Gestão Estratégica de Portfólio de P&D Novos produtos, processos e tecnologias CT018 - Gestão estratégica da inovação Prof. Dr. Ruy Quadros Ana Serino Cecília Gianoni Mariana Savedra Pfitzner, MSc. 1 Estrutura de Apresentação: Marco conceitual – Gestão de Portfólio de P&D Os objetivos da gestão (Cooper et al. 2001) A gestão de portfólios tecnológicos (Jolly, 2003) Estudos de caso Inovação no setor de alimentos – Caso SADIA Inovação no setor elétrico – Caso CPFL Considerações finais 2 Marco conceitual – O que é gestão de portfólio • A gestão de portfólio de novos produtos é sobre como você investe os recursos do desenvolvimento dos negócios – avaliação, seleção e priorização de projetos e alocação de recursos para o desenvolvimento dos projetos. • Um portfólio deve refletir a intenção e direção estratégica de uma empresa. • O objetivo da gestão de portfólio é alcançar o equilíbrio ótimo entre riscos e benefícios, estabilidade e crescimento, usando a melhor maneira possível os recursos disponíveis, geralmente limitados. A definição de “ótimo” depende das ambições, competências, visão e cultura de cada empresa. • O uso de práticas de gestão de portfólio permite: reduzir custos, incrementar os retornos econômicos e melhorar a utilização dos recursos. • A gestão de portfólio para a inovação de produtos é critica para o sucesso do novo produto, o fator chave está na escolha dos projetos corretos. Fatores fundamentais na gestão de portfólio • Financeiros, maximização do retorno sobre o investimento • Manutenção da posição competitiva do negócio • Alocação de recursos escassos • Alcance de foco e equilíbrio • Comunicação de prioridades • Provimento de melhor objetividade na seleção. Um portfólio implica equilibrar os resultados derivados de avaliar cada um dos projetos individuais que a formam. Marco conceitual – O que é gestão de portfólio Há 4 objetivos na gestão de portfólio: • 1. Maximizar o valor do portfólio; 2. Procurar o corretos); balanceamento dos portfólio (escolha de projetos 3. Assegurar que o seu portfólio é estrategicamente alinhado. 4. Assegurando-se de que você não tem muitos projetos para os recursos limitados. • Há muitas ferramentas para apoiar a escolha do correto portfólio de projetos: • • • Qualitativas Gráficas Estratégicas Objetivo 1 – Maximizar o valor de seu portfólio • O propósito é selecionar projetos de novos produtos para maximizar a soma dos valores ou o valor comercial de todos seus projetos ativos em torno de algum objetivo de negócio. • As ferramentas para avaliar o “valor do projeto” incluem: • • • NPV: determina o Valor Presente Neto dos projetos e os classifica segundo seu NPV dividido pelo recurso chave ou condicionante (ex. P&D). ECV: o Valor Comercial Esperado utiliza o método da árvore de decisões, dividindo o projeto em fases de decisão (ex. desenvolvimento e comercialização). Define os vários possíveis resultados e as suas probabilidades de ocorrência (sucesso técnico ou comercial). O ECV é dividido pelo recurso condicionante e ordenado pelo índice. O método permite aproxima-se a opções teóricas reais pelo qual é apropriado para trabalhar com projetos de alto risco. Modelo de pontuação: os tomadores de decisão classificam os projetos segundo questões que distinguem os projetos (usando escalas de 1-5 ou 0-10). Soma-se a classificação e constroi-se uma Pontuação da Atratividade do Projeto, o qual é uma aproximação do “valor do projeto”, que incluem estratégia, influência e outras considerações além das medidas financeiras. As pontuações são ordenadas até o fim dos recursos. 