ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA
JornaLima
VISITA DE ESTUDO 11º A À IRLANDA
para Kilkenny e visitámos o respectivo Castelo. Seguimos viagem para Wicklow, onde apreciámos a bela zona rural, a zona
montanhosa e a magnífica costa
oriental da Irlanda. Depois do
jantar no hotel, experienciámos a
vida nocturna de Dublin e convivemos num ambiente típico dos
pubs irlandeses.
No último dia, aproveitámos a
manhã para comprar lembranças
da Irlanda antes da partida para
A turma do 11ºA realizou uma
máticos. Após visita panorâmica
o aeroporto e embarque para
visita de estudo à Irlanda nos
da
Lisboa.
dias 4 a 8 de Março do presente
autocarro turístico
a O’Connell
A visita permitiu-nos conhecer
ano, organizada pela professora
Street em direcção ao Trinity
uma sociedade diferente da nos-
de Inglês, Olinda Jordão.
College,
cidade,
atravessámos
o
sa em vários aspectos, tais como
A visita de estudo teve como
famoso Book of Kells e a sua
os culturais, sociais, históricos e
objectivos para além de praticar
famosa biblioteca. Visitámos de
gastronómicos. Esta viagem não
a língua inglesa e conhecer a cul-
seguida a National Gallery e após
seria possível sem a organização
tura irlandesa, poder constatar a
o almoço visitámos o Castelo de
da professora de Inglês, Olinda
tensão existente na Irlanda do
Dublin, St Patrick’s Cathedral e o
Jordão, a quem estamos todos
Norte
Museu de Arte Moderna.
muito
entre
as
comunidades
onde
apreciámos
de
gratos.
Foi
igualmente
Católica e Protestante, tema que
No terceiro dia partimos de
uma oportunidade de convívio
se insere no programa de Inglês
Dublin para a Calçada dos Gigan-
entre a turma e os professores e
na unidade de Multiculturalismo e
tes. Depois do almoço continuá-
decerto que todos nos divertimos
formas de preconceito - discrimi-
mos a viagem de autocarro para
à grande e à Irlandesa!
nação religiosa entre as duas
Belfast, onde apreciámos os seus
comunidades.
monumentos
No primeiro dia saímos da
e
apercebemos
também
da
entre os bairros protestantes
embarcar em voo regular com
e
destino a Dublin.
murais da revolução e as
No
segundo
e
vimos
os
dia
visitámos
fortificações daqueles bair-
cidade
próspera,
ros, uma zona em decadên-
moderna e histórica atravessada
cia e de conflitos constantes.
pelo rio Liffey, com muitos par-
Visitámos também a doca
ques, edifícios com arquitectura
onde foi construído o Titanic.
moderna e monumentos emble-
No quarto dia partimos
Dublin,
uma
nos
tensão
escola em direcção a Lisboa para
católicos
Pedro Lavrador – Aluno do 11ºA
A Calçada dos Gigantes
O terceiro dia da viagem de
geoturísticos
estudo à Irlanda, 6 de Março, foi
deste
dedicado
a
cumprir
mais
–
a
importantes
Calçada
dos
ano de 1987.
Esta
estrutura
espectacular
dos
Gigantes (em inglês Giant's Cau-
está localizada na costa norte da
objectivos que mais de perto
seway). Declarada Património da
Irlanda e dispõe-se, numa larga
tocavam o grupo (Biologia e Geo-
Humanidade pela UNESCO em
área, em degraus, desde o nível
logia), visitando um dos sítios
1986, é Reserva Natural desde o
do mar até às arribas.
