Ministério da Educação
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
Projeto:
CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA
INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO
Proponente:
CAMPUS DE CAMAÇARI
Camaçari – BA
Agosto/2011
REITORA DO IFBA
- Profª Aurina Oliveira Santana
DIRETOR DO IFBA / CAMPUS CAMAÇARI
- Prof. Affonso José de Sousa Alves Filho
CHEFE DO DEPEN DO IFBA / CAMPUS CAMAÇARI
- Prof. Edward Da Silva Abreu
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO
- Profª. Fernanda Regebe Castro
- Profª. Gesiane Miranda Teixeira
- Prof. Josildo Pereira da Silva
- Prof. Risiberg Ferreira Teixeira
- Profª. Rosangela de Araújo Santos
- Suzete Viana Nascimento - Pedagoga
CNPJ
10.764.307/0008-99
Razão Social:
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da
Bahia
Nome de Fantasia:
Instituto Federal da Bahia
Sigla:
IFBA
Unidade de Ensino:
Campus Camaçari
Esfera Administrativa:
Federal
Endereço
Av. Eixo Central, s/n - Centro
Cidade/UF/CEP
Camaçari / BA / 42.800-000
Telefone/Fax
(71) 3621 - 0708
E-mail de contato
[email protected]
Site da unidade
http://www.camacari.ifba.edu.br/
Eixo Tecnológico
Informação e Comunicação
Habilitação, qualificações e especializações
1.
Habilitação:
TÉCNICO EM INFORMÁTICA
Carga Horária: 3000 horas
Estágio:
360 horas
SUMÁRIO
CAPÍTULO I – JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS ............................................................ 2
CAPÍTULO II – REQUISITOS DE ACESSO .................................................................... 8
FORMA DE INGRESSO .............................................................................................. 8
MATRÍCULA ................................................................................................................ 8
CAPÍTULO III – PERFIL DO CONCLUINTE.................................................................... 9
CAPÍTULO IV – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ........................................................ 13
CAPÍTULO V – CRITÉRIOS DE APRO VEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E
EXPERIÊNCIAS ............................................................................................................ 16
CAPÍTULO VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ........................ 147
CAPÍTULO VII – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ............................................... 149
CAPÍTULO VIII – PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ................................................. 153
CAPÍTULO IX – CERTIFICADOS E DIPLOMAS ......................................................... 158
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................ 159
CAPÍTULO I – JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS
A oferta do curso iniciou quando o Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia, IFBA,
ainda era Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia
CEFET-BA
O Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA) foi criado
através da Lei 8.711, de 28 de setembro de 1993, e tem a característica marcante e
singular de ser uma entidade que oferece, em uma única organização institucional,
educação tecnológica profissional em todos os níveis: básico (cursos de qualificação,
requalificação e reprofissionalização de jovens, adultos e trabalhadores em geral, com
qualquer nível de escolarização), técnico (habilitação profissional de nível médio),
superior (cursos de licenciatura, bacharelado e de tecnologia), pós-graduação e o
Ensino Médio. Além disso, o CEFET-BA possui uma estrutura multicampi, com
unidades de ensino distribuídas em diversas regiões estratégicas do Estado da Bahia1.
Como exemplos podem ser citadas a sede, em Salvador, uma unidade avançada, na
cidade de Simões Filho, e as Unidades de Ensino (UEs), nas cidades de Barreiras,
Eunápolis, Valença, Vitória da Conquista, Porto Seguro, Santo Amaro e Camaçari1,2
O ensino no CEFET-BA, atinge várias áreas do conhecimento e os seus cursos e
currículos seguem uma dinâmica que permite uma constante renovação frente às
inovações pedagógico-educacionais, bem como uma integração às mudanças nos
processos produtivos (novas tecnologias, sistemas de trabalho e de produção, etc.).
Desse modo, o CEFET-BA busca continuamente sua reestruturação, a fim de
acompanhar e atender a crescente transformação da sociedade, perseguindo
estrategicamente os caminhos que possibilitem responder pelas questões e demandas
da comunidade1. E é dentro deste contexto que o CEFET-BA vem sofrendo diversas
mudanças em sua estrutura acadêmica, desde as implementações das alterações no
sistema organizativo da educação tecnológica profissional, introduzidas pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96). Entre essas mudanças
podem ser citadas a implantação, em 1998, dos cursos superiores de Engenharia
Industrial Elétrica, Engenharia Industrial Mecânica e o de Bacharelado em
Administração - Habilitação em Administração Hoteleira, a interiorização do Ensino
1
2
www.cefetba.br/index_2.htm, acessado em 05/01/2008.
www.camacari.cefetba.br/instituicao.htm, acessado em 05/01/2008.
2
Superior com o curso de Licenciatura em Matemática na Unidade de Ensino de
Eunápolis, em 2005, e a implantação, em 2006, do curso de Engenharia Elétrica na
Unidade de Ensino de Vitória da Conquista1. Em 2008, recebeu o nome de Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - IFBA.
Considerando
a
importância
sócio-econômica
e
cultural
da
Educação
Profissional e Tecnológica de boa qualidade para a população brasileira, bem como a
necessidade das empresas em contratar mão-de-obra qualificada, o Governo Federal
decidiu ampliar sua atuação nessa área e criou, em 2005, o Plano de Expansão da
Rede Federal de Educação Tecnológica, que foi dividido em duas fases. Na Fase I foi
prevista a criação de 42 novas unidades e, na Fase II, mais 150 novas Escolas em todo
o Brasil3. No Estado da Bahia, como parte integrante da Fase de Expansão I, iniciouse, em 2006, o processo de transformação do Campus de Simões Filho em uma nova
Unidade de Ensino e a implantação das Unidades de Ensino de Santo Amaro, de Porto
Seguro e de Camaçari. Com o início da Fase de Expansão II está prevista a
construção, até 2010, de novas Unidades do IFBA em Ilhéus, Jacobina, Bom Jesus da
Lapa, Irecê, Feira de Santana, Seabra, Jequié e Paulo Afonso4.,
Inaugurada em 03 de outubro de 2007, o Campus do IFBA em Camaçari, iniciou
suas atividades em novembro deste ano, oferecendo, inicialmente, cursos de extensão
à comunidade. Estes cursos compreendem um processo de integração do
desenvolvimento pedagógico, cultural e científico, ao qual se propõe o IFBA,
articulando o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabilizando as ações desta
instituição diretamente na sociedade, o que vem a caracterizar o compromisso social
da Instituição Pública. Os seguintes cursos de extensão foram oferecidos à
comunidade de Camaçari: Informática Básica, Eletricidade Básica, Comandos
Elétricos, Projetos de Instalações Elétricas em Locais de Habitação, Desenho Técnico
e Projeto Elétrico Predial no AutoCAD. A partir de fevereiro 2008, iniciou-se o ano
letivo, com dois cursos de educação profissional, nas modalidades: integrada e
subseqüente, nas áreas de Eletrotécnica e de Informática, perfazendo um total de 300
vagas oferecidas.
Segundo, OLIVEIRA, Informática é a ciência que estuda como as informações
são coletadas (dados), organizados, tratadas e comunicadas. Esta ciência busca meios
3
http://www.servidorpublico.net/noticias/2008/01/02/brasil-tera-354-escolas-tecnicas-em-2010, Acessado em
05/01/2008.
4
www.cefetba.br/index_2.htm, acessado em 05/01/2008.
3
para obter mais rapidez no processamento e maior proteção (segurança) para as
informações geradas através do mesmo. Hoje em dia, a sociedade vive na era da
informação, abrangendo todos os setores, desde a indústria, comércio, na área
financeira, na área de saúde, na área de ensino, entre outros. Devido à implantação de
sistemas computacionais em todos estes setores, o mercado de trabalho vem exigindo
que os profissionais, de diversas áreas, estejam familiarizados com as ferramentas
computacionais, além de criar uma demanda para profissionais que sejam capazes de
construir, implantar e manter o funcionamento destes sistemas. Um destes
profissionais é o Técnico em Informática, que utiliza o computador como sua principal
ferramenta de trabalho. Segundo, NORTON, já na década de 90, o impacto do
computador sobre as empresas ia muito além do volume de transações de dados. Nas
últimas décadas, os computadores alteraram radicalmente as práticas comerciais, não
apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo, um exemplo disso é o comércioeletrônico através da internet5.
Outro setor beneficiado pela internet é o de serviços: Correios, Receita Federal,
Detran, Supremo Tribunal Federal, Caixa Econômica Federal, dentre outros. Estes
serviços exercem um importante instrumento de cidadania. (MONTEIRO et al, 2002)
Esse curso foi criado e implantado no Campus Camaçari com o intuito de
atender a uma grande demanda das empresas locais, da região metropolitana de
Salvador, que possui um crescente e promissor pólo industrial, e do mercado nacional.
Desse modo, pretende-se suprir a enorme carência de profissionais qualificados nessa
área e contribuir com o desenvolvimento sócio-econômico da região e do país. De
acordo com o Presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Prof. José
Carlos Maldonado, poucos jovens têm se interessado pelo setor de TI, apesar do
elevado potencial de crescimento dessa área no Brasil (10 % ao ano), em relação ao
resto do mundo (3 % ao ano)6. O mercado nacional já está precisando de profissionais
qualificados nessa área e o Ministério da Ciência e Tecnologia já estima, em médio
prazo, um déficit de 3 milhões de recursos humanos em TI5.
A área de TI também é considerada prioritária para o desenvolvimento do país.
Através de uma parceria entre os governos municipal, estadual e federal foi planejada a
implantação de um parque tecnológico em Salvador, denominado Tecnovia, visando o
5
Enorme rede que liga muitos computadores científicos, de pesquisa e educacionais do mundo, e também algumas
redes comerciais; também chamada NET (rede).
6
http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8196, Acessado em 05/01/2008.
4
desenvolvimento e aprimoramento de áreas de interesse, tais como a Biotecnologia,
Energias Limpas e Tecnologia da Informação, em termos de ensino, pesquisa e
extensão. A Tecnovia ocupará uma área de mais de meio milhão de metros quadrados,
na Avenida Paralela, próxima ao aeroporto de Salvador, e será um habitat de inovação
para atrair e desenvolver empresas de base tecnológica, abrigando incubadoras de
empresas, centros de pesquisa e desenvolvimento, laboratórios e núcleos de pesquisa,
além de possuir áreas compartilhadas para a interação entre universidades e
empresas. A Tecnovia, coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
(SECTI),
contemplará os setores acadêmico, empresarial e público, e será um parque
gerador de emprego e renda para profissional qualificado7.
Segundo Fabio Barros, do COMPUTERWORLD (2008), a carência de
profissionais especializados leva companhias a investirem na qualificação de
estudantes do ensino médio e superior. Algumas parcerias entre universidades e
empresas começaram a surgir para incentivar jovens que concluíram o ensino médio, a
procurar cursos de Informática, de modo que estes pudessem aprimorar os seus
conhecimentos antes de adentrar a universidade, assim como o daqueles que já se
encontram nos cursos de graduação. Em muitos casos, também visando diminuir o
êxodo dos jovens para as grandes capitais, em busca de sua inserção no mercado de
trabalho. Outras empresas, como a Tivit se preocupam em formar seus próprios
profissionais, estabelecendo parcerias, com a universidade Anhanguera, por exemplo,
oferecendo descontos especiais para que seus funcionários possam ter acesso ao
ensino superior. A DTS Consulting e a prefeitura de Santana do Parnaíba (SP)
firmaram também uma parceria, em dezembro do ano passado, com o objetivo de
transformar jovens que recentemente concluíram o ensino médio em trainees da área
de tecnologia.
O município de Camaçari, a potência industrial do nordeste, situado na região
metropolitana, localizado a 42 Km da cidade de Salvador, com acessos pela BR-324,
BA-093, BA-099 e BA-535, surge como um local estratégico e privilegiado para a
implantação de uma unidade, devido à sua localização próxima aos complexos
industriais mais importantes da Bahia (o Centro Industrial de Aratu – CIA, cuja extensão
engloba os municípios de Lauro de Freitas, Simões Filho e Candeias, e o Pólo
Petroquímico). Além disso, conta com uma população de 220.495 habitantes, a
7
http://www.fapesb.ba.gov.br/cti/noticias/noticia.2007-04-02.7404557487/?searchterm=resolvidos, Acessado em
07/12/2007.
5
instalação de uma Escola nesse município beneficiaria muitos estudantes que precisam
se deslocar por vários quilômetros, em sistema de transporte precário, para ter acesso
ao Campus do IFBA, localizadas no centro de Salvador ou Simões Filho8.
O município de Camaçari registra um crescimento no afluxo de empresas, que
se instalam principalmente no Pólo Petroquímico, e tem grande potencial para
empreendimentos. O Pólo conta com centenas de empresas químicas, petroquímicas e
de outros ramos de atividade, como indústria automotiva, de celulose, metalurgia do
cobre, têxtil, bebidas e serviços. Com a atração de novos empreendimentos para a
Bahia, o Pólo Industrial de Camaçari experimenta novo ciclo de expansão, gerando
mais oportunidades de emprego e renda para o Nordeste. A produção de automóveis
pela Ford, no Pólo de Camaçari, consolida a trajetória de diversificação no Complexo
Industrial e amplia as perspectivas de integração do segmento petroquímico com a
indústria de transformação. (CERRADO-março,2007).
Tendo em vista todos esses aspectos, o objetivo deste projeto é firmar
relevância da constituição da Unidade de Ensino do IFBA no município de Camaçari,
com a oferta do Curso Técnico de Nível Médio em Informática à comunidade desta
cidade. Com isso, se busca contribuir para a difusão dessa área de atuação no Estado
da Bahia, e fornecer mais oportunidades para a formação de profissionais qualificados,
que estejam aptos a suprir as potencialidades locais do mercado de trabalho.
Atualmente o Campus de Camaçari ocupa as instalações cedidas pela Prefeitura
Municipal de Camaçari, em caráter provisório, até a conclusão das obras de construção
de sua sede própria, atendendo satisfatoriamente aos requisitos básicos para o
funcionamento inicial do referido curso. As modificações necessárias na infraestrutura
do local que abriga a Escola, tais como reformas, foram realizadas por meio de
convênio firmado entre o IFBA e a Prefeitura Municipal de Camaçari.
O Curso Técnico de Nível Médio em Informática tem como objetivo formar
profissionais técnicos, com postura ética e com elevado grau de responsabilidade
social, capaz de planejar, desenvolver e fornecer suporte e manutenção de sistemas e
de tecnologias de processamento e transmissão de dados e informações.
Os objetivos específicos do curso compreendem a formação de Técnicos em
Informática aptos a:
8
http://www.camacari.ba.gov.br/cidade2.php, Acessado em 09/07/ 2008.
6
•
Codificar, em linguagem de programação, um programa ou sistema especificado
por um Analista de Sistemas;
•
Desenvolver aplicações para a internet;
•
Especificar, instalar e utilizar computadores;
•
Instalar e utilizar softwares;
•
Interligar sistemas de computadores;
•
Realizar manutenção em sistemas de informática.
7
CAPÍTULO II – REQUISITOS DE ACESSO
FORMA DE INGRESSO
O ingresso ao Curso Técnico de Nível Médio em Informática far-se-á por meio
de processo seletivo, devendo o numero de vagas atender ao que está designado no
Plano de Curso, conforme a possibilidade física e técnica da Unidade de Ensino de
Camaçari.
O acesso ao Curso Técnico de Nível Médio em Informática, na modalidade
Integrada ao Ensino Médio será feito através do processo seletivo aberto ao público,
com prova escrita de conteúdos ministrados no Ensino Fundamental. Estarão aptos à
realização do exame aqueles alunos que já concluíram ou que estejam cursando a
ultima série do Ensino Fundamental. O Processo Seletivo para acesso regular ao curso
será oferecido uma vez ano e obedecerá aos trâmites de todos os cursos técnicos do
IFBA segundo critérios institucionais.
MATRÍCULA
Oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental, sendo o
curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível
médio, na mesma instituição de ensino, contando com matrícula única para cada aluno.
(Decreto 5.154/2004, inciso I do § 1º do Artigo 4º).
Os critérios gerais de matrícula seguirão as normas da Organização Didática dos
Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em vigor, no IFBA.
8
CAPÍTULO III – PERFIL DO CONCLUINTE
O egresso do Curso Técnico de Nível Médio em Informática, na modalidade
Integrada ao Ensino Médio, com qualificação em Desenvolvimento de Sistemas estará
apto a realizar atividades de especificação, implementação, avaliação e suporte de
software e em tecnologias de processamento e transmissão de dados, aspectos
organizacionais e humanos, visando às aplicações na produção de bens, serviços e
conhecimentos.
Competências gerais atribuídas ao Técnico de Nível Médio em Informática, com
qualificação em Desenvolvimento de Sistemas:
Desenvolver algoritmos através de divisão modular e refinamentos
sucessivos.
Aplicar linguagens e ambientes de programação no desenvolvimento de
software.
Organizar a coleta e documentação de informações sobre o desenvolvimento
de softwares.
Compreender, desenvolver e utilizar sistemas de gerenciamento de banco de
dados.
Identificar o funcionamento e relacionamento entre os componentes de
computadores e seus periféricos.
Instalar e configurar computadores, isolados ou em redes, periféricos e
softwares.
Identificar a origem de falhas no funcionamento de softwares avaliando seus
efeitos.
Analisar e operar os serviços e funções de sistemas operacionais.
Identificar arquiteturas de redes.
Identificar
meios
físicos,
dispositivos
e
padrões
de
comunicação,
reconhecendo as implicações de sua aplicação no ambiente de rede.
9
Competências e habilidades básicas, comuns a todos os concluintes dos cursos
técnicos de nível médio, organizadas em três áreas de conhecimento: Linguagens,
Códigos e suas Tecnologias; Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias; e
Ciências Humanas e suas Tecnologias.
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como
meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de
significados, expressão, comunicação e informação.
Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas
manifestações específicas.
Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens,
relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função,
organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de
produção e recepção.
Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de
significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.
Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de
acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais.
Entender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação,
associá-las aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão
suporte e aos problemas que se propõem solucionar.
Entender a natureza das tecnologias da informação como integração de
diferentes meios de comunicação, linguagens e códigos, bem como a função
integradora que elas exercem na sua relação com as demais tecnologias.
Entender o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua
vida, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na
vida social.
Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no
trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
Compreender as ciências como construções humanas, entendendo como
elas se desenvolvem por acumulação, continuidade ou ruptura de
10
paradigmas, relacionando o desenvolvimento científico com a transformação
da sociedade.
Entender e aplicar métodos e procedimentos próprios das ciências naturais.
Identificar variáveis relevantes e selecionar os procedimentos necessários
para a produção, análise e interpretação de resultados de processos ou
experimentos científicos e tecnológicos.
Compreender o caráter aleatório e não determinístico dos fenômenos
naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas,
determinação de amostras e cálculo de probabilidades.
Identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variáveis,
representados em gráficos, diagramas ou expressões algébricas, realizando
previsão de tendências, extrapolações e interpolações e interpretações.
Analisar qualitativamente dados quantitativos representados gráfica ou
algebricamente relacionados a contextos socio-econômicos, científicos ou
cotidianos.
Entender a relação entre o desenvolvimento das ciências naturais e o
desenvolvimento tecnológico e associar as diferentes tecnologias aos
problemas que se propuseram e propõem solucionar.
Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências naturais na sua
vida pessoal, nos processos de produção, no desenvolvimento do
conhecimento e na vida social.
Aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais na escola, no trabalho
e em outros contextos relevantes para sua vida.
Compreender conceitos, procedimentos e estratégias matemáticas e aplicálas a situações diversas no contexto das ciências, da tecnologia e das
atividades cotidianas.
11
Ciências Humanas e suas Tecnologias
Compreender os elementos cognitivos, afetivos, sociais e culturais que
constituem a identidade própria e dos outros.
Compreender a sociedade, sua gênese e transformação e os múltiplos
fatores que nelas intervêm, como produtos da ação humana; a si mesmo
como agente social; e os processos sociais como orientadores da dinâmica
dos diferentes grupos de indivíduos.
Compreender o desenvolvimento da sociedade como processo de ocupação
de espaços físicos e as relações da vida humana com a paisagem, em seus
desdobramentos político-sociais, culturais, econômicos e humanos.
Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas
e econômicas, associando-as às práticas dos diferentes grupos e atores
sociais, aos princípios que regulam a convivência em sociedade, aos direitos
e deveres da cidadania, à justiça e à distribuição dos benefícios econômicos.
Traduzir os conhecimentos sobre a pessoa, a sociedade, a economia, as
práticas
sociais
e
culturais
em
condutas
de
indagação,
análise,
problematização e protagonismo diante de situações novas, problemas ou
questões da vida pessoal, social, política, econômica e cultural.
Entender os princípios das tecnologias associadas ao conhecimento do
indivíduo, da sociedade e da cultura, entre as quais as de planejamento,
organização, gestão, trabalho de equipe, e associá-las aos problemas que se
propõem resolver.
Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências humanas sobre
sua vida pessoal, os processos de produção, o desenvolvimento do
conhecimento e a vida social.
Entender a importância das tecnologias contemporâneas de comunicação e
informação para o planejamento, gestão, organização, fortalecimento do
trabalho de equipe.
Aplicar as tecnologias das ciências humanas e sociais na escola, no trabalho
e outros contextos relevantes para sua vida.
12
CAPÍTULO IV – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Curso Técnico de Nível Médio em Informática, na modalidade integrada ao
Ensino Médio, com qualificação em Desenvolvimento de Sistemas, integra o ensino de
formação geral ao ensino técnico profissionalizante. É importante ressaltar que, como
se trata de um curso único, realizado de forma integrada e interdependente, não será
possível concluir o Ensino Médio de forma independente da conclusão do ensino
técnico de nível médio e, muito menos, o inverso. Não são dois cursos em um, com
certificações independentes. Trata-se de um único curso, cumprindo duas finalidades
complementares, de forma simultânea e integrada, nos termos do projeto pedagógico
da escola que decidir oferecer essa forma de profissionalização a seus alunos,
garantindo que todos os componentes curriculares referentes às duas finalidades
sejam oferecidos, simultaneamente, desde o início do curso (Parecer CNE/CEB
39/2004).
Os conteúdos do Ensino médio atendem aos objetivos de consolidação da
Educação Básica, em termos de “formação geral do educando para o trabalho”
enquanto que os conteúdos do ensino técnico objetivam a preparação “para o exercício
de profissões técnicas”. Neste sentido, são intercomplementares e devem ser tratados
de forma integrada, “relacionando teoria e prática no ensino de cada disciplina” (LDB
9.394/96 Inciso IV do Artigo 35).
Para organizar didaticamente os conteúdos, as bases tecnológicas abordadas
no curso estão distribuídas em disciplinas, mas é a articulação delas que irá
desenvolver as competências e habilidades desejadas visto que os conhecimentos são
completares uns dos outros. Portanto, todos os componentes curriculares devem ser
desenvolvidos de forma integrada, desde o início até o final do Curso.
O Curso será desenvolvido em 3 (três) séries seqüenciais mais 360 horas de
Estágio Curricular Obrigatório ou a elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC), supervisionado por um professor. A escolha deve ser feita pelo aluno após ter
concluído o segundo ano. As disciplinas estão distribuídas ao longo das três séries em
dois grupos: Núcleo Comum - idêntico em todos os cursos de nível médio da
modalidade integrada do IFBA e Núcleo Profissionalizante – matérias da área de
informática.
A Matriz Curricular, apresentada na Tabela 1, mostra a distribuição de
13
disciplinas e carga horária das matérias do núcleo comum e do núcleo
profissionalizante.
À carga horária total de disciplinas, são acrescidas 360 horas para a Prática
Profissional. Esta prática profissional terá a finalidade de complementar o processo
ensino-aprendizagem em termos de experiências práticas e poderá ser realizada:
•
Na própria instituição, em empresas ou instituições públicas ou privadas,
devidamente conveniadas com o IFBA e que apresentem condições de propiciar
tais experiências na área de formação do aluno, ou;
•
A elaboração de um trabalho de conclusão de curso (TCC).
14
Tabela 1. Matriz Curricular do Curso Técnico de Nivel Medio em Informática com qualificação de
Desenvolvimento de Sistemas, na Modalidade Integrada.
15
DISCIPLINAS DO 1º ANO
NÚCLEO COMUM
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: Língua Portuguesa
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 120h (144h/a) 4 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
COMPETÊNCIAS
Compreender a linguagem como um sistema simbólico e meio de expressão, informação e
comunicação nas relações interpessoais;
Compreender e usar a língua portuguesa como geradora de significação e integradora da
organização de mundo e da própria identidade;
Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos,
mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as
condições de produção e recepção;
Recuperar pelo estudo dos textos o imaginário coletivo, o patrimônio cultural e as formas
temas preservados, no tempo e no espaço;
Respeitar a diversidade lingüística reconhecendo-a como uma propriedade das línguas
naturais;
Compreender a língua portuguesa como instrumento para confrontar opiniões e pontos de
vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal;
Ler e produzir textos diversos: ficcionais, não-ficcionais e comerciais ou administrativos.
HABILIDADES
Análise lingüística
Reconhecer a língua como um sistema composto por diversos níveis – o fonético, o
morfológico, o sintático, o semântico, o pragmático, o enunciativo, o textual, o discursivo e o
retórico – e identificá-los;
Reconhecer a língua como um sistema heterogêneo e adequar o uso das variedades
lingüísticas às situações de interação sociocomunicativa;
Caracterizar os três diferentes tipos de gramática: normativa, descritiva, internalizada;
Caracterizar as linguagens verbal, não-verbal e digital e conhecer os fatores que determinam
sua utilização nos diversos gêneros textuais;
Identificar e utilizar corretamente os mecanismos formais através dos quais se manifestam as
categorias de pessoa, espaço e tempo no uso efetivo da linguagem;
Caracterizar a linguagem escrita e a oral, bem como utilizar corretamente essas modalidades
nas produções textuais;
Identificar e utilizar os mecanismos de coesão referencial na leitura e produção de textos.
Leitura
Compreender a linguagem como um elemento simbólico através do qual são construídas as
diversas representações sociais sobre todos os assuntos;
Entender o texto como uma unidade que materializa e dá forma a uma série de fragmentos
16
discursivos e que obtém sua unidade do fato de possuir uma intenção comunicativa específica;
Compreender que todo texto só se concretiza na relação dialógica entre o autor e o leitor;
Entender que os textos são agrupados de maneira específica, considerando os ramos das
atividades humanas das quais se originam;
Caracterizar diferentes gêneros textuais a partir de sua forma composicional, seu tema seu
estilo.
Entender a função comunicativa dos tipos textuais na composição de gêneros diversos;
Entender o texto como uma forma de ação através da qual o locutor realiza diversos micro e
macroatos de fala;
Compreender que todo texto tem um leitor pressuposto. Diante disso, deve-se identificar os
fatores de coerência que um leitor não esperado deve conhecer para compreender o texto;
Compreender que todo assunto pode ser interpretado de maneira diferente considerando o
domínio discursivo em que se encontra.
Produção textual
Planejar a produção textual de acordo com a intenção comunicativa;
Utilizar os diferentes níveis de estruturação da língua na produção de textos, considerando as
especificidades do gênero e da situação comunicativa;
Situar a produção textual em domínios discursivos específicos tendo em vista as condições de
produção e o contexto comunicativo;
Produzir gêneros textuais tendo em vista o propósito comunicativo;
Utilizar corretamente, e de acordo com os efeitos de sentido pretendidos, os tipos textuais na
composição dos gêneros;
Pontuar adequadamente os textos, considerando os objetivos da produção textual;
Grafar adequadamente as palavras, tendo em vista o gênero textual a ser produzido;
Utilizar corretamente os mecanismos de coesão referencial e os fatores de coerência na
produção de textos;
Conhecer e selecionar as técnicas argumentativas adequadas ao projeto discursivo seja oral ou
escrito.
Literatura
Compreender a especificidade do texto literário;
Caracterizar a linguagem e o estilo literário em diferentes períodos;
Conhecer os níveis enunciativos da produção literária;
Conhecer mecanismos de recepção do texto literário;
Compreender o papel do autor no processo de leitura do texto literário;
Compreender que o mundo descrito na obra literária é constituído de duas faces: uma
ficcional e discursiva;
Compreender a relação entre literatura e música, cinema e teatro;
Ler e analisar gêneros literários nacionais e internacionais.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Análise lingüística
Fonema, morfema, frase, oração, período, texto, discurso, retórica;
História da língua portuguesa
Variação lingüística, idioleto, socioleto,
Variação social, espacial, temporal, jargão, gíria;
Signo e símbolo;
Nomes/substantivos
Pronomes pessoais e possessivos;
17
Pronomes demonstrativos e advérbios de lugar;
Advérbios de tempo e verbo;
Pessoas do discurso;
Apagamento da subjetividade
Referenciação;
Anáfora e catáfora;
Coesão gramatical e lexical.
Leitura
Língua e linguagem;
Domínios discursivos;
Dialogismo;
Gêneros e tipos textuais;
Atos de fala
Leitor virtual e leitor modelo;
Coerência textual;
Interdiscursividade;
Expressões idiomáticas;
Ditados populares;
Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça,
ética.
Produção textual
Língua e linguagem;
Domínios discursivos;
Dialogismo;
Plano textual;
Gêneros e tipos textuais;
Atos de fala;
Leitor virtual e leitor modelo;
Coerência textual;
Interdiscursividade;
Sinais de pontuação;
Regras ortográficas;
Argumentação: tese, acordo prévio, ethos, pathos, técnicas argumentativas
Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça,
ética.
Literatura
Literariedade;
Realidade e representação;
Figuras de linguagem;
Sentido comum e efeito discursivo;
Locutor e alocutário, narrador e narratario, enunciador e enunciatário;
Lirismo;
Gêneros literários;
Escolas literárias;
Formações discursivas: o amor, o preconceito social, gênero, religião.
COMPONENTES CURRICULARES
Análise lingüística
Níveis de análise da linguagem: fonético, morfológico, sintático, semântico, pragmático,
18
enunciativo, textual, discursivo e retórico;
Variação lingüística;
Tipos de gramática;
Linguagem verbal, não verbal e digital;
Categorias de pessoa, espaço e tempo;
Linguagem oral e escrita;
Mecanismos de coesão textual: referenciação
Leitura
Linguagem e sociedade
Texto e discurso
Dialogismo;
Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional e publicitário;
gêneros textuais e tipos textuais
Atos de fala
Leitor modelo
Fatores de coerência textual
Interdiscursividade;
Produção textual
Níveis de análise da linguagem
Texto e discurso
Dialogismo
Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional;
Gêneros textuais: entrevista, carta do leitor, crônica argumentativa, texto dramático, resenha
crítica de filmes, recibo, abaixo-assinado, aviso, recurso, e-mail, blog, seminário, debate
deliberativo e de opinião;
Tipos textuais: narração, descrição, exposição, explicação, diálogo, retificação, apresentação,
definição, injunção e silogismo
Pontuação;
Ortografia;
Marcadores conversacionais;
Argumentação: elementos do acordo prévio
Técnicas argumentativas: fato, exemplo, argumento de autoridade, depoimento, petição de
princípio, falácias;
Fatores de coerência e coesão referencial
Literatura
Definição de literatura;
O texto literário: linguagem e estilo;
Níveis enunciativos: o locutor e o alocutário, o narrador e o narratário, o enunciador e o
enunciatário;
A leitura e o leitor;
O autor e a obra;
O mundo da obra literária: o ficcional e o discursivo;
Literatura e música;
Literatura e cinema;
Literatura e teatro;
Gêneros literários: a fábula, o poema, o conto, a crônica, o drama, o romance, literatura oral e
cordel.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
O curso será desenvolvido considerando o A avaliação é entendida como processo
processo de ensino-aprendizagem como dinâmico contínuo, que precisa ser constantemente
19
e participativo. Dessa forma, serão propostas revisto. Desta forma, todas as atividades,
atividades interativas, além das aulas expositivas e conforme as competências e habilidades
de exercícios práticos.
que se pretende desenvolver, serão
consideradas avaliativas nesse processo.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Básica:
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São
Paulo: Parábola Editorial, 2007.
NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2006
COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988.
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.
BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 10. ed. São Paulo: 2002.
CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: das origens ao
realismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 1983.
CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo. São
Paulo: DIFEL, 1983.
ZANOTO, Normelio. Correspondência e redação técnica. Caxias do Sul/RS: EDUCS, 2002.
Complementar:
FÁVERO, Leonor Lopes et alii. Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino da língua materna.
São Paulo: Cortez, 1999.
MARCUSCHI, Antônio. Da fala para a escrita: atividade de retextualização. Sãop Paulo: Cortez,
2001
CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos? São Paulo: Cia. das Letras, 1993
CASTILHO, A. T. de (org.) Gramática do português falado. Campinas: EDUNICAMP/FAPESP,
1990.
KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992.
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989.
CASTELLO, José Aderaldo. A literatura brasileira: origens e unidade (1500-1960). São Paulo:
EDUSP, 1999. 2 v
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: como é, como se faz? São Paulo: Loyola, 2001.
CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1981 (2 vs.)
20
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: LÍNGUA INGLESA I
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 2 aulas semanais
•
•
•
•
•
•
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Compreender a língua inglesa de forma contextualizada, através de atividades e textos
autênticos, favorecendo o aprendizado real do idioma e o desenvolvimento das relações
entre os conteúdos gramaticais e lexicais apresentados em classe;
Reconhecer e aplicar as habilidades essenciais para um aprendizado funcional da língua
inglesa (leitura, escrita, compreensão auditiva e prática oral), como recursos que auxiliem o
desenvolvimento da competência comunicativa em língua estrangeira;
Desenvolver a prática da leitura e escrita seguindo os princípios do ESP (English for Specific
Purposes), como recursos lingüísticos que auxiliem o estudante a interpretar a semântica
do texto a partir da inferência textual de cognatos e falsos cognatos, lay out e aspectos
tipográficos, com a prática das estratégias de Skimming e Scanning nos textos
apresentados pelo professor;
Identificar diferentes gêneros textuais e tipos de texto (narração, descrição, dissertação,
textos técnicos, funções retóricas, exemplificação, ilustração), de modo que o estudante
seja capaz de apurar a sua compreensão da língua inglesa, inferindo, analisando,
predizendo, reconhecendo e associando o uso de elementos lingüísticos (gramaticais e
lexicais), na expansão do seu campo semântico;
Ampliar o léxico (vocabulário) de termos técnicos relacionados ao contexto do inglês para
informática;
Proporcionar ao aluno conhecimentos multidisciplinares através de atividades
integradoras.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
Realizar leitura fluente em língua materna;
Ter noções de aspectos morfossintáticos da língua portuguesa e inglesa;
Reconhecer diferentes tipos de texto em língua materna.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Níveis de Compreensão
1.1. Reconhecimento de cognatos, falsos cognatos, Main Idea, key-words (palavras1.2.
1.3.
1.4.
1.5.
1.6.
1.7.
1.8.
chave);
Leitura de sinais gráficos, títulos, subtítulos, palavras grifadas, gráficos, tabelas, etc;
Skimming e Scanning;
Ativação de conhecimento prévio (background knowledge);
Predição (antecipação do conteúdo do texto);
Dedução de palavras desconhecidas com base no contexto;
Identificação de pontos principais;
Funções retóricas do texto e organização textual.
2. Conhecimento de Itens gramaticais:
2.1. Grupo nominal (Noun frases);
2.2. Grupo verbal;
21
2.3. Referência contextual;
2.4. Adjetivos e Advérbios, Prepositions;
2.5. Graus dos adjetivos;
2.6. Formação de Palavras: Prefixos e sufixos
2.7.
