BION 500 WG VERIFICAR AS RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ Produto registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 005801. COMPOSIÇÃO: Ingrediente ativo:S-methyl benzo[1,2,3]thiadiazole-7-carbotióico (ACIBENZOLAR-S-METÍLICO)...................................................500 g/kg (50% m/m) Ingredientes inertes:....................................................................500 g/kg (50% m/m) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: ATIVADOR DE PLANTAS GRUPO QUÍMICO: BENZOTIADIAZOL TIPO DE FORMULAÇÃO: GRANULADO DISPERSÍVEL (WG) TITULAR DO REGISTRO(*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. Av. Nações Unidas 18001 – CEP 04795-900, São Paulo – SP, CNPJ 60.744.463/0001-90, Fone (11) 5643-2322, Fax (11) 5643-2353 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Syngenta Crop Protection Münchwillen AG – Im Breitenloh 180, CH-4333, Münchwillen, Suiça. FORMULADORES: Syngenta S.A. – Route de I’ll au Bois, CH1870, Monthey, Suiça; Syngenta Crop Protection AG – Schweirzarhalle, Prattein, Suiça; Syngenta Crop Protection S.A.S – Route de la Gare, F30670, Aigues-Vives, França; Syngenta India Limited – Corlim, Ilha, Goa 403110, India; Syngenta Crop Protection Inc. – 3905 Highway 75 River Road, St Gabriel, LA70776, EUA; Syngenta Crop Protection S.A.S – Saint Pierre la Garenne, F-27600, Gaillon, França; Syngenta Manufacturing B.V – Stepvelter, 10, Roosendaal, Holanda; Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Av. Basiléia, 590, Resende, RJ e Rod. SP 332, Km 130, Paulínia, SP; Syngenta S/A – Planta de Cartagena, Zona Mamoral, Cartagena, Colombia. Syngenta Tarim Sanayi Ve Tacaret A.S. – 364 Sokak, n. 11, Bornova, Izmir, Turquia; BION é marca registrada de uma companhia do grupo Syngenta N° do lote ou partida: Data de fabricação: Data de vencimento: VIDE EMBALAGEM 1 ANTES DE UTILIZAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO E A BULA E CONSERVE-A EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. PROTEJA-SE. CLASSE TOXICOLÓGICA III – MEDIANAMENTE TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE INSTRUÇÕES DE USO: BION 500 WG é um ativador de plantas e não tem ação direta contra os patógenos. Aplicado na parte aérea das plantas, ele ativa os seus próprios mecanismos naturais de defesa e aumenta sua resistência às doenças. Devido ao seu modo de ação particular, o produto deve ser aplicado antes da entrada dos patógenos, de forma preventiva. O produto é rapidamente absorvido pelos tecidos foliares e se transloca sistemicamente, tanto para as folhas quanto para as raízes, ativando assim a planta de forma generalizada. Efetuar as aplicações do BION 500 WG mantendo o programa rotineiro de fungicidas. Devido às suas características, o produto é indicado para o Manejo Integrado de Doenças. DOENÇAS CULTURAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO DOSES g/ha ALGODAO Ramularia Ramularia areola Mancha angular Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum BATATA Requeima Phytophthora infestans CACAU (mudas) Vassoura-debruxa Crinipellis perniciosa g/100 L 15-25 25 300 INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS DE APLICAÇÃO O inicio das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no inicio do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 8 aplicações/safra. Utilizar dose mais alta em condições de alta pressão, especialmente de Ramularia (alta suscetibilidade varietal, plantios tardios). Efetuar as aplicações de BION 500 WG dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças do algodoeiro. O inicio das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no inicio do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 6 aplicações/safra. Efetuar as aplicações de BION 500 WG dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças da batata. Use recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações com um período de antecedência de cerca de 30 dias em relação ao início da época crítica de infecção da vassoura-de-bruxa. Reaplicar a cada 60 dias, totalizando 3 aplicações ao ano. 2 CITROS (mudas) Clorose variegada dos citros Xylella fastidiosa FEIJÃO Antracnose Colletotrichum lindemuthianum Crestamento bacteriano comum 80 25 O inicio das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no inicio do desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no máximo 3 aplicações/safra. Efetuar as aplicações de BION 500 WG dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças do feijoeiro. No caso do mosaico dourado, efetuar as aplicações de BION 500 WG dentro do programa rotineiro de inseticidas para o controle da mosca branca. 25 O inicio das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Iniciar as aplicações no inicio desenvolvimento vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no máximo 4 aplicações/safra. Efetuar as aplicações de BION 500 WG dentro do programa rotineiro de fungicidas e bactericidas para o controle de doenças do meloeiro. Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli Mosaico dourado BGMV (Bean Golden Mosaic Vírus MELÃO Mancha aquosa Acidovorax avenae subsp. Citrulli TOMATE Requeima Phytophthora infestans Pinta preta Alternaria solani Mancha bacteriana Xanthomonas campestris pv. vesicatoria Pinta bacteriana Pseudomonas syringae pv. tomato Use recomendado para aplicações na produção de mudas. Iniciar as aplicações nos períodos de maior crescimento vegetativo, repetindo-se em intervalos de 45 dias, totalizando 4 aplicações ao ano. 5 O início das aplicações deve ser feito de forma totalmente preventiva. Em tomate envarado, iniciar as aplicações quando as plantas ultrapassarem a altura do primeiro amarrio. Em tomate rasteiro, iniciar as aplicações quando a cultura atingir cerca de 30 dias de idade. Reaplicar a cada 5-7 dias, totalizando no máximo 10 aplicações/safra. MODO DE APLICAÇÃO: A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, através de pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser adaptados com bicos de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com pressão variando de 80 a 100 PSI, observando-se uma cobertura total das plantas, ou observando-se o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 250m, e densidade acima de 200 gotas/ cm². Recomendam-se os seguintes volumes de calda: Cacau (mudas): 30-50 ml/planta, conforme o desenvolvimento das mudas. Citros (mudas): 30-50 ml/planta, conforme o desenvolvimento das mudas. Feijão, algodão: 200 – 300 L/ha Melão, batata: 300 – 500 L/ha Tomate: 500 a 1000 L/ha, conforme o desenvolvimento das plantas. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): 3 Algodão: 21 dias Batata: 14 dias Cacau e citros: intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Feijão: 14 dias Melão: 1 dia Tomate: 5 dias. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação. LIMITAÇÕES DE USO: Não há casos de incompatibilidade conhecidos. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Quando aplicado segundo as recomendações, o produto pode ser aplicado sem risco particular de fitotoxicidade. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: De acordo com as aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana – ANVISA/MS. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “Modo de aplicação”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não é requerida instrução de manejo de resistência, pois o produto ativa múltiplos mecanismos de defesa das plantas sobre os microorganismos. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO 4 PRECAUÇÕES GERAIS: -Produto para uso exclusivamente agrícola. -Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. -Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. -Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas. -Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. -Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. -Não desentupa bicos, orifícios e válvulas coma boca. -Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: -O produto é moderadamente irritante para os olhos. -Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. -Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar formação de poeira. -Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha; avental impermeável, óculos se segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. -Manuseie o produto em local aberto e ventilado. PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: -Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. -Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. -A aplicação do produto deverá acontecer de forma a evitar o contato coma nevoa do produto. -Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a ultima aplicação e a colheita). -Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha; avental impermeável, óculos se segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: -Caso seja necessário entrar na lavoura antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação. -Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado., longe do alcance de crianças e animais. -Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. -Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas. -Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. -Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável. -Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. 5 -No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha). PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rotulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vomito. Caso o vomito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: se o produto for inalado (‘respirado’), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. INTOXICAÇÕES POR BION 500 WG INFORMAÇÕES MÉDICAS Grupo químico Classe toxicológica Vias de exposição Toxicocinetica Benzotiadiazol III – Medianamente tóxico Oral, inalatoria e dérmica. Em ratos, doses orais de acibenzolar-S-metilico foram absorvidas completamente e rapidamente e também eliminadas com a urina, independentemente do sexo, nível de dose e pré tratamento com a substancia teste não radiomarcada. O acibenzolarS-metilico foi prontamente metabolizado em ratos. Foram isolados 2 metabolitos da urina (acido carboxílico e conjugado da glicina) e totalizou 90% da dose administrada. Não foi detectado o composto parental não modificado na urina. Pequenas quantidades de acibenzolar-S-metilico original não modificado foram encontrados nas fezes. O metabolismo foi independente do sexo, dose ou pré tratamento com o composto original não marcado. Mecanismos de O ingrediente ativo, acibenzolar-S-metilico induz nas plantas a reação de defesa toxicidade natural que aumenta a habilidade fisiológica da planta para acentuar a saúde da planta e para prevenir contra doenças. Por causa de seu modo de ação único, a ISSO (International Standards Organization) criou uma nova categoria para este ingrediente ativo, chamado de Ativador de Planta. Não foi identificado mecanismo de ação em humanos. Sintomas e sinais Não existem sintomas de intoxicação específicos para o produto para humanos com clínicos acibenzolar-S-metilico. Em estudos com animais, os sintomas de intoxicação foram inespecificos e apenas passageiros. O mesmo pode ser esperado em humanos. Porem, não foi observado até hoje, nenhum caso de intoxicação aguda com acibenzolar-S-metilico. Diagnostico Devido à falta de informação dos sintomas específicos, o diagnostico