IMPLANTAÇÃO DO PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA EM SERGIPE:
CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO SOBRE A EDUCAÇÃO INFANTIL
Rita de Cássia Dias Leal/ UFS
APRESENTAÇÃO
Os aspectos abordados neste trabalho fazem parte de um estudo que dá relevância
aos elementos históricos que integram a implementação do Jardim de Infância Augusto
Maynard. O intuito deste estudo é resgatar vestígios que indicam o processo de criação e
consolidação da referida instituição de ensino pré-escolar, possibilitando um olhar sobre a
sua importância para a sociedade e a infância sergipana na década de 1930.
Para a realização dessa pesquisa, os dados constatados são obtidos através da leitura
de artigos em impressos sergipanos, relatórios sobre a instrução no Estado e documentos
existentes na própria instituição, analisados e interpretados a partir do contexto educacional
presente no país. O processo de investigação e coleta de dados, em andamento, possibilita
o encadeamento de informações, que levam à constatação de transformações e atitudes
inovadoras na educação pré-escolar e nos aspectos gerais da sociedade sergipana na época.
A pesquisa vislumbra analisar a implantação da Educação Infantil pública no
Estado de Sergipe, contribuindo para a ampliação dos estudos da história da educação
brasileira.
O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO JARDIM
A regulamentação do ensino em Sergipe, a partir da década de 1930, evidenciou a
ação da Diretoria Geral da Instrução Pública, sob a direção do Dr. Helvécio de Andrade.
Em Relatório Anual de 1931, apresentado ao então Interventor Federal Augusto Maynard
Gomes, o diretor expõe as atividades realizadas em seu primeiro ano de atuação (19301931) na educação pública do Estado.
Entre as suas colocações no referido relatório, enfatiza a medida de organização do
ensino pré-primário - dividiu o ensino em pré-escolar (Jardins de Infância e Escolas
Maternais) – e acrescenta observações à importância da criação de instituições como essas
para o êxito da escola primária1.
Em 1931, encontrava-se em andamento a construção da Casa da Criança de
Sergipe, instituição constituída por um Jardim de Infância e uma Inspetoria de Higiene
Infantil. Utilizando-se desta oportunidade de relatar o desenvolvimento da educação
sergipana, Helvécio de Andrade exaltou a iniciativa da criação de tal instituição:
Certo, o inicio do ensino preescolar, no proximo ano, com a inauguração
do jardim de infância, á cuja organisação tem V. Exa. dedicado todos os
seus esforços, trará para o ensino publico sergipano uma fase de
aperfeiçoamento digna de todos os aplausos. Na primeira idade, que vai
até os cinco anos, os movimentos infantis são incoordenados,
despersivos. Disciplinar esses movimentos, dar-lhes uma significação,
transforma-los em habitos salutares de conduta, de higiene, de
observação, é lançar as bases de uma educação completa2.
Certamente, com esta iniciativa o Estado teve repercussão nacional, na medida em
que favoreceu a ampliação do atendimento à criança sergipana na tentativa de superar as
necessidades educacionais, morais e de saúde através dos ideais vigentes no país na época
da implantação da Casa da Criança.
Nos jardins de infância, assim como nas demais instituições escolares, estavam
contidas a diversificação pedagógica, a exigência de um novo perfil profissional do
professor, a adoção de novos métodos para o desenvolvimento pedagógico. Como também
a implantação de uma nova arquitetura nos prédios, que influenciava as transformações das
práticas escolares. As inovações estruturais e arquitetônicas estiveram presentes na
expansão das instituições de jardim de infância no Brasil na década de 1930. Os estados
brasileiros incorporaram os ideais de educação para a infância e investiram em
estabelecimentos de amparo e educação à criança menor de 07 anos de idade.
