Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DA FSL
Diretoria da Mantenedora:
Diretor Presidente da Mantenedora
Guilherme Bernardes Filho
Diretor Tesoureiro da Mantenedora
Aderbal Alfredo Calderari Bernardes
Diretor Secretário da Mantenedora
Guilherme Bernardes
Coordenador Geral
Guilherme Bernardes Filho
Direção da Faculdade de São Lourenço
Diretora Administrativa da Faculdade de São Lourenço
Maria Aparecida Pinto
Diretora Pedagógica da Faculdade de São Lourenço
Vanessa Tavares Vale
Coordenadores de Cursos:
Coordenação de Administração
Prof. Nei Domiciano da Silva
Coordenação de Biomedicina
Profª. Lilian de Oliveira Nunes
Coordenação de Ciências Biológicas
Prof. Rodolfo Ribeiro Junior
Coordenação de Ciências Contábeis
Prof. Nei Domiciano da Silva
Coordenação de Direito
Prof. Diogo Bacha e Silva
Coordenação de Educação Física
Prof. Henrique Touguinha
Coordenação de Enfermagem
Profª. Cristiany Reis Costa F. Pinto
Coordenação de Gestão em Recursos Humanos
Prof. Nei Domiciano da Silva
Coordenação de Nutrição
Prof. Oswaldo José de Biasi Mello
Coordenação de Pedagogia
Prof. Rodolfo Ribeiro Junior
Coordenação de Serviço Social
Profª. Maria do Socorro Maia
Coordenação de Sistemas de Informação
Profª. Eliete Lourdes de Almeida Augusto
Comissão Científica
Prof. Henrique Touguinha
Prof. Diogo Bacha e Silva
2
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
Profª. Rafaela Ferreira de França
ORGANIZAÇÃO E ELABORAÇÃO DOS ANAIS
Coordenação de Administração
Prof. Nei Domiciano da Silva
Coordenação de Biomedicina
Profª. Lilian de Oliveira Nunes
Coordenação de Ciências Biológicas
Prof. Rodolfo Ribeiro Junior
Coordenação de Ciências Contábeis
Prof. Nei Domiciano da Silva
Coordenação de Direito
Prof. Diogo Bacha e Silva
Coordenação de Educação Física
Prof. Henrique Touguinha
Coordenação de Enfermagem
Profª. Cristiany Reis Costa F. Pinto
Coordenação de Gestão em Recursos Humanos
Prof. Nei Domiciano da Silva
Coordenação de Nutrição
Prof. Oswaldo José de Biasi Mello
Coordenação de Pedagogia
Prof. Rodolfo Ribeiro Junior
Coordenação de Serviço Social
Profª. Maria do Socorro Maia
Coordenação de Sistemas de Informação
Profª. Eliete Lourdes de Almeida Augusto
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
JORNADA CIENTÍFICA DA
FACULDADE DE SÃO LOURENÇO
APRESENTAÇÃO
2014
A Faculdade de São Lourenço, com a colaboração de seus professores, aluno
funcionários, tem procurado realizar nos últimos anos a natureza acadêmica que deve caracte
toda instituição de ensino superior. Seu propósito é oferecer algo além do en
profissionalizante, é proporcionar a formação de pessoas capazes de realizar pesquisa cien
de qualidade, formando excelentes profissionais com capacidade de se destacar também c
pesquisadores em sua área de atuação.
O presente volume é fruto deste esforço permanente.
Nele estão reunidos os resumos dos trabalhos dos estudantes de Biomedicina, Ciên
Biológicas, Direito, Educação Física, Enfermagem, Gestão de Recursos Humanos, Pedag
Serviço Social e Sistemas de Informação, participantes da Jornada Científica organizada
Faculdade de São Lourenço em Outubro de 2014.
Nestes trabalhos, frutos de profissionais de cinco áreas distintas, percebe-se o desejo
ir além da simples aquisição de informações, percebe-se a ambição pelo conhecimento
transformador e gerador de novas possibilidades.
Os Organizad
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SUMÁRIO
ANAIS DA JORNADA CIENTÍFICA
Faculdade de São Lourenço 2014
BIOMEDICINA ..................................................................................................................................7
MALEFÍCIOS BENEFÍCIOS DA CARNE VERMELHA...................................................................................8
BIOSSEGURANÇA-CONHECIMENTO E PRÁTICA ............................................................................ 9
PROJETO DE PESQUISA SOBRE BIOSSEGURANÇA REALIZADO PELOS ALUNOS DO GRUPO B
DA TURMA DE BIOMEDICINA DO 4º PERÍODO DA FACULDADE SÃO LOURENÇO ....................... 10
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS.................................................................................................................11
CARACTERIZAÇÃO PARCIAL DA CACHOEIRA DA GRUTA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO
VERDE ............................................................................................................................................. 12
DIREITO...........................................................................................................................................13
A (IN)EXISTÊNCIA DE HIERARQUIA ENTRE LEIS COMPLEMENTARES E LEIS ORDINÁRIAS . 14
EDUCAÇÃO FÍSICA........................................................................................................................15
O EXERCÍCIO FÍSICO E A DOENÇA DE ALZHEIMER ...................................................................... 16
LESÕES NA GINÁSTICA ARTÍSTICA: UMA BREVE REVISÃO ......................................................... 18
BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO RESISTIDO PARA PORTADORES DE ARTRITE REUMATOIDE . 20
OS EFEITOS DO HIIT SOBRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DIFERENTES
GRUPOS: UMA BREVE REVISÃO .................................................................................................... 22
EFEITOS DA HIDRATAÇÃO COM ÁGUA MINERAL ALCALINA NA ACIDOSE
METABÓLICA PROMOVIDA PELO EXERCÍCIO FÍSICO ................................................................... 24
ENFERMAGEM.......,........................................................................................................................26
A RESPOSTA IMUNE E O CÂNCER .............................................................................................. 27
A HIPERTRIGLICERIDEMIA E A ATEROSCLEROSE ...................................................................... 28
5
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
ESTÁGIOS E PROGNÓSTICOS DO CÂNCER DE MAMA................................................................ 29
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS: ATENDIMENTO SEGURO ................................................................... 30
A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO A PACIENTES COM DEPENDÊNCIA QUÍMICA ........................ 31
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS...........................................................................................32
O DESCONHECIMENTO DA SOCIEDADE COMO IMPEDIMENTO PARA
ENXERGAR O DEFICIENTE VISUAL ............................................................................................. ...33
PEDAGOGIA....................................................................................................................................34
TEORIAS CONSTRUTIVISTAS ....................................................................................................... 35
SERVIÇO SOCIAL...........................................................................................................................36
O ATENDIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL AS MULHERES VÍTIMAS................................................... 37
DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA ............................................................................................................. 37
INFLUÊNCIA DIGITAL NOS VÍNCULOS SÓCIOFAMILIARES .............................................................. 38
PEDÓFILO: CULPADO OU VÍTIMA?................................................................................................... 39
A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO PAIF ............................................................................... 41
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO.......................................................................................................42
AUTOMAÇÃO AQUARIO .................................................................................................................. 43
BATERIA - LUVA DE EXPRESSÃO MIDI ARDUINO ........................................................................ 45
MÁQUINA CNC ................................................................................................................................. 47
ESTUFA TECNOLÓGICA .................................................................................................................. 49
ORQUESTA DE ARDUÍNO USANDO DRIVER DE DISQUETE ........................................................... 50
AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL ............................................................................................................ 52
AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL ILUMINAÇÃO ...................................................................................... 54
O QUE É O ARDUÍNO? ..................................................................................................................... 56
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
7
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
MALEFÍCIOS BENEFÍCIOS DA CARNE VERMELHA
Gizele de Carvalho Diniz1, Pollyanna Oliveira Silva², Henrique Menezes Touguinha, Lilian de Oliveira Nunes²
¹ ² nFaculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
INTRODUÇÃO
mesma forma estão propensos a riscos de saúde se houver desequilíbrio na
alimentação. Uma dieta adequada é indispensável para que o corpo
apresente boa saúde e boa forma com disposição adequada ao dia-a-dia.
A preocupação com uma dieta adequada é indispensável para prolongação da
vida. Sendo um ponto crucial que pode significar ameaça à saúde ou assistência.
Vários fatores podem influenciar nos hábitos alimentares de forma a manipular seu
consumo ou seu repudio, com resultados que irão refletir nas alterações dos
princípios, com impacto das doenças e dos óbitos que incidem na população
(ASSUNÇÃO, DURO e SCHNEIDER 2013).
Por milênios nossos ancestrais buscaram sempre seu próprio alimento,
examinando minuciosamente a terra, migrarão por diversas regiões na busca de seu
sustento, deixando um legado de suas experiências resultando na cultura de lavrar a
terra nesta busca (GIACOMETTI 1989).
A importância no consumo de carne vermelha é vista, como sendo
indispensável, por seus componentes de nutrientes e pelo baixo fator energético.
Sendo uma das principais fontes de proteínas, possui 09 dos aminoácidos essenciais,
histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano e
valina, contidos no estágio equilibrado do organismo humano, sendo 20 aminoácidos
essenciais ao total. Como necessitamos de todos esses aminoácidos e apenas 09
são sintetizados pelo organismo, a única maneira de obtê-los é através da ingestão
de fontes nutricionais. (CARDOSO, GLÓRIA, SOUZA, 2011)
O consumo descontrolado de carne pode trazer danos graves à saude. Rica em
ferro e gorduras saturadas, possui influência em ampliar riscos de doenças
cardiovasculares e alguns tipos de cânceres. (TEIXEIRA et al 2006).
A alimentação deve ser feita de forma balanceada, para nutrir o organismo de
forma equilibrada. Se feita de forma correta contribuirá para longevidade, mas deve
ser considerado que se for feita de forma descontrolada, poderá trazer danos à
saúde. O consumo de carne vermelha é altamente necessário para a nossa nutrição,
seus componentes são indispensáveis à vida e devem estar presentes na dieta diária
para compor uma vida saudável, mesmo que não haja a ingestão de carne é
necessário que se faça reposição destas proteínas por outros alimentos. (BARBOSA,
2013).
É atribuído a dieta vegetariana vantagens como baixos índices de gordura e
colesterol. Apresenta melhores níveis de carboidratos complexos, fibras e outros itens
indispensáveis a manutenção do bom funcionamento fisiológico. Porem os
vegetarianos estritos, classificados como vegans, correm o risco de apresentar baixa
em vitamina B12, vitamina D, cálcio, ferro e há casos de baixos níveis em riboflavina,
que é um composto orgânico da classe das vitaminas (COZZOLINO 2007).
A maioria das pessoas entrevistadas tem preferência por carne vermelha pela
facilidade em obtê-la e por ser prazeroso o seu consumo. Dentre os entrevistados 99
são homens sendo que, 44% têm preferência pelo consumo de carne e apenas 6%
são vegetarianos enquanto das 101 mulheres entrevistadas 34,50% comem carne e
16% são vegetarianas. Tanto um grupo quanto o outro apresenta boa saúde quando
adotam uma dieta adequada, mas é evidente a prevalência do consumo de carne
vermelha.
A carne vermelha participa do grupo heme que se liga a miosina que participa da
síntese de hemoglobina, que leva oxigênio para nossos alvéolos pulmonares. Sendo
assim necessária para o ciclo respiratório. Comparando uma pessoa que não tenha
ingestão desses alimentos, sua dieta para alcançar esse efeito será mais trabalhosa,
ainda é possível que talvez o valor necessário a ser consumido diariamente não seja
alcançado.
A carne tem um alto teor de ferro, porém tem grande valor de colesterol, por isso
temos que ter a preocupação de comer o necessário para o nosso organismo. Ela
não é feita para matar a fome, mas sim para complementar a dieta. Todos os
alimentos tem que ser bem balanceados para que contribuam com a saúde.
A proteína completa é aquela derivada de alimentos como a carne, leite, ovos,
peixes e aves que apresentam todos os aminoacidos essenciais em quantidades
adequadas a sua manutenção. As proteínas parcialmente incompletas seriam as que
fornecem aminoácidos em quantidade suficente apenas para a manutenção organica,
como algumas proteínas provenientes de leguminosas, oleaginosas e cereais.
(COZZOLINO et al, 2012).
Tudo na medida certa traz benefícios e tudo o que ultrapassa limites causa
problemas. Todos que seguem dieta alimentar adequada apresentam boa saúde e da
sempre
METODOLOGIA
Este artigo foi elaborado a partir de revisão bibliográfica e procurou
apresentar de forma sucinta à necessidade de uma alimentação saudável
com os componentes indispensáveis a vida, que se encontra
principalmente em carne vermelha, sendo possível também encontrá-los
em fontes vegetais em menor teor de proteínas devendo ser consumidos
em maior quantidade para compor os níveis diários necessários.
Através de Questionário de Vegetarianos e Onívoros, foram
entrevistadas 200 pessoas.
O resultado da entrevista é apontado no gráfico de dados (Figura 1).
Figura 1 - Gráfico de Homens e Mulheres Vegetarianos e Onívoros.
REFERÊNCIAS
ASSUNÇÃO, M. C. F.; DURO, S. M. S.; SCHNEIDER, B. C. Consumo de carnes
por adultos do sul do Brasil: um estudo de base populacional. Ciência e Saúde
Coletiva. 2014.
BARBOSA, A. C. O. Aspectos positivos relacionados ao consumo de carne
bovina. 2013. Monografia (Graduação Med. Veterinária) – Universidade de
Brasília.
COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 4. ed.
Barueri, SP: Manole, 2012.
GIACOMETTI, D.C. Ervas condimentares e especiarias. São Paulo, Ed. Nobel,
1989.
SOUZA, A. A. de; GLORIA, M. de S.; CARDODOSO, T. S.; Aceitação de dietas
em ambiente hospitalar. Revista de Nutrição, Campinas, 2011.
TEIXEIRA, R. C. M. A. et al. Estado nutricional e estilo de vida em vegetarianos
e onívoros. Revista Brasileira Epidemiologia. 2006.
PIRES, C. V. et al. Qualidade Nutricional e escore químico de aminoácidos de
diferentes fontes protéicas. Ciência Tecnológica Alimentar. 2006.
8
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
I JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
BIOSSEGURANÇA-CONHECIMENTO E PRÁTICA
Maicon Lemes de Oliveira; Maurilio Pereira Junior; Andressa Pereira da
Silva; Kamyla Rodrigues Maciel; Tainara Lima
Professora Orientadora: Lilian de Oliveira Nunes
INTRODUÇÃO
FIGURAS E TABELAS
Foram entrevistados 115 alunos dos cursos de
Graduação de Biomedicina e Enfermagem, e
através dos dados coletados foram feitos os
seguintes gráficos mostrando a porcentagem
das respostas em Sim ou Não.
SEÇÕES
Esse trabalho de pesquisa teve como principal
objetivo discutir sobre o uso da biossegurança
por graduandos de biomedicina e enfermagem,
em ações simples. Levando em consideração
que o uso desta é indispensável para os futuros
profissionais em questão.
É indiscutível a necessidade de zelar pela própria
saúde, e a cada momento a preocupação torna-se
uma
alternativa
de
preservação da vida, diante das inúmeras
moléstias infecciosas em circulação no mundo.
Os resultados da pesquisa foram bem positivos. Após
analisar
estatisticamente
os
dados coletados concluiu-se que a maioria dos
alunos afirmaram praticar desde as práticas
mais simples de biossegurança. Espera-se que
este trabalho possa contribuir para outros
trabalhos científicos com o intuito de preservar saúde e
até mesmo a vida de todos os profissionais da saúde.
9
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
I JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
PROJETO DE PESQUISA SOBRE BIOSSEGURANÇA REALIZADO PELOS ALUNOS DO GRUPO B DA TURMA DE
BIOMEDICINA DO 4º PERÍODO DA FACULDADE SÃO LOURENÇO
Rossiane Aparecida Ferreira¹, Lucas Honório¹, Jefferson Levi², Aline de Almeida², Karoline Santos³, Lilian de Oliveira Nunes5
Biomedicina
Lilian de Oliveira Nunes
Faculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
RESUMO
Este Artigo foi desenvolvido na FACULDADE SÃO LOURENÇO,
pelos alunos de BIOMEDICINA 4º
período, com colaboração dos alunos 2º e 6º período. O tema
em questão foi ‘’TÉCNICAS DE
BIOSSEGURANÇA’’ pois na BIOMEDICINA é importante ter noçõe
s e o conhecimento sobre essas
técnicas devido ao contato com agentes patogênicos.
Palavras-chave: biossegurança, laboratório, limpeza, contaminação, riscos.
de cada pessoa que respondeu.
As duas salas, porém possui um número abrangente de mulhe
res correspondendo a 90% dos
entrevistados. Todos mostraram disposição e boa vontade em contribuir co
m a pesquisa.
CONCLUSÃO
Conclui- Conclui- se que as técnicas de biossegurança nada mais são do que
um meio seguro de trabalho, que se não for seguido corretamente pode
afetar o meio de trabalho e seus envolvidos, podendo ter riscos mais graves
como várias patogenias adquiridas. Portanto devem-se seguir corretamente
as normas a fima de ter um local de trabalho seguro para melhor desenvolver
pesquisas e técnicas.
INTRODUÇÃO
Segundo Hinrichsen (2004, p.) biossegurança, são procediment
os voltados para a prevenção,
minimização ou eliminação de riscos às atividades de pesquisa laboratori
ais que possam comprometer a
saúde do homem ou amostras desenvolvidas, animais e até mesmo meio
ambiente.
