INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE SANTO ANDRÉ - IESA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA SUMARIO 1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 2 2. INSTITUIÇÃO – HISTÓRICO 3 3. A CIDADE DE SANTO ANDRÉ 4 4. LOCALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 7 5. A MISSÃO DAS FACULDADES IESA – GRUPO UNIESP 8 6 - PERFIL DO EGRESSO 6. 6.1. - Conjunto de aptidões esperadas dos egressos 9 7. OBJETIVOS DO CURSO 11 8. ESTRUTURA CURRICULAR 12 9 8.1. Fluxograma do curso (representação gráfica do percurso de formação) 12 8.2. Matriz Curricular do Curso de Tecnologia em Gestão Financeira 13 8.3. EMENTAS E BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAS DISCIPLINAS DO CURSO 15 8.3.1. MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS DE GESTÃO. 15 8.2.1. 1 – FUNDAMENTOS DE GESTÃO. 8.3.2. MÓDULO 2º MÓDULO – ANÁLISE E PLANEJAMENTO 21 8.3.3. 3º MÓDULO – CAPACITAÇÃO OPERACIONAL 27 8.3.4. 4º MÓDULO – GESTÃO FINANCEIRA 32 9. DURAÇÃO E REGIME DE OFERTA DO CURSO 39 10. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM 10.1. Da verificação do Rendimento Escolar 39 39 10.2. 11. Da promoção 39 10.3. Da dependência 40 Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 1 INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTO ANDRE – IESA GRUPO UNIESP PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA 1 - IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO. Da Instituição de Ensino Superior Instituto de Ensino Superior “Santo André” - IESA – GRUPO UNIESP Rua Delfim Moreira, 40 - Centro – Santo André/SP – CEP: 09015-070 Fone: (011) 4427-4901 Site: www.uniesp.edu.br Do Dirigente da Mantenedora Professor : Flavio Roberto Gouvea Endereço : Rua Delfin Moreira, 40 – Centro - Santo André/SP. - CEP.: 09015-070 e-mail: [email protected] Da Coordenadoria do Curso de Tecnologia em Gestão Financeira. Professor: João Yanase Endereço: Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo André/SP.: 09015-070 e-mail: [email protected] Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 2 2 - INSTITUIÇÃO - HISTÓRICO Preenchendo os anseios e as necessidades da cidade de Santo André, na região do ABC paulista, foi fundado em 1939, o primeiro ginásio particular, integrando os municípios de São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá e Ribeirão Pires. Nesta época, poucas eram as oportunidades de se prosseguir nos estudos e a cidade, carente de escolas, ganha um novo espaço cultural que viria a brilhar mais adiante. Juntamente com o curso ginasial, instalou-se o curso Técnico em Contabilidade, o Comercial Básico e o Propedêutico; cursos da maior importância para a cidade e região, tendo em vista o aceleramento do crescimento econômico e a expansão das indústrias e do comércio. Em 1950, foi autorizado o funcionamento do curso Normal, hoje habilitação específica de Ensino Médio para o Magistério. A formação de novos professores primários se fazia necessária, uma vez que a população crescia de forma vertiginosa e a busca de novos conhecimentos e aperfeiçoamento começava a ser exigida pelo mercado de trabalho. A escola começa a tomar dimensões e o espaço até então utilizado já não suportava a demanda. Passa-se então para um novo Prédio. A partir de 1962, o antigo Ginásio passa a denominar-se Colégio “Santo André”, oferecendo à comunidade andreense, os cursos Ginasial, Científico, Normal, Técnico em Contabilidade e Comercial Básico, atendendo nos períodos diurno e noturno. Na década de 70, assume responsabilidades ainda maiores. Especificamente em 1972, o Ministério da Educação e Cultura - MEC - autoriza o funcionamento dos cursos Superiores de Ciências Contábeis e Estudos Sociais. Nessa época, os cursos técnicos já não atendiam às expectativas do mercado e a profissionalização a nível superior era imprescindível àqueles que galgavam cargos mais importantes, tanto na esfera pública quanto na privada. A partir de 1975, os cursos de 2º grau sofrem transformações, sendo autorizadas outras habilitações, tais como: Técnico em Administração, Técnico em Secretariado, Técnico em Processamento de Dados. Mais tarde, em 1980, foi criado o curso Supletivo de 1º e 2º graus para suprir deficiências escolares daqueles que não puderam cursar em idade convencional. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 3 Com uma demanda cada vez maior, a Instituição se obriga a criar novos cursos. Em 1988, é autorizado pelo Ministério da Educação – MEC - outro curso superior: o de Tecnologia em Informática, que funciona até hoje com uma procura bastante significativa. Mais tarde, em 1994, pôde-se contar com a autorização de outro novo curso superior: o de Administração. E ainda no mesmo ano, em nível de 2º grau, instalou-se a habilitação profissional de Técnico em Publicidade e o Acadêmico. Também em 1994, inaugura-se a Unidade II, em Santo André, que abriga a Pré-escola e o Maternal, numa área de 1000 m². Em 1995, a Delegacia de Ensino de Santo André autoriza também o funcionamento do 1º grau, na Unidade I, integrando IESA, todos níveis de ensino, desde o maternal até a pós-graduação. 3 - A CIDADE DE SANTO ANDRÉ A primeira cidade teve vida curta. Surgiu em 1550, foi oficializada em 8 de Abril de 1553 e chegou ao fim em 1560. Esta cidade era a Vila de Santo André da Borda do Campo, dos personagens João Ramalho, Cacique Tibiriçá e sua filha Bartira. Uma cidade que teve pelourinho, Poder constituído, atas e que ficava num ponto do atual ABC Paulista, cuja população foi transferida para São Paulo de Piratininga, dos jesuítas do Pátio do Colégio, juntamente com toda sua documentação, representada por vários livros de atas, hoje arquivados em São Paulo. Santo André de hoje nasceu no século XIX, com a passagem da Estrada de Ferro São Paulo Railway, a SPR ou Inglesa, que começou a ser construída em 1860. No ano seguinte, começou a ser formado o primeiro povoado do atual território de Santo André, denominado Alto da Serra ou Vila de Paranapiacaba. Criação e Desmembramentos ocorridos no Município de Santo André 1812 Foi criada a Freguesia de São Bernardo, por aprovação régia do bispo diocesano e por alvará de 12 de Outubro. A Freguesia, espécie de distrito de São Paulo, abrangia área que não tinha limites exatos. Não equivale ao território atual da Região do Grande ABC, pois dela não fazia parte o bairro rural de São Caetano. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 4 1890 Foi instalado o Município de São Bernardo, abrangendo toda a área da atual Região do Grande ABC, com sede em São Bernardo. 1896 Criação do Distrito de Paz de Ribeirão Pires (incluindo os atuais Municípios de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, parte de Mauá e o atual Distrito de Paranapiacaba). 1907 Criado o Distrito de Paranapiacaba. 1910 Criado o Distrito de Santo André (incluindo o atual Município de Santo André, São Caetano e parte de Mauá). 1916 Criado o Distrito de São Caetano. 1934 Criado o Distrito de Mauá. 1938 O Município de São Bernardo passou a denominar-se Santo André. O Distrito Sede do Município passa a ser o Distrito de Santo André, englobando o Distrito de São Caetano, mantendo as demais divisas distritais. 1944 O Distrito de São Bernardo é elevado à Município com a denominação de São Bernardo do Campo. A instalação do novo Município ocorreu em 1 de Janeiro de 1945. 1948 O subdistrito de São Caetano é elevado à condição de Município com a denominação de São Caetano do Sul. 1953 O Município de Santo André, inicialmente termo da Comarca de São Paulo, obteve pela Lei nº 2.420 de 18/12/1953 sua autonomia jurídica, criando assim a Comarca de Santo André. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 5 1954 Os distritos de Mauá e Ribeirão Pires (incluindo o atual Município de Rio Grande da Serra), são elevados à condição de Município. 