Informática Aplicada à
Ciência da Informação
Conceitos Básicos
Prof.: Adriana Bogliolo Sirihal Duarte
Adaptado de material desenvolvido pelo Prof. Ruy Alexandre Generoso
Conceito de Sistema Computacional
Unidade Central de Processamento
Dispositivos
de Entrada
Unidade
de Controle
ULA
Unidade Primária
de Armazenamento
Dispositivos de
Armazenament
o Secundário
Dispositivos
de Saída
Representação dos Dados no Computador
Dados
Memória
do
armazenamento
computador
e
mídia
de
Códigos convencionados e expressos em um
sistema de numeração adequado
Exemplos
Códigos: ASCII, EBCDIC, Unicode
Sistemas de Numeração: Decimal, Binário, Octal,
Hexadecimal
Sistemas de Numeração
Decimal (base 10)
Algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9
Sistema usual no cotidiano humano (fora do
computador)
Sistemas de Numeração
Binário (base 2)
Algarismos: 0 e 1
Sistema de numeração
sistemas computacionais
empregado
em
Sistemas de Numeração
Hexadecimal (base 16)
Algarismos: números 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9
letras A, B, C, D, E e F
Empregado na representação de números
grandes, e.g. endereços de memória
Conversão de Sistemas de Numeração
Exemplo de conversão: Base 2 para base 10
1011011102 = ( ? )10
1011011102 = (1.28 + 0.27 + 1.26 + 1.25 + 0.24 +
1.23 + 1.22 + 1.21 + 0.20 )10 = (1.256 + 0.128 +
1.64 + 1.32 + 0.16 + 1.8 + 1.4 + 1.2 + 0.1)10 =
(256 + 0 + 64 + 32 + 0 + 8 + 4 + 2)10 = 36610
1011011102 = 36610
Conversão de Sistemas de Numeração
Exemplo de conversão: Base 10 para base 2
36610 = ( ? )2
366
0
2
183
1
2
91
1
2
45
1
2
22
0
2
11
1
2
5
1
2
2
0
2
1
2
1
0
Conversão de Sistemas de Numeração
Decimal Hexadecimal Binário
Exemplo de conversão:
Base 2 para base 16
1011011102 = ( ? )16
101101110 2 = 16E16
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
A
B
C
D
E
F
0000
0001
0010
0011
0100
0101
0110
0111
1000
1001
1010
1011
1100
1101
1110
1111
Conversão de Sistemas de Numeração
Exercícios:
Converta da base 10 para base 2:
429 – 276 – 385
Converta da base 2 para base 10:
11100101 – 11011000 – 10111110
Converta da base 2 para base 16:
11100101 – 11011000 – 10111110
Converta da base 16 para base 2:
FA1 – 2BA – 168 – DEA
Sistemas de Numeração – Potências de 2 e 16
n
n
2
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
1
2
4
8
16
32
64
128
256
512
1.024
2.048
4.096
8.192
16.384
32.768
16
n
1
16
256
4.096
65.536
1.048.576
16.777.216
268.435.456
4.294.967.296
68.719.476.736
1.099.511.627.776
17.592.186.044.416
281.474.976.710.656
4.503.599.627.370.496
72.057.594.037.927.936
1.152.921.504.606.846.976
Bits e Bytes
1 byte = 8 bits
1 KB (quilobyte) = 210 bytes = 1024 bytes
1 MB (megabyte) = 210 KB = 1024 quilobytes
1 GB (gigabyte) = 210 MB = 1024 megabytes
1 TB (terabyte) = 210 GB = 1024 gigabytes =
1024 * 1024 * 1024 * 1024 bytes = 240 ≈
1.099.510.000.000 bytes
Códigos de Representação de Dados
ASCII
(American
Standard
Interchange Information – 8 bits)
Code
for
Mais usado em microcomputadores
Representação de 256 caracteres diferentes (e.g.
em um teclado alfanumérico) codificação em
8 bits
128 símbolos universais
128 símbolos adicionais, passíveis de variações
de país para país
Exemplo: Letra A
Representação: 4116 = 0100 00012
Códigos de Representação de Dados
O caractere ‘A'
corresponde ao
código 41 (coluna
4 linha 1)
Tabela ASCII
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
A
B
C
D
E
F
0
1
2
3
4
5
6
7
NUL
SOH
DLE
DC1
SPACE
!
