PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
SÃO JOÃO DEL REI - MINAS GERAIS
Agosto de 2013
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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INSTITUCIONAL
MANTENEDORA: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE
ALMEIDA NEVES” LTDA
Endereço:Av. Leite de Castro, no. 1.101 Bairro Fábricas
CEP.:36.301.182 – São João del-Rei – Minas Gerais
Telefone: (032) 3379-2725
Fax: (032) 3379-2725
CNPJ: 03.219.494/0001-98
Inscrição estadual: isento
URL: http://www.iptan.edu.br
Endereço eletrônico: [email protected]
Dirigente da Mantenedora: Dr. Nicolau Carvalho Esteves
__________________________________________________________________
MANTIDA: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA
NEVES” – IPTAN
Credenciamento da IES: MEC – Portaria nº 2.065, DOU 26/12/2000
Recredenciamento: MEC - Portaria nº 1.156, DOU 14/09/2012
Endereço: Av. Leite de Castro, no 1101 - Bairro Fábricas
CEP.:36.301.182 – São João del-Rei – Minas Gerais
Telefone: (0XX32) 3379-2725
Fax: (0XX32) 3379-2725 ramal 201
CNPJ: 03.219.494/0001-98
URL: http://www.iptan.edu.br
Endereço eletrônico: [email protected]
CNPJ: 03.219.494/0001-98
Inscrição estadual: isento
Diretor Geral: Prof. Msc. Ricardo Assunção Viegas
Diretora de Graduação: Profª Dra. Maria Tereza Gomes de Almeida Lima
Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão: Prof. Dr. Heberth Paulo de Souza
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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Coordenadoria do Curso de Engenharia de Produção - COENP
Coordenador
Professor Marcos Sávio de Souza
Colegiado do Curso
Professor:
Professor:
Professor:
Professor:
Discente:
Secretária:
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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SUMÁRIO
SUMÁRIO ........................................................................................................................ 4
1. RESUMO ..................................................................................................................... 6
2. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA....................................................................... 6
3. APRESENTAÇÃO DO IPTAN ...................................................................................... 7
3.1. CARACTERÍSTICAS SÓCIO-ECONÔMICAS REGIONAIS ................................. 7
3.2. INSERÇÃO REGIONAL DO IPTAN ...................................................................... 8
3.3. REALIDADE EDUCACIONAL DA MESOREGIÃO CAMPO DAS VERTENTES ... 9
4. Apresentação da Engenharia de Produção ............................................................... 11
4.1. CURSOS OFERECIDOS PELO IPTAN .............................................................. 12
5. HISTÓRICO DO CURSO .......................................................................................... 13
6. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COMO ÁREA DE CONHECIMENTO..................... 14
7. CURSOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NO PAÍS .......................................... 15
8. JUSTIFICATIVA ......................................................................................................... 16
9. LEAGALIDADE DO PROJETO ................................................................................. 18
10. PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO .................................................................... 20
11. OBJETIVOS ............................................................................................................. 21
12. Perfil do Egresso ..................................................................................................... 24
13. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ........................................................................ 25
14. OFERECIMENTO .................................................................................................... 26
14.1. GRAU ACADÊMICO ......................................................................................... 26
14.2. MODALIDADE .................................................................................................. 26
14.3. TITULAÇÃO ...................................................................................................... 26
14.4. HABILITAÇÕES OU LINHAS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA .......................... 26
14.5. VAGAS .............................................................................................................. 26
15. REQUISITOS DE ACESSO ..................................................................................... 26
16. INTER-RELAÇÃO ENTRE OS CICLOS .................................................................. 27
16.1. METODOLOGIA APLICADA ............................................................................. 28
16.2. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ..... 28
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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16.3. QUADRO RESUMO DA DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA ..................... 32
16.4. EMENTAS E BIBLIOGRAFIA ............................................................................ 32
17. RECURSOS HUMANOS ......................................................................................... 72
18. INFRAESTRUTURA ................................................................................................ 72
18.1. EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS .................................................................. 72
18.2. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO
DE ENSINO/PESQUISA. ........................................................................................... 72
18.3. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO
DE ENSINO. .............................................................................................................. 74
18.4. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA ENSINO – SALA
DE AULA .................................................................................................................... 74
18.5. NECESSIDADE DE ACERVO BIBLIOGRÁFICO .............................................. 74
19. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC ........................................................................ 75
19.1 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM ...................................................................................................... 75
19.2. ESTRATÉGIA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ................... 75
19.3. SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM................................. 76
20. Anexos ..................................................................................................................... 77
20.1. Fluxograma do Curso........................................................................................ 77
20.2. Cronograma do Curso....................................................................................... 79
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1. RESUMO
Denominação: Curso de Graduação em Engenharia de Produção
Modalidade: Bacharelado
Titulação conferida: Bacharel em Engenharia de Produção
Unidade Acadêmica: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE
ALMEIDA NEVES” LTDA
Duração do Curso: 10 (dez) semestres letivos - 5 anos
Integralização do Curso: mínimo de 10 (dez) e máximo de 15 (quinze) semestres
Regime Acadêmico: Semestral
Turno de Funcionamento: Noturno
Número de Vagas: 120 vagas anuais
Dimensão das Turmas: 60 alunos p/ turma
Carga Horária: 3 840 horas
(3720 horas + 120 horas em Atividades Acadêmicas Complementares) com implantação no segundo
semestre letivo do ano 2014
2. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
___________________________________________________________________
Ciclo Básico 1600 Horas
21 unidades curriculares
Ciclo Intermediário
760 Horas
10 unidades curriculares
Ciclo Profissionalizante 1480 Horas
15 unidades curriculares
Esquema Estrutural do Curso de Engenharia de Produção.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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10º
3. APRESENTAÇÃO DO IPTAN
A idéia de criação do Instituto surgiu por meio de um processo natural e sinérgico após
trezentos anos de história da cidade de São João del-Rei em Minas Gerais e, também, a região,
marcadas por episódios, situações, personalidades, crenças, religiosidade e locais que rememoram
vidas e lutas em prol do conhecimento, da autonomia e do ideal de liberdade de seu povo.
O IPTAN oferece à sociedade, os cursos de graduação em Administração, Ciências
Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Gestão da Tecnologia da Informação e
Pedagogia, tendo como objetivo formar profissionais de nível superior para o desempenho
qualificado de diversas funções laborais. Institucionalizou-se na casa a cultura de comprometido na
busca pela excelência, a qual pode ser medida pelo aperfeiçoamento contínuo e eficaz, que promova
a permanente e adequada inserção de nosso acadêmico-egresso no mercado de trabalho, de acordo
com os mais nobres padrões de ética e cidadania.
Outros cursos de graduação serão oferecidos pelo Instituto, em futuro breve, de acordo com
um amplo planejamento acadêmico estratégico, cuja meta a médio prazo encontra-se em fase
avançada de concretização e cujos resultados estarão, oportunamente, disponíveis a toda
comunidade regional.
O Instituto é regido por decisões tomadas a partir da sua Diretoria Administrativa e do
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, Conselho que tem como membros: diretores,
coordenadores, docentes, discentes e representantes da comunidade externa.
3.1. CARACTERÍSTICAS SÓCIO-ECONÔMICAS REGIONAIS
O IPTAN se situa em uma das principais regiões brasileiras – o Sudeste. O Estado de Minas
Gerais, um dos maiores e mais importantes estados brasileiros, tem características singulares, pelo
seu potencial econômico, pelas suas tradições, pela cultura regional, por sua importância política,
pela sua estrutura educacional e, sobretudo, por sua gente.
A inserção de Minas Gerais na região Sudeste do país, com extensas linhas fronteiriças com
outros estados líderes que têm alavancado o processo de desenvolvimento nacional, confere ao
estado a responsabilidade de buscar seu crescimento e afirmar seus valores, preparando seus
quadros e instituições para as novas matrizes do desenvolvimento mundial.
O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo de municípios (853), com os quais
distribui as responsabilidades sócio-econômico-político-administrativas. Seu Produto Interno Bruto
corresponde a 10% do PIB nacional. O Estado é responsável, atualmente, por mais de 12% das
exportações do Brasil. Divide-se entre os setores: agropecuário (24%), comércio de mercadorias
(13%), indústria de transformação (12%), prestação de serviços (19%), atividades sociais (10%),
construção civil (7%), entre os mais significativos (IBGE, 2010).
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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A população economicamente ativa de Minas Gerais corresponde a 10% do total do País,
com expectativa de vida de 74 anos para as mulheres e 67 anos para os homens, e taxa de
mortalidade infantil de 26 para mil nascidos vivos. Cerca de 30% da população mineira tem menos de
24 anos de idade, o que evidencia o potencial de demanda por Educação nos próximos anos,
sobretudo se considerar que a região Sudeste tem grau de urbanização de mais de 90% (em Minas
Gerais é de cerca de 82%, crescendo na região metropolitana para mais de 92%) (IBGE, 2010).
Neste contexto, o município de São João del-Rei está inserido na Mesorregião Campos das
Vertentes e na Microrregião de São João del-Rei, possuindo as seguintes características geográficas:
 área: 1.463,593 km²;
 população estimada: 84.919 habitantes (IBGE/2011);
 eleitorado: 63.091eleitores – (TRE/MG 2012)
 densidade demográfica: 57,7 hab./km²;
 indicadores:
- IDH médio: 0,816 (PNUD/2000);
- PIB: R$ 822.362 (IBGE/2009); e
- PIB per capita: R$ 9.617,93 (IBGE/2009).
3.2. INSERÇÃO REGIONAL DO IPTAN
A mesorregião dos Campos das Vertentes é uma das doze que compõem o Estado de Minas
Gerais. Formada por 36 municípios, divide-se em três microrregiões: Barbacena, Lavras e São João
del-Rei, que possuem 12.563,667 km de extensão territorial. Sua população média é de 506.007 mil
2
habitantes, gerando uma densidade demográfica de 43,46 habitantes/Km . O Campo das Vertentes
possui IDH médio de 0,775, PIB em torno de R$2.958.033.146,00 e PIB per capita em torno de
R$5.586,23 (IBGE, 2010). A região tem como mesorregiões limítrofes a região metropolitana de Belo
Horizonte, Oeste de Minas, Sul de Minas e Zona da Mata, sendo considerada, devido a essa
característica, ponto estratégico no Estado.
Considerada como uma das principais cidades da Mesorregião do Campo das Vertentes, São
João del-Rei. Cidade histórica, distante 180 Km da capital do Estado, Belo Horizonte, foi elevada à
categoria de vila em 1713, recebendo então o nome de São João del-Rei, em homenagem a D. João
V, rei de Portugal, e a Tomé Portes del-Rei, bandeirante paulista considerado seu fundador.
2
São João del-Rei possui cerca de 85.500 habitantes, 1.464 Km de área da unidade territorial,
temperatura média anual de 21º C e um elevado índice de desenvolvimento humano em relação ao
país, com 0,816. Como principais atividades econômicas têm a indústria têxtil, estanho, móveis e
turismo.
A cidade concentra, também, serviços de saúde, comércio e educação, polarizando
municípios do Campo das Vertentes e Sul de Minas. É conhecida também por estar se tornando uma
cidade universitária devido a expanção da Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ.
A cidade possui importantes empresas nas áreas têxtil, metalúrgica, alimentícia, entre outras,
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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sendo então um dos principais polos industriais do Campo das Vertentes. Destacam-se na região a
Bozel Mineração S/A (adquirida pela Japonesa, Japan Metals e Chemicals Co. Ltd – JMC/Japan
Metals e Chemicals) e a LSM Brasil S/A.
De acordo com o Instituto de Geociências Aplicadas - Secretaria de Ciência e Tecnologia, a
altitude máxima é de 1.338 m, e a mínima, 912 m. Do relevo: afloram no município rochas de idade
pré-cambriana e depósitos quaternários, estes últimos preenchendo, quase sempre, as calhas
fluviais. Principais rios: Rio das Mortes, Rio Carandaí, Rio Elvas e a Represa de Camargos. Minerais:
argila, caulim, diamante, estanho, cobre, ouro, outros minerais.
Os parques, reservas e hortos florestais são: Parque Ecológico Municipal da Serra do
Lenheiro, Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra de São José, Horto Florestal do Instituto
Estadual de Florestas (IEF), Horto Florestal do IBAMA (Estação de Florestas Experimental).
3.3. REALIDADE EDUCACIONAL DA MESOREGIÃO CAMPO DAS VERTENTES
Contamos, na nossa região, com 36 municípios da mesorregião Campo das Vertentes:
Alfredo Vasconcelos, Antônio Carlos, Barbacena, Barroso, Bom Sucesso, Capela Nova, Carandaí,
Carrancas, Conceição da Barra de Minas, Coronel Xavier Chaves, Desterro do Melo, Dores de
Campos, Ibertioga, Ibituruna, Ijaci, Ingaí, Itumirim, Itutinga, Lagoa Dourada, Lavras, Luminárias,
Madre de Deus de Minas, Nazareno, Nepomuceno, Piedade do Rio Grande, Prados, Ressaquinha,
Resende Costa, Ritápolis, Santa Bárbara do Tugúrio, Santa Cruz de Minas, Santana do Garambéu,
São João del-Rei, São Tiago, Senhora dos Remédios e Tiradentes.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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Figura 4 – Disponível em: < http://www.bdpa.cnptia.embrapa.br/ > Acesso em: 17 out. 2012
Na mesorregião de Campo das Vertentes há uma predominância do Ensino Médio
acadêmico sobre outros cursos. A demanda do Ensino Médio, na mesorregião, é significativa, com
tendência a aumentar, conforme o quadro abaixo:
Municípios
Alfredo Vasconcelos
Antônio Carlos
Barbacena
Barroso
Bom Sucesso
Capela Nova
Carandaí
Carrancas
Conceição da Barra de Minas
Coronel Xavier Chaves
Desterro do Melo
Dores de Campos
Ibertioga
Ibituruna
Ijaci
Ingaí
Itumirim
Itutinga
Número de discentes matriculados
no Ensino Médio, em 2010
282
417
7.378
964
875
203
1023
213
203
117
98
345
259
141
326
107
324
180
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Lagoa Dourada
Lavras
Luminárias
Madre de Deus de Minas
Nazareno
Nepomuceno
Piedade do Rio Grande
Prados
Ressaquinha
Resende Costa
Ritápolis
Santa Bárbara do Tugúrio
Santa Cruz de Minas
Santana do Garambéu
São João del-Rei
São Tiago
Senhora dos Remédios
Tiradentes
Total
534
4.955
276
260
331
970
208
331
261
579
248
189
187
104
5098
126
502
175
28.789
Fonte: INEP, 2011
Neste sentido, observamos que o ambiente é propício, a necessidade de novos
empreendimentos é grande, o campo de conhecimento é vasto e fecundo. Necessário se faz o
estímulo para o ressurgimento, com força, dinamismo e coragem, de lideranças com os ideais de
nossos antepassados, grandes estadistas, haja vista o que dá o nome ao Instituto, e vontade de
antever e atender as mudanças geradas pela tecnologia neste século.
4. Apresentação da Engenharia de Produção
A criação do curso de Engenharia de Produção no IPTAN é uma maneira de consubstanciar
um processo de formação educacional que se caracteriza pela inovação e pela preocupação em
atender às necessidades contextuais e estruturais da nossa região e principalmente do nosso país.
O cenário atual das empresas vem apontando para mudanças na organização do trabalho,
bem como exigindo competitividade para a sobrevivência de produtos em nível interno e externo. De
forma crescente, empresas apontam para uma adequação em formar profissionais de engenharia que
possam atuar no sentido de incrementar e implantar processos de produção mais eficientes e
modernos.
Pode-se considerar que o cenário de atuação destas empresas caracteriza-se pelo processo
de internacionalização e globalização da economia, com graus crescentes de competitividade. Assim,
a Produtividade e a Qualidade, que historicamente sempre foram elementos fundamentais de
interesse e estudo da Engenharia de Produção, tornaram-se agora uma necessidade de
competitividade global não apenas para grandes organizações, mas também para médias e
pequenas empresas.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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De acordo com as diretrizes da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção)
compete ao Engenheiro de Produção, o projeto, a modelagem, a implantação, a operação, a
manutenção e a melhoria de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens,
recursos financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. Dessa forma, em uma visão
ampla, produzir é mais que simplesmente utilizar conhecimento científico e tecnológico. É necessário
integrar fatores de natureza diversos, atentando para critérios de qualidade, produtividade, custos,
responsabilidade social entre outros.
A necessidade dos conhecimentos e técnicas da Engenharia de Produção tem feito com que
o mercado procure e valorize os profissionais egressos dos cursos desta área. Em função disso, a
demanda pelos cursos de Engenharia de Produção tem sido muito grande, segundo apontam as
estatísticas dos vestibulares nos sites das principais universidades Públicas e Privadas brasileiras.
Baseado na exposição anterior o INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO
DE ALMEIDA NEVES” – IPTAN, através de sua Diretoria, propõe a criação do Curso de Engenharia
de Produção, que possui um delineamento didático-pedagógico que se coaduna à proposta
educacional de seus seis cursos oferecidos, conforme tabela abaixo:
4.1. CURSOS OFERECIDOS PELO IPTAN
CURSO
ATO DE
AUTORIZAÇÃO
Administração
Bacharelado
Portaria nº 1.151 de
19/12/2008
DOU 23/12/2008
Seção 1 – p. 27
Portaria nº 1.151 de
19/12/2008
DOU 23/12/2008
Seção 1 – p. 27
Ciências
Contábeis
Bacharelado
Direito
Bacharelado
Gestão da
Tecnologia da
Informação
Tecnólogo
Pedagogia
Licenciatura
Portaria nº 201 de
12/02/2009
DOU 13/02/2009
Seção 1 – p. 13
Portaria nº 446 de
22/11/2011
DOU 24/11/2011
Seção 1 – p. 51 e 52
Portaria nº 35
19/04/2012
DOU 20/04/2012
Seção 1 – p.16.
Nº DE VAGAS
120
vagas/semestre
Portaria nº 698 de
05/09/2008
DOU 26/09/2008
Seção 1 – p. 17
Portaria nº 36
19/04/2012
DOU 20/04/2012
Seção 1 – p.17
Educação Física
Licenciatura
Enfermagem
Bacharelado
ATO DE
RECONHECIMENTO
Nº DE
ALUNO
S POR
TURMA
60
TAMANHO
DAS
TURMAS
60 (teoria)
30 (prática)
120
vagas/semestre
60
60 (teoria)
30 (prática)
100
vagas/semestre
60
50 (teoria)
25 (prática)
120
vagas/semestre
60
60 (teoria)
30 (prática)
100
vagas/semestre
60
50 (teoria)
25 (prática)
120
vagas/semestre
60
60 (teoria)
30 (prática)
120
vagas/semestre
60
60 (teoria)
30 (prática)
Dessa forma, com a criação do Curso de Engenharia de Produção, novos professores e
laboratórios se juntarão aos recursos humanos e materiais que a instituição, já, proporciona com a
finalidade de desenvolver e/ou implementar ações didático-pedagógicas integradas ao seu projeto
institucional. Para isto, neste Projeto Pedagógico do Curso estarão envolvidos esforços institucionais
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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propiciando o desenvolvimento de um curso que proporcione não somente uma sólida formação
científica e tecnológica, mas que também forneça habilidades para administrar bens e/ou serviços,
considerando seus aspectos sociais, econômicos e ambientais, tudo isto em uma visão ética e
humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
5. HISTÓRICO DO CURSO
O projeto pedagógico do curso de Engenharia de Produção do IPTAN tem sua conceituação
nas diretrizes da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) e nas orientações do
CNE/CES 11/2002. A ABEPRO é uma entidade que congrega estudantes, profissionais, professores e
cursos de graduação e pós-graduação relacionados à Engenharia de Produção de todo o país. Já o
CNE/CES Institui as “Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, na
forma de conteúdos profissionalizantes e que devem constar de todos os cursos de Engenharia de
Produção.
