ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA JornaLima VISITA DE ESTUDO 11º A À IRLANDA para Kilkenny e visitámos o respectivo Castelo. Seguimos viagem para Wicklow, onde apreciámos a bela zona rural, a zona montanhosa e a magnífica costa oriental da Irlanda. Depois do jantar no hotel, experienciámos a vida nocturna de Dublin e convivemos num ambiente típico dos pubs irlandeses. No último dia, aproveitámos a manhã para comprar lembranças da Irlanda antes da partida para A turma do 11ºA realizou uma máticos. Após visita panorâmica o aeroporto e embarque para visita de estudo à Irlanda nos da Lisboa. dias 4 a 8 de Março do presente autocarro turístico a O’Connell A visita permitiu-nos conhecer ano, organizada pela professora Street em direcção ao Trinity uma sociedade diferente da nos- de Inglês, Olinda Jordão. College, cidade, atravessámos o sa em vários aspectos, tais como A visita de estudo teve como famoso Book of Kells e a sua os culturais, sociais, históricos e objectivos para além de praticar famosa biblioteca. Visitámos de gastronómicos. Esta viagem não a língua inglesa e conhecer a cul- seguida a National Gallery e após seria possível sem a organização tura irlandesa, poder constatar a o almoço visitámos o Castelo de da professora de Inglês, Olinda tensão existente na Irlanda do Dublin, St Patrick’s Cathedral e o Jordão, a quem estamos todos Norte Museu de Arte Moderna. muito entre as comunidades onde apreciámos de gratos. Foi igualmente Católica e Protestante, tema que No terceiro dia partimos de uma oportunidade de convívio se insere no programa de Inglês Dublin para a Calçada dos Gigan- entre a turma e os professores e na unidade de Multiculturalismo e tes. Depois do almoço continuá- decerto que todos nos divertimos formas de preconceito - discrimi- mos a viagem de autocarro para à grande e à Irlandesa! nação religiosa entre as duas Belfast, onde apreciámos os seus comunidades. monumentos No primeiro dia saímos da e apercebemos também da entre os bairros protestantes embarcar em voo regular com e destino a Dublin. murais da revolução e as No segundo e vimos os dia visitámos fortificações daqueles bair- cidade próspera, ros, uma zona em decadên- moderna e histórica atravessada cia e de conflitos constantes. pelo rio Liffey, com muitos par- Visitámos também a doca ques, edifícios com arquitectura onde foi construído o Titanic. moderna e monumentos emble- No quarto dia partimos Dublin, uma nos tensão escola em direcção a Lisboa para católicos Pedro Lavrador – Aluno do 11ºA A Calçada dos Gigantes O terceiro dia da viagem de geoturísticos estudo à Irlanda, 6 de Março, foi deste dedicado a cumprir mais – a importantes Calçada dos ano de 1987. Esta estrutura espectacular dos Gigantes (em inglês Giant's Cau- está localizada na costa norte da objectivos que mais de perto seway). Declarada Património da Irlanda e dispõe-se, numa larga tocavam o grupo (Biologia e Geo- Humanidade pela UNESCO em área, em degraus, desde o nível logia), visitando um dos sítios 1986, é Reserva Natural desde o do mar até às arribas. 18 Visita de Estudo um país ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA JornaLima VISITA DE ESTUDO À IRLANDA — ―A Calçada dos Gigantes‖ É constituída por mais de profundidade, contraindo arrefece em profundidade as fen- -se e fracturando de uma das de retracção prolongam-se maneira especial que para a base, originando assim resultou na disjunção esta enorme área de colunas colunar prismática obser- prismáticas. vada. observado Esta disjunção Este aspecto também em é Staffa explica-se pelas proprie- uma pequena ilha da costa oeste dades da rocha a que o da Escócia, 130 km a nordeste magma basáltico dá ori- da Irlanda, na Gruta de Fingal gem, homogénea e de (Fingal’s Cave) que uma lenda grão fino, e pelo seu considera a outra extremidade da comportamento mecânico ao calçada dos gigantes e que, na 