ENTREVISTA: Pra que tantos “corações”? Fábio Gandour responde
Ano 1 | Edição 01 | Julho Agosto Setembro 2008
Revista Informativa das Soluções IBM Power Systems
VIRTUALIZAÇÃO
AO ALCANCE DE TODOS
Das pequenas empresas
às grandes
multinacionais
Distribuição Gratuita
DECISÕES
DE CONSUMO
FAZEM A
DIFERENÇA
O tema sustentabilidade
a favor dos executivos
e de suas empresas
MATÉRIA ESPECIAL:
Temperamentos controlados, pessoas felizes
EDITORIAL
PREZADO(A) LEITOR(A),
É com grande satisfação que apresentamos a nova Revista de Tecnologia
POWER Channel.
Convidamos você a conhecer os novos
lançamentos da área de TI mesclando
abordagens executiva e técnica, sendo
direcionada a todos que de alguma
maneira estão relacionados ao ambiente
da Tecnologia da Informação.
Nesta primeira edição abordaremos,
como tema principal, o anúncio da
integração de duas importantes linhas
de servidores IBM: System p e System i.
Como resultado desta fusão surge a nova
plataforma IBM de servidores denominada POWER Systems, que reúne o
melhor dos dois mundos e que se apresenta como uma solução extremamente
atraente para diferentes tamanhos de
empresa, tendo como pontos fortes:
performance inigualável, tecnologia
líder em virtualização e um ambiente
voltado para soluções.
Além deste tema, traremos entrevistas,
empresas relatando experiências de
sucesso, matérias relacionadas à gestão
empresarial e textos dedicados ao
ambiente corporativo.
Esta publicação foi desenvolvida com
muita dedicação para lhe oferecer uma
revista com conteúdo inteligente,
inovador e que proporcione novos
caminhos para a gestão de TI.
Boa leitura e até a próxima!
Redação Power Channel
EXPEDIENTE
REDAÇÃO: Rua Apeninos, 930 - Paraíso - 04104-040 São Paulo - SP - Tel. (11) 5083.8422
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ÍNDICE
CAPA
Solucionando os problemas
de TI com as novas equações
Power Systems
ENTREVISTA
Fábio Gandour
Pra que tantos
“corações”?
5
16
SUPORTE
& DOWNLOADS
Com um olhar
no amanhã
ESPECIAL
Temperamentos
7
PARCEIROS
AÇÃO INFORMÁTICA
Quando a solução
vai muito além
das máquinas
INGRAM MICRO
Farmácia dos Pobres
ganha com ambiente
de TI virtualizado
IBM Installation Toolkit
transforma gerenciamento
de servidores
No coração do
IBM Power Systems
4 IBM POWER Julho Agosto Setembro 2008
8
PRODUTOS
Virtualização ao
alcance de todos
10
SOLUÇÕES
DE NEGÓCIOS
O futuro já chegou
12
20
14
GESTÃO
TECNOLOGIAS &
TENDÊNCIAS
O mercado elege a
melhor combinação!
CURTAS
Notícias do
mundo corporativo
24
26
28
As decisões de
consumo fazem
a diferença
Combater as
fraudes contábeis
ficou mais fácil
22
OPINIÃO
O espelho vivo
29
32
34
ENTREVISTA
Fábio Gandour
PRA QUE TANTOS “CORAÇÕES”?
O Gerente de Novas Tecnologias da IBM Brasil, Fábio Gandour, explica, de
maneira descontraída, a evolução dos chips multi-cores. Gandour aponta
ainda as dificuldades encontradas neste processo e não descarta a possibilidade de, em breve, eles estarem equipando também os computadores de
uso individual, como um notebook, por exemplo.
POWER CHANNEL: Qual o significado do termo “Core”, freqüentemente usado no mundo
de TI?
Fábio Gandour: Esta é uma palavra que não existe em Português e
que, como tantas outras que usamos
em TI, foi importada do Inglês. De
fato, o “core” que anda na moda significa “núcleo” ou “centro”. Vem daí
a denominação dos chips mais modernos, chamados de multi-cores.
PC: Como se deu a evolução dos
chips com mais de um core?
FG: Mais imposta do que conquistada. Ao tentar obedecer à Lei de
Moore e empacotar numa pastilha
de silício um número cada vez
maior de portas lógicas, a indústria
bateu na parede do aquecimento e
da complexidade, ambos insuportáveis. E já que a estrada na qual trafega a Lei de Moore tem a rara peculiaridade de abrir o caminho ao futuro, ao mesmo tempo em que destrói
o que já foi percorrido no passado,
não dava pra voltar para trás.
PC: Mas também não dava pra
seguir em frente sem afrontar
temperaturas próximas ao ponto
de fusão do silício, em torno de
1.500 graus centígrados, e correr
o risco de transformar um circuito “Solid State” em um tipo de
“A evolução dos
chips se deu mais
de maneira
imposta do que
conquistada. Ao
tentar obedecer a
Lei de Moore e
empacotar numa
pastilha de silício
um número cada
vez maior de
portas lógicas, a
indústria bateu
na parede do
aquecimento e da
complexidade,
ambos
insuportáveis”
“Geléia State”, não é mesmo?
FG: Exatamente. A impossibilidade
de retorno era flagrante. Alguém
já viu outro alguém comprando um
computador mais lento ou menos
potente do que o que já possui? E
sem caminho único adiante, a alternativa foi dividir o caminho futuro
em outros.
PC: Quais foram esses caminhos?
FG: Primeiro em dois e aí, surgiram
os dual-core. Chips com a sua parte
central, mais íntima e mais crítica, dividida em duas. A sacada foi boa, pois
dividiu um grande problema em dois
problemas menores e, portanto, mais
fáceis de serem resolvidos. A estrada
Junho/Julho/Agosto 2008
POWER Channel
5
um chip que possui nove estradas internas, o chip Cell?
FG: Exatamente, e destas nove
estradas, uma é usada apenas
para o tráfego das ordens que
orientam as outras oito estradas.
E nas oito demais há espaço de
sobra para muita coisa passar!
Da mesma forma que já há algum
tempo em que aprendemos a construir um multi-core, também faz
algum tempo que aprendemos
como aproveitá-lo em máquinas
de uso coletivo ao estilo de servidores e em máquinas de uso individual dedicado, como o console
dos games.
em direção ao futuro passou a ter
dois caminhos. E até aí, em cada
caminho trafegam mais ou menos
as mesmas coisas. Logo depois, as
mesmas estradas já divididas
foram novamente divididas. Em
duas novamente. E lá vêm os chips
quad-cores. Novamente, a estrada
em direção ao futuro tem agora
quatro caminhos mas, de novo, em
cada um deles passam coisas mais
ou menos similares.
PC: A solução foi simples assim? Nenhuma pedra apareceu
no caminho?
FG: Absolutamente, nesta hora
começaram a surgir outras necessidades, como escolher melhor o
que deveria passar em cada caminho recém-aberto. E aí, surgiu
uma nova necessidade, além daquela já conhecida de dividir uma
estrada em dois que era como
aproveitar melhor cada uma das
novas estradas abertas.
PC: E como esta demanda tem
sido suprida?
FG: Pelo conhecimento da arquitetura dos chips. Uma dessas arquiteturas tem o nome Power, e se
encontra na sua 6ª versão. A melhor metáfora que ilustra o significado desta versão seria a da mãe
que já teve seis filhos. Para o mais
jovem, ela certamente saberá usar
tudo que aprendeu na criação dos
filhos anteriores. Sem dúvida nenhuma será mais fácil assim. Para
a IBM tem sido mais fácil conduzir a construção de novos engenhos sobre a arquitetura Power,
com base em tudo que já fizemos
com essa tecnologia antes. E como
a família da mãe de seis filhos, a família Power também é bem grande, tão grande que tem até um endereço próprio na Internet, o
www.power.org.
PC: E é esta mesma arquitetura
que orienta o funcionamento de
6 POWER Channel Junho/Julho/Agosto 2008
“A melhor metáfora que
ilustra o significado da
6ª versão da arquitetura
Power seria a da mãe
que já teve seis filhos.
Para o mais jovem, ela
certamente saberá usar
tudo que aprendeu na
criação dos filhos
anteriores. Sem dúvida
que será mais fácil assim,
como tem sido mais fácil
para nós da IBM,
conduzir a construção de
novos engenhos sobre a
arquitetura Power, com
base em tudo que já
fizemos com essa
tecnologia antes”
PC: Com os resultados até
agora obtidos podemos afirmar
que, em breve, estes verdadeiros multi-core poderão estar também equipando computadores
de uso individual mais genérico e flexível, como um notebook que se usa todo dia?
FG: Vamos ser sinceros e honestos, ainda não sabemos como aproveitar tantas estradas neste caso.
Será que uma delas servirá apenas para acomodar o tráfego da
Internet? E em outra passarão
apenas os e-mails? Que tal se
uma estrada trafegar só os arquivos de imagens? E uma for reservada para o conteúdo confidencial
da empresa? Tudo isto faz sentido. Tanto sentido quanto a nossa
sinceridade em dizer que ainda
não sabemos as melhores formas
de orientar o uso de tantas estradas neste cenário de uso individual. Tanto sentido quando a nossa
convicção de que os chips multicore com arquitetura Power estarão cada vez mais próximos e presentes. Tanto sentido quando a
nossa vontade de continuar a desvendar estes caminhos e levar ao
mercado, aquilo que de melhor a
gente conseguir aprender. É este
o nosso compromisso para um ou
muitos corações.
Sistema Operacional
IBM i for Bussiness
Com um
olhar no
Da
REDAÇÃO
AMANHÃ!
Sistema Operacional “IBM i for Business” ajuda a implementar as aplicações
de negócios com segurança, eficácia, autogerenciamento e simplicidade de uso
Um ciclo sem fim e inevitável na área
de TI é manter os pés no presente, para se
certificar de que as operações atuais não
parem, mas com o olhar no amanhã.
Independentemente de como se encara tal
situação, é indispensável continuar a aprimorar os serviços, porém gastando menos,
obtendo mais resultado e adaptando-se
rapidamente às mudanças de mercado.
Mesmo quando os recursos são escassos,
ou utilizados no limite, há que se impulsionar o pronto atendimento, a disponibilidade e a segurança do sistema como um todo.
A questão é como entrar nesta briga
de forma sustentável a longo prazo? A resposta pode estar em um importante aliado,
o Sistema Operacional IBM i for Business.
Uma evolução do i5/OS, engloba a combinação real de banco de dados relacional,
segurança, web services, network e capacidade integrada de gerenciamento de storage,
enquanto que em outros sistemas operacionais são produtos adicionais, na maioria
das vezes de múltiplos fornecedores.
Isto provê muito mais do que um
micro código com interface para comando
de hardware e operação, é uma completa e
sólida base para a implementação de aplicações de negócios, que prima pela segurança, eficiência e simplicidade do uso.
