FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 Indicadores Conjunturais e de Desempenho da Indústria Alagoana FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 1. Panorama Conjuntural FIEA............................................................................ 1.1. Saldo de Transações Correntes em queda livre.......................................... 1.2. Mercado Espera Selic Acima dos 13,0% em 2008 .................................... 1.3. Alimentos e Energia Alavancam Inflação no Mundo................................ 1.4. O Comportamento da Indústria em Mar-2008.......................................... 1.5. Panorama da Indústria de Alagoas............................................................. 03 03 06 07 08 09 2. Indicadores Conjunturais da Economia Brasileira......................................... 10 3. Resumo Executivo............................................................................................... 3.1. Vendas.......................................................................................................... 3.2. Nível de Emprego Industrial....................................................................... 3.3. Horas Trabalhadas...................................................................................... 3.4. Remunerações Brutas.................................................................................. 3.5. Custos de Operações Industriais................................................................ 3.6. Capacidade Instalada.................................................................................. 12 14 17 19 21 23 24 Equipe Técnica: Luciana Peixoto Santa Rita e Reynaldo Rubem Ferreira Júnior Pesquisadores: Lucas André Ajala Sorgato Thiago Paiva Ferreira Thayse Nayane Melo Ferro Diogo de Melo Gonzaga André Luiz Gomes da Silva 2 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 1. Pa anoram ma Conju untural FIEA – Março d de 2008 8– 1.1 Saldo de e Transa ações Corrente C es em q queda livre Nesta ed dição do Boletim de d Brasill ‐ Saldos mensall e nos últimos do oze meses da conta de Transaçõe es Conjuntura da FIEA A de març ço C Correntes ‐ US$ m milhões ‐ BCB ‐ Elaboração o Núcleo de Pesq quisa Industrial d da FIEA 8, o desttaque é o de 2008 aprofunda amento do défic cit 20000,,00 em transações correntes s, 15000,,00 ência d da conseqüê como n saldo comercial c e redução no 10000,,00 do aum mento da as trans sferências de lucros e di5000,,00 videndos por meio o da contta de serviço os. O gráffico ao lad do 0,,00 aponta acirrament a to da ten ndência de e retração o na contta ‐5000,,00 de transações correntes da d a brasile eira, com m economia ‐10000,,00 reflexos preocupan p tes sobre a ‐15000,,00 dinâmica econômic ca do país em méd dio prazo. A apre eM Mensal Ú Último 12 Meses s ciação ca ambial associada ao a Brasil ‐ Exxpectativas do Mercado para os SSaldos de Transaçções Correntes e e maior din namismo do merca aComerccial ‐ US$ bilhõess ‐ 2008 ‐ BCB ‐ do domé éstico tem m levado o Elaboração do Núcleo de Pesqu uisa Industrial da a FIEA mercado financeiro o a projeta ar 50 conside erável d do redução omercial em 200 08 saldo co 40 como tam mbém maior m dete e30 rioração no dé éficit em m es corren ntes, com mo transaçõe 20 pode ser visto no gráfico ao a lado. O dólar d baratto estimulla 10 tanto o envio de e lucros e 0 dividendo os para exterio or como maior afluxo de turista as ‐10 para destino os brasileiros ‐20 onais. D De acord do internacio com o Banco Central, C o os ‐30 m recebid do setores que têm Trasações Corrrentes Balança Comercial es apo ortes d de crescente investime entos diretos es strangeiros (IDE), quais sejam, automobilístico o e siderú úrgico, sã ão os me esmos que e mais p o extterior, o qu ue em parrte termina por com mpensar o maior influxo de transferem lucros para alança com mercial, po or sua vez z, em term mos de índ dices de q quantum de d exporta ações e IDE. A ba importaçõ ões, tem exibido dé éficits, a partir de 2007, em m todas as s categorias de uso o final. Estes de esequilíbrio os, observ vados nos s gráficos s abaixo, expressa am maior dinamism mo do mercado doméstico o - o que se traduz z em cres scimento dos d volum mes de ben ns importados e a da produ ução dos setores s ex xportadore es destinad das ao me ercado inte erno; e aumento da parcela crescente e dependê ência do sa aldo come ercial da valorização v o, principa almente, das d comm modities no merca ado interna acional. A perspectiva que se e coloca no o médio prazo é de déficit cre escente em transa ações corrrentes, o mercado m fiinanceiro estima-o e e US$ 20 em 0 bilhões em e 2007 e cerca 3 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 de US$ 28 2 bilhões em 2008 8, o que acentua a a necessida ade de financiamentos por meio m da conta de capital no o momento o em que o sistema a de financ ciamento