Algumas normas de biossegurança importantes, como usar
obrigatoriamente macacão, de
preferência branco, botas; luvas sobre as mangas; ao usar luvas não
manusear outros objetos de uso
comum, tais como telefones, maçanetas e torneiras; não comer nem
beber; usar óculos de proteção;
não manusear ou armazenar alimentos, manter cabelos curtos e pres
os, as mãos longe das mucosas
(boca,nariz, olhos) laválas antes de entrar e após sair do laboratório; Cobrir cortes e ferimento
s antes
de manusear qualquer espécime dentro do laboratório;(Chaves Borge
s, F.A., Mineo, J.R. Medidas de
Biossegurança em laboratórios. UFU. 1997. World Health Organizatio
n. Laboratory biosafety manual.
2ª. 2003).
De acordo com Beauchamp & Childress1 (2001), em Princ
iples of Biomedical Ethics, ética
biomédica tem papel fundamental, pois se aplica um sistema de prin
cípios em relação profissional e
paciente para que ambos não corram riscos de contaminação.
Para Muñoz & Fortes (1998), todo paciente tem o direito de saber
sobre a natureza e os objetivos
dos procedimentos diagnósticos, sejam eles preventivos ou terapêuticos.
Cientista usa roupas impermeáveis e equipamentos de proteção
individual indicados para análise de vírus altamente contagiosos no
Instituto Evandro Chagas, em Belém.
REFERÊNCIAS
HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário
hospitalar. Rio de
Janeiro: Médica e Científica, 2004.
Chaves Borges, F.A., Mineo, J.R. Medidas de Biossegurança em laboratório
s. UFU. 1997. World
Health Organization. Laboratory biosafety manual. 2ª. 2003.
METODOLOGIA
Beauchamp TL, Childress JF. Principles of biomedical ethics. 5ª ed. New Yo
rK: Oxford University
Press; 2001.
O artigo foi desenvolvido através de seis perguntas relacionadas à bi
ossegurança, onde teve objetivo
maior em pesquisar se os discentes do segundo, e quarto período da
Faculdade São Lourenço da área
Biomédica conhecem algumas normas básicas sobre o assunto.
RESULTADOS
Todas as perguntas foram feitas de acordo com o grau de conhecimento
Muñoz & Fortes (1998).
10
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
11
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
CARACTERIZAÇÃO PARCIAL DA CACHOEIRA DA GRUTA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO VERDE
Leonardo Campos Fonseca1, Érica Daiane da Silva2, Valdney Fonseca²
Faculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
INTRODUÇÃO
METODOLOGIA
A colonização no Brasil se caracterizou pela falta de planejamento, destruição dos
recursos naturais e alterações nos cursos hídricos. Com o passar do tempo, a
cobertura florestal nativa foi substituída por culturas agrícolas, pastagens e
construção de cidades. Os diferentes biomas existentes no Brasil foram cada vez
mais se fragmentando e se extinguindo no decorrer da história do país (PADUA,
2007). A composição da água foi afetada principalmente pelo despejo direto ou
indireto de poluentes alterando a sua qualidade.
A Cachoeira da Gruta pertencente ao Ribeirão do Bode ou Ribeirão da Glória que
nasce Área de Proteção Ambiental da Serra da Mantiqueira, localizado no município
de Cristina, Minas Gerais. Este ribeirão é um dos principais afluentes do Rio Lambari,
que corta todo município e cuja a bacia hidrográfica pertence à Bacia do Rio Verde e
Rio Grande.
As altas declividades da região da Serra da Mantiqueira favorecem o aparecimento de
corredeiras e cachoeiras, caracterizando o regime torrencial. A Cachoeira da Gruta
caracteriza - se por alternar trechos em seu percurso com quedas d'água
consecutivas e trechos de baixa declividade.
O estado de Minas Gerais possui uma grande quantidade de nascentes, rios e
cachoeiras, os quais são comumente utilizados como fonte de lazer, principalmente
em função da alta disponibilidade, do fácil acesso, e baixo custo na utilização dos
mesmos. As nascentes e cachoeiras são elementos de suma importância na dinâmica
hidrológica, sendo focos da passagem da água subterrânea para a superfície e pela
formação dos canais fluviais (FELLIPPE & JÚNIOR, 2007).
A Serra da Mantiqueira, na porção que engloba a cachoeira, originalmente foi
recoberta pela vegetação de Floresta Latifoliada Semi-Caducifólia Tropical e a
Floresta Sub-Caducifólia Subtropical de Araucária (SECRETÁRIA DO MEIO
AMBIENTE DE CRISTINA, 2005). Este tipo de vegetação é condicionado por duas
estações bem determinadas.
As matas ciliares, que são de suma importância para a proteção dos cursos d'água,
para a manutenção da fauna aquática e terrestre, para a regularização do regime
hídrico e para a melhoria da qualidade de água, foram alvos de todos os tipos de
degradação. Se for considerado que muitas cidades foram construídas e formadas às
margens dos rios e cursos d'água, possuímos uns dos motivos para a escassez
desses corredores ecológicos nos rios urbanos.
Para a caracterização ambiental da Cachoeira da Gruta foram utilizados parâmetros
ambientais como:
1 - Vazão da Cachoeira da Gruta Para conhecer, quantificar e avaliar a
disponibilidade dos recursos hídricos da Cachoeira da Gruta Ribeirão foi obtido a
vazão através do método da transposição das vazões Hidroweb (2014).
As matas ciliares, juntamente com as bacias hidrográficas, estão recebendo uma
crescente importância nos últimos anos, devido à maior conscientização da sociedade
e respeito ao meio ambiente. A importância da preservação das florestas ao longo
dos rios e ao redor de lagos e reservatórios, fundamenta-se em uma grande
quantidade de benefícios para a sociedade (PADUA, 2007).
2- Preservação ambiental do entorno da Cachoeira da Gruta Para constatar o estado
de preservação ambiental da Cachoeira da Gruta foi utilizado à legislação do Código
Florestal Brasileiro. a Lei Federal 4.771 de 15 de setembro de 1965, as nascentes
devem ser preservadas, num raio mínimo de 50 metros de largura. E 50 metros de
preservação para os cursos d'água que tenham de 10 a 50 metros de largura.
Em virtude do aumento exponencial da população, com consequente aumento da
ocupação irregular ou imprópria dos centros urbanos nas áreas de mananciais,
provoca uma degradação da qualidade e modificação na composição da água,
gerada, principalmente, pelo despejo de poluentes nas nascentes e cursos hídricos
(SILVA et al., 2008;TERRA et al., 2008).
3 - Levantamento florístico do entorno da Cachoeira da Gruta
O levantamento florístico realizado ao nível de família foi efetuado no entorno da
Cachoeira da Gruta, obedecendo a medida de 60 metros no entorno da margem
direita e da margem esquerda da cachoeira.
A dinâmica dos cursos d'água é extremamente sensível às alterações no uso do solo
decorrentes dos processos de urbanização e metropolização. Sendo assim parte
integrante do sistema ambiental, essencial na manutenção do equilíbrio hidrológico de
cursos fluviais, a Cachoeira da Gruta pertencente ao Ribeirão da Glória, está em sua
grande maioria descaracterizada devido ao fácil acesso à região, possibilitando a
antropização e a falta de importância que é dado para a sua caracterização.
Foram observados todos os indivíduos arbustivos-arbóreos vivos e com
circunferência superior à altura do peito (CAP) igual ou superior a 15,7 centímetros
por um especialista florístico. Foram utilizados referências bibliográficas e
documentos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Cristina, MG.
REFERÊNCIAS
Nesse sentido, a identificação de alguns conceitos no ambiente natural pode ser
utilizada como um indicativo de que o ambiente em questão está sofrendo pressão
antropogênica. O trabalho apresentou alguns conceitos que foram utilizados como
parâmetros ambientais como: média da vazão da cachoeira, águas de recreação,
situação de preservação que se encontra o curso d'água com relação a legislação,
Unidades de Conservação, mata ciliar e levantamento florístico de algumas espécies
arbóreas.
BRASIL. Código Florestal. Lei 4.771, de 15 de setembro de 1965. Diário Oficial da
União, Brasília, DF, 16 de outubro de 1965.
FELIPPE, M.F. ; MAGALHÃES jr, A.P. Consequências da ocupação urbana na
dinâmica das nascentes em Belo Horizonte, MG. UFMG, Belo Horizonte, p. 1,
2008.
PADUA, J.A.R. Estudo das variações florísticas e estruturais da comunidade
arbórea e proposta para recuperação das nascentes da fazenda São Pedro,
bairro do Chora, município de Delfim Moreira, MG. FEPI, Itajubá, p. 5, 2007.
Foto 1 - Vista parcial da Cachoeira da Gruta, Cristina-MG.
SECRETÁRIA do meio ambiente, Prefeitura Municipal de Itajubá. Diagnóstico para a
elaboração do plano de manejo da futura Unidade de Conservação do Pico da
Tuiúva e proposições. Cristina, 2005.
SILVA, S. M., CARVALHO, L., QUEROL, E., QUEROL, M. V., GONÇALVES, J. F.,
Aspectos microbiológicos do arroio Salso de Cima e Rio Uruguai, na região urbana de
Uruguaiana, RS, Brasil, Biodiversidade Pampeana, PUCRS, Uruguaiana, v. 6, n., p.
34 - 39, 2008.
TERRA, V. R., PRATTE-SANTOS, R., ALIPRANDI, R. B., BARCELOS, F. F.,
AZEVEDO Jr, R. R., BARBIÉRI, R. S., Avaliação microbiológica das águas
superficiais do rio Jucu Braço Sul, ES, Brasil, Natureza on line. v. 6, n. 1 p. 48-52,
2008.
12
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
13
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
A (IN)EXISTÊNCIA DE HIERARQUIA ENTRE LEIS
COMPLEMENTARES E LEIS ORDINÁRIAS
LEANDRO ABDALLA FERRER — SOB ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR GERALDO LUIZ VIANNA
Faculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 — Bairro Federal — São Lourenço/MG
METODOLOGIA
INTRODUÇÃO
Este artigo tem como finalidade analisar, de maneira objetiva, a
opinião da doutrina e jurisprudência acerca da existência ou não de
hierarquia entre Leis Complementares e Leis Ordinárias.
O poder normativo é o poder que a Administração possui de editar atos
para complementar a lei, buscando sua fiel execução", e pode ser dividido
em três níveis básicos: o nível constituinte, o nível legislativo e o nível
regulamentar.(Bezerra, 2010)
Neste artigo, falaremos um pouco sobre as espécies
normativas, para mostrar o local que as Leis Complementares e Leis
Ordinárias se encaixam no nosso ordenamento jurídico,
diferenciando o nível constituinte, o nível legislativo e o nível
regulamentar e, em seguida, Lei Complementar e Lei Ordinária.
No Nível Constituinte, estão as normas que fazem parte da Constituição,
no Nível Legislativo estão compreendidas as Leis Ordinárias e as Leis
Complementares, são as leis hierarquicamente, vem imediatamente
abaixo da Constituição. No nível regulamentar estão todas as normas
regulamentares, como decretos e portarias, e são normas que além de
subordinadas à Constituição também se subordinam às normas de níveis
legislativos.(Lenza, 2014 — Barros,S.H.)
Finalmente, analisaremos a opinião da doutrina e o entendimento
dominante da jurisprudência para, então, concluir pela existência ou
não de hierarquia entre Leis Complementares e Leis Ordinárias.
Lei Complementar é uma lei infraconstitucional que tem como propósito
tratar de matérias específicas, determinadas expressamente pela
Constituição.
REFERÊNCIAS
BARROS, S.R. Noções sobre Espécies Normativas. Disponível em >
http://www.srbarros.com.bript/nocoes-sobre-especiesnormativas.cont<
BASTOS,C.R. POR UMA NOVA FEDERAÇÃO.São Paulo: Editora Revistas dos
Tribunais,1995
BEZERRA, J.S. Em que consiste o poder normativo ou poder
regulamentar?
2010.
Disponível
em
>http://1.fg.jusbrasil.com.br/noticias/2093607//em-queconsiste-o-podernormativo-ou-poder-regulamentar-joice-de-souza-bezerra<
LENZA, P. DIREITO CONSTIUCIONAL ESQUEMATIZADO. 18. Ed. São
Paulo: Saraiva, 2014
As Leis Ordinárias são as leis mais comuns, aprovadas por maioria
simples dos parlamentares, e em regra, contém as normas gerais e
abstratas. O campo desta norma é residual, ou seja, o que não for objeto
de lei de outras espécies normativas.
Existem duas diferenças básicas entre Leis Complementares e Leis
Ordinárias, que podemos destacar. Uma sob o aspecto formal e outra sob o
aspecto material.
A diferença entre estas normas, no aspecto formal, está no quorum de
aprovação, enquanto a Lei Ordinária precisa de maioria simples para
ser aprovada, a Lei Complementar precisa de maioria absoluta, e no
aspecto material, as matérias que o legislador achou mais importante
serão regulamentadas por Leis Complementares e as demais matérias por
Lei Ordinária.(Menezes, 2012)
MENEZES, Rodolfo Rosa Telles. Hierarquia entre lei complementar e
lei ordinária. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XV, n. 96, jan 2012. Disponível
em: <htte://www.ambitojuridico.com.br/site/index.phe?n link=revista artigos leitura&artigo
id=11002>. Acesso em set 2014.
A corrente que defende a hierarquia apóia-se na idéia de que por
que a Lei Complementar ter um processo mais dificultoso para sua
aprovação, se não houvesse hierarquia.
MORAES,A. DIREITO CONSTITUCIONAL.30.Ed.São Paulo: Atlas,2014
SILVA. F. T. REVOGAÇÃO DE LEI COMPLEMENTAR POR LEI
ORDINÁRIA: Uma análise da revogação da isenção instituída pela Lei
Complementar 70/91 pela Lei Ordinária 9.430/96. Disponível em >
A corrente contra a hierarquia apóia-se na idéia que a simples
intenção do legislador, era diferenciar o campo de atuação entre
Leis Ordinárias e Complementares e não criar algum tipo de hierarquia
entre estas normas.
http://www. busca leg is. ufsc. br/revistas/files/anexos/15039-15040-1-PB.
pdf<
Quando ocorre o conflito entre essas espécies de norma, devemos
recorrer a Constituição Federal, pois é esta que distribui as competências,
inclusive uma Lei Complementar, inclusive, pode ser totalmente revogada
por uma Lei Ordinária se todos os seus dispositivos tratarem de matéria
de Lei Ordinária.
TEMER,M. ELEMENTOS DO DIREITO CONSTITUCIONAL.21.Ed.São Paulo:
Editora Malheiros,2006
14
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
15
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
O EXERCÍCIO FÍSICO E A DOENÇA DE ALZHEIMER
Carla Maura Pereira1, Henrique Menezes Touguinhan
1n Faculdade São Lourenço - UNISEP/Educação Física/ Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São
Lourenço/MG
[email protected]
Resumo- A doença de
Alzheimer
(DA)
é
uma
doença que
tem frequentes manifestações
neurodegenerativas de maneira progressiva e irreversível, ela se inicia e progride sem que se perceba
prontamente os seus sinais. Alguns estudos apontam efeitos positivos da prática de atividades físicas, no
desempenho cognitivo, assim como aumento de neurotransmissores e melhora de atividade cerebral em
idosos. Essa breve revisão tem como objetivo apontar a influência benéfica dos exercícios físicos nas
funções cognitivas de indivíduos acometidos pela doença de Alzheimer e mesma servirá como pré projeto
para uma pesquisa de campo.
Palavras-chave: Alzheimer, aspectos cognitivos, atividade física.
Área do Conhecimento: Educação Física
Introdução
armazenamento de informação é um processo que
se chama memória.
Segundo Smith (1999) apud Katzman (1986),
transtornos de acetilcolina e acetiltransferases
ocorrem frequentemente nos indivíduos afetados.
A doença de Alzheimer se revela de suma
importância, pois vem afetando de forma
significativa a população, principalmente os
idosos.
A DA, é uma doença que tem frequentes
manifestações neurodegenerativas, ou seja, que
causa degeneração dos neurônios, de maneira
progressiva e irreversível, ela se inicia e progride
sem que se perceba prontamente os seus sinais,
causa perda da memória e gera distúrbios
cognitivos, foi caracterizada por Alois Alzheimer,
neuropatologista alemão, em 1907. (HARMAN,
1996).
Um dos motivos dessa perda de memória são os
níveis reduzidos de acetilcolina, que é a
substância química responsável pela transmissão
de mensagens de uma célula para outra, que
intervêm nos processos de memória.
Dessa forma, o projeto tem como objetivo
demonstrar a influência do exercício físico na
memória e nas funções cognitivas de portadores
da doença de Alzheimer.
O exercício físico pode interferir no desempenho
cognitivo por vários motivos, como, pelo fato de
aumentar os neurotransmissores, melhoria
cognitiva de indivíduos com prejuízo mental, e
pela melhora da atividade cerebral de idosos.
(ANTUNES et al, 2006).
Os tipos de exercícios que trazem maiores
benefícios ao bom funcionamento das atividades
cerebrais e a prevenção de algumas delas, ainda
estão sendo estudados, porém os efeitos de
exercícios físicos regulares estão propagados e se
aplicam ao público da terceira idade, sempre
levando em conta as limitações e sua diferente
resposta a prática de exercícios, e garantido
também o bom funcionamento do sistema
nervoso,
baixo
risco
de
manifestação
de
patologias neurológicas e uma boa qualidade de
vida (MIRANDA et al, 2008).
Devemos ressaltar, que, o exercício físico para
portadores de Alzheimer deve ser bem elaborado,
pois como já foi citado acima, a doença afeta
principalmente idosos, então deve-se pensar em
suas limitações.
Revisão da Literatura
Segundo Guyton e Hall (2006), uma pequena
parte da informação sensorial, provoca uma
resposta
motora
imediata.