O segredo para viabilizar as qualidades mencionadas é que todos os componentes do coração do sistema operacional e
middleware são desenvolvidos, testados integralmente e integrados em fábrica pela
IBM. Isto explica o porquê de mundialmente mais de 2500 ISVs suportarem um
portfólio de cerca de 5.000 aplicações,
oferecidas via rede de parceiros.
Na mais recente versão, a i6.1, é
reiterado o compromisso em propiciar
tecnologia com segurança e simplicidade.
Mas tem várias novidades para aumentar a
integração com padrões abertos, backups
criptografados, performance para aplicações WEB/Java, opções inéditas de cluster
e alta disponibilidade e virtualização.
Porém, a principal surpresa fica por
conta dos clientes que optarem pela consolidação de servidores via BladeCenter. Eles
poderão utilizar, em um único chassi, lâminas rodando Windows/VMWare e com
processadores Power, virtualizando por
meio do PowerVM aplicações em IBM i
for Business, AIX (Unix IBM) e Linux
32bits/64-bits.
Para saber mais sobre Sistema
Operacional “IBM i for Business” acesse
www-03.ibm.com/systems/i/advantages/
Os clientes que optarem
pela consolidação de servidores
via BladeCenter poderão
utilizar em um único chassi
lâminas rodando Windows
/ VMWare e lâminas com
processadores Power,
virtualizando por meio do
PowerVM aplicações em
IBM i for Business, AIX
(Unix IBM) e Linux
32bits/64-bits.
PERFIL
DO SISTEMA
OPERACIONAL
O IBM i for Business atende às
necessidades de TI para a implementação
de aplicações de missão crítica e caracteriza-se pela perfeita harmonia no ambiente
visto que os utilitários foram criados e
testados para trabalhar em conjunto.
As principais vantagens encontradas são:
Banco de Dados DB2 UDB, já instalado em fábrica
e sem custo adicional;
DBA Tools e algumas funções de gerenciamento de
Banco de dados realizadas automaticamente pelo
sistema operacional;
Software de segurança com 5 níveis de configuração;
Gerenciamento automático de memória e discos;
Utilitário de gerenciamento do servidor, partições
lógicas e backups;
TCP IP, WebSphere Application Server Express,
IBM HTPP Apache;
Suporte a diversas linguagens de programação
como IBM Rational® , RDI, C, RPG, Cobol, C++,
Java, PHP, CL, SOA, Unix runtime.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
7
ESPECIAL
Da
REDAÇÃO
Você já deve ter se perguntado: por que diante de algumas situações as pessoas agem de formas diferentes? Por que existem pessoas que se destacam mais que as outras numa determinada atividade?
Vários filósofos, ao longo dos anos, procuraram desenvolver um conceito para melhorar as nossas
relações. Nos vários anos de estudos, Hipócrates, o “Pai da Medicina”, reconheceu as diferenças de temperamentos das pessoas e chegou a um resultado mais aproximado daquilo que nós, como indivíduos,
precisamos para nos identificar.
Como resultado desses estudos, Hipócrates distinguiu os quatro temperamentos: o sangüíneo,
o melancólico, o colérico e o fleumático.
A você, leitor da Power Channel, preparamos uma pequena amostra desses temperamentos,
para que possa desenvolver e descobrir suas verdadeiras potencialidades e principais fraquezas.
SANGÜÍNEO
Saber
transformar
momentos de
crise em
verdadeiras
oportunidades
de crescimento
e aprendizado
pode fazer toda
a diferença
8 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
As pessoas com esse temperamento
são calorosas, amáveis, simpáticas, sociáveis. São otimistas e despreocupadas.
Generosas, compassivas, adaptam-se ao
meio-ambiente e ajustam-se aos sentimentos alheios. Porém, como os demais
temperamentos, os sangüíneos têm os
seus defeitos, ou seja, são pessoas que possuem pouca força de vontade, são emocionalmente instáveis, explosivas, irriquietas
e egoístas. Dificilmente alcançam os seus
objetivos e possuem grandes dificuldades
em seguir detalhadamente as instruções.
São pessoas inseguras e temerosas. As
pessoas sangüíneas são bons vendedores,
oradores, atores e, não muito raramente,
tornam-se líderes.
MELANCÓLICO
Esse temperamento é, de todos, o
mais talentoso. É perfeccionista, sensível,
analítico, abnegado e leal. As pessoas com
esse temperamento são introvertidas e raramente se impõem. São pessoas geniosas, críticas, pessimistas e egocêntricas.
Descobrem em tudo uma razão para a ansiedade e em qualquer situação notam primeiro as dificuldades. Os melancólicos
são bons artistas, compositores, filósofos,
inventores, teóricos e mestres.
COLÉRICO
Tudo na vida das pessoas coléricas
são utilitários. São lideres naturais, obstinadas e muito otimistas. Estão freqüente-
mente pensando em novas idéias, projetos, objetivos e geralmente os realizam.
São pessoas que gostam de ser reconhecidas em seu trabalho e adoram ser louvadas publicamente. Dão muito valor as aparências, à pompa e à formalidade. São geralmente orgulhosas e cheias de amor próprio. Embora tenham uma vida altamente
produtiva, elas possuem algumas fraquezas naturais bastante sérias. São autosuficientes, impetuosas, geniosas e tem
uma tendência à aspereza e até mesmo à
crueldade. Os coléricos dão bons diretores de empresas, generais, construtores,
soldados voluntários, políticos ou administradores.
FLEUMÁTICO
As pessoas fleumáticas são calmas,
acessíveis e agradáveis. Possuem grande
facilidade em trabalhar em grupo. São pessoas eficientes, conservadoras, dignas de
confiança, espirituosas, com mente sempre voltada para o lado prático das coisas.
Por serem pessoas introvertidas, dificilmente são perceptíveis suas fraquezas e
qualidades. Como os outros temperamentos, o fleumático também possui suas fraquezas e a maior delas é a falta de motivação. Chegam até serem displicentes
com relação ao trabalho e tendem ser
“pão-duros” e indecisos. Os fleumáticos
revelam-se bons diplomatas. Muitos são
professores, médicos, cientistas, humoristas, escritores e editores de livros e revistas. Quando motivados externamente,
podem tornar-se líderes muito capazes.
QUALIDADES
Pusilânime
Comunicativo
Volúvel
Destacado
Compreensivo
Crédulo
Habilidoso
Minucioso
Barulhento
PRODUTORES
CONSTRUTORES
LÍDERES
SANGÜÍNEO
Amuado
Confuso
Idealista
COLÉRICO
Astucioso
Audacioso
FLEUMÁTICO
Calculista
Calmo
MELANCÓLICO
Teórico
Anti-Social
Leal
Delicado
Decidido
Líder
Auto-Suficiente
Insensível
Medroso
Perfeccionista
Esteta
Eficiente
Vaidoso
Exagerado
Pessimista
Prático
Intolerante
ATORES
VENDEDORES
ORADORES
Egocêntrico
Sensível
Otimista
Prepotente
Inseguro
Egoísta
Independente
Impaciente
DEFEITOS
Impulsivo
Afável
Simpático
Bom Companheiro
Sarcástico
Indisciplinado
Entusiasta
Enérgico
Resoluto
Iracundo
ARTISTAS
MÚSICOS
INVENTORES
FILÓSOFOS
MESTRES
Crítico
DEFEITOS
Vingativo
Pretensioso
Introvertido
Desmotivado
Inflexível
Tranqüilo
Temeroso
DIPLOMATAS
Indeciso
ADMINISTRADORES
PROFESSORES
Contemplativo
TÉCNICOS
Desconfiado
Cumpridor
Eficiente
Conservador
Prático
Líder
Diplomata
Bem-Humorado
QUALIDADES
SAIBA DISCERNIR O SEU TEMPERAMENTO
DICAS IMPORTANTES
Só lhe será possível usar bem o conceito de temperamento quando você souber
discernir qual o tipo do seu próprio temperamento. Para isso, é necessário que
você examine minuciosamente o gráfico dos temperamentos.
NENHUM TEMPERAMENTO É “MELHOR” QUE O OUTRO.
O temperamento em si mesmo não é a garantia de determinadas atitudes.
O fato do indivíduo possuir um temperamento específico não é justificativa
para o mesmo minimizar erros de conduta e personalidade.
É importante lembrar que ninguém se caracteriza por apenas um
temperamento. Não só os nossos pais, mas também os avós contribuíram para
a formação da nossa personalidade; assim, todo mundo é uma mescla de
temperamentos, de pelo menos dois e, às vezes, até três.
A TEORIA DOS QUATRO TEMPERAMENTOS É UM INSTRUMENTO
VALIOSO PARA A AUTOCOMPREENSÃO.
Ela é utilizada por vários psicólogos e psicopedagogos.
COMO UTILIZAR O GRÁFICO DOS TEMPERAMENTOS
Você deverá fazer uma lista das características que se destacam em sua
personalidade. Veja primeiro os seus pontos fortes e, após localizá-los, procure
encontrar os defeitos correspondentes.
MAS ATENÇÃO...
Muitas pessoas têm a tendência de “mudar de idéia” quando examinam seus
defeitos. É melhor você resistir a essa tentação e enfrentar com realismo as
suas fraquezas.
POR SER APENAS UMA FERRAMENTA TERAPÊUTICA, NÃO SE PONHA
A ANALISAR O TEMPERAMENTO DE UMA PESSOA.
A não ser que isso contribua para melhorar o seu relacionamento com ela,
não o faça. Também não diga a uma pessoa qual o temperamento que ela
possui, a não ser que ela lhe pergunte diretamente.
SE AUTO-CONHECER É TAMBÉM SINÔNIMO DE MELHORAR OS SEUS
RELACIONAMENTOS E AÇÕES.
É uma grande oportunidade para desenvolver suas principais habilidades
e potencializar a sua carreira.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
9
CURTAS
IBM E NETMAKE FORMAM
ALUNOS DE GRADUAÇÃO
Parceria firmada entre a Universidade Municipal de São Caetano do Sul
(IMES), a IBM do Brasil e a fabricante
pernambucana de software Netmake
irá capacitar em programação alunos
de Ciência da Computação, Sistemas
de Informação, Web Design e Comércio Eletrônico.
Estima-se que cerca de 120 jovens sejam beneficiados ainda este
ano com os conhecimentos das tecnologias open PHP, Sistema Operacional
i5/OS, Banco de Dados DB2 e MySQL.
Os cursos são considerados fundamentais para quem deseja seguir a carreira de TI. “O mercado demanda mãode-obra capacitada em plataformas
Scriptcase e DB2. Já o PHP e Ajax são
tecnologias de conhecimento obrigatório para os profissionais de TI em geral”, afirma Antonio Carlos Navarro, gerente de produto e soluções da divisão
Power. “Encontrar tal informação técnica na universidade é um bom diferencial para o estudante e o mercado precisa de profissionais com estas habilidades”, completa Navarro.
iPHONE NO BRASIL
A TIM deve lançar o IPhone no
Brasil antes das rivais Claro e Vivo. É o
que garante o presidente da subsidiária
móvel da Telecom Itália, Mario Cesar
Pereira de Araújo, à reportagem da
Revista Época.