0
1
@
A
P
Q
`
a
p
q
STX
DC2
"
2
B
R
b
r
ETX
EOT
ENQ
DC3
DC4
NAK
#
$
%
3
4
5
C
D
E
S
T
U
c
d
e
s
t
u
ACK
SYN
&
6
F
V
f
v
BEL
ETB
'
7
G
W
g
w
BS
HT
CAN
EM
(
)
8
9
H
I
X
Y
h
i
x
y
LF
VT
SUB
ESC
*
+
:
;
J
K
Z
[
j
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FF
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GS
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L
M
\
]
l
m
|
}
SO
RS
.
>
N
^
n
~
SI
US
/
?
O
_
o
DEL
Códigos de Representação de Dados
Exercício: utilizando a tabela ASCII escreva o
código binário, o código hexadecimal, e o valor
decimal correspondente dos seguintes símbolos:
&
?
M
a
@
~
6
Códigos de Representação de Dados
EBCDIC
(Extended Binary Code Decimal
Interchange Code – 8 bits)
Mais usado em mainframes
Exemplo: Algarismo 1
Representação: F116 = 1111 00012
Códigos de Representação de Dados
Unicode
Representação de 65536 caracteres diferentes
codificação em 16 bits
Modelado sobre o conjunto de caracteres ASCII
Possibilita a codificação da
caracteres correntemente em uso
Usa scripts para a definição de caracteres em um
idioma específico
Grego
Tibetano
Dingbats
maioria
Katakana
dos
Sistemas de Armazenamento de Dados
Partes Físicas – Características
Composição
Dispositivos de armazenamento
Mídia de armazenamento
Localização
Interna (configuração no contexto da unidade do
sistema)
Externa (dispositivos separados)
Sistemas de Armazenamento de Dados
Partes Físicas – Características
Registro/ Recuperação de Dados
Mídia passa usualmente por uma cabeça de
leitura/gravação no dispositivo de armazenamento
a fim de que os dados sejam lidos/escritos
Volatilidade
Mídia de armazenamento não volátil
●
Manutenção dos dados registrados
desligamento da alimentação do sistema
após
o
●
Contraste com a maioria dos tipos de memória
(voláteis)
Sistemas de Armazenamento de Dados
Partes Físicas – Características
Mídia Fixa x Mídia Removível
Mídia Fixa
●
Tipicamente mais rápida e mais barata
Mídia Removível
●
Capacidade ilimitada
●
Transporte fácil e seguro
Sistemas de Armazenamento de Dados
Partes Físicas – Características
Acessibilidade
Sequencial
●
Registros em arquivos só podem ser recuperados
na mesma sequência em que foram fisicamente
armazenados (ex.: dados armazenados em fitas
magnéticas)
Direta
●
Registros podem ser recuperados em qualquer
sequência, independentemente do armazenamento
físico (ex.: dados armazenados na maioria dos
discos magnéticos e ópticos)
Sistemas de Armazenamento de Dados
Partes Físicas – Características
Representação de Dados
Lógica
●
Refere-se à visão do usuário sobre a forma como os
dados são armazenados
Física
●
Refere-se ao modo físico real como os dados são
armazenados na mídia, sob o ponto de vista do
computador
Mídia de Armazenamento
1ª Geração 2ª Geração
Tambor
Magnético
Núcleo
Magnético
3ª Geração
Núcleo
Magnético
4ª Geração
5ª Geração
Chips
de Memória
Semicondutora
LSI
Chips
de Memória
Semicondutora
VLSI
Tendência: Mídia com capacidades de armazenamento cada vez mais elevadas
utilizando circuitos microeletrônicos cada vez menores
Mídia de E/S e Armazenamento
Mídia
Fita de Papel
Cartão Perfurado
Formulário Contínuo (Papel Sanfonado)
Fita Magnética