18 Visita de Estudo
um
país
ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA
JornaLima
VISITA DE ESTUDO À IRLANDA — ―A Calçada dos Gigantes‖
É
constituída
por
mais
de
profundidade, contraindo
arrefece em profundidade as fen-
-se e fracturando de uma
das de retracção prolongam-se
maneira
especial
que
para a base, originando assim
resultou
na
disjunção
esta enorme área de colunas
colunar prismática obser-
prismáticas.
vada.
observado
Esta
disjunção
Este
aspecto
também
em
é
Staffa
explica-se pelas proprie-
uma pequena ilha da costa oeste
dades da rocha a que o
da Escócia, 130 km a nordeste
magma basáltico dá ori-
da Irlanda, na Gruta de Fingal
gem, homogénea e de
(Fingal’s Cave) que uma lenda
grão fino, e pelo seu
considera a outra extremidade da
comportamento
mecânico
ao
calçada dos gigantes e que, na
37.000 colunas hexagonais de
arrefecer sob a forma de uma
realidade,
basalto, de
camada espessa, que desliza len-
como partes da mesma província
diferentes alturas,
mais aplanadas junto ao mar,
tamente
onde o aspecto lembra uma cal-
plana contra a qual gera atrito.
sobre
uma
çada de grandes lajes.
Assim, na superfície, desenvolve-
A paisagem espectacular que
se uma contracção uniforme em
todas as direcções, a partir de
logo
centros
interrogações.
teóricos
igualmente
Como se formou, neste local, tal
espaçados (esquema a) da fig.
quantidade de colunas regulares
1).
de
secção
hexagonal
na
considerar
superfície
se nos deparou suscita desde
algumas
podemos
sua
maioria e constituídas de rocha
negra?
A
rocha
negra é
um
basalto, rocha vulcânica constituída
principalmente
por
dois
minerais silicatados, a olivina e a
piroxena. Ela resultou de exten-
basáltica, hoje separadas pelo
sos derrames vulcânicos subaé-
mar.
reos de lava bastante fluida que
jorrou através de fendas no calcário subjacente. Este vulcanismo
ocorreu
(ou
Fingal), escocês, e conta que a
milhões de anos, numa altura da
tos e os seus próximos (por ex.
calçada foi construída pelo gigan-
história
grandes
entre C-1, 1-6, 1-2, etc.) ultra-
te irlandês para poder lutar com
mudanças, incluindo a extinção
passam a resistência da rocha
o gigante escocês. O gigante
dos Dinossauros …. Recordemos
que fende a meia distância entre
escocês vem à Irlanda usando a
que
outra
de
província
de
ve dois gigantes, Finn MacCool,
irlandês, e Benan Donner
tracção entre cada um dos pon-
Terra
cerca
As tensões geradas pela con-
Aquela lenda irlandesa envol-
60
da
há
Fig.1 – Desenvolvimento do padrão de contracção
que gera a disjunção prismática nos basaltos.
basáltica
cada dois pontos. Como cada um
calçada mas, ao ser derrotado,
similar, inclusive na idade, existe
dos centros está rodeado, na
foge destruindo a calçada entre
bastante mais a sul, na região de
grande maioria dos casos, por
os dois pontos. Daí só restarem
Lisboa, onde podemos observar o
seis outros resulta um padrão
estes dois belos afloramentos.
que resta de um extenso manto
hexagonal, que uma vez iniciado
basáltico derramado sobre calcá-
numa área de superfície se pro-
rios do Cretácico superior.
paga quase simultaneamente a
Esta larga e espessa escoada
toda
a
superfície
da
escoada
basáltica, em contacto com o ar,
basáltica (esquema b) da fig. 1).
arrefeceu, da superfície para a
À medida que a camada de rocha
As professoras de Biologia e Geologia:
Fátima Ramalheira, Rosa Cruzeiro,
Susana Figueiredo, Augusta Oliveira e
Domingas Saraiva
Visita de Estudo 19
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GIL VICENTE LEVA 9º ANO AO TEATRO
No passado dia 10 de Fevereiro de 2011, às 15h00, realizouse, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, a encenação
do texto dramático “Auto da Bar-
real, criativa e
divertida uma
manual, lido e analisado dentro
obra que foi representada pela
das quatro paredes da sala de
primeira vez em 1517 e que eles
aula.
só conheciam das páginas do seu
Rita Ventura, nº 20, 9ºA
Ana Margarida, nº1, 9ºA
ca do Inferno” de Gil Vicente,
pelo Grupo de teatro Actus. Esta
foi dirigida aos alunos do 9ºano
de diversas escolas, entre elas a
Escola
Secundária
Dr.