global esttá mais av vesso a risco em função da d crise do d setor imobiliário o nos EUA A. Adema ais, o uso o persisten nte de poupança a externa,, patrocin nado pela política de apreciação cam mbial, vai paulatina amente vulnerabilizando o balanço de pagam mento do país no longo praz zo. Todos s estes as spectos ores da in ndústria de d transfo ormação que q vêm p perdendo espaço para os preocupam os seto p s de com mmodities no saldo o da balança come ercial, beneficiados pelos setores produtores aumentos s dos preç ços interna acionais. Brasil ‐ Indice Quantum de Exp portações e Impo ortações de Bens de Capital‐ méd dia de 2006=100 ‐FUN NCEX ‐ Elaboração Núcleo de Pesquissa Industrial da FFIEA 200,0 150,0 100,0 50,0 E Exportações abr/08 fev/08 mar/08 jan/08 dez/07 nov/07 set/07 out/07 jul/07 ago/07 jun/07 abr/07 mai/07 fev/07 mar/07 / jan/07 dez/06 nov/06 set/06 out/06 jul/06 ago/06 jun/06 abr/06 mai/06 fev/06 mar/06 jan/06 0,0 Importtações Brasil ‐ Quantum de Exportaçções e Importaçõ ões de Bens de Co onsumo Duráveiss ‐ média de 2006=100 ‐‐FUNCEX ‐ Elaboraçãão Núcleo de Pessquisa Industrial da FIEA fev/08 mar/08 abr/08 mar/08 abr/08 b /08 jan/08 dez/07 nov/07 out/07 set/07 ago/07 jul/07 jun/07 abr/07 fev/08 EExportações mai/07 mar/07 fev/07 jan/07 dez/06 nov/06 / set/06 out/06 ago/06 jul/06 jun/06 abr/06 mai/06 mar/06 jan/06 / fev/06 250 200 150 100 50 0 Importações Brrasil ‐ Índice Quaantum de Exporttações e Importações de Bens de Consumo Não D Durável‐ méd dia de 2006=100 ‐‐FUNCEX ‐ Elaboração Nú úcleo de Pesquisa Industrial da FIIEA 150 100 50 Exp portações jan/08 dez/07 nov/07 out/07 set/07 ago/07 jul/07 jun/07 abr/07 mai/07 mar/07 fev/07 jan/07 dez/06 nov/06 / set/06 out/06 ago/06 jul/06 jun/06 abr/06 mai/06 mar/06 jan/06 / fev/06 0 Importações 4 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 A desagregação po or níveis de d de tecno ológica do os intensidad dados de expo ortação e ão dos produtos p d da importaçã indústria de tra ansformaçã ão em 2007 7, aprese entados no n gráfico ao a lado, exibe um u quadro, no mínim mo, delicad do p as em termos das perspectiva nto estrrade posicionamen n mercado inte ertégico no nacional. É nítid da a im m- Brasil ‐ Exp portaçõe e Imporrtações Produtoss da Indústria de Transformação por Intensidade Tecn nológica ‐ US$ milhõe es (2007) ‐ IEDI ‐ Elaboração Núcle E eo de Pesquisa In ndustrial da FIEA A 5000 00 4500 00 4000 00 3500 00 3000 00 2500 00 2000 00 1500 00 n portância das commodities no 1000 00 d saldo da balança comercial do 500 00 s setores de d país, enquanto nos 0 ca maior inttensidade tecnológic Baixa a Média ‐ Baixa Méd dia ‐ Alta Alta o déficit comercia al tem sid do expressiv vo, o que e pode sigExp portações Imp portações nificar no o tempo o risco de d desestrutturação das d cadeia as produtiva as para os s segmentos da indú ústria nos s quais o Brasil B poss sui uma menor m van ntagem comparattiva dinâm mica. Estud do recente e produzid do na Univ versidade Federal do Rio de Janeiro J (UFRJ)1 alerta a para a o perigo o da valorização de matérias--primas no mundo “reprimarrizar” a pauta de exportaçã ão brasileirra. Estudo re ealizado pelo p Obse ervatório Brasil-Chin B na da CN NI confirm ma que no o comércio com aquele pa aís as exportações brasileiras b têm se co oncentrado em insu umos de baixa b inten nsidade tecnológic ca, com os produtos básiicos send do respon nsáveis por 76% da pauta a. Em contraparrtida, mais s da meta ade da pau uta de exp portações dos chine eses é con nstituída de bens de capital e produttos eletroe eletrônicos s. De acordo com a CNI, “os s produtos s manufaturados 9 de tudo o que e o Brasil comprou da China a em 2007 7, num ca aminho responderam por 95% a verifica ado nas exportaçõe e es brasile eiras para o parceiiro asiátic co. Os prrodutos inverso ao básicos co orrespond dem a 4% das imporrtações brrasileiras da d China e os semim manufatura ados, a 1%”. De 2000 a 2007 a parrticipação dos produ utos manu ufatureiros s na pauta a de expo ortados brasileiros recuou de 59% para 52,2% enqua anto os básicos b am mpliaram de 22,8% % para r mente. Ca aso essa tendência se conso olide, o Brrasil pode e está plan ntando 32,1%, respectivam hoje a se emente da a desindustrializaçã ão do país s no longo o prazo. T Tanto o câ âmbio aprreciado como a carga trib butária qu ue incide na cadeia produtiva dos s setores ex xportadore es são veis pela perda p de competitiv c vidade. responsáv 1 Isabela Noggueira: “O cannto da sereia dos d termos de troca favoráv veis e os riscoss de reprimarização das exp portações brassileiras” (mimeo). 