Disco Magnético
Disco Óptico
Mídia de E/S e Armazenamento
Fita de Papel (obsoleta)
Quase não ocupava espaço
Tira de dados chegando como entrada ou deixando o
sistema sob a forma de uma saída perfurada
Placa Guia
Traseira
Direção de
Transporte
Canal
0 1 2
3 4 5 6
2 22 222 2
Alimentação
Altura
Altura
Mídia de E/S e Armazenamento
Cartão Perfurado (obsoleto)
Entrada
de cartões
Altura
Furo
Coluna
Mídia de E/S e Armazenamento
Formulário Contínuo (Papel Sanfonado)
Organizado em linhas e colunas
Pode conter uma ou mais vias
Pautado ou liso
Mídia de E/S e Armazenamento
Formulário Contínuo (Papel Sanfonado)
Standard (132 colunas x 66 linhas) [ 14” x 11” ]
US Letter (80 colunas x 66 linhas) [ 8,5” x 11” ]
Mídia de E/S e Armazenamento
Fita Magnética
Carretel
Rolo
Encaixe
Fita
Coluna
Vista lateral
Trilha
Vista frontal
Mídia de E/S e Armazenamento
Tipos de Fita Magnética
Rolo (reel)
Cassette
Cartucho (cartdrige)
Streamer
DAT (Digital Audio Tape)
Mídia de E/S e Armazenamento
Características das Fitas Magnéticas
Capacidade de armazenamento elevada graças
ao conceito de densidade de gravação
Densidade de Gravação
Quantidade de bytes gravados por unidade de
comprimento, com base na polegada
Unidade de medida: B.P.I (Bytes Per Inch)
Valores típicos: 200, 556, 800, 1.600, 3.200 e
22.000 BPI
Mídia de E/S e Armazenamento
Disco Magnético
Setor ou
Segmento
2
1
9
3
8
Trilhas
4
5
7
6
Cluster
Mídia de E/S e Armazenamento
Disco Magnético
Superfície do disco
Cabeça de
leitura/escrita
Antes
do
processo
de
armazenamento de dados, as
partículas magnéticas estão
desalinhadas
A cabeça de leitura/ escrita
inscreve os dados alinhando
cada partícula magnética da
mídia segundo um de dois
modos possíveis
Um dos modos equivale ao
registro de zeros (0), enquanto o
outro ao registro de uns (1)
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Magnéticos
Mídia de armazenamento mais importante nos
computadores atuais
Tipos populares
Discos flexíveis (floppy disks)
Discos rígidos (hard disks)
Dados gravados a partir da magnetização de
partículas na superfície dos discos (dois modos:
representação de uns e zeros)
Mídia de E/S e Armazenamento
Tipos Populares de Discos Magnéticos
Flexível ou Disquete
Capacidades: 360 KB a 1,44 MB
Custo: cerca de US$ 0.50 ou menos
Disquete de 3½”
(obsoleto)
Disquete de 5¼” (obsoleto)
Drive de disquete 3½”
Mídia de E/S e Armazenamento
Anatomia de um Disco Flexível
Proteção
contra gravação
Cobertura plástica rígida
Protetor metálico
com mola
Etiqueta
Furo indicador
de alta densidade
Revestimentos
do disco
Disco de metal
Superfície plástica do disco
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Flexíveis
Características Físicas
Atualmente a maioria é de 3½” de diâmetro e
capacidade de armazenamento de 1,44 MB
Uso
Inserção no drive apropriado, na direção apropriada
Manutenção do disco no drive enquanto estiver sendo
acessado (indicador luminoso da unidade ATIVO)
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos
Magnéticos
Capacidade
Removíveis
de
Alta
Zip disks
Discos magnéticos lidos/escritos por unidades
denominadas zip drives
Capacidade (Custo): 100 MB (U$ 10.00),
