicação e partilha de experiências. As acções serão realizadas em articulação com a equipa do projecto "BemMeQuer: Agir e Prevenir na Violência Doméstica", gerido pela Associação Amato Lusitano integrado no Programa Operacional do Potencial Humano, assim como em articulação com as escolas e respectivos directores(as) de turma dos alunos. Funciona ainda em articulação com o projecto "Semear para (es) colher" - PROGRIDE, Medida II. Pretende ainda realizar a actividade com recurso ao Gabinete de Sexualidade Juvenil do Instituto Português da Juventude de Castelo Branco. Medida I, Acção c) - workshops científicos Pretende-se a realização de workshops em centros de científicos da região que permitam aos jovens um contacto mais próximo e experimental com diferentes realidades científicas. A actividade será realizada em articulação com diversos centros científicos da região, como exemplo do "Centro de Ciência Viva" de Proença-a-Nova e "Centro de Astronomia da Escola Secundária Nuno Álvares" de Castelo Branco. 18 Medida I, Acção c) - Ludoteca móvel O objectivo desta actividade consiste numa maior aproximação aos jovens residentes em áreas com menor acessibilidade (ex. áreas rurais), que garanta uma maior igualdade no acesso à informação e conteúdos culturais. Apenas será possível a realização da actividade mediante a aquisição de uma carrinha, conforme solicitado na última rubrica do orçamento "Equipamentos - Medidas I), II), III) e V)) (extra orçamento). A actividade será realizada em articulação com a biblioteca municipal de Castelo Branco. Medida I, Acção d) - Escola de Pais A escola de pais pretende a formação parental em diversas áreas, como por exemplo: economia doméstica, educação para higiene e cuidados primários, competências parentais educação para a saúde. A escola de pais é dirigida a famílias autóctones e de outras nacionalidades, numa lógica multicultural. A actividade realiza-se em articulação com o Gabinete de Aconselhamento Parental a funcionar no âmbito do projecto "A par e passo" da Associação Amato Lusitano, assim como com as actividades realizadas no âmbito do PROGRIDE, Medida II. Medida I, Acção d) - Apoio Psicológico Apoio psicológico a jovens e famílias, em particular no que se refere a problemáticas associadas ao consumo de substâncias e violência doméstica e violência escolar. O apoio psicológico fica assegurado pelo Gabinete de Psicologia a funcionar na Associação Amato Lusitano, através da intervenção dos técnicos que colaboram nos diversos projectos geridos pela Associação. Medida II, Acção a) - Sessões de informação e sensibilização de técnicas de procura de emprego Consistem na apresentação de técnicas de pesquisa de emprego que englobam a realização do balanço pessoal dos jovens e o conhecimento das exigências do mercado de trabalho. 19 Medida II, Acção a) - Apoio á procura activa de emprego Passa pela realização e actualização do curriculum vitae, correspondente ao perfil dos jovens, saber procurar as ofertas existentes, responder a anúncios de emprego, elaborar cartas de apresentação/cartas de candidaturas espontâneas, procurar anúncios na imprensa local, nacional e internet. Medida II, Acção b) - Visita a feira de emprego Acompanhamentos dos jovens à Feira de Emprego para estes terem oportunidade de adquirir informações e conhecimento das empresas locais e das ofertas de emprego existentes, com a realização de contactos pessoais Medida II, Acção d) - Deslocação a empresas/entidades locais para captação de estágios ou emprego Acompanhamento dos jovens a empresas e outras entidades locais de forma a angariação de estágios profissionais ou outras medidas e oportunidades de emprego. Realização de contactos pessoais e sobretudo será uma oportunidade para conhecer a realidade do mercado local. Medida II, Acção d) - Acções de Sensibilização sobre incentivos à contratação de jovens Visita às empresas e outras instituições para divulgar pessoal e localmente quais as medidas, oportunidades e suas vantagens para a organização na contratação de jovens (estágios profissionais, inov- social, entre outros). Medida III, Acção a) - Olimpíadas do Conhecimento Realização de olimpíadas entre os alunos das escolas alvo de intervenção, sobre diversas conteúdos científicos, numa perspectiva lúdica com o objectivo de estimular o interesse e o sentimento de competência dos jovens pelos programas curriculares, em particular dos alunos com insucesso escolar. 