RELATO DA REUNIÃO – 13/05/2005 Local: Av. Brasil – Lucas – CCAR Duração: 10:10 às 12:30 – 14:30 às 16:30 Das 10:10 às 12:30 Participantes: Ana Goulart Bustamante Graciosa Rainha Moreira Márcia Almeida Mathias Maria Teresa Marino Paulo da Silva Santos – CCAR – DI – CCAR – DI – CCAR A reunião foi iniciada com uma retrospectiva de todas as alterações que levaram a elaboração da Versão 2 do Modelo anteriormente apresentado pela analista Maria Teresa Marino. A analista Maria Teresa Marino fez um checklist nas questões enviadas pelo cartógrafo Cláudio João Barreto dos Santos e o único item que não estava sendo atendido completamente, fazia referência ao histórico do nome geográfico. Foi levantada pela equipe da DI a dúvida quanto a Vegetação, isto é, se seria considerada a categoria Vegetação para toponímia. Foi observado por todos os outros integrantes do GT presentes a reunião que como só existia o genérico da Vegetação, tal como, Café e Pinho, e não existia o termo específico, o mesmo não seria considerado como Toponímia. (Esta visão foi revista na reunião de 31/05) Foi observado também que os marcos de limites têm toponímia, bem como, alguns pontos de referência. De acordo com o cartógrafo Paulo da Silva Santos o termo genérico do nome geográfico não é definido pela classificação da MTD. E que a classificação da MTD será de acordo com a escala. Isto é, dada uma escala a classificação da MTD muda para aquele referido elemento. Foi colocada pela analista Maria Teresa Marino a dúvida sobre a existência de variante do genérico. A mesma foi elucidada, pela tecnologista Márcia Almeida, Mathias e pela analista Ana Goulart Bustamante, com a afirmação: Existe variante do termo genérico e do termo específico. E, ainda foi acrescentado pela analista Ana Goulart Bustamante que havia a necessidade de ser retratado no modelo a variante da partícula, isto é, existe também a variante da partícula. Foram discutidas também, as entidades ABREVIATURA, MOTIVAÇÃO e ETNOLOGIA. As analistas Márcia Almeida Mathias solicitaram o acréscimo dos atributos tradução e descrição na entidade Etnologia. As referidas analistas se comprometeram em estudar quais os atributos necessários para as entidades MOTIVAÇÃO e ETNOLOGIA, para complementar as especificações do modelo. Outra questão levantada foi à necessidade de criação de atributos datas para que o BNGB contemple uma abordagem histórica. A tecnologista Márcia Almeida Mathias e a analista Ana Goulart Bustamante alertaram para o fato de que Localidade não tem genérico e sim, classificação segundo a MTD (nome local, vilarejo, município, cidade,...). Deste alerta surgiu a necessidade do modelo prevê o histórico da classificação, isto é, um distrito pode se transformado em município. Assim, uma Localidade pode mudar de nome e de classificação. Exemplo mencionado: Distrito de Caiçara Distrito de Icapuí Município de Icapuí. Das 14:30 às 16:30 Participantes: Ana Goulart Bustamante Graciosa Rainha Moreira Márcia Almeida Mathias Maria Teresa Marino Paulo da Silva Santos – CCAR – DI – CCAR – DI – CCAR Esta etapa da reunião teve início com a discussão sobre a ORIGEM e AQUISIÇÂO da entidade NOME GEOGRÁFICO. Foi discutido o fato dos Nomes Geográficos que estão no sistema do Fábio não estarem revisados. E, voltou-se a discutir se os elementos sem toponímias entrarão no BNGB. Houve um pedido do cartógrafo Paulo da Silva Santos para que a equipe da DI, de posse da Base cartográfica bCIMd, informe pelo menos 5 exemplos de elementos sem toponímia para que seja feita uma busca, no sentido de descobrir se estas toponímias são representadas em outras escalas. Outra necessidade apontada foi a criação de uma VARIANTE DE POSIÇÃO para guardar o histórico do nome geográfico quanto a sua posição. Não foi agenda uma próxima reunião.