(U$ 12.00) ou 750 MB (U$ 15.00)
250 MB
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos
Magnéticos
Capacidade
Removíveis
de
Alta
SuperDisks drives (Laser servo drives)
Armazenamento magnético, uso de laser para a
localização de trilhas e posicionamento de cabeças
de leitura/gravação
Capacidade (Custo): 120 MB (U$ 10.00) ou 240 MB
(U$ 12.00)
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos
Magnéticos
Capacidade
Removíveis
de
Alta
HiFD (High Density Floppy Disk) drives
Mais rápidos dos que os demais drives de disco
magnético de alta capacidade 3.6 MBps
Possibilidade de
convencionais
leitura
de
discos
Diâmetro: 86 mm
Capacidade (Custo): 200 MB (U$ 15.00)
flexíveis
Mídia de E/S e Armazenamento
Tipos Populares de Discos Magnéticos
Rígido ou Winchester
Capacidades típicas: 1 GB a 1 TB
Custo: US$ 100 a 1000
Interno ou externo
Cilindros
Mecanismo
de Acesso
Braços
de Acesso
Discos
Cabeças de
Leitura/Gravação
Trilha
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Rígidos
Propriedades Físicas
Permanentemente selado no interior do drive
Velocidades
mais elevadas do que as dos sistemas
removíveis
Eixo da
montagem
Invólucro
selado
Conjunto de
discos rígidos
Placa de circuito impresso
Cabeças de
leitura/escrita
Mecanismo
de acesso
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Rígidos
Endereçamento do Disco Rígido
Tempo de Acesso ao Disco
Cilindro do Disco - série de trilhas localizadas na
mesma locação no conjunto de superfícies
circulares rígidas de um disco rígido
Fatores influentes: tempo de busca, atraso
rotacional, tempo de movimentação dos dados
Cache de Disco
Estratégia para a elevação do desempenho do
sistema
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Rígidos Removíveis
Vantagens
Portabilidade e capacidade de
armazenamento extra superior àquela
oferecida pelos discos flexíveis
Discos Rígidos para Notebooks
Possibilidade de uso de drives
internos ou removíveis
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos
Rígidos
para
Computacionais de Grande Porte
Sistemas
Possibilidade de uso de um sistema consistindo de
múltiplos drives de disco rígido
RAID é uma tendência recente
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Ópticos
CD-ROM
1984
CD de Áudio
1982
CD-R
1990
VCD
1993
DVD
1996
DVD-ROM
1997
CD-RW
1997
DVD
gravável
1999
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Ópticos
CD-ROM
Tecnologia similar à do CD de áudio
Capacidade: 650 MB
CD-R (CD Recordable)
CD gravável uma única vez
CD-WORM (CD-Write Once Read Many)
Similar ao CD-ROM, porém gravável (uma única vez,
para muitas leituras)
Mídia de E/S e Armazenamento
Discos Ópticos
CD-RW (CD-ReWrite)
Similar ao CD-WORM, porém regravável várias
vezes
DVD (Digital Versatile Disc)
Disco digital destinado à gravação de áudio, vídeo
e dados
Capacidade 4,7 a 17 GB
Mídia de E/S e Armazenamento
Tinta Magnética
Uso em cheques bancários
Impressão de números com tinta magnética (tinta
com partículas magnéticas em suspensão)
Há dois sistemas importantes
CMC-7 (Character
Code - 7 digits)
MICR (Magnetic
Recognition)
Magnetization
Ink
Character
Mídia de E/S e Armazenamento
Tinta Magnética
CMC-7
