Tudo o que serve para os cegos, tem que servir também para os videntes. A Escr ita Mus ical Lissoni surgiu em 1.974, em São Paulo, a partir de uma dificuldade inicial do autor em escrever partituras. Durante as aulas de solfejo, Sidney Lissoni fazia uma seqüência de semicírculos na horizontal que serviam de tempos, onde marcava o início das notas. Após concluir o curso de Educação Artística – Música, passou a ministrar aulas de Música para crianças cegas numa escola particular. Utilizando a técnica de relevo, colocou à prova a nova maneira aperfeiçoando-a para deficientes visuais, e em negrito para videntes, desenvolvendo também o Método Lissoni de Musicalização. Em 1.998, a escrita e o método foram inseridos no Programa de Alfabetização Solidária junto à Faculdade de Comunicação Social de São Paulo, onde lecionava e regia o coral. Hoje a Escrita Musical Lissoni e o Método Lissoni de Musicalização são adotados por escolas de Educação Infantil, de Ensino Fundamental e Médio, e como não poderia deixar de ser em corais e escolas de música. Foram realizados workshops e capacitações nos seguintes locais: Memorial da América Latina (Secretaria Estadual de Cultura – grupo de maestros da Grande São Paulo), Itapecerica da Serra, Mairiporã, Embu-Guaçu – SP, Ielmo Marinho e Brejinho – RN, Paulista, Riacho dos Cavalos, Catolé do Rocha – PB, SIEEESP – Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo, e também apresentada para as entidades Dorina Nowell, Lara Mara e ABC Fernanda Bianchini onde aplicou o método e a escrita. Escrevendo “o que se ouve” assimila-se muito mais rápido e a memorização é feita pelo entendimento do registro escrito. A Escrita Mus ical Lissoni proporciona: Leitura rápida e descomplicada; Uso da Matemática básica de maneira dirigida para discalcúlicos; Grafia simples para a prática de instrumentos e bandinhas de escolas; Uso da memória sinestésica (em caso de DVs), além da auditiva, e da visual em caso de videntes; Os DVs tocam ou cantam simultaneamente com a leitura; Material de longa durabilidade (negrito ou em relevo); Linguagem universal com signos facilitados permitindo o entendimento de todos; Até 20 compassos quaternários em relevo com monogramas duplos. Aplicação em: Corais; Bandas; Alfabetização Inclusiva; Alfabetização de Jovens e Adultos; Educação Infantil; Ensino Fundamental; Ensino Médio; Musicalização em geral (todos os instrumentos). Sidney Lissoni: Graduou-se pela Escola de Música e Educação Artística da Universidade São Judas Tadeu, em Artes Cênicas pela FPA, e pela Escola Senai Suíço- Brasileira em Técnico em Mecânica de Precisão. É músico multinstr umentista, criador e produtor de trilhas sonoras para programas de R.TV. e Teatro, e campanhas publicitárias. Aprofundou seus estudos em Alfabetização do DV, PNL e Canto Coral. Cursou a Física da Música na EFEI (MG) e, na PUC cursou Língua Portuguesa (Teia do Saber), e na UNESP (Rio Claro - EaD) Alternativas Metodológicas para Aulas Inclusivas: Experiências com Deficiência Visual e Auditiva. Coordenou a Área de Artes do Colégio Pequenópolis onde iniciou seus trabalhos de musicalização com cegos. Foi Professor-Coordenador do Projeto de Alfabetização Solidária (Gover no Federal) pela Faculdade de Comunicação Social de São Paulo, onde aplicou a EML como coadjuvante na alfabetização de jovens e adultos. Fundou o Coral de Jovens da Promoção Social de Embu-Guaçu, e regeu o Coral Municipal apresentando-se em diversos concertos (incluindo no Memorial da América Latina). Fundou o Coral Lissoni, o Coral IBDF e o Coral Infantil da SOBEI. É Professor Titular de Artes no Estado de São Paulo, coordenador de festivais de música e projetos de inclusão. Colaborador da Revista Incluir – Editora Ciranda Cultural, colunista do Jornal Local com matérias sobre Música. Ministra palestras e cursos pelo SIEEESP, A Didática, IBEP, Clube dos Mestres, e em prefeituras. Prof. Sidney Lissoni e-mail: [email protected] Cel.: (0XX11) 9915-2244 Rua Granada, 325 Embu-Guaçu - SP CEP: 06900-000