Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Projeto: CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM INFORMÁTICA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO Proponente: CAMPUS DE CAMAÇARI Camaçari – BA Agosto/2011 REITORA DO IFBA - Profª Aurina Oliveira Santana DIRETOR DO IFBA / CAMPUS CAMAÇARI - Prof. Affonso José de Sousa Alves Filho CHEFE DO DEPEN DO IFBA / CAMPUS CAMAÇARI - Prof. Edward Da Silva Abreu COMISSÃO DE ELABORAÇÃO - Profª. Fernanda Regebe Castro - Profª. Gesiane Miranda Teixeira - Prof. Josildo Pereira da Silva - Prof. Risiberg Ferreira Teixeira - Profª. Rosangela de Araújo Santos - Suzete Viana Nascimento - Pedagoga CNPJ 10.764.307/0008-99 Razão Social: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Nome de Fantasia: Instituto Federal da Bahia Sigla: IFBA Unidade de Ensino: Campus Camaçari Esfera Administrativa: Federal Endereço Av. Eixo Central, s/n - Centro Cidade/UF/CEP Camaçari / BA / 42.800-000 Telefone/Fax (71) 3621 - 0708 E-mail de contato [email protected] Site da unidade http://www.camacari.ifba.edu.br/ Eixo Tecnológico Informação e Comunicação Habilitação, qualificações e especializações 1. Habilitação: TÉCNICO EM INFORMÁTICA Carga Horária: 3000 horas Estágio: 360 horas SUMÁRIO CAPÍTULO I – JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS ............................................................ 2 CAPÍTULO II – REQUISITOS DE ACESSO .................................................................... 8 FORMA DE INGRESSO .............................................................................................. 8 MATRÍCULA ................................................................................................................ 8 CAPÍTULO III – PERFIL DO CONCLUINTE.................................................................... 9 CAPÍTULO IV – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ........................................................ 13 CAPÍTULO V – CRITÉRIOS DE APRO VEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ............................................................................................................ 16 CAPÍTULO VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ........................ 147 CAPÍTULO VII – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ............................................... 149 CAPÍTULO VIII – PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ................................................. 153 CAPÍTULO IX – CERTIFICADOS E DIPLOMAS ......................................................... 158 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................ 159 CAPÍTULO I – JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS A oferta do curso iniciou quando o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, IFBA, ainda era Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia CEFET-BA O Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA) foi criado através da Lei 8.711, de 28 de setembro de 1993, e tem a característica marcante e singular de ser uma entidade que oferece, em uma única organização institucional, educação tecnológica profissional em todos os níveis: básico (cursos de qualificação, requalificação e reprofissionalização de jovens, adultos e trabalhadores em geral, com qualquer nível de escolarização), técnico (habilitação profissional de nível médio), superior (cursos de licenciatura, bacharelado e de tecnologia), pós-graduação e o Ensino Médio. Além disso, o CEFET-BA possui uma estrutura multicampi, com unidades de ensino distribuídas em diversas regiões estratégicas do Estado da Bahia1. Como exemplos podem ser citadas a sede, em Salvador, uma unidade avançada, na cidade de Simões Filho, e as Unidades de Ensino (UEs), nas cidades de Barreiras, Eunápolis, Valença, Vitória da Conquista, Porto Seguro, Santo Amaro e Camaçari1,2 O ensino no CEFET-BA, atinge várias áreas do conhecimento e os seus cursos e currículos seguem uma dinâmica que permite uma constante renovação frente às inovações pedagógico-educacionais, bem como uma integração às mudanças nos processos produtivos (novas tecnologias, sistemas de trabalho e de produção, etc.). Desse modo, o CEFET-BA busca continuamente sua reestruturação, a fim de acompanhar e atender a crescente transformação da sociedade, perseguindo estrategicamente os caminhos que possibilitem responder pelas questões e demandas da comunidade1. E é dentro deste contexto que o CEFET-BA vem sofrendo diversas mudanças em sua estrutura acadêmica, desde as implementações das alterações no sistema organizativo da educação tecnológica profissional, introduzidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96). Entre essas mudanças podem ser citadas a implantação, em 1998, dos cursos superiores de Engenharia Industrial Elétrica, Engenharia Industrial Mecânica e o de Bacharelado em Administração - Habilitação em Administração Hoteleira, a interiorização do Ensino 1 2 www.cefetba.br/index_2.htm, acessado em 05/01/2008. www.camacari.cefetba.br/instituicao.htm, acessado em 05/01/2008. 2 Superior com o curso de Licenciatura em Matemática na Unidade de Ensino de Eunápolis, em 2005, e a implantação, em 2006, do curso de Engenharia Elétrica na Unidade de Ensino de Vitória da Conquista1. Em 2008, recebeu o nome de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - IFBA. Considerando a importância sócio-econômica e cultural da Educação Profissional e Tecnológica de boa qualidade para a população brasileira, bem como a necessidade das empresas em contratar mão-de-obra qualificada, o Governo Federal decidiu ampliar sua atuação nessa área e criou, em 2005, o Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Tecnológica, que foi dividido em duas fases. Na Fase I foi prevista a criação de 42 novas unidades e, na Fase II, mais 150 novas Escolas em todo o Brasil3. No Estado da Bahia, como parte integrante da Fase de Expansão I, iniciouse, em 2006, o processo de transformação do Campus de Simões Filho em uma nova Unidade de Ensino e a implantação das Unidades de Ensino de Santo Amaro, de Porto Seguro e de Camaçari. Com o início da Fase de Expansão II está prevista a construção, até 2010, de novas Unidades do IFBA em Ilhéus, Jacobina, Bom Jesus da Lapa, Irecê, Feira de Santana, Seabra, Jequié e Paulo Afonso4., Inaugurada em 03 de outubro de 2007, o Campus do IFBA em Camaçari, iniciou suas atividades em novembro deste ano, oferecendo, inicialmente, cursos de extensão à comunidade. Estes cursos compreendem um processo de integração do desenvolvimento pedagógico, cultural e científico, ao qual se propõe o IFBA, articulando o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabilizando as ações desta instituição diretamente na sociedade, o que vem a caracterizar o compromisso social da Instituição Pública. Os seguintes cursos de extensão foram oferecidos à comunidade de Camaçari: Informática Básica, Eletricidade Básica, Comandos Elétricos, Projetos de Instalações Elétricas em Locais de Habitação, Desenho Técnico e Projeto Elétrico Predial no AutoCAD. A partir de fevereiro 2008, iniciou-se o ano letivo, com dois cursos de educação profissional, nas modalidades: integrada e subseqüente, nas áreas de Eletrotécnica e de Informática, perfazendo um total de 300 vagas oferecidas. Segundo, OLIVEIRA, Informática é a ciência que estuda como as informações são coletadas (dados), organizados, tratadas e comunicadas. Esta ciência busca meios 3 http://www.servidorpublico.net/noticias/2008/01/02/brasil-tera-354-escolas-tecnicas-em-2010, Acessado em 05/01/2008. 4 www.cefetba.br/index_2.htm, acessado em 05/01/2008. 3 para obter mais rapidez no processamento e maior proteção (segurança) para as informações geradas através do mesmo. Hoje em dia, a sociedade vive na era da informação, abrangendo todos os setores, desde a indústria, comércio, na área financeira, na área de saúde, na área de ensino, entre outros. Devido à implantação de sistemas computacionais em todos estes setores, o mercado de trabalho vem exigindo que os profissionais, de diversas áreas, estejam familiarizados com as ferramentas computacionais, além de criar uma demanda para profissionais que sejam capazes de construir, implantar e manter o funcionamento destes sistemas. Um destes profissionais é o Técnico em Informática, que utiliza o computador como sua principal ferramenta de trabalho. Segundo, NORTON, já na década de 90, o impacto do computador sobre as empresas ia muito além do volume de transações de dados. Nas últimas décadas, os computadores alteraram radicalmente as práticas comerciais, não apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo, um exemplo disso é o comércioeletrônico através da internet5. Outro setor beneficiado pela internet é o de serviços: Correios, Receita Federal, Detran, Supremo Tribunal Federal, Caixa Econômica Federal, dentre outros. Estes serviços exercem um importante instrumento de cidadania. (MONTEIRO et al, 2002) Esse curso foi criado e implantado no Campus Camaçari com o intuito de atender a uma grande demanda das empresas locais, da região metropolitana de Salvador, que possui um crescente e promissor pólo industrial, e do mercado nacional. Desse modo, pretende-se suprir a enorme carência de profissionais qualificados nessa área e contribuir com o desenvolvimento sócio-econômico da região e do país. De acordo com o Presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Prof. José Carlos Maldonado, poucos jovens têm se interessado pelo setor de TI, apesar do elevado potencial de crescimento dessa área no Brasil (10 % ao ano), em relação ao resto do mundo (3 % ao ano)6. O mercado nacional já está precisando de profissionais qualificados nessa área e o Ministério da Ciência e Tecnologia já estima, em médio prazo, um déficit de 3 milhões de recursos humanos em TI5. A área de TI também é considerada prioritária para o desenvolvimento do país. Através de uma parceria entre os governos municipal, estadual e federal foi planejada a implantação de um parque tecnológico em Salvador, denominado Tecnovia, visando o 5 Enorme rede que liga muitos computadores científicos, de pesquisa e educacionais do mundo, e também algumas redes comerciais; também chamada NET (rede). 6 http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8196, Acessado em 05/01/2008. 4 desenvolvimento e aprimoramento de áreas de interesse, tais como a Biotecnologia, Energias Limpas e Tecnologia da Informação, em termos de ensino, pesquisa e extensão. A Tecnovia ocupará uma área de mais de meio milhão de metros quadrados, na Avenida Paralela, próxima ao aeroporto de Salvador, e será um habitat de inovação para atrair e desenvolver empresas de base tecnológica, abrigando incubadoras de empresas, centros de pesquisa e desenvolvimento, laboratórios e núcleos de pesquisa, além de possuir áreas compartilhadas para a interação entre universidades e empresas. A Tecnovia, coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), contemplará os setores acadêmico, empresarial e público, e será um parque gerador de emprego e renda para profissional qualificado7. Segundo Fabio Barros, do COMPUTERWORLD (2008), a carência de profissionais especializados leva companhias a investirem na qualificação de estudantes do ensino médio e superior. Algumas parcerias entre universidades e empresas começaram a surgir para incentivar jovens que concluíram o ensino médio, a procurar cursos de Informática, de modo que estes pudessem aprimorar os seus conhecimentos antes de adentrar a universidade, assim como o daqueles que já se encontram nos cursos de graduação. Em muitos casos, também visando diminuir o êxodo dos jovens para as grandes capitais, em busca de sua inserção no mercado de trabalho. Outras empresas, como a Tivit se preocupam em formar seus próprios profissionais, estabelecendo parcerias, com a universidade Anhanguera, por exemplo, oferecendo descontos especiais para que seus funcionários possam ter acesso ao ensino superior. A DTS Consulting e a prefeitura de Santana do Parnaíba (SP) firmaram também uma parceria, em dezembro do ano passado, com o objetivo de transformar jovens que recentemente concluíram o ensino médio em trainees da área de tecnologia. O município de Camaçari, a potência industrial do nordeste, situado na região metropolitana, localizado a 42 Km da cidade de Salvador, com acessos pela BR-324, BA-093, BA-099 e BA-535, surge como um local estratégico e privilegiado para a implantação de uma unidade, devido à sua localização próxima aos complexos industriais mais importantes da Bahia (o Centro Industrial de Aratu – CIA, cuja extensão engloba os municípios de Lauro de Freitas, Simões Filho e Candeias, e o Pólo Petroquímico). Além disso, conta com uma população de 220.495 habitantes, a 7 http://www.fapesb.ba.gov.br/cti/noticias/noticia.2007-04-02.7404557487/?searchterm=resolvidos, Acessado em 07/12/2007. 5 instalação de uma Escola nesse município beneficiaria muitos estudantes que precisam se deslocar por vários quilômetros, em sistema de transporte precário, para ter acesso ao Campus do IFBA, localizadas no centro de Salvador ou Simões Filho8. O município de Camaçari registra um crescimento no afluxo de empresas, que se instalam principalmente no Pólo Petroquímico, e tem grande potencial para empreendimentos. O Pólo conta com centenas de empresas químicas, petroquímicas e de outros ramos de atividade, como indústria automotiva, de celulose, metalurgia do cobre, têxtil, bebidas e serviços. Com a atração de novos empreendimentos para a Bahia, o Pólo Industrial de Camaçari experimenta novo ciclo de expansão, gerando mais oportunidades de emprego e renda para o Nordeste. A produção de automóveis pela Ford, no Pólo de Camaçari, consolida a trajetória de diversificação no Complexo Industrial e amplia as perspectivas de integração do segmento petroquímico com a indústria de transformação. (CERRADO-março,2007). Tendo em vista todos esses aspectos, o objetivo deste projeto é firmar relevância da constituição da Unidade de Ensino do IFBA no município de Camaçari, com a oferta do Curso Técnico de Nível Médio em Informática à comunidade desta cidade. Com isso, se busca contribuir para a difusão dessa área de atuação no Estado da Bahia, e fornecer mais oportunidades para a formação de profissionais qualificados, que estejam aptos a suprir as potencialidades locais do mercado de trabalho. Atualmente o Campus de Camaçari ocupa as instalações cedidas pela Prefeitura Municipal de Camaçari, em caráter provisório, até a conclusão das obras de construção de sua sede própria, atendendo satisfatoriamente aos requisitos básicos para o funcionamento inicial do referido curso. As modificações necessárias na infraestrutura do local que abriga a Escola, tais como reformas, foram realizadas por meio de convênio firmado entre o IFBA e a Prefeitura Municipal de Camaçari. O Curso Técnico de Nível Médio em Informática tem como objetivo formar profissionais técnicos, com postura ética e com elevado grau de responsabilidade social, capaz de planejar, desenvolver e fornecer suporte e manutenção de sistemas e de tecnologias de processamento e transmissão de dados e informações. Os objetivos específicos do curso compreendem a formação de Técnicos em Informática aptos a: 8 http://www.camacari.ba.gov.br/cidade2.php, Acessado em 09/07/ 2008. 6 • Codificar, em linguagem de programação, um programa ou sistema especificado por um Analista de Sistemas; • Desenvolver aplicações para a internet; • Especificar, instalar e utilizar computadores; • Instalar e utilizar softwares; • Interligar sistemas de computadores; • Realizar manutenção em sistemas de informática. 7 CAPÍTULO II – REQUISITOS DE ACESSO FORMA DE INGRESSO O ingresso ao Curso Técnico de Nível Médio em Informática far-se-á por meio de processo seletivo, devendo o numero de vagas atender ao que está designado no Plano de Curso, conforme a possibilidade física e técnica da Unidade de Ensino de Camaçari. O acesso ao Curso Técnico de Nível Médio em Informática, na modalidade Integrada ao Ensino Médio será feito através do processo seletivo aberto ao público, com prova escrita de conteúdos ministrados no Ensino Fundamental. Estarão aptos à realização do exame aqueles alunos que já concluíram ou que estejam cursando a ultima série do Ensino Fundamental. O Processo Seletivo para acesso regular ao curso será oferecido uma vez ano e obedecerá aos trâmites de todos os cursos técnicos do IFBA segundo critérios institucionais. MATRÍCULA Oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental, sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino, contando com matrícula única para cada aluno. (Decreto 5.154/2004, inciso I do § 1º do Artigo 4º). Os critérios gerais de matrícula seguirão as normas da Organização Didática dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em vigor, no IFBA. 8 CAPÍTULO III – PERFIL DO CONCLUINTE O egresso do Curso Técnico de Nível Médio em Informática, na modalidade Integrada ao Ensino Médio, com qualificação em Desenvolvimento de Sistemas estará apto a realizar atividades de especificação, implementação, avaliação e suporte de software e em tecnologias de processamento e transmissão de dados, aspectos organizacionais e humanos, visando às aplicações na produção de bens, serviços e conhecimentos. Competências gerais atribuídas ao Técnico de Nível Médio em Informática, com qualificação em Desenvolvimento de Sistemas: Desenvolver algoritmos através de divisão modular e refinamentos sucessivos. Aplicar linguagens e ambientes de programação no desenvolvimento de software. Organizar a coleta e documentação de informações sobre o desenvolvimento de softwares. Compreender, desenvolver e utilizar sistemas de gerenciamento de banco de dados. Identificar o funcionamento e relacionamento entre os componentes de computadores e seus periféricos. Instalar e configurar computadores, isolados ou em redes, periféricos e softwares. Identificar a origem de falhas no funcionamento de softwares avaliando seus efeitos. Analisar e operar os serviços e funções de sistemas operacionais. Identificar arquiteturas de redes. Identificar meios físicos, dispositivos e padrões de comunicação, reconhecendo as implicações de sua aplicação no ambiente de rede. 9 Competências e habilidades básicas, comuns a todos os concluintes dos cursos técnicos de nível médio, organizadas em três áreas de conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação. Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas. Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção. Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade. Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais. Entender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação, associá-las aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte e aos problemas que se propõem solucionar. Entender a natureza das tecnologias da informação como integração de diferentes meios de comunicação, linguagens e códigos, bem como a função integradora que elas exercem na sua relação com as demais tecnologias. Entender o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias Compreender as ciências como construções humanas, entendendo como elas se desenvolvem por acumulação, continuidade ou ruptura de 10 paradigmas, relacionando o desenvolvimento científico com a transformação da sociedade. Entender e aplicar métodos e procedimentos próprios das ciências naturais. Identificar variáveis relevantes e selecionar os procedimentos necessários para a produção, análise e interpretação de resultados de processos ou experimentos científicos e tecnológicos. Compreender o caráter aleatório e não determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinação de amostras e cálculo de probabilidades. Identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variáveis, representados em gráficos, diagramas ou expressões algébricas, realizando previsão de tendências, extrapolações e interpolações e interpretações. Analisar qualitativamente dados quantitativos representados gráfica ou algebricamente relacionados a contextos socio-econômicos, científicos ou cotidianos. Entender a relação entre o desenvolvimento das ciências naturais e o desenvolvimento tecnológico e associar as diferentes tecnologias aos problemas que se propuseram e propõem solucionar. Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências naturais na sua vida pessoal, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. Aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. Compreender conceitos, procedimentos e estratégias matemáticas e aplicálas a situações diversas no contexto das ciências, da tecnologia e das atividades cotidianas. 11 Ciências Humanas e suas Tecnologias Compreender os elementos cognitivos, afetivos, sociais e culturais que constituem a identidade própria e dos outros. Compreender a sociedade, sua gênese e transformação e os múltiplos fatores que nelas intervêm, como produtos da ação humana; a si mesmo como agente social; e os processos sociais como orientadores da dinâmica dos diferentes grupos de indivíduos. Compreender o desenvolvimento da sociedade como processo de ocupação de espaços físicos e as relações da vida humana com a paisagem, em seus desdobramentos político-sociais, culturais, econômicos e humanos. Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as às práticas dos diferentes grupos e atores sociais, aos princípios que regulam a convivência em sociedade, aos direitos e deveres da cidadania, à justiça e à distribuição dos benefícios econômicos. Traduzir os conhecimentos sobre a pessoa, a sociedade, a economia, as práticas sociais e culturais em condutas de indagação, análise, problematização e protagonismo diante de situações novas, problemas ou questões da vida pessoal, social, política, econômica e cultural. Entender os princípios das tecnologias associadas ao conhecimento do indivíduo, da sociedade e da cultura, entre as quais as de planejamento, organização, gestão, trabalho de equipe, e associá-las aos problemas que se propõem resolver. Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências humanas sobre sua vida pessoal, os processos de produção, o desenvolvimento do conhecimento e a vida social. Entender a importância das tecnologias contemporâneas de comunicação e informação para o planejamento, gestão, organização, fortalecimento do trabalho de equipe. Aplicar as tecnologias das ciências humanas e sociais na escola, no trabalho e outros contextos relevantes para sua vida. 12 CAPÍTULO IV – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Curso Técnico de Nível Médio em Informática, na modalidade integrada ao Ensino Médio, com qualificação em Desenvolvimento de Sistemas, integra o ensino de formação geral ao ensino técnico profissionalizante. É importante ressaltar que, como se trata de um curso único, realizado de forma integrada e interdependente, não será possível concluir o Ensino Médio de forma independente da conclusão do ensino técnico de nível médio e, muito menos, o inverso. Não são dois cursos em um, com certificações independentes. Trata-se de um único curso, cumprindo duas finalidades complementares, de forma simultânea e integrada, nos termos do projeto pedagógico da escola que decidir oferecer essa forma de profissionalização a seus alunos, garantindo que todos os componentes curriculares referentes às duas finalidades sejam oferecidos, simultaneamente, desde o início do curso (Parecer CNE/CEB 39/2004). Os conteúdos do Ensino médio atendem aos objetivos de consolidação da Educação Básica, em termos de “formação geral do educando para o trabalho” enquanto que os conteúdos do ensino técnico objetivam a preparação “para o exercício de profissões técnicas”. Neste sentido, são intercomplementares e devem ser tratados de forma integrada, “relacionando teoria e prática no ensino de cada disciplina” (LDB 9.394/96 Inciso IV do Artigo 35). Para organizar didaticamente os conteúdos, as bases tecnológicas abordadas no curso estão distribuídas em disciplinas, mas é a articulação delas que irá desenvolver as competências e habilidades desejadas visto que os conhecimentos são completares uns dos outros. Portanto, todos os componentes curriculares devem ser desenvolvidos de forma integrada, desde o início até o final do Curso. O Curso será desenvolvido em 3 (três) séries seqüenciais mais 360 horas de Estágio Curricular Obrigatório ou a elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), supervisionado por um professor. A escolha deve ser feita pelo aluno após ter concluído o segundo ano. As disciplinas estão distribuídas ao longo das três séries em dois grupos: Núcleo Comum - idêntico em todos os cursos de nível médio da modalidade integrada do IFBA e Núcleo Profissionalizante – matérias da área de informática. A Matriz Curricular, apresentada na Tabela 1, mostra a distribuição de 13 disciplinas e carga horária das matérias do núcleo comum e do núcleo profissionalizante. À carga horária total de disciplinas, são acrescidas 360 horas para a Prática Profissional. Esta prática profissional terá a finalidade de complementar o processo ensino-aprendizagem em termos de experiências práticas e poderá ser realizada: • Na própria instituição, em empresas ou instituições públicas ou privadas, devidamente conveniadas com o IFBA e que apresentem condições de propiciar tais experiências na área de formação do aluno, ou; • A elaboração de um trabalho de conclusão de curso (TCC). 14 Tabela 1. Matriz Curricular do Curso Técnico de Nivel Medio em Informática com qualificação de Desenvolvimento de Sistemas, na Modalidade Integrada. 15 DISCIPLINAS DO 1º ANO NÚCLEO COMUM Curso: Técnico em Informática Disciplina: Língua Portuguesa Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 120h (144h/a) 4 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) COMPETÊNCIAS Compreender a linguagem como um sistema simbólico e meio de expressão, informação e comunicação nas relações interpessoais; Compreender e usar a língua portuguesa como geradora de significação e integradora da organização de mundo e da própria identidade; Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção; Recuperar pelo estudo dos textos o imaginário coletivo, o patrimônio cultural e as formas temas preservados, no tempo e no espaço; Respeitar a diversidade lingüística reconhecendo-a como uma propriedade das línguas naturais; Compreender a língua portuguesa como instrumento para confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal; Ler e produzir textos diversos: ficcionais, não-ficcionais e comerciais ou administrativos. HABILIDADES Análise lingüística Reconhecer a língua como um sistema composto por diversos níveis – o fonético, o morfológico, o sintático, o semântico, o pragmático, o enunciativo, o textual, o discursivo e o retórico – e identificá-los; Reconhecer a língua como um sistema heterogêneo e adequar o uso das variedades lingüísticas às situações de interação sociocomunicativa; Caracterizar os três diferentes tipos de gramática: normativa, descritiva, internalizada; Caracterizar as linguagens verbal, não-verbal e digital e conhecer os fatores que determinam sua utilização nos diversos gêneros textuais; Identificar e utilizar corretamente os mecanismos formais através dos quais se manifestam as categorias de pessoa, espaço e tempo no uso efetivo da linguagem; Caracterizar a linguagem escrita e a oral, bem como utilizar corretamente essas modalidades nas produções textuais; Identificar e utilizar os mecanismos de coesão referencial na leitura e produção de textos. Leitura Compreender a linguagem como um elemento simbólico através do qual são construídas as diversas representações sociais sobre todos os assuntos; Entender o texto como uma unidade que materializa e dá forma a uma série de fragmentos 16 discursivos e que obtém sua unidade do fato de possuir uma intenção comunicativa específica; Compreender que todo texto só se concretiza na relação dialógica entre o autor e o leitor; Entender que os textos são agrupados de maneira específica, considerando os ramos das atividades humanas das quais se originam; Caracterizar diferentes gêneros textuais a partir de sua forma composicional, seu tema seu estilo. Entender a função comunicativa dos tipos textuais na composição de gêneros diversos; Entender o texto como uma forma de ação através da qual o locutor realiza diversos micro e macroatos de fala; Compreender que todo texto tem um leitor pressuposto. Diante disso, deve-se identificar os fatores de coerência que um leitor não esperado deve conhecer para compreender o texto; Compreender que todo assunto pode ser interpretado de maneira diferente considerando o domínio discursivo em que se encontra. Produção textual Planejar a produção textual de acordo com a intenção comunicativa; Utilizar os diferentes níveis de estruturação da língua na produção de textos, considerando as especificidades do gênero e da situação comunicativa; Situar a produção textual em domínios discursivos específicos tendo em vista as condições de produção e o contexto comunicativo; Produzir gêneros textuais tendo em vista o propósito comunicativo; Utilizar corretamente, e de acordo com os efeitos de sentido pretendidos, os tipos textuais na composição dos gêneros; Pontuar adequadamente os textos, considerando os objetivos da produção textual; Grafar adequadamente as palavras, tendo em vista o gênero textual a ser produzido; Utilizar corretamente os mecanismos de coesão referencial e os fatores de coerência na produção de textos; Conhecer e selecionar as técnicas argumentativas adequadas ao projeto discursivo seja oral ou escrito. Literatura Compreender a especificidade do texto literário; Caracterizar a linguagem e o estilo literário em diferentes períodos; Conhecer os níveis enunciativos da produção literária; Conhecer mecanismos de recepção do texto literário; Compreender o papel do autor no processo de leitura do texto literário; Compreender que o mundo descrito na obra literária é constituído de duas faces: uma ficcional e discursiva; Compreender a relação entre literatura e música, cinema e teatro; Ler e analisar gêneros literários nacionais e internacionais. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Análise lingüística Fonema, morfema, frase, oração, período, texto, discurso, retórica; História da língua portuguesa Variação lingüística, idioleto, socioleto, Variação social, espacial, temporal, jargão, gíria; Signo e símbolo; Nomes/substantivos Pronomes pessoais e possessivos; 17 Pronomes demonstrativos e advérbios de lugar; Advérbios de tempo e verbo; Pessoas do discurso; Apagamento da subjetividade Referenciação; Anáfora e catáfora; Coesão gramatical e lexical. Leitura Língua e linguagem; Domínios discursivos; Dialogismo; Gêneros e tipos textuais; Atos de fala Leitor virtual e leitor modelo; Coerência textual; Interdiscursividade; Expressões idiomáticas; Ditados populares; Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça, ética. Produção textual Língua e linguagem; Domínios discursivos; Dialogismo; Plano textual; Gêneros e tipos textuais; Atos de fala; Leitor virtual e leitor modelo; Coerência textual; Interdiscursividade; Sinais de pontuação; Regras ortográficas; Argumentação: tese, acordo prévio, ethos, pathos, técnicas argumentativas Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça, ética. Literatura Literariedade; Realidade e representação; Figuras de linguagem; Sentido comum e efeito discursivo; Locutor e alocutário, narrador e narratario, enunciador e enunciatário; Lirismo; Gêneros literários; Escolas literárias; Formações discursivas: o amor, o preconceito social, gênero, religião. COMPONENTES CURRICULARES Análise lingüística Níveis de análise da linguagem: fonético, morfológico, sintático, semântico, pragmático, 18 enunciativo, textual, discursivo e retórico; Variação lingüística; Tipos de gramática; Linguagem verbal, não verbal e digital; Categorias de pessoa, espaço e tempo; Linguagem oral e escrita; Mecanismos de coesão textual: referenciação Leitura Linguagem e sociedade Texto e discurso Dialogismo; Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional e publicitário; gêneros textuais e tipos textuais Atos de fala Leitor modelo Fatores de coerência textual Interdiscursividade; Produção textual Níveis de análise da linguagem Texto e discurso Dialogismo Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional; Gêneros textuais: entrevista, carta do leitor, crônica argumentativa, texto dramático, resenha crítica de filmes, recibo, abaixo-assinado, aviso, recurso, e-mail, blog, seminário, debate deliberativo e de opinião; Tipos textuais: narração, descrição, exposição, explicação, diálogo, retificação, apresentação, definição, injunção e silogismo Pontuação; Ortografia; Marcadores conversacionais; Argumentação: elementos do acordo prévio Técnicas argumentativas: fato, exemplo, argumento de autoridade, depoimento, petição de princípio, falácias; Fatores de coerência e coesão referencial Literatura Definição de literatura; O texto literário: linguagem e estilo; Níveis enunciativos: o locutor e o alocutário, o narrador e o narratário, o enunciador e o enunciatário; A leitura e o leitor; O autor e a obra; O mundo da obra literária: o ficcional e o discursivo; Literatura e música; Literatura e cinema; Literatura e teatro; Gêneros literários: a fábula, o poema, o conto, a crônica, o drama, o romance, literatura oral e cordel. METODOLOGIA AVALIAÇÃO O curso será desenvolvido considerando o A avaliação é entendida como processo processo de ensino-aprendizagem como dinâmico contínuo, que precisa ser constantemente 19 e participativo. Dessa forma, serão propostas revisto. Desta forma, todas as atividades, atividades interativas, além das aulas expositivas e conforme as competências e habilidades de exercícios práticos. que se pretende desenvolver, serão consideradas avaliativas nesse processo. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Básica: BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2006 COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 10. ed. São Paulo: 2002. CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: das origens ao realismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 1983. CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo. São Paulo: DIFEL, 1983. ZANOTO, Normelio. Correspondência e redação técnica. Caxias do Sul/RS: EDUCS, 2002. Complementar: FÁVERO, Leonor Lopes et alii. Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino da língua materna. São Paulo: Cortez, 1999. MARCUSCHI, Antônio. Da fala para a escrita: atividade de retextualização. Sãop Paulo: Cortez, 2001 CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos? São Paulo: Cia. das Letras, 1993 CASTILHO, A. T. de (org.) Gramática do português falado. Campinas: EDUNICAMP/FAPESP, 1990. KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992. BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989. CASTELLO, José Aderaldo. A literatura brasileira: origens e unidade (1500-1960). São Paulo: EDUSP, 1999. 2 v BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: como é, como se faz? São Paulo: Loyola, 2001. CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1981 (2 vs.) 20 Curso: Técnico em Informática Disciplina: LÍNGUA INGLESA I Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 2 aulas semanais • • • • • • COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Compreender a língua inglesa de forma contextualizada, através de atividades e textos autênticos, favorecendo o aprendizado real do idioma e o desenvolvimento das relações entre os conteúdos gramaticais e lexicais apresentados em classe; Reconhecer e aplicar as habilidades essenciais para um aprendizado funcional da língua inglesa (leitura, escrita, compreensão auditiva e prática oral), como recursos que auxiliem o desenvolvimento da competência comunicativa em língua estrangeira; Desenvolver a prática da leitura e escrita seguindo os princípios do ESP (English for Specific Purposes), como recursos lingüísticos que auxiliem o estudante a interpretar a semântica do texto a partir da inferência textual de cognatos e falsos cognatos, lay out e aspectos tipográficos, com a prática das estratégias de Skimming e Scanning nos textos apresentados pelo professor; Identificar diferentes gêneros textuais e tipos de texto (narração, descrição, dissertação, textos técnicos, funções retóricas, exemplificação, ilustração), de modo que o estudante seja capaz de apurar a sua compreensão da língua inglesa, inferindo, analisando, predizendo, reconhecendo e associando o uso de elementos lingüísticos (gramaticais e lexicais), na expansão do seu campo semântico; Ampliar o léxico (vocabulário) de termos técnicos relacionados ao contexto do inglês para informática; Proporcionar ao aluno conhecimentos multidisciplinares através de atividades integradoras. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • Realizar leitura fluente em língua materna; Ter noções de aspectos morfossintáticos da língua portuguesa e inglesa; Reconhecer diferentes tipos de texto em língua materna. COMPONENTES CURRICULARES 1. Níveis de Compreensão 1.1. Reconhecimento de cognatos, falsos cognatos, Main Idea, key-words (palavras1.2. 1.3. 1.4. 1.5. 1.6. 1.7. 1.8. chave); Leitura de sinais gráficos, títulos, subtítulos, palavras grifadas, gráficos, tabelas, etc; Skimming e Scanning; Ativação de conhecimento prévio (background knowledge); Predição (antecipação do conteúdo do texto); Dedução de palavras desconhecidas com base no contexto; Identificação de pontos principais; Funções retóricas do texto e organização textual. 2. Conhecimento de Itens gramaticais: 2.1. Grupo nominal (Noun frases); 2.2. Grupo verbal; 21 2.3. Referência contextual; 2.4. Adjetivos e Advérbios, Prepositions; 2.5. Graus dos adjetivos; 2.6. Formação de Palavras: Prefixos e sufixos 2.7. Simple Present and Past tense, Simple Future, Immediate Future e Conditional tense (would). METODOLOGIA AVALIAÇÃO A avaliação será processual e contínua, tendo Aulas expositivas, estudo de textos, trabalhos como instrumentos: provas, trabalhos interdisciplinares vinculados as demais escritos e seminários, levando-se em conta, a disciplinas do curso, trabalhos em grupo e participação, a freqüência e o desempenho individuais, atividades diversas com filmes e do aluno no decorrer destas atividades, a seminários. serem desenvolvidas ao longo das unidades, observando-se os seguintes aspectos: -Interesse e participação nas atividades propostas; -Responsabilidade na entrega de tarefas; -Cooperação e interação com o grupo; -Produções de leitura e escritas, individuais e/ou em grupos REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA AMOS, E.; PRESCHER, E. The New Simplified Grammar. São Paulo: Richmond Publishing, 2005. CRUZ, D. T.; SILVA, A. V.; ROSAS, M. Inglês.com. textos para informática. Salvador, 2001; MURPHY, Raymond. English Grammar in Use: a self-study reference and practice book for intermediate students. 2. Ed. New York: Cambridge University Press, 1999; GLENDINNING, E. H. and McEWAN, J..Basic English for Computing, Oxford: Oxford University Press. 1999. NAYLOR, Helen. Essential Grammar in use supplementary exercises. Cambridge: Cambridge University Press, 1996; RANDOM house Webster’s Concise College Dictionary. New York: Random House, 2000. TORRES, Nelson. Gramática Prática da língua inglesa. 8.ed. São Paulo: saraiva, 2000 22 Curso: Técnico em Informática Disciplina: FÍSICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Reconhecer a Física enquanto construção humana, aspectos de sua história e relações com o contexto cultural, social, político e econômico. 2. Reconhecer o papel da Física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos meios tecnológicos e sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico. 3. Conhecer as unidades e as relações entre as unidades de uma mesma grandeza física. Fazer conversões entre elas e utilizá-las adequadamente. 4. Conhecer e utilizar conceitos da mecânica clássica. 5. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes. 6. Compreender e utilizar leis e teorias da mecânica clássica. 7. Elaborar sínteses ou esquemas estruturados da mecânica clássica. 8. Saber ler e interpretar, expressões matemáticas, gráficos e tabelas para o estudo do movimento. Ser capaz de descrever uma relação quantitativa nessas formas, e de passar de uma representação para outra. 9. Construir sentenças matemáticas ou esquemas para resolução de problemas da mecânica clássica. 10. Acompanhar o noticiário relativo à mecânica clássica em revistas, jornais e outras ídias. 11. Descrever relato de fenômenos ou acontecimentos físicos que envolvam a mecânica clássica. 12. Elaborar relatórios analíticos, discutindo dados e resultados de experimentos e situações problemas. 13. Reconhecer a conservação da energia. 14. Reconhecer a conservação da quantidade de movimento. 15. Identificar transformações de energia. 16. Identificar formas de dissipação de energia e as limitações quanto aos tipos de transformações possíveis. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. Conhecer as propriedades e operações fundamentais pertencentes ao conjunto dos números reais. 2. Conhecer os elementos geométricos fundamentais tais como ângulo, retas, figuras planas. 3. Conhecer grandezas e unidades fundamentais de medidas tais como comprimento, volume, massa, medida de tempo. 4. Conhecer elementos trigonométricos fundamentais tais como relações do triangulo retângulo, seno, co-seno e tangente. COMPONENTES CURRICULARES UNIDADE I 1. Por que estudar física no ensino médio? 1.1 Apresentação histórica do desenvolvimento da física e de seus principais ramos. 23 1.2 Aplicações tecnológicas e aspectos culturais da física no mundo atual. 2. Grandezas Físicas e Sistemas de Unidades 2.1 Ordem de grandeza – Potência de Dez – Notação Científica 2.2 Algarismos significativos 3. Grandezas escalares e vetoriais 3.1 Conceitos fundamentais da física: referencial, espaço, deslocamento, trajetória, tempo massa, etc. Vetores: representação geométrica e operações geométricas e analíticas – soma, subtração e produto escalar de nº por vetor – vetores unitários. 4. Introdução à Dinâmica 4.1 Conceito de massa (inercial e gravitacional) 4.2 Interações conhecidas 4.3 Apresentação e discussão das três leis de Newton. UNIDADE II 1. Estática 1.1 Equilíbrio do ponto material 1.2 Equilíbrio do corpo rígido 1.3 Teorema de Varignon 1.4 Centro de gravidade 2. Aplicações das Leis de Newton 2.1 No plano horizontal e inclinado com e sem atrito 2.2 Força elástica – Lei de Hooke 2.3 Elevadores 2.4 Polias fixas 2.5 Força centrípeta UNIDADE III 1. Introdução à cinemática escalar e vetorial – MOVIMENTO UNIFORME 2. Cinemática escalar e vetorial – MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO 2.1 Movimento no plano horizontal e vertical – Lançamentos 2.2 Composição de movimentos 2.3 Movimento circular uniforme 2.4 Transmissão de MCU 2.5 Apresentação das equações do MCUV UNIDADE IV 1. Trabalho e Energia 1.1 Conservação da energia 2. Potência e Rendimento 3. Impulso e Quantidade de movimento 3.1 Conservação da quantidade de movimento 4. Colisões METODOLOGIA AVALIAÇÃO 1. AULAS EXPOSITIVAS com incentivo à O processo de avaliação contempla os participação dos alunos, utilizando técnicas, tais aspectos qualitativos e quantitativos da como: contextualização do tema, questões de formação do aluno. 24 estudo, soluções de situações problemas. 2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM GRUPOS, onde os alunos deverão elaborar sínteses, a partir de pesquisas em referências bibliográficas, e participarem de fóruns de discussão e aulas práticas, apresentação de seminários de temas abordados em sala. 3. AULAS PRÁTICAS EM LABORATÓRIO, estimulando a aplicação dos procedimentos, elaboração de hipóteses e discussão dos resultados, com base na literatura científica. 4. QUESTÕES APLICADAS – pesquisa bibliográfica sobre temas de aprofundamento do curso técnico do aluno. 5. VISITAS TÉCNICAS – a ambiente de divulgação e prática de atividades experimentais para analise e aplicabilidade dos conhecimentos da ciência. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ALVARENGA, Beatriz e MÁXIMO, Antônio. Curso de Física. Editora Scipione. São Paulo, 2001. Vol. 1 BONJORNO, José Roberto; RAMOS, Clinton Marcico. Física I. editora FTD. São Paulo, 1992. Mecânica. CALÇADA, Caio Sérgio; SAMPAIO, José Luis. Física Clássica. Editora Atual. São Paulo, 2000. Vol. 1 GASPAR, Alberto. Física. Editora Ática. São Paulo, 2000. Vol.1 GREF – Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 1 – Mecânica. São Paulo: EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 1999. NEWTON, Villas Boas; HELOU, Ricardo Doca e GUALTER, José Biscuola. Física I. Editora Saraiva. São Paulo, 2001. RAMALHO, Francisco Jr., NICOLAU, Gilberto Ferraro e TOLEDO, Paulo Antônio. Os Fundamentos da Física. Editora Moderna. São Paulo. Mecânica vol.1. TADASHI SHIGEKIYO, Carlos; YAMAMOTO, Kazuhito e FUKE, Luiz Felipe. Os alicerces da Física. Editora Saraiva. São Paulo, 2000. Vol. 1. 25 Curso: Técnico em Informática Disciplina: Química Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) COMPETÊNCIAS • • • • • • • • Caracterizar método científico Compreender a importância da Química em nossa vida Compreender as propriedades da matéria, sua diversidade e suas transformações Compreender os conceitos fundamentais da estrutura atômica Identificar os elementos fazendo uso da tabela periódica Caracterizar as ligações químicas Caracterizar compostos inorgânicos Compreender os princípios básicos das reações químicas HABILIDADES • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Descrever fenômenos físicos e químicos importantes no desenvolvimento das teorias atômicas da matéria Conceituar elemento químico e distinguir substâncias puras de misturas Caracterizar os diferentes estados físicos da matéria. Diferenciar transformações físicas e químicas. Aplicar as leis ponderais às transformações químicas Descrever os modelos atômicos baseados nas teorias de Thomson e Rutherford. Definir e caracterizar moléculas, átomos e suas subdivisões. Determinar número atômico e número de massa. Identificar os elementos químicos (e sua simbologia) usando os isótopos, isótonos e isóbaros dos diferentes átomos. Classificar os elementos químicos fazendo uso da tabela periódica com base nas propriedades periódicas e aperiódicas. Distinguir as ligações químicas e estruturar fórmulas eletrônicas de átomos, moléculas e íons. Relacionar as propriedades físicas com as interações intermoleculares. Estruturar geometrias moleculares Caracterizar compostos iônicos e moleculares. Distinguir soluções eletrolíticas e não-eletrolíticas. Definir, formular e nomear compostos inorgânicos: ácidos, bases, sais, óxidos, hidretos. Conceituar ácido e base segundo a teoria de Arrhenius, Bronsted-Lowry, Lewis Diferenciar ácido de base utilizando indicadores ácido-base. Classificar os óxidos com base nas propriedades químicas. Caracterizar e classificar os sais. Identificar os fenômenos que ocorrem em uma reação química. Definir e classificar as reações químicas. Balancear equações químicas pelo método das tentativas 26 BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS BASES TECNOLÓGICAS • • • • • • • • • Modelos atômicos Estrutura atômica Tabela periódica Ligações químicas Geometria molecular Compostos inorgânicos Leis Ponderais Reações Químicas: aspectos qualitativos Balanceamento de equações químicas BASES CIENTÍFICAS • • • • • Conceitos fundamentais sobre átomos, moléculas e íons Separação de misturas Fenômenos físicos e químicos Unidades de medida e Sistema Internacional de Unidades Razão e proporção COMPONENTES CURRICULARES 1. Introdução ao estudo da Química 2. Matéria e energia - suas transformações 2.1 - Transformações físicas e químicas 2.2 - Mudanças de estado físico 2.3 - Substâncias 2.4 - Processos de separação 2.5 - Medições - massa, volume, densidade, temperatura 3. Leis ponderais da Química 3.1 - Lei de Lavoisier 3.2 - Lei de Proust 3.3 - Lei de Dalton 4. Estrutura atômica 4.1 - Conceitos fundamentais: átomos, moléculas, íons 4.2 - Identificação dos átomos: número atômico, número de massa, símbolo químico, isótopos, isóbaros, isótonos 4.3 - Modelos atômicos 4.4 - Distribuição eletrônica em níveis e subníveis de átomos e íons 5. Classificação periódica dos elementos químicos 5.1 - Caracterização da tabela periódica - períodos e famílias 5.2 - Propriedades periódicas e aperiódicas dos elementos químicos 27 6. Ligações químicas 6.1 - Ligação iônica 6.2 - Ligação covalente 6.3 - Ligação metálica 6.4 - Fórmulas eletrônica, estrutural e molecular dos compostos iônicos e moleculares 6.5 - Forças intermoleculares 6.6 - Geometria molecular 7. Número de oxidação 7.1 - Conceito 7.2 - Determinação do NOX em diferentes espécies químicas 8. Compostos inorgânicos 8.1 - Sinopse dos compostos inorgânicos 8.2 - Conceitos básicos de eletrólito, ionização e dissociação iônica 8.3 - Óxidos 8.4 - Ácidos 8.5 - Hidróxidos 8.6 - Sais 8.7 - Hidretos 9. Equações químicas 9.1 - Balanceamento de equações por tentativa 9.2 - Balanceamento de equações por oxi-redução 10. Reações químicas 10.1 – Classificação 10.2 - Tipos de reações quanto à sua complexidade METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas expositivas com utilização de recursos áudio Avaliação escrita; visuais, seguidas de discussão e resolução de Testes escritos individuais e/ou em dupla; Listas de exercícios; exercícios. Trabalhos e Seminários REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 1. Artigos da Química Nova na Escola. SBQ - São Paulo. 2. BRADY, J. E.; HUMISTON, G.E. Química geral, Rio de Janeiro, 2 ed., Editora LTC, v.1 e v.2. 1995. 3. BROW, T. L.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química – A Ciência Central, 9 ed., Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2005, 972p. 4. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química - De Olho no Mundo Trabalho, Ed.Scipione, São Paulo, v. único, 2004, 448p. 5. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química Moderna -, São Paulo: Scipione, v. 1, 1997. 6. FELTRE, R. QUÍMICA, 6 ed., Editora Moderna, São Paulo, v.1, 2004, 562p. 7. FONSECA, M.R.M.da Interatividade Química, São Paulo: FTD, 2005. 8. GARRITZ, A.; GUERRERO, J.A.C. Química, Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2003, 625p. 9. LEMBO, Química: Realidade e Contexto, São Paulo: Ática, v. 01, 2002. 10. MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio, São Paulo: Scipione, v. único, 2002. 11. NOVAIS, V.L.D. Química, Atual Editora, São Paulo, v.1, 1999, 422p. 12. PERUZZO, F.M.; CANTO, E. L . Química na abordagem do cotidiano, 3 ed., Editora Moderna, São Paulo, v.1, 2003, 343p. 13. SANTOS, W.L.P. dos; MÓL, G. de S.; MATSUNAGA, R.T.; DIB, S.M.F.; CASTRO, E.N.F. de; 28 SILVA, G. de S.; SANTOS, S.M. de O; FARIAS, S.B. Química e Sociedade, 1 ed., Editora Nova Geração, São Paulo, 2007, 168p. 14. SARDELLA, A.; FALCONE, M. Química – Série Brasil, 1 ed., Editora Ática, São Paulo, 2004, 144p. 15. SARDELLA, A. Química - série novo ensino médio, São Paulo: Ática, v. único, 2003. 16. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química Essencial, São Paulo, Ed. Saraiva, v.único, 2001. 29 Curso: Técnico em Informática Disciplina: BIOLOGIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) • Conhecer os fundamentos da Ecologia compreendendo sua importância para a preservação do(s) meio ambiente e seres vivos. • Compreender a complexidade e multiplicidade das relações ecológicas: seres vivos entre si, e estes com o meio ambiente. • Reconhecer o alto grau de interdependência entre os diversos componentes da Biosfera. • Reconhecer que seres vivos são unidades biológicas integradas por minúsculas partículas à semelhança do que ocorre com a matéria não viva. • Identificar características químicas, propriedades e funções das substâncias orgânicas e inorgânicas, indispensáveis à composição química e funcionalidade metabólica dos seres vivos. • Associar o interior da célula viva a um microcosmo complexo e ativo, reconhecendo-o como o nível de organização em que o fenômeno vital se manifesta. • Compreender os processos envolvidos no funcionamento das células de modo a refletir sobre a organização vital dos níveis. • Elaborar relatórios analíticos, discutindo dados e resultados de experimentos e situações problemas. • Reconhecer a conservação da energia. • Reconhecer a conservação da quantidade de movimento. • Identificar transformações de energia. • Identificar formas de dissipação de energia e as limitações quanto aos tipos de transformações possíveis. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • • • • • • • • Reconhecer a importância da Ecologia no mundo atual. Identificar os níveis de organização da matéria viva, especialmente aqueles pertinentes à área ecológica. Identificar os níveis tróficos compreendendo as relações entre eles, através do estudo de cadeias e teias alimentares. Caracterizar as relações entre seres vivos e meio ambiente (alelo e ecobioses respectivamente). Analisar a interferência do HOMEM no equilíbrio ecológico do planeta. Compreender a base molecular da matéria viva: átomos, moléculas, substâncias. Reconhecer o carbonotetravalente como elemento crucial na construção de cadeiais carbonadas fundamentais para substâncias orgânicas. Compreender a importância da água e sais minerais, como constituintes necessários à célula e a seu equilíbrio eletrolítico. Conceituar, classificar e exemplificar glicídios e lipídios destacando o papel biológico dos mesmos. Analisar a estrutura de aminoácidos e proteínas; destacando suas propriedades e 30 • • • • • • diferentes funções, especialmente a euzimática. Identificar e compreender o papel biológico das Vitaminas. Analisar a estrutura dos ácidos nucléicos destacando seu papel biológico na transferência de imformação genética. Caracterizar a célula como unidade biológica destacando a importância da microscopia para seu estudo. Identificar, diferenciando células procarióticas de células eucarióticas, evidenciando seus respectivos componentes. Analisar a base molecular de todos os integrantes celulares, suas respectivas estrutura e função (ou funções) dentro do compartimento celular. Analisar o metabolismo energético celular. COMPONENTES CURRICULARES • • • • • Biosfera Biociclo Ecossistema Comunidades Populações - Cadeias/Teias alimentares • • • Produtores Consumidores Decompositores • Fluxo de energia. Ciclo da Matéria ( ciclo biogeoquímico pirâmides) Relação Inter/Intraespecífica. Desequilíbrio Ambiental - Poluição da Água. Poluição do Solo. Poluição do Ar • • • Controle Biológico Alternativas energéticas Base Química da vida • Substâncias inorgânicas • Água. Sais Minerais. Substâncias orgânicas - Glicídios. Lipídios. 31 • • • • • • • • • • • • • Aminoácidos. Proteínas. Ácidos nucléicos Vitaminas Histórico e evolução da Citologia Método de estudo em Citologia Estrutura celular. Evolução celular. Componentes membranosos: MP, MC (envoltórios) - Transporte: - Passivo - Ativo (primário, secundário). Em bloco: - Endocitose. - Exocitose. - Citosol. - Citoesqueleto - Organelas(membranosas e não membranosas). Metabolismo energético (noções). METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas Expositivas. • Através de avaliações escritas (objetivas, subjetivas, mista.) Aulas Discursivas. • Através de Trabalhos de equipe - Utilização de recursos audiovisuais (AE) c/ apresentação ORAL (slides,Transparências). p/todos os componentes. - Quadra branco, etc. Construção de modelos, maquetes, AI = Atividade Individual. cartazes, Painel etc. AD = Atividade dupla. Atividades em duplas (AD) em sala, sob a AE = Atividade em equipe. supervisão do Docente. Atividades em grupo (AE), c/ apresentação Oral para respectiva pontuação. Atividades extra classe (AI = individual), tais como, questionários, relatórios, pesquisas etc. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Amabis e Marthos vol 1, 2, 3 /Biologia Ed: Moderna 2005/ 2006. Linhares, S e Gewandsznajder, F Biologia – vol 0. Ed. Ática – 2007. Biologia Hoje 3v – 1, 2 e 3 Ed. Ática 1997/1999. Soares, J. Luis Biologia no 3° milênio vol 1, 2 e 3. Ed. Scipcione 1998. Lopes, Sônia. Bio – vol 1, 2, 3 1998/2003. Ed. Saraiva. Silva Jr, César da e Sassoa, Sezar Biologia – Ed. Saraiva 1998. 32 Curso: Técnico em Informática Disciplina: HISTÓRIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) • Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. • Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico. • Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas. • Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. • Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos. • Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos “lugares de memória” socialmente instituídos. • Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição e significação. • Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade. • Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. • Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS - Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos, identificando regularidades, apresentando interpretações. - formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas. - desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e naturais. - procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema. - formular hipóteses e prever resultados. - articular o conhecimento científico e tecnológico numa perspectiva interdisciplinar. COMPONENTES CURRICULARES I UNIDADE 1. Introdução ao estudo da História. 1.1 Para que serve a História? 1.2 O tempo como categoria analítica do historiador. 1.1.O “modo de produção asiático” 1.2.O “modo de produção escravista” antigo • Crise do mundo antigo e queda do Império Romano: os “bárbaros” e o cristianismo no limiar do medievo. 33 2. A alta Idade Média, Os Reinos Germânicos e o Mundo Feudal na Europa Medieval 2.1. A Alta Idade Média: O Império Carolìngio e a cristianização da Europa Ocidental 2.2.A dinâmica feudal e o crescimento da atividade mercantil 2.2.1.A organização sócio-econômica, a Igreja e o imaginário feudal • A economia feudal • O parentesco, a cavalaria, as transformações demográficas e as cidades feudais; • Aspectos religiosos e culturais 2.2.2.A cultura aristocrática e os conflitos sociais • O senhor feudal e o camponês na condição servil; II UNIDADE 2.3.Crise e transição do feudalismo 3.A formação do Estado Moderno Europeu – O Absolutismo • Constituição e ideologias dos Estados Absolutistas; 3.1.O Renascimento, a Reforma, a Contra-Reforma, A inquisição e a caça as Bruxas; 3.2.O Mercantilismo e a Expansão Ultramarina • França e Inglaterra como modelos • O pioneirismo português 3.3. Economia mundial e o comércio Atlântico • A importância de Portugal e Espanha na organização do Sistema Colonial • O comércio intercontinental e a escravidão africana III UNIDADE 4. A África Pré-colonial • Conhecimentos e organização do trabalho na áfrica Atlântica • A diversidade física, cultural e socioeconômica da África. 5. Novo Mundo e colonização na América 5.1. As culturas indígenas americanas • Os primeiros habitantes da América 5.2. A colonização da América espanhola e inglesa • Administração e organização para o trabalho; • Semelhanças e diferenças no trato colonial na América. 5.3 .A conquista do Brasil e a invenção do Antigo Sistema Colonial • Os povos nativos da América Portuguesa • O”mito do encontro e o início da colonização” IV UNIDADE A economia da plantagem, funcionamento e sua articulação com as economias periféricas; • A formação da sociedade patrimonial-senhorial e escravista; • A importância social do engenho; • O tráfico negreiro e a mão-de-obra escrava na colônia 5.4. A economia do ouro e a sociedade • A mineração, seus espaços e a cidade como centro gravitacional da economia aurífera • A escravidão, riqueza e pobreza na economia reluzente. • O gado , o muar e a farinha de mandioca. • Os movimentos sociais da plebe livre e escravos na colônia. 5.5.A igreja romana e a religiosidade popular e cultura na colônia. • 34 METODOLOGIA O desenvolvimento da disciplina contará com a utilização de diversas metodologias que, atuando de modo integrado, favorecerá diferentes formas de aprendizagem. O curso será pautado na concepção colaborativa de aprendizagem, contando com aulas expositivas participativas, com utilização de recursos variados que vão das novas tecnologias que se colocam à serviço do aprendizado, às tradicionais atividades e estudos realizados no ambiente da sala de aula. A metodologia buscará aliar acompanhamento individualizado e mediação tecnológica, garantindo um cenário favorável ao desenvolvimento da autonomia de aprendizagem e formação da atitude investigativa constante. Para isto se buscará criar condições propícias como: - desenvolvimento de um clima de aceitação e respeito mútuo, em que o erro seja encarado como desafio para o aprimoramento do conhecimento e construção de personalidade e que todos se sintam seguros e confiantes para pedir ajuda; AVALIAÇÃO Avaliação de caráter formativo cumprirá o papel de favorecer a aprendizagem discente, assim como o acompanhamento constante e processual por parte do docente. Tendo como foco a aprendizagem do aluno e comprometendo-se com seu desempenho e construção do saber, serão utilizados diferentes instrumentos de avaliação, que vão desde atividades individuais e coletivas desenvolvidas em salas de aulas ou em outros ambientes de aprendizagem. Também se buscará desenvolver formas de favorecer ao aluno um mecanismo de recuperação constante na disciplina. Terá por critérios básicos a participação, assiduidade e pontualidade, domínio cognitivo, cumprimento e qualidade das tarefas, responsabilidade, capacidade de produzir em equipe, autonomia intelectual e comportamento do aluno. - organização de aulas que estimule a ação individualizada do aluno para que possa desenvolver sua potencialidade criadora, mas que, também, esteja aberto a compartilhar com o outro suas experiências vividas na escola e fora dela; - oferta de oportunidades, por meio das tarefas organizadas para a aula, em que vários possam ser os pontos de vista, permitindo ao aluno um posicionamento autônomo, fortalecendo, assim, sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao produto do seu trabalho intelectual. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ALENCAR, Francisco. [et al] História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1996 ANDERSON, P. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1998.. ____________ Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 1992. AQUINO, Rubim Santos Leão de. [et al] História das sociedades antigas e medievais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006 ________. História das sociedades modernas às atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006 ________ ARRUDA, J. Jobson. Atlas Histórico básico. São Paulo, Ática, 1998. BOXER, Charles. O Império Colonial Português. Lisboa: Edições 70, 1969. CASTRO, Silvio. A Carta de Pero Vaz de Caminha. Porto Alegre: L&PM, 2003. CATELLI JR, Roberto. História, Texto e Contexto. Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2006 FALCON, Francisco J. C. Mercantilismo e transição. São Paulo, Brasiliense, 1990. 35 FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2000. FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1980. MARCHANT, Alexandre. Do escambo à escravidão. 2ª ed. São Paulo, Cia. Editora Nacional, 1980. MATTOSO, Kátia de Queiróz. Ser escravo no Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1982. MAURO, Fredéric. A expansão européia: 1600-1870. Barcelona, Editorial Labor, 1975. NOVAIS, Fernando. Estrutura e dinâmica do antigo sistema colonial. São Paulo, Brasiliense, 1984 ________ Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec,1979 PRADO JUNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1977 PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato P. O Livro de Ouro da História do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. SALGADO, Graça. (coordenadora) Fiscais e Meirinhos: a administração no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. SCHWARTZ, Stuart B. Segredos Internos. São Paulo: Companhia das Letras, 1986 SWEEZY, Paul et alli. A transição do feudalismo para o capitalismo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2000. 36 Curso: Técnico em Informática Disciplina: GEOGRAFIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais • • • • • • • • • • COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Reconhecer e aplicar conceitos a diferentes contextos. Posicionar-se diante de dados e informações geográficas. Estabelecer relações de ordem, contradição, complementaridade entre os processos sociais, políticos, econômicos e naturais. Analisar o processo de apropriação da natureza pela sociedade e suas repercussões espaciais. Problematizar o mundo contemporâneo, compreendendo a inter-relação entre os diferentes fenômenos naturais e sua interface com a sociedade. Desenvolver a capacidade de reconhecer na paisagem as manifestações das atividades humanas e a dinâmica dos processos naturais, associadas aos processos de exploração econômica dos diferentes recursos disponíveis no planeta e em especial no Brasil. Compreender a dinâmica climática a partir da ação da sociedade no tempo e espaço Compreender os aspectos, usos e conflitos dos recursos naturais a partir das transformações técnico-científicas. Estabelecer relações entre a exploração dos recursos e sua escassez futura. Identificar as dinâmicas e particularidades da relação natureza x sociedade no espaço brasileiro. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • ● • • • • • • Noções de paisagem, espaço, natureza, Estado e sociedade. Leitura e interpretação estatística, gráfica e cartográfica. Analisar e interpretar informações, associando-as entre si. Compreensão das diferentes linguagens que tratam da dinâmica e da problemática da natureza Compreensão da escala espacial como estratégia de apreensão da realidade. Compreensão das distintas escalas temporais. Noção da composição físico-química dos elementos, fenômenos e processos naturais. Compreensão do processo de evolução da natureza e da vida. Compreensão do papel das inovações tecnológicas na esfera da produção engendrando novas formas de organização social e novas formas de apropriação da natureza. COMPONENTES CURRICULARES 1. A ciência geográfica: evolução e conceitos básicos • O espaço geográfico: produção, planejamento e gestão. 2. Sistemas de orientação e localização no espaço geográfico • Os pontos de orientação: cardeais, colaterais e subcolaterais • Orientação pêlos astros: sol, lua e estrela. • Equipamentos de orientação • Linhas imaginárias: paralelos e meridianos 37 • Zonas da terra e as coordenadas geográficas 3. O Universo e a dinâmica terrestre. Origem e formação do universo, os movimentos de rotação e translação e suasconsequências sobre a terra. 4. A representação do espaço: Cartografia • A Cartografia: conceitos e definições • Tipos de representação do espaço: mapas, cartas, cartogramas, plantas baixas, globo terrestre • Tipos de mapas •Leitura e interpretação das representações do espaço • Elementos do mapa/carta 5. O Geosistema, o modo de produção capitalista e a questão “ambiental”. Principais formas de degradação da natureza Reuniões, acordos e OGN's ambientais Em busca do desenvolvimento sustentável 6. A dinâmica litosférica A terra: origem, constituição e dinâmica estrutural. Estrutura interna da terra Rochas e minerais Tempo geológico • Dinâmica interna da terra: Agentes internos modificadores do relevo: abalo sísmico, vulcanismo, tectonismo (dobramento e falhamentos) • A dinâmica externa do relevo, agentes formadores e modificadores do relevo: ação do homem, chuva, rios, mares, ventos, gelo • Geomorfologia: a terra e seus modelados • Principais formas de relevo • Classificação do relevo brasileiro • Ciclo das rochas: intemperismo físico e físico-quimico • Dinâmica dos solos:formação, perfil e classificação. Utilização e erosão dos solos 7. A dinâmica atmosférica A dinâmica atmosfera e as mudanças climáticas • A atmosfera e os fenómenos meteorológicos • As camadas da atmosfera e suas características • Elementos construtores do clima • Fatores construtores do clima • Circulação geral da atmosfera • Classificações climáticas: mundo e Brasil 8. A dinâmica hidrosférica • Distribuição das águas na terra • O ciclo hidrológico • Oceanografia: mares e oceanos • Distribuição geográfica e características dos mares e oceanos • Importância dos oceanos para os ecossistemas naturais humanos • O assoalho submarino e suas zonas • Movimentos do mar • Hidrografia: rios e lagos 9. Domínios morfoclimáticos brasileiros METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas expositivas-participativas; Estudos dirigidos; Ao longo do processo ensinoSeminários temáticos;Trabalhos práticos aprendizagem, sendo considerados os aspectos quantitativos e qualitativos desenvolvidos pelos alunos em sala de aula. Instrumentos avaliativos: provas 38 objetivas e discursivas, pesquisas individuais e trabalhos em grupos. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ADAS, M.; ADAS, S. Panorama geográfico do Brasil: contradições, impasses e desafios socioespaciais. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1998. BEZERRA, M. C. e FERNANDES, M. Cidades sustentáveis: subsídios à elaboração da Agenda 21 brasileira. Edições IBAMA, Brasília, 2000. CASTROGIOVANI, A. (Org.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2000. COELHO, C.C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 1996. GARCIA, H. C.; GARAVELLO, T. M. Geografia: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, 2005. MAGNOLI, D. ARAÚJO, R. Geografia (Geral e Brasil) Paisagem e território. São Paulo, Ed. Moderna. 2ª ed. Reformulada, 1997. MAGNOLI, D. O mundo contemporâneo. São Paulo: Atual, 1995. MALTA FILHO, C. S. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São Paulo: Nobel, 1999. SENE, E. MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002. SANTOS, M. Espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo: Hucitec, 1996. SPÓSITO, M. E. B. Capitalismo e urbanização. São Paulo: Contexto, 1989. VESENTINI, J. W. Brasil: sociedade e espaço. São Paulo: Ática, 2004. VESENTINI, J. W. O ensino de geografia no século XXI. Campinas, SP: Papirus, 2004. 39 Curso: Técnico em Informática Disciplina: MATEMÁTICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 120h (144h/a) 4 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Identificar os conjuntos numéricos estabelecendo as relações de pertinência e inclusão. Reconhecer o significado dos principais símbolos lógicos. Identificar e reconhecer um sistema de coordenadas cartesianas no plano e sua utilidade prática na localização de pontos num certo espaço. Estabelecer o conceito de função como uma forma de duas grandezas ou variáveis se relacionarem. Caracterizar os diversos tipos de função, a saber: 1º. e 2º. Graus, modulares e exponenciais BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Matemática elementar do primeiro grau. Interpretação de texto em língua portuguesa COMPONENTES CURRICULARES - Efetuar as operações entre conjuntos e seus subconjuntos. - Utilizar as propriedades fundamentais da álgebra nas operações entre elementos dos conjuntos. -resolver problemas utilizando a linguagem de conjuntos e os principais símbolos lógicos. - Localizar um ponto no plano, suas simetrias e calcular distância entre pontos. - Efetuar produto entre conjuntos(produto cartesiano) e representá-la num plano cartesiano. - Representar graficamente uma função e identificar suas características principais. -Calcular o Domínio de uma função, a imagem, o crescimento. - Representar de modo prático, ou seja, através de movimentos rígidos, cada tipo de função. - Resolver equações relativas a cada tipo de função a fim de calcular as suas raízes. - Fazer o estudo do sinal de cada tipo de função resolvendo inequações. Unidade Didática I : (Nivelamento) 1.Conjuntos Numéricos – Operações Básicas. 