5 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 1.2 Me ercado Espera Selic Acima A d 13,0% de % em 20 008 Brasil ‐ IP PCA (% ‐ acumulaado 12 meses) X Média das Expecctativas de Inflaçção do Mercado (% ‐ próximos 12 2 meses) ‐ BCB Elaboração ‐‐ Núcleo de Pesquisa Industrial ‐ FIEA Meta de Inflação % 4,5% 6,00 5,00 4,00 3,00 2,00 1,00 0,00 07 abr/0 mai/07 jun/07 jul/07 IPCA A ago/07 se et/07 out/07 nov/07 dez//07 jan/08 fev/08 mar/0 08 abr/08 Inflação esperada p para os próximso o 12 meses A taxa de inflação o corrente medida pelo p IPCA A (no acum mulado de e doze me eses) superou o a frente e a março,, passando o de 4,73% % para 5,0 04%, afas standopatamar de 5% no mês de abril a meta de inflação, que q é de 4,50%. 4 A mediana das d expectativas se, ainda mais, do centro da do merca ado para a inflação nos próx ximos doze meses, no mês d de abril, foi f da ordem de 4,43% e as estima ativas para a o IPCA no n final de e 2008 atiingiu 5,24 4% na terc ceira sema ana de maio contra 4,79% % da últim ma semana a de abril. Para eviitar que o aumento o da inflaç ção em ntamine as s expectattivas dos agentes a ec conômicos s quanto à inflação de 2009, que se 2008 con mantém em e 4,5%,, o mercad do aposta em um au umento na a selic de 13,5% até o final do d ano. Há teoricamente co ontrovérsias quanto o à eficácia a da política monetá ária para debelar ch hoques a, todavia, não há dúvida que q o aqu uecimento do nível de ativid dade econômica, de oferta favorecido pela expansão da a renda e do créditto, facilita o repasse e do aumento dos preços modities para p o va arejo. Logo, é nece essário ac comodar o choque de preços s sem, das comm contudo, promove er uma re edução acentuada no nível de ativiidade eco onômica e nem comprom meter o ciclo de expa ansão dos investime entos, tão importante para a sustentab bilidade do crescim mento da economia a. Neste caso, a me elhor estra atégia é ellevar o su uperávit prrimário por meio de um co orte seletiv vo nos gastos públicos, que hoje h se ex xpande a taxa de 10% ao ano, buscando aju ustá-lo no o tempo ao a ritmo de crescim mento do PIB. Com m a entra ada no s agríc cola e os novos n inve estimentos s começando a frutifficar a ten ndência mercado da nova safra o gradual dos d índices de preço os nos pró óximos me eses. Neste sentido, a insistên ncia do é o recuo BC em attingir o cen ntro da meta no currtíssimo prazo, no momento m q que no mu undo todo existe inflação provocada p a pelos prreços dos alimentos s e do ba arril de pe etróleo, pode p arreffecer o ímpeto empreende edor dos empresári e os (espírito animal) à medid da que su uas expectativas d merca ados no fu uturo, maiis especificamente de d suas vendas, v quanto ao comporttamento dos e afetadas. passam a ser negativamente 6 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 1 Alim 1.3 mentos e Energ gia Alav vancam Inflaçã ão no Mundo ue nos preços das d O choqu commoditties, prrincipalmente nas de alimentos s e energ gia, oduzido uma on nda tem pro inflacioná ária em todo o mundo. Especialis stas têm m elenca ado várias explicaç ções q que na base estariam da valorizaçã ão desses insumos: i) aumento no co onsumo de alimentos s nos s país ses emergenttes alava ancado pelo p crescimen nto das econom mias destes países e a ma aior N China o inclusão social. Na consumo per capita de carne saltou de e 20 kg em m 1980 pa ara a 50kg e em 200 07; ii) depreciaç ção do dó ólar em níível global te em contrribuído para inflaciona ar os p preços d das commoditties; iii) aumento do uso de alimento os para a produção de ração animal e de stíveis; iv) a disd bicombus parada dos preços s do petró óleo o do cres scimento do em razão consumo nos pa aíses em mergentes, China e Índia em t especial, como também da ção com commoditties especulaç induzida pela de errocada do m,v) secas s e dólar; e,, por fim quebra de d safras s em várrios países. To odos estes s fatores são s exógenos s as eco onomias dos d países e de d difícil controle. A econo omia mu undial está e desacelerrando e os preç ços continuam m pressionados por choques de oferta a. Começa a a ear um cenário nas n se deline economia as centra ais de estagflação o que pode induzi--las à adoção o de polííticas mon netárias r retracionis stas, ace entuando o ritmo de d desaqu uecimento da d econom mia global. Variação de Preços de algum mas Commoditiess ‐ mar/07 a mar/08 ‐ Exame ‐ Elaboração Núcleo de Pesquisa IIndustrial da FIEA A 140% 130% 120% 100% 87% 74% 80% 56,00% 60% 40% 31% 20% 0% Milho Arroz Soja Trigo Petróleo Taxa de Inflaçção ao Consumid dor (%‐IPC) Paíse es Selecionados ‐‐ mar/08 ‐ BCB ‐ Elaboração Núccleo de Pesquisa Industrial da FIEEA 8,8 9,0 8,5 8,7 8,0 7,0 6,0 4,9 4,,6 5,0 4,2 4,0 4,0 3,5 3,6 3,0 2,0 1,0 0,0 7 FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 1.4 O comportamento da Indústria em Março de 2008 A indústria brasileira em março de 2008 apresenta desaceleração em seu ritmo de expansão quando comparada a igual período do ano anterior, de acordo com dados do IBGE compilados pelo IEDI. Ou seja, com ajuste sazonal, em fevereiro de 2008 a indústria cresceu 9,7% contra 1,3% de março de 2008. A