MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx – DETMil ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA DOCUMENTAÇÃO CURRICULAR CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ÍNDICE DOCUMENTO 1. Portaria de Criação Nr 01 2. Perfil 02 3. Documento de Currículo 03 4. PLADIS 04 DOC 01 Portaria de Criação PORTARIA Nº 156-EME, DE 30 DE SETEMBRO DE 2011. Normatiza o Curso de Formação de Sargentos de Saúde. O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso I, art. 38 do Decreto nº 3.182, de 23 de setembro de 1999 - Regulamento da Lei do Ensino no Exército - em conformidade ao que prescreve o inciso IV, art. 5º da Portaria do Comandante do Exército nº 514, de 29 de junho de 2010 Regulamento do Estado-Maior do Exército (R-173) - e de acordo com o que propõe o Departamento de Educação e Cultura do Exército, ouvido o Departamento-Geral do Pessoal, resolve: Art. 1º Normatizar o Curso de Formação de Sargentos de Saúde, que tem o objetivo de habilitar sargentos para ocupar cargos e desempenhar funções das graduações de terceiro-sargento e segundo-sargento nãoaperfeiçoado da Qualificação Militar de Subtenentes e Sargentos de Saúde nas organizações militares (OM) do Exército. Art.2º Estabelecer que o referido curso: I - integre a Linha de Ensino Militar de Saúde, no grau médio e na modalidade de formação; II - funcione na Escola de Sargentos de Logística (EsSLog), a partir do ano de 2011; III - tenha a duração máxima de 77 (setenta e sete) semanas sendo: 34 (trinta e quatro) semanas, destinadas à formação básica em OM de Corpo de Tropa designada pelo Estado-Maior do Exército e 43 (quarenta e três) semanas, destinadas à qualificação na EsSLog, com a periodicidade de um curso por ano; IV - possibilite a matrícula de, no máximo, 100 (cem) alunos por curso; V - tenha, como universo de seleção, candidatos dos sexos masculino e feminino, aprovados em processo seletivo público, de âmbito nacional, de acordo com instruções reguladoras a cargo do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx); VI - tenha a classificação dos concluintes a cargo do Departamento-Geral do Pessoal; e VII - tenha o seu funcionamento regulado pelo DECEx. Art. 3º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Revogar as Portarias nº 072-EME, 073-EME e 074-EME, de 3 de julho de 2006. Boletim do Exército nº 41, de 14 de outubro de 2011. DOC 02 Perfil Profissiográfico DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO TÉCNICA MILITAR ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO CONCLUDENTE CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS QUALIFICAÇÃO MILITAR DE SARGENTOS DE SAÚDE APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. CARGOS E FUNÇÕES PARA OS QUAIS O CURSO HABILITA O concludente do Curso de Formação de Sargentos de Saúde (CFS Sau) está habilitado a ocupar cargos e desempenhar funções das graduações de 3º sargento e 2º sargento não aperfeiçoado da Qualificação Militar de Subtenentes e Sargentos de Saúde nas Organizações Militares Operacionais, nos Estabelecimentos de Ensino e nas Organizações Militares de Saúde. O Sargento assim habilitado terá suficiente base para, após o curso de formação, complementar sua habilitação por meio do auto-aperfeiçoamento, cursos e estágios que o capacitem a outros cargos e funções, nas Organizações Militares, operacionais ou não. 2. REQUISITOS PESSOAIS PARA O DESEMPENHO FUNCIONAL a. Requisitos comuns Tendo como tarefa crítica chefiar homens em operações de guerra e de não-guerra, o sargento tem, em considerável nível de desenvolvimento, uma personalidade delineada por atributos tais como direção, equilíbrio emocional e liderança caracterizando-o como líder de pequenas frações. Constitui-se em modelo para seus comandados, enquadrando-os militarmente pela instrução e pelo exemplo alicerçado em valores éticos coerentes com os princípios da Instituição. O 3° Sargento demonstra no dia-a-dia: apresentação, disciplina, organização e zelo. A diversidade de tipos de operações militares nas quais poderá ser empregado, aliada ao fato de atuar em qualquer tipo de terreno, em quaisquer condições ambientais, exigirá além da competência técnica evidenciar rusticidade, manuseando materiais e equipamentos especializados, conduzindo sua tropa em situação de risco para o cumprimento de sua missão. Assim sendo, reflete acentuado espírito de corpo por meio da cooperação e da dedicação. Exibe higidez e vigor físico, acrescido da resistência, condizentes com os padrões físicos compatíveis com as exigências de seu desempenho funcional. O concludente do curso tem consciência de que sua formação profissional não está completa. Inserido num mundo em constantes transformações, preocupa-se com o autoaperfeiçoamento. Para tanto, procura ampliar sua cultura geral e profissional, estando consciente da importância do conhecimento de idiomas estrangeiros, da História Militar e da informática, dentre outros. b. Requisitos específicos O concludente do Curso de Formação de Sargentos de Saúde evidencia conhecimento profissional e destreza manual para o exercício das atividades dentro da sua esfera de competência de nível técnico (técnico em enfermagem) e habilidade no manuseio de instrumental cirúrgico e equipamentos médico-hospitalares. Está apto a ser empregado em situações que exijam rapidez de decisão, julgamento equilibrado de riscos e necessidades. Para tanto demonstra adaptabilidade e iniciativa. Possui conhecimento da legislação técnica necessária para o desempenho de suas funções administrativas, demonstrando meticulosidade. Evidencia responsabilidade, que se manifesta, entre outros aspectos, pela persistência nas suas ações, pela previsão das conseqüências de suas ações. É capaz de perceber e compreender o ambiente, as características e sentimentos das pessoas as quais presta atendimento, demonstrando camaradagem, comunicabilidade, sensibilidade e tato, buscando orientá-las e suprindo seus interesses e necessidades. Apresenta capacidade de agir de maneira destemida e perseverante, diante de situações difíceis ou que envolvam risco de sua vida ou de outrem, seguindo normas de segurança, demonstrando autoconfiança, coragem e decisão. Demonstra resistência física compatível com as exigências da atividade, sendo capaz de permanecer muitas horas sob intensa movimentação e esforços físicos, seja em sala de cirurgia, em emergências ou ambulatórios. No desempenho de suas funções, destaca-se, ainda, pela evidência dos atributos: criatividade, discrição e objetividade. DOC 03 Documento de Currículo ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO DOCUMENTO DE CURRÍCULO ELABORADO EM 2012 APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. DURAÇÃO DO CURSO: 77 (setenta e sete) semanas (3080 horas) a. Período Básico - 34 (trinta e quatro) semanas: desenvolvido nas Organizações Militares de Corpo de Tropa (OMCT). b. Período Qualificação - 43 (quarenta e três) semanas 2. OBJETIVOS GERAIS DO CURSO - Habilitar sargentos para ocupar cargos e desempenhar funções das graduações de 3º sargento e 2º sargento não-aperfeiçoado da Qualificação Militar de Subtenentes e Sargentos de Saúde (QMS Sau) nas Organizações Militares Operacionais, nos Estabelecimentos de Ensino e nas Organizações Militares de Saúde, capacitando-os a: a. Desempenhar as principais funções e atividades operacionais de guerra e não guerra, administrativas e da justiça militar previstas para sua Qualificação Militar, nas graduações de sargento não aperfeiçoado; b. Atuar como instrutor e monitor; c. Comandar ou chefiar as frações de tropa compatíveis a sua graduação e correspondente a sua QMS; d. Valorizar a importância de participar, no contexto da Força como “Elo Fundamental entre o comando e a Tropa”; e. Conscientizar-se do culto da memória, tradição e valores militares, na sua formação profissional, valorizando o Exército, no contexto da sociedade brasileira, ao longo da História do Brasil; Interessar-se pelo seu constante aprimoramento técnico-profissional, buscando o autoaperfeiçoamento contínuo; f. Compreender atividades específicas do auxiliar de saúde na administração de seções de saúde na OM / OMS; g. Valorizar o estudo da Psicologia na formação do sargento de saúde; h. Executar técnicas de primeiros socorros em diversas situações de paz e em campanha; i. Integrar a equipe multidisciplinar de saúde, nas atribuições inerentes a sua área profissional; j. Reconhecer os aspectos da dinâmica de relacionamento interpessoal; e k. Evidenciar os seguintes atributos da área afetiva: adaptabilidade, apresentação, autoconfiança, camaradagem, comunicabilidade, cooperação, coragem, criatividade, decisão, dedicação, direção, disciplina, discrição, equilíbrio emocional, iniciativa, liderança, meticulosidade, objetividade, organização, persistência, previsão, responsabilidade, resistência, rusticidade, sensibilidade, tato e zelo. 3. GRADE CURRICULAR a. Período de Qualificação (43 semanas – 1720 horas) CARGA HORÁRIA Diurna Noturna ATIVIDADES Treinamento Físico Militar II 280 - Excelência Gerencial 20 - Ética Profissional Militar 20 - 166 36 Administração Hospitalar 40 - Dinâmica de Grupo 15 - Enfermagem em Saúde Pública 60 - Atendimento Pré-Hospitalar 212 - Legislação Técnica 60 - Organização e Emprego do Serviço de Saúde 65 - Prática de Enfermagem 100 - Psicologia Aplicada 43 - Enfermagem Clínica e Prática Hospitalar 80 - 1161 10 36 - Manobra Escolar 80 36 Palestra 40 - Olimpíadas 80 - Projeto Interdisciplinar 40 - Programa de Leitura 08 - Estágio Prep Específica para o Corpo de Tropa 80 - 338 221 36 - 221 1720 72 Instrução Geral II DISCIPLINAS CURRICULARES Sv Interno e Externo Ordem Unida Transportes Motorizados Armamento II EIESP Ap Log Pequenas Frações Microinformática História Militar Cibernética Semana Verde SOMA Assuntos da Atualidade COMPLEMENTAÇÃODO ENSINO SOMA OUTRAS ATIVIDADES ADC SOMA TOTAL 08 20 04 20 + 04N 40 + 16N 08 06 16 04 40 + 16N 4 OBJETIVOS PARTICULARES DE CADA DISCIPLINA NO CURSO a. Treinamento Físico Militar II 1) Realizar as sessões de treinamento físico militar de acordo com as normas em vigor no Exército Brasileiro. 2) Executar como guia as sessões de treinamento físico militar (TFM) previstas no manual de campanha C20-20. 3) Executar as avaliações previstas para a disciplina no Padrão Especial de Desempenho Físico para o Período de Qualificação do CFS (PED/PQ/CFS). 4) Desenvolver a aptidão física necessária para o desempenho de sua função. 5) Evidenciar a capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de situações difíceis e perigosas, seguindo as normas de segurança (CORAGEM). 6) Evidenciar a capacidade de realizar, espontaneamente, atividades com empenho e entusiasmo (DEDICAÇÃO). 7) Evidenciar a capacidade de manter-se em ação continuadamente, a fim de executar uma tarefa vencendo as dificuldades encontradas (PERSISTÊNCIA). 8) Evidenciar a capacidade de suportar, pelo maior tempo possível, a fadiga resultante de esforços físicos e/ou mentais, mantendo a eficiência (RESISTÊNCIA). 9) Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). 10) Evidenciar a capacidade de demonstrar atitudes e porte condizentes com os padrões militares. (APRESENTAÇÃO) b. Excelência Gerencial 1) Empregar os princípios estabelecidos no Sistema de Excelência Gerencial do EB (SE - EB). 2) Empregar os princípios de administração e excelência gerencial no âmbito do pequeno escalão. 3) Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). 4) Evidenciar a capacidade de conduzir e coordenar grupos e/ou pessoas, na consecução de determinado objetivo (DIREÇÃO). 5) Evidenciar a capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (ORGANIZAÇÃO). c. Ética Profissional Militar 1) Empregar os princípios da justiça e o primado da ética e da moral como base da verdadeira liderança. 2) Identificar os institutos e instituições jurídicas como principais instrumentos na obtenção do bem comum e da paz social. 3) Promover a justiça e a dignidade da pessoa humana no exercício das funções militares. 4) Interpretar os fundamentos da existência e organização do Estado brasileiro e os reflexos dos compromissos assumidos por ocasião da ratificação de tratados internacionais. 5) Apontar os aspectos mais relevantes à preparação da Força Terrestre para o cumprimento de missões constitucionais pautada na legislação brasileira. 6) Reconhecer na legislação militar os valores éticos, morais e deveres militares vinculados ao tema. 7) Identificar, dentre as ações subsidiárias, as que visam cooperar com o desenvolvimento nacional e a defesa civil, com vistas a efetivar os princípios constitucionais da proteção e promoção da cidadania. 8) Apontar os aspectos mais relevantes à preparação da Força Terrestre para o cumprimento de missões constitucionais relativos ao emprego do Direito Internacional dos Conflitos Armados nas Operações Militares. d. Instrução Geral II 1) Executar os serviços internos e externos. 2) Cumprir missões como chefe de viatura. 3) Executar as técnicas e táticas individuais e coletivas de combate. 4) Executar o tiro rápido diurno e noturno. 5) Realizar uma sobrevivência utilizando recursos locais. 6) Executar os primeiros socorros em situações especiais. 7) Executar um percurso de orientação diurna e noturna. 8) Comandar pequenas frações em operações contra forças irregulares. 9) Planejar missões de patrulha com características especiais. 10) Executar missões de patrulha com características especiais. 11) Executar o TCB do Fz 7,62 M964 e da Pst 9mm. 12) Conhecer aspectos da história militar geral, no nível técnico e tático das pequenas frações. 13) Conhecer aspectos da evolução militar do Brasil, no nível técnico e tático das pequenas frações. 14) Conhecer a evolução da formação do sargento do EB. 15) Conhecer o sistema de apoio logístico empregado no EB. 16) Conhecer as medidas de Segurança da Informação e Comunicações (SIC) operacionais em um ambiente cibernético hostil. 17) Conhecer software e hardware de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) operacionais. 18) Evidenciar a capacidade de demonstrar atitudes e porte condizentes com os padrões militares (APRESENTAÇÃO). 19) Evidenciar capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes nas diferentes circunstâncias (AUTOCONFIANÇA). 20) Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). 21) Evidenciar a capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de situações difíceis e perigosas, seguindo as normas de segurança (CORAGEM). 22) Evidenciar a capacidade de produzir novos dados, idéias e / ou realizar combinações originais, na busca de uma solução eficiente e eficaz (CRIATIVIDADE). 23) Evidenciar a capacidade de realizar, espontaneamente, atividades com empenho e entusiasmo (DEDICAÇÃO). 24) Evidenciar a capacidade de conduzir e coordenar grupos e/ou pessoas na consecução de determinado objetivo (DIREÇÃO). 25) Evidenciar a capacidade de proceder conforme normas, leis e regulamentos que regem a instituição (DISCIPLINA). 26) Evidenciar a capacidade de controlar as próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). 27) Evidenciar a capacidade de dirigir, orientar e propiciar modificações nas atitudes dos membros de um grupo, visando atingir os propósitos da Instituição (LIDERANÇA). 28) Evidenciar a capacidade de manter-se em ação continuamente, a fim de executar uma tarefa vencendo as dificuldades encontradas (PERSISTÊNCIA). 29) Evidenciar a capacidade de suportar, pelo maior tempo possível, a fadiga resultante de esforços físicos e / ou mentais, mantendo a eficiência (RESISTÊNCIA). 30) Evidenciar a capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e enfrentando as consequências de suas atitudes e decisões (RESPONSABILIDADE). 31) Evidenciar a capacidade de adaptar-se a situações de restrição e / ou privação, mantendo a eficiência (RUSTICIDADE). 32) Evidenciar a capacidade de cuidar dos bens móveis e imóveis que estão ou não sob sua responsabilidade (ZELO). e. Administração Hospitalar 1) Compreender a estrutura e funcionamento de uma Unidade Hospitalar e de uma Unidade de Internação; 2) Compreender as atividades específicas do auxiliar de saúde na administração da unidade de enfermagem; 3) Evidenciar capacidade de destacar o fundamental do supérfluo para a realização de uma tarefa ou solução de um problema; e 4) Evidenciar capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (DISCIPLINA). f. Dinâmica de Grupo 1) Descrever os fenômenos que interferem na percepção das pessoas; 2) Compreender os diferentes tipos de relações grupais; 4) Evidenciar capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes, nas diferentes circunstâncias (AUTO-CONFIANÇA); 5) Evidenciar a capacidade de estabelecer relações amistosas com superiores, pares e subordinados; 6) Evidenciar a capacidade de produzir novos dados, ideias e / ou realizar combinações originais, na busca de uma solução eficiente e eficaz; 7) Evidenciar a capacidade de proceder conforme normas, leis e regulamentos que regem a Instituição (DISCIPLINA); 8) Evidenciar a capacidade de controlar as próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL); 9) Evidenciar a capacidade de relacionar-se com outros por meio de idéias e ações. g. Enfermagem em Saúde Pública 1) Descrever as atribuições do Serviço de Saúde nas atividades de Saúde Pública; 2) Descrever as atribuições administrativa/logística do Sargento de Saúde em uma Ação Cívico – Social (ACISO) (COOPERAÇÃO); 3) Elaborar uma Ação Cívico – Social; 4) Explicar as principais doenças transmissíveis de interesse militar e sua profilaxia; 5) Explicar as principais doenças não transmissíveis de maior prevalência no território brasileiro; 6) Evidenciar a capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (DISCIPLINA). h. Atendimento Pré-Hospitalar 1) Compreender os fatores condicionantes para a aplicação de técnicas de atendimento préhospitalar; 2) Executar técnicas de atendimento pré-hospitalar e transportes de feridos em situações de emergência (RESISTÊNCIA); 3) Evidenciar a capacidade de se ajustar apropriadamente às mudanças de situações; 4) Evidenciar a capacidade de contribuir, espontaneamente, para o trabalho de alguém e / ou de uma equipe (COOPERAÇÃO); 5) Evidenciar a capacidade de optar pela alternativa mais adequada, em tempo útil e com convicção; 6) Evidenciar a capacidade de conduzir e coordenar grupos e / ou pessoas, na consecução de um objetivo; 7) Evidenciar a capacidade de proceder conforme normas, leis e regulamentos que regem a Instituição (DISCIPLINA); 8) Evidenciar a capacidade de controlar as próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL); 9) Evidenciar a capacidade de agir de forma adequada e oportuna, sem depender de ordem ou decisão superior (DEDICAÇÃO); 10) Evidenciar a capacidade de agir atendo-se a detalhes significativos; 11) Evidenciar a