CURVAS DE SOLUBILIDADE
PROF. MSC JOÃO NETO
Química 2 –
Apostila 1
p
Quantidade de
soluto a ser
dissolvido
Temperatura do
solvente
o
Cs = 31,6g/100g H2O a 20 C
Quantidade
Q
tid d
de solvente
para dissolver
o soluto
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2
 Dissolução Endotérmica: O aumento da
temperatura favorece a dissolução do
soluto no solvente.
solvente
 Dissolução Exotérmica: O aumento da
temperatura diminui a dissolução do soluto
no solvente
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4
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5
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6
Insaturada
Saturada
Solução
Saturada com corpo de fundo
S
Supersaturada
t d
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7
Cs NaCl
N Cl = 35,7g/100g H
35 7 /100 H2O a 0
O 0oC
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8
Cs NaCl
N Cl = 35,7g/100g H
35 7 /100 H2O a 0
O 0oC
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9
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10
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11
Em 120g
E
120 de
d solução
l ã aquosa saturada
t d de
d um sall
existem 40g de soluto dissolvidos. Calcule a
solubilidade
l bilid d do
d referido
f id sal,
l exprimindo-a
i i d
em gramas
de soluto por 100 gramas de água na temperatura da
experiência.
experiência
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12
Em 120g
E
120 de
d solução
l ã aquosa saturada
t d de
d um sall
existem 40g de soluto dissolvidos. Calcule a
solubilidade
l bilid d do
d referido
f id sal,
l exprimindo-a
i i d
em gramas
de soluto por 100 gramas de água na temperatura da
experiência.
experiência
120g de solução
40g de soluto
l
80g de solvente
40 g soluto      80 g solvente
x          100 g solvente
x  50 g
Cs  50 g / 100 g H 2O
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13
Tem-se 540g
T
540 de
d uma solução
l ã aquosa de
d sacarose
(C12H22O11), saturada, sem corpo de fundo, a 50°C.
Q l a massa de
Qual
d cristais
i t i que se separam da
d solução,
l ã
quando ela é resfriada até 30°C?
Dados: CS da sacarose em água:
CS a 30°C = 220g/100g de água
CS a 50
50°C
C = 260g/100g de água
a) 20g
b) 30g
c) 40g
d) 50g
e) 60g
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14
Tem-se 540g
T
540 de
d uma solução
l ã aquosa de
d sacarose
(C12H22O11), saturada, sem corpo de fundo, a 50°C.
Q l a massa de
Qual
d cristais
i t i que se separam da
d solução,
l ã
quando ela é resfriada até 30°C?
Dados: CS da sacarose em água:
CS a 30°C = 220g/100g de água
CS a 50
50°C
C = 260g/100g de água
50º C
a) 20g
260 g sacarose    360 g solução
b) 30g
x            540 g solução
c) 40g
x  390 g sacarose (150 g de água )
d) 50g
30º C
e) 60g
220 g sacarose    100 g água
x            150 g água
x  330 g sacarose
Excesso  390  330  60 g
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15
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16
V
C
F
V
F
V
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17
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18
F
F
F
F
V
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19
(UFRJ) – A solubilidade de vários sais em água em função da
temperatura é apresentada no diagrama a seguir:
Usando o diagrama de solubilidade, determine a massa de sal que
precipita quando 500g de solução saturada de NaNO3 a 80°C são
resfriados até 20°C.
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20
80º C
150 g NaNO3      250 g solução
x            500 g solução
x  300 g NaNO3 ( 200 g de água )
20º C
100 g NaNO3      100 g água
x            200 g água
á
x  200 g NaNO3
Excesso  300  200  100 g
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21
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22
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23
Extraclasse
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24
Extraclasse
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25
Extraclasse
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26
Extraclasse
Mais eficiente
Menos M
eficiente
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27
Extraclasse
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28
Extraclasse
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29
Extraclasse
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30
Extraclasse
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31
Extraclasse
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32
Extraclasse
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33
Extraclasse
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34
Extraclasse
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35
A solubilidade dos gases em líquidos depende da pressão e da temperatura.
Temperatura: O aumento da Temperatura:
O aumento da
temperatura diminui a g
solubilidade do gás.
Pressão: O aumento da pressão do gás aumenta a
pressão do gás aumenta a solubilidade do gás no líquido.
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36
O processo de dissolução do gás oxigênio (O2) do ar na água é fundamental
para a existência de vida no planeta. A solubilidade de um gás em um líquido é
di
diretamente
proporcional
i
l à pressão
ã parcial
i l do
d gás
á sobre
b o líquido
lí id e diminui
di i i à
medida que se eleva a temperatura.
Ao se abrir uma garrafa de refrigerante,
refrigerante há escape
de gás (CO2) na forma de bolhas (efervescência)
devido
A) ao aumento da pressão.
B) à elevação da temperatura.
C) à diminuição da temperatura
C) à diminuição da temperatura.
D) à diminuição da pressão.
E) ao aumento da pressão e temperatura.
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37
O processo de dissolução do gás oxigênio (O2) do ar na água é fundamental
para a existência de vida no planeta. A solubilidade de um gás em um líquido é
di
diretamente
proporcional
i
l à pressão
ã parcial
i l do
d gás
á sobre
b o líquido
lí id e diminui
di i i à
medida que se eleva a temperatura.
Ao se abrir uma garrafa de refrigerante,
refrigerante há escape
de gás (CO2) na forma de bolhas (efervescência)
devido
A) ao aumento da pressão.
B) à elevação da temperatura.
C) à diminuição da temperatura
C) à diminuição da temperatura.
D) à diminuição da pressão.
E) ao aumento da pressão e temperatura.
Ao se abrir a garrafa, diminui a pressão do CO2 com
a conseqüente diminuição da solubilidade.
solubilidade Nesse
instante, praticamente não houve variação de
temperatura.
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38
Tipos de concentrações
t õ
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39
C
massa do soluto (em gramas)
Volume da solução (em litros)
Concentração Comum ou concentração em g/L
concentração em g/L
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40
número de mol do soluto(em mol)
M
Volumeda solução(em litros)
M
massa do soluto(em gramas)
Massa molar do soluto(em g / mol) Volumeda solução(em litros)
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41
NaOH = 40g/mol
ou 4mol
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42
NaOH = 40g/mol
NaOH
N
OH
80g/L
0,25 L
NaOH
2mol/L
0,25 L
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43
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44
 Al  27 x1  27
O  16 x 3  48