20 Medida III, Acção b) - Actividades desportivas (hidroginástica) A realização de actividades desportivas têm como objectivo promover uma melhor ocupação dos tempos livres, no sentido de incentivar a adopção de comportamentos saudáveis, assim como estimular a cooperação e comunicação entre os jovens da comunidade. A actividade funcionará preferencialmente em períodos de interrupção lectiva, em articulação com as estruturas municipais. Medida III, Acção b) - Torneios desportivos Incentivar a actividade desportiva por meio da realização de torneios de várias modalidades (exº basquetebol, futebol, voleibol), entre os jovens da comunidade, numa perspectiva multicultural. Actividades a realizar em articulação com as Associações Juvenis e Associações de Bairro e também com o Instituto Português de Juventude. Medida III, Acção c) - Ateliers de artes/pintura A actividade consiste em proporcionar aos jovens um espaço de contacto com várias formas de expressão artística, no sentido de estimular a criatividade como forma de aquisição de competências pessoais e sociais. Actividade a realizar em articulação com a biblioteca municipal de castelo branco, o espaço ludico-pedagógico "Espanta Vícios" da Associação Amato Lusitano no âmbito do PROGRIDE, Medida II. Medida III, Acção d) - Contar e dramatizar histórias Promover um espaço de leitura, em que crianças e jovens terão oportunidade, não apenas de ouvir e contar histórias, mas também de assumir o papel das personagens, com recurso ao teatro a actividade realiza-se com a colaboração de grupos de teatro existentes nas escolas alvo de intervenção. 21 Medida III, Acção d) - Formação de equipa multicultural (futebol) Os jovens irão formar equipas de diferentes nacionalidades e promover torneios de futebol. Medida III, Acção d) - Escola Multicultural Dinamização de actividades várias conjuntas, formado por crianças e jovens de diferentes comunidades e etnias, consistindo em expressão plástica, expressão dramática, dança e música. Medida III, Acção e) - Actividades lúdicas em organizações locais Desenvolvimento de actividades de carácter lúdico, recreativo, e social, apelando à mobilização dos jovens dos bairros e promovendo a sua ocupação de tempos livres e contacto de proximidade com as diversas organizações locais. Medida III, Acção f) - Bancas de Divulgação de Serviços de Apoio à comunidade Mobilização de grupos de crianças e jovens para a formação e organização de uma "banca" /mostra de respostas e produtos sociais existentes localmente, com a entrega de material informativo e contacto com a comunidade local. Medida III, Acção g) - Concursos temáticos (moda, música, fotografia e reciclagem) Com esta actividade pretende-se que as crianças e jovens planifiquem e organizem entre si, de forma criativa, concursos sobre temas diversos do seu interesse (como por exemplo, moda, música, fotografia e reciclagem...). Pelo facto de existir a possibilidade de contacto com escolas de arte em Castelo Branco, poderia esta ser uma forma de aliar a arte às questões de cidadania. Medida III, Acção g) - Caminhada pela interculturalidade Organizar "caminhadas" com as crianças e jovens imigrantes e comunidade autóctone, por locais históricos e de interesse social, promovendo o intercâmbio de culturas, potenciando a sua melhor integração e conhecimento da região. 22 Medida III, Acção g) - Acções de prevenção nocturnas Equipa composta por dois técnicos do projecto que percorrem os espaços de diversão nocturna mais frequentados na cidade de Castelo Branco com o objectivo de prevenção de comportamentos de risco associados aos consumos de drogas lícitas e ilícitas, HIV e outras DST´s, pela distribuição de informação e outros materiais de prevenção (preservativos). Serão ainda realizados testes de alcoolemia e encaminhamento para realização de testes de HIV. Pretende-se que esta actividade seja realizada em horário extraordinário, das 23H00 às 02H00. Medida IV, Acção a) - Criação e dinamização de espaços cibernéticos (fóruns, blogs, páginas pessoais) Actividade a decorrer no espaço CID@NET, que consiste em promover um acesso seguro às tecnologias de informação, no que respeita ao acesso e criação de páginas pessoais. Da mesma forma, pretende-se que a criação destes espaços promova em si uma melhor comunicação entre os jovens e discussão/debate de temas de interesse. Medida IV, Acção b) - Info-inclusão (pesquisa de jornais, revistas, sites de informação através da internet) Esta actividade consiste na consulta regular de conteúdos online (jornais, revistas, reportagens,...), como meio facilitador de acesso à informação. Medida IV, Acção b) - Elaboração de material de divulgação para sensibilização para temática da violência juvenil/violência doméstica Pretende-se desafiar os jovens para que estes criem suportes de divulgação de informação sobre a temática da violência (cartazes, vídeos, folhetos, musicas, fotografias), numa perspectiva de sensibilização para esta problemática. Medida IV, Acção c) - Cursos de formação de iniciação às Tecnologias de Informação e Comunicação 23 Realização de cursos de formação de iniciação às TIC para jovens e seus familiares com certificação A certificação será atribuída pela entidade ADRACES Medida IV, Acção e) - Pesquisa de conteúdos na internet para realização de trabalhos escolares Trabalho de pesquisa de informação efectuado pelos jovens, possibilitando complementar os conteúdos programáticos das diferentes disciplinas e a realização de trabalhos propostos pelos docentes, no período lectivo. Medida IV, Acção e) - Procura activa de emprego com recurso à internet Passa pela realização e actualização do curriculum vitae, correspondente ao perfil dos jovens, saber procurar as ofertas existentes, responder a anúncios de emprego, elaborar cartas de