Usado no Brasil, México, França, Espanha
MICR
Usado nos Estados Unidos, Canadá, Porto Rico,
Panamá e Inglaterra
Mídia de E/S e Armazenamento
Código de Barras (Bar Code)
Código de Barras (Bar Code)
Uso em automação comercial (supermercados e
lojas comerciais em geral)
Mídia de E/S e Armazenamento
Código de Barras (Bar Code)
Sistemas importantes
UPC (Universal Product Code)
●
Uso nos EUA: 12 dígitos
EAN (European Article Numbering)
●
Uso na Comunidade Européia : 13 dígitos
●
Adotado no Brasil
EAN-13
UPC-A
EAN-8
UPC-E
Mídia de E/S e Armazenamento
Reconhecimento
Óptico de Caracteres
(Optical Character Recognition - OCR)
Uso pelos Correios e outros serviços em
atividades de reconhecimento de caracteres
manuscritos ou impressos e posterior transcrição
para sistemas computacionais
Mídia de E/S e Armazenamento
Folha Óptica
Uso em marcações a lápis ou caneta em espaços
pré-determinados
Aplicação em exames (concursos públicos,
vestibulares, pesquisas de mercado) e em
volantes da Loto, Sena, etc.
Mídia de E/S e Armazenamento
Cartão Magnético
Usado em agências bancárias, de crédito e lojas
comerciais
Tarja
magnética
Identificação do cliente através da leitura de
dados numa tarja magnética
Mídia de E/S e Armazenamento
Smart Card
Cartão similar a um cartão magnético, porém
possuindo um chip interno ao invés da tarja
magnética
Usado
como
“dinheiro
eletrônico”,
para
pagamento de serviços e produtos, da mesma
forma que se usa o cartão magnético
Exemplo: Cartão usado na free-way
Mídia de E/S e Armazenamento
Smart Label (I-Code)
Etiqueta “inteligente” contendo chips I-Code
Alimentação do chip dispensável
Energização e emissão de sinal de identificação
quando o chip passa por sensores
Biblioteca Nacional de Singapura,
100.000 livros, 6.200 CD-ROM, 6.000
fitas VHS
Tecnologias de Entrada de Dados
1ª Geração 2ª Geração 3ª Geração
Fita de Papel
Cartões
Perfurados
Cartões
Perfurados
Teclado
Fitas e Discos
Magnéticos
4ª Geração
5ª Geração
Teclado
Reconhecimento de Voz
Dispositivos de
Apontamento
e Seleção
Dispositivos Hápticos (tato)
Varredura Óptica
Reconhecimento Óptico
de Caracteres e de
Escrita Manual
Tendência: Dispositivos de entrada cada vez mais naturais e fáceis de usar
Dispositivos de ENTRADA
Dispositivos de Apontamento e Seleção
Permitem ao usuário a escolha e a manipulação de
itens (objetos textuais ou gráficos) no dispositivo
de visualização de um sistema computacional
Tipos
Mouse
●
Uso em praticamente todos os ambientes gráficos
orientados a janelas/menus, e.g. Windows e Mac-OS
Mouse
Mouse
com roda
Almofada do mouse
(mouse pad)
Dispositivos de ENTRADA
Dispositivos de Apontamento e Seleção
Tipos
Joystick
●
Auxílio ao usuário no controle do movimento de
objetos no visualizador
●
Movimento de objetos em qualquer direção com
maior rapidez e precisão
●
Mais indicado para jogos
Dispositivos de ENTRADA
Dispositivos de Apontamento e Seleção
Tipos
Trackball
●
Espécie de mouse invertido, não deslizante sobre
uma superfície plana
●
Movimento do apontador na tela associado ao giro da
esfera com os dedos ou a palma da mão
●
Mais indicado quando o espaço é limitado
Dispositivos de ENTRADA
Dispositivos de Apontamento e Seleção