Al(OH)3 
H  1 x3  3


78g.mol 1

1mol      78g
x        3,9g
x  0,05mol
Al(OH)3 
 Al 3  3OH 
0,05M
0,05
3
x
0,
05
0 ,15M
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45
Mistura de soluções
l
de
es o
de mesmo soluto
De solutos diferentes
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Que reagem
Que não reagem
46
Extraclasse
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47
Pr oteína
1g      4kcal
0,375g    x
Carboidrato
1g      4kcal
6g       y
x  1,5kcal
y  24kcal
álcool  75kcal  (24kcal  1,5kcal)
álcool  49,5kcal
75kcal    100%
49,5kcal    w
álcool
1g      7kcal
z      49,5kcal
1mL      0,79g
t        7,07g
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w  66%
z  7,07g
t  8,94mL
48
Extraclasse
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49
SO42
1L    5,64mg
H  1  1  1
C  12  1  12

HCO3 
O  16  3  48

61g / mol
1mol    61g
0,3L    x
x      103,7  10 3 g
x  1,692mg ou x  1,69  10‐3 g
x  0,017mol
[HCO3 ]  1,7  10 3 mol / L
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50
Extraclasse
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51
massa do soluto
Volume da solução
10g
10000 mg
C
C 
1L
1L
C
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52
Extraclasse
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53
d soluto
l t
0,9g de
0,9% 
100mL de solução
0,9g      100mL
x        200mLL
x  1,8g
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54
Extraclasse
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55
NaHCO3
1L      42mg
1,5L      x
x  63mg ou 0,063g
 Si  28  1  28

