Registros da UENF na imprensa, tais como foram publicados na Internet. ÍNDICE DE NOTÍCIAS: 1) NOVIDADES AGRÍCOLAS JÁ FRUTIFICAM EM CAMPOS Folha da Manhã – 24/04/2005 – Economia 2) SISTEMA DE GOTEJAMENTO Folha da Manhã – 24/04/2005 - Economia 3) COMPANHEIROS INDESEJÁVEIS Monitor Campista – 24/04/2005 – Monitor Domingo 4) PROSPERIDADE 2 O Diário – 22/04/2005 – Opinião 5) UERJ: PRAZO PARA ISENÇÃO VAI ATÉ DIA 22 Folha Dirigida – 22/04/2005 – Vestibular > Públicas > Sudeste 6) PERSONIFICAÇÃO DO SONHO DA DEMOCRACIA Folha da Manhã – 21/04/2005 – Política 7) PESQUISADORA PREVÊ QUE IGREJA DISCUTA BIOÉTICA Folha da Manhã – 21/04/2005 – Geral 8) CONSERVADORISMO SEM GRANDE MUDANÇA Folha da Manhã – 21/04/2005 – Geral 9) PESQUISADOR FALA DO PROJETO Folha da Manhã – 21/04/2005 – Economia 10) SOLO DE QUISSAMÃ SERVE DE LABORATÓRIO PARA SOJA Folha da Manhã – 21/04/2005 – Economia 11) ZONA OESTE DEVE TER VESTIBULAR ATÉ JULHO Folha Dirigida – 21/04/2005 – Educação > Noticiário 12) HORÁRIO IRREGULAR Monitor Campista – 21/04/2005 – Monitorando ---------------------------------------------------------------------------- Folha da Manhã – 24/04/2005 – Economia Fonte: http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=15&lk=1&tpl=0&id=106020&edicao=2005-0424 1) NOVIDADES AGRÍCOLAS JÁ FRUTIFICAM EM CAMPOS Genilson Pessanha TRAVESSÃO - Plantação orgânica requer mais investimento, mas produto pode ser comercializado em até 100% mais caro Thiago Gomes Email: [email protected] Novidade para a economia regional: a empresa Respa, que se dedicava exclusivamente à reciclagem de subprodutos de animais — carnes e ossos — utilizados na produção de ração, resolveu investir no pomar orgânico, que se transformou no primeiro do município a receber um selo de qualidade, e também no cultivo de mamona, ainda em caráter experimental, para futura fabricação de biocombustível. As plantações orgânicas requerem maior investimento, sobretudo em mão-de-obra, mas o produto final pode ser comercializado de 20% a 100% mais caro do que os colhidos nas lavouras convencionais. Hoje, a Respa serve de campo de pesquisa e os projetos implantados no local buscam criar novas tecnologias para o cultivo de frutas orgânicas, uma experiência ainda nova na região, já que os grandes centros produtores do Estado se dedicam principalmente à cultura de legumes, hortaliças e plantas com ciclo de vida relativamente curto. Da elaboração e planejamento dos estudos, participam técnicos e engenheiros agrícolas da Uenf, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e o Instituto Superior de Ciências Agrícolas da Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro). A Respa fica localizada no distrito de Travessão de Campos e os primeiros resultados obtidos na tentativa de diversificar as culturas mostraram que é possível à produção industrial e a orgânica conviverem em harmonia, vencendo o desafio de buscar equilíbrio entre agricultura e conservação do meio ambiente. ---------------------------------------------------------------------------- Folha da Manhã – 24/04/2005 - Economia Fonte: http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=15&lk=1&tpl=0&id=106021&edicao=2005-0424 2) SISTEMA DE GOTEJAMENTO O pomar orgânico de manga e graviola fica numa área de 7,5 hectares e recebeu recentemente o selo de qualidade da Associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro (Abio-RJ). São 550 pés de cada fruta, irrigados pelo sistema de gotejamento. Um dos técnicos agrícolas responsáveis pelo pomar, Guilherme Ribeiro, ressalta que, apesar de ser mais trabalhosa e da necessidade de maior mão-de-obra, a agricultura biológica é um mercado em franca expansão, já que as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a qualidade dos alimentos. A novidade foi implantada há cerca de dois anos e a expectativa para o ano que vem é colher as primeiras frutas, sendo que o pico de produção deverá ser alcançado nos próximos dois anos. “A maior dificuldade desse processo é, por causa do pioneirismo, é a busca por novas