O jardim de infância trazia em seu complexo institucional o papel de “moralização
da cultura infantil, de educar para o controle da vida social”3. Isto está implícito na
concepção de Menezes Vieira4, que acreditava ser a instituição um elemento para a
regeneração e o controle da má influência social exercida sobre a criança. As iniciativas,
tanto públicas como em São Paulo na Escola Normal “da Praça”– Escola Normal de São
Paulo, quanto particulares como no Rio de Janeiro o Jardim de Infância anexo ao Colégio
Menezes Vieira, expõem as diretrizes estruturais da origem dos jardins.
Teoricamente fundamentado no pensamento de Friedrich Wilhem August
Froebel (...) o Jardim de Infância é organizado segundo as diretrizes
desse pedagogo alemão: jogos, cantos, danças, marchas, narrações de
contos e pinturas com a finalidade de propiciar a educação dos sentidos
das crianças. No dia-a-dia escolar, as jovens e belas jardineiras –
professoras do Jardim de Infância – conduzem a sua atividade didática...5
Em 1931 o Interventor Federal Augusto Maynard encarregou o secretário da
Diretoria Geral da Instrução Pública do Estado, professor José Augusto da Rocha Lima,
para visitar as instituições escolares de São Paulo e lá estudar os novos métodos e
processos pedagógicos aplicados para serem adotados na instrução de Sergipe. Em seu
relatório6 o professor enfatizou observações a respeito dos ideais de Froebel sobre os dons
para o jardim de infância, e ainda identificou algumas considerações relevantes ao trabalho
educativo com crianças: salienta o método utilizado na Escola Ativa e os ideais da Escola
Nova: a escola para a criança, não mais a criança torturada em torno de um programa
abstrato; a nova educação como um apelo à espontaneidade criadora da criança com a
aplicação dos novos métodos; cita a colaboração dos estudos sobre as teorias de Decroly,
Dewey, Rousseau, Pestalozzi e Froebel; e enfatiza a organização física, estrutural, que
favorece condições para uma prática pedagógica condizente com os ideais da época.
Associadas aos princípios da educação pré-escolar em São Paulo, emergiram em
Sergipe as idéias que marcaram a implantação da Casa da Criança, já em fase de
construção no ano de 1931. Antes mesmo da instauração, o Dr. Helvécio de Andrade
(Diretor da Instrução Pública), concretizou em seu relatório o que deveria ser priorizado no
jardim de infância em Sergipe: “A criança, afastada dos meios indesejaveis, em que
consome os primeiros anos de existencia na observação dos objetos materiais; da vontade
pelos habitos que adquire nos trabalhos, que executa, da saude pela higiene, que a cerca”7.
Foi no ano de 1932 que os ideais sergipanos, sob a diligência pública,
concretizaram as propostas de educação pré-escolar com a criação da “Casa da Criança de
Sergipe”, posteriormente denominada “Jardim de Infância Augusto Maynard”,
homenagem ao então Interventor Federal Augusto Maynard Gomes, pelo empenho e
atendimento aos anseios das professoras normalistas como Helena Abud e Miriam Santos
Melo8, que reivindicaram a construção do referido Jardim.
O estabelecimento reproduzia, na sua instalação, um modelo presente no Brasil no
período de 1930, norteado por idéias dominantes. A influência do movimento dos
eugênicos, que pregavam a regeneração da raça, discriminava os deficientes, portadores de
dificuldades ou doentes, ou ainda, os tidos como anormais e viciados, que se encontravam
à margem da sociedade e da formação. O Jardim de Infância foi uma instituição criada
para os fortes, sadios, bem constituídos, que pudessem ser preparados para o futuro9. No
Jardim de Infância Augusto Maynard deveriam ser atendidas, conforme Decreto 98, de 27
de fevereiro de 1932, crianças de 04 a 06 anos de idade, não podendo se matricular quem
tivesse princípios de leitura e de cálculo, que fosse portador de defeito físico, moléstias
contagiosas e predisposições mórbidas de caráter degenerativo.
