Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Pró-Reitoria de Graduação
Colegiado do Curso de Letras
PROJETO DE REFORMULAÇÃO
CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM
LETRAS VERNÁCULAS - PORTUGUÊS
RESPECTIVAS LITERATURAS
Vitória da Conquista
Junho de 2011
ii
REITORIA
Paulo Roberto Pinto Santos (Reitor)
José Luiz Rech (Vice-Reitor)
PROGRAD
Luiz Artur Cestari (Pró-Reitor)
CCL
Vera Pacheco (Coordenadora)
Jorge Viana Santos (Vice-Coordenador)
COMISSÃO RESPONSÁVEL
Profª. Drª. Vera Pacheco
(Coordenadora do Colegiado do Curso de Letras e da Comissão)
Profª. Drª. Ester Maria de Figueiredo Souza
Prof. Dr. Jorge Viana Santos
Prof. Dr. Marcello Moreira
Profª. Drª. Maria da Conceição Fonseca-Silva
Profª. Drª. Marília Flores Seixas de Oliveira
Profª. Ms Giêdra Ferreira da Cruz
Profª. Ms Joceli Rocha Lima
Profª. Ms Zeneide Paiva Pereira Vieira
Profa. Esp. Íris Nunes de Souza
Vitória da Conquista
2011
iii
Sumário
1 Introdução
6
2 A licenciatura em Letras
9
2.1 Breve Histórico
9
2.2 O Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas – Português e respectivas
literaturas
13
3 Projeto Pedagógico do Curso Letras Vernáculas – Português e respectivas
literaturas
15
3.1 Das definições Legais
15
3.2 Do Perfil dos Licenciados em Letras Vernáculas – Português e respectivas
literaturas
17
3.3 Das Competências e Habilidades
18
3.4 Dos Conteúdos Curriculares
19
3.5 Da Estrutura Curricular
19
3.5.1 Da Organização Curricular
21
3.5.2 Da Forma de Ingresso
24
3.5.3 Da Duração do Curso
25
3.5.4 Do horário de Funcionamento do Curso
25
3.5.5 Da infra-estrutura
25
3.5.6 Do Corpo docente
26
3.5.7 Das Disciplinas
26
3.5.7.1 Disciplinas Obrigatórias
26
3.5.7.1.1 Disciplinas obrigatórias de fundamentos teóricos, práticos e básicos
instrumentais necessários à formação científica e cultural específica em Letras
– Áreas de Língua Portuguesa e Linguística, Teoria Literária e Área de Línguas
Estrangeiras e Respectivas Literaturas.
26
3.5.7.1.2 Disciplinas obrigatórias Complementares
31
3.5.7.1.3 Disciplinas obrigatórias de conteúdos educacionais e pedagógicos
(Área de Metodologia e Prática de Ensino- DELL e Área de Educação (DFCH)
iv
32
3.5.7.1.4 Estágio curricular Supervisionado obrigatório e não obrigatório
33
3.5.7.1.5 Disciplinas obrigatórias com Prática como Componente Curricular
36
3.5.7.2 Disciplinas Optativas
37
3.5.8 Das Atividades Acadêmico Científico-culturais Complementares
46
3.5.9 Grade Curricular
48
3.5.10 Fluxograma
49
3.6 Ementário das disciplinas
52
3.6.1 Disciplinas Obrigatórias
52
3.6.1.1 Disciplinas Obrigatórias Conteúdos Curriculares de natureza CientíficoCultural
52
3.6.1.1.1 Disciplinas obrigatórias de fundamentos teórico-práticos e
instrumentais necessários à formação científica e cultural específica em Letras
52
3.6.1.1.1.1 Disciplinas da Área de Língua Portuguesa e Lingüística (DELL)
52
3.6.1.1.1.2 Disciplinas da Área de Teoria Literária (DELL)
66
3.6.1.1.1.3 Disciplinas da Área de Línguas Estrangeiras e Respectivas
Literaturas (DELL)
74
3.6.1.2 Disciplinas Complementares Obrigatórias de fundamentos teóricos e
práticos necessários à formação científica e cultural do licenciado em Letras
78
3.6.1.2.1 Área de Ciências Sociais (DFCH)
78
3.6.1.2.2 Área de Filosofia (DFCH)
79
3.6.1.3 Disciplinas obrigatórias de conteúdos educacionais e pedagógicos
necessários à formação do licenciado em Letras
79
3.6.1.3.1 Área de Metodologia e Prática de Ensino (DELL)
79
3.6.1.3.2 Área de Educação (DFCH)
82
3.6.2 Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
84
3.6.3 Disciplinas optativas
87
3.6.3.1 Disciplinas optativas de fundamentos teórico-práticos e instrumentais
necessários à formação científica e cultural específica em Letras
87
3.6.3.1.1 Área de Língua Portuguesa e Linguística (DELL)
88
v
3.6.3.1.2 Área de Teoria Literária (DELL)
116
3.6.3.1.3 Área de Línguas Estrangeiras e Respectivas Literaturas (DELL)
150
3.6.3.2 Disciplinas optativas complementares
157
3.6.3.2.1 Área de Ciências Sociais (DFCH)
157
3.6.3.2.2 Área de História do Brasil e História Moderna e Área de História 164
Antiga e Medieval (DH)
3.6.3.3 Disciplinas optativas de conteúdos educacionais e pedagógicos – Área 171
de Metodologia e Prática de Ensino (DELL)
3.7 Avaliação
179
6
1 INTRODUÇÃO
O projeto de reformulação do Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas Português e respectivas literaturas, que ora apresentamos, parte de um projeto de
reforma curricular aprovado por ocasião do desmembramento das habilitações do
Curso de Letras, conforme Resolução CONSEPE No 78/2004.
O Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas - Português e respectivas
literaturas foi implementado no primeiro semestre de 2004 e teve sua primeira turma
concluinte no primeiro semestre de 2009.
A proposta da implementação do curso em questão nasceu da adequação às
várias mudanças e transformações que ocorreram no mundo, nas esferas
científicas, tecnológicas, econômicas, sociais e culturais refletidas diretamente nas
instituições de educação superior, indicando que as mesmas deviam reavaliar,
ampliar suas ações e assumir a responsabilidade de apontar novos caminhos e
soluções frente aos desafios que se colocavam e se apresentam na sociedade da
época.
As políticas nacionais de educação, emanadas da Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (LDB Lei n.º 9.394/96), das diretrizes curriculares nacionais
para os cursos de graduação elaboradas pelo Conselho Nacional de Educação e de
outros instrumentos legais que orientam o funcionamento de instituições desse nível
de ensino refletiam e refletem e chamavam e chamam a atenção para as mudanças
e transformações.
No que se refere à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional da época
que ainda é vigente, podemos observar que, segundo essa Lei, a educação superior
deve formar profissionais nas diferentes áreas do conhecimento, mas também
incentivar o trabalho de pesquisa, que deve ser o motor da estrutura curricular dos
cursos oferecidos e das atividades desenvolvidas pelas universidades. Em
conseqüência, objetivando assegurar um quadro de professores com titulação de
pós-graduação stricto sensu (mestre e doutores), em condições de implementar,
dinamizar e intensificar, de forma sistemática, a produção acadêmica, científica e
cultural nas universidades, essa mesma Lei aponta para mudanças na política de
qualificação docente.
7
No que concerne às diretrizes curriculares nacionais, destacamos que tais
diretrizes, em razão das demandas econômicas, sociais e individuais, norteiam a
necessária adequação dos currículos dos cursos de graduação à legislação
educacional em vigência no país, sugerindo a definição do perfil profissiográfico do
egresso em todos os cursos, definindo princípios filosóficos e teórico-metodológicos,
norteadores da organização e operacionalização curricular dos saberes relacionados
aos vários contextos e aos conhecimentos específicos de cada área de
concentração e das novas tecnologias.
Vale ressaltar que o projeto de reforma do Curso de Licenciatura em Letras
Vernáculas da UESB, campus de Vitória da Conquista, proposto em 2004 e as
reflexões que o acompanharam e a concepção pedagógica que o respaldou
apontavam para a urgência e a necessidade de reformulação do primeiro curso
desta instituição, que, infelizmente, só veio acontecer, pela primeira vez (no que
tange à forma e, principalmente, ao conteúdo do ementário), depois de 32 anos de
funcionamento efetivado.
Assim, esse novo projeto do Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas Português e respectivas literaturas foi constituído de um conjunto de disciplinas a
serem ministradas por professores qualificados para cada uma dessas diferentes
disciplinas, que permitiu ao discente uma formação adequada às novas demandas
do mercado de trabalho.
Ao longo dos quatro anos nos quais ocorreu a integralização do Curso de
Licenciatura em Letras Vernáculas pela primeira turma a se formar com o currículo
reformulado, uma Comissão de Avaliação Curricular composta por docentes do
curso acompanhou o desenvolvimento do mesmo com vistas a avaliar, na prática, a
operacionalidade e exeqüibilidade do currículo proposto.
O acompanhamento realizado pela Comissão, naturalmente, levou-a a
identificar a necessidade de certos ajustes no currículo, tais como ajustes de
creditação e no número de disciplinas, ajustes na cadeia de Prerrequisitos, etc.
Primando pela tradicional excelência dos Cursos de Letras da Uesb do
Campus de Vitória da Conquista, excelência essa já reconhecida na cidade e região,
o Colegiado dos Cursos de Letras propõe, no projeto aqui apresentado, algumas
alterações no projeto de Curso Letras Vernáculas - Português e respectivas
literaturas, Resolução CONSEPE No 78/2004.
Além das alterações no currículo vigente, o presente projeto de reformulação
8
do Curso de Letras Modernas - Português/Inglês e respectivas literaturas conta
ainda com a inclusão das disciplinas obrigatórias História e Cultura Afrobrasileira
e Indígena e Libras I, satisfazendo, respectivamente, a exigência da Lei no 10.639,
de 9 de janeiro de 2003, que estabelece o ensino obrigatório da História e Cultura
Afro-Brasileira na Educação Básica e do Decreto No 5.626, de 22 de dezembro de
2005, segundo o qual deve-se proceder a inclusão do curso de Libras (Língua
Brasileira de Sinais) como disciplina curricular em “Todos os cursos de licenciatura,
nas diferentes áreas do conhecimento...” (Artigo 12), o que obviamente inclui o
Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas - Português e respectivas literaturas.
A proposta de reformulação do atual projeto do curso de Licenciatura em
Letras Vernáculas - Português e respectivas literaturas se justifica, pois, pela
necessidade de adequações no atual currículo, o que concorrerá para uma maior
eficácia do curso, bem como se justifica para que se possam implementar as
demandas exigidas pela legislação vigente.
9
2 A LICENCIATURA EM LETRAS
2.1 BREVE HISTÓRICO
Antes da década de 30, a formação em Letras era restrita aos colégios e aos
preparatórios para o ingresso nas Escolas Profissionalizantes, de modo especial,
nos preparatórios para ingresso na Faculdade de Direito.
O primeiro curso superior de Letras no Brasil foi criado juntamente com a
Universidade de São Paulo e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras pelo
Decreto 6.283, de 25 de janeiro de 1934.
Inseridos nas Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras, os cursos de Letras
eram dedicados ao estudo das humanidades e à preparação de professores, até
1962, quando, por Decreto CFE, tiveram sua organização alterada e os alunos
passaram a bacharelar-se ou licenciar-se.
O surgimento do curso de Licenciatura em Letras Vernáculas da UESB tem
sua gênese nesse mesmo ano, se considerarmos que em 1962, o Governo Estadual
da Bahia, por meio da lei nº 1.802, de 25/10, cria as Faculdades de Filosofia,
Ciências e Letras de Vitória da Conquista, Jequié, Feira de Santana, Ilhéus, Caetité
e Juazeiro, visando à interiorização da educação de nível superior no Estado.
Em 1969, dando continuidade ao projeto de interiorização da educação de
nível superior e obedecendo à Lei nº 5.540 de 28/11/1968 da reforma universitária
que extinguiu as Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras, o Governo do Estado da
Bahia, por meio do Decreto Federal nº 21.363, de 20/07, cria a Faculdade de
Educação de Vitória da Conquista (FFPVC), que se constitui no mesmo ano em
Autarquia pela Lei nº 2.741, de 11/11.
Em 1970, o Poder Executivo, autorizado pela Lei nº 2.852, de 09/11, institui a
Fundação Faculdade de Educação de Jequié, elevada à Autarquia pelo Decreto nº
23.135/70.
Conquanto a autorização para o funcionamento das Instituições de ensino
superior, em Vitória da Conquista e em Jequié, tenha sido publicada oficialmente, em
1962, as Faculdades só tiveram os funcionamentos efetivados com a implantação da
Licenciatura Curta em Letras, em 1971 – em Vitória da Conquista -, e da
10
Licenciatura Curta em Ciências e Letras, em 1977 – em Jequié.
Em 1980, o Poder Executivo, por meio da Lei 3.799, de 23/05, institui uma
Fundação para criar e manter uma Universidade no Sudoeste do Estado. Tal
Fundação é de fato criada pelo Decreto 27.450, de 12/08/1980, e por seu intermédio
incorpora-se ao patrimônio da Fundação os bens e direitos pertencentes às
Faculdades existentes em Vitória da Conquista e Jequié.
Em 1980, a Fundação Educacional do Sudoeste é extinta por meio da Lei
Delegada nº 12, de 30/12/1980, e cria-se a Autarquia Universidade do Sudoeste
(que viria a ser a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) cujo regulamento de
implantação foi aprovado em 25/08/1981, pelo Decreto nº 28.169, incorporando-selhe as Faculdades de Formação de Professores, a Faculdade de Administração e as
outras unidades que viessem a ser instituídas e a Ela vinculadas.
Em 1987, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia teve seu
funcionamento aprovado, inicialmente, por meio do Parecer CEE nº 119/87,
23/02/87, posteriormente, por meio do Decreto Federal nº 94.250, de 22/04/87; em
1988, seu Estatuto, por meio do Decreto Estadual nº 1.931, de 11/11/88.
Em 1997, essa Instituição foi reestruturada em obediência à Lei Estadual nº
7.176, de 10/09. Em 1998, obteve a concessão do credenciamento pelo Parecer
CEE nº 008/98, de 25/05 e pelo Decreto Estadual nº 7.344, de 27/05. Nesse mesmo
ano, o novo Regulamento da UESB foi provado pela Resolução CONSAD nº 1/98,
de 06/04 e Decreto Estadual nº 7.329, de 07/05.
Embora a Licenciatura Curta em Letras de Vitória da Conquista tenha sido
autorizada pelo Parecer Estadual 113/70, só foi reconhecida pelo Decreto Federal nº
79.258/77.
A Licenciatura Plena em Letras Vernáculas, que veio a substituir a
Licenciatura Curta em Letras, primeiro Curso a ser oferecido pela Instituição de
Ensino Superior que viria a ser, depois de anos, a Universidade Estadual do
Sudoeste da Bahia, foi autorizada pelo Decreto 85.362 de 18/11/80 e implantada em
1981. O parecer favorável do Conselho Federal de Educação relativamente ao
reconhecimento da Licenciatura Plena em Letras, em Vitória da Conquista, data de
1985 - Parecer do Conselho Federal de Educação nº 108/85. O referido Parecer foi
ratificado pela Portaria Ministerial nº 372, datada de 08 de maio de 1985, publicada
no Diário Oficial da União, em 10 de maio de 1985, sendo que na supracitada
11
Portaria Ministerial se reconheceu a Licenciatura Plena em Letras, habilitação em
Língua Portuguesa e suas respectivas Literaturas. Por meio do decreto nº 90.973, de
22 de fevereiro de 1985, feito publicar pelo governo federal, foi autorizado o
funcionamento do Curso de Letras português/inglês na UESB, campus de Vitória da
Conquista, ora reformado por vez primeira desde sua criação.
A entrada da primeira turma na Licenciatura Plena em Letras ocorreu no ano
de 1981, com duração mínima de 04 anos e, máxima, de 07 anos, visando a atender
à demanda que exigia professores licenciados para atuar nas escolas de 1º e 2º
graus da região Sudoeste da Bahia.
Na época da sua autorização, 1981, a UESB oferecia, para o Curso de Letras,
40 vagas no turno noturno. A partir de 1982, o Curso de Letras passou a funcionar
no turno vespertino. Contrariamente a muitas Licenciaturas da Universidade
Estadual do Sudoeste da Bahia que duplicaram, em 1998, o número de vagas a
serem preenchidas por meio do Concurso Vestibular, a Licenciatura em Letras de
Vitória da Conquista, apesar de ter duas habilitações, manteve uma única entrada
anual e o número de vagas em apenas 40.
As primeiras discussões atinentes à necessidade de reforma curricular
surgiram nos anos 90 do século passado, quando alguns professores perceberam a
natureza inatual das ementas, o que foi também observado pelo MEC quando da
avaliação do curso de Letras em Vitória da Conquista no ano de (...). Ainda na
década de 90, iniciou-se o diálogo entre docentes de várias áreas de conhecimento
com vistas à revisão do ementário, do fluxograma do Curso e de seu projeto
pedagógico. Fazia-se necessária a reforma, pois a estrutura curricular vigente
(aquela que vige até o segundo semestre letivo de 2004, ora em curso) data dos
anos 60 do século passado, quando, por meio de Resolução do Conselho Federal
de Educação de dezembro de 1961, a Lingüística que dava ênfase à descrição
científica das línguas teve a sua implantação obrigatória no currículo de Letras, até
então baseado na tradição filológica portuguesa.
Na maioria dos 80 cursos de Letras então existentes, alguns conteúdos
lingüísticos passaram a ser ministrados nas disciplinas de língua portuguesa e
filologia, de forma fragmentada e sem muita consistência, apesar de aqueles, que
viam na lingüística um caminho seguro para a melhoria do ensino de língua materna
e de línguas estrangeiras, terem organizado cursos intensivos de preparação de
12
professores de lingüística, na UnB, em 1964, (no período havia somente dois
doutores e seis pós-graduandos no exterior); de no mesmo ano ter sido implantado
o primeiro curso de Mestrado em Lingüística do Brasil, objetivando qualificar
profissionais para atender a nova demanda; e de no final da década de 60 e início
dos anos 70 ter havido a implantação de inúmeros cursos de pós-graduação em
lingüística, com base nos pareceres 977/65 e 77/69 do CFE.
Apesar de o influxo da Lingüística e da Teoria Literária nas décadas de 70, 80,
90 do século passado e no início do século XXI obrigarem à mudança de orientação
dos cursos, o currículo de Licenciatura em Letras Modernas, em vigência até 2004.2
da UESB, reflete o cenário da década de 60 e início da década de 70.
Diante, pois, dos problemas apontados e das insatisfações manifestadas,
duas comissões foram formadas, em 2001, pelo Colegiado do Curso de Letras, com
o intuito de produzir a reforma curricular das grades das duas habilitações então
existentes. Durante as discussões encetadas com vistas à fatura do novo projeto
pedagógico do Curso, deliberou-se pelo cumprimento das Portarias Ministeriais que
autorizavam o funcionamento de dois Cursos, não de duas habilitações em um único
Curso. Após dois anos de trabalho, principiaram as reuniões para a montagem dos
projetos do Curso de Letras Vernáculas - Português e respectivas Literaturas e do
Curso de Letras Modernas – Português/ Inglês e respectivas literaturas.
O Colegiado do Curso de Letras deliberou, diante da previsão de conclusão
da reforma curricular para o segundo semestre letivo de 2004, solicitar à Pró-Reitoria
de Graduação abertura de 30 vagas para cada um dos dois referidos Cursos no
exame vestibular do ano de 2005.
Quando da ocorrência do exame vestibular do ano de 2005, ofereceu-se aos
vestibulandos a possibilidade de ingresso em dois distintos Cursos, o primeiro
denominado Curso de Letras Vernáculas - Português e respectivas Literaturas e, o
segundo, Curso de Letras Modernas – Português/Inglês e respectivas Literaturas,
com 30 vagas em cada, com o turno vespertino sendo indicado para o
funcionamento de ambos.
13
2.2 O CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS VERNÁCULAS – PORTUGUÊS E
RESPECTIVAS LITERATURAS
É dentro do contexto de reformulação dos cursos de Licenciatura em Letras,
como apresentado anteriormente, que é refinada a proposta de criação do curso de
Letras Vernáculas - Português e respectivas literaturas, que somado aos cursos de
Licenciatura em Letras Modernas – Português/Inglês e respectivas literaturas já
existente comporá o rol de opções de licenciatura na Uesb/VC.
O Projeto Letras Vernáculas – Português e respectivas literaturas que
ora apresentamos, à semelhança dos demais cursos de Letras da Uesb/VC, baseiase nas Diretrizes Curriculares elaboradas pelo Ministério da Educação (Parecer
CNE/CES 492/2001) em que se visa à conjugação de produção de conhecimento e
atendimento
às
necessidades
educativas
e
tecnológicas
da
sociedade
contemporânea. Decorre do exposto que a nova grade curricular do Curso de Letras
da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Campus de Vitória da Conquista)
terá estruturas mais flexíveis que:
•
facultem ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação
no mercado de trabalho;
•
criem oportunidade para o desenvolvimento de habilidades necessárias para
se atingir a competência desejada no desempenho profissional;
•
dêem prioridade à abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da
autonomia do aluno;
•
promovam articulação constante entre ensino, pesquisa e extensão, além de
articulação direta com a pós-graduação.
Como já expusemos, o currículo do Curso, baseado no Parecer 412/62 do
Conselho Federal de Educação, hoje Conselho Nacional de Educação – CNE (e
amparado legalmente por uma série de Resoluções, Normas e Decretos Federais)
com uma carga horária de 3070 horas e 140 créditos não atende há muitos anos às
atuais discussões pertinentes ao tronco da Ciência Lingüística e ao tronco de Teoria
Literária. Esses dois troncos têm a finalidade de fornecer o arcabouço teórico e
prático para o estudo das diferentes línguas e literaturas.
14
Além disso, as Diretrizes Curriculares Nacionais determinam mudanças
significativas na estruturação dos currículos dos cursos de licenciatura. Assim, tanto
do ponto de vista conceitual quanto do ponto dos pressupostos legais vigentes, esse
currículo não se encontrava em consonância com os debates mais recentes.
A Resolução CNE/CP 02/2002 e o Parecer 163/2002 do Conselho Estadual
de Educação (CEE) determinam que os currículos dos cursos de licenciatura sejam
efetivados mediante a integralização de, no mínimo, 2800 (duas mil e oitocentas)
horas, nas quais a articulação teoria/prática garanta, nos termos dos seus projetos
pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes comuns:
I-
400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas
ao longo do curso;
II-
400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do inicio
da segunda metade do curso;
III-
1800 (mil e oitocentas) horas de aulas para os conteúdos curriculares de
natureza científico-cultural;
IV-
200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científicoculturais.
Enfim, pelos motivos expostos e considerando que a formação do
profissional de Letras precisava adequar-se às novas exigências teóricas,
tecnológicas e educacionais para enfrentar um mundo em transformação, sobretudo,
no atual período científico-tecnológico, foi elaborado e aprovado um projeto
pedagógico que procurava concretizar a inadiável reorientação curricular para o
Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas por conta de uma nova realidade.
15
3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO LICENCIATURA EM LETRAS
VERNÁCULAS – PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS
O projeto pedagógico do curso de Letras Vernáculas – Português e
respectivas literaturas apresentado é resultado de intensas discussões acerca dos
currículos dos Cursos de Letras até então vigentes.
No período de discussões, foram feitas diversas considerações no sentido do
amadurecimento de propostas que viessem a delinear um curso com as
características que apontassem para uma nova dinâmica necessária à formação do
Licenciado em Letras Modernas.
A partir do ano de 2002, algumas sistematizações foram feitas no sentido de
dar forma a um projeto de curso que atendesse às demandas até então
apresentadas. Para tanto, foram realizados os seguintes procedimentos nos anos de
2001, 2002, 2003 e 2004:
•
Indicação do coordenador do processo de condução das discussões.
•
Indicação de comissões com professores representantes das diversas áreas que
compõem o Colegiado de Letras.
•
Discussão entre os docentes de cada área de conhecimento que compõem o Curso.
•
Elaboração de propostas pelas áreas.
•
Socialização das propostas das áreas e discussão pelas comissões das propostas
apresentadas pelas áreas tendo em vista à construção do Projeto Pedagógico e do
Currículo do Curso.
3.1 Das Definições Legais
O projeto pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras fundamenta-se na
legislação atual que norteia os currículos dos cursos superiores, destacando-se:
a)
Lei 9394/96 – Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação que normatiza a estrutura
e o funcionamento da Educação Brasileira, em todos os Níveis de Ensino;
b)
Parecer CNE/CES 376/97 que desobriga o oferecimento da atividade de Educação
16
Física nos Cursos Superiores;
c)
Parecer CNE/CES 776/97 que trata das diretrizes curriculares dos Cursos de
Graduação, com destaque para a necessidade de maior autonomia das IES na elaboração
dos seus Currículos;
d)
Edital 04/97 do MEC como desdobramento da aprovação da nova LDB, foi divulgado,
em 10/12/97 o Edital nº 04 da Secretaria de Ensino Superior do MEC com a proposta da
SESU para elaboração de Diretrizes Curriculares para o ensino superior.
e)
Parecer CNE/CP 009/2001 que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de
graduação plena.
f)
Parecer CNE/CP 27/2001 que dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer
CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de
professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação
plena.
g)
Parecer CNE/CP 28/2001 que dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que
estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
h)
Parecer CNE/CES N.º 492/2001 que trata das Diretrizes Curriculares dos Cursos de
Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia,
Arquivologia e Museologia, abrangendo os seguintes aspectos, específicos para cada curso:
perfil do formando, Competências e Habilidades, organização do curso, conteúdos
curriculares, estágios e atividades complementares e conexão com a Avaliação Institucional;
i)
Parecer CNE/CES 583/2001 que trata de orientação para as diretrizes curriculares
dos Cursos de Graduação.
j)
Parecer CNE/CES N.º 1363/2001 que retifica o Parecer CNE/CES N.º 492/2001 que
trata da aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Letras.
k)
Parecer CNE/CES N.º 109/2002 que trata de consulta sobre a aplicação da
Resolução CNE/CP N.º 01/2002 e CNE/CP 02/2002 a respeito da carga horária para os
cursos de formação de professores [400 horas].
l)
Resolução CNE/CP 01, de 18 de fevereiro de 2002, que institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
m)
Resolução CNE/CP 02, de 19/02/03 que institui, a carga horária dos cursos de
licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível
superior.
n)
Parecer CEE Nº 163/02 que trata da interpretação do Parecer CNE/CP 028/2001, da
Resolução CNE/CP 01/2002, da Resolução CNE/CP 02/20022 e do Parecer CNE/CES
17
109/2002.
o)
Resolução CNE/CES Nº 18, de 13 de março de 2002, que trata da formulação do
projeto pedagógico de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Letras.
p)
Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que torna obrigatório o ensino da História e
Cultura Afro-Brasileira na Educação Básica.
q)
Decreto Nº 5626 de 22 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a Língua Brasileira
de Sinais (LIBRAS).
r)
Lei 11788 de 25/09/2008 que dispõe sobre estágio de estudantes.
Seguindo Resolução CNE/CES Nº 18, de 13 de março de 2002, este projeto
pedagógico de formação acadêmica e profissional a ser oferecida pelo curso de
Letras Vernáculas explicita:
a) o perfil dos formandos;
b) as competências gerais e habilidades específicas a serem desenvolvidas
durante o período de formação;
c) os conteúdos caracterizadores básicos e os conteúdos caracterizadores de
formação profissional, incluindo os conteúdos definidos para a educação básica.
d) a estruturação do curso;
e) as formas de avaliação
3.2 DO PERFIL DOS LICENCIADOS EM LETRAS VERNÁCULAS - PORTUGUÊS
E RESPECTIVAS LITERATURAS
Com a implantação da nova grade curricular, objetiva-se formar profissionais
interculturalmente competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as
linguagens, especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, e conscientes de
sua inserção na sociedade e das relações com o outro, conforme Parecer CNE/CES
N.º 492/2001..
Ainda como determina o Parecer CNE/CES N.º 492/2001, o profissional em
Letras Vernáculas deve ter domínio do uso da língua portuguesa, seu objeto de
estudo, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais. Deve
ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas
tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo contínuo,
18
autônomo e permanente. A pesquisa e a extensão, além do ensino, articulam-se
neste processo. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica sobre
temas e questões relativas especificamente aos conhecimentos lingüísticos e
literários.
3.3 DAS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O graduado em Letras em língua materna na modalidade “licenciatura” deverá
ser identificado por múltiplas competências e habilidades adquiridas durante sua
formação acadêmica convencional, teórica e prática, ou fora dela.
Nesse sentido, visando à formação de profissionais que demandem o domínio
da língua estudada, nesse caso, a língua portuguesa e a língua inglesa, e de suas
culturas para atuar como professores, pesquisadores, críticos literários,
tradutores, intérpretes, revisores de textos, roteiristas, secretários, assessores
culturais, entre outras atividades. o Curso de Licenciatura em Letras, como
determina
o
Parecer
CNE/CES
N.º
492/2001,
deve
contribuir
para
o
desenvolvimento das seguintes competências e habilidades,
•
domínio do uso do português, nas suas manifestações oral e escrita, em termos da
produção da escrita e da leitura dos variados tipos de textos;
•
reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
•
domínio das teorias lingüísticas que sustentam o trabalho de análise, descrição e
explicação da estrutura e funcionamento da língua portuguesa, nos domínios
fonético, fonológico, morfológico, sintático, semântico, pragmático, textual e
discursivo;
•
domínio
das
teorias
literárias
que
sustentam
o
trabalho
de
análise,
descrição/explicação e interpretação das obras literárias, em seus componentes
formais, temáticos e de gêneros ; e dos sistemas literários, considerando tanto a
autonomia quanto as determinações históricas das obras literárias, nos domínios da
literatura portuguesa, brasileira, africana de expressão portuguesa;
•
visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações lingüísticas e
literárias, que fundamentam sua formação profissional;
19
•
preparação
profissional atualizada, de acordo com a dinâmica do mercado de
trabalho;
•
percepção de diferentes contextos interculturais;
•
utilização dos recursos da informática;
•
domínio dos conteúdos básicos que são objeto dos processos de ensino e
aprendizagem no ensino fundamental e médio;
•
domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transposição dos
conhecimentos para os diferentes níveis de ensino.
3.4 DOS CONTEÚDOS CURRICULARES
Considerando os diversos profissionais que o Curso de Letras pode formar,
de acordo com o Parecer CNE/CES N.º 492/2001, os conteúdos caracterizadores
básicos estão ligados à área dos Estudos Lingüísticos e Literários, contemplando
o desenvolvimento de competências e habilidades específicas.
Os estudos lingüísticos e literários fundam-se na percepção da língua e da
literatura como prática social e como forma mais elaborada das manifestações
culturais e articulam a reflexão teórico-crítica com os domínios da prática.
Os conteúdos caracterizadores do Curso de Letras Vernáculas, ainda
segundo esse parecer, são entendidos como toda e qualquer atividade acadêmica
que constitua o processo de aquisição de competências e habilidades necessárias
ao exercício da profissão, e incluem os estudos lingüísticos e literários, práticas
profissionalizantes, estudos complementares, estágios, seminários, congressos,
projetos de pesquisa, de extensão e de docência – faz-se necessária a
discriminação dos conteúdos definidos para a educação básica, as didáticas
próprias de cada conteúdo e as pesquisas que as embasam.
3.5 DA ESTRUTURA CURRICULAR
Os conteúdos curriculares propostos são estabelecidos em função do conjunto
de atividades acadêmicas definido a partir de temas; linhas de pesquisa; problemas
20
teóricos e práticos; e campos de atuação profissional. E são organizados em torno
de quatro eixos, a saber:
1- Conteúdos
curriculares
de
natureza
científico-cultural
que
compreendem:
Disciplinas
obrigatórias
de
fundamentos
teóricos
necessários
à
formação científica e cultural específica em Letras – constituem o conjunto
de disciplinas das áreas específicas dos Estudos Lingüísticos e Literários,
base do saber característico da área de atuação do profissional de Letras.
Disciplinas obrigatórias – básico-instrumentais- constituem o conjunto de
disciplinas que visam à instrumentalização da leitura e escrita em língua
materna e da leitura em língua estrangeira.
Disciplinas optativas de fundamentos teóricos e práticos necessários à
formação científica e cultural em Letras - constituem o conjunto de
disciplinas definidas a partir dos conjuntos temáticos das áreas específicas de
formação do curso, bem como de disciplinas que fazem interface com
conjuntos advindos de outras áreas. Compõem as disciplinas que deverão ser
escolhidas pelos alunos. Entre as disciplinas escolhidas, o aluno deverá
cursar no mínimo 75 por cento das disciplinas optativas das áreas específicas
de fundamentos teóricos e práticos necessários à formação científica
específica em Letras.
Disciplinas Complementares Obrigatórias – constituem o conjunto de
disciplinas oriundas de outras áreas de conhecimento, necessárias à
formação do profissional em Letras Vernáculas.
Disciplinas obrigatórias de conteúdo educacionais e pedagógicos –
constituem o conjunto de disciplinas de conteúdos educacionais e
pedagógicos, necessários à formação do Licenciado em Letras.
2- Prática como componente curricular que compreende:
Disciplinas
obrigatórias
de
fundamentos
práticos
necessários
à
formação científica e cultural específica em Letras - constituem o conjunto
de disciplinas com vetor prático que acompanha disciplinas com vetor teórico.
21
3- Estágio Supervisionado - constitui uma das modalidades de prática a ser
realizada sob a forma de uma ação desenvolvida enquanto vivência
profissional prolongada, sistemática e acompanhada, através da qual o
formando se constitui como sujeito professor refletindo sobre sua prática e
seu papel social.
4- Atividades acadêmicas complementares – constituem outras formas de
atividades acadêmico-científico-culturais, tais como: iniciação científica,
monitorias, trabalho de conclusão de curso, participação em eventos
científicos, seminários extraclasses, projetos de extensão, que deverão ser
reconhecidas e homologadas pelo Colegiado dos Cursos de Letras, com base
na Resolução CONSEPE 58/2005.
3.5.1 Da Organização Curricular
O currículo do Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas está organizado
em torno de: a) disciplinas obrigatórias de fundamentos teóricos; b) disciplinas
optativas de fundamentos teóricos e práticos; c) disciplinas Complementares
Obrigatórias de fundamentos teóricos e práticos; d) disciplinas de conteúdos
educacionais e pedagógicos; e) disciplinas de fundamentos práticos; e f) Estágio
Supervisionado.
As disciplinas obrigatórias e optativas de fundamentos teóricos e práticos
necessários à formação científica e cultural específica em Letras indicam que desde
o início do curso o aluno discute, a partir dos diversos campos teóricos que norteiam
as pesquisas em Lingüística e em Teoria Literária, questões relativas ao seu objeto
de estudo – a linguagem, nos contextos oral e escrito, e, conseqüentemente, ao seu
futuro objeto de ensino, não dissociando teoria-prática, pois não há e nem pode
haver prática abstraída de uma posição teórica que a sustenta, o que pode ser
observado também nas disciplinas completares obrigatórias e nas disciplinas de
conteúdos educacionais e pedagógicos.
Partindo do princípio da não dissociação teoria-prática é que no currículo a
prática como componente curricular permeia a maior parte das disciplinas desde o
22
início do curso através do eixo articulador “Oralidade e escrita”. Tal eixo visa ao que
está previsto na Resolução CNE/CES nº 492/2001, no que tange à formação do
profissional de Letras.
Além disso, há correlação direta entre disciplinas de vetor teórico, através das
quais os alunos aprendem as bases teóricas das diversas áreas que contribuem
para a formação de um licenciado em Letras, e disciplinas de vetor prático, nas
quais os alunos buscam responder perguntas mobilizados pela pesquisa.
As atividades do Estágio Supervisionado, que, em conformidade com a
Resolução CNE/CP 02/2002 e do Parecer 163/2002, fazem parte da estrutura
curricular a partir do V semestre, têm uma dimensão formadora, pois possibilita ao
aluno aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do processo acadêmico
com competência na realidade social, e uma dimensão social e política, que, além
de oportunizar a empregabilidade, favorece à reflexão e à análise das diferentes
atuações do profissional no mercado de trabalho apresentado ao licenciado em
Letras.
A realização do Estágio Supervisionado permite ao aluno vivenciar a relação
teoria-prática constituindo-se num mecanismo de realimentação do currículo e da
formação profissional atendendo particularmente aos eixos articuladores dos
diferentes âmbitos do conhecimento profissional e da interação e da comunicação
no desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional (cf. Resolução CNE/CP
01/2002).
As atividades acadêmico-científico-culturais, enquanto componente curricular,
integralizam a carga horária do curso, possibilitando o aproveitamento das
experiências acadêmicas do discente desenvolvidas na UESB ou em outras
Instituições, concomitante ao curso, a partir do seu ingresso no curso.
Feitas essas considerações, salienta-se que para se graduar neste curso, o
aluno deverá perfazer o total mínimo de 159 créditos (113 teóricos e 8 práticos, 9 de
estágio e 14 de prática como componente curricular), equivalentes a 2760 horas [
(1695 teóricas e 240 práticas, 405 de estágio e 420 de prática como componente
curricular) de conteúdos curriculares e 15 créditos teóricos e/ou práticos de
disciplinas optativas (total de 300 horas)], o que totaliza 3.060 horas, além de 210
horas de atividades acadêmico-culturais. Os 154 créditos, referentes a 3.060 horas,
têm a seguinte distribuição:
23
- 84 créditos teóricos correspondentes a 1260 horas das disciplinas obrigatórias de
fundamentos teóricos [ disciplinas da ALPL (44 créditos, 660 horas) e da ATL (40 créditos,
600 horas)] ;
- 6 créditos teóricos e 5 práticos correspondentes a 240 horas das disciplinas obrigatórias
– básicos instrumentais;
-15 créditos (teóricos e/ou práticos) correspondentes a 300 horas referentes a 5 das
disciplinas optativas;
-12 créditos, correspondentes a 180 horas da disciplina Complementar Obrigatória de
fundamentos teóricos e práticos;
-11 créditos teóricos correspondentes a 165 horas e 3 créditos práticos, correspondentes
a 90 horas das disciplinas de conteúdos educacionais e pedagógicos;
- 9 créditos de Estágio Supervisionado, correspondentes a 405 horas de atividade,
valendo cada crédito 45 horas;
- 14 créditos Práticos como Componente Curricular, correspondentes a 420 horas de
atividade;
- 210 horas de atividades destinadas a outras formas de atividades acadêmico-científicoculturais.
Os créditos e horas que compõem a grade curricular do curso de Letras
Vernáculas – Português e respectivas Literaturas são distribuídas entre as diferentes
áreas do conhecimento do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários
(DELL), a saber: Área de Língua Portuguesa e Linguística (ALPL); Área de Teoria
Literária (ATL); Área de Línguas Estrangeiras e Respectivas Literaturas (ALEL);
Área de Metodologia e Prática de Ensino (AMPE); e do Departamento de Filosofia e
Ciências Humanas (DFCH): Área de Educação (AE); Área de Psicologia (AP); Área
de Filosofia (AF) e Área de Ciências Sociais (ACS), como apresentado no quadro a
seguir:
24
Quadro 1 – Distribuição da CH (carga horária) e crédito por natureza e áreas do
Conhecimento por departamento
DELL
DFCH
TOTAL
PARCIAL
NATUREZA
TEÓRICA
PRÁTICA
PCC (3)
ESTÁGIO
TOTAL
PARCIAL
ALPL
ATL
CH
CR
(1)
(2)
660
ALEL
AMPE
AE
AP
AF
ACS
CH
CR
CH
CR
CH
CR
CH
CR
CH
CR
CH
CR
CH
CR
CH
CR
44
600
40
90
6
45
3
60
4
60
4
60
4
120
8
1695
113
60
2
0
0
90
3
90
3
0
0
0
0
0
0
0
0
240
8
240
8
60
2
0
0
120
4
0
0
0
0
0
0
0
0
420
14
0
0
0
0
0
0
405
9
0
0
0
0
0
0
0
0
405
9
960
54
660
42
180
9
660
19
60
4
60
4
60
4
120
8
144
2760
TODAS AS ÁREAS(4)
OPTATIVAS
CH
CR
300
15
300
15
TOTAL GERAL
TOTAL
GERAL
OBS:
(1)
(2)
(3)
(4)
3060
159
CH = Carga Horária
CR = Crédito
PCC = Prática como Componente Curricular
Sendo, no mínino, 75 por cento das disciplinas optativas das áreas específicas de
fundamentos teóricos e práticos necessários à formação científica específica em Letras.
3.5.2 Da forma de Ingresso
A forma de ingresso no Curso de Licenciatura Plena em Letras Modernas –
Português/Inglês e respectivas literaturas se dá através do Sistema de Seleção
Unificada (Sisu) e pelo vestibular, conforme orientações da Secretaria Geral de
Cursos.
Serão ofertadas anualmente 30 (trinta) vagas destinadas no turno vespertino.
25
3.5.3 Da duração do Curso
O curso poderá ser integralizado no tempo mínimo de 4 (quatro) anos ou em
8 (oito) semestres, conforme sugestão do Colegiado de Curso, para cumprimento do
Currículo Pleno, e no tempo máximo de 6 (seis) anos ou 12 (doze) semestres.
O limite máximo de créditos para matrícula semestral é de 32.
3.5.4 Do horário de Funcionamento do Curso
O Curso de Letras Vernáculas - Português e respectivas literaturas funcionará
de segunda-feira a sábado, no turno vespertino, de 13h00min às 18h10min, de
segunda a sábado, conforme resolução 92/2010.
3.5.5 Da infraestrutura
a) Funcionamento do Colegiado de Curso
O Curso de Letras Modernas – Português/Inglês e respectivas literaturas terá
o seu colegiado de Curso funcionando no Colegiado dos Cursos de Letras (CCL)
juntamente com o curso vigente de Letras Vernáculas – Português e respectivas
literaturas, com sala sita no Módulo Acadêmico, no campus de Vitória da
Conquista/BA.
O CCL conta com conta com coordenador e vice-coordenador, professores do
Curso de Letras, uma funcionária e uma estagiária que dão suporte aos
coordenadores.
A sala do CCL possui três computadores, mesas, cadeiras armários, material
de expediente para o bom funcionamento das atividades de coordenação.
b) Salas de aulas e laboratórios
As disciplinas do Curso de Letras Modernas – Português/Inglês e respectivas
literaturas não exigem salas especiais para serem ministradas as aulas, exceto as
aulas de línguas que requerem laboratório de Línguas, espaço que a Universidade já
possuiu e que se localiza no módulo de laboratórios Amélia Barreto.
c) Acervo bibliográfico
No que se refere ao acervo bibliográfico, a biblioteca da Uesb/VC já conta
com os títulos básicos das áreas de Linguística, Teoria Literária, Metodologia e
26
Prática de Ensino, Filosofia, Psicologia, Educação e Ciências Sociais. Novas
aquisições seriam necessárias somente para ampliar o acervo já existente.
3.5.6 Do Corpo docente
As disciplinas dos Cursos de Letras vigentes bem como o de Letras
Vernáculas – Português e respectivas literaturas que ora é proposto são ministradas,
em sua maioria, por professores do Departamento de Estudos Linguísticos e
Literários (DELL) e por professores do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais
(DFCH).
Os docentes, com formação específica nas diferentes áreas de saber que
compõem a grade curricular de Letras, são responsáveis por disciplinas de sua área
de formação, como apresentado no quadro 2.
3.5.7 Das disciplinas
3.5.7.1 Disciplinas Obrigatórias
3.5.5.1.1 Disciplinas obrigatórias de fundamentos teóricos, práticos e básicos instrumentais
necessários à formação científica e cultural específica em Letras – Áreas de Língua
Portuguesa e Linguística, Teoria Literária e Língua Estrangeira e Literaturas
Quadro 2- Disciplinas obrigatórias de fundamentos teóricos, práticos e básicos
instrumentais necessários à formação científica e cultural específica em Letras
ÁREA DE LÍNGUA PORTUGUESA E LINGUÍSTICA – ALPL/DELL
Carga
horária
Créditos
DISCIPLINAS
T
Total
Crédito/
carga
horária
Prerrequisitos
Situação
da
disciplina
Professores
responsáveis
P E T P E
Disciplina
Introdução aos
Estudos da
Linguagem
60 0 0 4 0 0
4/60
Não há
Criada
Profa. Dra. Nirvana
Ferraz Santos
Sampaio; Prof. Dr.
Jorge Viana Santos;
Profa. Dra Maria da
Conceição FonsecaSilva
27
Laboratório de
Leitura e Produção
Escrita
0 60 0 0 2 0
2/60
Não há
Criada
Profa. Esp. Ana Isabel
Rocha Macedo; Profa.
Profa. Ms Maria
Gorette da S.F.
Sampaio.
Morfologia
60 0 0 4 0 0
4/60
Introdução aos
Estudos da
Linguagem
A ser
criada
Profa. Dra Adriana
Stela Cardoso Lessa
de Oliveira;
Profa. Dra Cristiane
Namiuti Temponi
Profa. Ms Elisangela
Gonçalves
Fonética e
Fonologia
30 30 0 2 1 0
3/60
Introdução aos
Estudos da
Linguagem;
Laboratório de
Leitura e
Produção Escrita
Criada
Profa. Dra Vera
Pacheco;
Profa. Dra Consuelo
de Paiva Godinho
Costa; Profa. Ms
Marian dos Santos
Oliveira
Sintaxe I
60 0 0 4 0 0
4/60
Morfologia;
A ser
criada
Profa. Dra Adriana
Stela Cardoso Lessa
de Oliveira;
Profa. Dra Cristiane
Namiuti Temponi Pofa.
Ms Elisangela
Gonçalves
Laboratório de
Leitura e Escrita
Modelos de Análise 30 30 0 2 1 0
Fonológica
Sintaxe II
60 0 0 4 0 0
3/60
Fonética e
Fonologia e
Criada
Profa. Dra Vera
Pacheco;
Profa. Dra Consuelo
de Paiva Godinho
Costa
4/60
Sintaxe I
Criada
Profa. Dra Adriana
Stela
Cardoso Lessa de
Oliveira;
Profa. Dra. Cristiane
Namiuti; Temponi;
Profa. Ms Elisangela
Gonçalves
Latim
60 0 0 4 0 0
4/60
Sintaxe I;
Modelos de
Análise
Fonológica
Criada
Prof. Dr. Lucas Santos
Campos; Prof. Dr.
Jorge Augusto A da
Silva
Variação e
Mudança
Lingüística
30 30 0 2 1 0
3/60
Sintaxe I;
Modelos de
Análise
Fonológica
Criada
Profa. Dra Cândida
Mara Birtto Leite;
Profa. Dra Valéria
Viana Sousa; Profa .
Ms Marian dos Santos
Oliveira
Introdução aos
30 30 0 2 1 0
3/60
Sintaxe II;
Criada
Jorge Viana Santos;
28
Estudos da
Significação
Modelos de
Análise
Fonológica
Linguística Histórica 60 0 0 4 0 0
Profa. Dra Edvania
Gomes da Silva
4/60
Latim
Criada
Lucas Santos
Campos; Jorge
Augusto A da Silva;
Cristiane Namiuti
Temponi
30 2 0 2 1 0
3/60
Sintaxe II;
Modelos de
Análise
Fonológica
Criada
Profa. Dra Adriana
Stela Cardoso Lessa
de Oliveira; Profa. Dra
Silvana Perottino
Introdução aos
30 30 0 2 1 0
Estudos dos Textos
Orais e Escritos
3/60
Laboratório de
Leitura e
Produção Escrita;
Introdução aos
Estudos da
Significação
Criada
Profa. Dra Edvania
Gomes da Silva; Prof.
Dra.
Jorge Viana dos
Santos; Profa. Esp.
Maria Gorette S.F.
Sampaio.
30 30 0 2 1 0
3/60
Introdução aos
Estudos da
Significação
A ser
criada
Profa. Dra. Nirvana
Ferraz Santos
Sampaio; Profa. Dra
Silvana Perottino
Introdução aos
30 30 0 2 1 0
Estudos em Análise
de Discurso
3/60
Introdução aos
Estudos da
Significação
Criada
Profa. Dra Maria da
Conceição Fonseca
Silva; Profa. Dra
Edvania Gomes da
Silva; Nilton Milanez
4/60
Introdução aos
Estudos dos
Textos Orais e
Escritos
Criada
Profa. Dra Valéria
Viana Sousa; Profa.
Dra Cândida Mara
Britto Leite
Introdução aos
Estudos em
Aquisição da
Linguagem
Introdução aos
Estudos em
Neurolinguística
Linguística:
Gramáticas
Científicas e
Pedagógicas
60 0 0 4 0 0
ÁREA DE TEORIA LITERÁRIA – ATL/ DELL
DISCIPLINAS
Carga
Horária
T
Crédito
Total
Crédito/
carga
horária
Prerrequisitos
Situação
da
disciplina
Professores
responsáveis
P E T P E
Disciplina
Retórica e Poética 60 0 0 4 0 0
4/60
Não há
Criada
Prof. Dr. Cássio
Roberto Borges da
Silva; Prof. Dr.
Marcello Moreira
Teoria da Literatura 60 0 0 4 0 0
e Ciências
Humanas I
4/60
Não há
Criada
Prof. Dr. Pedro Ramos
Dolabela Chagas;
Prof. Dr. Márcio
Roberto Soares Dias
29
Teoria da Literatura 60 0 0 4 0 0
e Ciências
Humanas II
4/60
Teoria da
Literatura e
Ciências
Humanas I
Criada
Prof. Dr. Pedro Ramos
Dolabela Chagas;
Prof. Dr. Márcio
Roberto Soares Dias
Formação do
Campo Literário
30 30 0 2 1 0
3/60
Não há
Criada
Profa. Dra. Valdira
Meira Cardoso;
Prof. Dr. Ricardo
Martins Valle
História Literária I
30 30 0 2 1 0
3/60
Não há
Criada
Profa. Dra. Maria das
Graças F. Andrade;
Prof. Dr. Valdira Meira
Cardoso
Letras do Império
Luso I
60 0 0 4 0 0
4/60
Teoria da
Literatura e
Ciências
Humanas II;
Criada
Profa. Dra. Lúcia
Ricotta Vilela Brandão
Pedras; Profa. Dra.
Maria das Graças F.
Andrade
Criada
Profa Ms. Luciana
Gama;
Retórica e
Poética
Letras do Império
Luso II
60 0 0 4 0 0
4/60
Letras do Império
Luso I
Profa. Ms. Mariangela
Borba Santos
Letras do Império
Luso III
60 0 0 4 0 0
4/60
Letras do Império
Luso I
Criada
Profa. Dra. Lúcia
Ricotta Vilela Brandão;
Prof. Dr. Ricardo
Martins Valle
Literatura
Portuguesa
60 0 0 4 0 0
4/60
Letras do Império
Luso III
Criada
Profa. Ms. Mariangela
Borba Santos
Luciana Gama
Literatura Brasileira 60 0 0 4 0 0
I
4/60
Letras do Império
Luso III
Criada
Camillo Baptista
Oliveira Cavalcanti;
Lúcia Ricotta Vilela
Brandão Pedras
Literatura Brasileira 60 0 0 4 0 0
II
4/60
Literatura
Brasileira I
Criada
Camillo Baptista
Oliveira Cavalcanti;
Pedro Ramos
Dolabela Chagas
ARÉA DE LINGUAS ESTRANGEIRAS E RESPECTIVAS LITERATURAS (DELL)
DISCIPLINAS
Carga
horária
T
Laboratório
Língua
Estrangeira
de 3
0
I
Créditos
Total
Crédito/
carga
horária
P E T P E
3
0
0 2 1 0
Prerrequisitos
Situação
da
disciplina
Professores
responsáveis
Disciplina
3/60
Não há
Ana Paula Tomaz,
Criada
Íris Nunes;
30
(Inglês, Espanhol
ou Francês)
Laboratório
de 3
Língua
0
Estrangeira
II
(Inglês, Espanhol
ou Francês)
Libras
3
0
3
0
0 2 1 0
3/60
3
0
0 2 1 0
3/60
Laboratório de
Língua
Estrangeira I
(Inglês,
Espanhol ou
Francês)
Introdução aos
estudos da
Linguagem
31
3.5.7.1.2 Disciplinas obrigatórias Complementares
Quadro 3 – Disciplinas obrigatórias complementares
DISCIPLINAS
ARÉA DE CIÊNCIAS SOCIAIS (DFCH)
Créditos Total Crédito/ Prerrequisi
carga horária
tos
Situação da
disciplina
P E T P E
Disciplina
Carga
horária
T
Professores
responsáveis
Cultura
Brasileira
60 0 0 4 0 0
4/60
Não há
Criada
Prof. Ms Orlando José
Ribeiro de Oliveira
Profa. Dra. Marília
Flores Seixas de
Oliveira
História e
cultura
afrobrasileira e
indígena
60 0 0 4 0 0
4/60
Não há
A ser criada
A ser definido
A ser criada
A ser definido
ÁREA DE FILOSOFIA
Introdução à
Filosofia
60 0 0 4 0 0
4/60
Não há
32
3.5.7.1.3 Disciplinas obrigatórias de conteúdos educacionais e pedagógicos (Área de
Metodologia e Prática de Ensino- DELL e Área de Educação (DFCH)
Quadro 4- Disciplinas obrigatórias de conteúdos educacionais e
pedagógicos necessários à formação do licenciado em Letras
ÁREA DE METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO (DELL)
DISCIPLINAS
Carga
horária
T
Créditos
Total
Crédito/
carga
horária
P E T P E
Prerrequisitos
Situação
da
disciplina
Professores
responsáveis
Disciplina
Didática da
15 60 0 1 2 0
Linguagem Língua Portuguesa
3/75
Não há
A ser
criada
Profa. Dra. Maria
Aparecida
Pacheco
Gusmãoo
Metodologia do
Ensino
Fundamental em
Língua Portuguesa
0 60 0 0 2 0
2/60
Didática da Linguagem Língua Portuguesa ou
Didática da Linguagem Língua Portuguesa e Língua
Inglesa ou Didática da
Linguagem - Língua
Portuguesa e Língua
Espanhola e Modelos de
Análise Fonológica
Criada
Profa. Ms.
Zeneide Paiva
Pereira Vieira
Metodologia do
Ensino Médio em
Língua Portuguesa
0 60 0 0 2 0
2/60
Didática da Linguagem Língua Portuguesa ou
Didática da Linguagem Língua Portuguesa e Língua
Inglesa ou Didática da
Linguagem - Língua
Portuguesa e Língua
Espanhola e Variação e
Mudança Linguística
Criada
Profa. Ms Ângela
Maria Gusmão
Santos Martins
Seminário
Interdisciplinar
30 30 0 2 1 0
3/60
Didática da Linguagem Língua Portuguesa ou
Didática da Linguagem Língua Portuguesa e Língua
Inglesa ou Didática da
Linguagem - Língua
Portuguesa e Língua
Espanhola
Criada
Profa. Dra. Ester
Maria F. Souza
DISCIPLINAS
Carga
horária
Créditos
ÁREA DE EDUCAÇÃO (DFCH)
Prerrequisitos
Total
Crédito/
carga
Disciplina
Situação da
disciplina
Professores
responsáveis
33
T
P E T P E
Psicologia da
Aprendizagem
60
0 0
4 0 0
4/60
Não há
Criada
Profa. Dra Ana
Lucia Castilhano
de Araújo
Política
Educacional:
Estrutura e
Funcionamento
da Educação
Básica
60
0 0
4 0 0
4/60
Não há
Criada
Profa. Dra. Luci
Mara Bertoni
3.5.7.1.4 Estágio curricular supervisionado obrigatório e não obrigatório
De acordo com o artigo 1º, da Lei 11.788 de 25/09/2008, que dispõe sobre
estágio de estudantes:
Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente
de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos
que estejam frequentando o ensino regular, em instituições de educação
superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial
e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da
educação de jovens e adultos.
Ainda de acordo com a supracitada lei, no seu artigo 2º:
O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação
das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do
projeto pedagógico do curso.
§ 1º Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja
carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma.
§ 2º Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,
acrescida à carga horária regular e obrigatória.
§ 3º As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na
educação superior, desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser
equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do
curso.
Dessa forma, o presente projeto de curso conta com dois tipos de Estágios:
Estágio supervisionado obrigatório e o estágio supervisionado não obrigatório.
a) O Estágio Supervisionado obrigatório
Entende-se por estágio supervisionado obrigatório
a prática pedagógica desenvolvida obrigatoriamente na modalidade de
projeto de ensino e facultativamente nas modalidades de pesquisa e
extensão, em instituições de educação básica, preferencialmente públicas,
e outros espaços educativos, em conformidade com o projeto pedagógico
do curso (Resolução Consepe 98/2004, Art. 2º).
34
Conforme orientação da Resolução CNE/CP Nº 2, de 19 de Fevereiro de
2002,
deverão
ser
destinadas,
nos
cursos
de
Licenciaturas,
400
horas
(quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado obrigatório a partir do
início da segunda metade do curso, que, no curso de Letras Modernas –
Português/Inglês e respectivas Literaturas deverão ser realizadas conforme
discriminado no quadro 5a abaixo:
Quadro 5a - Estágio curricular Supervisionado
DISCIPLINAS
ÁREA DE METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO (DELL)
Carga Créditos
Prerrequisitos
horária
Total
Situação da
Crédito/
disciplina
carga
Professores
responsáveis
Disciplina
T P E T P E
Estágio Pesquisa 0 0 90 0 0 2
– Língua
Portuguesa
Estágio Extensão
– Língua
Portuguesa
Estágio Regência
Ensino Médio em
Língua
Portuguesa
Estágio Regência
Ensino
Fundamental em
Língua
Portuguesa
Estágio em
Espaços
Comunitários
2/90
Metodologia do Ensino
Fundamental em Língua
Portuguesa; Variação e
Mudança Linguística
Estágio Pesquisa –
Língua Portuguesa
A ser criada
Solicitação de
concurso
A ser criada
Solicitação de
concurso
0 0 90 0 0 2
2/90
0 0 90 0 0 2
2/90
Metodologia do Ensino
Médio em Língua
Portuguesa
Criada;
alteração de
nomenclatura
Profa. Ms.
Zeneide Paiva
Pereira Vieira
0 0 90 0 0 2
2/90
Metodologia do Ensino
Fundamental em Língua
Portuguesa
Criada;
alteração de
nomenclatura
Solicitação de
concurso
0 0 45 0 0 1
1/45
Metodologia do Ensino
Fundamental em Língua
Portuguesa; Metodologia
do Ensino Médio em
Língua Portuguesa
Criada;
alteração de
nomenclatura
Profa. Dra
Denise
Aparecida Brito
Barreto
A realização do estágio supervisionado obrigatório seguirá as diretrizes
constantes no anexo único da resolução Consepe de 98/2004, documento que
propõe a definição de estágio supervisionado, bem como estabelece procedimentos
de orientação, acompanhamento, o processo de aproveitamento da experiência
profissional para a carga horária do estágio, de acordo com Parágrafo único da
Resolução CNE/CP Nº 2, de 19 de Fevereiro de 2002, qual seja “Os alunos que
35
exerçam atividade docente regular na educação básica poderão ter redução da
carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 (duzentas)
horas.
b) Estágio supervisionado não obrigatório
O Estágio supervisionado não obrigatório “é aquele desenvolvido como
atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória em cada curso de
graduação (Art. 1º do anexo único da Resolução Consepe 059/2009) e “objetiva
possibilitar o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a
contextualização curricular, demonstrados através do Plano de Atividades (Art. 1º do
anexo único da Resolução Consepe 059/2009).
De acordo com a resolução supracitada, constituem objetivos do Estágio
Supervisionado não obrigatório:
I. promover a formação do discente, através de atividades desenvolvidas no âmbito do
mercado de trabalho;
II. integrar o itinerário educativo do aluno;
III. propiciar complementação ao processo ensino-aprendizagem;
IV. possibilitar o desenvolvimento de atividades práticas que contribuam para a formação
profissional;
V. oportunizar o exercício da competência técnica compromissada com a realidade dos
campos de estágio;
VI. desenvolver o espírito de investigação, atitudes científicas e habilidades necessárias
à prática profissional.
Nesse sentido, o aluno do curso de Letras Modernas – Português/Espanhol e
respectivas literaturas poderá desenvolver, em seu estágio supervisionado não
obrigatório, atividades como as que constam no Plano de Atividades que segue no
quadro 5b:
Quadro 5b - Plano de atividades previstas para o estágio curricular supervisionado
não obrigatório
ATIVIDADES
Assessoria cultural
Assessoria em editoração
Crítica textual
Docência
DESCRIÇÃO
-auxiliar no gerenciamento de informações de aspectos linguísticos, literários,
sociais, culturais referentes a comunidades falantes do português
-contribuir no gerenciamento da produção de publicações impressas ou
eletrônicas de caráter periódico e não periódico, tais como livros, revistas,
boletins, prospectos, álbuns, CDS, websites, etc em língua portuguesa.
-contribuir na reconstituição de textos antigos, buscando aproximá-los o quanto
possível de sua forma original
-auxilio o professor regente de Língua Portuguesa e respectiva literatura de nível
fundamental e médio, de escolas públicas ou privadas, na preparação da
disciplina, das aulas, seleção de recursos didáticos, referências bibliográficas;
- realização parcial de aula(s), apresentação de seminário(s), palestra(s);
36
-auxílio na correção de exercícios.
-auxiliar na elaboração de narrativas que serão as diretrizes de personagens dos
espetáculos cinematográficos ou de programas de rádio ou de televisão
Escrita de roteiros
As atividades do estágio supervisionado não obrigatório relacionadas à
docência só poderão ser realizadas depois que o aluno tiver concluído (com
aprovação) a disciplina Didática da Linguagem – Língua Portuguesa.
Caberá à Coordenação Geral de Estágios, inserida na Gerência Acadêmica, a
supervisão do estágio curricular não obrigatório. Caberá ainda a essa Coordenação
a indicação, por meio de portaria, de uma subcoordenação específica para os
Cursos de Letras, a qual deverá acompanhar as atividades realizadas pelos alunos
desses cursos.
3.5.7.1.5 Disciplinas obrigatórias com Prática como Componente Curricular
Quadro 6 - Relação das Disciplinas obrigatórias com Prática como Componente
Curricular
necessárias à formação científica e cultural específica em Letras DE
AREA DE LÍNGUA PORTUGUESA E LINGUÍSTICA (DELL)
DISCIPLINAS
Prerrequisitos
Fonética e Fonologia
Introdução aos Estudos da Linguagem
Modelos de Análise Fonológica
Fonética e Fonologia
Variação e Mudança Linguística
Modelos de Análise Fonológica; Sintaxe I
Introdução aos Estudos da Significação
Modelos de Análise Fonológica e Sintaxe II
Introdução aos Estudos de Textos Orais e Laboratório de Leitura e Produção Escrita;
Escritos
Introdução aos Estudos da Significação
Introdução aos Estudos em Neurolinguística
Introdução aos Estudos da Significação
Introdução aos Estudos em Aquisição da Modelos de Análise Fonológica e Sintaxe II
Linguagem
Introdução aos Estudos em Análise de Introdução aos Estudos da Significação
Discurso
ÁREA DE TEORIA LITERÁRIA (DELL)
DISCIPLINAS
Prerrequisitos
Formação do Campo Literário
Não há
História Literária I
Não há
ÁREA DE METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO (DELL)
DISCIPLINAS
Prerrequisitos
37
Metodologia do Ensino Fundamental em
Língua Portuguesa
Didática da Linguagem – Língua Portuguesa
ou Didática da Linguagem - Língua
Portuguesa e Língua Inglesa ou Didática da
Linguagem - Língua Portuguesa e Língua
Inglesa e Modelos de Análise Fonológica
Metodologia do Ensino Médio em Língua
Portuguesa
Didática da Linguagem – Língua Portuguesa
ou Didática da Linguagem - Língua
Portuguesa e Língua Inglesa ou Didática da
Linguagem - Língua Portuguesa e Língua
Inglesa; Variação e Mudança Linguística
3.5.7.2 Disciplinas Optativas
3.5.5.2.1 Disciplinas optativas de fundamentos teóricos, práticos e básicos instrumentais
necessários à formação científica e cultural específica em Letras – Áreas de Língua
Portuguesa e Linguística, Teoria Literária e Língua Estrangeira e Literaturas
Quadro 7 - Disciplinas Optativas de fundamentos teóricos necessários à formação
científica e cultural específica em Letras
ÁREA DE LÍNGUA PORTUGUESA E LINGUÍSTICA (DELL)
DISCIPLINAS
Carga
horária
Créditos
Total Crédito/
carga horária
Prerrequisitos
Disciplina
T
P
E T
P
E
Aquisição da Linguagem I
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos em
Aquisição da Linguagem
Aquisição da Linguagem II
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos em
Aquisição da Linguagem
Aquisição da Modalidade
Escrita por Surdos
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos em
Aquisição da Linguagem; Libras
I.
Constituição Histórica da
Língua Espanhola
60
0
0
4
0
0
4/60
Linguística Histórca
Discurso e Argumentação
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução à Análise de
Discurso
Discurso e Subjetividade
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução à Análise de
Discurso
Introdução à Pesquisa em
Estudos Linguísticos
60
0
0
4
0
0
4/60
Não há
Latim Medieval e
Renascentista
60
0
0
4
0
0
4/60
Não há
Lexicologia e Lexicografia
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Significação
38
Lingüística e Semiótica
60
0
0
4
0
0
4/60
Não há
Lingüística e Tecnologias de
Informação
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos de
Textos Orais e Escritos
Semântica e Sintaxe
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos em
Aquisição da Linguagem
Sócio História do Português
do Brasil
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Linguagem
Teoria Gramatical
60
0
0
4
0
0
4/60
Sintaxe II
Tópicos de Análise da
Conversação I
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos de
Textos Orais e Escritos
Tópicos de Análise da
Conversação II
30
30
0
2
1
0
3/60
Introdução aos Estudos de
Textos Orais e Escritos
Tópicos de Análise de
Discurso I
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução à Análise de
Discurso
Tópicos de Análise de
Discurso II
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução à Análise de
Discurso
Tópicos de Aquisição da
Linguagem
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos em
Aquisição da Linguagem
Tópicos de Fonética
60
0
0
4
0
0
4/60
Fonética e Fonologia
Tópicos de Fonologia
60
0
0
4
0
0
4/60
Fonética e Fonologia
Tópicos em História das Idéias 60
Linguísticas I
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Linguagem
Tópicos em História das Idéias 60
Linguísticas II
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Linguagem
Tópicos em Lexicologia e
Lexicografia
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Significação
Tópicos de Lingüística
Histórica I
60
0
0
4
0
0
4/60
Lingüística Românica
Tópicos de Lingüística
Histórica II
30
30
0
2
1
0
3/60
Lingüística Românica
Tópicos de Lingüística Textual 60
I
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos de
Textos Orais e Escritos
Tópicos de Lingüística Textual 30
II
30
0
2
1
0
3/60
Introdução aos Estudos de
Textos Orais e Escritos
Tópicos de Semântica e
Pragmática I
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Significação
Tópicos de Semântica e
Pragmática II
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Significação
Tópicos de Sociolingüística I
60
0
0
4
0
0
4/60
Variação e Mudança Lingüística
Tópicos de Sociolingüística II
30
30
0
2
1
0
3/60
Variação e Mudança Lingüística
Tópicos de Teoria Gramatical I 60
0
0
4
0
0
4/60
Sintaxe II
Tópicos de Teoria Gramatical
II
60
0
0
4
0
0
4/60
Sintaxe II
Tópicos em Lexicografia e
Lexicologia I
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Significação
Tópicos em Lexicografia e
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
39
lexicologia II
Tópicos em Neurolingüística I
Significação
60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Linguagem
Tópicos em Neurolingüística II 60
0
0
4
0
0
4/60
Introdução aos Estudos da
Linguagem
40
ÁREA DE TEORIA LITERÁRIA (DELL)
DISCIPLINAS
Carga
Horária
Créditos Crédito/Carga
Prerrequisitos
horária
Disciplina
Crítica Filológica I
T
P
E T P E
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Crítica Textual e Ecdótica I
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Crítica Textual e Ecdótica II
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
História Literária II
60
0
0 4 0 0
4/60
História Literária I
Literatura Comparada e o Estudo de Obras 30 30 0 2 1 0
Poéticas do Século XX
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
3/60
Retórica e Poética;
Literatura Comparada: Problemas e
Métodos
30 30 0 2 1 0
Literatura Infantil I
30 30 0 2 1 0
Formação do Campo
Literário
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Literatura Infantil II
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Problemas em Teoria da Literatura
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Psicanálise e Análise Literária
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Teoria da Literatura Comparada em Nível
Avançado
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Teoria da Literatura e História Literária
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Teoria da Psicanálise e Discurso Ficcional
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
41
Teoria Literária e Cinema
60
0
0 4 0 0
4/60
História Literária I
Teorias Estéticas e Produção Literária na
Europa
30 30 0 2 0 0
3/60
Retórica e Poética;
Teorias Estéticas e Produção Literária no
Brasil e América Latina
30 30 0 2 0 0
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de História da Literatura Brasileira
I
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
História Literária I;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de História da Literatura Brasileira
IV
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
VII
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
VIII
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
IX
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
X
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
XI
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
XII
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
XIII
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de História da Literatura Brasileira
XIV
60
0
0 4 0 0
4/60
Literatura Brasileira I
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa I
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa II
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa III
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa IV
30 30 0 2 1 0
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa V
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa VI
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Formação do Campo
Literário
Formação do Campo
Literário
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Formação do Campo
42
Literário
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa VII
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa VIII
30 30 0 2 1 0
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa IX
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa X
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa XI
30 30 0 2 1 0
Tópicos de Literatura Africana de
Expressão Portuguesa XI
30 30 0 2 1 0
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Portuguesa I
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Portuguesa II
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Formação do Campo
Literário
3/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Portuguesa III
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Portuguesa IV
60
0
0 4 0 0
4/60
Retórica e Poética;
Formação do Campo
Literário
Tópicos de Literatura Portuguesa V
30 30 0 2 1 0
3/60
Literatura Portuguesa
Tópicos de Literatura Portuguesa VI
30 30 0 2 1 0
3/60
Literatura Portuguesa
Tópicos de Literatura Portuguesa VII
30 30 0 2 1 0
3/60
Literatura Portuguesa
Tópicos de Literatura Portuguesa VIII
30 30 0 2 1 0
3/60
Literatura Portuguesa
43
ÁREA LÍNGUA ESTRANGEIRA E LITERATURAS (DELL)
Disciplinas
Carga
Créditos
Prerrequisitos
horária
T
Introdução aos Estudos de L2
Laboratório
de
Total/carga
P E T
P
E
horária
30 30
2
1
0
3/60
Não há
Língua 30 30
2
1
0
3/60
Laboratório de Língua
Estrangeira III - Espanhol
Laboratório
de
Estrangeira II - Espanhol
Língua 30 30
2
1
0
3/60
Estrangeira III - Francês
Laboratório
de
de
Língua 30 30
2
1
0
3/60
Laboratório de Língua
Estrangeira II - Inglês
Língua 30 30
2
1
0
3/60
Laboratório de Língua
Estrangeira IV- Espanhol
Laboratório
de
Estrangeira II – Espanhol
Língua 30 30
2
1
0
3/60
Estrangeira IV- Francês
Laboratório
de
Laboratório de Língua
Estrangeira II – Francês
Estrangeira III- Inglês
Laboratório
Disciplina
Laboratório de Língua
Estrangeira II – Francês
Língua 30 30
2
1
0
3/60
Laboratório de Língua
Estrangeira II – Inglês
Libras II
30 30
2
1
0
3/60
Libras I
Libras III
30 30
2
1
0
3/60
Libras I
Linguística 30 30
2
1
0
3/60
Não há
Estrangeira IV- Inglês
Tópicos
de
Aplicada ao Ensino de Línguas
3.5.7.2.2 Disciplinas obrigatórias Complementares
Quadro 8 - Disciplinas optativas complementares
DISCIPLINAS
Cultura Brasileira I
ÁREA DE CIÊNCIAS SOCIAIS (DFCH)
Carga
Créditos
Créditos/carga
horária
horária
T
P E T P E
4/60
30 30 0 2 1 0
4/60
Cultura Brasileira II
30
30
0
2
1
0
4/60
Cultura Brasileira III
30
30
0
2
1
0
4/60
Tópicos Especiais em Cultura
Brasileira I
Tópicos Especiais em Cultura
Brasileira II
Tópicos Especiais em Sociologia I
30
30
0
2
1
0
4/60
30
30
0
2
1
0
4/60
30
30
0
2
1
0
4/60
Prerrequisitos
Disciplina
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
44
Tópicos Especiais em Sociologia II
30
30
0
2
1
0
4/60
Tópicos Especiais em Sociologia III
30
30
0
2
1
0
4/60
Tópicos Especiais em Sociologia IV
30
30
0
2
1
0
4/60
ÁREA DE HISTÓRIA DO BRASIL (DH)
Tópicos Especiais em História do Brasil 30 30 0 2 1 0
I
Tópicos Especiais em História do Brasil 30 30 0 2 1 0
II
Tópicos Especiais em História do Brasil 30 30 0 2 1 0
III
Tópicos Especiais em História do Brasil 30 30 0 2 1 0
IV
Tópicos Especiais em História da 30
Península Ibérica I
Tópicos Especiais em História da 30
Península Ibérica II
4/60
4/60
4/60
4/60
30
0
2
1 0
4/60
30
0
2
1 0
4/60
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
Cultura
Brasileira
45
3.5.7.2.3 Disciplinas optativas de conteúdos educacionais e pedagógicos (Área de
Metodologia e Prática de Ensino - DELL
Quadro 9 – Disciplinas optativas de conteúdos educacionais e
pedagógicos
ÁREA DE METODOLOGIA PRÁTICA E ENSINO (DELL)
DISCIPLINAS
Carga
Créditos
Total
Prerrequisitos
horária
Crédito/
carga
horária
T P E T P E
Disciplina
Ensino de língua
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
portuguesa como segunda
em Língua Portuguesa; Metodologia do
língua para o surdo
Ensino Médio em Língua Portuguesa;
Libras I
Escrita e ensino
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
em Língua Portuguesa
Estratégias de leitura
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
em Língua Portuguesa
Gêneros digitais e Ensino 30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
em Língua Portuguesa; Metodologia do
Ensino Médio em Língua Portuguesa
Introdução aos estudos do 30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
letramento
em Língua Portuguesa; Metodologia do
Ensino Médio em Língua Portuguesa
Leitura e Ensino
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
em Língua Portuguesa
Linguagem e Ensino
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
em Língua Portuguesa; Metodologia do
Ensino Médio em Língua Portuguesa
Linguagem e Interação
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
em Língua Portuguesa; Metodologia do
Ensino Médio em Língua Portuguesa
Literatura e Ensino
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Médio da Língua
Portuguesa
Oralidade e Ensino
30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
em Língua Portuguesa; Metodologia do
Ensino Médio em Língua Portuguesa
Práticas de Letramento na 30 30 0 2 1 0
3/60
Metodologia do Ensino Fundamental
Educação dos Surdos
em Língua Portuguesa; Metodologia do
Ensino Médio em Língua Portuguesa;
Libras I
46
3.5.8 Das Atividades Acadêmico Científico-culturais Complementares
Atividades Acadêmicas Complementares tem por objetivo propiciar aos
estudantes a possibilidade de aprofundamento temático e atuação
interdisciplinar, contribuindo para o desenvolvimento de competências e a
formação profissional que a Instituição se propõe a realizar por intermédio dos
cursos que oferece.
Essas atividades poderão ser desenvolvidas na própria Instituição de
Ensino Superior, promovidas por outras IES ou por empresas, instituições
públicas ou privadas, que propiciem a complementação da formação do
acadêmico, devendo seu cumprimento distribuir-se ao longo do curso
distribuídos nos Grupos de Atividades como disposto no quadro 10:
Quadro 10 – Atividades Acadêmico Científico-culturais Complementares
(De acordo com ANEXO II DA RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 58/2009)
GRUPO DE
ATIVIDADES
1 ATIVIDADES DE
ENSINO
(Máximo de 120
horas)
MODALIDADES DE
ATIVIDADES
1.1 Disciplinas não previstas
na organização curricular.
DOCUMENTAÇÃO
COMPROBATÓRIA
Atestado fornecido pela
Instituição de Ensino onde
conste aprovação.
CARGA HORÁRIA
LIMITE
Até 120 horas
1.2 Monitorias em disciplinas
constantes da organização
Curricular.
1.3 Programa de apoio
pedagógico
Certificado discriminando a
carga horária e Relatório
Até 120 horas
Certificado discriminando a
carga horária e Relatório
(certificado com
discriminação de carga
horária além de relatório)
Certificado discriminando a
carga horária e Relatório
Até 120 horas
Certificado de Conclusão
do Curso constando carga
horária
Certificado de Conclusão
do Curso constando carga
horária
Até 60 horas
1.4 Estágios
extracurriculares
1.5 Curso de Idiomas
1.6 Curso de Informática
Até 60 horas
Até 60 horas
(continua...)
47
(...continuação)
2.1 Bolsista de Iniciação
Científica
2 ATIVIDADES DE
PESQUISA
(Máximo de 120
horas)
3 ATIVIDADE DE
EXTENSÃO
(Máximo de 120
horas)
4 OUTRAS
ATIVIDADES
(Máximo de 80
horas)
2.2 Pesquisa realizada sob
orientação docente
2.3 Participação em eventos
científicos como ouvinte
2.4 Participação em eventos
científicos com apresentação
de trabalho científico de
pesquisa
2.5 Publicação de resenhas,
artigos e similares
3.1 Atividades de disseminação
e/ou aquisição de
conhecimentos (seminários,
conferências, ciclo de
palestras, oficinas, visitas
técnicas, etc)
3.2 Atividades de prestação de
serviços (assistência,
assessoria e consultorias)
3.3 Atividades desenvolvidas
no âmbito de programas de
difusão cultural (realização de
eventos ou produções artísticas
e culturais
3.4 Participação como bolsista
ou voluntário em projetos de
extensão
3.5 Participação em Empresa
Junior.
4.1 Recebimento de
premiações/distinções
4.2 Publicação de trabalhos de
natureza artística e cultural
4.3 Representação estudantil
em órgãos colegiados e
Comissões Institucionais
4.4 Participação como gestor
em Instituição que tenha
vinculação com curso de aluno
.4.5 Participação em entidades
da sociedade civil organizadas,
sem fins lucrativos, como
voluntário
4.6 Participação em feira
tecnológica e científica
4.7 Participação em campanha
de natureza social
Atestado e Relatório de
desempenho do Professor
Orientador
Atestado e Relatório de
desempenho do Professor
Orientador
certificado de participação
Até 120 horas
Até 120 horas
Até 60 horas
Cópia de Publicação no
Anais do evento
Até 120 horas
Cópia da publicação
Até 120 horas
Certificado ou declaração
constando a programação e
carga horária
Até 120 horas
Cópia do Projeto, relatório,
certificado, Declaração
Até 120 horas
Certificado ou Declaração
constando a programação e
carga horária
Até 120 horas
Cópia do Projeto e
Declaração do Professor
Titular do Projeto
Certificado ou Declaração
constando a programação e
carga horária.
Apresentação de declaração
da Entidade Promotora
Declaração do órgão
competente
Declaração do órgão
competente
Até 120 horas
Até 120 horas
Até 80 horas
Até 80 horas
Até 80 horas
Documento de nomeação ou
documento similar
Até 80 horas
Declaração de órgão
competente
Até 80 horas
Declaração de órgão
competente
Declaração do órgão ou
entidade responsável pelo
movimento
Até 80 horas
Até 80 horas
48
3.5.9 Grade Curricular
Quadro 11- Sugestão para cumprimento do Currículo Pleno por semestre
1º semestre
Disciplinas
Introdução aos Estudos da Linguagem
Laboratório de Leitura e Escrita
Laboratório de Língua Estrangeira I
(Inglês, Espanhol ou Francês)
Retórica e Poética
Teoria da Literatura e Ciências
Humanas I
Introdução à Filosofia
2º semestre
Disciplinas
Cr
4
2
3
CH
60
60
60
4
4
60
60
4
60
21
360
Cr
4
3
3
CH
60
60
75
3
60
Letras do Império Luso I
Política Educacional: Estrutura e
Funcionamento
4
4
60
60
TOTAL
5º semestre
Disciplinas
Introdução
aos
Estudos
Significação
Linguística Histórica
21
375
Cr
3
CH
60
4
60
4
2
60
90
2
60
3
18
60
390
Cr
3
CH
60
3
60
2
90
Estágio
Extensão
–
Língua
Portuguesa
Optativa II
TOTAL
8º semestre
Disciplinas
Linguística:Gramáticas Científicas e
pedagógicas
Estágio Regência em Língua
Portuguesa
Seminário Interdisciplinar
4
4
60
60
3
19
60
390
TOTAL
3º semestre
Disciplinas
Sintaxe I
Modelos de Análise Fonológica
Didática da Linguagem - Língua
Portuguesa
História Literária I
da
Literatura Brasileira I
Estágio
Pesquisa
–
Língua
Portuguesa
Metodologia do Ensino. Médio Língua
Portuguesa
Optativa I
TOTAL
7º semestre
Disciplinas
Introdução aos Estudos de Análise de
Discurso
Introdução aos Estudos de Aquisição
da Linguagem
Estágio Regência Ensino Médio em
Língua Portuguesa
Cultura Brasileira
História e cultura afrobrasileira e
indígena
Optativa III
TOTAL
Cr
4
3
3
CH
60
60
60
3
4
60
60
4
3
24
60
60
420
Cr
4
4
3
CH
60
60
60
2
60
4
4
60
60
21
360
Cr
3
CH
60
3
60
4
4
60
60
2
90
3
19
60
390
Cr
4
CH
60
2
90
3
60
Estágio em Espaços Comunitários
Optativa IV
1
3
45
60
Optativa V
3
16
60
375
Morfologia
Fonética e Fonologia
Laboratório de Língua Estrangeira
II(Inglês, Espanhol ou Francês)
Formação do Campo Literário
Teoria da Literatura. e Ciências
Humanas II
Psicologia da Aprendizagem
Libras I
TOTAL
4º semestre
Disciplinas
Sintaxe II
Latim
Variação e Mudança Linguística
Metodologia do Ensino Fundamental
de Língua Portuguesa
Letras do Império Luso II
Letras do Império Luso III
TOTAL
6º semestre
Disciplinas
Introdução aos Estudos dos Textos
Orais e Escritos
Introdução
aos
Estudos
em
Neurolinguística
Literatura Portuguesa
Literatura Brasileira II
TOTAL
*Creditação variável em função da disciplina a ser escolhida pelo discente, contudo, com CH
igual a 60 horas para cada uma disciplinas.
49
Quadro 12 – Síntese da distribuição de créditos e horas por semestre
1
2
3
4 5* 6* 7* 8*
Total
Horas
113X15h
1695
Créditos
Semestre
Teóricos
18 20 17 18 10 12 12 6
Práticos
3
2
2
0
0
0
0
1
8X30h
240
Estágio
0
0
0
0
2
2
2
3
9X45h
405
Prática como
Componente
Curricular
Optativas
0
2
2
3
3
2
2
0
14X30
420
3
3
3
6
15 X [(Créditos
teóricos
e/práticos (cada
disciplina de 60
horas)]
300
Total
21 24 21 21 18 19 19 16
159
3060/sem inclusão
das 210 horas de
atividades
acadêmicocientífico-culturais
* A quantidade de créditos teóricos e práticos desse semestre pode ser alterada em
função da disciplina optativa que o discente vir a cursar.
3.5.10 FLUXOGRAMA
50
1º
SEMESTRE
(21 CR, 360 H)
Introdução aos
Estudos da
Linguagem
CR: 4.0.0. CH: 60 h
2º
SEMESTRE
3º
SEMESTRE
4º
SEMESTRE
5º
SEMESTRE
6º
SEMESTRE
(21 CR, 375 H)
(21 CR, 360 H)
(18 CR, 390 H)
(19 CR, 390 H)
(19 CR, 390 H)
(16 CR, 375 H)
Morfologia
Sintaxe I
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DELL
Sintaxe II
CR: 4.0.0. CH: 60 h
Introdução aos
Estudos da
Significação
Introd. aos Estudos
de Textos Orais e
Escritos
Introd. aos Estudos
em Análise de
Discurso
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
Linguística: Gram.
Cient. e Pedagógicas
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DELL
Latim
Linguística Histórica
CR: 4.0.0. CH: 60 h
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DEL
DELL
Introdução aos
Estudos em
Neurolinguística
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DELL
Laboratório de
Leitura e Escrita
Fonética e
Fonologia
CR. 0.2.0 CH: 60 h
DELL
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
Retórica e Poética
CR: 4.0.0. CH: 60 h
Formação do Campo
Literário
DEL
CR: 2.1.0. CH: 60 h
Modelos de Análise
Fonológica
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
DELL
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
História Literária I
CR: 2.1.0. CH: 60 h
DELL
Variação e Mudança
Linguística
Literatura Brasileira I
Literatura Portuguesa
CR: 4.0.0. CH: 60 h
CR: 4.0.0. CH: 60 h
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
DELL
DELL
DELL
Teoria da Literatura. e
Ciências Humanas I
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DELL
Teoria da Literatura. e
Ciências Humanas II
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DELL
Letras do Império
Luso I
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DELL
Letras do Império
Luso II
Met. do Ensino Médio
de Língua Port.
Literatura Brasileira II
CR: 4.0.0. CH: 60 h
CR. 0.2..0 CH: 60 h
DELL
DELL
Laboratório Língua I
(Inglês, Espanhol,
Francês)
Laboratório Língua II
(Inglês, Espanhol,
Francês)
Letras do Império
Luso III
CR. 2.1.0 CH: 60 h
CR. 2.1.0 CH: 60 h
Didática da
Linguagem- Língua
Portuguesa
CR. 1.2.0 CH: 75 h
DELL
DELL
Política Educac.:
Estrutura e Func. da
Educação
Met. do Ensino
Fundamental de
Língua Port.
CR: 4.0.0. CH: 60 h
CR. 0.2..0 CH: 60 h
DELL
CR. 4.0..0 CH: 60 h
DFCH
8º
SEMESTRE
(24 CR, 420 H)
DEL
Introdução à
Filosofia
7º
SEMESTRE
Libras I
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
DFCH
DELL
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DELL
Estágio Pesquisa –
Língua Portuguesa
CR. 0.0.2 CH: 90 h
DELL
OPTATIVA I
CR. 2.1.0 CH: 60 h
Introd. aos Estudos
da Aquis da
Linguagem
CR. 2.1.0 CH
DELL
Seminário
Interdisciplinar
CR. 2.1.0 CH: 60 h
DELL
Estágio Regência
Ensino Fundamental
em Língua
Portuguesa CR. 0.0.2
CH: 90 h
DEL
Estágio Regência em
Ensino Médio Língua
Portuguesa CR. 0.0.2
90 h
DELL
Cultura Brasileira
CR. 4.0.0 CH: 60 h
DFCH
Estágio em Espaços
Comunitários
CR. 0.0.1 CH: 45 h
DELL
Estágio Extensão –
Língua Portuguesa
CR. 0.0.2 CH: 90 h
DELL
História e cultura
afrobrasileira e
indígena.
CR. 4.0.0 CH: 60 h
DFCH
OPTATIVA IV
CR. 2.1.0 CH: 60 h
OPTATIVA II
CR. 2.1.0 CH: 60 h
OPTATIVA III
CR. 2.1.0 CH: 60 h
OPTATIVA V
CR. 2.1.0 CH: 60 h
CR: 4.0.0. CH: 60 h
Psicologia da
Aprendizagem
CR: 4.0.0. CH: 60 h
DFCH
OBS: As disciplinas que se encontram em quadros cinzas possuem as suas práticas como componente curricular
51
O quadro de disciplinas optativas deste projeto pode ser de natureza somente teórica. Assim, o aluno poderá também cursar 4.0.0,
satisfazendo a creditação mínima exigida [3 créditos (2.1.0)], bem como a exigência da carga horária, qual seja, 60 horas.
52
3.6 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
3.6.1 Disciplinas Obrigatórias
3.6.1.1 Disciplinas Obrigatórias Conteúdos Curriculares de natureza Científico-Cultural
3.6.1.1.1 Disciplinas obrigatórias de fundamentos teórico-práticos e instrumentais
necessários à formação científica e cultural específica em Letras
3.6.1.1.1.1 Disciplinas da Área de Língua Portuguesa e Lingüística (DELL)
3.6.1 Disciplinas Obrigatórias
3.6.1.1 Disciplinas Obrigatórias Conteúdos Curriculares de natureza Científico-Cultural
3.6.1.1.1 Disciplinas obrigatórias de fundamentos teórico-práticos e instrumentais
necessários à formação científica e cultural específica em Letras.
3.6.1.1.1.1 Disciplinas da Área de Língua Portuguesa e Lingüística (DELL)
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DA LINGUAGEM
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
A linguagem na história: das sociedades ditas primitivas ao aparecimento da Linguística científica. O impacto
dos estudos saussureanos. A Linguística saussureana e pós-saussureana: questões epistemológicas. Áreas
da Linguística constituídas em seu domínio e em suas fronteiras. A Linguística e sua relação com outras
disciplinas do conhecimento. Apresentação e problematização de fatos de linguagem pertinentes para as
teorias linguísticas.
Bibliografia:
AUROUX, Sylvain A Revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Editora Pontes, 1992.
AUSTIN J. L. Quando dizer é fazer. Palavras e ação. Porto Alegre: Artes Médicas 1990. Bakhtin, M. Marxismo
e filosofia da linguagem. S. Paulo, Hucitec, 1929.
BENVENISTE, E. Problemas de lingüística geral. volumes I e lI. Campinas: Ed. Pontes, 1989.
CHOMSKY, Noam (1989). El Lenguaje y los problemas del conocimiento. Madrid: Visor, 1989.
DELESALLE, S. E CHEVALIER, J-C "Introdução: método e epistemologia em história da lingüística" In: A
lingüística, a gramática e a escola (1750-1914). Paris, Armand Colin, 1985.
DOSSE, F. História do estruturalismo. (Vol. 1 e 2). São Paulo: Ed. Ensaio, 1994. DUCROT, O & Todorov, T.
53
Dicionário enciclopédico das ciências da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1972.
DUCROT, O & Todorov, T. Dicionário enciclopédico das ciências da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1972.
DUCROT, O. Le Structuralisme en linguistique. Paris: Seuil(Points),1968.
DUCROT, O. O Estruturalismo em lingüística. São Paulo: Cultrix.
DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1995.
ESCOBAR, C. H (Org.) O Método estruturalista. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1967.
FARACO, C. A Lingüística histórica. São Paulo: Ática.
FOCAULT, M. Isto não é um cachimbo. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1973.
FOUCAULT, M . O que é um autor? Veja/Passagens, 1969.
FOUCAULT, M. A ordem do discurso. Edições Loyola, 1971.
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas. São Paulo: Brasiliense, 1966.
HENRY, P. (1977) A ferramenta imperfeita. Campinas: Ed. da UNICAMP, 1992.
JAKOBSON, R. Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1970.
JAPIASSÚ, H. Introdução ás ciências humanas. São Paulo: Letras & Letras, 1994.
KRISTEVA, J. História da linguagem. Lisboa: Edições 70, 1969.
LAHUD, M. "Alguns mistérios da lingüística" In: Delírios da língua. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MATTOSO CÂMARA JR., J. História da lingüística. Petrópolis: Vozes, 1975.
MILNER, J. C. Introduction à une science du langage. Paris: Éditios du Seuil, 1989.
MILNER, J. C. Le Périple structural: figures et paradigme. Aris: Éditions du Seuil, 2002.
MILNER, J. C. O Amor da língua. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
ORLANDI, E.P. Língua e conhecimento lingüístico. São Paulo, Cortez, 2002.
PAVEL, T. Miragem lingüística. Pontes, 1990.
PÊCHEUX, M. O Discurso: estrutura ou acontecimento. Pontes, 1997.
ROBINS, R.H. Lingüística geral. Porto Alegre & Rio de Janeiro: 1964.
RODRIGUES, J.A. e FERNANDES, F. Durkheim. Coleção grandes cientistas sociais. vol. 1, São Paulo:
Editora Ática, 2000.
SAUSSURE, Ferdinand. (1916). Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1979. SCHLIEBEN-LANGE, B.
História do falar e história da lingüística. Campinas: Editora da UNICAMP, 1993.
TODOROV, T. A Conquista da América. A Questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
LABORATÓRIO DE LEITURA E ESCRITA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 0.2.0 Natureza: prática Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: sem Prerrequisito
Ementa:
Produção de leitura e de escrita de textos do gênero acadêmico, observando noção de texto, diferenças
formais e funcionais de textos orais e escritos e questões de textualidade.
Bibliografia:
CAMPOS, Edson Nascimento. "A Dimensão discursiva do texto de divulgação científica". In: MENDES, Eliana
Amarante e OLIVEIRA, Paulo F. & VON-IBLER, Veronika. O Novo milênio: interfaces lingüísticas e literárias.
Belo Horizonte: FALE-UFMG, 2001. p.57-68.
CARDOSO, S. H. B. Discurso e ensino. Belo Horizonte: FALE-UFMG/Autêntica, 1999. COSCARELLI, C. V.
Novas tecnologias, novos textos, novas formas de pensar. Belo
Horizonte: Autêntica, 2002.
DELL'ISOLA, R. L. P. Leitura: inferências e contexto sócio-cultural. Belo Horizonte:
Formato, 2001.
KOCH, Ingedore G. V. Argumentação e Linguagem. São Paulo: Cortez. 1984.
_______. A Coesão textual. São Paulo: Contexto. 1989.
54
_______. A Inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto. 1992.
_______. O Texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto. 1997.
_______. Formas lingüísticas e construção do sentido. Mímeo, 2000.
_______. Os Articuladores textuais. Mímeo. 2001.
_______ . Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez Editora, 2002.__
_______. & Luiz C. Travaglia. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1990.
_______. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
BRONCKAR, J-P. Atividade de linguagem, textos e discursos. São Paulo: EDUC, 1999.
CHARTIER, R. (Org.) Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 1999.
SILVA, M. C. F. Questões de linguagem: gramática, texto e discurso. Vitória da
Conquista: UESB, 2001.
SILVA, J. Q. Gênero discursivo e tipo textual. Scripta, vo12, no. 4, 1999, p. 877-106.
MORFOLOGIA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Linguagem
Ementa:
Estudo das relações morfológicas e sintagmáticas: Gramática Tradicional e perspectivas estruturalista e
gerativista.
Apresentação dos conceitos de gramática e módulos gramaticais, focalizando o módulo morfológico. Estudo
da Morfologia. Processos de formação de palavras: morfologia flexional, morfologia derivacional e
composição. Relações lexicais: estrutura de constituintes e introdução à organização sintagmática. Problemas
gerais da Nomenclatura Gramatical Brasileira: visão crítica da classificação dos vocábulos.
Bibliografia:
BECHARA, E. Moderna gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 1999.
CA V ALIERE, R. Fonologia e morfologia na gramática científica brasileira. Niterói: RJ: EDUFF, 2000.
CAMARA, Jr., J. M. Estrutura da língua portuguesa. 29ª edição. Rio de Janeiro: Vozes, 1999
CUNHA, C., CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: FAE, 2001.
DECAT, Maria Beatriz Nascimento et al. Aspectos da gramática do português. Campinas: Mercado de Letras,
2001.
DUARTE, P.M.T. Elementos para uma morfologia do português. Fortaleza: UFC Edições, 2001.
DUARTE, Paulo Mosânio Teixeira. A Formação de palavras por prefixo em português Fortaleza: UFC Edições,
1999.
GUÉRIOS, R. F. Mansur. A Nomenclatura gramatical brasileira definida e exemplificada. São Paulo: Saraiva,
1960.
LAPA, M. Rodrigues. Estilística da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
LUFT, Celso Pedro. Novo manual de português. São Paulo: Editora Globo, S.A, 1995. LYONS, John.
Introdução à linguística teórica. São Paulo: Companhia Editora Nacional/USP, 1979.
MATHEUS, M. H. M. et al. Gramática da língua portuguesa. 63º edição, revista e aumentada. Lisboa:
Caminho. 2003.
MIOTO, C., Figueiredo Silva, M. C. & Lopes, R. Novo manual de sintaxe. Florianópolis: Insular. 2004.
MONTEIRO, J. L. Morfologia Portuguesa. Campinas. Pontes. 2002.
SAID ALI, Manuel: Gramática secundária da língua portuguesa. São Paulo. Melhoramentos, 10° edição, 1964.
SÂNDALO, Maria Filomena. Morfologia. In: MUSSALIM, F.; BENTES , A. C. (eds). Introdução à Linguística.
Domínios e Fronteiras.Vol 1. Cortez Editora. 2001.
SANDMAN, A. J. Morfologia Geral. São Paulo. Contexto. 1991
55
SANDMANN, A. J. Morfologia lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SANDMANN, Antônio José. Competência lexical. Paraná: UFPR, 1991.
SANDMANN, Antônio José. Morfologia lexical. São Paulo: Contexto, 1992.
SILVA, M. C. F., KOCH, I. V. Linguística aplicada ao português: morfologia. São Paulo: Cortez, 1986.
FONÉTICA E FONOLOGIA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática (Prática como componente curricular)
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Linguagem e Laboratório de Leitura e Produção Escrita
Ementa:
A produção da fala: processos aerodinâmicos, fonatórios e articulatórios. Modos e lugares de articulação.
Vogais e consoantes. Articulações secundárias. Sílaba. Prosódia. Prática de produção, reconhecimento e
transcrição.
Bibliografia:
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1995. CALLOU, D.; LEITE, Y.
Iniciação à fonética e fonologia. Rio de Janeiro: Zahar,
1990.
DASCAL, M. Fundamentos metodológicos da linguística. vol. 11, Fonologia e Sintaxe. S/d
HALLE, Morris. “Conceitos básicos de fonologia”. In: CHOMSKY et alii. Novas perspectivas Linguísticas.
Petrópolis: Vozes, 1970: 115-28.
INTERNACIONAL PHONETIC ASSOCIATION (1993). The lnternational Phonetic
Alphabet (revised to 1993). Journal of the International Phonetic Association, vol.
23, (1): encarte central. S/d
JAKOBSON, Roman. Fonema e fonologia. Rio de Janeiro: Liv. Acadêmica, 1972. LADEFOGED, Peter. A
Course in Phonetics. New York: Harcourt, Brace, Jovanovich,
1976.
_________. Vowels and consonants: an introduction to the sounds of Languages.
Londres: Blackwell, 2001.
MAIA, Eleonora Motta (1985). No Reino da fala: a linguagem e seus sons. São Paulo:
Ática (Serie Princípios), 1985.
MALMBERG, B. A Fonética. Lisboa: Livros do Brasil, 1954.
MARTINS, M. R. Delgado (1987). Ouvir falar: uma introdução à fonética do Português. Lisboa: Caminho.
MATEUS, M.H.; ANDRADE,A.; VIANA, M.C.; VILLALVA, A. (1990). Fonética, fonologia e morfologia do
Português. Lisboa, Universidade Aberta.
VILLALVA, A. Novas perspectivas em fonologia. Lisboa: Laboratório de Fonética da Faculdade de Letras de
Lisboa, 1985.
MATTOSO CÂMARA JR., Joaquim. Estrutura da Língua Portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970.
PIKE, Kenneth L. (1999). As Premissas da fonêmica prática. The Premises of Practical Phonemics – Cap. 4
de Phonemics. A Technique for Reducing Languages to Writing. Ann Arbor: The University of Michigan Press,
1947.
SAPIR, Edward (1933). “A Realidade Psicológica dos Fonemas”. In: DASCAL, M. (Org). Fundamentos
Metodológicos da Linguística.v 01. 11 - Fonologia e Sintaxe.
Campinas: 1981: 37-55.
SAUSSURE, Ferdinand de. (1916). Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1978.
SILVA, Thaís Cristófaro. Fonética e fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São
Paulo: Contexto, 1999.
56
TRUBETZKOY, Nikolay (1933). “A Fonologia atual”. In: DASCAL, M. (Org). Fundamentos Metodológicos da
Linguística. vol. 11 - Fonologia e Sintaxe. Campinas: 1981: 15- 35.
SINTAXE I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Laboratório de Leitura e Escrita e Morfologia.
Ementa:
Estudo das relações sintáticas e semânticas – sentenças simples: Gramática Tradicional e perspectiva
gerativista.
Módulos gramaticais, focalizando o módulo sintático. Relações lexicais e estrutura interna dos sintagmas.
Estrutura argumental, papéis temáticos, transitividade, predicação e adjunção. Relações sintáticas das
sentenças simples: tipos de frases, construções inacusativas, estrutura de tópico, ordem dos constituintes.
Problemas gerais da Nomenclatura Gramatical Brasileira: visão crítica da classificação das relações sintáticas.
Bibliografia:
AMBAR, Maria Manuela. Para uma sintaxe da inversão sujeito-verbo em português. Lisboa: Edições Colibri,
1992.
CÂMARA JR. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970.
CAMARA, Jr., J. M. Problemas de linguística descritiva. 19ª edição. Petrópolis: Vozes 2002.
CAMPOS, M. H. C& XA VIER, Maria F. Sintaxe e semântica do português. Lisboa: Universidade Aberta, 1991.
CUNHA, C., CINTRA, L. F. L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1985.
FARIA, Isabel Hub et al. Introdução à linguística geral e portuguesa. Lisboa: Caminho, 1996.
FROMKIN, Victoria & RODMAN, Robert (1993) Introdução à linguagem. Coimbra: Almedina, 1993.
GALVES, C. & Romani, F. F. "Morfologia e Sintaxe". In: Guimarães, E. e Zoppi-Fontana, M. (orgs.). Introdução
às ciências da linguagem: a palavra e a frase, 75-112. Campinas-SP: Pontes editora. 2006.
GALVES, Charlotte. Ensaios sobre as gramáticas do português. Campinas: UNICAMP, 2001.
GALVES, Charlotte. Ensaios sobre as gramáticas do português. Editora da Unicamp. Campinas-SP. 2001.
JELINEK, E. “Empty categories, case, and configurationality”. In: Natural language and linguistic Theory. n.2,
p.39-76, 1984.
KATO, M. A. "Tópico e Sujeito: duas categorias na sintaxe". In: Cadernos de Estudos Linguísticos. 17: 109131. 1989.
LIMA, Maria Claudete. Classes e categorias em português. Fortaleza: UFC Edições, 2000.
LOBATO, Lúcia Maria Pinheiro. Sintaxe gerativa do português. Da teoria padrão à teoria da regência e
ligação. Belo Horizonte: Vigília, 1986.
LYONS, John. Introdução à linguística teórica. São Paulo: Editora Nacional/USP, 1979.
MATHEUS, M. H. M. et al. Gramática da língua portuguesa. 63º edição, revista e aumentada. Lisboa:
Caminho. 2003.
MIOTO, C., Figueiredo Silva, M. C. & Lopes, R. Novo manual de sintaxe. Florianópolis: Insular. 2004.
NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
PERINI, M. Gramática Descritiva do Português. 2ª edição. São Paulo: Ática. 1996.
PONTES, E. Estrutura do verbo no português coloquial. Petrópolis: Vozes, 1972.
RAPOSO, E. P. Teoria da Gramática à faculdade da linguagem. Lisboa: Caminho. 1992.
ROBINS, R.H. Linguística geral. Porto Alegre: Globo, 1977.
VILELA, Mário. Estudos de lexicologia do português. Coimbra: Almedina, 1994.
57
MODELOS DE ANÁLISE FONOLÓGICA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática (Prática como componente curricular)
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: Fonética e Fonologia. :
Ementa:
Processos fonológicos. Análise fonológica. Modelos estruturalistas e gerativistas de análise fonológica;
fonologias lineares e não-lineares; noções básicas de fonologia autossegmental, lexical, métrica e prosódica;
a caracterização dos segmentos: geometrias de traços, subespecificação; representações, regras, restrições.
Bibliografia:
BISOL, L. Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegre:
PUCRS, 1996.
ANDRADE, Amális e CÉU VIANA, Maria do. “Fonética”. In: Introdução à linguística geral e portuguesa. Lisboa:
Editorial Caminho, 1996, p. 115-167.
BENVENISTE, Émile. "Estrutura em Linguística”. In: Problemas de linguística geral.
São Paulo: Ed. Nacional / Ed. da USP, pp. 97-104.
CAGLIARI, Luiz Carlos. An Experimental Study of Nasality with Particular Reference
to Brazilian Portuguese. Ph.D. Thesis. University of Edinburgh, 1977.
____________. Elementos de fonética do Português Brasileiro. Tese de Livre-docência. Unicamp: IEL, 1982.
____________. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática com especial destaque para o modelo
fonêmico. Campinas: Edição do Autor, 1996.
____________. Fonologia do Português: análise pela geometria de traços. Campinas: Edição do Autor (Parte
I), 1997.
____________. Fonologia do Português: análise pela geometria de traços e pela fonologia lexical. Campinas:
Edição do Autor (Parte II), 1999.
____________. Acento em Português - estudos sobre as regras de atribuição de acento em Português.
Campinas: Edição do Autor, 1999.
____________. A Geometria de traços da lateral em Português. Actas do XIV Encontro Nacional da APL.
Lopes, 1999.
D' ANGELIS, Wilmar da Rocha (2002). Sistema fonológico do Português: rediscutindo o consenso. D.E.L.T.A.
São Paulo: PUC-SP, voI. 18, n° 1:1-24. DUCROT, Oswald. Estruturalismo e Linguística. São Paulo: Cultrix,
1971.
FONTAINE, Jacqueline (1978). O Círculo linguístico de Praga. São Paulo: Cultrix/ Ed.da USP.
GARVIN, Paul. “A Escola linguística de Praga”. In: A.A. Hill (Org.). Aspectos da
linguística moderna. São Paulo: Cultrix, 1972. pp. 236-245.
SAPIR, Edward. The Psychological Reality of Phonem. 1933.
JAKOBSON, Roman. Fonema e fonologia. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1972.
____________. Relações entre a ciência da linguagem e as outras ciências. Porto: Livraria Bertrand, 1974.
LEPSCHY, Giulio C. A Linguística estrutural. 2a ed. São Paulo: Perspectiva, 1975. TRUBETZKOY, N.S.
Principles of Phonology. Berkeley / Los Angeles: University of
California Press, 1969.
58
SINTAXE II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Sintaxe I. :
Ementa:
Estudo das relações sintáticas e semânticas – sentenças complexas: Gramática Tradicional e perspectiva
gerativista.
Relações sintáticas: ordem dos constituintes, coordenação, subordinação, aposição. Estruturas de
coordenação: conjunções, natureza categorial, elipse. Estruturas de subordinação: completivas, adverbiais,
construções de graduação e comparação. Relativas: restritivas, apositivas e livres. Construções de clivagem.
Problemas gerais da Nomenclatura Gramatical Brasileira: visão crítica da classificação das relações sintáticas.
Bibliografia:
BECHARA, E. Moderna gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 1999.
CUNHA, C., CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: FAE, 2001.
GALVES, Charlotte (2001). Ensaios sobre as gramáticas do português. Editora da Unicamp. Campinas-SP.
LOBATO, L. 1986. Sintaxe gerativa do português. Belo Horizonte: Vigília, 1986
MATHEUS, M. H. M. et al. Gramática da língua portuguesa. 63º edição, revista e aumentada. Lisboa:
Caminho. 2003.
MIOTO, C., Figueiredo Silva, M. C. & Lopes, R. Novo manual de sintaxe. Florianópolis: Insular. 2004.
MUSSALIN, F. e BENTES, A. C. Introdução à linguística teórica. São Paulo: Cortez. 2001.
PERINI, M. Gramática Descritiva do Português. 2ª edição. São Paulo: Ática. 1996.
RAPOSO, E. P. Teoria da Gramática à faculdade da linguagem. Lisboa: Caminho. 1992.
LATIM
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Sintaxe I e Modelos de Análise Fonológica Código:
Bibliografia:
CART, A. et al. Gramática latina. São Paulo: EDUSP, 1986.
CONTE, G. B. Latin Literature – a history. Baltimore and London. Oxford: Oxford U.P., 1994.
ERNOUT, A. Syntaxe latine. Paris: Klincksieck, 1986.
FARIA, E. Dicionário escolar latino-português. Rio de Janeiro: MEC/FAE, 1953. FARIA, E. Gramática superior
da língua latina. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica,
1958.
HARVEY, P. Dicionário Oxford de literatura clássica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1987.
HOW ATSON, M.C. The Oxford Companion to classical literature. Oxford: Oxford
U.P., 1995.
JONES, P. V. & SIDWELL, K.C. Reading latin. Cambridge: Cambridge U.P., 1997. PARATORE, E. História da
literatura latina. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.
SARAIVA, F. R. dos Santos. Novíssimo dicionário latino-português. Rio de Janeiro/Belo Horizonte: Garnier,
1993.
TORRINHA, F. Dicionário latino-português. Porto: Gráficos Reunidos, 1986.
59
VARIAÇÃO E MUDANÇA LINGUÍSTICA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática (Prática como componente curricular) Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Sintaxe I e Modelos de Análise Fonológica :
Ementa:
As relações entre língua, cultura, história e sociedade. Campos de estudos da linguagem que tratam da
relação entre língua, cultura, história e sociedade. Os estudos linguísticos pré e pós saussureanos. O impacto
da dicotomia sincronia/diacronia. Sistematicidade da variação e da mudança linguística: estudos sobre o
português. Variedades padrão e nãopadrão; atitudes, preconceitos e ensino de língua.
Bibliografia:
AGUILERA, V. (Org.). A Geolinguística no Brasil - caminhos e perspectivas. Londrina: UEL, 1998.
ALKMIM, T. "Sociolinguística" In: Mussalim, F. e Bentes, A. C. (Orgs.). Introdução à
linguística. Parte 1. S. Paulo: Cortez, 2001.
BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral. Campinas: Pontes, 1989. BRANDÃO, S. F. A Geografia
linguística no Brasil. São Paulo: Ática, 1991.
BAGNO, M. A Língua de Eulália. Novela sociolinguística. São Paulo: Contexto, 1999.
CINTRA, L. F. Sobre "Formas de tratamento" na língua portuguesa. Lisboa: Livros
Horizonte.s/d
ELIAS, N. (1939). O Processo civilizador. Rio: Zahar, 1990.
FERREIRA, C.; CARDOSO, S. A Dialectologia no Brasil. São Paulo: Contexto, 1994.
FARACO, C. .A. O Tratamento você em português: uma abordagem histórica".
Fragmenta. 13,51-82.
LABOV, W. "Estágios na Aquisição do Inglês Standart" In: FONSECA, M.S.V. e NEVES, M.F. (Orgs.).
Sociolinguística. Rio: Eldorado, 1974.
NARO, A. J. e SCHERRE, M. "Sobre as Origens do Português Popular do Brasil". Delta: 9,437-454.s/d
PENTEADO, F. Como se fala a bordo. São Paulo: Boletim de Literatura Portuguesa,
1952.
PRETI, D. A Gíria e outros temas. S. Paulo: EDUSP, 1984.
_________ .A Linguagem proibida. Um estudo sobre a linguagem erótica. São Paulo: T.A. Queiroz, Editor.
(1982).
PINTO, E. Pimentel. O Português popular escrito. São Paulo: Contexto, 1990. RECTOR, M. A Fala dos
jovens. Petrópolis: Vozes, 1994.
RONCARATI, C. "Avaliação linguística - identidade e ideologia". ABRALIN: 19,241-9.s/d
RIBEIRO,B. e GARCEZ, P. .M. (Orgs.) (1998). Sociolinguística interacional. P.Alegre: AGE Editora.
SANTOS. E. Mobilidade social e atitudes linguísticas. Rio: UFRJ/Museu Nacional. SAPIR, E. (1921). A
Linguagem. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1971.
________. Linguística como ciência. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1969.
TARALLO, F. (Org.). Fotografias sociolinguísticas. Campinas: Pontes. S/d
TARALLO, F. e Alkmim, T. Falares crioulos. Línguas em contato. São Paulo: Ática.s/d
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DA SIGNIFICAÇÃO
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática (Prática como Componente Curricular) Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Sintaxe II e Modelos de Análise Fonológica
Ementa:
60
O problema do significado no estudo de línguas naturais. A noção de valor e a exclusão do sentido. Sentido
na linguagem. Sentido e sua relação com o mundo. Sentido e a subjetividade na língua. Sentido e
argumentação na língua.
Bibliografia:
ILARI, R. et al. Semântica. São Paulo: Ática, 1985.
LYONS, J. Semântica. Vol I. Lisboa: Ed.Presença/Martins Fontes, 1977.
AUSTIN, J. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1962.
BRÉAL, Michel. (1897). Ensaio de semântica. Ciência das significações. São Paulo:
EDUC, Pontes, 1992.
BENVENISTE, Émile(1966). Problemas de linguística geral. Campinas: Pontes, 1988.
DUCROT, Oswald. Princípios de semântica linguística. São Paulo: Cultrix, 1977.
____________. “Referente". In: Enciclopédia Einaudi. vo1.2. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda.
p.418-421, 1984.
____________. O Dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987.
DISCURSO Y SOCIEDAD. Estudios de semântica y pragmática. Número monográfico. V 12, n. 4. Barcelona:
Gedisa, 2000.
FREGE, Gottlob. "Sobre o sentido e a referência". In: Lógica e filosofia da linguagem. São Paulo: Cultrix. p.
59-86, 1978.
GRICE, H. P. (1957). "Meaning". In: Philosophical Review. 67. s/d
_______________."Lógica e conversação". In: Dascal (1982).vol4.s/d
GUILHAUMOU, I. & D. MALDIDIER. “Da Enunciação ao acontecimento discursivo em análise do discurso”. In:
E. Guimarães (Org.) História e sentido na linguagem.
Campinas: Pontes, 1989.
GUIMARÃES, Eduardo R. J. (1987). Textos e argumentação. Um estudo de conjunções do Português.
Campinas: Pontes. 1988.
ILARI, R. & W. GERALDI. Semântica. São Paulo: Ática, 1985.
MELO MOURA, Heronides. Significação e contexto. Uma introdução a questões de
semântica e pragmática. Florianópolis: Editora Insular, 1999.
KATZ, Jerrold. "O Escopo da semântica". In: DASCAL, M. (Org.). Fundamentos
metodológicos da linguística. Vo1 3. Campinas: Ed. Do Autor. p.43-61, 1982. KEMPSON, R. Teoria semântica.
Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
KERBRA T -ORECCHIONI, Catherine. (1980). La Enunciación. De la Subjetividad en el Lenguaje. Buenos
Aires: Hachette, 1986.
LYONS, J. Semântica I. Lisboa: Presença/Martins Fontes, 1980.
_________.Semantics 2. New York: Cambridge University Press, 1977.
MANGUENEAU, Dominique. Novas tendências de análise do discurso. Campinas:
Pontes, 1990.
NORMAND, Claudine. La Quadrature du Senso. Paris: PUF, 1990.
OLIVEIRA, Roberta P. Semântica formal. Campinas: Mercado de Letras, 2001.
SEARLE, J. Os Atos da fala. Coimbra: Almedine, 1981.
SIGNO Y SENA. Lengua, argumetnación y polifonía. Número 9. Buenos Aires, Instituto de Linguística, 1998.
ULLMAN, Stephen. Uma introdução à ciência do significado. Coimbra: Fund.
Gulbenkian, 1977.
VOGT, Carlos. O Intervalo semântico. São Paulo: Ática, 1977.
_____________.Linguagem, pragmática e ideologia. São Paulo: Hucitec, 1980.
ZOPPI-FONTANA, Mônica. "Processos de nomeação e interpelação política. O nós do discurso alfonsinista".
In: Cadernos do Instituto de Letras. UFRGS 13: 95-104, 1995.
61
LINGUÍSTICA HISTÓRICA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Latim
Ementa:
O latim vulgar: sua formação, expansão e dialetação. A formação e consolidação das línguas românicas.
Aspectos estruturais do latim vulgar e das línguas românicas.
Bibliografia:
CAMARA JR., Joaquim M. História e estrutura da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro:
Padrão Editora, 1976.
CASTRO, L (1991). Curso de História da Língua Portuguesa. Lisboa, Universidade
Aberta.
CASTILHO, Ataliba (Org.). Para a história do Português brasileiro. São Paulo:
Humanitas, 1998.
CASTRO, Ivo. Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta,
1991.
CUESTA, Pilar V. A Língua e a cultura portuguesas no tempo dos Filipes. Lisboa:
Publicações Europa-América, 1986.
DUARTE, Maria Eugênia e Dinah Callou. Para a História do português brasileiro. vol. IV. Notícias de Corpora
e Outros Estudos, UFRJ/Letras, 2002.
HUBER, Joseph (1933). Gramática do Português antigo. Lisboa: Fundação Callouste
Gulbenkian, 1986.
ILARI, R. Linguística românica. São Paulo: Ática, 1992.
AGARD, F. A Course in Romance Linguistics. Washington, DC: Georgetown: University Press, 1974.
MATTOS E SILVA, Rosa. Estruturas trecentista, elementos para uma gramática do
Português Arcaico. Lisboa: Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1989.
_________. O Português Arcaico, fonologia. São Paulo: Contexto, 1991. .
_________. Morfologia e Sintaxe do Português Arcaico. São Paulo: Contexto, 1994.
_________. (Org.) A Carta de caminha, testemunho linguístico de 1500. UFBA: Editora da UFBA, 1996.
_________. Para a história do Português Brasileiro. v II, Primeiros Estudos, Humanitas, S.Paulo, 2001.
MAURER JR., T. O Problema do latim vulgar. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1962. ROBERTS, Ian e Mary Kato.
Português brasileiro, uma viagem diacrônica. Campinas:
Ed. da UNICAMP, 1993.
SARAIVA, Antonio José e Oscar Lopes. História da literatura portuguesa. Porto: Porto Editora, 1955.
SILVA NETO, Serafim. História da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Livros de
Portugal, 1970.
SILVEIRA BUENO, Francisco. A Formação histórica da Língua Portuguesa. Rio de
Janeiro: Livraria Acadêmica, 1955.
TARALLO, F. Tempos linguísticos. São Paulo: Ática, 1990.
TEYSSIER, Paul (1980). Histoire de la Langue Portugaise. P.D.F, Paris. Lisboa: Livraria Sá da Costa, 7a ed.,
1997.
WILLIAMS, Edwin (1938). Do Latim ao Português. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1961.
VIDOS, M. Manual de Linguística românica. Madri: Gredos, 1968.
TEYSSIER, Paul. Histoire de la Langue Portugaise. Paris: P.D.F, 1980.
VASQUEZ CUEST A, P. A Língua e a cultura Portuguesas no tempo dos Filipes.
Lisboa: Publicações Europa-América, 1988.
62
CRYSTAL, David de. The Cambridge Encyclopedia of Linguistics.Cambridge: Cambridge University Press, s/d.
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS EM AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática (Prática como componente curricular) Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Sintaxe II e Modelos de Análise Fonológica
:
Ementa:
Principais questões no Estudo em Aquisição da Linguagem. Modelos cognitivistas e interacionistas. Aquisição
de primeira e de segunda língua. Introdução aos estudos do letramento como processo histórico-ideológico de
aculturação. Discussão dos conceitos de letramento e modalidades linguísticas e suas implicações para ao
ensino de língua materna. Historiografia linguística dos “mitos” e preconceitos que sustentam enfoques
contemporâneos e que orientam a escolarização. Estudo das práticas letradas escolares e não escolares e de
seus respectivos modos de circulação.
Bibliografia:
BRAGA, D. B. Letramento e educação: uma reflexão sobre os mitos. Estudos Linguísticos XXVI. Campinas:
GEL, 1997. pp.413-418.
BRANDÃO, H. M. (1999). Gêneros do discurso na escola. São Paulo: Cortez Editora,
1999.
BRONCKART, J. P. Atividade de linguagem, textos e discursos. São Paulo: EDUC,
1999.
CAGLIARI, L. C. Alfabetização e linguística. São Paulo, SP: Ed. Scipione, 1989. COLLINS, J. e Michaels, S.
“A Fala e a escrita: estratégias de discurso e aquisição da
Alfabetização”. In: Cook-Gumperz, Jenny. (Org.). A Construção social da alfabetização. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1991.
COOK-GUMPERZ, J. “Alfabetização e escolarização: uma equação imutável?” In: Cook Gumperz, Jenny.
(Org.). A Construção social da alfabetização. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
CHARTIER, R. (Org.). Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 1996.
_____________.Os desafios da escrita. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
GERALDI, J. W. (1991). Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991. GNERRE, M. “Considerações
sobre o campo de estudo da escrita”. In: Gnerre, M.
Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1985.
KLEIMAN, A. Os Significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1995. KOCH, I. V. “Aquisição da
escrita e textualidade”. In: Cadernos de estudos linguísticos, 29. Campinas, SP: Unicamp, 1995.
MARCUSCHI, L.A. “Da fala para a escrita. Processos de retextualização”. In: O Tratamento da oralidade no
ensino de Língua.s/d
MELO, O. C. Alfabetização e trabalhadores. O Contraponto do discurso oficial.
Campinas, SP/Goiânia, GO: Ed. Unicamp/Ed.UFG, 1997.
OLSON, D. “A Escrita sem mitos”. In: Olson, David. O Mundo no papel. São Paulo: Ática, 1997.
OSAKABE, Haquira. “Considerações em torno do acesso ao mundo da escrita”.
In: Zilbennan, R. (Org.). Leitura em crise na escola: alternativas do professor.
Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.
SOARES, Magda. Letramento. Um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,
1998.
SCARPA, Ester Mirian. Aquisição da linguagem oral e escrita: continuidade ou ruptura. Estudos Linguísticos
XIV, 118-128, 1987.
SLOBIN, D.I. Psicolinguística. São Paulo: 1980.
VYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes.
63
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática (Prática como componente curricular) Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Laboratório de Leitura e Produção Escrita; Introdução aos Estudos da Significação.
Ementa:
Quadro teórico da Linguística do Texto. Principais formas de remissão textual. Formas de progressão textual.
Articuladores textuais. O papel da organização textual na construção dos sentidos no texto. Estrutura da
conversação. Turnos, atos de fala, organização preferencial, formas de polidez.
Bibliografia:
BAKHTIN, M. “Os Gêneros do discurso”. In: Estética da criação verbal. São Paulo: 1979. Martins Fontes,
1992.
BATHIA. V. Análise de gêneros hoje. 1997.
BENTES, A. C. “A Linguística textual”. In: Mussalin & Bentes: Introdução à linguística. Domínios e fronteiras.
São Paulo: Cortez, 2001.
BROWN, G. & Yule. G. Discourse Analysis. Cambridge University Press, 1983. CONTE, M.E. Encapsulamento
anafórico. 1993.
KOCH, Ingedore G. V. A Coesão textual. São Paulo: Contexto. 1989.
KOCH, Ingedore G. V. A Inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992.
__________. O Texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
__________. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 1984.
__________. Formas linguísticas e construção do sentido. Mímeo. 2000.
__________. “Linguística textual: quo vadis?” DELTA, vol. 17, n. especial, p. 11-24. 2001.
__________. Referenciação: atividade discursiva. Mímeo. 1999.
__________. Os Articuladores textuais. Mímeo. 2001.
TRAVAGLIA, Luiz C. A Coerência textual. São Paulo: Contexto, 1990.
__________. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
MARCUSCHI, Luiz A. Linguística de texto: o que é e como se faz. UFPE. 1983.
__________. A Progressão referencial na fala e na escrita. Mímeo, 1999.
__________. O Barco textual e suas âncoras. Mímeo.s/d
__________. Cognição, explicitude e autonomia no texto falado e escrito. Mímeo.s/d
SILVA, Jane Q. Gênero discursivo e tipo textual. Scripta, vol 2, no. 4, p. 877-106.1999.
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS EM NEUROLINGUÍSTICA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.2.1.0 Natureza: teórico-prática (Prática como Componente Curricular)Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Significação
:
Ementa:
Caracterização da área de Neurolinguística e de seu objeto de estudo. Concepções sobre cérebro e
linguagem. Avaliação neurolinguística. Relação entre normalidade e patologia nos estudos de linguagem e
suas implicações para o ensino de língua. Análise de dados da linguagem em contexto patológico
Bibliografia:
ABAURRE, M. B. M. & COUDRY. M. I. H. Em torno de sujeitos e de olhares (a ser publicado).
CASTRO-CALDAS, A. A herança de Franz Joseph Gall. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill, 1999.
64
CANGUILHEM, G.(1966). O Normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.
COUDRY, M.I.H. (1986) O Diário de Narciso. São Paulo: Martins Fontes, 1988. ----------------------. O que é
dado em Neurolinguística. In: CASTRO, M. F. P. (org). O método e o dado no estudo da linguagem.
Campinas: Editora da Unicamp, 1996.
COUDRY, M.I. H. & FREIRE. O trabalho do cérebro e da linguagem: A vida e a sala de aula. Campinas:
Cefiel/IEL/Unicamp, 2005.
COUDRY, M.I. H. & MAYRINK-SABINSON, M. L. Pobrema e dificulidade. In: ALBANO, E. et al. (orgs.)
Saudades da Língua. Campinas: Mercado de Letras. 2003.
COUDRY, M.I. H. & SCARPA, E. M. De como a avaliação de linguagem contribui para inaugurar ou
sistematizar o déficit. In: ROJO, R. H. R. et al. (orgs.) Fonoaudiologia & Linguística. São Paulo: Educ. 1991.
GOODGLASS, H. & KAPLAN, E. (1972). Evaluacion de la afasia y de trastornos similares. Buenos Aires:
Editora Médica Panamericana. JAKOBSON, R. (1954). Dois aspectos da linguagem e dois tipos de afasia. In:
Linguística e Comunicação. São Paulo, CULTRIX. Cortez. LEBRUN, Y. Tratado de afasia. São Paulo:
Panamed, 1993.
LURIA, A. R. Fundamentos de neuropsicologia. São Paulo: Edusp, 1981. LURIA, A. R. Pensamento e
Linguagem: as últimas conferências de Luria. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
MASSI, G. A. A dislexia em questão. São Paulo: Plexus editora, 2007. MECACCI, L. Conhecendo o cérebro.
São Paulo: Nobel, 1987.
MORATO, E.M. Neurolinguística. In: MUSSALIM, F. & BENTES. A. C. (orgs). Introdução à Linguística –
domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2000.
NOVAES-PINTO, R.C. A contribuição do estudo discursivo para uma análise crítica das categorias clínicas.
Tese de Doutoramento. Inédita. UNICAMP, 1999.
OLIVEIRA, M. T. A diversidade sintomática na ecolalia. Distúrbios da Comunicação, 14(2): 351-360. São
Paulo: EDUC, 2003
POSSENTI, S. (1992). Um cérebro para a linguagem. In: ABRALIN, 13: 13-30, 1992. SACKS, O. O homem
que confundiu sua mulher com um chapéu e outras histórias clínicas. São Paulo: Companhia das Letras,
1993.
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS EM ANÁLISE DE DISCURSO
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prático (Prática como Componente Curricular) Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Significação.
Ementa:
Da Análise de Conteúdo para a Análise do Discurso. Relação língua/fala/texto/discurso.
Quadro teórico da Análise do Discurso de linha francesa: a língua na relação com a ideologia, a história, o
inconsciente, o sujeito. Conceitos de formação discursiva e interdiscurso. Discurso e gênero textuais. A
questão da interpretação: dispositivo teórico-analítico.
Bibliografia:
ALTHUSSER, L. Ideologia e aparelhos ideológicos do estado. Presença, Lisboa: 1974. Freud e Lacan. Marx e
Freud. Graal, Rio de Janeiro: 1984.
BRANDÃO, H. N. Introdução à análise do discurso. Campinas: Editora da Unicamp,
1998.
FOUCAULT, M. A Arqueologia do saber. Rio: Forense Universitária, 1969.
____________.A Ordem do discurso. São Paulo: Edições Loyola, 1971.
GADET, F. & HAK, T. (Orgs.). Por uma análise automática do discurso. Uma
Introdução à obra de Michel Pêcheux. Unicamp: Editora da UNICAMP, 1990.
65
HARRIS, Z. "Analyse du discours" Langages 13. Didier/Larousse, 1969. "Discourse
Analysis" Language 28, 1952.
MAINGUENEAU, D. Novas tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes
Editora da Unicamp, 1987.
____________.Geneses du discours. Bruxelles, Mardaga, 1984.
ORLANDI, E. As Formas do silêncio. Campinas: Unicamp, 1992.
____________.Interpretação. Vozes, 1996.
____________.Análise de discurso. Princípios e procedimentos. Pontes, 1999.
____________.Discurso e texto. Pontes, 2001.
____________.(Org.) Discurso fundador. Pontes, 1993.
____________.(Org.) A Leitura e os leitores. Pontes, 1998.
PÊCHEUX, M. (1975). Semântica e discurso. Campinas: Editora da Unicamp, 1990. ____________. (1983). O
Discurso: estrutura ou acontecimento. Pontes, Campinas: 1990.
POSSENTI, S. Teoria do discurso: um caso de múltiplas rupturas.s/d.
___________.Sobre a leitura: o que diz a análise do discurso.s/d
___________.Ler e navegar: espaços e percursos da leitura. Campinas: Mercado de Letras, 2001. p.19-30.
___________. Os Limites do discurso. Curitiba: Criar Edições, 2002.
SILVA, M. C. F. “A Relação do materialismo histórico com a psicanálise e suas implicações para a AD”. In:
Revista letras. Curitiba: UFPR, 2000. p.235.254.
___________.Questões de linguagem: gramática, texto e discurso. Vitória da Conquista: UESB, 2001.
LINGUÍSTICA: GRAMÁTICAS CIENTIFICAS E PEDAGÓGICAS
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos de Textos Orais e Escritos
Ementa:
Historiografia linguística: concepções de língua e de gramática. Gramáticas científicas e gramáticas
pedagógicas. Pressupostos teóricos da gramática tradicional e avaliação crítica de sua adequação descritiva e
explicativa. Análise das propostas de aplicação de teorias formais e funcionais. O lugar da gramática e das
teorias de texto e discurso no ensino de língua materna. O lugar das atividades linguísticas, epilinguísticas e
metalinguísticas no ensino de língua materna.
Bibliografia:
ARNAULD & LANCELOT. Gramática de Port Royal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
AUROUX, S. A Revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Editora da Unicamp, 1992.
CUNHA,C. e CINTRA,L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
DIAS, L.F. "Gramática descritiva do português. M.A.Perini". Línguas e
instrumentos linguísticos n°l. Pontes e projeto história das ideias linguísticas no
Brasil. Janeiro/ Junho 1998.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. 1998. “A Língua falada e o ensino de português". In: N. B. Bastos (Org.). “Língua:
história, perspectivas, ensino”. São Paulo: EDUC, PUC-SP,
1998, p. 101-119.
NEVES, M. H. M. Gramática na escola. São Paulo: Contexto, 1990.
PERINI, M. A. Para uma nova gramática do português. São Paulo: Ática, 1985.
__________. “Níveis de detalhamento na descrição gramatical: uma perspectiva pedagógica”. In: Trabalhos
em linguística aplicada. 1988, 12: 23-32.
__________.Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática.
66
POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de
Letras/ALB, 1996.
__________. "Língua: sistema de sistemas". In: Temas de neuropsicologia. vol IV (Damasceno, B. P &
Coudry, M. L H, orgs.). São Paulo: SBPn. p. 20-25, 1995.
__________. Mal comportadas línguas. Curitiba: Criar Edições, 2000.
SILVA, M. C. F. (1992). “Gramática: uma questão a rever”. In: Questões de linguagem:
gramática, texto e discurso. Vitória da Conquista: UESB, 2001.
SILVA, Rosa Mattos e 1989. Tradição Gramatical e Gramática Tradicional. São Paulo.
__________.Contradições no ensino de português. São Paulo: Contexto, 1995.
3.6.1.1.1.2 Disciplinas da Área de Teoria Literária (DELL)
RETÓRICA E POÉTICA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
Estudos das perspectivas retórico-poéticas da Antiguidade Greco-Romana e suas posteriores apropriações.
Bibliografia
ARISTOTLE. “Rhetorica ad Alexandrum”. In: Problems, Rhetorica ad Alexandrum. Cambridge: Harvard
University Press, 1983, p. 257-449.
ARISTOTLE. Politics. Cambridge: Harvard University Press, 1990.
ARISTOTLE. Rhetoric. Cambridge: Harvard University Press, 1994.
CICERO. Ad Herennium. Cambridge: Harvard University Press, 1989.
CICERO. “De inventione”. In: De inventione, De optimo genere oratore, Topica. Cambridge: Harvard
University Press, 1993, p. 1-346.
CICERO. “De optimo genere oratore”. In: De inventione, De optimo genere oratore, Topica. Cambridge:
Harvard University Press, 1993, p. 347-373.
CICERO. “Topica”. In: De inventione, De optimo genere oratore, Topica. Cambridge: Harvard University
Press, 1993, p. 375-459.
HORACE. Oeuvres. Paris: Hachette, 1906.
LAUSBERG, Heinrich. Elementos de retórica literária. 4 ed., Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993.
RORTY, Amélie Oksenberg (Ed.). Essays on Aristotle's Poetics. Princeton: Princeton University Press, 1992.
TEORIA DA LITERATURA E CIÊNCIAS HUMANAS I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
Estudo das correntes de pensamento em Lingüística e Ciências Humanas e de seu uso pela Teoria Literária
no século XX – I.
Bibliografia
67
AUERBACH,
Erich
–
Mimesis.
S.
Paulo:
Perspectiva,
1971.
Bakhtin, Mikhail - Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1986.
BENJAMIN, Walter. Magia e Técnica, Arte e Política. Obras Escolhidas I. São Paulo: 1996
_____. Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo. Obras Escolhidas III. São Paulo: Brasiliense,
1989.
BENVENISTE, E. Problemas de lingüística geral I. Campinas: Pontes/Unicamp, 1991, p. 53-59.
CHKLOVSKI, V. et alii. - Teoria da literatura: formalistas russos. Porto Alegre: Globo, 1978.
EIKHENBAUM, B. Como é feito O Capote de Gogol. In: TOLEDO, Dionísio de Oliveira (org.). Teoria da
literatura: formalistas russos Porto Alegre: Globo, 1971. p. 227-243.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
JAUSS, H. Robert. O texto poético na mudança de horizonte da leitura. Tradução de Marion S. Hirschmann e
Rosane V. Lopes. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. 2. ed., Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2002. p. 873-925. (vol. 2)
LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. 2a ed. revista e ampliada, Rio de Janeiro: Francisco
Alves, vol. 1., 1983.
MERQUIOR, José Guilherme. A encruzilhada de Praga: entre o formalismo e a sociossemiótica. In:_____.
De Praga a Paris: o surgimento, a mudança e a dissolução da idéia estruturalista. Tradução de Ana Maria de
Castro Gibson. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991. p. 33- 51.
_____. Formalismo e tradição moderna: o problema da arte na crise da cultura. São Paulo: ForenseUniversitária. 1974.
POMORSKA. Krystyna. Formalismo e futurismo: a teoria formalista russa e seu ambiente poético. Tradução
de Sebastião Uchoa Leite. São Paulo: Perspectiva, 1972.
SARTRE, Jean-Paul. Que é a literatura? 2a ed., São Paulo: Ática, 1993.
SAUSSURE, F. Curso de lingüística geral. São Paulo: Pensamento/Cultrix, 1988.
SCHNAIDERMAN. Boris. Prefácio. (de) In: Dionísio de Oliveira Toledo (org.). Teoria da literatura: formalistas
russos Porto Alegre: Globo, 1971. p. IX-XXII.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Teoria da literatura. 10. ed., São Paulo Ática, 2007.
TOLEDO, Dionísio de Oliveira (org.). Teoria da literatura: formalistas russos Porto Alegre: Globo, 1971.
TEZZA, Cristóvão. Entre a prosa e a poesia: Bakhtin e o formalismo russo. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
WIMSATT; BEARDSLEY. A falácia Intencional Tradução Luiza Lobo. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura
em suas fontes. 2. ed., Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. p. 639-654. (vol.2)
TEORIA DA LITERATURA E CIÊNCIAS HUMANAS II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Teoria da Literatura e Ciências Humanas I
Ementa:
Estudo das correntes de pensamento em Lingüística e Ciências Humanas e de seu uso pela Teoria Literária
no século XX – II.
Bibliografia
AUERBACH, Erich. Mimesis. S. Paulo: Perspectiva, 1971.
BAKHTIN, Mikhail - Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BHABHA, Homi K. O compromisso com a teoria. In: O local da cultura. Trad. De Myriam Ávila; Eliana
Lourenço de L. Reis; Gláucia R. Gonçalves. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.
BARTHES, Roland. A morte do autor. In: O rumor da língua. Trad. Antônio Gonçalves. Lisboa: Edições 70,
s/d. p. 49-53.
68
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1986.
BENJAMIN, Walter. Magia e Técnica, Arte e Política. Obras Escolhidas I. São Paulo: 1996
_____. Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo. Obras Escolhidas III. São Paulo: Brasiliense,
1989.
BENVENISTE, E. Problemas de lingüística geral I. Campinas: Pontes/Unicamp, 1991, p. 53-59.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da Teoria. Trad. Cleonice P. B. Mourão; Consuelo F. Santiago. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2003.
CULLER, Jonathan. Sobre a desconstrução: teoria e crítica do pós-estruturalismo. Tradução de Patrícia
Burrowes, Rio de Janeiro: Record/Rosa dos Tempos, 1997.
CHKLOVSKI, V. et alii. - Teoria da literatura: formalistas russos. Porto Alegre: Globo, 1978.
DERRIDA, Jacques. A farmácia de Platão. Trad. Rogério da Costa. São Paulo: Iluminuras, 1991.
EAGLETON, Terry. O Pós-Estruturalismo. In: Teoria da literatura: uma introdução. Trad. Waltensir Dutra. 5.
ed., São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.175-207.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
FOUCAULT, Michel. O que é um autor? Trad. Antônio Fernando Cascais; Eduardo Cordeiro. 4. ed. Lisboa:
Verga; Passagens, 1992.
HALL, Stuart. Estudos culturais: dois paradigmas. In: Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2003. p.131-158.
HALL, Stuart. Quando foi o pós-colonial: pensando no limite. In: Da diáspora: identidades e mediações
culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003. p.101-1298.
LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. 2a ed. revista e ampliada, Rio de Janeiro: Francisco
Alves, vol. 1., 1983
SARTRE, Jean-Paul. Que é a literatura? 2a ed., São Paulo: Ática, 1993.
SAUSSURE, F. Curso de lingüística geral. São Paulo: Pensamento/Cultrix, 1988.
TEZZA, Cristóvão. Entre a prosa e a poesia: Bakhtin e o formalismo russo. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
FORMAÇÃO DO CAMPO LITERÁRIO
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático (Prática como Componente Curricular)
Horas/Aula:
60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
Formação e autonomização do campo literário.
BENJAMIN, Walter. O conceito de crítica de arte no romantismo alemão. São Paulo: Iluminura, s/d.
GUINSBURG, Jacob (Org.) O romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1978.
KANT, Immanuel. Primeira introdução à crítica do juízo; Analítica do belo; Da arte e do Gênio. São Paulo:
Abril Cultura, s/d.
_______, Duas introduções à crítica do juízo. São Paulo: Iluminuras, 1998.
HEGEL, G.W.F. Cursos de Estética. Vols. I, II, II, IV. São Paulo: Edusp, s/d.
LEBRUN, Gérard. Sobre Kant.
LESSING, Laocoonte. São Paulo: Iluminuras, s/d.
LIMA, Luiz Costa. Limites da voz: Montaigne e Schlegel. Rio de Janeiro: Rocco, s/d.
NOVALIS. Pólen: Fragmentos, Diálogos, Monólogo. São Paulo: Iluminuras, 1988.
ROSENFELD, Anatol. Aspectos do Romantismo Alemão. In: Texto / contexto. 3. ed., São Paulo: Perspectiva,
1976, p. 147-171.
SELLIGMAN-SILVA, Marcio. Ler o Livro do Mundo. Walter Benjamin: romantismo e crítica poética. São Paulo:
69
Iluminuras/FAPESP, 1999.
SCHILLER, Friedrich. Poesia ingênua e sentimental. São Paulo: Iluminuras, 1991.
SCHLEGEL, Friedrich. Conversa sobre a poesia e outros fragmentos. São Paulo: Iluminuras, 1994.
________. O dialeto dos fragmentos. São Paulo: Iluminuras, 1997.
SHELLEY, Percy B. Defesa da poesia. 3. ed., Lisboa: Guimarães Editores, 1986.
HISTÓRIA LITERÁRIA I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prático (Prática como Componente Curricular)
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
Formação do campo historiográfico literário a partir do século XIX no Brasil.
Bibliografia
AMORA, Antônio Soares. História da literatura brasileira. São Paulo: Saraiva, 1968.
ARAÚJO, Joana Luíza Muylaert de. A formação, os deslocamentos: modos de escrever a história literária
brasileira. Revista Brasileira de Literatura Comparada, Rio de janeiro, ago. 2006, n. 9, p. 13-33.
BARBOSA, João Alexandre. A biblioteca imaginária ou o cânone na história da literatura brasileira. In: A
biblioteca imaginária. São Caetano do Sul: Ateliê, 1996, p. 13-58.
BENJAMIN, Walter. O conceito de crítica de arte no romantismo alemão. São Paulo: Iluminura, s/d.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira; momentos decisivos. São Paulo: Martins, 1971. 2 v.
_______. Iniciação à literatura brasileira. Rio de Janeiro: Ouro sobre o Azul, 2004 [1997].
_______. O método critico de Sílvio Romero. São Paulo: Edusp, 1988.
_______; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira; história e antologia. São Paulo:
Difusão Européia do Livro, 1971-1972 [1964], 3 v.
CARPEAUX, Otto Maria. História da literatura ocidental. Rio de Janeiro: Alhambra, 1982. v. 6.
_______. Pequena bibliografia crítica da literatura brasileira. Rio de janeiro: Ediçôes de Ouro, s. d.
CASTELLO, José Aderaldo. Literatura brasileira; origens e unidade (1500-1960). São Paulo: Edusp, 1999. 2
v.
_______. Manifestações literárias da era colonial; 1500-1808/ 1836. São Paulo: Cultrix, 1969.
_______. Textos que interessam à história do Romantismo. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura, 19601964, 3 v.
CASTRO, Sílvio (dir.). História da literatura brasileira. Lisboa: Alfa, 1999, v. 1.
CÉSAR, Guilhermino. Historiadores e críticos do Romantismo; 1 - a contribuição européia: crítica e história
literária. São Paulo: Edusp; Rio de janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1978.
GUINSBURG, Jacob (Org.) O romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1978.
KANT, Immanuel. Primeira introdução à crítica do juízo; Analítica do belo; Da arte e do Gênio. São Paulo:
Abril Cultura, s/d.
_______,
Duas
introduções
à
crítica
do
juízo.
São Paulo: Iluminuras, 1998.
HEGEL, G.W.F. Cursos de Estética. Vols. I, II, II, IV. São Paulo: Edusp, s/d.
LEBRUN, Gérard. Sobre Kant.
LESSING, Laocoonte. São Paulo: Iluminuras, s/d.
LIMA, Luiz Costa. Limites da voz: Montaigne e Schlegel. Rio de Janeiro: Rocco, s/d.
MIRANDA, José Américo; MOREIRA, Maria Eunice; SOUZA, Roberto Acízelo de. (org.). Joaquim Norberto de
Souza Silva: crítica reunida 1850-1892. Porto Alegre: Nova Prova, 2005.
SOUZA, Roberto Acízelo de. Introdução à historiografia da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Ed. UERJ,
2007.
70
________. O império da eloquência: Retórica e poética no Brasil oitocentista. Rio de janeiro: EdUERJ; EduFF,
2002.
NOVALIS. Pólen: Fragmentos, Diálogos, Monólogo. São Paulo: Iluminuras, 1988.
ROSENFELD, Anatol. Aspectos do Romantismo Alemão. In: Texto / contexto. 3. ed., São Paulo: Perspectiva,
1976, p. 147-171.
SELLIGMAN-SILVA, Marcio. Ler o Livro do Mundo. Walter Benjamin: romantismo e crítica poética. São Paulo:
Iluminuras/FAPESP, 1999.
SCHILLER, Friedrich. Poesia ingênua e sentimental. São Paulo: Iluminuras, 1991.
SCHLEGEL, Friedrich. Conversa sobre a poesia e outros fragmentos. São Paulo: Iluminuras, 1994.
________. O dialeto dos fragmentos. São Paulo: Iluminuras, 1997.
SHELLEY, Percy B. Defesa da poesia. 3. ed., Lisboa: Guimarães Editores, 1986.
LETRAS DO IMPÉRIO LUSO I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Teoria da Literatura e Ciências Humanas II; Retórica e Poética.
Ementa:
Das origens até meados do século XVI.
Bibliografia
DUBY, G. _________. Idade média idade dos homens. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
_________. Eva e os padres: damas do século XII. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
ECO, Humberto. Arte e beleza na estética medieval. 23. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1989.
FERREIRA, Manuel Pedro. O Som de Martin Codax: sobre a dimensão musical da lírica galego-portuguesa
(séculos XII-XIV). Lisboa: Unisys/Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1986.
LAPA, M. Rodrigues. Lições de literatura portuguesa: época medieval. 10 ed., revista pelo autor. Coimbra:
Coimbra Editora, 1981.
LE GOFF, J. e SCHMITT, Jean-Claude (Coord.). Dicionário temático do ocidente medieval. São Paulo:
EDUSC Imprensa Oficial do Estado, 2002. V. I – II.
MALEVAL, Maria do Amparo Tavares. Peregrinação e poesia. Rio de Janeiro: Editora Agora da Ilha, 1999.
Série Raízes.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
NATÁLIA, Correia. Cantares dos trovadores Galego-portugueses. Editorial Estampa, s.d.
__________.Damas do século XII: a lembrança das Ancestrais. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Porto, 1987.
SPINA, S. Presença da literatura portuguesa: era medieval. 8. ed. São Paulo: Difel, 1985.
ZUMTHOR, Paul. A Letra e a Voz: “A Literatura medieval”. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
LETRAS DO IMPÉRIO LUSO II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Letras do Império Luso I.
Ementa: Poesia e prosa: de meados do século XVI a meados do século XVII.
71
Bibliografia
AGUIAR e SILVA, Vitor M. Pires. Maneirismo e barroco na poesia lírica portuguesa. Coimbra: Centro de
Estudos Românicos, 1971.
AMORA, A. Soares. Presença da literatura portuguesa: era clássica. 8. ed., São Paulo: Difel, 1985.
CAMÕES, Luis de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1988.
CUNHA, Maria Helena Ribeiro & PIVA, Luiz. Lirismo e epopéia em Luís de Camões. São Paulo: Cultrix:
Edição da Universidade de São Paulo, 1980.
DUBY, G. _________. Idade média idade dos homens. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
_________. Eva e os padres: damas do século XII. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
ECO, Humberto. Arte e beleza na estética medieval. 23. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1989.
FERREIRA, Manuel Pedro. O Som de Martin Codax: sobre a dimensão musical da lírica galego-portuguesa
(séculos XII-XIV). Lisboa: Unisys/Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1986.
FIGUEIREDO, Fidelino. A Épica portuguesa no século XVI. 7. ed. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda,
1989.
HADAD, Jamil Almansur. (Org.) Os Sermões de Padre Antônio Vieira. São Paulo: Melhoramentos, 1963.
HOF, Ulrich Im. Os Agentes do iluminismo. In: HOF, Ulrich Im. A Europa no século das luzes. Lisboa: Editorial
Presença, 1995, p. 99-141.
LAPA, M. Rodrigues. Lições de literatura portuguesa: época medieval. 10 ed., revista pelo autor. Coimbra:
Coimbra Editora, 1981.
LE GOFF, J. e SCHMITT, Jean-Claude (Coord.). Dicionário temático do ocidente medieval. São Paulo:
EDUSC Imprensa Oficial do Estado, 2002. V. I – II.
MALEVAL, Maria do Amparo Tavares. Peregrinação e poesia. Rio de Janeiro: Editora Agora da Ilha, 1999.
Série Raízes.
MARTINS, Oliveira. Camões – Os Lusíadas e a renascença em portugal. 4. ed. Lisboa: Guimarães Editores,
1986.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
NATÁLIA, Correia. Cantares dos trovadores Galego-portugueses. Editorial Estampa, s.d.
__________.Damas do século XII: a lembrança das Ancestrais. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
PICCHIO, Luciana Stegagno. História do teatro português. Lisboa: Portugália Ed., 1964.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Porto, 1987.
SPINA, S. Presença da literatura portuguesa: era medieval. 8. ed. São Paulo: Difel, 1985.
ZUMTHOR, Paul. A Letra e a Voz: “A Literatura medieval”. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
LETRAS DO IMPÉRIO LUSO III
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Letras do Império Luso I.
Ementa: Poesia e Prosa: de meados do século XVII até o final do século XVIII.
Bibliografia
AGUIAR e SILVA, Vitor M. Pires. Maneirismo e barroco na poesia lírica portuguesa. Coimbra: Centro de
Estudos Românicos, 1971.
ABDALA Júnior, Benjamin & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São
Paulo: Ática, 1982.
AMORA, A. Soares. Presença da literatura portuguesa: era clássica. 8. ed., São Paulo: Difel, 1985.
COELHO, Jacinto do Prado. Problemática da história literária. 2. ed. Lisboa: Ática, 1961.
DUBY, G. Idade média idade dos homens. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
72
HADAD, Jamil Almansur. (Org.) Os Sermões de Padre Antônio Vieira. São Paulo: Melhoramentos, 1963.
HOF, Ulrich Im. Os Agentes do iluminismo. In: HOF, Ulrich Im. A Europa no século das luzes. Lisboa: Editorial
Presença, 1995, p. 99-141.
MALEVAL, Maria do Amparo Tavares. Peregrinação e poesia. Rio de Janeiro: Editora Agora da Ilha, 1999.
Série Raízes.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
PICCHIO, Luciana Stegagno. História do teatro português. Lisboa: Portugália Ed., 1964.
REIS, Carlos & PIRES, M. da Natividade. História crítica da literatura portuguesa. v. V. 2. ed. Lisboa/São
Paulo: Editorial Verbo, 1999.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Porto, 1987.
SPINA, S. Presença da literatura portuguesa. 8. ed. São Paulo: Difel, 1985.
LITERATURA PORTUGUESA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Letras do Império Luso III.
Ementa: Estudos de autores portugueses e/ou de gêneros literários cultivados em Portugal a partir do século
XIX.
Bibliografia
ABDALA Júnior, Benjamin & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São
Paulo: Ática, 1982.
AGUIAR e SILVA, Victor Manuel. “Rococó, Pré-romantismo e romantismo”. In: Teoria da literatura. 8. ed.
Coimbra: Livraria Almedina, 1988, p. 533-560.
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Ed. Schwarcz, 1998.
CRUZ, Gastão. A Poesia portuguesa hoje – à volta da literatura. 2. ed. Lisboa: Relógio D’ Água Editores,
1999.
____________. A escrita neo-realista. São Paulo, Ática, 1981.
COELHO, Jacinto do Prado. Problemática da história literária. 2. ed. Lisboa: Ática, 1961.
____________. “Raízes e sentido da obra Camiliana”. In: Camilo Castelo Branco – obra seleta. v.I, Rio de
Janeiro: José Aguilar, 1960. p. 9-62
FERREIRA, Alberto. “Significação ideológica da questão Coimbrã”. In: Perspectivas do romantismo
português. Lisboa: Ed. 70, 1971. p, 245-273.
MATOS, A. Matos. (Org.). Suplemento ao dicionário de Eça de Queiroz. Lisboa: Editorial Caminho, 2000.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
____________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
____________. As Estéticas literárias em portugal. v. II. Séculos XVII e XIX.s/d
____________. Presença da literatura portuguesa: romantismo, realismo. 8. ed. São Paulo: Difel, 1985.
PAZ, Octavio. A Outra voz. São Paulo: Siciliano, 1993.
PESSOA, Fernando. Idéias estéticas. In: Obra em prosa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1986. p. 215-256.
REMÉDIOS, Maria Luiza Ritzel. O Romance português contemporâneo. Santa Maria: Edições UFSM, 1986.
SÀ-Carneiro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora Aguillar, 1995.
REIS, Carlos & PIRES, M. da Natividade. História crítica da literatura portuguesa. v. V. 2. ed. Lisboa/São
Paulo: Editorial Verbo, 1999.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Lisboa: Porto Editora,
1987.
TALMON, J.L. Romantismo e revolta: Europa 1815-1848. Lisboa: Editorial Verbo, 1967.
73
TELES, Gilberto Mendonça. A Vanguarda européia. In: Vanguarda européia e modernismo brasileiro. 7. ed.
Petrópolis: Vozes, 1983. p. 79-271.
TORRES, Alexandre Pinheiro. O Neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes, 1997.
LITERATURA BRASILEIRA I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Letras do Império Luso III.
Ementa: Estudos de autores brasileiros e/ou de gêneros literários cultivados no Brasil no século XIX.
Bibliografia
ASSIS, Machado de. Obra Completa. v. 2. Rio de Janeiro: José Aguilar,1997.
BOSI, Alfredo [et al.]. Antologia e Estudos: Machado de Assis. São Paulo: Ática, 1982.
_________. História Concisa da Literatura Brasileira. 2ª ed. São Paulo: Cultrix, 1981.
BARRETO, Lima. Os Melhores Contos. São Paulo: Martin Claret, 2003.
BRAYNER, Sônia. Labirinto do Espaço Romanesco: Tradição e Renovação da Literatura Brasileira, 18801920. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Brasília: INL, 1979.
CANDIDO, Antônio. Vários Escritos. São Paulo: Duas cidades, 1970.
________. [et al.]. A Crônica: o Gênero e suas Transformações no Brasil. Campinas: UNICAMP; Rio de
Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
MASSA, Jean-Michel. A Juventude de Machado de Assis. Trad. Marco Áurelio de Moura Matos. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.
POMPÉIA, Raul. O Ateneu. São Paulo: Ática, 1989.
ROMERO, Silvio. História da Literatura Brasileira. 7ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980, v.1.
SUSSEKIND, Flora. O Brasil não é longe daqui. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
TELES, Gilberto Mendonça. “O lugar da crítica e da história” In: A Escrituração da Escrita: Teoria e Prática
do Texto Literário. Petrópolis: Vozes, 1996.
VERÍSSIMO, José. História da Literatura Brasileira. 5ª ed. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1969.
ZILBERMAN e MOREIRA, Regina, Maria Eunice. O Berço do Cânone: Textos Fundadores da História da
Literatura Brasileira. Porto alegre: Mercado Aberto, 1998.
LITERATURA BRASILEIRA II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Ementa: Estudo de autores brasileiros e/ou gêneros literários cultivados no Brasil a partir do século XX.
Bibliografia
ANDRADE, Mário de. Poesias completas. Edição crítica de Diléia Zanotto Manfio. São Paulo: EDUSP; Belo
Horizonte: Itatiaia, 2005
CAMILO, Vagner. Drummond: da Rosa do Povo à Rosa das Trevas. São Paulo: Ateliê Editorial: 2001.
CANDIDO, A educação pela noite, e outros ensaios. 3. ed., 2. reimp., São Paulo: Ática, 2003b.
CIXOUS, Hélène. A Hora de Clarice Lispector. Trad. Rachel Gutierrez. Rio de Janeiro: Exodus, 1999.
EVANDO NASCIMENTO. Ângulos. Literatura e outras artes. Juiz de Fora: UFJF, 2002.
FAUSTINO, Mario. Poesia-Experiência. Introdução de Benedito Nunes. São Paulo: Perspectiva, 1977.
74
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna: da metade do século XIX a meados do século XX. Trad.
Marise M. Curioni. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
GLEDSON, John. Poesia e poética de Carlos Drummond de Andrade. Trad. do autor. São Paulo: Duas
Cidades, 1981.
HILST, Hilda. Fluxo-floema. São Paulo: Perspectiva, 1970.
LIMA, Luiz Costa. Lira e Antilira. Mário, Drummond, Cabral, 2 ed. revista, Rio de Janeiro: Topbooks, 1995.
LIMA, Mirella Vieira. Confidência mineira: o amor na poesia de Carlos Drummond de Andrade. São Paulo:
EDUSP; Campinas: Pontes, 1995.
PESSANHA, Juliano Garcia. Sabedoria do nunca. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999.
PESSANHA, Juliano Garcia. Ignorância do sempre. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000.
PESSANHA, Juliano Garcia. Certeza do Agora, São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
RÓNAI, José Paulo. Os perigos da poesia e outros ensaios. Rio de Janeiro: Topbooks, 1997.
SANTIAGO, Silviano. Convite à leitura dos poemas de Carlos Drummond de Andrade. In: _____. Ora (direis)
puxar conversa!: ensaios literários. Belo Horizonte: UFMG, 2006.
TOLENTINO, Bruno. A balada do cárcere. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996.
3.6.1.1.1.3 Disciplinas da Área de Línguas Estrangeiras e Respectivas Literaturas (DELL)
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA I – INGLÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.0
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: sem Prerrequisito
Código:
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais simples e
estudo de vocabulário.
Bibliografia:
DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR – Para Estudantes Brasileiros de Inglês. (1999). Oxford University Press
KONDER, Rosa. (1993). English Dictionary for Brazilian Speakers. Longman.
MURPHY, R. (1994). English Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
MURPHY, R. (1996). Essential Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
NOVO MANUAL NOVA CULTURAL-Inglês. (2000) Ed. Nova Cultural Ltda: São Paulo
SCHINKE-LHANO, Linda. (1992). Easy English Vocabulary Games. Illinois, USA: Passport Books
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA I – ESPANHOL
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.0
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: sem Prerrequisito
Código:
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais simples e
estudo de vocabulário.
Bibliografia
DICCIONARIO VOX ESENCIAL DE LA LENGUA ESPAÑOLA. 2. ed. Calabria, Barcelona: Biblograf S/A, 1995.
75
FLAVIAN, Eugenia; FERNANDEZ, Grete lEres. Minidicionário Espanhol – Português, Português –
Espanhol. São Paulo: Ática, 1994.
HERMOSO, Alfredo González. Conjugar es fácil em español: de España y de América. Reimpresión de
1998. Madrid, España: Edelsa, 1997.
HOYOS, Balbina Lorenzo Feijóo. Diccionario de Falsos Amigos: Español – Português, Português –
Español. São Paulo: Enterprise Idiomas, [s.d.].
SANTOMAURO, A. Practicar y consultar la gramática: Español. 2. ed. Serie Idiomas Hoy. Barcelona:
Difusión, 1994
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA I – FRANCÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.0
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: sem Prerrequisito
Código:
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais simples e
estudo de vocabulário.
Bibliografia:
BESCHERELLE – L’art de Conjuguer/ Dictionaire. Hatier – Itatiaia – Belo Horizonte.
BERARD, Évelyne, CANIER, Yves & LAVENNE, Christian. Tempo – Méthode de français. Didier/Hatier. Vols.
1 e 2.
BERGER, D & MÉRIEUX. Cadences 1- Méthode de français. Hatier/Didier. Vol 1.
CAPELLE, Guy e GIDON, Noëlle. Le Nouvel Espaces- Méthode de Français- Hachette F.L.E. Vols. 1 e 2.
CARVALHO, Olívio de. Dicionário de Francês-Português. Lisboa : Porto Editora, Lda, 1980.
COLIN, Jean-Paul. Dictionnaire des difficultés du français. Paris : Le Robert, 1994.
D´HAENE, ST & DE RAMAMELAERE. Grammaire pratique. Standaard Educatieve Uitgeverij, 1999.
GREGOIRE, Maïa. Grammaire progressive du françai s- Niveau débutant. CLE International 1997.
GREGOIRE, Maïa & ODILE, Thiévenaz. Grammaire progressive du français – Niveau intérmediaire. CLE
International 2003.
GREVISSE, Marice. Précis de grammaire française. Éditions J. Duculot, S. A., Gembloux,1969.
GUÉRIN VIRGINIE. Double je. Hachette Livre, 2004.
IONESCO, Eugene. La Cantatrice Chauve suivi de La leçon. Gallimar, 1954.
MAUGER, G. Cours de Langue et de Civilisation Française. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico S/A. 1ª
Edição.Rio de Janeiro,1982.
MONNERIE, Annie. Le Français Au Présent / Grammaire. Alliance Française Didier Paris 1987.
PASSOS, Maria José de Alencar & SCHWEBEL, Aldaisi Novaes e GUIMARÃES, Maria Luiza Medeiros.
Accès Au Français Instrumental, UFBA – Salvador, 1987, 3ª edição.
ROBERT, Paul. Le nouveau Petit Robert – Dictonaires Le Robert – Paris, 1994.
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA II – INGLÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.0
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira I – Espanhol
Código:
Ementa:Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais de
76
nível intermediário e estudo de vocabulário.
Bibliografia:
DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR – Para Estudantes Brasileiros de Inglês. (1999). Oxford University Press
KONDER, Rosa. (1993). English Dictionary for Brazilian Speakers. Longman.
MURPHY, R. (1994). English Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
MURPHY, R. (1996). Essential Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
NOVO MANUAL NOVA CULTURAL-Inglês. (2000) Ed. Nova Cultural Ltda: São Paulo
SCHINKE-LHANO, Linda. (1992). Easy English Vocabulary Games. Illinois, USA: Passport Books.
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA II – ESPANHOL
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.0
Natureza: Teórico-Prática
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira I – Espanhol
Ementa:
Horas/Aula: 60
Código:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais de nível
intermediário e estudo de vocabulário.
Bibliografia:
DICCIONARIO DE LA LENGUA ESPAÑOLA: A – Z. paris: Editions de la Connaisssance, 1995.
DICCIONARIO VOX ESENCIAL DE LA LENGUA ESPAÑOLA. 2. ed. Calabria, Barcelona: Biblograf S/A,
1995.
FLAVIAN, Eugenia; FERNANDEZ, Grete lEres. Minidicionário Espanhol – Português, Português – Espanhol.
São Paulo: Ática, 1994.
HERMOSO, Alfredo González. Conjugar es fácil em español: de España y de América. Reimpresión de 1998.
Madrid, España: Edelsa, 1997.
HOYOS, Balbina Lorenzo Feijóo. Diccionario de Falsos Amigos: Español – Português, Português – Español.
São Paulo: Enterprise Idiomas, [s.d.].
SANTOMAURO, A. Practicar y consultar la gramática: Español. 2. ed. Serie Idiomas Hoy. Barcelona: Difusión,
1994.
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA II – FRANCÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.0
Natureza: Teórico-Prática
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira I – Francês
Ementa:
Horas/Aula: 60
Código:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais de nível
intermediário e estudo de vocabulário.
Bibliografia:
BESCHERELLE – L’art de Conjuguer/ Dictionaire. Hatier – Itatiaia – Belo Horizonte.
BERARD, Évelyne, CANIER, Yves & LAVENNE, Christian. Tempo – Méthode de français. Didier/Hatier. Vols.
1 e 2.
BERGER, D & MÉRIEUX. Cadences 1- Méthode de français. Hatier/Didier. Vol 1.
77
CAPELLE, Guy e GIDON, Noëlle. Le Nouvel Espaces- Méthode de Français- Hachette F.L.E. Vols. 1 e 2.
CARVALHO, Olívio de. Dicionário de Francês-Português. Lisboa : Porto Editora, Lda, 1980.
COLIN, Jean-Paul. Dictionnaire des difficultés du français. Paris : Le Robert, 1994.
D´HAENE, ST & DE RAMAMELAERE. Grammaire pratique. Standaard Educatieve Uitgeverij, 1999.
GREGOIRE, Maïa. Grammaire progressive du françai s- Niveau débutant. CLE International 1997.
GREGOIRE, Maïa & ODILE, Thiévenaz. Grammaire progressive du français – Niveau intérmediaire. CLE
International 2003.
GREVISSE, Marice. Précis de grammaire française. Éditions J. Duculot, S. A., Gembloux,1969.
GUÉRIN VIRGINIE. Double je. Hachette Livre, 2004.
IONESCO, Eugene. La Cantatrice Chauve suivi de La leçon. Gallimar, 1954.
MAUGER, G. Cours de Langue et de Civilisation Française. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico S/A. 1ª
Edição.Rio de Janeiro,1982.
MONNERIE, Annie. Le Français Au Présent / Grammaire. Alliance Française Didier Paris 1987.
PASSOS, Maria José de Alencar & SCHWEBEL, Aldaisi Novaes e GUIMARÃES, Maria Luiza Medeiros.
Accès Au Français Instrumental, UFBA – Salvador, 1987, 3ª edição.
ROBERT, Paul. Le nouveau Petit Robert – Dictonaires Le Robert – Paris, 1994.
LIBRAS I
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 15
Prerrequisitos: sem Prerrequisito :
Ementa:
Base legal da LIBRAS. Aspectos biológicos, sócio-culturais e lingüísticos da pessoa surda. Estudo da
estrutura básica da LIBRAS.
Bibliografia
CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. 2001. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de
Sinais Brasileira. Vol. 2, São Paulo, Edusp.
Dicionário online de Libras. Disponível em : http://www.acessobrasil.org.br/libras/
FERNANDES, E. (org.), Surdez e bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2008.
GESSER, A. LIBRAS? Que língua é essa? São Paulo:Editora Parábola, 2009.
KARNOPP, Lodenir. Práticas de leitura e escrita em escolas de surdos. In: Fernandes, E. (org.) Surdez e
Bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2005
LODI et al. (Orgs.). Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2006.
QUADROS, R. M. Educação de surdos: Aquisição da Linguagem. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2008
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. 2. ed. São Paulo:
ARTMED Editora, 2007.
QUADROS, R. M. 2006. O contexto escolar do aluno surdo e o papel das línguas. Acessado em:
10/03/2006, disponível em: virtual.udesc.br/Midiateca/Publicacoes_Educacao_de_Surdos/artigo08.htm
SÁ, N.R.L. O discurso surdo: a escuta dos sinais. In: SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as
diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.
SKLIAR, Carlos (Org.), A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3. ed. Porto Alegre: Editora: Mediação,
2005
STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
QUADROS, R. M (Org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M; GLADIS, P. (Org.). Estudos Surdos II. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2007.
QUADROS, R. M (Org.). Estudos Surdos III. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2008.
QUADROS, R. M; STUMPF, M. R. (Org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2009.
78
3.6.1.2 Disciplinas Complementares Obrigatórias de fundamentos teóricos e práticos necessários à formação
científica e cultural do licenciado em Letras
3.6.1.2.1 Área de Ciências Sociais (DFCH)
CULTURA BRASILEIRA
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 4.0.0. Natureza: Teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
Identidade Nacional: análise das matrizes culturais do Brasil. Abordagem do pensamento estético da arte e
da cultura brasileira: indústria cultural, cultura de massa e cultura popular. Reflexões sobre a identidade
cultural do povo brasileiro. Análise de manifestações artísticas e culturais.
Bibliografia
AZEVEDO, T. Democracia racial: ideologia e realidade. Petrópolis: Vozes, 1975.
BASTIDE, R. As religiões africanas no Brasil. São Paulo: Pioneira/EDUSP, 1971.
BOSI, A. Dialética da colonização. São Paulo: Cia. das Letras, 2000.
BOSI, E. Cultura de massa e cultura popular: leituras de operarias. 9 ed. Petrópolis: Vozes, 1996.
CASCUDO, L. da C. Historia da Alimentação no Brasil. São Paulo: Global, 2004.
CHAUI, M. Brasil: mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2000.
_________. Conformismo e resistência: aspectos da cultura popular no Brasil. 4 ed. São Paulo: Brasiliense,
1989.
DAMATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1984.
DIEGUES JUNIOR, M. Etnias e culturas no Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 980.
HOLANDA, S. B. de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
MOTA, C. G. Ideologia da Cultura Brasileira (1933#1974). São Paulo: Ática, 1977.
ORTIZ, R. Cultura brasileira e identidade nacional. 5 ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
RIBEIRO, D. Teoria do Brasil. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.
SCHWARZ, R. Ao vencedor as batatas. São Paulo, Duas Cidades/ 34, 2001;
VANNUCHI, A. Cultura brasileira: o que é, como se faz. 2 ed. São Paulo: Loyola, 1999.
História e Cultura afrobrasileira e indígena
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 4.0.0. Natureza: Teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
História Da África. O tráfico para as Américas. A luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o
negro na formação da sociedade nacional. Os povos ameríndios antes da invasão européia. Culturas
indígenas, a luta dos índios brasileiros e o índio na formação da sociedade brasileira.
Bibliografia
EM PREPARAÇÃO
79
3.6.1.2.2 Área de Filosofia (DFCH)
INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
Ministrante: Área de Filosofia
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 4.0.0. Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
Filosofia, Lógica, Epistemologia e Métodos nos Diversos Períodos da História da Filosofia. Filosofia
Clássica: Os Pré-Socráticos, Os Sofistas, Sócrates, Platão e Aristóteles. Filosofia Medieval: São Tomás de
Aquino. Filosofia Moderna: Racionalismo, Empirismo, Idealismo e Materialismo Histórico e Dialético.
Filosofia Comtemporânea: Fenomenologia, Existencialismo e Estruturalismo.
Bibliografia:
ABBAGANANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
AFANASSIEV, V.G. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Edições Progresso, 1958.
ANDREY, Maria Amélia. Para Compreender a Ciência. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo/ São Paulo,
EDUC, 1998.
ARANHA, M. L.; MARTINS, M.H.P. Filosofia: Introdução a Filosofia. São Paulo: Moderna. 1985.
CHATELET, F. (Org.). História da Filosofia: Idéias, Doutrinas. Rio de Janeiro: Zahar, 1982 (8 V.)
3.6.1.3 Disciplinas obrigatórias de conteúdos educacionais e pedagógicos necessários à formação do
licenciado em Letras
3.6.1.3.1 Área de Metodologia e Prática de Ensino (DELL)
DIDÁTICA DA LINGUAGEM - LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 1.2.0. Natureza: Teórico-prático
Horas/Aula: 75
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Não há
Ementa:
Bases legais e diretrizes para o ensino de Língua Portuguesa. Métodos e processos de abordagem
pedagógica para o ensino de língua portuguesa. Aplicação de técnicas e procedimentos no ensino de língua
portuguesa. Etapas do processo ensino-aprendizagem. Planejamento didático do ensino de língua
portuguesa. Avaliação do ensino-aprendizagem. Elaboração de instrumentos de verificação de aprendizagem.
Bibliografia
CANDAU, Vera Maria. Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 1995.
CANDAU, Vera Maria. Didática, currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
CORDEIRO, Jaime. Didática. São Paulo: Contexto.
80
ESTEBAN, Maria Teresa [et.al.] Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de janeiro: DP&A,
1999.
FAZENDA, Ivani (org.). Didática e interdisciplinaridade. Campirus, SP: Papirus, 1998.
GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras instituições, grupos e
movimentos dos campos cultural, social, político, religioso e governamental. Petrópolis: Vozes, 1994.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
KRAMER, Sonia e OSWALD, Maria Luiza (Orgs.). Didática da linguagem: ensinar a ensinar ou ler e
escrever? Campinas, SP: Papirus, 2001. (Série Prática Pedagógica).
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. (Coleção Magistério. 2º Grau. Série Formação do
Professor).
MARTINS, Pura Lúcia Oliver Martins. Didática teórica, didática prática: para além do confronto. São Paulo:
Loyola, 1991.
PENIN, Sonia T. de Souza. A aula: espaço de conhecimento, lugar de cultura. 4 ed. Campinas, SP: Papirus,
1994.
SCHON, Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000.
TARDIF, Maurice e LESSARD, Claude. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como
profissão de interações humanas.Petrópolis: Vozes, 2005.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. 8 ed. São Paulo: Libertad,
1999. (Cadernos Pedagógicos do Libertad; 2.)
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. 11 ed. São Paulo: Libertad, 2002. (Cadernos Pedagógicos do Libertad.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. A prática pedagógica do professor de didática. Campinas: Papirus, 1989
METODOLOGIA DO ENSINO FUNDAMENTAL EM LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 0.2.0.
Natureza: Teórico-prático (Prática como Componente Curricular
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Didática da Linguagem – Língua Portuguesa ou Didática da Linguagem – Língua Portuguesa e
Língua Inglesa ou Didática da Linguagem – Língua Portuguesa e Língua Espanhola e Modelos de Análise
Fonológica.
Ementa:
Objetivos do ensino de Língua Portuguesa; tendências metodológicas do ensino de Português no ensino
fundamental. O ensino da leitura, da escrita e da gramática no ensino fundamental. Análise de materiais de
ensino; análise do livro didático; Planejamento didático-pedagógico.Avaliação do ensino e aprendizagem.
Bibliografia
ALUCIDIA, Rosa (org). Atenção à diversidade. Porto Alegre: ArtMed. 2002.
ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. (Série
Aula; 1)
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos
do ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2001.
CAMPS, Anna [et. al.]. Propostas didáticas para aprender a escrever. Trad. Valério Campos. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
CHIAPPINN, Lígia; GERALDI, J. W. e CITELLI, Beatriz (coord.). Aprender e ensinar com textos. São
Paulo: Cortez, 1997. (v.1).
GARCEZ, Lucília Helena do Carmo. Técnica de Redação: o que é preciso saber para bem escrever. 2ª ed.
São Paulo: Martins Fontes, 2004.
81
GERALDI, João Wanderley (org.). O Texto na sala de aula. São Paulo: Editora Ática, 1997.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. A produção da leitura na escola: pesquisas x propostas. São Paulo: Ática,
2002.
SILVA, Lilian Lopes Martin da (org). O ensino de Língua Portuguesa no primeiro grau. São Paulo: Atual.
1986.
SUASSUNA, L. Ensino da língua portuguesa: uma abordagem pragmática, São Paulo: Papirus, 1995.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º e 2º
graus. 4 ed. São Paulo :Cortez, 1998.
METODOLOGIA DO ENSINO MÉDIO EM LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 0.2.0.
Natureza: Teórico-prático (Prática como Componente Curricular
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Didática da Linguagem – Língua Portuguesa ou Didática da Linguagem – Língua Portuguesa e
Língua Inglesa ou Didática da Linguagem – Língua Portuguesa e Língua Espanhola e Variação e Mudança
Linguística.
Ementa:
Concepções de linguagem e ensino de língua materna. Práticas de trabalho com a linguagem. Ensino de
gramática. Ensino de Literatura. Ensino de escrita. Análise de materiais de ensino; análise do livro didático;
Planejamento didático-pedagógico. Avaliação do ensino e aprendizagem.
Bibliografia
ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
---------------. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
AZEREDO, José Carlos (org.). Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino. Petrópolis: Vozes,
2000.
BECHARA, Evanildo. Ensino da Gramática: opressão? Liberdade? São Paulo: Ática, 1989.
BRASIL, Secretaria de Ensino. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 2001.
CARRAVETTA, Luiza Maria. (coord). Métodos e Técnicas no ensino do Português. Porto Alegre:
Mercado Aberto, 1991.
COSSON Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo:Contexto, 2006.
GERALDI, João W. Portos de Passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
HERNANDEZ, Fernando; VENTURA, Monteserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo, Editora
UNESP, 2002.
PERINI, Mario. Sofrendo a gramática. São Paulo:Ática, 2001.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de Letras,
PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re) escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o
sue ensino. São Paulo: Respel Ltda, 2000.
RANGEL, Mary. Dinâmicas de Leitura para sala de aula. RJ: Vozes, 1990.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática: ensino plural. São Paulo: Cortez, 2004.
VALENTE, André. Aulas de Português: perspectivas inovadoras. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.
ZILBERMAN, Regina; SILVA, Ezequiel Theodoro da. (orgs). Leitura: perspectivas interdisciplinares. São
Paulo: Ática, 1991.
ZILBERMAN, Regina. A leitura e o ensino da literatura. 2ª Ed. São Paulo: Contexto, 1991.
82
SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0. Natureza: Teórico-prático
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: Didática da Linguagem - Língua Portuguesa ou Didática da Linguagem - Língua Portuguesa e
Língua Inglesa ou Didática da Linguagem - Língua Portuguesa e Língua Espanhola.
Ementa:
Abordagem interdisciplinar de temas em educação, em ensino de língua portuguesa e de literatura brasileira.
Bibliografia
ALVES, Nilda; GARCIA, Regina Leite (Orgs). O sentido da Escola. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
CRUSOÉ, Nilma Margarida de Castro. Interdisciplinaridade: representações sociais de professores de
matemática. Natal: UFRG, 2010.
FAZENDA, Ivani Catarina A. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. São Paulo: Loyola, 1991.
JAPIASSU, Hilton. Um desafio à educação: repensar a Pedagogia Científica. São Paulo: Letras & Letras,
1999.
KLEIMAN B. Ângela. Leitura e Interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, SP:
Mercado de Letras, 1999.
LUCK, Heloisa. Pedagogia Interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológicos. Petrópolis, RJ: Vozes,
2002.
MORIN, Edgar. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez, Brasília, DF:
UNESCO, 2000.
PERRENOUD, Philippe; THURLER, Monica Gather (orgs). As competências para ensinar no século XXI: a
formação dos professores e o desafio da Avaliação. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
3.6.1.3.2 Área de Psicologia e Área de Educação (DFCH)
PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
Ministrante: Área de Psicologia
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 4.0.0. Natureza: Teórica
Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
Conceito e natureza da aprendizagem. Teorias da aprendizagem: abordagens comportamentalista,
cognitivista e sócio-histórica. Desenvolvimento e aprendizagem: pensamento e linguagem. Fatores
psicológicos presentes no processo ensino-aprendizagem.
POLÍTICA EDUCACIONAL ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA EDUCAÇÃO
Ministrante: Área de Educação
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 4.0.0. Natureza: Teórica
Horas/Aula: 60
83
Número máximo de alunos por turma: 30
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Ementa:
História e sociologia da política educacional brasileira. Política pública e legislação de ensino para a educação
básica. Diferenciais sociais e indicadores sócio-demográficos da educação brasileira
Bibliografia
CORTÉS, Martha C. H. “Influência do escolanovismo no Brasil (1930-1945): alguns comentários iniciais”. In.
SANFELICE, José L.; SAVIANI, Dermeval; LOMBARDI, José D. (orgs.). História da educação: perspectivas
para um intercâmbio internacional. Campinas (SP): Autores Associados, 1999. Cap. VI, p. 97-114.
DAVIES, Nicholas. O FUNDEF e o orçamento da educação: desvendando a caixa preta. Campinas (SP):
Autores Associados, 1999. (Cap. I, p. 03-35)
FREITAG, Bárbara. Escola, estado e sociedade. (3ª Edição). São Paulo: Moraes, 1980. (Cap. I, p. 15-72).
MEKSENAS, Paulo. Sociologia da educação: introdução ao estudo da escola no processo de transformação
social. São Paulo: Loyola, 1988. (Cap. I e II, p. 33-42)
NEVES, Lúcia M. W. (Org.). Educação e política no limiar do século XXI. Campinas (SP): Autores Associados,
2000. (Cap. VI, p. 147-182).
NEVES, Lúcia M. W. Educação e política no Brasil de hoje. 2ª Ed. São Paulo: Cortez. (Cap. I, p. 11-38).
PARO, Vitor H. Administração escolar: introdução crítica. 6ª Ed. São Paulo: Cortez, 1993. (Cap. I, p. 17-33).
PATTO, Mª Helena Souza. A Produção do fracasso escolar. São Paulo: T. A. Queiroz, 1990. (Primeira parte,
cap. I, p. 9-28).
ROMANELLI, Otaíza. História da educação no Brasil. 19ª Ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 1997. (Cap. II, p. 33-46).
SAVIANI, Dermeval. Política educacional no Brasil. 4ª Ed. Campinas (SP):Autores Associados, 1999.
SOUZA, José dos Santos. “A “Nova” cultura do trabalho e seus mecanismos de obtenção do consentimento
operário: os fundamentos da nova pedagogia do capital”. In: BATISTA, Roberto L. & ARAÚJO, Renan.
Desafios do trabalho: capital e luta de classes no século XXI. Londrina (PR): Práxis; Maringá (PR): Massoni,
2003. Pág. 173-200.
SOUZA, José dos Santos. Trabalho, educação e sindicalismo no Brasil – anos 90. Campinas (SP):
Autores Associados, 2002. (Cap. II, p. 71-126).
84
3.6.2 Estágio Curricular Supervisionado obrigatório
3.6.2.1 Disciplinas da Área de Metodologia e Prática de Ensino (DELL)
ESTÁGIO PESQUISA – LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELLL
Creditação: 0.0.2. Natureza: Estágio
Horas/Aula: 90
Número máximo de alunos por turma: 10
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa e Variação e Mudança Linguística
Ementa:
Abordagem e técnica de pesquisa em ensino de Língua Portuguesa. Concepção e organização da pesquisa
no âmbito do ensino de Língua Portuguesa. Metodologia de elaboração de projetos. Etnografia da escola.
Bibliografia
ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. 8ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.
ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de. Etnografia da prática escolar. Campinas, SP: Papirus, 1995.
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola,1998.
BIACHI, Anna Cecília de Moraes; ALVARENGA, Marina; BIACHI, Roberto. Manual de Orientação: Estágio
Supervisionado. São Paulo: Pioneira, 2001.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
CALVINO, Italo. Palomar. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
CERTEAU, M. A invenção do cotidiano. Petrópolis: Editora Vozes, 1994.
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. São Paulo: Editores Associados, 1996.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 8ª Ed. São Paulo: Cortez, 2001.
FAZENDA, Ivani (org.). Metodologia da pesquisa Educacional. 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 1994.
FAZENDA, Ivani (org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1992.
FOUCAULT, M. Arqueologia do Saber. Trad. Luiz Felipe Baeta Neves,. 7ª ed. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2008.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar Projetos de Pesquisa. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1991.
LUDKE, Menga (coord.). O professor e a pesquisa. 2ª Ed. Campinas, SP: Papirus, 2001.
LUDKE, Menga; ANDRÉ Marli Eliza Dalmazo Afonso de. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas.
São Paulo> EPU, 1986.
LUNA, Sérgio Vasconcelos de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 1999.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
VIANNA, Heraldo Marelim. Pesquisa em Educação – a observação. Brasília: Plano Editora, 2003.
ESTÁGIO EXTENSÃO - LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELLL
Creditação: 0.0.2. Natureza: Estágio
Horas/Aula: 90
Número máximo de alunos por turma: 10:
85
Prerrequisitos: Estágio de Pesquisa – Língua Portuguesa
Ementa:
Investigação da cultura escolar por meio da aplicação de instrumentos de pesquisa. Elaboração de artigo
técnico-científico. Elaboração de relatório de situações de ensino de língua portuguesa observadas.
Bibliografia
BRASIL, Secretaria de Ensino Médio. Parâmetros curriculares nacionais: linguagens, códigos e suas
tecnologias. .Ensino Médio. Salvador, 2000.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura (MEC). Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino
Fundamental. Brasília: 1998
CARRAVETTA, Luiza Maria. Métodos e Técnicas no ensino do Português. Porto Alegre. Mercado Aberto,
1991.
CHIAPPINI, Lígia.( coord. Geral) Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. (coordenadoras:
Helena Brandão e Guaraciaba Micheletti) São Paulo: Cortez, 2001.
FALCETTA, Antônio Paim (El al.]. Cem aulas sem tédio: sugestões práticas., dinâmicas e divertidas para o
professor. Santa Cruz: Editora IPR, 2008.
FERREIRA, Rozimar Gomes da Silva. A Língua Portuguesa no ensino médio público: reflexões. Viçosa,
MG: Ed. UFV, 2004.
MARCONDES, Beatriz et all. Como usar outras linguagens na sala de aula. São Paulo: Contexto,
2000.
NAPOLITANO, Marcos. Como usar a televisão na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999 (como usar
na sala de aula).
PIMENTA, Garrido Selma. O estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1992.
PIMENTA, Garrido Selma. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.
ROJO, Roxane (org.). A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. São Paulo: EDUC;
Campinas: Mercado de Letras, 2000.
SIGNORINI, I (Oug.) Gêneros catalizadores: letramento e formação do professor. São Paulo: Parábola
Editorial, 2006.
ESTÁGIO REGÊNCIA ENSINO MÉDIO EM LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELLL
Creditação: 0.0.2. Natureza: Estágio
Horas/Aula: 90
Número máximo de alunos por turma: 10
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Médio em Língua Portuguesa
Ementa:
Exercício de atividade docente no ensino médio, em língua portuguesa e respectivas literaturas.
Observação, co-participação e regência de classes em escolas públicas. Estágio de Projeto ou Estágio
regular no decorrer de uma unidade letiva.
Bibliografia
BRASIL, Secretaria de Ensino Médio. Parâmetros curriculares nacionais: linguagens, códigos e suas
tecnologias. .Ensino Médio. Salvador, 2000.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura (MEC). Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino
Fundamental. Brasília: 1998
CARRAVETTA, Luiza Maria. Métodos e Técnicas no ensino do Português. Porto Alegre. Mercado Aberto,
1991.
CHIAPPINI, Lígia.( coord. Geral) Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. (coordenadoras:
Helena Brandão e Guaraciaba Micheletti) São Paulo: Cortez, 2001.
86
FALCETTA, Antônio Paim (El al.]. Cem aulas sem tédio: sugestões práticas., dinâmicas e divertidas para o
professor. Santa Cruz: Editora IPR, 2008.
FERREIRA, Rozimar Gomes da Silva. A Língua Portuguesa no ensino médio público: reflexões. Viçosa,
MG: Ed. UFV, 2004.
MARCONDES, Beatriz et all. Como usar outras linguagens na sala de aula. São Paulo: Contexto,
2000.
NAPOLITANO, Marcos. Como usar a televisão na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999 (como usar
na sala de aula).
PIMENTA, Garrido Selma. O estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1992.
PIMENTA, Garrido Selma. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.
ROJO, Roxane (org.). A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. São Paulo: EDUC;
Campinas: Mercado de Letras, 2000. (Coleção As faces da Linguística Aplicada).
SIGNORINI, I (Oug.) Gêneros catalizadores: letramento e formação do profesor. São Paulo: Parábola
Editorial, 2006.
ESTÁGIO REGÊNCIA ENSINO FUNDAMENTAL EM LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELLL
Creditação: 0.0.2. Natureza: Estágio
Horas/Aula: 90
Número máximo de alunos por turma: 10:
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa
Ementa:
Exercício de atividade docente no ensino fundamental, em língua portuguesa. Observação, co-participação
e regência de classes em escolas públicas. Estágio na modalidade Regular no decorrer de uma unidade
letiva.
Bibliografia
AZEREDO, José Carlos de (org.). Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino. Petrópolis:
Vozes, 2000.
BAJAR, Elie. Ler e dizer: compreensão e comunicação do texto escrito. São Paulo: Cortez, 1994.
BERTI, Maria Helena Coelho. A leitura na escola: uma proposta sócio-construtivista. Texto xerocopiado.
CUNHA, M. I. O bom professor e a sua prática. Campinas: Papirus, 1990.
GERALDI, João Wanderley (org.). O Texto na sala de aula. São Paulo: Editora Ática, 1997.
__________ . Portos de passagem; 3 ed. São Paulo: Martins fontes, 1995.
MIRANDA, Regina Lúcia F. de. A língua portuguesa no coração de uma escola. São Paulo: Editora Ática,
1995.
NEDER, Maria Lúcia Cavalli. Concepções de linguagem e o ensino de língua portuguesa. IN Polifonia,
MS, 1993.
PENIN, S. Cotidiano e escola. São Paulo: Editora Cortez, 1989.
_____ . Aula: espaço de conhecimento, lugar de cultura, São Paulo: Papirus, 1994.
_____ . A professora e a construção do conhecimento sobre o ensino. Cadernos de Pesquisa, nº 92, São
Paulo: fundação Carlos Chagas, fevereiro, 1995.
PEY, M. O. A escola e o discurso pedagógico. São Paulo: Cortez, 1988.
PICONEZ, S. C. B. (org.) A prática de ensino e o estágio supervisionado. São Paulo: Papirus,
PIMENTA, Garrido Selma. O estágio supervisionado. São Paulo: Editora Cortez, 1992.
_______ . Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez Editora, 1999.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2000
REZENDE, R. Educação e sociedade: o ensino de línguas. Didática nº 28, São Paulo: UNESP, 1992.
SUASSUNA, L. Ensino da língua portuguesa: uma abordagem pragmática, São Paulo: Papirus, 1995.
87
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º e 2º graus.
4 ed. São Paulo:Cortez, 1998.
VALENTE, André. (org.). Aulas de português: perspectivas inovadoras. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1999. 1991.
ESTÁGIO EM ESPAÇOS COMUNITÁRIOS
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELLL
Creditação: 0.0.1. Natureza: Estágio
Horas/Aula: 45
Número máximo de alunos por turma: 10:
Prerrequisitos: : Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa e Metodologia do Ensino Médio
em Língua Portuguesa
Ementa:
Estágio de natureza extensionista, de intervenção pedagógica em espaços formais e não formais de
educação. Memorial da prática de ensino do licenciando.
Bibliografia
BRASIL, Secretaria de Ensino Médio. Parâmetros curriculares nacionais: linguagens, códigos e suas
tecnologias. .Ensino Médio. Salvador, 2000.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura (MEC). Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino
Fundamental. Brasília: 1998
CARRAVETTA, Luiza Maria. Métodos e Técnicas no ensino do Português. Porto Alegre. Mercado Aberto,
1991.
FALCETTA, Antônio Paim (El al.]. Cem aulas sem tédio: sugestões práticas., dinâmicas e divertidas para o
professor. Santa Cruz: Editora IPR, 2008.
MARCONDES, Beatriz et all. Como usar outras linguagens na sala de aula. São Paulo: Contexto,
2000.
NAPOLITANO, Marcos. Como usar a televisão na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999 (como usar
na sala de aula).
PIMENTA, Garrido Selma. O estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1992.
PIMENTA, Garrido Selma. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.
ROJO, Roxane (org.). A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. São Paulo: EDUC;
Campinas: Mercado de Letras, 2000. (Coleção As faces da Linguística Aplicada).
SIGNORINI, I (Org.) Gêneros catalizadores: letramento e formação do profesor. São Paulo: Parábola
Editorial, 2006
3.6.3 DISCIPLINAS OPTATIVAS
3.6.3.1 Disciplinas optativas de fundamentos teórico-práticos e instrumentais necessários à formação
científica e cultural específica em Letras
88
3.6.3.1.1 Área de Língua Portuguesa e Linguística (DELL)
AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Aquisição da Linguagem. Código:
Ementa:
A aquisição da linguagem como lugar de questionamentos dirigidos às teorias linguísticas. A infância e a
aquisição da linguagem. Questões teóricos-metodológicas para a pesquisa em aquisição da linguagem.
A eleição do erro na fala/escrita no estudo da relação da criança com a língua. Fala e escrita inicial da
criança: em torno do conceito de heterogeneidade e do “infantil”. A mudança em aquisição como efeito
de funcionamento da língua.
Bibliografia:
ALBANO, E. Da fala à linguagem tocando de ouvido. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
___________."O Psicolinguista ressurreto". In: Aquisição da linguagem. Uberaba: Curso de Letras do
Centro de Ciências Humanas e Letras, 1985.
CATACH, N. (Org.). Para uma teoria da língua escrita. São Paulo: Ática, 1996.
CORREA, Letícia M. S. Aquisição da linguagem: uma retrospectiva dos últimos trinta anos. D.E.L.T.A. vol
l5, n° especial (339-383), 1999.
CULLER, J. As Ideias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1976.
FOCAULT, M. Isto não é um cachimbo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. JAKOBSON, R. Linguística e
comunicação. São Paulo: Cultrix .s/d.
LEMOS, C. T. "Sobre a aquisição da escrita: algumas questões". In: ROJO, R. (Org.)
Alfabetização e letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
___________."Sobre o ensinar e o aprender no processo de aquisição de linguagem". In: Cadernos de
estudos linguísticos. Campinas(22) (149-152) Jan/Jun 1992.
___________.Los Processos Metaforicos y Metonímicos como Mecanismos de Cambio. Substratum 1 (
121-135), 1992.
LIER-DE-VITTO, M.F. Os Monólogos da criança: delírios da língua. São Paulo:
Educ/Fapesp.s/d
LOPES, RUTH. "O Tempo sou eu quando fico grande". In: Cadernos de estudos linguísticos n° 38 (5158), 1998.
MANNONI, O. Um Espanto tão intenso. O Riso e a morte. 1997.
MATA, S.B.V. "Letra a letra". In: Leitura. Revista do Programa de Pós-graduação em Letras. 1997.
___________.Representação e linguagem: as perspectivas psicológica e psicanalítica.
Mimeo: inédito.s/d
PEREIRA DE CASTRO (Org.). O Método e o dado no estudo da linguagem. Campinas: EDUCAMP.s/d
__________.Aprendendo a argumentar. Um Momento na construção da linguagem.
Campinas: EDUCAMP, 1996.
PIATELLI PALMARINI (Org.). Teorias da linguagem, teorias da aprendizagem. O
Debate entre Jean Piaget e Noam Chomsky.s/d
SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1979.
AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
89
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Aquisição da Linguagem. Código:
Ementa:
Estudo da relação oralidade/escrita e das tipologias textuais, a partir do exame de práticas escolares.
Histórias da leitura. Práticas discursivas, leitura e escrita. Relação entre leitura e produção escrita. As
relações entre a fala, o desenho e a escrita. Aquisição de escrita e (inter)textualidade. A emergência do
estilo na aquisição da escrita.
Bibliografia:
BRANDÃO, H. M. (1999). Gêneros do discurso na escola. São Paulo: Cortez Editora.s/d
ONCKART, J-P. (1999). Atividade de linguagem, textos e discursos. São Paulo:
EDUC.s/d
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1995. CHARTIER, R. (Org.).
(1996). Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade.s/d
___________.(2002). Os Desafios da escrita. São Paulo: Editora UNESP.s/d
COOK-GUMPERZ, Jenny. A Construção social da alfabetização. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1991.
KLEIMAN, A. (Org.). Os Significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras,
1995.
GERALDI, J. W. (1991). Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes Ed.
GNERRE, M. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1985.
KOCH, I. G.V. “Aquisição da escrita e textualidade”. In: Cadernos de estudos linguísticos, 29. Campinas,
SP: Unicamp, 1995.
KRESS, G. Before Writing. Rethinking the Paths to Literacy. London & New York:
Routledge, 1997.
LEMLE, Miriam. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática.s/d.
MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
MELO, O. C. Alfabetização e trabalhadores. O Contraponto do discurso oficial.
Campinas, SP/Goiânia, GO: Ed. Unicamp/Ed.UFG, 1997.
MITTICHELL, C. Rewriting Literacy. Toronto: OISE Press, 1991.
OLSON, D. The World on Paper. Cambridge: Cambridge University Press, 1994 OLSON, D. & N.
Torrance (Eds.). Cultura, escrita e oralidade. São Paulo: Ática, 1995. SIGNORINI, L (Org.). Investigando a
relação oral/escrito. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2001.
SCARPA, Ester Mirian. Aquisição da linguagem oral e escrita: continuidade ou ruptura. Estudos
Linguísticos XIV, 118-128, 1987.
POSSENTI, S. (1988). Discurso, estilo e subjetividade. S. Paulo: Martins Fontes. 2002.
AQUISIÇÃO DA MODALIDADE ESCRITA DO PORTUGUÊS POR SURDOS
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Libras I.
Ementa:
Estudo do processo de aquisição da modalidade escrita do português por surdos – Surdez e bilinguismo.
Aquisição de segunda língua e aquisição da escrita. A modalidade escrita do português como segunda
língua para os brasileiros surdos.
Bibliografia:
CORREIA, C.M. e FERNANDES, E. Bilinguismo e surdez: a evolução dos conceitos no domínio da
90
linguagem. In: E. FERNANDES (Org.), Surdez e bilinguismo. Porto Alegre, Mediação, p. 7-25. 2005.
FERNANDES, E. Linguagem e surdez. Porto Alegre, Artmed. 2003. 155 p.
GIORDANI, L.F. Encontros e desencontros da língua escrita na educação de surdos. In: A.C.B. LODI et
al. (orgs.). Leitura e escrita no contexto da diversidade. Porto Alegre, Mediação, p. 73-85. 2004.
KARNOPP, L. Língua de sinais e língua portuguesa: em busca de um diálogo. In:
KATO, M. A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. 5ª ed. São Paulo: Ática. 1995.
2003.
KATO, M. A. A gramática do letrado: questões para a teoria gramatical. In: MARQUES M.A. et al. (Orgs.).
Ciências da Linguagem: 30 anos de investigação e ensino. Braga: CEHUM (Universidade do
Minho), 2005, v , p. 131-145.
QUADROS, R.M. Educação de surdos: A aquisição da linguagem. Porto Alegre, Artmed, 128 p. 1997.
QUADROS, R. M. de Aspectos da sintaxe e da aquisição da língua de sinais brasileira. Porto Alegre:
Letras de Hoje, v. 110, p. 125-146, 1997b
PEREIRA, M.C. 2003. Papel da língua de sinais na aquisição da escrita por estudantes surdos. In: A.C.B.
LODI et al. (orgs.), Letramento e minorias. Porto Alegre, Mediação, p. 47-55.
CONSTITUIÇÃO HISTÓRICA DA LÍNGUA ESPANHOLA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Número máximo de alunos por turma: 60
Prerrequisitos: Linguística Histórica
EMENTA
Interpretar das principais mudanças fonéticas e morfossintáticas sofridas pelo Latim, resultando na
constituição da língua castelhana (espanhola).
Bibliografia
ALONSO, Emílio Ridruejo. Las estruturas gramaticales desde el punto de vista histórico. Madrid: Editorial
Sintesis, 1989.
LLEAL, Coloma. A formação das línguas românicas peninsulares. Barcelona: Barcanova: 1990.
LÜTKE, Helmut. História del léxico românico. Madrid: Gredos, 1974.
COROMINAS, Joan. Breve diccionário etimológico de la lengua castellana.Tercera edición muy revisada y
mejorada. GREDOS.1987.
ALONSO, Amado. De la Pronunciación Medieval a la Moderna en Español. Ultimado y dispuesto para la
prenta por LAPESA, Rafael. Biblioteca Románica hispa´nica. Ed. GREDOS, S.A.
1969.
ALVAR, Manuel. Estruturalismo, geografia lingüística y dialectologia actual. 2. ed. Madrid: Gredos, 1973.
MATEOS, Agustin. Etimologias latinas del español. Mexico, Editorial Esfinge, 1952.
MAURER JR. Theodore Henrique. A unidade da românia ocidental. São Paulo: Universidade de São
Paulo, Faculdade de Filosofia Ciência e Letras, Filologia Românica n.2, Boletim 126, 1951.
DISCURSO E ARGUMENTAÇÃO
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Ementa:
Teorias da argumentação e a Arte Retórica de Aristóteles. Enunciação, argumentação e interdiscurso.
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Análise de Discurso. Código:
91
Bibliografia:
ARISTÓTELES. Retórica. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda,1998. PERELMAN, C.H. O Império
retórico. Porto: Edições ASA, 1993.
ANSCOMBRE, JC. e DUCROT, O. L'argumentation dans la Langue. Bruxelas: Pierre
Madraga, 1983.
EGES, E. Grammaire du Discours Argumentatif. Paris: Kimé, 1994.
REBOUL, O. Introdução à retórica. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
BAKTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. MAINGUENEAU, M. "El Ethos y
la voz de 10 escrito" In: Version no. 6. México:
Universidad Autônoma Metropolitana, 1996, pp. 79-91.
Novas tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes, 1987.
BRANDÃO, M. H. N. "Pragmática e linguística: delimitações e objetivos". In Mosca, L. S. (Org.). Retóricas
de ontem e de hoje. São Paulo: Humanitas, 1997, pp. 161-182.
MOSCA, L. S. (Org.). "Velhas e novas retóricas: convergência e desdobramentos". In: MOSCA, L. S.
(Org.). Retóricas de ontem e hoje. Humanitas, São Paulo, 1997.
BARTHES, R. "A Retórica antiga". In: Cohen, J. et al. Pesquisas de retórica. Petrópolis: Vozes, 1975.
EGGS, E. (1994). Grammaire du discours argumentatif. Kimé, Paris.s/d
GRACIO, R. A. (1993). Racionalidade argumentativa. Edições Asa, Porto.s/d
PERELMAN, C. & OLBRECHTS-TYTECA (1996). Tratado da argumentação. São
Paulo, Martins Fontes.
PLATÃO (1970). Górgias. São Paulo: Difusão Européia do Livro.s/d
PLANTIN, C. (1990). "Argumentation et Situation, dans le Discours, dans la Langue". In: PIantin, C.
Essais sur l'argumentation. Paris: Kimé p. 11-52. s/d
DISCURSO E SUBJETIVIDADE
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Análise de Discurso
Código:
Ementa:
A noção de sujeito e os estudos da linguagem: Teorias da Enunciação, Pragmática e
Análise de Discurso. Sujeito e Texto. Sujeito e Autoria. Sujeito, escrita e oralidade.
Bibliografia:
ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. Rio de Janeiro: Editora Tecnoprint, s/d.
BIRMAN, J. Freud e a interpretação psicanalítica. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1989.
BARTHES, R. “A Retórica antiga”. In: Cohen, J. (e outros). Pesquisa de retórica. Petrópolis: Vozes, 1975,
pp. 147-225.
CORACINI, M. J. (Org.). Interpretação, autoria e legitimação do livro didático.
Campinas: Pontes, 1999.
__________.M. J. (Org.). Discurso e identidade: (des)construindo subjetividades.
Campinas/Chapecó: Editora da Unicamp/Argos, 2003.
__________.M. J. & Bertoldo, E. S. (Orgs.). O Desejo da teoria e a contingência da prática. Campinas:
Mercado de Letras, 2003.
CHARTIER, R. "Figuras do autor". In: A Ordem dos livros. Brasília: Editora da UnB.s/d.
COMPAGNON, A. "O autor". In: O Demônio da teoria. Belo Horizonte, Editora da UFMG.s/d
DE CERTEAU M. A Invenção do quotidiano. Petrópolis: Vozes, 1990.
DERRIDA, J. “Des Tours de Babel". In: Difference in Translation. ComeU University
92
Press. 1985.
__________.A Farmácia de Platão. São Paulo: Illuminuras, 1991.
__________Le Monolinguisme de I'Autre. Paris: Galilée, 1996.
ECO, U. Interpretação e superinterpretação. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
FAITA, Daniel. "A Noção de gênero discursivo". In: Bakhtin: uma mudança de paradigma. In: BRAIT, B.
(Org.). Bakhtin, dialogismo e construção do sentido. Campinas: Ed. da Unicamp.s/d
FIORIN, J. L. (1996). As Astúcias da enunciação. S. Paulo: Ática, 1996.
FOUCAULT, M. (1969). O que é um autor. Passagens, 1995.
FOUCAULT, M. Nietzsche, Freud & Marx. São Paulo: Princípio, 1997.
KLEIMAN, A. Texto e leitor - aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1989.
GUIMARÃES, E. "O Sujeito e os estudos da significação na década de 70 no Brasil". In: Estudos
Enunciativos no Brasil. História e perspectivas. Campinas, Pontes/FAPESP, 2001.
GOMES, I. Z. Terra & subjetividade. Curitiba: Criar Edições, 2002.
GRANGER, G. G. "Língua e sistemas formais". In: Sumpf et al. Filosofia da linguagem. Coimbra: Livraria
Almedina.
__________.G. G. (1968). Filosofia do estilo. S. Paulo: Perspectiva-Edusp, 1990.
GUIRAUD, P. (1954). A Estilística. S. Paulo: Mestre Jou.s/d
LAPA, Rodrigues M. Estilística da língua portuguesa. S. Paulo: Martins Fontes.
MAINGUENEAU, D. (1984). "Du Discourse à la Pratique Discoursive". In: Geneses du
Discours. Bruxelles: Mardaga, 1984.
__________."O Ethos". In: O Contexto da obra literária. S. Paulo: Martins Fontes, 1993.
__________. “El Ethos y la Voz de 10 Escrito”. In: Versión. México: UAM, 1996.
MATTOSO Câmara, Jr. Ensaios machadianos. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1979.
MORAES, J. A Arte de ler. São Paulo: Editora da UNESP, 1996.
ORLANDI, E. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. São
Paulo: Editora Vozes, 1996.
__________."Nem escritor, nem sujeito: apenas autor". In: Discurso e leitura. S.
Paulo/Campinas: Cortez/Editora da Unicamp, 1987.
PÊCHEUX, M. “Lecture et Mémoire: projets de Recherche” In: L'Inquiétude du Discours.Paris: Editions du
Cendres.1990.
__________.Discurso: estrutura ou acontecimento? Campinas: Pontes Editores, 1990. RICOUER, P.
Interpretação e ideologias. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves
Editora S/A, 1990.
PERELMAN, Ch. e OLBRECHTS-TYTECA. Tratado de argumentação - a nova
retórica. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
PLATÃO. Górgias ou a oratória. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1970. POSSENTI, S. (1988).
Discurso, estilo e subjetividade. S. Paulo, Martins Fontes.s/d
__________.(2002). Indícios de autoria.s/d
SILVA, M. C. F. “Polifonia, nome de autor e questão de autoria”. In: Revista
Iberoamericana Discurso y Sociedad. Barcelona, n 2, 2002.
INTRODUÇÃO À PESQUISA EM ESTUDOS LINGUÍSTICOS
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos.
Código:
Ementa:
Estudo das diferentes teorias do campo social na história, visando à perspectiva dos estudos da
linguagem: estudos de História da Ciência relativos ao surgimento, desenvolvimento e institucionalização
93
do campo das Ciências Humanas em geral e da Linguística em particular; reflexão sobre a constituição do
objeto científico e especificamente do fato linguístico como objeto de investigação.
Bibliografia:
AUROUX, S. A Revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Ed. da UNICAMP, 1992.
____________.Filosofia da linguagem. Campinas: Ed. da UNICAMP, 1998.
BANKS-LEITE, L. A Educação de um selvagem. São Paulo: Cortez, 2000.
CARR, E. Que é história? Rio de Janeiro: 1982.
CERTEAU, M. De. L'Écriture de l'Histoire. Paris, Gallimard, 1975.
DÍAZ, E. La Ciencia y el Imaginario Social. Buenos Aires: Biblos, 1998. DOMINGUES, I. O Grau zero do
conhecimento. O Problema da fundamentação das
ciências humanas. São Paulo: Loyola, 1991.
FOUCAULT, M. As Palavras e as coisas. São Paulo: Brasiliense, 1990.
FUNARI, P. Antiguidade clássica. A História e a cultura a partir dos documentos.
Campinas: Ed. da UNICAMP, 1996.
GIDDENS, A. & I. TURNER Teoria social hoje. São Paulo: Unesp, 1999. GOLDMANN, L. Ciências
humanas e filosofia. São Paulo: Difel, 1986.
GUIMARÃES, E. Sinopse dos estudos de português no Brasil. Língua e cidadania. Campinas: Pontes,
1996.
HENRY, P. (1977). A Ferramenta imperfeita. Campinas: Ed. da UNICAMP, 1992.
____________."A História existe?". In: Gestos de leitura. Campinas: Ed. da UNICAMP, 1994.
JAPIASSU, H. Introdução às ciências humanas. São Paulo: Letras & Letras, 1994.
____________.Nascimento e morte das ciências humanas. Rio de Janeiro: 1982.
OLIVEIRA, P. de Salles (Org.). Metodologia das ciências humanas. São Paulo: Editora UNESP/HUCITEC,
1998.
ORLANDI, E. P. O que é a linguística? São Paulo: Brasiliense, 1986.
TARALLO, F. A Pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 1985.
VEYNE, P. O Inventário das diferenças. São Paulo: Brasiliense.
LATIM MEDIEVAL E RENASCENTISTA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos.
Código:
Ementa:
Estudo das estruturas morfossintáticas do latim a partir de textos medievais elementares. Fenômenos de
derivação e composição na formação do léxico do latim ao português arcaico e do português arcaico ao
moderno.
Bibliografia:
ALENCAR, José Arraes. Vocabulário latino por famílias etimológicas. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1944.
BARDON, H. Explications latines de licence et d’agrégation. Paris: Vuibert, 1954.
BORCIEZ, Édouard. Le latin. In: __________. Elements de Linguistique Romane.Paris: Klincksieck,
1956, p. 25 - 130.
BRÉAL, J. ; BALLY, A. Les mots latins. Paris: Hachette, 1908.
DESESSARD, Charles. Le latin sans peine. 4.ed. France: Assimil, 1966.
DUMAINE, Ch. Le latin en 15 leçons. Paris: Tralin, 1912.
GUASCH, A. Gramática Latina. Buenos Aires: Seminário Metropolitano, 1948.
94
MEISSNER, C. Phraséologie latine. Trad. Charles Pascal. Paris: Klincksieck, 1942.
RAMALHO, Américo da Costa. Latim Renascentista em Portugal. Coimbra: Junta Nacional de
Investigação Científica e Tecnológica/Fundação Calouste Gulbenkian, 1994.
RIEMANN, Othon; GOELZER, Henri. Grammaire latine complete.Paris: Boulevard Saint-Michel, 1947.
SAVI-LOPEZ, Paolo. El latin. In : __________. Orígenes neolatinos. Madrid : Labor, 1935, p. 112-167.
SERBAT, Guy. Cas e fontions : étude des principales doctrines casuelles du Moyen Age à nos jours.
Paris : Presses Universitaires de France, 1981.
SILVA NETO, Serafim. Fontes do latim vulgar. Rio de Janeiro : Nacional, 1946.
STECKER, K. Introduction à l’Étude Du Latin Mediéval. Paris : Gand, 1933.
WALTZ, René. Manuel de thème latin. Paris : Klincksieck, 1948.
LINGUÍSTICA E SEMIÓTICA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Linguagem Código:
Ementa:
Estudos de modelos de interpretação linguística e semiótica.
Bibliografia:
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1992. BARROS, D.L.P. Teoria
semiótica do texto. São Paulo: Ática, 1990.
BARTHES, R. A Câmara clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
__________.Elementos de semiologia. São Paulo: Cultrix, 2001.
__________.O Óbvio e o obtuso. Rio de Janeiro: Nova fronteira, 1990.
BERGER, J. (1999). Modos de ver. Rio de Janeiro: Rocco.
DEEL Y, J. (1990). Semiótica básica. São Paulo: Ática.
DIONÍSIO, A.P., MACHADO, AR, BEZERRA, M. A. (Orgs.). Gêneros textuais e
ensino. São Paulo: Lucema, 2002.
DONDIS, D. A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991. DUBOIS, P. O Ato
fotográfico e outros ensaios. São Paulo: Campinas, 1994.
EPSTEIN, I. O Signo. São Paulo: Ática, 1991.
FERRARA, L. D. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 1991.
GREIMAS, A J. e COURTÉS, J. Dicionário de semiótica. São Paulo:
Perspectiva. 1995.
HJELMSLEV, L.T. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo:
Perspectiva. 1975.
MACHADO, I. A. Analogia do dissimilar. São Paulo: Perspectiva. 1989.
MARTIN, B. Dictionary of Semiotics. London: Cassel. 1999.
PLAZA, J. Tradução intersemiótica. São Paulo: Perspectiva. 1994.
PEIRCE, C. S. Semiótica. São Paulo: Perspectiva. 1990.
SANTAELLA. Cultura das Ídias. São Paulo: Experimento. 1996.
__________. Matrizes da linguagem e do pensamento. São Paulo: Iluminuras. 2002.
NOTH, W.Imagem. São Paulo: Iluminuras. 1999.
__________. A Teoria dos signos. São Paulo: Ática. 1995.
__________. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense. 1992.
SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix. 1988.
VILCHES, L. La Lectura de la imagen. Barcelona: Piados. 1984.
LINGUÍSTICA E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO
95
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos de Textos Orais e Escritos Código:
Ementa:
Usos e funções de novas tecnologias no processamento do texto. Hipertextos.
Bibliografia:
CANALS, Isidre. Introdución al Hipertexto como Herramienta General de Información Concepto, Sistemas y
Problemática. Revista Española de Documentación Científica, v.13, n.2, p. 685-709, Abr./Jun.1990.
D'IPOLITTO, C. Hipertexto, uma visão geral. Boletim técnico do Senac. v.16, n.l, p.7
33, Jan./Abr., 1990.
FREITAG, Bárbara. “O Lugar do livro na era eletrônica”. In: Tecnologia educacional.
v.28, n.150-151,jul.2000, p.86-87.
LÉVY, Pierre. As Tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1994.
LÉVY, Pierre. A Inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Edições Loyola, 1998.
LITWIN, Edith. Tecnologia educacional: políticas, histórias e propostas. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1996.
SANTOS, Diana. 2001. "O Projecto processamento computacional do Português:
balanço e perspectivas". In: Actas do V Encontro para o Processamento Computacional da Língua Portuguesa
Escrita e Falada (PROPOR'2000), Atibaia, São Paulo, Brasil (19 a 22 de Novembro de 2000), pp.105-113.
__________."Introdução ao processamento de linguagem natural através das aplicações". In: Tratamento das
línguas por computador. Uma introdução à linguística computacional e suas aplicações. Lisboa: Caminho,
2001. pp.229-259.
VILAN FILHO, I. L. V. Hipertexto; visão geral de uma nova tecnologia. Ciência da informação. Brasília, v.23,
n.3, p. 295-308, set./dez. 1994.
VIElRA, R. e Lima, V. L. S. R. et al (2000). Extração de sintagmas nominais para o processamento de coreferência. Anais do V Encontro para o processamento computacional da língua portuguesa escrita e falada.
PROPOR 19-22. Novembro, Atibaia SP: 2000.
__________. “Linguística computacional: princípios e aplicações”. In: As Tecnologias
da informação e a questão social. Anais. Carlos Eduardo Ferreira (Ed.). Fortaleza:
SBC. (v.2). 2001.pgs 47-88.
SEMÂNTICA E SINTAXE
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Ementa:
Estudos sobre relações entre estrutura sintática e interpretação semântica: dêixis, tempo, aspecto;
modificação, modalização, quantificação; determinação, indeterminação; paráfrase.
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Significação
Código:
Bibliografia:
CASTILHO, C.M. M. "Quantificadores indefinidos". In: Castilho, A .T. (Org.). Gramática do português
falado. Vol. III. Campinas: Ed. da Unicamp, 1993.
CASTILHO, A .T. "Advérbios modalizadores". In: Ilari, R. (Org.) Gramática do
português falado. Vol II. Campinas: Ed. da Unicamp, 1996.
96
DUCROT, Oswald. Princípios de semântica linguística. São Paulo: Cultrix, 1977.
___________.“Referente”. In: Enciclopédia Einaudi. Vol. 2. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda.
p.418-421, 1984.
___________.O Dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987.
FREGE, Gottlob. "Sobre o sentido e a referência". In: Lógica e dilosofia da linguagem. São Paulo: Cultrix.
P.59-86, 1978.
FUCHS, Catherine. “As Problemáticas enunciativas: esboço de uma apresentação histórica e crítica”. In:
ALFA, 29. São Paulo, UNESP, p.I11-129, 1985.
GUIMARÃES, Eduardo RJ. Textos e argumentação. Um Estudo de conjunções do
português. Campinas: Pontes, 1987.
___________.Os Limites do sentido. Campinas: Pontes, 1995.
HILGERTO, J.C. "As Paráfrases na construção do texto falado: o caso das paráfrases em relação
paradigmática com suas matrizes." (1996). In: KOCK, G.V. Gramática do
português falado. Vol. VI. Campinas: Ed. da Unicamp, 1996.
KEMPSON, R Teoria semântica. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
ILARI, R & W. GERALDI. Semântica. São Paulo: Ática, 1985.
LYONS, J. Linguagem e linguística. Uma Introdução. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 1982.
__________. Semântica I. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1977.
__________. Semantics II. Cambridge University Press, 1977.
MIOTO, C.; SILVA, M. C.F.; LOPES, R.E.V. Manual de sintaxe. Florianópolis: Ed.
Insular, 1999.
NEVES, M.H.M. "Os Advérbios circunstanciais de lugar e tempo". In: ILARI, R. (Org.). Gramática do
português falado. Vol. 11. Campinas: Ed. da Unicamp, 1996.
__________."A Modalidade". In: KOCK I.G.V. (Org.). Gramática do português falado.
V 01. VI. Campinas: Ed. da Unicamp, 1996.
SEARLE, J. Os Atos da fala. Coimbra: Almedine, 1981.
VOGT, Carlos. O Intervalo semântico. São Paulo: Ática, 1977.
__________. Linguagem, pragmática e ideologia. São Paulo: Hucitec, 1980.
SOCIO-HISTÓRIA DO PORTUGUÊS DO BRASIL
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Linguagem . Código:
Ementa:
Constituição sócio-história da língua Portuguesa no Brasil a partir da análise dos papéis dos elementos
europeu, africano e indígena. Hipóteses sobre as mudanças no Português do Brasil: evolucionista,
crioulista e internalista (a deriva secular). O português culto e o português popular do Brasil:
características. Vertentes de pesquisas sobre o Português do Brasil.
Bibliografia:
CASTILHO, Ataliba T. de. Gramática do Português Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010.
CHAVES DE MELO, Gladstone. A Língua do Brasil. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 1946.
CUNHA, Celso. Língua portuguesa e realidade brasileira. 6.ed. atualizada. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1976.
ELIA, Sílvio. A unidade lingüística do Brasil: condicionamentos geo-econômicos. Rio de Janeiro: Padrão,
1979.
FAUSTO, Boris. História concisa do Brasil. São Paulo: Edusp/ Imprensa Oficial, 2001.
HOUAISS, Antônio. O português no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Revah, 1992.
97
MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. O português são dois. São Paulo: Parábola, 2004.
MELO, Gladstone Chaves de. A língua do Brasil. Rio de Janeiro: Agir, 1971 [1946].
PINTO, Edith Pimentel. O Português do Brasil: textos críticos e teóricos. São Paulo: EDUSP, 1978, 2v.
SILVA NETO, Serafim da. História da língua portuguesa. 5 ed. Rio de Janeiro: Presença, 1988 [1957].
TEYSSIER, Paul. História da Língua Portuguesa. Trad. Celso Cunha. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
TEORIA GRAMATICAL
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0.Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Sintaxe II.
:
Ementa:
Das regras aos princípios e parâmetros.
Concepções de língua e de gramática. O modelo de Princípios e Parâmetros: forma e funcionamento da
gramática, níveis de representação, restrições sobre as derivações e as representações, o lugar da
variação, consequências para uma concepção de diacronia e de aquisição da linguagem.
Bibliografia:
CHOMSKY, N. Knowledge of Language: its nature, origin and use. New York: Praeger, 1986. 323 p.
CHOMSKY, N. Lectures on Government and Biding. Dordrecht: Foris Publications; 1981. 371p.
CHOMSKY, N. and LASNIK. “Principie and parameters theory”. In: Syntax: an International Handbook of
Contemporary Research. Ed. J. Jacobs, A. von Stechow, W. Stemefeld, and T. Vennemann, 506-569.
Walter de Gruyter, Berlin/New York, 1993.
HAEGEMAN, L. Introduction to Government and Binding Theory. Cambridge: Blackwel, 1991.
LOBATO, L. 1986. Sintaxe gerativa do português. Belo Horizonte: Vigília, 1986.
MIOTO, C. et al. Novo Manual de Sintaxe. Florianópolis: insular, 2004. 280p.
NAPOLI, D. 1996. Linguistics. Oxford University Press, New York ( capa ), 1996.
RAPOSO, E. P. Teoria da gramática: a faculdade da linguagem. 23 edição. Lisboa: Caminho, 1992. 527p.
RUWET, N. Introdução à Gramática Gerativa. Tradução e adaptação - C. Vogt. São Paulo: Perspectiva,
2001. 357p.
TÓPICOS DE ANÁLISE DA CONVERSAÇÃO I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos de Textos Orais e Escritos Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Análise da Conversação.
Bibliografia:
MARCUSCHI, Luiz A. A Progressão referencial na fala e na escrita. Mímeo. 1999.
____________. O Barco textual e suas âncoras. Mímeo.s/d
____________. Cognição, explicitude e autonomia no texto falado e escrito. Mímeo.s/d
____________. “A Língua falada e o ensino de português”. In: N. B. Bastos (Org.). Língua: história,
perspectivas, ensino. São Paulo: EDUC, PUC-SP, 1998, pp. 101-119.
98
KOCH & BARROS (Orgs.). Tópicos em linguística de texto e análise da conversação. Natal: Edufurn,
1997. p. 156-174.
MARSLEN- WILSON, W.E. & L.K.TYLER. "Producing Interpretable Discourse: the
Establishment and Maintenance of Reference". In: JARVELLA & KLEIN. Speech,
Piace, and Action. John Wiley and Sons. 1982.
TÓPICOS DE ANÁLISE DA CONVERSAÇÃO II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos de Textos Orais e Escritos. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Análise da Conversação.
Bibliografia:
MARCUSCHI, Luiz A. A Progressão referencial na fala e na escrita. Mímeo. 1999.
____________. O Barco textual e suas âncoras. Mímeo.s/d
____________. Cognição, explicitude e autonomia no texto falado e escrito. Mímeo.s/d
____________. “A Língua falada e o ensino de português”. In: N. B. Bastos (Org.). Língua: história,
perspectivas, ensino. São Paulo: EDUC, PUC-SP, 1998, pp. 101-119.
KOCH & BARROS (Orgs.). Tópicos em linguística de texto e análise da conversação. Natal: Edufurn,
1997. p. 156-174.
MARSLEN- WILSON, W.E. & L.K.TYLER. "Producing Interpretable Discourse: the
Establishment and Maintenance of Reference". In: JARVELLA & KLEIN. Speech,
Piace, and Action. John Wiley and Sons. 1982.
TÓPICOS DE ANÁLISE DE DISCURSO I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Análise de Discurso Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Análise de Discurso.
Bibliografia:
ALTHUSSER, L. Ideologia e aparelhos ideológicos do estado. Presença, Lisboa:1974. ANGENOT, M. "Le
Discours social: problematique d'ensemble". In: Cahiers de
Recherche Sociologique. Vo1. 2, n°1. Biblioteque Nationale du Québec, 1984.
____________.Freud e Lacan. Marx e Freud. Graal, Rio de Janeiro, 1984.
____________.Pour Marx. Maspero, 1966 (laed. 1965).
BADIOU, A. & ALTHUSSER, L. Materialismo histórico e materialismo dialético.
Global, 1979.
BAUDRILLARD, J. A l'ombre des Majorités Silencieuses; la Fin du Social. Paris:
UGBiations, 1982.
COURTINE, J-J. Analyse du Discours Politique (le discours cominuniste adressé aux chrétiens).
Langages 62, 1981.
EDELMAN, B. Le Droit Saisi par la Photografie. Paris: Maspero, 1973.
FOUCAULT, M. A Arqueologia do saber. Vozes, Petrópolis: 1972.
FREUD, S. A Denegação. G.W.XIV.s/d
GADET, F. & HAK, T. (Orgs.). Por uma análise automática do discurso. Uma
99
Introdução à obra de Michel Pêcheux. Campinas: Unicamp, 1990.
GADET F. & PÊCHEUX, M. La Langue Introuvable. Maspero, Paris: 1981. HAROCHE, C. Querer dizer,
fazer dizer. Hucitec, 1992.
LACAN, J. O Seminário - Livro 1: os escritos técnicos de Freud: 1953-1954. Zahar, 1979.
HYPPOLITE, Jean. “Denegação de Freud”. In: Escritos.Perspectiva, 1978.
MIALLE, M. Une Introduction Critique au Droit. Maspero, Paris: 1980. MAINGUENEAU, D. Novas
tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes
Editora da Unicamp, 1987.
____________. Geneses du discours. Bruxelles, Mardaga, 1984.
MAINGUENEAU, D. Sénianlique de la Polémíque. Lausanne: L' Age d'Homme.
____________. "Delimitações, inversões, deslocamentos". In: Cadernos de estudos linguísticos.
Campinas (19):7-24, jul./dez. 1990.
ORLANDI, E. As Formas do silêncio. Campinas: Unicamp, 1992.
PÊCHEUX, M. (1975). Semântica e discurso. Campinas: Editora da Unicamp, 1990.
__________. (1983). O Discurso: estrutura ou acontecimento. Pontes, Campinas, 1990.
POSSENTI, S. Teoria do discurso: um caso de múltiplas rupturas. s/d.
__________.Sobre a leitura: o que diz a análise do discurso. In.: MARINHO, Marildes (Org.).s/d
__________.Ler e navegar: espaços e percursos da leitura. Campinas: Mercado de Letras, 2001. p.19-30.
__________.Os Limites do discurso. Curitiba: Criar Edições, 2002.
SILVA, M. C. F. “A Relação do materialismo histórico com a psicanálise e suas implicações para a AD”.
In: Revista letras. Curitiba: UFPR, 2000. p.235.254.
TÓPICOS DE ANÁLISE DE DISCURSO II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Análise de Discurso Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Análise de Discurso.
Bibliografia:
ALTHUSSER, L. Ideologia e aparelhos ideológicos do estado. Presença, Lisboa:1974. ANGENOT, M. "Le
Discours Social: Problematique d'ensemble". In: Cahiers de
Recherche Sociologique. Vo1. 2, n°1. Biblioteque Nationale du Québec, 1984.
____________.Freud e Lacan. Marx e Freud. Graal, Rio de Janeiro, 1984.
____________.Pour Marx. Maspero, 1966 (laed. 1965).
BADIOU, A. & ALTHUSSER, L. Materialismo histórico e materialismo dialético.
Global, 1979.
BAUDRILLARD, J. A l'ombre des Majorités Silencieuses; la Fin du Social. Paris:
UGBiations, 1982.
COURTINE, J-J. Analyse du Discours Politique (le discours cominuniste adressé aux chrétiens).
Langages 62, 1981.
EDELMAN, B. Le Droit Saisi par la Photografie. Paris: Maspero, 1973.
FOUCAULT, M. A Arqueologia do saber. Vozes, Petrópolis: 1972.
FREUD, S. A Denegação. G.W.XIV.s/d
GADET, F. & HAK, T. (Orgs.). Por uma análise automática do discurso. Uma
Introdução à obra de Michel Pêcheux. Campinas: Unicamp, 1990.
GADET F. & PÊCHEUX, M. La Langue Introuvable. Maspero, Paris: 1981. HAROCHE, C. Querer Dizer,
Fazer Dizer. Hucitec, 1992.
100
LACAN, J. O Seminário - Livro 1: os escritos técnicos de Freud: 1953-1954. Zahar, 1979.
HYPPOLITE, Jean. “Denegação de Freud”. In: Escritos.Perspectiva, 1978.
MIALLE, M. Une Introduction Critique au Droit. Maspero, Paris: 1980. MAINGUENEAU, D. Novas
tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes
Editora da Unicamp, 1987.
___________.Geneses du discours. Bruxelles, Mardaga, 1984.
MAINGUENEAU, D. Sénianlique de la Polémíque. Lausanne: L' Age d'Homme.
___________. "Delimitações, inversões, deslocamentos". In: Cadernos de estudos linguísticos. Campinas
(19):7-24, jul./dez. 1990.
ORLANDI, E. As Formas do silêncio. Campinas: Unicamp, 1992.
PÊCHEUX, M. (1975). Semântica e discurso. Campinas: Editora da Unicamp, 1990.
__________. (1983). O discurso: estrutura ou acontecimento. Pontes, Campinas, 1990.
POSSENTI, S. Teoria do discurso: um caso de múltiplas rupturas. s/d.
__________.Sobre a leitura: o que diz a análise do discurso. In.: MARINHO, Marildes (Org.).
__________.Ler e navegar: espaços e percursos da leitura. Campinas: Mercado de Letras, 2001. p.19-30.
__________.Os Limites do discurso. Curitiba: Criar Edições, 2002.
SILVA, M. C. F. “A relação do materialismo histórico com a psicanálise e suas implicações para a AD”. In:
Revista letras. Curitiba: UFPR, 2000. p.235.254.
PÊCHEUX, M. (1975). Semântica e discurso. Campinas: Editora da Unicamp, 1990.
__________. (1983). O discurso: estrutura ou acontecimento. Pontes, Campinas, 1990.
POSSENTI, S. Teoria do discurso: um caso de múltiplas rupturas. s/d.
__________.Sobre a leitura: o que diz a análise do discurso. In.: MARINHO, Marildes (Org.).
__________.Ler e navegar: espaços e percursos da leitura. Campinas: Mercado de Letras, 2001. p.19-30.
__________.Os Limites do discurso. Curitiba: Criar Edições, 2002.
SILVA, M. C. F. “A relação do materialismo histórico com a psicanálise e suas implicações para a AD”. In:
Revista letras. Curitiba: UFPR, 2000. p.235.254.
TÓPICOS DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Aquisição da Linguagem Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Aquisição da Linguagem.
Bibliografia:
BRANDÃO, H. M. (1999). Gêneros do discurso na escola. São Paulo: Cortez Editora.s/d
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1995. CHARTIER, R. (Org.).
(1996). Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade.s/d
Campinas, SP/Goiânia, GO: Ed. Unicamp/Ed.UFG, 1997.
COOK-GUMPERZ, Jenny. A Construção social da alfabetização. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
GERALDI, J. W. (1991). Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes Ed.
GNERRE, M. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1985.
KLEIMAN, A. (Org.). Os Significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1995.
KOCH, I. G.V. “Aquisição da escrita e textualidade”. In: Cadernos de estudos linguísticos, 29. Campinas,
SP: Unicamp, 1995.
KRESS, G. Before Writing. Rethinking the Paths to Literacy. London & New York: Routledge, 1997.
LEMLE, Miriam. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática.s/d.
LEMOS, C. T. "Sobre a aquisição da escrita: algumas questões". In: ROJO, R. (Org.) Alfabetização e
101
letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
LIER-DE-VITTO, M.F. Os Monólogos da criança: delírios da língua. São Paulo: Educ/Fapesp.s/d
LOPES, RUTH. "O Tempo sou eu quando fico grande". In: Cadernos de estudos linguísticos n° 38 (5158), 1998.
MANNONI, O. Um Espanto tão intenso. O Riso e a morte. 1997.
MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
MATA, S.B.V. "Letra a letra". In: Leitura. Revista do Programa de Pós-graduação em Letras. 1997.
MELO, O. C. Alfabetização e trabalhadores. O Contraponto do discurso oficial.
ONCKART, J-P. (1999). Atividade de linguagem, textos e discursos. São Paulo: EDUC.s/d
PIATELLI PALMARINI (Org.). Teorias da linguagem, teorias da aprendizagem. O Debate entre Jean
Piaget e Noam Chomsky.s/d
SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1979.
MITTICHELL, C. Rewriting Literacy. Toronto: OISE Press, 1991.
OLSON, D. The World on Paper. Cambridge: Cambridge University Press, 1994 OLSON, D. & N.
Torrance (Eds.). Cultura, escrita e oralidade. São Paulo: Ática, 1995. SIGNORINI, L (Org.). Investigando a
relação oral/escrito. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2001.
SCARPA, Ester Mirian. Aquisição da linguagem oral e escrita: continuidade ou ruptura. Estudos
Linguísticos XIV, 118-128, 1987.
POSSENTI, S. (1988). Discurso, estilo e subjetividade. S. Paulo: Martins Fontes. 2002.
TÓPICOS DE FONÉTICA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Fonética e Fonologia. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Fonética.
Bibliografia:
ABERCROMBIE, David. Elements of General Phonetics. Edinburgh: Edinburgh University Press, 1967.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Elementos de fonética do português brasileiro. Tese de Livre-docência. Unicamp:
IEL, 1982.
INTERNACIONAL PHONETIC ASSOCIATION. The International Phonetic Alphabet (revised to1993).
Journal of the International Phonetic Association, vol. 23, (1): encarte central. 1993.
LADEFOGED, Peter. A Course in Phonetics. New York: Harcourt, Brace, Jovanovich, 1976.
________. Vowels and Consonants: an Introduction to the Sounds of Languages. Londres: Blackwell,
2001.
MAIA, Eleonora Motta. No Reino da fala: a linguagem e seus sons. São Paulo: Ática (Serie Princípios),
1985.
MALMBERG, B. A Fonética. Lisboa: Livros do Brasil, 1954.
MALMBERG, Bertil. A Fonética: teoria e aplicações. Cadernos de Estudos Linguísticos. nº 25:7-24, 1993.
MARTINS, Mª R. Delgado. Ouvir falar: uma introdução à fonética do Português. Lisboa: Caminho. 1987.
MATEUS, M.H.; ANDRADE, A.; VIANA, M.C.; VILLALVA, A. Fonética, fonologia e morfologia do
Português. Lisboa: Universidade Aberta. 1990.
________. ; VILLALVA, A. Novas perspectivas em fonologia. Lisboa: Laboratório de Fonética da
Faculdade de Letras de Lisboa, 1985.
PIKE, Kenneth L. (1999). As Premissas da fonêmica prática. The Premises of Practical Phonemics - Cap. 4
de Phonemics. A Technique for Reducing Languages to Writing. Ann Arbor: The University of Michigan
Press, 1947. Campinas: DL – IEL – Unicamp.
TÓPICOS DE FONOLOGIA
102
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Fonética e Fonologia. Código:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Fonologia.
Bibliografia:
CAGLIARI, Luiz Carlos. An Exprerimental Study of Nasality with Particular Reference to Brazilian
Portuguese. Ph.D. Thesis. University of Edinburgh, 1977.
______. Elementos de fonética do português brasileiro. Tese de Livre-docência. Unicamp, IEL, 1982.
______ . Análise fonológica: introdução à teoria e à prática com especial Destaque para o modelo
fonêmico. Campinas: Edição do Autor, 1996.
______ . Fonologia do português: análise pela geometria de traços. Campinas: Edição do Autor. (Parte I),
1997.
______. Fonologia do português: análise pela geometria de traços e pela fonologia lexical. Campinas:
Edição do Autor. (Parte II), 1999.
______. Acento em português - estudos sobre as regras de atribuição de acento em português. Campinas:
Edição do Autor, 1999.
GARRETT, Edward. 1996. Arguments against Metrical Constituency. UCLA ms., 1996.
SAPIR, Edward. 1933. The Psychological Reality of Phonem. 1933.
HAMP, Eric P. “Escolas americanas de linguística (não gerativo-transformacionais)”. In: A. A. Hill (Org.).
Aspectos da linguística moderna. São Paulo: Cultrix, 1972. pp. 246-256.
HOLENSTEIN, Elmar. Introdução ao pensamento de Roman Jakobson. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
JAKOBSON, Roman. Fonema e fonologia. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1972.
_____. (1976). Nuevos ensayos de linguística general. México: Siglo XXI.
JAKOBSON, Roman & POMORSKA, Krystyna. Diálogos. São Paulo: Cultrix., 1985.
SCARPA, E.M. (Org.). Estudos de prosódia. Campinas: Editora da Unicamp, 1999.
TRUBETZKOY, N.S. Principles of Phonology. Berkeley / Los Angeles: University of California Press. 1969
WAUGH, Linda R. Roman Jakobson’s Science of Language. Lisse: The Peter de Ridder Press, 1976.
TÓPICOS EM HISTÓRIA DAS IDEIAS LINGUÍSTICAS I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Linguagem.
Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em História das Ideias Linguísticas.
Bibliografia:
AUROUX, S. A Hiperlíngua e a externalidade da referência. Gestos de Leitura. Campinas: Editora da
Unicamp, 1994.
AUROX. S. A Revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Editora da UNICAMP, 1994.
AUROUX, S. (1998). La Raison, le Langage et les Normes. Paris: PUF.
CÂMARA JR. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópo1is: Vozes, 1970.
___________. História da linguística. Petrópolis: Vozes, 1975.
___________. História e estrutura da língua Portuguesa. Padrão: Rio de Janeiro, 1976.
___________. Princípios de linguística geral. Padrão: Rio de Janeiro, 1977.
COELHO, E. P. Estruturalismo - antologia de textos teóricos. Lisboa: Portugá1ia Editora, 1967.
CUNHA, C. e CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1985, 1a edição.
103
DOSSE, F. História do estruturalismo. (Vol. 1 e 2). São Paulo: Ed. Ensaio, 1994.
DIAS, L.F. Os Sentidos do idioma nacional. Campinas: Pontes, 1996.
GUIMARÃES, E. História da gramática no Brasil e Ensino. Relatos nº5. Projeto História das Ideias
Linguísticas no Brasil, Outubro de 1997.
__________. "Sinopse dos estudos do Português no Brasil: a gramatização brasileira". In: Língua e
cidadania: o português no Brasil. Campinas: Pontes, 1996.
GUIMARÃES, E. Língua de civilização e línguas de cultura: a língua nacional no Brasil. 1999. Mimeo.
GUIMARÃES, E. Os Estudos da significação no Brasil: uma história entre o natural e o histórico no século
XIX. Línguas e Instrumentos Linguísticos, 4/5. Campinas: Pontes, 2000.
HENRY, P. "A História não existe?" In: Gestos de leitura. Campinas: Editora da Unicamp, 1992.
__________. A Ferramenta imperfeita. Unicamp, Campinas, 1992.
ORLANDI, E. Ética e política linguística. Línguas e Instrumentos Linguísticos n°1.
Pontes e Projeto História das Ideias Linguísticas no Brasil, Janeiro/ Junho 1998.
ORLANDI, E. P. e GUIMARAES, E. (1998) La Formation d'un Espace de Production
Linguistique. La Grammaire au Brésil. Langages, 130. Paris: Larousse.s/d
_________________. & GUIMARÃES, E. (Orgs) Institucionalização dos estudos da linguagem. A
Disciplinarização das ideias linguísticas. Campinas: Pontes, 2002. PERINI, M.A. Gramática descritiva do
Português. São Paulo: Ática, 1995.
SAID ALI, M. (1921). Gramática histórica da língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 1964. 1ª
edição, 1921.
___________. (1924). Gramática secundária. São Paulo: Melhoramentos, 1963.
___________. (1908) Dificuldades da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1966.
___________. (1924) Gramática secundária da língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 1966.
___________. (1927) Meios de expressão e alterações semânticas. Rio de Janeiro: FGV, 1971.
___________. (1931) Gramática histórica da língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 1966.
SAUSSURE, F. (1916). Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1998.
SILVA Jr., M.P. Grammatica historica da lingua portugueza. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1879.
SILVA Jr. M.P. e ANDRADE, L.(1887). Grammatica da lingua portugueza. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
1907.
SILVA JR., P. Noções de semântica. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1903. VILLALTA, L. C. "O que se
fala, o que se lê: língua, instrução e leitura". In: História da vida privada no Brasil. Vol. 1. São Paulo:
Companhia das Letras, 1997.
TÓPICOS EM HISTÓRIA DAS IDEIAS LINGUÍSTICAS II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Linguagem.
Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em História das Ideias Linguísticas.
Bibliografia
AUROUX, S. A Hiperlíngua e a externalidade da referência. Gestos de Leitura. Campinas: Editora da
Unicamp, 1994.
AUROX. S. A Revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Editora da UNICAMP, 1994.
AUROUX, S. (1998). La Raison, le Langage et les Normes. Paris: PUF.
CÂMARA JR. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópo1is: Vozes, 1970.
___________. História da linguística. Petrópolis: Vozes, 1975.
___________. História e estrutura da língua Portuguesa. Padrão: Rio de Janeiro, 1976.
104
___________. Princípios de linguística geral. Padrão: Rio de Janeiro, 1977.
COELHO, E. P. Estruturalismo - antologia de textos teóricos. Lisboa: Portugá1ia Editora, 1967.
CUNHA, C. e CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1985, 1a edição.
DOSSE, F. História do estruturalismo. (Vol. 1 e 2). São Paulo: Ed. Ensaio, 1994.
DIAS, L.F. Os Sentidos do idioma nacional. Campinas: Pontes, 1996.
GUIMARÃES, E. História da gramática no Brasil e Ensino. Relatos nº5. Projeto História das Ideias
Linguísticas no Brasil, Outubro de 1997.
__________. "Sinopse dos estudos do Português no Brasil: a gramatização brasileira". In: Língua e
cidadania: o português no Brasil. Campinas: Pontes, 1996.
GUIMARÃES, E. Língua de civilização e línguas de cultura: a língua nacional no Brasil. 1999. Mimeo.
GUIMARÃES, E. Os Estudos da significação no Brasil: uma história entre o natural e o histórico no século
XIX. Línguas e Instrumentos Linguísticos, 4/5. Campinas: Pontes, 2000.
HENRY, P. "A História não existe?" In: Gestos de leitura. Campinas: Editora da Unicamp, 1992.
__________. A Ferramenta imperfeita. Unicamp, Campinas, 1992.
ORLANDI, E. Ética e política linguística. Línguas e Instrumentos Linguísticos n°1.
Pontes e Projeto História das Ideias Linguísticas no Brasil, Janeiro/ Junho 1998.
ORLANDI, E. P. e GUIMARAES, E. (1998) La Formation d'un Espace de Production
Linguistique. La Grammaire au Brésil. Langages, 130. Paris: Larousse.s/d
_________________. & GUIMARÃES, E. (Orgs) Institucionalização dos estudos da linguagem. A
Disciplinarização das ideias linguísticas. Campinas: Pontes, 2002. PERINI, M.A. Gramática descritiva do
Português. São Paulo: Ática, 1995.
SAID ALI, M. (1921). Gramática histórica da língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 1964. 1ª
edição, 1921.
___________. (1924). Gramática secundária. São Paulo: Melhoramentos, 1963.
___________. (1908) Dificuldades da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1966.
___________. (1924) Gramática secundária da língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 1966.
___________. (1927) Meios de expressão e alterações semânticas. Rio de Janeiro: FGV, 1971.
___________. (1931) Gramática histórica da língua portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 1966.
SAUSSURE, F. (1916). Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1998.
SILVA Jr., M.P. Grammatica historica da lingua portugueza. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1879.
SILVA Jr. M.P. e ANDRADE, L.(1887). Grammatica da lingua portugueza. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
1907.
SILVA JR., P. Noções de semântica. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1903. VILLALTA, L. C. "O que se
fala, o que se lê: língua, instrução e leitura". In: História da vida privada no Brasil. Vol. 1. São Paulo:
Companhia das Letras, 1997.
TÓPICOS EM LEXICOGRAFIA E LEXICOLOGIA
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Significação
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Lexicografia e Lexicologia.
Bibliografia:
BARBOSA, M.A. Língua e discurso. Contribuição aos estudos semântico-sintáxicos. 3a ed. rev. São
105
Paulo: Global. 1990.
__________. "Lexicologia, aspectos estruturais e semântico-sintáxicos". In: RECTOR, M. e PAIS, C.T.
(Orgs.) Manual de Linguística. 2a ed. São Paulo, Global. 1986.
BARBOSA, M.A. Léxico, produção e criatividade. Processos do neologismo. 2a ed. rev. São Paulo:
Global. 1990.
BIDERMAN, M.T.C. Teoria linguística. Linguística quantitativa e computacional. Rio de Janeiro, São
Paulo: Livros Técnicos e Científicos. 1978.
DUBOIS, J. e DUBOIS, Ch. Introduction à la lexicographie. Le dictionnaire. Paris: Larousse. 1971.
GALISSON, R. Recherches de lexicologie descriptive: la banalisation lexicale. Parisz: Nathan. 1978.
GENOUVRIER, E. e PEYTARD, J. Linguística e ensino do Português. Coimbra: Almedina. 1974.
GUILBERT, L. La créativité lexicale. Paris: Larousse.
PICOCHE, J. 1977. Précis de lexicologie française. Paris: Nathan. 1974.
REY, A. Le lexique: images et modèles. Du dictionnaire à la lexicologie. Paris: A. Colin. 1977.
__________. La lexicologie. Paris: Klincksieck. 1970.
VILELA, M. et al. Problemas da lexicologia e da lexicografia. Porto: Livraria Civilização. 1979.
TÓPICOS EM LINGUISTICA HISTÓRICA I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Linguística Românica. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Linguística Histórica, levando em conta descrição e
explicação da mudança linguística em curso.
Bibliografia:
CASTRO, Ivo. Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta,
1991.
HUBER, Joseph. (1933). Gramática do português antigo. Lisboa: Fundação Callouste
Gu1benkian, 1986.
FARACO, C. A. (1991). Linguística histórica. São Paulo: Ática.
ILARI, R. (1997). Linguística românica. São Paulo: Ática.
LABOV, W. Sociolinguistic patterns. Philadelphia: The Pennsy1vania University Press,
1972.
MEILLET, A. (1906). Linguistique historique e linguistique genera1e. Paris: H.
Champion, 1965.
MATTOS e SILVA, Rosa. Estruturas trecentistas, elementos para uma gramática do
português arcaico. Lisboa: Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1989.
__________.O Português arcaico, fonologia. São Paulo: Contexto, 1991.
__________.Morfologia e sintaxe do português arcaico. São Paulo: Contexto, 1994. MATTOSO CÂMARA
JUNIOR, Joaquim. História e estrutura da língua portuguesa.
Rio de Janeiro: Padrão Editora, 1976.
ROBERTS, Ian; KATO, Mary. Português brasileiro, uma viagem diacrônica. Campinas: Ed. da UNICAMP,
1993.
SILVA NETO, Serafim. História da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Livros de
Portugal, 1970.
SILVEIRA BUENO, Francisco. A Formação histórica da língua portuguesa. Rio de
Janeiro: Livraria Acadêmica, 1955.
T ARALLO, Fernando. Tempos linguísticos, itinerário histórico da língua portuguesa. São Paulo: Editora
106
Ática, 1990.
TEYSSIER, Paul. Histoire de la Langue Portugaise. Paris: P.U.F, 1980.
WILLIAMS, Edwin. (1938). Do Latim ao português. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1961.
PAUL, H. (1880). Princípios fundamentais da história da língua. Lisboa: Fundação
Ca1ouste Gu1benkian, 1970.
ROBINS, R. H. (1967) Pequena história da linguística. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1979.
107
TÓPICOS EM LINGUISTICA HISTÓRICA II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Linguística Românica. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Linguística Histórica, levando em conta descrição e
explicação da mudança linguística em curso.
Bibliografia:
CASTRO, Ivo. Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta,
1991.
HUBER, Joseph. (1933). Gramática do português antigo. Lisboa: Fundação Callouste
Gu1benkian, 1986.
FARACO, C. A. (1991). Linguística histórica. São Paulo: Ática.
ILARI, R. (1997). Linguística românica. São Paulo: Ática.
LABOV, W. Sociolinguistic patterns. Philadelphia: The Pennsy1vania University Press,
1972.
MEILLET, A. (1906). Linguistique historique e linguistique genera1e. Paris: H.
Champion, 1965.
MATTOS e SILVA, Rosa. Estruturas trecentistas, elementos para uma gramática do
português arcaico. Lisboa: Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1989.
__________.O Português arcaico, fonologia. São Paulo: Contexto, 1991.
__________.Morfologia e sintaxe do português arcaico. São Paulo: Contexto, 1994. MATTOSO CÂMARA
JUNIOR, Joaquim. História e estrutura da língua portuguesa.
Rio de Janeiro: Padrão Editora, 1976.
ROBERTS, Ian; KATO, Mary. Português brasileiro, uma viagem diacrônica. Campinas: Ed. da UNICAMP,
1993.
SILVA NETO, Serafim. História da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Livros de
Portugal, 1970.
SILVEIRA BUENO, Francisco. A Formação histórica da língua portuguesa. Rio de
Janeiro: Livraria Acadêmica, 1955.
T ARALLO, Fernando. Tempos linguísticos, itinerário histórico da língua portuguesa. São Paulo: Editora
Ática, 1990.
TEYSSIER, Paul. Histoire de la Langue Portugaise. Paris: P.U.F, 1980.
WILLIAMS, Edwin. (1938). Do Latim ao português. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1961.
PAUL, H. (1880). Princípios fundamentais da história da língua. Lisboa: Fundação
Ca1ouste Gu1benkian, 1970.
ROBINS, R. H. (1967) Pequena história da linguística. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1979.
TÓPICOS DE LINGUÍSTICA TEXTUAL I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos de Textos Orais e Escritos. Código:
Ementa:
108
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Linguística Textual.
Bibliografia:
BRAGA, M.L. e G.M. de O. e SILVA. "Novas considerações a respeito de um
velho tópico: a taxonomia novo/velho". In: Linguística: questões e controvérsias,
série estudos 10. Revista da FILTBE, 1988.
BROWN, G. & G.YULE. Discourse analysis. Cambridge: Cambridge University Press,
1983.
FRIES, P.H. " On Theme, Rheme, and Discourse Goals". In: COULTHARD, M. Advances in Written Text
Analisys. Londres: Routledge, 1994.
GIORA, R. "Segmentation and Segment Cohesion: on the Thematic Organization of Text". In: Text 3(2),
1983:155-181.
GOUTSOS, D."A Model of Sequencial Relations in Exposltory Text". TEXT 16(4), 1966: 501-503
HASAN, H. "Coherence and Cohesive Harmony". In: FLOOD, J. (Org.). Understanding Reading
Comprehension. Delaware: International Reading Ass, 1984.
KOCH, I. V. (1984). Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 1984.
_________.A Coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
_________.A Inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1993.
_________.O Texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
_________. “A Referenciação textual como estratégia cognitivo-interacional”. 1999. In: BARROS, K, S. M.
(Org.). Produção textual: interação, processamento, variação. Natal: Edufurn, 1999.p. 156-174.
_________.& L. C. TRAVAGLIA. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
_________.A Coerência textual. São Paulo: Cortez, 1990.
MARCUSCM, L. A.(1983). Linguística de texto: o que é e como se faz. Recife:
Universidade Federal de Pernambuco.s/d
_________. “A Dêixis discursiva como estratégia de monitoração cognitiva”. In: KOCH & BARROS
(Orgs.). Tópicos em linguística de texto e análise da conversação. Natal:
Edufurn, 1997. p. 156-174.
MARSLEN- WILSON, W.E. & L.K.TYLER. "Producing Interpretable Discourse: the
Establishment and Maintenance of Reference". In: JARVELLA & KLEIN: Speech,
Piace, and Action. John Wiley and Sons, 1982.
MOTTA-ROTH, D. “Enunciação e antecipação”. In: MEURER & MOTTA-ROTH (Orgs.). Parâmetros de
textualização. Santa Maria: Editora da UFSM., 1997. p. 98-121.
OAKHULL, J. & A. GARNHAM. "Linguistic Prescriptions and Anaphoric Reality". In: Text 12(2),1992-161182.
RlCKHEIT, G. & H. STROHNER. " Towards a Functional Approach to Text Connectedness". In: PETOFI,
I.(Ed.). Text Connectedness from a Psychological Point of View. Hamburgo: Bruske, 1986.
VANDIJK, T.A. (1989). “Questões em análise funcional do discurso”. In: I.KOCH (Org.). Cognição,
discurso, interação. São Paulo: Contexto, 1992.
TÓPICOS DE LINGUÍSTICA TEXTUAL II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos de Textos Orais e Escritos. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Linguística Textual.
Bibliografia:
BRAGA, M.L. e G.M. de O. e SILVA. "Novas considerações a respeito de um
109
velho tópico: a taxonomia novo/velho". In: Linguística: questões e controvérsias.
Série Estudos 10, Revista da FILTBE, 1988.
BROWN, G. & G.YULE. Discourse analysis. Cambridge: Cambridge University Press,
1983.
FRIES, P.H. " On Theme, Rheme, and Discourse Goals". In: COULTHARD, M. Advances in Written Text
Analisys. Londres: Routledge, 1994.
GIORA, R. "Segmentation and Segment Cohesion: on the Thematic Organization of Text". In: Text 3(2),
1983:155-181.
GOUTSOS, D."A Model of Sequencial Relations in Exposltory Text". TEXT 16(4), 1966: 501-503
HASAN, H. "Coherence and Cohesive Harmony". In: FLOOD, J. (Org.). Understanding Reading
Comprehension. Delaware: International Reading Ass, 1984.
KOCH, I. V. (1984). Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 1984.
__________. A Coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
__________. A Inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1993.
__________. O Texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
__________. “A Referenciação textual como estratégia cognitivo-interacional”. 1999. In: BARROS, K, S.
M. (Org.). Produção Textual: Interação, processamento, variação. Natal: Edufurn, 1999.p. 156-174.
__________. & L. C. TRAVAGLIA. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
__________. A Coerência textual. São Paulo: Cortez, 1990.
MARCUSCM, L. A. (1983). Linguística de texto: o que é e como se faz. Recife:
Universidade Federal de Pernambuco.
__________. “A Dêixis discursiva como estratégia de monitoração cognitiva”. In: KOCH & BARROS
(Orgs.). Tópicos em linguística de texto e análise da conversação. Natal: Edufurn, 1997. p. 156-174.
MARSLEN- WILSON, W.E. & L.K.TYLER. "Producing Interpretable Discourse: the
Establishment and Maintenance of Reference". In: JARVELLA & KLEIN: Speech,
Piace, and Action. John Wiley and Sons, 1982.
MOTTA-ROTH, D. “Enunciação e antecipação”. In: MEURER & MOTTA-ROTH (Orgs.). Parâmetros de
textualização. Santa Maria: Editora da UFSM., 1997. p. 98-121.
OAKHULL, J. & A. GARNHAM. "Linguistic Prescriptions and Anaphoric Reality". In: Text 12(2),1992-161182.
RlCKHEIT, G. & H. STROHNER. " Towards a Functional Approach
to Text Connectedness". ln: PETOFI, I.(Ed.). Text Connectedness from a
Psychological Point of View. Hamburgo: Bruske, 1986.
VANDIJK, T.A. (1989). “Questões em análise funcional do discurso”. In: I.KOCH (Org.). Cognição,
discurso, interação. São Paulo: Contexto, 1992.
TÓPICOS DE SEMÂTICA E PRAGMÁTICA I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Significação
Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Semântica e Pragmática.
Bibliografia:
AUSTIN, John. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1962.
BRÉAL, Michel. (1897). Ensaio de semântica. Ciência das significações. São Paulo:
EDUC, Pontes, 1992.
BENVENISTE, Émile. (1966). Problemas de linguística geral. Campinas: Pontes, 1988
110
ANSCOMBRE, I. C. (2001). "Le Rôle du Lexique dans la Théorie des Stéréotypes". In:
Langages. 142, p. 57-76.
___________. “Semántica e léxico: topo, estereotipos y frases genéricas”. In: Revista Espanola de
Linguistica. 25, 2, 1995. p. 297-310.
ANSCOMBRE, I. C. (Org.). Théorie des Topoi. Paris: Kimé, 1995.
ANSCOMBRE, I. C. & O. DUCROT. (1986). "L'argumentation dans la Langue". In: Langages. 42, p.5-27.
___________.L'argumentation dans la Langue. Bruxelas: Mardaga, 1983.
Discurso & Sociedad. vol 2, n 4. Barcelona: Gedisa, 2000.
Cadernos De Estudos Linguísticos. 35.1998.
DONAIRE, M.Luisa (Org.) Problemas de Semántica y Referencia. Oviedo: Universidad de Oviedo, 2001.
DUCROT, Oswald (1984a). "Referente". In: Enciclopédia Einaudi. vo1.2. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa
da Moeda.1984. p.418-421.
___________.(1973). Provar e dizer. São Paulo: Global, 1981.
___________.(1984). O Dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987.
___________.Polifonia e argumentation. Colômbia: Feriva, 1990.
___________.(1998). "Sémantique Linguistique et Analyse de Textes". In: Cadernos de Estudos
Linguísticos. 35. Campinas: IEL, 1998.
FREGE, Gottlob. (1978). "Sobre o sentido e a referência". In: Lógica e filosofia da
linguagem. São Paulo: Cultrix. p.59-86.
KLEIBER, George (1999). Problems de Sémantique. La Polysémie em Questions. Lille: Presses du
Septentrion, 1999.
___________________.Nominales. Essais de Sémantique Référentielle. Paris: Armand Colin, 1994.
___________.Sémantique du Prototype. Catégoris et sens Lexical. Paris: PUF, 1990. GRICE, H. P.
"Meaning". In: Philosophical Review. 67, 1957.
___________."Lógica e conversação". In: Dascal. (1982) vol4.
GUIMARÃES, Eduardo R.I. Textos e argumentação. Um estudo de conjunções do
português. Campinas: Pontes. 1987.
___________. “Enunciação e história”. In: E. Guimarães (Org.). História e sentido na linguagem.
Campinas: Pontes, 1999.
___________.Os limites dos sentidos. Campinas: Pontes, 1995.
___________.Semântica do acontecimento. Campinas: Pontes, 2002.
HENRY, Paul. (1977). A Ferramenta imperfeita. Língua, sujeito, discurso. Campinas:
Editora da UNICAMP, 1992.
ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica. São Paulo: Contexto, 2001.
ILARI, R. & W. GERALDI. Semântica. São Paulo: Ática., 1985.
KEMPSON, R. (1977). Teoria semántica. Rio de Janeiro: Zahar.
KERBRAT-ORECCHIONI, Catherine. (1980). La enunciación. De la Subjetividad en el Lenguaje. Buenos
Aires: Hachette, 1986.
LYONS, John. Semântica I. Lisboa: Presençal Martins Fontes, 1980.
NORMAND, Claudine (1990). La Quadrature du Senso. Paris: PUF.
PARELMAN C. Le Champ de l' Argumentation. Bruxelas: PUB, 1970.
__________.L'Empire Rbétorique. Paris: Vrin, 1977.
__________.Olbrechts- Tyteca, L. Traité de l' Argumentation: Ia Nouvelle Rbétorique.
Bruxelas: PUB, 1970.
PÊCHEUX, Michel. (1975). Semântica e discurso. Uma crítica à afirmação do óbvio.
Campinas: Editora da UNICAMP, 1988.
RECANATI, François. (1979). La Transparência y la Enunciación. Introducción a la
Pragmática. Buenos Aires: Hachette, 1981.
SEARLE, John. (1981). Os Atos da fala. Coimbra: Almedine.
___________.(1983). Intencionalidad. Madri: Tecnos, 1992.
SIGNO Y SENA. Lengua, Argumentación y Polifonía. Número 9. Buenos Aires: Instituto de Linguística,
111
1998.
SILVA, M. C. F. “ Polifonia, nome de autor e questão de autoria”. In: Revista
Iberoamericana Discurso y Sociedad. Barcelona: v.4, n 2, 2002 .
VOGT, Carlos. (1977). O Intervalo semântico. São Paulo: Ática, 1977.
___________.Linguagem, pragmática e ideologia. São Paulo: Hucitec, 1980.
TÓPICOS DE SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos da Significação.
Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Semântica e Pragmática.
Bibliografia:
AUSTIN, John. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1962.
BRÉAL, Michel. (1897). Ensaio de semântica. Ciência das dignificações. São Paulo:
EDUC, Pontes, 1992.
BENVENISTE, Émile. (1966). Problemas de linguística geral. Campinas: Pontes, 1988
ANSCOMBRE, I. C. (2001). "Le Rôle du Lexique dans la Théorie des Stéréotypes". In:
Langages. 142, p. 57-76.
___________. “Semántica e léxico: topo, estereotipos y frases genéricas". In: Revista Espanola de
linguística. 25, 2, 1995. p. 297-310.
ANSCOMBRE, I. C. (Org.). Théorie des Topoi. Paris: Kimé, 1995.
ANSCOMBRE, I. C. & O. DUCROT. (1986). "L'argumentation dans la Langue". In: Langages. 42, p.5-27.
___________.L'argumentation dans la Langue. Bruxelas: Mardaga, 1983.
Discurso & Sociedad, vol 2, n 4. Barcelona: Gedisa, 2000.
Cadernos De Estudos Linguísticos, 35.1998.
DONAIRE, M.Luisa (Org.) Problemas de semántica y referencia. Oviedo: Universidad de Oviedo, 2001.
DUCROT, Oswald (1984a). "Referente". In: Enciclopédia Einaudi. vo1.2. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa
da Moeda.1984. p.418-421.
___________.(1973). Provar e dizer. São Paulo: Global, 1981.
___________.(1984). O Dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987.
___________.Polifonia e argumentation. Colômbia: Feriva, 1990.
___________.(1998). "Sémantique linguistique et analyse de textes". In: Cadernos de Estudos
Linguísticos. 35. Campinas: IEL, 1998.
FREGE, Gottlob. (1978). "Sobre o sentido e a referência". In: Lógica e filosofia da
linguagem. São Paulo: Cultrix. p.59-86.
KLEIBER, George (1999). Problems de Sémantique. La Polysémie em Questions. Lille: Presses du
Septentrion, 1999.
__________.Nominales. Essais de Sémantique Référentielle. Paris: Armand Colin, 1994.
__________.Sémantique du Prototype. Catégoris et sens Lexical. Paris: PUF, 1990. GRICE, H. P.
"Meaning". In: Philosophical Review. 67, 1957.
__________."Lógica e conversação". In: Dascal. (1982) vol4.
GUIMARÃES, Eduardo R.I. Textos e argumentação. Um Estudo de conjunções do
português. Campinas: Pontes., 1987.
__________. “Enunciação e história". In: E. Guimarães (Org.). História e sentido na linguagem. Campinas:
Pontes, 1999.
___________.Os limites dos sentidos. Campinas: Pontes, 1995.
___________.Semântica do acontecimento. Campinas: Pontes, 2002.
112
HENRY, Paul. (1977). A Ferramenta imperfeita. Língua, sujeito, discurso. Campinas:
Editora da UNICAMP, 1992.
ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica. São Paulo: Contexto, 2001.
ILARI, R. & W. GERALDI. Semântica. São Paulo: Ática., 1985.
KEMPSON, R. (1977). Teoria semántica. Rio de Janeiro: Zahar.
KERBRAT-ORECCHIONI, Catherine. (1980). La enunciación. De la Subjetividad en el Lenguaje. Buenos
Aires: Hachette, 1986.
LYONS, John. Semântica I. Lisboa: Presençal Martins Fontes, 1980.
NORMAND, Claudine (1990). La Quadrature du Senso. Paris: PUF.
PARELMAN C. Le Champ de l' Argumentation. Bruxelas: PUB, 1970.
___________.L'Empire Rbétorique. Paris: Vrin, 1977.
___________.Olbrechts- Tyteca, L. Traité de l' Argumentation: Ia Nouvelle Rbétorique.
Bruxelas: PUB, 1970.
PÊCHEUX, Michel. (1975). Semântica e discurso. Uma Crítica à afirmação do óbvio.
Campinas: Editora da UNICAMP, 1988.
RECANATI, François. (1979). La Transparência y la Enunciación. Introducción a la
Pragmática. Buenos Aires: Hachette, 1981.
SEARLE, John. (1981). Os Atos da fala. Coimbra: Almedine.
___________.(1983). Intencionalidad. Madri: Tecnos, 1992.
SIGNO Y SENA. Lengua, Argumentación y Polifonía. Número 9. Buenos Aires: Instituto de Linguística,
1998.
SILVA, M. C. F. “Polifonia, nome de autor e questão de autoria”. In: Revista
Iberoamericana Discurso y Sociedad. Barcelona: v.4, n 2, 2002 .
VOGT, Carlos. (1977). O Intervalo semântico. São Paulo: Ática, 1977.
___________.Linguagem, pragmática e ideologia. São Paulo: Hucitec, 1980.
TÓPICOS DE SOCIOLINGUISTICA I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Variação e Mudança Linguística Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa de um dos campos de estudos da linguagem que tratam
da relação entre língua, cultura, história e sociedade.
Bibliografia:
CALVET, Louis-Jean (1993). Sociolinguística. Uma Introdução crítica. S. Paulo: Parábola, 2002.
FISHMAN, J. “Alguns conceitos básicos de sociolinguística”. In: FISHMAN, J. Sociología del Lenguaje.
Madrid: Cátedra, 1972, p. 47-59.
FONSECA, Ma. Stella V. e NEVES, Moema. Sociolinguística. Rio de Janeiro: Eldorado, 1974.
HORA, D. (Org.). Diversidade linguística no Brasil. João Pessoa: Ideia, 1997.
LABOV, W. “Estágios na aquisição do inglês Standard”. In: FONSECA, M. S. V. e NEVES, M.F. (Orgs.).
Sociolinguística. Rio de Janeiro: Eldorado, 1974, p.49-85.
MATTOSO, CÂMARA Jr., J. Dispersos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1975.
MOLLICA, M. C. (Org.) Introdução à sociolinguística variacionista. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996, 3a ed.
OLIVEIRA e SILVA, G. M. SHCERE, M. M. P. (Orgs.). Padrões sociolinguísticos. Análise de fenômenos
variáveis do português falado na cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996.
PERINI, M. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 1997.
PRETI, D. Sociolinguística: os níveis de fala. São Paulo: EDUSP, 1994. 7a ed.
113
Subsídios à proposta curricular de língua portuguesa para o 2° grau. Variação linguística e ensino da
língua materna. São Paulo: Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas.
TARALLO, F. A Pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 1985.
TARALLO, F. e ALKMIM, T. M. Falares crioulos: línguas em contato. São Paulo:
Ática, 1986.
TRUDGILL, P. Sociolinguistics. An introduction. Great Britain: Penguin, 1979.
TÓPICOS DE SOCIOLINGUISTICA II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0 Natureza: teórico-prática Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Variação e Mudança Linguística. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa de um dos campos de estudos da linguagem que tratam
da relação entre língua, cultura, história e sociedade.
Bibliografia:
CALVET, Louis-Jean (1993). Sociolinguística. Uma Introdução crítica. S. Paulo: Parábola, 2002.
FISHMAN, J. “Alguns conceitos básicos de sociolinguística”. In: FISHMAN, J. Sociología del Lenguaje.
Madrid: Cátedra, 1972, p. 47-59.
FONSECA, Ma. Stella V. e NEVES, Moema. Sociolinguística. Rio de Janeiro: Eldorado, 1974.
HORA, D. (Org.). Diversidade linguística no Brasil. João Pessoa: Ideia, 1997.
LABOV, W. “Estágios na aquisição do inglês Standard”. In: FONSECA, M. S. V. e NEVES, M.F. (Orgs.).
Sociolinguística. Rio de Janeiro: Eldorado, 1974, p.49-85.
MATTOSO, CÂMARA Jr., J. Dispersos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1975.
MOLLICA, M. C. (Org.) Introdução à sociolinguística variacionista. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996, 3a ed.
OLIVEIRA e SILVA, G. M. SHCERE, M. M. P. (Orgs.). Padrões sociolinguísticos. Análise de fenômenos
variáveis do português falado na cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996.
PERINI, M. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 1997.
PRETI, D. Sociolinguística: os níveis de fala. São Paulo: EDUSP, 1994. 7a ed.
Subsídios à proposta curricular de língua portuguesa para o 2° grau. Variação linguística e ensino da
língua materna. São Paulo: Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas.
TARALLO, F. A Pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 1985.
TARALLO, F. e ALKMIM, T. M. Falares crioulos: línguas em contato. São Paulo:
Ática, 1986.
TRUDGILL, P. Sociolinguistics. An introduction. Great Britain: Penguin, 1979.
TÓPICOS DE TEORIA GRAMATICAL I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Sintaxe II.
Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre aspectos gramaticais de línguas naturais, especialmente do português.
Confronto de línguas, inclusive de variedades do português.
Bibliografia:
114
CHOMSKY, N. Barriers. The MIT Press, 1986.
CHOMSKY, N. Lectures on Government and Binding. Foris, 1981.
CHOMSKY, N. The Minimalist Program. The MIT Press, 1995.
FIGUEREDO, Silva, M.C. 1996. A Posição do sujeito no português brasileiro, frases finitas e infinitivas.
Campinas: Editora da Unicamp, 1996.
GALVES, C. 1993 "O Enfraquecimento da concordância no português brasileiro". In: I.
ROBERTS. I; KATO, M. (Orgs.). Português brasileiro, uma viagem diacrônica.
Campinas: Editora da UNICAMP, 1996.
GALVES, C. Ensaios sobre as gramáticas do português. Campinas: Editora da Unicamp, 2001.
TÓPICOS DE TEORIA GRAMATICAL II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Sintaxe II. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre aspectos gramaticais de línguas naturais, especialmente do português.
Confronto de línguas, inclusive de variedades do português.
Bibliografia:
CHOMSKY, Noam. “Minimalist program for linguistic inquiry”. In View from the building 20. Cambridge
(MA). HALLE, K. & KEYSER, J. (eds) MIT Press. 1993.
CHOMSKY, Noam. The minimalist program. Cambridge (MA). MIT Press. 1995.
CHOMSKY, Noam. “Derivation by phase”. In: A life in language. Kenstowing, Michael (ed), Ken Hale.
Cambridge (MA). MIT Press. 2001.
CHOMSKY, Noam. Sytuctures and beyond – the cartography of syntactic structures. vol 3. Oxford
University Press. (Oxford/New York).2004.
CHOMSKY, N. & Lasnik, H. “The Theory of Principles and Parameters”. In Jacobs,J. et alii (org), Syntax,
an International Handbook of Contemporary Research. Walter de Gruyter, Berlin, New York. 1993.
HALLE, M. E MARANTZ, M. “Distributed morphologie and the pieces of inflection”. In: View from the
Building 20: Essays in linguistics in honor of Sylvain Bromberger. Halle, K. e Keyser. J. (eds.). Cambridge,
MA, MIT Press. 1993.
RAPOSO, E. P. O programa Minimalista. Lisboa: Caminho.
TÓPICOS EM NEUROLINGUÍSTICA I
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Neurolinguística Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Neurolinguística.
Bibliografia:
CANGUlLHEM, G. O Normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
1995.
COUDRY, M. H. Diário de narciso - discurso e afasia. São Paulo: Martins Fontes,
1988.
115
___________. “O que é dado em neurolinguística”. In: CASTRO. Maria Fausta Pereira de (org.). O
método e o dado no estudo da linguagem. Campinas: Editora da Unicamp, 1996.
FOUCAULT, M. (1963). O Nascimento da clínica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1980.
JAKOBSON, R. (1954). “Dois aspectos da linguagem e dois tipos de afasia”. In: Linguística e
comunicação. São Paulo: Cultrix, 1981.
LURlA, A.R. (1981). Fundamentos de neuropsicologia. São Paulo: EDUSP, 1981. MORATO, E. M. (2000).
As Afasias entre o normal e o patológico: da questão neuro (linguística) à questão social (a publicar).
2000.
___________.Neurolinguística. In: MUSSALIM. F. & BENTES, Anna Christina (Orgs).
___________.Introdução à linguística - domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2000.
___________.(2000). Vygotski e a perspectiva enunciativa da relação entre linguagem
cognição e mundo social. Educação e Sociedade 71:149-165, 2000.
___________. “Significação e Neurolinguística”. In: Temas de neuropsicologia e neurolinguística. São
Paulo: SBN, 1995.
POSSENTI, S. “Linguagem: sistema de sistemas”. In: Damasceno, BP & Coudry, MIH,
(Orgs.). Temas de neuropsicologia e neurolinguística. São Paulo: SBN, 1995.
___________.Um cérebro para a linguagem. ABRALIN 13:13-30, 1992.
SACKS, O. O Homem que confundiu sua mulher com um chapéu. São Paulo: Companhia das Letras,
1993.
SANTANA, A. P. Escrita e afasia - a linguagem escrita na afasiologia. São Paulo:
Plexus, 2002.
SCARPA, E. M. (1995). “Sobre o sujeito fluente”. In: Cadernos de estudos linguísticos.
29, 163-184, Campinas: IEL/UNICAMP.s/d
TÓPICOS EM NEUROLINGUÍSTICA II
Ministrante: ALPL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação:.4.0.0 Natureza: teórica Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Introdução aos Estudos em Neurolinguística. Código:
Ementa:
Estudo monográfico sobre um tema de pesquisa em Neurolinguística.
Bibliografia:
CANGUlLHEM, G. O Normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
1995.
COUDRY, M. H. Diário de narciso - discurso e afasia. São Paulo: Martins Fontes,
1988.
___________. “O que é dado em neurolinguística”. In: CASTRO. Maria Fausta Pereira de (org.). O
método e o dado no estudo da linguagem. Campinas: Editora da Unicamp, 1996.
FOUCAULT, M. (1963). O Nascimento da clínica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1980.
JAKOBSON, R. (1954). “Dois aspectos da linguagem e dois tipos de afasia”. In: Linguística e
comunicação. São Paulo: Cultrix, 1981.
LURlA, A.R. (1981). Fundamentos de neuropsicologia. São Paulo: EDUSP, 1981. MORATO, E. M. (2000).
As Afasias entre o normal e o patológico: da questão neuro (linguística) à questão social (a publicar).
2000.
___________.Neurolinguística. In: MUSSALIM. F. & BENTES, Anna Christina (Orgs).
___________.Introdução à linguística - domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2000.
___________.(2000). Vygotski e a perspectiva enunciativa da relação entre linguagem
cognição e mundo social. Educação e Sociedade 71:149-165, 2000.
116
___________. “Significação e Neurolinguística”. In: Temas de neuropsicologia e neurolinguística. São
Paulo: SBN, 1995.
POSSENTI, S. “Linguagem: sistema de sistemas”. In: Damasceno, BP & Coudry, MIH,
(Orgs.). Temas de neuropsicologia e neurolinguística. São Paulo: SBN, 1995.
___________.Um cérebro para a linguagem. ABRALIN 13:13-30, 1992.
SACKS, O. O Homem que confundiu sua mulher com um chapéu. São Paulo: Companhia das Letras,
1993.
SANTANA, A. P. Escrita e afasia - a linguagem escrita na afasiologia. São Paulo:
Plexus, 2002.
SCARPA, E. M. (1995). “Sobre o sujeito fluente”. In: Cadernos de estudos linguísticos.
29, 163-184, Campinas: IEL/UNICAMP.s/d
3.6.3.1.2 Área de Teoria Literária (DELL)
CRÍTICA FILOLOGICA I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo de textos poéticos a partir de uma abordagem que proponha o estudo conjunto da língua e do
discurso literário como objetos marcados por uma historicidade.
Bibliografia:
BOURDIEU, Pierre. As regras da arte. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
BOURDIEU, Pierre. Lições da aula. São Paulo: Ática, 1988.
BROWNLEE, Marian S. & NICHOLS, Stephen G. (Ed.). The new medievalism. Baltimore: The Johns
Hopkins University Press, 1991.
CHARTIER, Roger. Cultura escrita, literatura e história. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
CHARTIER, Roger. A ordem dos livros. Brasília: Editora UnB, 1994.
GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas e sinais. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
GINZBURG, Carlo. Olhos de madeira. Nove reflexões sobre a distância. São Paulo: Companhia das Letras,
2001.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Corpo e forma. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1998.
MARAVALL, José Antonio. Culture of the Baroque. Analysis of a historical structure. Manchester:
Manchester University Press, 1986.
NAGY, Gregory. Poetry as performance. Homer and beyond. Cambridge: Cambridge University Press,
1996.
PICCHIO, Luciana Stegagno. A lição do texto. Filologia e literatura: I - Idade Média. Lisboa: Edições 70,
1979.
CRÍTICA TEXTUAL E ECDÓTICA I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
117
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Apresentação e discussão da teoria lachmanniana e seus ulteriores desdobramentos.
Bibliografia:
COHEN, Philip. Devils and angels. Textual editing and literary theory. Charlottesville: University of Virginia
Press, 1991.
GREETHAM, D. C. Textual scholarship. An introduction. New York: Garland Publishing, 1994.
McGANN, Jerome J. (Ed.). Textual interpretation and literary criticism. Chicago: The University of chicago
Press, 1985.
McGANN, Jerome J. A critique of modern textual criticism. Charlottesville: University of Virginia Press,
1996.
RONCAGLIA, Aurelio. Principi e applicazione di critica testuale. Roma: Bulzoni Editore, 1975.
SEGRE, Cesare. Due lezioni di ecdotica. Pisa: Scuola Normale Superiore, 1991.
TANSELLE, G. Thomas. A rationale of textual criticism. Philadelphia: University of Pennsylvania Press,
1989.
TAVANI, Giuseppe. Lezioni sul testo. Roma: Japadre Editore, 1997.
THORPE, James. Principles of textual criticism. San Marino: The Huntington Library, 1972.
TIMPANARO, Sebastiano. La genesi del metodo del Lachmann. Roma: Liviana Editrice, 1990.
CRÍTICA TEXTUAL E ECDÓTICA II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Apresentação e discussão da teoria de Joseph Bédier e seus ulteriores desdobramentos.
Bibliografia:
COHEN, Philip. Devils and angels. Textual editing and literary theory. Charlottesville: University of Virginia
Press, 1991.
GREETHAM, D. C. Textual Scholarship. An introduction. New York: Garland Publishing, 1994.
McGANN, Jerome J. (Ed.). Textual interpretation and literary criticism. Chicago: The University of chicago
Press, 1985.
McGANN, Jerome J. A critique of modern textual criticism. Charlottesville: University of Virginia Press,
1996.
RONCAGLIA, Aurelio. Principi e applicazione di critica testuale. Roma: Bulzoni Editore, 1975.
SEGRE, Cesare. Due lezioni di ecdotica. Pisa: Scuola Normale Superiore, 1991.
TANSELLE, G. Thomas. A rationale of textual criticism. Philadelphia: University of Pennsylvania Press,
1989.
TAVANI, Giuseppe. Lezioni sul testo. Roma: Japadre Editore, 1997.
THORPE, James. Principles of textual criticism. San Marino: The Huntington Library, 1972.
TIMPANARO, Sebastiano. La genesi del metodo del Lachmann. Roma: Liviana Editrice, 1990.
118
HISTÓRIA LITERÁRIA II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: História Literária I
Código:
Ementa:
Discussão de problemas teóricos e metodológicos atinentes à escrita da história literária na
contemporaneidade.
Bibliografia:
CHARTIER, Roger. A Ordem dos livros. Brasília: Editora UnB, 1994.
CHARTIER, Roger. Cultura escrita, literatura e história. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
FURTADO, Joaci Pereira (org.). Antônio Vieira. O Imperador do Púlpito. São Paulo: IEB - USP, 1999.
GENETTE, Gérard. Paratexts. Thresholds of Interpretation. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Modernização dos sentidos. São Paulo: Editora 34, 1998.
JAUSS, Hans Robert. A História da literatura como provocação à teoria literária. São Paulo: Ática, 1994.
JOUVE, Vincent. A Leitura. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
HANSEN, João Adolfo. A Sátira e o engenho. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
HARDISON, O. B. The Enduring Monument. A Study of the Idea of Praise in Renaissance Literary Theory
and Practice. Westport: Greenwood Press, 1973.
LOVE, Harold. The Culture and Commerce of Texts. Scribal Publication in Seventeenth-Century England.
Amherst: University of Massachusetts Press, 1993.
McGANN, Jerome J. The Romantic Ideology. Chicago: The University of Chicago Press, 1983.
MARIN, Louis. Portrait of the King. Translation by Martha M. Houle. Foreword by Tom Conley. Minneapolis:
University of Minnesota Press, 1988.
NUNES, José Horta. Formação do leitor brasileiro. Imaginário da Leitura no Brasil Colonial. Campinas:
Editora UNICAMP, 1994.
PARKER, Hershel. Flawed Texts and Verbal Icons. Literary Authority in American Fiction. Evanston:
Northwestern University Press, 1984.
RANUM, Orest. Artisans of Glory. Writers and Historical thought in Seventeenth-Century France. Chapel
Hill: The University of North Carolina Press, 1980.
STAROBINSKY, Jean. As Máscaras da civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
TOMARKEN, Annette H. The Smile of Truth. The French Satirical Eulogy and its Antecedents. Princeton:
Princeton University Press, 1990.
LITERATURA COMPARADA E O ESTUDO DE OBRAS POÉTICAS DO SÉCULO XX
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
O estudo comparado de obras poéticas produzidas no século XX.
Bibliografia:
AUERBACH, Erich. Mimesis. S. Paulo: Perspectiva, 1971.
119
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. S. Paulo: Martins Fontes, 1992.
BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1989.
CELAN, Paul. Cristal. São Paulo: Iluminuras, 1999.
CHKLOVSKI, V. et al. - Teoria da literatura: formalistas russos. Porto Alegre: Globo, 1978.
DUFRENNE, Mikel. O Poético. Porto Alegre: Editora Globo, 1969.
FAUSTINO, Mario. Poesia-experiência. São Paulo: Perspectiva, 1977.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
GUERRERO, Gustavo. Teorias de la lírica. México: Fondo de Cultura Economica, 1998.
LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. Vol.1. 2a ed. revista e ampliada. Rio de Janeiro:
Francisco Alves, 1983.
PERLOFF, Marjorie. O Momento futurista. São Paulo: Edusp, 1993.
LITERATURA COMPARADA: PROBLEMAS E MÉTODOS
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Crítica Literária e Literatura Comparada; História Literária e Literatura Comparada: problemas e métodos.
Bibliografia:
AUERBACH, E. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva/Usp,
1971.
CARVALHAL, T.F. e COUTINHO, E. (Orgs.) Literatura comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro:
Rocco, 1994.
JOBIM, J. L. (Org.) Palavras da crítica. Rio de Janeiro: Imago, 1992.
NITRINI, S. Literatura comparada: história, teoria e crítica. São Paulo: Edusp, 1997.
PRAZ, M. Literatura e artes visuais. São Paulo: Cultrix, 1982.
WELLEK, R. e WARREN, A. Teoria da literatura. 2.ed. Lisboa: Europa-América, 1971.
BOURDIEU, Pierre. As Regras da arte.s/d
GUILLÉN, Claudio. Entre lo uno y lo diverso - Introducción a la literatura comparada. Barcelona: Crítica,
1985.
MACHADO, Álvaro Manuel e PAGEAUX, Daniel-Henri. Da literatura comparada à teoria da literatura.
Lisboa: Presença, 2001.
AUERBACH, E. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva/Usp,
1971.
CARVALHAL, T.F. e COUTINHO, E. (Orgs.) Literatura comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro:
Rocco, 1994.
JOBIM, J. L. (Org.) Palavras da crítica. Rio de Janeiro: Imago, 1992.
NITRINI, S. Literatura comparada: história, teoria e crítica. São Paulo: Edusp, 1997.
PRAZ, M. Literatura e artes visuais. São Paulo: Cultrix, 1982.
WELLEK, R. e WARREN, A. Teoria da literatura. 2.ed. Lisboa: Europa-América, 1971.
BOURDIEU, Pierre. As Regras da arte.s/d
GUILLÉN, Claudio. Entre lo uno y lo diverso - Introducción a la literatura comparada. Barcelona: Crítica,
1985.
MACHADO, Álvaro Manuel e PAGEAUX, Daniel-Henri. Da literatura comparada à teoria da literatura.
Lisboa: Presença, 2001.
120
LITERATURA INFANTIL I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Conceitos de literatura infantil. Condições históricas de produção e consumo da literatura infantil.
Bibliografia:
CAMPOS, Norma Discini de. Intertextualidade e conto maravilhoso. São Paulo, 1995.
BRANDÃO, Adelino. A presença dos irmãos Grimm na literatura infantil e no folclore brasileiro. São Paulo:
Instituição Brasileira de Difusão Cultural, 1995.
BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo. Obras Escolhidas III. São Paulo:
Brasiliense, 1989.
BUARQUE, Chico. Chapeuzinho amarelo. São Paulo: Berlendis e Vertecchia, 1985.
JOLLES, André. Formas simples. São Paulo: 1976.
MELETÍNSKI, E. M. Os arquétipos literários. São Paulo: Ateliê Editorial, 1998.
MENDES, Mariza B. T. Em busca dos contos perdidos. O significado das funções femininas nos contos de
Perrault. São Paulo: UNESP, 2000.
LOBATO, Monteiro. Contos de Grimm. 10a. edição. São Paulo: Brasiliense, 1958.
FREITAS, Marcos Cezar de e KUHLMANN JR., Moysés (Orgs). Os intelectuais na história da infância. São
Paulo: Cortez Editora, 2002.
CASCUDO, Luís da Câmara. Contos Tradicionais do Brasil. São Paulo: Global Editora, 2000.
LITERATURA INFANTIL II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo de autor(es) ou obra(s) da literatura infantil.
Bibliografia:
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6ed. São Paulo, Ática, 2000.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história e histórias. São Paulo: Ática,
1984.
YUNES, Eliana (Coord.). A Leitura e a formação do leitor: questões culturais e pedagógicas. Rio de
Janeiro: Antares, 1984.
LOBATO, Monteiro. Reinações de narizinho. São Paulo: Brasiliense, 1970.
______. O Picapau amarelo. São Paulo: Brasiliense, 1970.
______. Histórias de tia Nastácia. São Paulo: Brasiliense, 1970.
______. Dom Quixote das crianças. São Paulo: Brasiliense, 1970.
______. A Chave do tamanho. São Paulo: Brasiliense, 1970.
______. Serões de D. Benta. São Paulo: Brasiliense, 1970.
MAGNANI, Maria do Rosário Mortatti. Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
121
MACHADO, Ana Maria. Palavras, palavrinhas, palavrões. Ilustrações de Denise e Fernando. São Paulo:
Quinteto Editorial, 1986.
ORTHOF, Sylvia. Papos de anjo. Rio de Janeiro: Record, 1998.
ZIRALDO. Uma Professora muito maluquinha. São Paulo: Melhoramentos, 1995.
PROBLEMAS EM TEORIA DA LITETATURA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Discussão de problemas em Teoria da Literatura em nível avançado.
Bibliografia:
BAUDRILLARD, Jean. A Arte da desaparição. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1997.
DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. Rio de Janeiro: Editora 34, 1997.
________. Pourparlers: 1972-1990. Paris: Minuit, 1990.
________. & GUATTARI, Félix. Kafka. Pour une littérature mineure. Paris: Minuit, 1996.
________. Lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva, 1974.
DERRIDA, Jacques. A Escritura e a diferença. 2 ed., São Paulo: Perspectiva, 1995.
FELMAN, Shoshana. La Folie et la chose littéraire. Paris: Seuil, 1978.
________. “Educação e crise ou as vicissitudes do ensinar”. In: NESTROVSKI, Arthur e SELIGMANNSILVA, Márcio (Orgs.). Catástrofe e representação. São Paulo: Escuta, 2000, p.13-72.
GUÉRIN, Michel, O que é uma obra? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Corpo e forma. Ensaios para uma crítica não-hermenêutica. João Cezar de
Castro Rocha (Org.). Rio de Janeiro: EDUERJ, 1998.
LIMA, Luiz Costa. Mimesis e modernidade. Formas das sombras. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
________. O Fingidor e o censor: no Ancien régime, no iluminismo e hoje. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1988.
________. O Controle do imaginário. Razão e imaginação nos tempos modernos. 2 ed., revista e ampliada,
Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989.
________. Vida e mimesis. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995.
________. Mímesis – Desafio ao Pensamento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
LYOTARD, Jean-François. Économie libidinale. Paris: Minuit, 1974.
________. Discours, Figure. Paris: Klncksieck, 1974.
________. O Pós-Moderno explicado às crianças. Correspondência 1982-1985. 2 ed., Lisboa: Dom
Quixote, 1993.
NESTROVSKI, Arthur e SELIGMANN-SILVA, Márcio (Orgs.). Catástrofe e representação. São Paulo:
Escuta, 2000.
PSICANÁLISE E ANÁLISE LITERÁRIA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
122
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Os usos do discurso psicanalítico para efetuação da análise literária.
Bibliografia:
BARTUCCI, Giovanna. Psicanálise, literatura e estéticas da subjetivação. São Paulo: Imago, 2001.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
WILLEMART, Philipe. Além da psicanálise: a literatura e as artes. São Paulo: Nova Alexandria, s/d.
LAFETÁ, João Luiz Machado. Figuração da intimidade - imagens na poesia de Márío de Andrade. São
Paulo: Martins Fontes, 1986.
BRETON, André. Manifestos do surrealismo. São Paulo: Brasiliense, 1985.
DOSTOIEVSKI, F. Notas do subterrâneo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1986.
NESTROVSKI, Arthur e SELIGMANN-SILVA, Márcio (Orgs). Catástrofe e representação. São Paulo:
Escuta, 2000.
ASSOUN, Paul-Laurent. O Freudismo. Rio de Janeiro:Jorge Zahar, 1990.
FREUD, S. Cinco lições de psicanálise & Contribuições à psicologia do amor. Rio de Janeiro: Imago, 1997.
________. Os Chistes e sua relação com o inconsciente. Col Standard bras. Rio: Imago, 1977.
GREEN, A. Literatura e psicanálise: a desligação. In. LIMA, Luis Costa. Teoria da literatura em suas fontes.
Rio: Francisco Alves, 1983, vol. 1.
GUATTARI, Felix. Caosmose. Um Novo paradigma estético. São Paulo: Ed. 34, 1992.
TEORIA DA LITERATURA COMPARADA EM NÍVEL AVANÇADO
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Discussão de problemas de Literatura Comparada em nível avançado.
Bibliografia:
BEHLER, Ernst et alii. História literária. Rio de Janeiro: UERJ-IL, 1993.
BEHNKE, Kerstin et alii. Crises da representação. Rio de Janeiro: UERJ-IL, 1994.
GODZICH, Wlad et alii. Literatura comparada: questões e perspectives. Rio de Janeiro: UERJ-IL, 1995.
V.I.
GUMBRECHT, Hans Ulrich et alii. Literatura Comparada: questões e perspectives. Rio de Janeiro: UERJIL, 1995. V.II.
LIMA, Luiz Costa. Mimesis e modernidade: formas das sombras. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
_____. O Controle do imaginário: razão e imaginação nos tempos modernos. 2ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1989.
_____. Pensando nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
_____. Sociedade e discurso ficcional. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
_____. A Aguarrás do tempo: estudos sobre a narrativa. Rio de Janeiro: Rocco, 1989.
_____. Dispersa demanda: ensaios sobre literatura e teoria. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1981.
MARQUES, Reinaldo e BITTENCOURT, Gilda Neves (Orgs.). Limiares críticos: ensaios de literatura
comparada. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.
123
TEORIA DA LITERATURA E HISTÓRIA LITERÁRIA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Discussão de problemas em Teoria da Literatura em nível avançado relativos à produção da história
literária.
Bibliografia:
BAUDRILLARD, Jean. A arte da desaparição. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997.
DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. Rio de Janeiro: Editora 34, 1997.
________. Pourparlers 1972-1990. Paris: Minuit, 1990.
________. & GUATTARI, Félix. Kafka. Pour une littérature mineure Paris: Minuit, 1996.
________. Lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva, 1974.
DERRIDA, Jacques. A Escritura e a diferença. 2 ed., São Paulo: Perspectiva, 1995.
FELMAN, Shoshana. La Folie et la chose littéraire. Paris: Seuil, 1978.
________. “Educação e crise ou as vicissitudes do ensinar”. In: NESTROVSKI, Arthur e SELIGMANNSILVA, Márcio (Orgs.). Catástrofe e representação. São Paulo: Escuta, 2000, p.13-72.
GUÉRIN, Michel, O que é uma obra? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Corpo e forma. Ensaios para uma crítica não-hermenêutica. João Cezar de
Castro Rocha (Org.). Rio de Janeiro: EDUERJ, 1998.
LIMA, Luiz Costa. Mimesis e modernidade. Formas das sombras. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
________. O Fingidor e o censor: no Ancien régime, no Iluminismo e hoje. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1988.
________. O Controle do imaginário. Razão e imaginação nos tempos modernos. 2 ed., revista e ampliada,
Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989.
________. Vida e mimesis. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995.
________. Mímesis – Desafio ao pensamento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
LYOTARD, Jean-François. Économie libidinale. Paris: Minuit, 1974.
________. Discours, figure. Paris: Klincksieck, 1974.
________. O Pós-Moderno explicado às crianças. Correspondência 1982-1985. 2 ed., Lisboa: Dom
Quixote, 1993.
NESTROVSKI, Arthur e SELIGMANN-SILVA, Márcio (Orgs.). Catástrofe e representação. São Paulo:
Escuta, 2000.
TEORIA DA PSICANÁLISE E DISCURSO FICCIONAL
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Discussão de problemas teóricos da psicanálise aplicada à análise do discurso ficcional.
Bibliografia:
BRETON, André. Manifestos do surrealismo. São Paulo: Brasiliense, 1985.
124
DOSTOIEVSKI, F. Notas do subterrâneo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1986.
NESTROVSKI, Arthur e SELIGMANN-SILVA, Márcio (Orgs). Catástrofe e representação. São Paulo:
Escuta, 2000.
ASSOUN, Paul-Laurent. Littérature et psychanalyse. Freud et la création littéraire. Ellipses / éditions
marketing, Paris: 1996.
FREUD, S. Cinco lições de psicanálise & Contribuições à psicologia do amor. Rio de Janeiro: Imago, 1997.
________. Os Chistes e sua relação com o inconsciente. Col Standard bras. Rio: Imago, 1977.
GREEN, A. “Literatura e psicanálise: a desligação”. In. LIMA, Luis Costa. Teoria da literatura em suas
fontes. Rio: Francisco Alves, 1983, vol. 1.
GUATTARI, Felix. Caosmose. Um novo paradigma estético. São Paulo: Ed. 34, 1992.
LACAN, Jacques. O Seminário, Livro 8: a transferência, 1960-1961. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1992.
________. O Seminário. Livro 2. O Eu na teoria de Freud e na técnica da psicanálise (1954-1955). Rio de
Janeiro:Jorge Zahar, 4a ed.,1995.
TEORIA LITERÁRIA E CINEMA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: História Literária I Código:
Ementa:
Conceitos de Literatura aplicados ao cinema. Aspectos teóricos e filosóficos na estética audiovisual. O filme
como obra-de-arte. Questões de mimesis
Bibliografia:
Crash (Crash, no limite). Direção e roteiro: Paul Haggis. Distribuição: Lions Gate Films Inc. / Imagem
Filmes.EUA, 2005.
Forest Gump (Forest Gump: o contador de histórias). Direção: Robert Zemeckis, Roteiro: Eric Roth
[baseado no romance de Winston Groom], Distribuição: Paramount Pictures. EUA, 2001.
Memento (Amnésia). Direção: Christopher Nolan, Roteiro: Christopher Nolan [baseado no conto de
Jonathan Nolan]. Distribuição: Newmarket Capital Group / Summit Entertainment. EUA, 2001.
Pup Fiction (Tempo de violência). Direção e roteiro: Quentin Tarrentino. Distribuição: Miramax Films. EUA,
1994.
The Matrix (Matrix), Direção e roteiro: Andy Wachowski e Larry Wachowski, produção Joel Silver,
distribuição: Warner Bros. EUA, 1999.
What the Bleep Do We Know? (Quem somos nós: Quantum Edition). Direção e roteiro: Betsy Chasse, Mark
Vicente, William Arntz, Distribuição: Playarte Home Vídeo. 2006.
TEORIAS ESTÉTICAS E PRODUÇÃO LITERÁRIA NA EUROPA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Relações pertinentes entre teorias estéticas e produção literária na Europa.
Bibliografia:
BANDEIRA, Manuel. O centenário de S. Mallarmé (1945). Vol. II. Rio de Janeiro: Aguilar, 1969.
BAUDELAIRE, Charles. O Pintor da vida moderna.Lisboa: Veja, 1993.
125
BOURDIEU, Pierre. As Regras da arte. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
CAMPOS, Augusto, Pignatari. Mallarmé. São Paulo: Perspectiva, Edusp, 1974.
FELMAN, Shoshana. Educação e crise, ou as Vicissitudes do ensino. In NESTROVSKI, Arthur e
SELIGMAN-SILVA, Marcio (Orgs). Catástrofe e representação. São Paulo: Escuta, 2000, pp. 13-72.
FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
FOUCAULT, Michel. Linguagem e literatura (1966), In Foucault. A Filosofia e a literatura. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, s/d.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Cascatas de Modernidade. In Modernização dos sentidos. Rio de Janeiro:
Editora 34, 1998, pp.9-32.
LIMA, Luiz Costa. Elementos para a reconsideração da Mímesis. In Mímesis: desafio ao pensamento. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
LIMA, Luiz Costa. Mimesis e modernidade. Formas das sombras.Rio de Janeiro: Edições Graal, 1980.
MALLARMÉ, Sthephane. Um Lance de dados. In Campos, Augusto & allii. Mallarmé. São Paulo:
Perspectiva, Edusp, 1974.
________. Mallarmé. poemas. 2a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
VALERY, Paul. Existência do simbolismo, In Variedades. São Paulo: Iluminuras, 1999. pp.63-76.
TEORIAS ESTÉTICAS E PRODUÇÃO LITERÁRIA NO BRASIL E AMÉRICA LATINA
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Teorias estéticas e produção literária no Brasil e na América Latina.
Bibliografia:
BORGES, Jorge Luis. Obra Poética. 3 Vols. Alianza Editorial, 1998 (em espanhol)
CARPENTIER, Alejo. Los pasos perdidos. Alianza Editorial, 1998
LIMA, Luiz Costa. O Redemunho do horror. Rio de Janeiro: Record, 2003.
MARQUEZ, Gabriel Garcia. Viver para contar. Rio de Janeiro: Record, 2003.
_______, Cem anos de solidão, Rio de Janeiro: Record, 1998.
_______, O amor nos tempos de cólera. Rio de Janeiro: Record, 1985.
MARTINS, Floriano. Escrituras surrealistas.Coleção Memo. São Paulo: Memorial da América Latina. s/d.
MEYER, Marlyse. Um eterno retorno: as descobertas do Brasil. “Coleção Memo”. São Paulo: Memorial da
América Latina. s/d.
MONEGAL, Emir Rodrigues. Borges: uma poética da leitura. São Paulo: Perspectiva, 1980.
PAZ, Octavio. Os Filhos do barro: do romantismo à vanguard. Rio de Janeiro: Ed.Nova Fronteira, 2 ed., 1984.
________. O Arco e a lira. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1984.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
ROSA, João Guimarães Rosa. Grande Sertão:Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (diversas edições). s/d
SEVCENKO, Nicolau. Arte moderna – Os desencontros de dois continentes. “Coleção Memo”. São Paulo:
Memorial da América Latina, s/d.
126
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Retórica e Poética, História Literária I e Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários no século XVI.
Bibliografia:
BOOTH, Wayne C. Modern Dogma and the Rhetoric of Assent. Chicago: The University of Chicago Press,
1974.
BOXER, Charles. O Império Marítimo Português. 1 reimpressão, São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
BRISTOL, Michael D & MAROTTI, Arthur F. (ed.). Print, Manuscript, Performance. The Changing Relations
of the Media in Early Modern England. Columbus: Ohio State University Press, 2000.
CASSIRER, Ernst, KRISTELLER, Paul Oskar & RANDALL, John Herman. The Renaissance Philosophy of
Man. 4 ed., Chicago: The University of Chicago Press, 1956.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Visão do Paraíso. Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do
Brasil. Brasiliense / Publifolha, 2000.
LADURIE, Emmanuel Le Roy. O Estado Monárquico. França: 1460 - 1610. São Paulo: Companhia das
Letras, 1994.
LANGER, Ulrich. Divine and Poetic Freedom in the Renaissance. Nominalist theology and literature in
France and Italy. Princeton, Princeton University Press, 1990.
LAPA, José Roberto do Amaral. A Bahia e a Carreira da Índia. São Paulo: HUCITEC/Editora da UNICAMP,
2000.
LYONS, John D. Exemplum. The rhetoric of example in early modern France and Italy. Princeton: Princeton
University Press, 1989.
McGANN, Jerome J. The Textual Condition. Princeton: Princeton University Press, 1991.
MELLO E SOUZA, Laura (org.). História da Vida Privada no Brasil. Cotidiano e Vida Privada na América
Portuguesa. 4 reimpressão, São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
TODOROV, Tzvetan. Simbolismo e Interpretação. Lisboa: Edições 70, 1980.
TODOROV, Tzvetan. A conquista da América. A Questão do Outro. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA IV
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários no século XIX.
Bibliografia:
ASSIS, Machado de. Obra Completa. v. 2. Rio de Janeiro: José Aguilar,1997.
BOSI, Alfredo [et al.]. Antologia e Estudos: Machado de Assis. São Paulo: Ática, 1982.
___. História Concisa da Literatura Brasileira. 2ª ed. São Paulo: Cultrix, 1981.
BARRETO, Lima. Os Melhores Contos. São Paulo: Martin Claret, 2003.
127
BRAYNER, Sônia. Labirinto do Espaço Romanesco: Tradição e Renovação da Literatura Brasileira, 18801920. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Brasília: INL, 1979.
CANDIDO, Antônio. Vários Escritos. São Paulo: Duas cidades, 1970.
___. [et al.]. A Crônica: o Gênero e suas Transformações no Brasil. Campinas: UNICAMP; Rio de
Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1992.
MASSA, Jean-Michel. A Juventude de Machado de Assis. Trad. Marco Áurelio de Moura Matos. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.
POMPÉIA, Raul. O Ateneu. São Paulo: Ática, 1989.
ROMERO, Silvio. História da Literatura Brasileira. 7ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980, v.1.
SUSSEKIND, Flora. O Brasil não é longe daqui. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
TELES, Gilberto Mendonça. “O lugar da crítica e da história” In: A Escrituração da Escrita: Teoria e Prática
do Texto Literário. Petrópolis: Vozes, 1996.
VERÍSSIMO, José. História da Literatura Brasileira. 5ª ed. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1969.
ZILBERMAN e MOREIRA, Regina, Maria Eunice. O Berço do Cânone: Textos Fundadores da História da
Literatura Brasileira. Porto alegre: Mercado Aberto, 1998.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA VII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Relações tópicas entre aspectos da cultura brasileira e a produção literária no Brasil.
Bibliografia:
JOBIM, José Luís (org.). Introdução ao romantismo. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
_____.(org.). Introdução aos termos literários. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
LAJOLO, Marisa. Do Mundo da leitura para a leitura do mundo. 6 ed. São Paulo: Ática, 2000.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. O Preço da leitura: leis e números por detrás das letras. São
Paulo: Ática, 2001.
______. A Formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
______. A Leitura rarefeita: livro e literatura no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1991.
LIMA, Luiz Costa. Aguarrás do tempo: estudos sobre a narrativa. Rio de Janeiro: Rocco, 1989.
_____. Mimesis e modernidade: formas das sombras. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
_____. O Controle do imaginário: razão e imaginação nos tempos modernos. 2ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1989.
_____. Pensando nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
_____. Sociedade e discurso ficcional. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
_____. Dispersa demanda: ensaios sobre literatura e teoria. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1981.
MARTINS, Wilson. A Palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2ed. São Paulo: Ática,
1996.
PINA, Patrícia Kátia da Costa. Literatura e jornalismo no oitocentos brasileiro. Ilhéus: EDITUS, 2002.
ROCHA, João Cezar de Castro. Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira. Rio de
Janeiro: EDUERJ, 1998.
VENTURA Roberto. Estilo tropical: história cultural e polêmicas literárias no Brasil. São Paulo: Companhia
das Letras, 1991.
128
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA VIII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Estudo seletivo de temas relevantes na produção literária no Brasil.
Bibliografia:
JOBIM, José Luís (org.). Introdução ao romantismo. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
_____.(org.). Introdução aos termos literários. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
LAJOLO, Marisa. Do Mundo da leitura para a leitura do mundo. 6 ed. São Paulo: Ática, 2000.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. O Preço da leitura: leis e números por detrás das letras. São
Paulo: Ática, 2001.
______. A Formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
______. A Leitura rarefeita: livro e literatura no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1991.
LIMA, Luiz Costa. Aguarrás do tempo: estudos sobre a narrativa. Rio de Janeiro: Rocco, 1989.
_____. Mimesis e modernidade: formas das sombras. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
_____. O Controle do imaginário: razão e imaginação nos tempos modernos. 2ed. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1989.
_____. Pensando nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
_____. Sociedade e discurso ficcional. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
_____. Dispersa demanda: ensaios sobre literatura e teoria. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1981.
MARTINS, Wilson. A Palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2ed. São Paulo: Ática,
1996.
PINA, Patrícia Kátia da Costa. Literatura e jornalismo no oitocentos brasileiro. Ilhéus: EDITUS, 2002.
ROCHA, João Cezar de Castro. Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira. Rio de
Janeiro: EDUERJ, 1998.
VENTURA Roberto. Estilo tropical: história cultural e polêmicas literárias no Brasil. São Paulo: Companhia
das Letras, 1991.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA IX
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Relações pertinentes entre teorias estéticas no Brasil e a produção literária brasileira.
Bibliografia:
CANCLINI, Nestor Garcia. “Noticias recientes sobre la Hibridación”. In.: _____ et alii. Arte latina: cultura,
globalização e identidades. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2000. pp. 60-82.
CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. 3 ed. São
Paulo: Edusp, 2000 (Ensaios Latino-americanos, 1).
129
CANCLINI, Nestor Garcia. Imaginários urbanos. Buenos Aires: EUDEBA, 1997.
CANCLINI. Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de
Janeiro: ED UFRJ, 1995.
JOBIM, José Luís (org.). Introdução ao romantismo. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1999.
_____.(org.). Introdução aos termos literários. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999.
LAJOLO, Marisa. Do Mundo da leitura para a leitura do mundo. 6 ed. São Paulo: Ática, 2000.
LIMA, Luiz Costa. Aguarrás do tempo: estudos sobre a narrativa. Rio de Janeiro: Rocco, 1989.
_____. Mimesis e modernidade: formas das sombras. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
_____. O Controle do imaginário: razão e imaginação nos tempos modernos. 2 ed. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1989.
_____. Pensando nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
_____. Sociedade e discurso ficcional. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
_____. Dispersa demanda: ensaios sobre literatura e teoria. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1981.
LUCAS, Fábio. Literatura e comunicação na era eletrônica. São Paulo: Cortez, 2001.
_____. Do Barroco ao moderno. vozes da literatura brasileira. São Paulo: Ática, 1989.
_____. O Caráter social da ficção no Brasil. 2 ed. São Paulo: Ática, 1987.
PEIXOTO, Sérgio Alves. A Consciência criadora na poesia brasileira do barroco ao simbolismo. São Paulo:
Annablume, 1999.
SANTAELLA, Lúcia e NÖTH, Winfried. Equívocos do elitismo. 3 ed. São Paulo: Cortez, 1995.
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América. A questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
VILLAÇA, Nízia e GÓES, Fred. Nas Fronteiras do contemporâneo. Rio de Janeiro: Mauad/FUJB, 2001.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA X
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Estudo aprofundado da obra de autores representativos da Literatura Brasileira.
Bibliografia:
ASSIS, Joaquim Maria Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro, Aguilar, 1985.
LIMA, Luiz Costa. Aguarrás do tempo: estudos sobre a narrativa. Rio de Janeiro: Rocco, 1989.
_____. Mimesis e modernidade: formas das sombras. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
_____. O Controle do imaginário: razão e imaginação nos tempos modernos. 2ed. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1989.
_____. Pensando nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
_____. Sociedade e discurso ficcional. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986.
_____. Dispersa demanda: ensaios sobre literatura e teoria. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1981.
MARTINS, Wilson. A Palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2ed. São Paulo: Ática,
1996.
MONTELLO, Josué. Os Inimigos de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
PINA, Patrícia Kátia da Costa (Org.). Vindiciae: em defesa de Machado de Assis. Polêmica e Crítica. Rio
de Janeiro, UERJ-IL, 1998.
______. Literatura e jornalismo no oitocentos brasileiro. Ilhéus: EDITUS, 2002.
ROCHA, João Cezar de Castro. Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira. Rio de
Janeiro. EDUERJ, 1998.
130
ROMERO, Silvio. Machado de Assis: estudo comparativo de literatura brasileira. Campinas: UNICAMP,
1992.
ROUANET, Maria Helena. Eternamente em berço esplêndido: a fundação de uma literatura nacional. São
Paulo: Siciliano, 1991.
SÜSSEKIND, Flora. O Brasil não é longe daqui: o narrador; a viagem. São Paulo: Companhia das Letras,
1990.
VERÍSSIMO, José. Estudos de literatura brasileira. Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia/Edusp, 1976. 7V.
_____. Teoria, crítica e história literária. São Paulo: Edusp, 1977.
VENTURA, Roberto. Estilo tropical: história cultural e polêmicas literárias no Brasil. São Paulo: Companhia
das Letras, 1991.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA XI
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Estudo do gênero romanesco na Literatura Brasileira.
Bibliografia:
BRAYNER, Sônia. Labirinto do espaço romanesco: tradição e renovação da literatura brasileira, 180-1920.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Brasília: INL, 1979.
CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira. 8ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1997. 92 vols.
FACIOLI, Valentim. Um Defunto estrambótico: análise e interpretação das memórias póstumas de Brás
Cubas. São Paulo: Nankin, 2002.
GOMES, Eugênio. Aspectos do romance brasileiro. Salvador: Progresso, 1958.
LAJOLO, Marisa. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.
LINS, Osman. Lima Barreto e o espaço romanesco. São Paulo: Ática, 1976.
NUNES, Benedito. O Tempo na narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
REUTER, Yves. Introdução à análise do romance. São Paulo: Ática, 1995.
SANT’ANNA, Affonso Romano de. Análise estrutural de romances brasileiros. 7ª ed. São Paulo: Ática,
1990.
SUSSEKIND, Flora. O Brasil não é longe daqui. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA XII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de História da Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Estudo da poesia lírica e/ou épica produzida no Brasil.
Bibliografia:
ARISTOTLE. "Rhetorica ad Alexandrum". In: Problems, rhetorica ad Alexandrum. Cambridge: Harvard
131
University Press, 1983, p. 257-449.
ARISTOTLE. Politics. Cambridge: Harvard University Press, 1990.
ARISTOTLE. Rhetoric. Cambridge: Harvard University Press, 1994.
CICERO. Ad Herennium. Cambridge: Harvard University Press, 1989.
CICERO. "De inventione". In: De inventione, De optimo genere oratore, Topica. Cambridge: Harvard
University Press, 1993, p. 1-346.
CICERO. "De optimo genere oratore". In: De inventione, De optimo genere oratore, Topica. Cambridge:
Harvard University Press, 1993, p. 347-373.
CICERO. "Topica". In: De inventione, De optimo genere oratore, Topica. Cambridge: Harvard University
Press, 1993, p. 375-459.
HORACE. Oeuvres. Paris: Hachette, 1906.
LAUSBERG, Heinrich. Elementos de retórica literária. 4 ed., Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993.
RORTY, Amélie Oksenberg (Ed.). Essays on Aristotle's Poetics. Princeton: Princeton University Press,
1992.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA XIII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários no século XVII e XVIII.
Bibliografia:
CHARTIER, Roger. A Ordem dos Livros. Brasília: Editora UnB, 1994.
CHARTIER, Roger. Cultura Escrita, Literatura e História. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
CHARTIER, Roger. OsDdesafios da Escrita. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
CHAVES, Vânia Pinheiro. O Despertar do Gênio Brasileiro. Uma Leitura de O Uraguai de José Basílio da Gama.
Campinas: Editora UNICAMP, 2000.
CHAVES, Vânia Pinheiro. O Uraguai e a Fundação da Literatura Brasileira. Campinas: Editora UNICAMP, 1997.
CULLER, Jonathan. On Deconstruction. Theory and Criticism after Structuralism. London: Routledge, 1994.
DARNTON, Robert. Edição e Sedição. O Universo da Literatura Clandestina no Século XVIII. São Paulo:
Companhia das Letras, 1992.
DARNTON, Robert. O Iluminismo como Negócio. História da Publicação da Enciclopédia: 1775 - 1800. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996.
FOUCAULT, Michel. 4 ed. A Ordem do Discurso. São Paulo: Edições Loyola, 1998.
FURTADO, Joaci Pereira (org.). Antônio Vieira. O Imperador do Púlpito. São Paulo: IEB - USP, 1999.
GENETTE, Gérard. Paratexts. Thresholds of Interpretation. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
GUMBRECHT, Hans Ulrich. Modernização dos Sentidos. São Paulo: Editora 34, 1998.
HANSEN, João Adolfo. A Sátira e o Engenho. Gregório de Matos e a Bahia do Século XVII. São Paulo: Companhia
das Letras, 1989.
HARDISON, O. B. The Enduring Monument. A Study of the Idea of Praise in Renaissance Literary Theory and
Practice. Westport: Greenwood Press, 1973.
ISER, Wolfgang. 6th impression, The Act of Reading. A Theory of Aesthetic Response. Baltimore: The Johns
Hopkins University Press, 1994.
JAUSS, Hans Robert. A História da Literatura como Provocação à Teoria Literária. São Paulo: Ática, 1994.
JOUVE, Vincent. A Leitura. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
132
LOVE, Harold. The Culture and Commerce of Texts. Scribal Publication in Seventeenth-Century England. Amherst:
University of Massachusetts Press, 1993.
MAINGUENEAU, Dominique. Pragmática para o Discurso Literário. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MARIN, Louis. Portrait of the King. Translation by Martha M. Houle. Foreword by Tom Conley. Minneapolis:
University of Minnesota Press, 1988.
McGANN, Jerome J. The Romantic Ideology. Chicago: The University of Chicago Press, 1983.
NUNES, José Horta. Formação do Leitor Brasileiro. Imaginário da Leitura no Brasil Colonial. Campinas: Editora
UNICAMP, 1994.
PARKER, Hershel. Flawed Texts and Verbal Icons. Literary Authority in American Fiction. Evanston: Northwestern
University Press, 1984.
RANUM, Orest. Artisans of Glory. Writers and Historical thought in Seventeenth-Century France. Chapel Hill: The
University of North Carolina Press, 1980.
SEARLE, John R. Expressão e Significação. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
STAROBINSKY, Jean. As Máscaras da Civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
TOMARKEN, Annette H. The Smile of Truth. The French Satirical Eulogy and its Antecedents. Princeton: Princeton
University Press, 1990.
TÓPICOS DE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA XIV
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Literatura Brasileira I
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários nos séculos XX e XXI.
Bibliografia:
CIXOUS, Hélène. A Hora de Clarice Lispector. Trad. Rachel Gutierrez. Rio de Janeiro: Exodus, 1999.
EVANDO NASCIMENTO. Ângulos. Literatura e outras artes. Juiz de Fora: UFJF, 2002.
FAUSTINO, Mario. Poesia-Experiência. Introdução de Benedito Nunes. São Paulo: Perspectiva, 1977
HILST, Hilda. Fluxo-floema. São Paulo: Perspectiva, 1970.
HILST, Hilda. Estar sendo, ter sido. São Paulo: Nanquin Editorial, 1997.
HILST, Hilda. Cascos e carícias. São Paulo: Nanquin Editorial, 1998.
LIMA, Luiz Costa. Lira e Antilira. Mário, Drummond, Cabral, 2 ed. revista, Rio de Janeiro: Topbooks, 1995.
RÓNAI, José Paulo. Os perigos da poesia e outros ensaios. Rio de Janeiro: Topbooks, 1997.
TOLENTINO, Bruno. A balada do cárcere. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996.
PESSANHA, Juliano Garcia. Sabedoria do nunca.. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999.
PESSANHA, Juliano Garcia. Ignorância do sempre. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000.
PESSANHA, Juliano Garcia. Certeza do Agora, São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo da Poesia Produzida em Angola.
133
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980.
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke, 1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e informação.n.104(1958).
p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa, 1986.
(Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX. Niterói,
EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro, RelumeDumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986. Tese(Doutorado) –
Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva, 1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo dos gêneros narrativos produzidos em Angola.
134
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke, 1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e informação.n.104(1958).
p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa, 1986.
(Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX. Niterói,
EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro, RelumeDumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986. Tese(Doutorado) –
Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva, 1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA III
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo da Poesia Produzida em Moçambique.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
135
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke, 1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa, 1986.
(Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro, RelumeDumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986. Tese(Doutorado)
– Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva, 1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA IV
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo dos gêneros narrativos produzidos em Moçambique.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
136
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke, 1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa, 1986.
(Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro, RelumeDumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986. Tese(Doutorado)
– Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva, 1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA V
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo da Poesia Produzida em Cabo Verde.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
137
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke, 1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa, 1986.
(Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro, RelumeDumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
Tese(Doutorado) – Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva, 1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA VI
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo dos gêneros narrativos produzidos em Cabo Verde.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
138
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke,
1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa,
1986. (Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro,
Relume-Dumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
Tese(Doutorado) – Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva,
1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA VII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo dos textos produzidos por portugueses durante os séculos XV, XVI e XVII em África.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
139
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke,
1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa,
1986. (Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro,
Relume-Dumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
Tese(Doutorado) – Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva,
1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA VIII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo monográfico de autor caboverdiano.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
140
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke,
1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa,
1986. (Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro,
Relume-Dumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
Tese(Doutorado) – Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva,
1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA IX
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo monográfico de autor angolano.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. (Biblioteca de Estudos
Africanos, 2)
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
141
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 1977. 2V.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 1975-1976. 2 v.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke,
1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa,
1986. (Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro,
Relume-Dumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
Tese(Doutorado) – Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva,
1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA X
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo monográfico de autor moçambicano.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980.
ANDRADE, Fernando Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 2V. 1977.
142
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 2 v. 1975-1976.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke,
1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 2V. 1999.
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa,
1986. (Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro,
Relume-Dumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
Tese(Doutorado) – Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva,
1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA XI
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo da poesia ou dos gêneros em prosa produzidos na Guiné.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. ANDRADE, Fernando
Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 2V. 1977.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 2 v. 1975-1976.
143
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke,
1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, v. 1 1980.
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, v. 2 1999.
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa,
1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro,
Relume-Dumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva,
1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
TÓPICOS DE LITERATURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA XII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo da poesia e ou dos gêneros em prosa produzidos em Timor Leste.
Bibliografia:
AGUESSY, Honorat et alii. Introdução à cultura africana. Lisboa, Edições 70, 1980. ANDRADE, Fernando
Costa. Literatura Angolana: opiniões. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1980.
BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da áfrica negra. 2ed. São Paulo, Perspectiva, 2004.
CANEDO, Letícia Bicalho. A descolonização da África e da Ásia. São Paulo, Atual, 1985.
FAGE, J. D. História da África. 1ed. Lisboa, Edições 70, 1997.
FERREIRA, Manuel. A aventura crioula. 2ed. Lisboa, Plátano, 1973.
______. Literaturas africanas de expressão portuguesa. Venda Nova-Amadora, Bertrand, 2V.1977.
_____. No reino de Caliban. Lisboa, Seara Nova, 2 v.1975-1976.
_____ e MOSER, Gerald. Bibliografia das literaturas africanas de expressão portuguesa. Lisboa, Imprensa
Nacional, 1983.
GERARD, Albert. Essais d´histoire littérraire africaine. Quebec, ACCT/Editions Naaman de Sherbrooke,
144
1984.
GIORDANI, Mario Curtis. História da África: idade moderna. 1ed. Petrópolis, Vozes, s/d.
KI-ZERBO, Joseph. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1980. v. 1
_____. História da África negra. Lisboa, Europa-América, 1999. v. 2
MARIANO, Gabriel. Negritude e caboverdianidade. Cabo Verde: Boletim de propaganda e
informação.n.104(1958). p. 7-8.
MATA, Inocência L. dos Santos. A prosa de ficção no período colonial – São Tomé e Príncipe. Lisboa,
1986. (Dissertação), Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1986.
MEYER, Laure. África negra: máscaras, esculturas, jóias. 1ed. Lisboa, Livros e Livros, 2001.
MPHAHLELE, EzeKiel. The african image. London, Faber, 1974.
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. São Paulo, Ática, 1986.
OWOMOYELA, Oyekan (Ed.). A history of twentieth century african literatures. Lincoln/London, University of
Nebraska Press, 1993.
PADILHA, Laura Cavalcante. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Niterói, EdUFF, 1995.
PARSONS, Elsie Clews. Folclore do arquipélago de Cabo Verde. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
REIS, Eliana Lourenço de Lima. Pós-colonialismo, identidade e mestiçagem cultural. Rio de Janeiro,
Relume-Dumará, 1999.
ROSÁRIO, Lourenço Joaquim da Costa. Narrativa africana de expressão oral. Coimbra, 1986.
Tese(Doutorado) – Universidade de Coimbra.
SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas: história e antologia. São Paulo, Ática, 1985.
SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pela independência na África Portuguesa. Lisboa, Minerva,
1975.
TRIGO, Salvato. Introdução à literatura angolana de expressão portuguesa. Porto, Brasília, 1977.
_____. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa, Veja, s/d.
145
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA I
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Formação do Campo Literário
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários portugueses dos séculos XIII, XIV e XV.
Bibliografia:
DUBY, G. _________. Idade média idade dos homens. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
_________. Eva e os padres: damas do século XII. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
ECO, Humberto. Arte e beleza na estética medieval. 23. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1989.
FERREIRA, Manuel Pedro. O Som de Martin Codax: sobre a dimensão musical da lírica galego-portuguesa
(séculos XII-XIV). Lisboa: Unisys/Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1986.
LAPA, M. Rodrigues. Lições de literatura portuguesa: época medieval. 10 ed., revista pelo autor. Coimbra:
Coimbra Editora, 1981.
LE GOFF, J. e SCHMITT, Jean-Claude (Coord.). Dicionário temático do ocidente medieval. São Paulo:
EDUSC Imprensa Oficial do Estado, 2002. V. I – II.
MALEVAL, Maria do Amparo Tavares. Peregrinação e poesia. Rio de Janeiro: Editora Agora da Ilha, 1999.
Série Raízes.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
NATÁLIA, Correia. Cantares dos trovadores Galego-portugueses. Editorial Estampa, s.d.
__________.Damas do século XII: a lembrança das Ancestrais. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Porto, 1987.
SPINA, S. Presença da literatura portuguesa: era medieval. 8. ed. São Paulo: Difel, 1985.
ZUMTHOR, Paul. A Letra e a Voz: “A Literatura medieval”. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA II
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de Literatura Portuguesa I
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários portugueses dos séculos XVI e XVII.
Bibliografia:
AGUIAR e SILVA, Vitor M. Pires. Maneirismo e barroco na poesia lírica portuguesa. Coimbra: Centro de
Estudos Românicos, 1971.
AMORA, A. Soares. Presença da literatura portuguesa: era clássica. 8. ed. São Paulo: Difel, 1985.
CAMÕES, Luis de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1988.
CUNHA, Maria Helena Ribeiro & PIVA, Luiz. Lirismo e epopéia em Luís de Camões. São Paulo: Cultrix:
Edição da Universidade de São Paulo, 1980.
146
FIGUEIREDO, Fidelino. A Épica portuguesa no século XVI. 7. ed. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da
Moeda, 1989.
HADAD, Jamil Almansur. (Org.) Os Sermões de Padre Antônio Vieira. São Paulo: Melhoramentos, 1963.
HOF, Ulrich Im. Os Agentes do iluminismo. In: HOF, Ulrich Im. A Europa no século das luzes. Lisboa:
Editorial Presença, 1995, p. 99-141.
MARTINS, Oliveira. Camões – Os Lusíadas e a renascença em portugal. 4. ed. Lisboa: Guimarães
Editores, 1986.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
PICCHIO, Luciana Stegagno. História do teatro português. Lisboa: Portugália Ed., 1964.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Porto, 1987.
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA III
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de Literatura Portuguesa I
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários portugueses dos séculos XVIII e XIX.
Bibliografia:
ABDALA Júnior, Benjamin & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São
Paulo: Ática, 1982.
AGUIAR e SILVA, Victor Manuel. “Rococó, Pré-romantismo e romantismo”. In: Teoria da literatura. 8. ed.
Coimbra: Livraria Almedina, 1988, p. 533-560.
COELHO, Jacinto do Prado. Problemática da história literária. 2. ed. Lisboa: Ática, 1961.
_______________________. “Raízes e sentido da obra Camiliana”. In: Camilo Castelo Branco – obra
seleta. v.I, Rio de Janeiro: José Aguilar, 1960. p. 9-62
FERREIRA, Alberto. “Significação ideológica da questão Coimbrã”. In: Perspectivas do romantismo
português. Lisboa: Ed. 70, 1971. p, 245-273.
MATOS, A. Matos. (Org.). Suplemento ao dicionário de Eça de Queiroz. Lisboa: Editorial Caminho, 2000.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
________________. As Estéticas literárias em portugal. v. II. Séculos XVII e XIX.s/d
________________. Presença da literatura portuguesa: romantismo, realismo. 8. ed. São Paulo: Difel,
1985.
REIS, Carlos & PIRES, M. da Natividade. História crítica da literatura portuguesa. v. V. 2. ed. Lisboa/São
Paulo: Editorial Verbo, 1999.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Lisboa: Porto Editora,
1987.
TALMON, J.L. Romantismo e revolta: Europa 1815-1848. Lisboa: Editorial Verbo, 1967.
147
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA IV
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0
Natureza: teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de Literatura Portuguesa I
Código:
Ementa:
Estudo de obras, autores ou gêneros literários portugueses dos séculos XX e XXI.
Bibliografia:
ABDALA Júnior, Benjamin & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São
Paulo: Ática, 1982.
_____________________. A escrita neo-realista. São Paulo, Ática, 1981.
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Ed. Schwarcz, 1998.
CRUZ, Gastão. A Poesia portuguesa hoje – à volta da literatura. 2. ed. Lisboa: Relógio D’ Água Editores,
1999.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
PAZ, Octavio. A Outra voz. São Paulo: Siciliano, 1993.
PESSOA, Fernando. Idéias estéticas. In: Obra em prosa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1986. p. 215-256.
REMÉDIOS, Maria Luiza Ritzel. O Romance português contemporâneo. Santa Maria: Edições UFSM,
1986.
SÀ-Carneiro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora Aguillar, 1995.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Lisboa: Porto Editora,
1987.
TELES, Gilberto Mendonça. A Vanguarda européia. In: Vanguarda européia e modernismo brasileiro. 7.
ed. Petrópolis: Vozes, 1983. p. 79-271.
TORRES, Alexandre Pinheiro. O Neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes, 1997.
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA V
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de Literatura Portuguesa I
Código:
Ementa:
Relações tópicas entre aspectos da cultura portuguesa e a produção literária em Portugal.
Bibliografia:
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1982.
ABDALA, Junior, Benjamin & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História da literatura social portuguesa. São
Paulo: Ática, 1982.
ALCOFORADO. Mariana. Cartas portuguesas. Porto Alegre: L &PM, 1997.
ALMEIDA, Sandra Regina Goulart. Cartas portuguesas: um espelho da problemática feminina. Boletim do
CESP. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, v. 13, nº 16, p. 43-51, jul./dez. 1993.
AMORA, Antônio Soares. Presença da literatura portuguesa: era clássica. São Paulo: DIFEL, 1966.
________. Presença da literatura portuguesa: era medieval. São Paulo: DIFEL, 1966.
________. Presença da literatura portuguesa: simbolismo. São Paulo: DIFEL, 1966.
BAKHTIN, Mikhail. A Cultura popular na idade média e no renascimento. São Paulo: Hacitec, 1987.
148
BELL, Aubrey Fitzgerald. A Literatura portuguesa: história e crítica. Coimbra: Imprensa da Universidade,
1931.
BERARDINELLE, Cleonice. Estudos camonianos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: Padre Antonio Vieira,
Instituto Camões, 2000.
BETTENCOURT, J. Barbosa de. História comparativa da literatura portuguesa. Paris, Aillaud e Bertrand,
1923.
SILVEIRA, Francisco Maciel (Seleção de). Poesia clássica. Literatura Portuguesa. São Paulo: Global, 1988.
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA VI
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de Literatura Portuguesa I
Código:
Ementa:
Estudo seletivo de textos, autores e temas relevantes da produção literária em Portugal.
Bibliografia:
BRAGA, Teófilo. Curso de história da literatura portuguesa. Lisboa: Nova Livraria Internacional, 1885.
BRANCO,Camilo Castelo. Amor de perdição. São Paulo: Ática, 1985.
BRANCO, Camilo Castelo. Amor de salvação. São Paulo: Ática, 1985.
BRANCO, Lúcia Castelo. O que é escrita feminina. São Paulo: Brasiliense, 1991.
BRASIL, Reis. História da literatura portuguesa. Lisboa, 1958.
CAMÕES, Luís de. Lírica. São Paulo: Cultrix, 1984.
CARA, Salete de Almeida. A Poesia lírica. São Paulo: Ática, 1989.
CIDADE, Hernani. Luís de Camões – O Lírico. Lisboa: Presença, 1992.
COELHO, Jacinto do Prado. Dicionário das literaturas portuguesa, brasileira e galega. Porto: Livraria
Figueirinha. 1960.
DUARTE, Lélia Parreira. A Escritura de Camões e Eça de Queirós. Belo Horizonte: FALE UFMG / Vigília,
1978.
ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
ESPANCA, Flor Bela. Sonetos. São Paulo: Martins Claret, 2003.
PESSOA, Fernando. “Gênese e justificação da heteronímia”.In: Obras em prosa. Biblioteca Luso-Brasileira.
Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar. 1986. p.80-212.
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA VII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de Literatura Portuguesa I
Código:
Ementa:
Relações pertinentes entre teorias estéticas em Portugal e a produção literária portuguesa.
Bibliografia:
BACHELARD, Gaston. A Poética do devaneio. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
_________. A Poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______. O Grau zero da escritura. São Paulo: Editora Cultrix, 1953.
149
BARTHES, Roland. Aula. 8ª ed. São Paulo: Cultrix, 2000.
BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991.
BAKHTIN, Mikhail. Problemas da poética de dostoievski. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1981.
_________. Questões da literatura e de estética. Teoria do romance. São Paulo: Hacitec, 1988.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1999.
BOSI. Alfredo. O Ser e o tempo da poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio: lições americanas. São Paulo: Companhia das
Letras, 1990.
CONNOR, Steven. Cultura pós-moderna. São Paulo: Edições Loyola, 1992.
CUNHA, Arlindo Ribeiro da. A Língua e a literatura portuguesa. Braga. ED do. A. 1952.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
ECO, Humberto. Arte e beleza na estética medieval. 2. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1989.
ELLIOT, T.S. A Essência da poesia. Rio de Janeiro: Artenova, 1972.
FILHO, Domício Proença. Pós-modernismo e literatura. São Paulo: Série Princípios, 1988.
FRIEDRICH. Hugo. Estrutura da lírica moderna: da metade do século XIX a meados do século XX. São
Paulo: Duas Cidades, 1978.
PINO, Dino Del. Pessoa: “Crítico da cultura portuguesa”. In: Anais do XIV Encontro de professores
universitários brasileiros de literatura portuguesa. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1994.
REMEDIOS, Maria Luiza R. O Romance português contemporâneo. Santa Maria: Edições UFSM, 1984.
TÓPICOS DE LITERATURA PORTUGUESA VIII
Ministrante: ATL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: : 4.0.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Tópicos de Literatura Portuguesa I
Código:
Ementa:
Estudo aprofundado da obra de autores representativos da Literatura Portuguesa.
Bibliografia:
BOCAGE, Manuel du. Sonetos. São Paulo: Editora Martin Claret, 2003.
FONSECA, Aleilton e PEREIRA, Rubens Alves (Orgs.). Rotas e imagens: literatura e outras imagens.
Feira de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana / Coordenação do Programa de PósGraduação em Literatura e Diversidade Cultural, 2000.
FOKKEMA, Douwe W. História literária: modernismo e pós-modernismo. Lisboa: Veja, 2000.
GARRETT, Almeida. Viagens na minha terra. São Paulo: Martin Clater, 2003.
HATZFELD, Helmut. Estudos sobre o barroco. São Paulo: Perspectiva, 1988.
HUTCHEON. Linda. Poética do pós-moderno: história, teoria e ficção. Rio de Janeiro: Imago Editora,
1991.
LEMINSKI, Paulo. “Poesia: a Paixão da Linguagem”. In: Os sentidos da paixão. São Paulo: Companhia
das Letras, 1987.
LIMA, Francisco Ferreira de. O Outro livro das maravilhas. A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto. Rio
de Janeiro: Relumé Dumará; Salvador, BA: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1998.
LUFT, Celso Pedro. Dicionário de literatura portuguesa e brasileira. Rio de Janeiro: Cia Brasileira de
Publicações, 1969.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. São Paulo: Ed. Cultrix.1981.
______________. A Literatura portuguesa através dos textos. 12 ed. São Paulo: Ed.
Cultrix, s/d.
______________. Obra poética. Biblioteca Luso-Brasileira. Rio de Janeiro: Editora
150
Nova Aguilar. 1987.
MOISÉS, Leyla Perrone. Fernando Pessoa – aquém do eu, além do outro. São Paulo: Martins Fontes,
1982.
MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. 6ª ed. São Paulo: Cultrix, 1992.
_______________. Presença da literatura portuguesa. Volume v – Modernismo. 4.ed. São Paulo: Difel.
1983.
NOVA, Vera Lúcia Casa. Leitura de uma canção camoniana. Estudos Camonianos. Belo Horizonte:
Imprensa Universitária, 1983.
NUNES, Benedito. “Fernando Pessoa”. In: O Dorso do Tigre. 2. ed. São Paulo: Editora
Perspectiva. 1976. p. 213-62.
________________. Obra poética. Rio de Janeiro: Editora
Nova Aguilar. 1987.
PESSOA, Fernando. Cartas de amor. Rio de Janeiro: Ediouro, 1986.
PESSOA, Fernando. “Gênese e justificação da heteronímia”. In: Obra em prosa. biblioteca lusobrasileira. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1986.
SÁ-CARNEIRO. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar. 1995.
SARAIVA, Antônio José & LOPES, Oscar. Historia da literatura portuguesa. 14. ed., Porto: Porto Editora.
s/d.
SARAMAGO, José. A Jangada de pedra. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
SIMÕES, José Gaspar. Vida e obra de Fernando Pessoa (história de uma geração).2. ed., Bertrand, s/d.
SPINA, Segismundo. Presença da literatura portuguesa – era medieval. 8ª ed. São Paulo: Difel, 1985.
KAPLAN, Ann. (Org). O Mal-estar no pós-moderno: teorias e práticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
1993.
3.6.3.1.3 Área de Língua Estrangeira e Respectivas Literatura (DELL)
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE L2
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0.
Natureza: Teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Código:
Ementa:
Conceituação de aquisição de segunda língua e língua estrangeira. Visão geral das principais teorias de
aquisição de segunda língua e suas implicações para o ensino, aprendizagem e para a pesquisa. Estudo
dos fatores que interferem na aquisição e na aprendizagem de segunda língua.
Bilbiografia:
BELLO, P. et al., Didáctica de las segundas lenguas - Estrategias y recursos básicos. Madrid.
Santillana, Aula XXI, 1990.
BERARD, Évelyne, CANIER, Yves & LAVENNE, Christian. Tempo – Méthode de français. Didier/Hatier.
Vols. 1 e 2.
BERGER, D & MÉRIEUX. Cadences 1- Méthode de français. Hatier/Didier. Vol 1.
BOHN, H.; VANDRESSEN, P. Tópicos de Lingüística Aplicada. (org). Florianópolis.
EDUFSC, 1988.
BROWN, D. Principles of language learning and teaching. Fourth Edition. White Plains, NY. Perason
Education 2000.
151
CAPELLE, Guy e GIDON, Noëlle. Le Nouvel Espaces- Méthode de Français- Hachette F.L.E. Vols. 1 e
2.
CELANI, M. A. A. (Org.). Ensino de segunda língua. São Paulo: EDUC, 1997.
CELCE-MUCIA, M. (1991). Teaching English as a Second or Foreign Language. Heinle & Heinle
Publishers, US.
ELLIS, R. (1998). Second Language Acquisition. Oxford University Press. Oxford, UK.
ELLIS, R. Understanding second language acquisition. Oxford. Oxford University Press, 1985.
FERNÁNDEZ, Claudia y SANZ, Marta (1997), Principios metodológicos de los enfoques
comunicativos,
Madrid,
Fundación
Antonio
de
Nebrija.
FREEMAN, Larsen Diane. & LONG, H. Michael. Introducción al estudio de la adquisición de
segundas lenguas. Gredos: Madrid, 1994.
GASS, S. M.; SELINKER, L. (1994). Second Language Acquisition. An Introductory
Course. Lawrance Erlbaum Associates. New Jersey, US.
GUÉRIN VIRGINIE. Double je. Hachette Livre, 2004.
HERNANDORENA, Carmen Lúcia Matzenauer (Org.). Aquisição de Língua Materna e de Língua
Estrangeira: Aspectos fonético-fonológicos, Pelotas: EDUCAT, 2001.
IONESCO, Eugene. La Cantatrice Chauve suivi de La leçon.. Gallimar, 1954.
KRASHEN, S. (1981). Second Language Acquisition and Second Language Learning. Oxford,
Pengamon.
KRASHEN, S. D. The input hypothesis: issues and implications. London. New York. Longman, 1986.
LARSEN-FREEMAN, Diane. Techniques and Principles in Language Teaching. 2nd Edition.Oxford:
OUP, 2000.
LERAT, Pierre (1997), Las lenguas especializadas, Barcelona, Ariel.
LIMA, Diógenes Cândido de. (Ed.). Foreign-language learning and teaching: from theory to practice.
Vitória da Conquista: Edições UESB, 2004.
MARTIN, José Miguel.La lengua materna en el aprendizaje de una segunda lengua. Sevilla.
Universidad de Sevilla, Servicios de Publicaciones.2000.
MAUGER, G. Cours de Langue et de Civilisation Française. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico S/A. 1ª
Edição.Rio de Janeiro,1982.
MONNERIE, Annie. Le Français Au Présent / Grammaire. Alliance Française Didier Paris 1987.
ODLIN, T. (Org.). Perspectives on Pedagogical Grammar. Cambridge: Cambridge University Press.
1994.
ROBERT, Paul. Le nouveau Petit Robert – Dictonaires Le Robert – Paris, 1994.
RODGERES,S. Theodore & RICHARDS, C. Jack. Enfoque y métodos en la enseãnaza de idiomas.
Colección Cambridge de didáctica de lenguas. 1998.
SÁNCHEZ, Aquilino. Los métodos en la enseñanza de idiomas. Evolución histórica y análisis didáctico.
SGEL.
2000.
SÁNCHEZ, Lobato, J. y Santos Gargallo, I. (Dirs.) (2004):Vademécum para la formación de
profesores. Enseñar español como segunda lengua (L2) / lengua extranjera (LE), Madrid: SGEL.
SÁNCHEZ, Aquilino. Los métodos enLa enseñanza de idiomas. Evolución histórica y Análisis
Didáctico. Madrid. SGEL. 2000.
VAN LIER, Leo. The classsroom and the language learner. London & New York: Longman, 1988.
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA III – ESPANHOL
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.
Natureza: Teórico-Prática
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira II – Espanhol
Horas/Aula: 60
Código:
152
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais mais
complexas e estudo de vocabulário.
Bibliografia:
DICCIONARIO DE LA LENGUA ESPAÑOLA: A – Z. paris: Editions de la Connaisssance, 1995.
DICCIONARIO VOX ESENCIAL DE LA LENGUA ESPAÑOLA. 2. ed. Calabria, Barcelona: Biblograf S/A,
1995.
FLAVIAN, Eugenia; FERNANDEZ, Grete lEres. Minidicionário Espanhol – Português, Português –
Espanhol. São Paulo: Ática, 1994.
HERMOSO, Alfredo González. Conjugar es fácil em español: de España y de América. Reimpresión de
1998. Madrid, España: Edelsa, 1997.
HOYOS, Balbina Lorenzo Feijóo. Diccionario de Falsos Amigos: Español – Português, Português –
Español. São Paulo: Enterprise Idiomas, [s.d.].
MÍNGUEZ, Nieves; SEQUEIROS, Manuel. Gramática Del español moderno. Madrid, España:
Santillana, 1996.
SANTOMAURO, A. Practicar y consultar la gramática: Español. 2. ed. Serie Idiomas Hoy. Barcelona:
Difusión, 1994.
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA III – FRANCÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira II – Francês
Código:
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais mais
complexas e estudo de vocabulário.
Bibliografia:
BESCHERELLE – L’art de Conjuguer/ Dictionaire. Hatier – Itatiaia – Belo Horizonte.
BERARD, Évelyne, CANIER, Yves & LAVENNE, Christian. Tempo – Méthode de français. Didier/Hatier.
Vols. 1 e 2.
BERGER, D & MÉRIEUX. Cadences 1- Méthode de français. Hatier/Didier. Vol 1.
CAPELLE, Guy e GIDON, Noëlle. Le Nouvel Espaces- Méthode de Français- Hachette F.L.E. Vols. 1 e
2.
CARVALHO, Olívio de. Dicionário de Francês-Português. Lisboa : Porto Editora, Lda, 1980.
COLIN, Jean-Paul. Dictionnaire des difficultés du français. Paris : Le Robert, 1994.
D´HAENE, ST & DE RAMAMELAERE. Grammaire pratique. Standaard Educatieve Uitgeverij, 1999.
GREGOIRE, Maïa. Grammaire progressive du françai s- Niveau débutant. CLE International 1997.
GREGOIRE, Maïa & ODILE, Thiévenaz. Grammaire progressive du français – Niveau intérmediaire.
CLE International 2003.
GREVISSE, Marice. Précis de grammaire française. Éditions J. Duculot, S. A., Gembloux,1969.
GUÉRIN VIRGINIE. Double je. Hachette Livre, 2004.
IONESCO, Eugene. La Cantatrice Chauve suivi de La leçon. Gallimar, 1954.
MAUGER, G. Cours de Langue et de Civilisation Française. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico S/A. 1ª
Edição.Rio de Janeiro,1982.
MONNERIE, Annie. Le Français Au Présent / Grammaire. Alliance Française Didier Paris 1987.
PASSOS, Maria José de Alencar & SCHWEBEL, Aldaisi Novaes e GUIMARÃES, Maria Luiza Medeiros.
Accès Au Français Instrumental, UFBA – Salvador, 1987, 3ª edição.
ROBERT, Paul. Le nouveau Petit Robert – Dictonaires Le Robert – Paris, 1994.
153
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA III– INGLÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira II – Inglês
Código:
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais mais
complexas e estudo de vocabulário.
Bibliografia:
DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR – Para Estudantes Brasileiros de Inglês. (1999). Oxford University
Press
KONDER, Rosa. (1993). English Dictionary for Brazilian Speakers. Longman.
MURPHY, R. (1994). English Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
MURPHY, R. (1996). Essential Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
NOVO MANUAL NOVA CULTURAL-Inglês. (2000) Ed. Nova Cultural Ltda: São Paulo
SCHINKE-LHANO, Linda. (1992). Easy English Vocabulary Games. Illinois, USA: Passport Books.
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA IV – ESPANHOL
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.
Natureza: Teórico-Prática
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira II – Espanhol
Ementa:
Horas/Aula: 60
Código:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais e
estudo de vocabulário de nível avançado.
Bibliografia:
DICCIONARIO BÁSICO DE LA LENGUA ESPAÑOLA. 9. ed. Madrid, España: SGEL, 1996.
DICCIONARIO DE LA LENGUA ESPAÑOLA: A – Z. paris: Editions de la Connaisssance, 1995.
DICCIONARIO VOX ESENCIAL DE LA LENGUA ESPAÑOLA. 2. ed. Calabria, Barcelona: Biblograf S/A,
1995.
FLAVIAN, Eugenia; FERNANDEZ, Grete lEres. Minidicionário Espanhol – Português, Português –
Espanhol. São Paulo: Ática, 1994.
HERMOSO, Alfredo González. Conjugar es fácil em español: de España y de América. Reimpresión de
1998. Madrid, España: Edelsa, 1997.
HOYOS, Balbina Lorenzo Feijóo. Diccionario de Falsos Amigos: Español – Portugués, Portugués –
Español. São Paulo: Enterprise Idiomas, [s.d.].
MÍNGUEZ, Nieves; SEQUEIROS, Manuel. Gramática Del español moderno. Madrid, España:
Santillana, 1996.
ROSSET, Edward R. Cartas Comerciales Bolingües: Español – Português, Português – Español.
Traduções de Oswaldo Viviani. São Paulo: JSN Editora Ltda., 2000.
SANTOMAURO, A. Practicar y consultar la gramática: Español. 2. ed. Serie Idiomas Hoy. Barcelona:
Difusión, 1994.
SARMIENTO, Ramón; SÁNCHEZ, Aquilino. Gramática Básica Del Español: norma y uso. 7. ed.
Madrid, España: SGEL, 1996.
154
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA IV – FRANCÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira II - Francês
Código:
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais e
estudo de vocabulário de nível avançado.
Bibliografia:
BESCHERELLE – L’art de Conjuguer/ Dictionaire. Hatier – Itatiaia – Belo Horizonte.
BERARD, Évelyne, CANIER, Yves & LAVENNE, Christian. Tempo – Méthode de français. Didier/Hatier.
Vols. 1 e 2.
BERGER, D & MÉRIEUX. Cadences 1- Méthode de français. Hatier/Didier. Vol 1.
CAPELLE, Guy e GIDON, Noëlle. Le Nouvel Espaces- Méthode de Français- Hachette F.L.E. Vols. 1 e
2.
CARVALHO, Olívio de. Dicionário de Francês-Português. Lisboa : Porto Editora, Lda, 1980.
COLIN, Jean-Paul. Dictionnaire des difficultés du français. Paris : Le Robert, 1994.
D´HAENE, ST & DE RAMAMELAERE. Grammaire pratique. Standaard Educatieve Uitgeverij, 1999.
GREGOIRE, Maïa. Grammaire progressive du françai s- Niveau débutant. CLE International 1997.
GREGOIRE, Maïa & ODILE, Thiévenaz. Grammaire progressive du français – Niveau intérmediaire.
CLE International 2003.
GREVISSE, Marice. Précis de grammaire française. Éditions J. Duculot, S. A., Gembloux,1969.
GUÉRIN VIRGINIE. Double je. Hachette Livre, 2004.
IONESCO, Eugene. La Cantatrice Chauve suivi de La leçon. Gallimar, 1954.
MAUGER, G. Cours de Langue et de Civilisation Française. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico S/A. 1ª
Edição.Rio de Janeiro,1982.
MONNERIE, Annie. Le Français Au Présent / Grammaire. Alliance Française Didier Paris 1987.
PASSOS, Maria José de Alencar & SCHWEBEL, Aldaisi Novaes e GUIMARÃES, Maria Luiza Medeiros.
Accès Au Français Instrumental, UFBA – Salvador, 1987, 3ª edição.
ROBERT, Paul. Le nouveau Petit Robert – Dictonaires Le Robert – Paris, 1994.
LABORATÓRIO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA IV – INGLÊS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Laboratório de Língua Estrangeira II – Inglês
Código:
Ementa:
Leitura, compreensão e interpretação de textos, a partir da identificação de estruturas gramaticais e
estudo de vocabulário de nível avançado.
Bibliografia:
DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR – Para Estudantes Brasileiros de Inglês. (1999). Oxford University
Press
KONDER, Rosa. (1993). English Dictionary for Brazilian Speakers. Longman.
MURPHY, R. (1994). English Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
MURPHY, R. (1996). Essential Grammar in Use. 2 ed. Cambridge, GB.: Cambridge University Press
NOVO MANUAL NOVA CULTURAL-Inglês. (2000) Ed. Nova Cultural Ltda: São Paulo
SCHINKE-LHANO, Linda. (1992). Easy English Vocabulary Games. Illinois, USA: Passport Books.
155
LIBRAS II
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 0.2.0.
Natureza: Prática
Prerrequisitos: Libras I
Código:
Ementa:
Prática de aprendizagem de Libras como segunda língua.
Horas/Aula: 60
CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. 2001. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de
Sinais Brasileira. Vol. 2, São Paulo, Edusp.
Dicionário online de Libras. Disponível em : http://www.acessobrasil.org.br/libras/
GESSER, A. LIBRAS? Que língua é essa? São Paulo:Editora Parábola, 2009.
LODI et al. (Orgs.). Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2006.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. 2. ed. São Paulo:
ARTMED Editora, 2007.
QUADROS, R. M. 2006. O contexto escolar do aluno surdo e o papel das línguas. Acessado em:
10/03/2006, disponível em: virtual.udesc.br/Midiateca/Publicacoes_Educacao_de_Surdos/artigo08.htm
QUADROS, R. M (Org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M; GLADIS, P. (Org.). Estudos Surdos II. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2007.
QUADROS, R. M (Org.). Estudos Surdos III. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2008.
QUADROS, R. M; STUMPF, M. R. (Org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul,
2009.
LIBRAS III
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0.
Natureza: Teórico-Prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Libras I
Código:
Ementa:
Estudo dos aspectos fonológicos, morfossintáticos e pragmáticos da LIBRAS.
Bibliografia:
CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. 2001. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de
Sinais Brasileira. Vol. 2, São Paulo, Edusp.
Dicionário online de Libras. Disponível em : http://www.acessobrasil.org.br/libras/
FERNANDES, E. (org.), Surdez e bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2008.
GESSER, A. LIBRAS? Que língua é essa? São Paulo:Editora Parábola, 2009.
KARNOPP, Lodenir. Práticas de leitura e escrita em escolas de surdos. In: Fernandes, E. (org.) Surdez e
Bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2005
LODI et al. (Orgs.). Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2006.
QUADROS, R. M. Educação de surdos: Aquisição da Linguagem. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas,
2008
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. 2. ed. São Paulo:
ARTMED Editora, 2007.
QUADROS, R. M. 2006. O contexto escolar do aluno surdo e o papel das línguas. Acessado em:
10/03/2006, disponível em: virtual.udesc.br/Midiateca/Publicacoes_Educacao_de_Surdos/artigo08.htm
SÁ, N.R.L. O discurso surdo: a escuta dos sinais. In: SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as
diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.
SKLIAR, Carlos (Org.), A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3. ed. Porto Alegre: Editora: Mediação,
156
2005
STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
QUADROS, R. M (Org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M; GLADIS, P. (Org.). Estudos Surdos II. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2007.
QUADROS, R. M (Org.). Estudos Surdos III. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul, 2008.
QUADROS, R. M; STUMPF, M. R. (Org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, Rio de Janeiro: Arara Azul,
2009.
TÓPICOS DE LÍNGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUAS
Ministrante: ALEL
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 4.0.0.
Natureza: Teórica
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: sem Prerrequisitos
Código:
Ementa:
Estudo de aspectos variados sobre tópicos de ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras.
Bilbiografia:
AGUIRRE, Blanca (1998), “La enseñanza de español con fines específicos”, en SÁNCHEZ, Jesús L. y
SANTOS, Isabel G. (coord.), Vademécum para la formación de profesores. Enseñar español como
segunda
lengua
(L2)
/
lengua
extranjera
(LE),
Madrid,
Sgel.
FREEMAN, Larsen Diane & LONG,H. Michael. Introducción al Estudio de la Adquisición de
Segundas lenguas. Gredos. 1994.
GARGALLO, Santos Isabel. Lingüística Aplicada a la enseñanza – aprendizaje del español como
lengua extranjera. Cuadernos de didáctica del español/ LE. Arco/Libros, S.L .1999.
LARSEN-FREEMAN, Diane. Techniques and Principles in Language Teaching. 2nd Edition.Oxford:
OUP, 2000.
LIMA, Diógenes Cândido de (Org.). Ensino e aprendizagem de Língua Inglesa – Conversa com
especialistas. São Paulo: Parábola, 2009.
MOITA LOPES, L. P. Oficina de Lingüística Aplicada: a natureza social e educacional dos processos
de ensino/aprendizagem de línguas.Campinas: Mercado de Letras, 1996.
MOTA, K; SCHEYERL, D. (Orgs). Recortes Interculturais na sala de aula de línguas estrangeiras.
Salvador, Ba: EDUFBA, 2004.
PUJOL-BERCHé, M., NUSSBAUM, L. y LLOBERA, M. Adquisición de lenguas extranjeras:
perspectivas actuales en Europa. Madrid. Edelsa. 2008.
SANCHEZ, Aquilino. LOS MÉTODOS en la enseñanza de idiomas. Evolución Histórica y Análisis
Didáctico. SGEL. 2000
SANSOLES, Fernández López. Errores e interlengua en el aprendizaje del español como lengua
extranjera. In: Didáctica. N.7. p.203 – 216. Madrid: Publicaciones UCM.1995.
SANTA-CECILIA, Álvaro Garcia. El Currículo de Español como Lengua Extranjera: fundamentación
metodológica; planificación y aplicación. Edelsa.
PRADO, Ceres; CUNHA, José Carlos. Língua materna e Língua Estrangeira na Escola: o exemplo da
bivalência. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
RICHARDS, Jack y RODGERS, Theodore (2001), Enfoques y métodos en la enseñanza de idiomas,
Cambridge University Press.
RIVERS, Wilga M. A Metodologia do Ensino de Línguas Estrangeiras. Tradução de Hermínia S.
Marchi. Publicação de 1975. São Paulo: Pioneira, 1968
SÁNCHEZ, Aquilino. Los métodos en la enseñanza de idiomas. Evolución histórica y análisis didáctico.
SGEL.
2000.
SÁNCHEZ, Lobato, J. y Santos Gargallo, I. (Dirs.) (2004):Vademécum para la formación de
157
profesores. Enseñar español como segunda lengua (L2) / lengua extranjera (LE), Madrid: SGEL.
SÁNCHEZ, Aquilino. Los métodos enLa enseñanza de idiomas. Evolución histórica y Análisis
Didáctico. Madrid. SGEL. 2000.
SOUZA, Ester Mª. de F.; CRUZ, Giêdra F. Linguagem e Ensino: Elementos para Reflexão nas Aulas de
Língua Inglesa e Língua Portuguesa.
VAN LIER, Leo. The classsroom and the language learner. London & New York: Longman, 1988.
3.6.3.2 Disciplinas optativas complementares
3.6.3.2.1 Área de Ciências Sociais (DFCH)
CULTURA BRASILEIRA I
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira
Código:
Ementa:
Caráter geral do processo de colonização do Brasil e suas transformações. Concepção de classes
sociais, cultura e ideologia. Tendências ideológicas e seus agentes culturais subjacentes nas
representações culturais da socieade brasileira, desde a implantação do modelo de colonização
mercantilista, escravista, até a introdução do trabalho assalariado, na segunda metade do século XIX.
Bibliografia:
ANDRADE, Mário de. Ensaio sobre a música brasileira. São Paulo: Martins, 1972.
CALADO, Carlos. Tropicália: a história de uma revolução musical. São Paulo: Ed. 34, 1997.
HOLLANDA, Heloísa Buarque de. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde: 1960/70. São
Paulo: Brasiliense, 1980.
MACIEL, Luiz Carlos. Geração em transe: memórias do tempo do tropicalismo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1996.
NAVES, Santuza Cambraia. O Violão azul: modernismo e música popular. Rio de Janeiro: FGV, 1998.
__________________. Da Bossa nova à tropicália. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.: 2001.
SANDRONI, Carlos. Feitiço decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, 1917-1933. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Ed.: Ed. UFRJ, 2001.
SODRÉ, Muniz. Samba, o dono do corpo. Rio de Janeiro: Codecri, 1979.
SQUEFF, Enio e WISNICK, José Miguel. Música: o nacional e o popular na cultura brasileira. São Paulo:
Brasiliense, 1982.
TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: Ed. 34, 1998.
TRAVASSOS, Elizabeth. Modernismo e música brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000.
VASCONCELOS, Gilberto. Música Popular: de olho na fresta. Rio de Janeiro: Graal, 1977.
VIANNA, Hermano. O Mistério do samba. 3 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.: Ed. UFRJ, 1995.
158
CULTURA BRASILEIRA II
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira
Código:
Ementa:
Transformações econômicas, políticas e sociais a partir de meados do século XX. Tendências ideológicas
e seus agentes sociais subjacentes nas representações culturais da sociedade brasileira, no referido
período.
Bibliografia:
ANDRADE, Mário de. Ensaio sobre a música brasileira. São Paulo: Martins, 1972.
CALADO, Carlos. Tropicália: a história de uma revolução musical. São Paulo: Ed. 34, 1997.
HOLLANDA, Heloísa Buarque de. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde: 1960/70. São
Paulo: Brasiliense, 1980.
MACIEL, Luiz Carlos. Geração em transe: memórias do tempo do tropicalismo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1996.
NAVES, Santuza Cambraia. O Violão azul: modernismo e música popular. Rio de Janeiro: FGV, 1998.
__________________. Da Bossa nova à tropicália. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.: 2001.
SANDRONI, Carlos. Feitiço decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, 1917-1933. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Ed.: Ed. UFRJ, 2001.
SODRÉ, Muniz. Samba, o dono do corpo. Rio de Janeiro: Codecri, 1979.
SQUEFF, Enio e WISNICK, José Miguel. Música: o nacional e o popular na cultura brasileira. São Paulo:
Brasiliense, 1982.
TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: Ed. 34, 1998.
TRAVASSOS, Elizabeth. Modernismo e música brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000.
VASCONCELOS, Gilberto. Música Popular: de olho na fresta. Rio de Janeiro: Graal, 1977.
VIANNA, Hermano. O Mistério do samba. 3 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.: Ed. UFRJ, 1995.
CULTURA BRASILEIRA III
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira I
Código:
Ementa:
Tendências ideológicas e seus agentes sociais subjacentes em representações culturais específicas na
sociedade contemporânea a partir de 1920 até nossos dias.
Bibliografia:
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. 2 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BUARQUE DE HOLANDA. Sérgio. Raízes do Brasil. 26 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Cultura e democracia: o discurso competente e outras falas. São Paulo: Ed.
Moderna, 1981.
EISENBERG, José. As Missões jesuíticas e o pensamento moderno: encontros culturais, aventuras
teóricas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia
159
patriarcal. 14 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das culturas. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
MATTA, Roberto Da. O que faz o brasil, Brasil? . 12 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2001.
_____________. Relativizando: uma introdução à antropologia social. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1981.
MATTOS, Hebe Maria. Escravidão e cidadania no Brasil monárquico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar , 2000.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. 23 ed. São Paulo: Brasiliense, 1999.
RIBEIRO, Darcy. O Povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras,
1995.
VELHO, Gilberto e VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo B. “O Conceito de cultura e o estudo de sociedades
complexas”. In: Artefato. Rio de Janeiro: Conselho Estadual de Cultura, (1):4-9, jan. 1978.
VERGER, Pierre Fatumbi. Orixás: deuses Iorubás na África e no novo mundo. Salvador: Editora Corrupio,
1981.
TÓPICOS ESPECIAIS EM CULTURA BRASILEIRA I
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira I
Código:
Ementa:
Temas selecionados enfocando movimentos e manifestações culturais brasileiros particulares e suas
representações ideológicas.
Bibliografia:
BOSI, Alfredo. Dialética da Colonização. 2 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BUARQUE DE HOLANDA. Sérgio. Raízes do Brasil. 26 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Cultura e democracia: o discurso competente e outras falas. São Paulo: Ed.
Moderna, 1981.
EISENBERG, José. As Missões jesuíticas e o pensamento moderno: encontros culturais, aventuras
teóricas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia
patriarcal. 14 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das culturas. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
MATTA, Roberto da. O que faz o brasil, Brasil? . 12 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2001.
_____________. Relativizando: uma introdução à antropologia social. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1981.
MATTOS, Hebe Maria. Escravidão e cidadania no Brasil monárquico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar , 2000.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. 23 ed. São Paulo: Brasiliense, 1999.
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras,
1995.
VELHO, Gilberto e VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo B. “O Conceito de Cultura e o Estudo de
Sociedades Complexas”. In: Artefato. Rio de Janeiro: Conselho Estadual de Cultura, (1):4-9, jan. 1978.
VERGER, Pierre Fatumbi. Orixás: deuses Iorubás na África e no novo mundo. Salvador: Editora
Corrupio, 1981.
160
TÓPICOS ESPECIAIS EM CULTURA BRASILEIRA II
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira I
Código:
Ementa:
Temas selecionados enfocando a produção musical brasileira do século XX e sua relação com o contexto
histórico, político e social.
Bibliografia:
ANDRADE, Mário de. Ensaio sobre a música brasileira. São Paulo: Martins, 1972.
CALADO, Carlos. Tropicália: a história de uma revolução musical. São Paulo: Ed. 34, 1997.
HOLLANDA, Heloísa Buarque de. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde: 1960/70. São
Paulo: Brasiliense, 1980.
MACIEL, Luiz Carlos. Geração em transe: memórias do tempo do tropicalismo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1996.
NAVES, Santuza Cambraia. O Violão azul: modernismo e música popular. Rio de Janeiro: FGV, 1998.
__________________. Da Bossa nova à tropicália. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.: 2001.
SANDRONI, Carlos. Feitiço decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, 1917-1933. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Ed.: Ed. UFRJ, 2001.
SODRÉ, Muniz. Samba, o dono do corpo. Rio de Janeiro: Codecri, 1979.
SQUEFF, Enio e WISNICK, José Miguel. Música: o nacional e o popular na cultura brasileira. São Paulo:
Brasiliense, 1982.
TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: Ed. 34, 1998.
TRAVASSOS, Elizabeth. Modernismo e música brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000.
VASCONCELOS, Gilberto. Música popular: de olho na fresta. Rio de Janeiro: Graal, 1977.
VIANNA, Hermano. O Mistério do samba. 3 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.: Ed. UFRJ, 1995.
161
TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA I
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Objeto de estudo das Ciências Sociais, fundamentos teóricos e epistemológicos. A relação entre
conhecimento, ciência e sociedade.
Bibliografia:
BERGER, Peter; LUCKMAN, Thomas. A Construção social da realidade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
BOURDIEU, Pierre. O Poder simbólico. Bertrand Brasil, 2000.
FILHO, E. de Moraes. Comte. São Paulo: Ática, 1978.
COHN, Gabriel. Crítica e resignação: fundamentos da sociologia de Weber. São Paulo: TA Queiroz, 1979.
DURKHEIM, Émile. As Regras do método sociológico. Lisboa: Ed. Presença, 1980.
_______ Sociologia. São Paulo: Ática, 1981.
ELIAS, Nobert. Introdução à sociologia. Lisboa: Portugal, 2003.
FREUND, J. Sociologia de Max Weber. Rio de Janeiro e São Paulo: Ed. Forense, 1970.
GIDDENS, Anthony. A constituição da sociedade. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
_________________. As Conseqüências da modernidade. 1ª ed., São Paulo: UNESP, 1991.
_________________. Em defesa da sociologia. São Paulo: UNESP, 2001.
MARX, K. Contribuição à crítica da economia política. s/d.
WEBER, M. Economia e sociedade. Editora da Universidade de Brasília, 3a. ed., vol. 1 e 2.
________.A Ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Editora Pioneira, 1992, 7a ed.
162
TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA II
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
As condições histórico-sociais do surgimento da Sociologia Brasileira, suas principais correntes de
interpretação da realidade.
Bibliografia:
AZEVEDO, Célia Maria Marinho. Onda negra medo branco: o negro no imaginário das elites - século XIX.
Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1987.
BASTIDE, Roger. Brasil, terra de contrastes. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1969.
BOURDIEU, Pierre. Razões práticas. Campinas, SP: Editora Papirus, 1996.
FERNANDES, Florestan. A Integração do negro na sociedade de classes. v.1-2, São Paulo: Editora Ática,
1978.
______________. A Revolução burguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Zahar,1976.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia
patriarcal. Rio de Janeiro: Editora Record, 1992.
RAMOS, Alberto Guerreiro. Introdução crítica à sociologia brasileira. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1995.
GUIMARÃES, Antonio Sérgio Alfredo. Classes, raça e democracia. São Paulo: Ed. 34, 2002.
HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olímpio, 25 ed, 1993.
IANNI, Octavio. “Tendências do pensamento brasileiro”. In: Tempo social; Revista Social. USP, S. Paulo,
12(2): 55-74, novembro de 2000.
_____________. “Tipos e mitos do pensamento brasileiro”. In: Revista brasileira de ciências sociais. v. 17,
n. 49, São Paulo, jun. 2002.
______________. “A Racialização do mundo”. In: Tempo social; Revista Social. USP, S. Paulo, 8(1): 123, maio de 1996.
JÚNIOR, Caio Prado. Formação econômica do Brasil.s/d
MAIO, Marcos Chor (Org.). Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: FIOCRUZ/CCBB, 1996.
MANNHEIM, Karl. Ideologia e utopia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
MICELI, Sérgio (Org.). História das ciências sociais no Brasil. Vol. 1, São Paulo: Vértice, Editora Revista
dos Tribunais: IDESP, 1989.
__________________. História das ciências sociais no Brasil. Vol. 2, São Paulo: FAPESP, Ed. Sumaré,
1995.
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 1994.
SOUZA, Jessé. A Modernização seletiva: uma reinterpretação do dilema brasileiro. Brasília: Ed.
Universidade de Brasília, 2000.
_____________. A Construção social da sub-cidadania: para uma sociologia política da modernidade
periférica. Belo Horizonte, UFMG, Rio de Janeiro, IUPERJ: 2003
163
TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA III
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Temas selecionados dos clássicos da Sociologia (Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber), bem como
dos teóricos contemporâneos.
Bibliografia:
ARENDT, Hannah. A Condição humana. 10o ed., Forense Universitária, 2003.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 1999.
_________________. Globalização. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 1999.
BOURDIEU, P. A Economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva.s/d
CANCLINI, Nestor. Culturas híbridas. São Paulo: EDUSP, 2003.
ELIAS, Norbert. O Processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.s/d
FOUCAULT, Michel. Em Defesa da Sociedade. 2a ed., São Paulo: Martins Fontes, 2000.
IANNI, Octavio. Modernidade - mundo. 2003.
ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 1996.
____________. O Próximo e o distante. Ed. Olho d’ água. 2003.
164
TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA IV
Ministrante: Área de Ciências Sociais
Instituição: UESB
Departamento: DFCH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Temas selecionados que abordem as questões sociais enfocadas pela Literatura.
Bibliografia:
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. Magia e técnica. Arte e política. 2 ed., São Paulo : Brasiliense,
1985.
________________. “Sobre alguns temas em Baudelaire”. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1975.
BOURDIEU, Pierre. Regras da arte. Gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Companhia das
Letras, 1996.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. 5 ed., São Paulo : Nacional, 1976.
ELIAS, Norbert. Sociedade de corte. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
____________. Mozart: sociologia de um gênio. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.
GOLDMAN, Lucien. Sociologia do romance. São Paulo: Paz e Terra, 1976.
LUKACS, Georg. Ensaios sobre literatura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
ORTIZ, Renato. Românticos e folcloristas. São Paulo: Olho d’ água, 1992.
WILLIAMS, Raymond. O Campo e a cidade na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras,
1989.
3.6.3.2.2 Área de História do Brasil e História Moderna e Área de História Antiga e Medieval (DH)
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DO BRASIL I
Ministrante: Área de História do Brasil
Instituição: UESB
Departamento: DH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Discussão da formação do Brasil colônia – nos séculos XVI e XVII – evidenciando os grupos sociais
envolvidos no processo, a produção econômica e cultural e a construção do imaginário colonial.
Bibliografia:
AND’RSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo, Brasiliense, 1985
AFONSO, A. Martins. História da Civilização Portuguesa. Porto
ANDRADE, Ruy Filho. Os Muçulmanos na Península Ibérica. São Paulo, Contexto, 1989.
AZZI, Riolando. A Cristandade colonial: mito e ideologia.Vozes, Petrópolis, 1987
BAROJA, Julio Caro. Las formas complejas de la vida religiosa. Religión, sociedad y caracter em la
España de los siglos XVI y XVII. Madrid: Akal, 1978
BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina. Vol. 1: América Latina Colonial. São Paulo / Distrito
Federal: Edusp/Fundação Alexandre Gusmão, 1998
BETHENCOURT, Francisco. História das inquisições – Portugal, Espanha e Itália: séculos XV-XIX. São
165
Paulo: Cia. das Letras, 2000
BOXER, C.R. A Igreja e a expansão ibérica (1440-1770). Lisboa, Ed. 70
______. O Império colonial português (1445-1825). Lisboa, Ed. 70
CHAUNU, Pierre. A Civilização da europa clássica. Lisboa: Estampa, 1993.
DANTAS, Julib. Marcha triunfal - narrativas da epopéia militar portuguesa do século XII ao XV. Poto,
1954.
DELUMEAU, Jean. A História do medo no ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
______.A civilização do renascimento. Lisboa: Editorial Estampa, 1994.
______. Nascimento e Afirmação da Reforma. São Paulo: Pioneira, 1989. 2 v.
FILHO, Rui Andrade. Os Muçulmanos na península ibérica. São Paulo, Editora Contexto, 1989.
GUENÉE, Bernard. O Ocidente nos séculos XVI e XV. Ed. USP, SP, 1981
HERCULANO, Alexandre. História de Portugal. Livraia Bertrand: Venda Nova, 1981, 4v.
______. História da Origem e estabelecimento da inquisição em Portugal. Lisboa, s/d
HESPANHA, Antonio Manuel (Coord.). História de Portugal: O Antigo Regime. Lisboa: Estampa, 1998.
LAS CASAS, Bartolomé. O paraíso destruído. Porto Alegre: L&PM, 1996.
MARTINS, Oliveira. História da civilização ibérica. Portugal, Europa-América.
MAURO, Fréderic. Portugal, o Brasil e o Atlântico (1570-1670). Lisboa, Estampa, 1988, 2v.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Lisboa. Europa-América. 1995. Coleção Saber
SKINNER, Queentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras,
1996
TENGARRINHA, José (Org.). A Historiografia portuguesa, hoje. São Paulo: Hucitec, 1999.
TENGARRINHA, José (Org.). História de Portugal. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo, SP: UNESP; Portugal,
PO: Instituto Camões, 2000
THEODORO, Janice. Descobrimento e renascimento. São Paulo, Contexto, 1991
166
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DO BRASIL II
Ministrante: Área de História do Brasil
Instituição: UESB
Departamento: DH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Estudo da sociedade colonial e suas estruturas de poder e a expansão territorial, evidenciando a
produção histórica do século XVIII. A crise do sistema colonial e as conjurações baiana e mineira.
Bibliografia:
ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo, Brasiliense, 1985
AFONSO, A. Martins. História da Civilização Portuguesa. Porto. s/d.
ANDRADE, Ruy Filho. Os Muçulmanos na Península Ibérica. São Paulo, Contexto, 1989.
AZZI, Riolando. A Cristandade colonial: mito e ideologia.Vozes, Petrópolis, 1987
BAROJA, Julio Caro. Las formas complejas de la vida religiosa. Religión, sociedad y caracter em la
España de los siglos XVI y XVII. Madrid: Akal, 1978
BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina. Vol. 1: América Latina Colonial. São Paulo / Distrito
Federal: Edusp/Fundação Alexandre Gusmão, 1998.
BETHENCOURT, Francisco. História das inquisições – Portugal, Espanha e Itália: séculos XV-XIX. São
Paulo: Cia. das Letras, 2000.
BOXER, C.R. A Igreja e a Expansão Ibérica (1440-1770). Lisboa, Ed. 70.s/d
______. O Império Colonial Português (1445-1825). Lisboa, Ed. 70.s/d
CHAUNU, Pierre. A Civilização da Europa clássica. Lisboa: Estampa, 1993.
DANTAS, Julib. Marcha triunfal - narrativas da epopéia militar portuguesa do século XII ao XV. Poto,
1954.
DELUMEAU, Jean. A História do medo no ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
______.A civilização do Renascimento. Lisboa: Editorial Estampa, 1994.
______. Nascimento e afirmação da reforma. São Paulo: Pioneira, 2 v. 1989.
FILHO, Rui Andrade. Os muçulmanos na península ibérica. São Paulo, Editora Contexto, 1989.
GUENÉE, Bernard. O Ocidente nos séculos XVI e XV. Ed. USP, SP, 1981.
HERCULANO, Alexandre. História de Portugal. Livraia Bertrand: Venda Nova, 4 v. 1981.
______. História da origem e estabelecimento da inquisição em Portugal. Lisboa, s/d
HESPANHA, Antonio Manuel (Coord.). História de Portugal: o antigo regime. Lisboa: Estampa, 1998.
LAS CASAS, Bartolomé. O paraíso destruído. Porto Alegre: L&PM, 1996.
MARTINS, Oliveira. História da civilização ibérica. Portugal, Europa-América
MAURO, Fréderic. Portugal, o Brasil e o Atlântico (1570-1670). Lisboa, Estampa, 2 v. 1988.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Lisboa. Europa-América. Coleção Saber. 1995.
SKINNER, Queentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras,
1996.
TENGARRINHA, José (Org.). A Historiografia portuguesa, hoje. São Paulo: Hucitec, 1999.
TENGARRINHA, José (Org.). História de Portugal. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo, SP: UNESP; Portugal,
PO: Instituto Camões, 2000.
THEODORO, Janice. Descobrimento e renascimento. São Paulo, Contexto, 1991.
167
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DO BRASIL III
Ministrante: Área de História do Brasil
Instituição: UESB
Departamento: DH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Estudo do Brasil imperial a partir das mudanças internacionais e brasileiras do início do século XIX, que
permitiram a separação política-administrativa do Brasil de Portugal e a instalação e manutenção do
regime monárquico-constitucional-representativo durante quase um século no Brasil. A formação do
Estado nacional e a construção da unidade e da identidade nacional, estabelecendo relação com a
produção histórica do período.
Bibliografia:
ANDERSON, Perry. Linhagens do estado absolutista. São Paulo, Brasiliense, 1985
AFONSO, A. Martins. História da civilização portuguesa. Porto. s/d.
ANDRADE, Ruy Filho. Os Muçulmanos na Península Ibérica. São Paulo, Contexto, 1989.
AZZI, Riolando. A Cristandade colonial: mito e ideologia.Vozes, Petrópolis, 1987
BAROJA, Julio Caro. Las formas complejas de la vida religiosa. Religión, sociedad y caracter em la
España de los siglos XVI y XVII. Madrid: Akal, 1978.
BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina. Vol. 1: América Latina Colonial. São Paulo / Distrito
Federal: Edusp/Fundação Alexandre Gusmão, 1998.
BETHENCOURT, Francisco. História das inquisições – Portugal, Espanha e Itália: séculos XV-XIX. São
Paulo: Cia. das Letras, 2000.
BOXER, C.R. A Igreja e a expansão ibérica (1440-1770). Lisboa, Ed. 70. s/d.
______. O Império colonial português (1445-1825). Lisboa, Ed. 70. s/d
CHAUNU, Pierre. A Civilização da Europa clássica. Lisboa: Estampa, 1993.
DANTAS, Julib. Marcha triunfal - narrativas da epopéia militar portuguesa do século XII ao XV. Poto,
1954.
DELUMEAU, Jean. A História do medo no ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
______.A Civilização do renascimento. Lisboa: Editorial Estampa, 1994.
______. Nascimento e afirmação da reforma. São Paulo: Pioneira, 2 v. 1989.
FILHO, Rui Andrade. Os Muçulmanos na península ibérica. São Paulo, Editora Contexto, 1989.
GUENÉE, Bernard. O Ocidente nos séculos XVI e XV. Ed. USP, SP, 1981.
HERCULANO, Alexandre. História de Portugal. Livraia Bertrand: Venda Nova, 4 v. 1981.
______. História da origem e estabelecimento da inquisição em Portugal. Lisboa, s/d
HESPANHA, Antonio Manuel (Coord.). História de Portugal: o antigo regime. Lisboa: Estampa, 1998.
LAS CASAS, Bartolomé. O paraíso destruído. Porto Alegre: L&PM, 1996.
MARTINS, Oliveira. História da civilização Ibérica. Portugal, Europa-América. s/d
MAURO, Fréderic. Portugal, o Brasil e o Atlântico (1570-1670). Lisboa, Estampa, 2 v .1988.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Lisboa. Europa-América. Coleção Saber 1995.
SKINNER, Queentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras,
1996.
TENGARRINHA, José (Org.). A Historiografia portuguesa, hoje. São Paulo: Hucitec, 1999.
TENGARRINHA, José (Org.). História de Portugal. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo, SP: UNESP; Portugal,
PO: Instituto Camões, 2000.
THEODORO, Janice. Descobrimento e renascimento. São Paulo, Contexto, 1991.
168
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DO BRASIL IV
Ministrante: Área de História do Brasil
Instituição: UESB
Departamento: DH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Estudo da história do Brasil republicano, da primeira república ao Estado Novo, privilegiando os
movimentos sociais urbanos e rurais. A implantação da ordem republicana e as transformações sociais.
Bibliografia:
ABDALA Júnior, Benjamin & PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São
Paulo: Ática, 1982.
_____________________. A Escrita neo-realista. São Paulo, Ática, 1981.
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Ed. Schwarcz, 1998.
CRUZ, Gastão. A Poesia portuguesa hoje – à volta da literatura. 2. ed. Lisboa: Relógio D’ Água Editores,
1999.
MOISÉS, Massaud. A Literatura portuguesa. 11. ed. São Paulo: Cultrix, 1973.
________________. A Literatura portuguesa através dos textos. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2002.
PAZ, Octavio. A Outra voz. São Paulo: Siciliano, 1993.
PESSOA, Fernando. “Idéias estéticas”. In: Obra em prosa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1986. p. 215256.
REMÉDIOS, Maria Luiza Ritzel. O Romance português contemporâneo. Santa Maria: Edições UFSM,
1986.
SÀ-Carneiro. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguillar, 1995.
SARAIVA, Antonio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. 14. ed. Lisboa: Porto Editora,
1987.
TELES, Gilberto Mendonça. “A Vanguarda européia”. In: Vanguarda européia e modernismo brasileiro. 7.
ed. Petrópolis: Vozes, 1983. p. 79-271.
TORRES, Alexandre Pinheiro. O Neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes, 1997.
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DA PENÍNSULA IBÉRICA I
Ministrante: Área de História Antiga e Medieval
Instituição: UESB
Departamento: DH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
A constituição da Ibéria: identidade e resistências. A Península Ibérica na Europa feudal: unidade e
diferenças. Dominação muçulmana e reconquista cristã: choques culturais e discurso religioso no
movimento de expansão territorial da cristandade. A unificação da Espanha: aspectos políticos e
culturais. O nascimento de Portugal como entidade política e cultural autônoma.
Bibliografia:
ANDRADE Filho, Ruy. Os Muçulmanos na Península Ibérica. São Paulo, Contexto, 1989.
CHAUNU, Pierre. A Civilização da Europa Clássica. Lisboa: Estampa, 1993.
DANTAS, Julib. Marcha triunfal: narrativas da epopéia militar portuguesa do século XII ao XV. Poto, 1954.
169
GUENÉE, Bernard. O Ocidente nos séculos XIV e XV. Ed. USP, SP, 1981
GUERREAU, a. O Feudalismo: um horizonte teórico.s/d
HERCULANO, Alexandre. História de Portugal. Livraia Bertrand: Venda Nova, 4v. 1981.
MARTINS, Oliveira. História da Civilização Ibérica. Portugal, Europa-América. s/d
MATOSO, J. Identificação de um país: ensaios sobre as origens de Portugal (1096-1325). v. 1. Lisboa:
Estampa, 1988.
MATOSO, J. Portugal medieval: novas interpretações. Lousã: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1985.
MATOSO, J. Religião e cultura na Idade Média portuguesa. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da moeda,
1982.
MATTOSO, J. Fragmentos de uma composição medieval. Lisboa: Estampa, 1987.
RICHÈ, P. As Invasões Bárbaras.s/d
SARAIVA, A. J. A cultura em Portugal: teoria e história. v. 2. Lisboa: Bertrand, 1984.
SARAIVA, A. J. O crepúsculo da Idade Media em Portugal. Lisboa: Gradiva, 1988.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Lisboa. Europa-América. Coleção Saber, 1995.
SKINNER, Queentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras,
1996.
TENGARRINHA, José (Org.). A Historiografia portuguesa, hoje. São Paulo: Hucitec, 1999.
TENGARRINHA, José (Org.). História de Portugal. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo, SP: UNESP; Portugal,
PO: Instituto Camões, 2000.
170
TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DA PENÍNSULA IBÉRICA II
Ministrante: Área de História Moderna
Instituição: UESB
Departamento: DH
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prática
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Cultura Brasileira II
Código:
Ementa:
Formação Histórica da Península Ibérica: constituição dos Estados Nacionais, reconquista e expansão
ultramarina. Estrutura econômica, social, político-jurídica e ideológica. A União Ibérica: desdobramentos
políticos e econômicos. Presença e influência judaica e islâmica no mundo ibérico da Época Moderna.
Liberalismo e emancipação política das colônias na América hispânica e portuguesa . Cultura, religião e
aspectos da vida cotidiana.
Bibliografia:
ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo, Brasiliense, 1985.
AFONSO, A. Martins. História da Civilização Portuguesa. Porto.s/d
ANDRADE, Ruy Filho. Os Muçulmanos na Península Ibérica. São Paulo, Contexto, 1989.
AZZI, Riolando. A Cristandade colonial: mito e ideologia.Vozes, Petrópolis, 1987.
BAROJA, Julio Caro. Las formas complejas de la vida religiosa. Religión, sociedad y caracter em la
España de los siglos XVI y XVII. Madrid: Akal, 1978.
BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina. Vol. 1: América Latina Colonial. São Paulo / Distrito
Federal: Edusp/Fundação Alexandre Gusmão, 1998.
BETHENCOURT, Francisco. História das inquisições – Portugal, Espanha e Itália: séculos XV-XIX. São
Paulo: Cia. das Letras, 2000.
BOXER, C.R. A Igreja e a Expansão Ibérica (1440-1770). Lisboa, Ed. 70.s/d
______. O Império Colonial Português (1445-1825). Lisboa, Ed. 70.s/d
CHAUNU, Pierre. A Civilização da Europa Clássica. Lisboa: Estampa, 1993.
DANTAS, Julib. Marcha triunfal - narrativas da epopéia militar portuguesa do século XII ao XV. Poto,
1954.
DELUMEAU, Jean. A História do medo no Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
______.A civilização do renascimento. Lisboa: Editorial Estampa, 1994.
______. Nascimento e afirmação da reforma. São Paulo: Pioneira, 1989. 2 v.
FILHO, Rui Andrade. Os Muçulmanos na Península Ibérica. São Paulo, Editora Contexto, 1989.
GUENÉE, Bernard. O Ocidente nos séculos XVI e XV. Ed. USP, SP, 1981.
HERCULANO, Alexandre. História de Portugal. Livraia Bertrand: Venda Nova, 4v. 1981.
______. História da origem e estabelecimento da inquisição em Portugal. Lisboa, s/d
HESPANHA, Antonio Manuel (Coord.). História de Portugal: o antigo regime. Lisboa: Estampa, 1998.
LAS CASAS, Bartolomé. O paraíso destruído. Porto Alegre: L&PM, 1996.
MARTINS, Oliveira. História da Civilização Ibérica. Portugal, Europa-América.s/d
MAURO, Fréderic. Portugal, o Brasil e o Atlântico (1570-1670). Lisboa: Estampa, 2v. 1988.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Lisboa. Europa-América. Coleção Saber, 1995.
SKINNER, Queentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras,
1996.
TENGARRINHA, José (Org.). A Historiografia Portuguesa, hoje. São Paulo: Hucitec, 1999.
TENGARRINHA, José (Org.). História de Portugal. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo, SP: UNESP; Portugal,
PO: Instituto Camões, 2000.
THEODORO, Janice. Descobrimento e renascimento. São Paulo, Contexto, 1991.
171
3.6.3.3 Disciplinas optativas de conteúdos educacionais e pedagógicos – Área de Metodologia e
Prática de Ensino (DELL)
ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA PARA O SURDO.
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa; Metodologia do Ensino Médio
em Língua Portuguesa; Libras I
Ementa:
Fundamentos lingüísticos do ensino do português na modalidade escrita como segunda língua. Estatuto
linguistico das línguas Libras e língua portuguesa. A modalidade escrita da língua portuguesa para o
surdo. Estratégias de leitura e de produção textual. Produção de material didático.
BIBLIOGRAFIA:
CAPOVILLA, F.C. e RAPHAEL, W.D. 2001. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais
Brasileira. Vol. 2, São Paulo, Edusp, p. 835-1620.
FERNANDES, E. (org.), Surdez e bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2008.
Gesser, A. LIBRAS? Que língua é essa? São Paulo:Editora Parábola, 2009.
KLEIMAN, Ângela; CAVALCANTI, Marilda C. (Orgs). Linguística Aplicada: suas faces e interfaces.
Campinas: Mercado de Letras, 2007.
QUADROS, R. Educação de surdos: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
QUADROS, R. M. ; SCHMIEDT, M. L. P. Idéias para ensinar português para alunos surdos. Brasília: MEC;
SEESP, 2006
QUADROS, R.M. 2006. O contexto escolar do aluno surdo e o papel das línguas. Acessado em:
10/03/2006, disponível em: virtual.udesc.br/Midiateca/Publicacoes_Educacao_de_Surdos/artigo08.htm
SÁ, N.R.L. O discurso surdo: a escuta dos sinais. In: SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as
diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.
SALLES, H. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2002.
SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.
ESCRITA E ENSINO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa
Ementa:
Escrita e ensino. Tipologias e gêneros textuais. Fundamentos para o ensino de escrita. A reescrita de textos.
Bibliografia
ABAURRE, M. B. M. et al. Cenas de aquisição da escrita: o sujeito e o trabalho com o texto. Campinas,
SP: Associação de Leitura do Brasil (ALB): Mercado de Letras, 1977.
ALMEIDA, Geraldo Peçanha. A Produção de Textos nas séries iniciais – Desenvolvendo as
competências de escrita. 2 ed. Rio de Janeiro: Wak, 2006.
Bakhtin, M.M . (1997). Estética da criação verbal . 2. ed. São Paulo: Martins Fontes.
BAZERMAN, Charles. Escrita, Gênero e Interação Social. São Paulo: Cortez Editora, 2007.
CAGLIARI, L. C. Alfabetização & Lingüística. São Paulo: Scipione, 1989.
FIGUEIREDO, O. (1994). Escrever: da teoria à prática. In: Fonseca, F. I. (org.) Pedagogia da escrita:
172
perspectivas. Porto Alegre-RS: Porto.
FREITAS, M.T.A. (2000). Descobrindo novas formas de leitura e escrita . São Paulo: EDUC; Campinas,
SP: Mercado de Letras.
JESUS, C.A. (1997). Reescrevendo o texto: a higienização da escrita. Em: CHIAPPINI, L. (1997). Aprender
e ensinar com textos de alunos . São Paulo: Cortez. V. 1. Col. Aprender e Ensinar com Textos.
JOLIBERT, J. (1994). Formando crianças produtoras de textos. V. 2. Porto Alegre: Artes Médicas.
MARCUSCHI, L.A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. 2003. In: DIONÍSIO et al. (orgs.) . Gêneros
Textuais e Ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003.
OLSON, D. R. e TORRANCE, N. Cultura, escrita e oralidade. São Paulo: Ática, 1995, p. 17-34.
PEREIRA, M.T.G. (1999). Língua portuguesa: da sua celebração em forma de textos. Em: VALENTE, A.
(1999) (org.) Aulas de Português: perspectivas inovadoras. 2 ed. Petrópolis-RJ: Vozes.
PRESTES, M.L.M. (1999). Leitura e reescritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o ensino. São
Paulo: Respel.
ROCHA, G. e Val, M.G.C. (2003). Reflexões sobre práticas escolares de produção de texto: o sujeitoautor . Belo Horizonte: Autêntica/CEALE/FaE/UFMG.
SERCUNDES, Maria M. M.I. (1997). Ensinando a escrever: as práticas de sala de aula. Em: CHIAPPINI, L.
(1997). Aprender e ensinar com textos de alunos. V. 01. Col. Aprender e Ensinar com Textos. .São Paulo:
Cortez.
ESTRATÉGIAS DE LEITURA
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa
Ementa:
Processos de leitura. Técnicas de leitura. Planejamento e prática de atividades de leitura para a fluência e
interpretação de textos orais e escritos de diferentes gêneros e protocolos de leitura.
BIBLIOGRAFIA:
AMARILHA, Marly (Org.). Educação e Leitura: trajetórias de sentidos. João Pessoa: ED. UFPBPPGED/UFRN, 2003.
BRAGGIO, Silvia Lucia Bigonjal. Leitura e Alfabetização: da concepção mecanicista à
sociopsicolinguística. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
CHARMEUX, Eveline. Aprender a ler: vencendo o fracasso.5ª ed. São Paulo: Cortez, 2000.
CORACINI, Maria José Rodrigues Faria. Leitura, decodificação, processo discursivo...: In: CORACINI,
Maria José (ORG.) O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira. Campinas,
SP: Pontes, 1995. Capítulo 1, p. 13.
KATO, MARY. O aprendizado da leitura. 2ª ed. São Paulo: Livraria Martins Fontes editora LTDA., Editora
da Uni. Estadual de Campinas, 11987.
KLEIMAN, Angela. Oficina de Leitura: teoria & prática. Campinas, SP: Pontes, Editora da Uni. Estadual
de Campinas, 1993
---------------. Texto e Leitor: aspectos cognitivos da leitura. 2ª ed. Campinas, SP: Pontes, Editora da Uni.
Estadual de Campinas, 1989.
KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2ª Ed. São
Paulo: Contexto, 2006
LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever claro. São
Paulo: Contexto, 2007.
MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1992.
MATÊNCIO, Maria de Lourdes Meireles. Leitura, produção de textos e a escola: reflexões sobre o
processo de letramento. Campinas, SP: Mercado de Letras – Editora Autores Associados, 1994.
173
PAULUIKONIS, Maria Aparecida Lino; SANTOS, Leonor Werneck dos (Orgs.). Estratégias de leitura:
texto e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. A produção da leitura na escola. 2ª Ed. São Paulo: Ática, 2002.
----------------. Leitura em Curso: trilogia pedagógica. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.
-----------------. O ato de Ler: fundamentos psicológicos para uma nova pedagogia da leitura. 6 ed. São
Paulo: Ática, 1992.
TERZI, Sylvia Bueno. A construção da leitura: uma experiência com crianças de meios iletrados.
Campinas, SP: Pontes, Editora da Uni. Estadual de Campinas, 1995.
TRINDADE, Maria de Nazaret. Literacia: teoria e prática – orientações metodológicas. São Paulo: Cortez,
2002.
ZILBEMAN, Regina. Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. 5ª ed. Porto Alegre:
Mercado Aberto, 1985.
ZILBEMAN, Regina; SILVA, Ezequiel Theodoro da. Leitura: perspectivas interdisciplinares. 2ª Ed. São
Paulo: Ática, 1991.
GÊNEROS DIGITAIS E ENSINO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa; Metodologia do Ensino Médio
em Língua Portuguesa
Ementa:
Interação em ambiente virtual de aprendizagem. Gêneros digitais e recursos virtuais de aprendizagem.
Plataformas de aprendizagem
Bibliografia:
ABREU, L. S. O Chat educacional: o professor diante desse gênero emergente. In: DIONÍSIO, A.P. et al.
(Org.). Gêneros textuais & ensino. 2. ed. Rio de janeiro: Lucerna, 2003.
CRYSTAL, D. Language and the Internet. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.
LÉVY, P. O que é o virtual. São Paulo: Ed. 34, 2001.
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola editorial,
2008.
______. Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio;
XAVIER, Antônio Carlos. (Org.). Hipertexto e Gêneros Digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2004.
PAIVA, V.L.M.O. E-mail: um novo gênero textual. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio
Carlos.(Org.). Hipertexto e Gêneros Digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2004.
______.
Comunidades
virtuais
de
aprendizagem
e
colaboração.
Disponível
em:
<http://www.veramenezes.com/textos.htm>. Acesso em: ago. 2006.
PAIVA, V.L.M.O.; RODRIGUES JUNIOR, Adail Sebastião. Fóruns on-line: intertextualidade footing na
construção do conhecimento. In: MACHADO, I.L.; MELLO, R. (Org.). Gêneros: reflexões em análise do
discurso. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2004.
SANTOS, E.O.; OKADA, A.L.P. A construção de ambientes virtuais de aprendizagem: por autorias plurais e
gratuitas
no
ciberespaço.
Disponível
em:
<http://www.anped.org.br/26/trabalhos/edmeaoliveiradossantos.pdf>. Acesso em: out. 2005
TEIXEIRA, E. R.; SOARES, C. V. C. O. O fórum de discussão online e o processo construtivo de
aprendizagem: o caso do curso letras libras. Anais Abralin em Cena Piauí, 2007
174
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DO LETRAMENTO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa; Metodologia do Ensino Médio
em Língua Portuguesa
Ementa:
Teorias do letramento. Eventos de Letramento. Campo científico do letramento. Letramento e ensino
BIBLIOGRAFIA:
BARRÉ-DE-MINIAC, Christine. Saber ler e escrever numa dada sociedade. In: CORREA, Manoel Luiz
Gonçalves; BOCH, Françoise (orgs). Ensino de Língua: representação e letramento. Campinas, SP:
Mercado de Letras, 2006.
BRITTO, Luiz Percival Leme. Sociedade de cultura escrita, alfabetismo e participação. In: RIBEIRO, Vera
Masagão, (ORG) Letramento no Brasil. Reflexões a partir do INAF. São Paulo: Global. 2003.
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar: um diálogo entre a teoria e a prática. Petrópolis, RJ: Vozes,
2005.
CORREA, Manoel Luiz Gonçalves; BOCH, Françoise (orgs). Ensino de Língua: representação e letramento.
Campinas, SP: Mercado de Letras, 2006.
CORREA, Djane Antonucci; SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Práticas de Letramento no Ensino: leitura,
escrita e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
KLEIMAN, Ângela. Os significados do letramento. São Paulo: Mercado das Letras.2006.
---------------------------. Ação e mudança na sala de aula: uma pesquisa sobre letramento e interação. In: ROJO,
Rojane. (org) Alfabetização e Letramento. São Paulo: Mercado das Letras. 2006.
LEITE, Sérgio Antônio da Silva. Alfabetização e Letramento: contribuições para as práticas pedagógicas.
Campinas, SP: Komedi: Arte Escrita, 2001.
MATÊNCIO, Maria de Lourdes Meireles. Leitura, Produção de textos e a escola. Reflexões sobre o
processo de Letramento. São Paulo: Mercado das Letras. 1994.
MORTATTI, Maria do Rosário Longo. Educação e Letramento. São Paulo: UNESP, 2004.
OLIVIERA, Maria do Socorro; Kleiman Ângela B. (orgs). Letramentos múltiplos: agentes, práticas,
representações. Natal, RN: EDUFRN – Editora da UFRN, 2008.
RIBEIRO, Vera Masagão, (ORG) Letramento no Brasil. Reflexões a partir do INAF. São Paulo: Global.
2003.
ROJO, Rojane. (org) Alfabetização e Letramento. São Paulo: Mercado das Letras. 2006
OARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
----------------. Letramento e Escolarização. In: RIBEIRO, Vera Masagão, (ORG) Letramento no Brasil.
Reflexões a partir do INAF. São Paulo: Global. 2003.
TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e alfabetização. São Paulo: Cortez, 1993.
LEITURA E ENSINO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa
Ementa:
Concepções de ensino de leitura. Tipologia textual. Modalidades de leitura. A leitura e a escola.
Fundamentos para o ensino de leitura.
BIBLIOGRAFIA:
AMARILHA, Marly (Org.). Educação e Leitura: trajetórias de sentidos. João Pessoa: ED. UFPBPPGED/UFRN, 2003.
175
BRAGGIO, Silvia Lucia Bigonjal. Leitura e Alfabetização: da concepção mecanicista à sociopsicolinguística.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
CHARMEUX, Eveline. Aprender a ler: vencendo o fracasso.5ª ed. São Paulo: Cortez, 2000.
KATO, Mary. O aprendizado da leitura. 2ª ed. São Paulo: Livraria Martins Fontes editora LTDA., Editora da
Uni. Estadual de Campinas, 11987.
KLEIMAN, Angela. Oficina de Leitura: teoria & prática. Campinas, SP: Pontes, Editora da Uni. Estadual de
Campinas, 1993
---------------. Texto e Leitor: aspectos cognitivos da leitura. 2ª ed. Campinas, SP: Pontes, Editora da Uni.
Estadual de Campinas, 1989.
KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2ª Ed. São Paulo:
Contexto, 2006
LERNER, Délia. Ler e escever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever claro. São Paulo:
Contexto, 2007.
MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1992.
MATÊNCIO, Maria de Lourdes Meireles. Leitura, produção de textos e a escola: reflexões sobre o processo
de letramento. Campinas, SP: Mercado de Letras – Editora Autores Associados, 1994.
PAULUIKONIS, Maria Aparecida Lino; SANTOS, Leonor Werneck dos (Orgs.). Estratégias de leitura: texto e
ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. A produção da leitura na escola. 2ª Ed. São Paulo: Ática, 2002.
----------------. Leitura em Curso: trilogia pedagógica. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.
-----------------. O ato de Ler: fundamentos psicológicos para uma nova pedagogia da leitura. 6 ed. São Paulo:
Ática, 1992.
TERZI, Sylvia Bueno. A construção da leitura: uma experiência com crianças de meios iletrados. Campinas,
SP: Pontes, Editora da Uni. Estadual de Campinas, 1995.
TRINDADE, Maria de Nazaret. Literacia: teoria e prática – orientações metodológicas. São Paulo: Cortez,
2002.
ZILBEMAN, Regina. Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. 5ª ed. Porto Alegre: Mercado
Aberto, 1985.
LINGUAGEM E ENSINO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa Metodologia do Ensino Médio em
Língua Portuguesa
Ementa: Estudo monográfico de temas referentes ao ensino de língua portuguesa / língua inglesa.
BIBLIOGRAFIA:
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da Linguagem. Hucitec:São Paulo, 1992.
Brait, B. Bakhtin: outros conceitos chaves: São Paulo: Ed. Contexto, 2006.
BRAIT, B. Baktin: conceitos chaves. São Paulo: Ed.Contexto, 2005.
CERTEAU, M. A invenção do cotidiano. Rio de Janeiro.Petrópolis. Vozes.1994.
COARACINI, Maria José (ORG.) O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira.
Campinas, SP: Pontes, 1995.
FARACO, Carlos Alberto. Linguagem e Diálogo. As idéias lingüísticas do círculo de Bakhtin. São Paulo:
Parábola Editorial. 2009.
GERALDI, J. W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação. São Paulo. Mercado das Letras.
1998.
GERALDI, João Wanderley. Linguagem e Ensino: exercícios de militância e divulgação. Campinas. SP:
176
Mercado de Letras. 1996.
GNERRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes Editora, 1987.
ILARI, R. A lingüística e o ensino de língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 1985.
LOPES, L.P. da M. Oficina de Lingüística Aplicada; a natureza social e educacional dos processo de
ensino/aprendizagem de línguas. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1996.
ORLANDI, Eni Puccineli. A linguagem e seu funcionamento. As formas do discurso. São Paulo:Pontes.
1987.
OSAKABE, Haquira. Linguagem e Educação. IN MARTINS, Maria Helena (org.). Questões de Linguagem.
São Paulo: Contexto, 1991.
RAJAGAPOLAN.K. A lingüística que nos faz falhar. Investigação crítica.São Paulo: Parábola editorial.
2004.
RAJAGAPOLAN.K. Por uma lingüística crítica. São Paulo: Parábola editorial. 2004.
ROSSI-LANDI, Ferruccio. A linguagem como trabalho e como mercado. Uma teoria da produção e da
alienação lingüísticas. Tradução de Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Difel. 1985.
SOUZA, Ester Maria de Figueiredo, CRUZ, Giêdra Ferreira (orgs). Linguagem e Ensino: elementos para
reflexão nas aulas de Língua Inglesa e Língua Portuguesa. Vitória da Conquista: Edições UESB. 2009.
SOUZA, Ester Maria de Figueiredo. A aula de português como instância de produção e de circulação de
conhecimentos lingüísticos e não-linguísticos. IN: SOUZA, Ester Maria de Figueiredo. CRUZ, Giêdra Ferreira
(orgs). Linguagem e Ensino: elementos para reflexão nas aulas de Língua Inglesa e Língua Portuguesa.
Vitória da Conquista: Edições UESB.2009.
SOUZA. E. M. F. Sala de aula: Práticas discursivas no cotidiano. Dissertação de Mestrado. UFBA/FACED.
Salvador. Bahia. 1996.
VOGT, Carlos. Linguagem, pragmática e ideologia. São Paulo: Editora Hucitec. 1989
LINGUAGEM E INTERAÇÃO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa; Metodologia do Ensino Médio
em Língua Portuguesa
Ementa:
Análise das relações discursivas da aula. Discurso Pedagógico. Interação e Ensino
BIBLIOGRAFIA:
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da Linguagem. Hucitec:São Paulo, 1992.
BRAIT, B. Baktin: conceitos chaves. São Paulo: Ed.Contexto, 2005.
CERTEAU, M. A invenção do cotidiano. Rio de Janeiro.Petrópolis. Vozes.1994.
COARACINI, Maria José (ORG.) O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira.
Campinas, SP: Pontes, 1995.
CORACINI, Maria José Rodrigues Faria. Pergunta-Resposta na aula de leitura: um jogo de imagens. In:
CORACINI, Maria José (ORG.) O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira.
Campinas, SP: Pontes, 1995, capítulo 7, página 75.
FARACO, Carlos Alberto. Linguagem e Diálogo. As idéias lingüísticas do círculo de Bakhtin. São Paulo:
Parábola Editorial. 2009.
GERALDI, João Wanderley. Linguagem e Ensino: exercícios de militância e divulgação. Campinas. SP:
Mercado de Letras. 1996.
GNERRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes Editora, 1987.
ILARI, R. A lingüística e o ensino de língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 1985.
LOPES, L.P. da M. Oficina de Lingüística Aplicada; a natureza social e educacional dos processo de
ensino/aprendizagem de línguas. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1996.
MUHL, Eldon Henrique; ESQUINSANI, Valdocir Antonio (orgs). O diálogo ressignificando o cotidiano
177
escolar.Passo Fundo: UPF, 2004.
ORLANDI, Eni Puccineli. A linguagem e seu funcionamento. As formas do discurso. São Paulo:Pontes.
1987.
OSAKABE, Haquira. Linguagem e Educação. IN MARTINS, Maria Helena (org.). Questões de Linguagem.
São Paulo: Contexto, 1991.
ROSSI-LANDI, Ferruccio. A linguagem como trabalho e como mercado. Uma teoria da produção e da
alienação lingüísticas. Tradução de Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Difel. 1985.
SALVADOR, César Coll. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artes
Médicas. – Capítulo 5, página 77; Capítulo 6, página 100; Capítulo 8, página 135
SOUZA, Ester Maria de Figueiredo, CRUZ, Giêdra Ferreira (orgs). Linguagem e Ensino: elementos para
reflexão nas aulas de Língua Inglesa e Língua Portuguesa. Vitória da Conquista: Edições UESB. 2009.
SOUZA, Ester Maria de Figueiredo. A aula de português como instância de produção e de circulação de
conhecimentos lingüísticos e não-linguísticos. IN: SOUZA, Ester Maria de Figueiredo. CRUZ, Giêdra Ferreira
(orgs). Linguagem e Ensino: elementos para reflexão nas aulas de Língua Inglesa e Língua Portuguesa.
Vitória da Conquista: Edições UESB.2009.
SOUZA, Lynn Mario T. Menezes de. O conflito de vozes na sala de aula. In: CORACINI, Maria José (ORG.)
O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e língua estrangeira. Campinas, SP: Pontes, 1995.
Capítulo 2, página, 21
SOUZA. E. M. F. Sala de aula: Práticas discursivas no cotidiano. Dissertação de Mestrado. UFBA/FACED.
Salvador. Bahia. 1996.
VOGT, Carlos. Linguagem, pragmática e ideologia. São Paulo: Editora Hucitec. 1989
LITERATURA E ENSINO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Médio de Língua Portuguesa
Ementa:
Abordagem de métodos e técnicas de exploração de diferentes textos literários na educação básica.
BIBLIOGRAFIA:
GOLDSTEIN, Norma Seltzer. Poesia e ensino de língua materna. In: CORREA, Manoel Luiz Gonçalves;
BOCH, Françoise (orgs). Ensino de Língua: representação e letramento. Campinas, SP: Mercado de Letras,
2006.
LAJOLO, Marisa. Leitura-literatura: mais do que uma rima, menos do que uma solução. ZILBERMAN, Regina;
SILVA, Ezequiel Theodoro da. (orgs). Leitura: perspectivas interdisciplinares. São Paulo: Ática, 1991.
COSSON Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo:Contexto, 2006.
MILIAN, Marta. Uma esposição de poesia: poemas para ler e compreender, para dizer, para olhar, para
brincar. In: CAMPS, Anna [et. al.]. Propostas didáticas para aprender a escrever. Trad. Valério Campos.
Porto Alegre: Artmed, 2006. Página 129.
DROBRANSZKY, Enid A. De Literatura e ensino da Literatura. In: Leitura: teoria e prática – revista semestral
da Associação de leitura do Brasil. Porto Alegre: Mercado Aberto. Página 3
CAMARGO, LUÍS. Livro de Imagem: alfabetização visual e narrativa. In: Leitura: teoria e prática – revista
semestral da Associação de leitura do Brasil. Porto Alegre: Mercado Aberto. Página 7
GOES, M. Lúcia P. S. Um olhar de descoberta. In: Leitura: teoria e prática – revista semestral da Associação
de leitura do Brasil. Porto Alegre: Mercado Aberto. Página 7
178
ORALIDADE E ENSINO
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa Metodologia do Ensino Médio em
Língua Portuguesa
Ementa:
Aspectos sintáticos da oralidade. Aspectos textuais da oralidade. Competências de oralidade. Técnicas e
práticas de oralidade em contextos de ensino e aprendizagem. Cultura oral.
BIBLIOGRAFIA:
ANTUNES, Irandé. A língua e a identidade cultural de um povo. In: Língua, texto e ensino: outra escola
possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, capítulo 1, p. 19.
ANTUNES, Irandé. Língua e cidadania: repercussões para o ensino. In: Língua, texto e ensino: outra escola
possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, capítulo 1, p. 33.
BAGNO, Marcos. A norma oculta: língua e poder na sociedade brasileira. Parábola Editorial
BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do português brasileiro. Parábola Editorial
CITELLI, Adilson Odair. O ensino de linguagem verbal: em torno do planejamento. In: MARTINS, Maria
Helena (org.). Questões de Linguagem. São Paulo: Contexto, 1991.
KOCH, Ingedore Villaça. A construção do sentido no texto falado. In: O texto e a construção dos sentidos.
São Paulo: Contexto, 1998. Capítulo 2, p. 61.
KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1998.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Leitura e compreensão de texto falado e escrito como ato individual de
umaprática social. In ZILBERMAN, Regina; SILVA, Ezequiel Theodoro da. (orgs). Leitura: perspectivas
interdisciplinares. São Paulo: Ática, 1991.
MARCUSCHI, Luiz Antonio; Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2004.
TERZI, Sylvia Bueno. A oralidade e a construção da leitura por crianças de meios iletrados. In: KLEIMAN,
Ângela. Os significados do letramento. São Paulo: Mercado das Letras.2006.
PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO DOS SURDOS
Ministrante: AMPE
Instituição: UESB
Departamento: DELL
Creditação: 2.1.0
Natureza: teórico-prático
Horas/Aula: 60
Prerrequisitos: Metodologia do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa Metodologia do Ensino Médio em
Língua Portuguesa; Libras I
Ementa:
Pressupostos teóricos sobre letramento. Letramento e surdez. Gêneros textuais da escrita. Eventos de
letramento. O ensino da leitura e da escrita para alunos surdos. Educação bilingue e surdez.
BIBLIOGRAFIA:
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
CAPOVILLA, F.C. e RAPHAEL, W.D. 2001. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de
Sinais Brasileira. Vol. 2, São Paulo, Edusp, p. 835-1620.
CORREA, Manoel Luiz Gonçalves; BOCH, Françoise (orgs). Ensino de Língua: representação e letramento.
Campinas, SP: Mercado de Letras, 2006.
CORREA, Manoel Luiz Gonçalves; BOCH, Françoise (orgs). Ensino de Língua: representação e letramento.
Campinas, SP: Mercado de Letras, 2006.
FERNANDES, E. (org.), Surdez e bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2008.
Gesser, A. LIBRAS? Que língua é essa? São Paulo:Editora Parábola, 2009.
KARNOPP, Lodenir. Práticas de leitura e escrita em escolas de surdos. In: Fernandes, E. (org.) Surdez e
179
Bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2005
KLEIMAN, Ângela. Os significados do letramento. São Paulo: Mercado das Letras.2006.
KLEIMAN, Ângela; CAVALCANTI, Marilda C. (Orgs). Linguística Aplicada: suas faces e interfaces.
Campinas: Mercado de Letras, 2007.
KOCH, I. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992.
LODI et al. (orgs.), Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2006.
Pró-Letramento: Programa de Formação Continuada de Professores do Anos/Séries Iniciais do Ensino
Fundamental: alfabetização e linguagem – Ed. Ver. E AM-liada. Secretaria de Educação Básoca – Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
QUADROS, R. Educação de surdos: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
QUADROS, R.M. 2006. O contexto escolar do aluno surdo e o papel das línguas. Acessado em:
10/03/2006, disponível em: virtual.udesc.br/Midiateca/Publicacoes Educacao_de_Surdos/artigo08.htm
RIBEIRO, Vera Masagão, (ORG) Letramento no Brasil. Reflexões a partir do INAF. São Paulo: Global.
2003.
SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.
SOARES, M. B. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2004
3.7 AVALIAÇÃO
A construção de um Projeto Pedagógico de Curso não se esgota na formalização
escrita, pois um currículo não é algo dado como fixo e pronto. Deverá está sempre em
construção e em sintonia com a realidade que é investida de dinamicidade e mutabilidade.
Assim, o Projeto Pedagógico com as reformulação apresentadas proposto para o
Curso de Licenciatura em Letras requer acompanhamento constante, com tem sido feito,
de maneira a assegurar a coerência necessária entre os seus princípios e o seu fazer-se
cotidiano. Nesse sentido, é imprescindível que se realize uma avaliação permanente do
Curso de Graduação em Letras, no intuito de possibilitar ações permanentes voltadas
para a melhoria da qualidade do ensino ministrado, por meio da verificação de
competências, habilidades e domínio de conhecimentos necessários para o exercício da
profissão e para a cidadania.
Ressalta-se que o Colegiado do Curso assume um papel de suma importância,
devendo estimular o debate constante em torno de seus eixos centrais, promovendo,
assim, um processo permanente de construção, execução e avaliação do Curso que deve
abarcar diferentes dimensões que dizem respeito à formação integral do educando.
Deve acompanhar e propiciar o desenvolvimento das habilidades inerentes ao
perfil desejado, nos conteúdos essenciais à formação do profissional da área, que os
graduandos devem dominar ao final do curso.
Download

PROJETO DE REFORMULAÇÃO CURRICULAR DO