1 PUBLICADA NO DPL NO DIA 1.º DE SETEMBRO VIGÉSIMA TERCEIRA SESSÃO SOLENE DA PRIMEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA DÉCIMA OITAVA LEGISLATURA, REALIZADA EM 21 DE AGOSTO DE 2015. ÀS DEZENOVE HORAS E VINTE E CINCO MINUTOS, O SENHOR DEPUTADO GILDEVAN FERNANDES OCUPA A CADEIRA DA PRESIDÊNCIA. O SR. CERIMONIALISTA - (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Senhoras e Senhores, Senhores Deputados, telespectadores da TV Ales, boa noite. É com satisfação que a Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo recebe todos para a sessão solene em homenagem aos 156 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil. Nesta sessão, prestaremos uma homenagem especial às executivas dos Sínodos e aos Diáconos da Igreja Presbiteriana do Brasil no Espírito Santo. Já se encontra à Mesa o Senhor Deputado Gildevan Fernandes, proponente desta sessão, que a partir deste momento fará a abertura dos trabalhos, na forma regimental. O SR. PRESIDENTE – (GILDEVAN FERNANDES - PV) – Invocando a proteção de Deus, declaro aberta a sessão solene e procederei à leitura de um versículo da Bíblia. (O Senhor Deputado Gildevan Fernandes lê I Crônicas, 16: 08) O SR. PRESIDENTE – (GILDEVAN FERNANDES - PV) – Dispenso a leitura da ata da reunião anterior. (Pausa) Informo aos Senhores Deputados e demais presentes que esta sessão é solene, em comemoração aos 156 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil, conforme requerimento de minha autoria, aprovado em Plenário, com o apoio de todos os Senhores Deputados e Senhoras Deputadas da Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo. O SR. CERIMONIALISTA - (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido para tomar assento à Mesa o senhor Esmael Almeida, ex-deputado e suplente de deputado; o Rev.º Romildo Lima de Freitas, presidente do Sínodo Espírito Santo/Rio de Janeiro; a senhora Giovana Angélica Gagno Fernandes, esposa do Senhor Deputado Gildevan Fernandes; o Rev.º Marcelo Bernardino da Silva, presidente do Sínodo Minas Gerais/Espírito Santo; o presbítero José de Oliveira Marins, secretário Sinodal de Apoio Diaconal do Sínodo Central Espírito-Santense; e o senhor Vitor Coelho, presidente do Instituto Glauber Coelho. (Pausa) (Tomam assento à Mesa os referidos convidados) O SR. CERIMONIALISTA - (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido todos para, de pé, ouvirmos a execução do Hino Nacional e a do Espírito Santo. (Pausa) (É executado o Hino Nacional e o do Espírito Santo) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Este cerimonial pede desculpa pela falha e convida para compor a Mesa o reverendo Jailto Lima do Nascimento, presidente do Sínodo Central EspíritoSantense e o deputado federal Max Mauro Filho. (Pausa) (Tomam assento à Mesa os referidos convidados) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Neste momento fará uso da palavra o Senhor Deputado Gildevan Fernandes, proponente desta sessão solene. O SR. PRESIDENTE – (GILDEVAN FERNANDES – PV) – Boa-noite a todos e a todas. A paz do Senhor Jesus para todos os irmãos e irmãs presentes! Agradeço a Deus a presença de todos. Cumprimento nosso irmão, deputado federal Max Filho; o reverendo Jailto Lima do Nascimento, presidente do Sínodo Central Espírito-Santense; o ex-deputado Esmael de Almeida, deputado suplente, que gentilmente atendeu nosso convite; o reverendo Romildo Lima de Freitas, presidente do Sínodo Espírito Santo/Rio 2 de Janeiro; o reverendo Marcelo Bernardino da Silva, presidente do Sínodo Minas Gerais/Espírito Santo; e o Vítor Coelho, presidente do Instituto Glauber Coelho. Obrigado pela presença. A todos quero manifestar a alegria deste dia e a importância da nossa Igreja Presbiteriana do Brasil pelo aniversário de cento e cinquenta e seis anos. Peço o apoio da minha esposa para me trazer, gentilmente, a pasta. Ela não sabia e nem queria que fosse convidada para compor a Mesa, mas agora acho que já percebeu a importância. Em 12 de agosto de 1859, desembarcou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, o jovem missionário Ashbel Green Simonton, que com muito pouco tempo no Brasil, estabeleceu a grande igreja, a Igreja Presbiteriana do Brasil. São cento e cinquenta e seis anos de lutas e de muitas bênçãos. Fatos históricos muitas vezes ficam registrados vagamente em nossa memória e são palavras que, às vezes, expressamos sem vivenciar e sem buscar em nossa imaginação como foi a vida de um jovem que com destemor veio para uma