30/08/09 Objetivo 2 – Procurar o balanceamento do Portfólio • O propósito é alcançar o equilíbrio nos projetos em termos de uma série de parâmetros chave (longo vs curto prazo; alto vs baixo risco; e através dos vários mercados, tecnologias, categorias de produtos e tipos de projetos – novos produtos, melhoramentos, reduções de custo, pesquisa básica, entre outros. • Os gráficos são a forma mais comum para mostrar o balanceamento de portfólios de novos e incluem: • • • • Diagrama de Bolhas: os projetos são representados em forma de bolhas em uma quadrícula de duas dimensões. As dimensões podem variar, mas o gráfico mais comum é o diagrama de risco-benefício (NPV vs probabilidade de sucesso técnico). Cada bolha representa um projeto e seu tamanho pode ter relação com alguma terceira métrica importante (ex. recursos anuais). Algumas empresas também usam outros rasgos da bolha (cor e sombreado) para representar características clave (ex. línea do produto). Gráfico de Pizza: mostra o gasto discriminado nas porções da pizza. Os gráficos mais comuns incluem alocações segundo tipo de projeto, por mercado ou segmento, e por linha ou categoria de produto. Histogramas, gráficos de barras, etc. Os gráficos e os métodos de valorização, não são modelos para a tomada de decisão, mas mostram informações sobre o portfólio e seus recursos (“o que é”) que ajudam na discussão sobre !O que deve ser” (como devem ser alocados os recursos). Objetivo 2 – Diagrama de Bolhas Os quatro quadrantes do Modelo de Diagrama de Bolhas são: • • • • Pérolas: são os potenciais produtos estrelas. Espera-se altos benefícios e uma alta probabilidade de sucesso técnico. Muitas empresas gostarão ter mais neste quadrante. Ostras: são projetos de longo alcance e altamente especulativos, com alto beneficio esperado, mas escassa probabilidade de sucesso técnico. Pão e manteiga: são projetos pequenos, simples, com alta probabilidade de sucesso técnico, mas pouco retorno econômico (incluem modificações, extensões e atualizações de projetos). A maioria das empresas tem muitos projetos neste quadrante (de mais curto prazo também). Elefante branco: são os projetos de baixo sucesso técnico e benefício . Em geral estes projetos iniciam sua vida com boas perspectivas mas no transcurso da vida perdem atratividade. Objetivo 3 – Alinhar o Portfólio com a Estratégia da Empresa • O propósito é alinhar os gastos em projetos, áreas, mercados, etc com o foco e as prioridades estratégicas da empresa. • Diversos métodos de portfólio são desenhados para atender este alinhamento: • • • Top down, strategic bucket: estratégia de negócios estratégica de inovação de produto (objetivos, onde e como focar os esforços no novo produto) onde deveria alocar os recursos ? Segundo tipo de projetos, linhas de produto, mercados o setores industriais, entre outros. Estabelecem-se strategic buckets e contendo projetos até o fim dos recursos. Top down, product roadmap: estratégia de negócios estratégica de inovação de produto (objetivos, onde e como focar os esforços no novo produto) quais são as iniciativas principais a implementar para atender as áreas priorizadas (segundo foco estratégico, mercado, tecnologia e tipo de produto). O resultado é um mapa das maiores iniciativas em um período de tempo. Bottom up: parte do suposto que escolher bons projetos individuais leva a construção de um portfólio solido. Objetivo 4 – Escolher o número correto de projeto • A maioria das empresas têm muitos projetos em relação aos recursos disponíveis. • O propósito é assegurar o equilíbrio entre os recursos requeridos para os projetos e os recursos disponíveis. • Os métodos são: • • Limites dos recursos. Todos os métodos têm em conta os recursos limitados para cada portfólio. Análise da capacidade de recursos: relação entre recursos demandados e recursos disponíveis por departamentos e mês a mês. Gestão de Portfólio de tecnologias – Jolly, 2003 • Permite definir o futuro dos programas existentes na empresa. • Todos os modelos convencionais de portfólio de tecnologias assumem que a tecnologia pode ser avaliada em duas dimensões: 1. Ativos controlados pela empresa, dependem do comportamento e decisões da empresa, “a competitividade tecnológica da empresa” 2. Questões não controladas pela empresa e seu comportamento: “a atratividade da tecnologia”. • O portfólio de tecnologias provê uma estrutura para avaliar a situação atual da empresa e para a formulação de estratégias porque oferecem uma guia sobre onde os esforços devem ser feitos (gráfico com dois eixos: atratividade da tecnologia e posição da empresa. Gestão de Portfólio de tecnologias – Jolly, 2003 • A atratividade da tecnologia é função de 4 critérios: • • • • • O mercado: mercado