Simple Present and Past tense, Simple Future, Immediate Future e Conditional tense
(would).
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
A avaliação será processual e contínua, tendo
Aulas expositivas, estudo de textos, trabalhos como instrumentos: provas, trabalhos
interdisciplinares vinculados as demais escritos e seminários, levando-se em conta, a
disciplinas do curso, trabalhos em grupo e participação, a freqüência e o desempenho
individuais, atividades diversas com filmes e
do aluno no decorrer destas atividades, a
seminários.
serem desenvolvidas ao longo das unidades,
observando-se os seguintes aspectos:
-Interesse e participação nas atividades
propostas;
-Responsabilidade na entrega de tarefas;
-Cooperação e interação com o grupo;
-Produções de leitura e escritas, individuais
e/ou em grupos
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AMOS, E.; PRESCHER, E. The New Simplified Grammar. São Paulo: Richmond Publishing, 2005.
CRUZ, D. T.; SILVA, A. V.; ROSAS, M. Inglês.com. textos para informática. Salvador, 2001;
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use: a self-study reference and practice book for
intermediate students. 2. Ed. New York: Cambridge University Press, 1999;
GLENDINNING, E. H. and McEWAN, J..Basic English for Computing, Oxford: Oxford University
Press. 1999.
NAYLOR, Helen. Essential Grammar in use supplementary exercises. Cambridge: Cambridge
University Press, 1996;
RANDOM house Webster’s Concise College Dictionary. New York: Random House, 2000.
TORRES, Nelson. Gramática Prática da língua inglesa. 8.ed. São Paulo: saraiva, 2000
22
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: FÍSICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Reconhecer a Física enquanto construção humana, aspectos de sua história e relações
com o contexto cultural, social, político e econômico.
2. Reconhecer o papel da Física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos
meios tecnológicos e sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico.
3. Conhecer as unidades e as relações entre as unidades de uma mesma grandeza física.
Fazer conversões entre elas e utilizá-las adequadamente.
4. Conhecer e utilizar conceitos da mecânica clássica.
5. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes.
6. Compreender e utilizar leis e teorias da mecânica clássica.
7. Elaborar sínteses ou esquemas estruturados da mecânica clássica.
8. Saber ler e interpretar, expressões matemáticas, gráficos e tabelas para o estudo do
movimento. Ser capaz de descrever uma relação quantitativa nessas formas, e de
passar de uma representação para outra.
9. Construir sentenças matemáticas ou esquemas para resolução de problemas da
mecânica clássica.
10. Acompanhar o noticiário relativo à mecânica clássica em revistas, jornais e outras ídias.
11. Descrever relato de fenômenos ou acontecimentos físicos que envolvam a mecânica
clássica.
12. Elaborar relatórios analíticos, discutindo dados e resultados de experimentos e
situações problemas.
13. Reconhecer a conservação da energia.
14. Reconhecer a conservação da quantidade de movimento.
15. Identificar transformações de energia.
16. Identificar formas de dissipação de energia e as limitações quanto aos tipos de
transformações possíveis.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1. Conhecer as propriedades e operações fundamentais pertencentes ao conjunto dos
números reais.
2. Conhecer os elementos geométricos fundamentais tais como ângulo, retas, figuras
planas.
3. Conhecer grandezas e unidades fundamentais de medidas tais como comprimento,
volume, massa, medida de tempo.
4. Conhecer elementos trigonométricos fundamentais tais como relações do triangulo
retângulo, seno, co-seno e tangente.
COMPONENTES CURRICULARES
UNIDADE I
1. Por que estudar física no ensino médio?
1.1 Apresentação histórica do desenvolvimento da física e de seus principais ramos.
23
1.2 Aplicações tecnológicas e aspectos culturais da física no mundo atual.
2. Grandezas Físicas e Sistemas de Unidades
2.1 Ordem de grandeza – Potência de Dez – Notação Científica
2.2 Algarismos significativos
3. Grandezas escalares e vetoriais
3.1 Conceitos fundamentais da física: referencial, espaço, deslocamento, trajetória,
tempo massa, etc.
Vetores: representação geométrica e operações geométricas e analíticas – soma, subtração e
produto escalar de nº por vetor – vetores unitários.
4. Introdução à Dinâmica
4.1 Conceito de massa (inercial e gravitacional)
4.2 Interações conhecidas
4.3 Apresentação e discussão das três leis de Newton.
UNIDADE II
1. Estática
1.1 Equilíbrio do ponto material
1.2 Equilíbrio do corpo rígido
1.3 Teorema de Varignon
1.4 Centro de gravidade
2. Aplicações das Leis de Newton
2.1 No plano horizontal e inclinado com e sem atrito
2.2 Força elástica – Lei de Hooke
2.3 Elevadores
2.4 Polias fixas
2.5 Força centrípeta
UNIDADE III
1. Introdução à cinemática escalar e vetorial – MOVIMENTO UNIFORME
2. Cinemática escalar e vetorial – MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO
2.1 Movimento no plano horizontal e vertical – Lançamentos
2.2 Composição de movimentos
2.3 Movimento circular uniforme
2.4 Transmissão de MCU
2.5 Apresentação das equações do MCUV
UNIDADE IV
1. Trabalho e Energia
1.1 Conservação da energia
2. Potência e Rendimento
3. Impulso e Quantidade de movimento
3.1 Conservação da quantidade de movimento
4. Colisões
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
1. AULAS EXPOSITIVAS com incentivo à O processo de avaliação contempla os
participação dos alunos, utilizando técnicas, tais aspectos qualitativos e quantitativos da
como: contextualização do tema, questões de formação do aluno.
24
estudo, soluções de situações problemas.
2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM GRUPOS, onde
os alunos deverão elaborar sínteses, a partir de
pesquisas em referências bibliográficas, e
participarem de fóruns de discussão e aulas
práticas, apresentação de seminários de temas
abordados em sala.
3. AULAS PRÁTICAS EM LABORATÓRIO,
estimulando a aplicação dos procedimentos,
elaboração de hipóteses e discussão dos
resultados, com base na literatura científica.
4. QUESTÕES APLICADAS – pesquisa bibliográfica
sobre temas de aprofundamento do curso técnico
do aluno.
5. VISITAS TÉCNICAS – a ambiente de divulgação e
prática de atividades experimentais para analise e
aplicabilidade dos conhecimentos da ciência.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ALVARENGA, Beatriz e MÁXIMO, Antônio. Curso de Física. Editora Scipione. São Paulo, 2001.
Vol. 1
BONJORNO, José Roberto; RAMOS, Clinton Marcico. Física I. editora FTD. São Paulo, 1992.
Mecânica.
CALÇADA, Caio Sérgio; SAMPAIO, José Luis. Física Clássica. Editora Atual. São Paulo, 2000. Vol.
1
GASPAR, Alberto. Física. Editora Ática. São Paulo, 2000. Vol.1
GREF – Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 1 – Mecânica. São Paulo: EDUSP –
Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
NEWTON, Villas Boas; HELOU, Ricardo Doca e GUALTER, José Biscuola. Física I. Editora Saraiva.
São Paulo, 2001.
RAMALHO, Francisco Jr., NICOLAU, Gilberto Ferraro e TOLEDO, Paulo Antônio. Os Fundamentos
da Física. Editora Moderna. São Paulo. Mecânica vol.1.
TADASHI SHIGEKIYO, Carlos; YAMAMOTO, Kazuhito e FUKE, Luiz Felipe. Os alicerces da Física.
Editora Saraiva. São Paulo, 2000. Vol. 1.
25
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: Química
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
COMPETÊNCIAS
•
•
•
•
•
•
•
•
Caracterizar método científico
Compreender a importância da Química em nossa vida
Compreender as propriedades da matéria, sua diversidade e suas transformações
Compreender os conceitos fundamentais da estrutura atômica
Identificar os elementos fazendo uso da tabela periódica
Caracterizar as ligações químicas
Caracterizar compostos inorgânicos
Compreender os princípios básicos das reações químicas
HABILIDADES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Descrever fenômenos físicos e químicos importantes no desenvolvimento das teorias
atômicas da matéria
Conceituar elemento químico e distinguir substâncias puras de misturas
Caracterizar os diferentes estados físicos da matéria.
Diferenciar transformações físicas e químicas.
Aplicar as leis ponderais às transformações químicas
Descrever os modelos atômicos baseados nas teorias de Thomson e Rutherford.
Definir e caracterizar moléculas, átomos e suas subdivisões.
Determinar número atômico e número de massa.
Identificar os elementos químicos (e sua simbologia) usando os isótopos, isótonos e
isóbaros dos diferentes átomos.
Classificar os elementos químicos fazendo uso da tabela periódica com base nas
propriedades periódicas e aperiódicas.
Distinguir as ligações químicas e estruturar fórmulas eletrônicas de átomos, moléculas e
íons.
Relacionar as propriedades físicas com as interações intermoleculares.
Estruturar geometrias moleculares
Caracterizar compostos iônicos e moleculares.
Distinguir soluções eletrolíticas e não-eletrolíticas.
Definir, formular e nomear compostos inorgânicos: ácidos, bases, sais, óxidos, hidretos.
Conceituar ácido e base segundo a teoria de Arrhenius, Bronsted-Lowry, Lewis
Diferenciar ácido de base utilizando indicadores ácido-base.
Classificar os óxidos com base nas propriedades químicas.
Caracterizar e classificar os sais.
Identificar os fenômenos que ocorrem em uma reação química.
Definir e classificar as reações químicas.
Balancear equações químicas pelo método das tentativas
26
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Modelos atômicos
Estrutura atômica
Tabela periódica
Ligações químicas
Geometria molecular
Compostos inorgânicos
Leis Ponderais
Reações Químicas: aspectos qualitativos
Balanceamento de equações químicas
BASES CIENTÍFICAS
•
•
•
•
•
Conceitos fundamentais sobre átomos, moléculas e íons
Separação de misturas
Fenômenos físicos e químicos
Unidades de medida e Sistema Internacional de Unidades
Razão e proporção
COMPONENTES CURRICULARES
1. Introdução ao estudo da Química
2. Matéria e energia - suas transformações
2.1 - Transformações físicas e químicas
2.2 - Mudanças de estado físico
2.3 - Substâncias
2.4 - Processos de separação
2.5 - Medições - massa, volume, densidade, temperatura
3. Leis ponderais da Química
3.1 - Lei de Lavoisier
3.2 - Lei de Proust
3.3 - Lei de Dalton
4. Estrutura atômica
4.1 - Conceitos fundamentais: átomos, moléculas, íons
4.2 - Identificação dos átomos: número atômico, número de massa, símbolo químico,
isótopos, isóbaros, isótonos
4.3 - Modelos atômicos
4.4 - Distribuição eletrônica em níveis e subníveis de átomos e íons
5. Classificação periódica dos elementos químicos
5.1 - Caracterização da tabela periódica - períodos e famílias
5.2 - Propriedades periódicas e aperiódicas dos elementos químicos
27
6. Ligações químicas
6.1 - Ligação iônica
6.2 - Ligação covalente
6.3 - Ligação metálica
6.4 - Fórmulas eletrônica, estrutural e molecular dos compostos iônicos e moleculares
6.5 - Forças intermoleculares
6.6 - Geometria molecular
7. Número de oxidação
7.1 - Conceito
7.2 - Determinação do NOX em diferentes espécies químicas
8. Compostos inorgânicos
8.1 - Sinopse dos compostos inorgânicos
8.2 - Conceitos básicos de eletrólito, ionização e dissociação iônica
8.3 - Óxidos
8.4 - Ácidos
8.5 - Hidróxidos
8.6 - Sais
8.7 - Hidretos
9. Equações químicas
9.1 - Balanceamento de equações por tentativa
9.2 - Balanceamento de equações por oxi-redução
10. Reações químicas
10.1 – Classificação
10.2 - Tipos de reações quanto à sua complexidade
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas expositivas com utilização de recursos áudio Avaliação escrita;
visuais, seguidas de discussão e resolução de Testes escritos individuais e/ou em dupla;
Listas de exercícios;
exercícios.
Trabalhos e Seminários
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
1. Artigos da Química Nova na Escola. SBQ - São Paulo.
2. BRADY, J. E.; HUMISTON, G.E. Química geral, Rio de Janeiro, 2 ed., Editora LTC, v.1 e v.2.
1995.
3. BROW, T. L.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química – A Ciência Central, 9
ed., Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2005, 972p.
4. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química - De Olho no Mundo Trabalho, Ed.Scipione, São
Paulo, v. único, 2004, 448p.
5. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química Moderna -, São Paulo: Scipione, v. 1, 1997.
6. FELTRE, R. QUÍMICA, 6 ed., Editora Moderna, São Paulo, v.1, 2004, 562p.
7. FONSECA, M.R.M.da Interatividade Química, São Paulo: FTD, 2005.
8. GARRITZ, A.; GUERRERO, J.A.C. Química, Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2003, 625p.
9. LEMBO, Química: Realidade e Contexto, São Paulo: Ática, v. 01, 2002.
10. MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio, São Paulo: Scipione, v. único, 2002.
11. NOVAIS, V.L.D. Química, Atual Editora, São Paulo, v.1, 1999, 422p.
12. PERUZZO, F.M.; CANTO, E. L . Química na abordagem do cotidiano, 3 ed., Editora
Moderna, São Paulo, v.1, 2003, 343p.
13. SANTOS, W.L.P. dos; MÓL, G. de S.; MATSUNAGA, R.T.; DIB, S.M.F.; CASTRO, E.N.F. de;
28
SILVA, G. de S.; SANTOS, S.M. de O; FARIAS, S.B. Química e Sociedade, 1 ed., Editora Nova
Geração, São Paulo, 2007, 168p.
14. SARDELLA, A.; FALCONE, M. Química – Série Brasil, 1 ed., Editora Ática, São Paulo,
2004, 144p.
15. SARDELLA, A. Química - série novo ensino médio, São Paulo: Ática, v. único, 2003.
16. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química Essencial, São Paulo, Ed. Saraiva, v.único, 2001.
29
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: BIOLOGIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
• Conhecer os fundamentos da Ecologia compreendendo sua importância para a
preservação do(s) meio ambiente e seres vivos.
• Compreender a complexidade e multiplicidade das relações ecológicas: seres vivos
entre si, e estes com o meio ambiente.
• Reconhecer o alto grau de interdependência entre os diversos componentes da
Biosfera.
• Reconhecer que seres vivos são unidades biológicas integradas por minúsculas
partículas à semelhança do que ocorre com a matéria não viva.
• Identificar características químicas, propriedades e funções das substâncias orgânicas e
inorgânicas, indispensáveis à composição química e funcionalidade metabólica dos
seres vivos.
• Associar o interior da célula viva a um microcosmo complexo e ativo, reconhecendo-o
como o nível de organização em que o fenômeno vital se manifesta.
• Compreender os processos envolvidos no funcionamento das células de modo a refletir
sobre a organização vital dos níveis.
• Elaborar relatórios analíticos, discutindo dados e resultados de experimentos e
situações problemas.
• Reconhecer a conservação da energia.
• Reconhecer a conservação da quantidade de movimento.
• Identificar transformações de energia.
• Identificar formas de dissipação de energia e as limitações quanto aos tipos de
transformações possíveis.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Reconhecer a importância da Ecologia no mundo atual.
Identificar os níveis de organização da matéria viva, especialmente aqueles pertinentes
à área ecológica.
Identificar os níveis tróficos compreendendo as relações entre eles, através do estudo
de cadeias e teias alimentares.
Caracterizar as relações entre seres vivos e meio ambiente (alelo e ecobioses
respectivamente).
Analisar a interferência do HOMEM no equilíbrio ecológico do planeta.
Compreender a base molecular da matéria viva: átomos, moléculas, substâncias.
Reconhecer o carbonotetravalente como elemento crucial na construção de cadeiais
carbonadas fundamentais para substâncias orgânicas.
Compreender a importância da água e sais minerais, como constituintes necessários à
célula e a seu equilíbrio eletrolítico.
Conceituar, classificar e exemplificar glicídios e lipídios destacando o papel biológico
dos mesmos.
Analisar a estrutura de aminoácidos e proteínas; destacando suas propriedades e
30
•
•
•
•
•
•
diferentes funções, especialmente a euzimática.
Identificar e compreender o papel biológico das Vitaminas.
Analisar a estrutura dos ácidos nucléicos destacando seu papel biológico na
transferência de imformação genética.
Caracterizar a célula como unidade biológica destacando a importância da microscopia
para seu estudo.
Identificar, diferenciando células procarióticas de células eucarióticas, evidenciando
seus respectivos componentes.
Analisar a base molecular de todos os integrantes celulares, suas respectivas estrutura
e função (ou funções) dentro do compartimento celular.
Analisar o metabolismo energético celular.
COMPONENTES CURRICULARES
•
•
•
•
•
Biosfera
Biociclo
Ecossistema
Comunidades
Populações
- Cadeias/Teias alimentares
•
•
•
Produtores
Consumidores
Decompositores
•
Fluxo de energia.
Ciclo da Matéria ( ciclo biogeoquímico pirâmides)
Relação Inter/Intraespecífica.
Desequilíbrio Ambiental
-
Poluição da Água.
Poluição do Solo.
Poluição do Ar
•
•
•
Controle Biológico
Alternativas energéticas
Base Química da vida
•
Substâncias inorgânicas
•
Água.
Sais Minerais.
Substâncias orgânicas
-
Glicídios.
Lipídios.
31
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Aminoácidos.
Proteínas.
Ácidos nucléicos
Vitaminas
Histórico e evolução da Citologia
Método de estudo em Citologia
Estrutura celular.
Evolução celular.
Componentes membranosos: MP, MC (envoltórios)
- Transporte:
- Passivo
- Ativo (primário, secundário).
Em bloco: - Endocitose.
- Exocitose.
- Citosol.
- Citoesqueleto
- Organelas(membranosas e não membranosas).
Metabolismo energético (noções).
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas Expositivas.
• Através de avaliações escritas
(objetivas, subjetivas, mista.)
Aulas Discursivas.
• Através de Trabalhos de equipe
- Utilização de recursos audiovisuais
(AE) c/ apresentação ORAL
(slides,Transparências).
p/todos os componentes.
- Quadra branco, etc.
Construção de modelos, maquetes,
AI = Atividade Individual.
cartazes, Painel etc.
AD = Atividade dupla.
Atividades em duplas (AD) em sala, sob a
AE = Atividade em equipe.
supervisão do Docente.
Atividades em grupo (AE), c/ apresentação
Oral para respectiva pontuação.
Atividades extra classe (AI = individual),
tais como, questionários, relatórios,
pesquisas etc.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Amabis e Marthos vol 1, 2, 3 /Biologia Ed: Moderna 2005/ 2006.
Linhares, S e Gewandsznajder, F Biologia – vol 0. Ed. Ática – 2007.
Biologia Hoje 3v – 1, 2 e 3 Ed. Ática 1997/1999.
Soares, J. Luis Biologia no 3° milênio vol 1, 2 e 3. Ed. Scipcione 1998.
Lopes, Sônia. Bio – vol 1, 2, 3 1998/2003. Ed. Saraiva.
Silva Jr, César da e Sassoa, Sezar Biologia – Ed. Saraiva 1998.
32
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: HISTÓRIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
• Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o
papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos
envolvidos em sua produção.
• Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das
categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico.
• Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo
cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas.
• Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos
processos históricos.
• Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do
papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto
dos mesmos.
• Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos
“lugares de memória” socialmente instituídos.
• Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as
ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua
constituição e significação.
• Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão
e/ou de simultaneidade.
• Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos.
• Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o
passado.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
- Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos, identificando regularidades,
apresentando interpretações.
- formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas.
- desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e naturais.
- procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema.
- formular hipóteses e prever resultados.
- articular o conhecimento científico e tecnológico numa perspectiva interdisciplinar.
COMPONENTES CURRICULARES
I UNIDADE
1. Introdução ao estudo da História.
1.1 Para que serve a História?
1.2 O tempo como categoria analítica do historiador.
1.1.O “modo de produção asiático”
1.2.O “modo de produção escravista” antigo
• Crise do mundo antigo e queda do Império Romano: os “bárbaros” e o cristianismo
no limiar do medievo.
33
2. A alta Idade Média, Os Reinos Germânicos e o Mundo Feudal na Europa Medieval
2.1. A Alta Idade Média: O Império Carolìngio e a cristianização da Europa Ocidental
2.2.A dinâmica feudal e o crescimento da atividade mercantil
2.2.1.A organização sócio-econômica, a Igreja e o imaginário feudal
• A economia feudal
• O parentesco, a cavalaria, as transformações demográficas e as cidades feudais;
• Aspectos religiosos e culturais
2.2.2.A cultura aristocrática e os conflitos sociais
• O senhor feudal e o camponês na condição servil;
II UNIDADE
2.3.Crise e transição do feudalismo
3.A formação do Estado Moderno Europeu – O Absolutismo
• Constituição e ideologias dos Estados Absolutistas;
3.1.O Renascimento, a Reforma, a Contra-Reforma, A inquisição e a caça as Bruxas;
3.2.O Mercantilismo e a Expansão Ultramarina
• França e Inglaterra como modelos
• O pioneirismo português
3.3. Economia mundial e o comércio Atlântico
• A importância de Portugal e Espanha na organização do Sistema Colonial
• O comércio intercontinental e a escravidão africana
III UNIDADE
4. A África Pré-colonial
• Conhecimentos e organização do trabalho na áfrica Atlântica
• A diversidade física, cultural e socioeconômica da África.
5. Novo Mundo e colonização na América
5.1. As culturas indígenas americanas
• Os primeiros habitantes da América
5.2. A colonização da América espanhola e inglesa
• Administração e organização para o trabalho;
• Semelhanças e diferenças no trato colonial na América.
5.3 .A conquista do Brasil e a invenção do Antigo Sistema Colonial
• Os povos nativos da América Portuguesa
• O”mito do encontro e o início da colonização”
IV UNIDADE
A economia da plantagem, funcionamento e sua articulação com as economias
periféricas;
• A formação da sociedade patrimonial-senhorial e escravista;
• A importância social do engenho;
• O tráfico negreiro e a mão-de-obra escrava na colônia
5.4. A economia do ouro e a sociedade
• A mineração, seus espaços e a cidade como centro gravitacional da economia aurífera
• A escravidão, riqueza e pobreza na economia reluzente.
• O gado , o muar e a farinha de mandioca.
• Os movimentos sociais da plebe livre e escravos na colônia.
5.5.A igreja romana e a religiosidade popular e cultura na colônia.
•
34
METODOLOGIA
O desenvolvimento da disciplina contará com a
utilização de diversas metodologias que, atuando
de modo integrado, favorecerá diferentes formas
de aprendizagem. O curso será pautado na
concepção colaborativa de aprendizagem,
contando com aulas expositivas participativas,
com utilização de recursos variados que vão das
novas tecnologias que se colocam à serviço do
aprendizado, às tradicionais atividades e estudos
realizados no ambiente da sala de aula. A
metodologia buscará aliar acompanhamento
individualizado
e
mediação
tecnológica,
garantindo
um
cenário
favorável
ao
desenvolvimento da autonomia de aprendizagem
e formação da atitude investigativa constante.
Para isto se buscará criar condições propícias
como:
- desenvolvimento de um clima de aceitação e
respeito mútuo, em que o erro seja encarado
como desafio para o aprimoramento do
conhecimento e construção de personalidade e
que todos se sintam seguros e confiantes para
pedir ajuda;
AVALIAÇÃO
Avaliação de caráter formativo cumprirá
o papel de favorecer a aprendizagem
discente,
assim
como
o
acompanhamento constante e processual
por parte do docente. Tendo como foco a
aprendizagem
do
aluno
e
comprometendo-se
com
seu
desempenho e construção do saber,
serão utilizados diferentes instrumentos
de avaliação, que vão desde atividades
individuais e coletivas desenvolvidas em
salas de aulas ou em outros ambientes de
aprendizagem. Também se buscará
desenvolver formas de favorecer ao
aluno um mecanismo de recuperação
constante na disciplina. Terá por critérios
básicos a participação, assiduidade e
pontualidade,
domínio
cognitivo,
cumprimento e qualidade das tarefas,
responsabilidade, capacidade de produzir
em equipe, autonomia intelectual e
comportamento do aluno.
- organização de aulas que estimule a ação
individualizada do aluno para que possa
desenvolver sua potencialidade criadora, mas que,
também, esteja aberto a compartilhar com o outro
suas experiências vividas na escola e fora dela;
- oferta de oportunidades, por meio das tarefas
organizadas para a aula, em que vários possam ser
os pontos de vista, permitindo ao aluno um
posicionamento autônomo, fortalecendo, assim,
sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao
produto do seu trabalho intelectual.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ALENCAR, Francisco. [et al] História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1996
ANDERSON, P. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1998..
____________ Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 1992.
AQUINO, Rubim Santos Leão de. [et al] História das sociedades antigas e medievais. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006
________. História das sociedades modernas às atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006
________
ARRUDA, J. Jobson. Atlas Histórico básico. São Paulo, Ática, 1998.
BOXER, Charles. O Império Colonial Português. Lisboa: Edições 70, 1969.
CASTRO, Silvio. A Carta de Pero Vaz de Caminha. Porto Alegre: L&PM, 2003.
CATELLI JR, Roberto. História, Texto e Contexto. Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2006
FALCON, Francisco J. C. Mercantilismo e transição. São Paulo, Brasiliense, 1990.
35
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2000.
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1980.
MARCHANT, Alexandre. Do escambo à escravidão. 2ª ed. São Paulo, Cia. Editora Nacional,
1980.
MATTOSO, Kátia de Queiróz. Ser escravo no Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1982.
MAURO, Fredéric. A expansão européia: 1600-1870. Barcelona, Editorial Labor, 1975.
NOVAIS, Fernando. Estrutura e dinâmica do antigo sistema colonial. São Paulo, Brasiliense,
1984
________ Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec,1979
PRADO JUNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1977
PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato P. O Livro de Ouro da História do Brasil. Rio de
Janeiro: Ediouro, 2003.
SALGADO, Graça. (coordenadora) Fiscais e Meirinhos: a administração no Brasil Colonial. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
SCHWARTZ, Stuart B. Segredos Internos. São Paulo: Companhia das Letras, 1986
SWEEZY, Paul et alli. A transição do feudalismo para o capitalismo. Rio de Janeiro, Paz e Terra,
2000.
36
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: GEOGRAFIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Reconhecer e aplicar conceitos a diferentes contextos.
Posicionar-se diante de dados e informações geográficas.
Estabelecer relações de ordem, contradição, complementaridade entre os processos
sociais, políticos, econômicos e naturais.
Analisar o processo de apropriação da natureza pela sociedade e suas repercussões
espaciais.
Problematizar o mundo contemporâneo, compreendendo a inter-relação entre os
diferentes fenômenos naturais e sua interface com a sociedade.
Desenvolver a capacidade de reconhecer na paisagem as manifestações das atividades
humanas e a dinâmica dos processos naturais, associadas aos processos de exploração
econômica dos diferentes recursos disponíveis no planeta e em especial no Brasil.
Compreender a dinâmica climática a partir da ação da sociedade no tempo e espaço
Compreender os aspectos, usos e conflitos dos recursos naturais a partir das
transformações técnico-científicas.
Estabelecer relações entre a exploração dos recursos e sua escassez futura.
Identificar as dinâmicas e particularidades da relação natureza x sociedade no espaço
brasileiro.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
●
•
•
•
•
•
•
Noções de paisagem, espaço, natureza, Estado e sociedade.
Leitura e interpretação estatística, gráfica e cartográfica.
Analisar e interpretar informações, associando-as entre si.
Compreensão das diferentes linguagens que tratam da dinâmica e da problemática da
natureza
Compreensão da escala espacial como estratégia de apreensão da realidade.
Compreensão das distintas escalas temporais.
Noção da composição físico-química dos elementos, fenômenos e processos naturais.
Compreensão do processo de evolução da natureza e da vida.
Compreensão do papel das inovações tecnológicas na esfera da produção engendrando
novas formas de organização social e novas formas de apropriação da natureza.
COMPONENTES CURRICULARES
1. A ciência geográfica: evolução e conceitos básicos
• O espaço geográfico: produção, planejamento e gestão.
2. Sistemas de orientação e localização no espaço geográfico
• Os pontos de orientação: cardeais, colaterais e subcolaterais
• Orientação pêlos astros: sol, lua e estrela.
• Equipamentos de orientação
• Linhas imaginárias: paralelos e meridianos
37
• Zonas da terra e as coordenadas geográficas
3. O Universo e a dinâmica terrestre.
Origem e formação do universo, os movimentos de rotação e translação e suasconsequências
sobre a terra.
4. A representação do espaço: Cartografia
• A Cartografia: conceitos e definições
• Tipos de representação do espaço: mapas, cartas, cartogramas, plantas baixas, globo terrestre
• Tipos de mapas
•Leitura e interpretação das representações do espaço
• Elementos do mapa/carta
5. O Geosistema, o modo de produção capitalista e a questão “ambiental”.
Principais formas de degradação da natureza
Reuniões, acordos e OGN's ambientais
Em busca do desenvolvimento sustentável
6. A dinâmica litosférica
A terra: origem, constituição e dinâmica estrutural.
Estrutura interna da terra
Rochas e minerais
Tempo geológico
• Dinâmica interna da terra: Agentes internos modificadores do relevo: abalo sísmico, vulcanismo,
tectonismo (dobramento e falhamentos)
• A dinâmica externa do relevo, agentes formadores e modificadores do relevo: ação do homem,
chuva, rios, mares, ventos, gelo
• Geomorfologia: a terra e seus modelados
• Principais formas de relevo
• Classificação do relevo brasileiro
• Ciclo das rochas: intemperismo físico e físico-quimico
• Dinâmica dos solos:formação, perfil e classificação.
Utilização e erosão dos solos
7. A dinâmica atmosférica
A dinâmica atmosfera e as mudanças climáticas
• A atmosfera e os fenómenos meteorológicos
• As camadas da atmosfera e suas características
• Elementos construtores do clima
• Fatores construtores do clima
• Circulação geral da atmosfera
• Classificações climáticas: mundo e Brasil
8. A dinâmica hidrosférica
• Distribuição das águas na terra
• O ciclo hidrológico
• Oceanografia: mares e oceanos
• Distribuição geográfica e características dos mares e oceanos
• Importância dos oceanos para os ecossistemas naturais humanos
• O assoalho submarino e suas zonas
• Movimentos do mar
• Hidrografia: rios e lagos
9. Domínios morfoclimáticos brasileiros
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas expositivas-participativas; Estudos dirigidos; Ao longo do processo ensinoSeminários temáticos;Trabalhos práticos
aprendizagem, sendo considerados os
aspectos quantitativos e qualitativos
desenvolvidos pelos alunos em sala de
aula.
Instrumentos
avaliativos:
provas
38
objetivas e discursivas, pesquisas
individuais e trabalhos em grupos.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ADAS, M.; ADAS, S. Panorama geográfico do Brasil: contradições, impasses e desafios
socioespaciais. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1998.
BEZERRA, M. C. e FERNANDES, M. Cidades sustentáveis: subsídios à elaboração da Agenda 21
brasileira. Edições IBAMA, Brasília, 2000.
CASTROGIOVANI, A. (Org.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto
Alegre: Mediação, 2000.
COELHO, C.C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
GARCIA, H. C.; GARAVELLO, T. M. Geografia: de olho no mundo do trabalho. São Paulo:
Scipione, 2005.
MAGNOLI, D. ARAÚJO, R. Geografia (Geral e Brasil) Paisagem e território. São Paulo, Ed.
Moderna. 2ª ed. Reformulada, 1997.
MAGNOLI, D. O mundo contemporâneo. São Paulo: Atual, 1995.
MALTA FILHO, C. S. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São Paulo: Nobel, 1999.
SENE, E. MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002.
SANTOS, M. Espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo:
Hucitec, 1996.
SPÓSITO, M. E. B. Capitalismo e urbanização. São Paulo: Contexto, 1989.
VESENTINI, J. W. Brasil: sociedade e espaço. São Paulo: Ática, 2004.
VESENTINI, J. W. O ensino de geografia no século XXI. Campinas, SP: Papirus, 2004.
39
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: MATEMÁTICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 120h (144h/a) 4 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Identificar os conjuntos numéricos estabelecendo as relações de pertinência e inclusão.
Reconhecer o significado dos principais símbolos lógicos.
Identificar e reconhecer um sistema de coordenadas cartesianas no plano e sua utilidade
prática na localização de pontos num certo espaço.
Estabelecer o conceito de função como uma forma de duas grandezas ou variáveis se
relacionarem.
Caracterizar os diversos tipos de função, a saber: 1º. e 2º. Graus, modulares e exponenciais
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Matemática elementar do primeiro grau.
Interpretação de texto em língua portuguesa
COMPONENTES CURRICULARES
- Efetuar as operações entre conjuntos e seus subconjuntos.
- Utilizar as propriedades fundamentais da álgebra nas operações entre elementos dos
conjuntos.
-resolver problemas utilizando a linguagem de conjuntos e os principais símbolos lógicos.
- Localizar um ponto no plano, suas simetrias e calcular distância entre pontos.
- Efetuar produto entre conjuntos(produto cartesiano) e representá-la num plano cartesiano.
- Representar graficamente uma função e identificar suas características principais.
-Calcular o Domínio de uma função, a imagem, o crescimento.
- Representar de modo prático, ou seja, através de movimentos rígidos, cada tipo de função.
- Resolver equações relativas a cada tipo de função a fim de calcular as suas raízes.
- Fazer o estudo do sinal de cada tipo de função resolvendo inequações.
Unidade Didática I : (Nivelamento)
1.Conjuntos Numéricos – Operações Básicas.
2.Fatoração Algébrica – Produtos Notáveis.
3.Potenciação e Radiciação – Propriedades.
4. Razões e Proporções – Resolução de Problemas.
5. Razões Trigonométricas – aplicações:
6. Teorema de Pitágoras- Aplicações.
Unidade Didática II :
1.Função e Primeiro Grau, Função Constante.
2. Classificação e Tipologia de Funções.
3. Composição e Inversão de Funções.
4.Resolução de Problemas de primeiro grau.
5. Inequações Produto e Quociente.
Unidade Didática III:
1. Função de Segundo Grau – Aplicações.
40
2. Resolução de Problemas de Máximos e Mínimos.
3. Inequações.
Unidade Didática IV :
1.Função Modular.
2.Função Exponencial.
3. Equações e Inequações.
4.Resolução de Problemas.
METODOLOGIA
Aulas Expositivas – Trabalhos Gráficos em Grupo –
Uso de Software.
AVALIAÇÃO
Testes e provas escritas.
Observação direta da participação dos
alunos em atividades de sala de aula.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Matemática: volume único. Gelson Iezzi, Osvaldo Dolce, David Degenszajn e Roberto Périgo. 4ª
edição. São Paulo: Editora Atual, 2007.
Matemática fundamental: uma nova abordagem: ensino médio: volume único. José Ruy
Giovanni, José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. São Paulo: FTD, 2002.
Matemática - Volume Único. Manoel Paiva - Coleção Base Matemática 2ª Edição 2003, Editora
Moderna.
Matemática – contexto & aplicações – volume único. Luiz Roberto Dante Editora: Ática, 2006.
41
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
•
•
•
•
•
•
•
•
•
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Conhecer os sistemas esquelético, articular e muscular compreendendo a sua importância
para o movimento humano.
Compreender a relação entre a prática de atividade física x sedentarismo na saúde individual
e coletiva.
Identificar o seu índice de massa corporal.
Analisar o índice de massa corporal da turma e estabelecer relação com o risco para saúde.
Reconhecer os princípios básicos do treinamento visando a execução da atividade física de
forma adequada.