terra desconhecida, e chega a este País, ainda tão sem desenvolvimento, com tantas precariedades ainda, e aquele jovem abandona a sua nação e chega nesta terra para cumprir uma missão, sobrepor todos os obstáculos, cumprir o Ide do Senhor, semear a palavra do Senhor e pregar a palavra do Senhor. Certamente, sem a vaidade e sem imaginar que, cento e cinquenta e seis anos depois, aquela semente - não direi a semente que ele plantou não, direi a semente que Deus plantou no coração e que ele fez germinar -, cento e cinquenta e seis anos depois, podemos comemorar no Espírito Santo, nesta Assembleia Legislativa, a exemplo do que acontece em todo nosso País. Seguindo nossos passos antepassados, continuamos centralizados nas Escrituras Sagradas, com firmeza na doutrina, no sistema de governo, na missão integral de buscar o perdido pecador e cooperando na ação social para que tenhamos um mundo melhor. Hoje, de maneira muito especial, homenageamos aqueles que tiveram, têm e continuarão a ter um papel fundamental no desenvolvimento desta Igreja: os diáconos. O diaconato é um ministério de compaixão da igreja, especialmente em favor dos pobres e dos enfermos; expressa a responsabilidade da Igreja no campo da justiça social e do serviço cristão; função espiritual relacionada com a essência do Evangelho, como está escrito em I Timóteo, 3:13: pois os que desempenharem bem o diaconato alcançam para si mesmos justa preeminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus. Não há como celebrar cento e cinquenta e seis anos de história sem considerar o serviço dedicado e fiel dos nossos queridos diáconos, irmãos diáconos. Que o Senhor continue a fortalecê-los a fim de prestarem sempre o serviço dedicado, voluntário e fundamental do diaconato. O tempo é de gratidão, mas o desafio continua. Não podemos ficar apenas descansando-em-berçoesplendido, olhando para os feitos do passado e esquecendo o futuro de desafios e crescimento que nos aguarda. Temos que continuar, temos que fazer nossa parte na grande comissão. Os eleitos de Deus estão espalhados pelo mundo aguardando a nossa pregação e o convite de Jesus para que haja arrependimento e conversão. Diz o apóstolo Paulo em uma de suas palavras à igreja de Corinto, em I Coríntios, 3:6: Eu plantei; Apolo regou; mas foi Deus quem deu o crescimento. Que tenhamos a mesma consciência que o apóstolo do Senhor: um planta, a semente é regada, mas todos temos a plena certeza de que é Deus quem dá o crescimento. Somos apenas instrumentos nas mãos do Senhor. Que Ele continue nos usando como usou tantas outras pessoas no passado. Parabéns a todos os diáconos, parabéns à Igreja Presbiteriana do Brasil pelos seus cento e cinquenta e seis anos de bela história. Continuemos na força e no poder do Senhor, sendo instrumentos para transformar muitas vidas para a glória do próprio Deus. Que Deus nos abençoe! (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Neste momento, ouviremos a saudação do presidente do Sínodo Minas/Espírito Santo, reverendo Marcelo Bernardino da Silva. O SR. MARCELO BERNARDINO DA SILVA – (Sem revisão do orador) – Queremos nos congratular nesta noite por este momento importante quando, no último dia 12 de agosto, a Igreja Presbiteriana do Brasil alcançou cento e cinquenta e seis anos em solo-pátrio. Simultaneamente, agradecemos ao deputado Gildevan Fernandes, a homenagem proposta, por quem temos orado para que Deus abençoe a sua vocação na carreira política. Diante disso, queremos afirmar que este momento vem a calhar muito bem com um tributo de gratidão a Deus pela vida dessa Igreja que foi uma das pioneiras no Brasil e que tem usado sua história e sua vida para a glória de Deus e para o bem-estar do próximo. Trata-se, Deputado Gildevan, esta homenagem, além de nosso ajuntamento para celebrar a glória de Deus como Igreja Presbiteriana do Brasil, também de inspiração para que por meio desse ato possamos ser estimulados e incentivados a continuar a jornada à frente, com os desafios sempre propostos a cada tempo e a cada era. Sobretudo destacamos o trabalho dos diáconos. O trabalho diaconal da Igreja Presbiteriana do Brasil, segundo as Escrituras, um ofício muito sublime que se dedica ao trabalho de assistência daqueles que necessitam e 3 sofrem e que tanto carecem da mão estendida da igreja, dos braços do salvador Jesus. Fica a nossa gratidão ao Senhor Deus; as nossas congratulações; o nosso muito obrigado ao Senhor Deputado Gildevan Fernandes, e que Deus abençoe a todos