aberto pela tecnologia, sensibilidades a fatores técnicos, novas funções e consumidores, etc. O critério de competitividade: número de stakeholders, a intensidade da competitividade, barreiras à imitação ou copia As características técnicas: ciclo de vida da tecnologia, ameaças de tecnologias substitutas. Outro critério: impactos dos subprodutos e pressões da sociedade pelo surgimento das novas tecnologias. A competitividade tecnológica da empresa agrupa-se em dois familias: • Capacidade técnica da empresa: origem dos ativos, alinhamento da tecnologia com o core business, experiência acumulada da empresa e conhecimento do campo da tecnologia • Recursos complementários: habilidade da empresa para financiar projetos de desenvolvimento tecnológico, vínculos com a comunidade científica, interface entre R&D de Marketing e Produção. Estudo de Caso da Sadia: Inovação no setor de alimentos Visão, missão e objetivos estratégicos Processos, operações e portfólio de projetos Modelo de trabalho Gestão de projetos 2009 Gerenciamento do portfólio Alguns resultados Ações 13 Estudo de Caso da Sadia - Inovação no setor de alimentos Diversificação de produtos Ganhos de produtividade Inovação Tecnológica Criação de novas Linhas e famílias de produtos Trajetória de sustentabilidade Capacidade de resposta às demandas do mercado Capacidade propositiva para novas oportunidades Fig. - Inovação SADIA Fonte: Sadia 14 Estudo de Caso da Sadia - Organograma DIRETORIA DE Execução TECNOLOGIA (DT) Inteligência, Planejamento e Gestão 124 ASI – Anal. Sensorial GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (GIT) OTIMIZ. FORMULAÇÕES 1 18 GESTÃO DA TECNOLOGIA E RECURSOS (GTR) MEIO AMBIENTE (MA) 2 8 ENGENHARIA PROCESSOS E EQUIPAMENTOS (EPE) ENGENHARIA INDUSTRIAL (EI) 22 4 PROJETOS ESTRATÉGICOS (PE) 8 Planta Piloto EMBALAGENS (EMB) 24 Artes Gráficas MERCADO EXTERNO / CONTAS GLOBAIS (ME) MERCADO INTERNO / FOOD SERVICES (MI) 18 19 Estudo de Caso da Sadia - Visão, missão e objetivos estratégicos AUMENTAR A EFETIVIDADE DOS PROCESSO DE P&D, ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE DESENVOLVER NOVAS PLATAFORMAS TECNOLÓGICAS, NOVOS PRODUTOS, EMBALAGENS E SERVIÇOS AUMENTAR A CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA GARANTIR SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL ACELERAR PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO E ENGENHARIA PROMOVER AMBIENTE FAVORÁVEL À INOVAÇÃO MELHORAR A ASSERTIVIDADE DOS PROJETOS E SERVIÇOS IMPLANTADOS BUSCAR ALTERNATIVAS INOVADORAS PARA MELHORIA DO VALOR PERCEBIDO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS ATUAIS MELHORAR CONTINUAMENTE O PROJETO DE PRODUTOS E PROCESSOS AUMENTAR A VELOCIDADE DO APRENDIZADO E DESENVOLVER SINERGIA DE CONHECIMENTO DA EQUIPE Fig. - Objetivos estratégicos Fonte: Sadia 16 Estudo de Caso da Sadia - Modelo de trabalho Suprimentos Gar. Qualidade Planejamento Expansão Operações Manutenção Mercado/MKT Inovação GTR - Gestão da Tecnologia e Recursos Portfólio Projetos P&D Avaliação / pontuação Aprovação Definição de equipe Acompanhamento Finalização Fig. – Modelo de trabalho Fonte: Sadia 17 Estudo de Caso da Sadia - Processos, operações e portfólio de projetos Inovação Expansão Manutenção • Desenvolvimento de Novos Produtos e Embalagens • Inovação Tecnológica • Atualização Tecnológica • Flexibilização / Transferência de Linhas • Assistência Técnica • Estudo de Viabilidade / Protótipo • Fornecedor Alternativo • Melhoria / Redução de Custo • Validação e Revisão de Padrões 18 Estudo de Caso da Sadia - Processos, operações e portfólio de projetos Sistema de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica P3 - Gestão de Projetos Marco Método (Ferramentas e Sistemas) AVALIAÇÃO DO CONCEITO Marco ANÁLISE DE VIABILIDADE PLANEJAMENTO Marco IMPLANTAÇÃO DO PROJETO MONITORAMENTO DOS RESULTADOS EXECUÇÃO CONTROLE Inovação P2 - Gestão do Conhecimento P1 - Inteligência Competitiva e Tecnológica Fig. – Processos P&D Fonte: Sadia 19 Estudo de Caso da Sadia - Modelo de trabalho Gestão de Projetos Marco Marco AVALIAÇÃO DO CONCEITO ANÁLISE DE VIABILIDADE PLANEJAMENTO Célula Entrada Marco IMPLANTAÇÃO DO PROJETO EXECUÇÃO Célula Gestão Fig. - Modelo de trabalho 2 Fonte: Sadia MONITORAMENTO DOS RESULTADOS CONTROLE Célula Resultados, Indicadores e Metas 20 Estudo de Caso da Sadia - Gestão de Projeto na P&D Principais Tarefas: Célula Entrada 1. Analisar a viabilidade dos projetos propostos e priorizar a entrada (retorno econômico, capacidade de produção, viabilidade técnica, estratégia e qualidade); 2. Oficializar a entrada dos projetos, auxiliar gestores na alocação otimizada de recursos e classificar projetos priorizados de acordo com relevância no portfólio. Principais Ferramentas: 1. 