tecnologias para o plantio de frutas orgânicas. Depois será possível repassar essas informações para novos produtores”, ressaltou Guilherme, informando, ainda, que o objetivo da produção é alcançar os grandes centros consumidores de produtos cultivados sem o uso de agrotóxicos e defensivos agrícolas, como Rio, São Paulo e Espírito Santo e solidificar essa cultura na própria região. Também participaram da idealização do projeto o engenheiro agrônomo da Uenf e do Istca, Gilmar Costa e do gerente administrativo da Respa, Renato Marciliano. ---------------------------------------------------------------------------- Monitor Campista – 24/04/2005 – Monitor Domingo Fonte: http://www.monitorcampista.com.br/ 3) COMPANHEIROS INDESEJÁVEIS Insetos sempre acompanharam o ser humano, mas se tornaram um problema depois da Revolução Industrial Já tem algum tempo que não se fala mais em animal “nocivo”, já que todo ser vivo exerce uma função no equilíbrio ambiental. Mas o incômodo provocado pela companhia de moscas, baratas e outros insetos é tão antigo quanto a vida humana em sociedade. Segundo o professor Carlos Peres Silva, pesquisador do Laboratório de Química e Função de Proteínas e Peptídeos da UENF, os problemas causados por insetos urbanos se tornaram mais sérios após a Revolução Industrial. As moscas teriam surgido com força na vida do ser humano quando da domesticação do gado. É nos excrementos de bois e vacas que elas costumavam se reproduzir. Piolhos e pulgas também entraram na história da humanidade graças à domesticação de animais, como cães, gatos e porcos. Já as baratas — que habitam a Terra há uns 350 milhões de anos, como explicou o professor Gilberto Albuquerque, da UENF, na coluna “Descomplicando a ciência” de 07 de março do ano passado — estão presentes onde houver cidades, especialmente nos ambientes úmidos, aquecidos e protegidos, como as tubulações de esgoto. A expansão das zonas urbanas e seu avanço sobre áreas silvestres são apontados como responsáveis pelo contato entre seres humanos e outros tipos de insetos, como o barbeiro, transmissor do protozoário Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas. — O barbeiro não tem tanta mobilidade como os mosquitos, e sua dieta habitual inclui marsupiais e roedores. Mas diante de condições favoráveis, como paredes sem reboco, ele se torna um risco para o homem — explica Carlos Peres. Entre os mosquitos, são conhecidos os temores quanto ao Aedes aegypti e a diversas espécies do gênero Anopheles. O primeiro transmite dengue e febre amarela, enquanto o segundo é o transmissor da malária. O mosquito do gênero Culex transmite filariose, também chamada elefantíase. Quando entram em cena os cupins, os danos são materiais, mas nada desprezíveis. Segundo Carlos Peres Silva, a incidência destes insetos tem crescido nas cidades brasileiras. E as formigas? Estas podem até ser mais simpáticas, mas pesquisas realizadas nos Estados Unidos, no final da última década, indicam que elas estão fortemente associadas à infecção hospitalar. — Embora as pessoas tolerem, as formigas podem ser importantes fontes de propagação de bactérias — lembra o pesquisador. Com tantos bichos indesejáveis perambulando pelas nossas casas e até hospitais, seria o caso de se pensar em algum tipo de controle biológico, como se faz na agricultura? Isto não é comum, mas já há no mercado larvicidas para controle da dengue formulados a partir de bactérias. Trata-se das bactérias da espécie Bacillus thurigiensis, que produzem toxinas letais para as larvas. Para Carlos Peres, no entanto, a melhor estratégia para se livrar dos insetos indesejáveis é não oferecer abrigo nem alimento. ---------------------------------------------------------------------------- O Diário – 22/04/2005 – Opinião Fonte: http://www.odiarionf.com.br/22042005/opiniao/opiniao1.html 4) PROSPERIDADE 2 Ranulfo Vidigal Apesar do inegável surto de progresso material observado no município de Macaé, os empregos e a renda gerados pela atividade petrolífera não estão alterando qualitativamente