nós. (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) - Neste momento ouviremos também a saudação do reverendo Romildo Lima de Freitas, presidente do Sínodo do Espírito Santo/Rio de Janeiro. O SR. ROMILDO LIMA DE FREITAS - (Sem revisão do orador) - Queremos saudar a todos com a graça e a paz do nosso querido e salvador Jesus Cristo! Quero cumprimentar o Senhor Deputado Gildevan Fernandes. Cumprimentando o deputado, assim o faço a todos os membros da Mesa. É uma alegria para nós, como servos de Deus retornar a esta Casa de Leis. Senhor Deputado Gildevan Fernandes, irmão, fique ciente que a Igreja Presbiteriana Central, em Cachoeiro de Itapemirim, tem orado pela vida do senhor, pela vida dos demais deputados. Inclusive pela vida do nosso querido irmão, deputado federal Max Filho, também representando a Igreja Presbiteriana em Brasília. A nossa oração é para que o nosso bondoso Deus, que plantou a semente do Evangelho nesta Pátria, e tem sustentado esta vetusta Igreja, continue derramando as suas bênçãos. E que nós, enquanto Igreja Presbiteriana, possamos fazer a diferença neste mundo mal e perverso. Que Deus continue a olhar com graça e misericórdia para a nossa Igreja, em especial no momento de hoje, relembrando os nossos diáconos, e continue a cuidar dos diáconos, das suas esposas, das suas famílias. Que esses irmãos valorosos no reino de Deus, continuem a servir ao nosso bondoso Deus com amor, dispensando o cuidado àqueles que precisam. Que o nosso bondoso Deus continue olhando para esta Casa de Leis e abençoando esses homens, dando saúde física, intelectual e espiritual para aqueles que precisam. Que esta Casa de Leis continue a desenvolver o papel dela para abençoar o nosso Estado. E que Deus abençoe a Igreja Presbiteriana no Brasil e abençoe a todos nós, em nome de Cristo Jesus. É isso o que peço, amém! (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) - Neste momento o grupo de louvor fará a apresentação de dois louvores, sob a direção do presbítero Hudson Ferreira do Nascimento. O SR. HUDSON FERREIRA DO NASCIMENTO - Queridos irmãos, é uma alegria podermos mais uma vez estar aqui juntos comemorando os 156 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil. Temos que agradecer ao Senhor Deus tantas bênçãos que Ele tem derramado sobre a nossa vida, sobre a nossa Igreja. Quero convidar vocês a se colocarem de pé. Vamos cantar ao Senhor por tudo que tens feito, por tudo que ainda vai fazer. Queremos louvar e exaltar o Seu nome. Vamos cantar! (Pausa) (O grupo se apresenta) O SR. CERIMONIALISTA - (SÉRGIO SAKIS FILHO) – Obrigado ao grupo de louvor, ao presbítero Hudson Ferreira do Nascimento pela apresentação. Neste momento fará uma saudação o ex-deputado e suplente de deputado Esmael de Almeida. O SR. ESMAL DE ALMEIDA – (Sem revisão do orador) - Graça e paz, meus irmãos! Saúdo todos, começando a saudar a Mesa, na pessoa do Presidente desta sessão solene, Deputado Gildevan Fernandes. Quero, publicamente, deputado, agradecer a V. Ex.ª o convite; não foi um convite, foi uma intimação. Estou muito feliz de estar nesta Assembleia Legislativa, com meus irmãos presbiterianos, participando deste momento tão importante da vida de vocês. Saúdo os demais componentes da Mesa, meu amigo deputado Max Filho. Digo que, como capixaba, temos orgulho do seu trabalho, Deputado. Estamos orgulhosos do seu trabalho no Congresso Nacional. Meus irmãos, ouvimos aqui falar do início do trabalho, dessa história tão linda de vocês, presbiterianos. Aquele jovem, Ashbel Green Simonton, missionário, novo, vinte e seis anos, chegou nesta terra, no nosso Brasil, e iniciou esse trabalho. Ficou pouco tempo aqui, apenas oito anos. Foi acometido por febre amarela e veio a falecer, mas deixou plantado esse trabalho. Não há como falarmos tudo que deixou; o legado que deixou para nós, evangélicos. Depois vieram outros missionários e espalharam o trabalho presbiteriano por todo o Brasil, chegando ao Espírito Santo, nosso Estado, há uns oitenta e cinco anos. Tenho tido o privilégio de compartilhar o meu trabalho. Apenas tenho dez anos na vida pública. Já entrei na vida pública lá na frente. Depois de trinta e sete anos trabalhando em uma empresa, Deus me colocou na vida pública, e tenho me relacionado com todas as igrejas, mas de uma maneira muito carinhosa com a Igreja 4 Presbiteriana, onde tive o prazer de sempre, quando preciso, correr até lá e pedir apoio, ajuda, ao reverendo Jailto, ao pastor Hernandes, aos demais pastores