2.Fatoração Algébrica – Produtos Notáveis. 3.Potenciação e Radiciação – Propriedades. 4. Razões e Proporções – Resolução de Problemas. 5. Razões Trigonométricas – aplicações: 6. Teorema de Pitágoras- Aplicações. Unidade Didática II : 1.Função e Primeiro Grau, Função Constante. 2. Classificação e Tipologia de Funções. 3. Composição e Inversão de Funções. 4.Resolução de Problemas de primeiro grau. 5. Inequações Produto e Quociente. Unidade Didática III: 1. Função de Segundo Grau – Aplicações. 40 2. Resolução de Problemas de Máximos e Mínimos. 3. Inequações. Unidade Didática IV : 1.Função Modular. 2.Função Exponencial. 3. Equações e Inequações. 4.Resolução de Problemas. METODOLOGIA Aulas Expositivas – Trabalhos Gráficos em Grupo – Uso de Software. AVALIAÇÃO Testes e provas escritas. Observação direta da participação dos alunos em atividades de sala de aula. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Matemática: volume único. Gelson Iezzi, Osvaldo Dolce, David Degenszajn e Roberto Périgo. 4ª edição. São Paulo: Editora Atual, 2007. Matemática fundamental: uma nova abordagem: ensino médio: volume único. José Ruy Giovanni, José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. São Paulo: FTD, 2002. Matemática - Volume Único. Manoel Paiva - Coleção Base Matemática 2ª Edição 2003, Editora Moderna. Matemática – contexto & aplicações – volume único. Luiz Roberto Dante Editora: Ática, 2006. 41 Curso: Técnico em Informática Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais • • • • • • • • • COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Conhecer os sistemas esquelético, articular e muscular compreendendo a sua importância para o movimento humano. Compreender a relação entre a prática de atividade física x sedentarismo na saúde individual e coletiva. Identificar o seu índice de massa corporal. Analisar o índice de massa corporal da turma e estabelecer relação com o risco para saúde. Reconhecer os princípios básicos do treinamento visando a execução da atividade física de forma adequada. Compreender os esportes como integrantes do repertório cultural de movimentos, estudando e vivenciando suas diversas formas e modalidades. Compreensão e vivência do esporte paraolímpico. Identificar e debater as atitudes da sociedade ao longo da história com as pessoas com deficiência. Reconhecer a capoeira como forma de expressão cultural afro-brasileira e africana. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • • • • Educação para a saúde. Prevenção para a saúde: primeiros socorros. Noções sobre o fenômeno esporte. Habilidades físicas e técnicas de defesa e ataque para a execução das modalidades: handebol, voleibol, basquetebol e futsal. Noções do esporte paraolímpico. Noções sobre a cultura afro-brasileira e africana através da capoeira. COMPONENTES CURRICULARES Movimento e a saúde: Sistema Locomotor: conceito, tipos e funções do sistema esquelético, articular e muscular; Importância do sistema esquelético, articular e muscular para o movimento humano; Atividades físicas para o aprimoramento da aptidão muscular e esquelética. Aptidão Física: conceito sobre saúde, sedentarismo e atividade física; Efeitos do sedentarismo para organismo. Índice de massa corporal. Noções básicas sobre os princípios do treinamento para a prática de atividade física voltada a saúde. • Primeiros Socorros: conceito e classificação de algumas das lesões mais comuns durante as atividades físicas (fraturas, entorses, luxação e distensão muscular) e seus procedimentos emergências. • Movimento nas manifestações lúdicas e esportivas: • O fenômeno esporte e suas dimensões sociais, econômicas, culturais; • • • • • • • • 42 • Handebol, Basquetebol, Voleibol e Futsal: revisão do histórico, regras elementares, • • • • posicionamento em quadra e fundamentos técnicos; Estudo e vivência das posições dos jogadores em quadra; dos princípios e tipos de ataque e defesa. Movimento paraolímpico: história e organização; reflexão sobre a sociedade x pessoa com deficiência x esporte, vivência: goalball, futebol de 5, vôlei sentado, bocha. Movimento em expressão e ritmo: Capoeira: História, princípios, vivência de movimentos básicos. • • • • • METODOLOGIA Aulas Expositivas com possibilidades de questionamentos e debates durante a exposição do conteúdo; Aulas práticas realizadas em grupo e individualmente. Leitura de textos específicos da disciplina. Seminários, debates, diálogos sobre assuntos da disciplina. Organização de pequenos eventos esportivos AVALIAÇÃO A avaliação será permanente, por meio de observação acerca da participação e envolvimento dos alunos durante o processo de ensino-aprendizagem. Instrumentos de avaliação: Provas, seminários, pesquisas individuais e em grupo, organização de eventos, construção de painéis participação nas atividades práticas propostas. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, Diretrizes do ACSM para testes de esforço e sua prescrição. 30ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2007. ASTRAND,Per-olof & RODHAL, Kaare;Tratado de Fisiologia do Exercício. 2 ed. Rio de janeiro: 1980. BORGES, Cecília Maria Ferreira, O professor de Educação Física e a construção do saber. 5 ed. Campinas: Ed. Papirus, 1998. FONTOURA, Andréa Silveira Guia prático de avaliação física: uma abordagem didática, abrangente e atualizada. São Paulo: Phorte, 2008. FOX, Edwards L. & MATTHEWS, Donald K. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos 3 ed.Rio de Janeiro: Interamericana, 1983. LOVISOLO, Hugo. Estética, Esporte e Educação Física. Rio de Janeiro: Ed. Sprint, 1987. POINT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. São Paulo: Phorte, 2006 POLLOCK, Michael L.; WILMORE, Jack H. & Fox III, Samuel M. Exercícios na saúde e na doença. Rio de Janeiro: 136 p. Complementar: ADAMS, R. C. Jogos, esportes e exercícios para o deficiente físico. 3. ed. São Paulo: Manole, 1985. BRASIL. Lazer, atividades física e esportiva para portadores de deficiência. Brasília: SESI-DN: Ministério do Esporte e Turismo, 2001. GORGATTI, M. G; COSTA, R. F. org. Atividade Física Adaptada. São Paulo: Manole, 2005. WINNICK, Joseph. Educação Física e esportes adaptados. 3. ed. São Paulo: Manole, 2004. 43 Curso: Técnico em Informática Disciplina: ARTES Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) A - Investigação e compreensão: 1 - Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto a análise estética, conhecendo, analisando, refletindo e compreendendo critérios socialmente construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, psicológico, semiótico, científico e tecnológico, dentre outros. 2- Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações da arte – em suas múltiplas linguagens – utilizadas por diferentes grupos culturais e étnicos, interagindo com patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sóciohistórica. B- Contextualização sócio cultural: 3- Valorizar o trabalho dos profissionais e técnicos das linguagens artísticas, dos profissionais da crítica, da divulgação e circulação dos produtos de arte. 4- Conhecer os elementos componentes da, estética africana e afro-brasileira, a partir de pesquisas sobre a cultura africana e afro-brasileira, a partir de leituras, pesquisas na internet, conhecimento prévio trazido de experiências pessoais e familiares. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS - Trabalhos artísticos como desenhos de observação, pinturas, gravuras, modelagens, esculturas, fotografias, reprografias, ambientes de vitrines, cenários, designe, artes gráficas (folhetos, cartazes, capas de disco, encartes, logotipos dentre outros). - Analise dos sistemas de representação visual, audiovisual e as possibilidades estéticas e de comunicação presentes em seus trabalhos, de seus colegas e de outras pessoas. -Investigação em suas produções de artes visuais e audiovisuais, inclusive as informatizadas, como se dão as articulações entre os componentes básicos dessas linguagens – linha, forma, cor, valor, luz, textura, volume, espaço, superfície, movimento, tempo etc. - Analise das intrínsecas relações de forma e conteúdo presente em sua própria produção em e compreender essa relação. Apresentação de trabalhos sobre arte africana e afro-brasileira, reprodução, desenhos, recriação e estilização de elementos contidos na arte de matriz africana. Apresentação de exposição de pinturas e desenhos sobre a temática africana: 1ª Exposição: Nossas Africanidades do IFBA – Camaçari. Inauguração na Semana da Consciência Negra. COMPONENTES CURRICULARES ARTES VISUAIS o Metodologia da pesquisa em artes o Fichamento, leitura sintetização, problematização, teoria do conhecimento. Filosofia da arte: o O que é arte; o A função da arte; o A beleza e a feiúra na arte; 44 o Arte de elite, de massa e arte popular o Industrial cultural Conhecimentos históricos e sociais de cada estilo estudado. o Principais movimentos o Representação o O ver e o olhar o Bases teóricas e conceituais dos diversos estilos. o Contexto artístico e cultural brasileiro o O ver e o distinguir Os elementos da gramática visual o Contraste, claro, escuro, transparente e o opaco o Cores, estrutura bidimensional e tridimensional. o Linguagem e comunicação o Ponto de referência o Angulação o Idéia, sonho e realidade Pintura artística • Execução de pintura artística, em acrílica sobre tela dos desenhos estilizados da cultura africana METODOLOGIA A disciplina será desenvolvida por um professor com formação de bacharel em artes plásticas Dar-se-á através de aulas expositivas e/ou dialógicas com experimentações e/ou exercícios seguidos de discussões sobre textos ou trabalhos de grupo. Seminários e oficinas serão atividades valorizadas, onde deverão ser propiciadas as seguintes condições em sala de aula: - desenvolver um clima de aceitação e respeito mútuo, em que o erro seja encarado como desafio para o aprimoramento do conhecimento e construção de personalidade e que todos se sintam seguros e confiantes para pedir ajuda; - que a organização da aula estimule a ação individualizada do aluno para que possa desenvolver sua potencialidade criadora, mas que, também, esteja aberto a compartilhar com o outro suas experiências vividas na escola e fora dela; - oferecer oportunidades, por meio das tarefas organizadas para a aula, em que vários possam ter seus pontos de vista, permitindo ao aluno um posicionamento autônomo, fortalecendo, assim, sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao produto do seu trabalho intelectual e corporal. As ações didáticas deverão valorizar situações que problematizem os diferentes produtos de arte. AVALIAÇÃO A avaliação dos alunos será processual, ampla e cumulativa. Os procedimentos avaliativos terão caráter mediador, objetivando a qualificação do desempenho do aluno no processo e a potencialização de resultados obtidos na produção de tarefas orientadas. Caracterizar-se-á pela ênfase na participação, assiduidade e pontualidade, domínio cognitivo, cumprimento e qualidade das tarefas, responsabilidade, capacidade de produzir em equipe, autonomia intelectual e comportamento disciplinar. Será realizada a partir do acompanhamento do desempenho dos alunos nas discussões em sala de aula, nos trabalhos individuais e de equipe e na elaboração de trabalhos escritos. 45 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BARBOSA, Ana Mãe. Teoria e Prática na Educação Artística. São Paulo: Cultrix, 1975. _________________. Arte-educação no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1995. _________________. A Imagem no Ensino da Arte. São Paulo: Porto Perspectiva; Porto Alegre: Fundação Iochpe, 1991. _________________. Arte-Educação: conflitos e acertos. São Paulo: Max Limonard, 1984. _________________. Arte-Educação: tópicos e utópicos. Belo Horizonte: C/Arte, 1998. _________________. (org.) Arte Educação: leitura no subsolo. São Paulo; Cortez, 1997. BIAZOLI, Carmen Lúcia Abadie. A formação do Professor em Arte: do ensaio à... encenação. Campinas, São Paulo: Papirus, 1999. BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a Arte. São Paulo: Ática, 1991. CHAUÍ, Marilena. Cultura e Democracia: São Paulo, Cortez, 1997. COLI, Jorge. O que é arte? São Paulo: Brasiliense, 1993. DUARTE JÚNIOR, João Francisco. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Cortez, 1981. ______________. Por que arte-educação? São Paulo, Papirus, 1983. ______________. O que é beleza? São Paulo: Brasiliense, 1986. FERRAZ, M.H.C.T.; FUSARI, M.F.R.. Metodologia do Ensino de Arte. São Paulo, Cortez, 1993. ______________. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993. LOWENFELD, Victor & Brittain, W.L.. Desenvolvimento da capacidade criadora. Trad. Do original de 1947 por A. Cabral, São Paulo: Mestre Jou, 1977. PAREYSON, Luigi. Estética: teoria da formatividade. Petrópolis: Vozes, 1993. POCHER, Louis. Educação Artí&tica:.:Luxo ou Necessidade? São Paulo, Summus, 1988. PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo,Ática, 1990. TRIGO, Luíz Gonzaga Godoi - Tese de Doutorado - Um Olhar Para Além do Tradicional. O Caso do Lazer e Turismo - Universidade Estadual de Campinas- São Paulo- 1996. TRIVINHO, Eugênia Rondini - Dissertação de Mestrado - Escola de Comunicação e arte Universidade de São Paulo V 01. I -1992. Battistoni, Filho Diulio. Historia da Arte - Editora Papirus Canclini, Nestor. A Socialização da Arte - Editora Cultex Feijó, Mario. Quadrinhos em Ação - Editora Moderna Lima, Valéria. Perspectiva Analítica - Editora Cinegrafia. PROENÇA, Graça - História da Arte. Ed. Ática, São Paulo, 1982. JANSON, J. - História da Arte. Ed. Nova Fronteira. São Paulo, 1974 SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: O Fichário de Viola Spolin. SP: Perspectiva, 2001 READ, Robert. A Ren. do Robô. SP: Perspectiva, 1982 ARTAUD, Antoine. O Teatro e seu Duplo. Ed. Nova Fronteira, São Paulo, 1961. Educação anti-racista : caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03 / Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005. 236 p. (Coleção Educação para todos) 1. Relações raciais. 2. Relações étnicas. 3. Currículo. Superando o Racismo na escola. 2ª edição revisada / Kabengele Munanga, organizador. – [Brasília]: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005. 204p.: il. 1. Discriminação Racial. 2. Ideologia dos livros didáticos Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnicos- Raciais e para o Ensino de Historia e Cultura Afro-Brasileira e Africana. MEC/SEPIR/SECAD INEP. 46 DISCIPLINAS DO 2º ANO NÚCLEO COMUM Curso: Técnico em Informática Disciplina: Língua Portuguesa Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) COMPETÊNCIAS Compreender a linguagem como um sistema simbólico e meio de expressão, informação e comunicação nas relações interpessoais; Compreender e usar a língua portuguesa como geradora de significação e integradora da organização de mundo e da própria identidade; Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção; Recuperar pelo estudo dos textos o imaginário coletivo, o patrimônio cultural e as formas temas preservados, no tempo e no espaço; Respeitar a diversidade lingüística reconhecendo-a como uma propriedade das línguas naturais; Compreender a língua portuguesa como instrumento para confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal; Ler e produzir textos diversos: ficcionais, não-ficcionais e comerciais ou administrativos. HABILIDADES Análise lingüística Reconhecer a língua como um sistema composto por diversos níveis – o fonético, o morfológico, o sintático, o semântico, o pragmático, o enunciativo, o textual, o discursivo e o retórico – e identificá-los; Reconhecer a língua como um sistema heterogêneo e adequar o uso das variedades lingüísticas às situações de interação sociocomunicativa; Identificar os itens linguísticos responsáveis pela designação e compreender sua função na produção textual e na leitura; Identificar os itens linguísticos responsáveis pela quantificação e indefinição de nomes no uso da linguagem e compreender sua função na leitura e produção de textos; Identificar os itens que a língua oferece para o processo de qualificação dos nomes do discurso e compreender sua função na leitura e produção de textos; Identificar os mecanismos formais através dos quais o locutor modaliza suas intenções no discurso e compreender sua função na leitura e produção de textos; Identificar e utilizar os mecanismos de coesão sequencial na leitura e produção de textos. Leitura Compreender a linguagem como um elemento simbólico através do qual são construídas as diversas representações sociais sobre todos os assuntos; 47 Entender o texto como uma unidade que materializa e dá forma a uma série de fragmentos discursivos e que obtém sua unidade do fato de possuir uma intenção comunicativa específica; Compreender que todo texto só se concretiza na relação dialógica entre o autor e o leitor; Entender que os textos são agrupados de maneira específica, considerando os ramos das atividades humanas das quais se originam; Caracterizar diferentes gêneros textuais a partir de sua forma composicional, seu tema e seu estilo. Entender a função comunicativa dos tipos textuais na composição de gêneros diversos; Entender o texto como uma forma de ação através da qual o locutor realiza diversos micro e macroatos de fala; Compreender que todo texto tem um leitor pressuposto. Diante disso, deve-se identificar os fatores de coerência que um leitor não esperado deve conhecer para compreender o texto; Compreender como se processam os processos implicatura e pressuposição na leitura e produção de textos; Compreender que todo assunto pode ser interpretado de maneira diferente considerando o domínio discursivo em que se encontra. Produção textual Planejar a produção textual de acordo com a intenção comunicativa; Utilizar os diferentes níveis de estruturação da língua na produção de textos, considerando as especificidades do gênero e da situação comunicativa; Situar a produção textual em domínios discursivos específicos tendo em vista as condições de produção e o contexto comunicativo; Produzir gêneros textuais tendo em vista o propósito comunicativo; Utilizar corretamente, e de acordo com os efeitos de sentido pretendidos, os tipos textuais na composição dos gêneros; Pontuar adequadamente os textos, considerando os objetivos da produção textual; Grafar adequadamente as palavras, tendo em vista o gênero textual a ser produzido; Utilizar corretamente os mecanismos de coesão referencial e os fatores de coerência na produção de textos; Conhecer e selecionar as técnicas argumentativas adequadas ao projeto discursivo seja oral ou escrito. Literatura Compreender a especificidade do texto literário; Caracterizar a linguagem e o estilo literário em diferentes períodos; Conhecer os níveis enunciativos da produção literária; Conhecer mecanismos de recepção do texto literário; Compreender o papel do autor no processo de leitura do texto literário; Compreender as estratégias de construção dos personagens; Compreender que o mundo descrito na obra literária é constituído de duas faces: uma ficcional e discursiva; Compreender a relação entre literatura e música, cinema e teatro; Ler e analisar gêneros literários nacionais e internacionais. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Análise lingüística Fonema, morfema, frase, oração, período, texto, discurso, retórica; História da língua portuguesa 48 Variação lingüística, idioleto, socioleto, Variação social, espacial, temporal, jargão, gíria; Signo e símbolo; Nomes/substantivo Adjetivos/locuções adjetivas Pronomes indefinidos Pronomes demonstrativos e advérbios de lugar; Advérbios de intensidade, negação, afirmação, dúvida e modo Marcas de subjetividade; Modalizadores; Coesão seqüencial; Orações coordenadas e subordinadas. Leitura Língua e linguagem; Domínios discursivos; Dialogismo; Gêneros e tipos textuais; Atos de fala Leitor virtual e leitor modelo; Coerência textual; Interdiscursividade; Pressupostos e subentendidos; Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça, ética. Produção textual Língua e linguagem; Domínios discursivos; Dialogismo; Plano textual; Gêneros e tipos textuais; Atos de fala; Leitor virtual e leitor modelo; Coerência textual; Interdiscursividade; Sinais de pontuação; Regras ortográficas; Argumentação: ethos, pathos, tese, acordo prévio, técnicas argumentativas, contraargumentação; Formações discursivas: identidade, nacionalidade, raça, ética, família, gênero, trabalho, política, globalização, cidadania Literatura Literariedade; Realidade e representação; Figuras de linguagem; Sentido comum e efeito discursivo; Locutor e alocutário, narrador e narratario, enunciador e enunciatário; Lirismo; Gêneros literários; Escolas literárias; 49 Formações discursivas: identidade pessoal, gênero, nacionalidade, raça/etnia, política COMPONENTES CURRICULARES Análise lingüística Níveis de análise da linguagem: fonético, morfológico, sintático, semântico, pragmático, enunciativo, textual, discursivo e retórico; Variação lingüística; Designação; Quantificação e indefinição; Qualificação e comparação; Modalização; Mecanismos de coesão textual: sequenciação Leitura Linguagem e sociedade; Texto e discurso; Dialogismo; Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional e publicitário; Gêneros textuais e tipos textuais Atos de fala Pressupostos e subentendidos; Inferência Polifonia Coesão e coerência Produção textual Níveis de análise da linguagem Texto e discurso Dialogismo Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional; Gêneros textuais: carta ao leitor, artigo de opinião, crônica argumentativa e literária, resenha critica de filmes e de romances, crítica de música, texto dramático, carta comercial, ofício, memorando, requerimento, requisição, atestados e declarações, e-mail, blog, seminário, debate deliberativo e de opinião; Tipos textuais: narração, descrição, exposição, explicação, diálogo, retificação, apresentação, definição, injunção e silogismo Pontuação; Ortografia Argumentação: tipos de argumentos Técnicas argumentativas: falácias, contradições e incompatibilidade: o ridículo; Identidade e regra de justiça; argumentos quase matemáticos: transitividade, dilema, argumento ad ignorantiam; Definição; ilustração, modelo; Comparação e argumento do sacrifício; Analogia e metáfora Fatores de coerência e coesão referencial Literatura O texto literário: linguagem e estilo A construção do herói 50 O anti-herói A construção das personagens: monologismo e polifonia Literatura e interdiscursividade Intertextualidade Níveis enunciativos: o locutor e o alocutário, o narrador e o narratário, o enunciador e o enunciatário O mundo da obra literária: o ficcional e o discursivo Literatura e música Literatura e cinema Literatura e teatro Gêneros literários: o poema, o conto, a crônica, o drama, o romance, literatura oral e cordel O julgamento da obra literária: resenha crítica de obras METODOLOGIA AVALIAÇÃO O curso será desenvolvido considerando o processo de ensino-aprendizagem como dinâmico e participativo. Dessa forma, serão propostas atividades interativas, além das aulas expositivas e de exercícios práticos. A avaliação é entendida como processo contínuo, que precisa ser constantemente revisto. Desta forma, todas as atividades, conforme as competências e habilidades que se pretende desenvolver, serão consideradas avaliativas nesse processo. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Básica: BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2006 COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 10. ed. São Paulo: 2002. CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: das origens ao realismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 1983. CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo. São Paulo: DIFEL, 1983. ZANOTO, Normelio. Correspondência e redação técnica. Caxias do Sul/RS: EDUCS, 2002. Complementar: FÁVERO, Leonor Lopes et alii. Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino da língua materna. São Paulo: Cortez, 1999. MARCUSCHI, Antônio. Da fala para a escrita: atividade de retextualização. Sãop Paulo: Cortez, 2001 CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos? São Paulo: Cia. das Letras, 1993 CASTILHO, A. T. de (org.) Gramática do português falado. Campinas: EDUNICAMP/FAPESP, 1990. KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992. BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989. CASTELLO, José Aderaldo. A literatura brasileira: origens e unidade (1500-1960). São Paulo: EDUSP, 1999. 2 v BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: como é, como se faz? São Paulo: Loyola, 2001. CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1981 (2 vs.) 51 Curso: Técnico em Informática Disciplina: LÍNGUA INGLESA II Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 2 aulas semanais • • • • • • COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Compreender a língua inglesa de forma contextualizada, através de atividades e textos autênticos, favorecendo o aprendizado real do idioma e o desenvolvimento das relações entre os conteúdos gramaticais e lexicais apresentados em classe; Reconhecer e aplicar as habilidades essenciais para um aprendizado funcional da língua inglesa (leitura, escrita, compreensão auditiva e prática oral), como recursos que auxiliem o desenvolvimento da competência comunicativa em língua estrangeira; Desenvolver a prática da leitura e escrita seguindo os princípios do ESP (English for Specific Purposes), como recursos lingüísticos que auxiliem o estudante a interpretar a semântica do texto a partir da inferência textual de cognatos e falsos cognatos, lay out e aspectos tipográficos com a prática das estratégias de Skimming e Scanning nos textos apresentados pelo professor; Identificar diferentes gêneros textuais e tipos de texto (narração, descrição, dissertação, textos técnicos, funções retóricas, exemplificação, ilustração), de modo que o estudante seja capaz de apurar a sua compreensão da língua inglesa, inferindo, analisando, predizendo, reconhecendo e associando o uso de elementos lingüísticos (gramaticais e lexicais), na expansão do seu campo semântico; Ampliar o léxico (vocabulário) de termos técnicos relacionados ao contexto do inglês para a Eletrotécnica e áreas afins; Proporcionar ao aluno conhecimentos multidisciplinares através de atividades integradoras. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • Realizar leitura fluente em língua materna; Ter noções de aspectos morfossintáticos da língua portuguesa e inglesa; Reconhecer diferentes tipos de texto em língua materna. COMPONENTES CURRICULARES 3. Níveis de Compreensão 3.1. Reconhecimento de cognatos, falsos cognatos, Main Idea, key-words (palavras3.2. 3.3. 3.4. 3.5. 3.6. 3.7. 3.8. chave); Leitura de sinais gráficos, títulos, subtítulos, palavras grifadas, gráficos, tabelas, etc; Skimming e Scanning; Ativação de conhecimento prévio (background knowledge); Predição (antecipação do conteúdo do texto); Dedução de palavras desconhecidas com base no contexto; Identificação de pontos principais; Funções retóricas do texto e organização textual. 4. Conhecimento de Itens gramaticais: 4.1. Present perfect, past perfect and present perfect continuous 4.2. Conditional sentences 52 4.3. Gerunds and infinitives 4.4. Modal auxiliary verbs and related expressions 4.5. The passive Voice 4.6. Causative verbs 4.7. Direct and indirect (reported) speech 4.8. Relative adjective clauses 4.9. Adverb clauses METODOLOGIA Aulas expositivas, estudo de textos, trabalhos interdisciplinares vinculados as demais disciplinas do curso, trabalhos em grupo e individuais, atividades diversas com filmes e seminários. AVALIAÇÃO A avaliação será processual e contínua, tendo como instrumentos: provas, trabalhos escritos e seminários, levando-se em conta, a participação, a freqüência e o desempenho do aluno no decorrer destas atividades, a serem desenvolvidas ao longo das unidades, observando-se os seguintes aspectos: -Interesse e participação nas atividades propostas; -Responsabilidade na entrega de tarefas; -Cooperação e interação com o grupo; -Produções de leitura e escritas, individuais e/ou em grupos REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA AMOS, E.; PRESCHER, E. The New Simplified Grammar. São Paulo: Richmond Publishing, 2005. CRUZ, D. T.; SILVA, A. V.; ROSAS, M. Inglês.com. textos para informática. Salvador, 2001; MURPHY, Raymond. English Grammar in Use: a self-study reference and practice book for intermediate students. 2. Ed. New York: Cambridge University Press, 1999; GLENDINNING, E. H. and McEWAN, J..Basic English for Computing, Oxford: Oxford University Press. 1999. NAYLOR, Helen. Essential Grammar in use supplementary exercises. Cambridge: Cambridge University Press, 1996; RANDOM house Webster’s Concise College Dictionary. New York: Random House, 2000. 53 Curso: Técnico em Informática Disciplina: FÍSICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Propiciar uma visão cosmológica das ciências, apresentado-lhes os instrumentos para acompanhar e admirar as conquistas espaciais, destacando a interação gravitacional, como sendo uma das quatro interações fundamentais. 2. Conhecer as relações entre os movimentos da Terra, da Lua e do Sol para a descrição de fenômenos astronômicos. 3. Reconhecer a relação das grandezas, como pressão, densidade, juntamente com a leitura em instrumentos de medida. Compreender a utilidade, e avanço através de Teoremas, como o de Pascal e Arquimedes. 4. Compreender e lidar com variações térmicas, climáticas e ambientais, fornecendo elementos para avaliar a intervenção da atividade humana sobre essas variações. Reconhecer o papel da termodinâmica no sistema produtivo compreendendo a evolução dos meios tecnológicos e a relação dinâmica do conhecimento científico. 5. Identificar objetos, sistemas e fenômenos que produzem imagens para reconhecer o papel da luz e as características dos fenômenos físicos envolvidos. 6. Associar as características de obtenção de imagens a propriedades físicas da luz para explicar, reproduzir, variar ou controlar a qualidade das imagens produzidas. 7. Conhecer diferentes instrumentos ou sistemas que servem para ver, melhorar e ampliar a visão: olhos, óculos, telescópios, microscópios etc., visando utiliza-los adequadamente. 8. Reconhecer movimentos periódicos, compreendendo as características oscilatórias de diversos fenômenos naturais, tais como: oscilações de moléculas, pêndulos, molas, etc. 9. Identificar transformações de energias, e sua conservação. 10. Conhecer modelos físicos microscópicos para adquirir uma compreensão mais profunda dos fenômenos e utilizá-los na analise de situações-problema. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. O conhecimento de transformações de unidades, kg/m3, para g/cm3, mm2 para m2, etc. 2. O conhecimento e habilidade em lidar com áreas de figuras planas, círculo, quadrado, retângulo, etc. 3. O conhecimento das relações trigonométricas, seno, co-seno, tangente e equações. 4. Conhecer as unidades e a relação entre as unidades de uma mesma grandeza física, fazendo uso de conversões adequadas, entre elas. 5. Saber ler e interpretar expressões matemáticas, gráficos e tabelas para o estudo dos temas propostos do conteúdo. Ser capaz de descrever uma relação quantitativa nessas formas, e de passar de uma representação para outra. COMPONENTES CURRICULARES 1. GRAVITAÇÃO 1.1. Leis de Kepler. 1.2. Lei de Newton da gravitação universal. 1.3. Satélites. 54 2. MECÂNICA DOS FLUIDOS (HIDROSTÁTICA) 2.1. Densidade absoluta ou massa específica – densidade relativa 2.2. Pressão 2.3. Teorema de Stevin 2.4. A experiência de Torricelli 2.5. Teorema de Pascal 2.6. Teorema de Arquimedes 2.7. Flutuador Cartesiano 3. TERMODINÂMICA 3.1. Temperatura 3.2. Equilíbrio térmico 3.3. Termômetros 3.4. Escalas termométricas 3.5. Propagação do calor 3.6. Calor sensível e calor latente 3.7. Energia interna, trabalho x calor 3.8. 1º Lei da termodinâmica 3.9. 2ª Lei da termodinâmica 3.10. Máquinas térmicas 3.11. Ciclo de Carnot 4. ÓPTICO GEOMÉTRICA 4.1. Fundamentos da óptica geométrica 4.2. Reflexão – espelhos planos e esféricos, formação de imagens 4.3. Refração 4.4. Reflexão total 4.5. Lentes – formação de imagens – o olho humano e defeitos da visão 4.6. Instrumentos ópticos 5. HIDRODINÂMICA E MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES (MHS) 5.1. Movimentos oscilatórios e periódico 5.2. Cinemática do MHS a partir do MCU 5.3. Dinâmica do MHS 5.4. Pêndulo Simples e sistema massa-mola 5.5. Vazão 5.6. Equação da Continuidade 5.7. Equação de Bernoulli 5.8. Aplicações METODOLOGIA AVALIAÇÃO 1.AULAS EXPOSITIVAS com incentivo à O processo de avaliação contempla os participação dos alunos, utilizando técnicas, tais aspectos qualitativos e quantitativos da como: contextualização do tema, questões de formação do aluno. estudo, soluções de situações problemas. 55 2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM GRUPOS, onde os alunos deverão elaborar sínteses, a partir de pesquisas em referências bibliográficas, e participarem de fóruns de discussão e aulas práticas, apresentação de seminários de temas abordados em sala. 3. AULAS PRÁTICAS EM LABORATÓRIO, estimulando a aplicação dos procedimentos, elaboração de hipóteses e discussão dos resultados, com base na literatura científica. 4. QUESTÕES APLICADAS – pesquisa bibliográfica sobre temas de aprofundamento do curso técnico do aluno. 5. VISITAS TÉCNICAS – a ambiente de divulgação e prática de atividades experimentais para analise e aplicabilidade dos conhecimentos da ciência. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Referencia bibliográfica: 1. ALVARENGA, Beatriz e MÁXIMO, Antônio. Curso de Física. Editora Scipione. São Paulo, 2001. Vol. 2. 2. BONJORNO, José Roberto; RAMOS, Clinton Marcico. Física I. editora FTD. São Paulo, 1992. Vol 2. 3. GASPAR, Alberto. Física. Editora Ática. São Paulo, 2000. Vol.2. 4. GREF – Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 2 – Física térmica e Óptica. São Paulo: EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 1999. 5. NEWTON, Villas Boas; HELOU, Ricardo Doca e GUALTER, José Biscuola. Física I. Editora Saraiva. São Paulo, 2001. Vol. 2. 6. RAMALHO, Francisco Jr., NICOLAU, Gilberto Ferraro e TOLEDO, Paulo Antônio. Os Fundamentos da Física. Editora Moderna. São Paulo. vol.2. 56 Curso: Técnico em Informática Disciplina: Química Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) COMPETÊNCIAS Compreender as teorias ácido-base que regem o comportamento das substâncias. Fundamentar as Leis Ponderais nos cálculos químicos e estequiométricos Caracterizar o estado gasoso Aplicar os conceitos de concentração para o preparo de soluções Prever os efeitos das interações entre substâncias e suas propriedades coligativas. Analisar a transferência de calor associada a uma reação química e às mudanças de estado físico • • • • • • HABILIDADES Diferenciar as teorias ácido-base. Aplicar as leis das reações químicas nos cálculos de massa atômica, massa molecular, mol, volume, número de mols, de átomos e de moléculas e nos cálculos estequiométricos Correlacionar as teorias ácido-base de Arrhenius, Bronsted-Lowry e Lewis às diversas substâncias e reações químicas Relacionar as propriedades dos gases com a Teoria Cinética Molecular Aplicar as leis dos gases em transformações isotérmicas, isobáricas e isovolumétricas na determinação de densidades absoluta e relativa dos gases em misturas gasosas Interpretar gráficos de solubilidade Aplicar cálculos de concentração no preparo de soluções baseando-se nos conceitos de concentração comum, molar, percentagens em massa, volume e massa-volume, ppm, ppb e ppt, diluição, misturas de soluções de mesmo soluto e solutos diferentes com e sem reação química Interpretar diagramas de fases Diferenciar as reações endotérmicas das exotérmicas com base na análise de gráficos de entalpia versus caminho de reação Determinar o calor envolvido nas reações químicas e nas mudanças de estado físico Aplicar a Lei de Hess Caracterizar as propriedades coligativas: tonoscopia, ebulioscopia, crioscopia e osmometria Aplicar as propriedades coligativas na determinação das massas moleculares • • • • • • • • • • • • • BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS BASES TECNOLÓGICAS • Teorias ácido-base 57 • • • • • • Gases Estequiometria Soluções Propriedades coligativas Termoquímica Cinética Química BASES CIENTÍFICAS • • • • • • • • • • • • • • A matéria e suas transformações físicas e químicas Tabela periódica Ligações químicas Compostos inorgânicos Reações químicas Balanceamento de equações químicas Leis Ponderais Razão e proporção Equações de 1o e 2o Graus Trigonometria Notação científica e algarismos significativos Unidades de medida e suas conversões. Princípios de termodinâmica Calorimetria COMPONENTES CURRICULARES 1. Revisão de reações químicas e balanceamento de equações 1.1 - Reações de hidrólise 1.2 - Reações nas formas geral, iônica e simplificada. 