capacidade de manter-se em ação continuamente, a fim de executar uma tarefa vencendo as dificuldades encontradas (PERSISTÊNCIA); 12) Evidenciar a capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e enfrentando as conseqüências das suas atitudes e decisões; 13) Evidenciar a capacidade de perceber e compreender o ambiente, as características e sentimentos das pessoas e / ou grupos, buscando atender aos seus interesses e necessidades. i. Legislação Técnica 1) Aplicar a legislação básica necessária ao desempenho das funções do Sargento de Saúde na rotina administrativa das seções de saúde, seção SAMMED / FUSEX e Juntas de Inspeção de Saúde; 2) Elaborar uma tabela de suprimento classe VIII; 3) Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de uma equipe (COOPERAÇÃO); 4) Evidenciar a capacidade de agir atendo-se a detalhes significativos. j. Organização e Emprego do Serviço de Saúde 1) Descrever os escalões funcionais do Serviço de Saúde; 2) Explicar o funcionamento do Posto de Socorro e da Companhia Logística de Saúde; 3) Enumerar as instalações do serviço de Saúde do Exército de Campanha, da Zona de Administração e da Zona de Interior; e 4) Evidenciar a capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (DISCIPLINA). k. Prática de Enfermagem 1) Executar atividades específicas do Sargento de Saúde nas diversas unidades de uma OMS; 2) Aplicar conhecimentos de legislação técnica no atendimento aos usuários do SAMMED / FUSEX e JIG / JISE na esfera de suas atribuições; 3) Evidenciar a capacidade de contribuir, espontaneamente, para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO); 4) Evidenciar a capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes, nas diferentes circunstâncias (AUTO-CONFIANÇA); 5) Evidenciar a capacidade de realizar, espontaneamente, atividades com empenho e entusiasmo (DEDICAÇÃO); 6) Evidenciar a capacidade de manter reserva sobre fatos de seu conhecimento que não devam ser julgados (DISCRIÇÃO); 7) Evidenciar a capacidade de controlar suas próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL); 8) Evidenciar a capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e enfrentando as conseqüências de suas atitudes e decisões; e 9) Evidenciar a capacidade de perceber e compreender o ambiente, as características e sentimentos de pessoas e / ou grupos, buscando atender aos seus interesses e necessidades. l. Psicologia Aplicada 1) Aplicar o estudo da Psicologia a situações típicas da área de saúde; 2) Descrever os tipos de personalidade em seus diferentes tipos; 3) Descrever os distúrbios de personalidade; 4) Compreender os principais componentes do relacionamento interpessoal; 5) Evidenciar a capacidade de contribuir, espontaneamente, para o trabalho de alguém e / ou de uma equipe (COOPERAÇÃO); 6) Evidenciar a capacidade de controlar suas próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL); e 7) Evidenciar a capacidade de lidar com as pessoas sem ferir suscetibilidades. m. Enfermagem Clínica e Prática Hospitalar 1) Desenvolver habilidades práticas no exercício de enfermagem; 2) Correlacionar as habilidades cognitivas, interpessoais e psicomotoras no exercício das atividades de técnico de enfermagem; (DEDICAÇÃO E PERSISTÊNCIA) 3) Explicar as principais ações do técnico de enfermagem no controle da Infecção Hospitalar; 4) Explicar as condutas de Biossegurança no ambiente hospitalar. 5. GRADE DE AVALIAÇÃO ÁREAS COGNITIVA / PSICOMOTORA INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DISCIPLINAS INTEGRANTES Treinamento Físico Militar I (Segmento masculino) 04 Provas formais Treinamento Físico Militar I (Segmento feminino) 03 Provas formais Armamento, Munição e Tiro 02 Provas formais Instrução Geral 02 Provas formais PERÍODO BÁSICO Instrução Individual Básica 02 Provas formais Topografia de Campanha 02 Provas formais Patrulha 02 Provas formais Operações de Garantia da Lei e da Ordem 02 Provas formais Liderança Militar Treinamento masculino) 01 Prova formal Físico Militar II (Segmento Treinamento Físico Militar II (Segmento feminino) Administração Hospitalar PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO PESO Atendimento Pré-Hospitalar 1,0 06 Provas formais 05 Provas formais 01 Prova formal 02 Provas formais Legislação Técnica 01 Prova formal Organização e Emprego do Serviço de Saúde 01 Prova formal Psicologia Aplicada 01 Prova formal Enfermagem Clínica e Prática Hospitalar 01 Prova formal PROJETO INTERDISCIPLINAR PERCENTUAL 100% ÁREA AFETIVA ATRIBUTOS CONSTANTES DA ESCALA DE AVALIAÇÃO APRESENTAÇÃO AUTOCONFIANÇA COOPERAÇÃO DEDICAÇÃO DISCIPLINA EQUILÍBRIO EMOCIONAL PERSISTÊNCIA RESISTÊNCIA PERCENTUAL . 0% DOC 04 PLADIS ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS INTENDENTES (CFS - 10) ELABORADO EM 2012 TREINAMENTO FÍSICO MILITAR II PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 280 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Realizar as sessões de treinamento físico militar de acordo com as normas em vigor no Exército Brasileiro. b. Executar como guia as sessões de treinamento físico militar (TFM) previstas no manual de campanha C20-20. c. Executar as avaliações previstas para a disciplina no Padrão Especial de Desempenho Físico para o Período de Qualificação do CFS (PED/PQ/CFS). d. Desenvolver a aptidão física necessária para o desempenho de sua função. e. Evidenciar a capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de situações difíceis e perigosas, seguindo as normas de segurança (CORAGEM). f. Evidenciar a capacidade de realizar, espontaneamente, atividades com empenho e entusiasmo (DEDICAÇÃO). g. Evidenciar a capacidade de manter-se em ação continuadamente, a fim de executar uma tarefa vencendo as dificuldades encontradas (PERSISTÊNCIA). h. Evidenciar a capacidade de suportar, pelo maior tempo possível, a fadiga resultante de esforços físicos e/ou mentais, mantendo a eficiência (RESISTÊNCIA). i. Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). j. Evidenciar a capacidade de demonstrar atitudes e porte condizentes com os padrões militares. (APRESENTAÇÃO) 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS UNIDADE DIDÁTICA I – MÓDULO DIDÁTICO DE TREINAMENTO FÍSICO MILITAR ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. PADRÃO ESPECIAL a. Conhecer as normas e procedimentos que fazem parte doPED TFM. DE DESEMPENHO b. Identificar as peculiaridades das avaliações previstas no PED TFM. FÍSICO (PED). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: CARGA HORÁRIA: 2 horas Nr DE SESSÕES 2 a. Sugere-se que: 1) seja mostrado um exemplo de como deve ser calculada a nota final da disciplina; 2) os alunos tenham pleno acesso à fonte de consulta; 3) os alunos tenham pleno conhecimento das normas referentes ao cálculo do grau de atleta; 4) sejam mostrados exemplos de situações de dispensas médicas e faltas às avaliações de TFM II e suas possíveis conseqüências para o grau final da disciplina e também os seus desdobramentos, tais como a reprovação, trancamento de matrícula e aprovação por intermédio do conselho de ensino. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. Portaria Nr 12/DECEx, de 31 JAN 12 – Aprova o novo Padrão Especial de Desempenho Físico para os Cursos de Formação de Sargentos – CFS (PED-CFS). b. Brasil. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Estado-Maior do Exército. Manual Técnico C 20-20 - Treinamento Físico Militar. Brasília; 2002. 3 UNIDADE DIDÁTICA II – TREINAMENTO CARDIOPULMONAR CARGA HORÁRIA: 148 horas ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Nr DE SESSÕES a. Executar a corrida dentro da fração constituída da SU ou Curso. 1. CORRIDA b. Executar a corrida em percurso com terreno variado em tempo determinado. 78 CONTÍNUA c. Superar as dificuldades encontradas durante a corrida (RESISTÊNCIA). d. Executar a corrida suportando a fadiga e mantendo a eficiência (PERSISTÊNCIA). a. Conhecer os cálculos de ritmo e tempo para o treinamento intervalado aeróbico. 2. TREINAMENTO b. Executar o treinamento intervalado aeróbico. INTERVALADO 20 c. Suportar a fadiga durante as séries de treinamento intervalado dentro da zona alvo individual AERÓBICO (RESISTÊNCIA). a. Realizar o trabalho de braços, pernas, respiração, coordenação de movimentos, saídas e viradas. 3. NATAÇÃO (NADO b. Executar o nado de 25 metros nas condições estabelecidas pelo PED/CFS. 50 CRAWL) c. Demonstrar disposição para o aprimoramento da técnica do nado (DEDICAÇÃO). suportando a fadiga resultante (RESISTÊNCIA). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Sugere-se que: 1) sejam previstas corridas em forma e corridas livres; 2) o treinamento intervalado aeróbico seja realizado em terreno variado ou na pista de atletismo; 3) seja previsto, pelo OTFM da Escola, uma programação de recuperação/intensificação de treinamento para os alunos que apresentem deficiência. 4) seja prevista, no início das sessões do assunto 3, a execução de exercícios de flexibilidade, visando as articulações tíbio-társica, coxo-femural e escápulo-umeral, bem como a hiper-extensão da coluna vertebral; 5) a primeira sessão do assunto 3 seja ministrada por instrutor da Seção de Treinamento Físico Militar (as demais sessões serão eminentemente práticas e ministradas por instrutores e monitores orientados pelo OTFM); b. O conteúdo desta UD será avaliado conforme o PED. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. Portaria Nr 12/DECEx, de 31 JAN 12 – Aprova o novo Padrão Especial de Desempenho Físico para os Cursos de Formação de Sargentos – CFS (PED-CFS). b. Brasil. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Estado-Maior do Exército. Manual Técnico C 20-20 - Treinamento Físico Militar. Brasília; 2002. OBSERVAÇÕES: - Em todas as sessões neuromusculares (40 horas) e utilitárias (50 horas), previstas neste PLADIS, sugere-se que se preveja uma sessão cardiopulmonar de corrida contínua, além da carga horária acima mencionada (sessão mista de TFM), sendo nas sessões de PPM, a corrida executada como aquecimento (máximo de 15 minutos com intensidade leve), obrigatoriamente antes da execução da pista. 4 UNIDADE DIDÁTICA III – TREINAMENTO NEUROMUSCULAR CARGA HORÁRIA: 40 horas ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Nr DE SESSÕES 1. GINÁSTICA a. Executar a ginástica básica, partindo de 5 (cinco) e alcançando 15 (quinze) repetições com 20 BÁSICA. incrementos sucessivos. a. Executar o teste de repetição máxima e seleção do peso. 2. PISTA DE b. Executar a PTC, iniciando com 1 (uma) passagem a 30 (trinta) segundos e alcançando 3 (três) TREINAMENTO EM 20 passagens a 60 (sessenta) segundos em incrementos sucessivos. CIRCUITO (PTC). c. Superar as dificuldades encontradas mantendo-se em ação continuadamente. (PERSISTÊNCIA) INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Sugere-se que: 1) Seja prevista, para cada sessão de trabalho neuromuscular, um trabalho cardiopulmonar (sessão mista de TFM); 2) Seja previsto, pelo OTFM da Escola, uma programação de recuperação/intensificação de treinamento para os alunos que apresentem deficiência. b. O conteúdo desta UD será avaliado conforme o PED. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. Portaria Nr 12/DECEx, de 31 JAN 12 – Aprova o novo Padrão Especial de Desempenho Físico para os Cursos de Formação de Sargentos – CFS (PED-CFS). b. Brasil. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Estado-Maior do Exército. Manual Técnico C 20-20 - Treinamento Físico Militar. Brasília; 2002. 5 UNIDADE DIDÁTICA IV – TREINAMENTO UTILITÁRIO CARGA HORÁRIA: 50 horas ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Nr DE SESSÕES a. Executar os 20 (vinte) obstáculos da PPM, isoladamente, repetidas vezes, conforme previsto no C20-20. 1. PISTA DE b. Executar numa só passagem a sequência dos 10 primeiros obstáculos da PPM. PENTATLO MILITAR c. Executar numa só passagem a sequência dos 10 últimos obstáculos da PPM. 42 (PPM). d. Executar numa só passagem a sequência dos 20 obstáculos da PPM. e. Executar a ultrapassagem de todos os obstáculos da PPM, de forma firme e destemida, seguindo as normas de segurança (CORAGEM). a. Executar uma sessão de estudo de Ginástica com Toros, realizando a quantidade de exercícios previstos. 2. GINÁSTICA COM b. Executar a ginástica com toros, partindo de 5 (cinco) e alcançando 11 (onze) repetições com 8 TOROS incrementos sucessivos. c. Contribuir espontaneamente para que a equipe consiga realizar a ginástica com toros de maneira correta (COOPERAÇÃO). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Sugere-se que: 1) seja prevista, para cada sessão de treinamento utilitário, um trabalho cardiopulmonar; 2) seja previsto, pelo OTFM da Escola, uma programação de recuperação/intensificação de treinamento para os alunos que apresentem deficiência no assunto 1 b. O assunto 1 da presente UD deve primar pelas medidas de segurança, sendo obrigatoriamente acompanhado por equipe de primeiros socorros e APH. c. O conteúdo desta UD será avaliado conforme o PED. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. Brasil. Ministério do Exército. Escola de Educação Física do Exército. Manual de Pentatlo Militar da EsEFEx. Rio de Janeiro; sem data. b. Portaria Nr 12/DECEx, de 31 JAN 12 – Aprova o novo Padrão Especial de Desempenho Físico para os Cursos de Formação de Sargentos – CFS (PED-CFS). c. Brasil. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Estado-Maior do Exército. Manual Técnico C 20-20 - Treinamento Físico Militar. Brasília; 2002. 6 UNIDADE DIDÁTICA V – DESPORTOS ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Conhecer as regras do futebol gigante, basquete gigante e bola militar. 1. GRANDES JOGOS. b. Participar de sessões de futebol gigante, basquete gigante e bola militar. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: CARGA HORÁRIA: 10 horas Nr DE SESSÕES 10 a. Após uma rápida explanação sobre as regras de ambos os desportos, todo o efetivo deverá ser dividido em dois times para participarem do jogo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. Portaria Nr 12/DECEx, de 31 JAN 12 – Aprova o novo Padrão Especial de Desempenho Físico para os Cursos de Formação de Sargentos – CFS (PED-CFS). b. Brasil. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. Estado-Maior do Exército. Manual Técnico C 20-20 - Treinamento Físico Militar. Brasília; 2002. 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM INSTRUMENTOS DE MEDIDA PROCESSO DE AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA TEMPO DESTINADO AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA AVALIAÇÃO FORMATIVA 1 AVALIAÇÃO FORMATIVA 2 AVALIAÇÃO FORMATIVA 3 AVALIAÇÃO SOMATIVA CARGA HORÁRIA: 30 horas RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM UD AVALIADAS PRÁTICA 6 II , III e IV. PRÁTICA 6 - II, III e IV PRÁTICA 6 - II, III e IV PRÁTICA 6 - II, III e IV PRÁTICA 6 - II, III e IV ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 EXCELÊNCIA GERENCIAL PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 20 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO: a. Empregar os princípios estabelecidos no Sistema de Excelência Gerencial do EB (SE - EB). b. Empregar os princípios de administração e excelência gerencial no âmbito do pequeno escalão. c. Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). d. Evidenciar a capacidade de conduzir e coordenar grupos e/ou pessoas, na consecução de determinado objetivo (DIREÇÃO). e. 5) Evidenciar a capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (ORGANIZAÇÃO). 2 2. UNIDADE DIDÁTICA UNIDADE DIDÁTICA I: SISTEMA DE EXCELÊNCIA NO EXÉRCITO BRASILEIRO (SE-EB) ASSUNTOS 1. Sistema de Excelência no Exército Brasileiro ( SE-EB) OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 20 HORAS Nr DE SESSÕES a. Descrever o Sistema de Excelência Gerencial no EB (SE – EB). b. Identificar o modelo de Excelência em Gestão do Exército Brasileiro. c. Identificar a aplicação das principais ferramentas de gestão. a. Descrever processos e insumos. b. Identificar os níveis de processo. c. Distinguir os tipos de processo. 2. Identificação e Seleção de Processos d. Identificar os processos. e. Selecionar os processos contribuindo espontaneamente para o trabalho de uma equipe (COOPERAÇÃO). a. Mapear o fluxo atual de um processo. b. Empregar a ferramenta 5W2H de forma sistemática e eficiente para conhecer o processo (ORGANIZAÇÃO). c. Identificar os problemas de um processo. d. Identificar e utilizar as ferramentas para estabelecer as prioridades dos problemas de um processo. e. Priorizar as causas de um problema do processo. 3. Análise e Melhoria de Processo f. Identificar as alternativas de solução. (AMP) g. Empregar uma matriz BASICO para priorizar as alternativas de solução de um problema. h. Empregar questionamentos para verificar a eficácia do desenvolvimento de soluções de um problema. i. Identificar as necessidades de treinamento de pessoal. j. Definir as metas de um processo k. Identificar indicadores de um processo. l. Identificar a organização de uma equipe de AMP. 02 02 14 3 4. Planejamento, Implantação e Ges- a. Conhecer o planejamento da Implantação de um processo. tão de um Processo b. Conhecer as fases da Implantação de um projeto. 02 c. Empregar o ciclo PDCA. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS : a. O objetivo maior desta disciplina é que os alunos adquiram embasamento teórico e prático sobre ferramentas de gestão, segundo o que há de mais moderno neste campo do conhecimento, destacando: administração voltada para a otimização de resultados, calcada nos fundamentos de excelência gerencial e que procura atender às necessidades dos destinatários, melhorando continuamente seus produtos e serviços. Tudo isso, sem perder de vista que o foco é o aumento da operacionalidade do Exército como fator de segurança nacional. b. O futuro sargento, em função das exigências de seu nível profissional, após o curso de formação e do perfil profissiográfico do cargo para a qual está sendo preparado, deverá adquirir condições para participar e administrar a Análise e Melhoria de Processo de uma OM do Exército. c. Sugere-se a utilização das seguintes técnicas de ensino: Estudo Preliminar (EP), palestra (P), estudo de caso (EC) e trabalho em grupo (TG). d. Sugere-se a apresentação aos alunos do próprio desenvolvimento do SEG-EB do EE e também de OM operacional, a título de exemplificações. e. Sugere-se que os exercícios dessa UD, devem estar voltados para exemplos práticos vividos nas OM do Exército. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: - PUBLICAÇÃO. Sistema de Excelência na Organização Militar – SE-OM. BRASÍLIA, 2008; - BRASIL, BRASÍLIA. Portaria n° 220-Cmt Ex, de 20 Abr 2007 (Estabelece o Sistema de Excelência do Exército Brasileiro – SE-EB); - INSTRUÇÕES PROVISÓRIAS- Elaboração e Gerenciamento de Projetos- IP EGP. BRASÍLIA, 2006; - INSTRUÇÕES PROVISÓRIAS- Análise e Melhoria de Processos- IP AMP. BRASÍLIA, 2006; 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: - Esta disciplina não será avaliada somativamente e sim formativamente. ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS ÉTICA PROFISSIONAL MILITAR PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO ELABORADO EM 2012 CARGA HORÁRIA:20 horas PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO PERÍODO: a. Empregar os princípios da justiça e o primado da ética e da moral como base da verdadeira liderança. b. Identificar os institutos e instituições jurídicas como principais instrumentos na obtenção do bem comum e da paz social. c. Promover a justiça e a dignidade da pessoa humana no exercício das funções militares. d. Interpretar os fundamentos da existência e organização do Estado brasileiro e os reflexos dos compromissos assumidos por ocasião da ratificação de tratados internacionais. e. Apontar os aspectos mais relevantes à preparação da Força Terrestre para o cumprimento de missões constitucionais pautada na legislação brasileira. f. Reconhecer na legislação militar os valores éticos, morais e deveres militares vinculados ao tema. g. Identificar, dentre as ações subsidiárias, as que visam cooperar com o desenvolvimento nacional e a defesa civil, com vistas a efetivar os princípios constitucionais da proteção e promoção da cidadania. h. Apontar os aspectos mais relevantes à preparação da Força Terrestre para o cumprimento de missões constitucionais relativos ao emprego do Direito Internacional dos Conflitos Armados nas Operações Militares. UD I – FUNDAMENTOS LEGAIS INTERNACIONAIS DOS DIREITOS HUMANOS ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 06 horas Nr SESSÕES a. Conhecer a evolução histórica dos 1. Histórico e Teoria Geral dos Direitos Humanos Direitos Humanos. b. Diferenciar Direito dos Homens de Direitos Humanos e de Direitos Fundamentais. c. Conhecer os principais exemplos que identificam a prática dos Direitos Humanos na história do Exército Brasileiro e na figura de seus líderes. d. Conhecer os principais sistemas globais e regionais de proteção de direitos humanos. 01 a. Reconhecer a importância da tutela b. c. d. e. f. 2. Atos Internacionais sobre Direitos Humanos g. h. i. j. k. l. m. legal internacional dos Direitos Humanos. Compreender os principais aspectos filosóficos e morais a respeito da dignidade do ser humano e suas implicações para a atuação ética da tropa em qualquer situação. Conhecer a Declaração Universal de Direitos do Homem. Conhecer a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto São José). Conhecer sobre a Proteção dos Direitos do Homem e Liberdades Fundamentais. Conhecer a Convenção e o Protocolo relativos ao Estatuto dos Refugiados. Conhecer a Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial. Conhecer a Convenção contra a tortura e outros tratamento ou penas cruéis, desumanos ou degradantes. Conhecer a Convenção Interamericana para prevenir e punir a tortura. Conhecer a Convenção Interamericana sobre o desaparecimento forçado. Conhecer a Convenção Internacional para a proteção de todas as pessoas contra o desaparecimento forçado. Conhecer o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos. Conhecer a Declaração dos Direitos da Criança. 04 ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Nr SESSÕES 3. A Divisão de Assuntos a. Conhecer a Lista de Atos Internacionais elaborada pela Divisão de Assuntos Internacionais do Internacionais do Ministério das Relações Exteriores. Ministério das b. Conhecer a Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados. Relações 01 Exteriores 4. A jurisprudência a. Conhecer as principais decisões exaradas pela Corte Interamericana de Direitos Humanos e seus reflexos para o Brasil e para as Forças Armadas. da Corte Interamericana de b. Conhecer a Sentença exarada pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, em 24 de Direitos Humanos novembro de 2010 e a sua relação com a Súmula do STF sobre a aplicação da Lei n 6683/79. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Serão destinadas períodos da sessões de instrução para a realização de discussão dirigida, onde os alunos deverão discutir sobre os aspectos relacionados aos assuntos de 1 a 4. b. Esta disciplina será objeto de avaliação formativa. A avaliação da aprendizagem dar-se-á utilizando-se dos instrumentos de avaliação previstos nas NEIAE/DEP. c. Sugere-se a utilização das seguintes técnicas de ensino: P, DD e EC. Utilizar atividades presenciais. REFERÊNCIAS: - DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM. Paris: 1948. - PROTOCOLO À CONVENÇÃO SOBRE A PROTEÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM E LIBERDADES FUNDAMENTAIS. Paris: 1952. - CONVENÇÃO AMERICANA SOBRE DIREITOS HUMANOS (PACTO DE SÃO JOSÉ). São José: 1969. UD II - FUNDAMENTOS LEGAIS NACIONAIS DOS DIREITOS HUMANOS ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 08 horas Nr SESSÕES a. Reconhecer a importância da tutela b. c. d. 1. Mecanismos de proteção e promoção da cidadania e dignidade da pessoa humana e. f. g. legal do sistema jurídico pátrio na proteção da cidadania e da dignidade da pessoa humana. Identificar os elementos Constitucionais de proteção ao homem. Compreender a Lei que coíbe o abuso de autoridade. Conhecer os aspectos mais relevantes do Estatuto da Criança e do Adolescente. Conhecer os aspectos mais relevantes da Lei que dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social. Conhecer os aspectos mais relevantes da Lei que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Conhecer os aspectos mais relevantes da Lei que regula o acesso à informação pública. 02 a. Compreender a Lei que define o crime de genocídio. b. Compreender a Lei que define os 2. Ilícitos relacionados à violação dos Direitos crimes resultantes de preconceito de raça ou Humanos cor. c. Compreender a Lei que define o crime de tortura . a. Compreender os principais aspectos jurídicos relacionados à organização, ao preparo e ao emprego das Forças Armadas previstos na Lei Complementar nº 97/1999, com as alterações trazidas pelas Leis Complementares nº 117/2004 e 136/2010, particularmente no que se refere aos Art 16, Art 17 e Art 18. 3. Normatização das Operações de Garantia b. Conhecer os aspectos mais relevantes da Lei e da Ordem (Op GLO) e na faixa de do Estatuto do Estrangeiro para o fronteira emprego da tropa. c. Conhece os aspectos mais relevantes Estatuto do Índio para o emprego da tropa. d. Conhecer os aspectos mais relevantes do Estatuto do Desarmamento para o emprego da tropa. ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS 02 02 Nr SESSÕES e. Conhecer os aspectos mais relevantes 3. Normatização das Operações de Garantia da Lei e da Ordem (Op GLO) e na faixa de fronteira do Código Eleitoral (Tipos penais) para o emprego da tropa. f. Conhecer os aspectos mais relevantes da Lei do Tráfico de Drogas para o emprego da tropa. g. Conhecer os aspectos mais relevantes da Lei dos Crimes Financeiros para o emprego da tropa. h. Conhecer os aspectos mais relevantes do Código Penal Brasileiro para o emprego da tropa. i. Conhecer os aspectos mais relevantes da Lei das Contravenções Penais para o emprego da tropa. 02 INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Serão destinadas períodos da sessões de instrução para a realização de discussão dirigida, onde os alunos deverão discutir sobre os aspectos relacionados aos assuntos de 1 a 4. b. Esta disciplina será objeto de avaliação formativa. A avaliação da aprendizagem dar-se-á utilizando-se dos instrumentos de avaliação previstos nas NEIAE/DEP. c. Sugere-se a utilização das seguintes técnicas de ensino: P, DD e EC. Utilizar atividades presenciais. REFERÊNCIAS: - BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: 1988. - BRASIL. Lei n° 8.069, Estatuto da criança e do adolescente. Brasília, DF: 1990. - BRASIL. Lei n° 2.889, Define e pune o crime de genocídio. Rio de Janeiro, RJ: 1956. - BRASIL. Lei n° 7.716, Define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. Brasília, DF: 1989. - BRASIL. Lei n° 9.455, Define os crimes de tortura e dá outras providências. Brasília, DF: 1997. - BRASIL. Lei n° 11.340, Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências. Brasília, DF: 2006. - BRASIL. Lei n° 7.853, Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - Corde, institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define crimes, e dá outras providências. Brasília, DF: 1989. - BRASIL. Decreto n° 7.037, Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos, PNDH-3 e dá outras providências. Brasília, DF: 2009. - BRASIL. Lei n° 12.527, Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990; revoga a Lei no 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras providências. Brasília, DF: 2011. - BRASIL. Lei Complementar n° 97, Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas.. Brasília, DF: 1999. UD III – PECULIARIDADES DO DIREITO INTERNACIONAL DOS CONFLITOS ARMADOS – DICA CARGA HORÁRIA: 06 horas ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Nr SESSÕES Diurna - Conhecer a diferenças entre o Direito Internacional dos Direitos 1. Diferenças entre DIDH e Humanos e o Direito DICA Internacional dos Conflitos Armados. - Conhecer o Direito de Genebra, 2. Caracterização do Direito de o Direito de Haia e o Direito de Genebra, Haia e Nova York Nova York, diferenciados nos seus aspectos mais relevantes. - Conhecer as obrigações do 3. O Brasil e os acordos Brasil como signatário dos acordos internacionais internacionais. Noturna 01 - 4. Principais aspectos legais e doutrinários e princípios reguladores do DICA a. Conhecer o Regulamento Internacional para emprego da Força Militar. b. Compreender a aplicação dos Princípios: da Humanidade, da Distinção, da Proporcionalidade, da Limitação, da Necessidade Militar na aplicação do DICA. c. Conhecer o comportamento na ação e evacuação, o Direito da ocupação, as zonas de retaguarda. d. Identificar os requisitos do alvo. e. Reconhecer a importância da proteção do meio ambiente natural e antrópico durante os conflitos armados. 04 - 5. A proteção das vítimas dos conflitos armados 6. Âmbito de aplicação do DICA a. Conhecer os aspectos mais relevantes do Estatuto do Combatente e do Prisioneiro de Guerra. b. Reconhecer a necessidade das proteções do pessoal sanitário e religioso. c. Reconhecer a necessidade do tratamento previsto para o espião e o mercenário. d. Reconhecer a necessidade do tratamento devido aos náufragos e mortos. e. Reconhecer a necessidade d o tratamento devido à tripulação embarcada em aeronave militar. f. Reconhecer a necessidade do tratamento devido aos refugiados e deslocados. a. Conhecer a aplicação do DICA no âmbito das Operações da Paz. b. Conhecer as atividades realizadas pelas Forças em Missão de Paz . 01 - - Conhecer a competência do Tribunal Penal Internacional e os tipos penais mais relevantes . INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Será(ão) exibido(s) trechos de filme(s)e de reportagens, fornecidos pelo EME, no(s) qual(is) os alunos deverão identificar os Comportamentos que o militar deve seguir em ação num Conflito Armado Internacional e Conflito Armado Ação Internacional. b. Serão destinadas sessões de instrução para estudo de caso, em grupo, sobre a atuação dos personagens identificados no(s) filme(s) ou episódios apresentados pelo instrutor. c. Serão destinadas períodos da sessões de instrução para a realização de discussão dirigida, onde os alunos deverão discutir sobre os aspectos relacionados ao Direito Internacional dos Conflitos Armados , com a intervenção do instrutor. d. Esta disciplina será objeto de avaliação formativa. A avaliação da aprendizagem dar-se-á utilizando-se dos instrumentos de avaliação previstos nas NEIAE/DEP. e. Sugere-se a utilização das seguintes técnicas de ensino: P, DD e EC. Utilizar atividades presenciais. REFERÊNCIAS: - MANUAL DE EMPREGO – MD-34-M-03, Emprego do Direito Internacional dos Conflitos Armados (DICA) nas Forças Armadas, 1ª. ed. Brasília, DF, 2011. 7. O Tribunal Penal Internacional (TPI) 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM INSTRUMENTO DE PROCESSO DE MEDIDA AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA PROVA ESCRITA TEMPO DESTINADO 01 UD AVALIADAS RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM 01 I, II e III ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DAS QMS TÉCNICAS-LOGÍSTICAS, MÚSICA E SAÚDE ELABORADO EM 2012 INSTRUÇÃO GERAL II PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 166 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO: 1) Executar os serviços internos e externos. 2) Cumprir missões como chefe de viatura. 3) Executar as técnicas e táticas individuais e coletivas de combate. 4) Executar o tiro rápido diurno e noturno. 5) Realizar uma sobrevivência utilizando recursos locais. 6) Executar os primeiros socorros em situações especiais. 7) Executar um percurso de orientação diurna e noturna. 8) Comandar pequenas frações em operações contra forças irregulares. 9) Planejar missões de patrulha com características especiais. 10) Executar missões de patrulha com características especiais. 11) Executar o TCB do Fz 7,62 M964 e da Pst 9mm. 12) Conhecer aspectos da história militar geral, no nível técnico e tático das pequenas frações. 2 13) Conhecer aspectos da evolução militar do Brasil, no nível técnico e tático das pequenas frações. 14) Conhecer a evolução da formação do sargento do EB. 15) Conhecer o sistema de apoio logístico empregado no EB. 16) Conhecer as medidas de Segurança da Informação e Comunicações (SIC) operacionais em um ambiente cibernético hostil. 17) Conhecer software e hardware de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) operacionais. 18) Evidenciar a capacidade de demonstrar atitudes e porte condizentes com os padrões militares (APRESENTAÇÃO). 19) Evidenciar capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes nas diferentes circunstâncias (AUTOCONFIANÇA). 20) Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). 21) Evidenciar a capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de situações difíceis e perigosas, seguindo as normas de segurança (CORAGEM). 22) Evidenciar a capacidade de produzir novos dados, idéias e / ou realizar combinações originais, na busca de uma solução eficiente e eficaz (CRIATIVIDADE). 23) Evidenciar a capacidade de realizar, espontaneamente, atividades com empenho e entusiasmo (DEDICAÇÃO). 24) Evidenciar a capacidade de conduzir e coordenar grupos e/ou pessoas na consecução de determinado objetivo (DIREÇÃO). 25) Evidenciar a capacidade de proceder conforme normas, leis e regulamentos que regem a instituição (DISCIPLINA). 26) Evidenciar a capacidade de controlar as próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). 27) Evidenciar a capacidade de dirigir, orientar e propiciar modificações nas atitudes dos membros de um grupo, visando atingir os propósitos da Instituição (LIDERANÇA). 28) Evidenciar a capacidade de manter-se em ação continuamente, a fim de executar uma tarefa vencendo as dificuldades encontradas (PERSISTÊNCIA). 29) Evidenciar a capacidade de suportar, pelo maior tempo possível, a fadiga resultante de esforços físicos e / ou mentais, mantendo a eficiência (RESISTÊNCIA). 30) Evidenciar a capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e enfrentando as consequências de suas atitudes e decisões (RESPONSABILIDADE). 31) Evidenciar a capacidade de adaptar-se a situações de restrição e / ou privação, mantendo a eficiência (RUSTICIDADE). 32) Evidenciar a capacidade de cuidar dos bens móveis e imóveis que estão ou não sob sua responsabilidade (ZELO). 3 2. UNIDADE DIDÁTICA: UNIDADE DIDÁTICA I : SERVIÇOS INTERNOS E EXTERNOS ASSUNTOS 1. Serviços Internos 2. Serviços Externos 3. Guarda do Quartel OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 8 HORAS Nr DE SESSÕES a. Identificar os Serviços Internos da EsSLog. b. Citar as medidas previstas no PSO/EsSLog concernentes ao serviço interno. c. Executar o serviço da Guarda da SU. d. Demonstrar atitudes e portes condizentes com os padrões militares durante a instrução de serviços internos (APRESENTAÇÃO). e. Demonstrar a capacidade de proceder conforme normas e regulamentos que regulam procedimentos específicos dos serviços internos (DISCIPLINA). f. Cooperar com os integrantes de seu grupo durante a execução dos trabalhos referentes a instrução de serviços internos (COOPERAÇÃO). a. Identificar os Serviços Externos da EsSLog. b. Citar as medidas previstas no PSO/EsSLog concernentes ao serviço externo. c. Executar o serviço das guardas externas da Escola. d. Demonstrar atitudes e portes condizentes com os padrões militares durante a instrução de serviços externos (APRESENTAÇÃO). e. Demonstrar a capacidade de proceder conforme normas e regulamentos que regulam procedimentos específicos do serviço externo (DISCIPLINA). f. Cooperar com os integrantes de seu grupo durante a execução dos trabalhos referentes a instrução serviços externos (COOPERAÇÃO). a. Identificar as peculiaridades da Guarda do Quartel na EsSLog. b. Citar as medidas previstas no PSO/EsSLog concernentes à Guarda do Quartel. c. Executar o serviço da Guarda ao Quartel. d. Demonstrar atitudes e portes condizentes com os padrões militares durante a instrução de guarda do quartel (APRESENTAÇÃO). e. Demonstrar a capacidade de proceder conforme normas e regulamentos que regulam procedimentos específicos da guarda do quartel (DISCIPLINA). f. Cooperar com os integrantes de seu grupo durante a execução dos trabalhos referentes a instrução de guarda do quartel (COOPERAÇÃO). 02 02 04 4 INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Cabo da Guarda b. Auxiliar do Comandante da Guarda. c. O CA deverá observar e cumprir as normas para execução, pelo aluno do CFS, do serviço de escala. d. O serviço de escala para o aluno deve ser considerado uma atividade ensino-aprendizagem. e. Esta UD deverá ser ministrada até a segunda semana do Período de Qualificação, a fim de que os alunos possam concorrer ao serviço de escala a partir da terceira semana de instrução. f. O serviço de escala de plantão aos cursos, Cabo de Dia e Sargento de Dia aos cursos poderá ter início a partir da primeira semana de instrução do Período de Qualificação. REFERÊNCIAS: - MANUAL DE CAMPANHA. R2 - Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial das Forças Armadas. 1 ed. Brasília: EGGCF, 2009. - ______ R1 – Regulamento Interno e dos Serviços Gerais. Brasília: EGGCF, 2003. - ______ IG 10-60 - Instruções Gerais para Aplicação do Regulamento de Continência, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial das Forças Armadas. Brasília: EGGCF. 2000. - NGA – Normas Gerais de Ação. Rio de Janeiro: EsSLog. - PSO - Plano de Segurança Orgânica. Rio de Janeiro: EsSLog. 