37.000 colunas hexagonais de arrefecer sob a forma de uma realidade, basalto, de camada espessa, que desliza len- como partes da mesma província diferentes alturas, mais aplanadas junto ao mar, tamente onde o aspecto lembra uma cal- plana contra a qual gera atrito. sobre uma çada de grandes lajes. Assim, na superfície, desenvolve- A paisagem espectacular que se uma contracção uniforme em todas as direcções, a partir de logo centros interrogações. teóricos igualmente Como se formou, neste local, tal espaçados (esquema a) da fig. quantidade de colunas regulares 1). de secção hexagonal na considerar superfície se nos deparou suscita desde algumas podemos sua maioria e constituídas de rocha negra? A rocha negra é um basalto, rocha vulcânica constituída principalmente por dois minerais silicatados, a olivina e a piroxena. Ela resultou de exten- basáltica, hoje separadas pelo sos derrames vulcânicos subaé- mar. reos de lava bastante fluida que jorrou através de fendas no calcário subjacente. Este vulcanismo ocorreu (ou Fingal), escocês, e conta que a milhões de anos, numa altura da tos e os seus próximos (por ex. calçada foi construída pelo gigan- história grandes entre C-1, 1-6, 1-2, etc.) ultra- te irlandês para poder lutar com mudanças, incluindo a extinção passam a resistência da rocha o gigante escocês. O gigante dos Dinossauros …. Recordemos que fende a meia distância entre escocês vem à Irlanda usando a que outra de província de ve dois gigantes, Finn MacCool, irlandês, e Benan Donner tracção entre cada um dos pon- Terra cerca As tensões geradas pela con- Aquela lenda irlandesa envol- 60 da há Fig.1 – Desenvolvimento do padrão de contracção que gera a disjunção prismática nos basaltos. basáltica cada dois pontos. Como cada um calçada mas, ao ser derrotado, similar, inclusive na idade, existe dos centros está rodeado, na foge destruindo a calçada entre bastante mais a sul, na região de grande maioria dos casos, por os dois pontos. Daí só restarem Lisboa, onde podemos observar o seis outros resulta um padrão estes dois belos afloramentos. que resta de um extenso manto hexagonal, que uma vez iniciado basáltico derramado sobre calcá- numa área de superfície se pro- rios do Cretácico superior. paga quase simultaneamente a Esta larga e espessa escoada toda a superfície da escoada basáltica, em contacto com o ar, basáltica (esquema b) da fig. 1). arrefeceu, da superfície para a À medida que a camada de rocha As professoras de Biologia e Geologia: Fátima Ramalheira, Rosa Cruzeiro, Susana Figueiredo, Augusta Oliveira e Domingas Saraiva Visita de Estudo 19 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA JornaLima GIL VICENTE LEVA 9º ANO AO TEATRO No passado dia 10 de Fevereiro de 2011, às 15h00, realizouse, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, a encenação do texto dramático “Auto da Bar- real, criativa e divertida uma manual, lido e analisado dentro obra que foi representada pela das quatro paredes da sala de primeira vez em 1517 e que eles aula. só conheciam das páginas do seu Rita Ventura, nº 20, 9ºA Ana Margarida, nº1, 9ºA ca do Inferno” de Gil Vicente, pelo Grupo de teatro Actus. Esta foi dirigida aos alunos do 9ºano de diversas escolas, entre elas a Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima. Uma vez que o estudo deste Auto de Gil Vicente está integrado no Plano Curricular da disciplina de Língua Portuguesa, assistir a esta peça de teatro tinha como objectivo sensibilizar os alunos para a linguagem dramática e motivá-los para a leitura deste mesmo texto. Foi interessante ver o entusiasmo de tantos jovens, por poderem apreciar de forma mais ―FOMOS PARA FORA CÁ DENTRO‖ Sábado, dia 27 de Novembro, pelas 8h30min, embarcámos na Lancha rumo à Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, com o objectivo de aprofundar conhecimentos culturais adquiridos no âmbito das áreas Cultura, Língua