Compreender os esportes como integrantes do repertório cultural de movimentos,
estudando e vivenciando suas diversas formas e modalidades.
Compreensão e vivência do esporte paraolímpico.
Identificar e debater as atitudes da sociedade ao longo da história com as pessoas com
deficiência.
Reconhecer a capoeira como forma de expressão cultural afro-brasileira e africana.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
•
Educação para a saúde.
Prevenção para a saúde: primeiros socorros.
Noções sobre o fenômeno esporte.
Habilidades físicas e técnicas de defesa e ataque para a execução das modalidades:
handebol, voleibol, basquetebol e futsal.
Noções do esporte paraolímpico.
Noções sobre a cultura afro-brasileira e africana através da capoeira.
COMPONENTES CURRICULARES
Movimento e a saúde:
Sistema Locomotor: conceito, tipos e funções do sistema esquelético, articular e muscular;
Importância do sistema esquelético, articular e muscular para o movimento humano;
Atividades físicas para o aprimoramento da aptidão muscular e esquelética.
Aptidão Física: conceito sobre saúde, sedentarismo e atividade física;
Efeitos do sedentarismo para organismo.
Índice de massa corporal.
Noções básicas sobre os princípios do treinamento para a prática de atividade física voltada
a saúde.
• Primeiros Socorros: conceito e classificação de algumas das lesões mais comuns durante as
atividades físicas (fraturas, entorses, luxação e distensão muscular) e seus procedimentos
emergências.
• Movimento nas manifestações lúdicas e esportivas:
• O fenômeno esporte e suas dimensões sociais, econômicas, culturais;
•
•
•
•
•
•
•
•
42
• Handebol, Basquetebol, Voleibol e Futsal: revisão do histórico, regras elementares,
•
•
•
•
posicionamento em quadra e fundamentos técnicos;
Estudo e vivência das posições dos jogadores em quadra; dos princípios e tipos de ataque e
defesa.
Movimento paraolímpico: história e organização; reflexão sobre a sociedade x pessoa com
deficiência x esporte, vivência: goalball, futebol de 5, vôlei sentado, bocha.
Movimento em expressão e ritmo:
Capoeira: História, princípios, vivência de movimentos básicos.
•
•
•
•
•
METODOLOGIA
Aulas Expositivas com possibilidades de
questionamentos e debates durante a
exposição do conteúdo;
Aulas práticas realizadas em grupo e
individualmente.
Leitura de textos específicos da disciplina.
Seminários, debates, diálogos sobre
assuntos da disciplina.
Organização de pequenos eventos
esportivos
AVALIAÇÃO
A avaliação será permanente, por meio
de observação acerca da participação e
envolvimento dos alunos durante o
processo de ensino-aprendizagem.
Instrumentos de avaliação:
Provas,
seminários,
pesquisas
individuais e em grupo, organização de
eventos,
construção
de
painéis
participação nas atividades práticas
propostas.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, Diretrizes do ACSM para testes de esforço e sua
prescrição. 30ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2007.
ASTRAND,Per-olof & RODHAL, Kaare;Tratado de Fisiologia do Exercício. 2 ed. Rio de janeiro:
1980.
BORGES, Cecília Maria Ferreira, O professor de Educação Física e a construção do saber. 5 ed.
Campinas: Ed. Papirus, 1998.
FONTOURA, Andréa Silveira Guia prático de avaliação física: uma abordagem didática,
abrangente e atualizada. São Paulo: Phorte, 2008.
FOX, Edwards L. & MATTHEWS, Donald K. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos
3 ed.Rio de Janeiro: Interamericana, 1983.
LOVISOLO, Hugo. Estética, Esporte e Educação Física. Rio de Janeiro: Ed. Sprint, 1987.
POINT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. São Paulo: Phorte, 2006
POLLOCK, Michael L.; WILMORE, Jack H. & Fox III, Samuel M. Exercícios na saúde e na doença.
Rio de Janeiro: 136 p.
Complementar:
ADAMS, R. C. Jogos, esportes e exercícios para o deficiente físico. 3. ed. São Paulo: Manole,
1985.
BRASIL. Lazer, atividades física e esportiva para portadores de deficiência. Brasília: SESI-DN:
Ministério do Esporte e Turismo, 2001.
GORGATTI, M. G; COSTA, R. F. org. Atividade Física Adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
WINNICK, Joseph. Educação Física e esportes adaptados. 3. ed. São Paulo: Manole, 2004.
43
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: ARTES
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
A - Investigação e compreensão:
1 - Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto
a análise estética, conhecendo, analisando, refletindo e compreendendo critérios socialmente
construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico,
antropológico, psicológico, semiótico, científico e tecnológico, dentre outros.
2- Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações da arte – em suas múltiplas
linguagens – utilizadas por diferentes grupos culturais e étnicos, interagindo com patrimônio
nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sóciohistórica.
B- Contextualização sócio cultural:
3- Valorizar o trabalho dos profissionais e técnicos das linguagens artísticas, dos profissionais
da crítica, da divulgação e circulação dos produtos de arte.
4- Conhecer os elementos componentes da, estética africana e afro-brasileira, a partir de
pesquisas sobre a cultura africana e afro-brasileira, a partir de leituras, pesquisas na internet,
conhecimento prévio trazido de experiências pessoais e familiares.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
- Trabalhos artísticos como desenhos de observação, pinturas, gravuras, modelagens,
esculturas, fotografias, reprografias, ambientes de vitrines, cenários, designe, artes gráficas
(folhetos, cartazes, capas de disco, encartes, logotipos dentre outros).
- Analise dos sistemas de representação visual, audiovisual e as possibilidades estéticas e de
comunicação presentes em seus trabalhos, de seus colegas e de outras pessoas.
-Investigação em suas produções de artes visuais e audiovisuais, inclusive as informatizadas,
como se dão as articulações entre os componentes básicos dessas linguagens – linha, forma,
cor, valor, luz, textura, volume, espaço, superfície, movimento, tempo etc.
- Analise das intrínsecas relações de forma e conteúdo presente em sua própria produção em e
compreender essa relação.
Apresentação de trabalhos sobre arte africana e afro-brasileira, reprodução, desenhos,
recriação e estilização de elementos contidos na arte de matriz africana.
Apresentação de exposição de pinturas e desenhos sobre a temática africana: 1ª Exposição:
Nossas Africanidades do IFBA – Camaçari.
Inauguração na Semana da Consciência Negra.
COMPONENTES CURRICULARES
ARTES VISUAIS
o
Metodologia da pesquisa em artes
o Fichamento, leitura sintetização, problematização, teoria do conhecimento.
Filosofia da arte:
o O que é arte;
o A função da arte;
o A beleza e a feiúra na arte;
44
o Arte de elite, de massa e arte popular
o Industrial cultural
Conhecimentos históricos e sociais de cada estilo estudado.
o Principais movimentos
o Representação
o O ver e o olhar
o
Bases teóricas e conceituais dos diversos estilos.
o Contexto artístico e cultural brasileiro
o O ver e o distinguir
Os elementos da gramática visual
o Contraste, claro, escuro, transparente e o opaco
o Cores, estrutura bidimensional e tridimensional.
o Linguagem e comunicação
o Ponto de referência
o Angulação
o Idéia, sonho e realidade
Pintura artística
•
Execução de pintura artística, em acrílica sobre tela dos desenhos estilizados da
cultura africana
METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida por um professor
com formação de bacharel em artes plásticas
Dar-se-á através de aulas expositivas e/ou
dialógicas com experimentações e/ou exercícios
seguidos de discussões sobre textos ou trabalhos
de grupo.
Seminários e oficinas serão atividades valorizadas,
onde deverão ser propiciadas as seguintes
condições em sala de aula:
- desenvolver um clima de aceitação e respeito
mútuo, em que o erro seja encarado como desafio
para o aprimoramento do conhecimento e
construção de personalidade e que todos se
sintam seguros e confiantes para pedir ajuda;
- que a organização da aula estimule a ação
individualizada do aluno para que possa
desenvolver sua potencialidade criadora, mas que,
também, esteja aberto a compartilhar com o outro
suas experiências vividas na escola e fora dela;
- oferecer oportunidades, por meio das tarefas
organizadas para a aula, em que vários possam ter
seus pontos de vista, permitindo ao aluno um
posicionamento autônomo, fortalecendo, assim,
sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao
produto do seu trabalho intelectual e corporal.
As ações didáticas deverão valorizar situações que
problematizem os diferentes produtos de arte.
AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos será processual,
ampla e cumulativa. Os procedimentos
avaliativos terão caráter mediador,
objetivando
a
qualificação
do
desempenho do aluno no processo e a
potencialização de resultados obtidos na
produção de tarefas orientadas.
Caracterizar-se-á
pela
ênfase
na
participação, assiduidade e pontualidade,
domínio cognitivo, cumprimento e
qualidade das tarefas, responsabilidade,
capacidade de produzir em equipe,
autonomia intelectual e comportamento
disciplinar.
Será
realizada
a
partir
do
acompanhamento do desempenho dos
alunos nas discussões em sala de aula,
nos trabalhos individuais e de equipe e na
elaboração de trabalhos escritos.
45
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
BARBOSA, Ana Mãe. Teoria e Prática na Educação Artística. São Paulo: Cultrix, 1975.
_________________. Arte-educação no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1995.
_________________. A Imagem no Ensino da Arte. São Paulo: Porto Perspectiva; Porto Alegre:
Fundação Iochpe, 1991.
_________________. Arte-Educação: conflitos e acertos. São Paulo: Max Limonard, 1984.
_________________. Arte-Educação: tópicos e utópicos. Belo Horizonte: C/Arte, 1998.
_________________. (org.) Arte Educação: leitura no subsolo. São Paulo; Cortez, 1997.
BIAZOLI, Carmen Lúcia Abadie. A formação do Professor em Arte: do ensaio à... encenação.
Campinas, São Paulo: Papirus, 1999.
BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a Arte. São Paulo: Ática, 1991.
CHAUÍ, Marilena. Cultura e Democracia: São Paulo, Cortez, 1997.
COLI, Jorge. O que é arte? São Paulo: Brasiliense, 1993.
DUARTE JÚNIOR, João Francisco. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Cortez, 1981.
______________. Por que arte-educação? São Paulo, Papirus, 1983.
______________. O que é beleza? São Paulo: Brasiliense, 1986.
FERRAZ, M.H.C.T.; FUSARI, M.F.R.. Metodologia do Ensino de Arte. São Paulo, Cortez, 1993.
______________. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993.
LOWENFELD, Victor & Brittain, W.L.. Desenvolvimento da capacidade criadora. Trad. Do
original de 1947 por A. Cabral, São Paulo: Mestre Jou, 1977.
PAREYSON, Luigi. Estética: teoria da formatividade. Petrópolis: Vozes, 1993.
POCHER, Louis. Educação Artí&tica:.:Luxo ou Necessidade? São Paulo, Summus, 1988.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo,Ática, 1990.
TRIGO, Luíz Gonzaga Godoi - Tese de Doutorado - Um Olhar Para Além do Tradicional. O Caso
do Lazer e Turismo - Universidade Estadual de Campinas- São Paulo- 1996.
TRIVINHO, Eugênia Rondini - Dissertação de Mestrado - Escola de Comunicação e arte Universidade de São Paulo V 01. I -1992.
Battistoni, Filho Diulio. Historia da Arte - Editora Papirus
Canclini, Nestor. A Socialização da Arte - Editora Cultex
Feijó, Mario. Quadrinhos em Ação - Editora Moderna
Lima, Valéria. Perspectiva Analítica - Editora Cinegrafia.
PROENÇA, Graça - História da Arte. Ed. Ática, São Paulo, 1982.
JANSON, J. - História da Arte. Ed. Nova Fronteira. São Paulo, 1974
SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: O Fichário de Viola Spolin. SP: Perspectiva, 2001
READ, Robert. A Ren. do Robô. SP: Perspectiva, 1982
ARTAUD, Antoine. O Teatro e seu Duplo. Ed. Nova Fronteira, São Paulo, 1961.
Educação anti-racista : caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03 / Secretaria de
Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. – Brasília : Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005. 236 p. (Coleção
Educação para todos)
1. Relações raciais. 2. Relações étnicas. 3. Currículo.
Superando o Racismo na escola. 2ª edição revisada / Kabengele Munanga, organizador. –
[Brasília]: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e
Diversidade, 2005. 204p.: il. 1. Discriminação Racial. 2. Ideologia dos livros didáticos
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnicos- Raciais e para o Ensino
de Historia e Cultura Afro-Brasileira e Africana. MEC/SEPIR/SECAD INEP.
46
DISCIPLINAS DO 2º ANO
NÚCLEO COMUM
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: Língua Portuguesa
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
COMPETÊNCIAS
Compreender a linguagem como um sistema simbólico e meio de expressão, informação e
comunicação nas relações interpessoais;
Compreender e usar a língua portuguesa como geradora de significação e integradora da
organização de mundo e da própria identidade;
Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos,
mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as
condições de produção e recepção;
Recuperar pelo estudo dos textos o imaginário coletivo, o patrimônio cultural e as formas
temas preservados, no tempo e no espaço;
Respeitar a diversidade lingüística reconhecendo-a como uma propriedade das línguas
naturais;
Compreender a língua portuguesa como instrumento para confrontar opiniões e pontos de
vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal;
Ler e produzir textos diversos: ficcionais, não-ficcionais e comerciais ou administrativos.
HABILIDADES
Análise lingüística
Reconhecer a língua como um sistema composto por diversos níveis – o fonético, o
morfológico, o sintático, o semântico, o pragmático, o enunciativo, o textual, o discursivo e o
retórico – e identificá-los;
Reconhecer a língua como um sistema heterogêneo e adequar o uso das variedades
lingüísticas às situações de interação sociocomunicativa;
Identificar os itens linguísticos responsáveis pela designação e compreender sua função na
produção textual e na leitura;
Identificar os itens linguísticos responsáveis pela quantificação e indefinição de nomes no uso
da linguagem e compreender sua função na leitura e produção de textos;
Identificar os itens que a língua oferece para o processo de qualificação dos nomes do discurso
e compreender sua função na leitura e produção de textos;
Identificar os mecanismos formais através dos quais o locutor modaliza suas intenções no
discurso e compreender sua função na leitura e produção de textos;
Identificar e utilizar os mecanismos de coesão sequencial na leitura e produção de textos.
Leitura
Compreender a linguagem como um elemento simbólico através do qual são construídas as
diversas representações sociais sobre todos os assuntos;
47
Entender o texto como uma unidade que materializa e dá forma a uma série de fragmentos
discursivos e que obtém sua unidade do fato de possuir uma intenção comunicativa específica;
Compreender que todo texto só se concretiza na relação dialógica entre o autor e o leitor;
Entender que os textos são agrupados de maneira específica, considerando os ramos das
atividades humanas das quais se originam;
Caracterizar diferentes gêneros textuais a partir de sua forma composicional, seu tema e seu
estilo.
Entender a função comunicativa dos tipos textuais na composição de gêneros diversos;
Entender o texto como uma forma de ação através da qual o locutor realiza diversos micro e
macroatos de fala;
Compreender que todo texto tem um leitor pressuposto. Diante disso, deve-se identificar os
fatores de coerência que um leitor não esperado deve conhecer para compreender o texto;
Compreender como se processam os processos implicatura e pressuposição na leitura e
produção de textos;
Compreender que todo assunto pode ser interpretado de maneira diferente considerando o
domínio discursivo em que se encontra.
Produção textual
Planejar a produção textual de acordo com a intenção comunicativa;
Utilizar os diferentes níveis de estruturação da língua na produção de textos, considerando as
especificidades do gênero e da situação comunicativa;
Situar a produção textual em domínios discursivos específicos tendo em vista as condições de
produção e o contexto comunicativo;
Produzir gêneros textuais tendo em vista o propósito comunicativo;
Utilizar corretamente, e de acordo com os efeitos de sentido pretendidos, os tipos textuais na
composição dos gêneros;
Pontuar adequadamente os textos, considerando os objetivos da produção textual;
Grafar adequadamente as palavras, tendo em vista o gênero textual a ser produzido;
Utilizar corretamente os mecanismos de coesão referencial e os fatores de coerência na
produção de textos;
Conhecer e selecionar as técnicas argumentativas adequadas ao projeto discursivo seja oral ou
escrito.
Literatura
Compreender a especificidade do texto literário;
Caracterizar a linguagem e o estilo literário em diferentes períodos;
Conhecer os níveis enunciativos da produção literária;
Conhecer mecanismos de recepção do texto literário;
Compreender o papel do autor no processo de leitura do texto literário;
Compreender as estratégias de construção dos personagens;
Compreender que o mundo descrito na obra literária é constituído de duas faces: uma
ficcional e discursiva;
Compreender a relação entre literatura e música, cinema e teatro;
Ler e analisar gêneros literários nacionais e internacionais.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Análise lingüística
Fonema, morfema, frase, oração, período, texto, discurso, retórica;
História da língua portuguesa
48
Variação lingüística, idioleto, socioleto,
Variação social, espacial, temporal, jargão, gíria;
Signo e símbolo;
Nomes/substantivo
Adjetivos/locuções adjetivas
Pronomes indefinidos
Pronomes demonstrativos e advérbios de lugar;
Advérbios de intensidade, negação, afirmação, dúvida e modo
Marcas de subjetividade;
Modalizadores;
Coesão seqüencial;
Orações coordenadas e subordinadas.
Leitura
Língua e linguagem;
Domínios discursivos;
Dialogismo;
Gêneros e tipos textuais;
Atos de fala
Leitor virtual e leitor modelo;
Coerência textual;
Interdiscursividade;
Pressupostos e subentendidos;
Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça,
ética.
Produção textual
Língua e linguagem;
Domínios discursivos;
Dialogismo;
Plano textual;
Gêneros e tipos textuais;
Atos de fala;
Leitor virtual e leitor modelo;
Coerência textual;
Interdiscursividade;
Sinais de pontuação;
Regras ortográficas;
Argumentação: ethos, pathos, tese, acordo prévio, técnicas argumentativas, contraargumentação;
Formações discursivas: identidade, nacionalidade, raça, ética, família, gênero, trabalho,
política, globalização, cidadania
Literatura
Literariedade;
Realidade e representação;
Figuras de linguagem;
Sentido comum e efeito discursivo;
Locutor e alocutário, narrador e narratario, enunciador e enunciatário;
Lirismo;
Gêneros literários;
Escolas literárias;
49
Formações discursivas: identidade pessoal, gênero, nacionalidade, raça/etnia, política
COMPONENTES CURRICULARES
Análise lingüística
Níveis de análise da linguagem: fonético, morfológico, sintático, semântico, pragmático,
enunciativo, textual, discursivo e retórico;
Variação lingüística;
Designação;
Quantificação e indefinição;
Qualificação e comparação;
Modalização;
Mecanismos de coesão textual: sequenciação
Leitura
Linguagem e sociedade;
Texto e discurso;
Dialogismo;
Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional e publicitário;
Gêneros textuais e tipos textuais
Atos de fala
Pressupostos e subentendidos;
Inferência
Polifonia
Coesão e coerência
Produção textual
Níveis de análise da linguagem
Texto e discurso
Dialogismo
Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional;
Gêneros textuais: carta ao leitor, artigo de opinião, crônica argumentativa e literária, resenha
critica de filmes e de romances, crítica de música, texto dramático, carta comercial, ofício,
memorando, requerimento, requisição, atestados e declarações, e-mail, blog, seminário,
debate deliberativo e de opinião;
Tipos textuais: narração, descrição, exposição, explicação, diálogo, retificação, apresentação,
definição, injunção e silogismo
Pontuação;
Ortografia
Argumentação: tipos de argumentos
Técnicas argumentativas: falácias, contradições e incompatibilidade: o ridículo; Identidade e
regra de justiça; argumentos quase matemáticos: transitividade, dilema, argumento ad
ignorantiam; Definição; ilustração, modelo; Comparação e argumento do sacrifício; Analogia e
metáfora
Fatores de coerência e coesão referencial
Literatura
O texto literário: linguagem e estilo
A construção do herói
50
O anti-herói
A construção das personagens: monologismo e polifonia
Literatura e interdiscursividade
Intertextualidade
Níveis enunciativos: o locutor e o alocutário, o narrador e o narratário, o enunciador e o
enunciatário
O mundo da obra literária: o ficcional e o discursivo
Literatura e música
Literatura e cinema
Literatura e teatro
Gêneros literários: o poema, o conto, a crônica, o drama, o romance, literatura oral e cordel
O julgamento da obra literária: resenha crítica de obras
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
O curso será desenvolvido considerando o
processo de ensino-aprendizagem como dinâmico
e participativo. Dessa forma, serão propostas
atividades interativas, além das aulas expositivas e
de exercícios práticos.
A avaliação é entendida como processo
contínuo, que precisa ser constantemente
revisto. Desta forma, todas as atividades,
conforme as competências e habilidades
que se pretende desenvolver, serão
consideradas avaliativas nesse processo.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Básica:
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São
Paulo: Parábola Editorial, 2007.
NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2006
COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988.
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.
BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 10. ed. São Paulo: 2002.
CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: das origens ao
realismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 1983.
CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo. São
Paulo: DIFEL, 1983.
ZANOTO, Normelio. Correspondência e redação técnica. Caxias do Sul/RS: EDUCS, 2002.
Complementar:
FÁVERO, Leonor Lopes et alii. Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino da língua materna.
São Paulo: Cortez, 1999.
MARCUSCHI, Antônio. Da fala para a escrita: atividade de retextualização. Sãop Paulo: Cortez,
2001
CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos? São Paulo: Cia. das Letras, 1993
CASTILHO, A. T. de (org.) Gramática do português falado. Campinas: EDUNICAMP/FAPESP,
1990.
KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992.
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989.
CASTELLO, José Aderaldo. A literatura brasileira: origens e unidade (1500-1960). São Paulo:
EDUSP, 1999. 2 v
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: como é, como se faz? São Paulo: Loyola, 2001.
CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1981 (2 vs.)
51
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: LÍNGUA INGLESA II
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 2 aulas semanais
•
•
•
•
•
•
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Compreender a língua inglesa de forma contextualizada, através de atividades e textos
autênticos, favorecendo o aprendizado real do idioma e o desenvolvimento das relações
entre os conteúdos gramaticais e lexicais apresentados em classe;
Reconhecer e aplicar as habilidades essenciais para um aprendizado funcional da língua
inglesa (leitura, escrita, compreensão auditiva e prática oral), como recursos que auxiliem o
desenvolvimento da competência comunicativa em língua estrangeira;
Desenvolver a prática da leitura e escrita seguindo os princípios do ESP (English for Specific
Purposes), como recursos lingüísticos que auxiliem o estudante a interpretar a semântica
do texto a partir da inferência textual de cognatos e falsos cognatos, lay out e aspectos
tipográficos com a prática das estratégias de Skimming e Scanning nos textos apresentados
pelo professor;
Identificar diferentes gêneros textuais e tipos de texto (narração, descrição, dissertação,
textos técnicos, funções retóricas, exemplificação, ilustração), de modo que o estudante
seja capaz de apurar a sua compreensão da língua inglesa, inferindo, analisando,
predizendo, reconhecendo e associando o uso de elementos lingüísticos (gramaticais e
lexicais), na expansão do seu campo semântico;
Ampliar o léxico (vocabulário) de termos técnicos relacionados ao contexto do inglês para a
Eletrotécnica e áreas afins;
Proporcionar ao aluno conhecimentos multidisciplinares através de atividades
integradoras.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
Realizar leitura fluente em língua materna;
Ter noções de aspectos morfossintáticos da língua portuguesa e inglesa;
Reconhecer diferentes tipos de texto em língua materna.
COMPONENTES CURRICULARES
3. Níveis de Compreensão
3.1. Reconhecimento de cognatos, falsos cognatos, Main Idea, key-words (palavras3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.
3.7.
3.8.
chave);
Leitura de sinais gráficos, títulos, subtítulos, palavras grifadas, gráficos, tabelas, etc;
Skimming e Scanning;
Ativação de conhecimento prévio (background knowledge);
Predição (antecipação do conteúdo do texto);
Dedução de palavras desconhecidas com base no contexto;
Identificação de pontos principais;
Funções retóricas do texto e organização textual.
4. Conhecimento de Itens gramaticais:
4.1. Present perfect, past perfect and present perfect continuous
4.2. Conditional sentences
52
4.3. Gerunds and infinitives
4.4. Modal auxiliary verbs and related expressions
4.5. The passive Voice
4.6. Causative verbs
4.7. Direct and indirect (reported) speech
4.8. Relative adjective clauses
4.9. Adverb clauses
METODOLOGIA
Aulas expositivas, estudo de textos, trabalhos
interdisciplinares vinculados as demais
disciplinas do curso, trabalhos em grupo e
individuais, atividades diversas com filmes e
seminários.
AVALIAÇÃO
A avaliação será processual e contínua, tendo
como instrumentos: provas, trabalhos
escritos e seminários, levando-se em conta, a
participação, a freqüência e o desempenho
do aluno no decorrer destas atividades, a
serem desenvolvidas ao longo das unidades,
observando-se os seguintes aspectos:
-Interesse e participação nas atividades
propostas;
-Responsabilidade na entrega de tarefas;
-Cooperação e interação com o grupo;
-Produções de leitura e escritas, individuais
e/ou em grupos
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AMOS, E.; PRESCHER, E. The New Simplified Grammar. São Paulo: Richmond Publishing, 2005.
CRUZ, D. T.; SILVA, A. V.; ROSAS, M. Inglês.com. textos para informática. Salvador, 2001;
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use: a self-study reference and practice book for
intermediate students. 2. Ed. New York: Cambridge University Press, 1999;
GLENDINNING, E. H. and McEWAN, J..Basic English for Computing, Oxford: Oxford University
Press. 1999.
NAYLOR, Helen. Essential Grammar in use supplementary exercises. Cambridge: Cambridge
University Press, 1996;
RANDOM house Webster’s Concise College Dictionary. New York: Random House, 2000.
53
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: FÍSICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Propiciar uma visão cosmológica das ciências, apresentado-lhes os instrumentos para
acompanhar e admirar as conquistas espaciais, destacando a interação gravitacional,
como sendo uma das quatro interações fundamentais.
2. Conhecer as relações entre os movimentos da Terra, da Lua e do Sol para a descrição
de fenômenos astronômicos.
3. Reconhecer a relação das grandezas, como pressão, densidade, juntamente com a
leitura em instrumentos de medida. Compreender a utilidade, e avanço através de
Teoremas, como o de Pascal e Arquimedes.
4. Compreender e lidar com variações térmicas, climáticas e ambientais, fornecendo
elementos para avaliar a intervenção da atividade humana sobre essas variações.
Reconhecer o papel da termodinâmica no sistema produtivo compreendendo a
evolução dos meios tecnológicos e a relação dinâmica do conhecimento científico.
5. Identificar objetos, sistemas e fenômenos que produzem imagens para reconhecer o
papel da luz e as características dos fenômenos físicos envolvidos.
6. Associar as características de obtenção de imagens a propriedades físicas da luz para
explicar, reproduzir, variar ou controlar a qualidade das imagens produzidas.
7. Conhecer diferentes instrumentos ou sistemas que servem para ver, melhorar e
ampliar a visão: olhos, óculos, telescópios, microscópios etc., visando utiliza-los
adequadamente.
8. Reconhecer movimentos periódicos, compreendendo as características oscilatórias de
diversos fenômenos naturais, tais como: oscilações de moléculas, pêndulos, molas, etc.
9. Identificar transformações de energias, e sua conservação.
10. Conhecer modelos físicos microscópicos para adquirir uma compreensão mais
profunda dos fenômenos e utilizá-los na analise de situações-problema.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1. O conhecimento de transformações de unidades, kg/m3, para g/cm3, mm2 para m2, etc.
2. O conhecimento e habilidade em lidar com áreas de figuras planas, círculo, quadrado,
retângulo, etc.
3. O conhecimento das relações trigonométricas, seno, co-seno, tangente e equações.
4. Conhecer as unidades e a relação entre as unidades de uma mesma grandeza física,
fazendo uso de conversões adequadas, entre elas.
5. Saber ler e interpretar expressões matemáticas, gráficos e tabelas para o estudo dos temas
propostos do conteúdo. Ser capaz de descrever uma relação quantitativa nessas formas, e
de passar de uma representação para outra.
COMPONENTES CURRICULARES
1. GRAVITAÇÃO
1.1. Leis de Kepler.
1.2. Lei de Newton da gravitação universal.
1.3. Satélites.
54
2. MECÂNICA DOS FLUIDOS (HIDROSTÁTICA)
2.1. Densidade absoluta ou massa específica – densidade relativa
2.2. Pressão
2.3. Teorema de Stevin
2.4. A experiência de Torricelli
2.5. Teorema de Pascal
2.6. Teorema de Arquimedes
2.7. Flutuador Cartesiano
3. TERMODINÂMICA
3.1. Temperatura
3.2. Equilíbrio térmico
3.3. Termômetros
3.4. Escalas termométricas
3.5. Propagação do calor
3.6. Calor sensível e calor latente
3.7. Energia interna, trabalho x calor
3.8. 1º Lei da termodinâmica
3.9. 2ª Lei da termodinâmica
3.10. Máquinas térmicas
3.11. Ciclo de Carnot
4. ÓPTICO GEOMÉTRICA
4.1. Fundamentos da óptica geométrica
4.2. Reflexão – espelhos planos e esféricos, formação de imagens
4.3. Refração
4.4. Reflexão total
4.5. Lentes – formação de imagens – o olho humano e defeitos da visão
4.6. Instrumentos ópticos
5. HIDRODINÂMICA E MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES (MHS)
5.1. Movimentos oscilatórios e periódico
5.2. Cinemática do MHS a partir do MCU
5.3. Dinâmica do MHS
5.4. Pêndulo Simples e sistema massa-mola
5.5. Vazão
5.6. Equação da Continuidade
5.7. Equação de Bernoulli
5.8. Aplicações
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
1.AULAS
EXPOSITIVAS
com
incentivo
à O processo de avaliação contempla os
participação dos alunos, utilizando técnicas, tais aspectos qualitativos e quantitativos da
como: contextualização do tema, questões de formação do aluno.
estudo, soluções de situações problemas.
55
2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM GRUPOS, onde
os alunos deverão elaborar sínteses, a partir de
pesquisas em referências bibliográficas, e
participarem de fóruns de discussão e aulas
práticas, apresentação de seminários de temas
abordados em sala.
3. AULAS PRÁTICAS EM LABORATÓRIO,
estimulando a aplicação dos procedimentos,
elaboração de hipóteses e discussão dos
resultados, com base na literatura científica.
4. QUESTÕES APLICADAS – pesquisa bibliográfica
sobre temas de aprofundamento do curso técnico
do aluno.
5. VISITAS TÉCNICAS – a ambiente de divulgação e
prática de atividades experimentais para analise e
aplicabilidade dos conhecimentos da ciência.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Referencia bibliográfica:
1. ALVARENGA, Beatriz e MÁXIMO, Antônio. Curso de Física. Editora Scipione. São Paulo,
2001. Vol. 2.
2. BONJORNO, José Roberto; RAMOS, Clinton Marcico. Física I. editora FTD. São Paulo,
1992. Vol 2.
3. GASPAR, Alberto. Física. Editora Ática. São Paulo, 2000. Vol.2.
4. GREF – Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 2 – Física térmica e Óptica.
São Paulo: EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
5. NEWTON, Villas Boas; HELOU, Ricardo Doca e GUALTER, José Biscuola. Física I. Editora
Saraiva. São Paulo, 2001. Vol. 2.
6. RAMALHO, Francisco Jr., NICOLAU, Gilberto Ferraro e TOLEDO, Paulo Antônio. Os
Fundamentos da Física. Editora Moderna. São Paulo. vol.2.
56
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: Química
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
COMPETÊNCIAS
Compreender as teorias ácido-base que regem o comportamento das substâncias.
Fundamentar as Leis Ponderais nos cálculos químicos e estequiométricos
Caracterizar o estado gasoso
Aplicar os conceitos de concentração para o preparo de soluções
Prever os efeitos das interações entre substâncias e suas propriedades coligativas.
Analisar a transferência de calor associada a uma reação química e às mudanças de
estado físico
•
•
•
•
•
•
HABILIDADES
Diferenciar as teorias ácido-base.
Aplicar as leis das reações químicas nos cálculos de massa atômica, massa molecular,
mol, volume, número de mols, de átomos e de moléculas e nos cálculos
estequiométricos
Correlacionar as teorias ácido-base de Arrhenius, Bronsted-Lowry e Lewis às diversas
substâncias e reações químicas
Relacionar as propriedades dos gases com a Teoria Cinética Molecular
Aplicar as leis dos gases em transformações isotérmicas, isobáricas e isovolumétricas na
determinação de densidades absoluta e relativa dos gases em misturas gasosas
Interpretar gráficos de solubilidade
Aplicar cálculos de concentração no preparo de soluções baseando-se nos conceitos de
concentração comum, molar, percentagens em massa, volume e massa-volume, ppm,
ppb e ppt, diluição, misturas de soluções de mesmo soluto e solutos diferentes com e
sem reação química
Interpretar diagramas de fases
Diferenciar as reações endotérmicas das exotérmicas com base na análise de gráficos de
entalpia versus caminho de reação
Determinar o calor envolvido nas reações químicas e nas mudanças de estado físico
Aplicar a Lei de Hess
Caracterizar as propriedades coligativas: tonoscopia, ebulioscopia, crioscopia e
osmometria
Aplicar as propriedades coligativas na determinação das massas moleculares
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS
•
Teorias ácido-base
57
•
•
•
•
•
•
Gases
Estequiometria
Soluções
Propriedades coligativas
Termoquímica
Cinética Química
BASES CIENTÍFICAS
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
A matéria e suas transformações físicas e químicas
Tabela periódica
Ligações químicas
Compostos inorgânicos
Reações químicas
Balanceamento de equações químicas
Leis Ponderais
Razão e proporção
Equações de 1o e 2o Graus
Trigonometria
Notação científica e algarismos significativos
Unidades de medida e suas conversões.
Princípios de termodinâmica
Calorimetria
COMPONENTES CURRICULARES
1. Revisão de reações químicas e balanceamento de equações
1.1 - Reações de hidrólise
1.2 - Reações nas formas geral, iônica e simplificada.
2. Teorias ácido-base
2.1 - Teoria de Arrhenius
2.2 - Teoria de Brönsted-Lowry
2.3 - Teoria de Lewis
3. Cálculos químicos
3.1 - Conceitos básicos
3.2 - Determinação de fórmulas químicas: molecular, mínima, percentual, estrutural e
eletrônica.
4. Estudo dos gases
4.1 - Teoria Cinética dos gases
4.2 - Leis dos gases
4.3 - Equação geral e de estado de um gás
4.4 - Densidades absoluta e relativa dos gases
4.5 - Efusão e difusão gasosa - lei de Graham
4.6 - Misturas gasosas
4.7 - Cálculos para sistemas fechados e abertos
5. Cálculos estequiométricos
5.1 - Casos gerais
58
5.2 - Casos particulares
6. Dispersões
6.1 - Classificação quanto ao diâmetro médio das partículas dispersas
6.2 - Caracterização e diferenciação
6.3 - Classificação das soluções
6.4 - Grau e curvas de solubilidade
6.5 - Dissolução de sólidos, líquidos e gases em líquidos
7. Unidades de concentração
7.1 - Formas de expressar concentração: g/L, mol/L, mol/kg, título em massa, % em massa, %
em volume, % em massa-volume, fração em quantidade de matéria, diluições e misturas de
soluções (com e sem reação química)
8. Termoquímica
8.1 - Sistemas endotérmicos e exotérmicos
8.2 - Calores de reação (entalpia)
8.3 - Lei de Hess
9. Propriedades coligativas
9.1 - Estudo da pressão de vapor, do ponto de ebulição e do ponto de congelamento
9.2 - Determinação de massas moleculares ou micelares
9.3 - Diagramas de fases
METODOLOGIA
Aulas expositivas com utilização de recursos áudio
visuais, seguidas de discussão e resolução de
exercícios, emprego de textos de livros, revistas ou
jornais.