SiO2 O  16  2  32

60g / moll

1mol      60g
3
x        30  10 g (30mg)
x  0,5  10 3 mol
4
x  5  10 mol
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56
Extraclasse
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57
Apresenta a maior solubilidade em
água entre os três pesticidas
Q
Quem
apresenta
t a menor massa com
relação ao DL50 tem a maior
toxicidade, ou seja, com menor
massa consegue exterminar 50
50%
%
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58
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59
Extraclasse
I2
0,010mol      1000mL (1L)
x            5mL
x  0,00005mol
0 00005 l x  5  10‐5 moll
suco_ Laranja
10mL        5 10‐5 mol
1000mL      y
y  0,005mol
Ácido ascórbico C6H8O6
176g      1mol
t        0,005mol
0 005 l
t  0,88g
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60
5)Para testar o uso do algicida sulfato de cobre em tanques para criação de
camarões, estudou-se, em aquário, a resistência desses organismos a diferentes
concentrações de íons cobre (representados por Cu2+).
) Os gráficos relacionam a
mortandade de camarões com a concentração de Cu2+ e com o tempo de
exposição a esses íons.
Se os camarões utilizados na experiência fossem introduzidos num tanque de
criação contendo 20.000
20 000 L de água tratada com sulfato de cobre,
cobre em quantidade
suficiente para fornecer 50 g de íons cobre, estariam vivos, após 24 horas, cerca
de
a)) 1/5.
b) 1/4.
c) 1/2.
d) 2/3.
e) 3/4.
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61
Cálculo da concentração de íons cobre em mg/L no tanque de criação pela
adição de 50g de íons cobre em 20.000L de água:
50 000mg ———— 20.000L
50.000mg
20 000L
x ——————— 1L
x = 2,5mg/L
Pelo gráfico II,
II observamos que com um tempo de exposição de 24 horas,
horas a
concentração de íons Cu2+, que causa a mortandade de 50% dos camarões, é de
aproximadamente 2,5mg/L. Concluímos que, após 24 horas de exposição aos
í
íons
C 2+, a metade
Cu
t d (1/2) dos
d camarões
õ ainda
i d estará
t á viva.
i
Alternativa C
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62
6)O botulismo, intoxicação alimentar que pode levar à morte, é causado por
toxinas produzidas por certas bactérias, cuja reprodução ocorre nas seguintes
condições: é inibida por pH inferior a 4,5 (meio ácido), temperaturas próximas a
100°C, concentrações de sal superiores a 10% e presença de nitritos e nitratos
como aditivos.
A ocorrência de casos recentes de botulismo em consumidores de palmito em
conserva levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a
implementar normas para a fabricação e comercialização do produto.
No rótulo de uma determinada marca de palmito em conserva,
conserva encontram-se
encontram se as
seguintes informações:
I. Ingredientes: Palmito açaí, sal diluído a 12% em água, ácido cítrico;
II Produto
II.
P d t fabricado
f b i d conforme
f
as normas da
d ANVISA;
ANVISA
III. Ecologicamente correto.
As informações do rótulo que têm relação com as medidas contra o botulismo
estão contidas em:
) , apenas.
p
A)II,
B) III, apenas.
C) I e II, apenas.
D) II e III,
III apenas.
apenas
E) I, II e III..
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63
6)O botulismo, intoxicação alimentar que pode levar à morte, é causado por
toxinas produzidas por certas bactérias, cuja reprodução ocorre nas seguintes
condições: é inibida por pH inferior a 4,5 (meio ácido), temperaturas próximas a
100°C, concentrações de sal superiores a 10% e presença de nitritos e nitratos
como aditivos.
A ocorrência de casos recentes de botulismo em consumidores de palmito em
conserva levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a
implementar normas para a fabricação e comercialização do produto.
No rótulo de uma determinada marca de palmito em conserva,
conserva encontram-se
encontram se as
seguintes informações:
I. Ingredientes: Palmito açaí, sal diluído a 12% em água, ácido cítrico;
II Produto
II.
P d t fabricado
f b i d conforme
f
as normas da
d ANVISA;
ANVISA
III. Ecologicamente correto.
As informações do rótulo que têm relação com as medidas contra o botulismo
estão contidas em:
) , apenas.
p
A)II,
A conservação do palmito em água, contendo A conservação do palmito em água contendo B) III, apenas.
12% de sal diluído e ácido cítrico, para redução C) I e II, apenas.
do pH, está de acordo com as normas de D) II e III,
III apenas.
apenas
preservação do alimento, segundo a ANVISA.
E) I, II e III..
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64
Extraclasse
7
Atenção para o gráfico Temperatura x tempos
↑TCaCl2 ‐ Dissolução ↑TCaCl2 ‐
E é i – ΔH<0)
Exotérmica –
Exotérmica H 0)
↓TKCl ‐ Dissolução Endotérmica –– ΔH>0 ). Endotérmica Prof. Msc. João Neto
65
7
Observe que inicialmente a
temperatura do
d CaCl
C Cl2 subiu
bi
(ocorreu liberação de calor –
Dissolução Exotérmica – ΔH<
H<0
0)
enquanto que a temperatura
do KCl diminuiu (ocorreu
ç
de calor – Dissolução
ç
absorção
Endotérmica – ΔH>
H>0
0 ).
Prof. Msc. João Neto
66
Extraclasse
Prof. Msc. João Neto
67
Dos casos citados, a maior chance da
presença de toxinas do botulismo está na
ç do alimento,, contendo 2% de
conservação
sal diluído em água
água..
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68
9
Extraclasse
Prof. Msc. João Neto
69
9
I. Falsa
Falsa.. A carne branca de frango tem
maior quantidade de colesterol do que
a carne suína (toucinho).
(toucinho).
II.. Falsa
II
Falsa.. A quantidade de colesterol
está em torno de 5%.
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70
Extraclasse
10
Prof. Msc. João Neto
71
10
Quanto maior a concentração dos ácidos tartárico e málico
málico,, maior a
acidez do vinho.
vinho. Isso acontece quando as uvas são colhidas mais
cedo..
cedo
Quanto maior
i a concentração de
d açúcar,
ú
maior
i a quantidade
id d de
d
álcool que será obtida, o que ocorre quando as uvas são colhidas
mais tarde.
tarde.
Portanto, quanto mais tarde as uvas forem colhidas, menos ácido
será o vinho e maior será o teor alcoólico
alcoólico..
Prof. Msc. João Neto
72
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Química 2 - Apostila 1