A criação da Casa da Criança em Aracaju era uma novidade inspirada nas novas
vertentes da pedagogia brasileira. Uma instituição de atendimento pré-escolar que, no seu
interior encontravam-se um Jardim de Infância e uma Inspetoria de Higiene Infantil e
Assistência Escolar, vinculada ao Departamento de Saúde. Estas são iniciativas presentes
nos estabelecimentos escolares de atendimento a crianças, diante da ampliação das
discussões sobre a proteção à infância e acerca da saúde e organização higiênica da
sociedade.
O Decreto 98, de 27 de fevereiro de 1932 oficializa a criação da Casa da Criança,
com o funcionamento do Jardim de Infância e da Inspetoria de Higiene Infantil. Em 17 de
março de 1932, a instituição iniciou suas atividades com a solenidade de inauguração.
O pessoal designado para trabalhar no estabelecimento era composto por 1 diretora,
1 secretária datilógrafa, 4 professores de classe, sendo 1 de curso primário, 1 professora de
jogos infantis, declamação e representações, e 1 pianista, além do pessoal de apoio.
Recomendava-se que a Diretora fosse catedrática da Escola Normal.
Em 17 de março de 1932, a solenidade de inauguração da Casa da Criança (Jardim
de Infância Augusto Maynard) recebeu personalidades do Estado e do país que se
mostraram “encantadas” com o refinamento e as inovações arquitetônicas contidas nas
instalações desta instituição. O primeiro depoimento sobre a construção do Jardim de
Infância em Sergipe foi deixado pelo major Juarez Távora, um dos líderes da revolução de
30.
Levo dessa visita uma impressão confortadora para a minha alma de
brasileiro. E para bem externá-la, eu não encontro outras palavras senão
estas que proferi no momento da inauguração deste instituto de ensino:
congratulo-me com o povo de Sergipe pelo magnífico presente que lhe
acaba de fazer o governo revolucionário e felicito esse governo
sintetizado na pessoa do Interventor Maynard Gomes, por ter tido a
fortuna de dar ao seu povo um tão proveitoso instrumento de
aperfeiçoamento intelectual10.
Diante das inovadas instalações11, a instituição pôde contar com a participação de
empresários e pessoas de destaque na sociedade sergipana, contribuindo com recursos para
concretizar a criação do Jardim. O terreno foi comprado do Dr. José Calazans e o edifício
projetado pelo Engenheiro Civil Dr. Leandro Maciel. “As salas foram dispostas em
módulos onde eram oferecidas às crianças recreação, aulas de teatro, de dança, de desenho,
de música. Na entrada foi colocado um busto do Dr. Maynard Gomes e outro da professora
Penélope. O Jardim ainda possuía um auditório, no formato de uma concha acústica, onde
eram comemoradas todas as datas festivas”12.
De certo as instituições escolares criadas no Brasil nos anos 30, desempenharam
uma relevante função no tocante à instrução e à saúde. Ilustraram e despertaram o gosto
artístico e a organização na sociedade brasileira. A inauguração da Casa da Criança em
Sergipe foi um acontecimento público expressivo, que mostrou a iniciativa militar e cívica,
pelo Interventor Augusto Maynard Gomes, voltada à preparação da futura nacionalidade
através da educação infantil.
A Casa da Criança, criada pelo nosso digno Interventor Federal major
Augusto Mainár Gomes, é uma instituição que pela sua utilidade
considero uma das mais valiosas e importantes de Sergipe13.
O Jardim de Infância Augusto Maynard, projetado a partir de 1930 no Governo de
Getúlio Vargas, consolidou o impulso das reformas educacionais em Sergipe nas mesmas
aspirações patrocinadas em vários estados brasileiros.
A professora Penélope Magalhães dos Santos foi a primeira diretora do Jardim de
Infância Augusto Maynard, quando no período de criação foi designada para o cargo pelo
Interventor Augusto Maynard, o qual incumbiu a professora para ir a São Paulo e ao Rio
de Janeiro verificar a legislação e os currículos, dentro dos padrões vigentes, nos quais se
enquadraria o projeto do Jardim14.