Em entrevista à revista Época,
Araújo declarou que nenhuma das operadoras brasileiras tem contrato de exclusividade com a Apple. Já a TIM se
beneficia do acordo firmado entre a fabricante do iPhone e a operadora para
distribuição na Italia. Conforme o executivo, o negócio pode ser estendido
ao Brasil.
Conforme Araújo, o telefone chega
ao país pela TIM a partir de outubro.
Se quiserem oferecer antes disso, destaca o presidente, as demais operadoras terão de começar a vender o aparelho na versão 2G e aguardar liberação
para lançá-lo em 3G.
Cinco empresas nacionais
fazem parte do ranking que elege
as 50 organizações mais
respeitadas do mundo, segundo o
Reputation Institute, organização
especializada em estudos
corporativos.
A Petrobras aparece no 20º
lugar, Grupo Gerdau no 24º,
Usiminas no 40º, Vale 43º e
Correios no 50º.
Entre as duzentas estão: Grupo
Votorantim, CSN, Pão de Açúcar,
Banco do Brasil, Braskem, Casas
Bahia e Odebrecht.
AS 10 QUE LIDERAM O RANKING:
Fonte: TIM
REMUNERAÇÃO EM ALTA
Profissionais que ocupam cargos
de diretoria em TI são os que contam
com mais reconhecimento salarial nas
empresas. A remuneração destes profissionais nas grandes corporações aumentou em 9,4%, segundo um estudo
realizado na Espanha pela consultoria
ICSA, em parceria com a escola de estudos La Salle.
Frente ao retrocesso generalizado
dos salários dos diretores naquele país,
os diretores de TI tiveram os salários incrementados, embora isso dependa do
tamanho da entidade para a qual trabalham.
Enquanto que nas companhias menores a retribuição está na faixa de
55,69 mil euros anuais, nas médias
sobe para 65,35 mil euros e nas grandes parte a 86,46 mil euros anuais.
Consultoria ICSA
10 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
BRASILEIRAS ENTRE AS
MAIS RESPEITADAS
1
Toyota (Japão)
2
Google (EUA)
3
Ikea (Suécia)
4
Ferrero (Itália)
5
Johnson & Johnson (EUA)
6
Tata Group (Índia)
7
Kraft Foods (EUA)
8
Novo Nordisk (Dinamarca)
9
Grupo Bimbo (México)
10
Migros (Suíça)
Reputation Institute
NEM TÃO INIMIGOS ASSIM
A MORDIDA DO LEÃO
A carga tributária brasileira continua em ritmo de crescimento, atingindo 38,90% do PIB no 1º trimestre de
2008. O total arrecadado no trimestre
foi de R$ 258,90 bilhões, contra R$
221,75 bilhões no mesmo período de
2007. O crescimento nominal foi de
16,75%.
Quem dera se o crescimento da
economia pudesse acontecer a números próximos!
Fonte : IBPT
SONY LANÇA MAIOR MEMORY
STICK DO MERCADO
O Yahoo e seu arqui-rival Google anunciaram em 12 de junho o início de uma parceria não-exclusiva de publicidade em sistemas de busca, com a expectativa de somar
até US$ 800 milhões em receita anual.
Com o acordo, o Yahoo pode fazer anúncios
fornecidos pelo Google ao lado de seus próprios resultados de busca e em alguns websites
nos Estados Unidos e no Canadá.
Em comunicado, o Yahoo afirmou que
ainda irá decidir onde os anúncios do Google
serão feitos e quais termos de busca poderão
ser utilizados. Sua expectativa é que a parceria, a princípio com duração de quatro anos,
mas com opções para renovação para até 10
anos, gere logo no primeiro ano entre US$ 250
milhões a US$ 450 milhões adicionais em
fluxo de caixa.
Fonte: HSM
NOVAS FORMAS DE RECUPERAR JUDICIALMENTE AS EMPRESAS
A nova Lei de Falências completa três anos. Sancionada em 9 de fevereiro de 2005
pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei 11.101 entrou em vigor exatamente quatro
meses depois. O que mudou de lá para cá?
O mestre em administração e diretor da consultoria Siegen, Fábio Bartolozzi
Astrauskas, afirma que estão surgindo novas formas de trabalhar a recuperação judicial
das empresas. "No passado, se pedia uma extensão do prazo de pagamento. É verdade
que, nos primeiros anos da lei, os empreendedores continuaram pedindo o mesmo. Hoje,
entretanto, eles estão ampliando sua visão, com um foco multidisciplinar na recuperação",
diz ele.
Fonte: Maph Editoria – Informação Tributária
O LEITOR DE BLOGS
A Sony acaba de lançar no mercado brasileiro o cartão Memory Stick
Pro Duo com 16 Gb de capacidade de
armazenamento flash, ideal para filmadoras Handycam, que contam com a
tecnologia de compressão AVCHD.
O novo cartão armazena até 110
minutos de vídeo em alta definição gravado em modo 1920, e quase seis
horas de vídeo em HD quando estiver
sendo filmado em modo 1440 LP.
O cartão de mídia Memory Stick
Pro Duo de 16GB estará à venda a partir deste mês, nas principais lojas especializadas do País, a um preço sugerido de R$ 1.119.
“Este é um avanço muito importante na tecnologia de mídias, que permitirá principalmente maior qualidade
e rapidez para as gravações em alta
definição”, afirma Ricardo Filó, gerente
de produto da linha de mídias da Sony
Brasil.
A SAP anunciou em 19 de junho a compra da Visiprise, empresa norte-americana
de software para manufatura como parte da estratégia de expandir as ofertas para verticais da indústria. A companhia recém-adquirida conta com ferramentas para gerenciamento de fábricas e reconfiguração de planos de operações.
Fonte: Baguete
Fonte: SAP
O Instituto de Pesquisas Qualibest acaba
de finalizar um estudo que traça o perfil do leitor de blogs no Brasil. Entre os entrevistados,
12% acreditam totalmente e 86% parcialmente
nas informações encontradas em um diário virtual. A maioria, 72%, afirmou já ter obtido
informações nos blogs que ajudaram a formar
uma opinião sobre uma marca ou serviço e
mais da metade das pessoas declarou se lembrar de ter visto algum tipo de propaganda em
um blog.
Sobre o índice de visitação, 89% já acessaram algum, pelo menos uma vez, e a média de
acessos diários é de um para a maioria dos
entrevistados e de dois ou mais para 25%.
Fonte: Instituto de Pesquisas Qualibest
SAP ADQUIRE VISIPRISE
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
11
Ação Informática
Quando
a solução
vai muito
além das
máquinas
Para acompanhar o crescimento de TI,
a Fosfertil investe em servidores e faz uma
das mais completas atualizações tecnológicas
12 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
Complexo Industrial de Cubatão
Principal fornecedora
brasileira de matérias-primas
para fertilizantes, a Fosfertil
passou recentemente por uma
ampla atualização tecnológica
para acompanhar a vertiginosa
evolução da área de TI, bem
como o crescimento dos negócios da companhia.
A migração da versão 4.6c para
a 6.0 do software SAP também
pesou na decisão, uma vez que
demandava equipamentos com
maior capacidade.
Presente em quatro Estados
brasileiros – São Paulo, Minas Gerais,
Paraná e Goiás – e empregando diretamente mais de 2.700 pessoas, a
empresa optou por alterar completamente o parque tecnológico após
amplo estudo de viabilização, feito
durante cinco meses pela VFZ
Systems, parceira da IBM e da Ação
Informática.
“As mudanças viabilizariam a simplificação no gerenciamento do ambiente, maior disponibilidade no acesso
dos usuários e diminuição dos custos
de manutenção dos equipamentos”,
explica Valdir Zílio, da VFZ Systems.
A solução encontrada incluiu a
compra de dois novos servidores
System Power P 570, instalados com
o software de alta disponibilidade
HACMP, que proporciona mais segurança no ambiente total. O novo equipamento veio substituir o P550, até
então com três anos de uso.
Fizeram parte ainda a plataforma storage DS 4800, com virtualização, a troca da unidade de fita
LTO2 e LTO3 por duas LTO4,
expansão do sistema de gerenciamento de backup Tivoli Storage
Manager e up-grade do banco de
dados IBM DB2.
Mas quando Valdir Zílio diz que
a empresa “não é uma simples fornecedora de produtos e serviços e sim
parceira de negócios”, pode acreditar. O histórico da companhia comprova.
Ao longo de mais de duas
décadas de experiência no mercado
de tecnologia da informação, a
empresa caracteriza-se por apresentar soluções inovadoras e simplificar
a estrutura de TI com invejável
competência. Porém, o diferencial
mesmo, pode ser resumido nas palavras “relacionamento”, “pós-venda”
e “credibilidade”.
Parceiro IBM desde 1995, a
VFZ realiza um acompanhamento
completo, passo a passo do desenvolvimento do cliente, que inclui visitas
freqüentes para avaliar as necessidades de informática. Como o próprio
Zílio destaca, para que o cliente
possa confiar no trabalho do revendedor, deve haver sinergia, trabalho
em equipe e profissionais altamente
capacitados.
E ao que tudo indica, o método
de atuação vem dando certo, pois atualmente ostenta em sua carteira clientes com mais de 13 anos, como a
própria Fosfertil.
Enfim, se o mercado sabe hoje
que a IBM tem ampla gama de produtos, capaz de atender às mais variadas realidades, talvez desconheça
o fato de que uma das razões de
tamanho sucesso seja uma revenda
capaz de adequá-los a cada situação
específica.
Após amplo estudo de viabilização e sizing sobre a necessidade ou não da Fosfertil
alterar o parque tecnológico, foi constatado que um pacote completo proporcionaria a
simplificação no gerenciamento do ambiente, maior disponibilidade no acesso dos usuários
e diminuição dos custos de manutenção dos equipamentos.
Visão geral da TI da Fosfertil
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
13
IngramMicro
PSS Sistemas
implementou na
empresa pernambucana
uma solução pioneira
que permitiu reduzir o
número de servidores
de 20 para apenas 3,
além de garantir
segurança, redundância
e escalabilidade para
novas aplicações
FARMÁCIA
dos POBRES
ganha com
ambiente de TI
virtualizado usando
tecnologia IBM
14 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
erviços de TI hospedados e
quase vinte servidores de
diversos modelos e diferentes
fabricantes; problemática administração da operação de todo o parque de equipamentos e dificuldade
de acompanhar o crescimento da
empresa. Essa era a realidade na
pernambucana N. Landim, ou,
como é conhecida, Farmácia dos
Pobres, a rede de farmácias mais
antiga do Brasil, inaugurada em
1876.
Para mudar esse quadro, investiu cerca de R$ 700 mil reais no
projeto “Otimização e Virtualização do Ambiente de TI”, implementado pela PSS Sistemas, revenda da Ingram Micro Brasil.