Portanto,
as
informações
em
sua
maior
parte,
são
armazenadas para o futuro, para controlar
atividades motoras e para utilização nos
processos cognitivos. O armazenamento em sua
maior parte ocorre no cótex cerebral. Esse
Metodologia
A metodologia utilizada foi de pesquisa teórica,
bibliográfica, baseada na revisão de literatura
sobre a temática.
16
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
Conclusão
Diante desta breve revisão, podemos verificar de
forma prévia possíveis alterações cerebrais
benéficas com as práticas de atividades física. O
presente resumo servirá de pré-projeto para uma
pesquisa de campo, conduzida com indivíduos
acometidos pela doença de Alzheimer, onde serão
verificados os aspectos positivos da pratica regular
de exercícios.
Referências
- ANTUNES, H.M.K. et al. Exercício físico e função
cognitiva: uma revisão. Revista Brasileira de
Medicina do Esporte. V.12, n.2. Niterói, 2006.
- HARMAN, D. A hypothesis on the pathogenesis
of alzheimer's disease. Ann NY; 786; 152-68.
1996.
- MIRANDA, Letícia M. et al. A influência do
exercício físico na atividade cerebral do idoso.
Revista Digital, ano 13, n.125. out. Buenos Aires,
2008.
- SMITH, Marília A.C. Doença de Alzheimer.
Revista Brasileira de Psiquiatria. V.21, s.2. out.
1999.
- GUYTON, Arthur C; HALL, Jhon E. Tratato de
Fisiologia Médica, 11.ed, São Paulo: Saunders,
2006.
17
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
LESÕES NA GINÁSTICA ARTÍSTICA: UMA BREVE REVISÃO
DAIANA GONÇALVES FELÍCIO1, ADRIANE CARVALHO DE OLIVEIRA1, LUCIMARA
DO CARMO TEODORO1, LEILA DOS SANTOS SILVA1, PAULA DE SOUZA
NOGUEIRA DA SILVA1, HENRIQUE MENEZES TOUGUINHAn
1
Faculdade São Lourenço – UNISEPE/ Educação Física/ Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São
Lourenço/MG
n
I Faculdade São Lourenço – UNISEPE/ Educação Física/ Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal –
São Lourenço/MG
[email protected]
Resumo-. A Ginástica Artística (GA) é um esporte o qual abrange uma gama de movimentos complexos,
exigindo um alto nível de conhecimento biomecânico. A partir de seu processo evolutivo, a frequência de
maiores adeptos à modalidade cresceu, assim como o nível de competitividade. Com o aumento do esporte
o nível técnico ascendeu em mesma escala, forçando treinadores e atletas a se esforçarem para se
conquistar os resultados. Com a alta carga de treinamento, as lesões e a síndrome do excesso de
treinamento se tornam evidentes, muitas vezes atrapalhando os resultados ou até mesmo levando os
atletas a uma aposentadoria precoce. Este resumo tem como objetivo realizar uma breve revisão literária
em torno da prática da Ginástica Artística e seu alto índice de lesões assim como apontar e relacionar
aspectos pertinentes ao treinamento.
Palavras-chave: Ginástica, treinamento, lesões.
Área do Conhecimento: Educação Física
Introdução
Metodologia
A Ginastica artística (GA) é uma modalidade
esportiva a qual abrange um grande leque de
gestos biomecânicos complexos em diferentes
situações (HOSHI et al 2008).
A Ginástica Artística, é uma das modalidades da
combinação entre arte e movimentos de alta
performance, dentro de uma diversidade de
eventos consecutivos. A partir de seu processo
evolutivo, a frequência de maiores adeptos à
modalidade cresceu, submetendo-se a elevação
do grau de dificuldade dos exercícios obtendo
maior exigência no sistema de pontuação,
ocasionando o maior risco de lesões.
Ginástica é um esporte praticado por jovens
atletas que desenvolvem um elevado volume
frequente dentro do treinamento de alto impacto.
(Daly, Bass e Finch, 2001). Diante isto tem sido
notável o problema de supertreinamento em
atletas de alto nível. O overtraining quando não
percebido pode causar lesões significativas que
influenciam na vida útil de um atleta em diversas
modalidades. (COSTA e SAMULSKI, 2008).
A metodologia utilizada foi de pesquisa teórica,
bibliográfica, baseada na revisão de literatura
sobre a temática.
Revisão da literatura
Quatro provas ocorrem dentro da GA feminina,
são essas: o solo, a trave de equilíbrio, o salto
sobre o cavalo e as paralelas assimétricas e seis
provas quando se trata de GA masculina: barra
fixa, salto sobre o cavalo, solo, cavalo com alças e
argolas. Apesar da beleza das apresentações,
todas apresentam seus riscos de lesões, devido
ao trabalho executado em cada um deles
(NUNOMURA, 2002).
O treinamento de alto nível dentro da GA,
sempre é um fator de debate. Segundo Bortoleto
(2007) o treinamento do ginastas segue uma
jornada de dois treinos por dia, em um total de 5 a
6 horas, durante trezentos dias por ano. O mesmo
autor vai além, colocando que a média de idade
que as crianças começam a praticar a modalidade
está entre 11 e 12 anos de idade, porém em
clubes grandes, em países que prezam pelos
resultados essa idade pode cair bastante,
comumente se é visto crianças de 7 e 8 anos
dando início a um treinamento especifico competitivo.
O objetivo deste trabalho é realizar uma breve
revisão literária em torno da prática da Ginástica
Artística e seu alto índice de lesões. Apontar e
relacionar aspectos pertinentes ao treinamento.
18
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
As lesões na Ginástica Artística podem ser
influenciadas por diversos fatores. Estudos
comprovam que os ginastas podem ser
acometidos por lesões com maior frequência nas
modalidades salto, solo e trave principalmente nas
articulações e membros inferiores. E uma das
causas desta ocorrência são as exigências de
desempenho técnico. (HOSHI et al 2008).
Segundo Hoshi et al (2008), na GA as principais
lesões são distribuídas principalmente, nas
principais articulações: tornozelos, joelhos e
ombros, além da coluna lombar. As lesões mais
ocorridas segundo os autores foram os entorses.
O estudo de DIXON e FRICKER (1993),
corrobora, apontando que as lesões mais comuns
são nos ombros, cotovelos, tornozelos e mãos,
demonstrando assim, uma alta ocorrência de
lesões articulares.
Porém Segundo Nunomura (2002), falta um
controle nos dados referentes a essas lesões, pois
dificilmente são relacionados esses números com
os treinamentos aplicados.
É notório em esportes de alto nível competitivo, a
aposentadoria precoce de um atleta. Não somente
por lesões, mas também pelo ciclo olímpico, e
pelo avançar da idade, por isso muitas vezes os
atletas, e os ginastas não fogem a regra, exigem
ao máximo de seus corpos a fim de que tenham
melhores resultados em curtos espaços de tempo.
No estudo de Bortoleto (2007), o treinamento da
GA é um longo período da vida do atleta,
suscetível a lesões e derrotas, sendo que a
minoria consegue êxito perante tal esforço. A
disciplina é marcada pelo cansaço, e muito
severa, mas mesmo assim os ginastas quando
perguntados se sentem felizes com o que fazem.
COSTA, L.O.P.; SAMULSKI, D.M. Overtraining em
Atletas de Alto Nível - Uma Revisão Literária. R.
bras. Ci e Mov; 13(2): 123-134. 2005
DALY RM, BASS SL, FINCH CF. Balancing the
risk of injury to gymnasts: how effective are the
counter measures? Br J Sports Med; 35:8-19.
2001
DIXON, M. e FRICKER, P. Injuries to elite
gymnasts over 10 yr. Medicine and Science in
Sports and Exercise, 25(12),1322-1329. 1993.
HOSHI, R. A. et al. Sports Injuries in Artistic
Gymnastics: a Study From Referred Morbidity. Rev
Bras Med Esporte; 14 (5). 2008.
KIRIALANIS P. et al. Ocurrence of acute lower
limb injuries in relation to event and exercise
phase. Br J Sports Med; 37:137-9. 2003
NUNOMURA, M. Lesões na Ginástica Artística:
Principais
incidências
e
medidas
preventivas. Motriz, v. 8, n. 1, p. 21-29, 2002.
NUNOMURA, M; PIRES, F. R.; CARRARA, P.
Análise do treinamento na ginástica artística
brasileira. Revista Brasileira de Ciências do
Esporte, v. 31, n. 1, 2009.
Conclusão
Podemos notar o quão grande é a busca da
perfeição, mas devemos ficar atentos para evitar
incidentes (NUNOMURA et al, 2009). Não há
problema com a aplicação de treinamento
sistematizado, mas é necessário ter uma
capacitação apropriada e que não deixe o atleta
sobrecarregado, sendo assim, respeitando o limite
de cada indivíduo, para que futuramente não lhe
cause complicações graves.
Referências
BORTOLETO, M. A.; A ginástica artística
masculina (GAM): observando a cultura de
treinamento desde dentro. Motricidade. 2007.
19
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO RESISTIDO PARA PORTADORES DE ARTRITE
REUMATOIDE
Renan Motta Cruz¹, Fabio Eduardo de Almeida², Henrique Touguinhan
¹ nFaculdade São Lourenço - UNISEP/Educação Física/ Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São
Lourenço/MG
2
Universidade Federal de São Carlos – Departamento de Ciências Fisiológicas
Rodovia Washington Luiz, KM 235, São Carlos/SP
Resumo- O treinamento resistido (TR) é a capacidade de superação da resistência externa, por meio dos
esforços musculares. Podemos entender como a capacidade do indivíduo de vencer ou suportar uma
resistência contraria, ou mesmo a capacidade de exercer força muscular contraria a uma resistência. Nos
últimos anos, cada vez mais, o exercício físico tem deixado de ser visto apenas como coadjuvante, ou
sendo utilizado apenas para fins estéticos. É comum hoje em dia nos depararmos com a seguinte citação,
"exercício é remédio", pois cada vez mais, através das pesquisas cientificas, comprova-se sua eficiência em
relação à prevenção de doenças dos mais variados tipos. Além de preventivo, pode ter papel fundamental
no tratamento de varias doenças, sendo um poderoso aliado do tratamento medicamentoso. A artrite
reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que afeta membranas sinoviais e se caracteriza pelo
envolvimento de múltiplas articulações e pode trazer prejuízos para a vida do portador. Essa revisão literária
tem como objetivo, elucidar os benefícios do treinamento resistido (TR) para pessoas portadoras de artrite
reumatoide, e apresentar os resultados dessa poderosa ferramenta no tratamento e melhoria de condições
gerais de vida dessa população.
Palavras-chave: Musculação, treinamento resistido, artrite, artrite reumatoide
Área do Conhecimento: Educação Física
Introdução
musculoesquelético, além de ter relação com
diversos graus de incapacitação funcional, Santos
(1996). É uma doença de etiologia desconhecida e
acomete cerca de 1% da população brasileira,
sendo observada maior incidência em mulheres
acima de 40 anos.
Esta revisão tem como objetivo elucidar os
potenciais benefícios do treinamento resistido no
tratamento de pacientes portadores de artrite
reumatoide, a contribuição para a melhoria da
qualidade de vida, diminuição de dores,
manutenção ou mesmo a melhora da capacidade
e funcionalidade articular, e ainda sua importância
no auxílio ao tratamento medicamentoso.
Podemos considerar o treinamento resistido
como um treinamento físico e não uma
modalidade esportiva, segundo Santarém (1999),
existem várias formas de oferecer resistência
contra a ação muscular, embora o mais utilizado
seja o treinamento com pesos. Quando trabalhado
de forma responsável e adequada, pode trazer
inúmeros benefícios ao indivíduo, desde aumento
de força muscular, melhora de coordenação
motora, manutenção e aumento de flexibilidade,
até o fortalecimento ósseo e articular. Os estudos
de Posner et al. (1995) apresentam que o
treinamento de força melhora o desempenho das
atividades da vida diária, melhorando assim a
funcionalidade do individuo.
Desde os tempos do pai da medicina,
Hipocrates, as doenças reumaticas fazem parte da
historia da medicina. A nomenclatura rheuma“
surgiu posteriormente por volta do ano 100 d.C
para caracterizar um quadro doloroso que afetava
as articulações (SANGHA, 2000).
Artrite reumatoide (AR) é uma doença
inflamatória crônica, autoimune, habitualmente
progressiva, caracterizada pelo envolvimento de
múltiplas articulações, causadora de dano
progressivo
também
no
sistema
Metodologia
A metodologia utilizada foi de pesquisa teórica,
bibliográfica, baseada na revisão de literatura
sobre a temática.
Revisão da Literatura
Segundo a American Rheumatism Association os
critérios para classificar a AR são: rigidez matinal
com duração de pelo menos uma hora, edema de
tecidos moles de três ou mais áreas articulares,
20
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
edemas das articulações interfalangeanas
proximais, metacarpofalangeanas ou do punho,
edemas simétricos, nódulos reumatóides,
presença de fator reumatóide diagnosticado por
exame clínico, erosões radiográficas, osteopenia
periarticular nas articulações da mão ou punho
(ARNETT, 1988).
O aspecto físico deve ser levado em
consideração, bem como a reabilitação e a
manutenção do estado funcional, que devem ser
levados em conta desde o inicio do tratamento,
logo que identificada a doença, o fortalecimento da
musculatura peri articular, quando trabalhada de
forma
adequada,
garante
a
flexibilidade
necessária para a manutenção da qualidade
funcional do aparelho locomotor, devendo ser
estimulado, observando-se os critérios de
tolerância ao exercício e a fadiga.
O repouso deve ser considerado, mas não de
forma prolongada, pois existe maior degeneração
articular na AR, quando isso ocorre, sendo
interessante alternar o repouso e o exercício. Não
existe atualmente um protocolo que represente a
prescrição ideal dos exercícios a serem
realizados, e a maneira como este deve ser, no
entanto, alguns estudos tentaram definir esses
parâmetros.
Um protocolo que talvez represente a maior
tentativa de padronizar a avaliação controle e
prescrição de exercícios físicos no tratamento de
AR, foi realizado em 1991, por Jurisson (1991), e
teve duração de dois anos, e criou o programa
RAPIT (Rheumatoid Arthritis Patients In Training)
que propunha exercícios aerobios, fortalecimento
muscular e jogos coletivos totalizando 75 minutos
por sessão realizados duas vezes por semana,
sendo o aerobio utilizado o ciclismo estacionário
realizado de forma progressiva de 5 a 18 minutos
e 50 a 90% da frenquencia cardíaca máxima.
Quanto ao fortalecimento muscular, foi proposto
um treinamento em circuito contendo de oito a dez
exercícios, e de dez a quinze repetições, sendo o
intervalo de 90 a 60 segundos entre as séries.
Um outro estudo de Munneke, et al. (2004),
comparou a aplicação do RAPIT em relação ao
tratamento fisioterapico, e mostrou a maior
eficiência do RAPIT em relação a funcionalidade,
do que o grupo que realizou apenas fisioterapia.
Apesar de se mostrar seguro, o treinamento de
alta intensidade deve ser considerado com
critérios individualizados, já que quando existem
danos articulares consideráveis, a alta intensidade
durante o exercício não deve ser ser utilizada.
Desse modo, tem sido cada vez mais estudado o
papel do exercício físico em pacientes portadores
de doenças reumatologias.
O treinamento resistido de força dinâmica
favorece um aumento de força e hipertrofia
muscular,
melhora
a
funcionalidade
das
articulações e diminui a dor em portadores de
artrite reumatoide (NORDEMAR et al 1976).
Conclusão
A proposta desta revisão foi atualizar as
evidencias em torno do exercício resistido e a
Artrite Reumatoide. As informações encontradas
na literatura demostram efeitos benéficos do TR
em pacientes acometidos de AR. Vale salientar
que os protocolos de TR devem ser
acompanhados e prescritos por um Educador
Físico capacitado para tal função.
Referências
ARNETT, F. C et al. The American Rheumatism
Association 1987 revised criteria for the
classification for Rheumatoid Arthritis. Arthritis
Rheum; 3: 315-324. 1988.
JURISSON, M.L.; Rehabilitation in rheumatic
diseases - What’s new. West J Med:154:545-548,
1991.
MUNNEKE, M. et al. Adherence and Satisfaction
of Rheumatoid Arthritis Patients With a Long-Term
Intensive Dynamic Exercise Program. Arthritis
Rheum. 2003.
NORDEMAR, R. et al. Changes in muscle fibre
size and physical performance in patients with
rheumatoid arthritis after 7 months' physical
training. Scandinavian journal of rheumatology, v.
5, n. 4, p. 233-238, 1976.
POSNER J. D, et al. Physical determinants of
independence in mature women. Arch Phys Med
Rehabil; 76:373−380. 1995.
SANGHA, O. Epidemiology of rheumatic diseases.
Rheumatology;39:3-12. 2000
SANTARÉM, J. M. Treinamento de Força e
Potência. O Exercício, ed Gorayeb,N. & Barros
Neto,T.L. Atheneu,1ª ed. cap.4, 1999.
SANTOS, W. S.; Valor diagnóstico e significado
clínico do fator antiperinuclear e anticorpo
antiestrato córneo na artrite reumatoide. Tese de
Doutorado, Universidade Federal de São Paulo –
Escola Paulista de Medicina, p. 214, 1996.