o quadro de desigualdade existente. O noroeste fluminense onde se concentra o cultivo de café e a pecuária leiteira está se esvaziando, tanto economicamente quanto em termos populacionais. A micro região de Campos - sede do complexo sucro-alcooeiro - apresenta baixo dinamismo e a porção sul tem o complexo petrolífero impactando positivamente Quissamã, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, além de gerar reflexos positivos na região dos Lagos. Na visão de diversos especialista, a região como um todo, apesar do forte potencial, ainda apresenta bolsões de pobreza, exclusão, baixa qualidade de vida, urbanização desordenada e pouca geração de emprego formal. Recente estudo da UFRJ, concluí que o sistema de transportes da região carece de investimento, com destaque para o eixo rodoviário da BR-101. Ainda com relação à logística é prioritário, a instalação de uma unidade portuária, tanto para apoio à produção petrolífera, quanto para exportar frutas, açúcar e álcool. O mesmo estudo aponta ainda, a necessidade de consolidação do núcleo de geração de conhecimento através do fortalecimento do núcleo universitário existente em Campos criado, a partir da instalação UENF que atualmente já emprega mais 2 mil profissionais e possuí 25 mil alunos, entre graduados e pós -graduados. Este teria o papel de fortalecer um sistema local de inovação em toda região, desenvolvendo sinergias entre o poder público, universidades e as empresas geradoras de emprego e renda. ---------------------------------------------------------------------------- Folha Dirigida – 22/04/2005 – Vestibular > Públicas > Sudeste Fonte: http://www.folhadirigida.com.br/script/FdgDestaqueTemplate.asp?pStrLink=4,77,46,52751 &pstrpaginaseguinte=Conteudo&IndSeguro=0 5) UERJ: PRAZO PARA ISENÇÃO VAI ATÉ DIA 22 Os candidatos que retiraram o requerimento para solicitação de isenção de taxa de inscrição do primeiro exame de qualificação e ainda não enviaram o documento à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) devem se apressar. Eles têm apenas até sexta-feira, dia 22 de abril, para colocar o documento preenchido, junto com a documentação exigida, nos Correios. Os envelopes recebidos com postagem após essa data serão desconsiderados pela coordenação. De acordo com o edital, estarão isentos da taxa os candidatos de cursos pré-vestibulares populares, comunitários ou similares que estejam cadastrados na Uerj e aqueles que apresentarem uma renda máxima de R$300 por pessoa da família. A isenção poderá ser total ou parcial. O resultado desta seleção será conhecida no dia 21 de maio. Os isentos deverão se inscrever entre os dias 24 de maio e 1º de junho. O valor da taxa de inscrição para cada exame de qualificação não foi divulgado. A previsão é de que seja o mesmo do ano passado: R$32. Segundo exame - Para o segundo exame de qualificação, o prazo para solicitação de isenção será entre os dias 22 e 27 de junho. O resultado sairá no dia 23 de julho. Além da Uerj, o vestibular Estadual Universidade oferece vagas para a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), para a Academia de Polícia Militar Dom João Vi do Rio de Janeiro e para a Academia Militar Dom Pedro II. As universidade do estado reservam 45% de suas vagas para carentes. PAra disputar estas vagas é preciso apresentar uma renda máxima de R$520 por pessoa da família. No ano passado a Uerj ofereceu 5.168 vagas e a Uenf 496. ---------------------------------------------------------------------------- Folha da Manhã – 21/04/2005 – Política Fonte: http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=14&lk=1&tpl=0&id=105751&edicao=2005-0421# 6) PERSONIFICAÇÃO DO SONHO DA DEMOCRACIA Graffo - Agência de Notícia Infográfica “Tancredo Neves representava a esperança do cidadão brasileiro após o fracasso da campanha pelas diretas. Era o mais novo ‘Salvador da Pátria’ do povo brasileiro”, expõe o cientista político, do Centro de Ciências do Homem, da Uenf, Sérgio de Azevedo. No entanto, o sonho de milhares de brasileiros não chegou a