FACULDADE DE EDUCAÇÃO DO VALE DO IPOJUCA S/A – SESVALI S/A FACULDADE DO VALE DO IPOJUCA – FAVIP CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO THIAGO JOSÉ DA SILVA PAPEL DAS FIBRAS NAS DOENÇAS INTESTINAIS CARUARU 2011 THIAGO JOSÉ DA SILVA PAPEL DAS FIBRAS NAS DOENÇAS INTESTINAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade do Vale do Ipojuca, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Nutrição. Orientadora: Profª. MsC. SILVIA ALVES DA SILVA CARUARU 2011 Catalogação na fonte Biblioteca da Faculdade do Vale do Ipojuca, Caruaru/PE S586p Silva, Thiago José da. Papel das fibras nas doenças intestinais / Thiago José da Silva. – Caruaru : FAVIP, 2011. 13 f. Orientador(a) : Silvia Alves da Silva. Trabalho de Conclusão de Curso (Nutrição) -- Faculdade do Vale do Ipojuca. Inclui anexo. 1. Fibra alimentar. 2. Fibras solúveis. 3. Fibras insolúveis. I. Título. CDU 612.3[12.1] Ficha catalográfica elaborada pelo bibliotecário: Jadinilson Afonso CRB-4/1367 THIAGO JOSÉ DA SILVA PAPEL DAS FIBRAS NAS DOENÇAS INTESTINAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade do Vale do Ipojuca, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Nutrição. Orientadora: Profª. MsC. SILVIA ALVES DA SILVA CARUARU 2011 Dedico à Professora Shirley Veras Maciel pela sua dedicação à docência e por servir de inspiração e me fazer buscar sempre ser melhor naquilo que faço. AGRADECIMENTOS A minha orientadora Silvia Alves por toda paciência e dedicação ao meu trabalho e pelo fato de aceitar me orientar no momento em que me desvinculei do projeto inicial e por ela ser a melhor na área. A minha família por sempre me dar forças, em destaque para meus tios Daniel, Da Paz, Evani e Aureci. As minhas grandes amigas Dayana Soares, Aline, Jessika, Bruna e Isabela por estarem sempre do meu lado e as demais amigas por sempre me incentivarem e apoiarem. A minha supervisora de estagio e amiga Rafaella Espindola por me ensinar a ser nutricionista e por me ajudar a concluir uma importante fase curricular. “Esse é o manifesto da mãe monstro Em TADG – território alienígena dominado pelo governo Um nascimento de proporções magníficas e mágicas ocorreu Mas o nascimento não era finito, era infinito Quando o ventre se abriu E a mitose do futuro começou Percebeu-se que esse infame momento a vida não era temporal, e sim eterna E assim começou o inicio de uma nova raça Uma raça dentro da humanidade “Uma raça sem preconceitos, sem julgamentos, só uma liberdade sem fronteiras...” Lady Gaga SUMÁRIO Resumo ........................................................................................................................ 8 Abstract ....................................................................................................................... 8 Introdução .................................................................................................................... 8 Metodologia ...................................................................................................................... 9 Resultados e discussão...................................................................................................... 9 Conclusão ..................................................................................................................... 12 Referências ................................................................................................................... 12 Anexos Anexo 1 - Normas da Revista............................................................................ 14 PAPEL DAS FIBRAS NAS DOENÇAS INTESTINAIS ROLE OF FIBER IN THE INTESTINAL DISEASES Thiago José da Silva1 Silvia Alves Silva2 1 Graduando em nutrição pela Faculdade do Vale do Ipojuca – FAVIP Nutricionista com Mestrado em Nutrição pela UFPE; Docente do Curso de Nutrição da FAVIP. 2 Resumo As fibras alimentares são componentes que resistem à digestão e são fermentadas no intestino, tendo varias ações benéficas. Objetivo: relatar o papel das fibras no intestino. É um trabalho de revisão onde foram colhidos artigos na base de dados cientifico. A ação da fibra alimentar no intestino varia de acordo com sua fermentabilidade pelas bactérias colonicas. A recomendação de fibra e o tipo variam de acordo com a patologia, o órgão acometido e a sintomatologia apresentada por cada patologia especifica. Os estudos mostram que o seu uso é fundamental tanto para a prevenção como no tratamento das patologias do intestino. Palavras-chaves: fibras alimentares, fibras solúveis, fibras