Cabe aqui, a relevância ao processo de formação da professora Penélope que
justifica a sua atuação no quadro da educação sergipana e a incumbência à nomeação de
fundadora e primeira diretora do Jardim.
Penélope Magalhães dos Santos era laranjeirense e estudou na Escola Americana de
Laranjeiras, instituição protestante educacional, onde freqüentava aulas de música e
aprendeu a tocar piano. Durante doze anos, estudou nos Estados Unidos fazendo o curso
pedagógico e de teologia. Lá, começou a ensinar e adquirir sua experiência enquanto
professora. Ao retornar para Sergipe, foi nomeada cátedra de Inglês da Escola Normal de
Aracaju, em 1931, e ensinou em colégios particulares15.
Certamente a experiência adquirida pela referida professora, em seu percurso de
formação e atuação, faz-se evidente e importante para a implementação e consolidação do
Jardim de Infância. Penélope, como outros profissionais sergipanos, pôde dispor de
oportunidades e experiências fora do Estado, que favoreceram uma significativa atuação e
melhoria em um campo da sociedade, a educação.
O professor Luiz Antonio Barreto16, afirma que a implantação do Jardim de
Infância Augusto Maynard, antes denominado Casa da Criança de Sergipe, seguiu a
difusão da educação renovada, utilizando os métodos pedagógicos vigentes. A instituição
de atendimento à infância sergipana significou o início de uma nova modalidade escolar
em Sergipe.
Mediante a análise de depoimentos em artigos publicados em impressos da capital
sergipana, evidencia-se a importância do Jardim para essa sociedade. Amália Soares de
Andrade, na Revista Renovação, ressalta a importância da construção do Jardim e sua
contribuição na formação da juventude da sociedade.
É, pois, de grandiosa utilidade a creação desse novo estabelecimento de
ensino, para a qual não faltarão de certo pessôas que auxiliem. Dele
sairão mais tarde espiritos fortes e bem intencionados, capazes de acceitar
sem esforço o novo methodo de instrucção, ou melhor, os primeiros
conhecimentos da escola17.
A Diretoria Geral da Instrução Pública, na pessoa do Dr. Helvécio de Andrade,
apresentou ao Interventor Augusto Maynard Gomes o Relatório Anual de 1932, e nele
ressaltou os primeiros meses de atuação de Jardim de Infância na Casa da Criança,
salientando as dificuldades e as considerações acerca dês instituição. Em uma página do
relatório, o Diretor escreve:
CASA DA CRIANÇA
Assim se denomina o estabelecimento de fina construção e elegante
estilo, dividido em pavilhões, cercado de floridos canteiros, no qual se
abrigam o primeiro Jardim da Infancia de Sergipe e a Inspetoria de
Higiene Infantil, aquela sob a direção da professora Penelope Magalhães
Santos e este do Dr. Lauro Hora, tendo por auxiliar o cirurgião dentista
Guimarães Torres.
Das notas fornecidas pela distinta diretora do Jardim consta á data da
instalação em 14 de março do corrente ano, a matricula de 139 crianças,
entre 5 e 7 anos de idade, 78 do sexo feminino e 61 do masculino.
A diretora advoga com razão o desdobramento em 2 turnos de modo a
estenderem-se a maior numero de alunos os beneficios do ensino preescolar.
Jardins de Infancia e escolas maternais são os primeiros estagios do
ensino publico bem organizado. Preparam alunos para as escolas
primarias, como estas para as complementares e profissionais.
Anexo ao Jardim de Infancia funciona a Inspetoria de Higiene Infantil,
cujos trabalhos são dignos de menção.
Comquanto dependente ao serviço de Saúde Publica, suas relações com a
instrução são tão intimas que não podem seus serviços deixar de figurar
neste relatorio18.
As mudanças ocorridas na Administração Pública do Estado durante as décadas de
1930 a 1950, promoveram alterações no quadro docente e na direção do Jardim de Infância
Augusto Maynard. Sua implantação e consolidação foram marcadas pela presença de
professoras normalistas, que na maioria das vezes assumiam a direção do Jardim a partir da
experiência registrada na própria instituição. As diretoras que passaram pela administração
do Jardim até a década de 1960 foram: Penélope Magalhães dos Santos (1932); Aurora
Monteiro da Rocha (1935); Marina Daltro Nabuco (1941); Isabel Tiúba Barreto (1945 –
1962).
Em 1942 a administração sergipana realiza reformas de prédios públicos, inclusive
instituições escolares. Neste ano o Jardim de Infância passou por uma significativa reforma
na parte interna e externa. O Interventor Federal Augusto Maynard Gomes expõe em
Relatório ao Presidente da República o andamento e gastos da reestruturação dos prédios.
Ele cita sobre as reformas:
Certo de que a administração deve visar o bem público, sem se preocupar
com obras de fachada para impressionar os tôlos, e encontrando os
prédios estaduais bastante estragados, alguns até arruinados, iniciei sem
tardança os trabalhos de reparo e reconstrução19.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Jardim de Infância Augusto Maynard é uma instituição que implementou a
educação pré-escolar em Sergipe, como também contribui para a formação escolarizada da
sociedade sergipana. Sobretudo, por este motivo foi objeto de análises e comentários
expostos nos impressos a partir dos anos 30.
As reformas de ensino, a mudança no entendimento da educação e da infância,
transformaram as propostas dos jardins. Entretanto, a continuidade da atuação do Jardim
de Infância Augusto Maynard por 70 anos (1932 a 2002) é tida como referência na
Educação Pública, e testemunho da sua importância para a sociedade e a educação
sergipana. Em seu funcionamento, a adaptação às práticas pedagógicas e às condições
locais vigentes evidencia a resistência do Jardim como um exemplo que serve de elo entre
o passado e o presente, contribuindo para o ingresso das crianças de Aracaju ao processo
de educação institucional.
Os aspectos do Jardim resgatados neste trabalho, é resultado parcial da análise de
alguns impressos sergipanos e relatórios, que enfatizam temas da história da educação.
Tais abordagens contribuem para a existência de pesquisas nesta área e ampliam os estudos
e o entendimento sobre a educação no Estado e no país.
1
Helvécio de ANDRADE. Relatório Anual, 1931, p. 2.
Ibid., p. 2
3
Moysés KUHLMANN Jr. Educando a infância brasileira. In: 500 anos de educação no Brasil, p. 474.
4
No Colégio Menezes Vieira no Rio de Janeiro, foi fundado o primeiro jardim de infância do Brasil. In:
Carlos MONARCHA. Educação da infância brasileira (1875-1983), p. 15.
5
Marcos Cezar de FREITAS. História social da infância no Brasil, p. 120-121.
6
Diretoria Geral da Instrução Pública. RELETÓRIO apresentado pelo professor José Augusto da Rocha
Lima, comissionado pelo Interventor Augusto Maynard para estudar os novos métodos da Instrução de São
Paulo. Aracaju, 1931.
7
Helvécio de ANDRADE. Relatório Anual, 1931, p. 3.
8
Helena Lorenzo Fernandez (Helena Abud) – autora do livro “Caminhos por onde andei”; foi aluna da
Escola Normal de Aracaju. Miriam Santos Melo – também foi aluna da Escola Normal de Aracaju.
9
Luiz Antônio BARRETO. Ainda a casa da criança. Gazeta de Sergipe, p. 2.
10
Luiz Antônio BARRETO. A casa da criança. Gazeta de Sergipe, p. 2.
11
As instalações do Jardim foram elogiadas e valorizadas na época. Pode-se constatar no artigo publicado
pelo Jornal Correio de Aracaju de 1934 - Clovis Mozart TEIXEIRA. Um atentado contra a estetica, p. 1.