se realizar. Tancredo não chegou a tomar posse. Um processo inflamatório no aparelho intestinal fez com que se submetesse a sete cirurgias e José Sarney, seu vice, teve que assumir o governo em seu lugar. Tancredo Neves faleceu no dia 21 de abril de 1985 depois de 38 dias de internação. O povo esperava por uma festa, mas recebeu a triste notícia, que só teve reação semelhante no contexto nacional, com o suicídio do também presidente da República, Getúlio Vargas. Se deixou seguidores, o cientista político, Sérgio de Azevedo alega que o legado não pode ser atribuído a um único personagem da política atual. “A filosofia de Tancredo, que sempre foi pela busca do consenso, pode ser vista em vários partidos, sejam eles de oposição ou de sustentação do governo. Apesar das idéias conservadoras, Tancredo Neves tinha apoio popular pela sua posição em prol da democracia, só nunca negociou para fins próprios”, ressaltou. ---------------------------------------------------------------------------- Folha da Manhã – 21/04/2005 – Geral Fonte: http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=57&lk=1&tpl=0&id=105743&edicao=2005-0421 7) PESQUISADORA PREVÊ QUE IGREJA DISCUTA BIOÉTICA Arquivo EVOLUÇÃO - Para Wania Mesquita, avanço da ciência vai obrigar Bento XVI a propor debate Há mais de 10 anos dedicada ao estudo da Sociologia da Religião, a professora da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Wania Mesquita, disse ontem que, apesar da aura de conservadorismo do novo Papa Bento XVI, ele se veja forçado a abrir a discussão sobre a bioética, como, aliás, já propunham figuras ligadas à chamada ala progressista da Igreja. — Não creio que o novo Papa vá romper com o pontificado de João Paulo II nesse terreno, mas as mudanças na ciência podem praticamente exigir que o assunto entre em pauta. Ainda que seja para reafirmar os valores atuais, o que significaria remar contra a maré da moral moderna — avaliou a socióloga. A pesquisadora afirmou que descarta a possibilidade de que a velocidade do avanço da ciência venha a exigir o reexame da postura da Igreja no campo da bio-ética. Atualmente o Vaticano condena o uso de células-tronco embrionárias para fins científicos, por exemplo, por entender que embriões são vidas humanas e, como tais, invioláveis. Wania disse não acreditar num rompimento com o pontificado de João Paulo II nesse campo, mas que espera pelo menos a abertura de discussões. Já aborto, celibato dos padres, homossexualismo e moral sexual em geral são temas que, segundo ela, não deverão sofrer mudança de enfoque no novo pontificado, citando a centralização da Cúria Romana. ---------------------------------------------------------------------------- Folha da Manhã – 21/04/2005 – Geral Fonte: http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=57&lk=1&tpl=0&id=105744&edicao=2005-0421 8) CONSERVADORISMO SEM GRANDE MUDANÇA Wania Mesquita citou que durante o luto por João Paulo II criou-se grande expectativa quanto ao nome, ao perfil e à atuação do primeiro Papa eleito no século XXI. Especialmente no que se refere a temas controversos para a Igreja, como moral sexual, papel das mulheres e celibato dos padres. Entre os questionamentos destaca: o que os cardeais da Igreja católica terão levado em conta ao eleger Papa um homem que é tido como a encarnação do conservadorismo? E esse conservadorismo seria um traço pessoal de Joseph Ratzinger ou uma exigência do papel que ele cumpriu durante as mais de duas décadas em que foi o “guardião” da ortodoxia católica no pontificado de João Paulo II? A socióloga disse não acreditar em grandes mudanças nos assuntos polêmicos. Como, por exemplo, que a ordenação de mulheres seja permitida pelo novo Papa, apesar da crescente presença feminina em praticamente todas as áreas, inclusive em postos de comando na Igreja. — Mesmo João Paulo II, que alimentou o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, reagiu mal à decisão da Igreja Anglicana de ordenar mulheres — lembra. Wania Mesquita é mestre e doutora em Sociologia