1958 É criado o Município de Diadema. 1963 É criado o Município de Rio Grande da Serra. 1985 Em parte da área do 2º Subdistrito é criado o Distrito de Capuava. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 6 4 – LICALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 7 5 - A MISSÃO DAS FACULDADES IESA – GRUPO UNIESP As Faculdades IESA tem, por finalidade, o aperfeiçoamento significativo da política e da prática universitária, promovendo, em primeiro plano, a qualidade de ensino nas dimensões políticas, social e técnica. Sob esta ótica, o processo educativo deve voltar-se para a formação global do aluno com capacidade técnico – científica, humana e social. O IESA entende que este processo é o resultado de um conjunto de relações com o conhecimento e que deve ser entendido no contexto social em que acontece. O IESA tem ainda como objetivo, atender amplamente às necessidades de ordem estrutural e conjuntural no que diz respeito aos objetivos, finalidades e práticas referentes ao papel da Faculdade em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como a interação entre Faculdade e instâncias externas. Objetiva-se, ainda, assumir e desenvolver o compromisso social, a indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão, que deve traduzir-se num processo educativo único e integrado, e a integração, compreendida como busca da unidade na diversidade. Tem como objetivo final, a constituição coletiva de uma identidade única, superando-se a fragmentação do conhecimento, a compartimentalização curricular, as reformulações não contextualizadas e as posturas corporativas Aqui nas Faculdades IESA, a flexibilização dos cursos superiores ensejam a superação de um modelo de ordenação institucional por outro que viabiliza a diversificação de experiências de formação, para atender às diferentes circunstâncias geográficas, político – sociais e acadêmicas, proporcionando a emergência de novas propostas pedagógicas, articuladas ao dinamismo próprio de conhecimento e às demandas colocadas pela sociedade. Educar é, substantivamente, formar e a educação é uma atividade essencialmente humana. Assim, flexibilizar não significa e não representará aligeirar a formação profissional, nem conferir chancela à onipotente vontade do mercado. Ao contrário, sinalizará a busca da melhor qualidade no serviço prestado. Qualidade na formação integral da pessoa e do profissional, para o exercício crítico, criativo e cidadão de habilidades e competências Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 8 concernentes ao seu campo de atuação profissional e coerentes com a sociedade com cuja construção almejamos contribuir. Os cursos das Faculdades IESA são de total relevância para a região em que vivemos, já que estamos num parque industrial de capital importância, onde há necessidade de mão-de-obra qualificada e a faculdade está bem conceituada pelo nível de profissional que está colocando no mercado de trabalho. 6 - PERFIL DO EGRESSO A qualidade do trabalho nas áreas financeiras determina a competência profissional de quem o está executando. Competência, sob o ponto de vista funcional, é o exercício do conhecimento de forma adequada e persistente em um trabalho ou profissão. Deve ser buscada sempre, para o melhor desempenho dessa profissão. A busca da competência profissional em qualquer área de atuação é de extrema importância. Devem ser empreendidos incentivos na busca da competência e maestria por meio do aprimoramento contínuo de suas habilidades profissionais e conhecimentos. 6.1. - Conjunto de aptidões esperadas dos egressos: O desenvolvimento de competências, como padrão de articulação entre o conhecimento e inteligência pessoal – é o eixo do processo de ensino e aprendizagem. A dimensão da competência não se limita ao conhecer; vai mais além, porque envolve o agir em determinada situação. As competências são as capacidades ou os saberes em uso, que envolvam conhecimento, habilidades e valores. As competências devem ser resultantes dos objetivos e conteúdos ministrados em cada disciplina. No curso de Tecnologia em Gestão Financeira devem ser desenvolvidas as seguintes aptidões: Capacidade de empreender, analisando criticamente as organizações, antecipando e promovendo suas transformações; Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 9 Capacidade de inserir em sua pessoa uma consciência profissional que garanta a condução de suas atividades, dentro dos padrões morais que exige sua profissão; Capacidade de perceber e interiorizar que, além da consciência ética, é necessário o conhecimento da ética profissional, das normas de conduta que regem o exercício da profissão até como fonte geradora de qualidade dos serviços prestados, tanto individualmente como em defesa de toda uma classe profissional; Capacidade de assumir responsabilidade perante a sociedade, de atuar com esmero e qualidade, adotando critério livre e imparcial; Capacidade de perceber e ter lealdade perante o contratante de seus serviços, guardando sigilo profissional e recusando tarefas que contrariem a moral; Capacidade e responsabilidade para com os deveres da profissão; Capacidade de preservar a imagem profissional, mantendo-se atualizado em relação às novas técnicas do trabalho, adotando igualmente, as mais altas normas profissionais de conduta; Capacidade de guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional licito, ressalvados os casos previstos em lei; Capacidade de compartilhar responsabilidades na convivência empresarial, industrial e comercial, considerando os aspectos socioeconômicos, políticos e éticos; Capacidade de saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos; Capacidade de atuar em grupos; Capacidade de pensar estrategicamente; reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, introduzir modificações no processo administrativo e financeiro, assim como, prevenir, transferir e generalizar conhecimentos; Capacidade de planejar, organizar e gerenciar seu tempo e espaço de trabalho. No mercado de trabalho aos Gestores Financeiros também são facultadas atividades compartilhadas tais como: elaboração de planos técnicos de financiamento; operações financeiras; planos de organização e reorganização de quadros administrativos; concepção Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 10 redação e encaminhamento de contratos; elaboração e análise de projetos, inclusive quanto à viabilidade econômica; assistência aos órgãos administrativos das entidades; exercício de quaisquer funções administrativas; elaboração de orçamentos macroeconômicas entre outras atividades ligadas aos aspectos financeiros das entidades públicas ou entidades privadas, essas, com ou sem fins lucrativas. 7. OBJETIVOS DO CURSO Contribuir para a formação de profissionais capazes de organizar, dirigir, supervisionar e avaliar com qualidade e competência as funções básicas do processo financeiro e administrativo de empresas e de micro e pequenas empresas. Promover o desenvolvimento de novas competências no campo das finanças e administração de empresas e de micro e pequenas empresas e a atualização em modernas técnicas e estratégias gerenciais. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 11 8. ESTRUTURA CURRICULAR 8.1. Fluxograma do curso (representação gráfica do percurso de formação) A modulação foi adotada como forma de flexibilização curricular, considerando-se o módulo como um conjunto técnico-pedagógico, sistematicamente organizado para o desenvolvimento de competências profissionais significativas. Acresça-se que a viabilidade de obtenção de certificação intermediária após a conclusão de cada módulo, especialmente no terceiro semestre, favorecido pela qualificação profissional específica, potencializa o acesso ou sequência das atividades no setor produtivo. Processo Seletivo Módulo Fundamentos da Gestão Módulo de Análise e Planejamento Módulo de Capacitação Operacional Módulo de Gestão Financeira DIPLOMA DE TECNÓLOGO EM GESTÃO FINANCEIRA Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 12 8.2. Matriz Curricular do Curso de Tecnologia em Gestão Financeira MATRIZ CURRICULAR UNIFICADA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA 1º MÓDULO – FUNDAMENTOS DA GESTÃO Comuns para todos os Cursos CARGA HORARIA SEMESTRAL CH CH Atividades COMPONENTES CURRICULARES Semanal Semestral Praticas Hora TOTAL Relógio Linguagem e Interpretação de Texto 4 80 80 66,66 Contabilidade de Gestão Estratégica de Custos 4 80 80 66,66 Economia 4 80 80 66,66 Teoria das Organizações 4 80 80 66,66 Fundamentos de Marketing 4 80 80 66,66 70 70 70 40 470 403,33 Projeto Integrador – Gestão Estratégica SUBTOTAL 20 400 2º MÓDULO – ANÁLISE E PLANEJAMENTO Certificado de Qualificação Profissional de Auxiliar de Matemática Financeira 4 80 80 66,66 Direito Empresarial e Legislação Comercial 4 80 80 66,66 Sistema Financeiro Nacional e Bancos 4 80 80 66,66 Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 13 Ética e Responsabilidade Social 4 80 80 66,66 Sistema de Informações Gerencial 40 80 80 66,66 70 70 70 70 470 403,33 Projeto Integrador – Gestão de Tesouraria SUBTOTAL 20 400 3º MÓDULO – CAPACITAÇÃO OPERACIONAL Certificado de Qualificação Profissional de Assistente em Finanças Estrutura e Análise das Demonstrações Contábeis 4 80 80 66,66 Mercado Financeiro e de Capitais 4 80 80 66,66 Análise de Investimentos e de Capital de Giro 4 80 80 66,66 Estatística Aplicada 4 80 80 66,66 Administração Financeira e Orçamentária 4 80 80 66,66 70 70 70 70 470 403,33 Projeto Integrador – Planos de Negócios SUBTOTAL 20 400 4º MÓDULO – GESTÃO FINANCEIRA Certificado de Qualificação Profissional de Gestor Financeiro Legislação Tributária e Fiscal 4 80 80 66,66 Controladoria e Planejamento Financeiro 4 80 80 66,66 Gestão Estratégica de Marketing 2 40 40 33,33 Optativa 2 40 40 33,33 Legislação Trabalhista e Previdenciária 2 40 40 33,33 Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 14 Gestão Estratégica de Pessoas 2 40 40 33,33 Informática Aplicada à Gestão Empresarial 4 80 80 66,66 60 60 60 400 60 460 393,33 1.600 270 1.870 1.603 Projeto Integrador – Gestão Financeira SUBTOTAL 20 TOTAL Carga Horária (1) CH de Componentes Presenciais Hora Aula Hora Relógio 1.600 1.333 (2) CH de Atividades Práticas – Projeto Integrador 270 Subtotal 1.603 (3) CH de Atividades Complementares 200 (4) CH Total 1.803 Componentes Curriculares Optativos Hora Aula Semestral Libras 40 Formação de Novos Gestores – Comportamento Organizacional 40 Contabilidade Ambiental e Social 40 8.3. EMENTAS E BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAS DISCIPLINAS DO CURSO 8.3.1. MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS DE GESTÃO. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 15 8.3.1.1. Linguagem e Interpretação de Textos Ementa A disciplina tem como finalidade preparar o aluno para a comunicação em linguagem culta e formal nas mais variadas circunstâncias: fala, compreensão, depreensão de informações e redação, desenvolver técnicas de leitura, produzir textos integrados a área de atuação do aluno, auxiliando-o a empregar a língua como instrumento de trabalho. Objetivos Reconhecer os elementos do processo comunicativo e aplicá-los segundo a sua coerência: diferenciar os níveis de linguagem (coloquial, regional e formal), aprimorar a técnica de elaboração de textos da leitura, do estudo dos elementos de coesão e coerência e das regras gramaticais fundamentais. Bibliografia Básica BECHARA, Ivanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro, Lucena – 37ª Edição, 2009; BUSUTH, Mariângela Ferreira. Redação Técnica Empresarial. Rio de Janeiro, Qualitymark, 2004; CUNHA, Celso & SINTRA, Lindley. Nova Gramatica do Português Contemporâneo, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 5ª Edição 2009. Bibliografia Complementar. ILARI, Rodolfo. Introdução ao Estudo Léxico. São Paulo, Contexto, 2006; INFANTE, Ulisses. Curso de Gramatica Aplicada aos Textos, São Paulo, Scipione, 2001; GARCIA, Othon. M. Comunicação em Prosa Moderna, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 22ª Edição 2001. 8.3.1.2. Contabilidade e Gestão Estratégica de Custos Ementa Introdução à gestão estratégica de custos; Conceitos de Custos Diretos ou Primários, Custos Indiretos de Fabricação, Custo de Transformação, Custos Totais e Integrais. Métodos de Custeio: Custeio Variável; Custeio por Absorção; Custeio por Absorção Pleno e Custeio ABC (Activity Based Costing). Análises de Custos na Contabilidade Gerencial, Custos e a Formação de Preços de Vendas. Os Tributos e a Formação de Preços. Ponto de Equilíbrio Contábil, Econômico e Financeiro. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 16 Objetivos A Contabilidade de Custos foi desenvolvida para fornecer informação aos usuários da contabilidade, pois além de cumprir com exigências legais, é um valioso instrumento de gestão, fornecendo informações que possibilita à administração da empresa gerenciar suas atividades produtivas, comerciais e financeiras, que atende as seguintes funções: a) no planejamento: fornecer informações para o estabelecimento de objetivos e a identificação de métodos para a realização desses objetivos; b) controle das operações: fornecer informações para monitoração do planejamento, aplicação de ações corretivas, determinação de padrões, orçamento e previsões, estabelecendo comparações entre custos reais e custos orçados; c) na tomada de decisões: fornecer informações para facilitar escolha de alternativas nas decisões de formação de preços, determinação da quantidade a ser produzida, aumento de produção, corte de produto, compra de matéria-prima; d) na determinação do lucro: através da utilização de informações de registros convencionais de contabilidade, compilando-as de maneira pratica em forma de relatórios e demonstrações, que apurado os custos determinem a rentabilidade da organização. Bibliografia Básica MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo, Atlas – 9ª Edição 2008; WERNKE, Rodney. Gestão de Custos. São Paulo, Atlas 2001; BRUNI, Adriano Leal e FAMA, Rubens. Gestão de Custos e Formação de Preços, São Paulo, Atlas 5ª Edição, 2010; Bibliografia Complementar. DUBOIS, Alexy; KULPA, Luciana e SOUZA, Luiz Eurico. Gestão de Custos e Formação de Preços, São Paulo, Atlas, 3ª Edição 2009; DUTRA, Rene Gomes – Custos, São Paulo Atlas, 6ª Edição 2009 BERTO. Dalvio Jose e BEULKE, Rolando. Gestão de Custos, São Paulo Saraiva 2006. 8.3.1.3. Economia Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 17 Ementa Principais conceitos da ciência econômica; Problemas econômicos fundamentais; Funcionamento da Economia; Divisão de Estudos Econômicos; Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado; Introdução a Macroeconomia; Política Econômica; Crescimento e Desenvolvimento Econômico; Inflação. Objetivos Fornecer ao aluno, através de apresentação e discussão dos conceitos fundamentais, capacitando-os de assimilação, entendimento e análise dos aspectos gerais da economia e, principalmente suas implicações sobre os agentes econômicos inseridos na sociedade. Bibliografia Básica ROSSETTI, j.p. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 20ª Edição, 2003; GREMAUD, A.P. (ET all). Manual de Economia. Professores da USP. Organizado por PINHO, Diva Benevides e VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval. São Paulo: Saraiva 2005; VASCONCELLOS, M.A.S. Economia Micro e Macro. São Paulo: Atlas, 5ª Edição 2011. Bibliografia Complementar. ARAUJO, C.A.V. História do Pensamento Econômico – Uma Abordagem Histórica. São Paulo: Atlas 1993; PASSOS, C.R.M. & NOGAMI, O. Princípios de Economia, São Paulo: Thomson, 2003; DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stabley e STARTZ Richard. Macroeconomia, São Paulo: Mc Graw-Hill 2009; MARX Karl. O Capital. São Paulo: Edipro 2012; GONÇALVES, Antonio Carlos Porto. Economia Aplicada, Rio de Janeiro – FGV 2010. 