insolúveis, doenças intestinais. Abstract Dietary fibers are components that resist digestion and are fermented in the bowel, taking several good actions. Objective: To report the role of fiber in the intestine. It is a review work where articles were collected on the basis of scientific data. The action of dietary fiber in the intestine varies according to their fermentability by colonic bacteria. The recommendation and type of fiber varies with the pathology, the organ affected and symptoms presented by each specific pathology. Studies show that their use is essential both for prevention and treatment of diseases of the bowel. Key words: dietary fiber, soluble fiber, insoluble fiber, intestinal diseases. Introdução A industrialização do mundo contemporâneo tem produzido grandes alterações nos hábitos alimentares nos mais diversos grupos culturais das mais diferentes regiões do globo, e tem sido caracterizada, sobretudo, pela utilização cada vez mais frequente de uma dieta rica em lipídios, carboidratos e pobre em fibra alimentar (SPILLER apoud TEIXEIRA NETO, 2003). Pectinas, gomas, mucilagens, alginatos, b-glucanas e algumas hemiceluloses são consideradas fibras solúveis, enquanto a lignina, celulose e a maioria das hemiceluloses são fibras insolúveis (CÂNDIDO; CAMPOS apoud GUTKOSKI et al., 2007). Segundo Mattos & Martins (2000) as fibras solúveis são responsáveis, pelo aumento da viscosidade do conteúdo intestinal e redução do colesterol plasmático. As fibras insolúveis aumentam o volume do bolo fecal, reduzem o tempo de trânsito no intestino grosso, e tornam a eliminação fecal mais fácil e rápida. A evolução do conhecimento científico permitiu concluir que a normalidade digestiva, bem como a prevenção e o tratamento de doenças como a constipação, doença diverticular, hipercolesterolemia, hiperglicemia, obesidade, câncer do intestino grosso e de mama, estão relacionados, em parte, à ingestão de fibra alimentar (RAUPP et al, 2000). Dessa forma, esse artigo tem como objetivo relatar o papel das fibras nas doenças intestinais. 8 Metodologia Este estudo é uma revisão da literatura. Para obter as informações sobre o tema estudado foi utilizado livro texto, jornal de publicação medica, sites científicos e artigos foram selecionados na base de dados virtuais de saúde da Biblioteca Regional de Medicina (Bireme), que incluem Scientífic Eletronic Library On-line (SciELO), Literatura LatinoAmericana e do caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Medical Literature Analysis and Retrieval System online (Medline) referente ao período de 2000 a 2011. Utilizou-se artigos em língua portuguesa, inglesa, espanhola e francesa. Foram utilizados os descritores: fibras alimentares, fibras solúveis, fibras insolúveis, doença inflamatória intestinal, doença de Crohn, retocolite, constipação, diarréia, síndrome do intestino irritável e câncer colorretal. Fibras e funções no sistema digestório Segundo Maffei, (2004) e Figueiredo; Dias; Ribeiro, (2009) fibra alimentar (FA) aumenta o volume fecal por mecanismos que dependem da estrutura de seus componentes e da intrincada relação entre suas propriedades físico-químicas (capacidade de reter água, solubilidade, tamanho das partículas, grau de lignificação, teor de pentoses, entre outras) com a população bacteriana do cólon. Os componentes insolúveis da fibra, por resistirem à digestão pela microflora colônica, são eliminados intactos e mantêm a água retida, gerando grande volume fecal. Durante o trajeto colônico, este grande volume é um importante estímulo para contrações propulsivas e, em se encurtando o tempo de trânsito, haveria menor reabsorção de água e fezes mais úmidas. A fibra solúvel retarda o esvaziamento gástrico ao aumentar a viscosidade do que se encontra no estômago. Raupp et al, (2000); Araújo; Menezes, (2009) após estudo concluem que em humanos, cerca de 70% da fibra ingerida na dieta é fermentada e a presença de ácidos graxos de cadeia curta principalmente acetato, butirato e propianato, formados a partir da fermentação de fibras pelas bactérias residentes no cólon, apresenta importância fundamental porque exerce efeito bactericida local, mantém a integridade das células intestinais, aumentam o fluxo sanguíneo local e favorece a absorção de sódio, além de atuar efetivamente na regulação intestinal. Segundo Callegaro et al (2005), os produtos à base de cereais apresentam grande variação quanto ao teor de fibra alimentar, pelo fato de que esta se concentra, em sua maior parte, nas camadas