Jaime
Magalhães Lima.
Uma vez que o estudo deste
Auto de Gil Vicente está integrado no Plano Curricular da disciplina de Língua Portuguesa, assistir
a esta peça de teatro tinha como
objectivo sensibilizar os alunos
para a linguagem dramática e
motivá-los para a leitura deste
mesmo texto.
Foi interessante ver o entusiasmo de tantos jovens, por
poderem apreciar de forma mais
―FOMOS PARA FORA CÁ DENTRO‖
Sábado, dia 27 de Novembro,
pelas 8h30min, embarcámos na
Lancha rumo à Reserva Natural
das Dunas de São Jacinto, com o
objectivo de aprofundar conhecimentos culturais adquiridos no
âmbito das áreas Cultura, Língua
e Comunicação e Sociedade, Tecnologia e Ciência, especificamente na temática Recursos Naturais
– NG2/DR3.
“Agir perante os recursos
20 Visita de Estudo
Naturais, reconhecendo a
protegida. Ficámos a saber que
importância da sua salva-
existe um enorme charco cha-
guarda e participando em
mado pateira que serve de refú-
actividades visando a sua
gio a inúmeras espécies, nomea-
protecção”, são as compe-
damente aves aquáticas migra-
tências a desenvolver no DR
doras e que relativamente à flo-
acima referido.
ra
predominam
choupos,
sal-
Fomos recebidos pela guia do
gueiros, juncos, líquenes, estor-
parque,
no e o pinheiro-bravo.
D.
Angelina,
que
começou por nos explicar a
Surpreendente foi também a
origem da Reserva e a formação
descoberta de que algum do lixo
da Ria de Aveiro. Seguiu-se um
que nos habituámos a repudiar
percurso de pedonal de 10Km, ao
nas paisagens naturais tem, no
longo dos
caso das praias da Reserva men-
quais
cionada, uma funcionalidade: é o
fomos
ancoradouro
apren-
assim, encontram forma de se
dendo
e
fixarem,
apreciando
formando
areias
que,
lentamente
pequenas dunas.
por-
menores
das
Após
relacionados
com
as
especificidades da Fauna e da
Flora que constituem esta área
palmilharmos
alguns
quilómetros, impôs-se a hora de
repor as energias gastas.
ESCOLA SECUNDÁRIÁ DR. JAIME MAGALHÃES LIMA
JornaLima
―FOMOS PARA FORA CÁ DENTRO‖
Foi
um
mantinha
ainda
a
curiosidade
gratidão
às
Formadoras
Célia
momento
pelas surpresas que a reserva
Ferreira e Teresa Carvalho e à
agradável
proporcionava. A guia, a quem os
Mediadora
de
Anabela
Gonçalves
conví-
anos de experiência não retira-
que nos proporcionaram apren-
vio, à vol-
ram o entusiasmo, continuou a
dizagens “ in loco “ que tão
ta do far-
desvendar os “segredos” deste
agradavelmente
espaço de múltiplos recursos.
rotina de tantas horas de forma-
nel que fomos partilhando. O sol
convidava à sesta pois S. Pedro
No final do dia, cansados fisi-
foi generoso e poupou-nos à chu-
camente mas satisfeitos intelec-
va prevista. No entanto, o grupo
tualmente manifestámos a nossa
quebraram
a
ção em recinto fechado.