Baseada em tecnologia IBM, a solução reduziu todo o parque a apenas
três servidores em um único console, criando outros vários virtuais
com diferentes sistemas operacionais e bancos de dados para hospedar as mais diversas aplicações.
De acordo com o gerente de
TI da N. Landim, Abilio Cesar de
Barros Correia, a expectativa é ter
a curto prazo o retorno do investimento, por conta da redução de
custo com energia elétrica e da
mão-de-obra com administração,
que deverá ser mais eficaz.
Antes do projeto implementado pela PSS, em novembro do ano
passado, a N.Landim já havia adquirido uma solução de consolidação e virtualização, no entanto,
ficou muito aquém das reais necessidades, principalmente nas áreas
de armazenamento de dados, processamento e memória. “Na solução de virtualização instalada em
precedência, foi utilizado o
VMWare Free, e isso engessava algumas funcionalidades críticas,
pois não era possível escalonar os
ambientes virtuais. O segundo ponto, possivelmente o mais importante, foi a necessidade de um ambiente de alta disponibilidade e confiável e, nesse aspecto, nossa condição
era que a solução fosse baseada no servidor System i, diante do seu alto grau de
confiabilidade”, explica Correia.
A solução definitiva levou dois meses
até chegar à forma definitiva, sendo metade para implementação e mais trinta dias
de acompanhamento. “Teríamos diversos
ambientes operacionais - i5OS, Linux for
Power PC, Windows além de uma área de
repositório para os usuários. Então, a grande questão era qual a melhor forma de administrar o backup e principalmente como
recuperar”, comenta Rudinei Oliveira, especialista em System i da IBM Brasil e responsável pela elaboração do projeto. O resultado foi a combinação de três servido-
res, um IBM System i 550 e dois IBM
Blades, usando o VMWare para criar vários servidores virtuais com ambientes
operacionais i5OS, Windows e Linux.
Incluiu ainda bancos de dados DB2,
Oracle e MySQL, com fornecimento dos
equipamentos pela Ingram Micro Brasil.
“A solução de virtualização implementada
na Farmácia dos Pobres foi pioneira.
Trata-se da primeira instalação da IBM
que se tem conhecimento no mundo em
que foi possível a conectividade da plataforma Blade com System i (antigo
AS400) via conexão iSCSI. Os discos da
Blade são discos internos do servidor
550”, comenta Rolmes Carvalho Jr.,
diretor da PSS.
A N. Landim está migrando aos poucos
os serviços instalados. O primeiro foi o
banco de dados Oracle, depois os serviços
de diretoria baseados em Windows e o servidor de antivírus, e está em andamento a
migração dos servidores TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) e de comunicação
de dados. “Por enquanto, conseguimos sentir uma melhora na performance no Oracle
e no acesso ao servidor 550”, diz Correia.
Para a PSS, o projeto inovador rendeu
o reconhecimento da IBM - foi selecionado
como o melhor "case" da região CentroOeste/Norte/Nordeste e apresentado no road-show da IBM em Recife, em agosto do
ano passado.
Há 21 anos no mercado, especializada na venda de servidores, a PSS
registrou um crescimento de mais de 100% no faturamento do ano
passado. Resultado da fusão com uma empresa de serviços, a SWT,
especializada em infra-estrutura. “Hoje, além da venda e instalação
de servidores e software, oferecemos serviços completos de infraestrutura de TI, como rede, sistema operacional, banco de dados,
segurança e conectividade, deixando o cliente pronto para instalação
do ERP”, diz Rolmes.
Líder mundial em vendas, marketing e logística para o setor de
tecnologia e uma das empresas mais admiradas de 2007, segundo a
revista Fortune, a Ingram Micro e suas subsidiárias atuam em mais
de 100 países e distribuem mais de 280 mil produtos para mais de
165 mil revendas. Com sede em Santa Ana, Califórnia, EUA, e única
distribuidora global de TI com operações na Ásia. Registrou, em 2007,
um resultado de US$ 35,05 bilhões em vendas globais, um
crescimento de 12% em relação a 2006. Líder também no Brasil, a
empresa tem sede em São Paulo e conta com mais de 200 associados
no país, trabalhando com uma rede composta por dez mil revendas, e
distribuindo mais de quinze mil produtos de quase cinqüenta
fabricantes – AMD, AOC, APC, Borland, CA, Canon/Elgin, Cis, Cisco,
Corel, Elite Group, EMC2, Enermax Imports, Epson, HP, IBM, Itaucom,
Juniper, Konica Minolta, Labtec, Lenovo, Lexmark, LG, Linksys,
Logitech, Maxell, McAfee, Metrologic, Microsoft, Microsoft OEM,
Motorola, MSI, OKI, Oracle, Palm, Panda, Philips, Preview, RedHat,
Samsung, SMC Network, Sonicwall, Sony, Sun, Symantec,
TecnoWorld, TrendMicro, ViewSonic, Xerox e Zebra.
MAIS INFORMAÇÕES ESTÃO DISPONÍVEIS NO SITE
www.ingrammicro.com.br OU PELO TELEFONE (11) 3677.5900
INGRAM MICRO BRASIL E IBM: UMA PARCERIA RECONHECIDA POR PRÊMIOS
Melhor distribuidora IBM de 2007 no Brasil, a Ingram Micro não pára de
acumular prêmios nacionais e internacionais. Um deles foi em 6 de abril
quando recebeu em Las Vegas, EUA, o IBM Impact Distributor Innovation.
Trata-se de um reconhecimento mundial como distribuidor e na liderança na
qualificação dos parceiros de negócios IBM para alavancar a adoção dos
softwares Websphere e SOA, com iniciativas pioneiras como o BPIC itinerante.
Este é o quarto reconhecimento da IBM que a Ingram Micro Brasil recebe neste
ano. Em âmbito nacional, além do prêmio como Melhor Distribuidor IBM Brasil,
foi também apontada como Melhor Distribuidor de Valor Agregado.
Mundialmente, antes da premiação em Las Vegas, foi um dos três finalistas ao
título de VAD of the Year da linha Lotus, em razão de suas campanhas de
marketing criativas e do excelente suporte técnico e programas de capacitação
que leva aos revendedores.
“Esses prêmios nos estimulam ainda mais a buscar a excelência em nosso
papel de distribuidor de valor agregado, aperfeiçoando nossa estrutura e
desenvolvendo novas ações para promover a oferta de soluções IBM no
mercado”, diz Roberto Gero Santos, executivo de produtos IBM da Ingram
Micro Brasil.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
15
CAPA
As novas equações
Power
Systems
o
d
n
a
n
o
i
c
u
sol emas
l
b
o
r
os p
A eficiência na
otimização em TI
fez com que em 2007
mais de 43% de
todos os gastos com
servidores UNIX e
Linux fossem
para sistemas
desenvolvidos com
processadores
Power da IBM
16 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
Com uma fórmula algébrica, i + p = Power Systems, a IBM anunciou
recentemente a unificação de duas de suas principais linhas de servidores, o
IBM System i e IBM System p, em uma nova linha de modelos denominada
IBM Power Systems.
A arquitetura Power da IBM obteve tanto êxito em ajudar as organizações a
enfrentarem os desafios de otimização de TI que, em 2007, mais de 43% de
todos os gastos com servidores UNIX e Linux foram feitos em sistemas
desenvolvidos com esta linha de processadores.
OS MOTIVOS DESTE SUCESSO SÃO MUITOS:
?
Alta performance dos processadores Power;
?
Exclusiva tecnologia de virtualização PowerVM
que não penaliza o processamento disponível;
?
Ativação temporária ou permanente de
processadores e memória, permitindo-se atender
imediatamente às alterações de demanda;
?
Flexibilidade de escolha de Sistema operacional
IBM AIX®, IBM i (antigamente i5/OS) e Linux®;
Otimização de espaço físico e recursos
?
computacionais;
Redução de gasto com energia e administração
?
de servidores;
?
Segurança e disponibilidade;
?
E muitos outros...
Tendo estes
benefícios
como base
de equações,
os principais
executivos
da empresa
apontaram
combinações
que fizeram
o sucesso de
seus clientes.
A revista
Power Channel
também buscou
as combinações
que formaram
as equações de
sucesso para
esses clientes.
VEJA NAS PRÓXIMAS PÁGINAS ALGUMAS DESSAS COMBINAÇÕES.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
17
Equações
Fundamentado nos processadores IBM POWER6™,
o Power™ Systems é a base da infra-estrutura de
empresas que compartilham a visão de criar um novo
centro de dados corporativo. Veio para unificar
a bem- sucedida plataforma integrada da IBM,
o System i™ e o rápido crescimento do sistema
operacional UNIX® - o IBM System p™.
Esta equação possibilita
a utilização de uma única
plataforma para todos os seus
aplicativos UNIX, Linux e IBM i
com a virtualização essencial
fornecida pelo PowerVM™.
Power = desempenho + escalabilidade
Com o anúncio do Power Systems™ 595, primeiro servidor de mercado baseado nos processadores que atingem um
clock de 5 GHz, a IBM mantém a liderança em avaliações de desempenho. Escalável até 64 processadores, é a plataforma mais
moderna e poderosa para a consolidação de aplicativos UNIX,
Linux e i.
Apresenta também a maior capacidade de memória e processamento já fabricada em um sistema SMP UNIX comercial.
Além disso, todo Power 595 é equipado com o novo pacote de
serviços PowerCare, que oferece cinco opções de serviços de
nível internacional.
Power =
processamento + redução de consumo de energia
Os servidores Power Systems apresentam a inovadora tecnologia
POWER6 EnergyScale™, para monitoramento e redução do consumo de
energia de cada sistema individual. Essas incluem o Active Energy
Manager, a cobertura térmica, o modo de hibernação e ventiladores com velocidades variáveis. Tudo isto combinado à excelente performance e desempenho dos processadores POWER6, virtualização PowerVM que permite a
consolidação de vários ambientes e aplicações em um único servidor físico.
O novo Power Systems modelo 575 oferece uma perspectiva inteiramente nova de processamento de alto desempenho com design exclusivo de
refrigeração a água. Fornecendo 5 vezes mais desempenho e quase três vezes
mais eficiência de energia que seu predecessor, foi projetado para ajudar a resolver os desafios mais complexos de computação.
18 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
de sucesso
Power = modularidade + flexibilidade
Power = escolha – risco
A apresentação do
novo Power Rewards,
um programa de substituição
de tecnologia com serviço
de migração visando reduzir
o processo de migração.
É a garantia de “chegar-se”
à plataforma "certa" e nela
permanecer!
Power = escolha + flexibilidade
O design modular combinado com o desempenho dos
processadores POWER6 torna o Power System 570 ideal
para crescimento escalonar, conforme a evolução e crescimento dos negócios da empresa. Diferencia-se entre os servidores de médio alcance do mercado por disponibilizar
mais de 100 mil transações por minuto em cada núcleo e
pela liberdade total de escolha do Sistema Operacional para
execução de aplicativos, UNIX, Linux ou IBM i.