21
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
OS EFEITOS DO HIIT SOBRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DIFERENTES
GRUPOS: UMA BREVE REVISÃO
Fábio Eduardo de Almeida¹, Renan Motta da Cruz², Henrique Menezes Touguinhan
¹Universidade Federal de São Carlos – Departamento de Ciências Fisiológicas
Rodovia Washington Luiz, KM 235, São Carlos/SP
²,n Faculdade São Lourenço – UNISEPE/ Educação Física/ Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal –
São Lourenço/MG
[email protected]
Resumo: Cada vez mais, o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) vem sendo utilizado como
uma ferramenta para a redução da composição corporal, entretanto, com protocolos mal elaborados, e
muitas vezes ineficientes. O objetivo desta breve revisão é analisar os efeitos deste treinamento na
composição corporal de diferentes grupos, evidenciando a ineficiência de alguns protocolos em alguns dos
trabalhos analisados.
Palavras-chave: Treinamento Intervalado de Alta Intensidade; HIIT; Composição Corporal; Treinamento.
Área do conhecimento: Educação Física
que em indivíduos com sobrepeso e destreinados
(KEATING et al., 2014).
Deste modo, o objetivo do presente trabalho, é
analisar através da revisão da literatura atual, os
efeitos do HIIT sobre a composição corporal de
diferentes grupos de treinamento.
Introdução
Exercícios aeróbios alteram inúmeras funções
do organismo e induzem a várias adaptações
metabólicas e morfológicas em órgãos e tecidos
(LITTLE et al. 2010).
Sabe-se que a realização de atividades
aeróbias de intensidade moderada aumenta a
mobilização de gorduras no momento do
exercício, porém, atividades de alta intensidade,
mobilizam mais ainda esse substrato no período
pós-exercício (ALKAHTANI et al. 2013) e por isso,
o treinamento intervalado de alta intensidade
(HIIT) está se tornando um método de treino
bastante interessante, devido aos seus resultados
razoavelmente rápidos e sua duração reduzida.
Este treinamento induz o corpo a alterações
metabólicas e de desempenho que se
sobressaem em relação ao treinamento aeróbio
tradicional (LITTLE et al. 2010; GIBALA et al.
2012; HEYDARI, FREUND & BOUTCHER, 2012;
KEATING et al. 2014; ZWESLOOT et al., 2014).
A literatura científica mostra a eficiência do
HIIT na composição corporal, avaliando
indivíduos obesos e com agravos crônicos
(IRVING et al., 2008) e em crianças obesas
(ARAÚJO et al., 2012). Entretanto, quando o HIIT
é comparado com o treinamento aeróbio de
moderada intensidade em indivíduos treinados
não atletas, os efeitos parecem se equiparar entre
os
grupos
(HOTTENROTT,
LUDYGA
&
SCHULZE, 2012), não surtir efeito algum em
atletas de elite (KILEN et al., 2014), não mostrar
diferença significativa em indivíduos obesos
(ALKAHTANI et al., 2013) ou ser ineficiente se
comparado com o treinamento tradicional, mesmo
Discutindo os estudos
Irving et al. (2008), avaliaram através de
tomografia computadorizada a composição
corporal de 27 mulheres obesas portadoras da
síndrome metabólica. As mulheres foram
divididas em três grupos, sendo treinadas por
dezesseis semanas. O grupo que treinou o HIIT
mostrou uma redução significativa no percentual
de gordura, se comparado com o grupo que
treinou abaixo do limiar anaeróbio e grupo
controle.
Heydari, Freund e Boutcher (2012),
conduziram uma pesquisa com 46 homens
sedentários com sobrepeso. 25 realizaram o HIIT
por 12 semanas, três vezes por semana, com
duração de 20 minutos em cada sessão de treino,
e foram comparados com o grupo controle (n=21).
Os valores de composição corporal foram
coletados através de DEXA. Após as 12 semanas
de treinamento intervalado, os sujeitos que
compuseram a amostra do grupo exercitado,
mostraram redução significativa do percentual de
gordura total e visceral, além de melhoras na
capacidade aeróbia e no percentual de massa
magra.
Em um estudo de Keating et al. (2014), foram
avaliados 38 indivíduos adultos, com idades entre
22
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
18 e 55 anos, sendo 7 homens e 31 mulheres,
todos acima do peso com IMC entre 25 e 29.
Para aferição da composição corporal foi utilizado
o DEXA na região torácica, entre o pescoço e a
porção superior da pelve. Após 12 semanas de
treinamento aeróbio contínuo versus o HIIT,
observou-se que o treinamento intervalado se
mostrou menos eficiente na redução de gordura
corporal se comparado ao método tradicional,
mostrando que para a população com sobrepeso
e sedentária, este pode não ser o método mais
eficaz de redução de gordura corporal e alteração
da composição corporal total.
Hottenrott, Ludyga & Schulze (2012), também
conduziram
um
estudo
com
corredores
recreacionais utilizando a bioimpedância para
análise da composição corporal. Foram 34
selecionados indivíduos, sendo divididos em 2
grupos por 12 semanas de treino. O grupo WE,
que corria 2h30minutos em duas sessões aos
finais de semana e o grupo AW que fazia 4
sessões de 30 minutos do HIIT e uma sessão de
30 minutos de endurance logo após o expediente
de trabalho. O grupo AW mostrou uma redução
significativa no percentual de gordura (5,6 ± 2,2
para 4,7 ± 1,9) em comparação com o grupo WE
(5,7 ± 2,1 para 5,4 ± 1,9), além de uma melhoria
significativa no VO² de pico.
Kilen et al. (2014), realizaram um estudo com
nadadores de elite, para verificar os efeitos de 12
semanas de HIIT e um volume reduzido de treino
na captação máxima de oxigênio e na economia
de nado, além de, avaliar a composição corporal
dos atletas. Após o protocolo de 12 semanas, a
estatística entre grupo HIIT mostrou tendência ao
aumento do tecido adiposo em valores
percentuais (15,4±1,6% vs. 16,3±1,6%, p=0,09) e
no grupo controle, que realizou o treinamento
usual, houve aumento (13,9±1,5% vs. 14,9±1,5%,
p=0,04), mostrando ineficiência do treinamento
para a redução da composição corporal.
Principalmente em atletas, não foram
observadas diferenças estatísticas significativas
entre o HIIT e o treinamento aeróbio tradicional
(KILEN et al., 2014) e em indivíduos treinados
não atletas, não houveram melhoras tão
expressivas
na
composição
corporal
(HOTTENROTT, LUDYGA & SCHULZE, 2012).
Alguns
estudos
recentes
também
não
demonstraram
resultados
estatisticamente
significativos em sujeitos obesos (ALKAHTANI et
al., 2013) e em indivíduos destreinados com
sobrepeso (KEATING et al., 2014).
Conclusão
A literatura evidencia que o HIIT, exerce
melhorias sobre inúmeras variáveis fisiológicas,
entretanto, algumas evidências mostram que em
indivíduos obesos ou treinados, atletas ou não,
este tipo de treinamento não altera os parâmetros
de composição corporal, e deste modo, pode-se
concluir que as pesquisas acerca deste tema
devem ser mais aprofundadas.
Referências Bibliográficas
- ALKAHTANI, S.A.; et al. Effect of interval
training intensity on fat oxidation, blood lactate
and the rate of perceived exertion in obese men.
SpringerPlus 2: 532, 2013.
- ARAÚJO, A.C.C.; et al. Similar health
benefits of endurance and high-intensity interval
training in obese childrens. PloS One. 2012.
- GIBALA, M.J.; et al. Physiological
adaptations to low-volume, high-intensity interval
training in health and disease. The Journal of
Physiology 590(5): 1077-1084, 2012.
- HEYDARI, M.; et al. The effect of highintensity intermittent exercise on body
composition of overweight young males. Journal
of Obesity; (online). 2012.
- HOTTENROTT, K.; et al. Effects of high
intensity training and continuous endurance
training on aerobic capacity and body composition
in recreationally active runners. Journal of Sports
Science & Medicine 11; 483-488. 2012
- IRVING, B.A.; et al. Effect of exercise training
intensity on abdominal visceral fat and body
composition. Medicine & Science in Sports &
Exercise 40(11): 1863-1872, 2008
- KEATING, S.E.; et al.. Continuous exercise
but not high intensity interval training improves fat
distribution in overweight adults. Journal of
Obesity (online), 2014
- KILEN, A.; et al. Effects of 12 weeks highintensity & reduced volume training in elite
athletes. PLoS One. 2014
- LITTLE, J.P.; et al. A practical model of lowvolume high-intensity interval training induces
mithocondrial biogenesis in human skeletal
muscle: potential mechanisms. The Journal of
Physiology 588(6): 1011-1022, 2010
- ZWESLOOT, K.A.; et al. High-intensity
interval training induces a modest systemic
inflammatory response in active, young men.
Journal of Inflammation Research 7: 9-17, 2014
23
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
EFEITOS DA HIDRATAÇÃO COM ÁGUA MINERAL ALCALINA NA ACIDOSE
METABÓLICA PROMOVIDA PELO EXERCÍCIO FÍSICO
Kelly Fernanda da Silva1, Tiago Fernandes de Castro1, Juliana dos Santos Corrêa²,
Rafaela França², Henrique Menezes Touguinhan
¹ ² nFaculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
Resumo- O presente estudo tem como objetivo acompanhar a ingestão de água mineral alcalina em
indivíduos submetidos ao teste de desempenho anaeróbio, sendo feita a análise de parâmetros
bioquímicos. Será coletado sangue arterial dos indivíduos, pré, durante e pós teste, assim como a urina pré
e pós teste. Serão avaliados 10 (dez) homens, sadios, ativos, praticantes de atividades físicas por pelo
menos um ano, com freqüência de no mínimo três vezes por semana, com idade de 18 a 25 anos.
Ansiamos que os resultados obtidos nesse estudo possam ser de grande valia, para um melhor
entendimento dos efeitos positivos na ingestão de água mineral alcalina durante exercícios físicos.
Palavras-chave: água mineral, bicarbonato de sódio, fadiga, desempenho.
Área do Conhecimento: Educação Física
Introdução
O exercício anaeróbico é promovido por qualquer
atividade física que estimule vários grupos
musculares durante um período de tempo
constante e determinado, que consista em
movimentos rápidos e de alta intensidade, que
seja feito de forma continua e ritmada. Estudos
comprovam que o treino anaeróbico melhora muito
o funcionamento do coração, dos pulmões e todo
o sistema cardiovascular melhorando a entrega de
oxigênio para nosso corpo (McARDLE et al.1998)
Existem duas formas de gerar energia
anaeróbica: o ATP-Crp que tem principal fonte de
energia a creatina fosfatada, e o acido lático e/ou
glicólise anaeróbica, que usa glicose na ausência
de oxigênio (McARDLE et al.1998)
Durante o exercício intenso, a liberação de vários
hormônios, principalmente das catecolaminas,
acelera a oxidação da glicose que resulta em
produção aumentada de lactato pelo músculo
(PETRÍCIO, PORTO e BURINI, 2001)
Nos exercícios de alta intensidade a energia é
preferencialmente disposta da glicólise anaeróbia,
ocorrendo síntese de ATP concomitantemente
produção de lactato sanguíneo e prótons
(BONING e MASSEN, 2008).
A glicólise anaeróbia assume grande importância
no processo de fadiga, pois durante a degradação
da molécula de glicose para produção de energia
(ATP), são produzidas moléculas de lactato e
prótons, levando assim a uma acidose metabólica
dando inicio a um processo rápido de fadiga.
Porém sua ocorrência dependerá da necessidade
energética da atividade (ALLEN, LAMB e
WESTERBLAD 2008).
A acidose metabólica consiste no excesso de
acidez na corrente sanguínea caracterizada por
uma concentração anormalmente baixa de
carbonatos. Quando um aumento do ácido supera
o sistema tampão do pH do corpo, o sangue pode
tronar-se ácido. Quando o pH cai, a respiração
torna-se mais profunda e rápida à medida que o
organismo tenta livrar do sangue o excesso de
ácido (McARDLE et al.1998).
Em estado de acidose metabólica, o organismo
dispõe de mecanismo especifico chamados
sistemas tampões, na tentativa de regular o pH
sanguíneo. O termo tamponamento é utilizado
para designar relações que minimizam as
modificações na concentração de H+ e os
mecanismos químicos ou fisiológicos que
previnem essas mudanças são chamados de
tampões (McARDLE et al.1998)
São três os mecanismos que regulam o pH: os
tampões químicos (bicarbonatos, fosfato,
proteínas e hemoglobinas); a ventilação pulmonar
e a função renal, sendo que os dois últimos são
acionados quando os tampões químicos se
esgotam. (McARDLE et al.1998)
Uma grande acidose extracelular pode exercer
efeitos negativos a performance esportiva. A
ingesta de bicarbonato pode modificar a acidose
do sangue em exercícios e melhorar o
desempenho, associada com classificações
subjetivas de esforço. Condições de hipóxia
podem exercer efeitos nocivos através do sistema
nervoso central, que poderá ser aliviado com
alguma substancia alcalina como por exemplo,
bicarbonato de sódio. (CAIRNS, 2006).
24
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
Acredita-se que o tamponamento extracelular via
ingesta de NaHCO3 permite um maior efluxo de
íons H+ do músculo para o sangue, reduzindo
assim
a
acidose
intramuscular,
e
consequentemente aumentando a intensidade
e/ou duração do exercício (BISHOP e CLAUDIUS,
2005).
Segundo a Resolução 25/76, de 3 de fevereiro
de 1977, do Ministério da Saúde as águas
minerais são classificadas quanto à sua
composição química, de acordo com o elemento
predominante e sua composição. Esses elementos
podem variar de acordo com as rochas e terrenos
pelos quais a mesma percorre enquanto infiltra-se
no solo, podendo, também, apresentar alterações
devido o clima e a biota (MORGANO et al 2002).
As águas minerais alcalinas podem ser
classificadas
em:
Alcalino-bicarbonatadas
(equivalentes no mínimo a 0,200 g por litro de
NaHCO3);
Alcalino-terrosas
cálcicas
e
magnesiana (BRASIL, 1977).
Tem-se poucos trabalhos na literatura cientifica
que expliquem as propriedades terapêuticas da
agua mineral. Muitas pessoas embasadas no
senso comum fazem consumo acreditando em
suas propriedades medicinais, porém sem
nenhuma comprovação científica. Assim sendo o
presente trabalho tem como objetivo averiguar a
hidratação com água mineral alcalina, no
desempenho e nos aspectos bioquímicos,
podendo exercer possíveis efeitos positivos nos
indivíduos praticantes de atividade física.
Para análise de parâmetros bioquímicos será
coletado sangue arterial dos indivíduos, pré,
durante e pós teste, assim como a urina pré e pós
teste.
Os resultados obtido serão tratados através do
pacote estatístico Statistical Package for the Social
Sciences(SPSS) versão 19 e do programa
Microsoft Excel 2010.
Referências
ALLEN, D. G.; LAMB, G. D.; WESTERBLAD, H.
Sk eletal
m uscle
fatigue:
c ellular
mechanisms. Physiological reviews, v. 88, n. 1, p.
287-332, 2008
BISHOP, D. e CLAUDIUS, B. Effects of induced
metabolic alkalosis on prolonged intermittent-sprint
performance. Med Sci Sports Exerc 37:759–767.
2005.
BONING, D e MASSEN, N. Point: Counterpoint:
Lactic acid is/is not the only physicochemical
contributor to the acidosis of exercise. J Appl
Physiol 105: 358–362, 2008.
BRASIL. Ministério da Saúde. Comissão Nacional
de Normas e Padrões (C. N. N. P. A). Resolução
nº 25/76, Diário Oficial da União, 03 de fevereiro
de 1977.
CAIRNS, S. P. Lactic acid and exercise
performance. Sports Medicine, 2006. 36(4), 279291.
MC A RD L E W . D; K A T CH F . I ; K AT CH
V.. Fisiologia do exercício: Energia, Nutrição e
Desempenho Humano. 4 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1998.
MORGANO, M. A. et al. Avaliação físico-química
de águas minerais comercializadas na região de
Campinas, SP. Ciênc. Tecnol. Aliment., v. 22, nº 3,
p. 239- 243, set-dez. 2002.
PETRÍCIO, A. I. M., PORTO, M., E BURINI, R. C.
Alterações hemodinâmicas, do equilíbrio ácido
básico e enzimáticas no exercício exaustivo com
pesos. Revista Brasileira de Atividade Física &
Saúde, 6(3), 17-26. 2012
RUSKO, H., NUMMELA, A. E MERO, A. A new
method for the evaluation of anaerobic running
power in athletes. European journal of applied
physiology and occupational physiology. 1993.
66(2), 97-101.
Metodologia
O presente estudo será submetido ao Comitê de
Ética e Pesquisa em Seres Humanos via
Plataforma Brasil.
Todos os indivíduos serão devidamente
esclarecidos sobre a pesquisa, assim como
responderão um Termo de Consentimento Livre
Esclarecido (TCLE), o qual trará todas as etapas e
processos que os mesmos passarão durante a
pesquisa.
O estudo será realizado com um grupo de dez
homens, sadios, ativos, praticantes de atividades
físicas por pelo menos um ano, com frequência de
no mínimo três vezes por semana, com idade de
18 a 25 anos.
Para os testes de desempenho anaeróbio será
utilizado o Maximal anaerobic running test
(MART), assim como descrito por Rusko,
Nummela e Mero (1993) com e sem hidratação de
agua mineral alcalina. O intervalo entre os testes
será de no mínimo sete dias.
25
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
26
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
I JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A resposta imune e o câncer
¹
n
Alvaro Fernandes Faria¹, Rafaela Ferreira Françan
Enfermagem
Facudade São Lourenço – UNISEPE / Rua Madame Schimidt,90-Bairro Federal-São Lourenço/MG
Resumo. A influencia do sistema imunológico em relação ao câncer.
Defesa imunológica, neoplasia, câncer e tumor.
INTRODUÇÃO
O sistema inato é composto por macrófago,
mastócito, granulócito, célula exterminadora
O sistema imunológico é dividido em duas
natural
respostas, o inato e o adaptativo. O inato
é responsável
defesa
do
enquanto
as
células
dendríticas.