mesma desaceleração foi registrada, em igual período de comparação, nos dados por categoria de uso com bens de capital caindo de 25% para 12%; bens de consumo duráveis de 20,7% para 6,5% e bens de consumo não duráveis de 1,0% para -3,2%, respectivamente. Para o IEDI, “os resultados da indústria brasileira em março mostram que não há sobreaquecimento na economia. Mesmo considerando que a desaceleração pode ser em parte significativa explicada pelo efeito calendário (dois dias a menos em março de 2008 relativamente a 2007), paralisação técnica de refinaria de petróleo e greve dos fiscais da Receita, houve moderação no ritmo de expansão da atividade industrial, o que reduz os riscos de aumento da inflação”. Por gênero o destaque é para o desempenho da indústria farmacêutica, com crescimento de 16% em relação a fevereiro de 2008. No tocante ao grau de utilização da capacidade instalada da indústria mantém-se estável no mês de março no patamar de 83%, de acordo com os dados da CNI, indicando essa estabilidade que “o grau de utilização da capacidade da indústria de transformação indica que a indústria está respondendo com folga ao crescimento da demanda”. 8 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 1.5 5 Panora ama da Indústria de A Alagoas s 2000.01 2000 01 2000.05 2000.09 2001.01 2001.05 2001 09 2001.09 2002.01 2002.05 2002.09 2003.01 2003 05 2003.05 2003.09 2004.01 2004.05 2004.09 2005 01 2005.01 2005.05 2005.09 2006.01 2006.05 2006 09 2006.09 2007.01 2007.05 2007.09 2008.01 os O comportamento dos preço Preço do Açúcaar em US$ (por centavo de libra esterlina ) versu us Taxa de PEADATA ‐ Câmbio Nominal (R$/US$) ‐ IP ar em nível n inte erdo açúca Elaaboração Núcleo o de Pesquisa Industrial da FIEA nacional, cotado em dólar americano por centavo c d de 4,00 16,00 erlina, ass sim como o libra este 3,50 14,00 da taxa de d câmbio nominal no n 3,00 12,00 Brasil, R$/US$, R tem apre esentado dinâmicas d opostas no n 2,50 10,00 período compreend c dido entre o 2,00 8,00 início de 2001 a meados de d 1,50 6,00 2006, como pode ser obse erT vado no gráfico ao lado. Tal 1,00 4,00 mo foi crrucial para dinamism 0,50 2,00 manter a rentab bilidade do d q queda as setor à medida que 0,00 0,00 ços do aç çúcar eram nos preç compensa adas po or depre eciações do real frente ao a d segund do dólar. A partir do T Taxa de Câmbio ( (R$/US$) Preço do Acúcaar (US$) semestre de 2006 6 tanto as a cotações do açúcar como do câmb bio entrarram em uma traje etória des scendente e, com vas sobre o nível de e atividade e do setor,, caso essa tendênc cia se apro ofunde. implicações negativ e s do setor têm-se mostrado m preocupado os em razã ão dos seg guintes Os especiialistas e estudiosos aspectos:: a) a alta pontual dos d preços s do açúca ar inflou, sobremane s eira, a estrutura de custos (fixos e variáveis) v do setor e a nece essidade de d ajuste passou a ser um imperativo o; b) a apreciaçã ão cambia al associa ada a um ma estruttura de custos elevada ve em minando a competitividade da a indústria sucroalco ooleira; e c) o merc cado está com exces sso de açú úcar, o d commo oditie. Ade emais, com mo um com mponente a mais que impacta negatiivamente no preço da ura, há o risco atrelado ao desmonte em e algum m momento o das ope erações de volatilidade futu modities. Todos es sses aspec ctos coloc cam os especulattivas dos fundos de hedge com comm mercados s de prod dutos bás sicos em uma perspectiva bastante volátil co om conseq qüente aprofunda amento da a tendência de conc centração de suas respectiva r s estruturras industrriais. A indústria alagoana,, como tem m sido dem monstrado o pela pesquisa de d desempenho, que te em sua dinâmica fortemen nte correla acionada à perform mance do setor açucareiro, com c certez za não estará im mune a tal processo de d reestru uturação. 9 FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 2. Indicadores Conjunturais da Economia Brasileira 10 FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 11 FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 Fatos Relevantes Março/2008 Vendas As Vendas no mês de março de 2008 recuaram (-1,55%), resultado dos movimentos cíclicos regionais. Custo das Operações Industriais O Custo das Operações Industriais recuou (8,46%), reduzindo o ritmo de crescimento após cinco meses de expansão. Pessoal Empregado O Emprego Industrial recuou (-16,27%) em março e acumula quatro meses de retração. Remunerações Pagas A Massa Salarial recuou (-14,90%) em março, reflexo do emprego industrial. Horas Trabalhadas As Horas Trabalhadas diminuíram (-20,44%) em março, consolidando a trajetória de retração do período da entressafra sucroalcooleira. Capacidade Instalada A utilização da Capacidade Instalada diminuiu (-6,01) p.p , reflexo da sazonalidade sucroalcooleira. RESUMO EXECUTIVO O primeiro trimestre de 2008 é marcado por sinais de retração nas variáveis