apresentação/cartas de candidaturas espontâneas, utilizando as TIC. Medida IV, Acção e) - Mostra de Emprego Mostra de ofertas de emprego possibilitando a divulgação das várias oportunidades de emprego existentes na região pelas organizações locais, mobilizando os jovens para um melhor conhecimento e proximidade ao mercado do trabalho Medida V, Acção b) - Mini banco de tempo Realização de serviços comunitários pelas crianças e jovens (exemplo: limpeza de jardins, visita a doentes...) em troca de um serviço lúdico prestado por uma comunidade local (bilhete de cinema ou de teatro; bilhete para concerto, entradas na piscina...) Medida V, Acção c) - Comemoração de dias temáticos os jovens escolhem, em cada mês, pelo menos um dia temático associado a questões de cidadania e desenvolvem actividades junto da comunidade numa perspectiva de sensibilização. 24 Medida V, Acção c) - Organização de campanhas de solidariedade Com esta actividade pretende-se que as crianças e jovens mobilizem a comunidade local, organizem e divulguem campanhas de recolha de bens de primeira necessidade para que os mesmos sejam, posteriormente, distribuídos pelas famílias com maior carência económica. A actividade funcionará em articulação com instituições locais de solidariedade social, Juntas de Freguesia, ou outros, que apoiem na identificação das famílias com maiores necessidades. Medida V, Acção c) - Serviço à comunidade (limpeza de áreas sujas, visitar doentes e cidadãos isolados) Pretende-se que crianças e jovens se envolvam em actividades solidárias pela prestação de serviços à comunidade como exemplo de limpeza de áreas sujas, a visita a doentes, companhia a cidadãos que vivem sozinhos, animação de lares de terceira idade,...entre outros. Medida V, Acção d) - Estágios de Observação em organizações locais Pretende-se que os jovens tomem contacto com a realidade laboral no sentido de orientar a suas decisões sobre os eu percurso profissional e inserção na vida activa, por meio da realização de estágios de observação, de curta duração, em diferentes entidades e organizações locais, em período de férias escolares. Em articulação com as actividades da Medida II. Medida V, Acção h) - Criação de um jornal Pretende-se que as crianças e jovens divulguem à comunidade as actividades realizadas no âmbito do Programa Escolhas - 4G, Projecto "A vida a cores", através da criação de um jornal. O mesmo poderá servir também como meio de sensibilização para diferentes problemáticas sociais. Medida V, Acção h) - Projecção de material audiovisual elaborado pelos jovens No decorrer do projecto, as crianças e jovens poderão documentar as actividades realizadas elaborando diferentes materiais audiovisuais que, pontualmente, serão exibidos à comunidade. Os mesmos materiais poderão conter também conteúdos informativos ou servir como forma de 25 sensibilização sobre temáticas debatidas noutras acções (exemplo, educação para a saúde, violência, comportamentos de risco). Medida V, Acção h) - Concursos temáticos (histórias, dança, beleza) Com esta actividade pretende-se que as crianças e jovens planifiquem e organizem entre si, de forma criativa, concursos lúdicos sobre temas diversos do seu interesse (como por exemplo, a teatralização de histórias (contos), danças, moda,...). 2.2 Parcerias do Projecto “A Vida a Cores” Centro de Novas Oportunidades da Escola Secundária Nuno Álvares; Junta de Freguesia de São Vicente da Beira; Polícia de Segurança Pública – Comando distrital de Castelo Branco; ACES da Beira Interior Sul; Associação de Municípios Raia Pinhal; Agrupamento Afonso de Paiva; Agrupamento de Escolas Prof. Sena Faria de Vasconcelos; Agrupamento de Escolas de José Sanches; Agrupamento de Escolas de são Vicente da Beira Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Castelo Branco Escola Secundária Nuno Álvares Escola Secundária de Amato Lusitano Adraces – Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul; AFAF – Associação de Formação Ambiental e Florestal; Associação Recreativa do Bairro da Boa Esperança Associação Cultural do Bairro do Cansado Associação Cultural e Desportiva da Carapalha Associação cultural e Recreativa “As Palmeiras” Associação Recreativa e Cultural do Valongo Associação Juvenil Ribeiro das Perdizes Direcção Geral de Reinserção Social – Equipa da Beira Sul Casa da Infância e Juventude Albigec – Empresa de Gestão de Equipamentos Culturais, Desportivos e de Lazer, EM 26 Centro de Respostas Integradas de Castelo Branco Instituto Português da juventude – Delegação Regional de Castelo Branco Câmara Municipal de Castelo Branco Centro Distrital de Castelo Branco do ISS, I.P.; Junta de Freguesia de Castelo Branco; Junta de Freguesia de Alcains; Junta de Freguesia de Cebolais de Cima; 27 c)Violência Doméstica Objectivo Estratégico Objectivo Geral Resultados Divulgação: 340 Vítimas de violência doméstica. Promover uma cultura de cidadania e igualdade de género e criar um modelo de respostas integradas assente em parcerias locais e regionais, na protecção e apoio às vítimas de violência doméstica POPH – Programa Operacional Potencial humano – eixo 7 (Igualdade de Género) Prevenção nas escolas a cerca de 2000 jovens, em idade escolar. Atendimento e Criação e Implementação do encaminhamento de vítimas Núcleo Distrital de Apoio à de violência doméstica vítima de violência doméstica Equipamento social para Casa de abrigo para vítimas vítimas de violência de violência doméstica doméstica Atendimento personalizado das vítimas de violência doméstica e reforçar as parcerias. Dar resposta social e psicológico ás vítimas de violência doméstica em crise Acções de informação/sensibilização dirigidas à comunidade irão incluir cerca de 13.000 cidadãos. 