EFA Escolar – Nível Secundário
(EFA 2 – Turma C)
ECOS DO ENCONTRO DE ALUNOS DE EMRC DO ENSINO SECUNDÁRIO
Tivemos o privilégio de conhe-
o país” .
cer a beleza da presença de Deus
na
vida
de
algumas
pessoas
cujos nomes já tínhamos ouvido
algures. Não interessa quantos
éramos. Não éramos muitos nem
poucos. Éramos os suficientes
para tornar este encontro em
Decorreu em Lisboa nos dias
algo inesquecível. A beleza é
4 e 5 o encontro que juntou alu-
muito mais do que aquilo que
nos
pensávamos.
do
ensino
secundário
de
todas as dioceses de Portugal,
Espero por mais no próximo
que frequentam a disciplina de
ano e por um tema que nos
EMRC. O lema do encontro foi:
motive tanto como este”
«À procura da beleza», o qual
partiu do lema anual proposto
para a disciplina «tornai as vossas vidas lugares de beleza», e
juntou a reflexão sobre alguns
temas com o convívio, a música
e o teatro. Neste encontro participaram cerca de 540 alunos. Da
nossa escola participaram 6 alunos do 10ºano. Ficam os testemunhos dos alunos participantes:
“Um olhar diferente sobre a
beleza. Um olhar não do século
em que vivemos mas sim de
todos os tempos até nós. De
repente, o parque Eduardo VII
transformou-se
num
lugar
de
encontro, convívio, novas amizades e, acima de tudo, de fortalecimento de amizades já existentes.
Gisela Gonçalves, 10ºD
“Eu gostei do encontro, pois
Sara Brandão, 10ºA
“O encontro foi interessante,
eu pessoalmente gostei. Gostei
do convívio que houve, do Fotopaper "à procura da beleza" pela
cidade de Lisboa.”
Mariana Barros, 10ºC
“Eu gostei do encontro, foi
divertido e interessante.”
Diogo Luís, 10ºC
“Para mim foi a melhor visita
de estudo de sempre. Conheci
pessoas novas que me apoiaram
bastante
durante
o
encontro.
conheci pessoas novas de várias
Espero que para o ano possa
escolas.
foram
repetir a experiência. Houve mui-
interessantes, mas espero que
to convívio. Para mim os encon-
para o ano haja mais diversidade
tros de E.M.R.C. são a melhor
de actividades. Um dos momen-
oportunidade
tos que mais me comoveu no
relações”.
As
actividades
encontro foi quando um rapaz
para
criar
boas
Bruno Almeida, 10ºH
portador de uma determinada
deficiência, de nome Daniel, perguntou aos convidados que integravam o painel subordinado ao
tema: "Como dá a fé mais beleza
à minha vida?", «Se Deus é bom,
porque é que eu sou assim?»”.
Ana Albuquerque, 10ºD
“O
encontro
de
alunos
de
EMRC foi uma viagem muito interessante que permitiu socializar e
conhecer pessoas novas de todo
Visita de Estudo 21
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VISITA AO MUSEU DE SANTA JOANA
boração dos professores André
Santa Joana. Sabiam que demo-
Renca e Renato Santos.
rou onze anos a ser construído?
No local, fomos divididos em
dois grupos e iniciámos a visita
O
relógio
marcava
as
Sem dúvida, uma obra digna do
nosso património histórico!
pelo museu, que foi recentemente
Para concluir a nossa visita, na
restaurado. O guia mostrou-nos
capela apreciámos as característi-
obras da arte barroca, também
cas da arte barroca, como a talha
estudadas na disciplina de Histó-
dourada, as colunas trabalhadas,
ria. A quantidade de quadros e
os efeitos de brilho e luz, que evi-
dez
estátuas que ali «residem», com
denciam
horas, do dia cinco de Janeiro. As
um enorme valor histórico e cul-
ostentação apelando à participa-
turmas E e G do 11º ano saíram
tural, marcam uma época durante
ção do fiel. Nesse mesmo local,
da escola em direcção ao Museu
a qual Padre António Vieira escre-
desfrutámos
de Santa Joana, também conheci-
veu, entre os seus numerosos
expressiva de um excerto do Ser-
do por Museu de Aveiro, onde se
sermões, o tão conhecido Sermão
mão por dois colegas, leitura essa
encontra o Convento de Jesus.
de Santo António aos Peixes.
que ecoou por todo o espaço
Esta actividade foi realizada no
Seguidamente, dirigimo-nos à
âmbito da disciplina de Português,
parte baixa do convento, onde
sob a orientação da professora
pudemos contemplar o esplendo-
Ana Isabel Ferreira e com a cola-
roso túmulo barroco da Princesa
a
grandiosidade
ainda
da
e
a
leitura
envolvente.