Adota-se como base para este Projeto Pedagógico do curso a definição de Engenharia de
Produção da proposta pela ABEPRO. Segundo ela as Referências Curriculares para a Engenharia de
Produção são resultados de um processo longo e coletivo de construção, nascido e conduzido pela
comunidade da Engenharia de Produção em seus fóruns oficiais (ENEGEP – Encontro Nacional de
Engenharia de Produção e ENCEP – Encontro de Coordenadores de Cursos de Engenharia de
Produção). Este processo iniciou-se pela atuação do Grupo de Trabalho de Graduação no ENEGEP
de 1996 (Piracicaba - SP), seguindo até a aprovação pela Plenária do ENEGEP de 2003 (Ouro Preto
- MG). Portanto, vários encontros foram realizados para a aprovação da proposta da ABEPRO para a
reformulação da área de Engenharia de Produção na TAC (TABELA de Áreas de Conhecimento).
Segundo a ABEPRO, este processo se finalizou oficialmente em novembro de 2004, quando
o INEP/MEC solicitou a representação da ABEPRO no processo de discussão para a elaboração do
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE). Nesse processo de discussão ficou
firmada a posição da Engenharia de Produção como um dos principais ramos de Engenharia dentro
do Sistema Educacional, ladeando com áreas mais tradicionais da Engenharia, a saber: Civil,
Mecânica, Elétrica, Química e Materiais.
Na seqüência das discussões, já em fevereiro de 2005 foi formada a Comissão Assessora da
área junto ao INEP/MEC, com as funções de auxiliar aquele órgão na elaboração de procedimentos
inerentes ao SINAES (Enade e Avaliação de Cursos de Graduação). Em novembro de 2005 é
realizado o Enade das Engenharias, com prova, própria, elaborada para a Engenharia de Produção,
tendo como base, a definição das subáreas adotada pela ABEPRO e consubstanciada em portaria
própria inerente ao edital do exame.
No âmbito destas discussões ficou estabelecida para a Engenharia de Produção sua “Grande
Área e Diretrizes Curriculares”, definindo o campo da Engenharia de Produção como:
“Compete à Engenharia de Produção o projeto, a modelagem, a
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implantação, a operação, a manutenção e a melhoria de sistemas
produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens,
recursos financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia.
Compete ainda especificar, prever e avaliar os resultados obtidos
destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, recorrendo a
conhecimentos especializados da matemática, física, ciências
humanas e sociais, conjuntamente com os princípios e métodos de
análise
e
projeto
da
engenharia”.
“Produzir
é
mais
que
simplesmente utilizar conhecimento científico e tecnológico. É
necessário integrar fatores de naturezas diversas, atentando para
critérios de qualidade, produtividade, custos e responsabilidade
social, entre outros. A Engenharia de Produção, ao voltar a sua
ênfase para características de produtos (bens e/ou serviços) e de
sistemas produtivos, vincula-se fortemente com as idéias de
projetar e viabilizar produtos e sistemas produtivos, planejar a
produção, produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza.
Essas atividades, tratadas em profundidade e de forma integrada
pela Engenharia de Produção, são fundamentais para a elevação
da qualidade de vida e da competitividade do país”.
6. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COMO ÁREA DE CONHECIMENTO
Além desta conceituação, todo o debate ao longo dos anos e nos congressos do ENEGEP e
ENCEP, proporcionou definir, também, as subáreas da Engenharia de Produção como:
a) Gestão da Produção;
b) Gestão da Qualidade;
c) Gestão Econômica;
d) Ergonomia e Segurança do Trabalho;
e) Gestão do Produto;
f)
Pesquisa Operacional;
g) Gestão Estratégica e Organizacional;
h) Gestão do Conhecimento Organizacional; e
i)
Gestão Ambiental.
Este conjunto de subáreas está integralmente contemplado na Resolução CNE/CES 11/2002
que “Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, na forma de
conteúdos profissionalizantes e devem constituir o núcleo de unidades curriculares de todos os
cursos de Engenharia de Produção.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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7. CURSOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NO PAÍS
São considerados cursos de Engenharia de Produção aqueles que atendem às atuais diretrizes
curriculares em termos de conteúdos básicos e que contemplem os 9 conteúdos profissionalizantes
explicitados anteriormente. Estes cursos podem ainda possuir uma ênfase a partir de uma base
tecnológica clássica (mecânica, civil, elétrica, química, etc.) ou que atenda a um setor ou ramo
produtivo, desde que seja coerente com os seus objetivos e atenda à legislação em vigor. Não podem
ser considerados como Engenharia de Produção aqueles que tenham a Produção como ênfase (Ex:
Engenharia Mecânica, ou Civil, ou Elétrica com ênfase em Produção).
De acordo com o banco de dados da ABEPRO (www.abepro.org.br, 2011), existem no país
aproximadamente 486 cursos de graduação em Engenharia de Produção. Deste total, 78 cursos em
Minas Gerais, número significativo visto que não existiam cursos de Engenharia de Produção, no
estado, até 1998. A maioria desses cursos criou o Fórum Mineiro de Engenharia de Produção com o
objetivo de gerar e manter uma identidade para os cursos mineiros, formular propostas de
intercâmbios diversos e de representar os cursos de Engenharia de Produção Mineiros junto a
organismos públicos e privados.
Apesar do grande número de cursos oferecidos em Minas Gerais, nossa região, ainda, carece
de novas vagas o que pode ser constatado através da Tabela 1, onde se observa que a procura por
cursos de engenharia de produção ainda é elevada quando se considera a relação candidatos/vaga.
TABELA 1 – Relação de candidatos e candidato/vaga para os cursos de Engenharia de Produção em
universidades de maior procura por secundarista de nossa região.
Ano 2009
Instituição
Ano 2010
Ano 2011
Candidatos
Ano 2012
Vagas
Relação candidato/vaga
Universidade Federal de
Viçosa
Universidade Federal de
Minas Gerais
Universidade Federal de Ouro
Preto
Universidade Federal de
Itajubá
Universidade Federal de Juiz
de Fora
Universidade Federal de São
João del-Rei
725
40
18,13
1227
789
90
1.170
14,60
625
8,12
1.645
504
42
575
36
1.223
620
10,65
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
11,48
36
34,0
606
60
10,1
22
16,04
54
90
13,40
60
353
Sisu
1.206
8,4
9,53
60
90
45,7
25
402
11,23
487
1.403
9,7
40
Sisu
Sisu
15,59
36
243
12,44
449
90
17,38
45
32
18,81
13,0
40
560
510
19,73
16,63
584
40
603
42
14,35
54
744
54
13,78
Página 15
8. JUSTIFICATIVA
As grandes preocupações da área de Engenharia de Produção, incluindo aumento de
produtividade, redução de custos e melhoria da qualidade, ao lado da metodologia sistêmica voltada
para o desenvolvimento integrado, colocam-se como fatores indispensáveis na visualização de
alternativas de saída para a crise em que está imersa a sociedade brasileira. A melhoria da qualidade
de vida da população vincula-se, nos cenários utilizados, à alavancagem do sistema produtivo de
bens e serviços, em termos quantitativos e qualitativos.
A década de 90 foi uma época de grandes transformações econômicas e sociais em todo
mundo, acarretando uma reordenação das áreas de influência dos principais países desenvolvidos,
com reflexos inevitáveis em nosso país. O processo de crescente engajamento do País no cenário
internacional, que se acentuou a partir da década de 50, deverá prosseguir de forma acelerada
durante as próximas décadas. Isso exigirá, naturalmente, uma modernização do parque industrial,
para manter a sua competitividade em nível mundial. Para isso, não será suficiente o país continuar
oferecendo mão-de-obra barata no mercado mundial, pois este fator é um recurso superabundante no
mundo, e a situação tende a agravar-se com a emergência de novos países industrializados. Deverá,
isto sim, ser capaz de produzir, cada vez mais, produtos de alta qualidade a preços competitivos,
visando, inclusive, o mercado dos países desenvolvidos, dos países da América Latina (Mercosul),
além do mercado interno. Isso terá reflexos sobre os sistemas produtivos, que deverão modernizar-se
para atender às exigências cada vez mais sofisticadas dos consumidores, levando em conta as novas
divisões do mercado mundial e as vantagens comparativas na produção. Os avanços tecnológicos
geralmente se referem aos progressos do “hardware”, ou seja, aqueles incorporados nas máquinas,
nos equipamentos e nos processos. Entretanto, estes não operam satisfatoriamente se não forem
acompanhados de uma adequação da estrutura gerencial e dos recursos humanos. É na tecnologia
de organização desses fatores que a Engenharia de Produção (EP) dá uma contribuição mais
significativa.
A oferta de empregos para Engenheiros de Produção cresceu substancialmente nos últimos
dez anos. O número de graduados não acompanhou esse crescimento em função do pequeno
aumento do número de vagas ocorridas nesse período, segundo dados da ABEPRO (Associação
Brasileira de Engenharia de Produção, 1999).
Aliado a este fato vê-se que as novas tendências mercadológicas (produtos cada vez mais
personalizados, lotes menores e com grande variedade, exigências de qualidade e preço), obrigam o
produtor a buscar soluções que possibilitem produzir com flexibilidade, maior rapidez, garantia de
qualidade e preços atraentes.
O Engenheiro de Produção é um desses novos profissionais que estarão sendo preparados
para atuar exatamente nos processos gerenciais no sentido de alavancar o sistema produtivo de bens
e serviços em termos quantitativos e qualitativos.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 16
O Curso de Engenharia de Produção definiu seu perfil inicialmente a partir dos objetivos de
informar e formar o futuro profissional, de modo que ele pudesse desenvolver habilidades para operar
e obter o máximo dos sistemas de produção, realizar pesquisas, acessarem informações e,
sobretudo, saber buscar meios para responder as dúvidas e solucionar problemas relativos às
diversas áreas de atuação.
Mudanças importantes foram inseridas quanto aos objetivos do Curso, ao longo do tempo,
seja para atender demandas legais (originadas dos Conselhos Federal e Estadual de Educação,
Ministério da Educação e Cultura), seja para responder a demandas emanadas do mercado de
trabalho, universo crescentemente exigente, buscando profissionais competentes e atentos ao
acelerado processo de mudança científico-tecnológica em curso no campo da Engenharia de
Produção. Por outro ângulo, os objetivos do Curso assumiram exigências com a urgente inclusão de
temas transversais na formação profissional do Engenheiro de Produção: sustentabilidade dos
recursos naturais; conservação e preservação da biodiversidade; respeito à diversidade social;
aspectos éticos e humanísticos afetos ao cidadão e ao profissional.
A profissão do Engenheiro da Produção nos últimos anos vem ampliando suas possibilidades
de diversificação e inserção no mercado de trabalho. Seguindo uma tendência mundial de
crescimento e de investimentos na área Industrial tem se tornado para o profissional formado em
Engenharia de Produção, altamente atrativo atendendo as demandas complexas e diversas dos
campos de atividades de responsabilidade deste profissional.
Dessa forma podemos assegurar que por um lado, a implantação do Curso de Engenharia de
Produção no Instituto Presidente Tancredo Neves - IPTAN contribuirá no desenvolvimento da região
de sua abrangência onde possui empresas do ramo metal mecânico e metalúrgico, conforme mostra
a Figura 1.
FIGURA 1 – Região de atuação do IPTAN na microrregião do campo das Vertentes, Alto Paraopeba e Mantiqueira.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 17
Por outro lado, a criação de um Curso em Engenharia de Produção em função da sua
diversidade de conceitos e técnicas, do seu caráter empreendedor e da alta necessidade de
profissionais no mercado de trabalho, consolidará o IPTAN como um Instituto de alto nível na
formação de profissionais, fortalecendo-o no cenário nacional e os profissionais egressos dele no
mercado de trabalho.
Observa-se, também, que qualidade de recursos humanos do Curso de Administração do IPTAN
vem a corroborar com o diferencial do curso, possibilitando o desenvolvimento de um perfil
acadêmico com habilidades voltadas para áreas sociais, administrativas e ambientais para atuar em
empresas de grande e pequeno porte. Esse perfil será realçado durante o ciclo profissionalizante com
o oferecimento de um rol de disciplinas, optativas, oferecidas pelo Curso de Administração,
previamente, aprovadas pelo colegiado do Curso de Engenharia de Produção,
Desta forma, adotamos como estratégia de oferecimento do curso de Engenharia de
Produção, um diferencial em relação aos demais cursos existentes em nossa região de abrangência.
Para tanto, se propõe formar um engenheiro que tenha grandes habilidades e competências para
atuar na área de gestão administrativa, como também permitir que o egresso adquira competências
específicas em processos de produção do setor metal/mecânico (formação com base mais
Tecnológica).
Asseguramos que em qualquer dos caminhos adotados pelo egresso durante o curso, sua
formação estará voltada: de um lado, para uma atuação regional diante do panorama industrial de
pequenas empresas existentes, prestando um importante trabalho sócio/econômico; de outro lado,
quanto à atuação em qualquer região do país, nos mais diversos tipos de empresas que atuem tanto
com a fabricação de bens de consumo quanto às prestadoras de serviços.
Finalmente, mas não menos importante, o levantamento feito entre as universidades mineiras
que oferecem cursos de Engenharia de Produção, mostrou a validade de criação do Curso de
Engenharia de Produção no IPTAN, para atender o grande número de excedentes nos vestibulares
existentes. O IPTAN, com a criação deste curso vem mostrar, também, o quanto está atento às novas
demandas do mercado e aos anseios dos jovens que necessitam se profissionalizar para preencher
as novas exigências do mercado de trabalho, lançando-se no cenário nacional como uma Instituição
de Superior de Ensino moderna atuante.
Para cumprir essa finalidade, novos docentes serão contratados, laboratórios serão
implantados e construções de salas serão providenciadas.
9. LEAGALIDADE DO PROJETO
O projeto foi desenvolvido com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), na
Resolução CNE/CES Nº 11 de 11/03/2002 e na Resolução CNE/CES Nº 2 de 18/06/2007 que
dispõem sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração do curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 18
Considera-se, também, que a proposição de cursos de engenharia de produção deve condicionar-se
as determinações legais da Lei de Diretrizes e Bases da educação - Lei Nº 9394 de 20 de dezembro
de 1996, com particular atenção ao artigo 43 que baliza as ações a serem desenvolvidas no âmbito
de um projeto de curso de graduação:
Art. 43. A educação superior tem por finalidade:
I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento
reflexivo;
II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores
profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua
formação contínua;
III - incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da
ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento
do homem e do meio em que vive;
IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem
patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras
formas de comunicação;
V - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a
correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa
estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
VI - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e
regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de
reciprocidade;
VII - promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas
e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na
instituição.
Outro dispositivo legal e regulatório que deve nortear um projeto de curso de graduação em
engenharia de produção é a Resolução CNE/CES 11/2002 que, em síntese, dispõe, entre outros,
sobre:
a) Princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação em engenharia;
b) Desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos;
c) Perfil do formando, egresso ou profissional de engenharia; e
d) Competências e habilidades gerais para a formação em engenharia.
Dispõem ainda que o curso deva possuir, entre outros;
a) Um projeto pedagógico;
b) Trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso,
sendo que pelo menos um desses deverá se constituir em atividade obrigatória como
requisito para a graduação;
c) Atividades complementares (iniciação científica, visitas técnicas, etc.);
d) Um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um
núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a modalidade;
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 19
e) Núcleo de conteúdos básicos com cerca de 30% da carga horária mínima;
f)
Núcleo de conteúdos profissionalizantes com cerca de 15% de carga horária mínima;
g) Núcleo de conteúdos específicos que se constitui em extensões e aprofundamentos dos
conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes; e
h) Carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas.
Para atender as normas institucionais do Instituto Presidente Tancredo Neves - IPTAN e do
Ministério da Educação que regulam a elaboração de projetos pedagógicos e orientam sobre a
política de ensino de graduação. Juntam-se a este projeto:
a) REGIMENTO GERAL do IPTAN;
b) Resolução 001 do CNE de 17 de junho de 2004 – “Diretrizes Curriculares Nacionais para
Educação das Relações Étnico-Raciais” ;
c) PARECER CNE/CP 3 de 27 de fevereiro de 2002 – “Inserção da disciplina de
Responsabilidade Social e Ambiental nos Currículos dos Ensinos Médio e Superior”;
d) DECRETO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA 5296 de 02 de dezembro de 2004 – “Critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou
com mobilidade reduzida”.
10. PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO
O termo Projeto Político Pedagógico do Curso foi assumido pela ABENGE (Associação
Brasileira de Ensino de Engenharia), principalmente a partir dos Seminários do PAEPE (Programa de
Apoio ao Ensino e a Pesquisa em Engenharia) que foram realizados no período de julho a setembro
de 2002. Estes Seminários foram organizados pela ABENGE e financiados pela SESU (Secretaria de
Ensino Superior do MEC) em diferentes pontos do país através dos 06 encontros regionais de
instituições de ensino de engenharia. Conforme disposto no Relatório Geral destes Seminários,
encaminhado pela diretoria da ABENGE, “os principais objetivos do PAEPE são dar suporte à
elaboração de projetos político-pedagógicos que possibilitem a reestruturação curricular e a
adequação da infra-estrutura dos Cursos de Engenharia do País”.