AVALIAÇÃO
Avaliação teórica escrita;
Trabalhos e seminários individuais ou
em grupo;
Testes escritos individuais ou em dupla;
Listas de exercícios
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Artigos da Química Nova na Escola. SBQ - São Paulo.
BRADY, J. E.; HUMISTON, G.E. Química geral, Rio de Janeiro, 2 ed., Editora LTC, v.1 e v.2.
1995.
BROW, T.L.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química – A Ciência Central, 9 ed.,
Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2005, 972p.
CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química - De Olho no Mundo Trabalho, Ed.Scipione, São
Paulo, v. único, 2004, 448p.
CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química Moderna - São Paulo: Scipione, v. 1 e 2, 1997.
FELTRE, R. QUÍMICA, 6 ed., Editora Moderna, São Paulo, v.1e 2, 2004, 562p.
FONSECA, M.R.M. Interatividade Química, São Paulo: FTD, 2005.
GARRITZ, A.; GUERRERO, J.A.C. Química, Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2003, 625p.
LEMBO, Química: realidade e contexto, São Paulo: Ática, v. 01, 02, 2002.
MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio, São Paulo: Scipione, v. único, 2002.
NOVAIS, V.L.D. Química, Atual Editora, São Paulo, v.1e 2, 1999, 422p.
PERUZZO, F.M.; CANTO, E. L. Química na abordagem do cotidiano, 3 ed., Editora Moderna,
São Paulo, v.1e 2, 2003, 343p.
ROCHA-FILHO, R.C. SILVA, R. R. Cálculos Básicos da Química, São Carlos - SP: EDUFSCAR,
2006, 277p.
RUSSEL, J.B. Química geral, São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2,1994.
SANTOS, W.L.P. dos; MÓL, G. de S.; MATSUNAGA, R.T.; DIB, S.M.F.; CASTRO, E.N.F. de; SILVA,
G. de S.; SANTOS, S.M. de O; FARIAS, S.B. Química e Sociedade, 1 ed., Editora Nova Geração,
São Paulo, 2007, 168p.
SARDELLA, A.; FALCONE, M. Química – Série Brasil, 1 ed., Editora Ática, São Paulo, 2004,
144p.
59
SARDELLA, A. Química - série novo ensino médio, São Paulo: Ática v. único, 2003.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química Essencial, São Paulo, Ed. Saraiva, v.único, 2001.
60
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: BIOLOGIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
• Reconhecer a importância dos estudos sobre cromossomos e genes, selecionando
positivamente o conhecimento científico com a melhoria de condições da vida
humana.
• Reconhecer a importância da reprodução celular para a origem, o crescimento e o
desenvolvimento de qualquer ser vivo e portanto, para a perpetuação da própria viva.
• Reconhecer a importância do conhecimento sobre a reprodução humana de modo a
discutir naturalmente a reprodução da nossa espécie, compreendendo os princípios de
funcionamento de diversos métodos contraceptivos.
• Reconhecer que o desenvolvimento embrionário envolve a multiplicação, o
crescimento e a especialização de células embrionárias.
• Reconhecer as características mais importantes dos tecidos animais, compreendendo
que estes se integram para construir, órgãos e sistemas corporais.
• Reconhecer nos princípios fisiológicos da percepção sensorial e da integração dos
diversos órgãos do corpo, a importância dos Sistemas Nervosos e Hormonal
contribuindo refletir sobre a necessidade de cuidar dos vários aspectos da saúde de
maneira integrada.
• Valorizar os conhecimentos sobre estrutura e funcionamento de órgãos do corpo
humano, reconhecendo-os como necessárias para a indentificação de eventuais
disfunções orgânicas e para os cuidados com a manutenção da própria saúde.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer o núcleo das células eucarióticas como centro de controle das atividades
celulares.
Conhecer os cromossomos como entidade celular em que se localizam os genes.
Compreender o processo mitótico como essencial a formação de células com a mesma
composição genética.
Compreender a meiose como processo que garante a manutenção do número de
cromossomos da espécie, condição indispensável para a ocorrência da reprodução
sexuada.
Conhecer a anatomia e a fisiologia do sistema reprodutor masculino e feminino.
Conhecer o papel dos hormônios hipofisários gonadotróficos no homem e na mulher.
Conhecer as principais fases do desenvolvimento embrionário, compreendendo o seu
significado na formação dos tecidos e órgão do embrião.
Conhecer as principais divisões do Sistema Nervoso, seus respectivos componentes,
especificado na formação dos tecidos e órgãos do embrião.
Conhecer as principais glândulas endócrinas humanas seus respectivos hormônios e
suas ações.
Conhecer a anatomia e fisionomia do tubo digestório, compreendendo o papel de cada
um dos seus componentes no processo da digestão, identificando as enzimas ou outras
substâncias neles segregadas e atuantes.
Conhecer os componentes básicos do Sistema respiratório humano, compreendendo o
61
•
•
•
•
papel dos músculos respiratórios na ventilação pulmonar e como os gases respiratórios
são transportados ao longo do corpo.
Conhecer os componentes do Sistema Cardiovascular humano, compreendendo o
papel de cada um deles na circulação.
Conhecer a estrutura do néfron, compreendendo como ocorre a filtração do sangue, a
reabsorvisão de substâncias úteis e a eliminação dos componentes indesejáveis na
urina.
Conhecer os componentes do Sistema Locomotor, compreendendo a estrutura de um
osso, de uma fibra muscular estriada esquelética e sua contração.
Conhecer a importância dos mecanismos específicos e inespecíficos de defesa do corpo
humano.
COMPONENTES CURRICULARES
Os ácidos Nucléicos
(DNA e RNA)
•
-
Replicação
Transcrição
O código Genético
Síntese de Proteínas
Núcleo eucariótico
- Ciclo celular
- Componentes nucleares
- Célula diploide
- Célula haplóide
- Genoma-Genoma.
- Divisão celular-Mitose
• Divisão celular-Meiose
Gametogênese
Reprodução
Reprodução humana
Fecundação
•
Desenvolvimento embrionário.
Etapas.
•
Desenvolvimento embrionário humano
Anexos embrionários
Placenta - cordão umbilical
Gêmeos monozigóticos e dizigóticos
Tecidos animais:
Características; importância
O Tecido Nervoso:
Neurônio, células gliais
Impulso nervoso
Sinapse Nervosa
Divisão do Sistema Nervoso componentes e funções
62
•
Sistema Hormonal
- Hipófise
- Tireóide
- Paratireóides
- Supra – renais
- Pâncreas
•
Sistema Digestório
- Tubo digestório e Anexo
- Ingestão
- Digestão
- Absorção
•
Sistema Respiratório
- Segmentos
- Músculos
- Transporte de gases.
•
Sistema Cardiovascular.
- Coração
- Vasos
- A circulação
Sistema Urinário
- Segmentos
- O néfron
- Filtrado glomerular.
- Reabsorção renal
•
•
Sistema Locomotor
- Ossos
- Músculos estriado esquelético
- A contração Muscular.
•
Sistema Imunológico
- A resposta imunitária
- Linfócitos, anticorpos.
Vacina – soro.
•
METODOLOGIA
Aulas expositivas.
Atividades em Dupla
Atividades em grupo
Atividades práticas
Recursos audiovisuais.
-
AVALIAÇÃO
Aspectos qualitativos e quantitativos,
apresentação de pesquisas.
Seminários.
Avaliação escrita, parcial e geral.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Linhares, Sérgio; Gewandsznajder, Fernando – Biologia – Volume Único – Editora Ática.
Lopes, Sônia – Bio – Volumes 01, 02 e 03 – 2005 – Editora Saraiva.
Amabis, José; Martho , Rodrigus – Biologia – Volumes 01, 02 e 03 – 2004 – Ed. Moderna
César da Silva Junior; Sasson, Sezar – Biologia – Volumes 01, 02 e 03 – 202 – Ed. Saraiva.
63
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: FILOSOFIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Competências
Relacionar o questionamento filosófico com o desenvolvimento do senso de investigação
sobre o conhecimento, o homem, a conduta ética e moral, política e a estética;
•
•
Entender a relação da atividade filosófica sobre os conceitos nos planos pessoal, sóciopolítico e histórico;
•
Compreender a estrutura e organização do raciocínio lógico para o senso de
investigação e construção da argumentação escrita e oral;
•
Relacionar áreas de concentração da especulação filosófica com outros conhecimentos,
principalmente, a ciência e tecnologia para a compreensão da Epistemologia, Cidadania, Ética,
Moral e Política.
Habilidades
•
•
Articulação do conhecimento filosófico com a diversidade de conceitos da própria área e
com as Ciências Humanas, Naturais, Exatas, a Arte e outras produções culturais;
Compreensão do desenvolvimento da argumentação a partir da leitura, escrita e debates;
•
Questionamento crítico sobre idéias, conceitos e definições da Teoria do
Conhecimento, Metafísica, Ontologia, Lógica e Linguagem, Ética, Política e Estética.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Nenhum.
COMPONENTES CURRICULARES
I ª UNIDADE:
1. Introdução à Filosofia: O que é a Filosofia?
2. Problema da Definição da Filosofia: A Vastidão do Tema;
IIª UNIDADE:
3. A Atividade Filosófica: Para quê Serve a Filosofia;
4. Origens da Filosofia: Do Mito à Razão;
IIIª UNIDADE:.
5. Origens da Filosofia: Milagre Grego ou Influencias Orientais?
6. Os Pré-Socráticos;
IVª UNIDADE:
7. Grécia Clássica: Sócrates, Platão e Aristóteles;
8. Perído Helênico: Cinismo, Estoicismo, Epicurismo e Neoplatonismo;
64
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Consistirá em exposição participada, debates, Processual e contínua, sendo que, em
leituras e interpretações de textos filosóficos e de alguns momentos, termos: Prova Escrita
área afins, apresentação de filmes e dinâmicas de e Seminários. A participação, interesse,
grupos. Serão utilizados os seguintes recursos: assiduidade e freqüência estarão diluídos
Quadro, pincel, textos, data show, T.V. e D.V.D.
em todo o processo.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
BAGANANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2000;
ABBAGNANO, Nicola. História da Filosofia (12 Volumes). Lisboa: Presença;
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; Martins, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à
Filosofia. São Paulo: Editora Moderna. 1994;
ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo. Trad. Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das
Letras, 1989;
CAMUS, Albert. O Homem Revoltado.São Paulo: Record;
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2002;Chauí, Marilena. O que é
Ideologia?. São Paulo: Brasiliense, 1987;
COLEÇÃO: Os Pensadores. Editora Abril;
COMTE, Augusto. Os Pensadores. Editora Abril.
COPI, Irving. Introdução à Lógica. Mestre Jou, São Paulo, 1981;
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Editora Saraiva, 1996;
DELEUZE, G. & Guattari, F. Mil Platôs. Volume 1, 2, 3, 4 e 5. Rio de Janeiro: Editora 34,
1995.
DELEUZE, Gilles e Guatarri, Félix. O que é Filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34, 1992;
DUARTE Júnior. O que é A Realidade? São Paulo: Ed. Brasiliense, 1984;
FILHO, Waldomiro J. Silva. O Ceticismo e a Possibilidade da Filosofia.UNIJUI
FOUCAULT, M. As Palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1981;
FOUCAULT, m. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979;
JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. Cultrix, 1995;
JERPHAGNO, Lucien. História das Grandes Filosofias. São Paulo: Martins Fontes, 1992;
GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia. São Paulo: Editora Scharcz, 1997;
GALEFI, Dante Augusto. O ser-sendo da filosofia. Salvador: Edufba, 2001
HABERMAS, J. O Discurso Filosófico da Modernidade. Lisboa: D. Quixote, 1990;
HEIDEGGER, Martin. Ensaios e Conferências. Petrópolis: Vozes, 2001;
HESSEN, Johannes. Teoria do Conhecimento. São Paulo: Martins Fontes, 2000;
KREIMENDAHL, Lothar. Filósofos do Século XVIII. São Paulo: Inisinos, 2004;
LUCHESI, Cipriano & Passos, Elizete. Introdução à Filosofia: aprendendo a pensar. São Paulo :
Cortez Editores, 2000
MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
1997;
65
PONTY, Merleau. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes;
PONTY, Merleau. O Visível e o Invisível. Editora: Perspectiva
MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1998;Moser, Paul K e
MULDER, Dwayne H; Trout, J.D. A Teoria do Conhecimento: Uma Introdução Temática. São
Paulo: Martins Fontes, 2004;
NIETZSCHE, F. Assim Falava Zaratustra. Lisboa: Guimarães Editores;
NIETZSCHE, F. A Gaia Ciência. Lisboa: Guimarães, 1987;
NIETZSCHE, F. Para Além do Bem e do Mal. Lisboa: Guimarães, 1982;
NIETZCHE, F. Genealogia da Moral. Lisboa: Guimarães Editores. 1976;
ROVIGHI, Sofia Vanni. História da Filosofia Moderna. São Paulo: Loyola, 1999;
STONE, I F. O Julgamento de Sócrates. São Paulo: Editora Schwarcz, 1996;
SANTOS, Milton. Por uma Outra Globalização. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2000;
SARTRE, Jean Paul. O Ser e o Nada. Petrópolis: Vozes, 1992;
WILL, Durant. História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999;
66
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: HISTÓRIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
• Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel
das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos
em sua produção.
• Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das
categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico.
• Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo
cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas.
• Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos
processos históricos.
• Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do
papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto
dos mesmos.
• Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos
“lugares de memória” socialmente instituídos.
• Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as
ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua
constituição e significação.
• Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão
e/ou de simultaneidade.
• Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos.
• Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o
passado
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
- Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos, identificando regularidades,
apresentando interpretações.
- formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas.
- desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e naturais.
- procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema.
- formular hipóteses e prever resultados.
- articular o conhecimento científico e tecnológico numa perspectiva interdisciplina
COMPONENTES CURRICULARES
I Unidade
1..O racionalismo do final século XVII – o Iluminismo.
2.A crise do Antigo Regime
2.1.Revolução Industrial e as Revoluções Burguesas do século XVIII e XIX
• Revolução industrial inglesa
• Independência das 13 colônias e Revolução Francesa.
• O congresso de Viena e a Santa Aliança.
2.2.O capitalismo e a formação da classe operária.
2.3.O manifesto comunista de 1848.
67
2.4.A colonização da África e da Ásia.
II Unidade
3. A crise ideológica e econômica no Brasil colônia: A conjuração de Minas e da Bahia.
4. A afirmação do capitalismo na Europa e na América do Norte no século XIX.
4.1.A formação dos Estados Nacionais na América Latina.
• O processo de independência e a organização do Estado Imperial Escravista no Brasil;
• A sociedade senhorial-patriarcal e escravista no Brasil.
• A plantagem do açúcar e do café, o trabalho escravo e seus limites.
• O abolicionismo e o movimento republicano.
III Unidade
5.O nacionalismo, o socialismo: ideologias antagônicas na Europa.
• Movimento comunista na Europa e a organização operária;
• Liberalismo e Imperialismo: Unificação alemã e italiana.
5.1.A crise do capitalismo liberal no século XIX
• O imperialismo, a África e a primeira Grande Guerra;
• A Revolução Russa e a expansão norte americana;
5.2.A década de trinta e os movimentos totalitários: o Nazismo e o Fascismo.
• A segunda Guerra Mundial;
• A Guerra fria e o Imperialismo no pós-guerra;
IV Unidade
6. A República Velha e as suas questões
6.1. A terra e o seu poder; a negação da modernidade da República.
• O jogo oligárquico e suas contradições.
6.2. A cidade na República Velha
• Cultura, higiene e mentalidade
• A formação do operariado brasileiro e a natureza da indústria brasileira.
6.3. A economia cafeeira e os limites ao liberalismo
• Liberais, coronéis e comunistas na luta pelo controle autoritário do Estado brasileiro.
6.4.A cidade republicana:
• A semana de Arte Moderna de 1922;
• O cinema e o Rádio;
• O feminismo e as concepções médicas.
6.5 A crise do capitalismo liberal, o desencanto das oligarquias e a Revolução de Trinta.
METODOLOGIA
O desenvolvimento da disciplina contará com a
utilização de diversas metodologias que, atuando
de modo integrado, favorecerá diferentes formas
de aprendizagem. O curso será pautado na
concepção colaborativa de aprendizagem,
contando com aulas expositivas participativas,
com utilização de recursos variados que vão das
novas tecnologias que se colocam à serviço do
aprendizado, às tradicionais atividades e estudos
realizados no ambiente da sala de aula. A
metodologia buscará aliar acompanhamento
individualizado
e
mediação
tecnológica,
garantindo
um
cenário
favorável
ao
desenvolvimento da autonomia de aprendizagem
e formação da atitude investigativa constante.
Para isto se buscará criar condições propícias
AVALIAÇÃO
Avaliação de caráter formativo cumprirá
o papel de favorecer a aprendizagem
discente,
assim
como
o
acompanhamento constante e processual
por parte do docente. Tendo como foco a
aprendizagem
do
aluno
e
comprometendo-se
com
seu
desempenho e construção do saber,
serão utilizados diferentes instrumentos
de avaliação, que vão desde atividades
individuais e coletivas desenvolvidas em
salas de aulas ou em outros ambientes de
aprendizagem. Também se buscará
desenvolver formas de favorecer ao
aluno um mecanismo de recuperação
constante na disciplina. Terá por critérios
básicos a participação, assiduidade e
pontualidade,
domínio
cognitivo,
68
como:
- desenvolvimento de um clima de aceitação e
respeito mútuo, em que o erro seja encarado
como desafio para o aprimoramento do
conhecimento e construção de personalidade e
que todos se sintam seguros e confiantes para
pedir ajuda;
cumprimento e qualidade das tarefas,
responsabilidade, capacidade de produzir
em equipe, autonomia intelectual e
comportamento do aluno.
- organização de aulas que estimule a ação
individualizada do aluno para que possa
desenvolver sua potencialidade criadora, mas que,
também, esteja aberto a compartilhar com o outro
suas experiências vividas na escola e fora dela;
- oferta de oportunidades, por meio das tarefas
organizadas para a aula, em que vários possam ser
os pontos de vista, permitindo ao aluno um
posicionamento autônomo, fortalecendo, assim,
sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao
produto do seu trabalho.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ALENCAR, Francisco. [et al] História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1996
AQUINO, Rubim Santos Leão de. [et al] História das sociedades modernas às atuais. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006
ARIÈS, Phlippe e CHARTIER, R. (org.) História da Vida Privada. Da Renascença ao Século das
Luzes. Vol.3. São Paulo: Companhia das Letras,1991.
CARONE, Edgard. A República Velha, Instituições e classes sociais. Rio de Janeiro: DIFEL, 1978
CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: A Elite Política Imperial. Rio de Janeiro:
Campus, 1980
__________. D. Pedro III. São Paulo: Companhia das Letras, 2007
CATELLI JR, Roberto. História, Texto e Contexto. Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2006
COSTA, Emília Viotti. Da Monarquia à República: momentos decissivos. São Paul: Brasiliense,
1985.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2000.
FENELON, Dea Ribeiro. 50 textos de história do Brasil. Saão Paulo: Hucitec,1974
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo:
Selo Negro, 2005.
HOBSBAWN, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo: Paz E Terra, 1996.
LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. São Paulo: Alfa-Ômega, 1978
PRADO JUNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1977
PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato P. O Livro de Ouro da História do Brasil. Rio de Janeiro:
Ediouro, 2003.
SANTOS, Theotônio dos. Evolução Histórica do Brasil. Petrópolis: Vozes, 1995
THOMPSON, E. P. A Formação da Classe Operária Inglesa. Trad., Vol.1., São Paulo: Cia. Das
Letras, 1995.
69
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: GEOGRAFIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
● Reconhecer diferentes conceitos, diferentes temporalidades, espacialidades e
territorialidades.
● Ler e interpretar dados e textos: meta multidisciplinar associada à formação do
espírito crítico e a cidadania.
● Problematizar o mundo contemporâneo e a inserção do Brasil no contexto geopolítico,
econômico e cultural mundial.
● Analisar o papel e a importância dos estados nacionais e nações na nova ordem
mundial.
● Compreender e representar as distintas espacialidades resultantes do processo de
urbanização/industrialização.
● Compreender a industrialização brasileira, associando-a
ao processo de
(ru)urbanização.
● Explicar as relações entre recursos naturais, economia e industrialização.
● Contextualizar os diferentes grupos étnicos, culturais e sociais, aprendendo a respeitar
as diferenças.
● Compreender, explicar e criticar os padrões de saúde, educação e desenvolvimento das
populações humanas, com ênfase na problemática brasileira.
● Reconhecer a historicidade e a processualidade na construção do espaço brasileiro.
● Perceber os contrastes internos do Brasil.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
●
●
●
●
■
■
•
•
Noções de economia, política, sociedade , cultura e Estado.
Leitura e interpretação estatística, gráfica e cartográfica.
Analisar e interpretar informações , associando-as entre si.
Saber ouvir e analisar diferentes linguagens que tratam da dinâmica e da problemática
da sociedade
Compreensão de escala espacial como estratégia de apreensão da realidade.
Compreensão das distintas escalas temporais.
Compreensão da evolução das técnicas e das relações sociais de trabalho.
Compreensão do papel das inovações tecnológicas na esfera da produção engendrando
novas formas de organização social e novos arranjos espaciais.
COMPONENTES CURRICULARES
1. A ciência geográfica e a questão do espaço geográfico
• As correntes do pensamento geográfico e as divisões da Geografia
• O espaço geográfico e suas categorias deanálise: paisagem, região, território e lugar.
2. O espaço geográfico
• A formação do espaço geográfico moderno
• Divisão internacional do trabalho e as estruturas organizacionais do capital industrial e financeiro
• Etapas de desenvolvimento do capitalismo:
-
O capitalismo liberal,
O neocolonialismo e a crise de 29;
70
-
O capitalismo keynesiano,
O Taylorismo-Fordismo a política de bem estar social,
A guerra fria e a crise do meio ambiente.
3. Formação, expansão e organização do espaço brasileiro
Caracterização do espaço brasileiro.
Regiões administrativas do Brasil.
Os complexos regionais brasileiros.
As disparidades regionais do Brasil.
4. A agricultura e a questão agrária no Brasil
- A estrutura fundiária brasileira.
- Relações de trabalho no campo.
- Movimentos sociais no campo e conflitos de terra no Brasil.
- Produção x produtividade agrícola.
5. A industrialização no Brasil.
Tipos e etapas da industrialização brasileira.
Os caminhos da industrialização brasileira: da sociedade agrária para o urbano-industrial.
A distribuição espacial da indústria brasileira.
6. O espaço urbano no Brasil.
Urbanização e metropolização no Brasil.
Rede e hierarquia urbana.
Os problemas urbanos.
7. Os transportes, energia e telecomunicações no território nacional.
8. Dinâmica populacional brasileira.
● Conceitos demográficos
Formação étnica da população brasileira.
Fatores do crescimento populacional e teorias demográficas.
Distribuição e concentração populacional.
Movimentos da população no Brasil.
Estrutura da população brasileiras (sexo, atividade econômica e faixa etária)
Pirâmides etárias.
Indicadores sociais e econômicos da população brasileira.
9. O capitalismo neoliberal, a ordem multipolar e os conflitos da Geopolítica atual
Os recursos energéticos perspectivas e os desafios da sustentabilidade socioambiental
As novas tecnologias na comunicações e a globalização
O Brasil no cenário internacional
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas expositivas-participativas; Estudos dirigidos; Ao longo do processo ensinoSeminários temáticos;Trabalhos práticos.
aprendizagem, sendo considerados os
aspectos quantitativos e qualitativos
desenvolvidos pelos alunos em sala de
aula.
Instrumentos
avaliativos:
provas
objetivas e discursivas, pesquisas
individuais e trabalhos em grupos.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ADAS, M. ; ADAS, S. Panorama geográfico do Brasil: contradições, impasses e desafios
socioespaciais. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1998.
COELHO, C.C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
GARCIA, H. C. ; GARAVELLO, T. M. Geografia: de olho no mundo do trabalho. São Paulo:
Scipione, 2005.
MAGNOLI, D. ARAÚJO, R. Geografia (Geral e Brasil) Paisagem e território. São Paulo, Ed.
Moderna. 2ª ed. Reformulada, 1997.
71
MAGNOLI, D. O mundo contemporâneo. São Paulo: Atual, 1995.
SENE, E. ;MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002.
SANTOS, M. Espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo:
Hucitec, 1996.
SPÓSITO, M. E. B. Capitalismo e urbanização. São Paulo: Contexto, 1989.
VESENTINI, J. W. Brasil: sociedade e espaço. São Paulo:Ática, 2004.
SOUZA Maria Adélia de : Governo Urbano. São Paulo. Nobel , 1998
SOUZA Maria Adélia de : Território Brasileiro. Usos e Abusos . Campinas. Edições Territorial .
2003
BEZERRA, M. C. e FERNANDES, M. Cidades sustentáveis: subsídios à elaboração da Agenda 21
brasileira. Edições IBAMA, Brasília, 2000.
CASTROGIOVANI, A. (Org.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto
Alegre: Mediação, 2000.
MALTA FILHO, C. S. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São Paulo: Nobel, 1999.
VESENTINI, J. W. O ensino de geografia no século XXI. Campinas, SP: Papirus, 2004.
FERREIRA Bertha K. Becker : Geografia política e gestão do território no limiar do século XXI.
Uma representação do Brasil: Rio de Janeiro: Revista Brasileira de Geografia. Vol.53 nº3 ,
Julho/set 1991
72
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: MATEMÁTICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
-Interpretar o Logarítmo de um número como Ferramenta para o Cálculo aritmético e
Algébrico.
- Identificar uma função Logarítmica e seus pontos fundamentais.
- Historiar o surgimento da GEOMETRIA EUCLIDEANA PLANA.
- identificar os postulados de Euclides, os axiomas e teoremas principais.
- identificar ponto, reta, plano e ângulos.
- Definir uma linha poligonal, definir e classificar os polígonos com suas propriedades.
- Identificar e classificar os triângulos.
- Relacionar as medidas de um triângulo retângulo, enunciando o teorema de Pitágoras.
- Classificar os quadriláteros e suas propriedades .
--Reconhecer os pontos notáveis de um triângulo.
- Identificar e definir uma circunferência, um círculo e suas divisões em arcos , setores
circulares ,segmentos e anéis.
- Estabelecer as relações métricas no círculo.
-Definir as razões trigonométricas no triângulo retângulo.
-Definir e relacionar as unidades de medidas de ângulos ou de arcos de circunferência.
- Localizar a extremidade de uma arco de circunferência
- Definir uma circunferência trigonométrica .
- Localizar as razões trigonométricas na circunferência.
- Estabelecer as relações trigonométricas.
- Definir as principais Funções Circulares(trigonométricas).
- demonstrar as fórmulas da adição, arco dobro e metade.
- definir as principais transformações trigonométricas.
- Definir e classificar uma MATRIZ como um conjunto ordenado em forma retangular ou em
tabela.
- identificar os tipos de matrizes.
- Operar com matrizes aplicando a teoria em resolução de problemas cotidianos.
- definir o número Real chamado de Determinante associado a uma matriz quadrada.
- entender a importância do determinante na resolução de um sistema linear.
- definir o menor complementar e o cofator de uma matriz.
- enunciar o Teorema de Laplace.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Matemática elementar do primeiro grau.
Estudo do Sistema Cartesiano Ortogonal.
Conhecimento da Linguagem de Conjuntos e seus Símbolos Lógicos.
Interpretação de texto em língua portuguesa
COMPONENTES CURRICULARES
-Resolver Problemas Usando o Conceito e as
Propriedades Operatórias dos Logaritmos e
Logaritmos Decimais.
- representar Graficamente as Funções logarítmicas, resolver equações e inequações
73
logarítmicas
- Resolver problemas usando as operações com ângulos e seus submúltiplos.
- resolver problemas usando o teorema de Thales e semelhança de triângulos.
-Resolver problemas com ângulos e pontos notáveis de um triângulo.
- calcular o ângulo interno e externo de um polígono regular e a soma dos ângulos de um
polígono qualquer.
- Calcular o número de diagonais de um polígono.
- resolver problemas usando os teoremas das bissetrizes de um triângulo.
- Calcular a área e o perímetro de um polígono regular e de uma circunferência, bem como de
setores e anéis.
- calcular o comprimento de uma arco de circunferência.
_ resolver problemas usando o teorema de Pitágoras e as relações métricas no triângulo
retângulo.
- resolver problemas envolvendo as razões trigonométricas.
- efetuar cálculos envolvendo as razões trigonométricas na circunferência.
- efetuar cálculos envolvendo arcos e ângulos.
-Demonstrar Identidades usando as relações trigonométricas.
- representar graficamente as funções trigonométricas, determinando para cada uma delas o
domínio, a Imagem, o Período, as raízes, a Paridade e os Intervalos de crescimento e
decrescimento.
- resolver equações e inequações trigonométricas.
Usar as tranformações na resolução de equações e inequações.
- Efetuas as operações com matrizes,a saber, soma e subtração, produto por um escalar e
produto de matrizes.
- definir uma matriz simétrica e anti-simétrica.
- Determinar a transposta e a inversa de uma matriz quando possível.
-Definir menor complementar e cofator deuma matriz e Enunciar o teorema de Laplace no
cálculo de determinantes.
_ usar as regras derivativas do teorema de Laplace no cálculo de determinantes de ordem
menor ou igual a três.
- Calcular determinantes através das suas propriedades.
- calcular determinantes usando a regra de Chio.
- Usar o Teorema de Binet no cálculo do determinante da matriz inversa.
- Resolver um sistema linear através dos métodos da substituição de variáveis, da regra de
Cramer e do escalonamento .
- resolver problemas envolvendo sistemas lineares.
Unidade I:
- Logaritmos e Logaritmos Decimais.
Unidade II:
- Trigonometria.
Unidade III:
- Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares.
Unidade IV:
- Geometria Plana.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas expositivas, uso da tecnologia da informática Testes e provas escritas.
quando necessário
Observação direta da participação dos
alunos em atividades de sala de aula.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Matemática: volume único. Gelson Iezzi, Osvaldo Dolce, David Degenszajn e Roberto Périgo. 4ª
74
edição. São Paulo: Editora Atual, 2007.
Matemática fundamental: uma nova abordagem: ensino médio: volume único. José Ruy
Giovanni, José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. São Paulo: FTD, 2002.
Matemática - Volume Único. Manoel Paiva - Coleção Base Matemática 2ª Edição 2003, Editora
Moderna.
Matemática – contexto & aplicações – volume único. Luiz Roberto Dante Editora: Ática, 2006.
75
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Identificar as capacidades físicas, compreendendo a sua importância para o movimento
humano.
Avaliar as capacidades físicas e de massa corpórea visando o reconhecimento de suas
interferências na saúde.
Praticar programa de treinamento para a melhoria das capacidades físicas.
Reavaliar após realização de treinamento para compreender o efeito da atividade física no
organismo.
Compreender os esportes como integrantes do repertório cultural de movimentos,
estudando e vivenciando suas diversas formas e modalidades.
Organizar evento esportivo escolar.
Compreensão e vivência adaptada do esporte de inverno.
Desenvolver os passos básicos da dança de salão: forró, xote, vanerão e samba de gafieira.
•
•
•
•
•
•
•
•
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
•
Educação para a saúde.
Promoção para a saúde: avaliação física e treinamento físico.
Habilidades físicas e técnicas de defesa e ataque para a execução das modalidades:
handebol, voleibol, basquetebol e futsal.
Organização de evento esportivo na escola.
Noções do esporte de inverno.
Noções sobre a dança de salão.
COMPONENTES CURRICULARES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Movimento e a saúde:
Capacidades físicas: força, resistência, velocidade, coordenação motora e flexibilidade:
definições, importância para o condicionamento físico, noções básicas de treinamento.
Aptidão Física: avaliação das capacidades físicas e de massa corpórea individuais e da
turma;
Desenvolvimento de treinamento para a melhoria das capacidades físicas e reavaliação.
Movimento nas manifestações lúdicas e esportivas:
Handebol, Basquetebol, Voleibol e Futsal: posicionamento em quadra e fundamentos
técnicos;
Estudo e vivência das posições dos jogadores em quadra; dos princípios e tipos de ataque
e defesa.
Eventos esportivos na escola: como organizar e planejar (teórico e prático).
Esporte de inverno: história e organização, vivência adaptadas: curling, ski cross country.
Movimento em expressão e ritmo:
Dança de salão: estudo das danças mais populares no Brasil (forro, xote, vanerão, samba
de gafieira), passos básicos, coreografias.
76
•
•
•
•
•
METODOLOGIA
Aulas Expositivas com possibilidades de
questionamentos e debates durante a
exposição do conteúdo;
Aulas práticas realizadas em grupo e
individualmente.
Leitura de textos específicos da disciplina.
Seminários, debates, diálogos sobre
assuntos da disciplina.
Organização de pequenos eventos
esportivos
AVALIAÇÃO
A avaliação será permanente, por meio
de observação acerca da participação e
envolvimento dos alunos durante o
processo de ensino-aprendizagem.
Instrumentos de avaliação:
Provas,
seminários,
pesquisas
individuais e em grupo, organização de
eventos,
construção
de
painéis
participação nas atividades práticas
propostas.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, Diretrizes do ACSM para testes de esforço e sua
prescrição. 30ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2007.
ASTRAND,Per-olof & RODHAL, Kaare;Tratado de Fisiologia do Exercício. 2 ed. Rio de janeiro:
1980.
BORGES, Cecília Maria Ferreira, O professor de Educação Física e a construção do saber. 5 ed.
Campinas: Ed. Papirus, 1998.
FONTOURA, Andréa Silveira Guia prático de avaliação física: uma abordagem didática,
abrangente e atualizada. São Paulo: Phorte, 2008.
FOX, Edwards L. & MATTHEWS, Donald K. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos
3 ed.Rio de Janeiro: Interamericana, 1983.
LOVISOLO, Hugo. Estética, Esporte e Educação Física. Rio de Janeiro: Ed. Sprint, 1987.
POINT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. São Paulo: Phorte, 2006
POLLOCK, Michael L.; WILMORE, Jack H. & Fox III, Samuel M. Exercícios na saúde e na doença.
Rio de Janeiro: 136 p.
Complementar:
ADAMS, R. C. Jogos, esportes e exercícios para o deficiente físico. 3. ed. São Paulo: Manole,
1985.
BRASIL. Lazer, atividades física e esportiva para portadores de deficiência. Brasília: SESI-DN:
Ministério do Esporte e Turismo, 2001.
GORGATTI, M. G; COSTA, R. F. org. Atividade Física Adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
WINNICK, Joseph. Educação Física e esportes adaptados. 3. ed. São Paulo: Manole, 2004.