8.3.1.4. Teoria das Organizações Ementa A evolução na dinâmica das organizações requer conhecimentos da Teoria Geral das Organizações, conhecer as empresas e seus processos; O Planejamento: tipologia e principais características nessas empresas. A Organização: fundamentos, princípios e tipos de modelos organizacionais. A Direção: Comunicação, Liderança e motivação como elementos essenciais; O Controle: Fundamentos, tipologia e técnicas organizacionais. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 18 Objetivos Desenvolver a compreensão das relações entre as empresas e o mercado. Possibilitar o entendimento do processo de planejamento, organizações, direção e controle. Capacitar os alunos a: identificar e implementar mudanças inteligentes nas organizações através da liderança eficaz, melhorando o desempenho empresarial; Desenvolver o potencial empreendedor, identificando oportunidades, demandas, restrições e alternativas para novos nego cios e diversificando os já existentes, e elaborar estratégias competitivas. Capacitar os alunos a identificar oportunidades de negócios e os procedimentos necessários para a abertura e gerenciamento de seu próprio empreendimento. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro, Elsevier, 2003; LACOMBE, Francisco; HEILBORN, Gilberto. Administração, Princípios e Tendências, São Paulo. Saraiva, 2013; KANAANE, Roberto; ORTIGOSO, Sandra A.F. Manual de Treinamento e Desenvolvimento do Potencial Humano, São Paulo, Atlas 2010 – 2ª Edição; MOTTA, Fernando.C.P.; VASCONCELOS, I, Teoria Geral da Administração. São Paulo, Pioneira. 2002. Bibliografia Complementar. SILVEIRA, Marco Antonio. Gestão da Sustentabilidade Organizacional: Inovação, Aprendizagem e Capital Humano. São Paulo: CTI 2011 http://cti.gov.br/gaia; ROBBINS, Stephen P. Administração, Mudanças e Perspectivas. São Paulo. Saraiva 2003. 8.3.1.5. Fundamentos de Marketing Ementa Esta disciplina aborda os conceitos básicos de marketing, bem como as estratégias de mercados, com grandes influências nas variáveis que circundam o ambiente micro e macro das organizações. Objetivos Compreender e analisar os conceitos básicos de marketing, bem como as estratégias de mercado, com grandes influencias nas variáveis que circundam o ambiente micro e macro das organizações Compreender o composto Mercadológico; Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 19 Analisar o potencial de mercados; Identificar as variáveis do marketing Bibliografia Básica KOTLER Philip; KELLER Kevin Lane. Administração de Marketing. 14ª Edição, São Paulo, Editora Pearson, Ano 2013. KOTLER Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. São Paulo, Editora Pearson, Ano 2008; LAS CASAS Alexandre Luzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 7ª edição, São Paulo, Editora Atlas, Ano 2005. Bibliografia Complementar. Professores do Departamento de mercadologia da FGV-EAESP e convidados. Gestão de Marketing, 1ª edição. São Paulo, Editora Saraiva. 2006. 8.3.1.6. Projeto Integrador – Gestão Estratégica Ementa De que forma planejamento estratégico de uma empresa possa ser implementada, a gestão estratégica fornece os principais caminhos a ser percorrido pelos gestores envolvidos nessa implementação. Objetivos Dotar os alunos de capacidade critica na participação de grupo de implementação de planejamento estratégico nas organizações. Entender as principais ferramentas que deverão ser utilizadas nesse processo, gestão estratégica é um dos principais orientadores para execução dessa tarefa. Bibliografia Básica TAVARES, Mauro Calixta. Gestão Estratégica. São Paulo, Atlas, 3ª Edição 2011; MONTGOMERY, Cyntia A. e PORTER, Michael E. (Organizadores). Estratégia. Rio de Janeiro, Campus. 1998; Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 20 WRIGHT, Peter, KROLL, Mark J. e PARNELL, John. ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA, São Paulo, Atlas, 2000. Bibliografia Complementar. PORTER, Michael E. Estratégias Competitivas, Rio de Janeiro, Campus, 18ª Edição 2006; MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce e LAMPEL, Joseph. Safari de estratégia, Porto Alegre, Bookman 2000. 8.3.2. 2º MÓDULO – ANÁLISE E PLANEJAMENTO 8.3.2.1. Matemática Financeira Ementa Porcentagem, Capital, juros e montante; Regimes de Capitalização; Fluxo de caixa; Juros Simples; Valor nominal e atual; Desconto comercial e racional; Juros compostos; Taxas equivalentes; Capitalização com taxas variáveis; Equivalência de capitais a juros compostos; Séries Uniformes; Sistemas de Amortização. Objetivos Fornecer, em nível básico, informações sobre como utilizar a matemática financeira no processo de tomada de decisões sobre investimentos; Estimular o uso de calculadoras científicas e/ou financeiras para resolver as situações práticas apresentadas. Bibliografia Básica TOSI, Armando José. Matemática Financeira com utilização da HP-12C. Editora Atlas, São Paulo, 2004. BRUNI, Adriano Leal e FAMA, Rubens. Matemática Financeira com HP 12C 3 Excel, São Paulo, Atlas, 5ª Edição 2008; PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira, Objetiva e Aplicada. Rio de Janeiro, Campus 9ª Edição 2011. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 21 Bibliografia Complementar. ALBERTON, Anete & DACOL, Silvana. HP-12C Passo a Passo. 2ª edição revisada. Editora Visual Books. São Paulo, 2003. SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira Aplicações à Análise de Investimento. 3ª edição. Editora ABDR. São Paulo, 2002. 8.3.2.2. Direito Empresarial e Legislação Comercial Ementa Noções de Direito. Direito e Moral. Classificação do Direito. Direito Publico e Direito Privado. Fontes do Direito. Leis e sua Hierarquia. Direito Constitucional – Noções Gerais. Princípios constitucionais fundamentais. Direitos e Garantias individuais. Os Poderes do Estado: Executivo, Legislativo e Judiciário. Direito Administrativo e Tributário. Direito Civil. Direito do Consumidor. Objetivos Utilizar a legislação comercial no processo de movimentação de mercadorias. Analisar os incentivos na legislação para exportação. O desenvolvimento da legislação pertinente a compras, materiais, estoques e códigos comerciais de produtos. Descrever os fundamentos da legislação e o CADE. Identificar a legislação pertinente a uma situação. Inferir o Código Tributário. Praticar os preços de produtos a partir da legislação vigente. Conhecer os Direitos dos Consumidores. Identificar as relações de consumo. Identificar e avaliar tipos e modelos de práticas comerciais. Organizar informações, estruturando-as de forma a fazer publicidade sem ferir o Código de Defesa do Consumidor. Bibliografia Básica FINKELSTEIN, Maria Eugênia. Direito Empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 5. ed., 2009. NASCIMENTO, Amauri Mascaro, Pinho, Ruy Rebello, Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo: Editora Atlas S.A., 24ª Edição, 2005. TOMAZETTE, Marlon. Direito Societário. São Paulo: Editora Juarez de Oliveira, 2003. Bibliografia Complementar. FABRETTI, Cláudio Camargo. Direito de Empresa no Novo Código Civil. São Paulo: ATLAS, 2004. ALMEIDA, Amador Paes de. – Teoria e Prática dos Títulos de Crédito. São Paulo: Editora Saraiva. 25. ed., 2006. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 22 DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo. Saraiva, 2005. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: Saraiva, 2005. SAAD. Eduardo Gabriel. Comentários ao Código de Defesa do Consumidor. São Paulo: LTr. 2001. 