Uma visita que se recomenda
vivamente.
Prof. Ana Isabel Ferreira
VISITA DE ESTUDO IKEA – ―UM DIA FORA DA ESCOLA”
cidadania e civismo nos alunos.
ram-se ao Mar Shopping para
A visita de estudo começou
No
âmbito
das
disciplinas
irem almoçar.
pelas 9 horas com partida da
Anote-se ainda o facto de nes-
Escola Jaime Magalhães Lima. Às
ta visita terem participado outras
10 horas e 30 minutos deu-se a
turmas da nossa Escola cujos
chegada ao IKEA e ao Mar Shop-
cursos se inserem da área do
ping, iniciando-se a visita. Obser-
comércio,
vou-se um tipo de comércio dife-
alunos do 9º CEF A e 9º CEF B
rente do habitual. No IKEA, não
acompanhados pelas professoras
nomeadamente,
havia empregados para atende-
Leonor
Comunicar no Ponto de Venda e
rem os clientes nem para dar
Isabel Cruz, Helmer Oliveira e
Organização e Gestão de Empre-
qualquer
Ana Paula Cerca.
sas, os alunos do Curso Técnico
Estes permaneciam nas caixas de
Um dia fora do espaço escolar
de Comércio da turma 12ºH e
pagamento. Para se poder com-
com momentos de grande satis-
respectivas professoras desloca-
prar tinha de se levar um papel,
fação e alegria partilhadas por
ram-se ao IKEA e ao Mar Shop-
a chamada lista de compras, e
alunos e professores.
ping, cujas instalações se locali-
um lápis que eram fornecidos na
zam em Matosinhos. Esta visita
entrada do edifício. Esta lista já
de estudo teve como finalidades
trazia
o conhecimento directo da estru-
como se preencher, sendo assim
tura (direcção, secções, etc.) do
mais fácil anotar aquilo que se
IKEA e do Mar Shopping, o rela-
pretende comprar. Nessa lista a
cionamento dos conceitos adqui-
pessoa tem de apontar o número
ridos em sala de aula com a reali-
do artigo que pretende levar para
dade comercial e, por fim, o
chegar à caixa e pedir.
desenvolvimento de hábitos de
22 Visitas de Estudo
tipo
algumas
de
informação.
indicações
de
Em seguida os alunos dirigi-
Godinho,
Rosa
os
Nadais,
Ana Micaela, 12ºH e Profª Ana Paula Cerca
ESCOLA SECUNDÁRIÁ DR. JAIME MAGALHÃES LIMA
JornaLima
A MAGIA DE SINTRA
envolta em nevoeiro, com o seu
várias peças de valor histórico e
clima muito próprio, e rodeada
de núcleos museológicos, desde
por
edifícios como o palácio, capela e
uma
serra
encantadora.
Apreciámos a paisagem e senti-
torres,
mo-nos
esse
extrema exuberância arquitectó-
ambiente mágico. Reparámos no
nica como poços e percursos
Castelo dos Mouros, lá ao longe,
subterrâneos. Observámos todo
e no Palácio da Pena.
o seu esplendor natural e, dentro
envolvidos
por
Ao longo da caminhada fomos
das
a
ambientes
instalações,
de
uma
contemplámos
passando pelos diferentes espa-
uma mistura de estilos, de entre
ços referidos na obra, como : o
os quais sobressai a sua arqui-
Hotel Nunes, actual Tivoli, onde
tectura romântica. No exterior do
Carlos ficou hospedado com o
palácio, deparámo-nos com um
seu amigo Cruges, a estalagem
ambiente místico, onde cada coi-
Tudo começou no dia 8 de
Lawrence, situada a caminho da
sa tinha um significado especial.