77
DISCIPLINAS DO 3º ANO
NÚCLEO COMUM
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: Língua Portuguesa
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 90h (120h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
COMPETÊNCIAS
Compreender a linguagem como um sistema simbólico e meio de expressão, informação e
comunicação nas relações interpessoais;
Compreender e usar a língua portuguesa como geradora de significação e integradora da
organização de mundo e da própria identidade;
Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos,
mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as
condições de produção e recepção;
Recuperar pelo estudo dos textos o imaginário coletivo, o patrimônio cultural e as formas temas
preservados, no tempo e no espaço;
Respeitar a diversidade lingüística reconhecendo-a como uma propriedade das línguas naturais;
Compreender a língua portuguesa como instrumento para confrontar opiniões e pontos de vista
sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal;
Ler e produzir textos diversos: ficcionais, não-ficcionais e comerciais ou administrativos.
HABILIDADES
Análise lingüística
Reconhecer a língua como um sistema composto por diversos níveis – o fonético, o
morfológico, o sintático, o semântico, o pragmático, o enunciativo, o textual, o discursivo e o
retórico – e identificá-los;
Reconhecer a língua como um sistema heterogêneo e adequar o uso das variedades lingüísticas
às situações de interação sociocomunicativa;
Identificar os itens linguísticos responsáveis pela designação e compreender sua função na
produção textual e na leitura;
Identificar os itens linguísticos responsáveis pela quantificação e indefinição de nomes no uso
da linguagem e compreender sua função na leitura e produção de textos;
Identificar os itens que a língua oferece para o processo de qualificação dos nomes do discurso
e compreender sua função na leitura e produção de textos;
Identificar os mecanismos formais através dos quais o locutor modaliza suas intenções no
discurso e compreender sua função na leitura e produção de textos;
Identificar e utilizar os mecanismos de coesão sequencial na leitura e produção de textos.
Leitura
Compreender a linguagem como um elemento simbólico através do qual são construídas as
diversas representações sociais sobre todos os assuntos;
Entender o texto como uma unidade que materializa e dá forma a uma série de fragmentos
78
discursivos e que obtém sua unidade do fato de possuir uma intenção comunicativa específica;
Compreender que todo texto só se concretiza na relação dialógica entre o autor e o leitor;
Entender que os textos são agrupados de maneira específica, considerando os ramos das
atividades humanas das quais se originam;
Caracterizar diferentes gêneros textuais a partir de sua forma composicional, seu tema e seu
estilo.
Entender a função comunicativa dos tipos textuais na composição de gêneros diversos;
Entender o texto como uma forma de ação através da qual o locutor realiza diversos micro e
macroatos de fala;
Compreender que todo texto tem um leitor pressuposto. Diante disso, deve-se identificar os
fatores de coerência que um leitor não esperado deve conhecer para compreender o texto;
Compreender como se processam os processos implicatura e pressuposição na leitura e
produção de textos;
Compreender que todo assunto pode ser interpretado de maneira diferente considerando o
domínio discursivo em que se encontra.
Produção textual
Planejar a produção textual de acordo com a intenção comunicativa;
Utilizar os diferentes níveis de estruturação da língua na produção de textos, considerando as
especificidades do gênero e da situação comunicativa;
Situar a produção textual em domínios discursivos específicos tendo em vista as condições de
produção e o contexto comunicativo;
Produzir gêneros textuais tendo em vista o propósito comunicativo;
Utilizar corretamente, e de acordo com os efeitos de sentido pretendidos, os tipos textuais na
composição dos gêneros;
Pontuar adequadamente os textos, considerando os objetivos da produção textual;
Grafar adequadamente as palavras, tendo em vista o gênero textual a ser produzido;
Utilizar corretamente os mecanismos de coesão referencial e os fatores de coerência na
produção de textos;
Conhecer e selecionar as técnicas argumentativas adequadas ao projeto discursivo seja oral ou
escrito.
Literatura
Compreender a especificidade do texto literário;
Caracterizar a linguagem e o estilo literário em diferentes períodos;
Conhecer os níveis enunciativos da produção literária;
Conhecer mecanismos de recepção do texto literário;
Compreender o papel do autor no processo de leitura do texto literário;
Compreender as estratégias de construção dos personagens;
Compreender que o mundo descrito na obra literária é constituído de duas faces: uma ficcional
e discursiva;
Compreender a relação entre literatura e música, cinema e teatro;
Ler, analisar e julgar gêneros literários nacionais e internacionais.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Análise linguística
Fonema, morfema, frase, oração, período, texto, discurso, retórica;
História da língua portuguesa
Variação lingüística, idioleto, socioleto,
79
Variação social, espacial, temporal, jargão, gíria;
Signo e símbolo;
Nomes/substantivo
Adjetivos/locuções adjetivas
Pronomes indefinidos
Pronomes demonstrativos e advérbios de lugar;
Advérbios de intensidade, negação, afirmação, dúvida e modo
Marcas de subjetividade;
Modalizadores;
Coesão seqüencial;
Orações coordenadas e subordinadas.
Leitura
Língua e linguagem;
Domínios discursivos;
Dialogismo;
Gêneros e tipos textuais;
Atos de fala
Leitor virtual e leitor modelo;
Coerência textual;
Interdiscursividade;
Pressupostos e subentendidos;
Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça,
ética.
Produção textual
Língua e linguagem;
Domínios discursivos;
Dialogismo;
Plano textual;
Gêneros e tipos textuais;
Atos de fala;
Leitor virtual e leitor modelo;
Coerência textual;
Interdiscursividade;
Sinais de pontuação;
Regras ortográficas;
Argumentação: ethos, pathos, tese, acordo prévio, técnicas argumentativas, contraargumentação;
Formações discursivas: identidade, nacionalidade, ética, família, gênero, trabalho, política,
economia, consumo, globalização, cidadania,
Literatura
Literariedade;
Realidade e representação;
Figuras de linguagem;
Sentido comum e efeito discursivo;
Locutor e alocutário, narrador e narratario, enunciador e enunciatário;
Lirismo;
Gêneros literários;
80
Escolas literárias;
Modernidade e pós-modernidade;
Formações discursivas: identidade pessoal, gênero, nacionalidade, raça/etnia, política.
COMPONENTES CURRICULARES
Análise lingüística
Níveis de análise da linguagem: fonético, morfológico, sintático, semântico, pragmático,
enunciativo, textual, discursivo e retórico;
Variação lingüística;
Lógica e linguagem: a conjunção, a disjunção, a restrição, a oposição, a causalidade, a
explicação, a implicação, a inferência, a hipótese, a generalização, a particularização;
Coesão referencial e sequencial.
Leitura
Linguagem e sociedade;
Texto e discurso
Dialogismo;
Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional e publicitário;
Gêneros textuais e tipos textuais
Atos de fala
Heterogeneidade constitutiva e mostrada;
Polifonia.
Produção textual
Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional;
Gêneros textuais: artigo de opinião, ensaio, resenha critica de filmes e de romances, crítica de
música, currículo, carta comercial, ata, procuração, circular, mala direta, boletim, fax, relatório,
seminário, debate deliberativo e de opinião;
Argumentação: tipos de argumentos, contra-argumentação e figuras retóricas
Técnicas argumentativas: Contradições e incompatibilidade: falácias, o ridículo; Identidade e
regra de justiça; Argumentos quase matemáticos: transitividade, dilema, argumento ad
ignorantiam; Definição; ilustração, modelo; Comparação e argumento do sacrifício; Analogia e
metáfora, dissociação das noções
Literatura
O texto literário: linguagem e estilo
A construção do herói
O anti-herói
A construção das personagens: monologismo e polifonia
Literatura e interdiscursividade
Intertextualidade
Níveis enunciativos: o locutor e o alocutario, o narrador e o narratário, o enunciador e o
enunciatário
O mundo da obra literária: o ficcional e o discursivo
Literatura e música
Literatura e cinema
Literatura e teatro
Gêneros literários: o poema, o conto, a crônica, o drama, o romance
81
O julgamento da obra literária: resenha crítica de obras
METODOLOGIA
O curso será desenvolvido considerando o
processo de ensino-aprendizagem como dinâmico
e participativo. Dessa forma, serão propostas
atividades interativas, além das aulas expositivas e
de exercícios práticos.
AVALIAÇÃO
A avaliação é entendida como processo
contínuo, que precisa ser constantemente
revisto. Desta forma, todas as atividades,
conforme as competências e habilidades
que se pretende desenvolver, serão
consideradas avaliativas nesse processo.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Básica:
BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São
Paulo: Parábola Editorial, 2007.
NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2006
COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988.
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.
BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 10. ed. São Paulo: 2002.
CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: das origens ao
realismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 1983.
CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo. São
Paulo: DIFEL, 1983.
ZANOTO, Normelio. Correspondência e redação técnica. Caxias do Sul/RS: EDUCS, 2002.
Complementar:
FÁVERO, Leonor Lopes et alii. Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino da língua materna.
São Paulo: Cortez, 1999.
MARCUSCHI, Antônio. Da fala para a escrita: atividade de retextualização. Sãop Paulo: Cortez,
2001
CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos? São Paulo: Cia. das Letras, 1993
CASTILHO, A. T. de (org.) Gramática do português falado. Campinas: EDUNICAMP/FAPESP,
1990.
KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992.
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989.
CASTELLO, José Aderaldo. A literatura brasileira: origens e unidade (1500-1960). São Paulo:
EDUSP, 1999. 2 v
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: como é, como se faz? São Paulo: Loyola, 2001.
CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1981 (2 vs.)
82
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: FÍSICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Descrever relatos de viagens, visitas ou entrevistas apresentando com clareza e
objetividade suas considerações e fazendo uso apropriado da linguagem da física.
2. Compreender e emitir juízo próprio sobre noticias com temas relativos a ciência e
tecnologia, veiculadas pelas diferentes mídias, de forma analítica e critica,
posicionando-se com argumentação clara.
3. Frente a uma situação problema reconhecer a natureza dos fenômenos envolvidos
situando os dentro de um conjunto de fenômenos da Física e identificar as grandezas
relevantes, em cada caso.
4. Conhecer modelos físicos microscópicos para adquirir uma compreensão mais
profunda dos fenômenos e utilizá-los na analise de situações-problema.
5. Em aparelhos e dispositivos elétricos residenciais, identificar seus diferentes usos e o
significado das informações fornecidas pelos fabricantes sobre suas características
(voltagem, freqüência, potencia etc.).
6. Dimensionar o custo do consumo de energia em uma residência ou outra instalação,
propondo alternativas seguras para a economia de energia.
7. Compreender fenômenos magnéticos para explicar, por exemplo, o magnetismo
terrestre, o campo magnético de um imã, a magnetização de materiais
ferromagnéticos ou inseparabilidade dos pólos magnéticos.
8. Reconhecer a relação entre fenômenos magnéticos e elétricos, para explicar o
funcionamento de motores elétricos e seus componentes, interação envolvendo
bobinas e transformações de energia.
9. Acompanhar o desenvolvimento tecnológico contemporâneo, na medicina, na área de
comunicações, com os microcomputadores, CDs, DVDs, telefonia celular, tv a cabo.
10. Reconhecer que, se de um lado a tecnologia melhora a qualidade de vida do homem,
do outro ela pode trazer efeitos que precisam ser ponderados quanto a um
posicionamento responsável.
11. Identificar diferentes tipos de radiações presentes na vida cotidiana, reconhecendo sua
sistematização no espectro eletromagnético (ondas de radio aos raios gama) e sua
utilização através das tecnologias a elas associadas (radar, rádio, forno de microondas,
tomografia etc.).
12. Compreender as transformações nucleares que dão origem à radioatividade para
reconhecer sua presença na natureza e em sistemas tecnológicos.
13. Conhecer os diferentes processos físicos envolvidos nos diferentes sistemas de
transmissão de informação sob a forma de sons e imagens como forma de monitorar a
utilização de transmissão por antenas, satélites, cabos ou através de fibras ópticas.
14. Identificar a presença de componentes eletrônicos, como semicondutores e suas
propriedades.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1. Conhecer grandezas e unidades fundamentais de medidas.
2. Saber ler e interpretar expressões matemáticas, gráficos e tabelas para o estudo dos
temas propostos do conteúdo. Ser capaz de descrever uma relação quantitativa nessas
formas, e de passar de uma representação para outra.
83
3. Identificar transformações de energias, e sua conservação em diferentes contextos.
4. Utilização da linguagem científica como meio de expressão, informação e comunicação
em situações-problema, relacionados com os temas em questão.
5. Ter noção dos princípios das tecnologias da comunicação e da informação associa-las
aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhe dão suporte e os problemas que
se propõem a solucionar.
COMPONENTES CURRICULARES
1. INTRODUÇÃO À ELETROSTÁTICA
1.1.
1.2.
1.3.
1.4.
1.5.
1.6.
Carga elétrica e a eletrização
Quantização da carga elétrica
Princípios da eletrostática
Bons e maus condutores elétricos
Processos de eletrização
Lei de Coulomb
2. CAMPO ELÉTRICO
2.1. Linhas de força
2.2. Campo elétrico criado por uma carga puntiforme
2.3. Campo elétrico criado por um sistema de cargas puntiforme
3. POTENCIAL ELÉTRICO E CAPACITÂNCIA
3.1.
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.
3.7.
3.8.
3.9.
Potencial elétrico e energia potencial elétrica
linhas e superfícies equipotenciais
Trabalho da força elétrica
Diferença de potencial elétrico
Potencial elétrico criado por um condutor eletrizado
Potencial elétrico criado por uma esfera condutora eletrizada
Capacitância eletrostática de um condutor isolado
Energia potencial eletrostática de um condutor
Condutores em equilíbrio eletrostático
4. ELETRODINÂMICA
4.1.
4.2.
4.3.
4.4.
4.5.
4.6.
4.7.
Corrente elétrica e sua causa
Intensidade de corrente e seu sentido convencional
Circuito elétrico
Energia e potência elétrica
Efeito Joule
Resistência elétrica e Lei de Ohm
Resistores ôhmicos e não-ôhmicos
UNIDADE II
1. ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES
1.1 Reostato
1.2 Curto-circuito
2. CIRCUITOS ELÉTRICOS
2.1 Geradores elétricos
2.2 Potência e rendimento de um gerador
2.3 Receptores elétricos
84
2.4 Potência e rendimento de um receptor
2.5 Circuitos elétrico gerador receptor
3. ELETROMAGNETISMO
3.1 Magnetismo e conceitos básicos
3.2 Campo magnético
3.3 Ação do campo magnético sobre cargas elétricas
3.4 Origem das propriedades magnéticas dos materiais
3.5 Materiais ferromagnéticos
3.6 Ponto Curie
3.7 Permeabilidade relativa
3.8 Eletroimã
4. FORÇA MAGNÉTICA SOBRE CORRENTE ELÉTRICA
4.1 Força magnética sobre um trecho elementar de um condutor
4.2 Força magnética exercida num condutor retilíneo imerso num campo magnético
uniforme
4.3 Espira retangular imersa num campo magnético uniforme
4.4 Força magnética entre dois condutores retilíneos e paralelos
4.5 Movimento de uma carga num campo magnético uniforme
5. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
5.1 Fluxo de indução magnética
5.2 Indução eletromagnética
5.3 Lei de Lenz e o sentido da corrente induzida
5.4 Lei de Faraday – Neumann
5.5 Condutor retilíneo em movimento num campo magnético uniforme
5.6 Corrente de Foucault
UNIDADE III
1. ONDAS
1.1 Natureza da onda
1.2 Tipos de ondas
1.3 Velocidade de um pulso de onda em uma corda tensa
1.4 Reflexão e refração de pulsos unidimensionais
1.5 Ondas periódicas
1.6 Função de ondas de uma onda cossenóidal unidimensional
1.7 Potência e intensidade de uma onda
1.8 Fenômenos ondulatórios
UNIDADE IV
FÍSICA MODERNA
1. DAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS AOS FÓTONS
1.1 As equações de Maxwell e as ondas eletromagnéticas
1.2 A dualidade onda-partícula
1.3 O eletromagnetismo, a óptica e os fótons
85
2. DOS RAIOS X AOS QUARKS
2.1 Radiação térmica
2.2 O enigma do espectro da radiação térmica
2.3 O quantum de ação
2.4 O átomo de Rutherford
2.5 O átomo de Bohr
3. RELATIVIDADE
3.1 As coordenadas do espaço-tempo
3.2 A relatividade Galileana
3.3 A relatividade e o movimento ondulatório
3.4 O enigma do éter
3.5 Os postulados da teoria da relatividade restrita
3.6 A impossibilidade da simultaneidade
3.7 A dilatação do tempo
3.8 A relatividade das velocidades
3.9 Quantidade de movimento e massa relativística
3.10
Energia relativística
3.11
Energia e quantidade de movimento relativística
3.12
Conclusão
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
1. AULAS EXPOSITIVAS com incentivo à O processo de avaliação contempla os
participação dos alunos, utilizando técnicas, tais aspectos qualitativos e quantitativos da
como: contextualização do tema, questões de formação do aluno.
estudo, soluções de situações problemas.
2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM GRUPOS, onde
os alunos deverão elaborar sínteses, a partir de
pesquisas em referências bibliográficas, e
participarem de fóruns de discussão e aulas
práticas, apresentação de seminários de temas
abordados em sala.
3. AULAS PRÁTICAS EM LABORATÓRIO,
estimulando a aplicação dos procedimentos,
elaboração de hipóteses e discussão dos
resultados, com base na literatura científica.
4. QUESTÕES APLICADAS – pesquisa bibliográfica
sobre temas de aprofundamento do curso técnico
do aluno.
5. VISITAS TÉCNICAS – a ambiente de divulgação e
prática de atividades experimentais para analise e
aplicabilidade dos conhecimentos da ciência.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ALVARENGA, Beatriz e MÁXIMO, Antônio. Curso de Física. Editora Scipione. São Paulo, 2001.
Vol. 3.
GASPAR, A. Física, eletromagnetismo e Física moderna. Editora Ática, São Paulo. 1ª edição,
2000. Vol. 3.
GREF – Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 2 – Física térmica e Óptica. São Paulo:
EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
NEWTON, Villas Boas; HELOU, Ricardo Doca e GUALTER, José Biscuola. Física. Editora Saraiva.
86
São Paulo, 2001. Vol. 2 e 3.
CALÇADA, Caio Sérgio. Universo da Física. Editora Atual. São Paulo, 2001. Vol. 2 e 3.
RAMALHO, Francisco Jr., NICOLAU, Gilberto Ferraro e TOLEDO, Paulo Antônio. Os Fundamentos
da Física. Editora Moderna. São Paulo. Eletricidade, Óptica e Ondas. vol. 2 e 3.
87
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: QUÍMICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
COMPETÊNCIAS
Compreender as reações à luz da cinética química e os fatores que influenciam a
velocidade das reações químicas
• Compreender as reações químicas como processos reversíveis e analisar os efeitos de
fatores externos sobre o equilíbrio químico
• Compreender a conversão de energia química em elétrica e vice-versa
• Prever a espontaneidade de reações redox.
• Reconhecer as funções orgânicas a partir da identificação dos grupos funcionais
• Relacionar o comportamento das substâncias orgânicas com suas propriedades físicas e
químicas
• Reconhecer o comportamento químico de compostos orgânicos a partir das principais
reações orgânicas
• Relacionar os conhecimentos dos compostos e reações orgânicas para processos
industriais
•
HABILIDADES
Identificar os efeitos da concentração, temperatura, catalisador, luz, superfície de
contato sobre as velocidades das reações
• Equacionar a lei da velocidade de uma reação segundo critérios pré-definidos
• Diferenciar catálise homogênea de heterogênea
• Identificar fatores que influenciam o equilíbrio químico e prever o sentido do
deslocamento do equilíbrio químico por influência desses fatores
• Aplicar a expressão da constante de equilíbrio
• Calcular o pH de soluções aquosas de ácidos e bases fortes e fracos e de soluções
tampão
• Caracterizar e diferenciar pilha e eletrólise
• Calcular e aplicar a diferença de potencial de uma pilha
• Relacionar a quantidade de carga que passa por uma célula eletrolítica com as
quantidades de substâncias produzidas nos eletrodos
• Equacionar transformações radioativas
• Diferenciar fissão de fusão nuclear
• Compreender os benefícios e malefícios do uso de compostos radioativos e os efeitos
biológicos das radiações nucleares
• Nomear, formular e classificar os compostos orgânicos de acordo com os tipos de cadeia.
• Aplicar os conceitos de ácidos e bases a substâncias orgânicas
• Caracterizar os compostos orgânicos de acordo com os grupos funcionais presentes na
estrutura
• Diferenciar os diversos tipos de isômeros.
• Identificar e equacionar reações químicas envolvendo compostos orgânicos
•
88
Avaliar a estabilidade dos compostos orgânicos possíveis obtidos numa reação química
Identificar as reações químicas orgânicas dos principais processos industriais (químicos,
petroquímicos e de refino do petróleo)
• Contextualizar a química orgânica nas ciências biológicas e ambientais
Identificar no cotidiano as diversas utilizações de substâncias orgânicas e a toxicidade de alguns
compostos orgânicos
•
•
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
BASES TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
Equilíbrio químico
Equilíbrio Iônico.
Eletroquímica.
Funções Orgânicas
Reações orgânicas
BASES CIENTÍFICAS
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Ligações químicas.
Geometria molecular
Reações químicas.
Unidades de concentração
Teorias ácido-base
Propriedades coligativas
Termoquímica
Equações de 1o e 2o graus
Notação científica e algarismos significativos
Exponenciais e logaritmos e propriedades
Processos biológicos
Processos ambientais
COMPONENTES CURRICULARES
1. Cinética Química
1.1 - Velocidade de reação
1.2 - Teoria das colisões
1.3 - Representação da variação de energia em função do caminho da reação
1.4 - Lei da velocidade, ordem e molecularidade de uma reação
1.5 - Noções sobre mecanismo de reação
1.6 - Fatores que influenciam a velocidade das reações químicas
1.7 - Conceitos de catálise homogênea e heterogênea
2. Equilíbrio químico
2.1 - Conceitos
2.2 - Espontaneidade de uma reação
2.3 - Constante de equilíbrio: sistemas homogêneos e heterogêneos; constante em função da
concentração e da pressão; grau de equilíbrio
89
2.4 - Princípio de Le Chatelier e deslocamento de equilíbrio: efeitos da concentração; da
pressão; da temperatura; do catalisador
3. Equilíbrio Iônico
3.1 - Equilíbrio químico em soluções de eletrólitos
3.2 - Produto iônico da água
3.3 - Escala de pH e pOH
3.4 - Indicadores ácido-base: conceito e aplicação
3.5 - Cálculo de pH de soluções se ácidos e base fortes
3.6 - Equilíbrio de hidrólise: conceito, constante de hidrólise, cálculo de pH, efeito do íon
comum e do íon não comum
3.7 - Solução tampão: conceito, cálculo de pH
3.8 – Solubilidade e Produto de solubilidade
4. Eletroquímica
4.1 - Diferença de potencial e corrente elétrica
4.2 - Celas eletroquímicas
4.3 - Celas galvânicas ou pilhas: pilha de Daniel, ponte salina, nomenclatura dos eletrodos
4.4 - Potencial padrão
4.5 - Eletrodo padrão de Hidrogênio
4.6 - Tabela de potenciais padrão
4.7 - Espontaneidade de reações
4.8 - Cálculo do potencial de uma pilha
4.9 - Celas eletrolíticas
4.10 - Eletrólise ígnea
4.11 - Eletrólise em solução aquosa
4.12 - Análise quantitativa em eletrólise
5. Noções sobre Radioatividade
5.1 - Histórico, equações nucleares
5.2 - Padrões de estabilidade nuclear e a natureza das radiações
5.3 - Transmutações nucleares
5.4 - Tempo de meia-vida
5.5 - Fissão e fusão nucleares
5.6 - Aplicações, bombas e reatores nucleares
5.7 - Efeitos biológicos das radiações e acidentes
6. Química Orgânica
6.1 - Introdução à Química dos compostos de carbono: importância e inter-relação com
outras ciências e o meio ambiente
6.2 - Classificação de cadeias carbônicas e suas representações
6.3 - Principais funções orgânicas: notação e nomenclatura; principais representantes (nomes
comerciais)
6.4 - Propriedades das substâncias: geometria molecular; polaridade de ligações e de
moléculas; interações intermoleculares
6.5 - Influência dos fatores acima nas
propriedades físicas dos compostos orgânicos como solubilidade,densidade, temperatura de
ebulição e temperatura de fusão
6.6 - Isomeria: geométrica; constitucional
6.7 - Propriedades químicas dos compostos orgânicos: reações de substituição e adição;
reações de oxi-redução, desidratação e esterificação; noções de acidez e basicidade de
compostos orgânicos
6.8 - Noções sobre o processo de refino do petróleo
90
6.9 - Polimerização: principais reações e exemplos dos polímeros sintéticos mais empregados
no cotidiano e compostos orgânicos
METODOLOGIA
Aulas expositivas com utilização de recursos
audio visuais, seguidas de discussão e resolução
de exercícios.
AVALIAÇÃO
Avaliação teórica escrita;
Trabalhos individuais ou em grupo;
Testes escritos individuais ou em dupla;
Listas de exercícios;
Seminários
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Artigos da Química Nova na Escola. SBQ - São Paulo.
BRADY, J. E.; HUMISTON, G.E. Química geral, Rio de Janeiro, 2 ed., Editora LTC, v.1 e v.2. 1995.
BROW, T. L.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química – A Ciência Central, 9 ed.,
Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2005, 972p.
CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química - de olho no mundo trabalho, Editora Scipione, São
Paulo, 2004, 448p.
CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química Moderna -, São Paulo: Scipione, v. 2 e 3, 1997.
FELTRE, R. Química, 6 ed., Editora Moderna, São Paulo, v. 2 e v. 3, 2004, 64p.
FONSECA, M.R.M. Interatividade Química, São Paulo: FTD, 2005.
GARRITZ, A.; GUERRERO, J.A.C. Química, Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2003, 625p.
LEMBO, Química: realidade e contexto, São Paulo: Ática, v.2 e 3, 2002.
MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio, São Paulo: Scipione, 2002, v. único.
NOVAIS, V.L.D. Química, Atual Editora, São Paulo, v.2 e 3, 1999, 500p.
PERUZZO, F.M.; CANTO, E. L. Química na abordagem do cotidiano, 3 ed., Ed. Moderna, São
Paulo, v.2 e 3, 2003, 344p.
ROCHA FILHO, R.C. SILVA, R. R. Cálculos Básicos da Química, São Carlos -SP: EDUFSCAR, v. único, 2006
RUSSEL, J.B. Química geral, São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2,1994.
SANTOS, W.L.P. dos; MÓL, G. de S.; MATSUNAGA, R.T.; DIB, S.M.F.; CASTRO, E.N.F. de; SILVA,
G. de S.; SANTOS, S.M. de - O; FARIAS, S.B. Química e Sociedade, 1 ed., Editora Nova Geração,
São Paulo, 2007, 168p.
SARDELLA, A.; FALCONE, M. Química – Série Brasil, 1 ed., Editora Ática, São Paulo, v. único,
2004,144p.
SARDELLA, A. Química - série novo ensino médio, São Paulo: Ática, v. único, 2003.
SOLOMONS. Química Orgânica, Rio de Janeiro, Editora LTC, v. único, 2003.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química Essencial, São Paulo, Ed. Saraiva, v.único, 2001.
91
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: BIOLOGIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
• Reconhecer que a classificação biológica organiza a diversidade dos seres vivos e
facilita seu estudo, alem de mostrar as possíveis relações de parentesco evolutivo.
• Reconhecer que as polêmicas e a falta de consenso entre os cientistas quanto à
classificação dos seres vivos devem-se aos vários pontos de vista sobre o assunto e
indicam que a ciência é um processo em contínua construção.
• Reconhecer que vírus e bactérias são causadores de doenças e que estas últimas são
importantes, na reciclagem da matéria na biosfera e utilizados na melhoria da
qualidade de vida do homem.
• Valorizar a importância sistemática dos protistas, reconhecendo sua importância
ecológica desenvolver mecanismo, para evitar doenças causadas ao homem por alguns
deles.
• Reconhecer a importância ecológica e econômica dos fungos.
• Reconhecer as semelhanças e as diferenças e o parentesco evolutivo nos principais
grupos de plantas no mundo vivo.
• Valorizar o conhecimento sistemático das plantas e compreender sua importância no
conjunto dos seres vivos.
• Valorizar o conhecimento sistemático sobre os animais tanto para identificar padrões
no mundo natural como para adquirir informações úteis a um convívio mais
harmonioso com outros seres vivos.
• Reconhecer a importância do estudo de genética.
• Utilizar conhecimento de genética molecular relativos à técnicas modernas de
manipulação e engenharia genética.
• Reconhecer as principais evidencias da evolução biológica e compreender os
fundamentos da teoria evolucionaria moderna, de modo a refletir sobre questões
polêmicas como as relativas a origem da vida e evolução das espécies.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer a hierarquia das categorias taxonômicas: espécie, gênero, família, ordem,
classe, filo, reino.
Reconhecer que a classificação biológica reflete as relações de parentesco evolutivo as
quais são representadas na forma de arvores filogenéticas.
Caracterizar cada um dos reinos dos seres vivos quanto ao tipo de célula e a nutrição.
Conhecer o sistema classificatório de woese e whitaker.
Conhecer a estrutura geral dos seres vivos reconhecendo sua relativa simplicidade
estrutural e bioquímica, bem como mecanismo de multiplicação.
Conhecer a estrutura geral de uma bactéria e seu processo de reprodução.
Reconhecer a importância das bactérias para a humanidade.
Enumerar as principais características das algas, conhecendo sua importância
econômica e ecológica.
Caracterizar e exemplificando os principais grupos de protozoários.
Reconhecer a importância dos fungos na reciclagem da matéria orgânica.
92
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer a importância econômica dos fungos.
Reconhecer que certos fungos parasitas podem causar doenças em animais e plantas.
Conhecer as principais características das plantas e de cada um dos seus grupos.
Conhecer os ciclos de vida de cada grupo das plantas.
Conhecer a divisão dos animais em vertebrados e invertebrados.
Caracterizar sistematicamente os animais quanto a aspectos embriológicos.
Conhecer as principais verminoses humanas.
Conhecer e caracterizar termos fundamentais ao estudo da genética.
Aplicar conhecimentos relativos a problemas envolvendo um, dois ou mais pares de
genes diferentes e também por series polialelicas.
Conhecer os principais grupos sanguíneos humanos.
Conhecer alguns princípios básicos de manipulação genética e algumas de suas
principais aplicações.
Conhecer alguns princípios de Lamarck e Darwin.
Conhecer e compreender as principais evidencias da evolução.
Reconhecer a mutação gênica e a recombinação gênica como responsáveis pela
variabilidade sobre a qual atua a seleção natural.
Conhecer os mecanismos de formação de novas espécies.
Conhecer as principais mudanças pelas quais a Terra passou desde a sua origem até os
dias atuais.
COMPONENTES CURRICULARES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Classificação Biológica
Categorias taxonômicas
Regras básicas da nomenclatura dos seres vivos
Arvores filogenética
Os reinos: m
onera, protista, fungos, planta e animal.
Domínios, bactéria, archaea, eucarya
Estruturas supra moleculares
Arqueobactérias
Eubactérias
Algas protistas
Protozoários.
Fungos
Algas
Briófitas
Pteridófitos.
Gimnospermas.
Angiosperma.
Poríferos.
Celenterados.
Platelmintos.
Nematelmintos.
Anelídeos.
Artrópodes.
Moluscos
93
•
•
•
•
•
•
Equinodermos.
Cordados.
Genetica.
1ª Lei de Mendel.
2ª Lei de Mendel.
Polialelia
•
•
Grupos Sanguíneos.
Heredograma.
•
•
Polimerias.
Probabilidades.
•
•
•
•
Herança genética do Sexo.
Mutações.
Genética de Populações.
Biotecnologia
•
Criacionismo.
•
•
•
•
Evolucionismo.
Darwinismo
Lamarckismo
Neodarwinismo.
•
•
Provas da evolução.
Especificação.
•
Teoria sobre a origem da vida.
- A terra Primitiva.
- Oparin / Haldane
- Hipóteses heterotróficas e autotróficas
METODOLOGIA
1. AULAS EXPOSITIVAS com incentivo à
participação dos alunos, utilizando técnicas, tais
como: contextualização do tema, questões de
estudo, soluções de situações problemas.
2. ATIVIDADES DISCUSIVAS.
Utilização de recursos audiovisuais.
3. ATIVIDADES EM DUPLAS E EM GRUPO.
•
AVALIAÇÃO
Avaliação Qualitativa
•
Avaliação Quantitativa
-
Avaliações escritas.
Apresentações
trabalho.
de
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Amabis, e Martho – vol 1, 2 e 3/ Biologia Editora Moderna. 2005/2006.
Linhares, Sergio; gewandsznajder, F/ biologia volume único
Ed.atica 2007.
- Biologia hoje – vol 1,2 e 3 2006
- Lopes, Sonia, Bio -vol1, 2 e 3 2006 – ed. Saraiva.
94
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: HISTÓRIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
• Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel
das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos
em sua produção.
• Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das
categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico.
• Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo
cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas.
• Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos
processos históricos.
• Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do
papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto
dos mesmos.
• Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos
“lugares de memória” socialmente instituídos.
• Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as
ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua
constituição e significação.
• Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão
e/ou de simultaneidade.
• Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos.
• Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o
passado.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
- Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos, identificando regularidades,
apresentando interpretações.
- formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas.
- desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e naturais.
- procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema.
- formular hipóteses e prever resultados.
- articular o conhecimento científico e tecnológico numa perspectiva interdisciplina.
COMPONENTES CURRICULARES
I Unidade
1.A Era Vargas – a depressão dos anos trinta:
• O fascismo, o nazismo e o stalinismo: As lutas imperialistas.
1.1.A década de trinta e o autoritarismo
• O golpe do Estado Novo;
• A economia e a sociedade brasileira.
1.2.A invenção do Brasil moderno:
• A cidade e a cultura da urbanização;
• A indústria e o modelo de industrialização substitutiva
95
Os sindicatos e o sindicalismo.
O Estado Novo e o controle dos bens culturais.
1.3.A segunda grande guerra e o Brasil.
•
•
II Unidade
2.O mundo pós-Segunda Guerra Mundial e a República Populista (1945-1964):
2.1.Os partidos políticos, a organização do Estado e da Sociedade.
• Os movimentos rurais e urbanos;
• O PCB e os dilemas da esquerda brasileira.
• O Projeto nacional desenvolvimentista
2.2. A América Latina, golpes e revoluções.
2.2.1. Argentina de Perón e Cuba de Batista a Fidel.
2.3. O Comitern e o Departamento de Estado dos EUA.
2.4. A descolonização da África
2.5. A guerra quente no Vietnã, no Camboja, na Hungria, em Praga.
III Unidade
3. Brasil: Esquerda e direita na luta pela conquista do Estado.
• O golpe militar de 1964;
• A sociedade brasileira e a nova cultura urbana;
• A Universidade e a escolarização;
• Os movimentos sociais das classes médias, os movimentos dos trabalhadores urbanos
e do campo.
4. O Estado e as massas.
4.1.A economia mundial e os governos militares.
• O milagre econômico, as organizações operárias, os atos institucionais;
• A tortura e a reação social a ditadura.
4.2.Artes e cultura erudita e popular no Brasil.
• O cinema nacional e o norte-americano.
• O rádio e a novidade da TV.
4.3.A mulher e o feminismo.
IV Unidade
4.4.A crise do petróleo de 1974 e a ditadura
4.5.A economia e os bens de capital
4.6.O governo Geisel e a estatização da economia brasileira.
4.7.Portugal e a Revolução dos Cravos.
• Angola e Moçambique
5. A nova configuração política nos EUA
• Carter e os direitos humanos
• Pá de cal nas ditaduras latino-americanas.
5.1.O governo Figueiredo e a crise geral do capitalismo e da ditadura militar.