28 d)Deficiência Objectivo Estratégico Objectivo Geral Resultados Lares: APPACDM Alargar o nº de clientes em 45 clientes Castelo Branco CAO; Conclusão do Equipamento do Centro de Recursos/Reabilitação em f rente ao Hospital; Construção de um lar residencial (QREN) Quinta da Carapalha; Centro de Recursos /Reabilitação; 52 Clientes 15 clientes Construção de um lar Investimento em estruturas autónomo (QREN) quinta físicas e equipamento da Carapalha; Serviço apoio domiciliário ( QREN) Serviço de apoio domiciliário 20 clientes Desenvolvimento do Projecto Percurso Turístico da Carapalha (PRODER) Associação de Apoio à Criança do distrito de Castelo Branco: Conclusão da obra da Unidade Residencial da Av. do Brasil e Instalação do Equipamento; 24 Clientes em Castelo Branco; Lançamento da obra do Centro de Acolhimento e Reabilitação da Quinta das Fontainhas; 54 Clientes em Castelo Branco; 29 Identificação de clientes actuais/potenciais e respectivas necessidades; Novos acordos de parceria; Reforço das Parceria e incremento de Parcerias Estratégicas Melhoria e inovação dos serviços; Identificação das partes interessadas e respectivas necessidades; Identificação de necessidades da Organização; Avaliação do grau de concretização dos objectivos estratégicos estabelecidos para o período anterior e estabelecer e/ou redefinir objectivos estratégicos para o período seguinte Implementação de novos projectos 30 e)Toxicodependência Resultado a atingir na área de intervenção - Meio Laboral Prevenir os efeitos nocivos do álcool nos adultos e reduzir as repercussões negativas no local de trabalho Objectivo Operacional Incentivar a criação e a disseminação de programas e respostas no âmbito da promoção da saúde e segurança em contexto laboral, designadamente os relacionados com o consumo de álcool e outras SPA. Acções / Actividades Indicadores Levantamento de práticas em entidades N.º entidades empregadoras empregadoras nacionais no que identificadas. concerne a políticas de prevenção, tratamento e reinserção dos Problemas Ligados ao Álcool no local de trabalho, com reconhecimento das empresas com boas práticas nesta área Informação aos serviços de segurança e N.º entidades empregadoras saúde no local de trabalho e às alvo de intervenção. estruturas representativas dos trabalhadores, com vista à melhoria da acessibilidade aos programas e respostas disponíveis Informação e sensibilização dos N.º de acções realizadas. trabalhadores, quadros e outras entidades e agentes do mundo laboral N.º de participantes abrangidos. sobre riscos para a saúde e segurança ligados ao consumo de álcool e outras Relatórios de avaliação SPA produzidos 31 I - Resultado a atingir na Prevenção Redução quantificável do consumo de drogas, da toxicodependência, dos riscos para a saúde e dos riscos sociais relacionados com as drogas. Objectivo Operacional Melhorar a qualidade de programas/projectos que promovam intervenções baseadas em evidência científica. Acções / Actividades Indicadores Promoção de apoio técnico e/ou financeiro a programas/projectos de intervenção, nos grupos e/ou contextos considerados prioritários, garantindo a qualidade do processo de selecção, monitorização e acompanhamento N.º de programas/projectos apoiados. Relatórios programas/projectos dos II - Resultado a atingir Aumentar a abrangência, a acessibilidade, a eficácia e a eficiência dos programas de prevenção. Objectivo Operacional Reforçar as intervenções de prevenção universal eficazes e avaliadas. Realização de intervenções de N.º de acções realizadas. informação/sensibilização, População abrangida. integradas e focalizadas, sobre as N.º de instrumentos de substâncias psicoactivas e riscos avaliação de conhecimentos e associados ao seu consumo, em atitudes aplicadas articulação com outras entidades N.º de instrumentos de avaliação aplicados nas Intervenção em meio acções realizadas. universitário N.º de acções realizadas. Nº Técnicos Envolvidos Nº Voluntários Envolvidos Nº Horas Formação Nº Protocolos Assinados Nº Materiais Entregues Nº Horas de Intervenção Nº Contactos Personalizados N.º de instrumentos de avaliação aplicados nas acções realizadas Reforço do desenvolvimento de N.º de acções realizadas. acções de sensibilização sobre os N.º de participantes Problemas Ligados ao consumo abrangidos 32 de Álcool (PLA) N.º de instrumentos de avaliação aplicados nas acções realizadas Reforço das intervenções de N.º de intervenções. prevenção universal eficazes e avaliadas nas escolas População abrangida Reforço das intervenções de N.