2. Teorias ácido-base 2.1 - Teoria de Arrhenius 2.2 - Teoria de Brönsted-Lowry 2.3 - Teoria de Lewis 3. Cálculos químicos 3.1 - Conceitos básicos 3.2 - Determinação de fórmulas químicas: molecular, mínima, percentual, estrutural e eletrônica. 4. Estudo dos gases 4.1 - Teoria Cinética dos gases 4.2 - Leis dos gases 4.3 - Equação geral e de estado de um gás 4.4 - Densidades absoluta e relativa dos gases 4.5 - Efusão e difusão gasosa - lei de Graham 4.6 - Misturas gasosas 4.7 - Cálculos para sistemas fechados e abertos 5. Cálculos estequiométricos 5.1 - Casos gerais 58 5.2 - Casos particulares 6. Dispersões 6.1 - Classificação quanto ao diâmetro médio das partículas dispersas 6.2 - Caracterização e diferenciação 6.3 - Classificação das soluções 6.4 - Grau e curvas de solubilidade 6.5 - Dissolução de sólidos, líquidos e gases em líquidos 7. Unidades de concentração 7.1 - Formas de expressar concentração: g/L, mol/L, mol/kg, título em massa, % em massa, % em volume, % em massa-volume, fração em quantidade de matéria, diluições e misturas de soluções (com e sem reação química) 8. Termoquímica 8.1 - Sistemas endotérmicos e exotérmicos 8.2 - Calores de reação (entalpia) 8.3 - Lei de Hess 9. Propriedades coligativas 9.1 - Estudo da pressão de vapor, do ponto de ebulição e do ponto de congelamento 9.2 - Determinação de massas moleculares ou micelares 9.3 - Diagramas de fases METODOLOGIA Aulas expositivas com utilização de recursos áudio visuais, seguidas de discussão e resolução de exercícios, emprego de textos de livros, revistas ou jornais. AVALIAÇÃO Avaliação teórica escrita; Trabalhos e seminários individuais ou em grupo; Testes escritos individuais ou em dupla; Listas de exercícios REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Artigos da Química Nova na Escola. SBQ - São Paulo. BRADY, J. E.; HUMISTON, G.E. Química geral, Rio de Janeiro, 2 ed., Editora LTC, v.1 e v.2. 1995. BROW, T.L.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química – A Ciência Central, 9 ed., Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2005, 972p. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química - De Olho no Mundo Trabalho, Ed.Scipione, São Paulo, v. único, 2004, 448p. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química Moderna - São Paulo: Scipione, v. 1 e 2, 1997. FELTRE, R. QUÍMICA, 6 ed., Editora Moderna, São Paulo, v.1e 2, 2004, 562p. FONSECA, M.R.M. Interatividade Química, São Paulo: FTD, 2005. GARRITZ, A.; GUERRERO, J.A.C. Química, Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2003, 625p. LEMBO, Química: realidade e contexto, São Paulo: Ática, v. 01, 02, 2002. MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio, São Paulo: Scipione, v. único, 2002. NOVAIS, V.L.D. Química, Atual Editora, São Paulo, v.1e 2, 1999, 422p. PERUZZO, F.M.; CANTO, E. L. Química na abordagem do cotidiano, 3 ed., Editora Moderna, São Paulo, v.1e 2, 2003, 343p. ROCHA-FILHO, R.C. SILVA, R. R. Cálculos Básicos da Química, São Carlos - SP: EDUFSCAR, 2006, 277p. RUSSEL, J.B. Química geral, São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2,1994. SANTOS, W.L.P. dos; MÓL, G. de S.; MATSUNAGA, R.T.; DIB, S.M.F.; CASTRO, E.N.F. de; SILVA, G. de S.; SANTOS, S.M. de O; FARIAS, S.B. Química e Sociedade, 1 ed., Editora Nova Geração, São Paulo, 2007, 168p. SARDELLA, A.; FALCONE, M. Química – Série Brasil, 1 ed., Editora Ática, São Paulo, 2004, 144p. 59 SARDELLA, A. Química - série novo ensino médio, São Paulo: Ática v. único, 2003. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química Essencial, São Paulo, Ed. Saraiva, v.único, 2001. 60 Curso: Técnico em Informática Disciplina: BIOLOGIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) • Reconhecer a importância dos estudos sobre cromossomos e genes, selecionando positivamente o conhecimento científico com a melhoria de condições da vida humana. • Reconhecer a importância da reprodução celular para a origem, o crescimento e o desenvolvimento de qualquer ser vivo e portanto, para a perpetuação da própria viva. • Reconhecer a importância do conhecimento sobre a reprodução humana de modo a discutir naturalmente a reprodução da nossa espécie, compreendendo os princípios de funcionamento de diversos métodos contraceptivos. • Reconhecer que o desenvolvimento embrionário envolve a multiplicação, o crescimento e a especialização de células embrionárias. • Reconhecer as características mais importantes dos tecidos animais, compreendendo que estes se integram para construir, órgãos e sistemas corporais. • Reconhecer nos princípios fisiológicos da percepção sensorial e da integração dos diversos órgãos do corpo, a importância dos Sistemas Nervosos e Hormonal contribuindo refletir sobre a necessidade de cuidar dos vários aspectos da saúde de maneira integrada. • Valorizar os conhecimentos sobre estrutura e funcionamento de órgãos do corpo humano, reconhecendo-os como necessárias para a indentificação de eventuais disfunções orgânicas e para os cuidados com a manutenção da própria saúde. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • • • • • • • • • Conhecer o núcleo das células eucarióticas como centro de controle das atividades celulares. Conhecer os cromossomos como entidade celular em que se localizam os genes. Compreender o processo mitótico como essencial a formação de células com a mesma composição genética. Compreender a meiose como processo que garante a manutenção do número de cromossomos da espécie, condição indispensável para a ocorrência da reprodução sexuada. Conhecer a anatomia e a fisiologia do sistema reprodutor masculino e feminino. Conhecer o papel dos hormônios hipofisários gonadotróficos no homem e na mulher. Conhecer as principais fases do desenvolvimento embrionário, compreendendo o seu significado na formação dos tecidos e órgão do embrião. Conhecer as principais divisões do Sistema Nervoso, seus respectivos componentes, especificado na formação dos tecidos e órgãos do embrião. Conhecer as principais glândulas endócrinas humanas seus respectivos hormônios e suas ações. Conhecer a anatomia e fisionomia do tubo digestório, compreendendo o papel de cada um dos seus componentes no processo da digestão, identificando as enzimas ou outras substâncias neles segregadas e atuantes. Conhecer os componentes básicos do Sistema respiratório humano, compreendendo o 61 • • • • papel dos músculos respiratórios na ventilação pulmonar e como os gases respiratórios são transportados ao longo do corpo. Conhecer os componentes do Sistema Cardiovascular humano, compreendendo o papel de cada um deles na circulação. Conhecer a estrutura do néfron, compreendendo como ocorre a filtração do sangue, a reabsorvisão de substâncias úteis e a eliminação dos componentes indesejáveis na urina. Conhecer os componentes do Sistema Locomotor, compreendendo a estrutura de um osso, de uma fibra muscular estriada esquelética e sua contração. Conhecer a importância dos mecanismos específicos e inespecíficos de defesa do corpo humano. COMPONENTES CURRICULARES Os ácidos Nucléicos (DNA e RNA) • - Replicação Transcrição O código Genético Síntese de Proteínas Núcleo eucariótico - Ciclo celular - Componentes nucleares - Célula diploide - Célula haplóide - Genoma-Genoma. - Divisão celular-Mitose • Divisão celular-Meiose Gametogênese Reprodução Reprodução humana Fecundação • Desenvolvimento embrionário. Etapas. • Desenvolvimento embrionário humano Anexos embrionários Placenta - cordão umbilical Gêmeos monozigóticos e dizigóticos Tecidos animais: Características; importância O Tecido Nervoso: Neurônio, células gliais Impulso nervoso Sinapse Nervosa Divisão do Sistema Nervoso componentes e funções 62 • Sistema Hormonal - Hipófise - Tireóide - Paratireóides - Supra – renais - Pâncreas • Sistema Digestório - Tubo digestório e Anexo - Ingestão - Digestão - Absorção • Sistema Respiratório - Segmentos - Músculos - Transporte de gases. • Sistema Cardiovascular. - Coração - Vasos - A circulação Sistema Urinário - Segmentos - O néfron - Filtrado glomerular. - Reabsorção renal • • Sistema Locomotor - Ossos - Músculos estriado esquelético - A contração Muscular. • Sistema Imunológico - A resposta imunitária - Linfócitos, anticorpos. Vacina – soro. • METODOLOGIA Aulas expositivas. Atividades em Dupla Atividades em grupo Atividades práticas Recursos audiovisuais. - AVALIAÇÃO Aspectos qualitativos e quantitativos, apresentação de pesquisas. Seminários. Avaliação escrita, parcial e geral. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Linhares, Sérgio; Gewandsznajder, Fernando – Biologia – Volume Único – Editora Ática. Lopes, Sônia – Bio – Volumes 01, 02 e 03 – 2005 – Editora Saraiva. Amabis, José; Martho , Rodrigus – Biologia – Volumes 01, 02 e 03 – 2004 – Ed. Moderna César da Silva Junior; Sasson, Sezar – Biologia – Volumes 01, 02 e 03 – 202 – Ed. Saraiva. 63 Curso: Técnico em Informática Disciplina: FILOSOFIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Competências Relacionar o questionamento filosófico com o desenvolvimento do senso de investigação sobre o conhecimento, o homem, a conduta ética e moral, política e a estética; • • Entender a relação da atividade filosófica sobre os conceitos nos planos pessoal, sóciopolítico e histórico; • Compreender a estrutura e organização do raciocínio lógico para o senso de investigação e construção da argumentação escrita e oral; • Relacionar áreas de concentração da especulação filosófica com outros conhecimentos, principalmente, a ciência e tecnologia para a compreensão da Epistemologia, Cidadania, Ética, Moral e Política. Habilidades • • Articulação do conhecimento filosófico com a diversidade de conceitos da própria área e com as Ciências Humanas, Naturais, Exatas, a Arte e outras produções culturais; Compreensão do desenvolvimento da argumentação a partir da leitura, escrita e debates; • Questionamento crítico sobre idéias, conceitos e definições da Teoria do Conhecimento, Metafísica, Ontologia, Lógica e Linguagem, Ética, Política e Estética. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Nenhum. COMPONENTES CURRICULARES I ª UNIDADE: 1. Introdução à Filosofia: O que é a Filosofia? 2. Problema da Definição da Filosofia: A Vastidão do Tema; IIª UNIDADE: 3. A Atividade Filosófica: Para quê Serve a Filosofia; 4. Origens da Filosofia: Do Mito à Razão; IIIª UNIDADE:. 5. Origens da Filosofia: Milagre Grego ou Influencias Orientais? 6. Os Pré-Socráticos; IVª UNIDADE: 7. Grécia Clássica: Sócrates, Platão e Aristóteles; 8. Perído Helênico: Cinismo, Estoicismo, Epicurismo e Neoplatonismo; 64 METODOLOGIA AVALIAÇÃO Consistirá em exposição participada, debates, Processual e contínua, sendo que, em leituras e interpretações de textos filosóficos e de alguns momentos, termos: Prova Escrita área afins, apresentação de filmes e dinâmicas de e Seminários. A participação, interesse, grupos. Serão utilizados os seguintes recursos: assiduidade e freqüência estarão diluídos Quadro, pincel, textos, data show, T.V. e D.V.D. em todo o processo. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BAGANANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2000; ABBAGNANO, Nicola. História da Filosofia (12 Volumes). Lisboa: Presença; ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; Martins, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Editora Moderna. 1994; ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo. Trad. Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989; CAMUS, Albert. O Homem Revoltado.São Paulo: Record; CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2002;Chauí, Marilena. O que é Ideologia?. São Paulo: Brasiliense, 1987; COLEÇÃO: Os Pensadores. Editora Abril; COMTE, Augusto. Os Pensadores. Editora Abril. COPI, Irving. Introdução à Lógica. Mestre Jou, São Paulo, 1981; COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia. São Paulo: Editora Saraiva, 1996; DELEUZE, G. & Guattari, F. Mil Platôs. Volume 1, 2, 3, 4 e 5. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995. DELEUZE, Gilles e Guatarri, Félix. O que é Filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34, 1992; DUARTE Júnior. O que é A Realidade? São Paulo: Ed. Brasiliense, 1984; FILHO, Waldomiro J. Silva. O Ceticismo e a Possibilidade da Filosofia.UNIJUI FOUCAULT, M. As Palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1981; FOUCAULT, m. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979; JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. Cultrix, 1995; JERPHAGNO, Lucien. História das Grandes Filosofias. São Paulo: Martins Fontes, 1992; GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia. São Paulo: Editora Scharcz, 1997; GALEFI, Dante Augusto. O ser-sendo da filosofia. Salvador: Edufba, 2001 HABERMAS, J. O Discurso Filosófico da Modernidade. Lisboa: D. Quixote, 1990; HEIDEGGER, Martin. Ensaios e Conferências. Petrópolis: Vozes, 2001; HESSEN, Johannes. Teoria do Conhecimento. São Paulo: Martins Fontes, 2000; KREIMENDAHL, Lothar. Filósofos do Século XVIII. São Paulo: Inisinos, 2004; LUCHESI, Cipriano & Passos, Elizete. Introdução à Filosofia: aprendendo a pensar. São Paulo : Cortez Editores, 2000 MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997; 65 PONTY, Merleau. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes; PONTY, Merleau. O Visível e o Invisível. Editora: Perspectiva MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1998;Moser, Paul K e MULDER, Dwayne H; Trout, J.D. A Teoria do Conhecimento: Uma Introdução Temática. São Paulo: Martins Fontes, 2004; NIETZSCHE, F. Assim Falava Zaratustra. Lisboa: Guimarães Editores; NIETZSCHE, F. A Gaia Ciência. Lisboa: Guimarães, 1987; NIETZSCHE, F. Para Além do Bem e do Mal. Lisboa: Guimarães, 1982; NIETZCHE, F. Genealogia da Moral. Lisboa: Guimarães Editores. 1976; ROVIGHI, Sofia Vanni. História da Filosofia Moderna. São Paulo: Loyola, 1999; STONE, I F. O Julgamento de Sócrates. São Paulo: Editora Schwarcz, 1996; SANTOS, Milton. Por uma Outra Globalização. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2000; SARTRE, Jean Paul. O Ser e o Nada. Petrópolis: Vozes, 1992; WILL, Durant. História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999; 66 Curso: Técnico em Informática Disciplina: HISTÓRIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) • Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. • Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico. • Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas. • Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. • Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos. • Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos “lugares de memória” socialmente instituídos. • Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição e significação. • Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade. • Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. • Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS - Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos, identificando regularidades, apresentando interpretações. - formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas. - desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e naturais. - procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema. - formular hipóteses e prever resultados. - articular o conhecimento científico e tecnológico numa perspectiva interdisciplina COMPONENTES CURRICULARES I Unidade 1..O racionalismo do final século XVII – o Iluminismo. 2.A crise do Antigo Regime 2.1.Revolução Industrial e as Revoluções Burguesas do século XVIII e XIX • Revolução industrial inglesa • Independência das 13 colônias e Revolução Francesa. • O congresso de Viena e a Santa Aliança. 2.2.O capitalismo e a formação da classe operária. 2.3.O manifesto comunista de 1848. 67 2.4.A colonização da África e da Ásia. II Unidade 3. A crise ideológica e econômica no Brasil colônia: A conjuração de Minas e da Bahia. 4. A afirmação do capitalismo na Europa e na América do Norte no século XIX. 4.1.A formação dos Estados Nacionais na América Latina. • O processo de independência e a organização do Estado Imperial Escravista no Brasil; • A sociedade senhorial-patriarcal e escravista no Brasil. • A plantagem do açúcar e do café, o trabalho escravo e seus limites. • O abolicionismo e o movimento republicano. III Unidade 5.O nacionalismo, o socialismo: ideologias antagônicas na Europa. • Movimento comunista na Europa e a organização operária; • Liberalismo e Imperialismo: Unificação alemã e italiana. 5.1.A crise do capitalismo liberal no século XIX • O imperialismo, a África e a primeira Grande Guerra; • A Revolução Russa e a expansão norte americana; 5.2.A década de trinta e os movimentos totalitários: o Nazismo e o Fascismo. • A segunda Guerra Mundial; • A Guerra fria e o Imperialismo no pós-guerra; IV Unidade 6. A República Velha e as suas questões 6.1. A terra e o seu poder; a negação da modernidade da República. • O jogo oligárquico e suas contradições. 6.2. A cidade na República Velha • Cultura, higiene e mentalidade • A formação do operariado brasileiro e a natureza da indústria brasileira. 6.3. A economia cafeeira e os limites ao liberalismo • Liberais, coronéis e comunistas na luta pelo controle autoritário do Estado brasileiro. 6.4.A cidade republicana: • A semana de Arte Moderna de 1922; • O cinema e o Rádio; • O feminismo e as concepções médicas. 6.5 A crise do capitalismo liberal, o desencanto das oligarquias e a Revolução de Trinta. METODOLOGIA O desenvolvimento da disciplina contará com a utilização de diversas metodologias que, atuando de modo integrado, favorecerá diferentes formas de aprendizagem. O curso será pautado na concepção colaborativa de aprendizagem, contando com aulas expositivas participativas, com utilização de recursos variados que vão das novas tecnologias que se colocam à serviço do aprendizado, às tradicionais atividades e estudos realizados no ambiente da sala de aula. A metodologia buscará aliar acompanhamento individualizado e mediação tecnológica, garantindo um cenário favorável ao desenvolvimento da autonomia de aprendizagem e formação da atitude investigativa constante. Para isto se buscará criar condições propícias AVALIAÇÃO Avaliação de caráter formativo cumprirá o papel de favorecer a aprendizagem discente, assim como o acompanhamento constante e processual por parte do docente. Tendo como foco a aprendizagem do aluno e comprometendo-se com seu desempenho e construção do saber, serão utilizados diferentes instrumentos de avaliação, que vão desde atividades individuais e coletivas desenvolvidas em salas de aulas ou em outros ambientes de aprendizagem. Também se buscará desenvolver formas de favorecer ao aluno um mecanismo de recuperação constante na disciplina. Terá por critérios básicos a participação, assiduidade e pontualidade, domínio cognitivo, 68 como: - desenvolvimento de um clima de aceitação e respeito mútuo, em que o erro seja encarado como desafio para o aprimoramento do conhecimento e construção de personalidade e que todos se sintam seguros e confiantes para pedir ajuda; cumprimento e qualidade das tarefas, responsabilidade, capacidade de produzir em equipe, autonomia intelectual e comportamento do aluno. - organização de aulas que estimule a ação individualizada do aluno para que possa desenvolver sua potencialidade criadora, mas que, também, esteja aberto a compartilhar com o outro suas experiências vividas na escola e fora dela; - oferta de oportunidades, por meio das tarefas organizadas para a aula, em que vários possam ser os pontos de vista, permitindo ao aluno um posicionamento autônomo, fortalecendo, assim, sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao produto do seu trabalho. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ALENCAR, Francisco. [et al] História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1996 AQUINO, Rubim Santos Leão de. [et al] História das sociedades modernas às atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006 ARIÈS, Phlippe e CHARTIER, R. (org.) História da Vida Privada. Da Renascença ao Século das Luzes. Vol.3. São Paulo: Companhia das Letras,1991. CARONE, Edgard. A República Velha, Instituições e classes sociais. Rio de Janeiro: DIFEL, 1978 CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: A Elite Política Imperial. Rio de Janeiro: Campus, 1980 __________. D. Pedro III. São Paulo: Companhia das Letras, 2007 CATELLI JR, Roberto. História, Texto e Contexto. Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2006 COSTA, Emília Viotti. Da Monarquia à República: momentos decissivos. São Paul: Brasiliense, 1985. FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2000. FENELON, Dea Ribeiro. 50 textos de história do Brasil. Saão Paulo: Hucitec,1974 HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. HOBSBAWN, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo: Paz E Terra, 1996. LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. São Paulo: Alfa-Ômega, 1978 PRADO JUNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1977 PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato P. O Livro de Ouro da História do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. SANTOS, Theotônio dos. Evolução Histórica do Brasil. Petrópolis: Vozes, 1995 THOMPSON, E. P. A Formação da Classe Operária Inglesa. Trad., Vol.1., São Paulo: Cia. Das Letras, 1995. 69 Curso: Técnico em Informática Disciplina: GEOGRAFIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) ● Reconhecer diferentes conceitos, diferentes temporalidades, espacialidades e territorialidades. ● Ler e interpretar dados e textos: meta multidisciplinar associada à formação do espírito crítico e a cidadania. ● Problematizar o mundo contemporâneo e a inserção do Brasil no contexto geopolítico, econômico e cultural mundial. ● Analisar o papel e a importância dos estados nacionais e nações na nova ordem mundial. ● Compreender e representar as distintas espacialidades resultantes do processo de urbanização/industrialização. ● Compreender a industrialização brasileira, associando-a ao processo de (ru)urbanização. ● Explicar as relações entre recursos naturais, economia e industrialização. ● Contextualizar os diferentes grupos étnicos, culturais e sociais, aprendendo a respeitar as diferenças. ● Compreender, explicar e criticar os padrões de saúde, educação e desenvolvimento das populações humanas, com ênfase na problemática brasileira. ● Reconhecer a historicidade e a processualidade na construção do espaço brasileiro. ● Perceber os contrastes internos do Brasil. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS ● ● ● ● ■ ■ • • Noções de economia, política, sociedade , cultura e Estado. Leitura e interpretação estatística, gráfica e cartográfica. Analisar e interpretar informações , associando-as entre si. Saber ouvir e analisar diferentes linguagens que tratam da dinâmica e da problemática da sociedade Compreensão de escala espacial como estratégia de apreensão da realidade. Compreensão das distintas escalas temporais. Compreensão da evolução das técnicas e das relações sociais de trabalho. Compreensão do papel das inovações tecnológicas na esfera da produção engendrando novas formas de organização social e novos arranjos espaciais. COMPONENTES CURRICULARES 1. A ciência geográfica e a questão do espaço geográfico • As correntes do pensamento geográfico e as divisões da Geografia • O espaço geográfico e suas categorias deanálise: paisagem, região, território e lugar. 2. O espaço geográfico • A formação do espaço geográfico moderno • Divisão internacional do trabalho e as estruturas organizacionais do capital industrial e financeiro • Etapas de desenvolvimento do capitalismo: - O capitalismo liberal, O neocolonialismo e a crise de 29; 70 - O capitalismo keynesiano, O Taylorismo-Fordismo a política de bem estar social, A guerra fria e a crise do meio ambiente. 3. Formação, expansão e organização do espaço brasileiro Caracterização do espaço brasileiro. Regiões administrativas do Brasil. Os complexos regionais brasileiros. As disparidades regionais do Brasil. 4. A agricultura e a questão agrária no Brasil - A estrutura fundiária brasileira. - Relações de trabalho no campo. - Movimentos sociais no campo e conflitos de terra no Brasil. - Produção x produtividade agrícola. 5. A industrialização no Brasil. Tipos e etapas da industrialização brasileira. Os caminhos da industrialização brasileira: da sociedade agrária para o urbano-industrial. A distribuição espacial da indústria brasileira. 6. O espaço urbano no Brasil. Urbanização e metropolização no Brasil. Rede e hierarquia urbana. Os problemas urbanos. 7. Os transportes, energia e telecomunicações no território nacional. 8. Dinâmica populacional brasileira. ● Conceitos demográficos Formação étnica da população brasileira. Fatores do crescimento populacional e teorias demográficas. Distribuição e concentração populacional. Movimentos da população no Brasil. Estrutura da população brasileiras (sexo, atividade econômica e faixa etária) Pirâmides etárias. Indicadores sociais e econômicos da população brasileira. 9. O capitalismo neoliberal, a ordem multipolar e os conflitos da Geopolítica atual Os recursos energéticos perspectivas e os desafios da sustentabilidade socioambiental As novas tecnologias na comunicações e a globalização O Brasil no cenário internacional METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas expositivas-participativas; Estudos dirigidos; Ao longo do processo ensinoSeminários temáticos;Trabalhos práticos. aprendizagem, sendo considerados os aspectos quantitativos e qualitativos desenvolvidos pelos alunos em sala de aula. Instrumentos avaliativos: provas objetivas e discursivas, pesquisas individuais e trabalhos em grupos. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ADAS, M. ; ADAS, S. Panorama geográfico do Brasil: contradições, impasses e desafios socioespaciais. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1998. COELHO, C.C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 1996. GARCIA, H. C. ; GARAVELLO, T. M. Geografia: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, 2005. MAGNOLI, D. ARAÚJO, R. Geografia (Geral e Brasil) Paisagem e território. São Paulo, Ed. Moderna. 2ª ed. Reformulada, 1997. 71 MAGNOLI, D. O mundo contemporâneo. São Paulo: Atual, 1995. SENE, E. ;MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002. SANTOS, M. Espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo: Hucitec, 1996. SPÓSITO, M. E. B. Capitalismo e urbanização. São Paulo: Contexto, 1989. VESENTINI, J. W. Brasil: sociedade e espaço. São Paulo:Ática, 2004. SOUZA Maria Adélia de : Governo Urbano. São Paulo. Nobel , 1998 SOUZA Maria Adélia de : Território Brasileiro. Usos e Abusos . Campinas. Edições Territorial . 2003 BEZERRA, M. C. e FERNANDES, M. Cidades sustentáveis: subsídios à elaboração da Agenda 21 brasileira. Edições IBAMA, Brasília, 2000. CASTROGIOVANI, A. (Org.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2000. MALTA FILHO, C. S. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São Paulo: Nobel, 1999. VESENTINI, J. W. O ensino de geografia no século XXI. Campinas, SP: Papirus, 2004. FERREIRA Bertha K. Becker : Geografia política e gestão do território no limiar do século XXI. Uma representação do Brasil: Rio de Janeiro: Revista Brasileira de Geografia. Vol.53 nº3 , Julho/set 1991 72 Curso: Técnico em Informática Disciplina: MATEMÁTICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) -Interpretar o Logarítmo de um número como Ferramenta para o Cálculo aritmético e Algébrico. - Identificar uma função Logarítmica e seus pontos fundamentais. - Historiar o surgimento da GEOMETRIA EUCLIDEANA PLANA. - identificar os postulados de Euclides, os axiomas e teoremas principais. - identificar ponto, reta, plano e ângulos. - Definir uma linha poligonal, definir e classificar os polígonos com suas propriedades. - Identificar e classificar os triângulos. - Relacionar as medidas de um triângulo retângulo, enunciando o teorema de Pitágoras. - Classificar os quadriláteros e suas propriedades . --Reconhecer os pontos notáveis de um triângulo. - Identificar e definir uma circunferência, um círculo e suas divisões em arcos , setores circulares ,segmentos e anéis. - Estabelecer as relações métricas no círculo. -Definir as razões trigonométricas no triângulo retângulo. -Definir e relacionar as unidades de medidas de ângulos ou de arcos de circunferência. - Localizar a extremidade de uma arco de circunferência - Definir uma circunferência trigonométrica . - Localizar as razões trigonométricas na circunferência. - Estabelecer as relações trigonométricas. - Definir as principais Funções Circulares(trigonométricas). - demonstrar as fórmulas da adição, arco dobro e metade. - definir as principais transformações trigonométricas. - Definir e classificar uma MATRIZ como um conjunto ordenado em forma retangular ou em tabela. - identificar os tipos de matrizes. - Operar com matrizes aplicando a teoria em resolução de problemas cotidianos. - definir o número Real chamado de Determinante associado a uma matriz quadrada. - entender a importância do determinante na resolução de um sistema linear. - definir o menor complementar e o cofator de uma matriz. - enunciar o Teorema de Laplace. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Matemática elementar do primeiro grau. Estudo do Sistema Cartesiano Ortogonal. Conhecimento da Linguagem de Conjuntos e seus Símbolos Lógicos. Interpretação de texto em língua portuguesa COMPONENTES CURRICULARES -Resolver Problemas Usando o Conceito e as Propriedades Operatórias dos Logaritmos e Logaritmos Decimais. - representar Graficamente as Funções logarítmicas, resolver equações e inequações 73 logarítmicas - Resolver problemas usando as operações com ângulos e seus submúltiplos. - resolver problemas usando o teorema de Thales e semelhança de triângulos. -Resolver problemas com ângulos e pontos notáveis de um triângulo. - calcular o ângulo interno e externo de um polígono regular e a soma dos ângulos de um polígono qualquer. - Calcular o número de diagonais de um polígono. - resolver problemas usando os teoremas das bissetrizes de um triângulo. - Calcular a área e o perímetro de um polígono regular e de uma circunferência, bem como de setores e anéis. - calcular o comprimento de uma arco de circunferência. _ resolver problemas usando o teorema de Pitágoras e as relações métricas no triângulo retângulo. - resolver problemas envolvendo as razões trigonométricas. - efetuar cálculos envolvendo as razões trigonométricas na circunferência. - efetuar cálculos envolvendo arcos e ângulos. -Demonstrar Identidades usando as relações trigonométricas. - representar graficamente as funções trigonométricas, determinando para cada uma delas o domínio, a Imagem, o Período, as raízes, a Paridade e os Intervalos de crescimento e decrescimento. - resolver equações e inequações trigonométricas. Usar as tranformações na resolução de equações e inequações. - Efetuas as operações com matrizes,a saber, soma e subtração, produto por um escalar e produto de matrizes. - definir uma matriz simétrica e anti-simétrica. - Determinar a transposta e a inversa de uma matriz quando possível. -Definir menor complementar e cofator deuma matriz e Enunciar o teorema de Laplace no cálculo de determinantes. _ usar as regras derivativas do teorema de Laplace no cálculo de determinantes de ordem menor ou igual a três. - Calcular determinantes através das suas propriedades. - calcular determinantes usando a regra de Chio. - Usar o Teorema de Binet no cálculo do determinante da matriz inversa. - Resolver um sistema linear através dos métodos da substituição de variáveis, da regra de Cramer e do escalonamento . - resolver problemas envolvendo sistemas lineares. Unidade I: - Logaritmos e Logaritmos Decimais. Unidade II: - Trigonometria. Unidade III: - Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares. Unidade IV: - Geometria Plana. METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas expositivas, uso da tecnologia da informática Testes e provas escritas. quando necessário Observação direta da participação dos alunos em atividades de sala de aula. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Matemática: volume único. Gelson Iezzi, Osvaldo Dolce, David Degenszajn e Roberto Périgo. 4ª 74 edição. São Paulo: Editora Atual, 2007. Matemática fundamental: uma nova abordagem: ensino médio: volume único. José Ruy Giovanni, José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. São Paulo: FTD, 2002. Matemática - Volume Único. Manoel Paiva - Coleção Base Matemática 2ª Edição 2003, Editora Moderna. Matemática – contexto & aplicações – volume único. Luiz Roberto Dante Editora: Ática, 2006. 75 Curso: Técnico em Informática Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Identificar as capacidades físicas, compreendendo a sua importância para o movimento humano. Avaliar as capacidades físicas e de massa corpórea visando o reconhecimento de suas interferências na saúde. Praticar programa de treinamento para a melhoria das capacidades físicas. Reavaliar após realização de treinamento para compreender o efeito da atividade física no organismo. Compreender os esportes como integrantes do repertório cultural de movimentos, estudando e vivenciando suas diversas formas e modalidades. Organizar evento esportivo escolar. Compreensão e vivência adaptada do esporte de inverno. Desenvolver os passos básicos da dança de salão: forró, xote, vanerão e samba de gafieira. • • • • • • • • BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • • • • Educação para a saúde. Promoção para a saúde: avaliação física e treinamento físico. Habilidades físicas e técnicas de defesa e ataque para a execução das modalidades: handebol, voleibol, basquetebol e futsal. Organização de evento esportivo na escola. Noções do esporte de inverno. Noções sobre a dança de salão. COMPONENTES CURRICULARES • • • • • • • • • • • Movimento e a saúde: Capacidades físicas: força, resistência, velocidade, coordenação motora e flexibilidade: definições, importância para o condicionamento físico, noções básicas de treinamento. Aptidão Física: avaliação das capacidades físicas e de massa corpórea individuais e da turma; Desenvolvimento de treinamento para a melhoria das capacidades físicas e reavaliação. Movimento nas manifestações lúdicas e esportivas: Handebol, Basquetebol, Voleibol e Futsal: posicionamento em quadra e fundamentos técnicos; Estudo e vivência das posições dos jogadores em quadra; dos princípios e tipos de ataque e defesa. Eventos esportivos na escola: como organizar e planejar (teórico e prático). Esporte de inverno: história e organização, vivência adaptadas: curling, ski cross country. Movimento em expressão e ritmo: Dança de salão: estudo das danças mais populares no Brasil (forro, xote, vanerão, samba de gafieira), passos básicos, coreografias. 