mais relacionadas ao emprego industrial No mês de março de 2008, as variáveis que retratam o desempenho da Indústria Alagoana registraram resultados negativos em todas as variáveis aferidas, tendo como destaques: pessoal empregado, massa salarial e horas trabalhadas. Além disso, o faturamento industrial mostrou também uma diminuição na taxa em 12 meses, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Assim, os dados computados apresentam retrações representativas nas variáveis relativas ao emprego industrial e consolidam um cenário desfavorável para a indústria de transformação no primeiro trimestre do ano, visto que a produção industrial entra em um período marcado pela entressafra do açúcar, além das paradas para manutenção do setor químico e pela chegada do inverno para os setores de alimentos e bebidas. Apesar de negativo, os indicadores deixam claro que os resultados para o mês e conseqüentemente para o trimestre diferem de acordo com o perfil das empresas. Nesse sentido, os resultados das empresas sem o setor sucroalcooleiro apontam uma retração no emprego industrial de (-0,14%) no período, bem abaixo da média da indústria, que foi de (-16,27%). Da mesma forma, as remunerações pagas e as horas trabalhadas no segmento industrial sem o setor sucroalcooleiro reduziram apenas (-0,62%) e cresceram 0,53%, diferentemente do total da indústria alagoana que retratou um recuo de (-14,9%) e (-20,44%). Por sua vez, a existência de dois dias úteis a mais em março, na comparação com fevereiro, ajudou a influenciar o resultado do faturamento da indústria sucroalcooleira que apresentou um ligeiro recuo para o mês de março frente a fevereiro de (-0,53%), bem abaixo da média dos resultados da indústria sem o setor sucroalcooleiro que recuaram (-1,60%). A estabilidade do setor sucroalcooleiro não deve ser entendida como reversão da tendência de retração desse indicador, mas como uma acomodação após a retração do mês anterior de (-11,35%) nessa base de comparação. Na análise da indústria geral, as vendas apresentaram um arrefecimento em valores deflacionados de (-1,55%) em março, na comparação com fevereiro. O resultado negativo para o faturamento é explicado por em 85% das empresas. Isso evidencia que o quadro econômico é compartilhado pela maioria das empresas. De fato, dez dos quinze gêneros pesquisados apresentam semelhante desempenho na atividade no primeiro trimestre, significando, também, um desaquecimento na atividade produtiva dos gêneros que influenciam com menor intensidade o faturamento total da indústria alagoana. Exerceram influências positivas significativas, no indicador Vendas, os gêneros de Madeira (18,57%), Indústrias Diversos e Mobiliário (31,42%). No contraponto, o maior destaque ficou por conta de Vestuários e 12 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 Calçados com c (-10,83%). Por sua s vez, os dados de março m de 2008 2 eviden nciam recuo o de (-0,01 1%) em relação a março de 2007. 2 Já, o setor suc croalcooleiro o apresento ou crescimento de 0,1 15% em re elação a ssalta-se, ainda, a que nos prime eiros três meses m do a ano, contra a igual perííodo de março de 2007. Res 2007, as vendas v acumularam re etração de (-1,72%). d opera ações indu ustriais re ecuou (-8,4 46%) em março na comparaçã ão com fev vereiro. O custo das Essa retra ação, ainda que expre essiva, merrece destaq que, seguin ndo a tendência das outras o variáveis e ampliando o as expecttativas neg gativas de incremento os na prod dução e na as vendas para os prróximos meses. Na a comparaç ção com março de 20 007, a expa ansão foi de 4,73%. N Nos primeirros três me eses do ano, contrra igual perríodo de 2007, o COI acumulou a expansão e de 1,61%. go industrrial mostro ou queda substancial s de (-16,2 27%), qua ando compa arado a fev vereiro, O empreg registrando crescente e desaceleração: de (-1,45%) ( em e janeiro para (-4,5 54%) em fe evereiro, se eguindo s de recuo.. Quando comparado com o mes smo mês do o ano anterior, o emp prego increm mentou três meses (3,88%). No período entre jane eiro e març ço de 2008,, o emprego industrial foi (-2,91 1%) menor que no eríodo de 20 007. mesmo pe el hora trabalhada t a registro ou declínio o de (A variáve 20,44%),, frente a fevereiro. Mesmo com m dois dias úteis a mais que o mês an nterior, ess se indicado or foi afeta ado pelo recuo da utilização u d capacida da ade instalad da. Na com mparação com març ço de 200 07, a variá ável mostrrou increm mento de (24,03%).. De forma a semelhante, no acumulado do o ano até março hou uve crescim mento de (1 13,27%), na n compara ação com o mesmo período p do ano anterior. ndustrial ap presentou uma u retraç ção de (A massa salarial in m relação ao mês an nterior. O 14,90%) no mês de março em recuo nas remuneraç ções além dos efeitos s sazonais do setor sucroalcoo oleiro reflette os decorrentes dos s desligamentos de