• A crise do capitalismo e a redefinição do Poder no Brasil.
• A globalização, o neoliberalismo e a agonia da União Soviética.
6. A longa transição no Brasil: da Nova República a República Neoliberal
• Collor, FHC e Lula.
6.1.A desestruturação do Estado Brasileiro e os três cavaleiros da apocalipse
O playboy, o intelectual e o ex-operário.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
O desenvolvimento da disciplina contará com a Avaliação de caráter formativo cumprirá
utilização de diversas metodologias que, atuando o papel de favorecer a aprendizagem
de modo integrado, favorecerá diferentes formas discente,
assim
como
o
96
de aprendizagem. O curso será pautado na
concepção colaborativa de aprendizagem,
contando com aulas expositivas participativas,
com utilização de recursos variados que vão das
novas tecnologias que se colocam à serviço do
aprendizado, às tradicionais atividades e estudos
realizados no ambiente da sala de aula. A
metodologia buscará aliar acompanhamento
individualizado
e
mediação
tecnológica,
garantindo
um
cenário
favorável
ao
desenvolvimento da autonomia de aprendizagem
e formação da atitude investigativa constante.
Para isto se buscará criar condições propícias
como:
- desenvolvimento de um clima de aceitação e
respeito mútuo, em que o erro seja encarado
como desafio para o aprimoramento do
conhecimento e construção de personalidade e
que todos se sintam seguros e confiantes para
pedir ajuda;
- organização de aulas que estimule a ação
individualizada do aluno para que possa
desenvolver sua potencialidade criadora, mas que,
também, esteja aberto a compartilhar com o outro
suas experiências vividas na escola e fora dela;
- oferta de oportunidades, por meio das tarefas
organizadas para a aula, em que vários possam ser
os pontos de vista, permitindo ao aluno um
posicionamento autônomo, fortalecendo, assim,
sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao
produto do seu trabalho intelectual.
acompanhamento constante e processual
por parte do docente. Tendo como foco a
aprendizagem
do
aluno
e
comprometendo-se
com
seu
desempenho e construção do saber,
serão utilizados diferentes instrumentos
de avaliação, que vão desde atividades
individuais e coletivas desenvolvidas em
salas de aulas ou em outros ambientes de
aprendizagem. Também se buscará
desenvolver formas de favorecer ao
aluno um mecanismo de recuperação
constante na disciplina. Terá por critérios
básicos a participação, assiduidade e
pontualidade,
domínio
cognitivo,
cumprimento e qualidade das tarefas,
responsabilidade, capacidade de produzir
em equipe, autonomia intelectual e
comportamento do aluno.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ALENCAR, Francisco. [et al] História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1996
AQUINO, Rubim Santos Leão de. [et al] História das sociedades modernas às atuais. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2000.
CATELLI JR, Roberto. História, Texto e Contexto. Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2006
HOBSBAWM, Eric. J. A era das revoluções: Europa, 1789-1848. 26 edição, Rio de Janeiro, Paz e
Terra, 2002.
_____________ A era do capital, 1848-1875. 9 edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2002.
_____________ A era dos impérios, 1875-1914. 7 edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2002.
LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. São Paulo: Alfa-Ômega, 1978
PRADO JUNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1977
PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato P. O Livro de Ouro da História do Brasil. Rio de Janeiro:
Ediouro, 2003.
SANTOS, Theotônio dos. Evolução Histórica do Brasil. Petrópolis: Vozes, 1995
97
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: GEOGRAFIA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Reconhecer e aplicar conceitos a diferentes contextos.
Posicionar-se diante de dados e informações geográficas.
Reconhecer diferentes conceitos, diferentes temporalidades, espacialidades e
territorialidades.
Ler e interpretar dados e textos: meta multidisciplinar associada à formação do espírito
crítico e a cidadania.
Estabelecer relações de ordem, contradição, complementaridade entre os processos
sociais, políticos, econômicos e naturais.
Analisar o processo de apropriação da natureza pela sociedade e suas repercussões
espaciais.
Problematizar o mundo contemporâneo, compreendendo a inter-relação entre os
diferentes fenômenos naturais e sua interface com a sociedade.
Desenvolver a capacidade de reconhecer na paisagem as manifestações das atividades
humanas e a dinâmica dos processos naturais, associadas aos processos de exploração
econômica dos diferentes recursos disponíveis no planeta e em especial no Brasil.
Compreender a dinâmica climática a partir da ação da sociedade no tempo e espaço
Compreender os aspectos, usos e conflitos dos recursos naturais a partir das
transformações técnico-científicas.
Estabelecer relações entre a exploração dos recursos e sua escassez futura.
Identificar as dinâmicas e particularidades da relação natureza x sociedade no espaço
brasileiro.
Problematizar o mundo contemporâneo e a inserção do Brasil no contexto geopolítico,
econômico e cultural mundial.
Analisar o papel e a importância dos estados nacionais e nações na nova ordem mundial.
Compreender e representar as distintas espacialidades resultantes do processo de
urbanização/industrialização.
Explicar as relações entre recursos naturais, economia e industrialização.
Contextualizar os diferentes grupos étnicos, culturais e sociais, aprendendo a respeitar as
diferenças.
Compreender, explicar e criticar os padrões de saúde, educação e desenvolvimento das
populações humanas, com ênfase na problemática brasileira.
Reconhecer a historicidade e a processualidade na construção do espaço brasileiro.
Perceber os contrastes internos do Brasil.
Compreender as possibilidades e os limites do Brasil no cenário internacional
contemporâneo.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
●
•
Noções de paisagem, espaço, natureza, Estado e sociedade.
Leitura e interpretação estatística, gráfica e cartográfica.
Analisar e interpretar informações, associando-as entre si.
Compreensão das diferentes linguagens que tratam da dinâmica e da problemática da
98
•
•
•
•
•
•
natureza e da sociedade
Compreensão da escala espacial como estratégia de apreensão da realidade.
Compreensão das distintas escalas temporais.
Noção da composição físico-química dos elementos, fenômenos e processos naturais.
Compreensão da evolução da vida e da natureza.
Compreensão da evolução das técnicas e das relações sociais de trabalho.
Compreensão do papel das inovações tecnológicas na esfera da produção engendrando
novas formas de organização social e novas formas de apropriação da natureza e produção
do espaço geográfico.
COMPONENTES CURRICULARES
l UNIDADE
1. A ciência geográfica e a questão do espaço geográfico
• As correntes do pensamento geográfico e as divisões da Geografia
• O espaço geográfico e suas categorias deanálise: paisagem, região, território e lugar.
2. O espaço geográfico
• A formação do espaço geográfico moderno
• Divisão internacional do trabalho e as estruturas organizacionais do capital industrial e financeiro
• Etapas de desenvolvimento do capitalismo:
-
O capitalismo liberal,
O neocolonialismo e a crise de 29;
O capitalismo keynesiano,
O Taylorismo-Fordismo a política de bem estar social,
A guerra fria e a crise do meio ambiente.
3. Sistemas de orientação e localização no espaço
• Os pontos de orientação: cardeais, colaterais e subcolaterais
• Orientação pêlos astros: sol, lua e estrela.
• Equipamentos de orientação
• Linhas imaginárias: paralelos e meridianos
• Zonas da terra e as coordenadas geográficas
4. Principais movimentos da terra e os fusos horários
• Os fusos horários do mundo e do Brasil
5. A representação do espaço: Cartografia
• A Cartografia: conceitos e definições
• Tipos de representação do espaço: mapas, cartas, cartogramas, plantas baixas, globo terrestre.
• Tipos de mapas
• Leitura e interpretação das representações do espaço
• Elementos do mapa/carta
II UNIDADE
1. A dinâmica atmosfera e as mudanças climáticas
• A atmosfera e os fenómenos meteorológicos
• As camadas da atmosfera e suas características
• Elementos construtores do clima
• Fatores construtores do clima
• Circulação geral da atmosfera
• Classificações climáticas: mundo e Brasil
• Os domínios morfoclimaticos brasileiros
• As Paisagens vegetais mundiais e brasileiras
• Os tipos de formações vegetais e suas características
2. A terra: Estrutura interna da terra
99
• Rochas e minerais
• Tipos de rochas
• Estrutura e formação geológica do mundo e do Brasil
• Dinâmica interna da terra: Agentes internos modificadores do relevo: abalo sísmico, vulcanismo,
tectonismo (dobramento e falhamentos)
• A dinâmica externa do relevo, agentes formadores e modificadores do relevo: ação do homem,
chuva, rios, mares, ventos, gelo
• Geomorfologia: a terra e seus modelados
• Principais formas de relevo
• Classificação do relevo brasileiro
• Ciclo das rochas: intemperismo físico e físico-quimico
• A génese e evolução dos solos
• Formação e estrutura dos solos
• Perfil dos solos: camadas
• Tipos de solos
• Classificação dos solos
• Utilização e erosão dos solos
3. A dinâmica das águas
• Distribuição das águas na terra
• O ciclo hidrológico
• Oceanografia: mares e oceanos
• Distribuição geográfica e características dos mares e oceanos
• Importância dos oceanos para os ecossistemas naturais humanos
• O assoalho submarino e suas zonas
• Movimentos do mar
• Hidrografia: rios e lagos
4. Os problemas ambientais
Principais formas de degradação da natureza
Reuniões, acordos e OGN's ambientais
Em busca do desenvolvimento sustentável
A Geografia e o meio ambiente
III UNIDADE
1. Formação, expansão e organização do espaço brasileiro
Caracterização do espaço brasileiro.
Regiões administrativas do Brasil.
Os complexos regionais brasileiros.
As disparidades regionais do Brasil.
1. Produção, utilização do espaço do Brasil.
2. A agricultura e a questão agrária no Brasil
- A estrutura fundiária brasileira.
- Relações de trabalho no campo.
- Movimentos sociais no campo e conflitos de terra no Brasil.
- Produção x produtividade agrícola.
4. A industrialização no Brasil.
Tipos e etapas da industrialização brasileira.
Os caminhos da industrialização brasileira: da sociedade agrária para o urbano-industrial.
A distribuição espacial da indústria brasileira.
Estrutura industrial brasileira.
O espaço urbano no Brasil.
Classificações e funções urbanas.
Urbanização e metropolização no Brasil.
Rede e hierarquia urbana.
Os problemas urbanos.
100
Os transportes, energia e telecomunicações no território nacional.
Vias e tipos de transportes.
5.Dinâmica populacional brasileira.
Formação étnica da população brasileira.
Fatores do crescimento populacional e teorias demográficas.
Distribuição e concentração populacional.
População absoluta e Distribuição e concentração populacional.
Lugares populosos e povoados.
Movimentos da população no Brasil.
Migrações internas.
Migrações externas.
6. Estrutura da população.
Estrutura etária e por sexo.
Pirâmides etárias.
Estrutura por sexo.
Estrutura das populações segundo as atividades económicas.
Indicadores sociais brasileiros.
Mortalidade e Desnutrição infantil.
Expectativa de vida ao nascer.
Natalidade. Analfabetismo.
Distribuição de renda. IDH no Brasil.
IV UNIDADE
O capitalismo neoliberal, a ordem multipolar e os conflitos da Geopolítica atual
Os recursos energéticos perspectivas e os desafios da sustentabilidade socioambiental
As novas tecnologias na comunicações e a globalização
O Brasil no cenário internacional
O Brasil na nova regionalização mundial.
O Brasil e os principais blocos económicos mundiais.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas expositivas-participativas; Estudos dirigidos; Ao longo do processo ensinoSeminários temáticos;Trabalhos práticos
aprendizagem, sendo considerados os
aspectos quantitativos e qualitativos
desenvolvidos pelos alunos em sala de
aula.
Instrumentos avaliativos: provas
objetivas e discursivas, pesquisas
individuais e trabalhos em grupos.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ADAS, M. ; ADAS, S. Panorama geográfico do Brasil: contradições, impasses e desafios
socioespaciais. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1998.
COELHO, C.C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
GARCIA, H. C. ; GARAVELLO, T. M. Geografia: de olho no mundo do trabalho. São Paulo:
Scipione, 2005.
MAGNOLI, D. ARAÚJO, R. Geografia (Geral e Brasil) Paisagem e território. São Paulo, Ed.
Moderna. 2ª ed. Reformulada, 1997.
MAGNOLI, D. O mundo contemporâneo. São Paulo: Atual, 1995.
SENE, E. ;MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002.
SANTOS, M. Espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo:
Hucitec, 1996.
SPÓSITO, M. E. B. Capitalismo e urbanização. São Paulo: Contexto, 1989.
VESENTINI, J. W. Brasil: sociedade e espaço. São Paulo:Ática, 2004.
101
SOUZA Maria Adélia de : Governo Urbano. São Paulo. Nobel , 1998
SOUZA Maria Adélia de : Território Brasileiro. Usos e Abusos . Campinas. Edições Territorial .
2003
BEZERRA, M. C. e FERNANDES, M. Cidades sustentáveis: subsídios à elaboração da Agenda 21
brasileira. Edições IBAMA, Brasília, 2000.
CASTROGIOVANI, A. (Org.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto
Alegre: Mediação, 2000.
MALTA FILHO, C. S. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São Paulo: Nobel, 1999.
VESENTINI, J. W. O ensino de geografia no século XXI. Campinas, SP: Papirus, 2004.
FERREIRA Bertha K. Becker : Geografia política e gestão do território no limiar do século XXI.
Uma representação do Brasil: Rio de Janeiro: Revista Brasileira de Geografia. Vol.53 nº3 ,
Julho/set 1991
102
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: MATEMÁTICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
- reconhecer uma Seqüência Numérica, identificar sua lei de formação e Classificar como
PA(progressão aritmética) ou como PG(progressão geométrica);
- Interpretar e resolver problemas de PA ou PG.
- reconhecer um Número Complexo, situá-lo historicamente na evolução dos números e
identificar as principais aplicações dos Números Complexos na resolução de problemas da
Física.
- Operar com números complexos estabelecendo a relação entre raízes e vértices de polígonos,
quando necessário.
- Identificar um polinômio estabelecendo as relações entre seus coeficientes e suas raízes.
-escrever um polinômio na forma fatorada.
- Identificar os principais teoremas envolvendo as equações algébricas e possibilitam a sua
resolução.
- Identificar um sistema cartesiano e seu principais elementos como base do desenvolvimento
do estudo da Geometria Analítica.
- Reconhecer e demonstrar as formas da equação de uma reta.
Reconhecer e demonstrar as formas da equação de uma circunferência.
- Estabelecer as posições relativas entre pontos, retas e planos na Geometria no espaço.
- Classificar os Sólidos Geométricos e seus elementos.
- relacionar os elementos de um sólido no cálculo de áreas e volumes.
- Enunciar e entender o Princípio Fundamental da Contagem com base dos estudos da Análise
Combinatória.
-Classificar os principais tipos de Contagem.
- Definir o Binômio de Newton e seu desenvolvimento.
- Entender o conceito de Probabilidade e seus principais teoremas.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Matemática do Ensino Fundamental.
Leitura e Interpretação de textos em Língua Portuguesa.
COMPONENTES CURRICULARES
- Seqüências em Progressão Aritmética e em Progressão Geométrica. Calculo do termo Geral,
da soma dos termos e resolução de problemas.
- representação Geométrica dos números Complexos.
- Operações com números Complexos na forma algébrica e trigonométrica.
- Cálculo das raízes de um número complexo.
- Cálculo de Áreas e de Volumes dos Sólidos Geométricos(Prismas, Pirâmides, Cilindros, Cones
e Esferas).
- Cálculo da distância entre 2 pontos no plano.
- Cálculo da Área de um Polígono de vértices no plano cartesiano.
- Calcular a distância entre um ponto e uma reta no plano.
- Determinar as Condições de Paralelismo e Perpendicularismo entre duas retas.
- Determinar as equações da Reta e da Circunferência e estabelecer suas posições relativas.
103
- resolver problemas de Contagem.
- calcular o termo geral de um Binômio (x + a)n.
Unidade I:
- PA, PG, Complexos, Polinômio e Equações Algébricas.
Unidade II:
- Geometria Espacial.
Unidade III:
- Geometria Analítica.
Unidade IV:
- Combinatória, Binômio de Newton e Probabilidades.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, uso da tecnologia da informática
quando necessário.
AVALIAÇÃO
Testes e provas escritas.
Observação direta da participação dos
alunos em atividades de sala de aula.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Matemática: volume único. Gelson Iezzi, Osvaldo Dolce, David Degenszajn e Roberto Périgo. 4ª
edição. São Paulo: Editora Atual, 2007.
Matemática fundamental: uma nova abordagem: ensino médio: volume único. José Ruy
Giovanni, José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. São Paulo: FTD, 2002.
Matemática - Volume Único. Manoel Paiva - Coleção Base Matemática 2ª Edição 2003, Editora
Moderna.
Matemática – contexto & aplicações – volume único. Luiz Roberto Dante Editora: Ática, 2006.
104
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
•
•
•
•
•
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Compreender a influência das doenças degenerativas na saúde do indivíduo.
Aplicar na sua vida diária hábitos alimentares saudáveis.
Compreender os esportes como integrantes do repertório cultural de movimentos,
estudando e vivenciando suas diversas formas e modalidades.
Compreensão e vivência do esporte de aventura e da natureza.
Conhecer os fundamentos básicos do judô e karate.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
•
•
•
•
•
•
Educação para a saúde.
Promoção para a saúde: avaliação física e treinamento físico.
Habilidades físicas e técnicas de defesa e ataque para a execução das modalidades:
handebol, voleibol, basquetebol e futsal.
Organização de evento esportivo na escola.
Noções do esporte de aventura e da natureza.
Noções sobre karate e judô
COMPONENTES CURRICULARES
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Movimento e a saúde:
Doenças crônicas degenerativas: obesidade, diabetes, hipertensão – conceito, dificuldades
e orientações para a pratica de atividade fisica
Alimentação e atividade física: alimentação equilibrada, perda calórica nas diferentes
atividades físicas, benefícios e malefícios dos suplementos alimentares na prática de
atividade física.
Movimento nas manifestações lúdicas e esportivas:
Handebol, Basquetebol, Voleibol e Futsal: posicionamento em quadra e fundamentos
técnicos;
Estudo e vivência das posições dos jogadores em quadra; dos princípios e tipos de ataque
e defesa.
Eventos esportivos na escola: como organizar e planejar (teórico e prático).
Esporte de aventura e da natureza: história e organização, vivência adaptadas: escalada,
trilha, arborismo, rappel.
Movimento em expressão e ritmo:
Lutas: estudo das lutas mais populares no Brasil (karate, judo).
105
•
•
•
•
•
METODOLOGIA
Aulas Expositivas com possibilidades de
questionamentos e debates durante a
exposição do conteúdo;
Aulas práticas realizadas em grupo e
individualmente.
Leitura de textos específicos da disciplina.
Seminários, debates, diálogos sobre
assuntos da disciplina.
Organização de pequenos eventos
esportivos
AVALIAÇÃO
A avaliação será permanente, por meio
de observação acerca da participação e
envolvimento dos alunos durante o
processo de ensino-aprendizagem.
Instrumentos de avaliação:
Provas,
seminários,
pesquisas
individuais e em grupo, organização de
eventos,
construção
de
painéis
participação nas atividades práticas
propostas.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, Diretrizes do ACSM para testes de esforço e sua
prescrição. 30ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2007.
ASTRAND,Per-olof & RODHAL, Kaare;Tratado de Fisiologia do Exercício. 2 ed. Rio de janeiro:
1980.
BORGES, Cecília Maria Ferreira, O professor de Educação Física e a construção do saber. 5 ed.
Campinas: Ed. Papirus, 1998.
FONTOURA, Andréa Silveira Guia prático de avaliação física: uma abordagem didática,
abrangente e atualizada. São Paulo: Phorte, 2008.
FOX, Edwards L. & MATTHEWS, Donald K. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos
3 ed.Rio de Janeiro: Interamericana, 1983.
LOVISOLO, Hugo. Estética, Esporte e Educação Física. Rio de Janeiro: Ed. Sprint, 1987.
POINT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. São Paulo: Phorte, 2006
POLLOCK, Michael L.; WILMORE, Jack H. & Fox III, Samuel M. Exercícios na saúde e na doença.
Rio de Janeiro: 136 p.
Complementar:
ADAMS, R. C. Jogos, esportes e exercícios para o deficiente físico. 3. ed. São Paulo: Manole,
1985.
BRASIL. Lazer, atividades física e esportiva para portadores de deficiência. Brasília: SESI-DN:
Ministério do Esporte e Turismo, 2001.
GORGATTI, M. G; COSTA, R. F. org. Atividade Física Adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
WINNICK, Joseph. Educação Física e esportes adaptados. 3. ed. São Paulo: Manole, 2004.
106
DISCIPLINAS DO 1º ANO
NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: DESENHO TÉCNICO
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Construir as figuras geométricas básicas a partir da identificação das suas
características e propriedades determinantes, como elemento de leitura das formas
encontradas no cotidiano para resolver problemas gráficos espaciais.
2. Aplicar os conhecimentos da percepção e traçado dos elementos gráficos na
construção da simbologia e convenções técnicas da área.
3. Interpretar e aplicar as normas técnicas nos desenhos das áreas especificas.
4. Manusear corretamente o material de desenho e empregar processos adequados na
obtenção de soluções gráficas dos traçados da área técnica.
5. Construir desenhos utilizados na área técnica empregando a simbologia e convenções
específicas.
6. Aplicar a terminologia técnica na leitura e construção de desenhos da área profissional.
7. Elaborar desenhos com dados obtidos a partir de conhecimentos da área específica.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Percepção das formas geométricas básicas e suas relações formais.
Medidas e as relações de proporcionalidade nos processos de construção gráfica.
Traçados e formas de representação de figuras planas e tridimensionais.
Instrumental de desenho, uso e conservação.
Normas Técnicas.
Noção de posição geográfica tendo como base as coordenadas do sistema de projeção
ortogonal.
7. Simbologias e convenções técnicas.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Formas gráficas e traçados básicos das formas geométricas planas.
2. Normas do Desenho Técnico: formato de papel e seus dobramentos, tipos de linhas,
legenda, caligrafia técnica, cotagem.
Formas de representação espacial: perspectivas e desenho projetivo.
Tecnologia gráfica.
Normas técnicas de representação.
Simbologias e convenções.
Formas poliédricas.
Termos e expressões usados na área.
Escalas gráficas, numéricas e unidades de medidas.
10. Instrumentos e materiais (esquadros, compasso, lapiseira, escalímetro, papel,
borracha, flanela, fita adesiva, entre outros)
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
107
METODOLOGIA
Será utilizado como base na construção dos novos
conhecimentos, as experiências adquiridas
anteriormente pelos alunos.
No desenvolvimento das aulas serão empregados
os
métodos:
explicativo,
demonstrativo,
participativo, resolução de problemas e pesquisa
orientada, de acordo com a competência e
habilidade a ser desenvolvida.
A organização das ações didáticas contemplará
atividades individuais e em equipe, pertinentes
aos conteúdos da disciplina e de atividades
interdisciplinares com as disciplinas da área
propedêutica e profissionalizante.
Serão observados conteúdos conceituais, além de
procedimentos referentes à organização do
trabalho de estudo e pesquisa, e de relações
interpessoais.
Os recursos didáticos disponibilizados para a
organização didática se constituem em: quadro de
giz e material de desenho, quadro branco e piloto,
modelos de desenhos usados nas áreas
específicas, e retroprojetor e transparência,
equipamentos e programas informatizados
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será processual,
acumulativo e participativo, estando
cientes dos critérios e etapas os
integrantes do processo - docente e
alunos, de acordo com os indicadores de
avaliação estabelecidos pelo Projeto
Pedagógico Institucional.
Os
instrumentos
de
avaliação
contemplarão quesitos teóricos e
práticos, e se constituirão na forma
gráfica, procedimental, conceitual, oral e
escrita.
A retroalimentação será realizada
durante o processo de ensinoaprendizagem, quando não for atingido o
conhecimento
definido
nas
competências.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho Geométrico. 3ª edição. Rio de Janeiro: Ed. Ao Livro
Técnico, 1993.
ESTEPHANIO, Carlos. Desenho técnico básico: 2º e 3º graus. Rio de Janeiro: C. Estephanio,
1984.
FREDO, Bruno; AMORIM, Lúcia Maria Fredo (Colab.) Noções de geometria e desenho técnico.
São Paulo: Ícone, 1994.
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. NBR. Rio de Janeiro: ABNT.
108
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: ELETROELETRÔNICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Saber definir as grandezas elétricas tensão, corrente e resistência/reatância/impedância;
2. Conhecer as unidades SI das grandezas mencionadas acima;
3. Ser capaz de efetuar cálculos de tensão, corrente, resistência e potência em circuitos de
corrente contínua e alternada;
4. Saber dimensionar dispositivos elétricos e eletrônicos usando como parâmetro as
grandezas tensão e potência;
5. Conhecer as propriedades elétricas das resistências, indutâncias, capacitâncias e
semicondutores;
6. Entender o funcionamento dos dispositivos eletrônicos diodo, transistor, circuito
integrado digital e memória;
7. Conhecer os símbolos e as tabelas verdade das portas INVERSOR, OR, AND, NOR, NAND,
EXCLUSIVE OR, EXCLUSIVE NOR;
8. Saber ler/escrever números escritos na base decimal, binária e hexadecimal;
9. Saber converter números entre as bases numéricas citadas acima;
10. Ser capaz de fazer operações aritméticas nas bases citadas acima;
11. Ter noções de álgebra booleana;
12. Saber simplificar circuitos combinacionais;
13. Ter noções do funcionamento da unidade aritmética e lógica;
14. Entender o funcionamento de circuitos digitais seqüenciais;
15. Entender o funcionamento dos flip-flops(biestáveis) e seu papel no armazenamento de
bits de memória;
16. Entender o funcionamento de registradores de memória, contadores;
17. Saber conceituar memória RAM, ROM, PROM e EPROM;
18. Conhecer a arquitetura básica dos computadores.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1.
2.
3.
4.
Conhecer a estrutura atômica da matéria;
Conhecer as unidades do SI;
Saber a Lei de Ohm;
Ter noções de Trigonometria.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Estrutura atômica:
a) Núcleo e eletrosfera;
b) Nêutron, próton, elétron;
c) Níveis de energia, orbitais e elétrons livres ou de condução;
d) Materiais condutores, isolantes e semicondutores;
e) Materiais tipo P e N;
2. Unidades do SI:
3. Corrente, tensão, resistência e potência elétrica:
109
a) Lei de Ohm;
b) Fórmulas da potência;
c) Leis de Kirchhoff;
4. Corrente alternada senoidal:
a) Freqüência, período, amplitude e fase;
b) Reatância indutiva, reatância capacitiva e impedância;
c) Defasagem tensão corrente em capacitores e bobinas;
5. Funcionamento de diodos e transistores;
6. Portas lógicas, simbologia e tabelas verdade;
7. Sistemas de numeração:
a) Binário;
b) Decimal;
c) Hexadecimal;
d) Operações com números binários e hexadecimais;
e) Converter números de uma base para outra;
8. Inversores, portas OR, NOR, AND, NAND, álgebra booleana, 1o e 2o teoremas de De
Morgan:
9. Mapas de Karnaugh:
a) Simplificação algébrica;
b) Simplificações de Karnaugh;
c) Condições irrelevantes;
10. Unidade Aritmética e Lógica:
a) Meio somador;
b) Somador completo;
11. Circuitos digitais seqüênciais:
a) Relógio (clock);
b) Registradores;
c) Contadores;
12. Memórias:
a) RAM, ROM, PROM, EPROM;
b) Endereçamento;
13. Arquitetura dos computadores:
a) Barramentos;
b) Unidades;
c) Conjunto de instruções;
d) Ciclos de busca e execução;
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas Expositivas com incentivo à participação dos O processo de avaliação contempla os
estudantes, utilizando técnicas tais como:
aspectos qualitativos e quantitativos da
contextualização do tema, questões de estudo,
formação do estudante.
soluções de problemas;
Atividades desenvolvidas em grupos, onde os
estudantes deverão elaborar sínteses, a partir de
pesquisas com referências bibliográficas.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Tocci, Ronald J. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações, 10ª edição/ Ronald J. Tocci São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007
Malvino, Albert Paul, Microcomputadores e microprocessadores/Albert Malvino; tradução
Anatólio Laschuk – São Paulo McGraw-Hill do Brasil
110
Gussow, Milton, Eletricidade Básica 2ª Edição/Milton Gussow; São Paulo, Pearson Makron
Books, 1997
Daltrini, Beatriz M.; Jino, Mario; Magalhães, Léo P., Introdução a Sistemas de Computação
Digital, São Paulo, MAKRON Books, 1999.
Edminister, Joseph A. Circuitos Elétricos / Joseph A. Edminister 2ª edição São Paulo McGrawHill do Brasil (Coleção Schaum)
111
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: INFORMÁTICA BÁSICA
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Conhecer a história do computador;
2. Identificar os periféricos do computador;
3. Trabalhar com sistemas numéricos;
4. Enumerar os softwares básicos.
5. Identificar as gerações e tipos de computadores, bem como sua história;
6. Conhecer os tipos de periféricos do computador, sua instalação, configuração,
7. Utilidade e manuseio;
8. Identificar os sistemas numéricos do computador, e também a tabela ASCII;
9. Instalar, identificar a utilidade e manuseio dos softwares básicos do computador.
10. Conhecer os princípios de organização de computadores.
11. Caracterizar a organização de sistemas de computação e detalhar subsistemas memória, processador, dispositivos de entrada e saída de dados e barramentos.
12. Caracterizar das interfaces: paralela e serial. Caracterização de arquiteturas RISC e
CISC.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Leitura e interpretação de textos.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Introdução à Informática
2. Computador: Origem, História e Evolução.
3. As Gerações de Computadores
4. Hardware e Software: Conceito
5. Tipos/Categorias de Computadores
6. Unidade Central de Processamento
7. Periféricos de Entrada e Saída
8. Tipos Principais de Software
9. Sistemas de Numeração
10. Bit, Byte e seus Múltiplos
11. Sistemas Operacionais
12. Aprendizagem dos softwares aplicativos de escritório: Editor de texto, planilha
eletrônica, criação de slides.
METODOLOGIA
Aulas expositivas.
Aula em laboratório.
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual; participação nas discussões. Exercícios.
Utilização de quadro branco, computador e
projetores multimídia utilizando ferramentas de
AVALIAÇÃO
Avaliações escritas.
Trabalhos individuais e em grupo (listas
de
exercícios,
estudos
dirigidos,
pesquisas).
Participação nas discussões.
112
apresentação de slides.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
WEBER, Raul Fernando, Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Instituto
de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000.
WEBER, Raul Fernando, Arquitetura de computadores pessoais. Porto Alegre: Instituto de
Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000.
MONTEIRO, Mário, A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro: Prentice Hall,
2002.
113
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 1º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Familiarizar-se com algoritmos
Conhecer constantes, variáveis e estruturas de repetição
Conhecer vetores e matrizes
Conhecer funções.
Construir algoritmos
Utilizar funções, estruturas de repetição, vetores, matrizes e funções.
Desenvolver raciocínio computacional
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1. Conhecimentos básicos de informática
2. Lógica matemática
COMPONENTES CURRICULARES
1. Iniciação a conceitos básicos de programação e aprendizagem sobre a linguagem
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
Pascal.
Alguns conceitos básicos: algoritmo, lógica de programação, complexidade, etc.
Construindo um algoritmo:
Tipos primitivos; constantes e variáveis; operadores: aritméticos, lógicos e relacionais;
comandos de atribuição, entrada e saída; estruturas de controle: seqüencial;
condicional; repetição. Estruturas de dados; Variáveis compostas unidimensionais e
bidimensionais.
Linguagens de Programação de alto nível
Execução de programas; compiladores e interpretadores;
A Linguagem Pascal
Construindo um programa;
Tipos de dados;
Estruturas de controle;
Variáveis compostas: vetores e matrizes.
METODOLOGIA
Aulas expositivas. Aulas práticas nos laboratórios
Discussões em classe.
Utilização de quadro branco, computador, projetor
multimídia
Utilização do laboratório de informática.
AVALIAÇÃO
Avaliações escritas e práticas
Trabalhos individuais e em grupo (listas
de exercícios, pesquisas).
Participação nas discussões.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
MEDINA, Marco. FERTIG, Cristina. Algoritmos e Programação. Editora Novatec.
ARCENIO, Ana Fernanda Gomes. Lógica de Programação com Pascal. Editora Makron Books.
FARRER, Harry; BECKE, Cristiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves. Pascal Estruturado:
Programa Estrutura de Computadores. Editora LTC.
114
OLIVEIRA, Jayr F de; NAVARRO, José Augusto; MANZANO, Garcia. Lógica para
Desenvolvimento de Programação de Computadores. Editora Érica.
115
DISCIPLINAS DO 2º ANO
NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: SOCIOLOGIA GERAL E DO TRABALHO
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Entender o contexto filosófico, histórico e social que influenciou o surgimento da sociologia
enquanto ciência.
Entender a cidadania como construção histórico-social na qual os indivíduos são agentes de
transformação social.
Perceber o processo de globalização e os condicionantes socioeconômicos da inserção do
Brasil.
Desenvolver a identidade sócio-política, registrando o papel da cidadania como capaz de
consolidar o Estado de Direito.
Perceber as mudanças ocorridas no mundo do trabalho no que se refere à qualificação
profissional, novas relações de trabalho, novos setores na sociedade informacional.
Perceber a importância do respeito as diferenças culturais.
Perceber o papel histórico do etnocentrismo como prática de negação dos grupos minoritários.
Pesquisar sobre as transformações no mundo do trabalho.
Identificar o processo de formação do Estado e sua associação com as esferas econômicas,
sociais e políticas.
Entender as contribuições de Karl Marx, Max Weber e Durkheim no entendimento da
sociedade.
Interpretar as transformações no mundo com o desenvolvimento do capitalismo
Identificar as transformações na sociedade capitalistas no final do século XX.
Estabelecer a correlação relação entre conhecimento teórico e as práticas sociais.
Elaborar uma reflexão sobre as transformações no mundo do trabalho.
Observar e interpretar as transformações no mundo do trabalho.
Interpretar a educação como espaço de interesses de classe.
Interpretar as interfases entre classe, “raça” e gênero.
Entender os novos movimentos sociais.
Elaborar uma reflexão acerca da ação da sociedade civil como forma de pressionar o Estado.
Entender o papel da mídia como uma “espécie de príncipe eletrônico”
Entender os dilemas da questão agrária no Brasil.
Entender as desigualdades sócio-raciais como um produto histórico da formação social
brasileira.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
História do Capitalismo
- O Estado no processo Histórico
- A Era Vargas
- O Estado no Brasil
- A Revolução Burguesa Brasileira
- A Ditadura Militar
- A Filosofia de Hegel
- A Revolução Industrial
116
- A Revolução Francesa
- As contribuições da Economia Política de Adam Smith e David Ricardo.
COMPONENTES CURRICULARES
- Contexto histórico do surgimento da Sociologia.
- A categoria trabalho em Karl Marx: Classes, Mais-valia, Alienação, Ideologia, Classe e luta de
classe.
- A Sociologia de Durkheim: Fato social, solidariedade orgânica e mecânica, consciência
coletiva.
A Sociologia de Weber: conceitos fundamentais.
O conceito de cultura: Cultura e etnocentrismo
O trabalho como categoria sociológica.
- Interface crítica entre Sociologia, Cultura e Trabalho.