5 UNIDADE DIDÁTICA II: ORDEM UNIDA. CARGA HORÁRIA: 20 HORAS Nr DE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS SESSÕES a. Executar os comandos de ordem unida com energia, marcialidade e postura. 1. Comando de pequenas frações: tropa b. Exercitar a voz de comando com convicção. (AUTOCONFIANÇA). 20 desarmada e armada. c. Exigir a correção de movimentos de ordem unida da tropa sob seu comando (LIDERANÇA). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS : a. Todos os alunos deverão praticar o comando de fração. b. Independente da presente carga horária, as situações rotineiras ( formaturas, deslocamentos, etc.) deverão ser aproveitadas para a prática de comando. c. Deverá ser realizada com o apoio de corneta de forma que os alunos conheçam os principais toques. d. Serão realizadas as seguintes técnicas de ensino: Demonstração e Exercício Individual. e. Para fins de treinamento, todos os movimentos de ordem unida serão subdivididos e executados por tempos . f. A instrução deverá ter um desenvolvimento gradual, priorizando o detalhe de execução do movimento. g. Haverá um concurso de Ordem Unida onde será observada a execução dos movimentos (Uma ordem de Instrução específica regulará tal atividade) h. Esta UD só será objeto de avaliação formativa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS : a. C 22-5 – Ordem Unida. b. R2 – Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial das Forças Armadas. c. Vade – Mécum – de Cerimonial Militar do Exército / Guarda de Honra. d. Encartes sobre Cerimonial Militar atualizados. 6 UNIDADE DIDÁTICA III : TRANSPORTES MOTORIZADOS CARGA HORÁRIA: 04 HORAS Nr DE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS SESSÕES 1. Terminologia e princípios básicos a. Identificar a terminologia e os princípios básicos dos transportes motorizados. 2. Tipos de marchas motorizadas a. Identificar os tipos de marchas motorizadas. b. Caracterizar os tipos de marchas motorizadas. a. Identificar os procedimentos do chefe de viatura, em uma marcha motorizada. b. Identificar os procedimentos do chefe de viatura isolada. c. Realizar as ações referentes ao chefe de viatura, durante a manutenção de primeiro escalão 04 de viaturas. 3. Procedimentos dos chefes d. Atuar como chefe de viatura enquadrada em um comboio militar. de viaturas e. Conduzir a guarnição de uma viatura de forma eficaz durante a execução de deslocamentos e da manutenção de primeiro escalão (DIREÇÃO). f. Seguir rigorosamente as normas de segurança que regulam os transportes motorizados (DISCIPLINA). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Nos assuntos 1 e 2, sugere-se o método de ensino trabalho individual com a utilização das seguintes técnicas de ensino: palestra e interrogatório. Esses assuntos comporão um bloco único de dois tempos. b. No assunto 3, sugere-se o método de ensino trabalho individual com a utilização das seguintes técnicas de ensino: palestra, interrogatório, demonstração e exercício individual. Esse assunto deverá ser ministrado da seguinte forma: o tempo inicial para o embasamento teórico necessário e os três tempos restantes serão destinados à prática das atividades de manutenção de primeiro escalão na garagem da Escola, à luz da Ficha de Serviço da Viatura em vigor no Exército. c. No objetivo “c” do assunto “3” deverá ser realizada uma orientação aos alunos quanto à necessidade de executar as atividades de chefe de viatura com correção, para evitar a degradação do meio ambiente, causada pelo derramamento de combustíveis e óleos lubrificantes. d. O objetivo “d” do assunto “3” será atingido, também durante os deslocamentos para a realização dos exercícios no terreno, sob coordenação do OPAI do Curso e deverá ser realizada uma pequena prática durante a instrução. REFERÊNCIAS : - MANUAL DE CAMPANHA. T 9-2810 - Manutenção Preventiva das Viaturas Automóveis do Exército. Brasília: EGGCF, 1979. - ______Transportes Militares. 1ª Ed. Brasília: EGGCF, 1983. 7 UNIDADE DIDÁTICA IV: ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO II ASSUNTOS CARGA HORÁRIA: 20 HORAS (DIURNAS) OBJETIVOS ESPECÍFICOS 04 HORAS (NOTURNAS) Nr DE SESSÕES a. Explicar os fundamentos do tiro do FAL. b. Executar o Tiro de Instrução Avançado (TIA) do FAL com eficiência. (EQUILIBRIO EMOCIONAL). c. Respeitar as regras de segurança no manuseio do armamento e nos procedimentos no es1. Tiro de Instrução Avançado do Fuzil 7,62 M964. tande (DISCIPLINA). 10 (DIURNAS) 02 (NOTURNAS) d. Realizar, cuidadosamente, a manutenção do armamento, antes e depois do tiro. (ZELO). e. Cumprir os exercícios de tiro , atingindo os índices mínimos exigidos.(AUTO CONFIANCA). a. Explicar os fundamentos do tiro da Pst 9mm. b. Executar o Tiro de Instrução Avançado (TIA) da Pst 9mm com eficiência (EQUILIBRIO EMOCIONAL). 2. Tiro de Instrução Avançado da Pst 9mm M973. c. Respeitar as regras de segurança no manuseio do armamento e nos procedimentos no estande (DISCIPLINA). d. Realizar, cuidadosamente, a manutenção do armamento, antes e depois do tiro (ZELO). e. Cumprir os exercícios de tiro , atingindo os índices mínimos exigidos. (AUTO CONFIANCA). 10 (DIURNAS) 02 (NOTURNAS) 8 3/5 INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a.O estande de tiro devera estar preparado para a execução do tiro por parte dos alunos. b. As series de tiro deverão ser executadas de acordo com a IGTAEx. REFERÊNCIAS: - MANUAL DE CAMPANHA. Tiro das Armas Portáteis. 1ª Ed. Brasília : EGGCF, 2003. Armamento, Munição e Tiro. - ______ Instrução Geral de Tiro com o Armamento do Exército. 2ª Ed. Brasília : EGGCF, 2001. Armamento, Munição e Tiro. - BRASIL, BRASÌLIA. Port n° 570/Cmt Ex, de 6 NOV 01 (Política de Gestão Ambiental do EB). - ______ Port n° 571/Cmt Ex, de 6 NOV 01 (Diretriz Estratégica de Gestão Ambiental no EB). - ______ Lei 9.065, de 12 FEV 1998 (Crimes Ambientais). 9 UNIDADE DIDÁTICA V: ESTÁGIO DE INSTRUÇÃO ESPECIAL ASSUNTOS 1. Marchas e estacionamentos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 40 HORAS (DIURNAS) 16 HORAS (NOTURNAS) Nr DE SESSÕES Diurnas Noturnas a. Executar a marcha a pé de 16 Km. b. Conduzir o seu grupo adequadamente durante a execução de uma marcha (DIREÇÃO). c. Motivar o grupo sob seu comando durante a execução das marchas, por intermédio do entusiasmo e do exemplo (LIDERANÇA). d. Completar todo o percurso da marcha executada (PERSISTÊNCIA). e. Suportar a fadiga decorrente da execução de uma marcha (RESISTÊNCIA). f. Manter a eficiência apesar dos desgastes naturais resultantes da execução das marchas (RUSTICIDADE). g. Cooperar com seu grupo na montagem de um estacionamento nível SU (COOPERAÇÃO). 4 - 10 a. Identificar o material empregado na confecção de abrigos improvisados utilizados no estacionamento em ambiente de selva. b. Confeccionar abrigos improvisados. c. Executar a montagem de um estacionamento nível SU. d. Descrever as regras básicas de sobrevivência. e. Preparar os alimentos de origem vegetal e animal para o consumo. f. Executar uma sobrevivência utilizando recursos locais. g. Executar procedimentos expeditos para a obtenção e conservação da água e do fogo. h. Fiscalizar o trabalho de construção de abrigos do grupo sob sua responsabilidade (LIDERANÇA). 2. Estacionamento em ambiente de i. Ater-se a detalhes significativos durante a confecção de abrigos improvisados selva. Sobrevivência. (METICULOSIDADE). j. Contribuir espontaneamente para com seu grupo de trabalho durante uma sobrevivência (COOPERAÇÃO). k. Realizar as atividades previstas para o seu grupo com entusiasmo e empenho (DEDICAÇÃO). l. Conduzir um grupo de trabalho adequadamente durante uma sobrevivência (DIREÇÃO). m. Suportar a privação de água e alimento durante uma sobrevivência (RESISTÊNCIA). n. Ajustar-se ao ambiente e às atividades novas, superando as dificuldades, decorrentes (ADAPTABILIDADE). o. Suportar a privação de água e alimento durante a realização de uma sobrevivência, mantendo-se em condições de emprego durante toda a atividade (RUSTICIDADE). a. Aplicar as técnicas do tiro rápido diurno em uma situação de combate. b. Realizar o exercício de tiro, empregando a técnica correta e com segurança, obtendo o máximo de rendimento possível (AUTOCONFIANÇA). 3. Tiro rápido diurno. c. Seguir rigidamente os procedimentos de segurança referentes à execução de tiro real (DISCIPLINA). d. Manter o seu armamento em condições de emprego durante a realização de um exercício de tiro rápido diurno, com o uso de munição real (ZELO). 5 4 3 - 11 a. Aplicar as técnicas do tiro rápido noturno em uma situação de combate. b. Adaptar-se ao ambiente noturno para a realização do tiro real (ADAPTABILIDADE). c. Realizar o exercício de tiro, empregando a técnica correta e com segurança, obtendo o má4. Tiro rápido noturno. ximo de rendimento possível (AUTOCONFIANÇA). d. Seguir rigidamente os procedimentos de segurança referentes à execução de tiro real (DISCIPLINA). a. Citar os tipos de destruição. b. Executar, com segurança, trabalhos de destruição com o emprego de explosivos militares. 5. Explosivos. c. Manter-se confiante ao realizar o escorvamento da carga e o lançamento de fogo (AUTOCONFIANÇA). d. Manter-se calmo ao realizar o escorvamento da carga e o lançamento de fogo (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). a. Executar uma revista. b. Executar uma imobilização. c. Executar um amordaçamento. 6. Conduta com elementos adversos. d. Executar a condução de suspeitos. e. Agir com firmeza na execução das técnicas para a conduta com elementos adversos (AUTOCONFIANÇA). a. Identificar a missão do caçador inimigo b. Identificar a possibilidades e limitações de atuação do caçador inimigo sobre pessoal e instalações logísticas. 7. Caçador inimigo c. Identificar as possibilidades e limitações de atuação do caçador inimigo sobre um comboio logístico. d. Identificar o armamento, equipamento e fardamento utilizados pelo caçador inimigo. a. Identificar o material empregado na confecção de armadilhas improvisadas. b. Confeccionar armadilhas improvisadas. 8. Armadilhas improvisadas. c.Utilizar meios de fortuna na confecção de armadilhas improvisadas (CRIATIVIDADE). d. Confeccionar armadilhas improvisadas atendo-se aos aspectos mais importantes para a sua confecção (OBJETIVIDADE). - 4 2 - - 2 2 - 2 - 12 a. Identificar as técnicas do combate em localidade. b. Executar uma pista de combate em localidade. c. Manter a tranqüilidade durante a realização de uma pista de combate em localidade 9. Combate em localidade. (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). d. Seguir rigorosamente as normas de segurança durante a execução de uma pista de combate em localidade (DISCIPLINA). a. Conhecer as técnicas de rastreamento de pessoal e os indícios da passagem do inimigo por uma área. b. Conhecer os métodos para avaliar efetivos, sexo, velocidade, direção e sentido de deslocamento de pessoas ou tropas por meio de pegadas e conhecer a interferência das condições meteorológicas sobre os indícios 10.Técnicas operacionais em ambic. Executar uma pista e rastreamento de pessoal. (AUTOCONFIANÇA). ente rural: d. Descrever as técnicas de entrevista. a. rastreamento; e. Descrever as técnicas gerais de interrogatório. b. interrogatório; f. Explicar os procedimentos adotados no interrogatório sumário do comandante de patrulha. c. cachê e Com Sig; g. Identificar os processos usuais de comunicações sigilosas. d. contato; e h. Identificar as vantagens e desvantagens das comunicações sigilosas. e. PCL. i. Caracterizar os diversos tipos de cachês, dando ênfase para os cachês de suprimento (munição, Cl I não-perecível, combustível e outros). j. Identificar as técnicas de vasculhamento para localização de cachês. k. Identificar os processos de reabastecimento de cachê. l. Conhecer as características de uma patrulha de contato. a. Identificar as técnicas de montanhismo. b. Executar uma pista escola, empregando as técnicas de montanhismo. c. Transpor os obstáculos sem hesitação (CORAGEM). 11. Técnicas de montanhismo. e. Seguir rigorosamente as normas de segurança durante uma escalada (DISCIPLINA). f. Manter a tranqüilidade durante a realização de escalada (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). g. Suportar, pelo maior tempo possível, a fadiga resultante do esforço físico e mental decorrentes da execução de transposições de obstáculos, por meio de cordas (RESISTÊNCIA). 3 - 3 - 3 - 13 12 Operações Contra Forças Irregu- a. Identificar a legislação que regula e ampara o emprego de tropa em Operações Contra Forças Irregulares. lares: a. Amparo Jurídico das Op C F Ir- b. Empregar a legislação que regula e ampara o emprego de tropa em Operações Contra Forças Irregulares. reg; b. Guerra Revolucionária (conceitu- c. Identificar as regras de engajamento para o emprego de tropa em Operações ação, estrutura dos Movimentos Contra Forças Irregulares. d. Descrever a missão da Força Terrestre nas Operações Contra Forças Irregulares. Revolucionários e e. Enumerar os tipos de operações desenvolvidas e seus objetivos nas Operações Contra objetivos das forças adversas); c. Operações contra forças irregula- Forças Irregulares. res (missão da Força Terrestre, tipos f. Citar as condições de êxito nas Operações Contra Forças Irregulares. de Op, objetivos das Op e condições g. Conceituar Guerra Revolucionária. h. Citar a estrutura simplificada dos Movimentos Revolucionários. de êxito); i. Descrever os objetivos das forças adversas em um Movimento Revolucionário. d. regras de engajmento; e j. Conhecer e ficar ECD executar regras de engajamento elaboradas pelo Esc Sup. e. fundamentos do terrorismo a. Realizar o planejamento de missão de patrulha, seguindo as normas de comando, para frações de valor GC. b. Empregar a caderneta de planejamento na preparação de uma patrulha, para frações de valor GC. c. Planejar uma patrulha, na realização de operações especiais, dentro de um quadro de Operações Contra Forças Irregulares. d. Comandar uma patrulha, na realização de operações especiais, dentro de um quadro de 13. Patrulha de combate em Opera- Operações Contra Forças Irregulares. ções Contra Forças Irregulares. e. Executar operações Contra Forças Irregulares em ambiente urbano e rural. f. Empregar pequenas frações em operações Contra Forças Irregulares em ambiente rural. g. Empregar as técnicas operacionais empregadas em ambiente Rural. h. Planejar o emprego da fração na realização de técnicas operacionais em Ambiente Rural. i. Planejar uma patrulha de valor (alterar p/ Pel), na realização de operações especiais, dentro de um quadro de guerra regular. j. Comandar ou integrar uma patrulha de valor GC (alterar p/ Pel), na realização de operações especiais. k. Realizar as tarefas propostas com empenho e afinco (DEDICAÇÃO). 3 - 6 4 14 INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Será realizada uma ambientação preliminar, na semana que antecede o estágio, com a carga horária de 02 (duas) horas, visando a padronizar procedimentos e tecer orientações relativas ao mesmo, bem como ministrar os assuntos teóricos julgados necessários. b. As instruções devem ser desenvolvidas da forma mais prática possível. c. Deve-se aproveitar todas as oportunidades para a observação e o desenvolvimento dos atributos da área afetiva. Para isso os instruendos deverão participar ativamente das atividades, principalmente na função de comando. d. Os assuntos 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11 poderão ser ministrados em sistema de rodízio para as patrulhas. e. Será realizada uma Análise Pós-Ação (APA) ao final do exercício, com a carga horária de 02 (duas) horas. d. Sugerem-se os seguintes exercícios: prática individual e coletiva no caixão de areia, na carta e no terreno. e. Sugerem-se as seguintes técnicas de ensino de TG: DD, EC, EP e Tempestade de Idéias. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. C21-74 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL PARA O COMBATE. b. C21-26 – LEITURA DE CARTAS E FOTOGRAFIAS AÉREAS. c. CI 32/1 – PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INSTRUÇÃO. d. CI 5-25 – EXPLOSIVOS. e. C21-11 – PRIMEIROS SOCORROS. f. C21-15/1 – APRONTO OPERACIONAL E APRESTAMENTO INDIVIDUAL. g. C 21-75 – PATRULHAS. h. C21-76 - PISTA DE COMBATE E TIRO INSTANTÂNEO. i. C21-78 - TRANSPOSIÇÃO DE OBSTÁCULOS. j. C 31-16 - OPERAÇÕES CONTRA FORÇAS IRREGULARES EM AMBIENTE RURAL. k. IP 31-15 - O PEQUENO ESCALÃO NAS OPERAÇÕES CONTRAGUERRILHAS. l. IP 5-31 - MINAS TERRESTRES E ARMADILHAS (2ª parte). m. IP 72-2 - O COMBATE DE RESISTÊNCIA. n. T21-250 – MANUAL DO INSTRUTOR. o. INSTRUÇÕES GERAIS PARA O TIRO COM O ARMAMENTO DO EXÉRCITO – IGTAEX. p. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. q. ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO. Código Penal Militar, Brasília, 1ª ED, 1969. r. Programa Padrão de Instrução - PPB/2 - Formação Básica do Combatente. s. Programa Padrão de Instrução - PPA-Inf/1 - Adestramento Básico nas Unidades de Infantaria. t. Instruções Provisórias - IP 31-15 - O Pequeno Escalão nas Operações Contraguerrilhas. u. Lei Complementar Nr 97, de 09 Jul 99 (Normas Gerais para a Organização, o Preparo e o Emprego das Forças Armadas). Lei Complementar Nr 117, de 02 Set 04 (altera a Lei Nr 97, de 09 Jul 99). 15 UNIDADE DIDÁTICA VI: APOIO LOGÍSTICO EM PEQUENAS FRAÇÕES. CARGA HORÁRIA: 08 HORAS Nr DE SESSÕES OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Conhecer a estrutura de apoio logístico do Exército Brasileiro. 1. Apresentação, estrutura e princípios b. Identificar os princípios e atividades do apoio logístico. 02 do apoio logístico. c. Confeccionar os registros e relatórios logísticos em pequenas frações. a. Classificar o sistema logística adotado para o suprimento. b. Identificar o sistema de classificação por catalogação. 2. As diferentes classes de suprimentos 02 c. Descrever a distribuição dos suprimentos nas classes existentes. d. Confeccionar o pedido logístico pra as diversas classes. 3. O apoio logístico com características a. Identificar a logística aplicada nas operações de ADC. 02 especiais b. Identificar a logística aplicada nas Operações de GLO. a. Determinar as necessidades logísticas da fração. b. Planejar o pedido de suprimento dentro das classes. 4. O planejamento logístico em pequec. Identificar as necessidades de reposição e e consumo da fração. 02 nas frações d. Planejar o estoque no TO da pequena fração. e. Confeccionar o mapa de necessidade logística da pequena fração. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Enfatizar aos alunos que o sucesso de uma operação militar, entre outros fatores, está ligado à excelência do seu planejamento logístico. b. Em todas as oportunidades os instruendos deverão desenvolver sua habilidade de planejamento logístico. c. Sugere-se a mínima utilização da técnica de ensino Palestra. d. Os alunos, para o planejamento logístico e sua prática, deverão ser organizados em grupos de 9 (nove) instruendos. REFERÊNCIAS: - MANUAL DE CAMPANHA. Logística Militar Terrestre. 