º de intervenções por prevenção universal eficazes e contexto: avaliadas no meio laboral e no meio laboral meio escolar profissional. meio escolar profissional Consolidação das respostas de atendimento da Linha Vida, utilizando as TIC Projecto “Eu e os Outros” N.º de escolas abrangidas . Nº de outras entidades abrangidas N.º de alunos envolvidos. Nº Aplicadores . Objectivo Operacional Reforçar as intervenções de prevenção selectiva e indicada. Desenvolvimento em N.º de projectos por contexto. colaboração com outras N.º de População abrangida. entidades Programas Relatórios com os Resultados /Intervenções de prevenção alcançados / Resultados selectiva e indicada em grupos, previstos. indivíduos e/ou contextos específicos. Reforço, nas escolas, das N.º de projectos. intervenções de prevenção N.º de População abrangida. selectiva e indicada, eficazes e Relatórios por projecto. avaliadas Participação no reforço de um Relatórios de actividades. sistema de atendimento a N.º de indivíduos abrangidos adolescentes numa lógica de Nº Atendimentos diagnóstico e intervenção N.º de protocolos . precoces estabelecidos com organismos e entidades que intervêm na área da toxicodependência e dos PLA nos jovens 33 I - Resultado a atingir na redução de riscos e minimização de danos Construir uma rede global de respostas integradas e complementares, no âmbito da redução de riscos e minimização de danos com parceiros públicos e privados. Objectivo Operacional Consolidar a Rede Nacional de Redução de Riscos e Minimização de Danos Acções / Actividades Indicadores 2011 Implementação do sistema de recolha de informação ao nível local Divulgação e apoio aos projectos de RRMD na recolha de informação Devolução da informação à DR Nº de reuniões efectuadas para divulgar e explicar alguns dos instrumentos às entidades promotoras. Validação dos dados e envio mensal ao NAT Acções / Actividades Indicadores 2011 Intervenção pelos Pares, na N.º Iniciativas desenvolvidas Recepção ao Caloiro e na em parceria Semana Académica da UBI, em articulação com o PCI Acções / Actividades Actualizar os diagnósticos locais no que concerne à população alvo da intervenção, assegurando a disseminação de informação de forma a fundamentar as adaptações necessárias da intervenção das estruturas da Rede Indicadores 2011 Nº Territórios Nº de diagnósticos locais actualizados (1 por CRI mas abrangendo todas as estruturas de RRMD em funcionamento naquele CRI) Nº de projectos com propostas de adaptação Objectivo Operacional Desenvolver um processo de melhoria contínua da qualidade da intervenção em redução de riscos e minimização de danos Acções / Actividades Formação em RRMD Acção de Formação para Guardas Prisionais Indicadores 2011 Número de acções de formação Nº Acções Nº Participantes Nº instrumentos de avaliação de Conhecimentos 34 II - Resultado a atingir Disponibilizar programas de redução de riscos e minimização de danos a grupos específicos. Objectivo Operacional Intervenção junto de consumidores em contextos de diversão nocturna. Acções / Actividades Intervenção em contexto de festival no domínio da RRMD (em colaboração com organizadores de festivais de verão) Formação sobre redução de riscos e minimização de danos para funcionários que actuam em contextos recreativos Indicadores 2011 Nº de festivais de Verão com intervenção do IDT, IP no domínio da RRMD/nº de solicitações realizadas para intervenção em Festivais de Verão neste domínio Relatório sobre a intervenção do IDT/RRMD em contextos de festival/contextos de diversão nocturna Nº de acções de formação Nº de estabelecimentos aderentes Nº de funcionários envolvidos Continuação da intervenção em (em articulação com o GIES) festas e festivais académicos N.º de acções realizadas. (2 Formações Pares + 2 Intervenções Pares) Nº Técnicos Envolvidos Nº Voluntários Envolvidos Nº Horas Formação Nº Protocolos Assinados Intervenção em meio universitário Nº Materiais Entregues Nº Horas de Intervenção Nº Contactos Personalizados N.º de instrumentos de avaliação aplicados nas acções realizadas (1 Formação + 2 Intervenção + 3 Pós-Intervenção) 35 Objectivo Operacional Intervenção em Meio Prisional. Acções / Actividades Acções de Sensibilização destinadas a Reclusos Indicadores 2011 Nº Acções Nº Participantes Nº Instrumentos de avaliação 36 I – Resultado a atingir na Reinserção Garantir a abrangência e a transversalidade dos recursos institucionais/nãoinstitucionais da Reinserção nas várias áreas de vida do cidadão, de forma a facilitar o desenvolvimento de projectos de vida sustentados. Objectivo Operacional Assegurar a existência de condições que promovam a autonomia e o exercício pleno da cidadania. Acções / Actividades Estabelecimento de parcerias que facilitem o acesso a respostas de formação académica, profissional e emprego. Consolidação dos canais de comunicação e de articulação entre o IDT, I.P., os Centros de Emprego e os Centros de Formação Acompanhamento e monitorização do desenvolvimento do PVE Dinamização de intervenções sócio-terapêuticas dirigidas aos utentes e familiares Alargamento do âmbito dos protocolos de articulação em que o IDT é parceiro e que contribuem para a melhoria do acesso dos utentes com problemas ligados ao álcool às respostas existentes. Indicadores Parcerias estabelecidas Nº de CRI com canais de comunicação e de articulação estabelecidos N.