pelo Iuperj, onde desenvolveu estudos sobre a influência da religião sobre a vida econômica dos fiéis — tomando por base a Igreja Universal do Reino de Deus. Na Uenf, onde está sendo contratada como professora associada após aprovação em concurso público, Wania pretende viabilizar um estudo que trace o mapa da religiosidade dos jovens de Campos. ---------------------------------------------------------------------------- Folha da Manhã – 21/04/2005 – Economia http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=15&lk=1&tpl=0&id=105746&edicao=2005-0421 9) PESQUISADOR FALA DO PROJETO A soja contribui ainda para a melhoria do solo, já que suas raízes aumentam o nitrogênio na terra, tornando-a mais fértil para o plantio da cana. O pesquisador da Uenf, Marcos Bastiane, ressalta que Quissamã foi o município pioneiro no Norte Fluminense, no plantio da soja. — O trabalho com a soja iniciou em Quissamã, que realizou no ano passado um dia de campo para mostrar o plantio de soja. Isso despertou o interesse da Uenf e da Asflucan, e percebemos que não havia nenhuma pesquisa sobre a soja na região. Formamos parceria com a prefeitura para realizarmos os experimentos, e estamos trabalhando com duas propriedades em Campos, que estão fazendo o plantio de forma comercial. Ao concluirmos o estudo iremos realizar um seminário, mas acreditamos que só teremos certeza da espécie ideal depois de pelo menos dois anos de experimento — afirma Bastiani. A colheita das fazendas Abadia e Barra Seca em Campos aconteceu na semana passada. ---------------------------------------------------------------------------- Folha da Manhã – 21/04/2005 – Economia Fonte: http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=15&lk=1&tpl=0&id=105745&edicao=2005-0421 10) SOLO DE QUISSAMÃ SERVE DE LABORATÓRIO PARA SOJA Divulgação/Adilson dos Santos PARCERIA - Entre a prefeitura de Quissamã, Uenf, Plantadores de cana e Embrapa, está buscando a qualidade da soja para ser plantada na região. Uma parceria entre a Prefeitura de Quissamã, Uenf, plantadores de cana e Embrapa está buscando a qualidade de soja mais indicada para ser plantada na região. Os experimentos iniciaram há quatro meses e estão na fase de colheita. Segundo pesquisadores da Uenf, 20 cultivares foram plantadas no horto municipal de Quissamã, e dentro de um mês os pesquisadores estarão divulgando qual a espécie mais adequada ao tipo de solo e clima da região. A colheita da soja foi realizada na última semana, em Quissamã, e durante o processo os pesquisadores anotaram uma série de dados, principalmente a altura da planta, necessária para a colheita mecânica. O material foi levado para o Uenf, que irá identificar a produtividade, a resistência a pragas, e outras características que indicarão a melhor variedade para o plantio. O resultado da pesquisa apontará a espécie mais indicada para toda a região Norte Fluminense. A soja terá o papel de ser aliada da cultura da cana-de-açúcar, pois pode ser utilizada nas áreas de renovação do plantio da cana. Segundo o secretario de Desenvolvimento Econômico de Quissamã, Haroldo Cunha, depois da quinta colheita da cana, é necessário que haja um novo plantio. “Como a colheita acontece no meio do ano e o plantio deve ser feito no início do ano, a terra do agricultor fica necessariamente parada nesse período. A cada ano, cerca de 20% dos canaviais são replantados”, destacou. ---------------------------------------------------------------------------- Folha Dirigida – 21/04/2005 – Educação > Noticiário Fonte: http://www.folhadirigida.com.br/script/FdgDestaqueTemplate.asp?pStrLink=7,79,0,53004& pstrpaginaseguinte=Conteudo&IndSeguro=0 11) ZONA OESTE DEVE TER VESTIBULAR ATÉ JULHO Guilherme Mendes Vencida a polêmica envolvendo a criação de uma nova instituição estadual de ensino superior, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio de Janeiro, Wanderley de Souza, garante que até o mês de julho o Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo) deve realizar o seu primeiro vestibular. "Não