Fevereiro, com a partida de todas
Pena, um pouco afastada do cen-
Tudo nos cativou, desde o poço
as turmas do 11º ano, pelas
tro da vila e local onde Carlos
iniciático,
6h30min, rumo a Sintra.
supunha que Maria Eduarda esti-
passagem do mundo mortal para
vesse hospedada.
o desconhecido, até ao lago da
Esta visita de estudo, organizada pelas professoras de Português,
tinha
como
O percurso da Lawrence a
que
representava
a
cascata, inspirado na travessia
principais
Seteais era, para a burguesia do
objectivos: a motivação para a
século XIX, uma espécie de Pas-
À tarde fomos brindados com
leitura de Os Maias; a familiariza-
seio Público de Sintra. Associadas
a peça “Os Maias”, no Teatro
ção dos alunos com um dos
ao local (Seteais), existem várias
Olga Cadaval.
espaços descritos na obra e o
lendas, uma das quais ligada à
Em conclusão, o balanço foi
aprofundamento de conhecimen-
sonoridade do nome: Seteais /
muito positivo, apesar de ter sido
tos sobre o contexto sociocultural
sete ais.
um dia cansativo, de mochila às
da época queirosiana. Além dis-
Chegámos à Quinta da Regaconstruída
de Cristo sobre as águas.
costas.
so, incluía uma visita à Quinta da
leira,
entre
Por fim, chegámos a Aveiro…
Regaleira e uma ida ao teatro
1904/1910,
diversas
bem... mas que viagem! Diverti-
Olga Cadaval, a fim de ver a
vezes por António Augusto Car-
mo-nos imenso e aprendemos
representação da obra.
valho
muito. No final de contas, o dia
ampliada
Monteiro
(o
Senhor
Chegados a Sintra, iniciámos
Milhões), e considerada Patrimó-
uma caminhada desde o centro
nio Mundial pela UNESCO. Ao
até à Quinta da Regaleira.
visitarmos este lugar, usufruímos
Sintra
surpreendeu-nos,
valeu o esforço!
Gabriel e Carla 11ºD
Eurico e Tomás 11ºB
dos seus belíssimos jardins, de
SOLUÇÕES — Cuidado com a Língua
Exercício 1
Exercício 3
Caíram pingos de chuva.
A Margarida aprendeu a palavra “feminino”.
É importante a competitividade empresarial.
O herpes labial é uma doença muito incómoda.
O Rui andou de bicicleta.
A mãe do Mário desfrutou do SPA.
É um aspecto acessório.
Põe a camisola na mala se couber.
É necessário enfrentar a crise emergente.
Esta imagem não esta bem definida.
A Raquel passou despercebida na escola.
O Rúben tem uma equipa de futebol muito desequilibrada.
A Maria privilegiou o filho.
O resultado é díspar.
Vai perfazer um ano que estou em Portugal.
Exercício 4
A Tatiana tem cores fluorescentes.
Tenho dez cartuchos.
Síntese
Buraco
A Maria com certeza discutiu o assunto.
Vamos conversar aparte.
Casota
Efeito
Exercício 2
Preciso de uma massagem.
Candeeiro
Necessito
Aconselhar
Competitividade
A greve esta a paralisar o sector dos transportes.
Imediatamente
Rotunda
Acessório
Descosido
O limão tem de ser espremido.
Órfão
Frigorífico
granjear
Imersão
A recuperação é incipiente.
Televisão
Inveja
Abacaxi
Compreensão
Entretanto
Rabugice
Bem-vindo
Diagnóstico
Exigência
Coordenadas
Ansioso
Este é o meu avozinho.
O que conta é a intenção.