76 • • • • • METODOLOGIA Aulas Expositivas com possibilidades de questionamentos e debates durante a exposição do conteúdo; Aulas práticas realizadas em grupo e individualmente. Leitura de textos específicos da disciplina. Seminários, debates, diálogos sobre assuntos da disciplina. Organização de pequenos eventos esportivos AVALIAÇÃO A avaliação será permanente, por meio de observação acerca da participação e envolvimento dos alunos durante o processo de ensino-aprendizagem. Instrumentos de avaliação: Provas, seminários, pesquisas individuais e em grupo, organização de eventos, construção de painéis participação nas atividades práticas propostas. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, Diretrizes do ACSM para testes de esforço e sua prescrição. 30ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2007. ASTRAND,Per-olof & RODHAL, Kaare;Tratado de Fisiologia do Exercício. 2 ed. Rio de janeiro: 1980. BORGES, Cecília Maria Ferreira, O professor de Educação Física e a construção do saber. 5 ed. Campinas: Ed. Papirus, 1998. FONTOURA, Andréa Silveira Guia prático de avaliação física: uma abordagem didática, abrangente e atualizada. São Paulo: Phorte, 2008. FOX, Edwards L. & MATTHEWS, Donald K. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos 3 ed.Rio de Janeiro: Interamericana, 1983. LOVISOLO, Hugo. Estética, Esporte e Educação Física. Rio de Janeiro: Ed. Sprint, 1987. POINT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. São Paulo: Phorte, 2006 POLLOCK, Michael L.; WILMORE, Jack H. & Fox III, Samuel M. Exercícios na saúde e na doença. Rio de Janeiro: 136 p. Complementar: ADAMS, R. C. Jogos, esportes e exercícios para o deficiente físico. 3. ed. São Paulo: Manole, 1985. BRASIL. Lazer, atividades física e esportiva para portadores de deficiência. Brasília: SESI-DN: Ministério do Esporte e Turismo, 2001. GORGATTI, M. G; COSTA, R. F. org. Atividade Física Adaptada. São Paulo: Manole, 2005. WINNICK, Joseph. Educação Física e esportes adaptados. 3. ed. São Paulo: Manole, 2004. 77 DISCIPLINAS DO 3º ANO NÚCLEO COMUM Curso: Técnico em Informática Disciplina: Língua Portuguesa Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 90h (120h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) COMPETÊNCIAS Compreender a linguagem como um sistema simbólico e meio de expressão, informação e comunicação nas relações interpessoais; Compreender e usar a língua portuguesa como geradora de significação e integradora da organização de mundo e da própria identidade; Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção; Recuperar pelo estudo dos textos o imaginário coletivo, o patrimônio cultural e as formas temas preservados, no tempo e no espaço; Respeitar a diversidade lingüística reconhecendo-a como uma propriedade das línguas naturais; Compreender a língua portuguesa como instrumento para confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal; Ler e produzir textos diversos: ficcionais, não-ficcionais e comerciais ou administrativos. HABILIDADES Análise lingüística Reconhecer a língua como um sistema composto por diversos níveis – o fonético, o morfológico, o sintático, o semântico, o pragmático, o enunciativo, o textual, o discursivo e o retórico – e identificá-los; Reconhecer a língua como um sistema heterogêneo e adequar o uso das variedades lingüísticas às situações de interação sociocomunicativa; Identificar os itens linguísticos responsáveis pela designação e compreender sua função na produção textual e na leitura; Identificar os itens linguísticos responsáveis pela quantificação e indefinição de nomes no uso da linguagem e compreender sua função na leitura e produção de textos; Identificar os itens que a língua oferece para o processo de qualificação dos nomes do discurso e compreender sua função na leitura e produção de textos; Identificar os mecanismos formais através dos quais o locutor modaliza suas intenções no discurso e compreender sua função na leitura e produção de textos; Identificar e utilizar os mecanismos de coesão sequencial na leitura e produção de textos. Leitura Compreender a linguagem como um elemento simbólico através do qual são construídas as diversas representações sociais sobre todos os assuntos; Entender o texto como uma unidade que materializa e dá forma a uma série de fragmentos 78 discursivos e que obtém sua unidade do fato de possuir uma intenção comunicativa específica; Compreender que todo texto só se concretiza na relação dialógica entre o autor e o leitor; Entender que os textos são agrupados de maneira específica, considerando os ramos das atividades humanas das quais se originam; Caracterizar diferentes gêneros textuais a partir de sua forma composicional, seu tema e seu estilo. Entender a função comunicativa dos tipos textuais na composição de gêneros diversos; Entender o texto como uma forma de ação através da qual o locutor realiza diversos micro e macroatos de fala; Compreender que todo texto tem um leitor pressuposto. Diante disso, deve-se identificar os fatores de coerência que um leitor não esperado deve conhecer para compreender o texto; Compreender como se processam os processos implicatura e pressuposição na leitura e produção de textos; Compreender que todo assunto pode ser interpretado de maneira diferente considerando o domínio discursivo em que se encontra. Produção textual Planejar a produção textual de acordo com a intenção comunicativa; Utilizar os diferentes níveis de estruturação da língua na produção de textos, considerando as especificidades do gênero e da situação comunicativa; Situar a produção textual em domínios discursivos específicos tendo em vista as condições de produção e o contexto comunicativo; Produzir gêneros textuais tendo em vista o propósito comunicativo; Utilizar corretamente, e de acordo com os efeitos de sentido pretendidos, os tipos textuais na composição dos gêneros; Pontuar adequadamente os textos, considerando os objetivos da produção textual; Grafar adequadamente as palavras, tendo em vista o gênero textual a ser produzido; Utilizar corretamente os mecanismos de coesão referencial e os fatores de coerência na produção de textos; Conhecer e selecionar as técnicas argumentativas adequadas ao projeto discursivo seja oral ou escrito. Literatura Compreender a especificidade do texto literário; Caracterizar a linguagem e o estilo literário em diferentes períodos; Conhecer os níveis enunciativos da produção literária; Conhecer mecanismos de recepção do texto literário; Compreender o papel do autor no processo de leitura do texto literário; Compreender as estratégias de construção dos personagens; Compreender que o mundo descrito na obra literária é constituído de duas faces: uma ficcional e discursiva; Compreender a relação entre literatura e música, cinema e teatro; Ler, analisar e julgar gêneros literários nacionais e internacionais. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Análise linguística Fonema, morfema, frase, oração, período, texto, discurso, retórica; História da língua portuguesa Variação lingüística, idioleto, socioleto, 79 Variação social, espacial, temporal, jargão, gíria; Signo e símbolo; Nomes/substantivo Adjetivos/locuções adjetivas Pronomes indefinidos Pronomes demonstrativos e advérbios de lugar; Advérbios de intensidade, negação, afirmação, dúvida e modo Marcas de subjetividade; Modalizadores; Coesão seqüencial; Orações coordenadas e subordinadas. Leitura Língua e linguagem; Domínios discursivos; Dialogismo; Gêneros e tipos textuais; Atos de fala Leitor virtual e leitor modelo; Coerência textual; Interdiscursividade; Pressupostos e subentendidos; Formações discursivas: cidadania, consumo, sexualidade, religião, diversidade cultural, raça, ética. Produção textual Língua e linguagem; Domínios discursivos; Dialogismo; Plano textual; Gêneros e tipos textuais; Atos de fala; Leitor virtual e leitor modelo; Coerência textual; Interdiscursividade; Sinais de pontuação; Regras ortográficas; Argumentação: ethos, pathos, tese, acordo prévio, técnicas argumentativas, contraargumentação; Formações discursivas: identidade, nacionalidade, ética, família, gênero, trabalho, política, economia, consumo, globalização, cidadania, Literatura Literariedade; Realidade e representação; Figuras de linguagem; Sentido comum e efeito discursivo; Locutor e alocutário, narrador e narratario, enunciador e enunciatário; Lirismo; Gêneros literários; 80 Escolas literárias; Modernidade e pós-modernidade; Formações discursivas: identidade pessoal, gênero, nacionalidade, raça/etnia, política. COMPONENTES CURRICULARES Análise lingüística Níveis de análise da linguagem: fonético, morfológico, sintático, semântico, pragmático, enunciativo, textual, discursivo e retórico; Variação lingüística; Lógica e linguagem: a conjunção, a disjunção, a restrição, a oposição, a causalidade, a explicação, a implicação, a inferência, a hipótese, a generalização, a particularização; Coesão referencial e sequencial. Leitura Linguagem e sociedade; Texto e discurso Dialogismo; Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional e publicitário; Gêneros textuais e tipos textuais Atos de fala Heterogeneidade constitutiva e mostrada; Polifonia. Produção textual Domínios discursivos: jornalístico, literário ou ficcional; Gêneros textuais: artigo de opinião, ensaio, resenha critica de filmes e de romances, crítica de música, currículo, carta comercial, ata, procuração, circular, mala direta, boletim, fax, relatório, seminário, debate deliberativo e de opinião; Argumentação: tipos de argumentos, contra-argumentação e figuras retóricas Técnicas argumentativas: Contradições e incompatibilidade: falácias, o ridículo; Identidade e regra de justiça; Argumentos quase matemáticos: transitividade, dilema, argumento ad ignorantiam; Definição; ilustração, modelo; Comparação e argumento do sacrifício; Analogia e metáfora, dissociação das noções Literatura O texto literário: linguagem e estilo A construção do herói O anti-herói A construção das personagens: monologismo e polifonia Literatura e interdiscursividade Intertextualidade Níveis enunciativos: o locutor e o alocutario, o narrador e o narratário, o enunciador e o enunciatário O mundo da obra literária: o ficcional e o discursivo Literatura e música Literatura e cinema Literatura e teatro Gêneros literários: o poema, o conto, a crônica, o drama, o romance 81 O julgamento da obra literária: resenha crítica de obras METODOLOGIA O curso será desenvolvido considerando o processo de ensino-aprendizagem como dinâmico e participativo. Dessa forma, serão propostas atividades interativas, além das aulas expositivas e de exercícios práticos. AVALIAÇÃO A avaliação é entendida como processo contínuo, que precisa ser constantemente revisto. Desta forma, todas as atividades, conforme as competências e habilidades que se pretende desenvolver, serão consideradas avaliativas nesse processo. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Básica: BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2006 COUTINHO, Afrânio. Introdução à literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. KOCH, Ingedore Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 10. ed. São Paulo: 2002. CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: das origens ao realismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 1983. CÂNDIDO, Antônio & CASTELLO, Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo. São Paulo: DIFEL, 1983. ZANOTO, Normelio. Correspondência e redação técnica. Caxias do Sul/RS: EDUCS, 2002. Complementar: FÁVERO, Leonor Lopes et alii. Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino da língua materna. São Paulo: Cortez, 1999. MARCUSCHI, Antônio. Da fala para a escrita: atividade de retextualização. Sãop Paulo: Cortez, 2001 CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos? São Paulo: Cia. das Letras, 1993 CASTILHO, A. T. de (org.) Gramática do português falado. Campinas: EDUNICAMP/FAPESP, 1990. KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992. BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989. CASTELLO, José Aderaldo. A literatura brasileira: origens e unidade (1500-1960). São Paulo: EDUSP, 1999. 2 v BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: como é, como se faz? São Paulo: Loyola, 2001. CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1981 (2 vs.) 82 Curso: Técnico em Informática Disciplina: FÍSICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Descrever relatos de viagens, visitas ou entrevistas apresentando com clareza e objetividade suas considerações e fazendo uso apropriado da linguagem da física. 2. Compreender e emitir juízo próprio sobre noticias com temas relativos a ciência e tecnologia, veiculadas pelas diferentes mídias, de forma analítica e critica, posicionando-se com argumentação clara. 3. Frente a uma situação problema reconhecer a natureza dos fenômenos envolvidos situando os dentro de um conjunto de fenômenos da Física e identificar as grandezas relevantes, em cada caso. 4. Conhecer modelos físicos microscópicos para adquirir uma compreensão mais profunda dos fenômenos e utilizá-los na analise de situações-problema. 5. Em aparelhos e dispositivos elétricos residenciais, identificar seus diferentes usos e o significado das informações fornecidas pelos fabricantes sobre suas características (voltagem, freqüência, potencia etc.). 6. Dimensionar o custo do consumo de energia em uma residência ou outra instalação, propondo alternativas seguras para a economia de energia. 7. Compreender fenômenos magnéticos para explicar, por exemplo, o magnetismo terrestre, o campo magnético de um imã, a magnetização de materiais ferromagnéticos ou inseparabilidade dos pólos magnéticos. 8. Reconhecer a relação entre fenômenos magnéticos e elétricos, para explicar o funcionamento de motores elétricos e seus componentes, interação envolvendo bobinas e transformações de energia. 9. Acompanhar o desenvolvimento tecnológico contemporâneo, na medicina, na área de comunicações, com os microcomputadores, CDs, DVDs, telefonia celular, tv a cabo. 10. Reconhecer que, se de um lado a tecnologia melhora a qualidade de vida do homem, do outro ela pode trazer efeitos que precisam ser ponderados quanto a um posicionamento responsável. 11. Identificar diferentes tipos de radiações presentes na vida cotidiana, reconhecendo sua sistematização no espectro eletromagnético (ondas de radio aos raios gama) e sua utilização através das tecnologias a elas associadas (radar, rádio, forno de microondas, tomografia etc.). 12. Compreender as transformações nucleares que dão origem à radioatividade para reconhecer sua presença na natureza e em sistemas tecnológicos. 13. Conhecer os diferentes processos físicos envolvidos nos diferentes sistemas de transmissão de informação sob a forma de sons e imagens como forma de monitorar a utilização de transmissão por antenas, satélites, cabos ou através de fibras ópticas. 14. Identificar a presença de componentes eletrônicos, como semicondutores e suas propriedades. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. Conhecer grandezas e unidades fundamentais de medidas. 2. Saber ler e interpretar expressões matemáticas, gráficos e tabelas para o estudo dos temas propostos do conteúdo. Ser capaz de descrever uma relação quantitativa nessas formas, e de passar de uma representação para outra. 83 3. Identificar transformações de energias, e sua conservação em diferentes contextos. 4. Utilização da linguagem científica como meio de expressão, informação e comunicação em situações-problema, relacionados com os temas em questão. 5. Ter noção dos princípios das tecnologias da comunicação e da informação associa-las aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhe dão suporte e os problemas que se propõem a solucionar. COMPONENTES CURRICULARES 1. INTRODUÇÃO À ELETROSTÁTICA 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 1.5. 1.6. Carga elétrica e a eletrização Quantização da carga elétrica Princípios da eletrostática Bons e maus condutores elétricos Processos de eletrização Lei de Coulomb 2. CAMPO ELÉTRICO 2.1. Linhas de força 2.2. Campo elétrico criado por uma carga puntiforme 2.3. Campo elétrico criado por um sistema de cargas puntiforme 3. POTENCIAL ELÉTRICO E CAPACITÂNCIA 3.1. 3.2. 3.3. 3.4. 3.5. 3.6. 3.7. 3.8. 3.9. Potencial elétrico e energia potencial elétrica linhas e superfícies equipotenciais Trabalho da força elétrica Diferença de potencial elétrico Potencial elétrico criado por um condutor eletrizado Potencial elétrico criado por uma esfera condutora eletrizada Capacitância eletrostática de um condutor isolado Energia potencial eletrostática de um condutor Condutores em equilíbrio eletrostático 4. ELETRODINÂMICA 4.1. 4.2. 4.3. 4.4. 4.5. 4.6. 4.7. Corrente elétrica e sua causa Intensidade de corrente e seu sentido convencional Circuito elétrico Energia e potência elétrica Efeito Joule Resistência elétrica e Lei de Ohm Resistores ôhmicos e não-ôhmicos UNIDADE II 1. ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES 1.1 Reostato 1.2 Curto-circuito 2. CIRCUITOS ELÉTRICOS 2.1 Geradores elétricos 2.2 Potência e rendimento de um gerador 2.3 Receptores elétricos 84 2.4 Potência e rendimento de um receptor 2.5 Circuitos elétrico gerador receptor 3. ELETROMAGNETISMO 3.1 Magnetismo e conceitos básicos 3.2 Campo magnético 3.3 Ação do campo magnético sobre cargas elétricas 3.4 Origem das propriedades magnéticas dos materiais 3.5 Materiais ferromagnéticos 3.6 Ponto Curie 3.7 Permeabilidade relativa 3.8 Eletroimã 4. FORÇA MAGNÉTICA SOBRE CORRENTE ELÉTRICA 4.1 Força magnética sobre um trecho elementar de um condutor 4.2 Força magnética exercida num condutor retilíneo imerso num campo magnético uniforme 4.3 Espira retangular imersa num campo magnético uniforme 4.4 Força magnética entre dois condutores retilíneos e paralelos 4.5 Movimento de uma carga num campo magnético uniforme 5. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA 5.1 Fluxo de indução magnética 5.2 Indução eletromagnética 5.3 Lei de Lenz e o sentido da corrente induzida 5.4 Lei de Faraday – Neumann 5.5 Condutor retilíneo em movimento num campo magnético uniforme 5.6 Corrente de Foucault UNIDADE III 1. ONDAS 1.1 Natureza da onda 1.2 Tipos de ondas 1.3 Velocidade de um pulso de onda em uma corda tensa 1.4 Reflexão e refração de pulsos unidimensionais 1.5 Ondas periódicas 1.6 Função de ondas de uma onda cossenóidal unidimensional 1.7 Potência e intensidade de uma onda 1.8 Fenômenos ondulatórios UNIDADE IV FÍSICA MODERNA 1. DAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS AOS FÓTONS 1.1 As equações de Maxwell e as ondas eletromagnéticas 1.2 A dualidade onda-partícula 1.3 O eletromagnetismo, a óptica e os fótons 85 2. DOS RAIOS X AOS QUARKS 2.1 Radiação térmica 2.2 O enigma do espectro da radiação térmica 2.3 O quantum de ação 2.4 O átomo de Rutherford 2.5 O átomo de Bohr 3. RELATIVIDADE 3.1 As coordenadas do espaço-tempo 3.2 A relatividade Galileana 3.3 A relatividade e o movimento ondulatório 3.4 O enigma do éter 3.5 Os postulados da teoria da relatividade restrita 3.6 A impossibilidade da simultaneidade 3.7 A dilatação do tempo 3.8 A relatividade das velocidades 3.9 Quantidade de movimento e massa relativística 3.10 Energia relativística 3.11 Energia e quantidade de movimento relativística 3.12 Conclusão METODOLOGIA AVALIAÇÃO 1. AULAS EXPOSITIVAS com incentivo à O processo de avaliação contempla os participação dos alunos, utilizando técnicas, tais aspectos qualitativos e quantitativos da como: contextualização do tema, questões de formação do aluno. estudo, soluções de situações problemas. 2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM GRUPOS, onde os alunos deverão elaborar sínteses, a partir de pesquisas em referências bibliográficas, e participarem de fóruns de discussão e aulas práticas, apresentação de seminários de temas abordados em sala. 3. AULAS PRÁTICAS EM LABORATÓRIO, estimulando a aplicação dos procedimentos, elaboração de hipóteses e discussão dos resultados, com base na literatura científica. 4. QUESTÕES APLICADAS – pesquisa bibliográfica sobre temas de aprofundamento do curso técnico do aluno. 5. VISITAS TÉCNICAS – a ambiente de divulgação e prática de atividades experimentais para analise e aplicabilidade dos conhecimentos da ciência. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ALVARENGA, Beatriz e MÁXIMO, Antônio. Curso de Física. Editora Scipione. São Paulo, 2001. Vol. 3. GASPAR, A. Física, eletromagnetismo e Física moderna. Editora Ática, São Paulo. 1ª edição, 2000. Vol. 3. GREF – Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 2 – Física térmica e Óptica. São Paulo: EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 1999. NEWTON, Villas Boas; HELOU, Ricardo Doca e GUALTER, José Biscuola. Física. Editora Saraiva. 86 São Paulo, 2001. Vol. 2 e 3. CALÇADA, Caio Sérgio. Universo da Física. Editora Atual. São Paulo, 2001. Vol. 2 e 3. RAMALHO, Francisco Jr., NICOLAU, Gilberto Ferraro e TOLEDO, Paulo Antônio. Os Fundamentos da Física. Editora Moderna. São Paulo. Eletricidade, Óptica e Ondas. vol. 2 e 3. 87 Curso: Técnico em Informática Disciplina: QUÍMICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) COMPETÊNCIAS Compreender as reações à luz da cinética química e os fatores que influenciam a velocidade das reações químicas • Compreender as reações químicas como processos reversíveis e analisar os efeitos de fatores externos sobre o equilíbrio químico • Compreender a conversão de energia química em elétrica e vice-versa • Prever a espontaneidade de reações redox. • Reconhecer as funções orgânicas a partir da identificação dos grupos funcionais • Relacionar o comportamento das substâncias orgânicas com suas propriedades físicas e químicas • Reconhecer o comportamento químico de compostos orgânicos a partir das principais reações orgânicas • Relacionar os conhecimentos dos compostos e reações orgânicas para processos industriais • HABILIDADES Identificar os efeitos da concentração, temperatura, catalisador, luz, superfície de contato sobre as velocidades das reações • Equacionar a lei da velocidade de uma reação segundo critérios pré-definidos • Diferenciar catálise homogênea de heterogênea • Identificar fatores que influenciam o equilíbrio químico e prever o sentido do deslocamento do equilíbrio químico por influência desses fatores • Aplicar a expressão da constante de equilíbrio • Calcular o pH de soluções aquosas de ácidos e bases fortes e fracos e de soluções tampão • Caracterizar e diferenciar pilha e eletrólise • Calcular e aplicar a diferença de potencial de uma pilha • Relacionar a quantidade de carga que passa por uma célula eletrolítica com as quantidades de substâncias produzidas nos eletrodos • Equacionar transformações radioativas • Diferenciar fissão de fusão nuclear • Compreender os benefícios e malefícios do uso de compostos radioativos e os efeitos biológicos das radiações nucleares • Nomear, formular e classificar os compostos orgânicos de acordo com os tipos de cadeia. • Aplicar os conceitos de ácidos e bases a substâncias orgânicas • Caracterizar os compostos orgânicos de acordo com os grupos funcionais presentes na estrutura • Diferenciar os diversos tipos de isômeros. • Identificar e equacionar reações químicas envolvendo compostos orgânicos • 88 Avaliar a estabilidade dos compostos orgânicos possíveis obtidos numa reação química Identificar as reações químicas orgânicas dos principais processos industriais (químicos, petroquímicos e de refino do petróleo) • Contextualizar a química orgânica nas ciências biológicas e ambientais Identificar no cotidiano as diversas utilizações de substâncias orgânicas e a toxicidade de alguns compostos orgânicos • • BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS BASES TECNOLÓGICAS • • • • • Equilíbrio químico Equilíbrio Iônico. Eletroquímica. Funções Orgânicas Reações orgânicas BASES CIENTÍFICAS • • • • • • • • • • • • Ligações químicas. Geometria molecular Reações químicas. Unidades de concentração Teorias ácido-base Propriedades coligativas Termoquímica Equações de 1o e 2o graus Notação científica e algarismos significativos Exponenciais e logaritmos e propriedades Processos biológicos Processos ambientais COMPONENTES CURRICULARES 1. Cinética Química 1.1 - Velocidade de reação 1.2 - Teoria das colisões 1.3 - Representação da variação de energia em função do caminho da reação 1.4 - Lei da velocidade, ordem e molecularidade de uma reação 1.5 - Noções sobre mecanismo de reação 1.6 - Fatores que influenciam a velocidade das reações químicas 1.7 - Conceitos de catálise homogênea e heterogênea 2. Equilíbrio químico 2.1 - Conceitos 2.2 - Espontaneidade de uma reação 2.3 - Constante de equilíbrio: sistemas homogêneos e heterogêneos; constante em função da concentração e da pressão; grau de equilíbrio 89 2.4 - Princípio de Le Chatelier e deslocamento de equilíbrio: efeitos da concentração; da pressão; da temperatura; do catalisador 3. Equilíbrio Iônico 3.1 - Equilíbrio químico em soluções de eletrólitos 3.2 - Produto iônico da água 3.3 - Escala de pH e pOH 3.4 - Indicadores ácido-base: conceito e aplicação 3.5 - Cálculo de pH de soluções se ácidos e base fortes 3.6 - Equilíbrio de hidrólise: conceito, constante de hidrólise, cálculo de pH, efeito do íon comum e do íon não comum 3.7 - Solução tampão: conceito, cálculo de pH 3.8 – Solubilidade e Produto de solubilidade 4. Eletroquímica 4.1 - Diferença de potencial e corrente elétrica 4.2 - Celas eletroquímicas 4.3 - Celas galvânicas ou pilhas: pilha de Daniel, ponte salina, nomenclatura dos eletrodos 4.4 - Potencial padrão 4.5 - Eletrodo padrão de Hidrogênio 4.6 - Tabela de potenciais padrão 4.7 - Espontaneidade de reações 4.8 - Cálculo do potencial de uma pilha 4.9 - Celas eletrolíticas 4.10 - Eletrólise ígnea 4.11 - Eletrólise em solução aquosa 4.12 - Análise quantitativa em eletrólise 5. Noções sobre Radioatividade 5.1 - Histórico, equações nucleares 5.2 - Padrões de estabilidade nuclear e a natureza das radiações 5.3 - Transmutações nucleares 5.4 - Tempo de meia-vida 5.5 - Fissão e fusão nucleares 5.6 - Aplicações, bombas e reatores nucleares 5.7 - Efeitos biológicos das radiações e acidentes 6. Química Orgânica 6.1 - Introdução à Química dos compostos de carbono: importância e inter-relação com outras ciências e o meio ambiente 6.2 - Classificação de cadeias carbônicas e suas representações 6.3 - Principais funções orgânicas: notação e nomenclatura; principais representantes (nomes comerciais) 6.4 - Propriedades das substâncias: geometria molecular; polaridade de ligações e de moléculas; interações intermoleculares 6.5 - Influência dos fatores acima nas propriedades físicas dos compostos orgânicos como solubilidade,densidade, temperatura de ebulição e temperatura de fusão 6.6 - Isomeria: geométrica; constitucional 6.7 - Propriedades químicas dos compostos orgânicos: reações de substituição e adição; reações de oxi-redução, desidratação e esterificação; noções de acidez e basicidade de compostos orgânicos 6.8 - Noções sobre o processo de refino do petróleo 90 6.9 - Polimerização: principais reações e exemplos dos polímeros sintéticos mais empregados no cotidiano e compostos orgânicos METODOLOGIA Aulas expositivas com utilização de recursos audio visuais, seguidas de discussão e resolução de exercícios. AVALIAÇÃO Avaliação teórica escrita; Trabalhos individuais ou em grupo; Testes escritos individuais ou em dupla; Listas de exercícios; Seminários REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Artigos da Química Nova na Escola. SBQ - São Paulo. BRADY, J. E.; HUMISTON, G.E. Química geral, Rio de Janeiro, 2 ed., Editora LTC, v.1 e v.2. 1995. BROW, T. L.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química – A Ciência Central, 9 ed., Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2005, 972p. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química - de olho no mundo trabalho, Editora Scipione, São Paulo, 2004, 448p. CARVALHO, G. C.; SOUZA, C. L. Química Moderna -, São Paulo: Scipione, v. 2 e 3, 1997. FELTRE, R. Química, 6 ed., Editora Moderna, São Paulo, v. 2 e v. 3, 2004, 64p. FONSECA, M.R.M. Interatividade Química, São Paulo: FTD, 2005. GARRITZ, A.; GUERRERO, J.A.C. Química, Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2003, 625p. LEMBO, Química: realidade e contexto, São Paulo: Ática, v.2 e 3, 2002. MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio, São Paulo: Scipione, 2002, v. único. NOVAIS, V.L.D. Química, Atual Editora, São Paulo, v.2 e 3, 1999, 500p. PERUZZO, F.M.; CANTO, E. L. Química na abordagem do cotidiano, 3 ed., Ed. Moderna, São Paulo, v.2 e 3, 2003, 344p. ROCHA FILHO, R.C. SILVA, R. R. Cálculos Básicos da Química, São Carlos -SP: EDUFSCAR, v. único, 2006 RUSSEL, J.B. Química geral, São Paulo: Makron Books, v. 1 e 2,1994. SANTOS, W.L.P. dos; MÓL, G. de S.; MATSUNAGA, R.T.; DIB, S.M.F.; CASTRO, E.N.F. de; SILVA, G. de S.; SANTOS, S.M. de - O; FARIAS, S.B. Química e Sociedade, 1 ed., Editora Nova Geração, São Paulo, 2007, 168p. SARDELLA, A.; FALCONE, M. Química – Série Brasil, 1 ed., Editora Ática, São Paulo, v. único, 2004,144p. SARDELLA, A. Química - série novo ensino médio, São Paulo: Ática, v. único, 2003. SOLOMONS. Química Orgânica, Rio de Janeiro, Editora LTC, v. único, 2003. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química Essencial, São Paulo, Ed. Saraiva, v.único, 2001. 91 Curso: Técnico em Informática Disciplina: BIOLOGIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) • Reconhecer que a classificação biológica organiza a diversidade dos seres vivos e facilita seu estudo, alem de mostrar as possíveis relações de parentesco evolutivo. • Reconhecer que as polêmicas e a falta de consenso entre os cientistas quanto à classificação dos seres vivos devem-se aos vários pontos de vista sobre o assunto e indicam que a ciência é um processo em contínua construção. • Reconhecer que vírus e bactérias são causadores de doenças e que estas últimas são importantes, na reciclagem da matéria na biosfera e utilizados na melhoria da qualidade de vida do homem. • Valorizar a importância sistemática dos protistas, reconhecendo sua importância ecológica desenvolver mecanismo, para evitar doenças causadas ao homem por alguns deles. • Reconhecer a importância ecológica e econômica dos fungos. • Reconhecer as semelhanças e as diferenças e o parentesco evolutivo nos principais grupos de plantas no mundo vivo. • Valorizar o conhecimento sistemático das plantas e compreender sua importância no conjunto dos seres vivos. • Valorizar o conhecimento sistemático sobre os animais tanto para identificar padrões no mundo natural como para adquirir informações úteis a um convívio mais harmonioso com outros seres vivos. • Reconhecer a importância do estudo de genética. • Utilizar conhecimento de genética molecular relativos à técnicas modernas de manipulação e engenharia genética. • Reconhecer as principais evidencias da evolução biológica e compreender os fundamentos da teoria evolucionaria moderna, de modo a refletir sobre questões polêmicas como as relativas a origem da vida e evolução das espécies. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • • • • • • • • Conhecer a hierarquia das categorias taxonômicas: espécie, gênero, família, ordem, classe, filo, reino. Reconhecer que a classificação biológica reflete as relações de parentesco evolutivo as quais são representadas na forma de arvores filogenéticas. Caracterizar cada um dos reinos dos seres vivos quanto ao tipo de célula e a nutrição. Conhecer o sistema classificatório de woese e whitaker. Conhecer a estrutura geral dos seres vivos reconhecendo sua relativa simplicidade estrutural e bioquímica, bem como mecanismo de multiplicação. Conhecer a estrutura geral de uma bactéria e seu processo de reprodução. Reconhecer a importância das bactérias para a humanidade. Enumerar as principais características das algas, conhecendo sua importância econômica e ecológica. Caracterizar e exemplificando os principais grupos de protozoários. Reconhecer a importância dos fungos na reciclagem da matéria orgânica. 92 • • • • • • • • • • • • • • • • Conhecer a importância econômica dos fungos. Reconhecer que certos fungos parasitas podem causar doenças em animais e plantas. Conhecer as principais características das plantas e de cada um dos seus grupos. Conhecer os ciclos de vida de cada grupo das plantas. Conhecer a divisão dos animais em vertebrados e invertebrados. Caracterizar sistematicamente os animais quanto a aspectos embriológicos. Conhecer as principais verminoses humanas. Conhecer e caracterizar termos fundamentais ao estudo da genética. Aplicar conhecimentos relativos a problemas envolvendo um, dois ou mais pares de genes diferentes e também por series polialelicas. Conhecer os principais grupos sanguíneos humanos. Conhecer alguns princípios básicos de manipulação genética e algumas de suas principais aplicações. Conhecer alguns princípios de Lamarck e Darwin. Conhecer e compreender as principais evidencias da evolução. Reconhecer a mutação gênica e a recombinação gênica como responsáveis pela variabilidade sobre a qual atua a seleção natural. Conhecer os mecanismos de formação de novas espécies. Conhecer as principais mudanças pelas quais a Terra passou desde a sua origem até os dias atuais. COMPONENTES CURRICULARES • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Classificação Biológica Categorias taxonômicas Regras básicas da nomenclatura dos seres vivos Arvores filogenética Os reinos: m onera, protista, fungos, planta e animal. Domínios, bactéria, archaea, eucarya Estruturas supra moleculares Arqueobactérias Eubactérias Algas protistas Protozoários. Fungos Algas Briófitas Pteridófitos. Gimnospermas. Angiosperma. Poríferos. Celenterados. Platelmintos. Nematelmintos. Anelídeos. Artrópodes. Moluscos 93 • • • • • • Equinodermos. Cordados. Genetica. 1ª Lei de Mendel. 2ª Lei de Mendel. Polialelia • • Grupos Sanguíneos. Heredograma. • • Polimerias. Probabilidades. • • • • Herança genética do Sexo. Mutações. Genética de Populações. Biotecnologia • Criacionismo. • • • • Evolucionismo. Darwinismo Lamarckismo Neodarwinismo. • • Provas da evolução. Especificação. • Teoria sobre a origem da vida. - A terra Primitiva. - Oparin / Haldane - Hipóteses heterotróficas e autotróficas METODOLOGIA 1. AULAS EXPOSITIVAS com incentivo à participação dos alunos, utilizando técnicas, tais como: contextualização do tema, questões de estudo, soluções de situações problemas. 2. ATIVIDADES DISCUSIVAS. Utilização de recursos audiovisuais. 3. ATIVIDADES EM DUPLAS E EM GRUPO. • AVALIAÇÃO Avaliação Qualitativa • Avaliação Quantitativa - Avaliações escritas. Apresentações trabalho. de REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Amabis, e Martho – vol 1, 2 e 3/ Biologia Editora Moderna. 2005/2006. Linhares, Sergio; gewandsznajder, F/ biologia volume único Ed.atica 2007. - Biologia hoje – vol 1,2 e 3 2006 - Lopes, Sonia, Bio -vol1, 2 e 3 2006 – ed. Saraiva. 94 Curso: Técnico em Informática Disciplina: HISTÓRIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) • Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. • Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico. • Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas. • Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. • Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos. • Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos “lugares de memória” socialmente instituídos. • Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição e significação. • Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade. • Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. • Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS - Desenvolver a capacidade de questionar processos históricos, identificando regularidades, apresentando interpretações. - formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas. - desenvolver modelos explicativos para sistemas tecnológicos e naturais. - procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema. - formular hipóteses e prever resultados. - articular o conhecimento científico e tecnológico numa perspectiva interdisciplina. COMPONENTES CURRICULARES I Unidade 1.A Era Vargas – a depressão dos anos trinta: • O fascismo, o nazismo e o stalinismo: As lutas imperialistas. 1.1.A década de trinta e o autoritarismo • O golpe do Estado Novo; • A economia e a sociedade brasileira. 1.2.A invenção do Brasil moderno: • A cidade e a cultura da urbanização; • A indústria e o modelo de industrialização substitutiva 95 Os sindicatos e o sindicalismo. O Estado Novo e o controle dos bens culturais. 1.3.A segunda grande guerra e o Brasil. • • II Unidade 2.O mundo pós-Segunda Guerra Mundial e a República Populista (1945-1964): 2.1.Os partidos políticos, a organização do Estado e da Sociedade. • Os movimentos rurais e urbanos; • O PCB e os dilemas da esquerda brasileira. • O Projeto nacional desenvolvimentista 2.2. A América Latina, golpes e revoluções. 2.2.1. Argentina de Perón e Cuba de Batista a Fidel. 2.3. O Comitern e o Departamento de Estado dos EUA. 2.4. A descolonização da África 2.5. A guerra quente no Vietnã, no Camboja, na Hungria, em Praga. III Unidade 3. Brasil: Esquerda e direita na luta pela conquista do Estado. • O golpe militar de 1964; • A sociedade brasileira e a nova cultura urbana; • A Universidade e a escolarização; • Os movimentos sociais das classes médias, os movimentos dos trabalhadores urbanos e do campo. 4. O Estado e as massas. 4.1.A economia mundial e os governos militares. • O milagre econômico, as organizações operárias, os atos institucionais; • A tortura e a reação social a ditadura. 4.2.Artes e cultura erudita e popular no Brasil. • O cinema nacional e o norte-americano. • O rádio e a novidade da TV. 4.3.A mulher e o feminismo. IV Unidade 4.4.A crise do petróleo de 1974 e a ditadura 4.5.A economia e os bens de capital 4.6.O governo Geisel e a estatização da economia brasileira. 4.7.Portugal e a Revolução dos Cravos. • Angola e Moçambique 5. A nova configuração política nos EUA • Carter e os direitos humanos • Pá de cal nas ditaduras latino-americanas. 5.1.O governo Figueiredo e a crise geral do capitalismo e da ditadura militar. • A crise do capitalismo e a redefinição do Poder no Brasil. • A globalização, o neoliberalismo e a agonia da União Soviética. 6. A longa transição no Brasil: da Nova República a República Neoliberal • Collor, FHC e Lula. 6.1.A desestruturação do Estado Brasileiro e os três cavaleiros da apocalipse O playboy, o intelectual e o ex-operário. METODOLOGIA AVALIAÇÃO O desenvolvimento da disciplina contará com a Avaliação de caráter formativo cumprirá utilização de diversas metodologias que, atuando o papel de favorecer a aprendizagem de modo integrado, favorecerá diferentes formas discente, assim como o 96 de aprendizagem. O curso será pautado na concepção colaborativa de aprendizagem, contando com aulas expositivas participativas, com utilização de recursos variados que vão das novas tecnologias que se colocam à serviço do aprendizado, às tradicionais atividades e estudos realizados no ambiente da sala de aula. A metodologia buscará aliar acompanhamento individualizado e mediação tecnológica, garantindo um cenário favorável ao desenvolvimento da autonomia de aprendizagem e formação da atitude investigativa constante. Para isto se buscará criar condições propícias como: - desenvolvimento de um clima de aceitação e respeito mútuo, em que o erro seja encarado como desafio para o aprimoramento do conhecimento e construção de personalidade e que todos se sintam seguros e confiantes para pedir ajuda; - organização de aulas que estimule a ação individualizada do aluno para que possa desenvolver sua potencialidade criadora, mas que, também, esteja aberto a compartilhar com o outro suas experiências vividas na escola e fora dela; - oferta de oportunidades, por meio das tarefas organizadas para a aula, em que vários possam ser os pontos de vista, permitindo ao aluno um posicionamento autônomo, fortalecendo, assim, sua auto-estima, atribuindo alguns significados ao produto do seu trabalho intelectual. acompanhamento constante e processual por parte do docente. Tendo como foco a aprendizagem do aluno e comprometendo-se com seu desempenho e construção do saber, serão utilizados diferentes instrumentos de avaliação, que vão desde atividades individuais e coletivas desenvolvidas em salas de aulas ou em outros ambientes de aprendizagem. Também se buscará desenvolver formas de favorecer ao aluno um mecanismo de recuperação constante na disciplina. Terá por critérios básicos a participação, assiduidade e pontualidade, domínio cognitivo, cumprimento e qualidade das tarefas, responsabilidade, capacidade de produzir em equipe, autonomia intelectual e comportamento do aluno. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ALENCAR, Francisco. [et al] História da sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1996 AQUINO, Rubim Santos Leão de. [et al] História das sociedades modernas às atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2006 FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2000. CATELLI JR, Roberto. História, Texto e Contexto. Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2006 HOBSBAWM, Eric. J. A era das revoluções: Europa, 1789-1848. 26 edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2002. _____________ A era do capital, 1848-1875. 9 edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2002. _____________ A era dos impérios, 1875-1914. 7 edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2002. LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. São Paulo: Alfa-Ômega, 1978 PRADO JUNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1977 PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato P. O Livro de Ouro da História do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. SANTOS, Theotônio dos. Evolução Histórica do Brasil. Petrópolis: Vozes, 1995 97 Curso: Técnico em Informática Disciplina: GEOGRAFIA Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Reconhecer e aplicar conceitos a diferentes contextos. Posicionar-se diante de dados e informações geográficas. Reconhecer diferentes conceitos, diferentes temporalidades, espacialidades e territorialidades. Ler e interpretar dados e textos: meta multidisciplinar associada à formação do espírito crítico e a cidadania. Estabelecer relações de ordem, contradição, complementaridade entre os processos sociais, políticos, econômicos e naturais. Analisar o processo de apropriação da natureza pela sociedade e suas repercussões espaciais. Problematizar o mundo contemporâneo, compreendendo a inter-relação entre os diferentes fenômenos naturais e sua interface com a sociedade. Desenvolver a capacidade de reconhecer na paisagem as manifestações das atividades humanas e a dinâmica dos processos naturais, associadas aos processos de exploração econômica dos diferentes recursos disponíveis no planeta e em especial no Brasil. Compreender a dinâmica climática a partir da ação da sociedade no tempo e espaço Compreender os aspectos, usos e conflitos dos recursos naturais a partir das transformações técnico-científicas. Estabelecer relações entre a exploração dos recursos e sua escassez futura. Identificar as dinâmicas e particularidades da relação natureza x sociedade no espaço brasileiro. Problematizar o mundo contemporâneo e a inserção do Brasil no contexto geopolítico, econômico e cultural mundial. Analisar o papel e a importância dos estados nacionais e nações na nova ordem mundial. Compreender e representar as distintas espacialidades resultantes do processo de urbanização/industrialização. Explicar as relações entre recursos naturais, economia e industrialização. Contextualizar os diferentes grupos étnicos, culturais e sociais, aprendendo a respeitar as diferenças. Compreender, explicar e criticar os padrões de saúde, educação e desenvolvimento das populações humanas, com ênfase na problemática brasileira. Reconhecer a historicidade e a processualidade na construção do espaço brasileiro. Perceber os contrastes internos do Brasil. Compreender as possibilidades e os limites do Brasil no cenário internacional contemporâneo. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • ● • Noções de paisagem, espaço, natureza, Estado e sociedade. Leitura e interpretação estatística, gráfica e cartográfica. Analisar e interpretar informações, associando-as entre si. Compreensão das diferentes linguagens que tratam da dinâmica e da problemática da 98 • • • • • • natureza e da sociedade Compreensão da escala espacial como estratégia de apreensão da realidade. Compreensão das distintas escalas temporais. Noção da composição físico-química dos elementos, fenômenos e processos naturais. Compreensão da evolução da vida e da natureza. Compreensão da evolução das técnicas e das relações sociais de trabalho. Compreensão do papel das inovações tecnológicas na esfera da produção engendrando novas formas de organização social e novas formas de apropriação da natureza e produção do espaço geográfico. COMPONENTES CURRICULARES l UNIDADE 1. A ciência geográfica e a questão do espaço geográfico • As correntes do pensamento geográfico e as divisões da Geografia • O espaço geográfico e suas categorias deanálise: paisagem, região, território e lugar. 2. O espaço geográfico • A formação do espaço geográfico moderno • Divisão internacional do trabalho e as estruturas organizacionais do capital industrial e financeiro • Etapas de desenvolvimento do capitalismo: - O capitalismo liberal, O neocolonialismo e a crise de 29; O capitalismo keynesiano, O Taylorismo-Fordismo a política de bem estar social, A guerra fria e a crise do meio ambiente. 3. Sistemas de orientação e localização no espaço • Os pontos de orientação: cardeais, colaterais e subcolaterais • Orientação pêlos astros: sol, lua e estrela. • Equipamentos de orientação • Linhas imaginárias: paralelos e meridianos • Zonas da terra e as coordenadas geográficas 4. Principais movimentos da terra e os fusos horários • Os fusos horários do mundo e do Brasil 5. A representação do espaço: Cartografia • A Cartografia: conceitos e definições • Tipos de representação do espaço: mapas, cartas, cartogramas, plantas baixas, globo terrestre. • Tipos de mapas • Leitura e interpretação das representações do espaço • Elementos do mapa/carta II UNIDADE 1. A dinâmica atmosfera e as mudanças climáticas • A atmosfera e os fenómenos meteorológicos • As camadas da atmosfera e suas características • Elementos construtores do clima • Fatores construtores do clima • Circulação geral da atmosfera • Classificações climáticas: mundo e Brasil • Os domínios morfoclimaticos brasileiros • As Paisagens vegetais mundiais e brasileiras • Os tipos de formações vegetais e suas características 2. A terra: Estrutura interna da terra 99 • Rochas e minerais • Tipos de rochas • Estrutura e formação geológica do mundo e do Brasil • Dinâmica interna da terra: Agentes internos modificadores do relevo: abalo sísmico, vulcanismo, tectonismo (dobramento e falhamentos) • A dinâmica externa do relevo, agentes formadores e modificadores do relevo: ação do homem, chuva, rios, mares, ventos, gelo • Geomorfologia: a terra e seus modelados • Principais formas de relevo • Classificação do relevo brasileiro • Ciclo das rochas: intemperismo físico e físico-quimico • A génese e evolução dos solos • Formação e estrutura dos solos • Perfil dos solos: camadas • Tipos de solos • Classificação dos solos • Utilização e erosão dos solos 3. A dinâmica das águas • Distribuição das águas na terra • O ciclo hidrológico • Oceanografia: mares e oceanos • Distribuição geográfica e características dos mares e oceanos • Importância dos oceanos para os ecossistemas naturais humanos • O assoalho submarino e suas zonas • Movimentos do mar • Hidrografia: rios e lagos 4. Os problemas ambientais Principais formas de degradação da natureza Reuniões, acordos e OGN's ambientais Em busca do desenvolvimento sustentável A Geografia e o meio ambiente III UNIDADE 1. Formação, expansão e organização do espaço brasileiro Caracterização do espaço brasileiro. Regiões administrativas do Brasil. Os complexos regionais brasileiros. As disparidades regionais do Brasil. 1. Produção, utilização do espaço do Brasil. 2. A agricultura e a questão agrária no Brasil - A estrutura fundiária brasileira. - Relações de trabalho no campo. - Movimentos sociais no campo e conflitos de terra no Brasil. - Produção x produtividade agrícola. 4. A industrialização no Brasil. Tipos e etapas da industrialização brasileira. Os caminhos da industrialização brasileira: da sociedade agrária para o urbano-industrial. A distribuição espacial da indústria brasileira. Estrutura industrial brasileira. O espaço urbano no Brasil. Classificações e funções urbanas. Urbanização e metropolização no Brasil. Rede e hierarquia urbana. Os problemas urbanos. 100 Os transportes, energia e telecomunicações no território nacional. Vias e tipos de transportes. 5.Dinâmica populacional brasileira. Formação étnica da população brasileira. Fatores do crescimento populacional e teorias demográficas. Distribuição e concentração populacional. População absoluta e Distribuição e concentração populacional. Lugares populosos e povoados. Movimentos da população no Brasil. Migrações internas. Migrações externas. 6. Estrutura da população. Estrutura etária e por sexo. Pirâmides etárias. Estrutura por sexo. Estrutura das populações segundo as atividades económicas. Indicadores sociais brasileiros. Mortalidade e Desnutrição infantil. Expectativa de vida ao nascer. Natalidade. Analfabetismo. Distribuição de renda. IDH no Brasil. IV UNIDADE O capitalismo neoliberal, a ordem multipolar e os conflitos da Geopolítica atual Os recursos energéticos perspectivas e os desafios da sustentabilidade socioambiental As novas tecnologias na comunicações e a globalização O Brasil no cenário internacional O Brasil na nova regionalização mundial. O Brasil e os principais blocos económicos mundiais. METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas expositivas-participativas; Estudos dirigidos; Ao longo do processo ensinoSeminários temáticos;Trabalhos práticos aprendizagem, sendo considerados os aspectos quantitativos e qualitativos desenvolvidos pelos alunos em sala de aula. Instrumentos avaliativos: provas objetivas e discursivas, pesquisas individuais e trabalhos em grupos. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ADAS, M. ; ADAS, S. Panorama geográfico do Brasil: contradições, impasses e desafios socioespaciais. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1998. COELHO, C.C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 1996. GARCIA, H. C. ; GARAVELLO, T. M. Geografia: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, 2005. MAGNOLI, D. ARAÚJO, R. Geografia (Geral e Brasil) Paisagem e território. São Paulo, Ed. Moderna. 2ª ed. Reformulada, 1997. MAGNOLI, D. O mundo contemporâneo. São Paulo: Atual, 1995. SENE, E. ;MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002. SANTOS, M. Espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo: Hucitec, 1996. SPÓSITO, M. E. B. Capitalismo e urbanização. São Paulo: Contexto, 1989. VESENTINI, J. W. Brasil: sociedade e espaço. São Paulo:Ática, 2004. 101 SOUZA Maria Adélia de : Governo Urbano. São Paulo. Nobel , 1998 SOUZA Maria Adélia de : Território Brasileiro. Usos e Abusos . Campinas. Edições Territorial . 2003 BEZERRA, M. C. e FERNANDES, M. Cidades sustentáveis: subsídios à elaboração da Agenda 21 brasileira. Edições IBAMA, Brasília, 2000. CASTROGIOVANI, A. (Org.) Ensino de geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2000. MALTA FILHO, C. S. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São Paulo: Nobel, 1999. VESENTINI, J. W. O ensino de geografia no século XXI. Campinas, SP: Papirus, 2004. FERREIRA Bertha K. Becker : Geografia política e gestão do território no limiar do século XXI. Uma representação do Brasil: Rio de Janeiro: Revista Brasileira de Geografia. Vol.53 nº3 , Julho/set 1991 102 Curso: Técnico em Informática Disciplina: MATEMÁTICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) - reconhecer uma Seqüência Numérica, identificar sua lei de formação e Classificar como PA(progressão aritmética) ou como PG(progressão geométrica); - Interpretar e resolver problemas de PA ou PG. - reconhecer um Número Complexo, situá-lo historicamente na evolução dos números e identificar as principais aplicações dos Números Complexos na resolução de problemas da Física. - Operar com números complexos estabelecendo a relação entre raízes e vértices de polígonos, quando necessário. - Identificar um polinômio estabelecendo as relações entre seus coeficientes e suas raízes. -escrever um polinômio na forma fatorada. - Identificar os principais teoremas envolvendo as equações algébricas e possibilitam a sua resolução. - Identificar um sistema cartesiano e seu principais elementos como base do desenvolvimento do estudo da Geometria Analítica. - Reconhecer e demonstrar as formas da equação de uma reta. Reconhecer e demonstrar as formas da equação de uma circunferência. - Estabelecer as posições relativas entre pontos, retas e planos na Geometria no espaço. - Classificar os Sólidos Geométricos e seus elementos. - relacionar os elementos de um sólido no cálculo de áreas e volumes. - Enunciar e entender o Princípio Fundamental da Contagem com base dos estudos da Análise Combinatória. -Classificar os principais tipos de Contagem. - Definir o Binômio de Newton e seu desenvolvimento. - Entender o conceito de Probabilidade e seus principais teoremas. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Matemática do Ensino Fundamental. Leitura e Interpretação de textos em Língua Portuguesa. COMPONENTES CURRICULARES - Seqüências em Progressão Aritmética e em Progressão Geométrica. Calculo do termo Geral, da soma dos termos e resolução de problemas. - representação Geométrica dos números Complexos. - Operações com números Complexos na forma algébrica e trigonométrica. - Cálculo das raízes de um número complexo. - Cálculo de Áreas e de Volumes dos Sólidos Geométricos(Prismas, Pirâmides, Cilindros, Cones e Esferas). - Cálculo da distância entre 2 pontos no plano. - Cálculo da Área de um Polígono de vértices no plano cartesiano. - Calcular a distância entre um ponto e uma reta no plano. - Determinar as Condições de Paralelismo e Perpendicularismo entre duas retas. - Determinar as equações da Reta e da Circunferência e estabelecer suas posições relativas. 103 - resolver problemas de Contagem. - calcular o termo geral de um Binômio (x + a)n. Unidade I: - PA, PG, Complexos, Polinômio e Equações Algébricas. Unidade II: - Geometria Espacial. Unidade III: - Geometria Analítica. Unidade IV: - Combinatória, Binômio de Newton e Probabilidades. METODOLOGIA Aulas expositivas, uso da tecnologia da informática quando necessário. AVALIAÇÃO Testes e provas escritas. Observação direta da participação dos alunos em atividades de sala de aula. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Matemática: volume único. Gelson Iezzi, Osvaldo Dolce, David Degenszajn e Roberto Périgo. 4ª edição. São Paulo: Editora Atual, 2007. Matemática fundamental: uma nova abordagem: ensino médio: volume único. José Ruy Giovanni, José Roberto Bonjorno e José Ruy Giovanni Jr. São Paulo: FTD, 2002. Matemática - Volume Único. Manoel Paiva - Coleção Base Matemática 2ª Edição 2003, Editora Moderna. Matemática – contexto & aplicações – volume único. Luiz Roberto Dante Editora: Ática, 2006. 104 Curso: Técnico em Informática Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais • • • • • COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Compreender a influência das doenças degenerativas na saúde do indivíduo. Aplicar na sua vida diária hábitos alimentares saudáveis. Compreender os esportes como integrantes do repertório cultural de movimentos, estudando e vivenciando suas diversas formas e modalidades. Compreensão e vivência do esporte de aventura e da natureza. Conhecer os fundamentos básicos do judô e karate. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS • • • • • • Educação para a saúde. Promoção para a saúde: avaliação física e treinamento físico. Habilidades físicas e técnicas de defesa e ataque para a execução das modalidades: handebol, voleibol, basquetebol e futsal. Organização de evento esportivo na escola. Noções do esporte de aventura e da natureza. Noções sobre karate e judô COMPONENTES CURRICULARES • • • • • • • • • • Movimento e a saúde: Doenças crônicas degenerativas: obesidade, diabetes, hipertensão – conceito, dificuldades e orientações para a pratica de atividade fisica Alimentação e atividade física: alimentação equilibrada, perda calórica nas diferentes atividades físicas, benefícios e malefícios dos suplementos alimentares na prática de atividade física. Movimento nas manifestações lúdicas e esportivas: Handebol, Basquetebol, Voleibol e Futsal: posicionamento em quadra e fundamentos técnicos; Estudo e vivência das posições dos jogadores em quadra; dos princípios e tipos de ataque e defesa. Eventos esportivos na escola: como organizar e planejar (teórico e prático). Esporte de aventura e da natureza: história e organização, vivência adaptadas: escalada, trilha, arborismo, rappel. Movimento em expressão e ritmo: Lutas: estudo das lutas mais populares no Brasil (karate, judo). 105 • • • • • METODOLOGIA Aulas Expositivas com possibilidades de questionamentos e debates durante a exposição do conteúdo; Aulas práticas realizadas em grupo e individualmente. Leitura de textos específicos da disciplina. Seminários, debates, diálogos sobre assuntos da disciplina. Organização de pequenos eventos esportivos AVALIAÇÃO A avaliação será permanente, por meio de observação acerca da participação e envolvimento dos alunos durante o processo de ensino-aprendizagem. Instrumentos de avaliação: Provas, seminários, pesquisas individuais e em grupo, organização de eventos, construção de painéis participação nas atividades práticas propostas. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, Diretrizes do ACSM para testes de esforço e sua prescrição. 30ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2007. ASTRAND,Per-olof & RODHAL, Kaare;Tratado de Fisiologia do Exercício. 2 ed. Rio de janeiro: 1980. BORGES, Cecília Maria Ferreira, O professor de Educação Física e a construção do saber. 5 ed. Campinas: Ed. Papirus, 1998. FONTOURA, Andréa Silveira Guia prático de avaliação física: uma abordagem didática, abrangente e atualizada. São Paulo: Phorte, 2008. FOX, Edwards L. & MATTHEWS, Donald K. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos 3 ed.Rio de Janeiro: Interamericana, 1983. LOVISOLO, Hugo. Estética, Esporte e Educação Física. Rio de Janeiro: Ed. Sprint, 1987. POINT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. São Paulo: Phorte, 2006 POLLOCK, Michael L.; WILMORE, Jack H. & Fox III, Samuel M. Exercícios na saúde e na doença. Rio de Janeiro: 136 p. Complementar: ADAMS, R. C. Jogos, esportes e exercícios para o deficiente físico. 3. ed. São Paulo: Manole, 1985. BRASIL. Lazer, atividades física e esportiva para portadores de deficiência. Brasília: SESI-DN: Ministério do Esporte e Turismo, 2001. GORGATTI, M. G; COSTA, R. F. org. Atividade Física Adaptada. São Paulo: Manole, 2005. WINNICK, Joseph. Educação Física e esportes adaptados. 3. ed. São Paulo: Manole, 2004. 106 DISCIPLINAS DO 1º ANO NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Curso: Técnico em Informática Disciplina: DESENHO TÉCNICO Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Construir as figuras geométricas básicas a partir da identificação das suas características e propriedades determinantes, como elemento de leitura das formas encontradas no cotidiano para resolver problemas gráficos espaciais. 2. Aplicar os conhecimentos da percepção e traçado dos elementos gráficos na construção da simbologia e convenções técnicas da área. 3. Interpretar e aplicar as normas técnicas nos desenhos das áreas especificas. 4. Manusear corretamente o material de desenho e empregar processos adequados na obtenção de soluções gráficas dos traçados da área técnica. 5. Construir desenhos utilizados na área técnica empregando a simbologia e convenções específicas. 6. Aplicar a terminologia técnica na leitura e construção de desenhos da área profissional. 7. Elaborar desenhos com dados obtidos a partir de conhecimentos da área específica. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. 2. 3. 4. 5. 6. Percepção das formas geométricas básicas e suas relações formais. Medidas e as relações de proporcionalidade nos processos de construção gráfica. Traçados e formas de representação de figuras planas e tridimensionais. Instrumental de desenho, uso e conservação. Normas Técnicas. Noção de posição geográfica tendo como base as coordenadas do sistema de projeção ortogonal. 7. Simbologias e convenções técnicas. COMPONENTES CURRICULARES 1. Formas gráficas e traçados básicos das formas geométricas planas. 2. Normas do Desenho Técnico: formato de papel e seus dobramentos, tipos de linhas, legenda, caligrafia técnica, cotagem. Formas de representação espacial: perspectivas e desenho projetivo. Tecnologia gráfica. Normas técnicas de representação. Simbologias e convenções. Formas poliédricas. Termos e expressões usados na área. Escalas gráficas, numéricas e unidades de medidas. 10. Instrumentos e materiais (esquadros, compasso, lapiseira, escalímetro, papel, borracha, flanela, fita adesiva, entre outros) 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 107 METODOLOGIA Será utilizado como base na construção dos novos conhecimentos, as experiências adquiridas anteriormente pelos alunos. No desenvolvimento das aulas serão empregados os métodos: explicativo, demonstrativo, participativo, resolução de problemas e pesquisa orientada, de acordo com a competência e habilidade a ser desenvolvida. A organização das ações didáticas contemplará atividades individuais e em equipe, pertinentes aos conteúdos da disciplina e de atividades interdisciplinares com as disciplinas da área propedêutica e profissionalizante. Serão observados conteúdos conceituais, além de procedimentos referentes à organização do trabalho de estudo e pesquisa, e de relações interpessoais. Os recursos didáticos disponibilizados para a organização didática se constituem em: quadro de giz e material de desenho, quadro branco e piloto, modelos de desenhos usados nas áreas específicas, e retroprojetor e transparência, equipamentos e programas informatizados AVALIAÇÃO O processo de avaliação será processual, acumulativo e participativo, estando cientes dos critérios e etapas os integrantes do processo - docente e alunos, de acordo com os indicadores de avaliação estabelecidos pelo Projeto Pedagógico Institucional. Os instrumentos de avaliação contemplarão quesitos teóricos e práticos, e se constituirão na forma gráfica, procedimental, conceitual, oral e escrita. A retroalimentação será realizada durante o processo de ensinoaprendizagem, quando não for atingido o conhecimento definido nas competências. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA CARVALHO, Benjamin de A. Desenho Geométrico. 3ª edição. Rio de Janeiro: Ed. Ao Livro Técnico, 1993. ESTEPHANIO, Carlos. Desenho técnico básico: 2º e 3º graus. Rio de Janeiro: C. Estephanio, 1984. FREDO, Bruno; AMORIM, Lúcia Maria Fredo (Colab.) Noções de geometria e desenho técnico. São Paulo: Ícone, 1994. Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. NBR. Rio de Janeiro: ABNT. 108 Curso: Técnico em Informática Disciplina: ELETROELETRÔNICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Saber definir as grandezas elétricas tensão, corrente e resistência/reatância/impedância; 2. Conhecer as unidades SI das grandezas mencionadas acima; 3. Ser capaz de efetuar cálculos de tensão, corrente, resistência e potência em circuitos de corrente contínua e alternada; 4. Saber dimensionar dispositivos elétricos e eletrônicos usando como parâmetro as grandezas tensão e potência; 5. Conhecer as propriedades elétricas das resistências, indutâncias, capacitâncias e semicondutores; 6. Entender o funcionamento dos dispositivos eletrônicos diodo, transistor, circuito integrado digital e memória; 7. Conhecer os símbolos e as tabelas verdade das portas INVERSOR, OR, AND, NOR, NAND, EXCLUSIVE OR, EXCLUSIVE NOR; 8. Saber ler/escrever números escritos na base decimal, binária e hexadecimal; 9. Saber converter números entre as bases numéricas citadas acima; 10. Ser capaz de fazer operações aritméticas nas bases citadas acima; 11. Ter noções de álgebra booleana; 12. Saber simplificar circuitos combinacionais; 13. Ter noções do funcionamento da unidade aritmética e lógica; 14. Entender o funcionamento de circuitos digitais seqüenciais; 15. Entender o funcionamento dos flip-flops(biestáveis) e seu papel no armazenamento de bits de memória; 16. Entender o funcionamento de registradores de memória, contadores; 17. Saber conceituar memória RAM, ROM, PROM e EPROM; 18. Conhecer a arquitetura básica dos computadores. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. 2. 3. 4. Conhecer a estrutura atômica da matéria; Conhecer as unidades do SI; Saber a Lei de Ohm; Ter noções de Trigonometria. COMPONENTES CURRICULARES 1. Estrutura atômica: a) Núcleo e eletrosfera; b) Nêutron, próton, elétron; c) Níveis de energia, orbitais e elétrons livres ou de condução; d) Materiais condutores, isolantes e semicondutores; e) Materiais tipo P e N; 2. Unidades do SI: 3. Corrente, tensão, resistência e potência elétrica: 109 a) Lei de Ohm; b) Fórmulas da potência; c) Leis de Kirchhoff; 4. Corrente alternada senoidal: a) Freqüência, período, amplitude e fase; b) Reatância indutiva, reatância capacitiva e impedância; c) Defasagem tensão corrente em capacitores e bobinas; 5. Funcionamento de diodos e transistores; 6. Portas lógicas, simbologia e tabelas verdade; 7. Sistemas de numeração: a) Binário; b) Decimal; c) Hexadecimal; d) Operações com números binários e hexadecimais; e) Converter números de uma base para outra; 8. Inversores, portas OR, NOR, AND, NAND, álgebra booleana, 1o e 2o teoremas de De Morgan: 9. Mapas de Karnaugh: a) Simplificação algébrica; b) Simplificações de Karnaugh; c) Condições irrelevantes; 10. Unidade Aritmética e Lógica: a) Meio somador; b) Somador completo; 11. Circuitos digitais seqüênciais: a) Relógio (clock); b) Registradores; c) Contadores; 12. Memórias: a) RAM, ROM, PROM, EPROM; b) Endereçamento; 13. Arquitetura dos computadores: a) Barramentos; b) Unidades; c) Conjunto de instruções; d) Ciclos de busca e execução; METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas Expositivas com incentivo à participação dos O processo de avaliação contempla os estudantes, utilizando técnicas tais como: aspectos qualitativos e quantitativos da contextualização do tema, questões de estudo, formação do estudante. soluções de problemas; Atividades desenvolvidas em grupos, onde os estudantes deverão elaborar sínteses, a partir de pesquisas com referências bibliográficas. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Tocci, Ronald J. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações, 10ª edição/ Ronald J. Tocci São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 Malvino, Albert Paul, Microcomputadores e microprocessadores/Albert Malvino; tradução Anatólio Laschuk – São Paulo McGraw-Hill do Brasil 110 Gussow, Milton, Eletricidade Básica 2ª Edição/Milton Gussow; São Paulo, Pearson Makron Books, 1997 Daltrini, Beatriz M.; Jino, Mario; Magalhães, Léo P., Introdução a Sistemas de Computação Digital, São Paulo, MAKRON Books, 1999. Edminister, Joseph A. Circuitos Elétricos / Joseph A. Edminister 2ª edição São Paulo McGrawHill do Brasil (Coleção Schaum) 111 Curso: Técnico em Informática Disciplina: INFORMÁTICA BÁSICA Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Conhecer a história do computador; 2. Identificar os periféricos do computador; 3. Trabalhar com sistemas numéricos; 4. Enumerar os softwares básicos. 5. Identificar as gerações e tipos de computadores, bem como sua história; 6. Conhecer os tipos de periféricos do computador, sua instalação, configuração, 7. Utilidade e manuseio; 8. Identificar os sistemas numéricos do computador, e também a tabela ASCII; 9. Instalar, identificar a utilidade e manuseio dos softwares básicos do computador. 10. Conhecer os princípios de organização de computadores. 11. Caracterizar a organização de sistemas de computação e detalhar subsistemas memória, processador, dispositivos de entrada e saída de dados e barramentos. 12. Caracterizar das interfaces: paralela e serial. Caracterização de arquiteturas RISC e CISC. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Leitura e interpretação de textos. COMPONENTES CURRICULARES 1. Introdução à Informática 2. Computador: Origem, História e Evolução. 3. As Gerações de Computadores 4. Hardware e Software: Conceito 5. Tipos/Categorias de Computadores 6. Unidade Central de Processamento 7. Periféricos de Entrada e Saída 8. Tipos Principais de Software 9. Sistemas de Numeração 10. Bit, Byte e seus Múltiplos 11. Sistemas Operacionais 12. Aprendizagem dos softwares aplicativos de escritório: Editor de texto, planilha eletrônica, criação de slides. METODOLOGIA Aulas expositivas. Aula em laboratório. Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual; participação nas discussões. Exercícios. Utilização de quadro branco, computador e projetores multimídia utilizando ferramentas de AVALIAÇÃO Avaliações escritas. Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, estudos dirigidos, pesquisas). Participação nas discussões. 112 apresentação de slides. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA WEBER, Raul Fernando, Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000. WEBER, Raul Fernando, Arquitetura de computadores pessoais. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000. MONTEIRO, Mário, A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001. STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2002. 113 Curso: Técnico em Informática Disciplina: LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Modalidade: Integrada Período Letivo: 1º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Familiarizar-se com algoritmos Conhecer constantes, variáveis e estruturas de repetição Conhecer vetores e matrizes Conhecer funções. Construir algoritmos Utilizar funções, estruturas de repetição, vetores, matrizes e funções. Desenvolver raciocínio computacional BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. Conhecimentos básicos de informática 2. Lógica matemática COMPONENTES CURRICULARES 1. Iniciação a conceitos básicos de programação e aprendizagem sobre a linguagem 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Pascal. Alguns conceitos básicos: algoritmo, lógica de programação, complexidade, etc. Construindo um algoritmo: Tipos primitivos; constantes e variáveis; operadores: aritméticos, lógicos e relacionais; comandos de atribuição, entrada e saída; estruturas de controle: seqüencial; condicional; repetição. Estruturas de dados; Variáveis compostas unidimensionais e bidimensionais. Linguagens de Programação de alto nível Execução de programas; compiladores e interpretadores; A Linguagem Pascal Construindo um programa; Tipos de dados; Estruturas de controle; Variáveis compostas: vetores e matrizes. METODOLOGIA Aulas expositivas. Aulas práticas nos laboratórios Discussões em classe. Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia Utilização do laboratório de informática. AVALIAÇÃO Avaliações escritas e práticas Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, pesquisas). Participação nas discussões. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA MEDINA, Marco. FERTIG, Cristina. Algoritmos e Programação. Editora Novatec. ARCENIO, Ana Fernanda Gomes. Lógica de Programação com Pascal. Editora Makron Books. FARRER, Harry; BECKE, Cristiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves. Pascal Estruturado: Programa Estrutura de Computadores. Editora LTC. 114 OLIVEIRA, Jayr F de; NAVARRO, José Augusto; MANZANO, Garcia. Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. Editora Érica. 115 DISCIPLINAS DO 2º ANO NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Curso: Técnico em Informática Disciplina: SOCIOLOGIA GERAL E DO TRABALHO Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Entender o contexto filosófico, histórico e social que influenciou o surgimento da sociologia enquanto ciência. Entender a cidadania como construção histórico-social na qual os indivíduos são agentes de transformação social. Perceber o processo de globalização e os condicionantes socioeconômicos da inserção do Brasil. Desenvolver a identidade sócio-política, registrando o papel da cidadania como capaz de consolidar o Estado de Direito. Perceber as mudanças ocorridas no mundo do trabalho no que se refere à qualificação profissional, novas relações de trabalho, novos setores na sociedade informacional. Perceber a importância do respeito as diferenças culturais. Perceber o papel histórico do etnocentrismo como prática de negação dos grupos minoritários. Pesquisar sobre as transformações no mundo do trabalho. Identificar o processo de formação do Estado e sua associação com as esferas econômicas, sociais e políticas. Entender as contribuições de Karl Marx, Max Weber e Durkheim no entendimento da sociedade. Interpretar as transformações no mundo com o desenvolvimento do capitalismo Identificar as transformações na sociedade capitalistas no final do século XX. Estabelecer a correlação relação entre conhecimento teórico e as práticas sociais. Elaborar uma reflexão sobre as transformações no mundo do trabalho. Observar e interpretar as transformações no mundo do trabalho. Interpretar a educação como espaço de interesses de classe. Interpretar as interfases entre classe, “raça” e gênero. Entender os novos movimentos sociais. Elaborar uma reflexão acerca da ação da sociedade civil como forma de pressionar o Estado. Entender o papel da mídia como uma “espécie de príncipe eletrônico” Entender os dilemas da questão agrária no Brasil. Entender as desigualdades sócio-raciais como um produto histórico da formação social brasileira. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS História do Capitalismo - O Estado no processo Histórico - A Era Vargas - O Estado no Brasil - A Revolução Burguesa Brasileira - A Ditadura Militar - A Filosofia de Hegel - A Revolução Industrial 116 - A Revolução Francesa - As contribuições da Economia Política de Adam Smith e David Ricardo. COMPONENTES CURRICULARES - Contexto histórico do surgimento da Sociologia. - A categoria trabalho em Karl Marx: Classes, Mais-valia, Alienação, Ideologia, Classe e luta de classe. - A Sociologia de Durkheim: Fato social, solidariedade orgânica e mecânica, consciência coletiva. A Sociologia de Weber: conceitos fundamentais. O conceito de cultura: Cultura e etnocentrismo O trabalho como categoria sociológica. - Interface crítica entre Sociologia, Cultura e Trabalho. OS MODELOS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO: Dimensão Técnica Instrumental - Origens e principais componentes do Taylorismo - Origens e principais componentes do Fordismo - Origens e principais componentes do Toyotismo OS MUNDOS DO TRABALHO SOB A LUZ DA GLOBALIZAÇÃO: Desafios e limites - Metamorfoses no Mundo do Trabalho - Qualificação x Competência - Terceirização - Movimento sindical Neoliberalismo - Mídia e poder: A indústria Cultural - Movimento social: A Interfase entre classe, raça e gênero: A Questão Racial; O debate acerca da democracia racial. A Questão Agrária no Brasil. Da sesmaria ao agro-negócio. METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aula expositiva, seminários, debates, leituras Prova escrita discursiva e objetiva, de textos, vídeos, filmes históricos, etc. seminários, freqüência, participação, pontualidade, etc. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ADORNO, T. e HORKHEIMER, M.. “A indústria cultural”. In: LIMA, Luis Costa. Teoria da Cultura de Massa. RJ, Paz e Terra, 1990. ALMEIDA, M. H. T. 1996. Crise econômica e interesses organizados. O sindicalismo no Brasil dos anos 80. São Paulo : Edusp. ANTUNES, R. 1995. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do 117 mundo do trabalho. São Paulo : Cortez. ANTUNES. 1991. O novo sindicalismo. São Paulo : Brasil Urgente. ANTUNES, R. Adeus ao trabalho? São Paulo . Brasiliense, 1995. ALVES, G. 2000. O novo (e precário) mundo do trabalho. São Paulo : Boitempo. CATTANI, Antonio David (Organizador). Dicionário Critico sobre Trabalho e Tecnologia. – 4.ed. ver. Amp. – Petrópolis: Vozes; Porto Alegre : Ed. Da UFRGS, 2002. BIHR, Alain. Da Grande Noite a Alternativa: O movimento operário europeu em crise. São Paulo: Boitempo, 1998. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2001. BOITO JR., A. 1991. Reforma e persistência da estrutura sindical. In : BOITO JR., A. O sindicalismo brasileiro nos anos 90. Rio de Janeiro : Paz e Terra. BOURDIEU, Pierre. Contrafogos: táticas para enfrentar a invasão neoliberal. Rios de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. GORZ, André. Adeus ao Proletariado. Rio de Janeiros: Forense, 1992. BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista. São Paulo: Guanabara, 1974. DAMATTA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: ed.Rocco, 1997. DRUCK, G. Terceirização: (des)fordizando a fábrica, Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia; São Paulo: Boitempo, 1999. HARVEY, Devid. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992. HALL, Stuart. A identidade cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro, DP&A Editora, 1997. GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 6 ed, 2005. IANNI, Octávio. A Sociedade Global. Rios de Janeiro: Civilização Brasileira, 1992. LARAIA, Roque. Cultura: Um Conceito Antropológico. 11ª Ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed, 1997. MATTOSO, J. & OLIVEIRA, M. A. 1990. Desenvolvimento excludente, crise econômico e sindicalismo. São Paulo em perspectiva, São Paulo, v. 4, n. 3-4, p. 111-120, jul.-dez. NOGUEIRA, Arnaldo J. F. M. As Metamorfoses do sindicalismo no Capitalismo Contemporâneo. XX Encontro Anual da ANPOCS, 1996. QUITANEIRO, Tânia. Um Toque de Clássico: Marx, Durkheim e Weber / Tânia Quitaneiro, Maria Ligia de Oliveira Barbosa, Márcia Gardênia de Oliveira. -2. ed. Ver. Amp. – Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. RAGO, Luzia Margareth e MOREIRA, Eduardo F. P. O que é taylorismo. 9ª ed., São Paulo: 118 Brasiliense, 1996. SENNETT, Richard. A corrosão do caráter: conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo, 4a. edição, Rio de Janeiro: Record, 2000. Capítulo 3, pp. 53-73. SOARES, Laura Tavares R. O desastre social, Rio de Janeiro: Record, 2003. TAYLOR, F. Princípios de administração científica, 7a. edição, São Paulo: Atlas, 1970. Complementar: ALVES. 1999. Trabalho e mundialização do capital. Londrina : Práxis. ALVES. 1996. Nova ofensiva do capital, crise do sindicalismo e as perspectivas do sindicalismo no Brasil - o Brasil nos anos noventa. In : TEIXEIRA, F. & OLIVEIRA, M. Neoliberalismo e reestruturação produtiva. São Paulo : Cortez/UECE. BOITO JR.. 1994. De volta para o novo corporativismo: a trajetória política do sindicalismo brasileiro. São Paulo em perspectiva, v. 8, n. 3, p. 23-28, jul.-set. BOITO JR. 1996. Hegemonia neoliberal e sindicalismo no Brasil. Crítica marxista, São Paulo, v. 1, n. 3, p. 80-105. NORONHA, E. 1991. A explosão das greves na década de 80. In : BOITO JR., A. O sindicalismo brasileiro nos anos 90. Rio de Janeiro : Paz e Terra. NORONHA, E. 1994. Greves e estratégias sindicais no Brasil. In : OLIVEIRA, C. A. (org.). O mundo do trabalho. Crise e mudança no final de século. Campinas : Scritta/CESIT-UNICAMP. OLIVEIRA, F. 1993. Quanto melhor, melhor : o acordo das montadoras. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, n. 36, p. 3-7. OLIVEIRA, Francisco de, & RIZEK, Cibele Saliba. A Era da Indeterminação. São Paulo: Boitempo, 2007. RODRIGUES, Iram J. 1990. Comissão de fábrica e trabalhadores na indústria. São Paulo : Cortez. RODRIGUES, Iram J. 1995. O sindicalismo brasileiro : da confrontação à cooperação conflitiva. São Paulo em perspectiva, São Paulo, v. 9, n. 3, p. 116-126. 119 Curso: Técnico em Informática Disciplina: BANCO DE DADOS I Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Conceituar dado, informação e banco de dados. 2. Compreender a necessidade de uso de banco de dados. 3. Definir e conceituar Sistema de Banco de Dados e seus componentes. 4. Compreender a importância e o papel do modelo de dados. 5. Entender os fundamentos do modelo relacional. 6. Compreender os três níveis de abstração em um SGBD. 7. Entender o conceito de transação e sua importância em um SGBD. 8. Conhecer os principais SGBDs do mercado. 9. Construir banco de dados utilizando o SGBD MySQL. 10. Entender e aplicar os conceitos de entidade, relacionamento e atributo do modelo E-R. 11. Capacitar na construção de diagramas de Entidade-Relacionamento (DER). 12. Compreender as estruturas e conceitos básicos do modelo relacional. 13. Entender a importância das chaves no modelo relacional e diferenciar chave primária, estrangeira e alternativa. 14. Compreender as diferentes restrições de integridades presentes no modelo relacional. 15. Compreender a relação da linguagem SQL com o modelo relacional. 16. Diferenciar DDL e DML na linguagem SQL. 17. Conhecer e aplicar os comandos de definição de dados em SQL, utilizando o SGBD MySQL. 18. Conhecer e aplicar os comandos de manipulação de dados em SQL, utilizando o SGBD MySQL. 19. Aplicar conhecimentos de consultas com junção (interna e externa). 20. Aplicar conhecimentos de consultas agregadas. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. Conhecimentos de informática 2. Conhecimentos de teoria dos conjuntos 3. Conhecimentos de lógica proposicional COMPONENTES CURRICULARES 1. Introdução ao estudo de banco de dados: noções preliminares, características de um 120 banco de dados, vantagens de uso. 2. Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados: arquitetura e características. 3. Modelo de dados relacional. 4. Introdução á Projeto de Banco de Dados: modelagem relacional (DER e MR). 5. A linguagem SQL: estrutura básica e operações de manipulação de dados. 6. MySQL: histórico, comparativo com outros SGBDs, instalação. 7. Gerenciamento de banco de dados, tabelas, índices e atualização de dados com MySQL. METODOLOGIA Aulas expositivas; aulas práticas Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor Utilização do Laboratório de Informática AVALIAÇÃO Avaliações práticas Trabalhos individuais e (exercícios práticos) Apresentação dos desenvolvidos. Participação nas discussões em grupo projetos REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA DATE, Christopher J, Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, CAMPUS, 2004 KORTH, Henry F. / SILBERSCHATZ, Abraham / SUDARSHAN, S., Sistema de Banco de Dados, Campus, 2006 ABREU, Mauricio / MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Projeto de Banco de Dados, Érica, 2007 MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Banco de Dados - Projeto e Implementação, Érica, 2004 STEVE Suhring , MYSQL: A Bíblia, Campus, 2002 TONSIG, Sergio Luiz , MYSQL - Aprendendo na Pratica, Ciencia Moderna, 2006 OTEY, Danielle; OTEY, Michael, Microsoft SQL Server 2005 - Guia do Desenvolvedor, Ciência Moderna, 2007 STANEK, William R., Microsoft SQL Server 2005 - Guia de Bolso do Administrador, Bookman, 2006 Heuser, C. A., Projeto de Banco de Dados (quinta edição), Sagra Luzzatto; 121 Curso: Técnico em Informática Disciplina: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais 1. 2. 3. 4. 5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Estudar o conceito de Arquitetura, os elementos básicos nas arquiteturas de processador, conjunto de instruções e modos de endereçamento, hierarquia de memória, entrada/saída, processadores paralelos. Compreender os modos de endereçamento utilizados por um sistema de computação. Conhecer os princípios de organização de computadores. Caracterizar a organização de sistemas de computação e detalhar subsistemas - memória, processador, dispositivos de entrada e saída de dados e barramentos. Caracterizar das interfaces: paralela e serial. Caracterização de arquiteturas RISC e CISC. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Conhecimentos básicos de informática. COMPONENTES CURRICULARES a) Bases de numeração; Hardware; Software; Arquitetura básica dos computadores digitais. b) Componentes de um computador: modelo Von Neumann: memória, hierarquia de memórias, organização de memória, tipos de memória. Unidade central de processamento: unidade de controle e unidade lógica aritmética, registradores, unidade de controle. Comunicação entre a memória e a CPU: barramentos. Dispositivos de entrada e saída. Tradução de programas: interpretação e compilação, linguagem de montagem. Modos de endereçamento. c) Métodos de transferência de dados. Interface paralela: conexão com a CPU, modos de operação. Interface paralela. Interface serial: conexão com a CPU, transmissão síncrona e assíncrona, modos de operação, interface USB. Arquiteturas RISC e CISC: conceitos e exemplos. METODOLOGIA Aulas expositivas. Aula em laboratório. Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual; participação nas discussões. Exercícios. Utilização de quadro branco, computador e projetores multimídia utilizando ferramentas de apresentação de slides. AVALIAÇÃO Avaliações escritas. Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, estudos dirigidos, pesquisas). Participação nas discussões. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA WEBER, Raul Fernando, Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000. WEBER, Raul Fernando, Arquitetura de computadores pessoais. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000. MONTEIRO, Mário, A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001. STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 122 2002. Curso: Técnico em Informática Disciplina: REDES DE COMPUTADORES I Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Conhecer as tecnologias, equipamentos, serviços que compõem as redes de computadores. Compreender o processo de encaminhamento de informação nas redes de computadores; Compreender o dimensionamento de redes de computadores. Interagir com as tecnologias de redes existentes. Buscar novas fontes de conhecimento, tornando-se sujeito de formação contínua para aprimoramento de seu desempenho profissional. Determinar dispositivos de redes de computadores. Resolver problemas que envolvam endereçamento de dispositivos de redes de computadores; Construção e análise de projeto de redes, verificando o uso dos dispositivos para cada tipo de rede. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Conhecimentos básicos em Informática e Programação. COMPONENTES CURRICULARES 1. Redes de Computadores a) Introdução b) Conceitos Básicos 2. Arquitetura Ethernet a) Modos de Transmissão Dados b) Tipos de Transmissão de Dados c) Meios de Transmissão 3. Fundamentos a) Difusão do Sinal b) Topologias c) Classificações de Redes de Computadores 4. Arquitetura de Redes a) Modelo TCP/IP b) Modelo Open Systems Interconnection – OSI c) Camada Física d) Camada de Enlace de Rede e) Camada de Rede f) Camada de Transporte g) Camada de Sessão h) Camada de Apresentação i) Camada de Aplicação 5. Equipamentos de Redes de Computadores 123 a) b) c) d) e) Hubs Repetidores Bridges Switch Roteadores 6. As mecânicas da divisão em sub-redes. METODOLOGIA Aulas expositivas; Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual; participação nas discussões. Exercícios. Utilização de quadro branco, computador e projetores multimídia utilizando ferramentas de apresentação de slides. AVALIAÇÃO Avaliações escritas. Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, estudos dirigidos, pesquisas). Participação nas discussões REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA TANENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Tradução da quarta edição original, Editora Campus, 2005. KUROSE, J. ROSS, K. Redes de Computadores e a Internet: Uma nova abordagem. 3a. Edição. Addison-Wesley, 2006. FOROUZAN, B.A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 3ª Edição. Editora Bookman. 2006 COMER, D. E. Redes de Computadores e a Internet. Bookman . 4a. Edição. 2007. HELD, Gilbert. Comunicação de Dados. Editora Campus; Rio de Janeiro; 1999. 124 Curso: Técnico em Informática Disciplina: LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO I Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Conhecer a linguagem de programação JAVA 2. Familiarizar-se com os tipos de dados, estruturas condicionais, exceções, estruturas de repetição, funções e arrays em JAVA 3. Conhecer Orientação a Objetos: objetos, atributos, métodos e mensagens, polimorfismo. 4. Desenvolver programas na linguagem JAVA utilizando conceitos de Orientação a Objetos. 5. Desenvolver rotinas em JAVA com acesso a banco de dados. 6. Desenvolver programas com interface gráfica e tratamento de eventos. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. 2. 3. 4. Conhecimentos básicos do ambiente windows Conhecimentos básicos de Lógica de programação Lógica matemática Algumas funções matemáticas COMPONENTES CURRICULARES 1. Histórico da evolução das linguagens - Paradigma da programação OO; - Surgimento de linguagens OO. 2. Linguagem e plataforma - A linguagem JAVA; - Características da linguagem JAVA; - Criação de programas em JAVA; - A plataforma JAVA; - Ambiente de desenvolvimento. 3. Programação Orientada ao Objeto - Introdução; - Objetos; - Métodos. 4. A Linguagem JAVA - Tipos de dados; - Definição de variáveis e constantes; - Comentários; - Operadores: Aritméticos, relacionais e lógicos; - Incremento e decremento; - Conversão de tipos; - Estruturas condicionais: IF-else e switch-case; - Exceções: try-catch e finally; - Estruturas de repetição: for e while; -Funções matemáticas e de string; - Utilização de arrays unidimensionais e bidimensionais. 125 5. Programação Orientada ao Objeto Introdução; Objetos; Classes; Atributos, métodos e mensagens; Definição de pacotes; Herança; Polimorfismo. 6. Componentes gráficos: Swing, tratamento de eventos; 7. Manipulação de banco de dados com JAVA. METODOLOGIA Aulas expositivas; aulas práticas Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual. Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor Utilização do Laboratório de Informática. AVALIAÇÃO Avaliações práticas Trabalhos individuais e (exercícios práticos) Apresentação dos desenvolvidos. Participação nas discussões em grupo projetos REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Deitel, H. M., Deitel, P. J. Java: Como Programar. Editora Pretince-Hall. HORSTMAN; CORNELL,Gary. Core JAVA 2 Fundamentos Vol I. Editora Alta Books. HORSTMAN; CORNELL,Gary. Core JAVA 2 Recursos Vol II. Editora Makron Books. COSTA, Luis Carlos Moreira da. JAVA para iniciantes. Vol. 1. Editora Ciência Moderna. Edição: 1ª. FURGERI, Sérgio. JAVA 6 – Ensino didático: Desenvolvendo e Implementando Aplicações. Editora Érica. São Paulo, 2008. 126 Curso: Técnico em Informática Disciplina: FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE SOFTWARE Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Ter uma visão geral de engenharia de software Conhecer os paradigmas de desenvolvimento de Software Ter visão geral de testes de software Ter uma visão geral de qualidade de software Entender o processo que caracteriza a construção de um software de qualidade. Conhecer o processo a análise de requisitos Conhecer os processos teste de software Modelar os requisitos de um software através de ferramentas UML BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Noções de desenvolvimento de sistemas. COMPONENTES CURRICULARES 1. Introdução 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. a) Produto e processo de software b) Visão geral da Engenharia de Software Paradigmas de Desenvolvimento de Software a) Modelos de processo: cascata, prototipação (evolucionário), baseado em componentes, entrega incremental, desenvolvimento em espiral b) Aspectos gerais das etapas do processo de desenvolvimento c) Ferramentas de apoio a automatização do processo de desenvolvimento Requisitos de Software a) Processo de engenharia de requisitos b) Técnicas de análise de requisitos c) Gerenciamento de requisitos Verificação e Validação de Software a) Planejamento de verificação e validação b) Estratégias de teste de software c) Técnicas de teste de software Disponibilização de software a) Evolução e manutenção de software b) Gerenciamento de configuração de software Sistemas Críticos a) Tipos de Sistemas Críticos b) Dimensões de confiança em sistemas críticos c) Relação custo/confiança UML a) Definição e objetivos b) Diagrama de casos de uso c) Diagrama de Classes METODOLOGIA AVALIAÇÃO 127 Aulas expositivas; aulas práticas Avaliações teóricas Provas de aproveitamento; trabalho em grupo Trabalhos individuais e em grupo Participação nas discussões e individual Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA PRESSMAN, R.S. Engenharia de Software. 5ª ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002. SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 6ª ed. São Paulo: Addison Wesley, 2003. Tonsig, Sérgio Luiz. ENGENHARIA DE SOFTWARE- Análise e Projeto de Sistemas. São Paulo. Ed.Futura, 2003. 128 Curso: Técnico em Informática Disciplina: COMPUTADOR E SOCIEDADE Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal 1. 2. 3. 4. 5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Identificação do impacto da utilização de computadores sobre a sociedade. Análise dos efeitos do uso da informática na sociedade e sobre o indivíduo. O impacto da digitalização da informática, a internet e as novas tecnologias de informática. Identificar as novas tecnologias da Informação e entender como funcionam. Compreender os impactos advindos das tecnologias emergenciais. Analisar os efeitos que a tecnologia provoca na sociedade. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Nenhum. COMPONENTES CURRICULARES 1. CONSEQÜÊNCIAS DA INFORMATIZAÇÃO DA SOCIEDADE a. A Informatização e o aspecto educacional. b. Impactos sociais da informatização. c. Informatização e privacidade. 2. POLÍTICA NACIONAL DE INFORMÁTICA a) Indústria nacional de informática. b) O papel do analista de sistemas na sociedade. 3. AUTOMAÇÃO DE ATIVIDADES a) Comerciais. Industriais. De escritórios. 4. APLICAÇÕES DA INFORMÁTICA a) Científica. Administrativa. Jurídica. Humanística. Educação. 5. ERGONOMIA E DOENÇAS PROFISSIONAIS a) Tipos e Características. METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas expositivas; trabalhos escritos; seminários; Avaliações escritas debates; pesquisa bibliográfica. Trabalhos individuais e em Utilização de quadro branco, computador, projetor (estudos dirigidos, pesquisa) multimídia, retroprojetor, TV e vídeo. Participação nas discussões grupo REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA MINISTÉRIO da Ciência e Tecnologia. Sociedade da Informação no Brasil - Livro Verde Brasília: Imprensa Nacional, 2000. MASIEIRO, Paulo C. Ética em Computação. São Paulo : Ed. Universidade de São Paulo. 2000. SOUSA, M. S. L. Introdução aos aspectos humanos da interação homem-computador. UFRGS, 2003. NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. 129 Curso: Técnico em Informática Disciplina: WEBDESIGN Modalidade: Integrada Período Letivo: 2º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais 1. 2. 3. 4. 5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Conhecer o funcionamento da Internet; Análise crítica de Webdesign; Noções básicas de html, Flash, Fireworks, Dreamweaver; Construção de páginas, montagem de Websites, usando marcação HTML e formatação com CSS; Identificar tendências e tecnologias para desenvolver sites. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. Conhecimentos básicos sobre o Sistema operacional Windows 2. Internet 3. Informática básica COMPONENTES CURRICULARES 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. O que é Webdesigner? A internet Limitações para o webdesign HTML – Principais comandos Estilo CSS Conhecendo o DREAMWEAVER Construindo um site a) Criando e configurando um site b) Criando novos arquivos e pastas c) Usando o mapa do site d) Transferindo arquivos (FTP) Trabalhando com Textos Configurações gerais da página Inserindo imagens Trabalhando com Tabelas Utilizando molduras O que são Formulários Inserir: Campo de Texto, Botão, Caixa de Seleção, Botão de Opção, Lista de Menu, Menu de Salto. Camadas como Recipientes, Aplicando Movimento à Camada. Utilizar os comportamentos (Behaviors) Conhecendo o Fireworks Otimizando para a Web a) Abrindo uma imagem b) Redefinindo o tamanho de uma imagem c) Ampliando ou diminuindo a área de visualização de uma imagem Ferramentas de desenho a) Retângulo, elipse, polígono b) Criando uma estrela 130 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. c) Ferramenta Texto Trabalhando com camadas Ferramentas de desenho avançadas a) Criando linhas, formas vetoriais b) Ferramenta Vector Path c) Editando e redesenhando caminhos Imagens a) Cortando, movendo a área de corte, ajustando a área de corte b) Transformando uma imagem: rotacionando, redimensionando, inclinando, fatiando, etc. c) Ajustes da imagem: modificando, determinando controle de curvas, saturação, desfocando, clonando parte da imagem, etc. Selecionando a) Criando seleções básicas b) Editando uma seleção c) Modificando uma seleção Criando menus pop-ups Trabalhando com botões Conhecendo o Flash O que é Flash? Flash x HTML Os termos mais utilizados no Flash, Os Elementos da Tela do Flash Diferenças do desenho do Flash para outros programas Ferramenta: Retângulo, Oval, Linha, Lápis Selecionado, A relação entre Objetos Movidos, Zoom, Preenchimento, Agrupando Inserindo: Réguas e Grades, O Palco Polystar, Pincel, Apagador, Conta-gotas, Modificando Objetos, Texto, Camadas, Linha de Tempo, Criando Quadros, Animando Quadro-a-quadro O que são Símbolos, Gráficos, Botões, Clipes de Filme, Bibliotecas Animação por Interpolação de Forma, Animação com Guias, Máscaras, O que são Ações, As primeiras Ações, Play, Stop Interatividade dos Botões, Aplicando uma Ação num Botão, Utilizando Ações de Interatividade Como Funciona o Som no Flash, Importando Sons, Aplicando Sons, Editando Sons Configurando o Arquivo para Publicação, Configurando o Flash, Configurando o HTML METODOLOGIA AVALIAÇÃO Aulas práticas Avaliações práticas Provas de aproveitamento; trabalho em dupla e Trabalhos individuais e em grupo individual Participação nas discussões Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Silveira, Marcelo. Web Marketing Usando Ferramentas de Busca. Editora Novatec. Silva, Maurício Samy. Web Standards: Construindo sites com CSS e (X)HTML. Editora Novatec. Loranger, Hoa / Nielson, Jacob. Web Standards: Usabilidade na Web – Projetando sites com qualidade. Editora Campus Elsevier. Alves, William Pereira. Crie, Anime e Publique seu site utilizando Fireworks CS3, Flash CS3 e Dreamweaver CS3. Editora Érica, 1ª Edição. Manzi, Fabrício. Flash CS3 Professional – Criando além da animação – para windows. Editora Érica. Memória, Felipe. Design para internet: Projetando a experiência perfeita. Editora Campus. 131 Carrion, Wellington. Design para webdesigners: Princípios do design para web. Editora Brasport. Beaird, Jason. Princípios do web design maravilhoso. Editora Altabooks. Niederst, Jennifer. Aprenda Web Design. Editora Ciência Moderna. 132 DISCIPLINAS DO 3º ANO NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Curso: Técnico em Informática Disciplina: ORG. NORMAS E QUALIDADE Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aula semanal COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Conhecer os principais eventos e idéias da história da administração. Dimensionar a importância dos conceitos e da filosofia da qualidade total. Identificar aspectos do nosso sistema sindical correlacionados à autonomia coletiva dos grupos profissionais. 2. Caracterizar o processo administrativo e o papel dos dirigentes. Compreender a efetiva aplicabilidade das normas legais sob as quais operam empresas e empresários. 3. Analisar criticamente aspectos correlatos às funções básicas das empresas e habilidades do administrador moderno. Identificar, a partir de reflexões sobre a área de Gestão de Negócios, as oportunidades do mercado. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS (pré-requisitos) Sociologia. COMPONENTES CURRICULARES (conteúdo) 1. Administração e Organizações. a) Evolução do conhecimento administrativo: os precursores da Administração; b) As funções dos Administradores: os processos básicos; c) Gestão da Produção e Operações: a questão da Gestão pela Qualidade. 2. Sociedades Empresárias. a) O exercício da atividade do empresário; b) A atividade societária: conceito, noções e espécies; c) Microempresas: particularidades e análise de sua formação. 3. Noções e Elementos de Direito do Trabalho. a) O instituto jurídico das Férias. b) Fundo de Garantia do Tempo de Serviço: História, Conceito, Contribuintes, Beneficiários, Depósitos, Prazo e Saques; c) Organização Sindical Brasileira: Histórico, Conceito de Sindicato, Unicidade Sindical e Entidades Sindicais de Grau Superior. METODOLOGIA A partir do referencial teórico de Dewey sobre a educação – centrada no desenvolvimento da capacidade de raciocínio e espírito crítico do aluno e na visão de que a aprendizagem é essencialmente coletiva, assim como é coletiva a produção do conhecimento – a metodologia adotada pretende superar a limitação das aulas meramente expositivas tradicionais, nas quais o professor apenas expõe sistematicamente o AVALIAÇÃO O processo de avaliação da aprendizagem será amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo. Neste sentido, a avaliação destina-se a verificar se houve a aprendizagem necessária por parte do aluno para o desenvolvimento de competências. O conceito global mínimo para a aprovação na disciplina é 6,0 (seis) e o 133 conteúdo programático da disciplina, sem que haja participação dos alunos. Aula expositiva não significa mera exposição ou doutrinação. Com efeito, as aulas da disciplina pretendem propiciar uma relação mais estreita entre os alunos e o professor, valorizando-se o relacionamento entre ambos e a participação (inteligente) de cada aluno nos debates deflagrados a partir das aulas expositivas e seminários realizados ao longo do semestre letivo. aluno deve possuir freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas desenvolvidas ao longo do semestre letivo. A verificação do rendimento escolar será realizada a partir dos seguintes parâmetros: Instrumentos de avaliação da aprendizagem: provas escritas e seminários; Avaliação sócio-afetiva envolvendo os seguintes indicadores que são parâmetros objetivos da avaliação, independentemente dos instrumentos utilizados: domínio cognitivo; cumprimento e qualidade das tarefas; capacidade de produzir em equipe e autonomia. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA AROUCA, José Carlos. Curso básico de Direito Sindical. São Paulo: LTr, 2006. CARRION, Valentin. Comentários a Consolidação das Leis do Trabalho: legislação complementar, jurisprudência. São Paulo: Saraiva, 2007. CLT ACADÊMICA E CONSTITUIÇÃO FEDERAL – MINI. São Paulo: Saraiva, 2007. CRAINTER, Stuart. Grandes pensadores da administração; tradução Priscila Martins Celeste. São Paulo: Futura, 2000. DOUCHY, Jean-Marie. Em direção ao zero defeito na empresa: da qualidade total (TQC) aos círculos de qualidade; tradução Carmen Dolores Straube. São Paulo: Atlas, 1992. MARTINS, Sérgio Pinto. Instituições de direito público e privado. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. –––––––-–––––––––––. Manual do FGTS. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da administração. São Paulo: Editora Atlas, 2008. PRADO, Jonas Reginaldo. Iniciação à administração: preceitos básicos. 6ª ed. São Paulo: Global, 2003. TZIRULNIK, Luiz. Empresas & empresários: no novo código civil: lei 10.406, de 10.01.2002. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2003. 134 Curso: Técnico em Informática Disciplina: BANCO DE DADOS II Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais 1. 2. 3. 4. 5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Possuir conhecimentos avançados de gerência e desenvolvimento de bancos de dados. Manipular dados em tabelas e gerenciadores de bancos de dados utilizando linguagem de manipulação de dados e comandos para administração de banco de dados Conhecer os conceitos avançados da estrutura de um SGBD Conhecer, criar, e manipular objetos de banco de dados Desenvolver projetos utilizando um SGBD relacional BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Noções de banco de dados, vistos na disciplina de Banco de Dados I. COMPONENTES CURRICULARES 1. Gerenciamento de SGBD Relacional a. Recuperação b. Concorrência c. Segurança d. Integridade 2. Desenvolvimento de Procedimentos Avançados a. Triggers b. Stored Procedures 3. Administração de Usuários a. Grupos de Usuários b. Permissões de Acesso METODOLOGIA Aulas expositivas; aulas práticas Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor Utilização do Laboratório de Informática AVALIAÇÃO Avaliações práticas Trabalhos individuais e em grupo (exercícios práticos) Apresentação dos projetos desenvolvidos. Participação nas discussões Projeto final prático na disciplina REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA DATE, Christopher J, Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, CAMPUS, 2004 KORTH, Henry F. / SILBERSCHATZ, Abraham / SUDARSHAN, S., Sistema de Banco de Dados, Campus, 2006 ABREU, Mauricio / MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Projeto de Banco de Dados, Érica, 2007 MACHADO, Felipe Nery Rodrigues, Banco de Dados - Projeto e Implementação, Érica, 2004 STEVE Suhring , MYSQL: A Bíblia, Campus, 2002 TONSIG, Sergio Luiz , MYSQL - Aprendendo na Pratica, Ciencia Moderna, 2006 135 OTEY, Danielle; OTEY, Michael, Microsoft SQL Server 2005 - Guia do Desenvolvedor, Ciência Moderna, 2007 STANEK, William R., Microsoft SQL Server 2005 - Guia de Bolso do Administrador, Bookman, 2006 136 Curso: Técnico em Informática Disciplina: SISTEMAS OPERACIONAIS Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) Entender o papel de um sistema operacional e da arquitetura dentro de um sistema computacional. Entender o funcionamento dos vários módulos que compõem um Sistema Operacional. Desenvolver uma visão crítica sobre os requisitos de confiabilidade, segurança e desempenho, associados a um sistema operacional. Compreender a importância dos sistemas operacionais para o controle e aproveitamento dos recursos do computador; Conhecer os diversos tipos de sistemas operacionais e suas características, bem como sua evolução; Compreender a necessidade de estruturação adequada de sistemas operacionais; Conhecer os principais componentes de um sistema operacional e dos mecanismos e técnicas usadas para desenvolvê-los; Conhecer a programação concorrente e mecanismos de exclusão mútua e de sincronização. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. Bases de numeração; Hardware; Software; Arquitetura básica dos computadores digitais. 2. Componentes de um computador: modelo Von Neumann: memória, hierarquia de memórias, organização de memória, tipos de memória. Unidade central de processamento: unidade de controle e unidade lógica aritmética, registradores, unidade de controle. Comunicação entre a memória e a CPU: barramentos. Dispositivos de entrada e saída. 