externas do grão, as quais estão presentes nos produtos integrais mas ausentes ou muito reduzidas no refinados. Em estudo de Figueiredo; Dias; Ribeiro, (2009) a recomendação de ingestão de fibra alimentar, em vários países, é de 20 a 30g/dia. A WHO (World Health Organization) sugere a ingestão de 27 a 40 g de fibra por dia. A FDA (Food and Drug Administration) recomenda aos indivíduos adultos o consumo de 25g de fibra por 2.000 Kcal/dia. A AHF (American Health Foundation) aconselha a crianças e adolescentes entre três e vinte anos, a ingestão diária correspondente à idade acrescida de 5 ou 10g. Uso das fibras na doença inflamatória intestinal A doença inflamatória intestinal é uma doença crônica, de etiologia desconhecida, que acomete o trato gastrointestinal, possuindo duas formas mais comuns de apresentação: a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn (FLORA; DICHI, 2006). 9 Segundo Rodrigues; Passoni e Paganotto, (2008) a terapia nutricional nas doenças inflamatórias intestinais na fase aguda deve ser rica em fibras solúveis (por ação das bactérias intestinais formam ácidos graxos de cadeia curta, que constituem importante fonte de energia para as células intestinais) e pobre em fibras insolúveis (para auxiliar no controle da diarréia). Na fase de remissão evoluir gradativamente o teor de fibras insolúveis. Os alimentos prebióticos, a exemplo os frutooligossacarídeos, que são fibras fermentáveis, e amidos resistentes podem servir como combustíveis para a flora colônica e resultar em microflora alterada e produção aumentada de ácido graxo de cadeia curta afirma Mahan; Escott-Stump (2010). Segundo Fuster e González-Molero (2007), alimentos preparados a partir de broto de cevada (rico em glutamina e hemicelulose, uma fibra parcialmente fermentável) tem demonstrado em estudo com escasso número de pacientes e sem grupo de controle, que poderia reduzir a severidade da colite ulcerativa (indução da remissão e manutenção da mesma). A inulina e fibra procedente de sementes de Plantago ovata, também podem ser úteis na prevenção de surtos. Uso das fibras na síndrome do intestino irritável A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é caracterizada como um distúrbio funcional do trato digestório para o qual não se demonstrou, até o momento, qualquer alteração metabólica, bioquímica ou estrutural das vísceras envolvidas, manifestando-se pela acentuação, inibição ou simplesmente modificação da função intestinal (PASSOS, 2006). Passos (2006) recomenda a ingestão de fibras e líquidos na dieta (especialmente para os pacientes com constipação predominante). O equilíbrio das fibras, que devem ser ingeridas sem excessos, é muito importante. Mahan e Scott-Stump, (2010) diz que o aumento de fibras alimentares até os níveis recomendados provavelmente ajuda a normalizar a função gastrointestinal nos indivíduos com todos os tipos de SII. Entretanto, doses elevadas de farelo de trigo não são mais recomendadas e podem exacerbar alguns sintomas em indivíduos com SII. O consumo adequado de líquido é recomendado especialmente quando são utilizados suplementos de fibras em pó. Segundo Birtwhislle (2009), fibras solúveis (psyllium, sementes ou espaghula) podem ser eficazes em casos de constipação predominante na SII, mas não resolvem a dor abdominal. Segundo Fuster e González-Molero (2007), em algumas obras o uso de prebióticos tem sido associado à piora de sintomas de flatulência, mas em outros estudos fibras (goma guar hidrolisada) parece melhorar os sintomas e a qualidade de vida em pacientes com colón irritável e com sintomas predominantes tanto de diarréia como constipação. Uso das fibras na constipação intestinal Menos do que três evacuações por semana é considerado constipação. Geralmente, o paciente refere dificuldade para evacuar, fezes duras, urgência sem que consiga evacuar, baixa freqüência de evacuações e sensação de evacuação incompleta (DANTAS, 2004). Gomes et al, (2003) refere que menor ingestão de fibra alimentar pode ser considerada como fator de risco para o desenvolvimento de constipação crônica funcional. Morais e Maffei (2000), em estudo dizem que ao que tudo indica o controle de constipação em longo prazo e na idade adulta, depende da incorporação de hábitos alimentares que proporcionem quantidade adequada de fibra alimentar que podem ser importantes, inclusive, para melhorar as condições gerais de saúde e ajudar a prevenir a ocorrência futura de outras doenças. Quanto à dieta, deve-se ter em mente as dificuldades