8.3.2.3. Sistema Financeiro Nacional e Bancos Ementa Introdução ao Sistema Financeiro Nacional. Conselho Monetário Nacional, suas atribuições e responsabilidades. Órgãos deliberativos e órgãos executivos. Banco Central do Brasil - BACEN. Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Previdência complementar - PREVIC. Superintendência de seguros privados – SUSEP. Políticas econômicas: política monetária, política fiscal, política cambial e política de rendas. O Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional – CRSFN. Objetivos Compreender o funcionamento das políticas econômicas, sua importância e suas influências; Conhecer as instituições responsáveis pelas normas e pela sua execução no SFN; Aprender a se relacionar com os bancos e com as instituições componentes do SFN. Bibliografia Básica FERNANDES, A.A.G. O Sistema Financeiro Nacional Comentado. São Paulo: Saraiva, 2010. BLINDER, Alan S. Bancos Centrais: Teoria e Pratica. São Paulo: Editora 34, 1999. SILVA, Paulo Cezar da. Crimes Contra O Sistema Financeiro Nacional: Aspectos Penais e Processuais da Lei nº 7.492/86. São Paulo: Quartier Latin do Brasil, 2006. Bibliografia Complementar. BETTI, Francisco de Assis. Aspectos dos Crimes contra o Sistema Financeiro no Brasil. São Paulo: Del Rey, 2000. OLIVEIRA, G. & Pacheco, M. Mercado Financeiro. São Paulo. Editora Fundamento, 2005. STANFORD, Jon D. Moeda, Bancos e Atividade Econômica. São Paulo: Atlas, 1996. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 23 8.3.2.4. Ética e Responsabilidade Social Ementa Formar Profissionais dinâmicos adaptáveis as demandas do mercado de trabalho para atuarem nos processos administrativos, bem como desenvolver trabalhos em nível de assessoria e consultoria para orientar pequenos e médios empresários, no gerenciamento de seus próprios negócios, conquista de mercados e clientes; Proporcionar o desenvolvimento da capacidade individual de responsabilizar-se por sua própria aprendizagem, desmitificando o acesso ao conhecimento teórico e incentivando uma postura proativa diante do mercado. Capacitar o aluno de conhecimentos gerais e específicos que o habilitem a tomar decisões de maneira ética e responsável. Desenvolver os conhecimentos e habilitar o educando para a prática profissional, de modo que seja capaz de atuar de forma ética, com responsabilidade social e cidadania. Objetivos Possibilitar que os alunos conheçam, compreendam e apliquem a Ética. Exercitar conteúdos sobre a Ética, moral e as relações com outras ciências e esferas do pensamento. Apresentar casos de sucesso no Brasil e no mundo onde dilemas éticos foram encarados e encaminhados com sucesso, em prol da responsabilidade social e cidadania. Bibliografia Básica KANAANE, Roberto. Comportamento Humano nas Organizações: O Homem rumo ao século XXI. 2ª. ed. São Paulo: Atlas, 1999. KANAANE, Roberto; ORTIGOSO, Sandra A.F. Manual de Treinamento e Desenvolvimento do Potencial Humano. 2ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010 SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional. 5ª. ed. (revista e ampliada). São Paulo: Atlas, 2004. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 24 Bibliografia Complementar: ARRUDA, Maria Cecília Coutinho de (org). Fundamentos de Ética Empresarial e Econômica. São Paulo : Atlas, 2001. REIS, Carlos Nelson dos; MEDEIROS, Luiz Edgar. Responsabilidade Social nas Empresas e Balanço Social (meios propulsores do desenvolvimento econômico e social). São Paulo : Atlas, 2007. SILVEIRA, Marco Antonio (org). Gestão da Sustentabilidade Organizacional: Inovação, aprendizagem e capital humano. Campinas, SP: CTI (Centro de Tecnologia “Renato Archer”), 2011. Endereço eletrônico: http://www.cti.gov.br/gaia COVRE, M. de L. M. O que é cidadania. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense: 2005. (Coleção Primeiros Passo; 250). VALLS, A. L. M. O que é ética. 9ª ed. São Paulo: Brasiliense, 2005. (Coleção Primeiros Passos; 177) 8.3.2.5. Sistema de Informações Gerenciais. Ementa Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais das empresas e identificar as cinco áreas dos sistemas de informação que esses profissionais precisam conhecer. Dar exemplos de como o e-business, o e-commerce, ou os sistemas colaborativos nas empresas podem apoiar os processos de atuação de uma empresa, a tomada de decisões administrativas e as estratégias voltadas à vantagem competitiva. Fornecer exemplos de componentes de sistemas de informação realmente existentes. Esclarecer que, em um sistema de informação, as pessoas utilizam hardware, software, dados e redes como recursos para efetuar a alimentação, o processamento, a produção, o armazenamento e as atividades de controle que transformam os recursos de dados em produtos de informação. Objetivos Demonstrar e conscientizar os alunos da importância da administração de sistemas de informação como estratégia competitiva e de que forma esses sistemas bem administrados elevam a produtividade das empresas. Bibliografia Básica LAUDON, K. C. Gerenciamento de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: LTC, 2001. O’BRIEN, J. A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 9ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010; Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 25 STAIR, Ralph M. Princípios de Sistemas de Informação: uma abordagem gerencial. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. Bibliografia Complementar. ENETT, Gordon. Intranets. Rio de Janeiro: Campus, 1999. CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo: Atlas, 2000. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus,1997. TREPPER, Charles. Estratégias de E-commerce. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 8.3.2.6. Projeto Integrador – Gestão de Tesouraria Ementa A gestão da liquidez na empresa. Mesa de operações financeiras e mercados financeiros. Cálculos financeiros das tesourarias. Produtos financeiros. Abordagem gerencial ao risco de tesouraria e aos derivativos financeiros. Organização da tesouraria. Mercado bancário e negociação com bancos Objetivos Identificar as consequências das decisões operacionais e estratégicas na liquidez das empresas; descrever o funcionamento do mercado de reais e de moedas estrangeiras para operar em mesas financeiras de bancos e empresas. Calcular custo de operações de captação de recursos. Efetuar o planejamento do caixa da empresa. Bibliografia Básica SECURATO, José R et. all. Cálculo Financeiro das Tesourarias – bancos e empresas. 4ª. Ed. SaintPaul Institut of Finance. São Paulo. 2008. HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. São Paulo, Atlas, 10ª Edição, 2012. Bibliografia Complementar. FLEURIET, Michel, KEHDY, Ricardo e BLANC, Georges. O Modelo Fleuriet – A dinâmica financeira das empresas brasileiras. Campus. Rio de Janeiro. 2003. 169p. LAMB, Roberto. Gestão de Tesouraria – Notas de Aula Porto Alegre. 2009 LOZARDO, Ernesto. Derivativos no Brasil; fundamentos e práticas. BM&F. São Paulo. 1998. 254 p. Jornais diários: GAZETA MERCANTIL, VALOR ECONÔMICO. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 26 8.3.3. 3º MÓDULO – CAPACITAÇÃO OPERACIONAL 8.3.3.1. Estrutura e Análise das Demonstrações Contábeis Ementa Definição de situação financeira e situação econômica. Indicadores da situação financeira da empresa. Indicadores da situação econômica da empresa. Cálculo dos indicadores econômicos e financeiros. Interpretação dos números. Análise temporal. Análise vertical e horizontal. Análise por índices dinâmicos. Necessidade de capital de giro próprio. Necessidade de financiamento pelo patrimônio líquido. Necessidade de financiamento pelo passivo não circulante. Necessidade de financiamento de curto, médio e longo prazo. Análise dos índices dinâmicos de Michel Fleuriet. Avaliação de empresas – casos reais. Objetivos Ser capaz de compreender o que determina o sucesso e o fracasso de empresas. Utilizar técnicas de análise para diagnosticar empresas em condições de risco. Analisar e classificar fornecedores e clientes em condição pré-falimentar. Conhecer as diversas alternativas de solução para empresas em dificuldades. Bibliografia Básica IUDICIBUS, Sergio de, . Análise de Balanços, São Paulo Atlas, 10ª Edição, 2009; GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. Rio de Janeiro. Harbra, 2008. LIMA, Fabiano Guasti. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2009. MATARAZZO, Dante C. Analise Financeira de Balanços. São Paulo: Atlas, 2008. Bibliografia Complementar. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas Aplicações. São Paulo: Atlas, 1998. BLECKE, Curtis J. Análise Financeira para a Tomada de Decisão. São Paulo: Atlas, 1976. BRIGHAM, Eugene F. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2001. 8.3.3.2. Mercado Financeiro e de Capitais Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 27 Ementa Principais produtos de mercado financeiro, financiamentos e investimentos. Atuação de bancos, como agente intermediador entre os agentes superavitários e os agentes deficitários. Apresentação dos principais produtos de captação de recursos e dos principais produtos para aplicação junto aos agentes deficitários. Entender como os bancos trabalham, captando e aplicando recursos e atualmente com significativas receitas de serviços. Mercados de ações, debêntures, commercial papers, opções e futuros. Bolsa de valores de São Paulo e a união com a BM&F – Bolsa de mercadorias e futuros. Características gerais do mercado. Mercado primário e mercado secundário. A emissão pública de papeis – IPO. Mensuração de risco, liquidez e volatilidade. Indicadores de preços de papeis. Risco sistemático e risco não-sistemático. WACC – Custo Médio Ponderado de Capitais. Projeção de preços e riscos de ativos. Precificações de opções de compra e venda de papeis. Estratégias com opções. Estratégias com futuros. Novos valores mobiliários. CVM – Comissão de Valores Mobiliários. Objetivos Capacidade para administrar relação com os bancos, quer seja aplicando eventuais sobras de recursos, como tomando recursos quando assim o fluxo de caixa da empresa requerer. Entender as principais alternativas para aplicação de recursos como também dos principais produtos que os bancos podem oferecer para captação. Capacidade para administrar operações nos mercados de bolsa de valores, mercadorias e futuros. Identificar as principais estratégias de atuação de empresas de capital aberto. Reconhecer e aplicar técnicas de negociação em operações com ativos financeiros. Reconhecer as características das negociações em bolsa e sua importância para as organizações. Bibliografia Básica CAVALCANTE, Francisco; MISUMI, J. Y. E RUDGE,L.F. Mercado de Capitais - 7ª Edição - Revista E Atualizada. Rio de Janeiro. Campus, 2009. FIPECAFI. Curso de Mercado Financeiro: Tópicos Especiais. São Paulo: Atlas, 2010. LAGIOIA, Umbelina Cravo Teixeira. Fundamentos do Mercado de Capitais 2ª Edição. São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar. MELAGI FILHO, A. Mercado Financeiro e de Capitais. São Paulo: Atlas, 2000. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 28 LAMEIRA, V.J. Mercado de Capitais. Rio De Janeiro. Editora Forense, 2001. 8.3.3.3. Análise de Investimento e de Capital de Giro Ementa Decisão sobre onde aplicar e de onde obter recursos financeiros, avaliar projetos de investimentos. Controle permanente do nível de capital de giro, acompanhamento do fluxo de caixa para manter nível necessário de recursos para fazer frente às necessidades diárias de pagamento. Controle de contas a pagar e contas a receber. Objetivos Preparar aluno para administrar recursos financeiros de curto, médio e longo prazo nas organizações. Dotar de conhecimentos sobre modelos de análise de investimentos, de captação de recursos e de manutenção de nível desejável de capital de giro. Bibliografia Básica NETO, Alexandre Assaf e SILVA, Cesar Augusto Tibúrcio, Administração de Capital de Giro, São Paulo, Atlas 4ª Edição 2012; HEMMEL, Paulo Roberto Vampré e TASCHNER, Mauro Roberto Black, Analise e Decisão sobre Investimentos e Financiamentos, São Paulo, Atlas, 4ª Edição, 1995. FIGUEIREDO PINTO, Antonio Carlos. Decisões de Investimentos, São Paulo. Mauad 2010. Bibliografia Complementar. GALESNE, Alain. Decisões de Investimentos da Empresa. São Paulo, Atlas 1.999; BRUNI, Adriano Leal e FAMA, Rubens. Decisões de Investimentos: com aplicação na HP. 12C., São Paulo, Atlas 2ª Edição 2007; 8.3.3.4. Estatística Aplicada Ementa Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 29 Estatística descritiva e aplicada – medindo e classificando níveis de mensuração de variáveis e atributos, representação gráfica e tabular de dados qualitativos e quantitativos, medidas estatísticas de posição, variação, assimetria e curtose. Teoria da probabilidade: principais conceitos e utilização de probabilidade como uma medida de grau de certeza. Amostragem: princípios gerais de amostragem – amostragem probabilística e não probabilísticas e principais planos amostrais. População e amostra, Variáveis Discretas e Contínuas. Tabulação dos dados: Distribuição e Frequência; Medidas descritivas de posição: Medidas de tendência Central e Dispersão. Objetivos Uma das abordagens crescentes nos últimos cinquenta anos, se dá pelo crescente volume de dados que surgem a partir de pesquisas e métodos exploratórios. Isso inclui o uso de técnicas matemáticas nas mais diversas áreas do conhecimento, levando-nos aos reconhecimentos de dados de forma quantitativa. Para exercer vigilância sobre tais dados explorados, torna-se necessário um número cada vez maior de pessoas para participem da coleta de dados, da sua análise e o mais importante, de todo planejamento preliminar. Bibliografia Básica CRESPO, A.A. Matemática Comercial e Financeira Fácil. São Paulo, Saraiva – 13ª Edição, 2002; MARTINS, Gilberto de Andrade. e DONAIRE. Princípios de Estatística, São Paulo, Atlas, 4ª Edição, 1995; MARTINS, Gilberto de Andrade e DOMINGUES, Osmar. Estatística Geral e Aplicada, São Paulo, Atlas, 4ª Edição 2011. Bibliografia Complementar. MAGALHÃES, M. N. & LIMA C. P. Noções de Probabilidade e Estatística, São Paulo, Edusp, 6ª Edição 2005. 8.3.3.5. Administração Financeira e Orçamentária Ementa Descrição de toda a estrutura financeira de um negócio. Dimensionamento do negócio. Decisão pelo regime tributário. Formação técnica de preços. Orçamento operacional e fluxo de caixa livre. Análise dos pontos de equilíbrio. Planejamento de Lucro. Estudo do Grau de alavancagem e seus efeitos. Análise de viabilidade de negócios. Análise de sensibilidade a diferentes cenários. Objetivos Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 30 Conhecer toda a estrutura financeira de uma empresa. Ser capaz de interpretar números e índices para tomar decisões financeiras. Dominar os diferentes modelos de gestão financeira empresarial. Bibliografia Básica HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. São Paulo, Atlas, 10ª Edição, 2012. GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. Rio de Janeiro: Harbra, 2008. HESS, Aurélio. Gestão Financeira de Negócios. São Paulo: IBEP, 2006. WERNKE, Rodney. Gestão Financeira. São Paulo: Saraiva, 2008. Bibliografia Complementar. BRIGHAM, Eugene F. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2001. GROPPELLI, A. A. Administração Financeira. São Paulo: Saraiva, 2001. LIMA, Fabiano Guasti. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2009. 