O termo Projeto Político Pedagógico do Curso que consta da legislação atual foi consolidado
durante o XXX COBENGE (Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia), realizado em
Piracicaba/SP de 22 a 25 de setembro de 2002, organizado pela UNIMEP (Universidade Metodista de
Piracicaba). De fato, esta denominação é bem mais abrangente que o termo Projeto Pedagógico e
encerra com mais precisão o preconizado na legislação atual e nas resoluções decorrentes. Também
está mais bem sintonizado com o que vem sendo formulado pelas diversas entidades que congregam
professores e instituições que tratam da Educação Superior no país. Dessa forma, o termo Projeto
Político Pedagógico do Curso abrange todos os interesses na formação dos egressos dos cursos de
Engenharia de Produção além dos os órgãos governamentais, da entidade de classe que congrega a
profissão e a sociedade.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 20
Os objetivos principais do presente Projeto Político Pedagógico do Curso são:
a) Atender ao disposto na Resolução CNE/CES 11/2002 (Resolução da Câmara de
Educação Superior - CES - do Conselho Nacional de Educação - CNE - Publicada no
Diário Oficial da União de 9 de abril de 2002) especialmente em seu artigo 5º que
estabelece a necessidade de um projeto pedagógico para os cursos de graduação;
b) Garantir a consonância do Curso de Engenharia de Produção do IPTAN com as diretrizes
gerais para os cursos de Engenharia de Produção produzidos pela ABEPRO (Associação
Brasileira de Engenharia de Produção) e que foram a base para a elaboração do Manual
de Avaliação do Curso de Engenharia de Produção que compõe o Sistema de Avaliação
da Educação Superior do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais);
c) Firmar um documento que represente uma síntese do Curso de Engenharia de Produção
do
IPTAN
em
termos
de
objetivos,
de
visão
acadêmica,
de
organização
didático/pedagógica e de compromissos com a sociedade e, principalmente, com a
formação do Cidadão Engenheiro de Produção do IPTAN.
É também objetivo deste Projeto Político Pedagógico do Curso propor diretrizes criando um
ambiente no qual, mais que professores e alunos envolvidos no processo de aprendizagem processo de ensinar /trabalhar / aprender / ensinar - todos possam conviver em harmonia, tendo
como meta fazer desse tempo de convivência o melhor das nossas vidas.
Do ponto de vista da estruturação do currículo, é conveniente conceber três Campos de
Formação; Ciclo de Formação Básico, Ciclo Formação Intermediário e Ciclo Formação
Profissionalizante, que correspondam a cada um dos conjuntos de conhecimentos demandados para
formação do nosso engenheiro de produção. Assim, o Ciclo de Formação Básico é composto por
unidades curriculares presentes na formação de engenheiros em geral e que constituem prérequisitos para muitos dos conteúdos abordados nos outros Campos de Formação. O Ciclo de
Formação Intermediária o aluno cursará uma série de unidades curriculares que despertará o
interesse e entendimento do ciclo profissionalizante. No Ciclo de Formação Profissionalizante serão
oferecidas unidades curriculares obrigatórias e um elenco de optativas proporcionando uma
flexibilidade curricular, necessária às mudanças de mercado e a especificidades, visto que nossos
futuros alunos, na maioria, virão de empresas da região. Alunos trabalhadores que estudam à noite
para se qualificarem.
11. OBJETIVOS
O Engenheiro de Produção formado pelo IPTAN terá um perfil de Gestor de Processos e
Produção Industrial com forte entendimento de Estrutura Organizacional, sem deixar de lado a
formação Humanística. Poderá integralizar seu curso enfatizando, através de unidades curriculares,
tanto uma formação mais tecnológica quanto uma formação mais voltada para área organizacional.
Dessa forma, o acadêmico deverá adquirir e atuar profissionalmente com as seguintes competências
indo ao encontro às premissas definidas pela ABEPRO:
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 21
a) Dimensionar e integrar recursos humanos, físicos e financeiros a fim de produzir, com
eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas;
b) Utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e
auxiliar na tomada de decisões;
c) Projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em
consideração os limites e as características das comunidades envolvidas;
d) Prever e analisar demandas, selecionar conhecimento científico e tecnológico,
projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade;
e) Incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos
seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e
processos, e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria;
f)
Prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as
organizações e os seus impactos sobre a competitividade;
g) Acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da
demanda das empresas e da sociedade;
h) Compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meio ambiente, tanto
no que se refere à utilização de recursos escassos quanto à disposição final de
resíduos e rejeitos, atentando para a exigência de sustentabilidade;
i)
Utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a
viabilidade econômica e financeira de projetos; e
j)
Gerenciar e aperfeiçoar o fluxo de informação nas empresas utilizando tecnologias
adequadas.
Ainda, de acordo com o apresentado e proposto pela ABEPRO, os Engenheiros de Produção
do IPTAN deverão adquirir as seguintes habilidades:
a) Iniciativa empreendedora;
b) Iniciativa para auto-aprendizagem e educação continuada;
c) Comunicação oral e escrita;
d) Leitura, interpretação e expressão por meios gráficos;
e) Visão crítica de ordens de grandeza;
f)
Domínio de técnicas computacionais;
g) Conhecimento da legislação pertinente;
h) Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares;
i)
Capacidade de identificar, modelar e resolver problemas;
j)
Compreensão dos problemas administrativos, sócio-econômicos e do meio ambiente;
k) Capacidade de pensar globalmente e agir localmente.
Deve-se destacar que o engenheiro de produção do IPTAN, terá como diferencial na sua
formação os conteúdos relacionados à temática da sustentabilidade, prevendo uma atuação em que
serão enfatizadas, de forma integrada, as análises de ciclo de vida de produto e de processo. Os
conceitos de conservação, de reciclagem, de remanufatura e de redução, nortearão o projeto
pedagógico desse curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 22
Para que esse objetivo, ambicioso, de formar profissionais com esse perfil seja cumprido, é
preciso desenvolver nos alunos esse conjunto amplo de competências e habilidades. Além de incutir
posturas e atitudes fundamentais para o bom desempenho de indivíduos que integrarão e
freqüentemente coordenarão equipes compostas por outros profissionais.
Esse conjunto de conhecimentos inclui desde as áreas mais clássicas da Engenharia de
Produção e outros campos da gestão empresarial, passando por uma sólida base de conhecimento
científico e tecnológico. Entre as áreas típicas da Engenharia de Produção, deve-se listar o
planejamento e controle da produção; o controle e a gestão da qualidade; a organização do
trabalho/recursos humanos e dos processos produtivos; a ergonomia; a logística de suprimento e
distribuição; e a análise de viabilidade de projetos de investimento.
O reconhecimento de que o bom desempenho em cada uma dessas unidades curriculares
requer sua integração no contexto mais geral da gestão empresarial indica que a formação do
engenheiro de produção deve contemplar também outros campos, como o marketing; o controle e a
gestão de custos; o planejamento estratégico; a análise de sistemas de informação; a estruturação
das organizações; e a administração financeira. Este último conjunto de conhecimentos permite uma
compreensão mais abrangente do funcionamento da empresa, possibilitando ao engenheiro de
produção alicerçar mais solidamente sua intervenção nos campos clássicos de atuação.
Mais do que isso, permite ao profissional atuar também em outras áreas gerenciais,
ampliando o campo de atividades de sua competência, transcendendo a gestão da produção e
assumindo funções e postos mais elevados na hierarquia empresarial. Além da articulação entre os
campos clássicos da Engenharia da Produção e outros conhecimentos gerenciais, é preciso
esclarecer também a relação com o conhecimento tecnológico sobre processos produtivos, domínio
privilegiado de outras áreas da engenharia.
Em sua atuação profissional, o engenheiro de produção muitas das vezes precisa ter um bom
nível de compreensão da base técnica dos sistemas produtivos que ele projeta, implementa e
gerencia. O entendimento do “layout” ótimo de uma instalação produtiva, evidentemente, pressupõe
um sólido conhecimento sobre a tecnologia subjacente. A montagem de um bom sistema de gestão
da qualidade, igualmente, precisa de um conhecimento, prévio, sobre as variáveis tecnológicas
predominantes na eficiência produtiva. Do mesmo modo, a elaboração de projetos com conhecimento
de mercado, seja de produtos, custos, técnicas de pesquisa, ou de postos de trabalho com bom
desempenho ergonômico requer um significativo conhecimento da estrutura tecnológica.
Dessa forma, se as unidades curriculares permitirem aos alunos a compreensão dos
aspectos tecnológicos dos processos produtivos, o futuro engenheiro de produção estará apto não só
atuar de forma mais abrangente em seu rotineiro campo de ação, como na busca da eficiência dos
equipamentos e dos sistemas de produção. Assim, em determinados momentos, poderá intervir
diretamente nos aspectos estritamente tecnológicos dos problemas dos sistemas produtivos.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 23
Finalizando, este currículo garantirá, dentre outras habilidades e competência, uma
competência ímpar para integrar equipes multidisciplinares e nelas servir como profissional de
interface. Com efeito, a formação amparada em conhecimentos gerenciais e tecnológicos torna-o
capaz de dialogar com o “chão de fábrica”, com os administradores, economistas e contadores
quanto com os engenheiros, técnicos e cientistas. Uma das grandes dificuldades encontradas no
mundo fabril é a questão da comunicação inter e intra organização.
12. Perfil do Egresso
A legislação atual coloca como exigência para os cursos, a elaboração de um Projeto
Pedagógico “que demonstre claramente como o conjunto das atividades desenvolvidas garantirá o
perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas”. A
revisão crítica dessas posições conduziu à formulação do perfil desejado para o egresso dos cursos
de Engenharia de Produção do IPTAN nos seguintes termos:
Um engenheiro com formação científica e profissional que o capacite a identificar, formular e
solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de
sistemas de produção de bens e/ou serviços. Assim, este profissional atuará de forma plena
considerando seus aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e
humanista em atendimento às demandas da sociedade.
Além disso, pode-se considerar que este perfil deve imbuir no profissional um sentido de ser
criativo e flexível, ter espírito crítico, iniciativa, capacidade de julgamento e tomada de decisão. Sendo
apto a coordenar e atuar em equipes multidisciplinares, tendo habilidade em comunicação oral e
escrita e saber valorizar a formação continuada.
As mudanças tecnológicas e as alterações estruturais e conjunturais que correram
principalmente na última década influenciaram decisivamente o perfil dos profissionais de
praticamente todas as áreas de atividade. Na área de Engenharia de Produção, o perfil profissional
foi profundamente modificado, atingindo todas as suas especialidades.
Com o mundo globalizado e em constantes modificações, as fronteiras entre as profissões
tornam-se cada vez mais tênues e os profissionais formados pelas universidades já não podem
contar com um emprego estruturado e garantido aguardando-os logo após a formatura. Aquele
profissional com sólida formação em uma área de trabalho e que passa anos em uma empresa
exercendo a mesma atividade está perdendo espaço no mercado de trabalho atual.
Os especialistas em recursos humanos enfatizam que o importante é ser um profissional
capaz de ocupar diferentes cargos e funções durante a carreira, independentemente do curso
escolhido na universidade.
Essas mudanças exigem, por conseqüência, que os profissionais formados tenham
diferenciais e que se adaptem às novas exigências, de maneira que possam não só atender às
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 24
demandas do mercado de trabalho, mas também que tenham condições de criar seu próprio campo
de atuação profissional. Vale ressaltar aqui a premissa de que o profissional moderno tem que ter
condições de criar, produzir, administrar produtos ou serviços em sua própria empresa.
Dessa forma, esperamos os engenheiros de produção formados pelo IPTAN terão maior
possibilidade de serem absorvidos, imediatamente após sua formação, pelo mercado de trabalho
visto que o currículo a eles oferecido é dinâmico e flexível. Dinâmico na velocidade de mudança e
adaptação e flexível, quando oferece a possibilidade de carregar consigo unidades curriculares
específicas para o atendimento de demandas pontuais.
13. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
A proposta pedagógica elaborada visa contribuir para a formação de engenheiros de
produção que ultrapasse o nível de meros depositários de um saber especializado. Nossos futuros
engenheiros serão preparados para produzirem conhecimento, ou seja, para fazerem de sua atuação
profissional uma constante atividade de investigação, buscando respostas novas às questões antigas,
definindo possibilidades onde as cristalizações são freqüentes em termos de soluções padronizadas.
O curso de Engenharia de Produção na sua organização curricular apresenta um conjunto de
atividades de Ensino-Aprendizagem que no seu contexto ao trabalhar os conteúdos conceituais e
procedimentais do curso o fazem buscando evidenciar a construção de um profissional de Engenharia
de Produção com as habilidades e competências definidas no perfil do egresso. A postura ética e o
respeito ao meio ambiente devem conduzir todo o processo de ensino-aprendizagem buscando uma
formação teórica e prática consubstanciada numa visão crítica dos fenômenos ambientais e das
razões da sustentabilidade. Isto se observa na postura dos docentes ao evidenciar os aspectos
políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento
às demandas da sociedade;
A apresentação de trabalhos, individuais e coletivos, os seminários, as atividades de campo,
as vistas técnicas entre outras atividades colaboram para o debate, a análise, a reflexão, enfim, a
construção do profissional crítico e reflexivo.
O Estágio Supervisionado, além de permitir a verificação dos conteúdos conceituais
trabalhados permite também a observação dos conhecimentos práticos e a maneira como o futuro
profissional se comporta na solução de problemas no setor industrial.
Na monografia deve se observar a capacidade de investigação, de fundamentação científica,
de visão crítica e social capaz de propor soluções sempre dentro do princípio básico da
sustentabilidade e do desenvolvimento econômico preservando o meio ambiente.
A organização curricular proposta ao atender as DCNs nos três ciclos de formação
conduz/orienta a construção do conhecimento garantindo a formação de profissional com as
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 25
habilidades e competências definidas no perfil do egresso do curso de Engenharia de Produção.
14. OFERECIMENTO
O curso será oferecido em caráter noturno, semestralmente em 20 semanas, com carga
horária média de 400 horas por semestre e de 20 horas-aula por semana. O curso contabilizará uma
carga horária total de 3840 horas, incluindo a unidade curricular de Estágio Supervisionando, e será
oferecido ao longo de 10 períodos.
A justificativa de se oferecer o curso no turno noturno cumpre um compromisso social de criar
condições de atendimento aos alunos trabalhadores que estão nas empresas da região do Campo
das Vertentes, Alto Paraopeba, Sul de Minas e Zona da Mata. Esses alunos desempenham tarefas
relevantes e precisam se qualificar para galgarem melhores postos dentro de suas organizações.
14.1. GRAU ACADÊMICO
Bacharelado em Engenharia de Produção.
14.2. MODALIDADE
O curso será oferecido na modalidade de Educação Presencial (EDP).
14.3. TITULAÇÃO
Titulação conferida: Bacharel em Engenharia de Produção.
14.4. HABILITAÇÕES OU LINHAS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA
Linha de formação específica: Engenharia de Produção.
14.5. VAGAS
O Curso de Engenharia de Produção terá oferecimento de 120 vagas anuais no turno
noturno.
15. REQUISITOS DE ACESSO
O acesso ao curso se dará por meio de Processo Seletivo organizado e executado segundo o
disposto na legislação pertinente, com o objetivo de classificar os candidatos no limite das vagas
oferecidas. O Processo Seletivo abrangerá os conhecimentos comuns às diversas formas de
educação de nível médio, sem ultrapassar esse nível de complexidade para avaliar a formação
recebida pelos candidatos e sua aptidão intelectual para estudos superiores. A regulamentação do
processo Seletivo é dada a conhecimento público por meio de Edital publicado em órgãos de
divulgação local, regional ou nacional.
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Realizado o Processo Seletivo e restando vaga, admite-se a matrícula de aluno graduado,
com diploma devidamente registrado, para obtenção de novo título ou de aluno de outras instituições
em processo de transferência. Para estas situações será realizado um processo seletivo na
modalidade de análise curricular ou outra forma que o colegiado aprovar.
16. INTER-RELAÇÃO ENTRE OS CICLOS
Para promover a inter-relação das atividades de ensino e aprendizagem na concepção e
execução do currículo organizou-se um trabalho de articulação disciplinar pensando nas relações,
contribuições teórico/práticas, relevância da disciplina para o Currículo do Curso de Engenharia de
Produção. Todo esse trabalho pedagógico tem o objetivo de permitir uma integração no trabalho dos
professores e, ao mesmo tempo, orientar de forma coerente a ação do currículo do curso. As
disciplinas não existem de forma isolada, estanque, mas num processo de interação teórico-prático
capaz de contribuir para preparação plena do Engenheiro de Produção. Nesse sentido, concebe-se
um conjunto de saberes levando em conta não só o aspecto técnico, mas também o ser humano no
seu aspecto imanente e transcendente.
O Ciclo Básico, composto de disciplinas do primeiro até o quarto período, pretende oferecer
ao aluno uma base em matemática, física, química, computação, desenho e também a formação
humanística através da disciplina de Psicologia e Comportamento Organizacional.
A disciplina Língua Portuguesa integra o núcleo básico de aprofundamento de estudos e
constitui suporte para a elaboração de estratégias e projetos na área de engenharia. O conhecimento
da norma padrão da Língua Portuguesa, promove o enriquecimento do repertório vocabular, a
familiaridade com a leitura e a interpretação de textos diversos, constitui uma relevante base para a
aprendizagem das demais disciplinas.
No Ciclo Intermediário, composto do quinto ao sexto período são oferecidas disciplinas de
transição e de pouco aprofundamento na Engenharia de Produção. Espera-se que ao concluir o sexto
período o aluno tenha amadurecimento universitário suficiente para conduzir sua formação e se
necessário diferenciá-la através de disciplinas optativas oferecidas, previamente aprovadas pelo
colegiado de curso, no ciclo profissionalizante.
No Ciclo Profissionalizante, composto do sétimo ao décimo período são oferecidas disciplinas
de aprofundamento. Neste ciclo o aluno poderá fazer as disciplinas normalmente ofertadas ou optar
por compor este ciclo em até 20% da carga horária, deste ciclo, com outras disciplinas aprovadas
pelo colegiado. Isso garantirá uma permanente atualização de conteúdo de acordo com a demanda
do mercado.
O estagio Supervisionado visa estreitar os laços do aluno no âmbito industrial. Espera-se a
partir desse momento o pleno amadurecimento acadêmico do discente.
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Acredita-se que a escola é um local privilegiado, espaço de poder, histórias e saberes que
fomentam determinadas posturas culturais. Neste sentido, o currículo foi pensado visando contribuir
para a construção de uma sociedade onde as diferenças sejam respeitadas e as desigualdades
minimizadas.
16.1. METODOLOGIA APLICADA
A estruturação do curso obedeceu algumas premissas metodológicas que orientaram todas
as definições posteriores:
1) O currículo deve ser sintético e os conhecimentos que o constituem, oferecidos pelas várias
áreas, devem ser equilibrados;
2) O Curso será oferecido em 10 semestres com carga horária média de 400 horas. O
desenvolvimento das atividades didáticas se dará em 20 semanas de aula, com carga horária
máxima de 120 horas por unidade curricular;
3) O limite máximo de integralização do curso será de 15 semestres e o mínino será de 10
semestres;
4) O projeto curricular deve contemplar ambiente de aprendizagem virtual para a realização de
fóruns, de debates, de projetos multidisciplinares, de pesquisa na biblioteca e na internet, estudos
de casos e visitas a empresas e outras organizações;
5) As unidades curriculares devem contemplar em seu conteúdo e método de ensino, a contínua
atualização em tecnologias de informação;
6) No desenvolvimento da grade curricular, ementas e metodologia de ensino devem ser
contempladas os seguintes aspectos:
a) Legislação relacionada ao trabalho, ao produto e ao meio-ambiente;
b) Capacidade de liderança, comunicação interpessoal e trabalho em equipe;
c) Comunicação, oral e escrita, em português e, quando possível, em um idioma
estrangeiro.