postos tem mporários de d trabalho. Na relaçã ão março de 2008 a março de 2007, a variável recuou r (-1,,14%). De D forma análoga, o acumulad do dos três s meses do o ano, con ntra igual período de e 2007 cara acterizou um ma retração de (-5,90 0%). Os ind dicadores industriais da indústria brasileira re eferente a março m consolidam o primeiro trimestrre de 2008 co omo o perríodo de maior m crescimen nto dos últim mos cinco an nos – na com mparação com c o quarto trimestre do ano anterior (CNI, 2008). Já em A Alagoas, os s resultados da indústria local se distanciam m da indústria nacional à medida que o desempenho da ativ vidade indu ustrial local não se destaca pela intensidade mas pela do crrescimento, regularida ade dos movimentos cíc clicos da indústtria sucroalco ooleira. entos adiciionais no nível n de uttilização da d capacid dade insta alada, a in ndústria ala agoana, Sem aume passou de 82,68% para 76,67% % o que re epresenta um u recuo de (-6,01) p pontos perc centuais (p.p.) em amar, cheg ga-se ao fim f da exp pansão inic ciada a pa artir de relação a fevereiro. A partir desse pata setembro de 2007, principalm mente em função da redução das horas trabalhada as, variáve el mais diretamente ligada à produção. Fonte: Núcleo o de Pesquisa Industrial da FIEA 13 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 Vendas industtriais inniciam movimen m nto de acomodaação em m março Venda as indusstriais: iniciam i movimeento de acomod a dação 2008 Em março o de 2008 8, o desem mpenho das vendas da d indústria a alagoana a deflaciona ado pelo IPA/FGV recuou (-1 1,55%), quando com mparado com o mês anterior. a No entanto, o desemp penho nega ativo da atividade industrial i a alagoana, e que pes em se não ser igual nem proporcional para tod dos os segm mentos, revela a intensid dade da sucroalcooleira, atividade mente se forem principalm considerad dos os effeitos do inicio do ano qu uando a sucroa alcooleira atividade movime ento de inicia o entressafra. Os dados refletem também o desaquecimento da demanda ntegração dos setores com in ao varejo, os efeitos do início ão inverno o e das da estaçã paradas da Indústria Química. Entre os setores gração ao o varejo, com integ destacam--se os setores Têxtil, Ves stuários e Calçados e Editoria al Gráfica que em razão da expansão na n oferta o, da redu ução das de crédito taxas de juro os, da Fonte: Nú úcleo de Pesqu uisa Industrial da FIEA ão dos níveis n de manutençã inflação, da confia ança do or e da recuperação consumido do nível de emprego o e renda ação apres sentaram da popula desempenho signific cante no no. final do an ueda dos Por sua vez, a qu Alimenta ares e Produtos em especial, Bebidas, bidas e indústrias de beb sorvetes, foi f influenc ciada pela chegada do d inverno à medida que ocorrreu um recuo r do consumo nesse n perío odo. Já a Indústria Química Q no o mês de março paralisou a produção s de para atividades ão e segura ança. manutençã pecto relev vante no Outro asp mês de março, m no tocante t a variável venda, é melhor ado no representa gráfico 14 Fonte: Nú úcleo de Pesqu uisa Industrial da FIEA Deflator:IPA/OG-Indú ústria de Trans sformação-FGV V FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 acima qua ando se pe ercebem diferenças de d desempe enho peculliares à ind dústria da cana. A tíítulo de exemplo, em relação o às diferen nças de com mportamen nto, destaca a-se que a indústria da d cana recuou (ontra (-1,60%) nas demais d indú ústrias e (--1,55%) na a indústria geral. Dia ante deste quadro 0,53%) co econômico o, percebe-se que a indústria sucroalcoo oleira não foi influe enciada pellas variáve eis que impactaram os outros setores e sim pela continuidad c de das trans sferências. ez, quando analisado o desempe enho da ind dústria loca al com a in ndústria nacional, percebemPor sua ve se assimettrias à med dida que o ritmo de ex xpansão da a atividade industrial d do Brasil crresce há 15 5 meses consecutiv vos na comparação intteranual, enquanto a indústria lo ocal, aprese enta dois meses m de re etração, após quatro meses de d expansã ão. No enta anto o cená ário não é tão preocu upante, pois o gráfico o acima ência de es stabilização o e abstraindo-se o desempenh d p apresenta uma tendê o de curto prazo, é possível identificar oportunida ades e transformaçõe es em curs so. Os pro ogramas so ociais do governo, aliados à expansão de turismo o, indústria e serviços na região, estão abrindo uma frronteira de oportunida ades no nterno, parrticularmen nte no consumo da baixa renda. A seguir sã ão apresenttadas as va ariações mercado in setoriais e seus respe ectivos des staques no comportam mento de ve endas. Fonte: Núcle eo de Pesquisa a Industrial da a FIEA D Destaques ( alto nas vendas v Desempenho positivo (+) Dese empenho neg gativo (+) inttenso nas ve endas Índices Variiação do os índice es de ve endas (% %) 