OS MODELOS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO: Dimensão Técnica Instrumental
- Origens e principais componentes do Taylorismo
- Origens e principais componentes do Fordismo
- Origens e principais componentes do Toyotismo
OS MUNDOS DO TRABALHO SOB A LUZ DA GLOBALIZAÇÃO: Desafios e limites
- Metamorfoses no Mundo do Trabalho
- Qualificação x Competência
- Terceirização
- Movimento sindical
Neoliberalismo
- Mídia e poder: A indústria Cultural
- Movimento social: A Interfase entre classe, raça e gênero:
A Questão Racial; O debate acerca da democracia racial.
A Questão Agrária no Brasil. Da sesmaria ao agro-negócio.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aula expositiva, seminários, debates, leituras Prova escrita discursiva e objetiva,
de textos, vídeos, filmes históricos, etc.
seminários, freqüência, participação,
pontualidade, etc.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ADORNO, T. e HORKHEIMER, M.. “A indústria cultural”. In: LIMA, Luis Costa. Teoria da Cultura
de Massa. RJ, Paz e Terra, 1990.
ALMEIDA, M. H. T. 1996. Crise econômica e interesses organizados. O sindicalismo no Brasil dos
anos 80. São Paulo : Edusp.
ANTUNES, R. 1995. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do
117
mundo do trabalho. São Paulo : Cortez.
ANTUNES. 1991. O novo sindicalismo. São Paulo : Brasil Urgente.
ANTUNES, R. Adeus ao trabalho? São Paulo . Brasiliense, 1995.
ALVES, G. 2000. O novo (e precário) mundo do trabalho. São Paulo : Boitempo.
CATTANI, Antonio David (Organizador). Dicionário Critico sobre Trabalho e Tecnologia. – 4.ed.
ver. Amp. – Petrópolis: Vozes; Porto Alegre : Ed. Da UFRGS, 2002.
BIHR, Alain. Da Grande Noite a Alternativa: O movimento operário europeu em crise. São
Paulo: Boitempo, 1998.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2001.
BOITO JR., A. 1991. Reforma e persistência da estrutura sindical. In : BOITO JR., A. O
sindicalismo brasileiro nos anos 90. Rio de Janeiro : Paz e Terra.
BOURDIEU, Pierre. Contrafogos: táticas para enfrentar a invasão neoliberal. Rios de Janeiro:
Jorge Zahar, 1998.
GORZ, André. Adeus ao Proletariado. Rio de Janeiros: Forense, 1992.
BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista. São Paulo: Guanabara, 1974.
DAMATTA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: ed.Rocco,
1997.
DRUCK, G. Terceirização: (des)fordizando a fábrica, Salvador: Editora da Universidade Federal
da Bahia; São Paulo: Boitempo, 1999.
HARVEY, Devid. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.
HALL, Stuart. A identidade cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro, DP&A Editora, 1997.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 6 ed, 2005.
IANNI, Octávio. A Sociedade Global. Rios de Janeiro: Civilização Brasileira, 1992.
LARAIA, Roque. Cultura: Um Conceito Antropológico. 11ª Ed. Rio de Janeiro, Jorge
Zahar Ed, 1997.
MATTOSO, J. & OLIVEIRA, M. A. 1990. Desenvolvimento excludente, crise econômico e
sindicalismo. São Paulo em perspectiva, São Paulo, v. 4, n. 3-4, p. 111-120, jul.-dez.
NOGUEIRA, Arnaldo J. F. M. As Metamorfoses do sindicalismo no Capitalismo Contemporâneo.
XX Encontro Anual da ANPOCS, 1996.
QUITANEIRO, Tânia. Um Toque de Clássico: Marx, Durkheim e Weber / Tânia Quitaneiro, Maria
Ligia de Oliveira Barbosa, Márcia Gardênia de Oliveira. -2. ed. Ver. Amp. – Belo Horizonte:
Editora UFMG, 2002.
RAGO, Luzia Margareth e MOREIRA, Eduardo F. P. O que é taylorismo. 9ª ed., São Paulo:
118
Brasiliense, 1996.
SENNETT, Richard. A corrosão do caráter: conseqüências pessoais do trabalho no novo
capitalismo, 4a. edição, Rio de Janeiro: Record, 2000. Capítulo 3, pp. 53-73.
SOARES, Laura Tavares R. O desastre social, Rio de Janeiro: Record, 2003.
TAYLOR, F. Princípios de administração científica, 7a. edição, São Paulo: Atlas, 1970.
Complementar:
ALVES. 1999. Trabalho e mundialização do capital. Londrina : Práxis.
ALVES. 1996. Nova ofensiva do capital, crise do sindicalismo e as perspectivas do sindicalismo
no Brasil - o Brasil nos anos noventa. In : TEIXEIRA, F. & OLIVEIRA, M. Neoliberalismo e
reestruturação produtiva. São Paulo : Cortez/UECE.
BOITO JR.. 1994. De volta para o novo corporativismo: a trajetória política do sindicalismo
brasileiro. São Paulo em perspectiva, v. 8, n. 3, p. 23-28, jul.-set.
BOITO JR. 1996. Hegemonia neoliberal e sindicalismo no Brasil. Crítica marxista, São Paulo, v. 1,
n. 3, p. 80-105.
NORONHA, E. 1991. A explosão das greves na década de 80. In : BOITO JR., A. O sindicalismo
brasileiro nos anos 90. Rio de Janeiro : Paz e Terra.
NORONHA, E. 1994. Greves e estratégias sindicais no Brasil. In : OLIVEIRA, C. A. (org.). O mundo
do trabalho. Crise e mudança no final de século. Campinas : Scritta/CESIT-UNICAMP.
OLIVEIRA, F. 1993. Quanto melhor, melhor : o acordo das montadoras. Novos Estudos CEBRAP,
São Paulo, n. 36, p. 3-7.
OLIVEIRA, Francisco de, & RIZEK, Cibele Saliba. A Era da Indeterminação. São Paulo: Boitempo,
2007.
RODRIGUES, Iram J. 1990. Comissão de fábrica e trabalhadores na indústria. São Paulo : Cortez.
RODRIGUES, Iram J. 1995. O sindicalismo brasileiro : da confrontação à cooperação conflitiva.
São Paulo em perspectiva, São Paulo, v. 9, n. 3, p. 116-126.
119
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: BANCO DE DADOS I
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Conceituar dado, informação e banco de dados.
2. Compreender a necessidade de uso de banco de dados.
3. Definir e conceituar Sistema de Banco de Dados e seus componentes.
4. Compreender a importância e o papel do modelo de dados.
5. Entender os fundamentos do modelo relacional.
6. Compreender os três níveis de abstração em um SGBD.
7. Entender o conceito de transação e sua importância em um SGBD.
8. Conhecer os principais SGBDs do mercado.
9. Construir banco de dados utilizando o SGBD MySQL.
10. Entender e aplicar os conceitos de entidade, relacionamento e atributo do modelo E-R.
11. Capacitar na construção de diagramas de Entidade-Relacionamento (DER).
12. Compreender as estruturas e conceitos básicos do modelo relacional.
13. Entender a importância das chaves no modelo relacional e diferenciar chave primária,
estrangeira e alternativa.
14. Compreender as diferentes restrições de integridades presentes no modelo relacional.
15. Compreender a relação da linguagem SQL com o modelo relacional.
16. Diferenciar DDL e DML na linguagem SQL.
17. Conhecer e aplicar os comandos de definição de dados em SQL, utilizando o SGBD MySQL.
18. Conhecer e aplicar os comandos de manipulação de dados em SQL, utilizando o SGBD
MySQL.
19. Aplicar conhecimentos de consultas com junção (interna e externa).
20. Aplicar conhecimentos de consultas agregadas.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1. Conhecimentos de informática
2. Conhecimentos de teoria dos conjuntos
3. Conhecimentos de lógica proposicional
COMPONENTES CURRICULARES
1. Introdução ao estudo de banco de dados: noções preliminares, características de um
120
banco de dados, vantagens de uso.
2. Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados: arquitetura e características.
3. Modelo de dados relacional.
4. Introdução á Projeto de Banco de Dados: modelagem relacional (DER e MR).
5. A linguagem SQL: estrutura básica e operações de manipulação de dados.
6. MySQL: histórico, comparativo com outros SGBDs, instalação.
7. Gerenciamento de banco de dados, tabelas, índices e atualização de dados com
MySQL.
METODOLOGIA
Aulas expositivas; aulas práticas
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual
Utilização de quadro branco, computador, projetor
multimídia, retroprojetor
Utilização do Laboratório de Informática
AVALIAÇÃO
Avaliações práticas
Trabalhos individuais e
(exercícios práticos)
Apresentação
dos
desenvolvidos.
Participação nas discussões
em
grupo
projetos
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
DATE, Christopher J, Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, CAMPUS, 2004
KORTH, Henry F. / SILBERSCHATZ, Abraham / SUDARSHAN, S., Sistema de Banco de Dados,
Campus, 2006
ABREU, Mauricio / MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Projeto de Banco de Dados, Érica, 2007
MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Banco de Dados - Projeto e Implementação, Érica, 2004
STEVE Suhring , MYSQL: A Bíblia, Campus, 2002
TONSIG, Sergio Luiz , MYSQL - Aprendendo na Pratica, Ciencia Moderna, 2006
OTEY, Danielle; OTEY, Michael, Microsoft SQL Server 2005 - Guia do Desenvolvedor, Ciência
Moderna, 2007
STANEK, William R., Microsoft SQL Server 2005 - Guia de Bolso do Administrador, Bookman,
2006
Heuser, C. A., Projeto de Banco de Dados (quinta edição), Sagra Luzzatto;
121
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: ARQUITETURA DE COMPUTADORES
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
1.
2.
3.
4.
5.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Estudar o conceito de Arquitetura, os elementos básicos nas arquiteturas de processador,
conjunto de instruções e modos de endereçamento, hierarquia de memória,
entrada/saída, processadores paralelos.
Compreender os modos de endereçamento utilizados por um sistema de computação.
Conhecer os princípios de organização de computadores.
Caracterizar a organização de sistemas de computação e detalhar subsistemas - memória,
processador, dispositivos de entrada e saída de dados e barramentos.
Caracterizar das interfaces: paralela e serial. Caracterização de arquiteturas RISC e CISC.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Conhecimentos básicos de informática.
COMPONENTES CURRICULARES
a) Bases de numeração; Hardware; Software; Arquitetura básica dos computadores digitais.
b) Componentes de um computador: modelo Von Neumann: memória, hierarquia de
memórias, organização de memória, tipos de memória.
Unidade central de
processamento: unidade de controle e unidade lógica aritmética, registradores, unidade
de controle. Comunicação entre a memória e a CPU: barramentos. Dispositivos de
entrada e saída. Tradução de programas: interpretação e compilação, linguagem de
montagem. Modos de endereçamento.
c) Métodos de transferência de dados. Interface paralela: conexão com a CPU, modos de
operação. Interface paralela. Interface serial: conexão com a CPU, transmissão síncrona e
assíncrona, modos de operação, interface USB. Arquiteturas RISC e CISC: conceitos e
exemplos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas.
Aula em laboratório.
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual; participação nas discussões. Exercícios.
Utilização de quadro branco, computador e
projetores multimídia utilizando ferramentas de
apresentação de slides.
AVALIAÇÃO
Avaliações escritas.
Trabalhos individuais e em grupo (listas
de
exercícios,
estudos
dirigidos,
pesquisas).
Participação nas discussões.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
WEBER, Raul Fernando, Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Instituto
de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000.
WEBER, Raul Fernando, Arquitetura de computadores pessoais. Porto Alegre: Instituto de
Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000.
MONTEIRO, Mário, A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro: Prentice Hall,
122
2002.
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: REDES DE COMPUTADORES I
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Conhecer as tecnologias, equipamentos, serviços que compõem as redes de
computadores.
Compreender o processo de encaminhamento de informação nas redes de computadores;
Compreender o dimensionamento de redes de computadores.
Interagir com as tecnologias de redes existentes.
Buscar novas fontes de conhecimento, tornando-se sujeito de formação contínua para
aprimoramento de seu desempenho profissional.
Determinar dispositivos de redes de computadores.
Resolver problemas que envolvam endereçamento de dispositivos de redes de
computadores;
Construção e análise de projeto de redes, verificando o uso dos dispositivos para cada tipo
de rede.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Conhecimentos básicos em Informática e Programação.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Redes de Computadores
a) Introdução
b) Conceitos Básicos
2. Arquitetura Ethernet
a) Modos de Transmissão Dados
b) Tipos de Transmissão de Dados
c) Meios de Transmissão
3. Fundamentos
a) Difusão do Sinal
b) Topologias
c) Classificações de Redes de Computadores
4. Arquitetura de Redes
a) Modelo TCP/IP
b) Modelo Open Systems Interconnection – OSI
c) Camada Física
d) Camada de Enlace de Rede
e) Camada de Rede
f) Camada de Transporte
g) Camada de Sessão
h) Camada de Apresentação
i) Camada de Aplicação
5. Equipamentos de Redes de Computadores
123
a)
b)
c)
d)
e)
Hubs
Repetidores
Bridges
Switch
Roteadores
6. As mecânicas da divisão em sub-redes.
METODOLOGIA
Aulas expositivas;
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual; participação nas discussões. Exercícios.
Utilização de quadro branco, computador e
projetores multimídia utilizando ferramentas de
apresentação de slides.
AVALIAÇÃO
Avaliações escritas.
Trabalhos individuais e em grupo (listas
de
exercícios,
estudos
dirigidos,
pesquisas).
Participação nas discussões
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
TANENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Tradução da quarta edição original, Editora
Campus, 2005.
KUROSE, J. ROSS, K. Redes de Computadores e a Internet: Uma nova abordagem. 3a. Edição.
Addison-Wesley, 2006.
FOROUZAN, B.A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 3ª Edição. Editora
Bookman. 2006
COMER, D. E. Redes de Computadores e a Internet. Bookman . 4a. Edição. 2007.
HELD, Gilbert. Comunicação de Dados. Editora Campus; Rio de Janeiro; 1999.
124
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO I
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Conhecer a linguagem de programação JAVA
2. Familiarizar-se com os tipos de dados, estruturas condicionais, exceções, estruturas de
repetição, funções e arrays em JAVA
3. Conhecer Orientação a Objetos: objetos, atributos, métodos e mensagens,
polimorfismo.
4. Desenvolver programas na linguagem JAVA utilizando conceitos de Orientação a
Objetos.
5. Desenvolver rotinas em JAVA com acesso a banco de dados.
6. Desenvolver programas com interface gráfica e tratamento de eventos.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1.
2.
3.
4.
Conhecimentos básicos do ambiente windows
Conhecimentos básicos de Lógica de programação
Lógica matemática
Algumas funções matemáticas
COMPONENTES CURRICULARES
1. Histórico da evolução das linguagens
- Paradigma da programação OO;
- Surgimento de linguagens OO.
2. Linguagem e plataforma
- A linguagem JAVA;
- Características da linguagem JAVA;
- Criação de programas em JAVA;
- A plataforma JAVA;
- Ambiente de desenvolvimento.
3. Programação Orientada ao Objeto
- Introdução;
- Objetos;
- Métodos.
4. A Linguagem JAVA
- Tipos de dados;
- Definição de variáveis e constantes;
- Comentários;
- Operadores: Aritméticos, relacionais e lógicos;
- Incremento e decremento;
- Conversão de tipos;
- Estruturas condicionais: IF-else e switch-case;
- Exceções: try-catch e finally;
- Estruturas de repetição: for e while;
-Funções matemáticas e de string;
- Utilização de arrays unidimensionais e bidimensionais.
125
5. Programação Orientada ao Objeto
Introdução; Objetos; Classes; Atributos, métodos e mensagens; Definição de pacotes;
Herança; Polimorfismo.
6. Componentes gráficos: Swing, tratamento de eventos;
7. Manipulação de banco de dados com JAVA.
METODOLOGIA
Aulas expositivas; aulas práticas
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual.
Utilização de quadro branco, computador, projetor
multimídia, retroprojetor
Utilização do Laboratório de Informática.
AVALIAÇÃO
Avaliações práticas
Trabalhos individuais e
(exercícios práticos)
Apresentação
dos
desenvolvidos.
Participação nas discussões
em
grupo
projetos
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Deitel, H. M., Deitel, P. J. Java: Como Programar. Editora Pretince-Hall.
HORSTMAN; CORNELL,Gary. Core JAVA 2 Fundamentos Vol I. Editora Alta Books.
HORSTMAN; CORNELL,Gary. Core JAVA 2 Recursos Vol II. Editora Makron Books.
COSTA, Luis Carlos Moreira da. JAVA para iniciantes. Vol. 1. Editora Ciência Moderna. Edição:
1ª.
FURGERI, Sérgio. JAVA 6 – Ensino didático: Desenvolvendo e Implementando Aplicações.
Editora Érica. São Paulo, 2008.
126
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE SOFTWARE
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Ter uma visão geral de engenharia de software
Conhecer os paradigmas de desenvolvimento de Software
Ter visão geral de testes de software
Ter uma visão geral de qualidade de software
Entender o processo que caracteriza a construção de um software de qualidade.
Conhecer o processo a análise de requisitos
Conhecer os processos teste de software
Modelar os requisitos de um software através de ferramentas UML
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Noções de desenvolvimento de sistemas.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Introdução
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
a) Produto e processo de software
b) Visão geral da Engenharia de Software
Paradigmas de Desenvolvimento de Software
a) Modelos de processo: cascata, prototipação (evolucionário), baseado em componentes,
entrega incremental, desenvolvimento em espiral
b) Aspectos gerais das etapas do processo de desenvolvimento
c) Ferramentas de apoio a automatização do processo de desenvolvimento
Requisitos de Software
a) Processo de engenharia de requisitos
b) Técnicas de análise de requisitos
c) Gerenciamento de requisitos
Verificação e Validação de Software
a) Planejamento de verificação e validação
b) Estratégias de teste de software
c) Técnicas de teste de software
Disponibilização de software
a) Evolução e manutenção de software
b) Gerenciamento de configuração de software
Sistemas Críticos
a) Tipos de Sistemas Críticos
b) Dimensões de confiança em sistemas críticos
c) Relação custo/confiança
UML
a) Definição e objetivos
b) Diagrama de casos de uso
c) Diagrama de Classes
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
127
Aulas expositivas; aulas práticas
Avaliações teóricas
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo Trabalhos individuais e em grupo
Participação nas discussões
e individual
Utilização de quadro branco, computador,
projetor multimídia, retroprojetor
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
PRESSMAN, R.S. Engenharia de Software. 5ª ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002.
SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 6ª ed. São Paulo: Addison Wesley, 2003.
Tonsig, Sérgio Luiz. ENGENHARIA DE SOFTWARE- Análise e Projeto de Sistemas. São Paulo.
Ed.Futura, 2003.
128
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: COMPUTADOR E SOCIEDADE
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal
1.
2.
3.
4.
5.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Identificação do impacto da utilização de computadores sobre a sociedade.
Análise dos efeitos do uso da informática na sociedade e sobre o indivíduo. O impacto da
digitalização da informática, a internet e as novas tecnologias de informática.
Identificar as novas tecnologias da Informação e entender como funcionam.
Compreender os impactos advindos das tecnologias emergenciais.
Analisar os efeitos que a tecnologia provoca na sociedade.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Nenhum.
COMPONENTES CURRICULARES
1. CONSEQÜÊNCIAS DA INFORMATIZAÇÃO DA SOCIEDADE
a. A Informatização e o aspecto educacional.
b. Impactos sociais da informatização.
c. Informatização e privacidade.
2. POLÍTICA NACIONAL DE INFORMÁTICA
a) Indústria nacional de informática.
b) O papel do analista de sistemas na sociedade.
3. AUTOMAÇÃO DE ATIVIDADES
a) Comerciais. Industriais. De escritórios.
4. APLICAÇÕES DA INFORMÁTICA
a) Científica. Administrativa. Jurídica. Humanística. Educação.
5. ERGONOMIA E DOENÇAS PROFISSIONAIS
a) Tipos e Características.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas expositivas; trabalhos escritos; seminários; Avaliações escritas
debates; pesquisa bibliográfica.
Trabalhos individuais e em
Utilização de quadro branco, computador, projetor (estudos dirigidos, pesquisa)
multimídia, retroprojetor, TV e vídeo.
Participação nas discussões
grupo
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
MINISTÉRIO da Ciência e Tecnologia. Sociedade da Informação no Brasil - Livro Verde
Brasília: Imprensa Nacional, 2000.
MASIEIRO, Paulo C. Ética em Computação. São Paulo : Ed. Universidade de São Paulo. 2000.
SOUSA, M. S. L. Introdução aos aspectos humanos da interação homem-computador. UFRGS,
2003.
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
129
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: WEBDESIGN
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 2º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
1.
2.
3.
4.
5.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Conhecer o funcionamento da Internet;
Análise crítica de Webdesign;
Noções básicas de html, Flash, Fireworks, Dreamweaver;
Construção de páginas, montagem de Websites, usando marcação HTML e formatação
com CSS;
Identificar tendências e tecnologias para desenvolver sites.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1. Conhecimentos básicos sobre o Sistema operacional Windows
2. Internet
3. Informática básica
COMPONENTES CURRICULARES
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
O que é Webdesigner?
A internet
Limitações para o webdesign
HTML – Principais comandos
Estilo CSS
Conhecendo o DREAMWEAVER
Construindo um site
a) Criando e configurando um site
b) Criando novos arquivos e pastas
c) Usando o mapa do site
d) Transferindo arquivos (FTP)
Trabalhando com Textos
Configurações gerais da página
Inserindo imagens
Trabalhando com Tabelas
Utilizando molduras
O que são Formulários
Inserir: Campo de Texto, Botão, Caixa de Seleção, Botão de Opção, Lista de Menu, Menu
de Salto.
Camadas como Recipientes, Aplicando Movimento à Camada.
Utilizar os comportamentos (Behaviors)
Conhecendo o Fireworks
Otimizando para a Web
a) Abrindo uma imagem
b) Redefinindo o tamanho de uma imagem
c) Ampliando ou diminuindo a área de visualização de uma imagem
Ferramentas de desenho
a) Retângulo, elipse, polígono
b) Criando uma estrela
130
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
37.
38.
39.
c) Ferramenta Texto
Trabalhando com camadas
Ferramentas de desenho avançadas
a) Criando linhas, formas vetoriais
b) Ferramenta Vector Path
c) Editando e redesenhando caminhos
Imagens
a) Cortando, movendo a área de corte, ajustando a área de corte
b) Transformando uma imagem: rotacionando, redimensionando, inclinando,
fatiando, etc.
c) Ajustes da imagem: modificando, determinando controle de curvas, saturação,
desfocando, clonando parte da imagem, etc.
Selecionando
a) Criando seleções básicas
b) Editando uma seleção
c) Modificando uma seleção
Criando menus pop-ups
Trabalhando com botões
Conhecendo o Flash
O que é Flash?
Flash x HTML
Os termos mais utilizados no Flash, Os Elementos da Tela do Flash
Diferenças do desenho do Flash para outros programas
Ferramenta: Retângulo, Oval, Linha, Lápis
Selecionado, A relação entre Objetos Movidos, Zoom, Preenchimento, Agrupando
Inserindo: Réguas e Grades, O Palco
Polystar, Pincel, Apagador, Conta-gotas, Modificando Objetos, Texto, Camadas, Linha de
Tempo, Criando Quadros, Animando Quadro-a-quadro
O que são Símbolos, Gráficos, Botões, Clipes de Filme, Bibliotecas
Animação por Interpolação de Forma, Animação com Guias, Máscaras, O que são Ações,
As primeiras Ações, Play, Stop
Interatividade dos Botões, Aplicando uma Ação num Botão, Utilizando Ações de
Interatividade
Como Funciona o Som no Flash, Importando Sons, Aplicando Sons, Editando Sons
Configurando o Arquivo para Publicação, Configurando o Flash, Configurando o HTML
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Aulas práticas
Avaliações práticas
Provas de aproveitamento; trabalho em dupla e Trabalhos individuais e em grupo
individual
Participação nas discussões
Utilização de quadro branco, computador, projetor
multimídia, retroprojetor
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Silveira, Marcelo. Web Marketing Usando Ferramentas de Busca. Editora Novatec.
Silva, Maurício Samy. Web Standards: Construindo sites com CSS e (X)HTML. Editora Novatec.
Loranger, Hoa / Nielson, Jacob. Web Standards: Usabilidade na Web – Projetando sites com
qualidade. Editora Campus Elsevier.
Alves, William Pereira. Crie, Anime e Publique seu site utilizando Fireworks CS3, Flash CS3 e
Dreamweaver CS3. Editora Érica, 1ª Edição.
Manzi, Fabrício. Flash CS3 Professional – Criando além da animação – para windows. Editora
Érica.
Memória, Felipe. Design para internet: Projetando a experiência perfeita. Editora Campus.
131
Carrion, Wellington. Design para webdesigners: Princípios do design para web. Editora
Brasport.
Beaird, Jason. Princípios do web design maravilhoso. Editora Altabooks.
Niederst, Jennifer. Aprenda Web Design. Editora Ciência Moderna.
132
DISCIPLINAS DO 3º ANO
NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: ORG. NORMAS E QUALIDADE
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Conhecer os principais eventos e idéias da história da administração. Dimensionar a
importância dos conceitos e da filosofia da qualidade total. Identificar aspectos do nosso
sistema sindical correlacionados à autonomia coletiva dos grupos profissionais.
2. Caracterizar o processo administrativo e o papel dos dirigentes. Compreender a efetiva
aplicabilidade das normas legais sob as quais operam empresas e empresários.
3. Analisar criticamente aspectos correlatos às funções básicas das empresas e habilidades
do administrador moderno. Identificar, a partir de reflexões sobre a área de Gestão de
Negócios, as oportunidades do mercado.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
(pré-requisitos)
Sociologia.
COMPONENTES CURRICULARES
(conteúdo)
1. Administração e Organizações.
a) Evolução do conhecimento administrativo: os precursores da Administração;
b) As funções dos Administradores: os processos básicos;
c) Gestão da Produção e Operações: a questão da Gestão pela Qualidade.
2. Sociedades Empresárias.
a) O exercício da atividade do empresário;
b) A atividade societária: conceito, noções e espécies;
c) Microempresas: particularidades e análise de sua formação.
3. Noções e Elementos de Direito do Trabalho.
a) O instituto jurídico das Férias.
b) Fundo de Garantia do Tempo de Serviço: História, Conceito, Contribuintes,
Beneficiários, Depósitos, Prazo e Saques;
c) Organização Sindical Brasileira: Histórico, Conceito de Sindicato, Unicidade Sindical e
Entidades Sindicais de Grau Superior.
METODOLOGIA
A partir do referencial teórico de Dewey sobre a
educação – centrada no desenvolvimento da
capacidade de raciocínio e espírito crítico do aluno
e na visão de que a aprendizagem é
essencialmente coletiva, assim como é coletiva a
produção do conhecimento – a metodologia
adotada pretende superar a limitação das aulas
meramente expositivas tradicionais, nas quais o
professor apenas expõe sistematicamente o
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da aprendizagem
será
amplo,
contínuo,
gradual,
cumulativo e cooperativo. Neste sentido,
a avaliação destina-se a verificar se houve
a aprendizagem necessária por parte do
aluno para o desenvolvimento de
competências.
O conceito global mínimo para a
aprovação na disciplina é 6,0 (seis) e o
133
conteúdo programático da disciplina, sem que haja
participação dos alunos. Aula expositiva não
significa mera exposição ou doutrinação. Com
efeito, as aulas da disciplina pretendem propiciar
uma relação mais estreita entre os alunos e o
professor, valorizando-se o relacionamento entre
ambos e a participação (inteligente) de cada aluno
nos debates deflagrados a partir das aulas
expositivas e seminários realizados ao longo do
semestre letivo.
aluno deve possuir freqüência igual ou
superior a 75% (setenta e cinco por
cento) do total de horas desenvolvidas ao
longo do semestre letivo. A verificação do
rendimento escolar será realizada a partir
dos seguintes parâmetros:
Instrumentos
de
avaliação
da
aprendizagem:
provas
escritas
e
seminários;
Avaliação sócio-afetiva envolvendo os
seguintes
indicadores
que
são
parâmetros objetivos da avaliação,
independentemente dos instrumentos
utilizados:
domínio
cognitivo;
cumprimento e qualidade das tarefas;
capacidade de produzir em equipe e
autonomia.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
AROUCA, José Carlos. Curso básico de Direito Sindical. São Paulo: LTr, 2006.
CARRION, Valentin. Comentários a Consolidação das Leis do Trabalho: legislação
complementar, jurisprudência. São Paulo: Saraiva, 2007.
CLT ACADÊMICA E CONSTITUIÇÃO FEDERAL – MINI. São Paulo: Saraiva, 2007.
CRAINTER, Stuart. Grandes pensadores da administração; tradução Priscila Martins Celeste.
São Paulo: Futura, 2000.
DOUCHY, Jean-Marie. Em direção ao zero defeito na empresa: da qualidade total (TQC) aos
círculos de qualidade; tradução Carmen Dolores Straube. São Paulo: Atlas, 1992.
MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004.
–––––––-–––––––––––. Manual do FGTS. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da administração. São Paulo: Editora Atlas,
2008.
PRADO, Jonas Reginaldo. Iniciação à administração: preceitos básicos. 6ª ed. São Paulo:
Global, 2003.
TZIRULNIK, Luiz. Empresas & empresários: no novo código civil: lei 10.406, de 10.01.2002. São
Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2003.
134
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: BANCO DE DADOS II
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
1.
2.
3.
4.
5.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Possuir conhecimentos avançados de gerência e desenvolvimento de bancos de dados.
Manipular dados em tabelas e gerenciadores de bancos de dados utilizando linguagem de
manipulação de dados e comandos para administração de banco de dados
Conhecer os conceitos avançados da estrutura de um SGBD
Conhecer, criar, e manipular objetos de banco de dados
Desenvolver projetos utilizando um SGBD relacional
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Noções de banco de dados, vistos na disciplina de Banco de Dados I.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Gerenciamento de SGBD Relacional
a. Recuperação
b. Concorrência
c. Segurança
d. Integridade
2. Desenvolvimento de Procedimentos Avançados
a. Triggers
b. Stored Procedures
3. Administração de Usuários
a. Grupos de Usuários
b. Permissões de Acesso
METODOLOGIA
Aulas expositivas; aulas práticas
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual
Utilização de quadro branco, computador, projetor
multimídia, retroprojetor
Utilização do Laboratório de Informática
AVALIAÇÃO
Avaliações práticas
Trabalhos individuais e em grupo
(exercícios práticos)
Apresentação
dos
projetos
desenvolvidos.
Participação nas discussões
Projeto final prático na disciplina
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
DATE, Christopher J, Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, CAMPUS, 2004
KORTH, Henry F. / SILBERSCHATZ, Abraham / SUDARSHAN, S., Sistema de Banco de Dados,
Campus, 2006
ABREU, Mauricio / MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Projeto de Banco de Dados, Érica, 2007
MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Banco de Dados - Projeto e Implementação, Érica, 2004
STEVE Suhring , MYSQL: A Bíblia, Campus, 2002
TONSIG, Sergio Luiz , MYSQL - Aprendendo na Pratica, Ciencia Moderna, 2006
135
OTEY, Danielle; OTEY, Michael, Microsoft SQL Server 2005 - Guia do Desenvolvedor, Ciência
Moderna, 2007
STANEK, William R., Microsoft SQL Server 2005 - Guia de Bolso do Administrador, Bookman,
2006
136
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: SISTEMAS OPERACIONAIS
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
Entender o papel de um sistema operacional e da arquitetura dentro de um sistema
computacional.
Entender o funcionamento dos vários módulos que compõem um Sistema Operacional.
Desenvolver uma visão crítica sobre os requisitos de confiabilidade, segurança e
desempenho, associados a um sistema operacional.
Compreender a importância dos sistemas operacionais para o controle e aproveitamento
dos recursos do computador;
Conhecer os diversos tipos de sistemas operacionais e suas características, bem como sua
evolução;
Compreender a necessidade de estruturação adequada de sistemas operacionais;
Conhecer os principais componentes de um sistema operacional e dos mecanismos e
técnicas usadas para desenvolvê-los;
Conhecer a programação concorrente e mecanismos de exclusão mútua e de
sincronização.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1. Bases de numeração; Hardware; Software; Arquitetura básica dos computadores digitais.
2. Componentes de um computador: modelo Von Neumann: memória, hierarquia de
memórias, organização de memória, tipos de memória.
Unidade central de
processamento: unidade de controle e unidade lógica aritmética, registradores, unidade
de controle. Comunicação entre a memória e a CPU: barramentos. Dispositivos de
entrada e saída.
3. Métodos de transferência de dados: interface paralela, serial, USB.
4. Arquiteturas RISC e CISC.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Introdução ao estudo de sistemas operacionais: Evolução histórica, serviços dos sistemas
2.
3.
4.
5.
6.
7.
operacionais, chamadas de sistema.
Gerência do Processador: conceitos básicos, escalonamento e algoritmos de
escalonamento.
Gerência de entrada e saída: dispositivos de entrada e saída, controladores dos
dispositivos e drivers dos dispositivos.
Gerência de Memória: políticas básicas, swapping, memória virtual, paginação,
segmentação
Gerência de arquivos: arquivos, diretórios, implementação de sistemas de arquivos.
Programação concorrente: Programas multithreads, comunicação e sincronização de
processos, primitivas de sincronização e problemas clássicos
Deadlock: Conceitos básicos, caracterização, prevenção, detecção e recuperação
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
137
Aulas expositivas
Vídeo aulas
Práticas em laboratório
Avaliações escritas.
Trabalhos individuais e em grupo (listas
de
exercícios,
estudos
dirigidos,
pesquisas).
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Tanembaum A. Sistemas Operacionais Modernos. 2ª Edição. Prentice Hall do Brasil. 2003.
Oliveira R S., Carissimi, A. Silva . Sistemas Operacionais. Editora Sagra-Luzzato, Porto Alegre,
Janeiro 2001.
Silberschatz. A, Galvin P.B. Sistemas Operacionais Conceitos. Prentice Hall, 2000.
Silberschatz. A, Galvin P.B, Greg G. Sistemas Operacionais Conceitos e Aplicações. Editora
Campus. 2000.
138
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: REDES DE COMPUTADORES II
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Aprender sobre roteamento estático e roteamento dinâmico
2. Conhecer Roteadores: Componentes internos do roteador, características físicas do
roteador, conexões externas do roteador, conexões das portas de gerenciamento
3. Conhecer VLAN, protocolo Spanning-tree
4. Compreender conceitos necessários para implementação de redes Virtuais (VLANs) e os
comandos de configuração de um Switch.
5. Conceitos sobre protocolo CDP.
6. Aprender sobre roteamento estático e roteamento dinâmico com OSPF, RIP, IGRP e EIGRP.
7. Escalonamento de IP com NAT e PAT, DHCP
8. Abordagem de tecnologias WAN: ISDN, Frame-Relay, X.25
9. Interconectar os equipamentos, configurá-los e quais as vantagens e desvantagens de se
investir em uma infra-estrutura própria de redes
10. Projetar redes IP através do cálculo de sub-redes e uma visão projetista de como
implementar a numeração de hosts baseado na necessidade da empresa.
11. Configurar VLSM
12. Implementar redes através de Switches nível 2
13. Configurar um roteador, desde seu estado inicial de compra até a implementação em um
ambiente corporativo.
14. Configurar o protocolo de roteamento em um ambiente roteável.
15. Configurar roteadores em ambientes WAN utilizando PPP, Frame Relay.
16. Prática sobre protocolo CDP.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Noções de redes.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Wans e Roteadores.
2. Roteadores: Componentes internos do roteador, características físicas do roteador,
conexões externas do roteador, conexões das portas de gerenciamento.