2. 3. Filtro de priorização de projetos ( Novos Produtos ME e Outros Projetos); Base de dados do CPR (cálculo de custos); EVTE (análise de retorno de projetos); Principais Entregas: 1. 2. 3. Análise da viabilidade do projeto; Alocação dos recursos junto aos gerentes; Abertura do projeto Estudo de Caso da Sadia - Gestão de Projeto na P&D Principais Tarefas: 1. 2. Planejar, acompanhar e encerrar a execução dos projetos priorizados; Realizar interface com S&OP/UN´s no lançamento de Novos Produtos; Principais Ferramentas: Célula Gestão 1. 2. 3. MS Project e SISGEP; Tela Mestre; EVTE (análise de retorno de projetos); Principais Entregas: 1. 2. 3. 4. Cronogramas e/ou plano de ação dos projetos prioritários; Reporte aos gerentes sobre status dos projetos; Atualização periódica da Tela Mestra; Encerramento de projeto. Estudo de Caso da Sadia - Gestão de Projeto na P&D Principais Tarefas: 1. 2. 3. 4. Célula Resultados, Indicadores e Metas Monitorar entregas de Operação Assistida; Monitorar resultados dos projetos junto ao CIG/Gestão de Custos; Controlar o Desenvolvimento de Fornecedores Alternativos; Gerenciar/atualizar indicadores do mapa estratégico da Diretoria. Principais Ferramentas: 1. 2. Planilhas de controle (operação assistida, tracking de amostra); Painel de Gestão de Indicadores; Principais Entregas: 1. 2. 3. Atualização de indicadores; Follow up de entrega das amostras; Follow up de entrega de Operação Assistida; Estudo de Caso da Sadia - Gestão de projetos 2009 • Célula de Entrada: 132 propostas de projetos recebidas e avaliadas em média por mês (mais de 1.000 propostas avaliadas em 2009) • Célula de Gestão: 633 projetos concluídos em 2008 e 677 projetos concluídos até set/09 459 projetos em andamento até set/09 (275 priorizados e acompanhados pela GTR – 60%) • 39% de inovação, 59% de manutenção e 2% de expansão • Célula de Resultados: Mais de 300 amostras para projetos no Mercado Interno rastreadas até set/09, com acuracidade superior a 97% (enviadas e entregues) 24 Estudo de Caso da Sadia – Critérios de Filtro NOTAS 9 FILTRO INOVAÇÃO E ESTRATÉGIA LUCRO BRUTO PESO DEFINIÇÃO ALTO IMPACTO 5 MEDIO IMPACTO 1 BAIXO IMPACTO NOTA MÁXIMA - Alto grau de inovação tecnológica (Vitrine Produtos ou Tecnológica) processos diferentes - Atualizações tecnológicas do que se faz hoje e - Risco de desabastecimento 70 demandas de Mercado ou parada de estratégicas / fábrica (fornecedor, emergenciais para a flexibilização / transferências Sadia fábricas - S&OP) - Novo Produto - ruptura - Novo Produto - plataforma - Protótipos para clientes / participação em leilões/licitações - Fornecedor exclusivo - Auditorias de Clientes, Órgãos Oficiais, Missões e Certificadoras - Projetos Corporativos (Viabilização de Ups Redução de Ociosidade) - Novo Produto - extensão 630 Ganhos financeiros com atividades em 12 meses com redução 50 de custo, aumento de > R$ 500 mil volume/preço (com garantia de atendimento) > R$ 100 mil e < R$ 500 mil < R$ 100 mil 450 Estudo de Caso da Sadia – Critérios de Filtro NOTAS 9 5 1 MEDIO IMPACTO BAIXO IMPACTO - Qualidade Percebida - Saudabilidade Impacto na qualidade 25 - Legislação / Exigências dos produtos clientes - Shelf life - Reclamações - Melhoria de produtos - Risco de reclamação 225 ESFORÇO DO PESQUISADO R Esforço necessário 15 para a realização do projeto Baixo esforço Medio esforço Alto esforço 135 PRAZO PREVISTO DE IMPLANTAÇÃ O Prazo previsto para conclusão da 10 atividade (incluso operação assistida) Curto (<= 30 dias) Médio (entre 30 a 120 dias) Longo (> 120 dias) 90 FILTRO QUALIDADE PESO DEFINIÇÃO