2ª Ed. Brasília: EGGCF, 2003. - ______ Manual de Campanha Apoio Administrativo. 2ª Ed. Brasília: EGGCF, 1977. - ______ Logística Militar Terrestre 2ª Ed. Brasília: EGGCF, 2003; Cap VI a. - MANUAL. Segurança & Defesa, texto livre, Maj Cav Fábio Benvenutti Castro, O Sistema Operacional Logística. ASSUNTOS 16 4/5 UNIDADE DIDÁTICA VI: MICROINFORMÁTICA. CARGA HORÁRIA: 06 HORAS Nr DE SESSÕES OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar a Avaliação Diagnóstica de Informática. 02 a. Identificar medidas de proteção de Hardware. 2. Segurança em Informática 02 b. Identificar medidas de proteção de Software. a. Identificar páginas eletrônicas de pesquisa. 3.Recursos da Internet 01 b. Acessar à Internet. 4. Software de apresentação - Identificar softwares de apresentação. 01 INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Sugere-se que a Avaliação Diagnóstica seja aplicada para dois grupamentos em horários diferentes. b. Sugere-se que os assuntos 1, 2, 3 e 4 sejam ministrados pela Seção de Informática da EsSLog por meio de palestra. c. Sugere-se que seja apresentado ao discente os sites do Exército (www.exercito.gov.br), DGP (www.dgp.eb.mil.br), DECEx (www.decex.ensino.eb.br) e outros a critério do instrutor. REFERÊNCIAS: - NORTON, Peter. Introdução à Informática . Ed. Pearson Educational do Brasil, 1997. - Cartilha de Segurança para Internet- CERT.br. Comitê Gestor da Internet no Brasil. São Paulo, 2006. ASSUNTOS 1. Avaliação Diagnóstica 5/5 17 UNIDADE DIDÁTICA VII: HISTÓRIA MILITAR. CARGA HORÁRIA: 16 HORAS Nr DE SESSÕES OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Identificar no contexto da História do Brasil, as raízes da formação da Força Terrestre. 01. Invasões Holandesas. 3 b. Conhecer a 1ª Batalha de Guararapes como marco inicial da formação do EB. c. Esclarecer ao grupo idéias sobre o assunto (COMUNICABILIDADE). a. Identificar os antecedentes históricos que deram origem a Guerra da Tríplice Aliança. 02. Guerra da Tríplice Aliança 3 b. Identificar os fatos históricos ligados a ofensiva paraguaia e aliada. c. Citar os chefes militares brasileiros que participaram do conflito armado. 03. A FEB na 2ª Guerra Mundial. a. Descrever a participação da FEB na 2ª Guerra Mundial. 2 a.Identificar os diversos fatos históricos da História Militar brasileira durante a visi04.Visita Cultural. 3 ta cultural a um museu da Cidade do Rio de Janeiro. a. Identificar os patronos das Armas do Exército Brasileiro. b.Identificar Caxias como Patrono do Exército Brasileiro. c.Justificar o papel de Caxias como Pacificador. 05. Patronos. 3 d. Conhecer a vida do patrono de sua QMS. e. Conhecer a história de sua QMS. f. Conhecer a criação de sua Escola de Formação. a. Descrever os aspectos gerais da atuação do Brasil nas missões de paz. 06. Exército Brasileiro em Operações b. Conhecer as atividades desenvolvidas pelo Exército Brasileiro nas Operações de de Manutenção da Paz. 2 Manutenção da Paz. c. Esclarecer ao grupo idéias sobre o assunto (COMUNICABILIDADE). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Esta disciplina só será objeto de avaliação formativa. b. O assunto 4 será complementado através de palestras realizadas por ocasião do Dia da Vitória e das datas comemorativas das batalhas ocorridas na 2ª Guerra Mundial, onde houve a participação brasileira no conflito, podendo convidar militares ex-combatentes. c. O assunto 6 será desenvolvido através de Pedidos de Cooperação de Instrução solicitados a Museus. c. O assunto 6 será desenvolvido através de uma visita cultural a um museu da Cidade do Rio de Janeiro. d. O assunto 7 será desenvolvido através de palestras comemorativas do dia das Armas. e. Serão utilizadas as seguintes técnicas de ensino: Estudo Preliminar, Palestra, Discussão Dirigida e Júri Simulado. f. Como sugestões para filmes poderão ser utilizados: documentários (2ª Guerra Mundial). ASSUNTOS 18 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. O EXÉRCITO NA HISTÓRIA DO BRASIL. Rio de Janeiro: BIBLIEX, 1998. 3v. b.REVISTA DO EXÉRCITO BRASILEIRO. Guararapes 350 anos. Rio de Janeiro: BIBLIEX, 1998. c. MAGALHÃES, João Batista. A Evolução Militar do Brasil. Rio de Janeiro: BIBLIEX, 1998. d. PILLAR, Olyntho. Os Patronos das Forças Armadas. Rio de Janeiro: BIBLIEX, 1981. e. Site:www.exercito.gov.br. f. Manual Escolar de História Militar do Brasil, AMAN, 2011. g. MORAES, João Batista Mascarenhas de. A FEB Pelo Seu Comandante, BIBLIEX, 2005. h. DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. i. CASTRO, Celso. A Invenção do Exército Brasileiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. j. AZEVEDO, Pedro Cordolino. História Militar. Rio de Janeiro:BIBLIEX, 1998. 19 UNIDADE DIDÁTICA VIII: CIBERNÉTICA CARGA HORÁRIA: 04 HORAS Nr DE SESSÕES OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Definir Guerra Cibernética. b. Descrever a missão da Guerra Cibernética. c. Conhecer o histórico da Guerra Cibernética no Brasil e no mundo. 04 1. Fundamentos da Guerra Cibernética d. Identificar os impactos socioeconômicos da Guerra Cibernética. e. Identificar as medidas de Segurança da Informação e Comunicações (SIC). f. Identificar as medidas de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Sugere-se que as sessões de instrução desenvolvam-se visando a criar no futuro sargento o hábito do auto-aperfeiçoamento. b. Sugere-se a utilização das seguintes técnicas de instrução: Palestra (P), Estudo Dirigido (ED), Exercício Individual (EI). c. Sugere-se a utilização dos seguintes Meios Auxiliares de Instrução (MAI): Quadro de Giz, Quadro Mural e Retroprojetor. d. A avaliação dessa UD trabalhará o domínio cognitivo (Avaliação Somativa) e a área afetiva. e. Todos os atributos da área afetiva serão avaliados formativamente. REFERÊNCIAS: - HARRIS, Shon. All In One CISSP. 5ª edição; - Módulo Security Vol 1 e 2; - BRASIL. Gabinete de Segurança Institucional. Instrução Normativa GSI/PR Nr 01, 13 Jun 08 nomas complementares, Brasília, 2008; - INSTRUÇÕES REGULADORAS – IR 13-06: Instruções Reguladoras para Emprego Sistêmico do Serviço de Correio-Eletrônico no Exército Brasileiro.Brasília, 2005. - INSTRUÇÕES REGULADORAS- IR 13-07: Instruções Reguladoras para Emprego Sistêmico da Informática no Exército Brasileiro. Brasília, 2006; - INSTRUÇÕES REGULADORAS- IR 20-26: Instruções Reguladoras da Rede Mundial de Computadores (Internet). Brasília, 2001; - INSTRUÇÕES REGULADORAS- IR 80-08: Instruções Reguladoras para Práticas de Certificação da Autoridade Certificadora Raiz do Exército Brasileiro. Brasília, 2009; e - INSTRUÇÕES GERAIS IG10-51: Instruções Gerais para Salvaguarda de Assuntos Sigilosos. Brasília, 2001. ASSUNTOS ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 40 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Compreender a estrutura e funcionamento de uma Unidade Hospitalar e de uma Unidade de Internação; b. Compreender as atividades específicas do auxiliar de saúde na administração da unidade de enfermagem; c. Evidenciar capacidade de destacar o fundamental do supérfluo para a realização de uma tarefa ou solução de um problema; e d. Evidenciar capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (DISCIPLINA). 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS: UNIDADE DIDÁTICA I - ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 14 HORAS NR DE SESSÕES a. Definir Hospital segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS); b. Classificar os Hospitais Militares; 1.O Hospital c. Identificar a estrutura organizacional de uma OMS; d. Conhecer uma OMS. a. Conceituar Unidade de Internação; e 2.Unidade de Internação b. Citar as Unidades de Internação. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS: a. Recomendam-se as técnicas de estudo dirigido e palestra. b. A UD será complementada com visita ao Hospital Geral do Rio de Janeiro (HGeRJ) – 8 tempos REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. SOUZA, Virgínia Helena Soares de & MOZACHI, Nelson. O Hospital: Manual do Ambiente Hospitalar. Curitiba: Manual Real, 2005. UNIDADE DIDÁTICA II - ADMINISTRAÇÃO E OS SERVIÇOS DE ENFERMAGEM ASSUNTOS 1. Introdução à Administração em Enfermagem OBJETIVOS ESPECÍFICOS 04 02 CARGA HORÁRIA: 20 HORAS NR DE SESSÕES a. Conceituar administração em enfermagem; b. Citar as principais teorias e princípios administrativos (OBJETIVIDADE). 2. Organização e Funcionamento da Unidade de Enfermagem a. Conceituar unidade de enfermagem; b. Citar as características físicas da unidade de enfermagem; de forma sistemática e eficiente (ORGANIZAÇÃO); c. Descrever o funcionamento da unidade de enfermagem. 3. Mecanismos de controle na unidade de enfermagem a Relacionar de forma correta os mecanismos de controle na administração de recursos materiais e medicamentos e no combate à infecção hospitalar. 02 02 02 3 4. A Unidade do Paciente. a. Citar as finalidades e indicações da limpeza geral e diária da unidade do paciente; b. Citar as fases do procedimento de limpeza geral e diária da unidade. 02 5. Anotações de enfermagem a. Identificar a importância ético-legal das anotações de enfermagem; b. Explicar a importância do correto manuseio e guarda do prontuário. 02 6. Manuais de Enfermagem 7. Sistema de Informação em Enfermagem 8. Sistema de Acreditação Hospitalar a. Conceituar manual de enfermagem; b. Citar características dos manuais e sua importância; c. Definir: regulamento, regimento, normas, rotinas e procedimentos. a. Conceituar sistema de informação em saúde; b. Identificar a importância do sistema de informação de saúde; c. Identificar os tipos de comunicação. d. Identificar SIRE, FIGOMIS, SIGEMS e outros sistemas de interesse do Exército. a. b. a. 9. Auditoria em Enfermagem b. c. Definir o Sistema de Acreditação Hospitalar; Descrever as fases para a implantação da Acreditação Hospitalar em um Estabelecimento de Saúde Definir auditoria em enfermagem Citar os objetivos da auditoria em enfermagem; Identificar a auditoria em contas médicas e no SIRE. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomendam-se as técnicas de estudo preliminar, estudo dirigido, discussão dirigida e palestra. 02 04 02 02 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. KURCGANT, Paulina e cols. Administração de Enfermagem. São Paulo: EPU, 2005. b. LIMA, Idelmina Lopes de. Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Goiânia: AB Editora, 9ºEd, 2010. c. PORTARIA Nº 726, DE 7 DE OUTUBRO DE 2009 do BE 40/2009. Define a oferta básica de atendimento, em tempo de paz, de especialidades e áreas de atuações médicas, farmacêuticas e odontológicas nas Organizações Militares de Saúde do Exército e dá outras providências. d. PORTARIA Nº 727, DE 7 DE OUTUBRO DE 2009 do BE 40/2009. Aprova a classificação das organizações militares de saúde e dá outras providências. e. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar / Secretaria de Assistência à Saúde. – 3. ed. rev. e atual. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 108 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos; n. 117) 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM PROCESSO DE AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA PROVA ESCRITA INSTRUMENTO DE MEDIDA TEMPO DESTINADO 4 HORAS RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM 2 HORAS UD AVALIADAS I a III ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 DINÂMICA DE GRUPO PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 15 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Descrever os fenômenos que interferem na percepção das pessoas; b. Compreender os diferentes tipos de relações grupais; c. Evidenciar capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes, nas diferentes circunstâncias (AUTO-CONFIANÇA); d. Evidenciar a capacidade de estabelecer relações amistosas com superiores, pares e subordinados; e. Evidenciar a capacidade de produzir novos dados, ideias e / ou realizar combinações originais, na busca de uma solução eficiente e eficaz; f. Evidenciar a capacidade de proceder conforme normas, leis e regulamentos que regem a Instituição (DISCIPLINA); g. Evidenciar a capacidade de controlar as próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL); h. Evidenciar a capacidade de relacionar-se com outros por meio de idéias e ações. 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS: UNIDADE DIDÁTICA I - DINÂMICA DE GRUPO ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 15 HORAS NR DE SESSÕES a. Conhecer alguns aspectos das características do grupo que participa; b. Apontar idéias dos membros participantes; c. Iniciar a relação interpessoal. a. Identificar as diferenças de cada participante do grupo; 2. Diferenças Individuais b. Respeitar os companheiros nos trabalhos em grupo (DISCIPLINA). a. Transmitir com confiança suas idéias no grupo (AUTO-CONFIANÇA); b. Expor com clareza e tranqüilidade suas idéias no grupo (EQUILÍBRIO EMOCIONAL); 3. Comunicação c. Procurar estimular positivamente as pessoas (CAMARADAGEM); d. Receber um feedback positivo no ambiente do grupo. a. Participar de diferentes grupos de trabalho; b. Estreitar as relações entre dois grupos (COMUNICABILIDADE 4. Relações Grupais c. Conhecer a identidade do grupo; d. Aplicar idéias novas no grupo (CRIATIVIDADE). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Esta Unidade Didática não será objeto de avaliação somativa. b. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de discussão dirigida. c. Recomenda-se iniciar a disciplina no início do curso – 1ª ou 2ª semana, a fim de auxiliar na adaptação dos alunos. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS a. FRITZEN, Silvino José. Exercícios Práticos de Dinâmica de Grupo. Petrópolis: Vozes, 2004. b. FRITZEN, Silvino José. Janela de Johari – Exercícios Vivenciais de Dinâmica de Grupo. Petrópolis: Vozes, 2004. c. MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001. 1. Apresentação 4 3 4 4 ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 ENFERMAGEM EM SAÚDE PÚBLICA PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 60 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Descrever as atribuições do Serviço de Saúde nas atividades de Saúde Pública; c. Descrever as atribuições administrativa/logística do Sargento de Saúde em uma Ação Cívico – Social (ACISO) (COOPERAÇÃO); d. Elaborar uma Ação Cívico – Social; e. Explicar as principais doenças transmissíveis de interesse militar e sua profilaxia; f. Explicar as principais doenças não transmissíveis de maior prevalência no território brasileiro; g. Evidenciar a capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (DISCIPLINA). 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS: UNIDADE DIDÁTICA I – INTRODUÇÃO À SAÚDE PÚBLICA CARGA HORÁRIA: 24 HORAS Nº DE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS SESSÕES a. Descrever atribuições e princípios do SUS dentro da Política de Saúde (ORGANIZAÇÃO); b.Identificar os objetivos do SUS; c. Citar as áreas de atuação do SUS; 1. Política e Sistema de d. Definir os critérios para aplicação de recursos do SUS; 02 Saúde (SUS) e. Identificar a Lei 8080/90; f. Identificar a Lei 8142/90; g. Identificar a Portaria nº 2048 GM/MS, de 05 Nov 02 a. Citar atividades de saúde pública realizadas pela Força Terrestre; 4. Atividades de Saúde b. Relacionar as fases de uma Ação cívico-social (ACISO); Pública c. Descrever os documentos atinentes a execução administrativo-logística do ACISO; 05 d. Citar as funções do Sargento de Saúde nas atividades de Saúde Pública. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se atividade presencial e técnica de ensino : palestra,discussão dirigida e trabalhos em grupo. b. Deverá ser realizado a montagem das instalações de um ACISO como Avaliação Formativa em 12 (doze) tempos. c.Deverão ser disponibilizados 5 (cinco) tempos de instrução não presencial para elaboração dos documentos atinentes a execução administrativologística do ACISO; tais como: solicitação de material, viatura, medicamento, vacina, reconhecimento de área, apoio especializado e confecção de palestra. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. LIMA, I. L. Manual do Técnico e do Auxiliar de Enfermagem. Goiânia. AB - Editora, 2004. b. FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de (org). Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Paulo: Yendis, 2005. c. Lei nº 8080/90 - Dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e funcionamento dos serviços de saúde. d. Lei nº 8142/90 – de 28 dezembro de 1990: Dispõe sobre a participação da comunidade na Gestão do Sistema Único de Saúde - SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e da outras providencias. 3 UNIDADE DIDÁTICA II - PROFILAXIA DAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS DE INTERESSE MILITAR CARGA HORÁRIA: 20 HORAS NR DE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS SESSÕES a Citar as principais doenças de importância epidemiológica para o Exército: Malária, 1. Doenças de importância Leishmaniose, Filariose, Febre Amarela, Hepatites, Tétano, Difteria e Doença de Chagas, 10 epidemiológica para o Exército tuberculose, meningite, dengue, influenza A. 2. Profilaxia das doenças a Enumerar as DST e suas medidas de profilaxia. 06 sexualmente transmissíveis (DST). a. Citar as vacinas obrigatórias e facultativas previstas nas Normas de Imunização do Exército. 3. Imunização 04 b. Identificar imunológicos previstos nas Normas de Imunização do Exército. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino de estudo preliminar, tempestade de idéias, palestra, estudo dirigido e pesquisa em grupo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL - MEx - Normas Técnicas sobre vacinação e uso de imunológicos no Exército . Port nº 69 –DGP DE 17 Abr 03 . Brasília. b. VERONESI, Ricardo e col. Tratado de Infectologia. Rio de Janeiro: Atheneu, 3ºEd, 2005. c. ROUQUAYROL, Maria Zélia e ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e Saúde. Rio de Janeiro: Medsi, 6ºEd, 2003. d. BRASIL. Ministério da Saúde .Coordenação Nacional de DST e AIDS. Manual de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Brasília, 4ºEd, 2006. e. BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional da Saúde. Doenças infecciosas e parasitárias: Guia de bolso. Brasília, 8. ed. rev, 2010. UNIDADE DIDÁTICA III – DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS DE MAIOR PREVALÊNCIA NO TERRITÓRIO BRASILEIRO CARGA HORÁRIA: 16 HORAS NR DE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS SESSÕES 4 a. Conceituar Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS); b. Citar a etiologia da HAS; 04 c. Classificar a HAS; d. Citar as Medidas de Controle da HAS e Tratamento. a. Conceituar Diabetes; b. Citar a etiologia da diabetes; 2. Diabetes 04 c. Classificar a diabetes; d. Citar as Medidas de Controle da diabetes e Tratamento. a. Conceituar Doenças Respiratórias; b. Citar a etiologia das Doenças Respiratórias; 3. Doenças Respiratórias 04 c. Classificar Doenças Respiratórias; d. Citar as Medidas de Controle das Doenças Respiratórias e Tratamento. a. Conceituar Neoplasias ; b. Citar a etiologia das Neoplasias; 4. Neoplasias 04 c. Classificar as Neoplasias; d. Citar as Medidas de Controle das Neoplasias e Tratamento. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino de estudo preliminar, palestra, estudo dirigido, pesquisa em grupo e exercício individual. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM): protocolo. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. b. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Doenças respiratórias crônicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.160 p. : il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 25) c. MOLALLEN, A. G. C.; RODRIGUES, A. B. Enfermagem Oncológica. Editora Manole. 2007. 1. Hipertensão Sistêmica Arterial ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 212 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Interpretar fatores condicionantes para aplicação de técnicas de atendimento pré-hospitalar. b. Executar técnicas de atendimento pré-hospitalar e transportes de feridos em situações de emergência (RESISTÊNCIA). c. Evidenciar capacidade de se ajustar apropriadamente às mudanças de situações. d. Evidenciar capacidade de contribuir, espontaneamente, para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). e. Evidenciar capacidade de optar pela alternativa mais adequada, em tempo útil e com convicção. f.Evidenciar capacidade de conduzir e coordenar grupos e / ou pessoas, na consecução de um objetivo. g. Evidenciar capacidade de proceder conforme normas, leis e regulamentos que regem a Instituição (DISCIPLINA). h. Evidenciar capacidade de controlar as próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). i. Evidenciar a capacidade de agir de forma adequada e oportuna, sem depender de ordem ou decisão superior (DEDICAÇÃO). j. Evidenciar a capacidade de agir atendo-se a detalhes significativos. k. Evidenciar capacidade de manter-se em ação continuamente, a fim de executar uma tarefa vencendo as dificuldades encontradas (PERSISTÊNCIA). l. Evidenciar capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e enfrentando as conseqüências das suas atitudes e decisões. m. Evidenciar capacidade de perceber e compreender o ambiente, as características e sentimentos das pessoas e/ou grupos, buscando atender aos seus interesses e necessidades. 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS: UNIDADE DIDÁTICA I – ATENDIMENTO PRÉ HOSPITALAR INICIAL ASSUNTOS CARGA HORÁRIA: 16 HORAS OBJETIVOS ESPECÍFICOS NR DE SESSÕES a. Identificar os itens constituintes da análise do cenário; b. Identificar as ameaças potenciais à segurança do paciente, dos circunstantes e do pessoal de emergência que são comuns a todas as 1. Análise do cenário cenas de acidente; c. Aplicar as ações de controle da situação de emergência, executando o gerenciamento do local como chefe da equipe de socorro (medidas preliminares); d. Definir energia como causa da lesão; e. Definir cinemática/biomecânica do trauma; f. Descrever a relação entre velocidade, transferência de energia; g. Entender a transferência de energia com a formação da cavitação, explicando as lesões apresentadas de acordo com a propagação da energia; h. Explicar a fisiopatologia das lesões mais prováveis de acordo com os princípios da transferência de energia nos casos de colisão, queda, atropelamento, PAF, PAB e acidentes com explosivos; i. Avaliar a situação da cena, cinemática/biomecânica do trauma e número de vítimas para estimar o apoio especializado para controlar a situação; j. Descrever a conduta no atendimento de acordo com o número de vítimas e número de elementos na equipe; k. Descrever as regras gerais de biossegurança; l. Aplicar os princípios da biomecânica do trauma à avaliação do paciente; m. Realizar o estudo da situação da cena do acidente (SENSIBILIDADE); n. Realizar as medidas preliminares, de forma adequada e oportuna, no local do evento (INICIATIVA); o. Executar as medidas de proteção individual do socorrista (RESPONSABILIDADE); p. Demonstrar o controle de suas próprias reações ao examinar a cena do acidente (EQUILÍBRIO EMOCIONAL); 04 3 a. Descrever as ações na avaliação inicial do paciente; b. Identificar as técnicas de avaliação do exame primário; c. Avaliar a condição geral do paciente no momento da abordagem, relacionando-a com a informação recebida no acionamento cruzada com a análise do cenário; d. Identificar as causas da inconsciência; e. Identificar as técnicas manuais de abertura de vias aéreas superiores e estabilização da coluna cervical; f. Identificar as situações de risco de vida imediato; g. Identificar as situações “Load and Go” identificadas no exame primário; h. Identificar o momento certo de intervir com suporte básico de vida (DECISÃO); i. Descrever o exame secundário e suas subdivisões; 2. Avaliação do paciente no trauma j. Descrever o exame rápido e as situações de atendimento que é utilizado; k. Identificar a técnica do exame rápido interpretando os sinais/sintomas apresentados nos diversos tipos de trauma; l. Descrever o exame focal e detalhado, identificando as situações de atendimento que é utilizado; m. Realizar o exame detalhado do paciente de acordo com o quadro apresentado (METICULOSIDADE); n. Identificar o momento certo de intervir com suporte básico de vida (DECISÃO); o. Realizar detalhadamente o exame secundário no paciente (METICULOSIDADE); p. Realizar o exame neurológico no paciente aplicando a Escala de Coma de Glasgow (ECG); q. Identificar os equipamentos de monitorização cardíaca e oximetria; r. Realizar a reavaliação e monitorização do paciente ; s. Realizar o questionamento do paciente e/ou testemunhas através da anamnese; t. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; u. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. 12 4 UNIDADE DIDÁTICA II – SUPORTE BÁSICO DE VIDA ASSUNTOS 1. Técnicas de Ventilação 2. Oxigenioterapia OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. b. c. d. e. f. g. h. Descrever a anatomia e a fisiologia do sistema respiratório; Identificar os equipamentos de suporte ventilatório básico; Identificar os equipamentos de suporte ventilatório avançado; Descrever as técnicas de ventilação empregada nas situações de respiração inadequada e na Parada Respiratória; Citar as complicações da ventilação; Executar o manuseio das vias aéreas das formas não-invasivas; Executar as técnicas de ventilação com equipamentos básicos; Auxiliar o médico/enfermeiro nas situações de suporte ventilatório avançado; a. Citar as indicações, contra indicações, efeitos colaterais da oxigenioterapia; b. Citar os diversos equipamentos de acondicionamento e aplicação de O2; c. Aplicar a fórmula de administração de O2 para mensurar o tempo de utilização e o fluxo de O2, de acordo com o quadro d. 3. Obstrução respiratória CARGA HORÁRIA: 42 HORAS NR DE SESSÕES 04 02 clínico do paciente e tempo de deslocamento até o Hospital. Realizar a administração de oxigênio em adulto e criança. a. Citar os sinais de obstrução respiratória em adultos e crianças; b. Identificar sinais de obstrução respiratória (SENSIBILIDADE); c. Executar técnicas de desobstrução em adultos e crianças, conscientes ou inconscientes, com obstrução parcial ou total, em tempo útil (DECISÃO); d. Executar técnicas de desobstrução em casos de material líquido e semilíquido. 04 5 a. Descrever a anatomia e fisiologia do sistema circulatório; b. Citar a etiologia, conseqüências e diagnóstico da parada cardiorrespiratória; c. Explicar a cadeia de sobrevivência do Atendimento Cardiológico de Emergência (ACE) preconizado pela American Heart 4. Emergências Cardiológicas Association (AHA); d. Identificar o protocolo de ACE da AHA; e. Descrever a técnica de reanimação cardiopulmonar (RCP) básica; f. Identificar o desfibrilador externo automático (DEA); g. Identificar os erros comuns no ACE; h. Descrever ao médico regulador os sinais observados nos pacientes em atendimento; a. Identificar a parada cardiorrespiratória; b. Executar manobras de reanimação cardiorrespiratória básica; c. Proceder conforme ordem médica à distância através da comunicação móvel na execução individual como socorrista no ACE (DISCIPLINA); d. Contribuir espontaneamente como 2º socorrista na execução de manobras de reanimação cardiopulmonar básica ou avançada (COOPERAÇÃO); e. Executar continuamente a reanimação cardiopulmonar no paciente até a admissão hospitalar (PERSISTÊNCIA). f. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; g. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. 22 6 5. Estados de Choque a. Definir choque; b. Definir choque hipovolêmico; c. Identificar a etiologia do choque hipovolêmico; d. Classificar o choque hipovolêmico; e. Identificar os sinais/sintomas do choque hipovolêmico; f. Definir o choque cardiogênico; g. Identificar a etiologia do choque cardiogênico; h. Definir o choque obstrutivo; i. Identificar a etiologia do choque obstrutivo; j. Definir o choque distributivo; k. Identificar a etiologia do choque distributivo; l. Explicar os estágios do estado de choque; m. Avaliar o estado clínico do paciente checando os sinais/sintomas apresentados, identificando o tipo de choque (suspeita n. o. p. q. 6. Hemorragias a. b. c. d. e. diagnóstica) e a melhor conduta de tratamento; Descrever a conduta do socorrista no caso de choque; Realizar o tratamento adequado ao estado de choque apresentado pelo quadro clínico do paciente; Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. Identificar as hemorragias externas e internas; Identificar os equipamentos utilizados no controle da hemorragia externa; Descrever a técnica de utilização do torniquete; Identificar as situações que se utilizam o torniquete e suas contra-indicações; Realizar o tratamento dos diversos tipos de hemorragia. 06 04 7 UNIDADE DIDÁTICA III – ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR AO TRAUMA ASSUNTOS CARGA HORÁRIA: 20 HORAS OBJETIVOS ESPECÍFICOS NR DE SESSÕES a. b. c. d. e. f. g. Descrever a anatomia da cabeça: crânio e encéfalo; Definir TCE; Citar os tipos de TCE; Identificar os mecanismo de lesões e seus sinais; Descrever a fisiopatologia da lesão traumática do encéfalo; Descrever a avaliação do paciente com suspeita de lesão crânio-encefálica; Avaliar o paciente com suspeita de lesão crânio-encefálica, identificando os sinais/sintomas sugestivos do TCE associando às 1. Trauma crânio-encefálico possíveis complicações do socorrista; (TCE) h. Descrever a conduta do socorrista no manejo do paciente com TCE; i. Explicar a fisiopatologia da síndrome da herniação cerebral, identificando os sinais/sintomas apresentados pelo paciente; j. Executar a conduta adequada no trauma crânio-encefálico em ambiente pré-hospitalar; k. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; l. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Descrever a anatomia e a fisiologia normal da coluna vertebral e medula espinhal; b. Definir TRM; c. Identificar o mecanismo de lesões e seus sinais; d. Descrever a avaliação do paciente com suspeita de TRM; e. Avaliar o paciente com suspeita de TRM, checando os sinais/sintomas sugestivos deste trauma; f. Identificar os indicadores da lesão medular na avaliação do paciente; 2. Trauma Raquimedular (TRM) g. Identificar as diferenças entre choque neurogênico e o choque medular h. Descrever a conduta do socorrista no manejo do paciente com TRM; i. Executar a conduta adequada no TRM. j. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; k. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. 06 04 8 a. b. c. d. 3. Trauma Torácico e. f. g. h. i. j. k. l. m. 4. Trauma Abdominal a. b. c. d. e. f. g. h. i. a. b. c. 5. Trauma de Extremidades d. e. f. g. h. Descrever a anatomia e a fisiologia do sistema respiratório; Definir trauma torácico; Identificar o mecanismo de lesões e seus sinais; Descrever a fisiopatologia e manejo das lesões de tórax, identificando os sinais/sintomas de cada tipo de lesões através da suspeita diagnóstico diferencial; Citar as lesões torácicas com risco de vida imediata; Identificar os sinais/sintomas gerais do trauma do tórax; Descrever a avaliação do paciente com suspeita de trauma de tórax; Descrever a conduta do socorrista no manejo do paciente com trauma de tórax, identificando os sinais/sintomas sugestivos deste trauma associando as possíveis complicações Avaliar o paciente com suspeita de lesão torácica, Identificar o tipo de lesão do trauma de tórax; Executar a conduta adequada no trauma torácico; Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. Descrever a anatomia básica dos órgãos abdominais; Definir trauma de abômen; Identificar o trauma de abdome, os mecanismos de lesões, as possíveis lesões e seus sinais Descrever a avaliação do paciente com suspeita de lesão abdominal; Descrever a conduta do socorrista no manejo do paciente com lesão abdominal; Avaliar o paciente com suspeita de lesão abdominal; Executar a conduta adequada no manejo do paciente com trauma abdominal; Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. Identificar a anatomia e a fisiologia do sistema músculo-esquelético; Identificar os sinais e sintomas nas lesões músculo-esqueléticas (LME); Definir fratura, luxação amputação, lesões neurovasculares, entorse, objeto empalado, lesões por perfuração, corte ou esmagamento; Descrever os mecanismos das lesões e seus sinais; Descrever a avaliação do paciente com sinais e sintomas sugestivos de LME; Descrever a conduta do socorrista no manejo do paciente nas amputações, na fratura pélvica e nas fraturas em geral; Estimar a perda sanguínea das fraturas de pélvis e de extremidades; Identificar as complicações nos pacientes que sofreram amputações, fratura pélvica e fraturas em geral; 04 02 02 9 6. Politraumatismo i. Discutir as principais complicações e o tratamento das lesões de extremidades que ameaçam a vida. j. Explicar a fisiopatologia e tratamento da síndrome compartimental; k. Avaliar as lesões considerando as prioridades e possíveis complicações, determinando a conduta terapêutica mais adequada; a. Reconhecer a distribuição de óbitos no trauma; b. Definir o princípio da “hora de ouro”; c. Analisar a situação circunstancial, decidindo as ações imediatas para controlar a situação e atender a(s) vítima(s) do acidente; d. Identificar os “princípios de ouro” do atendimento pré-hospitalar ao politraumatizado; e. Descrever a conduta do socorrista no atendimento pré-hospitalar ao politraumatizado, estabelecendo o plano de prioridades; f. Descrever protocolos específicos para tratamento, de acordo com as prioridades de gravidade no politrauma; g. Identificar as situações “load and go”; h. Avaliar o paciente politraumatizado considerando as prioridades e possíveis complicações, determinando a conduta terapêutica 02 mais adequada. UNIDADE DIDÁTICA IV – ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR ÀS URGÊNCIAS CLÍNICAS ASSUNTOS 1. Alteração do nível de consciência e crise convulsiva CARGA HORÁRIA: 42 HORAS OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. b. c. d. e. f. g. Citar o conceito de alteração de nível de consciência e convulsão; Identificar os diversos tipos de alterações do nível de consciência e de convulsão; Identificar as causas da convulsão; Descrever a conduta pré-hospitalar de casos de pacientes com alterações do nível de consciência e de crises convulsivas no ambiente pré-hospitalar; Avaliar o paciente com alterações do nível de consciência e com crises convulsivas no ambiente pré-hospitalar; Executar a conduta de tratamento de pacientes com alteração do nível de consciência e com crises convulsivas no ambiente préhospitalar; Ajustar-se apropriadamente às condições de execução do socorro a pacientes com crises convulsivas (ADAPTABILIDADE). NR DE SESSÕES 06 10 2. Acidente vascular encefálico (AVE) 3. Urgências respiratórias 4. Dor torácica súbita a. Definir acidente vascular encefálico (AVE); b. Identificar os fatores de risco do AVE; c. Reconhecer a escala pré-hospitalar de Cincinnati para avaliar o paciente com suspeita de AVE; d. Aplicar a escala pré-hospitalar de Cincinnati para avaliar o paciente com suspeita de AVE; e. Descrever a conduta do socorrista no AVE; f. Avaliar o paciente com suspeita de AVE; g. Executar a conduta de tratamento diante do paciente com suspeita de AVE; h. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento i. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Citar o conceito de urgências e emergências respiratórias; b. Identificar as causas de emergências respiratórias; c. Reconhecer os sinais e sintomas nas emergências respiratórias; d. Descrever a conduta do socorrista diante de urgências e emergências respiratórias; e. Avaliar o paciente com dificuldade respiratória; f. Executar a conduta de tratamento do paciente com dificuldade respiratória; g. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; h. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Citar o conceito de dor torácica; b. Identificar os diversos tipos de dor torácica; c. Conceituar insuficiência coronariana aguda; d. Identificar os fatores de risco da doença coronariana; e. Definir infarto agudo do miocárdio (IAM); f. Identificar o IAM no traçado eletrocardiográfico no monitor cardíaco; g. Descrever a conduta do socorrista no manejo do paciente com dor torácica súbita; h. Avaliar o paciente com dor torácica súbita; i. Executar a conduta de tratamento diante de um paciente com dor torácica súbita; j. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; k. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. 10 06 08 11 5. Dor abdominal 6. Reação anafilática a. Reconhecer os tipos e localização da dor abdominal; b. Identificar os sinais e sintomas da dor abdominal; c. Descrever a avaliação do paciente nos casos de dor abdominal; d. Descrever a conduta de tratamento diante de um paciente com dor abdominal; e. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; f. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Conceituar de reação anafilática e intoxicação exógena; b. Identificar os casos de reação anafilática e intoxicação exógena (envenenamento e uso de drogas); c. Citar as complicações da reação anafilática; d. Descrever as medidas de primeiros socorros diante de quadro de reação anafilática e intoxicação exógena. e. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; f. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. 