“Desfruta Sergipe atualmente numa serie de construções publicas de realçado valor, entre as quaes cumpre
salientar a Casa da Creança e a Ponte de Pedra Branca.”
12
Professora Penélope foi a primeira diretora do Jardim de Infância Augusto Maynard. In: Ester Fraga
VILAS-BÔAS. Origens da educação protestante em Sergipe (1884 – 1913). Dissertação de Mestrado, p. 112.
13
Alfeu MENEZES. A cidade de Aracaju. Correio de Aracaju, p. 2.
14
Jorge Carvalho do NASCIMENTO. Visões da modernidade: pedagogos sergipanos em São Paulo.
Cinform, p. 5.
15
Ester Fraga VILAS-BÔAS. Origens da educação protestante em Sergipe (1884 – 1913). Dissertação de
Mestrado, p. 110-111.
2
16
Luiz Antônio BARRETO. A casa da criança. Gazeta de Sergipe, 2001, p. 2.
Amália Soares de ANDRADE. Um sonho em realisação. Revista Renovação, 1931, p. 1.
18
Helvécio de ANDRADE. Relatório Anual, 1932, p. 27.
19
Administração Sergipana. RELATÓRIO apresentado ao Presidente da República pelo Interventor Federal
no Estado de Sergipe. Aracaju, 1942, p. 24.
17
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANDRADE, Amália Soares. Um sonho em realisação. Revista Renovação, ano I, n. 8.
Aracaju, 15 abr. 1931, p. 1.
ANDRADE, Helvécio de. Relatório Anual. Diretoria Geral da Instrução Pública e
Normal. Apresentado ao Governo Interventorial. Aracaju: Empreza Typographica
d’O Luctador, 1931.
______________________. Relatório Anual. Diretoria Geral da Instrução Pública
e Normal. Apresentado ao Interventor Federal Major Augusto Maynard Gomes.
Aracaju, 1932.
BARRETO, Luiz Antônio. A casa da criança. Gazeta de Sergipe, Aracaju, 06 set. 2001.
Tribuna GS, p. 2.
____________________. Ainda a casa da criança. Gazeta de Sergipe, Aracaju, 20 set.
2001. Tribuna GS, p. 2.
FREITAS, Marcos Cezar de. História Social da Infância no Brasil. 3. ed. São Paulo:
Cortez Editora, 2001.
GOMES, Augusto Maynard. Relatório. Administração Sergipana. Apresentado ao
Presidente da República. Aracaju: Imprensa Oficial, 1943.
KUHLMANN Jr., Moysés. Educando a infância brasileira. In: LOPES, Eliane Marta
Teixeira (Org.). 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.
LIMA, José augusto da Rocha. Relatório sobre a Instrução em São Paulo.
Diretoria Geral da Instrução Pública e Normal. Apresentado ao Interventor Federal
no Estado de Sergipe. Aracaju: Imprensa Oficial, 1931.
MENEZES, Alfeu. A cidade de Aracaju. Correio de Aracaju. n. 14. Aracaju, 22 mar.
1934. Coluna dos Moços, p. 2.
MONARCHA, Carlos. (Org.). Educação da infância brasileira: 1875 – 1983. Campinas,
SP: Autores Associados, 2001. (Coleção Educação Contemporânea).
NASCIMENTO, Jorge Carvalho do. Visões da modernidade: pedagogos sergipanos em
São Paulo. Cinform, Aracaju, 22 a 28 jul. 2002. Cultura & Variedades, p. 5.
TEIXEIRA, Clovis Mozart. Um atentado contra a estetica. Correio de Aracaju. n. 44.
Aracaju, 30 abr. 1934, p. 1.
VILAS-BÔAS, Ester Fraga. Origens da educação protestante em Sergipe (1884 – 1913).
São Cristóvão: Programa de Mestrado em Educação/UFS, 2000. (Dissertação de
Mestrado).
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IMPLANTAÇÃO DO PRIMEIRO JARDIM DE INFÂNCIA EM SERGIPE