Perante
alguns tipos de cânceres elas são recrutadas
pela primeira linha de
organismo
e
pelo próprio para causar uma inflamação. Na
o
inflamação o macrófago tem o papel de
adaptativo é conhecido como de memória.
regulador,
Todos os dois têm suma importância para
ele ajuda
assim
o as
células
cancerosas a crescer, liberando proteínas que
sobrevivência humana, mas existem um
suprimem a resposta imune adaptativa e
ponto falho em casos de certos cânceres.
citosinas de fator de crescimento.(STIX,2009)
OS SISTEMAS DE DEFESA
CONCLUSÃO
Na maioria dos cânceres os papeis da
defesa do corpo são bem parecidos, tanto
Com esses estudos estão em desenvolvimento
o inato quanto o adaptativo.
vacinas
B para conseguirem
atacar
tumorais.
imunossuprimir
as
O
tumor
células,
STIX,G.UMA
uma
defesa
parede de glicocalices externa para se
America.30:50-57,2009.
esconder
ROBBINS,S.L.Robbins
e
moléculas
(ROBBINS,2013)
diminuir
a
especifico
REFERÊNCIAS
consegue
fazer
anticorpo
antiinflamatórios.(SIMPSON,2014)
os
tumores, mas eles são “enganados” pelas
células
o
(imunoterrapia passiva) e tratamentos com
O sistema adaptativo conta células T e as
células
com
expressão
maligna.Scientific
patologia
basica.9:204-207,2013.
coestimuladoras.
SIMPSON,A.Pesquisa
23,2014.
27
Fapesp,223:16-
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
A HIPERTRIGLICERIDEMIA E A ATEROSCLEROSE
Jamille de Carvalho Silva¹, Liliane Maciel Arantes¹, Osmar de Noronha Maciel¹, Viviane de Almeida Venturelli¹,
Viviane Vianna Brito¹, Rafaela Ferreira Francan
1. Faculdade de São Lourenço/ Curso de Enfermagem
Rua Madame Schimidt 90 - 37470-000 MG
Resumo - Este levantamento bibliográfico tem por objetivo subsidiar informações quanto à doença aterosclerótica e sua
relação com os níveis de triglicerídeos.
Palavras-chave – Aterosclerose – Triglicerídeos – Hipertrigliceridemia.
Introdução
farmacológica, baseada na modificação da dieta (redução
de gorduras e carboidratos) e de hábitos de vida
A elevação dos níveis plasmáticos de LDL e a
(abandono do sedentarismo, tabagismo; redução drástica
redução de HDL, associados ao aumento nos níveis de TG
ou abando do consumo de bebidas alcoólicas, etc.),
são fatores de risco para doenças cardiovasculares, e
estas
constituem
a
principal
causa
de
porém, esta depende muito da aceitação e adesão do
mortalidade
paciente para que obtenha êxito. Quando, após seis
mundial.
meses da instituição da terapia não farmacológica, os
Aterosclerose / Hipertrigliceridemia
resultados não forem satisfatórios, faz-se necessário a
De acordo com Xavier (2013) a aterosclerose tem
introdução da terapia farmacológica, que deve ocorrer em
conjunto
início com a agressão do endotélio vascular devido a
diversos fatores de risco como: elevação de lipoproteínas
é
o
aumento
continuação
medicações
Portanto,
homocisteína, entre outros.
hipertrigliceridemia
a
As
dos
métodos
não
mais
utilizadas
são:
fibratos, ácido nicotínico e ácido graxo ômega-3.
aterogênicas, hipertensão arterial, tabagismo, níveis de
A
com
farmacológicos.
para
que
o
tratamento
da
hipertrigliceridemia obtenha êxito, na instituição tanto do
das
método não farmacológico, quanto do farmacológico faz-
concentrações de TG no sangue acima de 150mg/dl.
se
Segundo Sposito (2007) seu tratamento inicial deve ter
necessária
à
orientação
do
paciente
quanto
à
importância de sua colaboração na aceitação e adesão à
uma abordagem não farmacológica e conforme a Consulta
terapia proposta, frisando as possíveis complicações que
Pública (2002) o tratamento farmacológico é indicado para
ele pode vir a desenvolver caso não realize o tratamento
pacientes que após seis meses consecutivos da adesão às
de forma adequada e a dislipidemia evolua podendo
medidas não farmacológicas, não apresentaram melhora.
ocasionar patologias mais complexas e com maiores riscos
de danos à sua saúde ou até mesmo de morte.
Conclusão
A hipertrigliceridemia isolada já é considerada um
Referências
fator de risco para aterosclerose, isto porque de forma
CONSULTA PÚBLICA. Protocolo Clínico e Diretrizes
Terapêuticas Dislipidemias em pacientes de alto risco de
desenvolver eventos cardiovasculares. SAS/MS nº 13, 12
nov. 2002.
endógena, o organismo utiliza o glicerol dos triglicerídeos
(ácido graxo + glicerol) e o substitui pelo colesterol,
também de produção endógena, e o produto final desta
SPOSITO, Andrei C. et al. IV Diretriz Brasileira sobre
Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose:
Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de
Cardiologia, 2007.
ligação entre o ácido graxo e o colesterol é o LDL
(lipoproteína de baixa densidade) que tem afinidade pelos
receptores das células do endotélio vascular e nelas
XAVIER, H. T. et al. V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e
Prevenção da Aterosclerose: Arquivos Brasileiros de
Cardiologia. Sociedade Brasileira de Cardiologia. v.101,
n.4, out. 2013.
podem aderir-se e oxidar-se iniciando o processo de
formação das placas de ateroma.
Para
inicialmente,
o
a
tratamento
terapia
mais
da
hipertrigliceridemia,
indicada
é
a
não
28
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
I JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Estágios e Prognósticos do Câncer de Mama
Kelrye da Silva Marques¹ -RA 6422
Enfermagem
Rafaela Ferreira França¹
Resumo: O câncer de mama é o segundo tipo de neoplasia maligna mais frequente em mulheres no mundo todo;sendo,dentre os tipos de câncer o de maior
índice de óbitos em mulheres brasileiras.
Palavras-chaves:estágios da doença,câncer de mama,tratamento e prognóstico
TABELA 1: Caracterização dos estágios da doença
Introdução
Estágios
As mamas são glândulas formadas por lobos e glândulas
Estágio
mamárias,com produção de leite para nutrir o recém-nascido.Nesse local
0
pode haver proliferação de células tumorais e desenvolvimento do câncer
de mama,uma doença temida,mas ainda conhecida superficialmente pelas
Estágio
1
Estágio
2
Características
Situação
Células cancerosas
As chances de cura
contidas nos ductos
são bem maiores
Tumor com menos de 2
Sem acometimento
das glândulas
linfáticas da axila
cm
mulheres.
O câncer de mama é uma neoplasia ou tumor com capacidade de
atingir não só a mama,mas também outros órgãos.Sua formação
depende de três processos sequenciais:iniciação,promoção e progressão.
Nódulos com mais de 5cm
que podem alcançar
estruturas vizinhas
Não há indício de que
Tumores de qualquer
Mostra indícios de
metástases e é a fase
da maioria dos
diagnósticos
o câncer se espalhou
pelo corpo
A iniciação que é de origem genética,dependente da lesão do DNA
Estágio
cromossômico,herdada ou adquirida,e leva a uma perda da regulação de
3
tamanho com metástases
multiplicação celular.
A promoção na maioria dos casos é esporádica,não hereditária e
o é feita com um aparelho chamado de mamógrafo.Para os
acontece durante a vida do indivíduo.
A progressão ocorre quando as células tumorais tendem a invadir a
camada que dá sustentação ao tecido dos ductos mamários chamada de
membrana basal (SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA).
estágios I e II,utiliza-se a cirurgia como modalidade terapêutica
inicial,sendo ela parcial,com retirada de parte da mama ou total.
O estágio III é a neoplasia localmente avançada,que compromete
Prevenção e Prognóstico
extensamente a mama sem apresentar metástases à distância.(A.C
CAMARGO-CÂNCER CENTER)
Conclusão
É importante que todas as mulheres conheçam mais sobre a
O câncer de mama é uma doença grave,mas que pode ser
doença e sobre a importância da prevenção através de dietas
curada,quanto mais cedo se descobre,maiores são as chances de cura.
equilibradas,exercícios físicos e exames periódicos .
A melhor maneira é o diagnóstico precoce,a mamografia realizada uma
É necessário buscar todas informações corretas para obter um
vez por ano em todas as mulheres com 40 anos ou mais.
conhecimento razoável sobre o que significa ter esse câncer,entender
A mamografia é o único exame diagnóstico capaz de identificar o câncer
como ele evolui,quais são os estágios do tumor e o que ele pode
quando ele ainda não está totalmente desenvolvido,com cerca de apenas
causar.
um centímetro.(O CÂNCER DE MAMA E O SENSO COMUM)
Referências
Ele pode ser um câncer in situ determinado em um ponto sem se
espalhar para outros lugares,porém,tem potencial para se transformar em
-Câncer de mama.Ministério da Saúde:Instituto Nacional do
Câncer.citado 6 maio 2007].Disponível em:<http://www.inca.gov.br.>
-<http://www.accamargo.org.br/>
-ANGELO,Margareth;BAZILLI,Roselena.O sofrimento de descobrirse com câncer de mama:como o diagnóstico é experimentado
pela mulher.Revista de cancerologia,2001 47(3):277-82
-FERREIRA,Maria de Lourdes
Marques;OLIVEIRA,Cristiane.Conhecimento e significado para
funcionários de indústrias têxteis sobre prevenção do colouterino e detecção precoce do câncer de mama.Revista brasileira
de cancerologia 2006;52(1):5-15
-ABREU,Evaldo;KOIFMAN,Sergio.Fatores prognósticos no câncer
da mama feminina.Revista brasileira de cancerologia
2002,48(1):113-31
um câncer invasor.
Já o câncer invasivo rompe a membrana basal e as células cancerosas e
invade outros pontos do organismo (metástases).(SOCIEDADE BRASILEIRA
DE ONCOLOGIA).
O tratamento varia de acordo com estadiamento da doença e as
condições do paciente.A extensão do câncer do câncer de mama tem de ser
avaliada em todos os casos,pois ajuda a determinar a melhor estratégia de
tratamento
29
A
avaliaçã
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
I JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS: ATENDIMENTO SEGURO
Helenara de Souza Nogueira1 – RA 6251
Adelina Alves da Silva2 – RA 6794
Mirian Pereira Maciel3 – RA 6298
Curso:Enfermagem
Cristiany Reis Costa Ferreira Pinton
Resumo: A higienização das mãos é uma medida de grande importância na prevenção da desinfecção
cruzada que é a transmissão de infecções de um paciente para outro. Esse processo sendo realizado
adequadamente resulta num atendimento eficiente e seguro.
Palavra chave: enfermagem – prevenção – hábito – lavagem das mãos
INTRODUÇÃO:
Os estabelecimentos de saúde adotam a
higienização das mãos como um método
simples e significativo para a prevenção e
controle das infecções.
OBJETIVO:
A contaminação
de pacientes
realização
de
um
procedimento
intermédio
de
artigos hospitalares
provocar
infecções
graves
difícil tratamento.
prevenção
e
controle
das infecções,
precisamos ter a responsabilidade deste ato
pois através dele a qualidade do
atendimento é muita mais eficaz e
competente. E, quando realizada, dentro da
técnica correta reduz o índice de infecção.
durante a
ou por
pode
e
de
DESENVOLVIMENTO:
Antes de higienizar as mãos retirar anéis,
pulseiras
ou
qualquer
outro
acessório,
manter
cabelos
presos,
unhas
curtas e
limpas.
Lembrando
que
devemos fazê-la
antes do contato com o paciente, realização de
procedimentos, após o risco de exposição a fluidos
corpóreos, contato com o paciente e por fim o contato
com equipamentos e mobílias e não esquecer de manter
a torneira de uso manual fechada enquanto
ensaboamos as mãos e
ao fecharmos a
torneira
utilizar
papel
toalha
que
logo
após
deve ser desprezada em lixo para resíduos
comuns.
Toalhas de
tecidos são contra
indicadas devido a proliferação bacteriana e uso de água
muito fria ou muito quente deve
ser
evitado
a fim e prevenir o ressecamento da pele.
CONCLUSÃO:
A higienização
das
mãos, sem
alguma, é a medida isolada e poderosa na
http://www.betalimp.com.br/blog/higienizacao-dasmaos-um-ato-simples-que-salva-vidas
REFERÊNCIAS:
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS EM SERVIÇO DE
SAÚDE – Agência Nacional de Vigilância
Sanitária – Brasília: Anvisa, 2007, 52p. ISBN
978-85-88233-26 – Data de públicação:
2007.CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio e
tal.AÇÃO DAS MÃOS EM SERVIÇO DE SAÚDE
dúvida
30
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
I JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
A
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO A PACIENTES
COM DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Ana Paula Rangel, Juliana Inácio, Luciana Souza Carvalho, Reginaldo Urias Pereira
Enfermagem
Rafaela Ferreira Franca
Resumo: O despreparo do enfermeiro na lida com o dependente químico no cotiando de sua profissão é bastante grande. Pois no
curso de enfermagem das faculdades e universidades, não tem uma disciplina especifica à respeito dessa clientela.
Palavras –chave:
INTRODUÇÃO
impede de o enfermeiro ter uma relação eficiente entre o
Este projeto nos mostra que o profissional de enfermagem
profissional e paciente, atrapalhando muito, pois são eles
está despreparado para trabalhar na área do acolhimento e
que têm contato direto com usuários de drogas. São eles
cuidado de pacientes com dependência química, seja tanto
que fazem a triagem, ou seja, o acolhimento inicial. Então,
a dependência ao álcool quanto à dependência por drogas
para trabalhar como os adictos, os enfermeiros tem que ter
a capacidade de entender o que esse individuo está
passando por um momento difícil, esta em sofrimento e
ilícitas.
que necessita de ajuda naquele momento como qualquer
METODOLOGIA
outro paciente com qualquer patologia.
A metodologia utilizada para desenvolver esse projeto foi a
Portanto, muito ainda precisa ser feito para atingir uma
pesquisa em sites de trabalho cientifico e de revistas
assistência
relacionados a esse tema.
dependentes químicos, ou seja, com qualificação adequada
projeto
enfermagem
de
qualidade
para
os
e treinamento dos profissionais.
RESULTADOS
Esse
de
Diante da preocupação com esse assunto, considera-se que
contribuiu
para
aumentar
nossos
o preparo dos enfermeiros para atuar junto a essa clientela,
conhecimentos, nessa área, na profissão de Enfermagem,
deve ocorrer durante a graduação acadêmica. E também,
Pois, quando pesquisando sobre o assunto uso de drogas e
em toda a rede de saúde com treinamentos e palestras à
dependência
química
enfermeiros,
percebemos
relacionada
trabalho
de
respeito de como se trabalhar e de como agir em certas
profissionais
de
situações. Pois quando ocorre uma aprendizagem mais
enfermagem estão despreparados para atuar nessa área em
significativa, com todos os profissionais que trabalham
seguida que saem da graduação.
nessa área, o enfermeiro atua de forma mais criativa e
que
os
ao
todos
CONCLUSÃO
trabalham
juntos
para
acontecer
um
melhor
atendimento para os pacientes que necessitam dessa ajuda.
Através das pesquisas realizadas ao se desenvolver esse
trabalho, podemos concluir que o enfermeiro não tem
informação suficiente sobre essa temática, durante sua
formação acadêmica.
Com isso, percebemos que o profissional de enfermagem
que trabalha nesse setor, não sabe como lidar com esse
pacientes. Através de seu convívio social acabam adquirindo
preconceito, o que leva a ter medo dessa clientela. Isso
31
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
32
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
O DESCONHECIMENTO DA SOCIEDADE COMO IMPEDIMENTO PARA
ENXERGAR O DEFICIENTE VISUAL
Blenda Maciel Marinho, Lucas Alexandro Pereira, Nei Domiciano da Silva, Eliete Lourdes Almeida, Vera Lúcia Matos
UNISEPE - Faculdade de São Lourenço – Rua Madame Schimitd, 90 – São Lourenço
Resumo- Inclusão social nos diversos segmentos da sociedade deve ser algo natural e contínuo. Uma sociedade consciente de
sua diversidade deve agir de forma natural diante das diferenças, e para tal precisamos compreendê-las, e saber lidar com cada
uma delas. O presente trabalho teve como finalidade testar e promover o conhecimento dos alunos e funcionários da Faculdade
de São Lourenço, sobre deficiência visual.
Palavras-chave: Deficiência visual - Baixa visão - Visão sub-normal - Desconhecimento.
Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas
Gráfico 2- Sobre a melhoria da acessibilidade dos
deficientes visuais na FSL
Introdução
A deficiência visual, objeto deste trabalho,
apresenta-se como algo que representa um entrave
para as pessoas que a portam e para as não
deficientes, que não sabem como lidar com pessoas
que são portadores de uma diferença significativa.
“Deficiência visual é a redução ou a perda total da
capacidade de ver com o melhor olho, mesmo após a
melhor correção óptica” (DIEHL, 2008).
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) os
diferentes graus de deficiência visual são:
- Baixa
visão (leve
moderada
ou
profunda):
compensada com o uso de lentes de aumento, lupas,
telescópios, com o auxílio de bengalas e de
treinamentos de orientação.
- Cegueira: quando não existe qualquer percepção de
luz. O sistema braile, a bengala e os treinamentos de
orientação e de mobilidade,
nesse caso, são
fundamentais.
Mais rampas de acesso as dependências da
instituição.