08 04 12 UNIDADE DIDÁTICA V – ACIDENTES ESPECÍFICOS ASSUNTOS CARGA HORÁRIA: 20 HORAS OBJETIVOS ESPECÍFICOS NR DE SESSÕES a. Identificar a anatomia e fisiologia básica da pele ; 1. Queimaduras 2. Choque Elétrico 3. Afogamento Explicar em que momento da avaliação que será identificado a queimadura e como avaliar de acordo com a profundidade e extensão de superfície corporal queimada; b. Classificar as queimaduras de acordo com a gravidade; c. Identificar as situações e os sinais que podem indicar lesão de via aérea superior e lesão por inalação; d. Identificar os sinais e sintomas do envenenamento por monóxido de carbono; e. Descrever a avaliação do paciente vítima com queimadura; f. Identificar as lesões que devem ser tratadas de acordo com plano de prioridades e transportadas para um Centro de Queimados; g. Avaliar o paciente vítima de queimaduras; h. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; i. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Identificar as lesões de choque elétrico e os fatores de gravidade deste quadro; b. Identificar os sinais e sintomas do paciente vítima de choque elétrico; c. Descrever a conduta do socorrista nos casos de choque elétrico; d. Avaliar o paciente vítima de queimaduras; e. Executar a conduta do socorrista diante de um paciente vítima de choque elétrico; f. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; g. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Definir afogamento; b. Classificar o afogado quanto ao tipo de água; c. Classificar os tipos de afogamento quanto a causa; d. Classificar os tipos de afogamento quanto a gravidade; e. Descrever a conduta em cada caso, de acordo com o grau de afogamento; f. Identificar os princípios básicos da abordagem do afogado; g. Citar as medidas preventivas; h. Avaliar o paciente vítima de afogamento, de acordo com a gravidade; i. Executar a conduta do socorrista diante de um paciente vítima de afogamento; j. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; 02 02 02 13 4. Acidentes por animais peçonhentos 5, Distúrbios térmicos 6. Distúrbios de comportamento 7. Agente químico, biológico e nuclear (AQBN) k. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Definir acidentes por animais peçonhentos (A.A.P.); b. Classificar os animais peçonhentos de importância médica; c. Diferenciar animal venenoso de animal peçonhento; d. Identificar como proceder diante de um A.A.P.; e. Avaliar o paciente vítima de A.A.P.; f. Executar a conduta de tratamento diante de um paciente vítima de A.A.P.; g. Reconhecer às diversas espécies de serpentes peçonhentas do Brasil, os principais aracnídeos e escorpiões, correlacionando as espécies à região geográfica; h. Descrever manifestações clínicas nos casos de acidentes com arcanídeos, escorpiões e ofídeos; i. Descrever técnicas de primeiros socorros diante dos diversos tipos de acidentes com animais peçonhentos e as principais medidas preventivas; Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; j. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Identificar as Doenças Originadas pelo Frio (DOF) e seus fatores predisponentes; b. Identificar as Doenças Originadas pelo Calor (DOC) e seus fatores predisponentes; c. Descrever a conduta diante de quadros de DOF e DOC; d. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; e. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Conceituar distúrbio de comportamento; b. Reconhecer sinais de gravidade das patologias psiquiátricas (psicoses, tentativa de suicídio, depressões e síndromes cerebrais orgânicas) em situações de urgência na cena das ocorrências; c. Identificar o estado de depressão e de tentativa de suicídio; d. Descrever as medidas de primeiros socorros e as características do atendimento inicial nos casos de distúrbio de comportamento e tentativa de suicídio; e. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; f. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Descrever as classificações táticas e fisiológicas dos AQBN; b. Descrever a proteção contra AQBN; c. Descrever as medidas de primeiros socorros para AQBN; d. Identificar técnicas de descontaminação para AQBN. e. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, 04 02 04 04 14 suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; f. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. UNIDADE DIDÁTICA VI – IMOBILIZAÇÕES E TRANSPORTE DE PACIENTES ASSUNTOS CARGA HORÁRIA: 24 HORAS OBJETIVOS ESPECÍFICOS NR DE SESSÕES a. Identificar as técnicas de movimentação e posicionamento do paciente nas situações de atendimento pré-hospitalar (clínica e 1. Técnicas de Movimentação e Posicionamento do paciente 2. Transporte de Emergência 3. Imobilizações trauma); b. Executar as técnicas de movimentação e posicionamento do paciente nas situações de atendimento pré-hospitalar (clínica e trauma).de acordo com o estado geral apresentado no caso específico. a. Identificar os principais transportes de ferido adequando a situação apresentada; b. Executar os principais transportes de ferido adequando a situação apresentada. a. Citar os objetivos da imobilização; b. Citar os princípios da imobilização; c. Identificar as técnicas de alinhamento de fraturas fechadas de ossos longos; d. Identificar as situações que possuem contra-indicações ao alinhamento da fratura; e. Identificar os sinais e sintomas da LME com indicação de imobilização; f. Reconhecer as indicações que apresentem restrições ao movimento espinhal; g. Identificar os equipamentos de imobilização de membros superiores e inferiores (talas moldáveis, infláveis e de tração), de coluna cervical (colar cervical), de coluna vertebral (KED) e de corpo inteiro (prancha longa com imobilizadores de movimentos laterais de cabeça). 04 01 02 15 3. Aplicação de colar cervical e retirada do capacete 4. Técnicas de utilização da prancha longa 5. Colocação do colete imobilizador de coluna vertebral (KED) e maca de imobilização e extricação (SKED) 6. Aplicação de equipamentos imobilizadores temporários talas rígidas, aramadas moldável, inflável e de tração de fêmur. 7. Técnicas de extricação a. Citar as indicações do colar cervical de acordo com a lesão, adequando o seu tamanho ao paciente; b. Executar a colocação do colar cervical com a vítima sentada e deitada; c. Executar a técnica de retirada de capacete em pacientes traumáticos. a. Citar as técnicas de colocação do paciente na prancha longa; b. Executar a técnica de utilização da prancha longa com 03 ou mais socorristas por rolamento ou elevação do paciente. a. Identificar o colete imobilizador de coluna vertebral (KED) e seus componentes; b. Identificar a maca de imobilização / extricação (SKED) e seus componentes; c. Citar o manuseio e aplicação do KED e do SKED; d. Executar a aplicação do KED e do SKED. a. Identificar as indicações de cada tipo de tala (rígida, inflável, moldável e de tração de fêmur); b. Executar a correta aplicação dos diversos tipos de talas e meios de fortuna. a. b. c. d. e. f. g. h. i. Identificar as situações que requerem a retirada de emergência; Identificar as situações que requerem a extração rápida; Identificar a técnica da “Chave de Hauteck” para retirada de emergência; Executar a técnica da “Chave de Hauteck” para retirada de emergência; Demonstrar a técnica de extração rápida de vítimas; Executar a técnica de extração rápida Demonstrar a técnica de extração padrão; Executar a técnica de extração padrão; Evidenciar capacidade de demonstrar segurança, durante a retirada de vítima(s) em acidentes automobilísticos (autoconfiança). 01 04 06 02 04 16 UNIDADE DIDÁTICA VII – ATENDIMENTO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS ASSUNTOS 1. Trauma em gestante 2. Parto de urgência e trabalho de parto 3. Trauma no idoso 4. Trauma em criança 5. Acidente com Múltiplas Vítimas CARGA HORÁRIA: 12 HORAS OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Citar as diferenças gerais anatômicas, hemodinâmicas e respiratórias na gestante; b. Identificar as principais complicações no trauma a gestante; c. Descrever a avaliação da gestante vítima de trauma; d. Explicar a conduta no trauma em gestante; e. Avaliar a gestante vítima de trauma; f. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, informando os sinais/sintomas identificados, suspeita diagnóstica e tratamento executado até o momento; g. Realizar o contato com o médico regulador através de rede rádio ou telefônica, solicitando melhor conduta terapêutica e Unidade Hospitalar de Referência. a. Conceituar Parto de urgência, parto iminente e trabalho de parto; b. Descrever considerações anatômicas do parto; c. Identificar o parto de urgência, o parto iminente e o trabalho de parto; d. Descrever a conduta diante de um parto iminente e de um trabalho de parto. e. Reconhecer sinais de trabalho de parto normal, parto distócico e todas as complicações obstétricas na cena da ocorrência; f. Reconhecer as complicações gestacionais: diabetes gestacional, hipertensão gestacional e abortamento; g. Desenvolver aptidão para aplicação de conduta correta para prestar o atendimento à gestante em trabalho de parto normal e ao recém-nato. a. Citar as diferenças gerais anatômicas, hemodinâmicas e respiratórias no idoso; b. Explicar a conduta no trauma em idoso; c. Desenvolver aptidão para aplicação de conduta correta para prestar o atendimento ao idoso. a. Citar as diferenças gerais anatômicas, hemodinâmicas e respiratórias na criança; b. Explicar a conduta no trauma em criança; c. Desenvolver aptidão para aplicação de conduta correta para prestar o atendimento à criança. a. Definir triagem; b. Citar os objetivos da triagem; c. Descrever o método de triagem (STAR-Simple Triage and Rapid Treatament); d. Reconhecer as áreas de triagem, tratamento e transporte; e. Operar as áreas de triagem, tratamento e transporte; f. Identificar as composições das equipes. NR DE SESSÕES 02 02 02 02 04 17 UNIDADE DIDÁTICA VIII– ESTÁGIO EM AMBULÂNCIA DE SOCORRO PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL ASSUNTOS CARGA HORÁRIA: 24 HORAS NR DE SESSÕES OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Participar do atendimento de vítimas em situações reais; b. Familiarização com a rotina do serviço pré-hospitalar móvel. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS 1. Estágios em ambulâncias 24 a) A UD VIII deverá ser realizada em parceria com o Corpo de Bombeiro Militar do Estado do Rio de Janeiro; a impossibilidade acarretará prejuízo educacional no desenvolvimento técnico e afetivo do discente em lidar com situações reais (prática vivenciada); além de estar em desacordo com o que prevê o Ministério da Saúde (Portaria 2048 GM/MS, 05 Nov 2002). b)Recomenda-se para os demais UD a atividade presencial e as técnicas de ensino de palestra, estudo dirigido, demonstração e exercício individual. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL – MEx – EME - Manual C8-35 - Transportes de doentes e feridos. Brasília, EGGCF, 1980. b. BRASIL – DST SAU PQDT – Compêndio do Estágio Básico de Resgate/Saúde, 2007. c. CAMPBELL, John E., American College of Emergency Physicians. Basic Trauma Life Support para Paramédicos y otros Provedores Avanzados. Alabama chapter: Second Edition in Spanish, 2012. d. MCSWAIN, Norman E., FRAME, Scott,. SALOMONE, Jefry. P. PHTLS – Atendimento pré-hospitalar ao traumatizado. Elsivier, 7ºed., 2012. e. Portaria nº 2048 GM/MS, de 05 Nov 02. 4. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM INSTRUMENTOS DE MEDIDA INSTRUMENTOS DE MEDIDA PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROVA UD AVALIADA TIPO DE PROVA TEMPO DESTINADO TEÓRICA PRÁTICA 3 HORAS 8 HORAS RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM 01 HORAS - UD AVALIADA IaV I, II e VI ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 LEGISLAÇÃO TÉCNICA PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 60 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Aplicar a legislação básica necessária ao desempenho das funções do Sargento de Saúde na rotina administrativa das seções de saúde, seção SAMMED / FUSEX e Juntas de Inspeção de Saúde; b. Elaborar uma tabela de suprimento classe VIII; c. Evidenciar a capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de uma equipe (COOPERAÇÃO); d. Evidenciar a capacidade de agir atendo-se a detalhes significativos. 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS: UNIDADE DIDÁTICA I – SAMMED/FUSEx ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 12 HORAS NR DE SESSÕES a. Citar as finalidades do SAMMED/FUSEx; b. Consultar a legislação básica pertinente ao SAMMED/FUSEx para resolver problemas rotineiros; 06 c. Explicar as condições de atendimento médico-hospitalar para os militares e seus dependentes; d. Citar os tipos de recursos do SAMMED/FUSEx e sua origem. a. Citar a cadeia de atendimento SAMMED/FUSEX e os tipos de atendimento proporcionados pelo sistema; 2. Cadeia de b. Relacionar os processos para celebração de convênios e contratos, de encaminhamentos de 06 Atendimento. indenizações pelos usuários e os ressarcimentos de despesas; c. Enumerar os procedimentos nos casos de emergência. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino: estudo preliminar, estudo de caso e palestra. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL - M Ex - EME - Instruções Gerais do Fundo de Saúde do Exército(IG 30-32). Port Cmt Ex Nr 653 de 30 Ago 05. Brasília. b. BRASIL - M Dfs - EB - DGS - Instruções Reguladoras do Sistema de Prestação de Assistência Médico-Hospitalar aos Beneficiários do FUSEx (IR 30-06). Port Nr 046- DGPde 26 Abr 02. Brasília. 1. Assistência médicohospitalar. UNIDADE DIDÁTICA II – MATERIAL E SUPRIMENTO DE SAÚDE ASSUNTOS 1. Suprimento. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 12 HORAS NR DE SESSÕES a. Definir Suprimento; b. Identificar as classes de suprimento; c. Citar as ações básicas, categorias e os escalões de manutenção; d. Citar as atribuições e responsabilidades dos agentes executores diretos e indiretos e auxiliares da administração. 04 3 a. Identificar o material de saúde e a cadeia de suprimento em tempo de paz e em campanha; b. Conhecer a construção e dotação das tabelas de distribuição de suprimento de saúde em tempo de paz; c. Colaborar espontaneamente com o grupo na elaboração dos pedidos de suprimento classe VIII 04 (COOPERAÇÃO); d. Elaborar pedidos de medicamentos, material de consumo. 3. Suprimento de a. Identificar finalidade, prazos e ações das Comissões de Exame e Averiguação e Recebimento de material de saúde Material relacionado ao suprimento do material de saúde; e 04 permanente. b. Conhecer o Termo de Recebimento de Material (TREM) e o Termo de Averiguação de Material (TEAM) (METICULOSIDADE). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino da palestra e da discussão dirigida. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: a. BRASIL - MEx - Normas Administrativas Relativas ao Suprimento. Brasília. b. BRASIL - MDfs -EB - DGS – Instruções Reguladoras para o Suprimento, em Tempo de Paz, de Produtos Químico-Farmacêuticos, Imunobiológicos e de Material de Consumo Médico e Odontológico às Organizações Militares do Exército (IR 70-01). Port Nr 035/DGS de 13 Dez 99. Brasília. c. Regulamento de Administração do Exército – RAE. 2. Material e Cadeia de Suprimento de Saúde em tempo de paz e em campanha. UNIDADE DIDÁTICA III – ADMINISTRAÇÃO DA SEÇÃO DE SAÚDE ASSUNTOS 1. Documentos Básicos. 2. Rotina administrativa OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Conhecer os documentos básicos da Seção de Saúde e suas finalidades; b. Preencher corretamente a documentação básica da Seção de Saúde. a. Conhecer a rotina administrativa de uma Seção de Saúde. CARGA HORÁRIA: 06 HORAS NR DE SESSÕES 04 02 4 INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Esta UD será complementada por exercícios individuais na Seção de Saúde da EsSLog e durante o Estágio do Corpo de Tropa. b. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino da palestra e do exercício individual. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL - M Ex - EME - Instruções Gerais do Fundo de Saúde do Exército(IG 30-32). Port Cmt Ex Nr 653 de 30 Ago 05. Brasília. b. BRASIL - M Dfs - EB - DGS - Instruções Reguladoras do Sistema de Prestação de Assistência Médico-Hospitalar aos Beneficiários do FUSEx (IR 30-06). Port Nr 046- DGP de 26 Abr 02. Brasília e Of nº 012- DGP/DAS- Circ de 28 Fev 03. c. BRASIL - M Dfs - Normas para Avaliação da Incapacidade pelas Juntas de Inspeção de Saúde. Port Normativa do M Dfs Nr 328 de 17 Mai 01. Brasília d. BRASIL - M Dfs - EB - Instruções Gerais para as Perícias Médicas no Exército (IGPMEx). Port Cmt Ex Nr 141 de 31 Mar 04. Brasília. e. BRASIL - M Dfs - EB - DGP - Instruções Reguladoras das Perícias Médicas no Exército (IRPMEx). Port Nr 042 - DGP de 12 Abr 04. Brasília. f. BRASIL - M Dfs - EB - DGP - Normas Técnicas sobre Perícias Médicas no Exército (NTPMEx). Alterada pela Portaria nr 181-DGP, de 5 de dezembro de 2011. Nova Redação. Brasília. g. BRASIL - M Dfs - EB - DGP - Instruções Reguladoras dos Documentos Sanitários de Origem (IRDSO). Port DGP Nr 064 de 04 Jul 01. Brasília. h. BRASIL - M Ex - DGS - Instruções Gerais dos Postos Médicos de Guarnição (IG 10-86). Port Nr 006 de 11 Jan 00. Brasília. i. BRASIL - M Ex – DEP – Normas para Inspeção de Saúde dos Candidatos à Matrícula nos Estabelecimentos de Ensino. Port Nr 41 - DEP de 17 Mai 05. j. BRASIL - M Ex - DGS – Normas par Escrituração de Documentos de Saúde nas Organizações Militares do Exército. Port Nr 037-DGS de 04 Nov 88. Brasília. UNIDADE DIDÁTICA IV – SISTEMAS INFORMATIZADOS DO SERVIÇO DE SAÚDE ASSUNTOS 1. Sistema de Perícias Médicas - SIPMED OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Conhecer o Sistema de Perícias Médica; b. Operar o SIPMED, evidenciando as situações rotineiras de uma Seção de Saúde. CARGA HORÁRIA: 24 HORAS NR DE SESSÕES 08 5 2. Sistema de Registros a. Conhecer o Sistema de Registros Médicos; 08 Médicos - SIRMED b. Operar o SIRMED, evidenciando as situações rotineiras de uma Seção de Saúde. 