16.2. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
1º PERÍODO – CICLO BÁSICO
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H TOTAL
Calculo Diferencial Integral I
6
120
120
Introdução a Estatística
2
40
40
Português Instrumental
2
40
40
Química Geral
4
80
80
Introdução a Engenharia de Produção
2
40
40
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Linguagem de Programação
CARGA HORÁRIA TOTAL
4
40
40
80
20
360
40
400
2º PERÍODO - CICLO BÁSSICO
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H TOTAL
Cálculo Diferencial e Integral II *Cálculo Diferencial
4
80
80
Física I *Cálculo Diferencial e Integral I
4
80
80
Modelos Probabilísticos Aplicados * Introdução a
4
80
80
Desenho Técnico
4
80
80
Geometria Analítica e Álgebra Linear
4
80
80
20
400
400
e Integral I
Estatística
CARGA HORÁRIA TOTAL
3º PERÍODO – CICLO BÁSICO
AULA
SEMANAL
DISCIPLINAS
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H
TOTAL
Equações Diferenciais *Cálculo Diferencial e Integral II
4
80
80
Desenho Computacional *Desenho Técnico
4
40
Física II - Eletricidade e Magnetismo *Física I
4
80
80
Cálculo Numérico para Engenharia *Cálculo Diferencial e
4
80
80
4
80
80
20
360
40
80
Integral I
Métodos Estatísticos Aplicados a Engenharia de
Produção *Modelos Probabilísticos Aplicados
CARGA HORÁRIA TOTAL
40
400
4º PERÍODO – CICLO BÁSICO
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H TOTAL
Eletrotécnica e Instalações Industriais *Física II
4
80
80
Psicologia e Comportamento Organizacional
4
80
80
Introdução a Engenharia Econômica
4
80
80
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Ciências e Tecnicnologia dos Materiais * Química
4
80
80
4
80
80
20
400
400
Geral
Contabilidade Geral
CARGA HORÁRIA TOTAL
5º PERÍODO – CICLO INTERMEDIÁRIO
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H TOTAL
4
80
80
Resistência dos Materiais
4
80
80
Metrologia e Contr. de Qualidade
4
40
80
Estratégia e Organizações
4
80
80
Administração da Produção
4
80
80
20
400
400
Pesquisa Operacional * Cálculo Numérico para
Engenharia ; * Geometria Analítica e Álgebra Linear
CARGA HORÁRIA TOTAL
6º PERÍODO – CICLO INTERMEDIÁRIO
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H
TOTAL
Libras
2
40
40
Gestão da Cadeia de Suprimento *Estratégia e
4
80
80
4
80
80
Estudos Étnicos Raciais, Diversidade e Meio Ambiente
2
40
40
Laboratório de Mecânica e Eletricidade
6
Organizações
Programação e Controle da Produção *Estratégia e
Organizações
CARGA HORÁRIA TOTAL
18
240
120
120
120
360
7º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H TOTAL
Processo de Fabricação
4
80
80
Estratégia da Produção *Programação e Controle da
4
80
80
Gestão Ambiental
2
40
40
Marketing Estratégico e Empresarial
4
80
80
Projetos de Sistemas Mecânicos *Resistência dos
4
80
80
Produção
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Materiais
CARGA HORÁRIA TOTAL
18
360
360
8º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H TOTAL
Processos e Desenvolvimento do Produto
4
80
80
Corrosão e Degradação dos Materiais * Química
4
80
80
Logística e Transporte * Estratégia da Produção
4
80
80
Seminário de Monografia I
2
40
40
Gestão de Pessoas
4
80
80
18
360
360
Geral
CARGA HORÁRIA TOTAL
9º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
C/H TOTAL
Automação da Produção *Eletrotécnica e Instalações
4
80
80
Sistema de Gestão da Qualidade
4
80
80
Ergonomia, Higiene e Segurança do trabalho
4
80
80
Gestão da Manutenção
4
80
80
Finanças
4
80
80
20
400
400
Industriais
CARGA HORÁRIA TOTAL
10º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE
DISCIPLINAS
AULA
SEMANAL
C/H SEMESTRAL
TEÓRICA PRÁTICA
Monografia
40
40
40
Atividades Complementares
120
120
120
Estágio Supervisionado
200
200
200
360
360
CARGA HORÁRIA TOTAL
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C/H TOTAL
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16.3. QUADRO RESUMO DA DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA
Carga Horária – Horas
CAMPO DE FORMAÇÃO
Ciclo Básico
1600
Ciclo Intermediário
760
Ciclo profissionalizante
1480
CARGA HORÁRIA TOTAL
3840 HORAS
16.4. EMENTAS E BIBLIOGRAFIA
CICLO BÁSICO -1º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
NENHUM
120 HORAS
CÁLCULO DIFERENCIAL
INTEGRAL I
EMENTA
Números reais, Funções de uma variável real, Limite e continuidade de funções de uma variável
real, Derivada de funções de uma variável real, Teorema do Valor para derivadas, Aplicações da
Derivada, Regra de L’Hôspital, antiderivada - Integral Indefinida Integral de Riemann – Integral
definida, Teorema Fundamental do Cálculo, Métodos de Integração: substituição, por partes, frações
parciais e integrais trigonométricas, Aplicações da integral definida, Integrais Impróprias.
OBJETIVO
Introdução ao estudo de funções de uma variável, limites, derivadas e integrais, numa abordagem
direcionada as aplicações do Cálculo no cotidiano do Engenheiro de Produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
THOMAS, G. B., FINNEY, R. L., WEIR, M. D., GIORDANO, F. R. Cálculo, vol. 1. Addison-Wesley,
2002.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, vol. 1 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
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SIMMONS, G.F. Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill 1987.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1. São Paulo: Harbra.
MUNEM, M.; Foulis, D. Cálculo, vol. 1. Editora Guanabara Dois.
SWOKOWSKi, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
QUÍMICA GERAL
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Estequiometria. Ligações químicas intra e intermoleculares. Preparo de soluções e reações em
solução aquosa: balanceamento em óxido-redução. Conceito de ácidos e bases. Introdução à
termodinâmica. Cinética química. Equilíbrio químico. Equilíbrio em solução aquosa.
OBJETIVO
Introduzir conceitos fundamentais de química e suas aplicações práticas nas diferentes áreas da
engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATIKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 2001.
BACCAN, N. et al. Química Analítica Quantitativa Elementar. Campinas: Editora da Unicamp,
2001.
BROWN, T.H.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química, A Ciência Central, 9ª
ed. São Paulo: Pearson–Prentice Hall, 2005.
CHANG, R. Chemistry. São Paulo: McGraw-Hill, 2004.
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 5ª edição, 2001.
KOTZ, J.C. TREICHEL JR, P. Química e Reações Químicas, vol. 1 e 2, 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
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INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
INTRODUÇÃO A ENGENHARIA
NENHUM
40 HORAS
DE PRODUÇÃO
EMENTA
O objeto de trabalho do engenheiro de produção. O currículo do curso de engenharia de produção.
Principais diferenças e semelhanças entre a engenharia mecânica e a engenharia de produção
mecânica. As áreas de atuação da engenharia de produção. Planejamento e controle da produção,
pesquisa operacional. Gestão e controle de qualidade. Projeto do produto. Projeto da fábrica.
Projeto e estudo de métodos de trabalho. A informática e a engenharia de produção. Legislação
relativa à engenharia de produção e ética profissional. Tendências dos sistemas produtivos e os
seus impactos na engenharia de produção. O mercado de trabalho do engenheiro de produção.
OBJETIVO
O objetivo da disciplina é apresentar o que é a engenharia de produção, quais são suas principais
áreas de estudo, como se estrutura o curso de engenharia de produção no IPTAN e qual é o cenário
e o campo de atuação do Engenheiro de Produção formado pelo IPTAN.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAZZO, W.A.; PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. Florianópolis: Editora da UFSC, 1996.
PEREIRA, L.T.V.; BAZZO, W.A. Ensino de Engenharia, na busca de seu aprimoramento.
Florianópolis: Editora da UFSC, 1997.
TELLES, P.C.S. História da Engenharia no Brasil, vol. 1, Século XVI a XIX – 2a Edição, revisada
e ampliada. Clube de Engenharia. Rio de Janeiro-RJ, Clavero Editoração, 1994, Vol. 2 – Século XX.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
NENHUM
40 HORAS
EMENTA
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Técnicas de comunicação através da leitura, da análise e da interpretação de textos nas relações
humanas, sejam elas pessoais ou profissionais, através de exposições de conceitos, análise dos
tipos de comunicação e redação.
OBJETIVO
Visa conscientizar o aluno do papel da linguagem como meio de expressão nas relações humanas,
sejam elas pessoais ou profissionais, através de exposições de conceitos, análise dos tipos de
comunicação e redação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ADLER, B. R.; RODMAN, G. Comunicação Humana. 7ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
ADLER, R.; TOWNE, N. Comunicação interpessoal. 9ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
ARGYRIS, C. Comunicação eficaz na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
FARACO E MOURA. Gramática. São Paulo: Ática, 1989.
FARACO E MOURA. Para gostar de escrever. São Paulo: Ática, 1997.
GOLD, M. Redação Empresarial - Escrevendo com sucesso na Era da Globalização. São
Paulo: Makron books do Brasil, 1999.
GRANATIC, B. Técnicas Básicas de Redação. São Paulo: Scipione, 1995.
MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. São Paulo: Atlas, 2ª ed., 1993.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
1. Introdução - O Computador; Conceitos Básicos de Programação; Definição e Exemplos de
Algoritmos. 2. Itens Fundamentais - Constantes, variáveis e comentários; Expressões Aritméticas,
lógicas e literais; Comando de Atribuição e entrada/saída; Estrutura Sequencial, condicional e de
repetição. 3. Estruturas de Dados Básicas - Vetores, matrizes, registros e arquivos. 4.
Modularização - Sub-rotinas e funções. 5. Conceitos Básicos de Linguagem de Programação Visão
Geral;
Constantes,
Variáveis,
Conjuntos,
Expressões,
Atribuição;
Comandos
de
Especificação; Comandos de Controle de Fluxo; Comandos de Entrada e Saída; Comando de
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Especificação de Formato; Subprogramas.
OBJETIVO
Familiarização com os conceitos básicos dos computadores e da informática.
Resolução
algorítmica dos problemas propostos. Linguagens de programação de alto nível com aplicações
numéricas e não numéricas, visando dar ao estudante uma visão global do funcionamento dos
computadores e dos problemas da computação em geral. Uso intensivo de computadores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARRER, H. Algoritmos Estruturados, 2ª e 3ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
FARRER, H. Pascal Estruturado, 2ª e 3ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
GUIMARÃES, A.M.; LAJES, N.A.C. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC,
1985.
GUIMARÃES, A.M.; Lages, N.A.C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994
GOHFRIED, B.S. Programação em Pascal. São Paulo: McGraw-Hill, 1994.
HEHL, M.E. Linguagem de Programação Estruturada Fortran 77. São Paulo: McGraw-Hill, 1986.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA
NENHUM
40 HORAS
EMENTA
Introdução à Estatística. População e amostra. Classificação das variáveis. Tipos de amostragem.
Representação tabular e gráfica. Medidas de tendência central, de variabilidade, de assimetria e
curtose. Regressão e correlação. Análise de dados via software estatístico.
OBJETIVO
Capacitar o aluno para a coleta, organização, análise e interpretação dos dados aplicados à
Engenharia, utilizando os conceitos básicos de Estatística.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBETTA, P.A. Estatística Aplicada às Ciências Humanas, 5ª. ed., Santa Catarina: UFSC,
2003.
BUSSAB, W.O. & MORETTIN, P.A. Estatística Básica, 5ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
DANTAS, C.A.B. Probabilidade: Um Curso Introdutório. São Paulo: Edusp, 1997.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
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JAMES, B. Probabilidade: Um Curso em Nível Intermediário, 3ª ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2004.
MAGALHÃES, M.N. Probabilidade e Variáveis Aleatórias, 2ª ed. São Paulo : EdUSP, 2006.
SOARES, J.F., FARIAS, A.A. & CESAR, C.C. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro:
Guanabara–Koogan, 1991.
2º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
FÍSICA I
CÁLCULO DIF. E INTEGRAL I
80 HORAS
EMENTA
Medidas em Física. Movimento de translação. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Sistemas
de partículas. Dinâmica da rotação. Equilíbrio dos corpos rígidos. Física experimental.
OBJETIVO
Expor o aluno a um contato mais íntimo com a mecânica Newtoniana através de aulas teóricas e
experimentos em laboratórios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física I, vol. 1, 7ª. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2007.
TIPLER, P.A. Física para cientistas e engenheiros, vol. 1, 5ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
CÁLCULO DIFERENCIAL
CÁLCULO DIF. E INTEGRAL I
80 HORAS
E INTEGRAL II
EMENTA
Funções de várias variáveis reais. Limite e continuidade de funções de várias variáveis reais.
Derivadas parciais e funções diferenciáveis. Máximos e mínimos de funções de várias variáveis e
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aplicações. Multiplicadores de Lagrange. Integrais duplas e aplicações.Mudança de variáveis em
integrais duplas: afins e polares.Integrais triplas. Mudança de variáveis em integrais triplas: afins,
cilíndricas e esféricas. Séries e seqüências infinitas. Séries de potências. Séries de Taylor. Testes de
convergência para séries de potência.
OBJETIVO
Estender os conceitos do cálculo de uma variável para funções de várias variáveis, com o apoio das
ferramentas da geometria analítica, e estudar os principais resultados do cálculo vetorial, no plano e
no espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
THOMAS, G. B., FINNEY, R. L., WEIR, M. D., GIORDANO, F. R. Cálculo, vols. 1 e 2. São Paulo:
Addison- Wesley, 2002
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, vols. 2, 3 e 4, 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
SIMMONS, G.F. Cálculo com Geometria Analítica, vols. 1 e 2. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vols. 1 e 2. São Paulo: Harbra.
MUNEM M. e FOULIS D. Cálculo, vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Guanabara Dois.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
DESENHO TÉCNICO
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Introdução ao Desenho como linguagem técnica formal. Definição de Desenho Técnico. Traços,
retas, letreiros e papel. Tipos de representação (esquema, croqui e desenho). Tipos de desenho;
conjunto, detalhe, montagem. Instrumento, legendas, dobra, normas. Escalas. Projeções de peças;
vistas principais, vistas especiais, vistas auxiliares, rotação de faces oblíquas. Projeções a partir de
perspectiva, projeções a partir de modelos. Cotagem; cotas, tolerâncias e símbolos. Cortes,
semicortes, corte parcial, omissão de corte, corte em desvio, seção e interrupção. Roscas,
representação, tipos, cotagem de roscas. Desenho de conjunto, desenho de detalhes, desenho de
descrição de processo de fabricação.
OBJETIVO
Desenvolver a capacidade de ler e executar desenhos técnicos e de engenharia com ênfase no
desenvolvimento da visualização espacial. Proporcionar conhecimentos práticos sobre o método de
concepção e as normas que regem o desenho técnico, com ênfase em desenho técnico mecânico.
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Desenvolver a capacidade de confecção de “croquis” de conjuntos e peças mecânicas e detalhar
seus componentes sem utilização de recursos de softwares gráficos empregando apenas lápis e
papel.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABNT, NBR 10067/95. Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico.
ABNT, NBR 12298/95. Representação de Área de Corte por meio de Hachuras em Desenho
Técnico.
ANBT, NBR 10126/87. Cotagem em Desenho Técnico.
FREENCH, T.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, 7ª ed. São Paulo: Globo,
2002.
MANDARINO, D. et al. Expressão Gráfica: Normas e Exercícios. São Paulo: Plêiade, 2007.
ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho Técnico, vol. 1, 4ª ed. São Paulo: Plêiade, 2008.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
MODELOS PROBABILÍSTICOS
INTROD. A ESTATÍSTICA
80 HORAS
APLICADOS A ENG. DE PROD.
EMENTA
Teoria dos Conjuntos. Definições de Probabilidade. Probabilidade condicional. Independência.
Teorema de Bayes. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Principais modelos probabilísticos
discretos e contínuos. Variáveis aleatórias multidimensionais. Aplicações de probabilidade à teoria
de confiabilidade. Cálculo de probabilidades via SOFTWARE estatístico.
OBJETIVO
Apresentar os conceitos fundamentais da teoria das probabilidades. Capacitar os alunos a adotarem
os principais modelos probabilísticos discretos e contínuos em aplicações na Engenharia de
Produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DANTAS, C.A.B. Probabilidade: um curso introdutório, 2ª ed. São Paulo: EDUSP, 2000.
Magalhães, M.N. e Lima, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística, 5ª ed. São Paulo: USP,
Instituto de Matemática e Estatística, 2002.
MAGALHÃES, M.N.; LIMA, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística, 6ª ed. São Paulo: USP,
Instituto de Matemática e Estatística, 2004.
YATES, R.D.; GOODMAN, D.J. Probability and Stochastic Processes. John Wiley & Sons, 1999.
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INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
GEOM. ANAL E ALG. LINEAR
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Matrizes, determinantes e sistemas lineares. Sistemas de equações lineares. Espaços Vetoriais.
Definição e exemplos. Subespaços Vetoriais. Operações: produto interno. Ortogonalidade. Base e
dimensão. Vetores no plano e no espaço. Operações com vetores: soma, produto por escalar;
produto interno, produto vetorial e produto misto. Estudo da reta (plano e espaço), ângulo entre
retas, intersecção de retas. Estudo do plano (plano e espaço), ângulo entre planos, intersecção de
planos. Aplicações.
OBJETIVO
Introduzir e estudar o conceito de Matrizes, determinantes e sistemas lineares, plano e espaço com
aplicações para engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOLDRINI, J.L.; Costa, S.I.R.; Figueiredo, V.L.; Wetzler, H.G. Álgebra Linear, 3ª ed. São Paulo:
Harper & Row do Brasil, 1984.
LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
STEINBRUCH, A., Winterle, P. Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
LEHMANN, C. H. Geometria Analítica, 9ª ed. São Paulo: Globo, 1998.
OLIVEIRA, I.C.; BOULOS, P. Geometria Analítica: um Tratamento Vetorial. São Paulo: MacGrawHill.
STEINCRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books.
3º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
CALC. DIF. E INTEGRAL II
80 HORAS
EMENTA
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 40
Definição e classificação de Equações diferenciais. EDO de primeira ordem. Métodos de resolução
de EDO de primeira ordem. EDO de segunda ordem. Métodos de resolução de EDO de segunda
ordem. Sistemas de Equações Diferenciais Lineares. Transformada de Laplace. Séries e
Transformada de Fourier. Equação do Calor e da Onda.
OBJETIVO
Desenvolver habilidade de cálculo e compreensão de problemas que recaem em equações
diferenciais ordinárias de primeira e segunda ordem em um contexto de aplicações em engenharia
de produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOYCE, WE, DIPRIMA, RC. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno, 3ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979.