ALTO IMPACTO NOTA MÁXIMA NOTA MÁXIMA 1530 % Nota Máxima >= 30% Priorizar < 30% Revisar ou Cancelar Estudo de Caso da Sadia - Considerações Critério de filtro • • É papel da GTR o questionamento, o embasamento dos IC e dos ganhos financeiros dos projetos Os pesos e a nota de corte podem variar dependendo da estratégia global da empresa Estudo de Caso da Sadia - Gerenciamento do portfólio Classe Projeto AA A Financeiro Qualidade Lucro Bruto 12 meses > R$ 1.000 Mil Lucro Bruto 12 meses >R$ 500 Mil e <R$ 1.000 Mil Estratégia Follow Up 15 dias 1. Legislação (adequação PIQ, autos de infração, parada de fábrica pelo SIF/MAPA, risco de desabilitação) 2. Saudabilidade 1. Flexibilização / Transferências (compulsórias S&OP - fechamento fábricas, cancelamentos de contrato de parceria, oportunidades de ganho de escala, aumento de produtividade) 2. Risco de desabastecimento 30 dias 3. Projetos Estratégicos (Inovação Tecnológica, Atualização Tecnológica) 4. Kits Final de Ano 28 Estudo de Caso da Sadia - Gerenciamento do portfólio Classe Projeto Financeiro B Lucro Bruto 12 meses >R$ 100 Mil e < R$ 500 Mil C Lucro Bruto 12 meses < R$ 100 Mil Qualidade 1. Qualidade Percebida 2. Reclamações 3. Exigência Clientes 1. Estudo de Shelf Life 2. Elaboração RG's Sensoriais Estratégia 1. Estudo de Viabilidade / Protótipo Follow Up 45 dias 2. Novas Tecnologias E-mail conclusão coordenador 29 Estudo de Caso da Sadia - Projetos de inovação Tipo Projeto Inovação Tecnológica (IT) Atualização Tecnológica (AT) Escopo Melhorar resultado operacional com novas plataformas de inovação (produto / equipamentos / processos) 1) Melhorar qualidade percebida e aumentar a competitividade dos produtos atuais, (garantir o melhor projeto de produto do mercado); 2) Propor soluções tecnológicas para os produtos e processos; Esforço Prazo Alto Longo Alto Longo Alto Longo 3) Implantar e realizar acompanhamento pósimplantação das soluções aprovadas; Novos Produtos (NP) 1) Promover a inovação, aumentar share e abrir mercados, melhorando o índice de renovação de portfolio (faturamento com novos produtos sobre o faturamento total da Empresa) 30 Estudo de Caso da Sadia - Projetos de manutenção Tipo Projeto Validação / Revisão Padrões LTs (VP) Assistência Técnica (AS) Flexibilização / Transferência Linhas (FL) Escopo 1) Validar / revisar padrões e listas técnicas de produtos por inclusão / alteração de insumos, embalagens e matérias-primas para otimizar custos variáveis diretos e/ou atender necessidade de adequação ao PIQ / RIISPOA; 1) Atender às demandas de soluções de problemas tecnológicos e consultorias técnicas Esforço Prazo Médio Médio Médio Médio Médio Longo 2) Reativação de SKUs 1) Garantir atendimento e aumentar faturamento com novas linhas e fábricas (start ups) e flexibilizações / transferências em linhas atuais 31 Estudo de Caso da Sadia - Projetos de manutenção e expansão Tipo Projeto Fornecedor Alternativo (FA) Melhoria / Extensão Linhas (ML) Estudo de Viabilidade / Protótipo (EV) Escopo 1) Reduzir custo variável direto de insumos e embalagens; Esforço Prazo Médio Longo Médio Médio Alto Médio 2) Mitigar riscos de desabastecimento; 1) Reduzir custos (marginais e fixos), alterar produtos / sistemas de embalagem atuais e reduzir reclamações de produtos com origem na P&D; 1) Verificar viabilidade da transformação de uma idéia em projeto (aumento de shelf life, novos insumos / embalagens / matérias-primas, alterações no sistema de paletização, novos equipamentos / processos industriais); 2) Preparar protótipos para avaliação de clientes e/ou participação em leilões e concorrências; 3) Calcular DRE e/ou EVTE dos estudos / protótipos 32 Estudo de Caso da Sadia – Fluxo de inovação PROPOSIÇÃO • G0 VITRINE G1 PROTOTIPAGEM G2 PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA G3 PROJETO DE IMPLANTAÇÃO • • BANCO DE INOVAÇÕES 1. DESCRIÇÃO DETALHADA DA TECNOLOGIA; 2. JUSTIFICATIVA TÉCNICA DO PROJETO; INCLUINDO GANHOS TÉCNICOS; 3. FLEXIBILIDADE DO PORTFÓLIO PARA CADA OPÇÃO DE TECNOLOGIA; 4. AVALIAÇÃO DE BENEFÍCIOS E APLICAÇÕES DA TECNOLOGIA (QUANTO À QUALIDADE, CUSTO, NOVOS NEGÓCIOS E OUTROS); 5. ESTIMATIVA DA LACUNA FINANCEIRA