8.3.3.6. Projeto Integrador – Plano de Negócios. Ementa Nova realidade do mundo do trabalho. Empreendedorismo e o empreendedor: Conceitos e definições. Ética no empreendedorismo: Possibilidades ou ilusão? Metas e objetivos na ação empreendedora. Perfil do empreendedor e auto avaliação. Análise de mercado: Construção da visão de negócio, trabalhando a ideia. Construção de redes de relacionamentos (network). Elaboração e apresentação de uma plano de negócios completo. Objetivos Discutir o perfil do empreendedor e o motivo pelo qual as pessoas buscam tornar-se empresárias. - Abordar as questões relacionadas com a identificação das oportunidades de negócios, metas e objetivos, apontando tendências globais que geram estas oportunidades. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 31 - Análise do Mercado, Marketing e indicadores socioeconômicos, antes de iniciar o negócio, avaliando os potenciais concorrentes, consumidores e fornecedores. - Trabalhar o projeto da linha de produtos e serviços que o seu negócio oferecerá aos clientes, discutindo atributos ou características que devem ter para atender as necessidades dos clientes. - Refletir sobre as questões éticas relacionadas ao comércio dos produtos/serviços. - Construção de um Plano de Negócios Simplificado, realizando dessa forma um planejamento financeiro do empreendimento para expressar a viabilidade do seu futuro negócio. Bibliografia Básica DRUCKER, Peter Ferdinando. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship. 6. ed. São Paulo: Pioneira, 2000. DRUCKER, Peter. Administração para o futuro: os anos 90 e a virada do século. São Paulo: Pioneira, 1993. DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luiza. Ed. Cultura, 1999. Bibliografia Complementar. TREVISAN, Antoninho M. Empresários do futuro: como os jovens vão conquistar o mundo dos negócios. 3. ed. São Paulo: Infinito, 2000. 8.3.4. 8.3.4.1. 4º MÓDULO – GESTÃO FINANCEIRA Legislação Tributária e Fiscal Ementa Linhas introdutórias do Direito: 1. Conceito de Tributo e espécies Tributárias; 2. Competência Tributária; 3. Limitação ao Poder de Tributar. 3.1. Princípios Constitucionais Tributários; 3.2. Imunidades. 4. Legislação Tributária: 4.1. Vigência da Legislação Tributária; 4.2. Interpretação e Integração da Legislação Tributária. 5. Obrigação Tributária Principal e Acessória. 6. Fato Gerador da Obrigação Tributária. 7. Sujeitos Ativo e Passivo: 7.1. Solidariedade na Sujeição Passiva; 7.2. Capacidade Tributária. 8. Domicilio Tributária. 9. Responsabilidade Tributária: 9.1. Responsabilidade dos sucessores; 9.2. Responsabilidade de terceiros; 9.3. Responsabilidade por Infração. 10. Crédito Tributário. 11. Constituição do Crédito Tributário: 11.1. Lançamento e Modalidades de Lançamento. 11.2. Hipóteses de Alterações de lançamento. 12. Suspensão da Exigibilidade do Crédito Tributário, Modalidades. 13. Pagamento Indevido; 14. Exclusão do Crédito Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 32 Tributário, Modalidades. 15. Garantias e Privilégios do Crédito Tributário. 16. Administração Tributária. 17. Impostos Federais. 18. Impostos Estaduais. 19. Impostos Municipais. Objetivos Preparar o aluno a ter uma visão sobre os problemas jurídicos nas áreas empresarial e tributárias. Bibliografia Básica CARRAZZA, Roque Antonio. Curso de Direito Constitucional Tributário, São Paulo – Malheiros 29ª Edição, 2013; SABRAG, Eduardo. Direito Tributário I, Coleção Saberes do Direito, Saraiva, 2013; SABRAG, Eduardo, Manual de Direito Tributário, Saraiva, 5ª Edição 2013. Bibliografia Complementar. MACHADO, Hugo de brito, Curso de Direito Tributário, Malheiros 34ª Edição 2013; CARVALHO, Paulo de Barros, Curso de Direito Tributário, São Paulo Saraiva, 25ª Edição 2013. 8.3.4.2. Controladoria e Planejamento Financeiro Ementa Contabilidade Financeira e Contabilidade Gerencial. A Contabilidade Gerencial como ferramenta decisória. A importância do controle interno e os diferentes centros de controle. Custos para decisão e controle. Outros processos – Target Costing e Custeio Kaizen. Custos da Qualidade. Planejamento do Lucro. Decisão de Preços e Mix de Produtos. Análise Custo-Volume-Lucro. Objetivos Transmitir ao aluno conhecimento prático / teórico da utilização da Controladoria. Apresentando-lhes a necessidade da utilização compulsória no dia a dia dos contabilistas, no objetivo de fornecer dados e/ou informações contábeis úteis e utilizáveis para que a administração tome decisões relacionadas à gestão, fisco e aos interessados na informação contábil. Bibliografia Básica HORNGREN, Charles Tomas, Sundem, Gary L. e Stratton, William O. CONTABILIDADE GERENCIAL São Paulo: Editora Pearson, 12ª Edição 2004; IUDICIBUS, Sérgio de. Contabilidade Gerencial. 6ª edição. São Paulo: Editora Atlas, 1998 Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 33 ATKINSON, Anthony A. Banker, Rajiv D, Robert S. Kaplan, MarkYoung. Contabilidade Gerencial. São Paulo - 2ª edição. São Paulo: Editora Atlas, 2008 CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Gerencial – Teoria e Prática. 3ª edição. São Paulo: Editora Atlas, 2006 Bibliografia Complementar. FIGUEIREDO, Sandra. Controladoria teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2.004. OLIVEIRA, Luiz Martins de. Controladoria estratégica. São Paulo: Atlas, 2.005. PADOVEZE, Clóvis Luís. Controladoria estratégica e operacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2.005. KAPLAN, Robert S. A Estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Elsevier, 1997 RAMPERSAD, Hubert K. Scorecard para performance total. São Paulo: Elsevier, 2.004. 8.3.4.3. Gestão Estratégica de Marketing Ementa No mundo globalizado o que diferencia as pessoas e empresas são suas estratégicas. A disciplina de administração de marketing permite aos alunos conhecer as diversas abordagens do marketing, sua importância dentro da administração, o ambiente de marketing, a concepção de estratégia, segmentação, diferenciação e posicionamento, além de conceitos e aplicabilidade dos elementos do composto mercadológico: produto, preço, promoção, "ponto de venda", pessoas e processos. Estrutura organizacional do marketing. Gestão de marketing. Objetivos A disciplina visa apresentar conceitos de marketing (6 P’s – produto, preço, praça, promoção, pessoas e processos) suas ferramentas (publicidade, promoção, benchmarking, marketing direto, endomarketing, marketing pessoal e outros), e as técnicas disponíveis para a sua utilização de maneira estratégica em empresas de todos os segmentos e porte. Objetiva-se, ainda, permitir o aluno analisar questões de investimentos, de bussiness plan, empreendedorismo de curto, médio e longo prazo, garantindo uma visão estratégica.. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 34 Bibliografia Básica KOTLER, Phillip. Administração de Marketing. 5. ed. São Paulo: Atlas 1998 KOTLER, Philip; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 12a ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. COBRA, Marcos. Administração Estratégica do Mercado. São Paulo: Atlas 2002. Bibliografia Complementar. CHURCHILL Jr., Gilbert A. Marketing - Criando Valor Para Os Clientes 10º ed. São Paulo: Saraiva 2000 ETZEL, M.; WALKER, B.; STANTON, W. Marketing. São Paulo: Makron Books 2001 GRACIOSO, Francisco. Marketing: Sucesso em 5 Movimentos. São Paulo: Atlas 2000 KATABE, M.; HELSEN, K. Administração de Marketing Global. São Paulo: Atlas 2000 KOTABE, M.; HELSENK. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas 1999 KOTLER. Phillip. Administração de Serviços: estratégia e liderança na empresa de serviços. São Paulo: Atlas 1999 LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de Vendas. 5a ed. São Paulo: Atlas S/A, 1999. 