3. Conectando as interfaces de console.
4. Conectando a interfaces LAN.
5. Conectando as interfaces WAN.
6. Configuração de um roteador: histórico de comandos do roteador,
7. Configurando informações sobre dispositivos remotos,
8. Conceito e configuração de protocolos de roteamento.
9. Conceito de Sistemas autônomos
10. Configuração de roteamento, mensagens de Erro e de Controle do Conjunto de Protocolos
TCP/IP
11. TCP/IP intermediário, operação do TCP, operação do UDP,
12. Conceito e configuração de listas de controle de acesso (ACLs),
139
13. Conceito e configuração VLSM,
14. Conceito e configuração de protocolos de roteamento
15. Introdução à comutação de redes locais
16. Configuração e operação de switches,
17. Spanning-Tree Protocol
18. VLAN
19. Escalonamento de IP com NAT e PAT, DHCP
20. Abordagem m de tecnologias WAN: ISDN,PPP, Frame-Relay, X.25
METODOLOGIA
Aulas expositivas;
Aula prática em laboratório.
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual; participação nas discussões. Exercícios.
Utilização de quadro branco, computador e
projetores multimídia utilizando ferramentas de
apresentação de slides;
Software simulador de arquitetura de redes
AVALIAÇÃO
Avaliações escritas.
Trabalhos individuais e em grupo (listas
de
exercícios,
estudos
dirigidos,
pesquisas).
Participação nas discussões
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
FILIPPETTI, MARCO AURELIO. CCNA 4.1: Guia Completo de Estudo. Editora: Visual Books, 2006.
KUROSE, J. ROSS, K. Redes de Computadores e a Internet: Uma nova abordagem. 3a. Edição.
Addison-Wesley, 2006.
TANENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Tradução da quarta edição original, Editora
Campus, 2005.
FOROUZAN, B.A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 3ª Edição. Editora
Bookman. 2006
140
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO II
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Conhecer a linguagem de programação C#
2. Familiarizar-se com os tipos de dados, estruturas condicionais, estruturas de repetição,
funções em C#.
3. Desenvolver programas na linguagem C# utilizando conceitos de Orientação a Objetos.
4. Desenvolver rotinas em C# com acesso a banco de dados.
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Conhecimentos básicos do ambiente windows
Conhecimentos básicos de internet
Conhecimentos básicos de Lógica de programação
Lógica matemática
Algumas funções matemáticas
Vetores e matrizes.
COMPONENTES CURRICULARES
1. Introdução ao .NET e ao ASP.NET
2. HTML x ASP.NET
3. Linguagem e plataforma
4.
5.
6.
7.
8.
9.
A linguagem C#; Características da linguagem C#; Criação de programas em C#; A
plataforma C#; Ambiente de desenvolvimento.
Visual Web Developer
A Linguagem C#
Tipos de dados; Definição de variáveis e constantes; Comentários; Operadores:
Aritméticos, relacionais e lógicos; Passagem de parâmetros; Conversão de tipos;
Estruturas condicionais; Exceções; Estruturas de repetição; Funções matemáticas e de
string; Utilização de arrays
Programação Orientada ao Objeto
Introdução; Objetos; Classes; Atributos, métodos e mensagens; Definição de pacotes;
Herança; Polimorfismo.
Web Forms
Exemplos: TexBox, Label, Button, ListBox, RadioButton, RadioButtonList, CheckBox,
CheckBoxList
Acesso a banco de dados através do ADO.NET
Criando banco de dados
Criando tabelas
Relacionamentos
SQL
Conexão com o banco de dados
Manipulando registros
Validação de campos de formulário
141
METODOLOGIA
Aulas expositivas; aulas práticas
Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e
individual.
Utilização de quadro branco, computador, projetor
multimídia, retroprojetor
Utilização do Laboratório de Informática.
AVALIAÇÃO
Avaliações práticas
Trabalhos individuais e em grupo
(exercícios práticos)
Apresentação
dos
projetos
desenvolvidos.
Participação nas discussões
Projeto final prático na disciplina.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Lippman, Stanley b., C# - Um Guia Pratico, Bookman Companhia ed, 2003
Galuppo, Fabio / Matheus, Vanclei / Santos, Wallace, Desenvolvendo com C#, Bookman
Companhia ed, 2003.
Chen, Philip / Goldberg, Stephen / Bagnall, Brian, C# para Programadores de Java, Alta Books.
Platt, David S. Microsoft .NET – Iniciando. São Paulo, MAKRON Books, 2002.
Jesus, João Batista de. ASP.NET – Série Curso Básico & Rápido. Rio de Janeiro, Axcel Books,
2003.
142
Curso: Técnico em Informática
Disciplina: EMPREENDEDORISMO
Modalidade: Integrada
Período Letivo: 3º Ano
Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aulas semanais
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
(contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área)
1. Compreensão do papel e a importância
2. Integração entre as áreas administrativas de uma organização;
3. Compreensão das características do empreendedorismo e de seu papel no contexto
atual para a criação e a gestão de organizações, com ênfase na realidade brasileira.
4. Capacitação dos alunos com técnicas para planejar, desenvolver e avaliar novos
negócios
5. Compreender a relação existente entre os tipos de organizações e seus objetivos.
6. Apreender os objetivos, os instrumentos, as atividades, os processos das áreas de
marketing, de gestão de pessoas, de planejamento, de estoque, de operações e de
finanças.
7. Entender os aspectos históricos e conceituais do empreendedorismo, e sua relação
com o contexto social e econômico.
8. Definir os objetivos, os princípios e a estrutura de um plano de negócio
BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS
Nenhuma.
COMPONENTES CURRICULARES
1.
2.
3.
4.
5.
Plano de negócios (PN)
A necessidade da formulação do PN
Os clientes do plano de negócios
Plano de marketing
Análise do mercado
a) O setor
b) O tamanho do mercado
c) Oportunidades e ameaças
6. A clientela
a) Segmentação
b) A concorrência
7. Fornecedores
8. Estratégias de marketing
a) O produto
b) A tecnologia, ciclo de vida
9. Vantagens competitivas
10. Planos de Pesquisa e Desenvolvimento
11. Preço
12. Distribuição
13. Promoção e propaganda
14. Relacionamento com os clientes
143
METODOLOGIA
Aulas expositivas; trabalhos escritos; seminários;
debates; pesquisa bibliográfica
Utilização de quadro branco, computador, projetor
multimídia, retroprojetor
AVALIAÇÃO
Avaliações escritas
Trabalhos individuais e em grupo
(estudos de caso, estudos dirigidos,
pesquisa)
Participação nas discussões
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. 14ª Ed., São Paulo: Cultura, 2000.
CHER, Rogério. O meu próprio negócio. 1ª Ed., Rio de Janeiro: Campus, 2003.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Plano de Marketing para Micro e Pequena Empresas. 2ª.
Ed., São Paulo: Atlas, 2001
GUIMARÃES, Tomás de Aquino; SOUZA, Ed. Castro Lucas de. Empreendedorismo: além do
plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2005.
MAXIMINIANO, Antônio C. A. Fundamentos de Administração. 2ed. São Paulo; Atlas, 2008.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e
práticas. São Paulo: Editora Atlas, 1999
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 11. ed. São Paulo:Pearson, 2005.
SEBRAE. Curso: Brasil empreendedor. O empreendedor e o mercado.
SEBRAE.Programa Sebrae de Qualidade Total para Micro e Pequenas Empresas.Brasília:
SEBRAE, 1995
144
PRÁTICA PROFISSIONAL
A prática profissional é uma exigência para a conclusão do Curso Técnico de
Nível Médio em Informática, e poderá ser realizada de duas formas a serem escolhidas
pelo estudante: Trabalho de Conclusão de Curso ou Estágio Supervisionado. A prática
profissional é obrigatória e poderá ser realizado a partir da conclusão do segundo ano.
O estudante será orientado e avaliado em sua prática profissional por um professororientador.
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser executado na modalidade de
projetos de desenvolvimento, objetivando a integração teoria e prática e o princípio da
interdisciplinaridade, devendo contemplar a aplicação dos conhecimentos adquiridos
durante o curso e tendo em vista a intervenção no mundo do trabalho na realidade
social de forma a contribuir para a solução de problemas. O TCC compreende um
projeto de pesquisa ou de extensão que, com foco num determinado problema e objeto
de análise, visa à elaboração, execução e produção individual de uma monografia.
Deve, portanto, possuir planejamento de atividades (projeto), pesquisa e elaboração de
monografia final. A metodologia a ser adotada será através de pesquisas de campo,
levantamento de problemas relativos às disciplinas objeto da pesquisa/extensão e
possíveis soluções para os problemas detectados. Não será permitido como Trabalho
de Conclusão de Curso apenas revisão bibliográfica. Só poderá ser realizado após a
conclusão de todas as disciplinas da matriz curricular.
Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado tem por objetivo oportunizar experiências profissionais
através de atividades inerentes ao desenvolvimento de programas de computador,
manutenção de software, construção de banco de dados, testes e documentação de
sistemas. Portanto, o estágio deve possuir planejamento de atividades de estágio,
elaboração de relatório final, acompanhamento de um professor-orientador em conjunto
com profissional técnico-responsável da empresa promotora do estágio.
A função do estágio pode ser assim resumida: dar um referencial à formação do
estudante; esclarecer seu real campo de trabalho durante sua formação; motivá-lo ao
permitir o contato com o real: teoria-prática; dar-lhe consciência das suas necessidades
teóricas e comportamentais; e dar-lhe uma visão geral do setor produtivo e da empresa
em especial.
145
CAPÍTULO
V
–
CRITÉRIOS
DE
APROVEITAMENTO
DE
ESTUDOS
E
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Segundo o Parecer CNE/CEB nº 39/2004 que reza sobre Aplicação do Decreto
nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio não
é possível a adoção de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores
quando o curso de educação profissional for oferecido na modalidade integrada ao
Ensino Médio.
“A duração dos cursos de Educação Profissional Técnica de nível médio realizados de
forma integrada com o Ensino Médio deverá contemplar as cargas horárias mínimas
definidas para ambos, isto é, para o Ensino Médio e para a Educação Profissional
técnica de nível médio. A esses mínimos exigidos, devem ser acrescidas as cargas
horárias destinadas a eventuais estágios supervisionados, trabalhos de conclusão de
curso ou provas finais e exames, quando previstos pelos estabelecimentos de ensino
em seus projetos pedagógicos.
Não há como utilizar o instituto do aproveitamento de estudos do Ensino Médio para o
ensino técnico de nível médio. Esta parece ser a lógica adotada pelo Decreto nº
5.154/04, principalmente se examinarmos com mais atenção a sua exposição de
motivos. O § 2º do Artigo 4º do referido Decreto não deixa margem para dúvidas.
Define que, na hipótese de adoção da forma integrada, é preciso “ampliar a carga
horária total do curso, a fim de assegurar, simultaneamente, o cumprimento das
finalidades estabelecidas para a formação geral e as condições de preparação para o
exercício das profissões técnicas”. O conteúdo do Ensino Médio é pré-requisito para a
obtenção do diploma de técnico e pode ser ministrado “simultaneamente” com os
conteúdos do ensino técnico. Entretanto, um não pode tomar o lugar do outro. São de
natureza diversa. Um atende a objetivos de consolidação da Educação Básica em
termos de “formação geral do educando para o trabalho” e outro objetiva a preparação
“para o exercício de profissões técnicas”. Neste sentido, são intercomplementares e
devem ser tratados de forma integrada, “relacionando teoria e prática no ensino de
cada disciplina” (Inciso IV do Artigo 35).”
146
CAPÍTULO VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Os critérios gerais de avaliação da aprendizagem seguirão as normas da
Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do
IFBA em vigor:
A avaliação é compreendida como uma prática de investigação processual,
diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa
educativa, com diagnóstico das dificuldades e retro-alimentação, se destina a verificar
se houve aprendizagem e apontar caminhos para o processo educativo. A verificação
do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível,
de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo. A avaliação do
desempenho acadêmico deverá tomar como referência os parâmetros orientadores de
práticas avaliativas qualitativas, a saber:
a) Domínio cognitivo – capacidade de relacionar o novo conhecimento com o
conhecimento já adquirido;
b) Cumprimento e qualidade das tarefas – execução de tarefas com requisitos
previamente estabelecidos no prazo determinado com propriedade, empenho,
iniciativa, disposição e interesse;
c) Capacidade de produzir em equipe – aporte pessoal com disposição,
organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal no desenvolvimento
de habilidades, hábitos, conhecimentos e valores;
d) Autonomia – capacidade de tomar decisões e propor alternativas para solução
de problemas, iniciativa e compreensão do seu desenvolvimento.
Em cada instrumento de avaliação, os parâmetros orientadores de práticas
avaliativas qualitativas deverão ser considerados em conjunto, quando aplicáveis, na
composição da nota. O desempenho do estudante em cada unidade didática será
registrado através de nota, compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0 (dez), e resultante de
pelo menos três instrumentos de avaliação de naturezas diferentes. (Organização
Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA ,
2008)
147
Em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) que
determina a realização de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao ano
letivo, para os casos de baixo rendimento escolar. No decorrer do ano letivo, a
instituição oferecerá oportunidade de aprendizagem aos alunos que necessitam de
apoio face dificuldades momentânea, redirecionando ações de modo que as
dificuldades diagnosticadas possam ser superadas.
O estudante que obtiver nota que represente menos de 60% do valor das
atividades avaliativas terá direito à recuperação da aprendizagem correspondente ao(s)
componente(s) curricular(es) avaliado(s), durante o processo de aprendizagem.
(Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do
CEFET-BA, 2008)
A recuperação da aprendizagem é necessária para o processo de ensino
aprendizagem, já que os diferentes alunos possuem diferentes experiências extraescolares e acadêmicas e podem aprender os conteúdos escolares em momentos
diferenciados.
Será considerado aprovado na etapa do curso o estudante que tiver nota igual ou
superior a 6,0 (seis) em todas as disciplinas ou competências e possuir freqüência igual
ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas desenvolvidas na etapa
co curso.
O Conselho de Classe Final, após análise e discussão, também poderá aprovar o
estudante que possuir freqüência igual ou superior a 75,0 % (setenta e cinco por cento)
do total de horas desenvolvidas na etapa do curso e tiver no mínimo:
a) Média igual ou superior a 5,0 (cinco) em no máximo 2 (duas) disciplinas em
questão.
b) Média igual ou superior a 4,0 (quatro) em apenas 1 (uma) disciplina em
questão.
148
CAPÍTULO VII – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
O Campus de Camaçari realiza temporariamente suas atividades em um prédio
cedido e mantido pela Prefeitura Municipal de Camaçari. Algumas fotos do local e das
instalações físicas podem ser vistas em Anexo.
A fim de complementar a infra-estrutura necessária ao funcionamento da
Unidade de Ensino e do curso, o IFBA, investiu na constituição de 3 (três) laboratórios
de Informática, específicos para o desenvolvimento do curso, organizados em módulos
de 20 computadores, para uso dos alunos em suas atividades de aprendizagem. Estes
laboratórios devem permitir a realização de aulas práticas, bem como a configuração
de cenários de testes e simulação de ambientes de tecnologia da informação, comuns
nas organizações. A manutenção dos equipamentos do laboratório de informática é de
responsabilidade do IFBA.
Os laboratórios possuem computadores equipados com software livre e
proprietário, o que possibilitará ao aluno a diferenciação dos mesmos. Nestes
laboratórios são desenvolvidas atividades práticas e projetos em diversas disciplinas da
área de programação e desenvolvimento de software, bem como de suporte a pesquisa
e realização de trabalhos de conclusão de curso. As especificações básicas dos
equipamentos e dos materiais necessários à montagem dos laboratórios, além da
quantidade de cada item, são mostradas na Tabela 2. Vale ressaltar que a maioria dos
softwares utilizados no curso (mais de 70%) são livres, seguindo a tendência do
governo atual.
Além dos laboratórios, também fazem parte do bem patrimonial, indispensáveis
à implementação da Unidade de Ensino, os itens relacionados na Tabela 3. Está
contemplada a aquisição de títulos para a constituição do acervo bibliográfico conforme
tabela 4.
149
Tabela 2. Quantidade e especificação dos equipamentos e materiais para montagem dos três
laboratórios de informática do Campus Camaçari.
Quantidade
15
01
01
01
01
20
Quantidade
40
02
02
02
02
40
Especificação dos equipamentos para o laboratório de
informática
Computador pessoal com processador 2 GHz, 2 Gb de
memória, disco rígido de 160Gb, sistema operacional
Windows, Pacote Office, SQLServer Express, My-SQL,
Devpascal, PascalZIM, Netbeans, Eclipse e Visual WEB
Developer, DBDesigner, Pacote CS4 (DreamWeaver,
FireWorks, Flash), SQL Manager Lite, Lázarus, Visual Studio
Express 2008.
Projetor de multimídia
Mesa de professor
Quadro branco
Cadeira de professor
Cadeira de aluno
Especificação dos equipamentos para o laboratório de
informática
Computador pessoal DualCore Intel Core 2 E8400, 3000 MHz
(9 x 333), 3 GHz, 4 Gb de memória, disco rígido de 320Gb,
sistema operacional Windows XP Professional, BR Office, SQL
Server Express, My-SQL, Linux, Devpascal, Pascal ZIM,
Netbeans, Eclipse e Visual WEB Developer, Visual c# Express,
DB Designer, Pacote CS4 (DreamWeaver, FireWorks, Flash),
SQL Manager Lite, Lázarus, Visual Studio Express 2005.
Projetor de multimídia
Mesa de professor
Quadro branco
Cadeira de professor
Cadeira de aluno
Tabela 3. Especificação e quantidade dos bens patrimoniais já adquiridos, indispensáveis à
implantação de infra-estrutura necessária ao funcionamento do Campus Camaçari.
Quantidade
Bem patrimonial
01
Sala para reunião
01
Sala para a diretoria
01
Sala para a coordenação pedagógica / psicológica
01
Sala para os registros acadêmicos / protocolo
01
Sala para a coordenação do curso
01
Sala para professores
01
Biblioteca
01
Sala para serviços médicos
150
01
Sala de desenho para 20 alunos
01
Laboratório de medidas elétricas / eletrônica para 20 alunos
03
Laboratórios de informática, especificados acima.
02
Salas de aula para 40 alunos, com projetor de multimídia,
computador, mesa para professor e cadeiras para os alunos.
Tabela 4. Acervo bibliográfico.
Quantidade
Título do Livro
05
Livros - Informática: Terminologia Básica: Windows XP,
Word XP, Excel XP
Autor: MARIO GOMES DA SILVA
Estudo Dirigido de Informática Básica
Autor: MARIA IZABEL N.G. MANZANO ANDRE LUIZ N.G.
MANZANO. Editora: Érica. Edição: 7
Informática Básica
Autor: Alcalde, Eduardo. Editora: MAKRON BOOKS
Como funciona o computador
Autor: White, Ron. Editora: PC Computing
Algoritmos e Programação
Autor: Marco Medina e Cristina Fertig. Editora: Novatec
Lógica de Programação com Pascal
Autor: ANA FERNANDA GOMES ARCENIO. Editora: Makron
Books
Pascal Estruturado: Programa Estrutura de
Computadores
Autor: ET AL. HARRY FARRER CRISTIANO GONÇALVES
BECKER EDUARDO CHAVES FARIA. Editora: LTC. Edição:
3
Lógica para Desenvolvimento de Programação de
Computadores
Autor: JAYR F.DE OLIVEIRA JOSE AUGUSTO NAVARRO
GARCIA MANZANO. Editora: Érica. Edição: 16
Arquitetura de Computadores Pessoais
Autor: RAUL FERNANDO WEBER. Editora: Sagra Luzzatto
Fundamentos de Arquitetura de Computadores
Autor: Weber, Raul Fernando. Editora: Sagra Luzzatto
Introdução A Arquitetura De Computadores
Autor: Vincent P. Heuring, Miles J. Murdocca. Editora: Campus
Editora.
02
05
02
07
07
07
02
07
07
02
05
05
03
Sistemas Operacionais Modernos 2ª Edição (8587918575)
Autor: Andrew S. Tanenbaum. Editora: MAKRON BOOKS
Organização Estruturada de Computadores (8576050676)
Autor: Andrew S. Tanenbaum. Editora: PEARSON /
PRENTICE HAL
Redes de Computadores - Tradução da 4ª Edição
(8535211853)
Autor: Andrew S. Tanenbaum. Editora: CAMPUS
151
05
05
02
05
05
02
02
02
02
02
02
Ano de Edição: 2003. Nº de Páginas: 968
Java: Como Programar
Autor: Deitel, H. M., Deitel, P. J. Editora: Bookman
Core JAVA 2 Fundamentos Vol I
Autor: Horstman Cornell. Volume: I. Editora: Makron Books
Core JAVA 2 Recursos Vol II
Autor: Horstman Cornell. Volume: II. Editora: Makron Books
Introdução a sistemas de banco de dados
Autor: Date, C. J. Editora: Campus
Sistemas de banco de dados
Autor: Korti, Henry F. e Silberschatz, Abranham.
Editora: McGraw-Hill
A empresa na velocidade do pensamento
Autor: Gate, B. Editora: Companhia das letras
A vida digital
Autor: Negroponte, N. Editora: Companhia das letras
A Sociedade da Informação no Brasil – livro verde
Autor: Takahashi, T. Editora: MCT
Capital Intelectual. A nova vantagem competitiva das
empresas
Autor: Stwart, T. A. Editora: Campus
Como tornar-se empreendedor em qualquer idade
Autor: Renato Bernhoeft. Editora: Nobel
O empreendedor
Autor: Ronald Degen. Editora: Makron Books
152
CAPÍTULO VIII – PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO
Para o início das atividades do ano letivo de 2008, o Campus Camaçari contou
com o quadro de professores, por disciplina, apresentado na Tabela 5, ao quais atuam
nos núcleos geral e profissionalizante do Curso Técnico de Nível Médio em Informática.
O preenchimento total das vagas requer a contratação de novos docentes através de
concurso público.
Tabela 5. Número de professores por disciplina necessário para compor o quadro docente
inicial do Curso Técnico de Nivel Medio em Informática.
Disciplinas
Número de Pessoal
Português
01
Inglês
01
História
01
Matemática
01
Informática
02
Educação Física
01
Artes
01
Sociologia Geral e do Trabalho
01
Organização, Normas e Qualidade
01
Segurança, Meio Ambiente e Saúde
01
Eletrotécnica
01
Desenho
01
Além da composição do corpo docente, também faz parte do quadro pessoal os
técnico-administrativos, que dão suporte às atividades administrativas. Inicialmente, o
quadro atual dos técnico-administrativos é mostrado na Tabela 7. A fim de
complementar o quadro de funcionários, também será necessária a contratação de
pessoal aprovado em concurso público, de acordo com a tabela 6.
153
Tabela 6. Quadro de pessoal técnico-administrativo necessário Campus Camaçari para o ano
letivo de 2009.
Funcionário
Número de Pessoal
Técnico Administrativo Nível Superior
1
Analista de TI
Técnico Administrativo Nível Superior
1
Pedagogo
Técnico Administrativo Nível Superior
1
Administrador
Técnico Administrativo Nível Médio
2
Assistente de Alunos
Técnico Administrativo Nível Médio
3
Assistente Administrativo
Técnico Administrativo Nível Médio
Técnico de Tecnologia da Informação
2
Tabela 7. Corpo docente e Técnico atual do Campus Camaçari.
Nome
Affonso José de
Sousa Alves
Filho
Alender
Rodrigues
Brandão Correia
Alessandro
Eduardo de
Almeida Sousa
Alexandre
Magno Ferreira
Diniz
Aline Rita Pereira
Hohenfeld
Ana Paula
Trocoli da Silva
Categoria
Docente
Cargo
Latu Sensu: "Informática Aplicada ao
Ensino de Ciências Exatas" + Engenharia
Prof.
de Agrimensura + Técnico em
Eletrotécnica
Eletrotécnica - Função no Campus
Camaçari: Diretor Geral
Tec. Adm.
Assist.de
Alunos
Docente
Prof. Biologia
Docente
Tec. Adm.
Tec. Adm.
Ana Rita Reis de
Almeida
Docente
Anderson Soares
Passos
Tec. Adm.
Observação
Graduando em Direito (Dias D'Ávila)
Licenciatura em Ciências Biológicas +
Mestrado em Botânica
Engenharia Elétrica+ Esp. em Matemática
Prof.
e Física+Esp. em Gestão da
Eletrotécnica Produção+Mest em Engenharia da
Produção
Téc. Lab.
Graduação em Administração c/ Sistema
Informática de Informação
Assist. em
Graduação em Ciências Contábeis
Adm.
Profª
Licenciatura em Des. e Plástica + Esp. em
Desenho
metodologia do Ens. Superior
Técnico
Téc.
Técnico em Eletrônica
Laboratório
154
Andréia Santos
Ribeiro Silva
Carlos Machado
da Silva
Daiana
Rodrigues de
Oliveira
Daniel Silva
Gomes
Dielson Pereira
Hohenfeld
Dino César
Guerreiro Lima
Edward da Silva
Abreu
Elaine
Cappellazzo
Souto
Elaine dos Reis
Soeira
Eliano Soares da
Silva
Tec. Adm.
Tec. Adm.
Tec. Adm.
Assist. em
Adm.
Graduanda em Administração de
Empresas
Docente
Prof. Artes
Graduação em Artes Plásticas
Docente
Prof. Física
Licenciatura em Física + Mestrado em
História, Filosofia e Ensino de Ciências
Tec. Adm.
Docente
Docente
Tec. Adm.
Docente
Elisa Cristina
Casaes Ferraz
Docente
Eneida Santos
de Santana
Tec. Adm.
Érica Celice
Gomes de
Oliveira
Tec. Adm.
Eudemario
Souza Santana
Docente
Fábio Bastos de
Souza Almeida
Tec. Adm.
Fernanda
Regebe Castro
Docente
Gesiane Miranda
Teixeira
Gilsie Bezerra
Alves Siebra
Helena Luiza
Oliveira Coura
Hingryd Inácio
Freitas
Igor Gomes
Graduação em Biblioteconomia e
Bibliotecária Documentação + Esp. em Metodologia do
Documentalist Ensino Superior - Responsável pelas
atividades da Biblioteca do Campus
a
Camaçari
Assist. de
Graduando em Engenharia Elétrica
Alunos
Docente
Tec. Adm.
Tec. Adm.
Docente
Docente
Técnico de TI Graduação em Ciência da Computação
Licenciatura em Eletrotécnica + Esp. Em
Prof.
Metodologia do Ensino Superior. Função
Eletrotécnica no Campus Camaçari: Chefe do Deptº de
Ensino
Profª.
Graduação em Educação Física +
Educação
Mestrado em Ciência do Desporto
Física
Licenciatura em Pedagogia + Esp. em
Pedagoga
Educação e Tecnologias (Dias D'Ávila)
Prof. Física
Licenciatura em Física
Profª
Desenho
Graduação em Arquitetura
Técnico
Bibliotecária
Graduação em Biblioteconomia e
Documentalist
Documentação (Dias D'Ávila)
a
Assist. em
Adm.
Graduação em Ciências Contábeis
Graduação em Engenharia Elétrica com
Prof.
habilitação em Eletrotécnica + Mestrado e
Eletrotécnica
Doutorado em Eng. Elétrica
Graduação em Sistemas de InformaçãoAnalista de TI Responsável pelas atividades da Coord. de
Informática do Campus Camaçari
Graduação em Informática + Mestrado
Profª
Interdisciplinar em Modelagem
Informática
Computacional
Profª
Bacharelado em Informática + Mestrado
Informática em Modelagem Computacional
Psicóloga
Graduação em Psicologia
Pedagoga
Graduação em Pedagogia +
Especialização em Educação Ambiental Função no Campus Camaçari: Assistente
do Deptº de Ensino
Profª
Licenciatura e Bacharelado em Geografia
Geografia
Prof. História Licenciatura em História
155
Santos
Jailton Weber
Gomes
Joaquim
Monteiro de
Souza Lira Júnior
Docente
Tec. Adm.
Josan de Freitas
Rocha
Docente
Josildo Pereira
da Silva
Docente
Kleber Morbeck
Spínola Alves
Luciene Santos
Carvalho
Luís Claudio
Silva Lima
Madilene
Gandarela
Soares Silveira
Manoela
Sampaio
Rezende
Tec. Adm.
Docente
Tec. Adm.
Docente
Prof.
Graduação em Manutenção Elétrica +
Eletrotécnica Espec. em Automação Industrial
Médico
Graduação em Tecnologia em Manutenção
Eletrotécnica Elétrica - Função no Campus Camaçari:
Coord. Geral do Curso Eletrotécnica
Graduação em Ciências Contabeis +
Prof. Lóg. e
Espec. em Computação Científica +
Programação
Mestrado em Modelagem Computacional
Assist. em
Graduação em Medicina Veterinária (Dias
Adm.
D'Ávila)
Licenciatura em Química Aplicada + Mest.
Profª Química
e Dout. Quimica
Graduação em Ciências Sociais - Função
Assist. em
no Campus Camaçari: Assistente do Deptº
Adm.
de Administração
Profª
Desenho
Graduação em Arquitetura
Técnico
Tec. Adm.
Assist. em
Adm.
Tec. Adm.
Assist. em
Adm.
Marcos Bispo
dos Santos
Docente
Prof.
Português
Marcos
Fernando Costa
de Carvalho
Docente
Prof. Inglês
Marcio Santana
Bestetti
Milena Vergne
de Abreu Oliveira
Murilo Santos
Patrícia Santos
Costa
Paula Roberta
Sá do
Nascimento
Paulo Moura
Alves Barreiros
Rafael Gomes
Wanderley
Reginaldo Otávio
da Mata Neto
Rejane Alves
Ferreira
Tec. Adm.
Docente
Tec. Adm.
Tec. Adm.
Tec. Adm.
Docente
Tec. Adm.
Tec. Adm.
Graduação em Medicina
Graduanda em Psicologia
Graduação em Administração de
Empresas - Função no Campus Camaçari:
Diretor do Deptº de Administração
Licenciatura em Letras Vernáculas+
Mestrado em Lingüística Aplicada +
Doutorado em Lingüística Aplicada
Licenciatura em Letras Inglês + Espec.
Rel. Públicas
Graduanda em Pedagogia - Responsável
pelas atividades do Protocolo do Campus
Camaçari
Graduação em Adm. c/ Habilitação Análise
Prof.
de Sistemas + Especialização em Redes e
Informática
Telecomunicações
Assist. em
Graduação em Administração de
Adm.
Empresas
Graduação em Serviço Social +
Assist. Social Especialização em Comportamento
Organizacional e Gestão de RH
Assist. em
Licenciatura em Educação Física
Adm.
Prof. SMAS /
Graduação em Direito
ONQ
Graduação em Sistemas de Informação +
Analista de TI
Especialização em Aplicações WEB
Graduanda em Enfermagem Tec.
Responsável pelas atividades
Enfermagem administrativas do Serviço Médico do
Campus Camaçari
Assist. em
Adm.
156
Renê Petronilo
de Souza
Docente
Risiberg Ferreira
Teixeira
Docente
Roberto Luiz
Meirelles Borel
Tec. Adm.
Rosangela de
Araujo Santos
Docente
Sueli dos
Prazeres Santos
Docente
Suzete Viana
Nascimento
Tec. Adm.
Terezinha de
Jesus Santana
Tec. Adm.
Valdencastro
Pereira Vilas
Boas Júnior
Docente
Verônica Maria
de Queiroz Costa
Tec. Adm.
Vinícius Saraiva
Santos
Tec. Adm.
Walter Accioly
Costa Porto
Docente
Wesley Barbosa
Correia
Docente
Graduação em Eng. Elétrica + Bacharel em
Prof.
Ciências da Computação + Técnico
Eletrotécnica
eletrotécnica
Graduação em Tecnologia e
Prof.
Processamento de dados+Esp. Informática
Informática na Educação - Função no Campus
Camaçari: Coord. Extensão Dias D'Ávila
Licenciatura em Educação Física - Função
Assist. em
no Campus Camaçari: Coord. de Registros
Adm.
Escolares
Ciência da Computação com Ênfase em
Análise de Sistemas + Mestranda em
Profª
Mecânica Computacional - Função no
Informática
Campus Camaçari: Coord. Geral do Curso
Técnico de Nivel Medio em Informática
Profª
Licenciatura em Matemática +
Matemática Especialização em Educ. Matemática
Graduação em Pedagogia +
Pedagoga
Especialização em Metodologia de
Pesquisa e Extensão em Educação
Graduação Secretariado Executivo.
Assist. em
Função no Campus Camaçari: Gerente da
Adm.
Divisão de Materiais e Patrimônio
Prof.
Matemática
Graduação em Matemática
Graduação em Administração de
Empresas - Função no Campus Camaçari:
Chefe de Gabinete
Graduando em Administração de
Técnico de TI
Empresas
Licenciatura em Matemática + MBA em
Prof.
Gestão Empresarial + Mestrado em
Matemática
Administração
Lic. Letras Vernáculas + Esp.Literatura e
Prof.
Est. Culturais + Mest.Lit.e Diversidade
Português
Cultural + Doutourando Teoria e Crítica da
Cult. e Literatura
Assist. em
Adm.
157
CAPÍTULO IX – CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Aqueles diplomas que corresponderem a cursos desenvolvidos de acordo com a
forma integrada de organização curricular, prevista no Inciso I do Artigo 4º do Decreto
5.154/2004, atestarão tanto a conclusão do Ensino Médio, para fins de continuidade de
estudos no nível da Educação Superior, quanto à correspondente habilitação
profissional de técnico de nível médio e, “quando registrado terá validade nacional”
(Parágrafo Único do Artigo 41). Parecer CNE/CEB 39/2004
Aos alunos que cursarem todos os três anos do Curso, com assiduidade e
aproveitamento mínimos previstos na legislação vigente, e tiverem realizado a prática
profissional, será conferido Diploma de Técnico de Nível Médio em Informática e terá
validade tanto para fins de habilitação profissional, quanto para fins de certificação do
Ensino Médio, para a continuidade de estudos na Educação Superior (Art. 7º da
Resolução CNE/CEB 01/2005).
158
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MUNICIPIO. Desenvolvimento e bem-estar social, Disponível em:
http://www.camacari.ba.gov.br/cidade2.php, Acessado em 09/07/ 2008.
COMPUTERWORLD. Barros, Fábio. Empresas de TI tomam para si a tarefa de
formar
mão-de-obra,
Disponível
em:
http://computerworld.uol.com.br/carreira/2008/07/10/empresas-de-ti-tomam-para-si-atarefa-de-formar-mao-de-obra/, Acessado em 11/07/ 2008.
CERRADO. Camaçari-BA, a potência industrial do Nordeste. Disponível em:
file:///E:/Cama%C3%A7ari-projeto/Cama%C3%A7ariBA,%20a%20pot%C3%AAncia%20industrial%20do%20Nordeste_%20(by%20cerradomar%C3%A7o-2007)%20-%20SkyscraperCity.htm. Acessado em 09/06/2008.
OLIVEIRA, Rogério Amigo de. Informática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
NORTON, Peter. Introdução a Informática. São Paulo: Pearson Makron Books, 1996.
MONTEIRO, Rodrigo Fernandes et al. Tecnologia da Informação para Todos.
Coleção Entenda e Aprenda. São Paulo: Bei Comunicação, 2002.
159
ANEXO
Fachada do prédio
160
Laboratório 1 de Informática
Sala de desenho
161
Laboratório de medidas Elétricas / eletrônica
162
Download

Projeto do Curso Técnico em Informática