Uso de microfone pelos professores na sala de
aula.
Ampliação dasletras das placas de sinalização e
dos murais.
Sinalização e avisos escritos em braile.
Monitores capacitados em libras.
Uso de piso tatil no chão da faculdade
0
Vôce tem conhecimento
que deficiencia visual
não envolve apenas
pessoas cegas, mas
tambem pessoas com
baixa visão ou visão…
Vôce sabia que na
Faculdade de São
Lourenço existem seis
deficientes visuais entre
professores e alunos?
M
80
Referências
0
20
100
Pode-se perceber com a aplicação da pesquisa
que a maioria dos entrevistados dispõe de
conhecimento que a deficiência visual não abrange
apenas pessoas cegas, mas também pessoas com
baixa visão. Observou-se também total
desconhecimento sobre as acessibilidades necessárias
para melhorar a qualidade de vida do deficiente dentro
da Instituição já que esta conta com seis deficientes
visuais no universo acadêmico.
Torna-se evidente a proposição de um
programa de conscientização a toda comunidade
acadêmica, do que se trata não só a deficiência visual,
mas como todas as demais deficiências, e formas para
compreender melhor e agir da maneira adequada com
o escopo principal de não somente atender mas
superar as expectativas de necessidades dos
portadores da deficiência visual.
Os resultados observados aqui não são
resultados isolados, são o reflexo de uma sociedade, na
sua grande maioria, desinformada sobre as
diversidades e as diferenças que as constitui.
Resultados
Gráfico 1- Sobre o conhecimento da deficiência
visual/baixa visão na FSL
SIM
60
Fonte: Pesquisa realizada no mês de outubro de 2014
Metodologia
Realização de pesquisa descritiva, aleatória e os dados
foram tratados de forma quantitativa.
M
40
Conclusão
Objetivo
Melhorar a qualidade de vida do deficiente na IES
denominada Faculdade de São Lourenço.
NÃO
20
DIEHL, Roseline, Jogando com as Diferenças: Jogos
para crianças e jovens com deficiência. 2. ed. São
Paulo: Phorte, 2008.
Deficiência Visual no Brasil Disponível em:
http://www.fundacaodorina.org.br/deficiencia-visual/
40 60 80
Fonte: Pesquisa realizada no mês de outubro de 2014.
33
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
34
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
I JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Teorias Construtivistas
Bruna Ester Faria, Keli Silvério, Priscilla Silva
Pedagogia
Maria Alice Fonseca Pereira
INTRODUÇÃO
De que maneiras podemos afirmar que as Teorias Construtivistas
superam as concepções empíricas e inativas da aprendizagem?
Dentre os representantes clássicos da tendência construtivista,
destacamos as contribuições de Piaget, Vygotsky e Wallon para a
discussão das características da inteligência humana e a
contribuição para a Pedagogia.
Para os Construtivistas o ser humano tem uma vivência históricosocial e recusam a concepção da natureza humana universal que
determina suas características em relação a sociedade e o
conhecimento é um produto social. Segundo a tendência
racionalista deixada por Descartes, prevalece o inatismo, em que a
criança e o mais importante dentro do processo do conhecimento.
Lev Vygotsky (1896-1934)
Segundo Vygotsky a linguagem instrui a criança a progredir de um
nível de desenvolvimento real, para uma área de desenvolvimento
potencial. O nível superior da reflexão do mundo é abstrato e iniciase da interação com o meio. Utiliza o conceito de mediação para
explicar as operações superiores, pois, o indivíduo não tem relação
direta com o mundo.
Sua influência para a Educação foi a Inclusão Social, em que a
criança com alguma deficiência interage com as que tem um
desenvolvimento além, ocorrendo troca de experiência e de
conhecimento em ambas as partes, possibilitando essas crianças
alcançar o mesmo desenvolvimento de modo diferencial.
OBJETIVOS
Afirmar por que as Teorias Construtivistas superam as tendências
empíricas e inativas da aprendizagem.
Indicar quais são as contribuições do Construtivismo para a
aprendizagem.
Discutir as características da inteligência humana e o processo de
ensino-aprendizagem.
Apresentar as contribuições dos teóricos Piaget, Vygotsky e Wallon
para a Pedagogia.
Henri Wallon (1879-1962)
Foi o primeiro a Ievar não só o corpo da criança, mas também suas
emoções para dentro da sala de aula. Fundamentou suas ideias em
quatro elementos que se comunicam o tempo todo: a afetividade, o
movimento, a inteligência e a formação do Eu como pessoa.
Com 0 apoio de sua teoria é possível que se eduque e conheça a
criança de forma confiável, respeitando as características e
peculiaridades dela, sempre observando cada estágio, Ievando em
conta a relação que elas mantém com as pessoas e com a realidade
ao seu redor.
CITAÇÕES
METODOLOGIA
Levantamento bibliográfico.
'O principal objetivo da educação é criar pessoas
capazes de criar coisas novas e não simplesmente
repetir o que as outras gerações fizeram'.
Jean Piaget
RESULTADOS E CONCLUSÕES
O Construtivismo supera as tendências empíricas e inativas ao
admitir que o conhecimento não é inato e sim construído e se forma
e transforma através da interação. O Construtivismo também é visto
como uma concepção interacionalista da aprendizagem, tendo
como característica que a criança não é passiva, o conhecimento é
produzido a partir do desenvolvimento de estágios sucessivos.
Recusa o objetivismo, o realismo e aceita o princípio da autoorganização e realça a capacidade adaptativa da inteligência e da
afetividade.
Jean Piaget (1896-1980)
A teoria de Piaget é interacionista, ou seja, o processo de aquisição
de conhecimentos é derivado das várias interações realizadas pelo
sujeito com os objetos do meio no qual está inserido.
Suas contribuições para a Pedagogia foram as indicações sobre os
estágios adequados para os conteúdos serem ensinados às crianças
de acordo com suas capacidades, Ievando em consideração que os
estágios de desenvolvimento envolvem a maturidade e o sistema
nervoso, a interação social, a experiência física com os objetos e a
equilibração. Com isso podemos afirmar que para Piaget, a
construção do conhecimento é um processo ativo que tem seu fim
somente com a morte.
'Através dos outros, nos tornamos nós mesmos'.
Lev Vygotsky
'A criança responde as impressões que as coisas
lhe causam com gestos dirigidos a elas.’
Henri Wallon
BIBLIOGRAFIA
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da Educação e da
Pedagogia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2013.
BESSA, Valéria da Hora. Teorias da Aprendizagem. IESDE Brasil S.A,
2006.
35
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
36
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
O ATENDIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL AS MULHERES VÍTIMAS
DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Áurea Gonzaga Paulino1, Rodrigo Martins², Dayana Aguiar Botelho³
¹ ² Faculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
INTRODUÇÃO
A Violência doméstica é caracterizada pela violência, explícita ou velada,
Toda essa situação de inferioridade feminina tinha apoio de
literalmente praticada dentro de casa ou no âmbito familiar, entre indivíduos unidos
pensadores da época como Aristóteles, ele dizia o respeito à sexualidade
por parentesco civil (marido e mulher, sogra, padrasto) ou parentesco natural pai,
dos indivíduos a diferença é indelével, pois, independente da idade da
mãe, filhos, irmãos, entre outros. Essa violência inclui diversas práticas, como a
mulher, o homem sempre deverá conservar a sua superioridade.
violência e o abuso sexual contra as crianças, maus-tratos contra idosos, e violência
Contudo, sabe-se que o respeito, a dignidade, e a igualdade são
contra a mulher e contra o homem geralmente nos processos de separação litigiosa,
direitos que devem resguardar toda mulher, todos devem ter consciência
além da violência sexual contra o parceiro (DAHEBERG,LL,KRUG,E.G,2006).
dos direitos humanos e não aceitar nenhum tipo de violência. A luta não
Observa-se dois tipos mais discutidos de violência, a física e a psicológica. A
deve ser somente das mulheres e sim de uma sociedade.
primeira é caracterizada, pela agressão direta, contra violência psicológica, quando
envolve agressão verbal, ameaças, gestos e posturas agressivas, juridicamente
CONCLUSÃO
produzindo danos morais (MINAYO,M.C 1998). Sendo mais frequente o uso do termo
"violência doméstica" para indicar a violência contra parceiros, contra a esposa,
Constata-se que é sempre importante pesquisar sobre esse assunto,
contra o marido e filhos. A expressão substitui outras como "violência contra a
afim de que se possa conduzir a reflexão e assim, se nossa atuação diária
mulher". (CHAUÍ, M, 1994.p.23-62).
está sendo efetiva na diminuição dessa forma de violência, porém, não
basta somente fazer campanhas para dizer que existe uma lei que protege
RESULTADOS
a mulher vítima de violência doméstica, quando não se consegue mudar
A família e os profissionais que atuam na rede de proteção são os primeiros a
serem procurados pela mulher agredida em casa. A idéia é que elas sejam acolhidas
efetivamente a vida daquela que, reiteradamente, é vítima. São
e orientadas sobre como proceder. Mas nem todos estão preparados para dar esse
necessárias ações efetivas, de mudança de atitudes (CHAUÍ,1994).
Acredita-se que para melhorar o atendimento é necessário pactuar
apoio.
metas de redução da violência, especialmente para evitar a reincidência,
A Lei Maria da Penha, que existe há seis anos para proteger mulheres contra a
além das ações de repressão para garantir a sensação de segurança.
violência doméstica e tornar mais rigorosa a punição aos seus agressores
(Documento do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência Contra a Mulher,
REFERÊNCIAS
2010).
A maioria das agressões acontece em casa e as vítimas são agredidas mais de
CHAUÍ, M. “Participando do debate sobre mulher e violência” In
uma vez. Por isso, vimos, a grande necessidade de criar medidas para fortalecer o
Franchetto, B. (org.). Perspectivas antropológicas da mulher/ Sobre
sistema de proteção cada dia mais.
mulher e violência, 1994. pg. 23-62.
Contudo como observa Chauí (1994) que este é um fenômeno que requer a
DOCUMENTO DO PACTO NACIONAL PELO ENFRENTAMENTO À
colaboração interdisciplinar e ação multiprofissional, sem invalidar o papel da
VIOLÊNCIA
epidemiologia para o dimensionamento e compreensão do problema alerta para os
CONTRA
A
MULHER
2010.
http://www.sepm.gov.br/publicacoes-teste/publicacoes-2010. Acesso em:
riscos de reducionismo e necessidade de uma ação pública.
10/05/2013
DUARTE, C.L. e CARMO, D. e LUZ, J. Mulheres de Minas: Lutas e
DISCUSSÕES
Conquistas – Em comemoração aos 25 anos de Criação do Conselho
De acordo com MELO (2010) a discussão sobre as desigualdades entre homens
Estadual da Mulher de Minas Gerais. Imprensa oficial 2008.
e mulheres não é recente, ela ve, de muito tempo, mas precisamente da Grécia
antiga. Desde aquela época é dado à mulher o papel de cuidar dos filhos e da casa.
MELO, E.F.I. As política públicas no âmbito da segurança e justiça no
Grande pensadores filósifos e teólogos também foram responsáveis por essa
enfrentamento a violência contra a mulher: reflexões sobre os desafios de
conjuntura.
se constituir uma política pública de gênero. Monografia de conclusão do
curso de especialização em gestão social. Fundação João Pinheiro, 2010.
37
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
INFLUÊNCIA DIGITAL NOS VÍNCULOS SÓCIOFAMILIARES
Renan Fernandes Nogueira1, Dayana Aguiar Botelho²
¹ ² Faculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
relações interpessoais.
INTRODUÇÃO
Segundo Nicolaci (2005) os referenciais de tempo se perdem no imediatismo
das conexões em rede de maneira que se perde a noção de espaço, criando um
A internet, enquanto elemento de análise permite-nos diversas considerações.
contexto de múltiplas mensagens e experiências fragmentadas.
Sendo importante destacar sua principal característica a ser analisada, o paradoxo, o
dualismo de ser e não ser e o da aparência-essência.
DISCUSSÕES
Assim sendo, observa-se que mesmo sendo uma instância não existente
A percepção de espaço se pluraliza em diversos espaços paralelos
fisicamente, senão nos backbones que suportam sua estrutura e nos hubs e
servidores que guardam e distribuem parte de seus conteúdos, a internet se
coexistentes, assim consolidando–se nessa rede pseudoparâmetros num
corporifica como um “lugar” com uma noção de temporalidade própria, no imediato.
processo ininterrupto de ser que não contribuiu para nenhum
desenvolvimento, contato ou autoconhecimento
O tempo e espaço na internet possibilitam o paradoxo de existência e não
existência do que podemos chamar de espaço virtual. Complementarmente, a
aparente e ilusória concretude e multplicidade encontrada na rede têm diversos
CONCLUSÃO
limites reais.
Todo e qualquer conteúdo nela contido é fruto de um input de dados; algo
Pode-se concluir que a autonomia, domínio e velocidade que são
específico e recortado daquilo que é real e há no mundo, incorrendo, dessa maneira,
inerentes a internet demonstram e incorporam claramente o ideal
que por mais que é esses conteúdos sejam complementares e interconectados
individualista liberal.
sempre serão recortes difusos e pulverizados de apreensões da realidade pontuais
A ausência de limites, a possibilidade de escrever, apagar, arquivar,
Muramatsu (2011).
trocar informações e poder utilizar-se de comunicação em tempo real são
A internet com sua avassaladora influência em todos os espaços da vida
os expoentes da cultura contemporânea da super valorização da liberdade
cotidiana e com sua opressiva presença no dia a dia de todo o globo, tem sua
individual, o que faz com que a web alimente nefastas ilusões de uma
estrutura física baseada em alguns poucos backbones e sua aparente robustez é na
sociedade onde os homens podem se emancipar individualmente (Wolton
verdade ilusória.
2003).
A maneira aparentemente fluida e natural com que os equipamentos da
tecnologia vinculam o homem e a rede parece conferir aqueles a capacidade de
domar o instrumento e a rede de uma maneira cada vez mais própria e orgânica.
REFERÊNCIAS
RESULTADOS
MURAMATSU, Vitor. Influências da comunicação digital nos vínculos humanos.
O conceito de vínculos sociofamiliares pode ser entendido através da
São Paulo: editorA, 2011.
subjetividade, podendo ser entendido como uma das características humanas
peculiares ao indivíduo e seu histórico de vida.
Nicolaci da Costa, Ana Maria. O cotidiano de múltiplos espaços contemporâneos.
Seja no âmbito familiar estruturador da personalidade e historiografia de seu
estar no mundo e seus semelhantes, pelo contato e de se reconhecer entre os limites
do público e privado a instância comunitária da qual absorve e doa significações,
Em Psic. Teor. E pesq, vol 21 , n3, Brasilia, set/dez de 2005.
identificações e simbolizações.
WOLTON, D. Internet, e depois? Uma teoria crítica das novas módias. Tradução
Assim sendo, o processo subjetivo, eminentemente psíquico, possibilita a
Isabel Crossetti. Porto Alegre: Sulina, 2003.
internalização dos objetos que dão concretude ao real (MURAMATSU, 2011).
Os processos de identificação corporificados em personagens e instituições
concretas como a família e a sociedade como exemplo, se apresentam como
modelos ideais criadores de padrões socialmente aceitos e reconhecidos de valores,
comportamentos, crenças, costumes, tradições, etc.
Esse processo subjetivo é algo cultural e na sociedade é específico, único e
próprio de cada sujeito e perpassa por suas vivências e experiências e maneiras de
lidar com conflitos, angústias, bloqueios, fantasias situações adversas além de suas
38
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
PEDÓFILO: CULPADO OU VÍTIMA?
Jéssica Nogueira Osório1,Orientadora: MªFabyane Kássia Scofield da Cunha2
12
Faculdade de São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
RESUMO –
Este artigo tem por objetivo abranger os conhecimentos sobre o tema pedofilia. Os pais ou responsáveis desconhecem a patologia e como pessoas
meramente leigas julgam o termo pedofilia como crime. Busco esclarecer neste artigo o que vem a ser na realidade um pedófilo e seus padrões de comportamento,
eles aparentam serem pessoas visualmente inocentes, passam despercebidos na sociedade, convivem e frequentam os mesmos lugares da própria vítima. Partindo
deste ponto de vista, informo a população de que estamos lidando com pessoas com demência e distúrbios mentais.
PALAVRAS CHAVE: Pedofilia; Violência Sexual; Crianças.
INTRODUÇÃO
aguça a idéia de que os pedófilos são pessoas ruins e cometem o ato de abuso e
violência sexual por mero prazer, consequentemente causando mais revolta na
No século XX atos cometidos de abusos sexuais por pedófilos eram pouco divulgados
e até mesmo nem citados ou classificados como crime hediondo. Muitos se
população.
Os pais ou responsáveis desconhecem a patologia e como pessoas
confundem com o termo pedofilia, para casos de abusos sexuais e violência sexual.
meramente leigas julgam o termo pedofilia como crime.