EDWARDS, C.H. Jr. Equações Diferenciais Elementares com Problemas de Contorno, 3ª Ed.
Rio de Janeiro: LTC,1995.
ZILL, D. G; CULLEN, M. R. Equações Diferenciais, vols. 1 e 2. São Paulo: Pearson Makron Books,
2001.
KREYSZIG, E. Matemática Superior, vols. 1 e 3. Rio de Janeiro: LTC, 1984.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
DESENHO COMPUTACIONAL
DESENHO TÉCNICO
80 HORAS
EMENTA
Modelamentos de Sólidos – Extensão PAR. Ambiente 2D (DRAFT) – Extensão DFT. Montagem –
Extensão ASM.
OBJETIVO
Desenvolver habilidade no uso de ferramentas computacionais aplicadas ao desenho
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARIMURA, Oswaldo Tadami. Solid Edge – Apostila – V 16/ 2006.
ESTEPHANO, Carlos – Desenho Técnico Básico 2º e 3º Graus, Rio de janeiro, Ao Livro Técnico
S.A.1987
FRENCH, Thomas- Desenho Técnico, Porto Alegre, Editora Globo, 1974
AUTODESK INC. Autocad 2002. User`s Guide, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Diversas. ABNT, vários anos.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 41
BACKMANN & FORBERG. Desenho Técnico. Ed. Globo, 1980.
SCHNEIDER, W. Desenho técnico: introdução Desenho técnico: introdução aos fundamentos do
desenho técnico. Editora Jácomo, 1978.
______. & FORBERG, Richard. Desenho Técnico. Editora Globo, 1976.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
FÍSICA II- ELETRICIDADE E
FÍSICA I
80 HORAS
MAGNETISMO
EMENTA
Força e campos elétricos. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Resistência. Correntes e
circuitos elétricos. Semicondutores. Campo magnético. Lei de Ampère. Lei de indução de Faraday.
Indutância e oscilações eletromagnéticas. Corrente alternada. Propriedades magnéticas da matéria.
Física experimental.
OBJETIVO
Qualificar o graduando na compreensão de fenômenos físicos e solução de problemas em física
básica relacionados aos temas; Eletrostática, Eletrodinâmica e Eletromagnetismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D., RESNICK, R., KRANE, K.S. Física 3, 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
TIPLER, P.A., MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros, v. 2: eletricidade e magnetismo,
5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
CÁLCULO NUMÉRICO
CÁLC. DIF. E INTEGRAL I
80 HORAS
EMENTA
Sistemas de equações lineares simultâneas; classificação quanto à existência de solução, sistemas
triangulares, transformações elementares, equivalência de sistemas. Métodos diretos, Método de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 42
eliminação de Gauss, Método da decomposição LU, Métodos iterativos, Método de Jacobi, Método
de Gauss-Seidel. Raízes de equações algébricas e transcendentes, Isolamento de raízes,
Refinamento, Critério de parada, Métodos de resolução, Método da Bisseção, Método da falsa
posição, Método de Newton-Raphson, Estudo das equações algébricas polinomiais. Interpolação
polinomial; Existência e unicidade do polinômio interpolador, Erro na interpolação polinomial,
Formas de se obter o polinômio interpolador, Método de Lagrange, Método das diferenças divididas,
Método das diferenças finitas ascendentes. Integração numérica; Integração simples, Regra dos
trapézios, Primeira regra de Simpson, Segunda regra de Simpson, Integração dupla.
OBJETIVO
Fornecer condições para que os alunos possam conhecer calcular, utilizar e aplicar métodos
numéricos na solução de problemas de engenharia. Estudar a construção de métodos numéricos,
analisar em que condições se pode ter a garantia de que os resultados computados estão próximos
dos exatos, baseados nos conhecimentos sobre os métodos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROSO, L.C. et al. Cálculo Numérico,2ª ed. São Paulo: Editora HARBRA, 1987.
BURDEN, R.L.; FAIRES, J.D. Análise Numérica. 5ª ed. São Paulo: Thomson Learning. 2003.
CAMPOS, F.F. Algoritmos Numéricos. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
RUGGIERO, M.A.G.; LOPES, V.L.R. Cálculo Numérico - aspectos teóricos e computacionais. 2.
ed. São Paulo: Makron Books, 1996.
SELMA, A., DAREZZO, A. Cálculo Numérico: Aprendizagem com apoio de software. São Paulo:
Thomson Learning, 2008.
SPERANDIO, D. et al. Cálculo Numérico: Característica s Matemáticas e Computacionais dos
Métodos. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
ZAMBONI,L. et al. Cálculo Numérico para Universitários, São Paulo, 2002.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
MODELOS PROB. APL.
80 HORAS
MODELOS ESTATÍSTICOS
APLICADOS A ENG DE PROD
EMENTA
Estimação: propriedades e métodos de estimação. Teste de hipóteses para uma população:
proporção, média e variância. Inferência para duas populações: amostras dependentes e
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 43
independentes. Inferência para várias populações: análise de variância e comparações múltiplas.
Análise de aderência e associação. Noções de controle estatístico de qualidade: gráficos de
controle para variáveis e atributos. Análise de dados via SOFTWARE estatístico.
OBJETIVO
Aplicação das principais técnicas estatísticas relacionadas à teoria de estimação e testes de
hipóteses.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA NETO, P. L. O. Estatística. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.
FONSECA, J.S.; MARTINS, G.A. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas, 1996.
MANN, P. S. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MEYER, P. L. Probabilidade: aplicações à estatística, 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico da qualidade. Rio de Janeiro, LTC,
2004.
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros.
2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
4º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
FÍSICA II
80 HORAS
ELETROTÉCNICA E INST.
INDUSTRIAIS
EMENTA
Circuitos de CC, circuitos de CA, determinação das principais grandezas elétricas, principais
componentes elétricos e eletrônicos. Sistemas de acionamento.
OBJETIVO
Visa dar aos alunos os conhecimentos básicos para entendimento e bom desenvoltura as
operações relacionadas aos princípios de circuitos elétricos e sistemas de acionamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABNT NBR 5410:2004 – Instalações elétricas de baixa tensão.
ABNT NBR 5444:1989 – Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais.
BOSSI, A. Instalações Elétricas. Editora Hemus, 2002.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 44
COTRIM, A.A. M.B. Instalações Elétricas. Editora Makron Books, 2003.
CREDER, H. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
FALCONE, B. Curso de Eletrotécnica: Corrente Alternada. Editora Hemus, 2002.
FALCONE, B. Curso de Eletrotécnica: Corrente Contínua. Editora Hemus, 2002.
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY JUNIOR, C.; UMANS, S.D. Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro:
McGraw Hill, 2006.
FRANCHI, C.M. Acionamentos Elétricos. Editora Érica, 2007.
KOSOW, I.L. Máquinas Elétricas e Transformadores. São Paulo: Editora Globo, 2000.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
PSIC. E COMP.ORGANIZACIONAL
CARGA HORÁRIA
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Evolução dos estudos sobre psicologia organizacional, A relação entre o indivíduo e a organização,
Liderança organizacional, Cultura e clima Organizacional.
OBJETIVO
Introduzir o aluno no mundo organizacional sob a ótica do respeito às relações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIAR, Maria Aparecida Ferreira de. Psicologia aplicada a administracao;
uma introducao a psicologia organizacional. 1. ed. [S.l.]: Atlas, 1986.
ATKINSON, Rita L et al. Introducao a psicologia. Traduzido por Dayse Batista.
11. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada á administração de
empresas: Psicologia do comportamento organizacional. 4ª ed. São Paulo:
Atlas, 1997.
MOTTA, Paulo Roberto. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser
dirigente. 13. ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. 256p. ISBN 8501037869
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 8ª Ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1999.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 45
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
QUÍMICA GERAL
80 HORAS
MATERIAIS
EMENTA
Introdução à estrutura dos materiais, estrutura e ligação atômica, estrutura dos sólidos cristalinos.
Nucleação e crescimento de grão. Imperfeições em sólidos, Difusão, Discordância, Mecanismos de
aumento de resistência. Deformação a quente e a frio dos metais. Diagramas de Fase. Técnicas de
preparação metalográfica. Propriedades mecânicas dos aços: Tração, Dureza, Impacto, Fadiga,
Fluência. Diagrama Fe-C e transformação de fases. Microestruturas de equilíbrio de aços Carbono.
Tratamentos térmicos de ligas metálicas, Diagramas TTT, Têmpera. Microestrutura de aços
normalizados/temperados. Têmpera e revenido dos aços carbono e ferramenta/meios de
resfriamento. Microestruturas dos aços temperados e revenidos/aço ferramenta. Temperabilidade.
Ensaio Jominy. Aços Inoxidáveis: Tipos, Propriedades, Microestruturas. Ferros Fundidos: Tipos,
Propriedades, Microestruturas. Seleção de ligas Metálicas.
OBJETIVO
Fornecer ao aluno conhecimento sobre materiais aplicados em componentes e estruturas
mecânicas e as modificações de propriedades através dos processos de tratamento térmico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASKELAND, D.R.; PHULE, P. The science & engineering of materials. New York: Thomson, 2005.
ASM - Atlas of microstructures of industrial alloys - metals handbook, vol. 7.
BRIAN, S. M. An Introduction to Materials Engineering and Science: For Chemical and Materials
Engineers. New York: John Wiley & Sons, 2004.
CALLISTER JR., WILLIAM D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma introdução. Rio de
Janeiro: LTC, 2002.
GARCIA, A., SPIM, J.A., SANTOS, C.A. Ensaio dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
HUMMEL, R.E. Understanding Materials Science. New York: Springer Verlag, 2004.
SHACKLEFORD, W.D. Introduction to Materials Science for Engineers, 6ª ed. New Jersey:
Prentice Hall, 2005.
VAN VLACK, L.H. Princípios de Ciência e Tecnologia de Materiais. São Paulo: Campus, 1994.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 46
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CONTABILIDADE GERAL
CARGA HORÁRIA
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Contabilidade básica. Análise de demonstrações. Modelos de custos e orçamento. Efeitos da
inflação na análise contábil. Controladoria.
OBJETIVO
Apresentar as bases da contabilidade financeira e da contabilidade de custos, encaminhando o
aluno à compreensão da elaboração de orçamentos empresariais, sobretudo levando em conta a
complexa realidade inflacionária brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSAF NETO, A. Estrutura e Análise de Balanços: um enfoque econômico e financeiro. 6ª ed.
São Paulo: Atlas, 2001.
FRANCO, H. Contabilidade geral. 23ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.
IUDICIBUS, S. (Org.). Contabilidade introdutória. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.
IUDÍCIBUS, S.; MARION, J.C. Introdução à Teoria da Contabilidade: Para o Nível de Graduação.
2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.
MARION, J.C. Contabilidade básica. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MARION, J.C. Contabilidade Empresarial. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 2003.
PADOVEZE, C.L. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil. 5ª ed.
São Paulo: Atlas, 2004.
PADOVEZE, C.L. Sistemas de informações contábeis: fundamentos e análise. São Paulo:
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
NENHUM
80 HORAS
INTRODUÇÃO A ENGENAHRIA
ECONÔMICA
EMENTA
Introdução: Formulação de decisões econômicas; conceitos básicos de economia; estimação de
elementos econômicos.
Avaliação de Alternativas Econômicas: Juros e equivalência econômica; métodos de comparação
de alternativas; avaliação de alternativas de substituição; contabilidade, depreciação e imposto de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 47
renda; avaliação de projetos públicos.
Estimação, Risco e Incerteza: Tratamento de estimação; tomada de decisão envolvendo risco;
tomada de decisão envolvendo incerteza.
Modelos de Decisão Econômica: Modelos econômicos; modelos de decisão “Break-Even”; modelos
de decisão de mínimo custo; modelos de programação linear.
OBJETIVO
Fornecer ao aluno conceitos sobre cálculo de juros e valores equivalentes. Comparação de
alternativas de investimento. Depreciação técnica. Imposto de Renda. Análise custo/benefício.
Riscos. Incertezas e sensibilidade. Substituição de equipamentos. Modelos de decisão econômica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASAROTTO FILHO, N.; KOPITTKE, B. H. Análise de investimentos: matemática financeira,
engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. 10. ed. São Paulo: Atlas,
2007, 458 p.
EHRLICH, P.J.; MORAES, E.A. Engenharia econômica: avaliação e seleção de projetos de
investimento. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
FABRYCK, W.J.; THUESEN, G.J. Economic Decision Analysis. Prentice-Hall, New Jersey.
HIRDCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. São Paulo: Editora Atlas, 1998.
HUMMEL, P.R.V. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos; engenharia
economica - teoria e pratica. Colaboração de Mauro Roberto Black Taschner. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 1995.
5º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
PESQUISA OPERACIONAL
CALCULO NUMÉRICO,
80 HORAS
GEOM ANAL. e ALG. LINEAR
EMENTA
Introdução à pesquisa operacional. Conceituação. Natureza e significado da pesquisa operacional.
Problemas típicos. Fases da metodologia de um projeto de pesquisa operacional. Método científico.
Problemas de alocação de recursos. Modelagem. Programação linear. Modelo fundamental, método
gráfico, método simplex. Problemas gerais de otimização, dualidade, análise de sensibilidade e
interpretação econômica. Modelos de transporte. Modelos de designação. Transpedição. Problemas
em rede. Rota mínima através de uma rede. Problema de fluxo máximo.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 48
OBJETIVO
Compreender a pesquisa operacional como ciência aplicada. Proporcionar o conhecimento dos
problemas típicos de alocação de recursos e determinação de notas através de modelos lineares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACKOFF, R.L., SASIENI, M.W. Pesquisa operacional. Rio de Janeiro, LTC, 1975.
PUCCINI, A.L. Introdução à programação linear. Rio de Janeiro: LTC, 1972.
EHRLICH, P.J. Pesquisa operacional - curso introdutório. São.Paulo: Atlas, 1991.
TARA, H.A. Operation research - an introduction. New York: McMillan Plublishing Company.1992.
HILLIER, F.S., LIEBERMAN, G.J. Introdução à pesquisa operacional. Rio de Janeiro: Campus,
1988.
BREGALDA, P.F. Introdução à programação linear. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
MAGALHÃES, A., RAMALHETE, M. Programação linear. Lisboa: McGraw-Hill, 1985.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na tomada de decisões. Rio de Janeiro: Campus,
2000.
TAHA, H.A. Pesquisa Operacional, 8ª ed. São Paulo: Editora Pearson.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
1200 HORAS
80 HORAS
EMENTA
Princípios fundamentais da mecânica dos corpos sólidos. Introdução à mecânica dos corpos
deformáveis. Tensões e deformações. Relações tensões x deformações. Torção, Flexão e
Flambagem.
OBJETIVO
Apresentar os fundamentos de análise de tensões e suas aplicações no projeto mecânico.
Propõem-se nesta unidade curricular 18 horas de aulas práticas em conjunto com a unidade
curricular de Ciência e tecnologia dos materiais para que o acadêmico tenha a oportunidade de
realizar em laboratório experimentos como testes de tração, compressão, impacto para melhor
entender o mecanismo tensão deformação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEER, F. P., JOHNSTON J. R., Russell, E. Resistência dos materiais, 3ª ed. São Paulo, Pearson,
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 49
2005.
Crandall, S. H. et al. An Introduction to the Mechanics of Solids, 2ª ed. McGraw Hill, 1978.
HIBBLER, R.C. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. Editora Érica, 2001.
SHIGLEY, J. E., et al. Mechanical Engineering Design. McGraw Hill, 1986.
TIMOSHENKO & GERE, Mecânica dos Sólidos. Vol. I e II. Livros Técnicos e Científicos Editora.
1983.
TIMOSHENKO, S.P.M., Resistência dos Materiais. Vol. I e II. Ao Livro Técnico S/A, 1972.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
METROLOGIA E CONTR. DE
800 HORAS
80 HORAS
QUALIDADE
EMENTA
Metrologia: conceitos básicos; estrutura metrológica e sistema internacional de unidades; medir:
processo de medição e obtenção de resultados; sistema generalizado de medição; incerteza de
medição; definições, fontes de erro, interpretação e cálculo; causas de erro e seus tratamentos;
combinação e propagação de erros; calibração de sistemas de medição; medição de comprimento,
temperatura, pressão e grandezas elétricas; outras grandezas; metrologia e chão de fábrica:
técnicas de medição por coordenadas, controle estatístico de processo.
OBJETIVO
Dar condições ao aluno de se relacionar tecnicamente adotando conceitos metrológicos corretos,
além de capacitá-lo para desenvolver atividades de medição e calibração das principais grandezas
dentro dos princípios adequados de confiabilidade e rastreabilidade metrológicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTAZZI & SOUSA. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. São Paulo: Manole,
2004.
GONZÁLES, C.G. Metrologia, 2ª ed. México: McGraw-Hill, 1998.
LIRA, F.A. Metrologia na Indústria, 3ª ed. São Paulo: Érica, 2004.
NBR 8197. Materiais metálicos - Calibração de instrumentos de medição de força de uso geral.
Rio de Janeiro: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2002.
NBR ISO/IEC 17025. Requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaios e
calibração. Rio de Janeiro: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2006.
NM 146-1:98. Materiais metálicos - Dureza Rockwell - Parte 1: Medição de dureza Rockwell
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 50
(escalas A,B,C, D, E, F, G, H e K) e Rockwell superficial (escalas 15N, 30N, 45N, 15T, 30T 2
45T). Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1998.
NM 146-2:98. Materiais metálicos - Calibração de máquinas de medir dureza Rockwell - Parte 1:
Medição de dureza Rockwell (escalas A,B,C, D, E, F, G, H, K, N e T). Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de
Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1998.
NM 187-1:99. Materiais metálicos - Dureza Brinell - Parte 1: Medição de dureza Brinell. Norma
Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1999.
NM 187-3:99. Materiais metálicos - Dureza Brinell. Parte 3.Calibração de blocos padrão a serem
usados na calibração de máquinas de medir dureza Brinell. Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro:
Comitê Mercosul de Normalização, 1999.
NM 188-1:99. Materiais metálicos - Dureza Vickers - Parte 1: Medição de dureza Vickers. Norma
Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1999.
NM 188-2:99. Materiais metálicos - Calibração de máquinas de medir dureza Vickers - Parte
2: Calibração de máquinas de medir de dureza Vickers. Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro:
Comitê Mercosul de Normalização, 1999.
SCHMIDT, W. Metrologia Aplicada. 1ª ed. São Paulo: Epse, 2003.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
Nenhum
80 HORAS
EMENTA
Histórico. Conceitos e Estrutura da Administração de Produção. Sistemas de Produção.
Planejamento e Controle a Produção. Desenvolvimento de Novos Produtos. Técnicas Modernas de
Administração de Produção. Manutenção Industrial. Balanceamento da Produção. Qualidade e
Produtividade. Modelos de Qualidade. Competitividade.