º de indivíduos integrados em medidas do PVE N.º de serviços com grupos de treino de aptidões sociais em funcionamento N.º de serviços com grupos de treino de aptidões sociais em funcionamento, com supervisão N.º de serviços com outras intervenções sócio-terapêuticas em funcionamento, dirigidas aos utentes N.º de serviços com outras intervenções sócio-terapêuticas em funcionamento, dirigidas às famílias N.º de protocolos adaptados. 37 II – Resultado a atingir Potenciar a reinserção enquanto processo global, implicando todos os actores na óptica da abordagem e das respostas integradas, através de uma gestão participada e efectiva. Objectivo Operacional Garantir a eficiência e a eficácia das respostas disponíveis. Dinamização de encontros técnicos para discussão e aprofundamento das questões ligadas à reinserção das pessoas com PLA Acompanhamento e avaliação da implementação do modelo de intervenção para a área da reinserção Divulgação e apoio a associações ou grupos de doentes com PLA tratados ou em tratamento, enquanto organizações da sociedade civil que promovem a motivação e a reabilitação dos seus pares N.º de encontros realizados. N.º de serviços que implementaram o modelo N.º de associações ou grupos com apoio Nº de serviços com informação sobre os grupos de auto e inter-ajuda Promoção e dinamização da Nº de serviços com articulação intra e representação na Rede Social interinstitucional no âmbito do combate à pobreza e exclusão social 38 Objectivo Operacional Promover a responsabilidade dos Sistemas Sociais na promoção de respostas de reinserção e prevenção da desinserção. Divulgação de linhas orientadoras para o desenvolvimento de programas integrados para os Problemas Ligados ao Álcool (da prevenção à reinserção) Informação aos serviços de segurança e saúde no local de trabalho e às estruturas representativas dos trabalhadores, com vista à melhoria da acessibilidade aos programas e respostas disponíveis Informação e sensibilização dos trabalhadores, quadros e outras entidades e agentes do mundo laboral sobre riscos para a saúde e segurança ligados ao consumo de álcool e outras SPA Relatório produzido Nº de entidades empregadoras com conhecimento do documento N.º entidades empregadoras alvo de intervenção. N.º de acções realizadas. N.º de participantes abrangidos. Relatórios produzidos de avaliação 39 I - Resultado a atingir no Tratamento Garantir a toda a população que o deseje o acesso em tempo útil a respostas terapêuticas integradas (articuladas e complementares). Objectivo Operacional Promover medidas que permitam facilitar o acesso aos diversos programas de tratamento, gerindo os tempos de espera de acordo com critérios éticos e científicos, as realidades locais e as recomendações internacionais. Manter os tempos de espera para primeiras consultas dentro dos limites previamente definidos como aceitáveis. % de atendimentos nas Equipas de Tratamento realizados em menos de 15 dias. Manter os tempos de espera para % de programas de tratamento programas de tratamento (Metadona, com tempo de espera médio Internamento para Desabituação e dentro dos limites aceitáveis. Comunidade Terapêutica) dentro dos limites previamente definidos como aceitáveis. II - Resultado a atingir Disponibilizar uma oferta de programas de tratamento e de cuidados diversificada abrangendo um amplo leque de abordagens psicossociais e farmacológicas, orientadas por princípios éticos e pela evidência científica. Objectivo Operacional Melhorar a oferta de programas de tratamento à população toxicodependente e alcoólica garantindo a qualidade dos serviços prestados e a divulgação das boas práticas. Incrementar a eficácia da rede de tratamento, tendo por base os dados referentes ao ano de 2009: Garantir, através de uma intervenção integrada, o tratamento em ambulatório nas unidades do IDT,I.P.. N.º total de utentes em tratamento nos CRI e nas UA no ano. N.º de novos utentes admitidos nos CRI e nas UA no ano. N.º total consultas/atendimentos CRI e nas UA no ano. de nos Potenciar a adesão ao tratamento. % de novos utentes com Levantamento de programas realização de um número 40 específicos para utentes com PLA mínimo de 3 consultas no ano. % de utentes em tratamento no ano com realização de um número mínimo de 5 consultas no ano. Objectivo Operacional Implementar e/ou melhorar programas específicos de resposta eficiente num registo simultaneamente vertical (rede de referenciação) e horizontal (articulações dos diferentes vectores) para grupos com necessidades específicas. Realização de rastreio de doenças Novos utentes com rastreio infecciosas (Infecção VIH; Hepatite B efectuado (VIH, Hepatites, e C; Sífilis; Tuberculose) Sífilis) Utentes em seguimento com conhecimento do seu estado serológico (VIH, Hepatites) Dinamização em todos os CRI e no âmbito dos CSP e em articulação com outras entidades de um serviço de atendimento, avaliação, triagem e encaminhamento de crianças inseridas em famílias com toxicodependência e de jovens em risco ou consumidores. - N.