deve ser feito baseado no histórico documentado de ingestão do produto. Tratamento Tratamento sintomático em função do quadro clinico deve ser aplicado nas pessoas com sintomas de intoxicação após exposição ao acibenzolar-S-metilico. Não existe antidoto conhecido. Medidas terapêuticas devem considerar a rápida absorção do trato gastrintestinal e a excreção praticamente exclusiva pelos rins. A pele contaminada deve ser lavada com água e sabão. Uma terapia apropriada de assistência de reposição do fluido parental deve ser dada, junto com outras medidas de assistência requeridas tais como manutenção da pressão de sangue e da funcionalidade respiratória apropriada, como indicado pela avaliação clinica. Contra indicações Não induzir o vomito. Efeitos sinérgicos Não conhecidos. ATENÇÃO Ligue para o Disque Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento. Rede nacional de centros de informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas) 6 MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Estudos realizados em animais de laboratório, com administração de Acibenzolar-SMethyl por via oral, mostraram que cerca de 90% do produto ingerido, é rapidamente absorvido pelo trato gastro-intestinal, prontamente metabolizado e excretado (cerca de 90% pela urina e cerca de 5% pelas fezes). Não houve bioacúmulo do produto nos órgãos e em tecidos. Os resíduos em órgãos e tecidos decresceram rapidamente com meia vida menor que 5 horas. O metabolismo foi similar em machos e fêmeas e independente da dose ou pré-tratamento. EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Dados agudos da formulação: Estudos realizados com animais de laboratório evidenciaram baixo grau de toxicidade aguda oral, dermal e inalatória, leve irritação para pele e olhos e ausência de sensibilização. -Toxicidade aguda oral (ratos): maior que 5.000 mg/kg. Não houve sintomas de intoxicação. -Toxicidade aguda dérmica (ratos): maior que 2.000 mg/kg. Não houve sintomas de intoxicação. -Toxicidade aguda inalatória (ratos): maior que 2,76 mg/l. Os animais apresentaram atividade reduzida e piloereção. -Irritação a olhos (coelhos): irritação moderada reversível em 72 horas. -Irritação a pele (coelhos): irritação leve, reversível em 7 dias. -Sensibilidade dérmica (porquinhos da índia): Não sensibilizante Efeitos crônicos do ingrediente ativo: No animal mais sensível, o cão, Acibemzolar-S-Methyl não provocou efeitos adversos até o nível de 5 mg/dia do produto por kg de peso corpóreo do animal testado. Na dose mais alta, 200 mg/dia do produto por kg de peso corpóreo em fêmeas, uma anemia hipocrômica moderada com reticulócitos e aumento de hematopoeisis extramedular e sinais morfológicos de aumento da ciclagem de células vermelhas do sangue, uma toxicidade ao fígado moderada, uma diminuição dos parâmetros das células brancas do sangue e mudanças nos eletrólitos. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE QUANTO AOS CUIDADOS DE Este produto é: [ ]Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). [ ] Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II). [X] PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). [ ] Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). -Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza. -Não utilize equipamento com vazamentos. -Aplique somente as doses recomendadas. -Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. 7 -A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES -Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. -O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. -A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. -O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. -Coloque placa de advertência, com os dizeres: CUIDADO VENENO. -Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. -Deve haver sempre embalagens adequadas, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. -Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. -Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES -Isole e sinalize a área contaminada. -Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. – telefone de emergência: 0800-704-4304. -Utilize o equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). -Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: -Piso Pavimentado – Recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a Empresa ou o distribuidor ou qualquer representante da Empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água. -Solo – Retire as camadas de terra contaminada, até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. -Corpos d’água – Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. -Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: 8 Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: -Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; -Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; -Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; -Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; -Faça esta operação três vezes; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: -Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; -Acione o mecanismo para liberar o jato de água; -Direcione o jato de água para todas as suas paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar o equipamento independente para lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: -Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; -Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA 9 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) •ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA 10 É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A destinação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 11