O colchão amorteceu a queda.
Visita de Estudo 23
ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JAIME MAGALHÃES LIMA
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VISITA DE ESTUDO AO MUSEU DA CIÊNCIA E AO JARDIM BOTÂNICO
No âmbito da disciplina de
Filosofia, Física/Química e Biologia/Geologia,
visita
de
realizámos
estudo
a
a experiência de decomposição
apesar desta problemática, ainda
da luz de Newton até à neurobio-
nos transmitem pureza e uma
logia da visão.
sensação de bem-estar.
Na visita de estudo percebe-
Podemos, também, constatar
mos, também, que visitar um
que esta visita de estudo se rela-
jardim botânico é como viajar
ciona com a temática em estudo
pelo planeta sem sair da cidade.
na disciplina de Filosofia sobre a
As
tecnociência
colecções
de
plantas
que
e
a
ética.
preenchem cada espaço trans-
Durante a visita pudemos ver
portam-nos para diferentes lati-
que a evolução da Ciência contri-
tudes e regiões do mundo, trans-
buiu em muito para a melhoria
formando o Jardim num verda-
da nossa sociedade. O desenvol-
deiro museu vivo.
vimento
de
técnicas
médicas
uma
O Jardim Botânico de Coimbra
contribuiu para melhorar a quali-
Coimbra.
foi criado com o objectivo de
dade de vida da população. O
Durante essa visita conhecemos
complementar o estudo da Histó-
avanço nos conhecimentos da
o Museu da Ciência da Universi-
ria Natural e da Medicina.
área da física possibilitaram uma
dade de Coimbra e o Jardim
Botânico.
Este Jardim permite-nos hoje
salvaguardar
espécies
que
se
infinidade
de
tecnologias
que
facilitam muito a vida e sem as
Ao longo da nossa passagem
encontram em risco de extinção
quais
pelo Museu da Ciência pudemos
no seu habitat natural e ganhou
viver.
assistir à realização de várias
novas funções no âmbito da con-
experiências na área da química.
servação da natureza. No domí-
melhor como a Ciência é impor-
Foram-nos
apresentadas
nio educativo, o Jardim Botânico
tante e indispensável nas nossas
a
exposição
de Coimbra procura sensibilizar
vidas.Com a visita e com o tra-
intitulada " ver a república" e a
os cidadãos para questões liga-
balho ficámos agora mais eluci-
exposição "segredos da luz e da
das às temáticas ambientais e à
dadas sobre os reais contributos
matéria". Na primeira exposição
adopção
da Ciência para a sociedade e
pudemos ver documentos que
cívicos.
duas
ainda
exposições:
de
comportamentos
Esta viagem ajudou na reali-
no caminho para a implantação
zação do trabalho de grupo, uma
da República em Portugal e o
vez que permitiu reflectir sobre o
importante papel de três cientis-
problema que hoje o nosso pla-
tas da Universidade de Coimbra
neta
(Aurélio Quintanilha, Egas Moniz
industrialização.
e Bernardino Machado). A segun-
cluir que, um dia, se
da exposição, inserida na área da
não
física, explorava o tema da luz e
esta
da matéria, a partir de objectos e
jardins botânicos e
instrumentos científicos. O nosso
as espécies que já
saber sobre a luz e a matéria
se
está
extinção podem vir a
relacionado
enfrenta:
o
excesso
Podemos
resolvermos
situação,
os
encontram
em
com o desenvolvimento da ciên-
desaparecer.
cia nos últimos séculos. Um con-
nosso país e o nosso
junto de práticas e módulos inte-
planeta
ractivos
esses
possibilitam-nos
a
observação de fenómenos, desde
24 Visita de Estudo
A visita
seria
impensável
ajudou a perceber
quais os problemas que o desen-
assinalaram os momentos chave
directamente
hoje
E,
o
perdem
lugares
que,
da
con-
volvimento excessivo da Ciência
poderá trazer. 11ºC.
Prof. Marlene Cura
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