OBJETIVO
Esta disciplina tem como objetivo genérico abordar os sistemas de administração da produção,
como parte de um sistema maior e mais complexo, com orientação voltada para as necessidades
básicas do administrador. De forma específica, destacam-se os seguintes objetivos; apresentar e
ensinar conceitos fundamentais na área operacional e apresentar a estrutura de relações entre as
várias sub-funções dentro da área operacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAVIS, MARK M. et al. Fundamentos da Administração da Produção, 3ª ed. Porto Alegre:
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 51
Bookman, 2001.
GAITHER, N.; FRAIZER, G. Administração da Produção e Operações, 8ª. ed. São Paulo:
Pioneira Thompson Learning, 2001.
HEIZER, J.; RENDER, B. Administração de Operações: Bens e Serviços. Rio de Janeiro: LTC,
2000.
MARTINS, P. G. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2001.
MOREIRA, D.A. Administração de produção e operações. 5ª ed. São Paulo: Pioneira, 2000.
SLACK, N. et al. Administração de produção: edição compacta. São Paulo: Atlas, 1999.
TUBINO, D.F. Manual de planejamento e controle da produção. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
ESTRATÉGIA E ORGANIZAÇÕES
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Análise dos modelos teóricos sobre estratégia nas organizações, contemplando abordagens para
elaboração e execução de estratégias para novas conFIGURAções organizacionais e novos
mercados e critérios de sustentabilidade organizacional, a exemplo da economia solidária, e
desempenho sustentável das organizações. Análise do processo de formulação e implementação
das estratégias nas empresas e, finalmente, trata-se da cultura e mudança organizacional, dos
valores e perfil do administrador como condicionantes para o sucesso da estratégia organizacional.
OBJETIVO
Conceituar estratégia organizacional e seu impacto no desempenho das empresas permitindo
conhecer a influência real dos modelos teóricos sobre estratégia de atuação das organizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. Economia das Organizações: Entendendo a Relação Entre as
Organizações e a Análise Econômica. In: CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. Handbook de
Estudos Organizacionais: Ação e Análise Organizacional. São Paulo: Atlas, 2004.
CAVALCANTI, M. (org.). Gestão Estratégica de Negócios. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2001.
GHEMAWAT, P. A Estratégia e o Cenário dos Negócios. Porto Alegre: Bookman, 2000.
GRANT, R. M. Contemporary Strategy Analysis - Concepts Techniques Applications. Malden Ma,
Blackwell Publisers, 2002.
KOTLER, P. Estratégia Organizacional. São Paulo: Atlas. 2004
MINTZBERG, H. AHLSTRAND, B. E LAMPEL, J., Safári de Estratégia. Porto Alegre: Bookman,
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 52
2000.
PORTER, M. Estratégia competitiva. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1996.
SANCHEZ, R.; HEENE, A.; THOMAS, H. Dynamics of competence-based competition: theory
and practice in the new strategic management. Oxford: Pergamon, 1996.
WHIPP, R. Desconstrução Criativa: Estratégia e Organizações. In: CLEGG, S. R.; HARDY, C.;
NORD, W. R. Handbook de Estudos Organizacionais: Ação e Análise Organizacional. São Paulo:
Atlas, 2004.
WHITTINGTON, R. O que é estratégia. São Paulo: Thomson, 2002.
6º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
LIBRAS
NENHUM
40 HORAS
EMENTA
Surdez e deficiência auditiva (DA) nas perspectivas clínica e histórico-cultural. Cultura surda.
Aspectos linguísticos e teóricos da LIBRAS. Legislação específica sobre LIBRAS e inclusão social.
Prática em LIBRAS: vocabulário geral e específico da área de atuação.
OBJETIVO
Compreender aspectos fundamentais necessários à promoção da acessibilidade e à comunicação
funcional entre ouvintes e surdos na sociedade, em geral, e em ambientes de trabalho, em
particular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2001.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume II: Sinais de M a Z. 3 ed. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2001.
Coleção Lições de Minas. Vocabulário Básico de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.
Secretaria do Estado da Educação de Minas Gerais. 2002
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 53
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
GESTÃO DA CADEIA DE
ESTRATÉGIA E ORGANIZAÇÕES
CARGA HORÁRIA
80 HORAS
SUPRIMENTO
EMENTA
Distribuição; Produção; Suprimentos Efeito Chicote: formas de reduzir os impactos; Alianças
Estratégicas: benefícios e barreiras; Formas de colaboração e o planejamento colaborativo (VMI);
Compartilhamento de Riscos através de contratos e novas tendências (RFID).
OBJETIVO
Entender o impacto das decisões da área de Logística e Operações no desempenho do negócio;
Compreender os principais conceitos que devem embasar decisões eficazes na área;
Enxergar
os benefícios da integração da cadeia de suprimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOTLER, P., Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São
Paulo: Atlas, 2003.
THOMPSON, A.A.; STRICKLAND III, A. J. Planejamento estratégico: elaboração, implementação
e execução. São Paulo: Pioneira e Thomson Learning, 2002.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
PROGRAMAÇÃO E
CONTROLE DA PRODUÇÃO
EATRAÉGIA E ORGANIZAÇÕES
80 HORAS
EMENTA
Anatomia de um problema. Fluxo geral de informação e decisão na gestão da produção. Técnicas
de previsão de vendas. Séries temporais. Características e tipo de estoques. Classificação ABC.
Planejamento agregado da produção. Modelos matemáticos. Princípios da programação da
produção. Programação reversa. Gráficos de Gantt. Sequenciamento da produção.Planejamento
dos recursos de manufatura (MRP II). Planejamento das necessidades de distribuição (DRP).
Sequenciamento de operações. Controle do chão de fábrica por simulação. Manufatura integrada
por computador (CIM). Técnicas industriais japonesas (JIT). Tecnologia de produção otimizada
(OPT). Exemplos e experiências. Fronteiras do conhecimento.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 54
OBJETIVO
A disciplina tem por objetivo fornecer aos alunos os conceitos básicos e aplicações das técnicas
usuais de gerência do fluxo de materiais no processo produtivo, assim como dimensionamentos e
movimentações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AXSATER, S. Inventory control, Norwell, Massachusetts, Kluer Academic Publisher, 2000.
CHASE, R.B.; AQUILANO, N.J.; JACOBS, F.R. Production and Operations Management:
Manufacturing and Services. 8ed. McGraw-Hill, 1998.
GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. 8 ed. São Paulo: Pioneira
e Thomson, Learning, 2002.
HANKE, J.E.; REITSCH, A.G. Business Forecasting, Prentice Hall, Upper Saddle River, New
Jersey, 1998.
HOPP, W.J. & SPEARMAN, M.L. Factory Physics: foundations of manufacturing management.
2.ed., Boston, Irwin / McGraw-Hill, 2000.
LUSTOSA, L.J.; MESQUITA, M.A.; QUELHAS, O.L.G.; OLIVEIRA, R.J. Planejamento e Controle
da Produção. Editora Campus, 2008.
MAKRIDAKIS, S.; WHEELWRIGHT, S.C. Forecasting: Methods and Applications, 3ªed. Wiley, New
York, 1998.
RAGSDALE, C.T. Spreadsheet Modeling and Decision Analysis: a practical introduction to
management science. 3.ed., Ohio, South-Western College Pub., 2001.
SHOOK, J.; ROTHER, M. Manual. Aprendendo a enxergar. Leam Institute Brasil. São Paulo:
IMAM, s/d.
WOMACK, J.P.; JONES, D.T. A Mentalidade enxuta nas empresas. Rio de Janeiro: Campus,
1998.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
NENHUM
40 HORAS
ESTUDOS ÉTNICO RACIAl,
DIVERSIDADE E MEIO AMBIENTE
EMENTA
Diversidade étnico-racial e os desafios das instituições no contexto brasileiro. Sensibilidade
ecológica e responsabilidade social. Garantia de direitos, trabalho e cidadania.
OBJETIVO
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 55
Habilitar os estudantes a refletir sobre a formação étnico-racial da nação brasileira. Capacitar os
estudantes a refletirem sobre a formação para o mundo do trabalho nas condições históricas
brasileira. Discutir aspectos da inclusão educacional e o meio ambiente, visando o respeito à
diversidade. Elaborar as questões étnico-culturais e desafios institucionais no contexto brasileiro,
especialmente no que tange à educação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRAHAM, Ralph; McKENNA, Terence; SHELDRAKE, Rupert. Caos, criatividade e o retorno do
sagrado. São Paulo: Cultrix, 1994.
BARROS, José Márcio. A crise e a cultura. Disponível em:
<http://www.portalseer.ufba.br/index.php/pculturais/article/view/3731/2800>. Acesso em: 12 abr.
2010.
______.; OLIVEIRA JÚNIOR, José (Org.). Pensar e agir com a cultura: desafios da gestão
cultural. Belo Horizonte: Observatório da Diversidade Cultural, 2011.
BATISTA, Cristina Abranches Mota. Inclusão: construção na diversidade. Belo Horizonte: Armazém
de Idéias, 2004.
BROWN, Molly Young; MACY, Joanna. Nossa vida como gaia. São Paulo: Gaia, 2004.
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1998.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. Editora José Olympio, Rio de Janeiro, 1977.
GUATTARI, Felix. As três ecologias. Campinas,SP: Papirus, 1997.
HARRIS, Jonathan M. Environmental and natural resource economics: a contemporary
approach.
Disponível
em:
<http://www.ase.tufts.edu/gdae/pubs/te/ENRE/Ch4_Common_Property.pdf>. Acesso em: 12 jul.
2010.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
LABORATÓRIO DE MECÂNICA
E ELETRICIDADE
2000 HORAS
120 HORAS
EMENTA
Propiciar ao aluno a possibilidade de aproximação com máquinas operatrizes convencionais e não
convencionais bem como os princípios básicos de eletricidade
OBJETIVO
Propiciar ao aluno o contato com laboratório de mecânica e elétrica, buscando despertar no aluno a
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 56
criatividade e aguçar sua visão quanto ao desenvolvimento de produto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A ser sugerida em projetos específicos para cada turma.
7º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
PROCESSOS DE
2360 HORAAS
80 HORAS
FABRICAÇÃO
EMENTA
Teoria do corte dos metais; usinabilidade dos materiais: variáveis de influência na vida da
ferramenta; custos da aplicação de fluidos de corte; custos de produção e usinabilidade; viabilidade
econômica dos processos de torneamento, fresamento, furação e retificação. Processos de
conformação, laminação, estampagem, trefilação e extrusão, equipamentos aplicados em
processos de conformação. Custos de processos de conformação. Planejamento de estações de
produção.
OBJETIVO
Proporcionar conhecimentos sobre usinagem dos metais e nos processos de conformação com
ênfase na gestão do processo considerando a maximização da produção e minimização dos custos
do processo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERRARESI, D. Fundamentos de usinagem de metais. São Paulo, Edgard Blucher. 1990.
BOOTHROYD, G. Fundamentals of Metal Machining and Machine Tools, McGraw-Hill, 1989.
TRENT, E.M. Metal Cutting, Butterworth-Hieneam Ltd, 4th ed., 2000.
ABRAO, A. M., COELHO, R. T., MACHADO, A. R., BACCHI, M. Teoria da Usinagem dos
Materiais. 1ª Ed., Editora EDGARD BLUCHER, 384 pag.
KALPAKJIAN, S. Manufacturing Processes for Engineering Materials, Ed. Addison-Wesley,
1997.
NELSON, D.H., SCHNEIDER, Jr. G., Applied Manufacturing process Planning-with emphasis
on Metal Forming and Machining. Prentice Hall, 2001.720p.
SHAW, M.C., Principles of Metal Cutting, Oxford Press, London, 1992.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 57
CETLIN, P.R.; HELMAN, H. FUNDAMENTOS DA CONFORMAÇÃO MECÂNICA DOS METAIS.
Editora: ArtLiber, 1ª Ed. 264 pag.
SCHAEFFER, L. Conformação Mecânica. 1ª Ed. Editora Imprensa Livre, 167 pag.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
ESTRATÉGIA DA PRODUÇÃO
PROGRAMAÇÃO E CONTR.
CARGA HORÁRIA
80 HORAS
DA PRODUÇÃO
EMENTA
Estratégia de operações: a hierarquia estratégica da qual a estratégia de produção faz parte, a
natureza e o conteúdo da estratégia de produção, como os objetivos de desempenho podem ter
prioridades diferentes em função dos consumidores e concorrentes da organização e da posição de
seus produtos e serviços em seu ciclo de vida. As áreas de decisão da estratégia de produção, o
impacto das áreas de decisão da estratégia de produção nos objetivos de desempenho; Projeto de
operações: a natureza e o objetivo da atividade de projeto em operações produtivas; a forma como
satisfazer os clientes deve ser sempre o objetivo da atividade de projeto; a gestão da atividade de
projeto; a forma como o conjunto de opções de projeto se afunila durante a atividade de projeto;
como se pode conduzir o projeto para que seja um processo de tomada de decisão; os efeitos de
volume e variedade no projeto.
OBJETIVO
Apresentar as principais técnicas de gerenciamento e controle de produção, tais como: MRP, JIT,
Kanbam, técnicas da Teoria das Restrições e elementos de Produção Enxuta.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CONTADOR, J.C. et al., GESTÃO DA PRODUÇÃO – A Engenharia de Produção a serviço da
modernização da empresa. 2ª edição. Editora Edgard Blücher Ltda. 2004.
CORRÊA, H.L.; Carlos A.C. ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES – Manufatura e
Serviços: uma abordagem estratégica. Editora Atlas, 2004.
GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. 8ª Ed. São Paulo: Pioneira
e Thomson, Learning, 2002.
GARVIN, D.A., GERENCIANDO A QUALIDADE. Editora Qualitymark, 2002.
LAUGENI, F.P.; MARTINS, P.G. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO. Editora SARAIVA - 2ª Ed.
2004.
REID, R. D.; SANDERS, N. R., GESTÃO DE OPERAÇÕES. Editora LTC, 2005.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 58
RITZMAN, L.P.; KRAJEWSKI, L.J. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. 8ª Edição.
Editora Pearson/ Prentice Hall, 2004.
SHOOK, J.; ROTHER, M. Manual. Aprendendo a enxergar. Leam Institute Brasil. São Paulo:
IMAM, s/d.
WOMACK, J.P.; JONES, D.T. A Mentalidade enxuta nas empresas. Rio de Janeiro: Campus,
1998.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
GESTÃO AMBIENTAL
NENHUM
CARGA HORÁRIA
80 HORAS
EMENTA
Gestão Ambiental: histórico e perspectivas. Políticas Públicas Ambientais: instrumentos de comando
e controle, instrumentos econômicos e de bem comum. Licenciamento Ambiental. Avaliação de
Impacto Ambiental. Gestão Ambiental Empresarial: abordagem e modelos: a variável ambiental nos
negócios, o meio ambiente na empresa. Valoração Ambiental Energética: conceitos e aplicações.
Sistema de Gestão Ambiental e as Certificações Ambientais. Série ISO 14000 e EMAS. A ISO
140001: Sistema de Gestão: conceitos e procedimentos. Avaliação. Planejamento. Atualização.
Implantação. Auditoria. Gerenciamento de resíduos gerados.
OBJETIVO
Tratar dos aspectos ambientais envolvidos na empresa. Os temas como Avaliação de Impacto e
Licenciamento Ambiental de Empresas devem estabelecer o cenário da disciplina, para que
assuntos como Gestão Ambiental Empresarial, Valoração Ambiental do ponto de vista Energético,
Sistema de Gestão Ambiental e as Certificações Ambientais possam ser apresentados de maneira
integrada. A apresentação dos casos práticos ilustra cada um dos conceitos desenvolvidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABNT. ABNT NBR ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental – Requisitos com orientação para
uso. 2004 27 p.
ABNT. ABNT NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistema de Gestão da qualidade
e/ou ambiental. 2002. 26 p.
BARBIERI, J.C., Gestão Ambiental Empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. Editora
Saraiva. 2004.
DONAIRE, D. Gestão Ambiental na Empresa. Editora Atlas. 2a. Edição.1999.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 59
KNIGHT, A. E HARRINGTON, H.J. A implementação da ISO 14000. Editora Atlas. 2001.
REIS, M. J. L. ISO 14000 Gerenciamento Ambiental. Qualitymark Editora. 204 p. 1997.
TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa. Editora Atlas, 3a.
Edição. 2005.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
MARKETING ESTRATÉGICO
NENHUM
80 HORAS
EMPRESARIAL
EMENTA
Marketing Estratégico. Comportamento do Comprador. Planejamento Estratégico Orientado para o
Mercado. Análise do Ambiente de Negócios. Análise das Necessidades pela Segmentação. Análise
de Atratividade. Análise da Competitividade. Plano de Marketing Estratégico. Decisões Estratégicas
de Marketing: Preço, Distribuição, Comunicação.
OBJETIVO
Mostrar ao aluno a relevância do estudo de Marketing, da Publicidade e Propaganda no contexto da
sociedade contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, I.S. (org) Os Sentidos da Publicidade., São Paulo: Thomson, 2005.
GRACIOSO, F. Marketing. São Paulo: Global, 1998.
KOTLER, P. Marketing essencial: conceitos, estratégias e casos. 2ª ed. São Paulo:
LUPETTI, M. Planejamento de Comunicação. São Paulo: Futura, 2000.
MALHOTRA, N.K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3ªed. Porto Alegre: Bookman,
2001 Prentice Hall, 2005.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 60
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
PROJETO DE SISTEMA
RESITÊNCIA DOS
80 HORAS
MECÂNICO
MATERIAIS
EMENTA
Estudar as características de diversos tipos de elementos de máquina, máquinas de levantamento e
transporte, transportadores de correia, elevadores de caneca, visando o dimensionamento desses
elementos contra falhas estáticas e dinâmicas. Dessa forma, o acadêmico poderá entender melhor
o conceito do projeto de sistemas de transporte de cargas nas diversas células de produção das
empresas.
OBJETIVO
Proporcionar o aluno condições de desenvolver projetos de equipamentos de transporte de cargas e
pessoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NORTON, R.L. Projeto de Máquinas Edição: 2ª Editor: Bookman 2003.
MELCONIAN, S. Elementos de Máquina. São Paulo. Ed. Érika, 3º ed. edição.
NELMANN, G. Elementos de Máquinas. São Paulo: ed. Edgard Blucher.
PROVENÇA, F. Mecânica Aplicada, São Paulo, 1975.
MELCONIAN, S. Elementos Mecânicos e Resistência dos Materiais. São Paulo. Ed. Érika,
2º ed.
NASH, A. W. Resistência dos Materiais – Coleção Shaw.
ERDMAN, A. G.; SANDOR, G. N. Mechanism design: analysis and synthesis. 4.ed. New Jersey :
Prentice-Hall Inc., 2001. V.1.