quero esperar até o ano que vem", afirma. Nesta entrevista, ele também explica o motivo da escolha da zona oeste para a instalação da instituição, por que criar um centro universitário e não uma universidade e ainda rebate as críticas da comunidade da Uerj, que defendia a implantação de um campus da universidade. "A Uerj teve essa mesma reação em 1992, quando ia ser criada a Uenf. Eles pensaram por que não fazer um campus da Uerj em Campos? Simplesmente porque não dá para você fazer uma instituição nova e com pensamento novo dentro de uma estrutura antiga", justifica. Confira a entrevista: • Por que criar uma nova universidade e não um novo campus da Uerj, por exemplo? O primeiro ponto é: por que uma universidade nova? É preciso ampliar a oferta de vagas no ensino superior público. Houve uma expansão muito grande do ensino superior, mas quase sempre às custas do setor privado. Tivemos algumas questões que nos levaram a criar algo novo. Primeiro vamos atuar numa área de tecnólogos. Ou seja, são cursos de curta duração. As universidades, ainda que pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) possam fazer isso, têm reagido um pouco. A Uerj, por exemplo, não tem nenhum curso de tecnólogo. Além disso, queremos fazer cursos em áreas inovadoras, diretamente ligadas ao programa de desenvolvimento econômico do Estado do Rio. As nossas universidades estaduais não têm experiência nessa área. Não existe nem na Uerj nem na Uenf cursos de Siderurgia, de Polímeros, de Fármacos, que são áreas que vamos trabalhar na Zona Oeste. E depois, aprovar qualquer curso novo em uma instituição existente, leva meses ou até anos. Isso cria uma dificuldade enorme. Esse conjunto de fatores nos levou a propor a criação de uma instituição nova. Resolvemos fazer um projeto que é uma mistura, de um conjunto de institutos do mesmo local, portanto um centro universitário. É um centro universitário, que está vinculado administrativamente à Faetec. • O que levou o governo a criar uma universidade na Zona Oeste? Que critérios foram levados em consideração? Temos duas regiões no estado onde há uma ausência de oferta de ensino público. Uma é a zona oeste e a outra é a Baixada Fluminense. A região metropolitana, onde estão centro e zona sul, é bem atendida. Tirando a Rural, que fica em Seropédica, todas as universidades públicas estão localizadas nesta região. A outra universidade estadual nossa (Uenf) está cobrindo a região do Norte, Noroeste e Região dos Lagos. A Uerj já tem campus em Nova Friburgo, Resende, São Gonçalo e Duque de Caxias. Dentro deste cenário, uma área que estava totalmente descoberta era a zona oeste. Depois, há o ponto de vista populacional. Essa região representa hoje algo em torno de 2 milhões de pessoas. É uma densidade populacional muito grande. Além disso, por ano, 70 mil alunos terminam o ensino médio naquela região. Há essa demanda. • A idéia inicial do governo era criar uma universidade. No entanto, a Uezo foi criada como centro universitário. Por que houve essa mudança? Na realidade, o ponto consensual é que há necessidade de ensino superior. O ensino superior pode ser dado por três tipos de instituição. Você pode ter os institutos isolados, que é o que a Faetec vem fazendo até agora. Mas como a gente queria fazer uma coisa que tivesse vários cursos, estava excluída a possibilidade desses institutos isolados. Sobrava a possibilidade do centro universitário e da universidade. Estamos passando por uma transformação grande por causa da Reforma Universitária. Ela está apontando no sentido de que para ser universidade precisa atuar em várias áreas do conhecimento, precisa ter cursos de pós-graduação. Ou seja, é uma organização mais complexa e mais exigente. Já o centro universitário pode se encaminhar para isso, mas sem essas exigências iniciais. Ele é mais fácil de ser criado. A própria Faetec já tem autorização para atuar como centro universitário. Não precisa de um projeto de lei. Para criar uma universidade precisaria fazer um projeto de lei, mandar isso para a