ANUAL (SE HOUVER); 6. RISCOS PARA IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA (ASPECTOS LEGAIS, MERCADOLÓGICOS ETC); AVALIAÇÃO DO PROJETO PERFEITO – GIT GATE 0 – APROVAÇÃO INTERNA GIT Estudo de Caso da Sadia – Fluxo de inovação PROPOSIÇÃO • VITRINE 1. ANALISE DE CENÁRIOS - COMPARAR DIFERENTES OPÇÕES DA TECNOLOGIA; 2. DETALHAMENTO DA LACUNA (SE HOUVER) COM AS OPÇÕES DE TECNOLOGIA; 3. NECESSIDADE DE INVESTIMENTO (ESTIMATIVA) PARA CADA OPÇÃO DE TECNOLOGIA; 4. RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS DOS PARTICIPANTES DA VITRINE • GATE 1 – APROVAÇÃO INTERNA GIT – GIT ELABORA APRESENTAÇÃO COM BASE NAS INFORMAÇÕES DO OT – GTR – ALOCA EQUIPE E DEFINE DATA PARA APRESENTAÇÃO DO G2 – AUTOR PARTICIPA E DEFENDE A PROPOSTA NA REUNIÃO – TECPLAN DEFINE NECESSIDADE DE PARTICIPAÇÃO DO MKT NESSA ETAPA G0 VITRINE G1 PROTOTIPAGEM G2 PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA G3 PROJETO DE IMPLANTAÇÃO Estudo de Caso da Sadia – Fluxo de inovação • PROTOTIPAGEM 1. CONFIRMAÇÃO DOS BENEFÍCIOS E LIMITAÇÕES DAS OPÇÕES DE TECNOLOGIA; 2. PROTOTIPAGEM; 3. CUSTO MARGINAL; 4. CONFIRMATIVO DAS LACUNAS TÉCNICAS OU FINACEIRAS (SE HOUVER); 5. PROPOSTA DE FLUXO/LAY OUT PARA IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA – PARTICIPAÇÕES: • COORDENADOR DEVE FAZER INTERFACE COM ÁREAS NECESSÁRIAS PROPOSIÇÃO G0 VITRINE G1 PROTOTIPAGEM G2 PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA G3 PROJETO DE IMPLANTAÇÃO • GATE 2 – VALIDAÇÃO PARA CONTINUIDADE E AGENDAMENTO PARA GATE 3 Estudo de Caso da Sadia – Fluxo de inovação PROPOSIÇÃO • PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (ENTREGAS): 1. PROPOSTA DE MODELO DE NEGÓCIO 2. CÁLCULO DO INVESTIMENTO 3. CÁLCULO DO PAY BACK 4. CONCLUSÕES E SUGESTÕES • PARTICIPAÇÕES: – COORDENADOR DEVE FAZER INTERFACE COM ÁREAS NECESSÁRIAS • GATE 3 – VALIDAÇÃO PARA INÍCIO DO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO PARTICIPAÇÕES: – G3 – DIRETOR MKT, DIRETOR DE TECNOLOGIA, COMITÊ TECPLAN E EQUIPE DO PROJETO G0 VITRINE G1 PROTOTIPAGEM G2 • PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA G3 PROJETO DE IMPLANTAÇÃO Estudo de Caso da Sadia – Fluxo de inovação PROPOSIÇÃO G0 VITRINE G1 PROTOTIPAGEM G2 PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA G3 PROJETO DE IMPLANTAÇÃO • PROJETO DE IMPLANTAÇÃO – (ENTREGAS): 1. DADOS GERAIS DO PROJETO 1.Sponsor, Coordenador 2.Objeto , Objetivo, Diretriz, prazos e investimento 2. ESCOPO E NÃO ESCOPO 3. STAKEHOLDERS E EXPECTATIVAS 4. CRONOGRAMA MACRO 5. MATRIZ DE ATRIBUIÇÕES 6. CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO E ENCERRAMENTO DO PROJETO 7. RISCOS e CONTRAMEDIDAS 1.Prazo, Escopo, Custo e Qualidade Estudo de Caso da Sadia - Alguns resultados Mix Portfolio Portfolio Projetos Tipo Projeto Cliente 2008 2009 Estudo de Viabilidade / Protótipo Sob Demanda Garantia Qualidade, Operação, Marketing, UNs 4% 5% Flexibilização / Transferência Linhas Compulsório S&OP 9% 9% Validação / Revisão Padrões LTs Rotina Garantia Qualidade, Operação 4% 4% Atualização Tecnológica Sistematizado Tecnologia, Marketing 3% 20% Inovação Tecnológica Sistematizado Tecnologia, Marketing 5% 15% Assistência Técnica Sob Demanda Garantia Qualidade 6% 5% Fornecedor Alternativo Sob Demanda Suprimentos 19% 15% Novos Produtos Sob Demanda Marketing, UNs 23% 10% Melhoria / Extensão Linhas Sob Demanda Operação, Marketing, UNs 27% 17% 100% 100% TOTAL 38 Estudo de Caso da Sadia - Alguns resultados (total P&D) Projetos em Cancelados Concluídos Andamento Suspensos Jul/09 Novos Projetos Projetos em Andamento Ago/09 MI 194 13 38 23 166 ME 174 9 11 21 175 EMB 82 3 7 8 80 GIT 24 0 0 3 27 ASI 10 0 0 3 13 8 0 0 2 10 492 25 56 60 471 ESTRAT TOTAL 39 Estudo de Caso da Sadia - Projetos por classe e previsão de conclusão Classe Projeto n n n n Total Total Total Total TOTAL 1 2 3 A Num Projetos / SKUs Novos Produtos Outros 3 AA 3 11 17 32 63 38 25 A 6 41 36 49 132 55 77 B 9 7 31 50 97 28 69 C 28 13 34 92 167 16 151 TOTAL 46 72 118 223 459 137 322 AA 1% 2% 4% 7% 14% 8% 5% A 1% 9% 8% 11% 29% 12% 17% B 2% 2% 7% 11% 21% 6% 15% C 6% 3% 7% 20% 36% 3% 33% 10% 16% 26% 49% 100% 30% 70% TOTAL 40 Estudo de Caso da