3. Métodos de transferência de dados: interface paralela, serial, USB. 4. Arquiteturas RISC e CISC. COMPONENTES CURRICULARES 1. Introdução ao estudo de sistemas operacionais: Evolução histórica, serviços dos sistemas 2. 3. 4. 5. 6. 7. operacionais, chamadas de sistema. Gerência do Processador: conceitos básicos, escalonamento e algoritmos de escalonamento. Gerência de entrada e saída: dispositivos de entrada e saída, controladores dos dispositivos e drivers dos dispositivos. Gerência de Memória: políticas básicas, swapping, memória virtual, paginação, segmentação Gerência de arquivos: arquivos, diretórios, implementação de sistemas de arquivos. Programação concorrente: Programas multithreads, comunicação e sincronização de processos, primitivas de sincronização e problemas clássicos Deadlock: Conceitos básicos, caracterização, prevenção, detecção e recuperação METODOLOGIA AVALIAÇÃO 137 Aulas expositivas Vídeo aulas Práticas em laboratório Avaliações escritas. Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, estudos dirigidos, pesquisas). REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Tanembaum A. Sistemas Operacionais Modernos. 2ª Edição. Prentice Hall do Brasil. 2003. Oliveira R S., Carissimi, A. Silva . Sistemas Operacionais. Editora Sagra-Luzzato, Porto Alegre, Janeiro 2001. Silberschatz. A, Galvin P.B. Sistemas Operacionais Conceitos. Prentice Hall, 2000. Silberschatz. A, Galvin P.B, Greg G. Sistemas Operacionais Conceitos e Aplicações. Editora Campus. 2000. 138 Curso: Técnico em Informática Disciplina: REDES DE COMPUTADORES II Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 60h (72h/a) 2 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Aprender sobre roteamento estático e roteamento dinâmico 2. Conhecer Roteadores: Componentes internos do roteador, características físicas do roteador, conexões externas do roteador, conexões das portas de gerenciamento 3. Conhecer VLAN, protocolo Spanning-tree 4. Compreender conceitos necessários para implementação de redes Virtuais (VLANs) e os comandos de configuração de um Switch. 5. Conceitos sobre protocolo CDP. 6. Aprender sobre roteamento estático e roteamento dinâmico com OSPF, RIP, IGRP e EIGRP. 7. Escalonamento de IP com NAT e PAT, DHCP 8. Abordagem de tecnologias WAN: ISDN, Frame-Relay, X.25 9. Interconectar os equipamentos, configurá-los e quais as vantagens e desvantagens de se investir em uma infra-estrutura própria de redes 10. Projetar redes IP através do cálculo de sub-redes e uma visão projetista de como implementar a numeração de hosts baseado na necessidade da empresa. 11. Configurar VLSM 12. Implementar redes através de Switches nível 2 13. Configurar um roteador, desde seu estado inicial de compra até a implementação em um ambiente corporativo. 14. Configurar o protocolo de roteamento em um ambiente roteável. 15. Configurar roteadores em ambientes WAN utilizando PPP, Frame Relay. 16. Prática sobre protocolo CDP. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Noções de redes. COMPONENTES CURRICULARES 1. Wans e Roteadores. 2. Roteadores: Componentes internos do roteador, características físicas do roteador, conexões externas do roteador, conexões das portas de gerenciamento. 3. Conectando as interfaces de console. 4. Conectando a interfaces LAN. 5. Conectando as interfaces WAN. 6. Configuração de um roteador: histórico de comandos do roteador, 7. Configurando informações sobre dispositivos remotos, 8. Conceito e configuração de protocolos de roteamento. 9. Conceito de Sistemas autônomos 10. Configuração de roteamento, mensagens de Erro e de Controle do Conjunto de Protocolos TCP/IP 11. TCP/IP intermediário, operação do TCP, operação do UDP, 12. Conceito e configuração de listas de controle de acesso (ACLs), 139 13. Conceito e configuração VLSM, 14. Conceito e configuração de protocolos de roteamento 15. Introdução à comutação de redes locais 16. Configuração e operação de switches, 17. Spanning-Tree Protocol 18. VLAN 19. Escalonamento de IP com NAT e PAT, DHCP 20. Abordagem m de tecnologias WAN: ISDN,PPP, Frame-Relay, X.25 METODOLOGIA Aulas expositivas; Aula prática em laboratório. Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual; participação nas discussões. Exercícios. Utilização de quadro branco, computador e projetores multimídia utilizando ferramentas de apresentação de slides; Software simulador de arquitetura de redes AVALIAÇÃO Avaliações escritas. Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, estudos dirigidos, pesquisas). Participação nas discussões REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA FILIPPETTI, MARCO AURELIO. CCNA 4.1: Guia Completo de Estudo. Editora: Visual Books, 2006. KUROSE, J. ROSS, K. Redes de Computadores e a Internet: Uma nova abordagem. 3a. Edição. Addison-Wesley, 2006. TANENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Tradução da quarta edição original, Editora Campus, 2005. FOROUZAN, B.A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 3ª Edição. Editora Bookman. 2006 140 Curso: Técnico em Informática Disciplina: LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO II Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 90h (108h/a) 3 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Conhecer a linguagem de programação C# 2. Familiarizar-se com os tipos de dados, estruturas condicionais, estruturas de repetição, funções em C#. 3. Desenvolver programas na linguagem C# utilizando conceitos de Orientação a Objetos. 4. Desenvolver rotinas em C# com acesso a banco de dados. BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS 1. 2. 3. 4. 5. 6. Conhecimentos básicos do ambiente windows Conhecimentos básicos de internet Conhecimentos básicos de Lógica de programação Lógica matemática Algumas funções matemáticas Vetores e matrizes. COMPONENTES CURRICULARES 1. Introdução ao .NET e ao ASP.NET 2. HTML x ASP.NET 3. Linguagem e plataforma 4. 5. 6. 7. 8. 9. A linguagem C#; Características da linguagem C#; Criação de programas em C#; A plataforma C#; Ambiente de desenvolvimento. Visual Web Developer A Linguagem C# Tipos de dados; Definição de variáveis e constantes; Comentários; Operadores: Aritméticos, relacionais e lógicos; Passagem de parâmetros; Conversão de tipos; Estruturas condicionais; Exceções; Estruturas de repetição; Funções matemáticas e de string; Utilização de arrays Programação Orientada ao Objeto Introdução; Objetos; Classes; Atributos, métodos e mensagens; Definição de pacotes; Herança; Polimorfismo. Web Forms Exemplos: TexBox, Label, Button, ListBox, RadioButton, RadioButtonList, CheckBox, CheckBoxList Acesso a banco de dados através do ADO.NET Criando banco de dados Criando tabelas Relacionamentos SQL Conexão com o banco de dados Manipulando registros Validação de campos de formulário 141 METODOLOGIA Aulas expositivas; aulas práticas Provas de aproveitamento; trabalho em grupo e individual. Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor Utilização do Laboratório de Informática. AVALIAÇÃO Avaliações práticas Trabalhos individuais e em grupo (exercícios práticos) Apresentação dos projetos desenvolvidos. Participação nas discussões Projeto final prático na disciplina. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Lippman, Stanley b., C# - Um Guia Pratico, Bookman Companhia ed, 2003 Galuppo, Fabio / Matheus, Vanclei / Santos, Wallace, Desenvolvendo com C#, Bookman Companhia ed, 2003. Chen, Philip / Goldberg, Stephen / Bagnall, Brian, C# para Programadores de Java, Alta Books. Platt, David S. Microsoft .NET – Iniciando. São Paulo, MAKRON Books, 2002. Jesus, João Batista de. ASP.NET – Série Curso Básico & Rápido. Rio de Janeiro, Axcel Books, 2003. 142 Curso: Técnico em Informática Disciplina: EMPREENDEDORISMO Modalidade: Integrada Período Letivo: 3º Ano Carga-Horária: 30h (36h/a) 1 aulas semanais COMPETÊNCIAS E HABILIDADES (contemplando os PCNs do Ensino Médio e as competências profissionais da área) 1. Compreensão do papel e a importância 2. Integração entre as áreas administrativas de uma organização; 3. Compreensão das características do empreendedorismo e de seu papel no contexto atual para a criação e a gestão de organizações, com ênfase na realidade brasileira. 4. Capacitação dos alunos com técnicas para planejar, desenvolver e avaliar novos negócios 5. Compreender a relação existente entre os tipos de organizações e seus objetivos. 6. Apreender os objetivos, os instrumentos, as atividades, os processos das áreas de marketing, de gestão de pessoas, de planejamento, de estoque, de operações e de finanças. 7. Entender os aspectos históricos e conceituais do empreendedorismo, e sua relação com o contexto social e econômico. 8. Definir os objetivos, os princípios e a estrutura de um plano de negócio BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Nenhuma. COMPONENTES CURRICULARES 1. 2. 3. 4. 5. Plano de negócios (PN) A necessidade da formulação do PN Os clientes do plano de negócios Plano de marketing Análise do mercado a) O setor b) O tamanho do mercado c) Oportunidades e ameaças 6. A clientela a) Segmentação b) A concorrência 7. Fornecedores 8. Estratégias de marketing a) O produto b) A tecnologia, ciclo de vida 9. Vantagens competitivas 10. Planos de Pesquisa e Desenvolvimento 11. Preço 12. Distribuição 13. Promoção e propaganda 14. Relacionamento com os clientes 143 METODOLOGIA Aulas expositivas; trabalhos escritos; seminários; debates; pesquisa bibliográfica Utilização de quadro branco, computador, projetor multimídia, retroprojetor AVALIAÇÃO Avaliações escritas Trabalhos individuais e em grupo (estudos de caso, estudos dirigidos, pesquisa) Participação nas discussões REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. 14ª Ed., São Paulo: Cultura, 2000. CHER, Rogério. O meu próprio negócio. 1ª Ed., Rio de Janeiro: Campus, 2003. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Plano de Marketing para Micro e Pequena Empresas. 2ª. Ed., São Paulo: Atlas, 2001 GUIMARÃES, Tomás de Aquino; SOUZA, Ed. Castro Lucas de. Empreendedorismo: além do plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2005. MAXIMINIANO, Antônio C. A. Fundamentos de Administração. 2ed. São Paulo; Atlas, 2008. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. São Paulo: Editora Atlas, 1999 ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 11. ed. São Paulo:Pearson, 2005. SEBRAE. Curso: Brasil empreendedor. O empreendedor e o mercado. SEBRAE.Programa Sebrae de Qualidade Total para Micro e Pequenas Empresas.Brasília: SEBRAE, 1995 144 PRÁTICA PROFISSIONAL A prática profissional é uma exigência para a conclusão do Curso Técnico de Nível Médio em Informática, e poderá ser realizada de duas formas a serem escolhidas pelo estudante: Trabalho de Conclusão de Curso ou Estágio Supervisionado. A prática profissional é obrigatória e poderá ser realizado a partir da conclusão do segundo ano. O estudante será orientado e avaliado em sua prática profissional por um professororientador. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser executado na modalidade de projetos de desenvolvimento, objetivando a integração teoria e prática e o princípio da interdisciplinaridade, devendo contemplar a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante o curso e tendo em vista a intervenção no mundo do trabalho na realidade social de forma a contribuir para a solução de problemas. O TCC compreende um projeto de pesquisa ou de extensão que, com foco num determinado problema e objeto de análise, visa à elaboração, execução e produção individual de uma monografia. Deve, portanto, possuir planejamento de atividades (projeto), pesquisa e elaboração de monografia final. A metodologia a ser adotada será através de pesquisas de campo, levantamento de problemas relativos às disciplinas objeto da pesquisa/extensão e possíveis soluções para os problemas detectados. Não será permitido como Trabalho de Conclusão de Curso apenas revisão bibliográfica. Só poderá ser realizado após a conclusão de todas as disciplinas da matriz curricular. Estágio Supervisionado O Estágio Supervisionado tem por objetivo oportunizar experiências profissionais através de atividades inerentes ao desenvolvimento de programas de computador, manutenção de software, construção de banco de dados, testes e documentação de sistemas. Portanto, o estágio deve possuir planejamento de atividades de estágio, elaboração de relatório final, acompanhamento de um professor-orientador em conjunto com profissional técnico-responsável da empresa promotora do estágio. A função do estágio pode ser assim resumida: dar um referencial à formação do estudante; esclarecer seu real campo de trabalho durante sua formação; motivá-lo ao permitir o contato com o real: teoria-prática; dar-lhe consciência das suas necessidades teóricas e comportamentais; e dar-lhe uma visão geral do setor produtivo e da empresa em especial. 145 CAPÍTULO V – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Segundo o Parecer CNE/CEB nº 39/2004 que reza sobre Aplicação do Decreto nº 5.154/2004 na Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio não é possível a adoção de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores quando o curso de educação profissional for oferecido na modalidade integrada ao Ensino Médio. “A duração dos cursos de Educação Profissional Técnica de nível médio realizados de forma integrada com o Ensino Médio deverá contemplar as cargas horárias mínimas definidas para ambos, isto é, para o Ensino Médio e para a Educação Profissional técnica de nível médio. A esses mínimos exigidos, devem ser acrescidas as cargas horárias destinadas a eventuais estágios supervisionados, trabalhos de conclusão de curso ou provas finais e exames, quando previstos pelos estabelecimentos de ensino em seus projetos pedagógicos. Não há como utilizar o instituto do aproveitamento de estudos do Ensino Médio para o ensino técnico de nível médio. Esta parece ser a lógica adotada pelo Decreto nº 5.154/04, principalmente se examinarmos com mais atenção a sua exposição de motivos. O § 2º do Artigo 4º do referido Decreto não deixa margem para dúvidas. Define que, na hipótese de adoção da forma integrada, é preciso “ampliar a carga horária total do curso, a fim de assegurar, simultaneamente, o cumprimento das finalidades estabelecidas para a formação geral e as condições de preparação para o exercício das profissões técnicas”. O conteúdo do Ensino Médio é pré-requisito para a obtenção do diploma de técnico e pode ser ministrado “simultaneamente” com os conteúdos do ensino técnico. Entretanto, um não pode tomar o lugar do outro. São de natureza diversa. Um atende a objetivos de consolidação da Educação Básica em termos de “formação geral do educando para o trabalho” e outro objetiva a preparação “para o exercício de profissões técnicas”. Neste sentido, são intercomplementares e devem ser tratados de forma integrada, “relacionando teoria e prática no ensino de cada disciplina” (Inciso IV do Artigo 35).” 146 CAPÍTULO VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Os critérios gerais de avaliação da aprendizagem seguirão as normas da Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do IFBA em vigor: A avaliação é compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e retro-alimentação, se destina a verificar se houve aprendizagem e apontar caminhos para o processo educativo. A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo. A avaliação do desempenho acadêmico deverá tomar como referência os parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas, a saber: a) Domínio cognitivo – capacidade de relacionar o novo conhecimento com o conhecimento já adquirido; b) Cumprimento e qualidade das tarefas – execução de tarefas com requisitos previamente estabelecidos no prazo determinado com propriedade, empenho, iniciativa, disposição e interesse; c) Capacidade de produzir em equipe – aporte pessoal com disposição, organização, liderança, cooperação e interação na atividade grupal no desenvolvimento de habilidades, hábitos, conhecimentos e valores; d) Autonomia – capacidade de tomar decisões e propor alternativas para solução de problemas, iniciativa e compreensão do seu desenvolvimento. Em cada instrumento de avaliação, os parâmetros orientadores de práticas avaliativas qualitativas deverão ser considerados em conjunto, quando aplicáveis, na composição da nota. O desempenho do estudante em cada unidade didática será registrado através de nota, compreendida entre 0,0 (zero) e 10,0 (dez), e resultante de pelo menos três instrumentos de avaliação de naturezas diferentes. (Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA , 2008) 147 Em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) que determina a realização de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao ano letivo, para os casos de baixo rendimento escolar. No decorrer do ano letivo, a instituição oferecerá oportunidade de aprendizagem aos alunos que necessitam de apoio face dificuldades momentânea, redirecionando ações de modo que as dificuldades diagnosticadas possam ser superadas. O estudante que obtiver nota que represente menos de 60% do valor das atividades avaliativas terá direito à recuperação da aprendizagem correspondente ao(s) componente(s) curricular(es) avaliado(s), durante o processo de aprendizagem. (Organização Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA, 2008) A recuperação da aprendizagem é necessária para o processo de ensino aprendizagem, já que os diferentes alunos possuem diferentes experiências extraescolares e acadêmicas e podem aprender os conteúdos escolares em momentos diferenciados. Será considerado aprovado na etapa do curso o estudante que tiver nota igual ou superior a 6,0 (seis) em todas as disciplinas ou competências e possuir freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas desenvolvidas na etapa co curso. O Conselho de Classe Final, após análise e discussão, também poderá aprovar o estudante que possuir freqüência igual ou superior a 75,0 % (setenta e cinco por cento) do total de horas desenvolvidas na etapa do curso e tiver no mínimo: a) Média igual ou superior a 5,0 (cinco) em no máximo 2 (duas) disciplinas em questão. b) Média igual ou superior a 4,0 (quatro) em apenas 1 (uma) disciplina em questão. 148 CAPÍTULO VII – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS O Campus de Camaçari realiza temporariamente suas atividades em um prédio cedido e mantido pela Prefeitura Municipal de Camaçari. Algumas fotos do local e das instalações físicas podem ser vistas em Anexo. A fim de complementar a infra-estrutura necessária ao funcionamento da Unidade de Ensino e do curso, o IFBA, investiu na constituição de 3 (três) laboratórios de Informática, específicos para o desenvolvimento do curso, organizados em módulos de 20 computadores, para uso dos alunos em suas atividades de aprendizagem. Estes laboratórios devem permitir a realização de aulas práticas, bem como a configuração de cenários de testes e simulação de ambientes de tecnologia da informação, comuns nas organizações. A manutenção dos equipamentos do laboratório de informática é de responsabilidade do IFBA. Os laboratórios possuem computadores equipados com software livre e proprietário, o que possibilitará ao aluno a diferenciação dos mesmos. Nestes laboratórios são desenvolvidas atividades práticas e projetos em diversas disciplinas da área de programação e desenvolvimento de software, bem como de suporte a pesquisa e realização de trabalhos de conclusão de curso. As especificações básicas dos equipamentos e dos materiais necessários à montagem dos laboratórios, além da quantidade de cada item, são mostradas na Tabela 2. Vale ressaltar que a maioria dos softwares utilizados no curso (mais de 70%) são livres, seguindo a tendência do governo atual. Além dos laboratórios, também fazem parte do bem patrimonial, indispensáveis à implementação da Unidade de Ensino, os itens relacionados na Tabela 3. Está contemplada a aquisição de títulos para a constituição do acervo bibliográfico conforme tabela 4. 149 Tabela 2. Quantidade e especificação dos equipamentos e materiais para montagem dos três laboratórios de informática do Campus Camaçari. Quantidade 15 01 01 01 01 20 Quantidade 40 02 02 02 02 40 Especificação dos equipamentos para o laboratório de informática Computador pessoal com processador 2 GHz, 2 Gb de memória, disco rígido de 160Gb, sistema operacional Windows, Pacote Office, SQLServer Express, My-SQL, Devpascal, PascalZIM, Netbeans, Eclipse e Visual WEB Developer, DBDesigner, Pacote CS4 (DreamWeaver, FireWorks, Flash), SQL Manager Lite, Lázarus, Visual Studio Express 2008. Projetor de multimídia Mesa de professor Quadro branco Cadeira de professor Cadeira de aluno Especificação dos equipamentos para o laboratório de informática Computador pessoal DualCore Intel Core 2 E8400, 3000 MHz (9 x 333), 3 GHz, 4 Gb de memória, disco rígido de 320Gb, sistema operacional Windows XP Professional, BR Office, SQL Server Express, My-SQL, Linux, Devpascal, Pascal ZIM, Netbeans, Eclipse e Visual WEB Developer, Visual c# Express, DB Designer, Pacote CS4 (DreamWeaver, FireWorks, Flash), SQL Manager Lite, Lázarus, Visual Studio Express 2005. Projetor de multimídia Mesa de professor Quadro branco Cadeira de professor Cadeira de aluno Tabela 3. Especificação e quantidade dos bens patrimoniais já adquiridos, indispensáveis à implantação de infra-estrutura necessária ao funcionamento do Campus Camaçari. Quantidade Bem patrimonial 01 Sala para reunião 01 Sala para a diretoria 01 Sala para a coordenação pedagógica / psicológica 01 Sala para os registros acadêmicos / protocolo 01 Sala para a coordenação do curso 01 Sala para professores 01 Biblioteca 01 Sala para serviços médicos 150 01 Sala de desenho para 20 alunos 01 Laboratório de medidas elétricas / eletrônica para 20 alunos 03 Laboratórios de informática, especificados acima. 02 Salas de aula para 40 alunos, com projetor de multimídia, computador, mesa para professor e cadeiras para os alunos. Tabela 4. Acervo bibliográfico. Quantidade Título do Livro 05 Livros - Informática: Terminologia Básica: Windows XP, Word XP, Excel XP Autor: MARIO GOMES DA SILVA Estudo Dirigido de Informática Básica Autor: MARIA IZABEL N.G. MANZANO ANDRE LUIZ N.G. MANZANO. Editora: Érica. Edição: 7 Informática Básica Autor: Alcalde, Eduardo. Editora: MAKRON BOOKS Como funciona o computador Autor: White, Ron. Editora: PC Computing Algoritmos e Programação Autor: Marco Medina e Cristina Fertig. Editora: Novatec Lógica de Programação com Pascal Autor: ANA FERNANDA GOMES ARCENIO. Editora: Makron Books Pascal Estruturado: Programa Estrutura de Computadores Autor: ET AL. HARRY FARRER CRISTIANO GONÇALVES BECKER EDUARDO CHAVES FARIA. Editora: LTC. Edição: 3 Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores Autor: JAYR F.DE OLIVEIRA JOSE AUGUSTO NAVARRO GARCIA MANZANO. Editora: Érica. Edição: 16 Arquitetura de Computadores Pessoais Autor: RAUL FERNANDO WEBER. Editora: Sagra Luzzatto Fundamentos de Arquitetura de Computadores Autor: Weber, Raul Fernando. Editora: Sagra Luzzatto Introdução A Arquitetura De Computadores Autor: Vincent P. Heuring, Miles J. Murdocca. Editora: Campus Editora. 02 05 02 07 07 07 02 07 07 02 05 05 03 Sistemas Operacionais Modernos 2ª Edição (8587918575) Autor: Andrew S. Tanenbaum. Editora: MAKRON BOOKS Organização Estruturada de Computadores (8576050676) Autor: Andrew S. Tanenbaum. Editora: PEARSON / PRENTICE HAL Redes de Computadores - Tradução da 4ª Edição (8535211853) Autor: Andrew S. Tanenbaum. Editora: CAMPUS 151 05 05 02 05 05 02 02 02 02 02 02 Ano de Edição: 2003. Nº de Páginas: 968 Java: Como Programar Autor: Deitel, H. M., Deitel, P. J. Editora: Bookman Core JAVA 2 Fundamentos Vol I Autor: Horstman Cornell. Volume: I. Editora: Makron Books Core JAVA 2 Recursos Vol II Autor: Horstman Cornell. Volume: II. Editora: Makron Books Introdução a sistemas de banco de dados Autor: Date, C. J. Editora: Campus Sistemas de banco de dados Autor: Korti, Henry F. e Silberschatz, Abranham. Editora: McGraw-Hill A empresa na velocidade do pensamento Autor: Gate, B. Editora: Companhia das letras A vida digital Autor: Negroponte, N. Editora: Companhia das letras A Sociedade da Informação no Brasil – livro verde Autor: Takahashi, T. Editora: MCT Capital Intelectual. A nova vantagem competitiva das empresas Autor: Stwart, T. A. Editora: Campus Como tornar-se empreendedor em qualquer idade Autor: Renato Bernhoeft. Editora: Nobel O empreendedor Autor: Ronald Degen. Editora: Makron Books 152 CAPÍTULO VIII – PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO Para o início das atividades do ano letivo de 2008, o Campus Camaçari contou com o quadro de professores, por disciplina, apresentado na Tabela 5, ao quais atuam nos núcleos geral e profissionalizante do Curso Técnico de Nível Médio em Informática. O preenchimento total das vagas requer a contratação de novos docentes através de concurso público. Tabela 5. Número de professores por disciplina necessário para compor o quadro docente inicial do Curso Técnico de Nivel Medio em Informática. Disciplinas Número de Pessoal Português 01 Inglês 01 História 01 Matemática 01 Informática 02 Educação Física 01 Artes 01 Sociologia Geral e do Trabalho 01 Organização, Normas e Qualidade 01 Segurança, Meio Ambiente e Saúde 01 Eletrotécnica 01 Desenho 01 Além da composição do corpo docente, também faz parte do quadro pessoal os técnico-administrativos, que dão suporte às atividades administrativas. Inicialmente, o quadro atual dos técnico-administrativos é mostrado na Tabela 7. A fim de complementar o quadro de funcionários, também será necessária a contratação de pessoal aprovado em concurso público, de acordo com a tabela 6. 153 Tabela 6. Quadro de pessoal técnico-administrativo necessário Campus Camaçari para o ano letivo de 2009. Funcionário Número de Pessoal Técnico Administrativo Nível Superior 1 Analista de TI Técnico Administrativo Nível Superior 1 Pedagogo Técnico Administrativo Nível Superior 1 Administrador Técnico Administrativo Nível Médio 2 Assistente de Alunos Técnico Administrativo Nível Médio 3 Assistente Administrativo Técnico Administrativo Nível Médio Técnico de Tecnologia da Informação 2 Tabela 7. Corpo docente e Técnico atual do Campus Camaçari. Nome Affonso José de Sousa Alves Filho Alender Rodrigues Brandão Correia Alessandro Eduardo de Almeida Sousa Alexandre Magno Ferreira Diniz Aline Rita Pereira Hohenfeld Ana Paula Trocoli da Silva Categoria Docente Cargo Latu Sensu: "Informática Aplicada ao Ensino de Ciências Exatas" + Engenharia Prof. de Agrimensura + Técnico em Eletrotécnica Eletrotécnica - Função no Campus Camaçari: Diretor Geral Tec. Adm. Assist.de Alunos Docente Prof. Biologia Docente Tec. Adm. Tec. Adm. Ana Rita Reis de Almeida Docente Anderson Soares Passos Tec. Adm. Observação Graduando em Direito (Dias D'Ávila) Licenciatura em Ciências Biológicas + Mestrado em Botânica Engenharia Elétrica+ Esp. em Matemática Prof. e Física+Esp. em Gestão da Eletrotécnica Produção+Mest em Engenharia da Produção Téc. Lab. Graduação em Administração c/ Sistema Informática de Informação Assist. em Graduação em Ciências Contábeis Adm. Profª Licenciatura em Des. e Plástica + Esp. em Desenho metodologia do Ens. Superior Técnico Téc. Técnico em Eletrônica Laboratório 154 Andréia Santos Ribeiro Silva Carlos Machado da Silva Daiana Rodrigues de Oliveira Daniel Silva Gomes Dielson Pereira Hohenfeld Dino César Guerreiro Lima Edward da Silva Abreu Elaine Cappellazzo Souto Elaine dos Reis Soeira Eliano Soares da Silva Tec. Adm. Tec. Adm. Tec. Adm. Assist. em Adm. Graduanda em Administração de Empresas Docente Prof. Artes Graduação em Artes Plásticas Docente Prof. Física Licenciatura em Física + Mestrado em História, Filosofia e Ensino de Ciências Tec. Adm. Docente Docente Tec. Adm. Docente Elisa Cristina Casaes Ferraz Docente Eneida Santos de Santana Tec. Adm. Érica Celice Gomes de Oliveira Tec. Adm. Eudemario Souza Santana Docente Fábio Bastos de Souza Almeida Tec. Adm. Fernanda Regebe Castro Docente Gesiane Miranda Teixeira Gilsie Bezerra Alves Siebra Helena Luiza Oliveira Coura Hingryd Inácio Freitas Igor Gomes Graduação em Biblioteconomia e Bibliotecária Documentação + Esp. em Metodologia do Documentalist Ensino Superior - Responsável pelas atividades da Biblioteca do Campus a Camaçari Assist. de Graduando em Engenharia Elétrica Alunos Docente Tec. Adm. Tec. Adm. Docente Docente Técnico de TI Graduação em Ciência da Computação Licenciatura em Eletrotécnica + Esp. Em Prof. Metodologia do Ensino Superior. Função Eletrotécnica no Campus Camaçari: Chefe do Deptº de Ensino Profª. Graduação em Educação Física + Educação Mestrado em Ciência do Desporto Física Licenciatura em Pedagogia + Esp. em Pedagoga Educação e Tecnologias (Dias D'Ávila) Prof. Física Licenciatura em Física Profª Desenho Graduação em Arquitetura Técnico Bibliotecária Graduação em Biblioteconomia e Documentalist Documentação (Dias D'Ávila) a Assist. em Adm. Graduação em Ciências Contábeis Graduação em Engenharia Elétrica com Prof. habilitação em Eletrotécnica + Mestrado e Eletrotécnica Doutorado em Eng. Elétrica Graduação em Sistemas de InformaçãoAnalista de TI Responsável pelas atividades da Coord. de Informática do Campus Camaçari Graduação em Informática + Mestrado Profª Interdisciplinar em Modelagem Informática Computacional Profª Bacharelado em Informática + Mestrado Informática em Modelagem Computacional Psicóloga Graduação em Psicologia Pedagoga Graduação em Pedagogia + Especialização em Educação Ambiental Função no Campus Camaçari: Assistente do Deptº de Ensino Profª Licenciatura e Bacharelado em Geografia Geografia Prof. História Licenciatura em História 155 Santos Jailton Weber Gomes Joaquim Monteiro de Souza Lira Júnior Docente Tec. Adm. Josan de Freitas Rocha Docente Josildo Pereira da Silva Docente Kleber Morbeck Spínola Alves Luciene Santos Carvalho Luís Claudio Silva Lima Madilene Gandarela Soares Silveira Manoela Sampaio Rezende Tec. Adm. Docente Tec. Adm. Docente Prof. Graduação em Manutenção Elétrica + Eletrotécnica Espec. em Automação Industrial Médico Graduação em Tecnologia em Manutenção Eletrotécnica Elétrica - Função no Campus Camaçari: Coord. Geral do Curso Eletrotécnica Graduação em Ciências Contabeis + Prof. Lóg. e Espec. em Computação Científica + Programação Mestrado em Modelagem Computacional Assist. em Graduação em Medicina Veterinária (Dias Adm. D'Ávila) Licenciatura em Química Aplicada + Mest. Profª Química e Dout. Quimica Graduação em Ciências Sociais - Função Assist. em no Campus Camaçari: Assistente do Deptº Adm. de Administração Profª Desenho Graduação em Arquitetura Técnico Tec. Adm. Assist. em Adm. Tec. Adm. Assist. em Adm. Marcos Bispo dos Santos Docente Prof. Português Marcos Fernando Costa de Carvalho Docente Prof. Inglês Marcio Santana Bestetti Milena Vergne de Abreu Oliveira Murilo Santos Patrícia Santos Costa Paula Roberta Sá do Nascimento Paulo Moura Alves Barreiros Rafael Gomes Wanderley Reginaldo Otávio da Mata Neto Rejane Alves Ferreira Tec. Adm. Docente Tec. Adm. Tec. Adm. Tec. Adm. Docente Tec. Adm. Tec. Adm. Graduação em Medicina Graduanda em Psicologia Graduação em Administração de Empresas - Função no Campus Camaçari: Diretor do Deptº de Administração Licenciatura em Letras Vernáculas+ Mestrado em Lingüística Aplicada + Doutorado em Lingüística Aplicada Licenciatura em Letras Inglês + Espec. Rel. Públicas Graduanda em Pedagogia - Responsável pelas atividades do Protocolo do Campus Camaçari Graduação em Adm. c/ Habilitação Análise Prof. de Sistemas + Especialização em Redes e Informática Telecomunicações Assist. em Graduação em Administração de Adm. Empresas Graduação em Serviço Social + Assist. Social Especialização em Comportamento Organizacional e Gestão de RH Assist. em Licenciatura em Educação Física Adm. Prof. SMAS / Graduação em Direito ONQ Graduação em Sistemas de Informação + Analista de TI Especialização em Aplicações WEB Graduanda em Enfermagem Tec. Responsável pelas atividades Enfermagem administrativas do Serviço Médico do Campus Camaçari Assist. em Adm. 156 Renê Petronilo de Souza Docente Risiberg Ferreira Teixeira Docente Roberto Luiz Meirelles Borel Tec. Adm. Rosangela de Araujo Santos Docente Sueli dos Prazeres Santos Docente Suzete Viana Nascimento Tec. Adm. Terezinha de Jesus Santana Tec. Adm. Valdencastro Pereira Vilas Boas Júnior Docente Verônica Maria de Queiroz Costa Tec. Adm. Vinícius Saraiva Santos Tec. Adm. Walter Accioly Costa Porto Docente Wesley Barbosa Correia Docente Graduação em Eng. Elétrica + Bacharel em Prof. Ciências da Computação + Técnico Eletrotécnica eletrotécnica Graduação em Tecnologia e Prof. Processamento de dados+Esp. Informática Informática na Educação - Função no Campus Camaçari: Coord. Extensão Dias D'Ávila Licenciatura em Educação Física - Função Assist. em no Campus Camaçari: Coord. de Registros Adm. Escolares Ciência da Computação com Ênfase em Análise de Sistemas + Mestranda em Profª Mecânica Computacional - Função no Informática Campus Camaçari: Coord. Geral do Curso Técnico de Nivel Medio em Informática Profª Licenciatura em Matemática + Matemática Especialização em Educ. Matemática Graduação em Pedagogia + Pedagoga Especialização em Metodologia de Pesquisa e Extensão em Educação Graduação Secretariado Executivo. Assist. em Função no Campus Camaçari: Gerente da Adm. Divisão de Materiais e Patrimônio Prof. Matemática Graduação em Matemática Graduação em Administração de Empresas - Função no Campus Camaçari: Chefe de Gabinete Graduando em Administração de Técnico de TI Empresas Licenciatura em Matemática + MBA em Prof. Gestão Empresarial + Mestrado em Matemática Administração Lic. Letras Vernáculas + Esp.Literatura e Prof. Est. Culturais + Mest.Lit.e Diversidade Português Cultural + Doutourando Teoria e Crítica da Cult. e Literatura Assist. em Adm. 157 CAPÍTULO IX – CERTIFICADOS E DIPLOMAS Aqueles diplomas que corresponderem a cursos desenvolvidos de acordo com a forma integrada de organização curricular, prevista no Inciso I do Artigo 4º do Decreto 5.154/2004, atestarão tanto a conclusão do Ensino Médio, para fins de continuidade de estudos no nível da Educação Superior, quanto à correspondente habilitação profissional de técnico de nível médio e, “quando registrado terá validade nacional” (Parágrafo Único do Artigo 41). Parecer CNE/CEB 39/2004 Aos alunos que cursarem todos os três anos do Curso, com assiduidade e aproveitamento mínimos previstos na legislação vigente, e tiverem realizado a prática profissional, será conferido Diploma de Técnico de Nível Médio em Informática e terá validade tanto para fins de habilitação profissional, quanto para fins de certificação do Ensino Médio, para a continuidade de estudos na Educação Superior (Art. 7º da Resolução CNE/CEB 01/2005). 158 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MUNICIPIO. Desenvolvimento e bem-estar social, Disponível em: http://www.camacari.ba.gov.br/cidade2.php, Acessado em 09/07/ 2008. COMPUTERWORLD. Barros, Fábio. Empresas de TI tomam para si a tarefa de formar mão-de-obra, Disponível em: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2008/07/10/empresas-de-ti-tomam-para-si-atarefa-de-formar-mao-de-obra/, Acessado em 11/07/ 2008. CERRADO. Camaçari-BA, a potência industrial do Nordeste. Disponível em: file:///E:/Cama%C3%A7ari-projeto/Cama%C3%A7ariBA,%20a%20pot%C3%AAncia%20industrial%20do%20Nordeste_%20(by%20cerradomar%C3%A7o-2007)%20-%20SkyscraperCity.htm. Acessado em 09/06/2008. OLIVEIRA, Rogério Amigo de. Informática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. NORTON, Peter. Introdução a Informática. São Paulo: Pearson Makron Books, 1996. MONTEIRO, Rodrigo Fernandes et al. Tecnologia da Informação para Todos. Coleção Entenda e Aprenda. São Paulo: Bei Comunicação, 2002. 159 ANEXO Fachada do prédio 160 Laboratório 1 de Informática Sala de desenho 161 Laboratório de medidas Elétricas / eletrônica 162