e Comunicação e Sociedade, Tecnologia e Ciência, especificamente na temática Recursos Naturais – NG2/DR3. “Agir perante os recursos 20 Visita de Estudo Naturais, reconhecendo a protegida. Ficámos a saber que importância da sua salva- existe um enorme charco cha- guarda e participando em mado pateira que serve de refú- actividades visando a sua gio a inúmeras espécies, nomea- protecção”, são as compe- damente aves aquáticas migra- tências a desenvolver no DR doras e que relativamente à flo- acima referido. ra predominam choupos, sal- Fomos recebidos pela guia do gueiros, juncos, líquenes, estor- parque, no e o pinheiro-bravo. D. Angelina, que começou por nos explicar a Surpreendente foi também a origem da Reserva e a formação descoberta de que algum do lixo da Ria de Aveiro. Seguiu-se um que nos habituámos a repudiar percurso de pedonal de 10Km, ao nas paisagens naturais tem, no longo dos caso das praias da Reserva men- quais cionada, uma funcionalidade: é o fomos ancoradouro apren- assim, encontram forma de se dendo e fixarem, apreciando formando areias que, lentamente pequenas dunas. por- menores das Após relacionados com as especificidades da Fauna e da Flora que constituem esta área palmilharmos alguns quilómetros, impôs-se a hora de repor as energias gastas. ESCOLA SECUNDÁRIÁ DR. JAIME MAGALHÃES LIMA JornaLima ―FOMOS PARA FORA CÁ DENTRO‖ Foi um mantinha ainda a curiosidade gratidão às Formadoras Célia momento pelas surpresas que a reserva Ferreira e Teresa Carvalho e à agradável proporcionava. A guia, a quem os Mediadora de Anabela Gonçalves conví- anos de experiência não retira- que nos proporcionaram apren- vio, à vol- ram o entusiasmo, continuou a dizagens “ in loco “ que tão ta do far- desvendar os “segredos” deste agradavelmente espaço de múltiplos recursos. rotina de tantas horas de forma- nel que fomos partilhando. O sol convidava à sesta pois S. Pedro No final do dia, cansados fisi- foi generoso e poupou-nos à chu- camente mas satisfeitos intelec- va prevista. No entanto, o grupo tualmente manifestámos a nossa quebraram a ção em recinto fechado. EFA Escolar – Nível Secundário (EFA 2 – Turma C) ECOS DO ENCONTRO DE ALUNOS DE EMRC DO ENSINO SECUNDÁRIO Tivemos o privilégio de conhe- o país” . cer a beleza da presença de Deus na vida de algumas pessoas cujos nomes já tínhamos ouvido algures. Não interessa quantos éramos. Não éramos muitos nem poucos. Éramos os suficientes para tornar este encontro em Decorreu em Lisboa nos dias algo inesquecível. A beleza é 4 e 5 o encontro que juntou alu- muito mais do que aquilo que nos pensávamos. do ensino secundário de todas as dioceses de Portugal, Espero por mais no próximo que frequentam a disciplina de ano e por um tema que nos EMRC. O lema do encontro foi: motive tanto como este” «À procura da beleza», o qual partiu do lema anual proposto para a disciplina «tornai as vossas vidas lugares de beleza», e juntou a reflexão sobre alguns temas com o convívio, a música e o teatro. Neste encontro participaram cerca de 540 alunos. Da nossa escola participaram 6 alunos do 10ºano. Ficam os testemunhos dos alunos participantes: “Um olhar diferente sobre a beleza. Um olhar não do século em que vivemos mas sim de todos os tempos até nós. De repente, o parque Eduardo VII transformou-se num lugar de encontro, convívio, novas amizades e, acima de tudo, de fortalecimento de amizades já existentes. Gisela Gonçalves, 10ºD “Eu gostei do encontro, pois Sara Brandão, 10ºA “O encontro foi interessante, eu pessoalmente gostei. Gostei do convívio que houve, do Fotopaper "à procura da beleza" pela cidade de Lisboa.” Mariana Barros, 10ºC “Eu gostei do encontro, foi divertido e interessante.” Diogo Luís, 10ºC “Para mim foi a melhor visita de estudo de sempre. Conheci pessoas novas que me apoiaram bastante durante o encontro. conheci pessoas novas de várias Espero que para o ano possa escolas. foram repetir a experiência. Houve mui- interessantes, mas espero que to convívio. Para mim os encon- para o ano haja mais diversidade tros de E.M.R.C. são a melhor de actividades. Um dos momen- oportunidade tos que mais me comoveu no relações”. As actividades encontro foi quando um rapaz para criar boas Bruno Almeida, 10ºH portador de uma determinada deficiência, de nome Daniel, perguntou aos convidados que integravam o painel subordinado ao tema: "Como dá a fé mais beleza à minha vida?", «Se Deus é bom, porque é que eu sou assim?»”