Os modelos BladeCenter oferecem a possibilidade de
crescimento por lâminas, consolidando em um único Chassi
uma combinação completa de infra-estrutura como switches, fontes de alimentação e sistema de ventilação, servidores em lâmina, DVD e Storage no caso dos Chassis S.
Desenvolvido com base na família de produtos IBM
BladeCenter®, de fácil utilização, e com um alto grau de
flexibilidade de implementação, escalabilidade e gerenciabilidade, o BladeCenter JS12 é um servidor blade com processador POWER6 de dois núcleos, de baixo custo, grande
capacidade de disco e memória e a possibilidade de executar
simultaneamente aplicativos em Sistema Operacional AIX,
IBM i ou Linux.
Para um maior poder de processamento, a família se
completa com o Servidor Blade 4-core JS22, com clock de
4GHz e suporte até 40 partições virtuais, criadas e gerenciadas via a tecnologia de virtualização IBM PowerVM.
Lembrando...
PowerVM™ - Tecnologia
IBM de virtualização de
recursos, baseada na tecnologia dos mainframes
IBM. De baixo consumo
de processamento, propicia
a melhor alternativa para
consolidação e simplificação do ambiente de TI.
i – Sistema Operacional sucessor
do i5/OS. Oferece grande integração
e facilidade de uso/gerenciamento,
com Banco de dados DB2, Segurança
e Middlware de comunicação integrados.
AIX – Versão IBM para o Sistema
Operacional Unix.
Entre AIX, i ou Linux Edition as empresas já
podem optar pela edição que melhor atenda a seus requisitos de negócios e aplicativos. Se a necessidade for
por um sistema de alto desempenho para entregar
banco de dados, um servidor de aplicativos distribuído,
uma solução de negócios integrada ou uma plataforma
de consolidação de servidor confiável e eficiente, o
Power 520 e o Power 550 Express podem ser mais do
que suficientes, seja em forma de rack ou torre pequena.
Desenvolvido com base na promissora família de
produtos IBM BladeCenter®, de fácil utilização, plataformas integradas com um alto grau de flexibilidade de
implementação, escalabilidade e gerenciabilidade, o
BladeCenter JS12 Express é um servidor blade com
processador POWER6 de dois núcleos, financeiramente suportável, com grande capacidade de disco e memória e a possibilidade de executar simultaneamente em
aplicativos AIX, IBM i ou Linux. Complementa o
Servidor blade 4-core BladeCenter JS22 Express e
aumenta as possibilidades de os clientes aplicarem sua
força para trabalhar com o apoio para o último chassi
BladeCenter e com uma ampla variedade de sistemas
operacionais e aplicativos.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
19
ao alcance de todos
Da REDAÇÃO
PowerVM, nas edições Express, Standard
e Enterprise, atende desde pequenas
empresas até às grandes multinacionais
Q
uando o assunto é virtualização a primeira
coisa que vem à mente é a simplificação do
ambiente de TI por meio da consolidação dos
servidores. Com o tempo, passamos a valorizar outras
características. A economia de energia elétrica e
redução dos gastos de infra-estrutura e administração
são algumas delas. Paralelamente temos uma melhoria
na maneira de gerir o crescimento devido à rápida
adaptação do ambiente às mudanças de demanda.
Resumindo, invariavelmente a virtualização é o
caminho para redução de custos e aumento de eficiência
da área de TI. Tanto que a conscientização sobre sua
20 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
necessidade em empresas com 500 a 999 funcionários
saltou de 60% para 86% em um ano, segundo
levantamento feito pela Forrester.
Mas por trás de todas essas e demais vantagens,
hoje ao alcance de nossas mãos, tem uma história que
remonta cerca de 40 anos, época em que a IBM
introduzia a tecnologia de virtualização. Em 1997
revolucionava o mercado de servidores midrange
trazendo o particionamento lógico (LPAR) aos
servidores AS/400. Sete anos depois, toda esta inovação
chegava também aos servidores AIX (Unix IBM) com o
Advanced Power Virtualization (APV) e o AIX 5.3.
Com o lançamento dos servidores POWER
SYSTEM, em 2008, a IBM empacotou esta
tecnologia em um produto chamado PowerVM, que
permite a criação de até 254 partições virtuais em
um único servidor físico.
Disponível em três versões - EXPRESS,
STANDARD E ENTERPRISE - atende desde
pequenas empresas até às grandes multinacionais,
propiciando os benefícios da virtualização para
todos.
Têm em comum o virtualizador básico
hypervisor que permite aos servidores IBM Power
System suportar simultaneamente os sistemas
operacionais i, AIX e Linux Power. Porém, algumas
funcionalidades são específicas visando propiciar
ao cliente um valor de aquisição compatível com
suas necessidades.
EXPRESS
Disponível para os servidores Power
System 520 e 550 e as lâminas processadoras blade JS21 e
JS22. Possibilita a criação de até três partições lógicas em
um único box e utliza o IVM - Integrated Virtualization
Manager como console. Inclui o PowerVM Lx86 runtime,
uma variação do software de emulação QuickTransit da
Transitive que permite que aplicações Linux compiladas
para processadores X86 32-bits possam rodar nos processadores Power sem alteração ou recompilação.
Versão de menor custo e indicada para virtualização
em pequenas e médias empresas, com, por exemplo, três
LPAR, sendo um para ambiente de produção, outro de testes/desenvolvimento e um terceiro de Homologação.
“O alto poder de processamento do Power6 aliado à
capacidade de virtualização da tecnologia PowerVM e o
custo da versão Express torna esta linha de servidores
bastante interessante para pequenos e médios clientes reduzirem gastos, simplificarem infra-estrutura e serem mais eficientes”, avalia Roberta André, Gerente de Produto Power
Systems na Ingrammicro.
STANDARD
Possui todas as funcionalidades da edição
Express, mas também permite criar até 10 partições lógicas
por processador, gerenciadas via o HMC - Hardware
Management Console ou IVM, em caso de partições Linux.
Com os processadores Power6, a versão diferencia-se por
duas capacidades adicionais: multiple shared processor pools e
shared dedicated capacity.
Multiple Shared Processor Pools possibilita a criação de
um pool de partições que compartilharão recursos de forma
automática e dinâmica. Assim sendo, o sistema irá realizar o
trabalho de balanceamento e não o administrador. Isto ocorre dentro de limites máximos e mínimos de processamento
pré-estabelecidos e podem ser reajustados a qualquer
momento. A título de ilustração, poderíamos citar o caso de
um servidor contendo dois ambientes operacionais virtuais,
um produtivo e outro de testes. Em final de mês onde o primeiro geralmente requer maior performance, o sistema se
ajustaria movendo capacidade de processamento do LPAR
de testes para o LPAR de produção.
Já a capacidade Shared Dedicated Capacity viabiliza que
uma partição virtual com recursos de CPU dedicados possa
doar ciclos de CPU a outras micropartições, caso não esteja
utilizando todo o poder de processamento para ela configurado.
ENTERPRISE Contém toda a capacidade da versão
Standard e uma nova válida para o Sistema Operacional
AIX6 (Unix IBM), a Live Partition Mobility que permite
mover a partição de um servidor para outro compatível ao
primeiro, sem downtime da aplicação sendo executada.
LINHA DO TEMPO DA VIRTUALIZAÇÃO NA IBM
1967
1997
2004
2008
Introduz a
tecnologia de
virtualização
Revoluciona o mercado de
servidores midrange trazendo a
tecnologia de particionamento
lógico (LPAR) aos AS/400.
Inovação chega também aos
servidores AIX (Unix IBM) com o
Advanced Power Virtualization
(APV) e o AIX 5.3.
Com o lançamento do
Power System, a IBM
empacota a tecnologia de
virtualização no PowerVM
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
21
Pequenas e Médias
Novo software para
Business Inteligence via
Web provê informações
operacionais e gerenciais,
tanto internas quanto
externas, a organizações
de todos os portes,
principalmente
pequenas e médias
já chegou
22 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
A maioria dos sistemas de
Inteligência de Negócios está voltada às
decisões gerenciais e estratégicas,
porém, grande parte ainda é de natureza reativa, uma vez que a análise das
informações acontece após os fatos operacionais.
A tendência dos sistemas modernos é expandir-se nas frentes internas e
externas. No primeiro caso, fornecer
apoio para tomada de decisões nos níveis operacionais, com características próativas. As informações passam a ser analisadas em tempo real, servindo de
apoio aos fatos imediatos que ocorrem
na operação dos negócios.
Externamente, cumpriria o papel
de estreitar o relacionamento com clientes e parceiros. No futuro, acredita-se
que cada vez mais a comunicação ofere
NOVOS FORMATOS E FACILIDADES
Interface sofisticada com o
usuário final. Inclui painéis gerenciais, distribuição seletiva via e-mails,
PDF com-postos, planilhas MS Excel,
MS Powerpoint, interface RIA –
Rich Internet Applications com Ajax e
Adobe Flex, formatação especial para
smartphones e PDAs que podem se
integrar a sistemas de informações
geográficas como o ESRI e Google
Maps.
A plataforma WebFocus oferece
também a possibilidade de envio por
e-mails de resultados ativos como
gráficos que funcionam em estações
desconectadas, permitindo análises
ad-hoc e reformatação local.
cerá vantagens competitivas e decisivas
para a sobrevivência das organizações, à
medida que os negócios se encaminhem
para a Internet.
Na dianteira dos acontecimentos, o
novo software IBM DB2 Web Query já
disponibiliza, na plataforma IBM
Power System, um sistema completo de
inteligência de negócios via Web, provendo informações operacionais e
gerenciais tanto internas quanto externas.
Baseado no WebFOCUS da
Information Builders,
expande o
potencial de benefícios para organizações de todos os portes, principalmente
as pequenas e médias. Escalabilidade e
economia na implementação são algumas das vantagens dessa solução, mais
detalhadas a seguir.
SIMPLIFICAÇÃO DO AMBIENTE DE TI
Meios mais rápidos, seguros e confiáveis para simplificar o ambiente de TI e diminuir a quantidade de servidores. A solução leva informações vitais de negócios
aos gerentes e funcionários na linha operacional, bem como aos parceiros e clientes por meio da Internet.
COMPATIBILIDADE COM O QUERY/400
Às empresas com Sistema
Operacional IBM i ou i5/OS, o IBM DB2
Web Query possibilita, de maneira simplificada, a migração das queries já realizadas com o Query/400, convertendo os resultados em relatórios na Web com melhor aparência e possibilidade de agregação de outras funcionalidades.
LUIZ CÂMARA
é Presidente da InfoBuild Brasil
ACESSO A TODOS OS DADOS
Viabiliza o acesso a praticamente
qualquer dado como JD Edwards, SAP,
SAP-BW, DB2, Oracle e MS SQL Server.