Sadia - Célula de entrada 41 Estudo de Caso da Sadia - Célula de entrada Parecer das Propostas Avaliadas 97 98 100 Número de Propostas 100 90 78 100 80 70 80 60 50 60 50 40 40 30 57 20 20 33 22 2 1 0 10 0 Favorável Devolvida Reprovada Pre-filtro Cancelada 42 Estudo de Caso da Sadia - Estratificação por tipo de projeto Número de Propostas Tipo de Projetos Aprovados 50 40 30 20 10 23 8 7 5 4 4 3 3 EV FA FL AS NP IT ML 0 VP Dentre os 57 Projetos da Tela Mestre: 40% Validação, 14% Estudo de Viabilidade, 12% Fornecedor Alternativo, 9% Flexibilização, 7% Assistência Técnica e Novo Produto, 5% Inovação Tecnológica e Melhorias 43 Estudo de Caso da Sadia – Ações Agosto 2009 • Aumentada a nota de filtro de abertura de projetos de 30 para 40; • Projetos em andamento com projeção de ganho pequena e/ou atraso crônico (projetos que constam em acompanhamento na tela mestre com conclusão prevista anterior a ago/09), revisar - realizar “pente-fino” no status dos projetos em andamento: Atraso crônico: 21 AA, 38 A, 55 B e 102 C – concluir, suspender ou cancelar Ganho pequeno: 209 projetos C – suspender ou cancelar • Projetos em fase de conclusão com ganho financeiro abaixo de R$ 12.000 em 12 meses (R$ 1.000 / mês) não terão Item de Controle no Painel de Ganhos; • Novos Produtos ME – propostas de projetos com margem inferior a 21% e aprovados pelos gerentes matriciais deverão ser validados pelo Diretor 44 Estudo de Caso da Sadia – Resultados agosto 2009 •Redução na entrada de projetos na célula de entrada (média de 70 projetos para 57 aprovados em ago/09) •Redução de 61% no atraso crônico de projetos (redução de 216 para 85 projetos – concluídos, cancelados ou suspensos) • As gerências MI, ME e EMB tiveram uma redução no atraso médio dos projetos (MI de 12%, ME de 9% e EMB de 8%) 45 Estudo de Caso da CPFL: Cadeia de inovação no SE Modelos de inovação Governança Avaliação de projetos ex-ante e ex-post Plano de inovação Atratividade e competitividade Portfólio de tecnologias 46 Estudo de Caso da CPFL - Cadeia de inovação no SE • Por que o Setor Elétrico deve inovar? Histórico importador (necessidade de substituir importações) Dependência tecnológica Aumento de eficiência operacional (“empresa de referência”) Desenvolvimento de empresas de base tecnológicas (EBTs), centros de pesquisa e universidades brasileiras Transferência de conhecimento 47 Estudo de Caso da CPFL - Cadeia de inovação no SE • Desde 2000, as áreas de P&D das empresas concessionárias investiam recursos em pesquisa básica, aplicada e desenvolvimento experimental • A partir de maio de 2008, com mudanças na legislação, parte dos recursos aplicados em P&D podem ser usados para introdução de produtos no mercado, completando o ciclo da inovação • A concessionária não só se beneficia dos ganhos internos trazidos pelo produto, mas também da possibilidade de auferir royalties (“incentivo a inovar”) Mercado Pesquisa básica Pesquisa aplicada Cabeça-desérie Lote pioneiro Inserção de mercado Fig. - Cadeia de inovação no SE Fonte: Elaboração própria 48 Estudo de Caso da CPFL - Modelos de inovação Modelo de P&D tradicional Novo modelo de P&D&I Publ. Títulos Publ. Títulos Publ. Títulos Publ. Títulos EBT Universidade Universidade Universidade Universidade Universidade Publ. Títulos EBT Universidade EBT Emprego Renda Sociedade Conhecimento Mercado Sociedade Produtos Mercado EBT: Empresa de Base Tecnológica 49 Estudo de Caso da CPFL - Governança Planejamento estratégico Definição de temas estratégicos de inovação Gerenciamento de Ideias Induzido Espontâneo Gestão de Projetos Individuais Implementação e Comercialização Portfólio Gestão do Conhecimento Propriedade Intelectual Fig. - Governança na CPFL Fonte: CPFL Energia 50 Estudo de Caso da CPFL - Governança Div. Inovação Tecnológica Gerente Gestão Gestão orçamentária Gestão regulatória Gestão contratual Gerenciamento risco Pesquisa e Desenvolv. Geração de ideias Programa de P&D Gestão de projetos Aplicação Prospecção mercado Prospecção fornecedores Gestão portfólio produtos Analistas de gestão Ensaios e Certificação Gestão Conhecimento e Segurança Internalização conhecimento Gestão marcas e patentes