para promover mudanças 10 nos hábitos alimentares do paciente e de sua família, no sentido de aumentar a quantidade de fibras na alimentação. Dependendo da idade do paciente os seguintes alimentos devem ser incluídos ou aumentados na alimentação: feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico, milho, pipoca, coco, verduras, frutas in natura e secas, aveia em flocos, ameixa preta. As frutas quando possível devem ser consumidas com casca e bagaço. Segundo Navarro-Rodrigues, Dantas e Moraes-Filho (2009) é recomendável a instrução de uma dieta rica em fibras (20 a 30g/dia). Do total de fibras ingeridas, aproximadamente dois terços devem ser fibras insolúveis e um terço de fibras solúveis. Para seguir esta recomendação teríamos de substituir os produtos elaborados com farinha refinada por produtos integrais (pães e cereais), substituir os sucos artificiais por de frutas naturais e substituir parte das carnes (como fonte de proteínas) por legumes. Tomlin e Read apoud Maffei (2004) relatam que o farelo de trigo, por seu alto teor de fibra insolúvel (lignina, celulose e polissacarídeos não-celulósicos) e grande teor de pentose, parece a fibra ideal para o tratamento de adultos com constipação intestinal, sendo comprovado em diversos estudos. Uso das fibras nas diarreias Segundo Mahan e Escott-Stump(2010), diarreia é caracterizada pela evacuação freqüente de fezes líquidas, normalmente excedendo 300ml, acompanhada de uma perda excessiva de líquidos e eletrólitos, especialmente sódio e potássio. O uso de quantidades modestas de alimentos ou suplementos dietéticos contendo componentes prebióticos, como pectina, frutose, oligossacarídeos, inulina, aveia, flocos de banana e chicória, pode ajudar a controlar ou tratar a diarréia. Quando chega ao intestino, estas fibras solúveis, também pela sua viscosidade, irão interferir na absorção de diversos nutrientes, porém a absorção de água e eletrólitos não será prejudicada, podendo ser vantajoso em situações de diarréia (FIGUEIREDO; DIAS E RIBEIRO, 2009). Segundo Nakamura et al.(2007), a diarreia causada pela ingestão de uma quantidade suficiente de substitutos do açúcar não digeríveis pode ser suprimida pela adição de fibras dietéticas. Segundo Fuster e González-Molero (2007), quanto ao uso de fibra em geral, o polissacarídeo de soja tem mostrado benefícios em alguns estudos realizados em crianças com diarreia aguda ou diarréia por antibióticos. Goma guar hidrolisada e amido resistente também têm demonstrado melhorar a clinica em crianças com diarréia aguda crônica e em pacientes com cólera, com um alto nível de evidencia científica. Em pacientes hospitalizados a utilização de fibra fermentável, principalmente goma guar hidrolisada adicionada a nutrição enteral parece reduzir a diarreia em pacientes graves em unidade de terapia intensiva e pós-cirúrgicos. Uso das fibras no câncer colorretal Em estudo realizado por Haas; Anton e Francisco (2007), vários mecanismos têm sido apontados para explicar o papel das fibras na prevenção do processo de carcinogênese do cólon. Um deles diz respeito aos efeitos fisiológicos e mecânicos das fibras que, através do aumento do volume das fezes, ou através da diminuição do tempo de trânsito intestinal, facilitariam a remoção dos carcinógenos, co-carcinógenos e/ou promotores do tumor, diminuindo o tempo contato desses agentes presentes no conteúdo fecal com a mucosa do intestino. 11 Outro mecanismo considera a capacidade físico-química da fibra de se ligar aos ácidos biliares, retardando ou reduzindo a absorção de lipídeos. O terceiro mecanismo proposto está relacionado com a capacidade das fibras de servir como substrato para fermentação das bactérias presentes no cólon, influenciando a ecologia intestinal e gerando produtos finais fisiologicamente ativos. Recentemente foi publicado um estudo randomizado em humanos controlado por placebo com o uso de simbióticos (oligofrutose + inulina + lactobacillus rhamnosus + bifidobacterium lactus) em pacientes com pólipos e câncer de colón, além de melhorar a flora fecal assim como vários biomarcadores (genéticos, celulares, inflamatórios e imunológicos) reduzem o câncer de colón (Fuster; González-Molero, 2007). Segundo de Mahan e Scott-Stump, (2010) estudos enfatizam consideravelmente o possível papel protetor das fibras na prevenção de cânceres de cólon e reto. Assim dietas ricas em fibras têm efeito protetor contra o desenvolvimento de câncer de cólon e seu consumo deve ser recomendado. Conclusão As fibras alimentares possuem comprovada ação na prevenção e no tratamento das doenças intestinais, com comprovada eficácia no bom funcionamento do sistema digestório como um todo. Porém, mais estudos devem ser realizados enfocando o tema, pois o tipo e a quantidade especifica de fibra alimentar deve ser estabelecida para cada patologia, onde esta deve ser prescrita por um nutricionista. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO E.M., MENEZES H.C.. Estudos de fibras alimentares em frutas e hortaliças para o uso em nutrição enteral e oral, Ciênc. Tecnol. Aliment. Campinas, 2009. BIRTWHISLLE R.V., Syndrome do colon irritable, les traitements complémentairs et de medicine douce sont-ils utils? Cam Fam Physician, v.55, n.2, p.128-129, 2009. CALLEGARO M.G.K.; DUTRA C.B.; HUBER L.S.; BECKER L.V.; ROSA C.S.; KUBOTA E.H.; HECKTHEUR L.H., Determinação da fibra alimentar insolúvel, solúvel e total de produtos derivados do milho, Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, v.25, n. 2, p.271-274, 2005. CÂNDIDO, L. M. B.; CAMPOS, A. M. Alimentos para fins especiais: dietéticos. São Paulo: Livraria Varela, 1995 apoud GUTKOSKI L.C., BONAMIGO J.M.A., TEIXEIRA D.M.F., PEDÓ I.. 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Somente serão avaliados os artigos cujo autor principal seja assinante da revista Nutrição em Pauta. Os artigos aprovados para publicação na Nutrição em Pauta poderão ser publicados na edição impressa e/ou na edição eletrônica da revista (Internet), assim como em outros meios eletrônicos (CD-ROM) ou outros que surjam no futuro. Ao autorizar a publicação de seus artigos na revista, os autores concordam com estas condições. Envio do artigo Enviar o artigo para a Nutrição em Pauta, atavés do email [email protected], em arquivo editado com MS Word e formatado em papel tamanho A4, espaço simples, fonte tamanho 12, Times New Roman. O tamanho máximo total do artigo é de 6 páginas. Serão aceitos somente artigos em português. Indicar o nome, endereço, números de telefone e fax, além do email do autor para o qual a correspondência deve ser enviada. Os autores deverão anexar uma declaração de que o artigo enviado não foi publicado anteriormente em nenhuma outra revista. Serão recebidos artigos originais (relatórios de pesquisa clínica ou epidemiológica), artigos de revisão (sínteses sobre temas específicos, com análise crítica da literatura e conclusões dos autores) e artigos especiais, em geral encomendados pelos editores, sobre temas relevantes, técnicas gastronômicas e editoriais para discutir um tema ou algum artigo original controverso e/ou interessante. Apresentação do Artigo Deve conter o título em português e inglês e o nome completo sem abreviações de cada autor com o respectivo currículo resumido (2 a 3 linhas cada), palavras-chave para indexação em português e inglês, resumo em português e inglês de no máximo 150 palavras, texto com tabelas e gráficos, e as referências. O texto deverá conter: introdução, metodologia, resultados, discussão e conclusões. As imagens obtidas com “scanner” (figuras e gráficos) deverão ser enviadas em formato .tif ou .jpg em resolução de 300 dpi. As tabelas, quadros, figuras e gráficos devem ser referidos em números arábicos. Pacientes envolvidos em estudos e pesquisas devem ter assinado o Consentimento Informado e a pesquisa deve ter a aprovação do conselho de ética em pesquisa da instituição à qual os autores pertençam. As referências e suas citações no texto devem seguir as normas específicas da ABNT, conforme instruções a seguir. CITAÇÕES NO TEXTO (NBR10520/2002) a. sobrenome do autor seguido pelo ano de publicação. Ex.: (WILLETT, 1998) ou “Segundo Willett(1998)” b. até três autores, citar os três separados por ponto e vírgula. Ex.: (CORDEIRO; GALVES; TORQUATO,2002). Mais de três autores, citar o primeiro seguido da expressão “et al.” REFERÊNCIAS (ABNTNBR-6023/2002) a. ordem da lista de referências–alfabéticas b. autoria – até três autores, colocar os três (sobrenome acompanhado das iniciais dos nomes) separados por ponto e vírgula (;). Ex.: CORDEIRO, J.M.; GALVES, R.S.; TORQUATO, C.M. Mais de três autores, colocar somente o primeiro autor seguido de “et al.” c. títulos dos periódicos – abreviados segundo Index Medicus e em itálico d. Exemplo de referência de artigo científico (para outros tipos de documentos, consultar a ABNT): POPKIN, B.M. The nutrition and obesity in developing world. J. Nutr., v.131, n.3, p.871S873S, 2001. Obs.: a exatidão das referências é de responsabilidade dos autores.