. Ana Albuquerque, 10ºD “O encontro de alunos de EMRC foi uma viagem muito interessante que permitiu socializar e conhecer pessoas novas de todo Visita de Estudo 21 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA JornaLima VISITA AO MUSEU DE SANTA JOANA boração dos professores André Santa Joana. Sabiam que demo- Renca e Renato Santos. rou onze anos a ser construído? No local, fomos divididos em dois grupos e iniciámos a visita O relógio marcava as Sem dúvida, uma obra digna do nosso património histórico! pelo museu, que foi recentemente Para concluir a nossa visita, na restaurado. O guia mostrou-nos capela apreciámos as característi- obras da arte barroca, também cas da arte barroca, como a talha estudadas na disciplina de Histó- dourada, as colunas trabalhadas, ria. A quantidade de quadros e os efeitos de brilho e luz, que evi- dez estátuas que ali «residem», com denciam horas, do dia cinco de Janeiro. As um enorme valor histórico e cul- ostentação apelando à participa- turmas E e G do 11º ano saíram tural, marcam uma época durante ção do fiel. Nesse mesmo local, da escola em direcção ao Museu a qual Padre António Vieira escre- desfrutámos de Santa Joana, também conheci- veu, entre os seus numerosos expressiva de um excerto do Ser- do por Museu de Aveiro, onde se sermões, o tão conhecido Sermão mão por dois colegas, leitura essa encontra o Convento de Jesus. de Santo António aos Peixes. que ecoou por todo o espaço Esta actividade foi realizada no Seguidamente, dirigimo-nos à âmbito da disciplina de Português, parte baixa do convento, onde sob a orientação da professora pudemos contemplar o esplendo- Ana Isabel Ferreira e com a cola- roso túmulo barroco da Princesa a grandiosidade ainda da e a leitura envolvente. Uma visita que se recomenda vivamente. Prof. Ana Isabel Ferreira VISITA DE ESTUDO IKEA – ―UM DIA FORA DA ESCOLA” cidadania e civismo nos alunos. ram-se ao Mar Shopping para A visita de estudo começou No âmbito das disciplinas irem almoçar. pelas 9 horas com partida da Anote-se ainda o facto de nes- Escola Jaime Magalhães Lima. Às ta visita terem participado outras 10 horas e 30 minutos deu-se a turmas da nossa Escola cujos chegada ao IKEA e ao Mar Shop- cursos se inserem da área do ping, iniciando-se a visita. Obser- comércio, vou-se um tipo de comércio dife- alunos do 9º CEF A e 9º CEF B rente do habitual. No IKEA, não acompanhados pelas professoras nomeadamente, havia empregados para atende- Leonor Comunicar no Ponto de Venda e rem os clientes nem para dar Isabel Cruz, Helmer Oliveira e Organização e Gestão de Empre- qualquer Ana Paula Cerca. sas, os alunos do Curso Técnico Estes permaneciam nas caixas de Um dia fora do espaço escolar de Comércio da turma 12ºH e pagamento. Para se poder com- com momentos de grande satis- respectivas professoras desloca- prar tinha de se levar um papel, fação e alegria partilhadas por ram-se ao IKEA e ao Mar Shop- a chamada lista de compras, e alunos e professores. ping, cujas instalações se locali- um lápis que eram fornecidos na zam em Matosinhos. Esta visita entrada do edifício. Esta lista já de estudo teve como finalidades trazia o conhecimento directo da estru- como se preencher, sendo assim tura (direcção, secções, etc.) do mais fácil anotar aquilo que se IKEA e do Mar Shopping, o rela- pretende comprar. Nessa lista a cionamento dos