8º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 61
PROCESSO E DESENVOLVIMENTO
NENHUM
80 HORAS
DO PRODUTO
EMENTA
Visão geral do processo de desenvolvimento de produto, incluindo: conceito de processo de
negócio e modelo de referência, desenvolvimento de produto como um processo; fases principais
do processo de desenvolvimento de produto; definição e conceitos básicos de gerenciamento de
projetos. Apresentação de um modelo de referência para desenvolvimento de produto.
Apresentação das fases do processo de desenvolvimento de produto e realização do projeto.
Descrição da fase de concepção (anteprojeto) incluindo estratégia de produto, gerenciamento da
carteira de projetos e diretrizes de produto. Descrição da fase de conceituação, incluindo conceitos
gerais de pesquisa de mercado, desdobramento da função qualidade (QFD), matriz de conceito de
produto e viabilidade econômica de projeto. Descrição da fase de projeto do produto e processo,
incluindo conceitos básicos e etapas de Projeto para Manufatura e Montagem (DMFA), aspectos
humanos e Ergonomia em projeto de produto.
OBJETIVO
Fornecer ao aluno uma visão integrada do processo de desenvolvimento de produto, desde as
etapas iniciais de geração da idéia, avaliação econômica e desenvolvimento do conceito do produto
até a preparação da fábrica, produção e lançamento do produto. Apresentar como os principais
conhecimentos da formação de engenheiro de produção podem ser aplicados no processo de
desenvolvimento de produto. Propiciar uma experiência prática de projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AKAO, Y. Introdução ao Desdobramento da Qualidade. Vol. 1. Belo Horizonte: Editora Fundação
Christiano Ottoni, 1996. 187 p.
CHENG, L. C. e Outros QFD - Planejamento da Qualidade. Belo Horizonte: Fundação Christiano
Ottoni. 1995. 261 p.
KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle.
São Paulo: Atlas, 2003.
ROZENFELD, H., FORCELLINI, F. A., AMARAL, D. C., e outros. Gestão de Desenvolvimento de
Produtos. Saraiva, 2005. 576 p.
THOMPSON, A.A.; STRICKLAND III, A.J. Planejamento estratégico: elaboração, implementação e
execução. São Paulo: Pioneira e Thomson Learning, 2002.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 62
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
CORROSÃO E DEGRADAÇÃO
QUÍMICA GERAL
80 HORAS
DOS MATERIAIS
EMENTA
Introdução corrosão. Oxidação-Redução. Potencial de Eletrodo. Pilhas eletroquímicas. Formas de
corrosão. Corrosão: Mecanismos básicos. Meios corrosivos. Heterogeneidades responsáveis por
corrosão eletroquímica. Corrosão galvânica. Corrosão eletrolítica. Corrosão seletiva. Corrosão
microbiológica. Oxidação e corrosão em temperaturas elevadas. Métodos para combate à Corrosão.
Inibidores de corrosão. Modificações no processo, de propriedades de metais e projetos.
Revestimentos: Limpeza e Preparo de superfícies. Revestimentos Metálicos. Revestimentos Nãometálicos Inorgânicos. Revestimentos Não-metálicos Orgânicos – Tintas e polímeros. Proteção
Catódica. Proteção Anódica. Ensaios de Corrosão – Monitoração – Taxa de Corrosão.
OBJETIVO
Capacitar para a atuação como gestores em sistemas de inspeção em equipamentos, com
formação integrada das diversas áreas do conhecimento que as compõem, bem como a
participação na execução e implementação de planejamentos, projetos, operação e manutenção de
setores de interesse industrial
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Dutra, A. C., Nunes, L. P. Proteção Catódica: técnica de combate à corrosão. 2. ed. Rio de Janeiro:
Interciência. 1991.
Gentil, Vicente. Corrosão. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1996.
Ramanatham, Lalgudi. Corrosão e seu controle. São Paulo: Hemus. 1988.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
LOGÍSTICA E TRANSPORTE
PRÉ-REQUISITO
ESTRATÉGIA DA PRODUÇÃO
CARGA HORÁRIA
80 HORAS
EMENTA
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 63
Introdução a sistemas logísticos integrados. Estratégia logística. Gerenciamento de inventários.
Gerenciamento de sistemas de distribuição e de transporte. Sistemas de informação para logística.
Logística internacional. Problema do ponto central. Distribuição espacial aleatória. Sistemas de
coleta-distribuição. Dimensionamento de depósitos e armazéns. Estratégia de distribuição
considerando os custos de estoque e de transporte. Localização de instalações. Roteamento de
veículos.
OBJETIVO
Proporcionar conhecimentos de ambientes produtivos e de operações envolvendo transportes
internos e externos, logística e cadeias de suprimentos e produtivas, que quando integradas
sistemicamente, permitem em seu conjunto, obter vantagens competitivas concorrenciais em novos
ambientes empresariais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGOSTINHO, M. E. Complexidade e organizações: em busca da gestão autônoma. São Paulo:
Atlas, 2003.
BATALHA, M.O. (ORG). Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001.
BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
BERTAGLIA, P.R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva,
2003.
DEMO, P. Complexidade e aprendizagem. São Paulo: Atlas. 2002.
FLEURY, P.F. et al. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: atlas, 2000.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
SEMINÁRIO DE MONOGRAFIA
40 HORAS
EMENTA
Estrutura do trabalho de caráter monográfico; aplicação dos fundamentos teóricos no
desenvolvimento do projeto específico de monografia; orientação e acompanhamento na
elaboração do trabalho monográfico: discussão, técnica e estratégia para a escolha do problema, o
planejamento, preparação e apresentação da monografia final de curso de acordo com as normas
da ABNT, considerando as diversas fases de desenvolvimento e os diferentes componentes
estruturais do trabalho monográfico. Seminário de trabalhos de conclusão de curso de caráter
monográfico. Organização e realização das bancas de defesa pública das monografias.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 64
OBJETIVO
Possibilitar ao aluno a compreensão e elaboração de trabalho monográfico através de instrumentalização
metodológica de problemas para pesquisa, investigação e produção textual a partir de interpretações e
resultados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACEVEDO, Claudia Rosa / NOHARA, Jouliana Jordan Monografia no Curso de Administração(2006)
ED.ATLAS
SALOMON, Delcio Vieira Como Fazer uma Monografia (1999) ED.MARTINS FONTES
MARION, Jose Carlos / DIAS, Reinaldo / TRALDI, Maria Cristina Monografia para os Cursos de
Administração, (2002) ED.ATLAS
TACHIZAWA, Takeshy / MENDES, Gildasio Como Fazer Monografia na Pratica (1998) ED.FGV
GONÇALVES, Hortencia de Abreu Manual de Monografia - Dissertação e Teses (2004) ED.AVERCAMP
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
GESTÃO DE PESSOAS
CARGA HORÁRIA
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Introdução à Administração de Recursos Humanos. Gestão Estratégica de RH. Fundamentos da
administração da Gestão de RH. Concepção da pessoa no ambiente organizacional segundo
parâmetros éticos para a formação do administrador. O papel da área de "recursos humanos na
Gestão de pessoas". Integração da pessoa no ambiente de trabalho.
OBJETIVO
Assimilar os principais pressupostos teóricos que fundamentam a definição de políticas e práticas
de Gestão de Pessoas nas Empresas; Conhecer as principais atividades e procedimentos dos
vários subsistemas da Administração de Pessoas e os impactos de sua operacionalização em
diferentes instâncias organizacionais; Familiarizar-se com processo de formulação de Políticas de
Gestão de Pessoas, identificando seus elementos componentes para implementação e avaliação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, L. N. H. Cultura administrativa: uma nova perspectiva das relações entre antropologia
e administração. São Paulo: RAE, 1998.
BOWDITCH, J.L. & BUONO, A.F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo:
Pioneira, 1999.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 65
CARVALHO, A.V. de. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 1998. v. 1, 2.
CHIAVENATO, I., Recursos Humanos. Ed. Compacta. 5. Ed. São Paulo: Atlas, 1998.
FLEURY, M.T.L. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo, Atlas,
2000.
LODI , J.B. A ética na empresa familiar . São Paulo: Pioneira, 1998.
PRATES, M.A .; BARROS, B.T. O estilo brasileiro de administrar. SP: Atlas, 1999.
ROBBINS, S.P. Comportamento Organizacional. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1999.
ROBBINS, S.P., Administração: mudanças perspectivas. São Paulo: Saraiva.
VIEIRA, M. M. F. & OLIVEIRA, L.M.B. Administração contemporânea. SP, Atlas, 1999. São Paulo:
Saraiva, 1999.
WOOD JR., T. (coord.). Mudança organizacional. São Paulo, Atlas, 1999.
9º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA
HORÁRIA
AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO
ELETROTÉCNICA E INSTALAÇÕES
80 HORAS
INDUSTRIAIS
EMENTA
Visão geral do processo de desenvolvimento de produto, incluindo: conceito de processo de
negócio e modelo de referência, desenvolvimento de produto como um processo; fases principais
do processo de desenvolvimento de produto; definição e conceitos básicos de gerenciamento de
projetos. Apresentação de um modelo de referência para desenvolvimento de produto.
Apresentação das fases do processo de desenvolvimento de produto e realização do projeto.
Descrição da fase de concepção (anteprojeto) incluindo estratégia de produto, gerenciamento da
carteira de projetos e diretrizes de produto. Descrição da fase de conceituação, incluindo conceitos
gerais de pesquisa de mercado, desdobramento da função qualidade (QFD), matriz de conceito de
produto e viabilidade econômica de projeto. Descrição da fase de projeto do produto e processo,
incluindo conceitos básicos e etapas de Projeto para Manufatura e Montagem (DMFA), aspectos
humanos e Ergonomia em projeto de produto.
OBJETIVO
Compreender a automação da produção industrial como ciência aplicada e aplicar os
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 66
conhecimentos mais modernos em mecanização, automação e automação flexível.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPELLI A., Automação Industrial São Paulo: Editora ERICA. 240 p. 2006
KEITH CHEATLE, Fundamental of Test Measurement Instrumentation, Publisher ISA, 2006.
MORAES, C.C.; Castrucci, P. L., Engenharia de Automação Industrial. São Paulo: LTC Editora,
2001.
PAZOS, F., Automação de Sistemas & Robótica. São Paulo: Axcel Books, 2002.
SLACK, N. et al., Administração da Produção, 2ªed., São Paulo, Atlas, 2002.
MIKELL GROOVER, Automação industrial e sistemas de manufatura,3ª edição,Editora Pearson,
592 pag., 2011.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
SISTEMA DE GESTÃO DA
NENHUM
80 HORAS
QUALIDADE
EMENTA
A Evolução do Conceito e da prática da Qualidade. Custo da Qualidade e os efeitos do
Gerenciamento da Qualidade sobre a Produtividade. Gerenciamento da Qualidade Total e Princípios
da qualidade. Sistema de Qualidade: Histórico das normas ISO de sistemas de garantia da
qualidade. Normas ISO atuais: NBR ISO 9000:2000; NBR ISO 9001:2000; NBR ISO 9004:2000;
Processo de certificação de sistema da qualidade. Sistema de Qualidade: Política da qualidade,
objetivos da qualidade, indicadores e metas de melhoria da eficácia do sistema de gestão da
qualidade. Procedimentos para: garantia da qualidade na realização do produto; identificação das
necessidades e requisitos dos clientes, processos relacionados ao cliente e medição da satisfação
do cliente; processos de análise crítica do sistema e de melhoria; gestão de recursos; controle de
documentos e registros; sistema documental: manual, procedimentos, instruções de trabalho,
registros.
OBJETIVO
Introduzir os conceitos de qualidade e sistemas de qualidade industrial. Fornecer subsídios para
que o aluno tenha condições de, na sua vida profissional futura, projetar e implementar um Sistema
da Qualidade segundo os requisitos de sistemas de qualidade ISO 9000.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 67
JURAN, J. M. E GRYNA, F. Quality analysis and planning. New York: MacGraw Hill; 1993.
GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade. São Paulo: Quality Mark. 1992.
FAESARELLA, I.; SACOMANO, J. B. E CARPINETTI, L. C. R. Gestão da Qualidade: Conceitos e
Ferramentas, Gráfica EESC-USP; 1996.
BROCKA, B. E BROCKA, M. S. Gerenciamento da Qualidade. São Paulo: Makron Books, 1995.
CAMPOS, V. F. TQC - controle de qualidade total (no estilo Japonês). Belo Horizonte: PCO, 1992.
ISO 9000:2000 - Vocabulário em gestão de qualidade.
ISO 9001:2000 - Sistema de gestão de qualidade – requisitos.
ISO 9004-2000 - Diretrizes para melhoria de desempenho.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
ERG. HIGIENE E SEGURANÇA DO
NENHUM
80 HORAS
TRABALHO
EMENTA
Ambiente Institucional para a prevenção de acidentes e segurança do trabalho: visão geral das
condições de higiene e segurança do trabalho no Brasil; legislação vigente em higiene e segurança
do trabalho; órgãos de segurança e medicina do trabalho; profissionais que atuam em Higiene e
Segurança do Trabalho; perspectivas da Higiene e Segurança do Trabalho em função da
modernização tecnológica e administrativa. Avaliação e prevenção dos principais riscos de
acidentes: estudo dos agentes principais agentes agressivos ocupacionais e de metodologias para
desenvolvimento de programas de prevenção desses riscos. Conceituação e campo de aplicação
da
ergonomia;
Fundamentos
fisiológicos
da
ergonomia;
Fundamentos
psicológicos
e
organizacionais (humanos) da ergonomia.
OBJETIVO
Apresentar ao aluno o ambiente institucional destinado à ergonomia, higiene e segurança do
trabalho de responsabilidades dos profissionais de engenharia. Discutir os principais riscos de
acidentes e doenças de trabalho no setor produtivo. Fornecer ao aluno uma capacidade de
identificar os principais riscos e saber agir profissionalmente quanto a eles.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina no trabalho. 59. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MARANO, V.P. A segurança, a medicina e o meio ambiente do trabalho nas atividades rurais
da agropecuária. São Paulo: LTR, 2006.
TRAVASSOS, G. Guia prático de medicina do trabalho. São Paulo: LTR, 2004.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 68
FERRAZ, F.; FIGUEIREDO, M.; ALVAREZ, D. Apostila de Ergonomia. Niterói, 2003.
GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia. Editora Bookman, Porto Alegre, 1998.
GUÉRIN, F. et al. Compreender o Trabalho para transformá-lo. São Paulo: Edgar Blücher, 2001.
IIDA, I. Ergonomia: Projeto e Produção. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1995.
WISNER, A. A Inteligência no Trabalho. Editora Fundacentro, São Paulo, 1994.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
3000 HORAS
80 HORAS
EMENTA
Gestão Estratégica da Manutenção; Tipos de Manutenção; Planejamento e Organização da
Manutenção; Métodos e Ferramentas para Aumento da Confiabilidade; Qualidade na Manutenção;
Técnicas Preditivas; Análise de Weibull; Manutenção por Avaliação de Vibrações; Manutenção
preditiva e Preventiva por Emissão Acústica; Manutenção utilizando equipamentos de Ultra-Sons;
Manutenção utilizando equipamentos de Partículas Magnéticas; Engenharia de Manutenção;
Procedimentos de Controles de Máquinas e Instalações.
OBJETIVO
Fornecer os conceitos e técnicas voltadas manutenção industrial focando nos aspectos do TPM –
Manutenção Produtiva Total.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KARDEC, A. Manutenção: Função Estratégica. 2ªEd. Qualitymark Rio de Janeiro, 1998.
KARDEC, A.; RIBEIRO, H. Gestão Estratégica e Manutenção Autônoma. Ed. Qualitymark. Rio de
Janeiro 2002;
XAVIER, N. L. Técnicas de Manutenção preditiva em instalações industriais. Vol.1 e 2. Ed.: Ed.
Blucher, 1985.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 69
FINANÇAS
NENHUM
80 HORAS
EMENTA
Introdução à análise financeira. Análise da estrutura patrimonial. Análise da estrutura operacional
Análise financeira. Análise econômica. Análise de tendências para o desequilíbrio econômicofinanceiro.
OBJETIVO
O objetivo desta disciplina é de familiarizar o aluno com a análise de questões de economia e com a
prática de finanças empresariais. O curso procurará mesclar aspectos teóricos com as realidades
das finanças das empresas brasileiras, públicas ou privadas, permitindo assim ao aluno tanto uma
visão conceitual dos problemas como das dificuldades práticas que esta visão possui.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIAMBIAGI, F.; ALÉM, F. Finanças Públicas: teoria e Prática no Brasil. Rio de Janeiro: Campus,
1999.
MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 4 ed. São
Paulo: Atlas, 1997, 463 p.
MUSGRAVE, R.; MUSGRAVE, P. Finanças Públicas. Rio de Janeiro: Campus
PEREZ JÚNIOR, F. H.; BEGALLI, G. A. Elaboração das demonstrações contábeis. São Paulo:
Atlas, 1999, 228 p.
RESENDE, F. Finanças Públicas. 2ª ed São Paulo: Atlas, 2001
ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JORDAN, B. D. Princípios de administração financeira.
Tradução: Antônio Zoratto Sanvicente. São Paulo: Atlas, 1998, 432 p.
STIGLITZ, J. E. Economics of the Public Sector 3ª ed. 2000.
10º PERÍODO
INFORMAÇÕES BÁSICAS
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
MONOGRAFIA
3000 HORAS
40 HORAS
EMENTA
Monografia desenvolvida pelo aluno e orientada por um docente envolvido no Curso de Engenharia
de Produção. O Projeto de Trabalho tratará de assuntos relevantes do Curso em Engenharia de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 70
Produção, propondo inovações tecnológicas, melhoria de produtos e de sistemas produtivos. Pode
ser feito em qualquer período a partir de quando o aluno completar a carga horária de 1800 horas.
OBJETIVO
Fornecer oportunidade de reunião e aplicação de todos os conhecimentos adquiridos no curso de
Engenharia de Produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A bibliografia será recomendada pelo professor orientador no decorrer da monografia.
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
3080 HORAS
200 HORAS
EMENTA
Estágio supervisionado por um docente de qualquer disciplina envolvida com o Curso de
Engenharia de Produção. O estágio pode ser feito em uma ou mais empresas e deve totalizar um
mínimo de 180 horas.
OBJETIVO
Fornecer oportunidade de aplicação de conhecimentos fundamentais da Engenharia de Produção
no projeto, implementação e aperfeiçoamento de sistemas produtivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A bibliografia será recomendada pelo professor orientador no decorrer do estágio.
DISCIPLINA:
PRÉ-REQUISITO
CARGA HORÁRIA
ATIVIDADES
NENHUM
120 HORAS
COMPLEMENTARES
EMENTA
Convalidação de 160 horas em trabalhos desenvolvidos por alunos, com ou sem orientação, de
cunho científico, extensionista ou projetos reconhecidos pelo IPTAN.
OBJETIVO
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 71
Dar liberdade de ação ao aluno e motivá-lo a desenvolver outros projetos pertinentes ao seu
desenvolvimento acadêmico.