e ao reverendo José Ernesto, que também é meu amigo e tem me ajudado muito na minha vida pública. Louvo a Deus pelo trabalho presbiteriano no Brasil, por esta história tão linda iniciada há cento e cinquenta e seis anos. Que Deus continue abençoando a Igreja Presbiteriana, a vida dos presbiterianos, a família presbiteriana. Que Deus continue usando essa Igreja para expandir o reino de Deus, levar as boas-novas, levar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo a tantas localidades. Quero parabenizar. Conheço um pouco da Igreja Presbiteriana, o trabalho que vocês fazem. Só quero deixar um versículo da Palavra de Deus para todos vocês nesta noite: Meus irmãos, continuem firmes, constantes, inabaláveis, sempre atuantes na obra de Deus, sabendo que o que vocês fazem não é em vão no Senhor. Parabéns a todos; parabéns, presbiterianos; parabéns aos diáconos pelo dia de vocês. Muito obrigado por tudo. (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Ouviremos agora a saudação do deputado federal Max Filho. O SR. MAX FILHO – (Sem revisão do orador) – Cumprimento o Senhor Deputado Gildevan Fernandes, autor do requerimento, aprovado pela Casa, que nos permite participar desta sessão solene. Saúdo o pastor Romildo Lima de Freitas, o pastor Marcelo Bernardino da Silva e o pastor Jailto Lima do Nascimento. Saúdo o nosso ex-deputado estadual Esmael de Almeida, o Badejo, como meu pai o chamaria. Saúdo a Giovana Angélica Gagno Fernandes, esposa do Senhor Deputado Gildevan Fernandes. Cumprimento o Vitor Coelho, irmão do saudoso Glauber Coelho, de uma família do Sul do Espírito Santo. Saúdo todos os pastores presentes. Vejo representação de todo o Estado nesta sessão: Nova Venécia, Barra de São Francisco, Colatina, Linhares, Sul do Estado, enfim, todo o Espírito Santo está aqui representado. Saúdo os homenageados desta noite, os diáconos, na pessoa do presidente da Junta Diaconal da minha igreja local, o diácono Walter de Souza Nunes. Saúdo todos os queridos irmãos, amigos, pastores; o pastor José Ernesto, representando a Associação de Pastores da Grande Vitória. Saúdo Serra, Cariacica, todos os municípios representados. Quero em rápidas palavras dizer que a Igreja Presbiteriana é uma igreja apostólica, uma igreja herdeira do Ide do Senhor Jesus Cristo, uma igreja reformada. Uma igreja que passa pela reforma da igreja cristã no mundo, que abraça a teologia reformada, especialmente a teologia fundada, a princípio por Martim Lutero, posteriormente sistematizada por João Calvino. Posteriormente, os calvinistas, não foi João Calvino que sistematizou os cinco pontos calvinistas, mas a igreja abraça aqueles cinco pontos calvinistas: o acróstico, no inglês tulip, a depravação total do ser humano. Ou seja, a igreja entende que o ser humano por si só é incapaz de salvar-se a si mesmo, incapaz de querer o bem, incapaz de cumprir toda a lei de Deus. Então, como diz o apóstolo Paulo: porque nós estávamos mortos nos nossos delitos e pecados. Então o ser humano é um ser totalmente depravado: a depravação total do ser humano. Em segundo lugar, a eleição incondicional. Deus quando escolhe, chama, e Jesus Cristo falou: Não fostes vós que escolhestes a mim, mas eu escolhi a vós outros, para que vades e dês frutos. Então a eleição é incondicional. Deus, quando olha para cada um de nós, não vê nada em cada um de nós que pudesse motivá-lo a nos salvar. A eleição é incondicional, não há uma condição pré-definida, não há um ser humano melhor do que outro, não há isso. Todos nós estamos na mesma condição de pecadores. Em terceiro lugar, a expiação limitada. Jesus veio para salvar, e salvar cabalmente, completamente, todo aquele que se arrepende de seus pecados e creia nEle. São essas pessoas. Quando Jesus estava na cruz do calvário, havia dois ladrões ao lado dele. Um se arrependeu e falou: Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu Reino. Aquele ladrão na cruz do calvário não tinha sido batizado, não tinha frequentado igreja, estava ali por uma justa razão, e Jesus falou para ele: Na verdade hoje estarás comigo no paraíso. O outro continua zombando até na hora da morte, diante de Deus. Jesus veio para salvar aquele que se arrepender dos seus pecados. A irresistível graça. Quando Deus chama, chama eficazmente de forma que não conseguimos resistir ao chamado de Deus. Por isso, nossa vocação é eficaz: a graça é irresistível. Quando Deus chama, chama eficazmente. Ouvimos a voz do Senhor e a Palavra diz isso. Jesus fala que