A pedofilia é um padrão de comportamento sexual no qual, em geral, a fonte
O pedófilo para esconder sua patologia perante a sociedade mantem
predominante de prazer não se encontra no ato sexual entre pessoas adultas e sim
relações sexuais com maiores de idade, como por exemplo, namoradas,
sentir prazer em olhar para crianças e imaginar o ato sexual com elas, “(...) conceito
profissionais do sexo e até mesmo pedófilos que são casados e matem
utilizado na medicina para descrever o transtorno sexual de um adulto que pratica
sua relação com a esposa para poder praticar o ato sexual ilícito dentro ou
atos sexuais com um menor de idade (...)”. (MONTEIRO, 2012, p.02). Sendo assim é
fora do casamento. Abusando de um filho ou filha, sobrinhos e também de
uma parafilia. Porém este comportamento é classificado como patologia, doença
amigos de seus filhos. Esta é uma realidade que está presente em nosso
mental por sentir prazer por crianças, cujo estas não são homens/mulheres formados
cotidiano, mas que muitas vezes não notamos, pois estes pedófilos
fisicamente e que ainda não tem noções da sexualidade.
convivem conosco e fazem parte de nosso meio social. São pessoas
Quando vemos na mídia casos de abuso e violência sexual com crianças, a primeira
visualmente inocentes, passam despercebidos na sociedade, convivem e
sensação que sentimos é de raiva, nojo e crueldade. Ainda que tenhamos razão
frequentam os mesmos lugares da própria vítima.
como pessoas leigas; diante dos Direitos Humanos é necessário pensar que e o
porquê da ação de um pedófilo, buscando assim
CONSIDERAÇÕES FINAIS
entender melhor o lado desta
patologia. Estes sofrem com distúrbios mentais que carregam e também são sujeitos
Ao abordar o tema e analisar os diferentes aspectos da pedofilia, foi
de direitos. Sem o ato consumado não é crime e sim patologia denominando – se
possível perceber que é um tema o qual abrange profundamente nossa
Pedofilia. Visto que a pedofilia tange seus dois lados, ou seja, apesar da patologia,
sociedade, por ser algo que ocorre, infelizmente, com frequência e que
não se pode desconsiderar o abuso e violência sexual sem punição visto que estes
nos aborda de forma negativa e intrínseca, pois somente em imaginar um
são crimes hediondos, afetando as crianças que ainda não tem sua personalidade
abuso ou exploração sexual infantil é algo inaceitável para uma pessoa
formada e nem tem a destreza de se defender de tal situação. Cabendo ao Código
que não sofre de transtornos mentais, do que o olhar crítico como
Penal a aplicação das leis contra o abuso e exploração sexual contra menores.
profissional. Porém o profissional de serviço social, ao analisar um caso
A VIOLÊNCIA SEXUAL E O SEU LADO BRUTAL
de pedofilia, compete à busca da universalização de direitos para o
No caso da violência e abuso sexual é usada força física, acarretando traumas e até
pedófilo e com isso o agir profissional será neutro e laico, sem julgamento,
mesmo distúrbios nas crianças vítimas dessa violência. Após o ato consumado, que
sem preconceitos.
muitas vezes ocorrem mais de uma vez, estas crianças dificilmente conseguem ter
Conclui – se também que as pessoas ainda desconhecem a patologia e
uma interação, convívio e espontaneidade, como as crianças que não foram
julgam o pedófilo de uma forma errônea e muitas vezes cruel e desumana,
abusadas e violentadas sexualmente. Sua mente não entende o que está ocorrendo
sendo que a doença é um dos maus deste século. Com relação às
durante o ato sexual. Apesar de ser uma patologia os pais ou responsáveis da vítima,
crianças, que infelizmente sofrem o abuso e a exploração sexual, o
não conseguem entender e absorver que o pedófilo é um doente mental, com isso se
trabalho dos profissionais (assistente social), com essas crianças
revoltam, caem em depressão e se sentem injustiçados perante a lei, quando provado
vitimadas, deve ser contínuo e insistente, para que elas possam se
que foi por demência o ato sexual praticado por parte do criminoso.
reintegrar em seu meio social e dar continuidade em suas vidas.
A mídia na atualidade em jornais, revistas e internet passam informações de
Superando a violência sofrida, elas crescerão sem o terror de uma vida
prevenção e alerta em relação aos pedófilos e os cuidados a serem tomados para
insegura e cheia de medos. Tendo um futuro com uma concepção de vida
que as crianças não sofram tais violências. “Interpelar a violência contra a criança por
cheia de otimismo e oportunidades para continuar seus caminhos.
meio de jornais podem nos levar à compreensão de uma construção social a este
respeito”. (LANDINI, 2003). Porém ao mostrarem casos de violência e abuso sexual
39
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
REFERÊNCIAS
LANDINI. Tatiana Savoia. Pedófilo, quem és? A pedofilia na mídia
impressa. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro. Nº19 (Sup. 2).
2003.
MONTEIRO. Debóra Vanessa. Crimes sexuais contra crianças:
Pedófilo vs. Molestador sexual. Psicologia. PT. Portal dos Psicólogos.
2012.
40
Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO PAIF
Mirelly de Lima Ferreira1, Milena Pereira de Melo2, Adriana Cruz de Oliveira Nunes³, Juliana Teixeira Moreira4
Orientadora: Ms. Fabyane Kássia Scofield da Cunha
4
¹ ² ³ Faculdade São Lourenço - UNISEPE / Rua Madame Schimidt, 90 – Bairro Federal – São Lourenço/MG
Resumo- Atualmente, diversas famílias encontram-se em situações de risco, devido às vulnerabilidades que estas apresentam. Com o objetivo de proteger a
família, que é a base da sociedade, segundo a Constituição Federal, o Estado proporciona políticas públicas, que serão executadas pelos profissionais do SUAS.
No âmbito social, essas políticas são operacionalizadas pelo Assistente Social, que através das ferramentas do SUAS buscarão atender tais demandas.
Palavras-chave: Famílias, PAIF, Assistente Social, Vulnerabilidade Social.
O Assistente Social deverá acompanhar as famílias atendidas, não
apenas buscar uma ação imediata, mas ações que modifiquem realmente
a situação em que elas vivem, buscando amenizar as raízes das
vulnerabilidades encontradas, impedindo que estas se alastrem causando
rompimentos dos vínculos.
Esse acompanhamento deve ter como objetivo potencializar as
famílias, tornando-as protagonistas de suas histórias.
Sendo assim, é necessário que o profissional tenha em mente que cada
família atendida possui sua particularidade e sua própria organização e
que suas ações devem ser pautadas no seu projeto ético político,
buscando práticas que não sejam baseadas no senso comum e
carregadas de preconceitos.
É necessária a formação de um profissional crítico, que não aja
segundo princípios assistencialistas e clientelistas, mas que reconheça
suas ações como frutos de políticas públicas pautadas em leis.
As ações realizadas devem ser planejadas, buscando mudanças
efetivas na realidade, prevenindo ações improvisadas e sem direção, que
podem acarretar uma prática focalizada e assistencialista.
INTRODUÇÃO
Um dos eixos estruturantes da Política Nacional de Assistência Social (PNAS) é a
''matricialidade sociofamiliar'', ou seja, as ações do Assistente Social devem voltar-se
para a família.
Pensando no atendimento às famílias, criou-se, em 2001 um projeto piloto, o
Programa Núcleo de Apoio à Família (NAF), em 2003 criou-se o Plano Nacional de
Atendimento Integral às Famílias (PAIF), porém, com a criação da PNAS em 2004
esse plano foi aprimorado transformando-se em Programa.
Atualmente, o PAIF tornou-se uma ação continuada, sendo um serviço oferecido,
obrigatoriamente nos CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Segundo a
Tipificação Nacional de serviços socioassistenciais “O Serviço de Proteção e
Atendimento Integral à Família – PAIF consiste no trabalho social com famílias, de
caráter continuado, com a finalidade de fortalecer a função protetiva das famílias,
prevenir a ruptura de seus vínculos, promover seu acesso e usufruto de direitos e
contribuir na melhoria de sua qualidade de vida. Prevê o desenvolvimento de
potencialidades e aquisições das famílias e o fortalecimento de vínculos familiares e
comunitários, por meio de ações de caráter preventivo, protetivo e proativo.’’
Trataremos, neste trabalho, sobre a atuação do assistente social junto as famílias
no PAIF.
A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO PAIF
O Assistente Social é um profissional crítico capaz de intervir na realidade social.
CONCLUSÃO
Tem como objetivo combater as várias expressões da questão social.
Esse profissional é apto para trabalhar em diversas áreas, porém ‘’suas ações
devem possuir centralidade na família para concepção e implementação dos
benefícios, serviços, programas e projetos. '' (PNAS, 2004).
Para se alcançar tais objetivos, através do CRAS, o assistente social possui como
ferramenta o PAIF, que possibilita uma intervenção, que vise a proteção, promoção e
prevenção das famílias, atendendo suas demandas e fortalecendo seus vínculos.
O trabalho social realizado no PAIF com as famílias deve ser pautado na ética
profissional, através do conhecimento teórico-metodológico e técnico-operativo, com
a finalidade de garantir seus direitos e contribuir para uma boa convivência familiar.
As famílias a serem atendidas prioritariamente pelo serviço devem encontrar-se em
situações de vulnerabilidade social e que se enquadrem no perfil para participação de
outros programas, como por exemplo, o de transferência de renda (Bolsa Família).
Todos os usuários devem estar inscritos no CADÚNICO (Cadastro Único).
Ao trabalhar com as famílias o assistente social precisa adquirir uma postura
diferenciada frente a essa demanda, buscando conhecer a totalidade da realidade e
uma transformação da mesma, adquirindo como princípio, segundo a NOBRH SUAS,
a desburocratização da relação, a privacidade do usuário, o sigilo profissional, entre
outros, com o objetivo de garantir um atendimento mais próximo dos usuários e uma
relação de confiança, para que o real problema seja identificado.
No primeiro momento, o profissional deve realizar a acolhida, onde ocorre o
primeiro contato com o usuário, que possibilita o conhecimento da realidade onde ele
está inserido. Deve-se manter um diálogo aberto e uma escuta qualificada.
A partir desse conhecimento, o profissional traçará planos a cerca de quais serão
As ações do Assistente Social em torno da família são de total
importância para a sociedade, que muitas vezes necessita de uma política
que fortaleça seus vínculos e proporcione oportunidades para que sua
função seja executada de maneira plena.
Quando esse trabalho não é executado de uma maneira eficaz, as
famílias podem continuar em vulnerabilidade e seus vínculos podem ser
rompidos.
A atuação do Assistente Social é de suma importância no trabalho com
as famílias, pois ele é um profissional que possui, através de sua
formação, um acervo de informações capazes de auxiliar o usuário a
romper com a realidade vulnerável em que ele se encontra.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do
Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988.
BRASIL. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate á fome. Política
Nacional de Assistência Social – PNAS. Brasília, 2004.
BRASIL. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à fome.
Tipificação de Serviços Socioassistenciais. Brasília, DF. 2009.
as próximas ações a serem tomadas, podendo inseri-lo em oficinas com famílias,
ações comunitárias, ações particularizadas ou encaminhamentos de acordo com suas
BRASIL. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à fome.
Orientações técnicas sobre o PAIF. Vol. 2. 1ª Ed. Brasília, DF. 2012.
necessidades.
BRASIL. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate á fome. Norma
Operacional Básica da Assistência Social – NOB-RH/SUAS. Brasília,
2005.
FONTE: Orientações técnicas sobre o PAIF, vol. 2. 2012.
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
AUTOMAÇÃO AQUARIO
Ayra de Araújo Silva, Juliano Guimarães Souza, Bárbara Nalleate Pinto Gregati,
Breno da Costa Fonseca, Gennis Fabiano Ribeiro e Tamiris de Oliveira Correa da Silva
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
Este projeto tratará sobre automação de aquário de água doce com prototipagem Arduino, ferramenta para
elaboração de projetos em projetos que um sistema interage com o ambiente, por meio de hardware e software.
A instalação de um aquário é simples e rápida, bastando apenas que se encontre o perfil do aquário ideal, em pet
shop. Porém, os cuidados pós compra são muitos e a falta deles pode levar até mesmo a perda de seus
bichinhos. A automação, feita de forma flexível e de baixo custo, irá auxiliar com os cuidados necessários e
cotidianos, garantindo desta forma a saúde de seus habitantes.
MATERIAIS E MÉTODOS
Com base nas pesquisas de Gomes (1998), Gewandsznajder; Linhares (2005), descobrimos os cuidados
básicos e necessários com o aquário e utilizando a prototipagem básica de McRoberts (2011), códigos em C/C++ e
componentes eletrônicos, montamos a automação. Para tanto, foram utilizados:
2m Mangueira de silicone
1 aquário de 24 litros
1 resfriador de aquário
1 termometro
1 bomba
2 divisores de ar
1 lampada de aquário
1 Aquecedor com termostato
1 filtro
Cascalho para decorar o aquário
1 Placa de arduino
1 Servo motor
1 Protoboard
1 Fonte PC
3 Resistores de 100 ohms
1 Potenciômetro de 10 k ohms
1 Diodo 1N4007
Fios para jumpers
1 Pedaço de madeira
1 Bocal de luz
2 Metros de fios
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RESULTADOS E DISCUSSÃO
Durante o processo de elaboração e execução do projeto, alguns problemas surgiram, com relação
às peças e a programação empregada, porém, todos eles foram superados e a conclusão do projeto foi garantida.
CONCLUSÃO
Com a realização do projeto, concluiu-se que a automação através do Arduino, pode ser aplicada para
proporcionar benefícios no cotidiano, pois pontos positivos foram alcançados, pois a meta foi cumprida e os cuidados
básicos de um aquário de água doce, foram realizados com a utilização do Arduino.
REFERÊNCIAS
GOMES, Sérgio. Primeiro Aquário. 1998.
GEWANDSZNAJDER, Fernando; LINHARES, Sérgio. Biologia. Governo de Minas, 2005.
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SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
BATERIA - LUVA DE EXPRESSÃO MIDI ARDUINO
Rafael Silva Cortez¹, José Adriano Matias², Jorge Luis Elias Junior³
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
Quem nunca viu alguém tamborilando em uma porta, mesa ou um lugar qualquer, simulando a batida
de uma música?
Pois é, acho que não existe uma pessoa que nunca tenha feito isso na vida.
O projeto de simulação de bateria, tem como o objetivo trazer isso mais pra realidade, visa utilizar luvas
com sensores de luz LDR ligados nas pontas dos dedos, utilizando um microprocessador Arduíno, que conectado à
um computador com programas que fazem a conversão de batidas captadas –pelos sensores em sons de expressão
MIDI.
O projeto demonstra que não é preciso ter uma bateria em casa, basta ter criatividade e
disponibilidade, não necessitando ser um especialista em tecnologia ou programação.
MATERIAL E MÉTODOS
O intuito do projeto, é demonstrar para o público o quão simples é aliar o uso da tecnologia para tarefas
rotineiras e hobbies a serem praticados. Levando em conta as aulas teóricas passadas pelos professores, a
complexidade; à primeira vista;
proporcionada pelo projeto a ser realizado, o curto espaço de tempo e a experiência dos desenvolvedores, a
solução para isso torna-se de difícil resolução.
Mas por isso, decidimos utilizar materiais de baixo custo monetário e de fácil acesso no mercado, como luvas
de algodão,
resistores LDR e 1K, fios flexíveis, e o único que foge ao padrão será o Arduíno, que é a base de todo
o projeto, aliado a programas executados em um computador.
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
O Arduíno é uma plataforma open-source, com capacidade de enviar e receber comandos físicos e
sonoros, sendo programado na linguagem C/C++. O projeto resume-se a aliar um Arduíno com os sensores para que
este passe os comado para softwares: de conversão de serial MIDI; de criação de auto-retorno de portas MIDI virtuais
(para interconectar aplicativos que deseja abrir um hardware de portas MIDI para que estes reproduzam os comandos
feitos nos sensores no FL Studio, que é um software sintetizador.
Para a montagem e programação do projeto, pesquisamos em livros e projetos já realizados encontrados na
internet.
RESULTADOS
O resultado do projeto foi satisfatório, apesar da complexidade de alguns softwares. Integrar os senso
res ao arduino, dele encaminar para um software simulador de MIDI e após reproduzir foi um desafio.
CONCLUSÃO
O projeto de bateria através da luva de expressão MIDI nos mostra como a tecnologia pode ser usada
para fins educacionais e de lazer. O mesmo nos incentivou a pesquisar e aprender sobre a vasta aplicação e
usabilidade do Arduíno.
Se você gosta de eletrônica, gadgets e música use seu tempo e construa um desse, o custo é baixo e o resultado não
te decepcionará, além da satisfação de pensar que foi algo que você mesmo fez.
REFERÊNCIAS
RATNIEKS, BRUNO; Drumming MIDI Glove using Arduino and light sensor http://www.instructables.com/id/SNF- Drumming-MIDI-Glove-using-Arduino-and-light-se/ , 2014.
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SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
MÁQUINA CNC
Agnaldo Trindade, Lucas Santos, Rodolfo de Jesus
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
A máquina
CNC (Computer
Numeric
Contro) é construído e controlado por arduino UNO R3
usando programação de linguagem phyton. Ao utiliza-lo
é possível fazer impressões 3D ou desenhos usando
um laser de unidades de DVD-RW.
Grande parte do hardware são fáceis de encontrar,
entretanto, as demais precisam ser adquiridas. Para a
montagem do produto é necessário básicos
conhecimentos em programação e eletrônica, o projeto
é open source.
Figura 2: Ligando o arduino ao cnc
MATERIAL E MÉTODOS
Realizamos pesquisas em diversos sites e
livros.
É necessário adquirir alguns materiais para
a realização do projeto, entre eles os mais
essenciais são:
•
1 Arduino UNO R3
•
2 Drivereasy
•
2 Motores de passo de DVD RW
•
1 Laser
•
1 dissipador de calor para laser
•
Ferramentas diversas
Primeiramente é necessário desmontar as
unidades de DVD – RW para usar os motores de
passo e o laser contido neles. Para retirar os lasers é
necessário ter cuidado, pois ele é totalmente preso
dentro de algumas unidades, além de serem
pequenos e frágeis.