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 2007 7 2008 8 jaan fev mar abr a mai jun jul ago set out nov dez Fonte:: Núcleo de Pe esquisa Industtrial da FIEA 15 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 Fonte: Núc cleo de Pesquisa Industrial da d FIEA o ao destin no das ven ndas, obse erva-se que e o Nordestte e o Interrnacional fo oram os me ercados Em relação com maio or represen ntatividade no mês de março de d 2008. Destaca-se D que os maiores seto ores da indústria alagoana, a P Alimentares e Bebidas s, Sucroalc cooleiro e Indústria I Q Química ou seja, Produtos possuem o Nordestte com co omo um dos d maiore es destino o de vend das, além da caractterística s vez, qu uanto à orig gem por g gênero ind dustrial, observaexportadora de dois desses setores. Por sua m das s compras de matéria a-prima oriiginou-se no n mercado o de Alagoa as em deco orrência se que a maioria da cana e da salgema a. A seguir são aprese entadas as tabelas com os maiorres destaqu ues. Fonte: Núc cleo de Pesquisa Industrial da d FIEA Fonte: Núcleo de Pes squisa Industrrial da FIEA Fonte: Núcleo N de Pesquisa Industriial da FIEA 16 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 Empreego inddustrial recua (-16,27% ( %) em março m cconsolid dando o movim mento dee demisssões sazzonais na indústtria sucrroalcoo oleira. O emprego o industrial recuou (--16,27%) em março o na compa aração com o mês antterior. A qu ueda do emprego no mês reflete, quase q que e exclusiva amente, os o desligam mentos oc corridos in ndústria oleira em fu unção da redução do desempenho da ativiidade indus strial típicos da sazon nalidade sucroalcoo do setor. Esse fato pode ser comprovado c o quando analisado a o perfil das demais ind dústrias: a análise sem os da ados agrega ados da indústria sucroalc cooleira s uma apresentou apenas r redução d de (ligeira 0,14%), com c as mesmas m proporções em termos É importante setoriais. destacar que o comportamento da indústtria do ntribui forte emente açúcar con para acentuar a contrada in ndústria tendência alagoana em relaç ção ao nacional cenário que continuou registrando crescimento de d forma regular em março o – o 14º seguido s –, tamb bém na série dessazona alizada, a acumulando um ma expans são de 5,5% ne esse perío odo. O gráfico ao a lado mostra como o setor s sucroalcooleiro influe encia no comporFonte: Núclleo de Pesquis sa Industrial da d FIEA tamento ndústria da in e soma alagoana. Quando se aos núme eros dos demais gêneros o resultado final adquire a mesma forma da curva qu ue reproduz os dados da indústrria do açúcar. Um fatorr positivo nesse cenário é que mesm mo com na oscilaç ção os a pequen dados do mercad do de m uma trabalho apresentam erformance que o melhor pe ano anteriior e sinaliz za uma perspectiv va positiva a das empresas com rela ação à atividade futura. f Fonte: Núclleo de Pesquis sa Industrial da d FIEA Deflator:IPA/OG-Indústr ria de Transforrmação-FGV 17 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 D Destaques ( alto no em mprego Desempenho positivo (+) Desempenho ne egativo (+) alto no emprego Índices Vaariação d dos índiices de pessoall empregaado (%) 120,00 110,00 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 2007 7 2008 8 jaan fev mar abr a mai jun jul ago set out nov dez A trajetóória ascen ndente do empregoo sem a ind dústria doo açúcar anntecipa oss impactoss p positivos q podem que m ocorrer a p partir do segundo s semestre s d de 2008. 18 FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 Em março, as horas trabalhadas na produção reduziram ante fevereiro, reflexo da redução da utilização da CI da indústria sucroalcooleira. As horas trabalhadas na produção da indústria alagoana apresentaram retração de (-20,44%) no mês de março, contra fevereiro, influenciadas pelo ritmo menos acentuado do corte da matéria-prima do setor sucroalcooleiro. Se analisarmos apenas a composição geral da indústria, o recuo não se justificaria, em virtude do maior número de dias no mês, bem como da inexistência de feriados no período. De maneira análoga ao indicador de emprego industrial, o cômputo das horas trabalhadas sem os dados agregados do setor sucroalcooleiro recuou (0,63%) reforçando a magnitude que a sazonalidade apresenta na indústria geral. Esse é um aspecto relevante, à medida que o aumento de horas possibilita uma Fonte: Núcleo de Pesquisa Industrial da FIEA continuidade do ritmo de crescimento no médio e longo prazo. Vale registrar que essa ligeira variação negativa é relevante,principalmente se comparada com os dados apontados pela CNI, onde houve leve redução do número de horas trabalhadas (-0,3%), na comparação com o mês anterior na série dessazonalizada. Na comparação com o mesmo mês de 2007 e no acumulado, a variável elevou-se considerávelmente, o que dá ao ano de 2008 uma perspectiva favorável em relação a 2007, considerando