as minhas ovelhas ouvem a minha voz e me seguem. E o último ponto calvinista é a perseverança dos santos. Na verdade não são os santos que perseveram, mas a perseverança de Deus nos santos. Apesar de nós e de nossas mazelas, do nosso fraquejar, Deus persevera e nos leva eficazmente. Cremos nisso, porque cremos nas Sagradas Escrituras. A única regra de fé e prática da Igreja Presbiteriana do Brasil é a Palavra de Deus. Não há magistério da igreja, não há dogma, não há nada que seja convencionado pelo homem que esteja contra a Palavra de Deus, que se sobreponha à Palavra de Deus. 5 Somos uma Igreja reformada. Cremos nas Escrituras, na Bíblia Sagrada. Procuramos praticá-la. É uma Igreja que procura viver a Escritura Sagrada e que tem abençoado a nação brasileira não apenas na proclamação do Evangelho, mas também na ação social, na saúde, na beneficência e em muitas áreas a que somos chamados. É uma Igreja também cujos membros têm uma presença constante na sociedade e que tem participado, apontando caminhos como farol da sociedade, enfim, como se espera de uma igreja cristã. Fico muito feliz de poder estar nesta sessão com os senhores. Durante a semana, pude fazer um pronunciamento na Câmara Federal, saudando o dia da Igreja Presbiteriana do Brasil, que completa cento e cinquenta e seis anos. Glória a Deus por isso. Somos muito felizes e gratos a Deus por esta data tão especial, e por muitas pessoas construíram a Igreja Presbiteriana no Brasil ao longo da história e do tempo e continuam construindo. Um abraço a toda família presbiteriana e a todos aqueles que seguem essa Igreja, que são membros e que participam. Parabéns. Que Deus possa abençoar ricamente essa Igreja e visitá-la. Que essa Igreja possa ser um rico instrumento na mão de Deus para proclamar as virtudes de Nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. Que Deus abençoe a todos. Muito obrigado. (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Agradecemos ao Senhor Sérgio Camilo, vereador pelo Município de Cariacica, a presença. Neste momento, assistiremos à apresentação do Coral Louv’art, da Primeira Igreja Presbiteriana de Campo Grande, regidos pelo Presbítero Hudson Ferreira do Nascimento, entoando os louvores Com a minha voz clamo ao Senhor e Toma meu coração. (Pausa) (O coral se apresenta) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Nossos agradecimentos ao coral da Primeira Igreja Presbiteriana de Campo Grande pela apresentação. Neste momento, fará uso da palavra o senhor Vitor Coelho, presidente do Instituto Glauber Coelho, que nos falará um pouco sobre o Instituto Glauber Coelho, do nosso querido e saudoso Glauber Coelho. O SR. VITOR COELHO – (Sem revisão do orador) – Boa-noite! Graça e paz! Peço perdão pela minha voz, pois estou um pouco afônico. Primeiramente agradeço a Deus este momento, dos cento e cinquenta e seis anos da Igreja Presbiteriana no Brasil. Peço a Ele que continue abençoando todos os líderes, todos os pastores e todos os membros dessa Igreja, principalmente em nosso Estado, pelo trabalho de levar as boas-novas do Evangelho. Também agradeço ao pastor Márcio, que me fez o convite de estar hoje nesta Casa. Cumprimentando o pastor Márcio, cumprimento todos os demais pastores presentes. Cumprimento o Senhor Deputado Gildevan Fernandes, proponente desta sessão, parabenizando-o por dar sequência a esse trabalho belíssimo que a Igreja Presbiteriana vem fazendo, esse reconhecimento. Cumprimentando o Senhor Presidente Gildevan Fernandes, cumprimento os demais líderes políticos presentes. Estive nesta Casa na última sessão, ano passado, para receber uma homenagem em nome da minha família, uma homenagem ao meu irmão Glauber Coelho. Foi um momento muito triste, obviamente, mas hoje retorno a esta Casa de Leis em um momento mais feliz, mais alegre. No dia 11 de junho criamos, na verdade lançamos, porque o Instituto foi criado antes, o Instituto Glauber Coelho, era o aniversário do Glauber, queríamos marcar essa data, que seria triste, em uma data alegre. Transformamos uma data que possivelmente seria triste em uma data alegre. Criamos o Instituto com um único objetivo: dar sequência ao belo trabalho que o Glauber realizava em sua vida pública. Quero quebrar um pouco o protocolo para apresentar para os senhores um vídeo que apresentamos no lançamento do Instituto. Por favor, solicito que seja exibido o vídeo. (Pausa) (É exibido o vídeo) O SR. VÍTOR COELHO - Esse vídeo mostra um pouco da essência do nosso trabalho hoje