Assembléia Legislativa. • Como vai ser a adaptação do Instituto Sarah Kubitschek? Quanto vai ser investido e o que vai ser construído? Temos um conjunto de prédios, que ficam dentro do complexo de Sarah Kubitschek. O que é hoje o Sarah Kubitschek vai se transformar no Colégio de Aplicação desse centro universitário. Nesse momento identificamos os espaços em que são possíveis instalar a primeira fase do centro universitário. Dispomos de um orçamento de R$5 milhões de reais, que faz parte do orçamento da secretaria. A recomposição física do espaço vai implicar em gastos na ordem de R$2 milhões. Inclui pintura, ar-condicionado, parte elétrica, biblioteca. Essa é a primeira fase. Vamos recuperar não apenas o que vai ser da universidade, mas também o que é da escola. Vai ficar tudo novo. Ainda este ano, vamos identificar áreas para construção, pois vai ser necessário construir novos prédios. Não podemos pensar a universidade somente para o momento inicial. • Quando foi anunciado, o projeto recebeu críticas, principalmente vindas do reitor da Uerj, Nival Nunes, pois ao invés de priorizar o aumento do orçamento da universidade, o governo estadual preferiu construir uma nova instituição. Como o senhor recebeu essas críticas? Não vejo como crítica. Vejo como reação corporativa, o que é natural. A Uerj, como qualquer universidade, está sempre precisando de mais dinheiro. Não existe universidade no mundo que esteja contente com o seu orçamento. Mas existe essa preocupação de que estamos criando uma coisa nova e vamos sair prejudicados. Isso não é fato. A Uerj teve essa mesma reação em 1992, quando ia ser criada a Uenf. Eles pensaram por que não fazer um campus da Uerj em Campos? Simplesmente porque não dá para você fazer uma instituição nova e com pensamento novo dentro de uma estrutura antiga. Por exemplo, a Uerj não tem dedicação exclusiva. Já o modelo da Uenf exige a dedicação exclusiva. O modelo só foi possível porque era uma instituição nova. E hoje a Uenf conta com cerca de 3 mil alunos. Já os outros campi da Uerj não se desenvolveram muito. Essa reação é basicamente de natureza corporativa. Óbvio que não vamos tirar dinheiro da Uerj para fazer a Uezo. É um outro orçamento. A Uerj tem que aprender a conseguir recursos fora do governo. Para se ter uma idéia, os R$5 milhões que tenho para a Uezo neste primeiro ano, significam uma semana da folha de pagamento do quadro de pessoal da Uerj. • E quando deve ser o primeiro vestibular da Uezo? Esperamos estar com as instalações todas prontas para o primeiro curso até o meio deste ano. Acho que até julho devemos ter o primeiro vestibular, que vai ser para o curso de Tecnologia da Informação. A partir daí, à medida que as instalações forem ficando prontas vamos realizar novos vestibulares. Não quero esperar o ano que vem para isso. ---------------------------------------------------------------------------- Monitor Campista – 21/04/2005 – Monitorando Fonte: http://www.monitorcampista.com.br/ 12) HORÁRIO IRREGULAR Os ônibus que estão fazendo a linha Jóquei-Uenf-Centro de Campos estão sendo alvo de reclamações, principalmente por parte dos universitários da instituição e da Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins. Isso porque os horários estão deixando a desejar. Na última terça-feira, por exemplo, o ônibus que deveria passar pelo Jóquei por volta de 12h45, só chegou à área quando marcavam 13h15. O resultado é que os alunos estão chegando atrasado às aulas. E o detalhe é que, no caso dos universitários, nem há como alegar gratuidade, porque eles pagam passagem. ---------------------------------------------------------------------------UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO (UENF) Assessoria de Comunicação Social (ASCOM) Av. Alberto Lamego, 2.000 - Parque Califórnia - Campos (RJ) Telefones: ASCOM: (22) 2726-1449 / 9815-1470 REITORIA: (22) 2726-1595 Disque-UENF: 0800 25 2004 (ligação gratuita) Jornalistas: Gustavo Smiderle e Fúlvia D´Alessandri Publicitário: Felipe Moussallem E-mail: [email protected]