os aspectos conjunturais das Fonte: Núcleo de Pesquisa Industrial da FIEA Deflator:IPA/OG-Indústria de Transformação-FGV 19 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 transforma ações estru uturais e tendências. D Destaques ( alto nas horas h Desempenho positivo (+) Desempenho ne egativo (+) alto nas horas s Índices Variação V o dos índ dices de e horas trrabalhad das (%) 150,00 140,00 130,00 120,00 110,00 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 2007 7 2008 8 jan fev mar abr mai jun jul j ago set out o nov dez O bom m comporttamento daas horaas, retirand do o setorr sucroaalcooleiro o, ocorre de d maneira regullar e com m persistên ncia. 20 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 E marrço, a massa Em m saalarial reecuou (-14,90% (%) ante ffevereirro. o de 2007 7, as Em março remuneraç ções brutas s da indústria diminuíram m (c 14,90%), quando comparadas ao mês de Constata-se fevereiro. que a aná álise retiran ndose o setor sucrroalu o cooleiro apresentou com uma indicador elevação de (0,53%) o mês de perante mpafevereiro. Ao com o dados da rarmos os indústria nacional apresentados pela CNII, o da ma assa aumento ontinua se endo salarial co puxado, prepondera p ntemente, pe elo crescime ento do emprego, o qual se expandiu o dobro de c (3,5%) na fevereiro com série de essazonalizada. Nessa dire eção, os da ados das indústrias locais s se aram assemelha a conjectura a nacional com uma ligeirra aproxima ação a partir do d (0,53%)) da indústria lo ocal. Fo onte: Núcleo de d Pesquisa In ndustrial da FI IEA ao Comparatiivamente mesmo mês m do ano anterior, as remuneraç ções brrutas recuaram (-1,14%) em ativa março. A justifica para tal comportame c ento é resultad do sem dúvida do efeito agregado do setor sucro oalcooleiro. Fo onte: Núcleo de d Pesquisa In ndustrial da FI IEA D Deflator:IPA/O OG-Indústria de d Transforma ação-FGV 21 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 Destaques Dese empenho po ositivo (+) alto o na massa salarial s Desemp penho negativvo (+) alto na a m. salarial Índices Variaação do os índice es de saalários (% %) 110,00 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 2007 7 2008 8 jaan fev mar abr a mai jun jul j ago set out o nov dez A massa salarial em m 2008, reetirando-se o setor sucrrolcooleiro s sinaliza trajjetória de ascensão. a 22 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 O COI OI recuouu frentee a feverreiro, in niciandoo o desaaquecim mento daa indústtria sucrroalcoolleira A indústria a alagoana registrou, em março o de 2008 8, uma retra ação de (-8,46%) na variável Custos de Opera ações ais, em compaIndustria ração com m mês anterior. O comportamento de retração dessa varriável deveu-se, em partte, a redução do d volume e de produção da indú ústria oleira sucroalcoo do Estado, observado no d final da safra. s decorrer do Vale obs servar que a indústria sem os dados d oleiro do setor sucroalcoo m um apresentou também recuo da ordem de 10% a ao mês de frente fevereiro. d Por sua vez, os dados m, ainda, que confirmam seis dos quinze gên neros os, pesquisado apresentaram expa ansão nos custos. No ço de confronto com març 2007, a variável indica uma expansão de 4,73% aques positivos com desta para Indústria Química 3%. com 27,53 Fonte: Núcleo de Pesquisa Industrial I da FIEA F Fonte: Núcleo de Pesquisa Industrial I da FIEA F Deflator:IPA/ /OG-Indústria de Transform mação-FGV 23 FIEA – Indicadores de Desempenho – Março/2008 Diminuição da Utilização da Capacidade Instalada em Março. A redução do número de horas trabalhadas e a menor atividade industrial, frente a fevereiro, resultaram em um movimento de diminuição da utilização da capacidade instalada no mês analisado. Mesmo considerando o maior número de dias úteis, a utilização da Capacidade Instalada da indústria, em março de 2008, (76,67%) recuou em relação a fevereiro (82,68%) Assim, a Capacidade Instalada da Indústria Alagoana recuou (-6,01%) pontos percentuais (p.p.). Deve-se considerar que o recuo da utilização da capacidade instalada em março de 2008 segue o comportamento menos dinâmico das horas trabalhadas na produção industrial. Quando analisado março de 2008 (76,67%) perante a março de 2007 (45,90%), percebe-se uma variação positiva de 30,76%. Apenas três segmentos industriais operaram com mais de 90% de sua capacidade de produção em março de 2008: Química, Extração e Tratamento de Minerais e Têxtil. Por sua vez, o setor que apresentou o maior destaque na expansão da utilização da capacidade instalada no período (março de 2008 x março de 2007) foi o Sucroalcooleiro que revelou aumento de 55,29%% p.p., passando de 14,26% para 69,54%, significando um aumento do período dedicado a safra. Fonte: Núcleo de Pesquisa Industrial da FIEA 24 FIEA –– Indicadorres de Deseempenho –– Março/20 008 Fonte: Núc cleo de Pesqu uisa Industriial da FIEA 25