no instituto. Glauber nos ensinou a trabalhar com alegria, sem perder a seriedade. Ontem, completou um ano da sua morte, dia 20 de agosto, e mais uma vez transformamos uma data triste em alegre. Ontem, lançamos nosso terceiro projeto – temos dois -, o projeto Melhorando a Vida, que consiste em formar uma rede de médicos voluntários para prestar consultas e qualquer tipo de situação médica para aqueles que mais precisam; o outro é o projeto Rede do Bem, que serve de elo entre pessoas que têm algum bem para doar e a pessoa que não tem. Então nos mobilizamos para fazer isso. Fizemos entregas de cestas básicas, berços, camas, 6 móveis, roupas, enfim, servimos como um elo entre as duas partes. Lançamos o terceiro projeto ontem, o hortão comunitário Village da Luz. Village da Luz é um bairro muito carente, em Cachoeiro de Itapemirim. Temos um terreno de aproximadamente seis mil metros quadrados de propriedade do idealizador do projeto, Ademir Francisco, onde estamos plantando mais uma semente que Glauber idealizou, junto com o Seu Ademir. Infelizmente, o poder público, às vezes, peca por não dar esse tipo de assistência, mas vamos dar sequência a esse trabalho pelo instituto para poder beneficiar várias famílias do bairro. O mais interessante é que nesse projeto, além de estar fazendo bem às comunidades do bairro Village, incentivamos as pessoas que recebem esse bem a fazerem o bem também, incentivamos que sejam doadoras de sangue para alimentar o banco de sangue de Cachoeiro de Itapemirim. Quero finalizar minhas palavras agradecendo mais uma vez a esta Casa o convite. Sou muito feliz de estar presente, porque o nome desta bancada hoje leva o nome de Glauber Coelho. Isso é prova do reconhecimento que seu trabalho foi muito bem feito e abençoado por Deus. Uma boa noite a todos! Que Deus nos abençoe! (Muito bem!) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Hoje tivemos uma reportagem no jornal A Gazeta, sobre uma pessoa salva duas vezes por Glauber Coelho: numa época em que essa pessoa estava precisando de uma vaga na UTI, o deputado ainda em vida conseguiu a UTI; e, depois de falecido, essa mesma pessoa teve o fígado do nosso querido Glauber Coelho transplantado nele. Neste momento, passamos ao ato de grande importância desta sessão. Convido o deputado proponente desta sessão, Senhor Deputado Gildevan Fernandes, para fazer a entrega das homenagens. (Pausa) Convido o homenageado do Senhor Deputado Gildevan Fernandes, reverendo Jailto Lima do Nascimento, para receber uma placa alusiva aos 156 Anos da Igreja Presbiteriana do Brasil das mãos de S. Ex.ª e do deputado federal Max Filho, e nesse ínterim procederei à leitura do currículo de S. S.ª. (Pausa) O reverendo Jailto Lima do Nascimento é natural da Bahia, é bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Presbiteriano; e bacharel em Teologia pela Escola Superior de Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo. Atualmente é presidente do Sínodo Central Espírito-Santense. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o homenageado do Senhor Deputado Gildevan Fernandes, reverendo Romildo Lima de Freitas, para receber uma placa alusiva aos 156 Anos da Igreja Presbiteriana do Brasil das mãos de S. Ex.ª e do deputado federal Max Filho, e nesse ínterim procederei à leitura do currículo de S. S.ª. (Pausa) O reverendo Romildo Lima de Freitas é natural de Barra de São Francisco, ES; é graduado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte, Recife; pós-graduado em Ciência da Religião pelo Instituto Superior de Teologia Aplicada. Atualmente é presidente do Sínodo Espírito Santo/Rio de Janeiro. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o homenageado do Senhor Deputado Gildevan Fernandes, reverendo Marcelo Bernardino da Silva, para receber uma placa alusiva aos 156 Anos da Igreja Presbiteriana do Brasil das mãos de S. Ex.ª e do deputado federal Max Filho, e nesse ínterim procederei à leitura do currículo de S. S.