ESCALABILIDADE E PERFORMANCE
Para as empresas com grandes
quantidades de usuários na Internet ou
que acessam grandes volumes de dados
e aplicações em tempo real, o WebFOCUS
Autonomic Server oferece métodos sofisticados de balanceamento de carga
e fail-over.
RELATÓRIOS E GRÁFICOS COM UM
SIMPLES CLIQUE DO MOUSE
Facilidade na extração de dados e
criação de relatórios e gráficos gerenciais.
APLICAÇÕES PARA USUÁRIOS DE NEGÓCIO
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
23
Linux on Power
O mercado
elege a
melhor
combinação!
Por
Cezar Taurion
Unir um
sistema operacional
em franco crescimento a
um servidor flexível, dinâmico e
confiável é a melhor solução para
as empresas enfrentarem os
desafios do cada vez mais
imprevisível mundo
dos negócios
24 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
O Linux não é mais apenas
De maneira geral, manter
um nicho de workloads técnicos de
operando um sistema de compu-
infra-estrutura como file ou mail
tação por alguns anos, com gastos
server. O estudo do IDC chama
de upgrade, operação, manutenção,
atenção para o fato de que as re-
suporte, treinamento e energia
ceitas de software em torno de
demanda valores maiores que os
suas plataformas já somam US$
gastos na sua aquisição. Um
10 bilhões, cerca de 4% do total
sistema mais barato na compra não
da indústria, atualmente em US$
se traduz em um sistema mais eco-
242 bilhões. Estima, ainda, que
nômico ao longo de sua vida útil.
E por que Linux e Power?
31 bilhões de um mercado que
Algumas razões são bem nítidas,
poderá atingir o patamar dos US$
como o ambiente operacional deve
330 bilhões. Claramente as em-
ser o mais flexível possível para
presas já entendem e adotam o
acomodar as mudanças de rumo
Linux como sistema de suporte
da empresa, aquisições e novas
para suas aplicações de negócio.
oportunidades que surgem.
Mas o Linux é somente
É necessário um ambiente
uma das variáveis na equação.
computacional que permita reações
Qualquer organização precisa
rápidas e o Linux é um sistema
buscar mais eficiência e fazer
operacional que atende a todas
mais com menos. A escolha da
essas exigências. Roda desde um
tecnologia de hardware – que
celular até supercomputadores. É a
dará sustentação ao sistema
base do Google e da Amazon. Por
operacional – é um processo
sua vez, os servidores IBM Power
fundamental.
System, baseados nos processadores
Power IBM, permitem, com re-
É onde entra o conceito de
cursos como virtualização, crescer
TCO (Total Cost of Ownership).
de forma dinâmica, aliando a flexi-
Criado em 1988 pela empresa de
bilidade à confiabilidade, alto índice
consultoria Gartner Group, hoje já
de disponibilidade e escalabilidade.
pode ser considerado um padrão
de avaliação e medição do valor de
globalizado é turbulento e
imprevisível por natureza.
Crises financeiras em um
determinado país afetam o
mercado do outro lado do
mundo. A infra-estrutura
até 2011 deverá ultrapassar a
marca de 9%, representando US$
O cenário empresarial
Assim, a combinação
produtos e serviços de TI. A idéia
Linux + Power é quase que in-
básica veio da constatação, óbvia,
tuitivamente a solução mais
porém subestimada por muitos,
adequada para que as organizações
que os custos de computação vão
possam enfrentar os desafios do
além da aquisição de hardware
cada vez mais imprevisível cenário
e software.
de negócios.
de hardware e sistema
operacional não pode se
tornar uma âncora de
atraso às movimentações
empresariais!
O instituto de pesquisa IDC International Data Corporation publicou recentemente um
relatório com alguns números
interessantes, que demonstram
a solidez do ecossistema de
negócios em torno do Linux, para
hardware, software e serviços.
No total foram
US$ 21 bilhões em 2007,
devendo chegar a
US$ 49 bilhões até 2011,
principalmente devido ao
crescimento em servidores
que rodam aplicações
comerciais como ERP, CRM
e banco de dados.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
25
TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS
IBM Installation
Toolkit transforma
GERENCIAMENTO
DE SERVIDORES
em brincadeira de criança
Por
Rodrigo Ceron
Conheça a
ferramenta que
facilita a instalação
de Linux
permitindo que a
mesma tecnologia
usada em
supercomputadores
possa ser
configurada com
alta performance
nos servidores
POWER da IBM,
disponíveis para
empresas de todos
os tamanhos
26 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
Imagine-se em frente a um servidor
POWER da IBM. Sim, o próprio, com
elevado poder de processamento e cujo
processador está presente nos núcleos de
um dos maiores supercomputadores do
mundo: o Blue Gene. E para quem ainda
não sabe, núcleos que rodam Linux.
Agora imagine que os servidores
POWER da IBM não são um
supercomputador, e sim máquinas
disponíveis para negócios de pequeno,
médio e grande porte, que podem usufruir
da força e da confiança do Linux na
estável e segura arquitetura da IBM.
Apesar do cenário perfeito, a
dificuldade, a princípio, estaria em instalar
sistemas operacionais em servidores
geralmente sem ambientes gráficos, uma
tarefa no mínimo não trivial para donos
dessas empresas. Aqueles que conhecem
um pouco o Linux em POWER diriam
ainda que detalhes adicionais, como
configurar uma participação lógica ou o
boot loader, exigem alguma experiência.
Se o leitor terminou o parágrafo com
o pensamento “isso parece complicado”, o
Linux Technology Center oferece uma
solução para permitir que a mesma
tecnologia usada em supercomputadores
possa ser facilmente configurada e
utilizada com alta performance no
servidor IBM.
Há alguns anos o LTC tem
desenvolvido no Brasil o IBM Installation
Toolkit, uma ferramenta com foco na
facilitação de instalação de Linux nos
servidores POWER.
Com umas poucas perguntas ao
usuário, é capaz de criar um ambiente
completo e aplicá-lo aos instaladores das
distribuições SLES e RHEL. Isso significa
que passear pelas telas, muito
provavelmente em modo texto, não é mais
uma prova de fogo.
Uma conseqüência do uso do
instalador da própria distribuição é a
garantia de que o sistema resultante será
idêntico a um sistema instalado sem o
auxílio do IBM Instllation Toolkit. Fácil
como deve ser, não?
Como se isso não bastasse, o IBM
Installation Toolkit é uma fonte
centralizada de documentos relacionados a
Linux na arquitetura POWER. Esse
centro de informações contém os melhores
Redbooks e Redpapers, sobre como
configurar serviços em seu servidor, como
NFS e servidores Web e de impressão.
Instalar pacotes da IBM próprios como softwares de gerenciamento de
clusters, diagnósticos e inventário de
hardware, dentre outros - para tirar o
melhor proveito dessa arquitetura também
é uma das suas funções.
Além de todas as vantagens
mencionadas, pode ser utilizado como um
Live CD genérico, pois contém as
ferramentas mais utilizadas de suporte e
resgate de sistemas Linux.
Mas de que adiantaria uma poderosa
ferramenta como essa se não fosse possível
empregá-la em um grande Data Center? O
IBM Installation Toolkit fornece wizards de
rápida configuração de servidores de
Linux via rede, o que viabiliza a instalação
de sistemas em diferentes máquinas ao
mesmo tempo, tudo controlado
remotamente .
Permite ainda wizards de migração de
sistemas (LAMP stack) x86 e x86_64 para
POWER, disponibilizados por essa mesma
ferramenta de instalação remota. Para
quem ainda não tinha certeza se vai ou
não migrar, esse, sem dúvida, é mais um
bom motivo.
Aos preocupados com o custo
adicional, a gratuidade é outro imbatível
argumento para estampar um sorriso no
rosto, disponível no site http://www14.
software.ibm.com/webapp/set2/sas/f/
lopdiags/installtools/home.html. Para
isso, basta realizar um simples cadastro e
não é necessário sequer ser um cliente
IBM.
O suporte também é gratuito e
oferecido por meio de um fórum eletrônico
onde os interessados interagem e
compartilham experiências e recebem
respostas às suas perguntas.
Enfim, o IBM Installation Toolkit
diminui o gap de acesso a uma das
melhores soluções tecnológicas do
mercado, Linux em POWER, para
empresas que querem aquele algo mais
para seus negócios.
Negócios de
pequeno, médio e
grande porte podem
usufruir da força do
Linux na segura
arquitetura IBM sem
ter medo com a
instalação, que está
ainda mais fácil
e amigável
A REALIDADE FICOU
MELHOR QUE A
PRÓPRIA
IMAGINAÇÃO
As vantagens oferecidas pela
ferramenta IBM Installation Toolkit
são mais algumas fortes razões
para as empresas se anteciparem
à escolha da arquitetura POWER.
•Torna amigável a instalação Linux nos
servidores POWER;
•Centraliza documentos com os
melhores Redbooks e Redpapers;
•Instala pacotes próprios da IBM;
•É utilizado como um Live CD genérico;
•Possibilita instalação de sistemas em
diferentes máquinas ao mesmo
tempo, tudo controlado remotamente;
• Migra os sistemas x86 e x86_64 para
POWER;
•Elimina gastos extras em função da
gratuidade da ferramenta e do suporte
técnico;
•Diminui a distância de acesso a uma
das melhores soluções tecnológicas do
mercado.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
27
TECNOLOGIAS E TENDÊNCIAS
O dobro de freqüência de
clock, sem aumento de
NO CORAÇÃO DO
núcleos do chip e com
economia de energia, uma
façanha tecnológica
disponível no mercado
que vem ganhando
destaque no mundo todo
Da
REDAÇÃO
Especialistas analisaram o último
lançamento da linha IBM Power System e
comprovaram que o coração desta família de
servidores bate ao clock do processador IBM
Power6, a atual sensação no mundo de TI que,
nos últimos meses, tomou conta das
manchetes das principais publicações
especializadas da área.
Tamanho sucesso não veio por acaso.
No momento em que a maior parte dos
processadores de mercado está obtendo mais
desempenho por meio da adição de novos
núcleos (core), a IBM buscou o caminho de
otimizar o multi-threading e o conjunto de
instruções do processador. O que garantiu
performance 60% maior, utilizando o TPC
como parâmetro, e dois núcleos com clock de
4.7 GHz, o dobro do seu antecessor.
O melhor nessa história é que tamanho
resultado positivo não provocou aumento do
número de núcleos do chip ou ainda gastos
maiores em energia elétrica. Realmente uma
façanha tecnológica garantida por inovações
que trouxeram mais funcionalidades a esta
linha de servidores.
Uma delas é o Symmetrical MultiThreading. Também conhecido pela sigla
SMT, permite que cada core de processador
físico seja visto pelo Sistema Operacional
como uma lógica múltipla de processadores,
dois no caso do Power 6. O objetivo é manter
as unidades de execução sempre em operação,
por meio de mais de uma via de percurso.
Dessa forma, toda vez que uma via
estiver aguardando por uma operação de
leitura de memória ou uma operação de I/O,
por exemplo, uma outra estará disponível
para uso no mesmo núcleo, empregando de
maneira eficaz o que de maneira tradicional
seriam recursos inativos. Um sofisticado
mecanismo de prioridades e um poderoso set
de instruções complementam a tecnologia.
Os gastos com energia também, a partir
de agora, não são mais motivo para tirar o
sono de gestores de TI. É fato que o meio
IBM POWER
SYSTEM
ambiente e a utilização inteligente e racional
de energia são temas de preocupação geral
nos dias de hoje. Também para Data Centers, o
assunto ganhou contornos tão importantes
quanto à eficiência de infor mação,
disponibilidade, segurança e planejamento de
crescimento.
É real ainda que o aumento do clock dos
processadores, melhores processos de
litografia, garantindo maior densidade, e
demais avanços tecnológicos, esbarram na
maioria das vezes em maior consumo
energético e dissipação de calor, exigindo
alternativas inteligentes dos principais
fabricantes de processadores e servidores.
A resposta da IBM a este desafio é a
arquitetura Energ yScale, com eficiente
ferramenta de gerenciamento de consumo de
energia, que passou a fazer parte dos
servidores IBM Power System, i + p,
baseados nos processadores Power6.
Caracteriza-se por não criar overhead de
utilização de CPU e baseia-se em recursos básicos
de controle de energia do Power6, somados à
recursos adicionais de hardware, software e
firmware, compondo uma solução completa de
gerenciamento de energia.
Outras novidades tecnológicas como
virtualização, VIO e BladeCenter merecem
destaque especial. Bem, mas isso já é um
assunto para as próximas edições. Não perca!
Enquanto os demais
processadores do mercado
obtêm mais desempenho
adicionando novos núcleos, a
IBM otimizou o multithreading e adotou novas
instruções. Um dos resultados
é aumento em 60% da
performance e dois núcleos
com clock de 4.7 GHz, o
dobro do seu antecessor.
Junho/Julho/Agosto 2008
POWER Channel
28
GESTÃO
TIC VERDE
As decisões de
consumo fazem
a diferença
O destaque
para medidas de
sustentabilidade
como estratégia
corporativa pode
impulsionar a
carreira do CIO
JOSÉ JAIRO SANTOS MARTINS
é presidente da SUCESU SP
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
29
mpresas do mundo todo já se
convenceram de que o trabalho com
afinco para minimizar o impacto
produzido por suas operações no meio
ambiente não é mais uma questão de
opção ou boa fé, virou obrigação.
Desde 2002, empresas listadas no
índice Dow Jones de Sustentabilidade DJSI, principal índice do setor, tiveram
valorização superior ao Dow Jones
tradicional.
Tal reconhecimento já chegou ao
Brasil. Em dezembro de 2005 a Bolsa de
Valores de São Paulo – Bovespa - lançou o
Índice de Sustentabilidade Empresarial
(ISE).
Companhias que se destacam por
atender as melhores práticas em termos
de responsabilidade social e sustentabilidade financeira e ambiental ao menos na
teoria apresentam menor risco aos seus
acionistas. Portanto, suas ações
tentem a oferecer desempenho melhor no
longo prazo.
Se o investidor está cada vez mais
interessado em aplicar recursos em
empresas com preocupação ambiental e
social, o mesmo acontece com consumidor ao adquirir determinado produto e,
felizmente, a tendência é um caminho
sem volta. Segundo o colunista e escritor
Max Gehringer muitas g randes
organizações estão incluindo programas
sociais no planejamento estratégico. Com
as menores é só uma questão de tempo e
completa “a responsabilidade social
deixou de ser mérito de algumas para ser
dever de todas e as que saem na frente se
beneficiam”.
C o m o v i m o s, d a s i n ú m e r a s
vantagens em se adotar uma política
focada no Desenvolvimento Sustentável,
além de econômicas, estão a melhoria da
reputação, a fidelização dos públicos e a
possibilidade de antecipação dos
problemas e prevenção dos riscos sejam
de ordem social, ecológico, jurídico ou de
imagem. Ainda reduzem os custos
ligados ao consumo de recursos e
produção de resíduos e representam
importante diferencial competitivo, com
indiscutível aumento do valor da marca.
Por ser uma das maiores consumidoras de energia, a Tecnologia da
Informação entra como uma das
principais áreas a sofrer mudanças. Se as
empresas usuárias encontram a
motivação para se tornarem “verdes”, os
fornecedores de tecnologia acabam
pressionados por uma força muito
poderosa: o cliente. A recomendação é
tentar reduzir o impacto ambiental ao
longo do ciclo de vida dos produtos e
30 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
serviços que oferecem, uma cobrança que
vem aumentando pelos CIOs aqui no país.
Enfim, fazer a tecnologia avançar
sem prejudicar o meio ambiente, é uma
questão de ordem para o mercado e para
nós cidadãos. Por meio de nossas decisões
de consumo devemos garantir às futuras
gerações uma sociedade mais próspera e
justa, um planeta mais limpo e uma
qualidade de vida melhor, que possibilite
um crescimento econômico com
desenvolvimento sustentável.
Tecnologia eficiente do ponto de
vista ecológico é mais econômica e
produtiva. Ao mesmo tempo uma empresa
engajada com a Responsabilidade Social
ganha visibilidade, cria lealdade, atrai
simpatia de consumidores, fornecedores e
sociedade e, é claro, gratifica proprietários
e acionistas.
Sustentabilidade é uma imposição do
mercado e quem não aderir vai perder
terreno, porque empresa boa é empresa
responsável e empresa responsável é
empresa rentável.
UMA BOA OPORTUNIDADE
PARA O CIO
Antever as oportunidades e estar à
frente de iniciativas de desenvolvimento
sustentado como estratégia corporativa
impulsiona a carreira dos CIOs e dos
profissionais de TIC em geral. Afinal,
rende uma ótima visibilidade dentro e fora
da companhia e valoriza o passe do
executivo.
O CIO deve entender onde as
operações da companhia têm mais efeito
res da
Um dos indicado
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balanços sociais.
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14 deles e em
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passado de 30
no meio ambiente o que, segundo os
analistas, ainda não é um fato corriqueiro. O resultado é a falta de preocupação
com o nível de emissão de CO2 e o alto
consumo de energia na infra-estrutura
de telecomunicações e TI. Mas esse
quadro vai mudar.
O Gartner prevê que 50% das
organizações de TIC terão políticas
ambientais até 2010; cerca de 1/3 das
companhias incluirão a sustentabilidade
como base de comparação na hora de
selecionar os fornecedores e, até 2012,
três dos dez principais critérios de
compra de tecnologia serão exigências
sobre medidas em respeito ao meio
ambiente.
Nesse sentido, rever ações internas
são simplesmente imprescindíveis. Com
base no uso de PCs, servidores, sistemas
de refrigeração, telefonia fixa e móvel,
redes locais de dados (LANs), impressoras e telecomunicação corporativa, o
instituto de pesquisa alerta que
fabricantes e usuários de tecnologia são
responsáveis atualmente por 2% da
emissão global de dióxido de carbono
(CO2) na atmosfera, nível comparável
somente ao da indústria de aviação.
Por sua vez, o processo de produção
de um microcomputador exige 10 vezes
seu peso em combustíveis fósseis e 1,5
mil litros de água para ser concluído.
Apenas um chip de memória randômica
consome 1,7 kg de combustível fóssil ou
400 vezes seu peso. Ao mesmo tempo,
até 2030 a demanda de energia elétrica
deve aumentar em 53%.
Uma forma de reverter os danos é
desenvolver produtos e serviços que não
causem impactos negativos ao meio
ambiente, a chamada neutralidade em
carbono.
Outra sugestão aos gestores de TIC
na hora de exercerem o poder de compra
é se ater à maneira como os computadores são projetados e utilizados. Hoje
somente 10% dos equipamentos
obsoletos são reciclados.
Mas pequenas atitudes de comportamento no dia-a-dia também surtem
grande efeito como desconectar
aparelhos da tomada, regular carros,
adotar a carona solidária, utilizar o papel
branco que é mais racional e dar
preferência ao álcool como combustível.
Outro bom exemplo a ser seguido é
escolher os “papéis produzidos com
certificação florestal” por garantir aos
consumidores a fabricação com base em
todas as normas legais e éticas desde a
plantação da muda até o modo correto
do corte.
Atitudes de Sustentabilidade em TIC que irão melhorar a eficiência energética,
contribuir para os resultados da empresa e diminuir os danos ao ambiente
• RECICLAGEM - Computadores e baterias de
celular devem ser reciclados rotineiramente, para os
fabricantes além de promover a melhoria de
imagem também se mostra um excelente negócio.
Conforme estimativas são gerados mundialmente
entre 20 a 50 milhões de toneladas de sucata
eletrônica, apenas na Califórnia 6 mil computadores
por dia são sucateados.
• EQUIPAMENTOS ECONÔMICOS - produzir e utilizar
equipamentos de TIC com baixo consumo de energia
• IMPRESSÃO - usar produtos e soluções mais
eficientes em relação ao consumo de energia, como
os de alta tecnologia e aparelhos multifuncionais,
mais econômicos que equipamentos separados
(impressora, scanner, fax).
• VIRTUALIZAÇÃO - o aproveitamento atual de
servidores é de 5 a 20%. Com software de
virtualização é possível chegar a 80%, sem perder
performance.
• MENOS VIAGENS A NEGÓCIO - Considerar a
adoção do teletrabalho e teleconferência para
colaborar na diminuição dos congestionamentos no
trânsito e do uso de combustível.
• CONSCIENTIZAÇÃO - incentivar o comportamento
consciente, como desligar o monitor na hora do
almoço e tirar da tomada os aparelhos portáteis,
assim que carregados.
• STORAGE E REDES - sistemas de armazenamento
e componentes de rede podem representar até 1/3
do consumo de energia. Implementar um sistema
hierárquico de gestão de ciclo de vida da informação
(ILM – Information Lifecycle Management) diminui
os números. O método auxilia na escolha adequada
do meio de armazenamento de acordo com o tipo e
importância da informação.
• PC E NOTEBOOK - Um PC típico só aproveita
metade da energia consumida. O excesso é dissipado
em forma de calor. Ligado 10 horas por dia é
responsável, por ano pela emissão de 1/10 de CO2.
Com mais de 1 bilhão de computadores em uso no
mundo, é fácil imaginar o quanto de energia é
consumida. Antes de adquirir um novo computador,
deve ser analisada a possibilidade de optar por um
notebook, que consome em média 30 Watts,
enquanto que PC convencional de 150 a 200 Watts.
SEGUNDO O GA
QUANDO O ASSUNTO É DATA CENTER
• Até que se verifique a real importância, desativar os programas cuja
finalidade não seja claramente identificada.
• Utilizar mais softwares com código, que exigem menor capacidade
do hardware.
• Cerca de 40% do consumo de energia do Data Center é de refrigeração.
O percentual sobe à medida que se abaixa a temperatura. São suficientes
26 graus e não 18 graus, como habitualmente empregado. Utilizar
hardware mais eficiente reduz a geração de calor e, conseqüentemente,
a necessidade de refrigeração.
*
RTNER:
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Responsabilidade Social Empresarial é a forma de gestão que se define pela relação
ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona.
(Instituto Ethos)
Desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades do presente sem
comprometer a capacidade das futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades.
(Nosso Futuro Comum - Relatório BRUNDTLAND)
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
31
GESTÃO
Governança e Riscos
Combater as
fraudes
contábeis
ficou mais
fácil
Ferramentas de
ponta ajudam as
empresas a cumprirem
com as exigências da lei
de responsabilidade fiscal
LUIZ FERNANDO SGARBI
Diretor de Consultoria da Opensis Technology & Information Security
[email protected]
32 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
PARA FICAR EM DIA COM A SOX
Aprovada em 2002 pelo
governo americano para acabar
com as fraudes contábeis, a lei
Sarbanes Oxley tem como objetivo restabelecer e aumentar a confiança do investidor e a sustentabilidade das organizações.
Criada pelos senadores americanos Michael Oxley e Paul
Sarbanes, a SOX, como também
é chamada, possui 11 seções, uma
delas, a 302, torna diretores executivos e diretores financeiros
explicitamente responsáveis por
estabelecer, avaliar e monitorar a
eficácia dos seus controles internos sobre relatórios financeiros e
a sua divulgação. Em caso de violação estão sujeitos às penalidades da lei a lei que vão de 10 a 20
anos de prisão e multa de até 5
bilhões de dólares.
Já a seção 404 determina
avaliação anual dos controles e
procedimentos internos para fins
de emissão do relatório financeiro. É, portanto, a que mais
impacta a área de TI.
Tão logo entrou em vigor,
o mercado de software começou
a trabalhar em produtos para
atender essa demanda tais como
o Approva, Securinfo, APM,
Bizrights, Autoseg e Virsa.
A SAP após a compra da
Virsa System, criou até mesmo
uma nova divisão, chamada GRC
- Governance Risk &
Compliance. A área tem como
missão levar aos usuários, softwares existentes e desenvolver
novas tecnologias para ajudar no
cumprimento das exigências da
SOX e das determinações da
Food and Drug Administration
- FDA - para as empresas farmacêuticas.
Com isso o mercado é que
lucra. Atualmente as empresas se
sentem mais confortáveis com
seus controles internos pois têm
a disposição uma série de ferramentas, algumas delas apresentadas a seguir. Porém existe um
item importantíssimo que vai
muito além da tecnologia e deve
ser priorizado: a conscientização
das pessoas envolvidas.
AIS
A nova versão da SAP ECC 6.0 ao pesquisar uma determinada
transação, gera o relatório com os seus objetos de autorização.
• GRC Compliance CalibratorTM
• GRC Process Control
TM
• FirefighterTM
• Access Enforcer
TM
• Role ExpertTM
Compliance Calibrator
Auxilia na avaliação de riscos e de segregação de funções, como
por exemplo, simula a inclusão de uma transação numa role
para verificar se gera ou não risco. Evita violações de segurança
e controles, previne instantaneamente fraudes, reduz o custo de
conformidade e aumenta a confiança e a integridade dos dados.
COMPLIANT SUPERUSER ACCESS
Firefighter
Superuser
Automatiza as atividades relacionadas ao suporte
emergencial, ou seja, o Firefighter redefine temporariamente o
ID dos usuários quando estes estão atribuídos a uma atividade
de resolução de problemas, dando um super acesso, porém
controlado e monitorado.
Privileged
Access
New
Session
New
Session
New
Session
New
Session
Firecall ID
Sales
Firecall ID
Mfg
Firecall ID
FI
Firecall ID
...
Log
Log
Log
Log
• Pre-igned firecll IDs
• Access restrictions
• Validity dates
CURRENT APPROACH–INNEFICIENT, NOT COMPLIANT
Acess Enforcer
Access
Request
Automatiza solicitação de acesso incluindo assinalamento da
Role no SAP/R3 e remove a complexidade no processo de aprovação do usuário. Permite análises de SOD, fornece vasta trilha de auditoria, reduz o uso do papel e cria consistência em informação dos usuários entre sistemas.
email
Manager
Approval
email
Roler Owner
Manual
Provisioning
spreadsheets,
paper forms
spreadsheets,
paper forms
IT Security
Role Expert (VRMT)
Para assegurar que a execução da manutenção nas roles sejam sempre controladas, automatiza a criação e a gerência de definições, usando uma metodologia de segurança de acordo com as melhores práticas. Acelera mudanças em acessos e privilégios de usuários, verifica a consistência entre as decisões do passado com as do presente, elimina conflitos de roles e documenta as mudanças.
Risk Terminator
Alerta quando uma transação é adicionada numa role através da PFCG, ou quando um usuário é assinalado,
usando a SU01 ou SU10.
A legislação brasileira já possuía artigos semelhantes à lei
americana, tais como os artigos 156, 157,158 e 177 da lei
N.6.404/76 que são similares aos artigos 302 e 906 da SOX.
E no artigo 157, instrução Nº 31, 69, 202, 229 e 358, que
são similares aos artigos 404, 406, 408 e 409 da SOX.
Julho Agosto Setembro 2008
POWER Channel
33
Por Mohandas Lima da Hora*
O
ESPELHO
VIVO
Uma imagem refletida, assim que pode ser considerado
o feedback; e se a ignorarmos estaremos impedindo o
nosso próprio crescimento pessoal e profissional
A velocidade das mudanças impostas
no ambiente de negócios, suportada pela
tecnologia em constante e acelerada
mudança, torna impossível o domínio de
qualquer área do conhecimento. Cada vez
mais, se exige dos profissionais o constante
aprendizado e adaptabilidade, com limites
estendidos muito além da geografia.
Mais importante do que ter a
informação é saber onde e como obtê-la,
pois a verdade de hoje foi a ficção de
ontem. Tal capacidade de percepção passa
por um componente, que felizmente é o
mesmo há milhares de anos. Nossa
condição humana nos torna cativos de um
emocional que na maioria das vezes é o
único impeditivo do nosso crescimento
pessoal e profissional.
Um dos maiores desafios nos cursos
que tenho proferido refere-se a dar e
34 POWER Channel Julho Agosto Setembro 2008
receber feedbacks. Apontar os pontos fortes
de um colega, ou receber comentários sobre
aquilo que faço bem, é fácil. A dificuldade
está em mencionar o que pode ser
melhorado ou escutar os mesmos
apontamentos a meu respeito.
Sozinho, o mais próximo da minha
verdadeira imagem que consigo enxergar é
com um espelho. Mas será que essa
imagem é 100% verdadeira? Se me ponho
diante de um espelho e levanto a mão
direita, ele me responde levantando a mão
esquerda. Ao piscar o olho esquerdo, ele me
responde piscando o direito. Assim, é uma
imagem quase verdadeira.
Então como e onde encontrar a minha
verdadeira imagem, sem me deixar enganar,
como Narciso, que se apaixonou pelo
próprio reflexo em um espelho d’água?
A resposta a essa pergunta já foi dada
por muitos filósofos e pensadores ao longo
da civilização: É ATRAVÉS DO OUTRO.
Todos nós somos espelhos-vivos,
refletindo imagens àqueles que
verdadeiramente buscam enxergar a si
próprios. Algumas vezes, não gosto do que
vejo, recuso a aceitar, acreditando se tratar
de algo distorcido provocado, talvez, por um
defeito do espelho. Será?
Como saber então se um feedback
não reflete apenas uma distorção da
realidade? Por outro lado, se me recuso
pura e simplesmente a olhar perco a
oportunidade de descobrir a verdade. É por
meio da repetição de um mesmo feedback,
da mesma imagem refletida por diversos
espelhos-vivos, que está a resposta.
Deixar de aceitar a mesma imagem,
refletida diversas vezes pelos espelhosvivos de nosso convívio, é abrir mão do
crescimento, é me conformar em
permanecer sendo a mesma pessoa que
sou hoje.
Feedback é uma imagem refletida.
Antes de rejeitá-la, devo ao menos escutar,
para ter a capacidade de constatar se irá ou
não se repetir de forma consistente por
outros espelhos vivos.
Cada vez mais, essa capacidade de
aceitar feedbacks e utilizá-los como
oportunidade de transformação será o
divisor de águas entre o profissional bem
sucedido e o adaptado, conformado,
incapaz de aprender e se reciclar com os
próprios erros.
Uma boa formação profissional, uma
pós-graduação, fluência numa segunda
língua, um MBA, continuarão sendo prérequisitos cada vez mais exigidos no
profissional de nossos dias. Mas nada disso
vai adiantar se ficarmos preso na questão
emocional, pois no fundo, continuamos
sendo o mesmo homem das cavernas.
(*) MOHANDAS LIMA DA HORA
Diretor da Talento Desenvolvimento Pessoal
[email protected]
BladeCenter S
Edição i Express
Agora ficou fácil simplificar a infraestrutura de TI.
IBM BladeCenter S Edição i Express
Une todo o poder de performance dos processadores
Power6 à simplicidade e integração de um Chassis BladeCenter.
Voltado para empresas médias e pequenas, pode consolidar
em um único chassi até 6 servidores Blade Power6 ou x86,
Switches, fontes de alimentação, até 12 unidades de disco SAS,
DVD e podendo ser configurado com recursos de redundância.
Servidores Blade JS12 e JS22
Baseadas nos processadores Power6, suportam os sistemas operacionais
AIX(o UNIX IBM), i (OS/400) Linux RedHat ou Novell 64-bits, virtualizados
através da exclusiva tecnologia PowerVM da IBM, tornando-se
um excelente mecanismo para simplificação de infra-estrutura.
BLADES
Tecnologia do processador
JS12
JS22
POWER6
POWER6
2
4
GHz
3.8 GHz
4.0 GHz
Memoria (Min/Max)
2/64 GB
2/32 GB
0/2
73/146 GB
0/1
73/146 GB
# of Cores
Discos internos à Lâmina
(Min/Max)
Base Ethernet Ports (1 GB)
Cartões de Expansão (Min/Max)
Virtualização
# de LPARs (max)
2
2
0-2
0-2
VIOS
VIOS
20
40
DISTRIBUIDORES DESTA SOLUÇÃO
0800-770-9443 | www.acao.com.br
0800-14 48 49 | www.ingrammicro.com.br
Av. Alfredo Egídio de Souza Aranha, 100 Bloco D - 11º andar
CEP 04726-170 - Chácara Sto. Antônio - São Paulo - SP
[email protected]
Av. Francisco Matarazzo, 1500 - Torre New York - Cj. 31 - 1° 2° 3° andar
CEP 05001-100 - Água Branca - São Paulo - SP
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Power Channel Ano 1 - Net Place Tecnologia e Sistemas