conceitos adqui- pessoa tem de apontar o número ridos em sala de aula com a reali- do artigo que pretende levar para dade comercial e, por fim, o chegar à caixa e pedir. desenvolvimento de hábitos de 22 Visitas de Estudo tipo algumas de informação. indicações de Em seguida os alunos dirigi- Godinho, Rosa os Nadais, Ana Micaela, 12ºH e Profª Ana Paula Cerca ESCOLA SECUNDÁRIÁ DR. JAIME MAGALHÃES LIMA JornaLima A MAGIA DE SINTRA envolta em nevoeiro, com o seu várias peças de valor histórico e clima muito próprio, e rodeada de núcleos museológicos, desde por edifícios como o palácio, capela e uma serra encantadora. Apreciámos a paisagem e senti- torres, mo-nos esse extrema exuberância arquitectó- ambiente mágico. Reparámos no nica como poços e percursos Castelo dos Mouros, lá ao longe, subterrâneos. Observámos todo e no Palácio da Pena. o seu esplendor natural e, dentro envolvidos por Ao longo da caminhada fomos das a ambientes instalações, de uma contemplámos passando pelos diferentes espa- uma mistura de estilos, de entre ços referidos na obra, como : o os quais sobressai a sua arqui- Hotel Nunes, actual Tivoli, onde tectura romântica. No exterior do Carlos ficou hospedado com o palácio, deparámo-nos com um seu amigo Cruges, a estalagem ambiente místico, onde cada coi- Tudo começou no dia 8 de Lawrence, situada a caminho da sa tinha um significado especial. Fevereiro, com a partida de todas Pena, um pouco afastada do cen- Tudo nos cativou, desde o poço as turmas do 11º ano, pelas tro da vila e local onde Carlos iniciático, 6h30min, rumo a Sintra. supunha que Maria Eduarda esti- passagem do mundo mortal para vesse hospedada. o desconhecido, até ao lago da Esta visita de estudo, organizada pelas professoras de Português, tinha como O percurso da Lawrence a que representava a cascata, inspirado na travessia principais Seteais era, para a burguesia do objectivos: a motivação para a século XIX, uma espécie de Pas- À tarde fomos brindados com leitura de Os Maias; a familiariza- seio Público de Sintra. Associadas a peça “Os Maias”, no Teatro ção dos alunos com um dos ao local (Seteais), existem várias Olga Cadaval. espaços descritos na obra e o lendas, uma das quais ligada à Em conclusão, o balanço foi aprofundamento de conhecimen- sonoridade do nome: Seteais / muito positivo, apesar de ter sido tos sobre o contexto sociocultural sete ais. um dia cansativo, de mochila às da época queirosiana. Além dis- Chegámos à Quinta da Regaconstruída de Cristo sobre as águas. costas. so, incluía uma visita à Quinta da leira, entre Por fim, chegámos a Aveiro… Regaleira e uma ida ao teatro 1904/1910, diversas bem... mas que viagem! Diverti- Olga Cadaval, a fim de ver a vezes por António Augusto Car- mo-nos imenso e aprendemos representação da obra. valho muito. No final de contas, o dia ampliada Monteiro (o Senhor Chegados a Sintra, iniciámos Milhões), e considerada Patrimó- uma caminhada desde o centro nio Mundial pela UNESCO. Ao até à Quinta da Regaleira. visitarmos este lugar, usufruímos Sintra surpreendeu-nos, valeu o esforço! Gabriel e Carla 11ºD Eurico e Tomás 11ºB dos seus belíssimos jardins, de SOLUÇÕES — Cuidado com a Língua Exercício 1 Exercício 3 Caíram pingos de chuva. A Margarida aprendeu a palavra “feminino”. É importante a competitividade empresarial. O herpes labial é uma doença muito incómoda. O Rui andou de bicicleta. A mãe do Mário desfrutou do SPA. É um aspecto acessório. Põe a camisola na mala se couber. É necessário enfrentar a crise emergente. Esta imagem não esta bem definida. A Raquel passou despercebida na escola. O Rúben tem uma equipa de futebol muito desequilibrada. A Maria privilegiou o filho. O resultado é díspar. Vai perfazer um ano que estou em Portugal. Exercício 4 A Tatiana tem cores fluorescentes. Tenho dez cartuchos. Síntese Buraco A Maria com certeza discutiu o assunto. Vamos conversar aparte. Casota