ª. (Pausa) O reverendo Marcelo Bernardino da Silva é bacharel em Teologia com concentração em Hebraico Avançado pelo Seminário Presbiteriano do Norte; bacharel em Teologia pela Escola Superior de Teologia, Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atualmente é secretário presbiteral de apoio pastoral do presbitério Vale do São Mateus. (O homenageado recebe a placa) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Passaremos à entrega dos diplomas aos homenageados indicados pelo Senhor Deputado Gildevan Fernandes, membros das executivas dos Sínodos Minas/Espírito Santo, Central Espírito-Santense e Espírito Santo/Rio de Janeiro. Convido o reverendo Ângelo Vieira da Silva, vice-presidente do Sínodo Minas/Espírito Santo, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) 7 (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o reverendo Rodrigo Geraldo da Silva, secretário executivo do Sínodo Minas/Espírito Santo, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o presbítero Luiz Fernando Rodrigues, tesoureiro do Sínodo Minas/Espírito Santo, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o reverendo Rômulo Shade Barcelos, vice-presidente do Sínodo Central Espírito-Santense, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o reverendo Adilson Souza dos Santos, secretário executivo do Sínodo Central Espírito-Santense, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o reverendo Welinton Ribeiro da Fonseca, 1.º secretário do Sínodo Central Espírito-Santense, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o presbítero Ronaldo de Almeida Menenguci, tesoureiro do Sínodo Central Espírito-Santense, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o presbítero Sérgio Luís Spalenza Moulin, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Convido o reverendo Eliobergues Eler Guimarães, para receber o diploma das mãos do Senhor Deputado Gildevan Fernandes e do Deputado Federal Max Filho. (Pausa) (O homenageado recebe o diploma) O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIS FILHO) – Neste momento, convidamos para vir à frente todos os diáconos para que cada um receba uma medalha de reconhecimento pelo trabalho prestado à Igreja Presbiteriana do Brasil. Essa medalha é oferecida pelo Senhor Deputado Gildevan Fernandes, quem a entregará juntamente com o Deputado Federal Max Mauro Filho. (Pausa) (Os homenageados recebem as medalhas) 8 O SR. CERIMONIALISTA – (SÉRGIO SARKIZ FILHO) - Feitas as homenagens, neste momento fará uso da palavra em nome de todos os homenageados desta noite o reverendo Jailto Lima do Nascimento, presidente do Sínodo Central Espírito-santense. O SR. JAILTO LIMA DO NASCIMENTO – (Sem revisão do orador) – Excelentíssimo Senhor Deputado Gildevan Fernandes, proponente da sessão e Presidente da mesma, em nome dos homenageados a nossa palavra sincera de gratidão pela generosidade, pelo reconhecimento e pela palavra de incentivo. Já foi destacada nesta sessão a representação geográfica, mas gostaria de falar sobre outros tipos de representação que temos hoje à noite aqui. Temos uma representação eclesiástica muito abrangente: pastores, presbíteros, diáconos, líderes das confederações, do trabalho das forças de integração da nossa denominação, trabalho masculino da nossa denominação, trabalho feminino, trabalho de mocidade; temos aqui adolescentes e crianças, representando a família presbiteriana, que também manifesta a gratidão pela lembrança da passagem dos 156 anos de abençoada existência na Pátria brasileira. A representação familiar. Temos hoje aqui pais de diáconos, esposas e filhos. A nossa palavra de gratidão àqueles que efetivamente colaboram e sustentam através do trabalho diaconal. Não poderíamos deixar de agradecer aos familiares, que compõem essa base, esse sustentáculo na vida dos oficiais da nossa Igreja. Fica registrado, em nome da nossa denominação, a nossa gratidão aos pais, a cada esposa e aos filhos pelas orações, pelas palavras de incentivo, pela compreensão, pela paciência quando todos já foram e os familiares dos diáconos ainda estão no pátio da igreja para o encerramento das atividades. Sabemos como é isso. Em nome da nossa denominação quero agradecer aos familiares a colaboração, a paciência, o empenho, o carinho. Deus os abençoe ricamente. Ser diácono é uma vocação divina. O diácono não foi chamado por homem algum, por instituição alguma; o diácono foi vocacionado pelo próprio Deus pela ação do seu Espírito. Para ser diácono há que se preencher uma exigência muito grande. O texto de Atos nos diz que para alguém chegar ao diaconato deveria ter boa reputação, ser cheio do Espírito Santo e de Sabedoria. Por isso o padrão para o diaconato é sobremodo elevado. Nesta noite de celebração, nesta noite de gratidão, também é noite de reflexão, pois se é privilégio ser diácono, é também uma grande responsabilidade, sobretudo neste momento difícil que nossa sociedade atravessa, sobretudo neste momento crítico que nossa Nação vivencia. Ser de boa reputação é