Marketing e Eventos Normatização produtos P&D Ensaios produtos Especificações técnicas Analistas de inovação Fig. - Gestão de inovação na CPFL Fonte: CPFL Energia (Modificado do Site de Inovação Tecnológica) 51 Estudo de Caso da CPFL - Avaliação de projetos ex-ante e ex-post Captação de projetos de P&D: Fig. - Guia de instruções P&D Fonte: CPFL Energia Fig. - Modelo de plano de projeto Fonte: CPFL Energia 52 Estudo de Caso da CPFL - Avaliação de projetos ex-ante e ex-post Critérios de avaliação de projetos: Fig. - Avaliação ex-post Fonte: CPFL Energia Fig. - Avaliação ex-ante Fonte: CPFL Energia 53 Estudo de Caso da CPFL - Plano de inovação Temas Frentes Redes de Distribuição Otimizadas Materiais e acessórios de redes Projetos Cruzeta de Concreto Leve Equipamentos de redes Supervisão da rede NG Grid Dispositivo e GLD Sustentabilidade e Responsabilidade Sócio-Ambiental Co-geração Processos de mercado Fig. - Plano de Inovação Fonte: CPFL Energia (Modificado do Site de Inovação Tecnológica) 54 Estudo de Caso da CPFL - Atratividade e competitividade Atratividade tecnológica: Leque de aplicações abertas pela tecnologia Barreiras para copiar Padrão dominante Posição da tecnologia em seu ciclo de vida Gap de performance Suporte público para desenvolvimento Competitividade tecnológica: Experiência acumulada Patentes depositadas Competência do time de pesquisa (básica, aplicada e desenvolvimento) Difusão da inovação na empresa Capacidade de financiamento 55 Estudo de Caso da CPFL - Portfólio de tecnologias Divulgação Patente Transferência de tecnologia Marca Tecnologia Viabilidade Direitos de propriedade Certificação Concorrência Piloto Time-to-market Fig. - Elementos da tecnologia Fonte: Elaboração própria 56 Estudo de Caso da CPFL - Portfólio de tecnologias Tecnologia Descrição Mercado Marcas Detector de Rompimento de Cabos Detecta o rompimento do cabo e desliga a rede antes que este toque o solo Distribuição Decic Transformador robusto que usa óleo vegetal em sua composição Distribuição Transformador Verde Gestão da Medição Administra o parque de medidores da concessionária Distribuição Gemed Leitura e Telemedição Realiza a leitura de consumidores tipo B usando bluetooth Distribuição SIL 72 Cruzeta de Concreto Leve Cruzeta de concreto leve de alto desempenho Distribuição Concrelev Dispositivo Restaurador de Tensão Corrige sags e swells na indústria Distribuição Mini-DVR Inspeção de Perdas Identifica possíveis fraudes e planeja inspeção Distribuição Inspec Célula Combustível - Geração - Conjunto compacto de geração de energia elétrica,através de Gaseificador / Motor Stirling através de biomassa. Geração - Transformador Ecológico de Distribuição Motor Stirling/Gaseificador Fig. - Alguns exemplos de tecnologias Fonte: CPFL Energia 57 Estudo de Caso da CPFL - Portfólio de tecnologias Alguns exemplos de produtos no mercado: Resultados: Registros de patente Licenciamentos tecnológicos 58 Conclusões: Quadro comparativo Reflexões e questões Quadro comparativo Caso Taxonomia Freemann Sadia Estr. ofensiva CPFL Estr. ofensiva Método de Estratégia de inovação gestão de Resultados portfólio Alinhamento do Construção de portfólio com a Novos produtos no conhecimento crítico estratégia da mercado empresa Registros de patente Estr. Alinhamento do tecnológica/Tecnologias portfólio com a Licenciamentos críticas/ Pesq. estratégia da tecnológicos Tecnológica/Cooperação/L empresa icenciamento/Aquisição Implantações intrafirma Reflexões e questões • • • Gestão da inovação é um processo multifuncional, mobilizando e integrando atores externos e internos à empresa Gerenciamento de portfólio de P&D é uma importante ferramenta de materialização das estratégias de inovação Uma carteira de projetos balanceada é ideal para se minimizar o risco Qual o papel da gestão de projeto no gerenciamento do portfólio de P&D? Por que o gerenciamento de marcas é tão importante na gestão tecnológica da CPFL? Quais as principais diferenças existentes entre os processos de seleção de conceitos e projetos nas duas empresas? Quais as vantagens e desvantagens de um modelo de inovação totalmente fundamentado em “open innovation”?