17. RECURSOS HUMANOS
A contratação de professores para o curso de Engenharia de Produção no IPTAN deverá
seguir a sugestão da tabela abaixo. Os técnicos de laboratórios deverão ser contratados à medida
que os laboratórios forem montados
TABELA 2 – Quadro de contratação de professores.
2014
TOTAL
2º
1º
2º
SEM
SEM
P1
P2
P2
2
SEM
2015
1º
2º
SEM
SEM
P4
P6
P8
P3
P5
P7
2
2
2
2016
Total
5
5
P9
10
2
P=Perfil profissional dos professores a serem contratados de acordo com o oferecimento das
disciplinas e diretrizes do curso.
18. INFRAESTRUTURA
18.1. EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS
Abaixo, apresentamos um demonstrativo das necessidades de equipamentos e mobiliários
necessários à implantação do curso de engenharia de produção no IPTAN.
18.2. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO
DE ENSINO/PESQUISA.
CURSO: Engenharia de Produção
EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO
INÍCIO DE UTILIZAÇÃO:
LABORATÓRIO: Metrologia e Controle de Qualidade
DESCRIÇÃO
UNID.
QUANT.
VALOR
VALOR
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Adquirido
Página 72
DE
UNITÁRIO
TOTAL
MEDIDA
Máquina de Medição
Sim
Não
Un.
1
187.000,00
187.000,00
x
Un
1
245.000,00
245.000,00
x
Medidor de Circularidade
Un.
1
90.000,00
80.000,00
x
Microscópio ótico
Un.
1
22.450,00
22.450,00
x
Perfilômetro a Laser
Un.
1
100.000,00
100.000,00
x
Desempeno de Granito
Un.
1
9.000,00
9.000,00
x
Projetor de Perfil
Un.
1
24.000,00
24.000,00
x
Un.
1
420,00
420,00
x
Un.
1
180,00
180,00
x
Un.
1
22.000,00
22.000,00
x
Un.
25
280,00
7.000,00
x
Un.
25
700,00
17.500,00
x
Un.
1
1.020,00
1020,00
x
Un.
1
2.700,00
2700,00
x
Un.
1
8000,00
8000,00
x
Micrômetro de profundidade
Un.
1
5.500,0
5.500,00
x
Paralelo ótico 0-25
Un.
1
1.200,00
1.200,00
x
Paralelo ótico 25-50
Un.
1
1.500,00
1.500,00
x
Relógio comparador digital
Un.
1
2.200,00
2.200,00
x
Un.
1
360,00
360,00
Un.
1
1.600,00
1600,00
Tridimensional
CENTRO DE USINAGEM
VERTICAL ROMI D600 Comando Siemens 828D Cabeçote 7 a 7.500 rpm TAF
de 20 ferramentas - Mandril
BT-40 e opcionais
Esquadro de aço 150 x 100
(fio)
Esquadro de aço 150 x 100
(reto)
Durômetro Digital
Kit Paquímetro + micrometro
Analógico
Kit Paquímetro + micrometro
Digital
Micrômetro externo 0 - 100
mm
Micrômetro interno furo 12 20 mm
Micrômetro interno furo 20 50 mm
Suporte com base
magnética
Nível de bolha de precisão
TOTAL
738.630,00
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 73
18.3. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO
DE ENSINO.
CURSO: Engenharia de Produção
EQUIPAMENTOS E MOBILÁRIOS PARA LABORATÓRIO
INÍCIO DE UTILIZAÇÃO:
LABORATÓRIO: Pesquisa Operacional e Tecnologia Gráfica
UNID.
DESCRIÇÃO
DE
QUANT.
MEDIDA
Computadores
Softwares
Mesa e Cadeira para
computadores
VALOR
VALOR
UNITÁRIO
TOTAL
Adquirido
Sim
Não
Un.
60
2.500,00
150.000,00
Pacote
60
1.000,00
60.000,00
X
Conjunto
60
269,00
16.140,00
X
TOTAL
226.140,00
18.4. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA ENSINO – SALA
DE AULA
CURSO: Engenharia de Produção
INÍCIO DE UTILIZAÇÃO:
EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA SALAS DE AULA
UNID.
DESCRIÇÃO
DE
QUANT.
MEDIDA
VALOR
VALOR
UNITÁRIO
TOTAL
Sim
Cadeiras para sala de aula
Un.
600
60,00
36.000,00
Data Show
Un.
10
3.500,00
3.500,00
Quadro Negro
Un
2
10
150,00
1500,00
TOTAL
Adquirido
Não
41.000,00
18.5. NECESSIDADE DE ACERVO BIBLIOGRÁFICO
INÍCIO DE UTILIZAÇÃO: 2009
Título
Administração da
produção
Administração da
Autor
N. Slack
et al.
Henriqu
Valor
Valor
unitário
Total
20
104,00
2.080,00
20
51,00
1020,00
Editora
Edição
Quant.
Atlas
2ª
Atlas
2ª
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Adquirido
Sim
Não
Página 74
Produção e
e
operações –
Correa
Manufatura e
Serviços
Gestão logística de
transporte de
cargas
José
Vicente
Administração de
Marcos
Marketing
Cobra
Administração da
Maria
qualidade e da
Esmeral
produtividade –
da
Abordagem do
Balleste
processo
administrativo
Controle Estatístico
da qualidade
Logística
empresarial – A
perspectiva
Brasileira
Atlas
2ª
20
55,00
1.100,00
Atlas
2ª
20
90,00
1.800,00
12/2009
Atlas
2ª
20
69,00
1380,00
12/2009
Atlas
2ª
20
60,00
1200,00
12/2009
Atlas
1ª
20
75,00
1.500,00
12/2009
ro
Alvarez
Eugênio
Kahn et
al.
Paulo
Fernand
o Fleury
TOTAL
10.080,00
19. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC
Os procedimentos de avaliação do PPC devem obedecer aos regulamentos do Sistema
Nacional de Educação Superior – SINAIS - pertinentes aos cursos de graduação. Deverá ocorrer
avaliação periódica quanto à atualização das ementas, unidades curriculares e a bibliografia utilizada.
Deve-se ainda, se possível, adotar os instrumentos desenvolvidos pela Comissão Própria de
Avaliação do IPTAN e demais instrumentos propostos pela Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão.
19.1 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM
19.2. ESTRATÉGIA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Busca-se neste Curso de Engenharia de Produção a formação integral dos alunos, para que se
transformem em produtores de conhecimento e não em meros receptores de informações. A proposta
é realizar o curso de Engenharia de Produção que ofereça essa autonomia de estudo, utilizando-se
de metodologias de interação.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 75
Propõe-se a combinação de uma “Pedagogia da transmissão” - quando o professor
(transmissor) expõe o conhecimento ao aluno (receptor), num primeiro momento com exposições
orais e leituras dirigidas - até as “Metodologias Problematizadoras”. Quando o professor-mediador
utiliza a “Pedagogia da Problematização” e o aluno-construtor problematiza a realidade com
formulação de hipóteses, busca da teoria e intervenção nessa mesma realidade. Nesse sentido, as
situações-problema se derivam da observação e da experiência prática dos alunos sobre o fazer
cotidiano, não sendo, portanto, previamente elaboradas, mas sim estimuladas pelo professor.
Podendo atuar em diversas áreas de engenharia, administração e finanças, pode-se dizer que
a localização do engenheiro de produção no contexto organizacional está na interface entre o
empreendedor e os engenheiros de formação clássica e os demais profissionais das áreas técnicas.
Pretende-se assim criar no curso de Engenharia de Produção do IPTAN uma cultura de formação
binomial, isto é, uma formação técnica/administrativa. Na necessidade de se comunicar com técnicos
e engenheiros, Nosso engenheiro de produção recorre à formação de engenharia e quando precisa
se relacionar com a gestão, ele tem toda uma fundamentação teórica, embasado em unidades
curriculares como economia, estatística, ferramentas da qualidade, gestão estratégica, entre outras.
Vale dizer que seu perfil técnico está intimamente ligado à organização das atividades de
produção e otimização da produção, estabelecimento de interfaces entre as áreas que atuam
diretamente sobre os sistemas técnicos e a área administrativa da empresa. Dessa forma, propõemse a formação de um perfil profissional que seja capaz de solucionar e/ou propor soluções atuando
diretamente nos problemas em pequenas, médias e grandes empresas. O profissional formado em
Engenharia de Produção pelo IPTAN receberá conhecimentos que somados a um perfil inovador e
empreendedor terá, também, a capacidade de prestar consultoria em empresas, e atuar no mercado
na implantação de empresas podendo inclusive implantar e desenvolver seu próprio empreendimento.
19.3. SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM
Será adotada avaliação por unidade curricular de acordo com as normas em vigor no Instituto
Presidente Tancredo de Almeida Neves - IPTAN. Prevalecerão, também, abordagens construtivistas
no saber a ser elaborado de forma interativa entre docente-discente-conteúdo da unidade curricular,
preparando o discente para a autonomia reflexiva e criativa, evitando repetição de conteúdos e
estimulando a aprendizagem centrada no discente.
O Curso deve ser avaliado periodicamente quanto à atualização das ementas, das unidades
curriculares e da bibliografia, recomendando a revisão anual em processo consultivo junto ao corpo
docente, discente e técnico-administrativo. O sistema de auto-avaliação do curso deverá seguir os
itens do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior pertinentes aos cursos de graduação,
adotando, sempre que possível, os instrumentos desenvolvidos pela Comissão Própria de Avaliação
do IPTAN e demais instrumentos propostos pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Pesquisa e
Extensão.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 76
Dessa forma propõem neste projeto que os acadêmicos sejam avaliados da seguinte forma:
a) O cumprimento das atividades definidas nos planos de curso, ou seja, o estudo do
conteúdo e a realização de exercícios avaliativos;
b) Realização de exames práticos e ou teóricos, observando-se o caráter interdisciplinar dos
conteúdos;
c) As unidades curriculares que demandarem atividades práticas devem ter carga horária
máxima de 25% da carga horária total;
d) Conforme as especificidades de cada laboratório, as unidades curriculares que
demandam aulas práticas podem ser divididas em subturmas;
e) As unidades curriculares que demandarem atividades práticas podem, se o professor
julgar necessário conter avaliações específicas às atividades desenvolvidas;
f)
A monografia será desenvolvida, individualmente, sob a orientação de um ou mais
professores, abordando temas relativos à Engenharia de Produção, sendo os resultados
avaliados por uma banca composta de três professores do curso.
O sistema de avaliação estará de acordo com as normas vigentes aprovadas pelo Conselho de
Ensino Pesquisa e Extensão do IPTAN. Assim, o plano de ensino proposto pelo professor será
acompanhado, semestralmente, pelo colegiado do curso ou comissão própria estabelecida pelo
conselho. O professor poderá definir ou não a realização de trabalhos e/ou provas por equipes e/ou
individual, onde a média mínima para a aprovação no Curso de Engenharia de Produção será 7,0
(nota sete)
20. Anexos
20.1. Fluxograma do Curso
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 77
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 78
Cálculo
Numérico para
Engenharia
80 horas teóricas
Geometria
Analítica e
Álgebra Linear
80 horas teóricas
Modelos
Probabilísticos
Aplicados a EP
80 horas teóricas
Português
I nstrumental
40 horas teóricas
Linguagem de
Programação
40 horas teóricas
40 horas práticas
360 horas
teóricas
40 horas práticas
I ntrodução a
Estatística
40 horas teóricas
Desenho
Computacional
40 horas teóricas
40 horas práticas
Desenho Técnico
80 horas teóricas
I ntrodução a
Engenharia de
produção
40 horas teóricas
360 horas
teóricas
40 horas práticas
3280 horas
teóricas
400 horas
teóricas
560 horas
práticas
Métodos
Estatísticos
Aplicados a EP
80 horas teóricas
Equaçoes
Diferenciais
80 horas teóricas
Cálculo
Diferencial e
I ntegral I I
80 horas teóricas
Cálculo
Diferencial e
I ntegral I
120 horas
teóricas
Carga
Horária Total
400 horas
teóricas
Contabilidade
Geral
80 horas teóricas
I ntrodução a
Eng. Econômica
80 horas teóricas
Psic. e
Comport.
Organizacional
80 horas teóricas
Eletrotécnica e
I nst. I ndustriais
80 horas teóricas
Ciência e
tecnologia dos
Materiais
80 horas teóricas
Física ll
Eletricidade e
Magnet.
80 horas teóricas
Física l
80 horas teóricas
Química geral
para Engenharia
80 horas teóricas
4º Periodo
2º ANO
3º Periodo
2º Periodo
1º Periodo
1º ANO
1520 horas
teóricas
80 horas práticas
400 horas
teóricas
Pesquisa
Operacional
80 horas teóricas
Resistência dos
Materiais
80 horas teóricas
Metrologia e
Controle da
Qualidade
80 horas teóricas
Administração
da Produção
80 horas teóricas
Estratégia e
Organizações
80 horas teóricas
5º Periodo
Projetos de Sit.
Mecânicos
80 horas teóricas
Laboratório
Mecânica e
Elétrica
120 horas
práticas
640 horas
teóricas
120 horas
práticas
360 horas
teóricas
Marketing
Empresarial
80 horas teóricas
Estudo Étnico
Raciais
Div ersidade e
Meio Ambiente
40 horas teóricas
240 horas
teóricas
120 horas
práticas
Gestão
Ambiental
40 horas teóricas
Estratégia da
Produção
80 horas teóricas
Processo de
Fabricação
80 horas teóricas
7º Periodo
Libras
40 horas teóricas
Programação e
Controle da
Produção
80 horas teóricas
Gestão da
Cadeia de
Suprimento
80 horas teóricas
6º Periodo
Carga Horária
Total
Ciclo Básico
3º ANO
1120 horas
teóricas
360 horas
práticas
Carga Horária
Total
Ciclo
Intermediário
Finanças
80 horas teóricas
Gestão da
Manutenção
80 horas teóricas
Erg. Higiene e
Seg. do trabalho
80 horas teóricas
Automação da
Produção
80 horas teóricas
Sistema de
Gestão da
Qualidade
80 horas teóricas
9º Periodo
400 horas
teóricas
Gestão de
Pessoas
80 horas teóricas
Seminário de
Monografia l
40 horas teóricas
Processoso e
Des. do Produto
80 horas teóricas
Logística e
Transporte
80 horas teóricas
Corrosão e
Degradação dos
Materiais
80 horas teóricas
8º Periodo
360 horas
teóricas
4º ANO
FLUXOGRAMA do Curso de Engenharia de PRODUÇÃO
360 horas
práticas
Estágio
Superv isionado
200 horas
práticas
Ativ idades
Complementares
120 horas
práticas
Monografia
40 horas práticas
10º Periodo
Carga Horária
Total
Ciclo
Profissionalizante
5º ANO
Carga Horária
parcial dos
periodos
20.2. Cronograma do Curso
Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Carga Horária
Ciclos
Unidade Curricular
Teórica
Semestre/Prérequisito
Prática
1º Sem.
2º Sem.
3º Sem.
Unidades Curriculares do
Ciclo 1 – Básico
Calculo Diferencial Integral I
120
Nenhum
Introdução a Estatística
40
Nenhum
Português Instrumental
40
Nenhum
Química Geral
80
Nenhum
Introdução a Eng. de Produção
40
Nenhum
Linguagem de Programação
40
40
360
40
Subtotal
4º Sem.
Nenhum
Calculo Diferencial Integral I
Física I
80
Calculo Diferencial Integral I
Modelos Probabilísticos Aplicados
80
Introdução a Estatística
Desenho Técnico
80
Nenhum
Geometria Anal. e Álgebra Linear
80
Nenhum
Subtotal
400
80
Desenho Computacional
40
Física II - Eletricidade e Magnet.
80
Física I
Cálculo Numérico para Engenharia
80
Calculo Diferencial Integral I
Métodos Est. Aplicado a E.P
80
Modelos Probabilísticos Aplicados
Unidades Curriculares do
Ciclo 3 - Básico
Unidades Curriculares do
Ciclo 2 – Básico
80
Calculo Diferencial Integral II
Equações Diferenciais
80
Física II
Psic. e Comport. Organizacional
80
Nenhum
Introdução a Eng. Econômica
80
Nenhum
Ciências e Tec. dos Materiais
80
Química Geral
Contabilidade Geral
80
Nenhum
Subtotal
360
5º Sem.
Calculo Diferencial Integral II
40
Desenho Técnico
40
Unidades Curriculares do
Ciclo 4 – Básico
Eletrotécnica e Inst. Industriais
Unidades Curriculares do
Ciclo 5 – intermediário
Pesquisa Operacional
80
Calculo Numérico-Geom. Anal. E Alg. Lin.
Resistência dos Materiais
80
1200 horas
Metrologia e Contr. de Qualidade
80
800 horas
Estratégia e Organizações
80
Nenhum
Administração da Produção
80
Nenhum
400
Subtotal
Total
400
12000 horas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Página 79
Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
Carga Horária
Ciclos
Unidade Curricular
Teórica
Semestre/Prérequisito
Prática
6º Sem.
7º Sem.
8º Sem.
9º Sem.
Unidades Curriculares do
Ciclo 6 - Intermediário
Libras
40
Nenhum
Gestão da Cadeia de Suprimento
80
Estratégia e Organizações
Progr. e Controle da Produção
80
Estratégia e Organizações
Estudo Étnico Racial, Diversidade
e meio Ambiente
40
Nenhum
Laboratório de Mec. e Elétrica
Subtotal
120
2.000 horas
360
Unidades Curriculares do
Ciclo 7 - Profissionalizante
Processo de Fabricação
80
2.360 horas
Estratégia da Produção
80
Programação e Contr. da Prod.
Gestão Ambiental
40
Nenhum
Marketing Empresarial
80
Nenhum
Projetos de Sist. Mecânicos
80
Resistência dos Materiais
Subtotal
10º Sem.
360
Unidades Curriculares
do
Ciclo 9 - Profissionalizante
Unidades Curriculares
do
Ciclo 8 - Profissionalizante
Processos e Desenv. do Produto
80
Nenhum
Corrosão e Degradação dos Mat.
80
Química Geral
Logística e Transporte
80
Estratégia da Produção
Seminário de Monografia I
40
Nenhum
Gestão de Pessoas
80
Nenhum
Automação da Produção
80
Eletrotécnica e Instalações Industriais
Sistema de Gestão da Qualidade
80
Nenhum
Erg. Higiene e Seg. do trabalho
80
Nenhum
Gestão da Manutenção
80
3.000 horas
Finanças
80
Nenhum
Subtotal
Subtotal
360
400
Unidades Curriculares
do
Ciclo 10 - Profissionalizante
Monografia
40
3.000 horas
Atividades Complementares
120
Nenhum
Estágio Supervisionado
200
3.080 horas
Subtotal
Total Geral
3360
1840
Resumo
Total de Carga Horária do Ciclo Básico
16001111.600 horas
Total de Carga Horária do Ciclo Intermediário
760
Total de Carga Horária do Ciclo Profissionalizante
1480
Total de Carga Horária para Integralização do Curso
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN
760 horas
1.480 horas
3.840 horas
Página 80
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM