CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 CADERNO DE EXEMPLOS EXEMPLOS DE CAPÍTULOS DE MANUAL DA QUALIDADE 010203040506070809- ORGANOGRAMA DE LABORATÓRIO DECLARAÇÃO DA POLITICA DA QUALIDADE DESIGNAÇÃO DE CARGOS DESIGNAÇÃO DE FUNÇÕES CONFIDENCIALIDADE DAS INFORMAÇÕES LABORATORIAIS ASSINATURAS RECONHECIDAS PARA ASSINATURA DE RELATÓRIOS ELABORAÇÃO, APROVAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS TRATAMENTO DE NÃO CONFORMIDADE TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DO PESSOAL EXEMPLOS DE PROCEDIMENTOS 01- TÍTULO: BALANÇA ANALITICA (FORM A006) – UTILIZAÇÃO, LIMPEZA, VERIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO, CALIBRAÇÃO E REGISTROS 02- TÍTULO: REGISTRO DE TEMPERATURA DO LABORATORIO E SALA DE ESTOQUE 03- TÍTULO: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS LABORATORIAIS 04- TITULO: ASSINATURAS RECONHECIDAS PARA VERIFICAÇÃO DE RESULTADOS 05- TÍTULO: REGISTROS TÉCNICOS 06- TÍTULO: CORREÇÃO DE ERROS NOS REGISTROS DOS DADOS ORIGINAIS OUTROS 01- DIAGRAMA DE MANUTENÇÃO/CALIBRAÇÃO DE EQUIPAMENTOS 02- PLANILHA DE CALIBRAÇÃO 03- RELATÓRIO DE MANUTENÇÃO PRÁTICA DE AUDITORIA FORMULÁRIOS 01020304- CHECK-LIST DE AUDITORIA PLANO DE AUDITORIA INTERNA DA QUALIDADE RELATÓRIO DE AUDITORIA SOLICITAÇÃO DE AÇÃO CORRETIVA SAC Brasília, 23 a 25 de maio de 2005 Página 1 de 42 DOCUMENTO Nº Manual da Qualidade Para Laboaratórios EDIÇÃO / REVISÃO MQD-001 EMISSÃO: 1/0 EMITIDO POR: JUNHO/05 CAPÍTULO: Nº FOLHA: GQ 01/01 TÍTULO: ORGANOGRAMA Diretor Geral UGQ/Biossegurança Diretor Administrativo Diretor Técnico Descontaminação De Materiais Secretaria Secretaria Protocolo de Amostras Almoxarifado Farmacêuticos DST/AIDS CQ Tuberculose Microbiologia Alimentos Segurança Patrimonial Compras Transporte Compras Página 2 de 42 Manutenção DOCUMENTO Nº Manual da Qualidade Para Laboaratórios MQD-001 EMISSÃO: Nº FOLHA: 1/0 EMITIDO POR: JUNHO/05 CAPÍTULO: EDIÇÃO / REVISÃO 01/01 GQ TÍTULO: DECLARAÇÃO DA POLITICA DA QUALIDADE A Presidência do Laboratório XYZ na sua nobre missão institucional de assessorar os órgãos de saúde pública em ações para a manutenção da saúde da população, declara a política da qualidade adotada em seus laboratórios ¾ O Laboratório XYZ compromete-se a atender as diretrizes da ISSO/IEC/17025 e o que estabelece a RDC 210/2003 Anvisa, de 04 de agosto de 2003; ¾ Todo o corpo gerencial do laboratório está comprometido com suas boas práticas profissionais e com a manutenção da qualidade em todas as suas atividades; ¾ Todos os serviços executados objetivam o atendimento das necessidades de nossos clientes, sejam eles governamentais ou privados, e para isto todos os contratos a serem firmados são antecipadamente negociados com os clientes e fixados os seus requisitos; ¾ O sistema da qualidade adotado visa atender aos órgãos regulamentadores de saúde pública, seus clientes e todos os outros interessados nos serviços do laboratório; ¾ Todo o pessoal do laboratório que esteja envolvido direta ou indiretamente com esta declaração de política de qualidade deve conhecer, compreender, estar familiarizado e implementar todas as políticas emanadas pela Unidade de Garantia da Qualidade; ¾ Todo o corpo técnico e gerencial do laboratório direciona sempre as ações para atender as normas de referência do Sistema da Qualidade adotado (NBR ISO /IEC 17025), Normas de Biossegurança e a regulamentação pertinente da Anvisa. Carlos Gomes Cunha Presidente do Laboratório XYZ Página 3 de 42 DOCUMENTO Nº Manual da Qualidade Para Laboaratórios EDIÇÃO / REVISÃO MQD-001 EMISSÃO: 1/0 EMITIDO POR: JUNHO/05 CAPÍTULO: Nº FOLHA: GQ 01/01 TÍTULO: DESIGNAÇÃO DE CARGOS GOVERNO DO ESTADO DE .......... SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE RESOLUÇÃO Nº SSC - 005/05 O Secretario de Saúde do Estado de .......... No uso de suas atribuições resolve: Designar o Farmacêutico Industrial, Dr. Daniel Gonçalves Crespo, para exercer a função de Coordenador da Unidade de Garantia da Qualidade do Laboratório Farmacêutico do Estado de ........... Designar o Farmacêutico, Dr. Carlos Alberto Vinhas para exercer a função de substituto da função de Coordenador da Unidade de Garantia da Qualidade do Laboratório Farmacêutico do Estado de ............... A presente resolução entre em vigor à partir de 15 de janeiro de 2005. Carlos Gomes Cunha Secretário de Estado de Saúde Página 4 de 42 DOCUMENTO Nº Manual da Qualidade Para Laboaratórios EDIÇÃO / REVISÃO MQD-001 EMISSÃO: 1/0 EMITIDO POR: JUNHO/05 CAPÍTULO: Nº FOLHA: GQ 01/01 TÍTULO: DESIGNAÇÃO DE FUNÇÕES GOVERNO DO ESTADO DE ..................... SECRETARIA DO ESTADO DE SAÚDE LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA RESOLUÇÃO NºSSC-LCSP- 002/05 A diretora do Laboratório Farmacêutico do Estado de ........ no uso de suas atribuições resolve designar: A Farmacêutica, Kátia Grillo, para exercer a função de Responsável Técnico pelo Setor de Equivalência Farmacêutica e seu substituto o Farmacêutico Oscar Gonçalves Costa; O Farmacêutico, Dr. Edivar Marte Linhares para exercer a função de Responsável Técnico pelo Setor de CQ Medicamentos e seu substituto o farmacêutico Milton Fugiko Honda; O Farmacêutico José Targino Pandaré para exercer a função de Responsável Técnico pelo Laboratório de Análises Físico-químicas e seu substituto a Farmacêutica Vera Lúcia Parado; O Farmacêutico Zacharias Musse Pombo para exercer a função de Responsável Técnico pelo Laboratório de Análises Microbiológicas e seu substituto o Microbiologista Carlos Picciani Mello; O Técnico Bruno San Marino para coordenar o Protocolo de Amostras e a Sala de Descontaminação de Materiais e sua substituta a Técnica Márcia Fumiko Ling. A presente resolução entre em vigor a partir de 31 de março de 2005 Carlos Gomes Cunha Secretário de Estado de Saúde Página 5 de 42 DOCUMENTO Nº Manual da Qualidade Para Laboaratórios MQD-001 EMISSÃO: JUNHO/05 CAPÍTULO: EDIÇÃO / REVISÃO Nº FOLHA: 1/0 EMITIDO POR: GQ 01/01 TÍTULO: CONFIDENCIALIDADE DAS INFORMAÇÕES LABORATORIAIS 01- Nenhum funcionário deve envolver-se em atividades externas ou internas que possam afetar negativamente a sua independência no julgamento e resultado de seu trabalho 02- Os resultados dos ensaios são propriedades do cliente, com isto toda e qualquer informação sobre dada amostra deve ser resguardada de sigilo absoluto. 03- Para garantir a confidencialidade dos clientes o pessoal envolvido com os ensaios deve adotar os seguintes procedimentos: a. Todas as amostras devem ser identificadas no recebimento segundo os procedimentos POP-LP-003.1 – Recebimento, Codificação e Armazenamento de Amostras para Ensaio e POP-LP-003.2 – Cadeia de Custódia das Amostras no Laboratório; b. Nenhuma informação deve ser dada via telefone, rede de microcomputador, fax ou outro meio eletrônico, sem a autorização do responsável técnico do laboratório e a solicitação formal pelo cliente solicitante do ensaio. Após a transmissão, em um intervalo de vinte e quatro (24) horas, deve ser emitido o Certificado de Ensaio correspondente. c. Visitas ao laboratório devem ser programadas com antecedência e autorizadas pelo Chefe do Setor, tomando-se os procedimentos orientados pela área de segurança patrimonial da organização. d. Quando for solicitado um ensaio de caráter sigiloso, a amostra, após recebimento pelo Tráfego de Amostras, deve ser encaminhada ao Responsável pela Qualidade do Setor. Este deve codificá-la segundo procedimento específico de modo a garantir o seu sigilo. 04- Todo o pessoal que possui senha de acesso aos sistemas informatizados existentes no laboratório não deve, sob hipótese alguma, cede-la, ou de algum outro modo, possibilitar o acesso de pessoas não autorizadas às informações. 05- Todos os atos que possam, de algum modo, comprometer a organização estão sujeitos à Norma 20-10-00 - Regime Disciplinar. Página 6 de 42 DOCUMENTO Nº LABORATÓRIO XYZ REGISTRO DA QUALIDADE RGQ-010 EMISSÃO: Nº FOLHA: 1/0 EMITIDO POR: JUNHO/00 CAPÍTULO: EDIÇÃO / REVISÃO UGQ 01/01 TÍTULO: ASSINATURAS RECONHECIDAS PARA ASSINATURA DE RELATÓRIOS SETOR NOME MATRÍCULA ASSINATURAS RUBRICAS 1._________________ 1.__________ 2._________________ 2.__________ 3._________________ 3.__________ 1._________________ 1.__________ 2._________________ 2.__________ 3._________________ 3.__________ 1._________________ 1.__________ 2._________________ 2.__________ 3._________________ 3.__________ 1._________________ 1.__________ 2._________________ 2.__________ 3._________________ 3.__________ 1._________________ 1.__________ 2._________________ 2.__________ 3._________________ 3.__________ 1._________________ 1.__________ 2._________________ 2.__________ 3._________________ 3.__________ 1._________________ 1.__________ 2._________________ 2.__________ 3._________________ 3.__________ Página 7 de 42 DOCUMENTO Nº LABORATÓRIO XYZ EDIÇÃO / REVISÃO POP-LP-01.2 PROCEDIMENTO DE SISTEMA EMISSÃO: 1/0 EMITIDO POR: JUN/00 CAPÍTULO: Nº FOLHA: 01/03 UGQ TÍTULO: ELABORAÇÃO, APROVAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS 1. Objetivo: Este procedimento tem o objetivo de padronizar, definir competências e orientar o controle de documentos do sistema da qualidade, internos e externos 2. Campo de Aplicação: Este procedimento é aplicável a todas as áreas do sistema da qualidade. 3. Documentos Complementares: ABNT ISO/IEC Diretiva - parte 3 Redação e apresentação de Normas POP-LP-001.1 Brasileiras. Formato de documentos da qualidade 4. Responsabilidades: 4.1.Núcleo de Informação – Controlar, distribuir e atualizar todas as versões dos documentos nos pontos de uso. 4.2.Gerente de Qualidade – Garantir através de verificações periódicas que os documentos utilizados estão em sua ultima versão 5. Definições 5.1.Documento Toda informação, contida em meio impresso ou eletrônico, necessária a continuidade das operações do laboratório. Para efeito deste procedimento são considerados documentos a política da qualidade, procedimentos, especificações, tabelas, gráficos, manuais, regulamentos, portarias, documentos normativos, desenhos e softwares; 5.2.Estrutura Hierárquica da Documentação A estrutura da documentação adotada pelo sistema da qualidade é. Documentos Internos Documentos Externos ● Política da Qualidade ● Procedimentos do Sistema da Qualidade ● Procedimentos Operacionais e Métodos ● Registro da Qualidade, Desenhos, Gráficos , Tabelas ● Portarias e Regulamentos ● Métodos Normalizados ● Manuais de Equipamentos, Livros Textos, Gráficos de Referência, Tabelas de Referência ● Política da Qualidade Página 8 de 42 DOCUMENTO Nº LABORATÓRIO XYZ POP-LP-01.2 PROCEDIMENTO DE SISTEMA EMISSÃO: EDIÇÃO / REVISÃO Nº FOLHA: 1/0 EMITIDO POR: JUN/00 UGQ 02/03 TÍTULO: CAPÍTULO: ELABORAÇÃO, APROVAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS 6. Documentos Internos 6.1.Linguagem e tempo verbal Todos os documentos gerados internamente devem estar em linguagem compatível com o documento da Diretiva Parte 3 da ISO. 6.2.Formato O formato utilizado pelos documentos deve estar de acordo com os modelos apresentados no procedimento POP-LP-001.01 – Formato de documentos da qualidade. 6.3.Competências DOCUMENTO ATIVIDADE Política da Qualidade Manual da Qualidade Procedimento de SQ Elaboração / Revisão GQ GQ GQ/Corpo Gerencial Análise Crítica Corpo Gerencial Corpo Gerencial Staff Qualid. Aprovação Métodos Proc. Operacionais Registros Corpo Corpo Técnico Técnico/Staff Técnico/Staff Especialista Qual. Qual. Corpo Técnico Corpo Técnico/Staff Qual. Staff Qual. GT GQ/GT GQ Registro Alta Direção Alta Direção Alta Direção NI NI NI NI NI NI Distribuição NI NI NI NI NI NI Arquivamento NI NI NI NI NI NI Remoção - NI NI NI NI NI GQ Gerência da Qualidade Legenda GT Gerência Técnica NI Núcleo de Informática 6.4.Distribuição de documentos Todos os documentos somente poderão ser utilizados no seu original contendo um carimbo de identificação do detentor. 6.5.Alteração em Documentos As alterações identificadas como necessárias aos documentos devem ser submetidas formalmente ao GQ que, após análise, encaminhará o documento para o NI que procederá a distribuição do mesmo para a área que o elaborou para verificar a pertinência e, se necessário, realizar a alteração. Não são permitidas alterações manuais em quaisquer documentos. Caso seja necessário operar com um documento com alteração em algum passo, deverá ser solicitada uma autorização de desvio de procedimento ao GQ ou ao GT. Cópia desta autorização deverá ser encaminhada ao NI para o início do processo de alteração. Página 9 de 42 DOCUMENTO Nº LABORATÓRIO XYZ PROCEDIMENTO DE SISTEMA POP-LP-01.2 EMISSÃO: Nº FOLHA: 1/0 EMITIDO POR: JUN/00 CAPÍTULO: EDIÇÃO / REVISÃO 03/03 UGQ TÍTULO: ELABORAÇÃO, APROVAÇÃO E CONTROLE DE DOCUMENTOS Todas as alterações realizadas nos documentos deverão estar registradas no formulário “Controle de Alteração de Documentos”. 7. Guarda de Documentos Obsoletos Deverá ser retido, pelo NI, original do documento obsoleto recolhido para efeitos de preservação da memória técnica do laboratório. Este deverá conter um carimbo de “Documentos Obsoletos”. 8. Documentos Externos Competências Atividade Responsabilidade Identificação da necessidade do documento Gerente da área de aplicação do documento Aquisição Núcleo de Informação Registro Núcleo de Informação Distribuição Núcleo de Informação Arquivamento Núcleo de informação Remoção de cópia obsoleta Página 10 de 42 DOCUMENTO Nº PROCEDIMENTO DE SQ PSQ-003 EMISSÃO: JUN/00 CAPÍTULO: EDIÇÃO / REVISÃO Nº FOLHA: 1/0 EMITIDO POR: 01/01 UGQ TÍTULO: TRATAMENTO DE NÃO CONFORMIDADE 1. Objetivos Este procedimento visa orientar o tratamento de discrepâncias aos planejamentos, normas e procedimentos utilizados nos laboratórios. 2. Campo de Aplicação Este procedimento é aplicável a todos os laboratórios de ensaios e de calibração. 3. Procedimento e Registros 3.1.Quaisquer não-conformidades identificadas no processo, auditorias, reclamações de clientes ou de outro modo identificadas devem, imediatamente, ser informadas ao Chefe do Laboratório, que abrirá um formulário de Oportunidades de Melhoria dando conhecimento ao Gerente da UGQ e iniciando imediatamente a investigação para a tomada de ação corretiva; 3.2.As não-conformidades resultantes de Auditorias, participação em Planos Interlaboratoriais deverão ser gerenciadas pelo GQUAL; 3.3.Todas as não-conformidades devem ser classificadas e tratadas conforme o OS-5005; 3.4.Todos os registros de não-conformidade devem ser considerados na revisão crítica do Sistema da Qualidade. Página 11 de 42 DOCUMENTO Nº PROCEDIMENTO DE SQ PSQ-003 EMISSÃO: JUN/05 CAPÍTULO: EDIÇÃO / REVISÃO Nº FOLHA: 1/0 EMITIDO POR: 01/01 UGQ TÍTULO: TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DO PESSOAL 1. Objetivos Este procedimento visa regulamentar o treinamento e a qualificação do pessoal do laboratório de ensaio e de calibração. 2. Campo de Aplicação Este procedimento é aplicável a todos os laboratórios de ensaio e de calibração. 3. Procedimento e Registros 3.1.Quando utilizado pessoal de empresa prestadora de serviço, o laboratório deve ter um controle sobre sua qualificação; 3.2.O pessoal ainda não submetido a treinamento pode executar ensaios sob supervisão até que seja treinado e considerado totalmente competente para executá-los por si próprio; 3.3.O treinamento, a qualificação e a experiência do pessoal devem ser registrados no sistema de Gestão de Pessoal; 3.4.Todo o pessoal empregado na realização de ensaios e calibrações deve ser estabelecido pelas Normas de Organização do Laboratório WXZ; 3.5.Convém que o laboratório mantenha a especialidade técnica e profissional de seu pessoal através de treinamento programado no Plano Anual de Desenvolvimento de Recursos Humanos. 3.6.A qualificação para a realização de ensaios e atividades acessórias a este, deve ser feita através de treinamento interno conduzido pelo Responsável Técnico do Laboratório. Para verificar a qualidade dos resultados produzidos após o treinamento podem ser utilizadas técnicas estatísticas, como Programas Intralaboratoriais; 3.7.As falhas de treinamento ou qualquer necessidade adicional de qualificação poderão ser identificadas através de auditorias internas e auditorias externas. Página 12 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br BALANÇA ANALITICA (FORM A006) – UTILIZAÇÃO, LIMPEZA, VERIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO, CALIBRAÇÃO E REGISTROS POP Nº FST.EQU.03.00.br 1ª Edição: 06/01/2003 Documento do Sistema da Qualidade Revisão 03 Procedimento Página 1 de 6 1. TÍTULO: BALANÇA ANALITICA (FORM A006) – UTILIZAÇÃO, VERIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO, CALIBRAÇÃO E REGISTROS LIMPEZA, 2. OBJETIVO 2.1. Este POP se aplica à utilização da balança analítica para a pesagem de substância química. 2.2. Padronizar as atividades que envolvem o equipamento FORM A006 2.3. Definir as responsabilidades para cada atividade. 3. DEFINIÇÕES 3.1. Manutenção Rotineira: Todas as atividades de manutenção programadas com determinada freqüência definida pelo laboratório de Formulações. 3.2. Manutenção Não rotineira: Todas as atividades não programadas de manutenção, a serem conduzidas quando detectar-se desvios de funcionamento do equipamento. 3.3. Verificação: Atividades para assegurar-se que o equipamento encontra-se calibrado. 3.4. Calibração: Operação que tem por objetivo levar o instrumento de medição a uma condição de desempenho e ausência de erros sistemáticos, adequados ao seu uso. 3.5. Equipamentos de Proteção Individual (EPI): todo dispositivo de uso individual destinado a proteger a integridade física do trabalhador 4. RESPONSABILIDADES 4.1. Os Diretores de Estudos/ Técnicos de Laboratórios / Estagiários são responsáveis por seguir este procedimento e registrar qualquer desvio de funcionamento. 4.2. Os Diretores de Estudos/ Técnicos de Laboratório são responsáveis por contatar a empresa responsável pela manutenção e calibração deste equipamento. 4.3. Os Técnicos de Laboratório / Estagiários são responsáveis por manter limpo e fazer a verificação diária deste equipamento com pesos padrões. 5. PROCEDIMENTO 5.1. Utilização de EPI: 5.1.1. Utilizar avental e óculos em todas as áreas do laboratório durante a condução de qualquer tipo de atividade. 5.1.2. Utilizar luvas de látex cirúrgicas para manuseio de substancias químicas. Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO Página 01 de 06 Página 13 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br 5.2. Limpeza 5.2.1. Fazer a limpeza da balança quando ocorrer derramamento de substância química 5.2.2. Se a balança estiver ligada, desligá-la, empurrando para cima a barra ON/OFF/MODE/0 situada na parte frontal da balança. 5.2.3. Abrir os vidros laterais da balança. 5.2.4. Caso haja algum produto sólido, retirá-lo com um pincel. Caso o produto seja líquido, secar com papel absorvente macio. 5.2.5. Retirar o arco protetor do prato e o prato da balança. 5.2.6. Limpar o arco protetor do prato e o prato com papel absorvente macio umedecido em álcool etílico e depois com outro papel absorvente macio umedecido em acetona 5.2.7. Limpar o interior da balança assim como os trilhos onde correm os vidros com papel absorvente macio umedecido em acetona. Tomar cuidado para não forçar o pino de suporte do prato e para não jogar líquido na região do pino. 5.2.8. Limpar os vidros da balança assim como os trilhos onde correm os vidros com papel absorvente macio umedecido em álcool e depois com papel absorvente macio umedecido em acetona. 5.2.9. Colocar o arco protetor do prato e o prato da balança em seus locais originais. 5.2.10. Fechar os vidros laterais da balança. 5.3. Verificação 5.3.1. Esta balança deve ficar permanentemente conectada a energia elétrica (110V) 5.3.2. Caso a balança não esteja conectada em 110V, conectá-la e aguardar quinze minutos antes de qualquer operação. 5.3.3. Fazer verificação da balança todos os dias úteis, no período da manhã e mesmo que a balança já tenha sido verificada, verifica-la novamente antes da pesagem para estudos BPL. 5.3.4. Pressionar a barra ON/OFF/MODE/0 situada na parte frontal da balança. Isto ligará a balança e aparecerá no visor “0,0000”. 5.3.5. Verificar que a chave “CAL”(localizada do lado direito ) esteja totalmente para frente (na direção do operador). 5.3.6. Com todas as portas de vidro da balança fechada, pressionar a barra ON/OFF/MODE/0 por alguns segundos, até que apareça no visor “CAL----” de forma intermitente . 5.3.7. Liberar a barra e aguardar até aparecer no visor “CAL100” de forma intermitente. 5.3.8. Logo após, empurrar a chave com o nome “CAL” para trás (sentido da parede) e aguardar até aparecer no visor “100.0000” de forma intermitente. Logo após aparecerá no visor “CAL 0” de forma intermitente. 5.3.9. Puxar a chave com o nome “CAL” para frente (sentido do operador ) e esperar aparecer no visor “0.0000” de forma intermitente. 5.3.10. Em seguida, pesar os pesos padrões para verificação começando com o de menor massa e terminando com o de maior massa, seguindo os itens: Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO 3/4 Página 14 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br 5.3.10.1 Com todas as portas de vidro da balança fechadas, tarar a balança pressionando a barra ON/OFF/MODE/0. Deve aparecer no display “0,0000”. 5.3.10.2 Abrir umas das portas laterais da balança. 5.3.10.3 Colocar o peso no prato da balança utilizando uma pinça ou uma luva. 5.3.10.4 Fechar a porta lateral, aberta anteriormente. Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO 3/4 Página 15 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br 5.3.10.5 Aguardar até que a balança estabilize. Quando a balança estiver estabilizada, desaparecerá o ponto luminoso do lado esquerdo do display. 5.3.10.6 Completar as informações solicitadas nas colunas do “Logbook” de verificação conforme o item de registros de verificação. 5.3.10.7 Caso o desvio da massa lida no display esteja fora do intervalo descrito no cabeçalho do “Logbook” de verificação deve-se fazer um círculo ao redor da massa pesada e chamar a empresa descrita no anexo 9 do manual de anexos BPL para que seja feita uma nova calibração da balança. 5.3.10.8 Abrir uma das portas e retirar o peso da balança. 5.3.10.9 Guardar o peso na sua respectiva caixa. 5.3.10.10Repetir as etapas anteriores para a passagem de todos os pesos de verificação descrito no cabeçalho. 5.4. Utilização 5.4.1. Certificar de que a balança foi verificada, olhando o “Logbook” de verificação. Caso a balança não tenha sido verificada, fazer a verificação seguindo o item de verificação. 5.4.2. Verificar que todas as portas da balança estejam fechadas. 5.4.3. Tarar a balança pressionando a barra ON/OFF/MODE/0. 5.4.4. Abrir as portas da balança. 5.4.5. Colocar o prato da balança no recipiente que irá conter o material a ser pesado. 5.4.6. Fechar a porta e tarar a balança pressionando a barra ON/OFF/MODE/0. 5.4.7. Abrir umas das portas da balança e adicionar o material a ser pesado dentro do recipiente colocado anteriormente. 5.4.8. Fechar a porta aberta anteriormente. 5.4.9. Fazer a leitura da massa pesada, quando o ponto luminoso do lado esquerdo do display desaparecer. 5.4.10. Anotar a massa pesada e todas as informações pedidas no “Logbook” de utilização do equipamento, conforme o item de registro. 5.4.11. Abrir uma das portas da balança e retirar o recipiente com o produto. 5.4.12. Desligar a balança ao final do dia, puxando a barra ON/OFF/MODE/0 5.5. Manutenção rotineira e calibração. 5.5.1. A manutenção rotineira da calibração será realizada com a periodicidade devida, pela empresa responsável descrita no anexo 09 do Manual BPL. 5.5.2. As datas serão marcadas mediante acordo entre as duas partes. 5.5.3. Uma vez o equipamento calibrado, deve ser fixada uma etiqueta com a data da calibração e data da próxima calibração. 5.5.4. Critério de aceite da calibração. 5.5.4.1 Os resultados obtidos da calibração serão confrontados com os resultados e incertezas das massas dos pesos padrões, se o resultado obtido for menor ou igual a incerteza do padrão utilizado na calibração do equipamento, aceite-se o equipamento como calibrado. Caso contrário, contatar a empresa descrita no anexo 09 e segregar o equipamento. Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO Página 03 de 06 Página 16 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br 5.6. Manutenção não rotineira. 5.6.1. Será realizada a manutenção não rotineira sempre que ocorrer algum problema com este equipamento. Neste caso, deve-se contatar a assistência técnica descrita no Anexo 09 do Manual de Anexos BPL. 5.7. Registros. 5.7.1. Utilização 5.7.1.1 Fazer o registro de utilização da balança no “Logbook” de utilização, preenchendo as colunas (Anexo 1): 5.7.1.1.1. Data: data da passagem. 5.7.1.1.2. Responsável: iniciais do responsável pela pesagem. 5.7.1.1.3. Nº Estudo: número do estudo BPL para a balança. Quando não houver, passar um traço neste campo. 5.7.1.1.4. Substância: identificar a amostra que se está pesando. 5.7.1.1.5. Massa(g): massa lida no display da balança. 5.7.1.1.6. Atividade: atividade a ser realizada com a amostra pesada. 5.7.1.1.7. Verificação: página e número do “Logbook” de verificação da balança onde está descrita a verificação realizada naquele dia. 5.7.2. Verificação 5.7.2.1 Fazer o registro de verificação da balança no “Logbook” de verificação, preenchendo as colunas (Anexo 2): 5.7.2.1.1. Data: data da verificação. 5.7.2.1.2. Responsável: iniciais do responsável pela verificação. 5.7.2.1.3. 0,2000/1,0000/50,0000/100,0000/200,0000: escrever a massa lida no display da balança, em gramas. 5.7.2.1.4. Observação: escrever qualquer observação que seja pertinente. 5.7.3. Manutenção rotineira e calibração; 5.7.3.1 Toda manutenção rotineira e calibração do equipamento devem ser registradas no “Logbook” de manutenção do referido equipamento, onde deve constar, após a realização do trabalho: 5.7.3.1.1. Data. 5.7.3.1.2. Descrição do trabalho realizado. 5.7.3.1.3. Rubrica da pessoa responsável pelo acompanhamento da realização do serviço. 5.7.4. Manutenção não rotineira; 5.7.4.1 Toda manutenção não rotineira deve ser registrada no “Logbook” de manutenção do referido equipamento, onde deve constar: 5.7.4.1.1. Antes da manutenção não rotineira: 5.7.4.1.1.1. Data. 5.7.4.1.1.2. Descrição do problema identificado e ação corretiva tomada. 5.7.4.1.1.3. Rubrica do responsável pela identificação do problema. Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO Página 04 de 06 Página 17 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br 5.7.4.1.2. Após a realização da manutenção não rotineira: 5.7.4.1.2.1. Data do trabalho realizado. 5.7.4.1.2.2. Descrição da correção do problema. 5.7.4.1.2.3. Rubrica da pessoa responsável pelo acompanhamento da realização do serviço 6. REFERÊNCIAS 6.1. Utilização de EPI. 6.2. POP FS. ADM. 01 zz.br- PROCEDIMENTOS PREPARAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO. 6.3. POP FST. ADM.09 zz.br – PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA NO LABORATORIO 6.4. POP. FST. ADM. 09. zz.br – ALTERAÇÕES DO LOGBOOKS E DE OUTROS REGISTROS 6.5. Manual de Anexos BPL – Anexo 09: LISTAGEM DE FORNECEDORES APROVADOS DE MATERIAIS E SERVIÇOS 6.6. Manual da balança analítica FORM A006 OPERACIONAIS PADRÃO(POP): 7. ANEXOS 7.1 Anexo 1- Logbook de utilização da balança analítica (FORM A006) 7.2 Anexo 2- Logbook de verificação da balança analítica (FORM A006) 8. REVISÕES 8.1 Revisão 00 – Procedimento preparado em 28/04/05 combinando-se os POP obsoletos F.QUE.05.00. br e F.QUE.06.01.br. Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO Página 05 de 06 Página 18 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br ANEXO 1 – LOGBOOK DE UTILIZAÇÃO DA BALANÇA ANALÍTICA (FORM A006) Data Responsável Nº Estudo Substância Massa (g) Atividade Verificação ANEXO 2 – LOGBOOK DE UTILIZAÇÃO DA BALANÇA ANALÍTICA (FORM A006) Data RESP. 0,2000 ± 0,0000 g 1,0000 ± 50,0000 ± 100,0000 ± 200,0000 ± OBSERVAÇÃO 0,0000 g 0,0001 g 0,0001 g 0,0003g Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO Página 06 de 06 Página 19 de 42 POP Nº FST.EQU.27.00.br REGISTRO DE TEMPERATURA DO LABORATORIO E SALA DE ESTOQUE POP Nº FST.EQU.27.00.br 1ª Edição: 06/01/2002 Documento do Sistema da Qualidade Revisão 02 Procedimento Página 01 de 02 1. TÍTULO: REGISTRO DE TEMPERATURA DO LABORATORIO E SALA DE ESTOQUE 2. OBJETIVO 2.1 Este POP se aplica ao registro de temperatura dos laboratórios de analítica e preparação e da sala de estoque. 2.2 Padronizar os registros de temperatura dos laboratórios da analítica e preparação e sala de estoque. 2.3 Definir as responsabilidades para esta atividade. 3. DEFINIÇÕES 3.1 Equipamentos de Proteção Individual (EPI): todo dispositivo de uso individual destinado a proteger a integridade física do trabalhador. 4. RESPONSABILIDADE 4.1 Os Técnicos de Laboratórios/Estagiários são responsáveis por seguir este procedimento para fazer o registro da temperatura no “Logbook” de temperatura dos laboratórios de analítica e preparação e da sala de estoque. 5. PROCEDIMENTO 5.1 Utilização de EPI. 5.1.1. Utilizar avental e óculos em todas as áreas do laboratório durante a condução de qualquer tipo de atividade. 5.1.2. Utilizar máscara para solventes orgânicos e pós para entrar na sala de estoque. 5.2 Manter um termômetro de mínima e máxima calibrado nos laboratórios de analítica, no laboratório de preparação e na sala de estoque. 5.3 Fazer a leitura das temperaturas todos os dias úteis de trabalho no período da manhã e seguindo o POP FST.QUE.26.zz.br 5.4 Registrar as temperaturas lidas no “Logbook” de temperatura do laboratório de analítica, laboratório de preparação e sala de estoque (Anexo 1), preenchendo os campos: 5.4.1. Sala: sala que se está fazendo a leitura (Analítica, Preparação ou Estoque). 5.4.2. Data: data do dia da leitura. 5.4.3. Responsável: iniciais do responsável pela leitura. 5.4.4. Temp. Mínima (ºC): temperatura mínima registrada pelo termômetro. 5.4.5. Temp. Máxima (ºC): temperatura máxima registrada pelo termômetro. Revisão nº 00 Preparado por: Data: 26/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO Página 01 de 03 Página 20 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br 5.4.6. Observação: escrever alguma observação que seja pertinente. 6 REFERÊNCIAS 6.1 POP FST. ADM.01.zz.brPROCEDIMENTOS (POP):PREPARAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO OPERACIONAIS PADRÃO 6.2 POP FST. ADM.09. zz.br- PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO 6.3 POP FST.ADM.12.zz.br- ALTERAÇÕES DOS LOGBOOKS E DE OUTROS REGISTROS EM BPL 6.4 POP FST.QUE.26.zz.brTERMÔMETROS CALIBRAÇÃO E REGISTROS. – UTILIZAÇÃO, ARMANEZAMENTO, 6.5 Manual de Anexos BPL- Anexo 09:LISTAGEM DE FORNECEDORES APROVADOS DE MATERIAIS E SERVIÇOS. 7 ANEXOS 7.1 Anexo 1- Logbook de temperatura do laboratório de analítica, laboratório de preparação e sala de estoque. 8. REVISÕES 8.1 Revisão 00 Procedimento preparado em 26/04/05 baseando-se no POP obsoleto F.QUE.16.00.br ANEXO I- LOGBOOK DE TEMPERATURA DO LABORATÓRIO DE ANALÍTICA, LABORATÓRIO DE PREPARAÇÃO E SALA DE ESTOQUE Sala Data Responsável Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Temp. Mínima Temp. Máxima (ºC) (ºC) Observação Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO 3/4 Página 21 de 42 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS LABORATORIAIS PRI 609/500 1ª Edição: 06/01/97 Documento do Sistema da Qualidade Procedimento Revisão 06 Página 1 de 4 SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de Aplicação 3. Documentos de Referência 4. Definições 5. Autoridade e responsabilidade 6. Metodologia 7. Registros da Qualidade 8. Alterações Anexos 1. OBJETIVO Este procedimento descreve o sistema de trabalho nos Laboratórios de Controle da Qualidade, desde a entrada de serviço, Recepção Técnica, até a entrega do relatório de ensaio ao cliente e avaliação do serviço executado. 2. CAMPO DE AVALIAÇÃO Este procedimento aplica-se aos laboratórios de Controle da Qualidade Físico – Químico e Efluentes, Físico – Mecânico e Microbiologia, e a Recepção Técnica. 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA • Manual da Qualidade dos Laboratórios • PRI específicos dos ensaios; • Manual de Procedimentos Analíticos e de Calibração; • PRR 953/002 – Verificação e Avaliação da Satisfação do Cliente; • PRI 609/507- Codificação de Amostras; • PRI 609/502- Atendimento ao cliente na recepção técnica. 4. Definições CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica SEBRAE – Serviço de Apoio a Pequena e Média Empresa SISACOS – Sistema de Acompanhamento de Ordens de Serviço INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia EQL – Escritório da Qualidade Local OS – Ordem de Serviço REVISÃO 06 Confira lista mestra para assegurar o uso da revisão atualizada 1/4 Página 22 de 42 PRI 609/500 5. AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE A autoridade deste procedimento é do Coordenador da Qualidade dos Laboratórios sendo que a execução deste é responsabilidade de todos os técnicos da Assistência Técnica e da Recepção Técnica. 6 METODOLOGIA O trabalho realizado nos laboratórios de Assistência Técnica segue a metodologia a seguir: 6.1 ATENDIMENTO AO CLIENTE NA RECEPÇÃO TÉCNICA: segue o PRI 609/202 6.2 ENCAMINHAMENTO DO CLIENTE PARA O LABÓRATORIO: O cliente dirige-se ao laboratório onde é recebido pelo técnico analista que preenche o campo da OS correspondente a descrição da atividade. Após, o cliente assina a OS. 6.3 CODIFICAÇÃO DA AMOSTRA: O técnico analista codifica a amostra seguindo a seqüência numérica dos relatórios de ensaio, conforme PRI 609/507, que é registrado no formulário de controle de entrada/saída. 6.4 VERIFICAÇÃO E PREPARAÇÃO DA AMOSTRA : O técnico do laboratório verifica se a amostra é suficiente para a realização do ensaio. Caso não seja, entrar em contato com o cliente e registrar todas as informações pertinentes no campo Obs da OS. OBS: As amostras de couro destinadas a testes químicos e microbiológicos necessitam de prévio tratamento, enquanto que para os testes físicos-mecânicos, alem de cortadas as amostras são condicionadas. As amostras de água e efluentes não necessitam de prévio preparo. Caso haja alguma dúvida quanto a identificação dada pelo cliente à amostra, o laboratório entra em contato com o cliente para obter maiores informações. 6.5 EXECUÇÃO DO ENSAIO: O técnico executa o ensaio conforme procedimento correspondente (norma técnica). Efetuar os cálculos na ficha de acompanhamento de ensaios (anexo V) de acordo com as fórmulas indicadas no procedimento. OBS: o técnico que executa o ensaio coloca seu nome no formulário de controle entrada/saída marcando a letra “o” em vermelho ao lado das determinações analíticas. 6.6 ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ENSAIO E EMISSÃO: O técnico que realizou a analise acessa o modelo de relatório de ensaio no programa Word for Windows do microcomputador e efetua a digitação, conforme resultados dos cálculos efetuados na ficha de acompanhamento de ensaios. Este fica gravado na pasta laudos (ano correspondente) do Winchester e servidor. Após conferir todos os dados e imprimir em formulário próprio (se o ensaio é credenciado pelo INMETRO ou não), vide Anexo II. O técnico analista e o Gerente Técnico dos Laboratórios deverão assinar o relatório de ensaio e rubricar as fichas de acompanhamento de ensaios no campo correspondente. Após, colocar o relatório de ensaio em envelope timbrado identificado com o nome da empresa, o número do relatório e numero do OS. Calcular o custo do serviço de acordo com a lista de preços e registrar na OS. Marcar a saída do relatório com a letra “k” em vermelho ao lado da “o” no formulário de controle entrada/saída. Preencher ficha parcial conforme Circular DITEC/GAT-024. Os dados são transferidos para a ficha de Controle de Serviços Tecnológicos (anexo V) que será enviada ao DR até o 5º dia útil do mês. Arquivar a ficha de acompanhamento de ensaios e encaminhar o relatório de ensaio e a OS para a Recepção Técnica, que entra em contato com o cliente para avisar a conclusão do serviço. A entrega do relatório de ensaio deverá ser feita através da apresentação do protocolo (anexo IV). OBS: os relatórios de ensaio serão emitidos via fax somente com a solicitação por escrito da empresa, aos cuidados do laboratório. Após a entrega do relatório, o funcionário da Recepção Técnica emite um boleto de cobrança e nota fiscal. REVISÃO 06 Confira lista mestra para assegurar o uso da revisão atualizada 4/4 Página 23 de 42 POP Nº FST.EQU.03.00.br AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE :Os técnicos do laboratório deverão fornecer o FASC, para que o cliente avalie a qualidade dos serviços prestados (conforme PRR 953/002). O FASC preenchido é encaminhado ao EQL. 6.7 7 REGISTRO DA QUALIDADE • Ordens de Serviço; • Formulários utilizados para impressão de relatório de ensaio; • Ficha parcial de Controle de Serviços Tecnológicos; • Ficha de Controle de Serviços Tecnológicos; • Protocolo para a retirada do relatório de ensaio; • Ficha de Acompanhamento de Ensaios 8 ALTERAÇÕES Anexos – Alterações nos anexos VI e VII ANEXOS ANEXO I – Ordem de Serviço ANEXO II - Formulário utilizado para impressão de Relatório de Ensaio para Ensaios Credenciados ANEXO III - Formulário utilizado para impressão de Relatório de Ensaio para Ensaios Não Credenciados ANEXO IV - Ficha parcial de controle de Serviços Tecnológicos ANEXO V - Protocolo para retirada do Relatório de Ensaio ANEXO VI - Ficha de controle de Serviços Tecnológicos ANEXO VII - Ficha de Acompanhamento de Ensaios Revisão nº 00 Preparado por: Data: 28/04/05 Aprovado por: Revisado por: DOCUMENTO CONTROLADO 3/4 Página 24 de 42 REGISTROS TÉCNICOS PRI 609/545 1ª Edição: 02/07/97 Documento do Sistema da Qualidade Procedimento Revisão 04 Página 1 de 1 1. OBJETIVO Este procedimento visa orientar o registro, manutenção e guarda dos registros técnicos. 2. CAMPO DE APLICAÇÃO Este procedimento é aplicável a todos os laboratórios de ensaios e de calibração do LABORATÓRIO XYZ. 3. DOCUMNETOS COMPLEMENTARES MQD- 001 Manual da qualidade; NBR ISO/IEC 17025:2001 Requisito para a Competência de Laboratório de Ensaios e de Calibração; 4. PROCEDIMENTOS 4.1 Os registros dos resultados dos ensaios devem ser feitos em livros de laboratório, com páginas numeradas seqüencialmente, ou formulários próprios autorizados pelo responsável pela qualidade do laboratório. 4.2 As marcações devem ser feitas com tinta permanente 4.3 Cada folha de resultados deve conter o número da amostra, identificação dos equipamentos/instrumentos utilizados, condições ambientais requeridas, data de realização do ensaio, material de referência utilizado (quando pertinente), valores da amostra em branco, identificação do executante e outros dados que possibilitem a rastreabilidade. 4.4 Quaisquer alterações no resultado já registrado devem ser feitas colocando-se um traço horizontal no valor a ser alterado, seguido do valor correto, e o motivo da alteração e a identificação do técnico que realizou a alteração. 4.5 A impressão de resultados como fitas, cromatogramas e outros devem ser identificados com o número da amostra ensaiada. 4.6 Os registros dos ensaios e documentos associados devem ser retidos, no laboratório, durante o prazo de validade do produto, acrescido de mais um ano. 4.7 Os resultados finais dos ensaios devem estar arquivados na Sala de documentação a qual tem acesso limitado por pessoas autorizadas formalmente pela gerência do laboratório. O sistema permite identificar o usuário, de modo a garantir a confidencialidade e segurança da informação. Página 25 de 42 CORREÇÃO DE ERROS NOS REGBISTROS DOS DADOS ORIGINAIS PRI 609/500 1ª Edição: 02/07/97 Documento do Sistema da Qualidade Procedimento Revisão 04 Página 1 de 1 SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de Aplicação 3. Documentos de Referência 4. Definições 5. Autoridade e responsabilidade 6. Metodologia 7. Registros da Qualidade 8. Alterações Anexos 1. OBJETIVO Este procedimento descreve a sistemática adotada pelos Laboratórios para correções em registros originais. 2. CAMPO APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se aos laboratórios de Controle de Qualidade Físico – Químico e Microbiologia. 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Não aplicável 4. DEFINIÇÕES Não aplicável 5. AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE A autoridade deste procedimento é da Coordenadora da Qualidade dos Laboratórios sendo que a execução deste é de responsabilidade de todos os técnicos da assistência técnica. 6. METODOLOGIA Nos casos em que forem necessárias correções em registros originais, o dado a ser corrigido é riscado de forma que o registro permaneça legível. Em seguida é feito o registro correto e o responsável pela correção, rubrica o mesmo. 7. REGISTROS DA QUALIDADE Não aplicável 8. ALTERAÇÕES Rodapé: alteração na formatação, conforme PRR956/001 revisão 03 ANEXOS Não aplicável REVISÃO 04 Confira lista mestra para assegurar o uso da revisão atualizada 01 Página 26 de 42 LABORATÓRIO XYZ – DIAGRAMA DE MANUTENÇÃO/CALIBRAÇÃO DE EQUIPAMENTOS QUEM COMO QUANDO Identificação da necessidade de manutenção Técnico executante Check list Na realização do ensaio Identificação da necessidade de manutenção Técnico executante POP Identificar não conformidades POP Identificar necessidade de manutenção Através de emissão de RS Identificar necessidade de manutenção Através de carta Identificar necessidade de manutenção Técnico executante Realização Manutenção Técnico executante Solicitação da manutenção ao SETOR DE MANUTENÇÃO Farmacêutico responsável Solicitação da manutenção ao fabricante Realiza manutenção/calibração Manutenção / fabricante Técnico executante Identificação da necessidade de calibração Manual do equipamento Técnico executante Realiza Calibração Validação do equipamento NA Check list Na realização do ensaio Técnico executante PO Identificar necessidade de calibração Técnico executante PO O equipamento estiver calibrado PO O equipamento estiver apto Liberação para uso Página 27 de 42 LABORATÓRIO XYZ - PLANILHA DE CALIBRAÇÃO Calibração EME/MR TAG Intervalo (meses) Calibrador Atual Verificação Próxima Intervalo (semanal) Balança Analítica 99E001 12 01 CG HP 5890 99E10 06 04 CL HPLC-1 99E11 06 04 Imx system 99E46 06 04 Mufla 99E50 12 01 Freezer 99E51 12 01 Autoclave 99E52 06 01 Termômetro 110C 99T01 12 04 Termômetro 112C 99T02 12 04 Termômetro 120C 99T03 12 04 Balão vol. 250 ML. 99V01 36 52 Balão vol. 500 ML 99V02 36 52 Balão vol. 1000 ML 99V03 36 52 Pipeta Grad 5 ML 99P36 24 26 Pipeta Grad 2 ML 99P37 24 26 Pipeta Grad 10 ML 99P38 24 26 Atual Próxima Página 28 de 42 RELATÓRIO DE MANUTENÇÃO Nº Relat.: ( ) PREVENTIVA ( ) CORRETIVA Data: Execut.: Folha: 01/02 Equipamento: Nº de Identificação: Fabricante: Modelo: Série: Classe: CÓDIGO (VIDE LEGENDA) ITENS VERIFICADOS 1. Display 2. Terminais 3. Chave ON/OFF 4. Fusível 5. Cabos de Força 6. Conexões Elétricas 7. Termostato 8. Termômetro 9. Termômetro regular PROBLEMA CAUSA AÇÃO 10. Septo 11. Resistência 12. Eletrodo 13. Sensores 14. Lâmpada 15. Alinhamento 16. Nível 17. Rotação 18. Vibração 19. Alimentação (C.A.) 20. Vazão 21. Linha/Mangueira 22. Válvula 23. Programa 24. Sensibilidade 25. Linearidade 26. Range 27. Escala 28. Temporizador 29. Sistema Óptico 30. Wattímetro 31. Regulador de Tensão 32. Acurácia 33. Calibração Página 29 de 42 RELATÓRIO DE MANUTENÇÃO Nº Relat.: ( ) PREVENTIVA ( ) CORRETIVA Data: Execut.: Folha: 02/02 Equipamento: Nº de Identificação: Fabricante: Modelo: Série: Classe: LEGENDA PROBLEMA CAUSA AÇÕES P1 Nenhum Problema C1 Não Aplicável A1 Substituído P2 Folgado C2 Desativado A2 Reformado P3 Solto C3 Objeto Estranho A3 Vedado P4 Quebrado C4 Interrompido A4 Calibrado P5 Oxidado C5 Controles A5 Condicionado P6 Queimado C6 Queda de Energia A6 Lubrificado P7 Em Curto C7 Sobrecarga A7 Ajustado P8 Desalinhado C8 Transporte A8 Limpo P9 Baixa Velocidade C9 Desgaste A9 Removido P9 Vazamento C9 Ambiente A9 Instalado P10 Barulho C10 Danificado A10 Modificado P11 Segurança C11 Acionadores A11 Faltou Material P12 Temperatura Alta C12 Programa A12 Alinhado P13 Temperatura Baixa C13 Falha Operacional A13 Reprogramado P14 Entupido C14 Qualidade A14 Checagem Rotação P15 Intermitente C15 Alimentação (C.A.) A15 Inspecionado P16 Balanceamento C16 Desalinhamento A16 Rotina de Testes P17 Instabilidade C17 Instalação A17 P18 Leitura Incorreta C18 Sujeira A18 P19 C19 A19 P20 C20 A20 P21 C21 A21 P22 C22 A22 P23 C23 A23 Página 30 de 42 ANVISA/ Curso de Auditoria Interna e de Gestão da Qualidade Laboratorial Auditoria PRÁTICA DE AUDITORIA FORMULÁRIOS Página 31 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA AUDITORIA CHECK-LIST DE AUDITORIA Norma de Referência: ITEM REQUISITO COMENTÁRIO Página 32 de 42 GGLAS/ANVISA ITEM CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA REQUISITO AUDITORIA COMENTÁRIO Página 33 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA AUDITORIA PLANO DE AUDITORIA INTERNA DA QUALIDADE Laboratório Área GERENTE DO LABORATÓRIO Nome: Tel: Fax: E-mail: OBJETO DA AUDITORIA ESCOPO DA AUDITORIA RESPONSAVEIS DIREITOS SIGNIFICATIVOS EM RELAÇÃO AO ABJETIVO E ESCOPO NOME CARGO 1 2 3 4 5 6 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA UTILIZADOS EQUIPE AUDITORA NOME FUNÇÃO 1 2 3 4 IDIOMA DA AVALIAÇÃO: DATA E LOCAL DA AVALIAÇÃO: UNIDADES A SEREM AVALIADAS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Página 34 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA AUDITORIA PLANO DE AUDITORIA INTERNA DA QUALIDADE LABORATÓRIO ÁREA PROGRAMA PREVISTO PARA AS PRINCIPAIS ATIVIDADES DA AVALIAÇÃO DIA AVALIADOR – LÍDER HORA ASSINATURA ATIVIDADE CONCORDÂNCIA DO REPRESENTANTE DO LABORATÓRIO Nome e assinatura Data: Página 35 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA AUDITORIA Nº RELATÓRIO DE AUDITORIA Folha / Organização Auditada: Endereço: Data da Auditoria: Tipo de Auditoria: Documentos de Referência: Objetivos da Auditoria Equipe Auditora: Auditor Função Assinatura do Auditor- Líder Assinatura Local/Data Página 36 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA RELATÓRIO DE AUDITORIA AUDITORIA Nº Folha / Pessoas Contratadas Nome Função Ensaios/ Exames Auditados Titulo Assinatura do Auditor-Líder Norma/POP Local/Data Página 37 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA RELATÓRIO DE AUDOTORIA AUDITORIA Nº Folha / Norma de Referência: Elemento da Norma Rubrica Auditor-Líder Evidência de Conformidade Rubrica do Auditado Data Página 38 de 42 RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº Folha / Norma Referência: Item Rubrica do Auditor Não – Conformidade Rubrica do Auditado SAC Data Página 39 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA RELATÓRIO DE AUDITORIA AUDITORIA Nº Folha / Observações/Comentários Conclusões Anexos Assinatura do Auditor – Líder Local/ Data Página 40 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA RELÁTORIO DE AUDITORIA Nº Folha Reunião AUDITORIA / Data Inicial Final Lista de Presença Nome Organização Função Rubrica Página 41 de 42 GGLAS/ANVISA CURSO GESTÃO DA QUALIDADE NBR ISO/IEC 17025 E BPFC/RDC 210 ANVISA AUDITORIA SOLICITAÇÃO DE AÇÃO CORRETIVA SAC Relatório de auditoria Nº SAC Nº Norma: Item: Evidência da não - conformidade Nome/Rubrica do Auditor Nome/Rubrica do Auditado Data: Ação Corretiva a ser Tomada Prazo: Descrição: Prazo: Responsável: Data da Conclusão: Assinatura: Acompanhamento Parecer: Gerente de Qualidade Nome Local/Data Rubrica Página 42 de 42