º de CRI com serviço implementado - N.º de utentes abrangidos - N.º de protocolos estabelecidos com organismos e entidades que intervêm na área da toxicodependência e dos PLA nos jovens -Relatórios de actividades - N.º de utentes abrangidos -Nº Atendimentos N.º de protocolos estabelecidos com organismos e entidades que intervêm na área da toxicodependência e dos PLA nos jovens 41 I - Resultado a atingir no Plano Operacional de Respostas Integradas Construir uma rede global de respostas integradas e complementares, a nível local, com parceiros públicos e privados que vise a redução do consumo de substâncias psicoactivas. Objectivo Operacional Reforçar a intervenção de incidência local com base em Programas de Respostas Integradas. Para além da definição das metas para os indicadores apresentados, solicita-se que, no caso de considerarem pertinente, as DR e os CRI apresentem outros indicadores no âmbito das acções apresentadas. Acções / Actividades Indicadores Implementação e coordenação dos PRI N.º de Núcleos Territoriais em co-financiados funcionamento/N.º de PRI formalizados N.º de PRI com avaliação realizada/ N.º de PRI com avaliação prevista N.º Projectos área da Prevenção. N.º Projectos área da Redução. N.º Projectos área da Tratamento. N.º Projectos área da Reinserção. Implementação e coordenação dos PRI N.º de Núcleos Territoriais em sem necessidade de financiamento funcionamento/N.º de PRI formalizados N.º de PRI com avaliação realizada/ N.º de PRI com avaliação prevista N.º Projectos área da Prevenção. N.º Projectos área da Redução. N.º Projectos área da Tratamento. N.º Projectos área da Reinserção. Avaliação técnica e financeira dos N.º de Projectos avaliados / N.º projectos co-financiados no âmbito de projectos contratualizados dos PRI N.º de projectos com informação concluída e registada na base de dados, até ao final do ano 42 Realização de auditorias técnicofinanceiras a projectos co-financiados no âmbito dos PRI Actualização de diagnósticos N.º de Projectos auditados/N.º de Projectos em desenvolvimento. Nº territórios / Nº Diagnósticos Actualizados 43 Eixo nº 2 – Formação, Empregabilidade e Inserção Profissional a) Abandono escolar b) Jovens e adultos desempregados c) Apoio às empresas de inserção Salientamos que não se coloca a possibilidade de construção de novos pólos para a educação Pré-escolar e 1º Ciclo foram do contexto dos agrupamentos existentes, mas sim dentro da organização actual e de acordo com as necessidades que vierem a ser identificadas. Caberá à Câmara Municipal a responsabilidade de monitorizar essas mesmas necessidades. Acções a Desenvolvidas e a Desenvolver (2010-2012): ► Requalificação das Escola do Castelo de 1º ciclo com jardim-de-infância e Escola de 1º ciclo da Senhora da Piedade; ► Implementação de uma nova escola - Escola cidade de Castelo Branco – para substituir as escola do Matadouro e a escola do bloquinho – os alunos foram todos transferidos para a nova escola; ► Implementação de 2 escolas na Faria de Vasconcelos de 1º ciclo; ► Ampliação da escola de 1º ciclo do Cansado (salas e refeitório); ► Implementação de um novo refeitório na escola da Mina; ► Requalificação das Escolas de Alcains e implementação de um infantário e refeitório em duas escolas de 1º ciclo; ► As escolas das freguesias do concelho de Castelo Branco foram alvo de manutenção (exemplo: pinturas, canalização, etc); ► Implementação de uma sala de infantário e 1º ciclo na escola do Valongo; Parcerias: Câmara Municipal de Castelo Branco; Juntas de Freguesia; Agrupamento de Escolas; Segurança Social; 44 DREC; Instituto Português da Juventude – Delegação Regional de Castelo Branco; Centro de Emprego de Castelo Branco; Recursos: Recursos humanos de todos os parceiros envolvidos; Professores em situação de desemprego; Indicadores de Avaliação: Monitorização da taxa de abandono escolar; Taxa de sucesso escolar; Satisfação dos alunos e professores que frequentam as escolas do concelho de Castelo Branco (inquérito de satisfação ás entidades e recursos envolvidos); 45 b)Jovens e adultos desempregados c)Apoio às empresas de inserção Objectivo Estratégico Objectivo Geral Apoiar Resultados as pessoas desempregadas na realização do plano pessoal de emprego, a procura activa de emprego, apoios a emprego, o recrutamento e selecção, as empresas de trabalho temporário, os gabinetes de inserção e profissional (Castelo Fundo Social Europeu inserir as pessoas Branco, Vila Velha de permite, através do desempregadas nas medidas Ródão e Idanha-a-Nova), as Programa Operacional de emprego e nas ofertas do modalidades de formação, a Potencial Humano (POPH) mercado de trabalho a nível execução de relatórios do Quadro de Referência local estatísticos mensais e Estratégica Nacional 2007anuais de indicadores de 2013, o financiamento das actividade: programas e medidas de emprego medidas de emprego e executadas pelo IEFP, I.Pformação profissional e este financiamento visa relatórios de execução apoiar os 2.849 inscritos física e financeira, apoio a do concelho de Castelo pessoas com deficiências e Branco inscritos no Centro incapacidades, o apoio a de Emprego de Castelo empresas e entidades Branco. Públicas ou Privadas sem Informar, acompanhar Fins Lucrativos e entidades formadoras realização de feiras as e de emprego e profissões. 