Tipos
Almofada sensível ao toque (touch pad)
●
Superfície horizontal plana sensível à pressão e à
movimentação
●
Movimento do apontador na tela associado ao
deslocamento da ponta do dedo sobre a superfície
●
Usualmente empregado como dispositivo
apontamento e seleção em notebooks
de
Dispositivos de ENTRADA
Dispositivos de Apontamento e Seleção
Outros tipos
Caneta fotossensível (light pen)
Tela sensível ao toque (touch screen)
Cursor/ Caneta (stylus)
Caneta
com fio
Tela sensível
ao toque
Caneta
fotossensível
Cursor
sem fio
Dispositivos de ENTRADA
Escâner (Scanner)
Dispositivo óptico destinado à captura de imagens,
fotos e textos e à conversão para formato digital
Após a conversão, possibilidade de edição da
imagem (apagamento, inserção ou alteração de
partes da imagem, modificação de cores ou tons de
cinza e das dimensões da imagem em relação ao
original
Scanner
de mesa
Scanner
de mão
Dispositivos de ENTRADA
Mesa Digitalizadora (Table Digitizer)
Dispositivo destinado à criação e manipulação de
representações gráficas com auxílio de um tipo
especial de apontamento – cursor ou caneta
(stylus) – fisicamente ou não conectado à mesa
Posição de um ponto de interesse na mesa
indicada pela caneta ou cursor
Aquisição de um ponto a partir do pressionamento
da caneta ou de um botão do cursor
Tecnologias de Saída de Dados
1ª Geração 2ª Geração 3ª Geração
4ª Geração
Cartões
Perfurados
Cartões
Perfurados
Relatórios e
Documentos
Impressos
Apresentação
em Vídeo
Relatórios e
Documentos
Impressos
Relatórios e
Documentos
Impressos
Apresentação
em Vídeo
Relatórios e
Documentos
Impressos
Áudio
5ª Geração
Apresentação
em Vídeo
Áudio
Documentos Multimídia
Tendência: Métodos de saída que possibilitem uma comunicação mais natural,
rápida e objetiva
Dispositivos de SAÍDA
Impressora
Impacto
Caractere
●
●
●
Linha
●
●
Margarida
Esfera
Matricial
Cilindro
Cadeia
Não Impacto
Jato de tinta
Térmica
Laser
Dispositivos de SAÍDA
Impressoras
de grande popularidade em
microcomputadores de pequenas empresas
Matricial (Dot Matrix)
Velocidades Típicas: 100 a 800 cps
Custo: US$ 70 a 700
Dispositivos de SAÍDA
Impressoras
de maior
microcomputadores
popularidade
Jato de tinta (Ink Jet)
Velocidades Típicas: 1 a 8 ppm
Custo: US$ 100 a 1,500
em
Dispositivos de SAÍDA
Impressoras
de maior
microcomputadores
popularidade
Laser
Velocidades típicas: 1 a 16 ppm
Custo: US$ 400 a 3,000
em
Dispositivos de SAÍDA
Outras tecnologias de impressão
Jato de Tinta Sólida (Phase Change)
Densidade: 300 a 700 dpi
Marcas: Canon, Apple, HP, Epson
Custo: US$ 300 a 500
Dispositivos de SAÍDA
Outras tecnologias de impressão
Transferência
Transfer)
Térmica
de
Cera
(Thermal-Wax
Marcas: Tektronics, Seiko
Sublimação de Tintura (Dye Sublimation)
Densidade: 300 dpi
Marcas: Kodak
Dispositivos de SAÍDA
Traçador Gráfico (Plotter)
Dispositivo que utiliza canetas especiais de
diversas cores e/ou espessuras ou cartuchos de
tinta (preto e coloridos) para traçados em papel
com dimensões variantes (A4 a A0)
Uso para
traçados de
plantas, gráficos e figuras de
naturezas as mais diversas
Aplicação nas engenharias,
em arquitetura e projetos
industriais e publicitários