3. Sistema de Registro de Encaminhamentos - a. Conhecer o Sistema de Registro de Encaminhamentos 08 SIRE INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino da palestra e do exercício individual em laboratório informatizado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL - M Dfs - EB - DGP - Normas Técnicas sobre Perícias Médicas no Exército (NTPMEx). Alterada pela Portaria nr 181-DGP, de 5 de dezembro de 2011. Nova Redação. Brasília. b. Estatuto dos Militares - Lei nr 6.880, de 9 de dezembro de 1980, atualizada pela Lei nr 11.447, de 05/01/2007. c. Manual do SIRMED - Introdução d. Manual do SIRMED - Módulo Médico Atendente e. Manual do SISPEMED - Introdução f. Manual do SISPMED - Módulo Junta de Inspeção de Saúde g. Manual do SISPMED - Gerencial h. Manual do SISPMED - Regional i. Manual do SIRE - Marcação de Consultas j. Manual do SIRE - Módulo I - Acessando o SIRE k. Manual do SIRE - Módulo II - Cadastrando Fornecedores, Responsáveis, Auditor e Favorecidos l. Manual do SIRE - Módulo III - Registrando Guias de Encaminhamentos m. Manual do SIRE - Módulo IX - Registrando Guias de CDM 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM PROCESSO DE AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA PROVA ESCRITA INSTRUMENTO DE MEDIDA TEMPO DESTINADO 4 HORAS RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM 2 HORAS UD AVALIADAS I a III ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 ORGANIZAÇÃO E EMPREGO DO SERVIÇO DE SAÚDE PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 65 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Definir os escalões funcionais do Serviço de Saúde. b. Explicar o funcionamento do Posto de Socorro e da Companhia Logística de Saúde. c. Listar as instalações do serviço de Saúde do Exército de Campanha, da Zona de Administração e da Zona de Interior. d. Evidenciar capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática e eficiente (DISCIPLINA). 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS UNIDADE DIDÁTICA I – EMPREGO DO SERVIÇO DE SAÚDE EM CAMPANHA ASSUNTOS 1. Termos Principais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a. Conceituar TG, TO, ZC, ZA e ZI. CARGA HORÁRIA: 09 HORAS NR DE SESSÕES 02 a. Citar os escalões funcionais do Serviço de saúde em Campanha; b. Descrever sistematicamente o funcionamento dos escalões funcionais do serviço de saúde 07 (ORGANIZAÇÃO). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e a técnica de ensino de palestra, estudo dirigido, discussão dirigida. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL – Min Defesa – Exército Brasileiro. Emprego do Serviço de Saúde - Manual de Campanha (C8-1) - Anteprojeto. Brasília: EGCF, 2001 2. Escalões Funcionais. UNIDADE DIDÁTICA II - O SERVIÇO DE SAÚDE NO 1º e 2º ESCALÕES FUNCIONAIS ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 18 HORAS NR DE SESSÕES 1. O 1º Escalão Funcional: a. Descrever a organização, missão e emprego do Serviço de Saúde do PS; 06 Posto de Socorro (PS). b. Descrever a triagem e a evacuação das baixas do PS. 2. O 2º Escalão Funcional: a. Descrever a organização, missão e emprego dos Batalhões Logísticos (B Log) das Brigadas e Batalhões Logísticos (B 06 Divisões de Exército. Log). 3. O 2º Escalão Funcional: a. Descrever a organização, missão e as possibilidades da Cia Log S/ B Log; A Companhia Logística de b. Descrever o desdobramento da Cia Log S / B Log ; Saúde do Batalhão 06 c. Descrever ordenadamente o circuito de ambulâncias no âmbito da Cia Log S/ B Log; Logístico (Cia Log S /B d. Descrever a organização, desdobramento e funcionamento do Posto de Triagem ( P Trg ). Log). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino de palestra, discussão dirigida e estudo dirigido. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL – Min Defesa – Exército Brasileiro. Emprego do Serviço de Saúde- Manual de Campanha (C8-1)- Anteprojeto. Brasília: EGCF, 2001 3 UNIDADE DIDÁTICA III - O SERVIÇO DE SAÚDE NO 3º, 4º e 5º ESCALÕES FUNCIONAIS ASSUNTOS 1. O 3º Escalão Funcional: o Serviço de Saúde do Exército de Campanha. 2.O 4º e 5º Escalões Funcionais: o Serviço de Saúde da Zona de Administração (ZA) e da Zona do Interior (ZI). 3. Evacuação Aeromédica (EVAM). CARGA HORÁRIA: 34 HORAS NR DE OBJETIVOS ESPECÍFICOS SESSÕES a. Citar as Unidades de triagem, evacuação e hospitalização do Exército de Campanha; b. Descrever a cadeia de evacuação de Exército de Campanha. 06 a. Citar as unidades de triagem, evacuação e hospitalização da Zona de Administração (ZA) e da Zona de Interior (ZI); b. Descrever as possibilidades, desdobramentos do Serviço de Saúde da Zona de Administração e da Zona de Interior (ZI). a. Descrever a evacuação aeromédica (EVAM) no Teatro de Operações. 06 02 a. Citar as principais características do Serviço de saúde nas operações aeroterrestres, nas operações em montanha, caatinga e selva; 10 b. Citar os efeitos do ambiente químico, biológico e nuclear (QBN) nos efetivos de tropa empenhados; c. Descrever os procedimentos de descontaminação em ambiente QBN. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. As sessões serão complementadas com visitas ao 25° B Log (Es) – 05 tempos, e ao H Cmp – 05 tempos. b. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino : palestra, discussão dirigida, demonstração e estudo dirigido. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. BRASIL – Min Defesa – Exército Brasileiro. Emprego do Serviço de Saúde- Manual de Campanha (C8-1)- Anteprojeto. Brasília: EGCF, 2001. 4. O Serviço de Saúde nas situações táticas e operações especiais. 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM INSTRUMENTO DE MEDIDA PROCESSO DE AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA TEMPO DESTINADO PROVA ESCRITA 02 HORAS RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM 02 HORAS UD AVALIADAS I a III ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 PRÁTICA DE ENFERMAGEM PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 100 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Executar atividades específicas do Sargento de Saúde nas diversas unidades de uma OMS. b. Aplicar conhecimentos de legislação técnica no atendimento aos usuários do SAMMED/FUSEX e JIG/JISE na esfera de suas atribuições. c. Evidenciar capacidade de contribuir, espontaneamente, para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). d. Evidenciar capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes, nas diferentes circunstâncias (AUTO-CONFIANÇA). e. Evidenciar capacidade de realizar, espontaneamente, atividades com empenho e entusiasmo (DEDICAÇÃO). f. Evidenciar capacidade de manter reserva sobre fatos de seu conhecimento que não devam ser julgados. g. Evidenciar capacidade de controlar suas próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). h. Evidenciar capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e enfrentando as conseqüências de suas atitudes e decisões. i. Evidenciar capacidade de perceber e compreender o ambiente, as características e sentimentos de pessoas e/ou grupos, buscando atender aos seus interesses e necessidades. 2 2. UNIDADE DIDÁTICA I – PRÁTICA DE ENFERMAGEM EM ORGANIZAÇÃO MILITAR DE SAÚDE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 100 HORAS NR DE SESSÕES a. Compreender a dinâmica de funcionamento de uma Organização Militar de Saúde (OMS). b. Participar da rotina da seção SAMMED/FUSEX e JISG/JISE na esfera de suas atribuições. c. Executar corretamente procedimentos de enfermagem nas diversas unidades de internação e no ambulatório médico. d. Reconhecer as funções do padioleiro. e. Participar das atividades desenvolvidas na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. f. Manter controle de suas emoções durante a execução de suas atividades junto aos clientes (EQUILÍBRIO 1. Atividades do EMOCIONAL). 100 Sargento de Saúde g. Contribuir espontaneamente para o trabalho da equipe multiprofissional (COOPERAÇÃO). h. Executar corretamente as técnicas de enfermagem ao cliente. i. Responder pelos seus atos na prestação da assistência ao cliente (RESPONSABILIDADE). j. Transmitir segurança ao cliente durante a execução da assistência (AUTO-CONFIANÇA). k. Guardar informações relativas ao cliente e seu tratamento (DISCRIÇÃO). l. Compreender necessidades básicas afetadas no cliente (SENSIBILIDADE). m. Participar com interesse da rotina administrativa do sargento de saúde (DEDICAÇÃO). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. As atividades terão caráter predominantemente prático e serão desenvolvidas no HCE. b. Esta disciplina não será objeto de avaliação somativa. ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 PSICOLOGIA APLICADA PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 43 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Aplicar o estudo da Psicologia a situações específicas da área de Saúde; b. Descrever os tipos de personalidade em seus diferentes tipos; c. Descrever os distúrbios de personalidade; d. Compreender os principais componentes do relacionamento interpessoal. e. Evidenciar a capacidade de contribuir, espontaneamente, para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe (COOPERAÇÃO). f. Evidenciar a capacidade de controlar suas próprias reações para continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). g. Evidenciar a capacidade de lidar com as pessoas sem ferir suscetibilidades. 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS: UNIDADE DIDÁTICA I – INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Correntes e campos da Psicologia. 2. Auto e Héteroconhecimento. CARGA HORÁRIA: 20 HORAS NR DE SESSÕES a. Conhecer as principais corrente atuais do estudo da Psicologia; b. Distinguir os diversos tipos de atuação da Psicologia e de suas contribuições. a. Identificar os componentes do relacionamento interpessoal; b. Manter o controle diante de situações adversas (EQUILÍBRIO EMOCIONAL). a. Relacionar o processo de adaptação social e situação real de ambientes diversos; 3. Psicologia Social. b. Apoiar a readaptação do doente no retorno ao convívio social (COOPERAÇÃO). 4. Teorias da Personalidade. a. Conhecer os tipos de personalidade; b. Caracterizar os tipos de comportamento desenvolvidos pelo homem. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Os assuntos desta UD serão conduzidos de forma a solicitar debates com participação ativa dos alunos. b. Recomenda-se a atividade presencial e a técnica de ensino a discussão dirigida. UNIDADE DIDÁTICA II – PSICOLOGIA NA ÁREA DE SAÚDE ASSUNTOS 1. Aspectos psicológicos da dor 2. Relações Familiares. a. b. c. a. b. 06 04 04 06 CARGA HORÁRIA: 11 HORAS NR DE OBJETIVOS ESPECÍFICOS SESSÕES Conhecer a importância da Psicologia na formação do profissional de saúde; Conhecer o estado psicológico e a somatização da dor; 07 Incentivar o paciente no desenvolvimento de sua auto-estima. Explicar à família sobre sua importância no processo emocional do paciente; 04 Ser cauteloso ao responder solicitação da família sobre o estado do paciente (TATO). INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Os assuntos desta UD serão conduzidos de forma a solicitar debates com participação ativa dos alunos. b. Recomenda-se a atividade presencial e a técnica de ensino a discussão dirigida. 3 UNIDADE DIDÁTICA III – PROFISSIONAL DE SAÚDE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 08 HORAS NR DE SESSÕES a. Explicar a importância do vínculo Paciente / Profissional de Saúde; b. Conhecer o tipo de paciente que necessita de atendimento personalizado; 08 c. Conhecer os aspectos relacionados à resistência a frustração. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Os assuntos desta UD serão conduzidos de forma a solicitar debates com a participação dos alunos, procurando-se, dentro da casuística existente, demonstrar os aspectos importantes da psicologia do enfermo. b. Recomenda-se a atividade presencial e a técnica de ensino a discussão dirigida. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. Editora Mc Graw-Hill do Brasil. b. FARRINGTON, Benjamim - A Ciência Grega - Editora IBRASA. c. FERNICHEL - Teoria Psicanalítica das Neuroses - Editora Atheneu. d. HALL E LINDISEY - Teoria da Personalidade - Editora Pedagógica e Universitária. e. LUNDIN, Robero - Psicologia da Personalidade - Editora José Olimpo. f. PAIM, Isaías - Curso de Psicopatologia - Editora Grijalbo Ltda. g. RODRIGUES, Aroldo - Psicologia Social - Editora Vozes. 1. Vínculo com o Paciente 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM PROCESSO DE AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA PROVA ESCRITA INSTRUMENTO DE MEDIDA TEMPO DESTINADO 3 HORAS RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM 1 HORA UD AVALIADAS I a III ESCOLA DE SARGENTOS DE LOGÍSTICA CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE SAÚDE ELABORADO EM 2012 ENFERMAGEM CLÍNICA E PRÁTICA HOSPITALAR PERÍODO DE QUALIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA: 80 HORAS PLANO DE DISCIPLINA APROVADO PELO BI DETMil Nr 014 de 26 de FEV 2013. 1. OBJETIVOS PARTICULARES DA DISCIPLINA NO CURSO a. Desenvolver habilidades práticas no exercício de enfermagem; b. Correlacionar as habilidades cognitivas, interpessoais e psicomotoras no exercício das atividades de técnico de enfermagem; (DEDICAÇÃO E PERSISTÊNCIA) c. Explicar as principais ações do técnico de enfermagem no controle da Infecção Hospitalar; d. Explicar as condutas de Biossegurança no ambiente hospitalar. 2 2. UNIDADES DIDÁTICAS: UNIDADE DIDÁTICA I – HABILIDADES TÉCNICAS BÁSICAS À ENFERMAGEM ASSUNTOS 1. Sinais Vitais 2. Avaliação Física 3. Administração de Medicamentos 4. Restrição no Leito OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIAS: 36 HORAS Nº DE SESSÕES a. Definir as diretrizes para medidas de sinais vitais; b. Descrever a conduta para aferição de sinais vitais: temperatura, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e pressão arterial. c. Discutir o relacionamento entre a função fisiológica e a medida de sinais vitais; d. Realizar aferição de sinais vitais: temperatura, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e pressão arterial. e. Identificar valores normais dos sinais vitais de um adulto e uma criança; f. Descrever as variáveis que alteram os valores desses sinais. a. Discutir os propósitos de uma avaliação física; b. Descrever as técnicas utilizadas em cada um dos métodos para avaliação física; c. Listar as técnicas utilizadas para promover o conforto tanto físico quanto psicológico do paciente durante um exame; d. Realizar o exame físico de forma organizada e adequada. a. Discutir as responsabilidades legais do profissional de enfermagem na prescrição e administração de drogas; b. Descrever os mecanismos fisiológicos da ação das drogas, inclusive sua absorção, distribuição, metabolismo e excreção; c. Descrever fatores a serem considerados na escolha da via de administração de medicamentos; d. Calcular corretamente uma dosagem de um medicamento prescrito. e. Listar os ―cinco certos‖ da administração de drogas; f. Preparar e ministra corretamente os medicamentos. a. Enumerar a finalidade para a realização da restrição do paciente no leito; b. Descrever a técnica para restrição do paciente no leito; c. Realizar a técnica para restrição do paciente no leito. 06 06 12 02 3 5. Sondagem Nasogástrica a. Enumerar a finalidade para a realização da Sondagem Nasogástrica; b. Descrever a técnica para passagem de Sondagem Nasogástrica no paciente; c. Realizar a técnica de Sondagem Nasogástrica. 02 6. Sondagem Nasoentérica a. Enumerar a finalidade para a realização da Sondagem Nasoentérica; b. Descrever a técnica para passagem de Sondagem Nasoentérica no paciente; c. Realizar a técnica de Sondagem Nasoentérica. 02 7. Sondagem Vesical a. Definir as técnicas de sondagem vesical; b. Enumerar a finalidade para a realização da Sonda Vesical de Demora e de Alívio; c. Descrever as técnica para passagem de Sonda Vesical de Demora e de Alívio; 04 8. Acesso Vascular a. Definir as técnicas de Acesso Vascular; b. Enumerar a finalidade para a realização do Acesso Vascular; c. Descrever as técnica para a realização do Acesso Vascular. 02 INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se atividade presencial e técnica de ensino: palestra,discussão dirigida e trabalhos em grupo. b. A UD será complementada durante o PCI no Hospital Central do Exército (HCE). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. LIMA, I. L. Manual do Técnico e do Auxiliar de Enfermagem. Goiânia. AB – Editora, 9ºEd, 2010. b. POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Grande Tratado de Enfermagem Prática: Clínica e Prática Hospitalar. Editora:Santos; São Paulo, 3ºEd, 2002. 4 UNIDADE DIDÁTICA III- INFECÇÕES HOSPITALARES ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 14 HORAS NR DE SESSÕES a. Conceituar Infecção Hospitalar; b. Citar as causas de infecção hospitalar; 1. Infecção Hospitalar 02 c. Classificar as infecções hospitalares; d. Citar as medidas de controle de infecções. a. Citar as competências da CCIH; 2. Comissão de Controle de b. Citar indicadores epidemiológicos mais importantes levantados e analisados pela CCIH; 04 Infecção Hospitalar (CCIH) c. Citar as fontes de coleta de dados para a produção dos indicadores; d. Citar procedimentos para controle de infecções. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino de estudo preliminar, palestra, estudo dirigido, pesquisa em grupo e exercício individual. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a. VERONESI, Ricardo e col. Tratado de Infectologia. Rio de Janeiro: Atheneu,3ºEd, 2005. b. ROUQUAYROL, Maria Zélia e ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e Saúde. Rio de Janeiro: Medsi,6º Ed, 2003. c. Portaria nº 485 de 11 de novembro de 2005 / MTE- Aprova as Normas Regulamentadora nº 32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE; d. PORTARIA Nº 759, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2002 Aprova as Normas para Implantação e Funcionamento das Comissões dentre elas a comissão de Controle de Infecção Hospitalar em Organizações Militares de Saúde do Exército 5 UNIDADE DIDÁTICA IV- BIOSSEGURANÇA EM SAÚDE ASSUNTOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS CARGA HORÁRIA: 24 HORAS NR DE SESSÕES a. Conceituar biossegurança; b. Citar os riscos em ambientes de saúde e os principais acidentes ocupacionais; c. Citar os procedimentos após exposição ocupacional a material biológico; 1. Biossegurança em Saúde d. Descrever o uso adequado dos equipamentos de proteção individual; e. Identificar e classificar resíduos hospitalares; f. Descrever os processos de: acondicionamento e tratamento dos resíduos sólidos. INSTRUÇÕES METODOLÓGICAS 24 a. Recomenda-se a atividade presencial e as técnicas de ensino de estudo preliminar, tempestade de idéias, palestra, estudo dirigido e pesquisa em grupo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) HIRATA, M. H.; FILHO, J. M. Manual de Biossegurança.Editora Manole, 2ºEd, 2012. b) ROUQUAYROL, Maria Zélia e ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e Saúde. Rio de Janeiro: Medsi, 6ºEd, 2003. c) RDC Nº 306, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004- Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. d) OPPERMANN, Carla Maria, Manual de biossegurança para serviços de saúde. / Carla Maria Oppermann, Lia Capsi Pires. — Porto Alegre: PMPA/SMS/CGVS, 2003. 3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM INSTRUMENTOS DE MEDIDA PROCESSO DE AVALIAÇÃO TIPO DE PROVA TEMPO DESTINADO PROVA ESCRITA 4 HORAS RETIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM 2 HORAS UD AVALIA DA I a III