8.3.4.4. Legislação Trabalhista e Previdência Ementa Aprendizagem de noções fundamentais do Direito do Trabalho e Previdenciário que servirão de respaldo para o exercício da atividade profissional. Objetivos Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 35 Em consonância com a legislação trabalhista e Previdenciária vigentes serão conhecidos os direitos e obrigações do empregado e empregador, para sua aplicabilidade na prática profissional, englobando a Organização da Justiça do Trabalho, bem como o direito coletivo do trabalho e direito previdenciário. Bibliografia Básica BARROSO, Luís Roberto. O controle de constitucionalidade no Direito brasileiro: exposição sistemática da doutrina e análise crítica da jurisprudência, 2° ed., São Paulo: Saraiva, 2006. BATALHA, Wilson de Souza Campos e Batalha, Silvia Labate, Sindicato. Sindicalismo, São Paulo: LTR, 1994. CARRION, Valentin. Comentário à Consolidação das Leis do Trabalho. 33º ed., São Paulo: Saraiva, 2008. Bibliografia Complementar. Comentários aos precedentes normativos e às orientações jurisprudenciais do TST, 2° ed., revista, atualizada. e ampliada., São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. DELGADO, Maurício Godinho. Direito coletivo do trabalho. 4º ed., São Paulo: LTr, 2011. MARTINS, Sergio Pinto, Direito processual do trabalho. 28º ed., São Paulo: Atlas, 2008. Comentários à CLT. 9ª ed., São Paulo: Atlas, 2005. 8.3.4.5. Gestão Estratégica de Pessoas Ementa Situa o aluno sobre a área de recursos humanos, seus sub sistemas e as tendências de mercado. Objetivos Proporcionar aos alunos uma reflexão crítica e atualizada sobre a área de recursos humanos; Indicar os desafios na integração de negócios e recursos humanos/ Reavaliar o papel do profissional de recursos humanos dentro das organizações. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos, São Paulo, Atlas, 1.997; Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 36 MINARELLI, José A. Empregabilidade, São Paulo SP. Gente 1.999; MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: do Operacional ao Estratégico, São Paulo, Saraiva 13ª Edição, 2010. Bibliografia Complementar. MONTANA, P.J. & CHARNOV , B. H. Administração, São Paulo, Saraiva. 1998; PEREIRA, Maria Isabel. Cooperativas de Trabalho. São Paulo; CARVALHO, Pedro Carlos. RH. São Paulo, Alínea 1.999. 8.3.4.6. Informática Aplicada à Gestão Empresarial Ementa Conceitos básicos de informática. Fundamentos dos Sistemas Operacionais. Ambiente virtual de aprendizagem. O sistema Windows e o conjunto Microsoft Office: manejo dos programas e determinação de suas utilidades Planilha Eletrônica. Técnicas de levantamento de dados e apresentação. Planejamento de Controle de Pesquisa da Internet. Prática de laboratório: Exercícios destinados à Gestão Empresarial – Funções Aplicadas. Construção de gráficos. Objetivos A Informática Aplicada à Gestão Empresarial foi desenvolvida para fornecer informações aos usuários dos recursos tecnológicos aplicados no meio coorporativo, facilitando a usabilidade dos dados apurados e fornecendo informações que possibilitam à gestão transparência nas decisões de suas atividades comerciais e financeiras. Desenvolver a sensibilidade do aluno em relação às aplicações da informação; Desenvolver a percepção de quanto a informática está relacionada à Gestão Empresarial; Desenvolver capacidade de aplicação à informática, no seu dia-a-dia, do profissional de Gestão Empresarial; Análise crítica de textos; Análise crítica de planilhas, relatórios, gráficos; Capacitar o aluno a escolher e usar os recursos de informática eficientemente; Bibliografia Básica ARLE, Ml e BERTOLA, D. Guia prático de Informática. Cronos, 2008. MANZANO, André Luiz N. G.: Estudo Dirigido de Microsoft Excel – 2013. Érica, 2013. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 37 H. L. CAPRON / J. A. JOHNSON. Introdução à Informática. 8. ed. São Paulo: Pearson. Bibliografia Complementar. ALMEIDA, Jarbas Thaunahy Santos. Cálculos Financeiros Com Excel e HP-12c. Visual Books, 2008. SILVA, Mario Gomes. Informática: terminologias básicas. Erica, 2007 PEREIRA, M S A. Excel Para Contadores. IOB, 2009. 8.3.4.7. Projeto Integrador – Gestão Financeira Ementa A disciplina justifica-se pela necessidade de fornecer ao administrador os elementos que o possibilite realizar uma adequada gestão financeira em organizações de qualquer ramo de atividade. A disciplina, nesse caso, possui o conteúdo básico para a área de Administração Financeira, que é uma dos ramos funcionais de atuação do futuro profissional. Objetivos Conhecer e aplicar os princípios da administração financeira empresarial. Em contexto de multidisciplinaridade, entender de que forma a administração financeira é executada. Quais são os atributos necessários e quais principais funções o profissional deverá exercer. Bibliografia Básica HOJI, Masakazu. Administração Financeira e Orçamentária. São Paulo, Atlas, 10ª Edição, 2012. GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo, Pearson Brasil 12ª Edição, 2010; MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial.6. ed. São Paulo: Atlas, 2003. Bibliografia Complementar. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enforque econômico financeiro; comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e múltiplos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002. ASSAF NETO, A; LIMA, G. F. Curso de administração financeira. São Paulo: Atlas, 2009. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 38 BRAGA, R. Fundamentos e técnicas de administração financeira. São Paulo: Atlas. 1995. FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro, produtos e serviços. 16. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. 9. DURAÇÃO E REGIME DE OFERTA DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, tem a duração mínima de 4 (quatro) e máxima de 6 (seis) semestres letivos, com oferta de vagas nos períodos matutino e noturno. 10. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM 10.1. Da verificação do Rendimento Escolar A verificação do rendimento escolar, feita por disciplina, compreende a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade. A frequência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. A apuração e o registro de frequência do aluno e atribuição das notas de aproveitamento são de competência exclusiva e indeclinável do professor. A avaliação multidisciplinar, integrante da sistemática de verificação do rendimento escolar, procura diagnosticar se o aluno, ao longo do curso, desenvolveu habilidades e competências para o exercício da profissão, proporcionando-lhe, inclusive, visão integrada e abrangente do currículo, no contexto dos objetivos formulados para o curso. As questões tomam como referência os conteúdos desenvolvidos no decorrer do curso. 10.2. Da promoção Em qualquer disciplina, o aluno que obtiver, nas provas bimestrais, média semestral de aproveitamento igual ou superior a 5,0 (cinco) e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) será considerado aprovado. O aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado é promovido ao semestre letivo seguinte, admitindo-se ainda a promoção do primeiro ao último semestre letivo, quando apresentar até 4 (quatro) disciplinas pendentes, independentemente do semestre letivo a que se refiram as dependências. O aluno será considerado reprovado, ficando retido no semestre letivo para cursar somente as disciplinas em pendência quando ultrapassar os limites estabelecidos. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 39 10.3. Da dependência Poderão organizar-se classes ou turmas especiais, sob regime de dependência, em período não necessariamente semestral desde que preservada a qualidade de ensino. necessariamente semestral desde que preservada a qualidade de ensino. Reconhecido pela Portaria SESu nº 278, de 19 de Dezembro de 2012 Rua Delfin Moreira, 40 – Centro – Santo Andre/SP. – CEP 09015-070 – Tel. (011) 4427-4901 – Site: www.uniesp.edu.br. 40