46 Eixo nº 3 - Rede de Serviços e Equipamentos a)Necessidade de equipamentos de apoio a doenças degenerativas; b)Necessidade de equipamentos/unidades de cuidado continuados; a) Necessidade de equipamentos de apoio a doenças degenerativas Elevados níveis de envelhecimento como se verificam no interior correspondem prevalências elevadas de doenças degenerativas próprias dos escalões etários mais elevados como doença de Alzheimer ou Parkinson. Por se tratar de doenças com elevado grau de dependência alem das questões de carácter social relacionados com a capacidade de sobrevivência económica dos cuidadores, a existência de unidades próprias para cuidar destes doentes justifica-se ainda pela necessidade de garantir a qualidade de vida e minimizar o sofrimento dos doentes e das suas famílias. Nem todos os cuidadores se encontram física e psicologicamente preparados para lidar com estas situações e o desgaste que estes doentes provocam nesses cuidadores é enorme. Mesmo nas famílias mais estruturadas, o desgaste nas fases finais da doença leva quase sempre à necessidade de institucionalização dos doentes. Nas famílias mais desestruturadas é habitualmente o doente que sofre pelo abandono e falta de cuidado. Estes doentes necessitam de muita atenção e tomam muito tempo a quem deles cuida, pelo que habitualmente o custo por dia de internamento é elevado e acima das possibilidades da maioria das famílias a não ser com a ajuda e o suporte da segurança social. Por este motivo, são habitualmente as instituições de solidariedade social que com o apoio da Segurança Social proporcionam a melhor resposta a este problema. A Misericórdia de Castelo Branco tem em fase de arranque um projecto de criação de duas unidades, uma de doentes de Alzheimer outra de doentes de Parkinson com capacidade para 30 camas cada, que poderão ser uma mais valia na resposta a ente problema e que devem ser vivamente apoiadas pelas instituições regionais. 47 b)Necessidade de Unidades de Cuidados Continuados Integrados A Resposta em Cuidados Continuados na área de Castelo Branco, sobretudo no que se refere a unidades de Média Duração e Reabilitação e a Unidades de Longa Duração e Manutenção, é muito escassa, para não dizer, inexistente. Apesar de a rede ter um âmbito universal e de qualquer doente poder entrar em qualquer unidade localizada não importa onde, e de os mecanismos de colocação garantirem que não há discriminação por área geográfica, são as próprias famílias que frequentemente rejeitam o internamento em unidades mais distantes por dificuldade em visitarem ou acompanharem os familiares. O critério de proximidade ainda é o principal critério de aceitação ou recusa de internamento, muito mais importante para as famílias do que a qualidade das instalações ou até dos equipamentos que as famílias muitas vezes desconhecem. Ora foram precisamente a qualidade das instalações que esteve na base do diferendo que opôs a Misericórdia de Castelo Branco à Unidade de Missão dos cuidados continuados e que faz com que Castelo branco não tenha neste momento, pelo menos uma unidade de média duração e Reabilitação ou uma unidade de Média e uma de Longa Duração. Felizmente que a Misericórdia teve ainda a visão estratégica suficiente para ver a importância e a vantagem da criação de uma unidade deste tipo, apesar dos contratempos iniciais e com a ajuda do programa modelar, consegue actualmente ter em fase de arranque uma unidade de Média duração e uma unidade de Longa duração com 30 camas cada. Implementação de unidades de cuidados continuados de média e longa duração: Estas duas unidades juntamente com a eventual criação de mais uma unidade de Média Duração no Concelho de Idanha a Nova e uma de Longa Duração no Concelho de Penamacor, ambas apoiadas também no programa Modelar, constituirão no futuro uma plataforma de cuidados continuados com dimensão suficiente e com critérios de proximidade aceitáveis, tendo em atenção que na zona sul do Distrito, Concelho de Sertã e Vila de Rei entraram este ano em Funcionamento duas novas unidades de Longa duração e uma de Média Duração. 48 1.População Existente: Grupos etários NUTS Concelhos TOTAL Total Beira Interior Sul Beira Interior Sul (4 concelhos) 0-14 15-24 25-64 65 + 73.923 8.623 7.230 37.725 20.345 Castelo Branco 54.254 7.067 5.564 29.266 12.357 Idanha-a-Nova 10.352 879 866 4.310 4.297 Penamacor 5.783 442 512 2.456 2.373 Vila Velha de Ródão 3.534 235 288 1.693 1.318 2.As fases do Projecto: Convalescença Metas 2ª Fase 2011 CB Existentes 25 18 Média Previstas 0 5 18 -13 P 3 3 VVR 2 2 3ª Fase 2014 CB ID 33 20 7 P 4 VVR 2 6 15 15 ID Em falta 18 0 15 0 0 20 18 0 -11 0 0 4 0 0 2 Metas 31 Existentes 0 19 Previstas Em falta 34 -3 34 -15 6 6 4 4 2 2 37 22 8 4 2 0 34 37 0 34 22 0 0 8 0 0 4 0 0 2 49