Efeito Exercício 2 Preciso de uma massagem. Candeeiro Necessito Aconselhar Competitividade A greve esta a paralisar o sector dos transportes. Imediatamente Rotunda Acessório Descosido O limão tem de ser espremido. Órfão Frigorífico granjear Imersão A recuperação é incipiente. Televisão Inveja Abacaxi Compreensão Entretanto Rabugice Bem-vindo Diagnóstico Exigência Coordenadas Ansioso Este é o meu avozinho. O que conta é a intenção. O colchão amorteceu a queda. Visita de Estudo 23 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA Voltar Página Inicial VISITA DE ESTUDO AO MUSEU DA CIÊNCIA E AO JARDIM BOTÂNICO No âmbito da disciplina de Filosofia, Física/Química e Biologia/Geologia, visita de realizámos estudo a a experiência de decomposição apesar desta problemática, ainda da luz de Newton até à neurobio- nos transmitem pureza e uma logia da visão. sensação de bem-estar. Na visita de estudo percebe- Podemos, também, constatar mos, também, que visitar um que esta visita de estudo se rela- jardim botânico é como viajar ciona com a temática em estudo pelo planeta sem sair da cidade. na disciplina de Filosofia sobre a As tecnociência colecções de plantas que e a ética. preenchem cada espaço trans- Durante a visita pudemos ver portam-nos para diferentes lati- que a evolução da Ciência contri- tudes e regiões do mundo, trans- buiu em muito para a melhoria formando o Jardim num verda- da nossa sociedade. O desenvol- deiro museu vivo. vimento de técnicas médicas uma O Jardim Botânico de Coimbra contribuiu para melhorar a quali- Coimbra. foi criado com o objectivo de dade de vida da população. O Durante essa visita conhecemos complementar o estudo da Histó- avanço nos conhecimentos da o Museu da Ciência da Universi- ria Natural e da Medicina. área da física possibilitaram uma dade de Coimbra e o Jardim Botânico. Este Jardim permite-nos hoje salvaguardar espécies que se infinidade de tecnologias que facilitam muito a vida e sem as Ao longo da nossa passagem encontram em risco de extinção quais pelo Museu da Ciência pudemos no seu habitat natural e ganhou viver. assistir à realização de várias novas funções no âmbito da con- experiências na área da química. servação da natureza. No domí- melhor como a Ciência é impor- Foram-nos apresentadas nio educativo, o Jardim Botânico tante e indispensável nas nossas a exposição de Coimbra procura sensibilizar vidas.Com a visita e com o tra- intitulada " ver a república" e a os cidadãos para questões liga- balho ficámos agora mais eluci- exposição "segredos da luz e da das às temáticas ambientais e à dadas sobre os reais contributos matéria". Na primeira exposição adopção da Ciência para a sociedade e pudemos ver documentos que cívicos. duas ainda exposições: de comportamentos Esta viagem ajudou na reali- no caminho para a implantação zação do trabalho de grupo, uma da República em Portugal e o vez que permitiu reflectir sobre o importante papel de três cientis- problema que hoje o nosso pla- tas da Universidade de Coimbra neta (Aurélio Quintanilha, Egas Moniz industrialização. e Bernardino Machado). A segun- cluir que, um dia, se da exposição, inserida na área da não física, explorava o tema da luz e esta da matéria, a partir de objectos e jardins botânicos e instrumentos científicos. O nosso as espécies que já saber sobre a luz e a matéria se está extinção podem vir a relacionado enfrenta: o excesso Podemos resolvermos situação, os encontram em com o desenvolvimento da ciên- desaparecer. cia nos últimos séculos. Um con- nosso país e o nosso junto de práticas e módulos inte- planeta ractivos esses possibilitam-nos a observação de fenómenos, desde 24 Visita de Estudo A visita seria impensável ajudou a perceber quais os problemas que o desen- assinalaram os momentos chave directamente hoje E, o perdem lugares que, da con- volvimento excessivo da Ciência poderá trazer. 11ºC. Prof. Marlene Cura