elemento fundamental para o exercício do diaconato. Ser uma testemunha viva de Cristo, ser um exemplo, ser voz inconfundível para a glória de Deus, ser cheio do Espírito Santo, ser temente a Deus, ser sensível à voz de Deus, ser altruísta, ser sábio no exercício do repartir é exigido do diácono. Por isso, queridos diáconos, homens que desenvolvem o serviço seguindo o exemplo do mestre Jesus Cristo, que afirmou: Mais bem-aventurado é dar do que receber. E Ele mesmo veio para servir e não para ser servido. Continuem firmes, sem temor, com muita coragem e intrepidez! Segundo o registro bíblico, o primeiro a selar seu testemunho com a própria vida não foi um apóstolo, não foi um presbítero; foi um diácono. Estevão tombou e deu sua vida por amor à verdade, por amor à sua vocação, por amor ao seu Mestre. Queridos diáconos, que os senhores possam a cada dia dedicar-se mais e mais para a glória do Nosso Deus e para o bem do próximo. É um serviço discreto, quase imperceptível, mas de consequências inconfundíveis, abrangentes. Por isso hoje temos reconhecimento aos nossos diáconos. Muito bem, mas não foi sempre assim na história da Igreja. Quando não houver reconhecimento não há o que temer. Quando não houver reconhecimento não há por que retroceder. Quando não houver reconhecimento não há por que se entristecer, porque o Deus que não se esquece de nós nem do nosso labor está sempre com Seus olhos voltados para aquele que com Ele tem compromisso e está disposto a honrá-Lo e a servi-Lo. Parabéns, queridos diáconos, pelo serviço que executam, para a glória de Deus. Que Ele mesmo os abençoe. Amém! Nossa palavra de gratidão ao proponente desta sessão e a todos os presentes. (Muito bem!) O SR. PRESIDENTE - (GILDEVAN FERNANDES – PV) - Pastor Jailto Lima do Nascimento, agradeço as palavras ao senhor. Que Deus o abençoe cada dia mais, abençoe o ministério e a sua família. Convido à frente o pastor Adilson Souza dos Santos, que foi pastor no nosso Município de Pinheiros, quem batizou minha esposa Giovana e minha filha Gabriela. Quero pedi-lo uma oração final. (Pausa) (O Pastor Adilson Souza dos Santos faz uma oração) O SR. PRESIDENTE – (GILDEVAN FERNANDES – PV) – Assim, abençoados e abençoadas, estamos chegando ao encerramento desta sessão solene, agradecendo a Deus as bênçãos de todos os dias em nossas vidas em todas as igrejas; aos pastores presentes, aos presbíteros e aos diáconos homenageados nesta noite. 9 Agradecemos também aos irmãos também políticos Max Filho, deputado federal, e Esmael de Almeida, que nesta Casa esteve, suplente de deputado estadual, as presenças. Agradecemos ao Vitor Coelho, irmão do Glauber Coelho, a presença. Sentimos a perda do Glauber Coelho, mas lembramos com alegria a sua vida e seu testemunho. Partiu na presença do Senhor e com alegria testemunhamos as ideias que ele sempre cultivou e que estão se materializando também por meio do Instituto Glauber Coelho. Agradeço à minha família, representada pela minha esposa Giovana Gagno Fernandes, o apoio. A todos, muito obrigado. Ao nosso grandioso Deus, nossa eterna gratidão. Sempre comento com minha esposa que toda trajetória é benção de Deus e esse segundo mandato, depois de um primeiro mandato de muitas dificuldades, de muita perseguição e de muita maldade, Deus nos abençoou e nos concedeu esse segundo mandato. Estou atuando como líder do Governo Paulo Hartung em uma época de crise, de queda de receita e de dificuldades, mas graças a Deus estamos vencendo. A vida política não é fácil. Encontramos muito mais pessoas dispostas a jogar pedras, mas felizmente temos irmãos que estão a orar e a pedir que Deus nos abençoe cada dia mais. Então, participar deste momento, um pouco da história da nossa Igreja Presbiteriana no Brasil, é motivo de alegria, de dar gratidão a Deus e quero mais uma vez externar minha gratidão. Agradeço a todas e a todos a presença. Antes de encerrar, agradeço a todos os servidores da Assembleia Legislativa, que são muito importantes para que realizemos esta e outras solenidades. A todos, indistintamente, nossos agradecimentos. Parabéns à Igreja Presbiteriana do Brasil. Nada mais havendo a tratar, vou encerrar a presente sessão. Antes, porém, convoco os Senhores Deputados para a próxima, ordinária, dia 24 de agosto de 2015, para a qual designo EXPEDIENTE: O que ocorrer. ORDEM DO DIA: anunciada na septuagésima terceira sessão ordinária, realizada dia 19 de agosto de 2015. Encerra-se a sessão às vinte horas e cinquenta e sete minutos.