Figura 3: Modulo de potência do laser
RESULTADOS
Devido ao limite de tamanho das unidades,
as gravações só poderão ser feitas num tamanho de
3,6 cm de largura por 3,6 cm de comprimento. A
potencia do laser é de 200 mW sendo assim as
impressões podem ser feitas em pequenos pedaços de
madeira, plástico e até mesmo as costas de aparelho
celular. Nada mais além do que estes objetos.
Os controladores de motor usados foram 2
drivereasy, já que os motores não funcionaram ao
utilizar 2 ponteH (Keyses 298). É possível montar um
controlador de motor, porém suas especificações são
Figura1 : Diodo Laser
Importante: ao utilizar o produto, nunca olhe diretam
ente para o laser, o contato do raio com os olhos pode
ocasionar cegueira.
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
rígidas, e qualquer erro pode causar problemas no
produto.
Na parte de software o computador envia sin
ais de comando de movimentação via USB diretamente
aos controladores de motor (drivereasy) que são ligados
aos motores de movimentação. Assim, cada comando
que sai do computador é executado na CNC.
Em meio esse processo usamos os seguintes
programas:
.Xloader + hex grlb, Inkscape + plugin e GRLB
CONCLUSÃO
O produto é de design simples e de baixo c
usto, e com um custo muito
baixo comparado a
qualquer máquina profissional.
Foi um desafio montar pois envolvem várias
áreas de conhecimento.
REFERÊNCIAS
ivro CNC
Arduino Robotics. JohnDavid Warren, josh adams e harald molle
Introdução à usinagem com CNC. Michael Fitzpatrick
http://www.instructables.com/id/Pocket-laserengraver/?ALLSTEPS
http://funofdiy.blogspot.com.br/2013/10/a-raspberry-picontrolled-mini-laser.html
http://www.instructables.com/id/MicroSlice-A-tinyArduino-laser-cutter/?ALLSTEPS
https://github.com/grbl/grbl/wiki/Flashing-Grbl-to-anArduino
https://github.com/grbl/grbl/wiki/Compiling-Grbl
https://github.com/grbl/grbl/wiki/Using-Grbl
http://davidegironi.blogspot.com.br/2014/07/38mm-x38mm-laser-engraver-buildusing.html#.VDzCoPl_v-s
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SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
ESTUFA TECNOLÓGICA
Alisson Sene, Guilherme Nogueira, Natan Romano, Yurick Alber
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
Visando buscar otimização dos cuidados
de uma estufa de pequeno porte, o projeto de Estufa
Tecnológica coloca em modo automático alguns
cuidados básicos e fundamentais no plantio e cultivo de
hortaliças e leguminosas.
Aplicando procedimentos de automação nos
processos de irrigação, controle de ventilação e
temperatura ambiente. O projeto será aplicado
utilizando tecnologias de baixo custo oferecendo
qualidade nos serviços e diminuindo o tempo de
trabalho do produtor.
A maior parte do hardware precisa ser
adquirida. Para a montagem da estufa, é necessário
conhecimento básico em programação e eletrônica. O
projeto é open source.
Arduino Uno
Sensor de Solo e Temperatura/Umidade
RESULTADOS
Para nossa estufa, de pequeno porte, nosso
projeto nos atende perfeitamente. Em caso de
MATERIAL E MÉTODOS
Realizadas
pesquisas
em
diversos
aplicação em grandes áreas, os sensores aplicados
sites
devem ter outras especificações e quantidades e o
e livros.
É necessário adquirir alguns materiais para a
realização do projeto, entre eles os mais essenciais
são:
1 Arduino UNO
1 Válvula Solenóide
1 sensor de umidade de solo
1 sensor de umidade e temperatura ambiente
2 coolers
arduino deve ter maior capacidade de
processamento.
CONCLUSÃO
O Projeto é simples e cumpre com satisfação
as tarefas programadas. Para uma estufa de
pequeno porte, o projeto é capaz de atender suas
necessidades além do projeto ter um baixo custo.
Ferramentas diversas.
Realizamos programação do Arduino para
ativação e desativação de equipamentos conforme
necessidade e dados obtidos do ambiente onde
foram instalados os sensores.
REFERÊNCIAS
Jhonatan Rodrigues dos Santos, Felipe Yuta Matsuda, Dr.
Johelden Bezerra,
MSc. Edson Silva, Dr. Josiane Rodrigues, MSc. José
Jailton, MSc. Elionai Sobrinho.
Instituto de Estudos Superiores da Amazônia, Avenida
Gov. José
Malcher, 1148 – Nazaré – Belém –
PA. Telefone (91) 4005-5400
Livro Válvula Solenoide
Primeiros Passos com o Arduino Arduino Básico Mcroberts,
Michael / NOVATEC 30 Projetos Com Arduino
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SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
ORQUESTA DE ARDUÍNO USANDO DRIVER DE DISQUETE
Vinícius, Diego, Átila, Junior e Leonardo
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
Com a ajuda do Arduíno faremos uma orquestra usando alguns drives que possivelmente seriam
descartados pelos usuários reaproveitando suas peças na criação de um projeto criativo e divertido.
MATERIAL E MÉTODOS
Realizada pesquisa na internet e livros.
Hardware
Arduino Uno.
Unidade 1 x Fonte de Alimentação ATX.
Cabo USB.
8 drive de disquete 3/4
Cabo de alimentação para a Unidade de Abastecimento ATX, eu recomendaria 300w ou mais, mas ele
provavelmente poderia ser feito com menos.
Varios cabos jumper wire macho-fêmea para conectar o Arduíno aos drives de disquete.
Software
IDE arduino
Biblioteca RXTX
Biblioteca TimeOne para o arduino
Programa Moppy
Java JDK 1.7+
NetBeans 7.4+
Ferramentas:
Fita de isolamento
Alicate de Corte
PC com o Windows
Ferro de solda
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
Lógica:
Sobre os leitores de disquetes musicais, cada drive é interligado à placa do Arduíno, que através
de um código desenvolvido previamente, é capaz de controlar os cabeçotes dos leitores de disquetes, onde seu
“barulho” natural de leitura, com uma pitada de criatividade e habilidades de sicronismo, torna-se música!
RESULTADOS
A ideia inicial era usar um único drive no projeto, alguns drives foram danificados devido a erro na cone
xão com o Arduíno, após várias tentativas o projeto começa a tomar forma e é tomada a decisão de adicionar mais
drives para que o projeto fique mais incorporado e dinâmico. Após vários drives danificados na fase de testes o
projeto é concluido e os resultados desejados são alcançados com grande satisfação atingindo as expectativas da
equipe.
CONCLUSÃO
O trabalho desenvolvido mostra que com um pouco de criatividade e com a ajuda da tecnologia é possível
reaproveitar equipamentos que seriam descartados pelos usuários.
Com o arduino podemos desenvolver vários tipos de projetos com baixo orçamento que podem auxiliar nas
tarefas diarias.
REFERÊNCIAS
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arduino
https://www.youtube.com/watch?v=WVs_dHHlw3g
http://labdegaragem.com/
http://www.revistadoarduino.com.br/mapa_arduino.html
McRoberts, Michael Arduinobásico ; São Paulo : Novatec Editora, 2011.
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SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL
Calebe Owsiany, David Luan, Leonardo Chaves, Lincoln Machado, Paula Vieira
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
Com o surgimento de novas tecnologias, temos ao nosso alcance diversas possibilidades aliando auto
mação, das mais simples às mais complexas, em sistemas de integração para vários ambientes, levando praticidade
e conforto aos usuários.
Nosso projeto destinou- se a demonstrar um pouco sobre a Automação Residencial, mostrando o
funcionamento em ambientes, através de uma miniatura ou maquete, da interação entre dispositivos eletrônicos aliados
à programação.
Foi utilizado como base do projeto o Arduíno, placa fabricada na Itália utilizada como plataforma de prototi
pagem eletrônica.
Nosso foco foi demonstrar algumas funcionalidades que podem ser implementadas dentro de uma cas
a, como ascender e apagar luzes, ligar tomadas, entre outras, aliando programação à dispositivos eletrônicos, para
proporcionar praticidade de realizar tarefas rotineiras de forma remota.
MATERIAL E MÉTODOS
O projeto utilizou o Arduíno, plataforma open-source que tem capacidade para controlar dispositivos físicos,
receber e tratar dados através de uma interface programável baseada em linguagem C/C++.
Foram utilizadas as seguintes ferramentas para o desenvolvimento do projeto: IDE Eclipse para o
desenvolvimento do aplicativo em Android, IDE arduino para o desenvolvimento do código gravado no
microcontrolador. Ferro de solda para a conexão entre os fios e módulos. Multímetro para a verificação dos contatos.
Para o desenvolvimento simulado foi utilizado a IDE Fritzing do qual pode ser visto o esquemático do projeto abaixo.
Figura 2 – Esquemático do projeto
O protótipo do projeto simulou uma residência e foi construído com madeira cúbica, no qual foram inseridos
os sensores e atuadores, além de uma fonte de tensão para alimentar o sistema e o Arduíno.
RESULTADOS
Como previsto, os objetivos do projeto foram alcançados com êxito. Através da maquete, demonstramos a
interação de dispositivos movéis Android com o sistema desenvolvido com o Arduíno e mostramos algumas das
funcionalidades da automação residencial.
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
CONCLUSÃO
Através da maquete, realizamos testes e observou-se que a comunicação do dispositivo móvel Android,
através de rede wi-fi foram entendidas pelo sistema de controle, ou seja, a plataforma Arduino e as tarefas fora
executadas.
Aquilo que há dez anos poderia ser considerado como ficção científica já pode ser considerada como reali
dade nos dias atuais. Essa é a prova que a automação é um ramo das ciências exatas com maior potencial de
desenvolvimento de novos produos e soluções para atender às mais diversas demandas das sociedade, quer seja sob o
aspecto de praticidade, quer seja de segurança ou até mesmo lazer. É a tecnologia a serviço do ser humano de acordo
com sua conveniência necessidade.
REFERÊNCIAS
- DIAS, C.L.A.; PIZZOLATO, N.D. Domótica: Aplicabilidade e Sistemas de Automação Residencial, CEFET. Campos
dos Goytacapes – RJ, 2004.
- EUZÉBIO, M.V.M.; MELLO, E.R. DroidLar: Automação Residencial através de um celular Android IF – SC, 2011.
- MCROBERTS, M. Arduíno Basico, Novatec Editora Ltda., 2011.
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL ILUMINAÇÃO
Rerisson de Faria Lima, Daniel Antônio Ferreira
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
Esse projeto baseia –se no Arduíno (que é uma placa fabricada na Itália utilizada como plataforma de
prototipagem
eletrônica que
torna a robótica mais acessível a todos) e tem como objetivo principal utilizálo através de linguagens de programação, para controlar dispostivos eletrônicos, isto é, direcionar seu uso para a
automação da iluminação residencial, possibilitando o controle da iluminação do ambiente sem a necessidade de ficar
locomovendo-se. Vamos mostrar que com esse projeto podemos controlar a potência da iluminação, acender e apagar
as luzes, se deseja que ela pisque e a velocidade.
MATERIAL E MÉTODOS
Utilizamos:
1x Arduino
1x Rele
1x Diodo
Fios de conexão
1x Lâmpada 110v
1x Controle Universal
1x Receptor IR
Leds
A metodologia utilizada foi pesquisas através de fóruns, livros, tutoriais e artigos publicados na Internet
e serão aplicados para a realização do projeto.
#include <IRremote.h>// incluindo a biblioteca do infravermelho
const int RECEBE_PINO = 7; // pino 6 no arduino
int lampada = 11;// led no pino 10
int pisca = 0;
IRrecv ir_recebe(RECEBE_PINO); // declarando a variável do sensor
decode_results codigo_recebido; // resultado
void setup()
{
Serial.begin(9600); //mostra o resultado no computador
ir_recebe.enableIRIn(); // inicia a recepção
pinMode(ledverde, OUTPUT); //defini led como saída
}
void loop() {
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
if (ir_recebe.decode(&codigo_recebido)) {//verifica se um codigo foi recebido
if (codigo_recebido.value != 0 ){
Serial.println(codigo_recebido.value, HEX); //mostra no serial o resultado
}
//tem que colocar o 0x antes do numero hexadecimal, pois só assim para poder comparar n
o if
//liga led verde
if ((codigo_recebido.value == 0x843509F6)){// verifica se foi pressionado o numero 1 do
s controles
Serial.println("asdasdasd");
digitalWrite(lampada, HIGH);
pisca = 0;
delay(500);
}
if ((codigo_recebido.value == 0x84350AF5)){// verifica se foi pressionado o numero 1 do
s controles
Serial.println("asdasdasd");
digitalWrite(lampada, LOW);
pisca = 0;
delay(500);
}
//desliga led verde
if ((codigo_recebido.value == 0x84350BF4)){// verifica se foi pressionado o numero 4 do
s controles
pisca = 1;
//delay(500);
}
ir_recebe.resume(); // recebe o próximo código
delay(200);
}
else
{
if(pisca == 1)
{
digitalWrite(lampada, HIGH);
delay(500);
digitalWrite(lampada, LOW);
delay(500);
CONCLUSÃO
Concluímos que através da tecnologia possamos aumentar o conforto das pessoas dentro de suas casas e
possibilitando novos tipos de iluminação para cada tipo de ambiente e ocasião.
REFERÊNCIAS
http://arduinoprog.blogspot.com.br/2013/06/10-projeto-como-acender-uma-lampada-por.html
http://ferpinheiro.wordpress.com/2012/02/25/ligando-lampadas-atraves-de-controle-remoto-usando-arduino/
http://www.arduinoecia.com.br/2013/09/controle-remoto-ir-no-arduino.html
-EUZÉBIO, M.V.M.; MELLO, E.R. DroidLar: Automação Residencial através de um celular Android IF-SC, 2011.
- MCROBERTS, M. Arduíno Basico, Novatec Editora Ltda., 2011.
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SEMANA DO CONHECIMENTO
XII CONISIS
O QUE É O ARDUÍNO?
Andressa Ferraz
Orientador Prof. Aldyr Amaro
INTRODUÇÃO
Arduíno e uma plataforma eletrônica de prototipação, criada na Itália, constituído basicamente de uma
placa microcontroladora, uma linguagem de programação típica com um ambiente de desenvolvimento e suporte a
entrada e saída de dados e sinais. Foi criada em 2005 com o objetivo de servir com base para projetos de baixo custo,
sendo simples o suficiente para ser usado por desenvolvedores amadores. E bastante flexível e não requer um domínio
profundo de eletrônica, o que o fez ser bastante popular entre os artistas e iniciantes, além de desenvolvedores
experientes que não tem acesso às plataformas mais complexas.
POR QUE USAR ARDUÍNO?
O Arduíno foi criado com o propósito de ser uma plataforma extremamente fácil de usar se comparado
as outras, o que o torna ideal tanto para desenvolvedores iniciantes quanto para os mais experientes, que farão seus
projetos muito mais rapidamente, de forma menos trabalhosa. Outro fator que torna o Arduíno atrativo e sua filosofia de
hardware livre, ou seja, as pessoas podem usá-lo para criar diversos projetos sem custo algum de direitos pela utilização
da plataforma, podendo ser distribuído gratuitamente, se elas desejarem.
Isto traz diversos benefícios; além de serem criadas e distribuídas diversas novas bibliotecas e fer
ramentas para auxiliar o desenvolvimento de projetos os dias, conta-se com uma comunidade de milhares de
pessoas que divulgam inconformação e detalhes sobre o que criam, fazendo com que nunca falte ajuda ou algum
conhecimento necessário para concluir o que se desejas construir. Esses são também alguns dos motivos pelo qual a
popularidade do Arduíno vem crescendo atualmente entre os desenvolvedores.
O QUE PODEMOS FAZER COM UM ARDUÍNO
Praticamente qualquer coisa! Tendo os equipamentos necessários, e possível criar projetos que
só são limitados pela sua imaginação (e as leis da física, e claro!). Alguns exemplos abaixo mostram um pouco do
que podemos fazer:
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Anais da Jornada Científica – Faculdade de São Lourenço/2014
SÓ EXISTE UM TIPO DE ARDUÍNO?
Não! Existem diversos modelos de Arduíno para se utilizar dependendo do que se deseja fazer,
com diferentes formatos e configurações de hardware. O Arduíno Uno e um dos mais utilizados, mas o
ArduínoMega, por exemplo, possui muito mais portas de entrada, possibilitando a criação de dispositivos maiores e mais
complexos. O Arduíno Nano, como o nome já diz, e uma versão reduzida de um Arduíno comum, para a criação de
objetos eletrônicos menores.
Respectivamente, os modelos são ArduínoMega, Arduíno Fio, Arduíno Nano e LilyPadArduíno. Cada um
possui uma funcionalidade diferente que justifica sua criação. O LilyPad, por exemplo, foi criado para poder ser utilizado
em vestimentas, podendo ser costurado diretamente sobre tecidos. Para mais informações sobre os diversos modelos do
Arduíno, basta conslutar o site oficial: www.arduino.cc.
ONDE COMPRAR
http://proesi.com.br
http://pt.aliexpress.com
http://www.dx.com
http://www.thalisantunes.com.br
http://www.sparkgo.com.br/
http://seriallink.com.br/loja/
http://www.projetoarduino.com.br/
http://www.vilartec.com.br
https://www.robocore.net/
http://www.filipeflop.com/
http://www.labdegaragem.com.br/
REFERÊNCIAS
-DIAS, C.L.A.; PIZZOLATO, N.D. Domótica: Aplicabilidade e Sistemas de Automação
Residencial, CEFET. Campos dos Goytacapes - RJ, 2004.
-EUZÉBIO, M.V.M.; MELLO, E.R. DroidLar: Automação Residencial através de um celular Android IF-SC, 2011.
-MCROBERTS, M. Arduíno Basico, Novatec Editora Ltda., 2011.
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