PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO SÃO JOÃO DEL REI - MINAS GERAIS Agosto de 2013 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 1 INSTITUCIONAL MANTENEDORA: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES” LTDA Endereço:Av. Leite de Castro, no. 1.101 Bairro Fábricas CEP.:36.301.182 – São João del-Rei – Minas Gerais Telefone: (032) 3379-2725 Fax: (032) 3379-2725 CNPJ: 03.219.494/0001-98 Inscrição estadual: isento URL: http://www.iptan.edu.br Endereço eletrônico: [email protected] Dirigente da Mantenedora: Dr. Nicolau Carvalho Esteves __________________________________________________________________ MANTIDA: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES” – IPTAN Credenciamento da IES: MEC – Portaria nº 2.065, DOU 26/12/2000 Recredenciamento: MEC - Portaria nº 1.156, DOU 14/09/2012 Endereço: Av. Leite de Castro, no 1101 - Bairro Fábricas CEP.:36.301.182 – São João del-Rei – Minas Gerais Telefone: (0XX32) 3379-2725 Fax: (0XX32) 3379-2725 ramal 201 CNPJ: 03.219.494/0001-98 URL: http://www.iptan.edu.br Endereço eletrônico: [email protected] CNPJ: 03.219.494/0001-98 Inscrição estadual: isento Diretor Geral: Prof. Msc. Ricardo Assunção Viegas Diretora de Graduação: Profª Dra. Maria Tereza Gomes de Almeida Lima Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão: Prof. Dr. Heberth Paulo de Souza Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 2 Coordenadoria do Curso de Engenharia de Produção - COENP Coordenador Professor Marcos Sávio de Souza Colegiado do Curso Professor: Professor: Professor: Professor: Discente: Secretária: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 3 SUMÁRIO SUMÁRIO ........................................................................................................................ 4 1. RESUMO ..................................................................................................................... 6 2. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA....................................................................... 6 3. APRESENTAÇÃO DO IPTAN ...................................................................................... 7 3.1. CARACTERÍSTICAS SÓCIO-ECONÔMICAS REGIONAIS ................................. 7 3.2. INSERÇÃO REGIONAL DO IPTAN ...................................................................... 8 3.3. REALIDADE EDUCACIONAL DA MESOREGIÃO CAMPO DAS VERTENTES ... 9 4. Apresentação da Engenharia de Produção ............................................................... 11 4.1. CURSOS OFERECIDOS PELO IPTAN .............................................................. 12 5. HISTÓRICO DO CURSO .......................................................................................... 13 6. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COMO ÁREA DE CONHECIMENTO..................... 14 7. CURSOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NO PAÍS .......................................... 15 8. JUSTIFICATIVA ......................................................................................................... 16 9. LEAGALIDADE DO PROJETO ................................................................................. 18 10. PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO .................................................................... 20 11. OBJETIVOS ............................................................................................................. 21 12. Perfil do Egresso ..................................................................................................... 24 13. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ........................................................................ 25 14. OFERECIMENTO .................................................................................................... 26 14.1. GRAU ACADÊMICO ......................................................................................... 26 14.2. MODALIDADE .................................................................................................. 26 14.3. TITULAÇÃO ...................................................................................................... 26 14.4. HABILITAÇÕES OU LINHAS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA .......................... 26 14.5. VAGAS .............................................................................................................. 26 15. REQUISITOS DE ACESSO ..................................................................................... 26 16. INTER-RELAÇÃO ENTRE OS CICLOS .................................................................. 27 16.1. METODOLOGIA APLICADA ............................................................................. 28 16.2. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ..... 28 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 4 16.3. QUADRO RESUMO DA DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA ..................... 32 16.4. EMENTAS E BIBLIOGRAFIA ............................................................................ 32 17. RECURSOS HUMANOS ......................................................................................... 72 18. INFRAESTRUTURA ................................................................................................ 72 18.1. EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS .................................................................. 72 18.2. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO DE ENSINO/PESQUISA. ........................................................................................... 72 18.3. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO DE ENSINO. .............................................................................................................. 74 18.4. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA ENSINO – SALA DE AULA .................................................................................................................... 74 18.5. NECESSIDADE DE ACERVO BIBLIOGRÁFICO .............................................. 74 19. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC ........................................................................ 75 19.1 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ...................................................................................................... 75 19.2. ESTRATÉGIA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ................... 75 19.3. SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM................................. 76 20. Anexos ..................................................................................................................... 77 20.1. Fluxograma do Curso........................................................................................ 77 20.2. Cronograma do Curso....................................................................................... 79 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 5 1. RESUMO Denominação: Curso de Graduação em Engenharia de Produção Modalidade: Bacharelado Titulação conferida: Bacharel em Engenharia de Produção Unidade Acadêmica: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES” LTDA Duração do Curso: 10 (dez) semestres letivos - 5 anos Integralização do Curso: mínimo de 10 (dez) e máximo de 15 (quinze) semestres Regime Acadêmico: Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Número de Vagas: 120 vagas anuais Dimensão das Turmas: 60 alunos p/ turma Carga Horária: 3 840 horas (3720 horas + 120 horas em Atividades Acadêmicas Complementares) com implantação no segundo semestre letivo do ano 2014 2. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º ___________________________________________________________________ Ciclo Básico 1600 Horas 21 unidades curriculares Ciclo Intermediário 760 Horas 10 unidades curriculares Ciclo Profissionalizante 1480 Horas 15 unidades curriculares Esquema Estrutural do Curso de Engenharia de Produção. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 6 10º 3. APRESENTAÇÃO DO IPTAN A idéia de criação do Instituto surgiu por meio de um processo natural e sinérgico após trezentos anos de história da cidade de São João del-Rei em Minas Gerais e, também, a região, marcadas por episódios, situações, personalidades, crenças, religiosidade e locais que rememoram vidas e lutas em prol do conhecimento, da autonomia e do ideal de liberdade de seu povo. O IPTAN oferece à sociedade, os cursos de graduação em Administração, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Gestão da Tecnologia da Informação e Pedagogia, tendo como objetivo formar profissionais de nível superior para o desempenho qualificado de diversas funções laborais. Institucionalizou-se na casa a cultura de comprometido na busca pela excelência, a qual pode ser medida pelo aperfeiçoamento contínuo e eficaz, que promova a permanente e adequada inserção de nosso acadêmico-egresso no mercado de trabalho, de acordo com os mais nobres padrões de ética e cidadania. Outros cursos de graduação serão oferecidos pelo Instituto, em futuro breve, de acordo com um amplo planejamento acadêmico estratégico, cuja meta a médio prazo encontra-se em fase avançada de concretização e cujos resultados estarão, oportunamente, disponíveis a toda comunidade regional. O Instituto é regido por decisões tomadas a partir da sua Diretoria Administrativa e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, Conselho que tem como membros: diretores, coordenadores, docentes, discentes e representantes da comunidade externa. 3.1. CARACTERÍSTICAS SÓCIO-ECONÔMICAS REGIONAIS O IPTAN se situa em uma das principais regiões brasileiras – o Sudeste. O Estado de Minas Gerais, um dos maiores e mais importantes estados brasileiros, tem características singulares, pelo seu potencial econômico, pelas suas tradições, pela cultura regional, por sua importância política, pela sua estrutura educacional e, sobretudo, por sua gente. A inserção de Minas Gerais na região Sudeste do país, com extensas linhas fronteiriças com outros estados líderes que têm alavancado o processo de desenvolvimento nacional, confere ao estado a responsabilidade de buscar seu crescimento e afirmar seus valores, preparando seus quadros e instituições para as novas matrizes do desenvolvimento mundial. O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo de municípios (853), com os quais distribui as responsabilidades sócio-econômico-político-administrativas. Seu Produto Interno Bruto corresponde a 10% do PIB nacional. O Estado é responsável, atualmente, por mais de 12% das exportações do Brasil. Divide-se entre os setores: agropecuário (24%), comércio de mercadorias (13%), indústria de transformação (12%), prestação de serviços (19%), atividades sociais (10%), construção civil (7%), entre os mais significativos (IBGE, 2010). Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 7 A população economicamente ativa de Minas Gerais corresponde a 10% do total do País, com expectativa de vida de 74 anos para as mulheres e 67 anos para os homens, e taxa de mortalidade infantil de 26 para mil nascidos vivos. Cerca de 30% da população mineira tem menos de 24 anos de idade, o que evidencia o potencial de demanda por Educação nos próximos anos, sobretudo se considerar que a região Sudeste tem grau de urbanização de mais de 90% (em Minas Gerais é de cerca de 82%, crescendo na região metropolitana para mais de 92%) (IBGE, 2010). Neste contexto, o município de São João del-Rei está inserido na Mesorregião Campos das Vertentes e na Microrregião de São João del-Rei, possuindo as seguintes características geográficas: área: 1.463,593 km²; população estimada: 84.919 habitantes (IBGE/2011); eleitorado: 63.091eleitores – (TRE/MG 2012) densidade demográfica: 57,7 hab./km²; indicadores: - IDH médio: 0,816 (PNUD/2000); - PIB: R$ 822.362 (IBGE/2009); e - PIB per capita: R$ 9.617,93 (IBGE/2009). 3.2. INSERÇÃO REGIONAL DO IPTAN A mesorregião dos Campos das Vertentes é uma das doze que compõem o Estado de Minas Gerais. Formada por 36 municípios, divide-se em três microrregiões: Barbacena, Lavras e São João del-Rei, que possuem 12.563,667 km de extensão territorial. Sua população média é de 506.007 mil 2 habitantes, gerando uma densidade demográfica de 43,46 habitantes/Km . O Campo das Vertentes possui IDH médio de 0,775, PIB em torno de R$2.958.033.146,00 e PIB per capita em torno de R$5.586,23 (IBGE, 2010). A região tem como mesorregiões limítrofes a região metropolitana de Belo Horizonte, Oeste de Minas, Sul de Minas e Zona da Mata, sendo considerada, devido a essa característica, ponto estratégico no Estado. Considerada como uma das principais cidades da Mesorregião do Campo das Vertentes, São João del-Rei. Cidade histórica, distante 180 Km da capital do Estado, Belo Horizonte, foi elevada à categoria de vila em 1713, recebendo então o nome de São João del-Rei, em homenagem a D. João V, rei de Portugal, e a Tomé Portes del-Rei, bandeirante paulista considerado seu fundador. 2 São João del-Rei possui cerca de 85.500 habitantes, 1.464 Km de área da unidade territorial, temperatura média anual de 21º C e um elevado índice de desenvolvimento humano em relação ao país, com 0,816. Como principais atividades econômicas têm a indústria têxtil, estanho, móveis e turismo. A cidade concentra, também, serviços de saúde, comércio e educação, polarizando municípios do Campo das Vertentes e Sul de Minas. É conhecida também por estar se tornando uma cidade universitária devido a expanção da Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ. A cidade possui importantes empresas nas áreas têxtil, metalúrgica, alimentícia, entre outras, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 8 sendo então um dos principais polos industriais do Campo das Vertentes. Destacam-se na região a Bozel Mineração S/A (adquirida pela Japonesa, Japan Metals e Chemicals Co. Ltd – JMC/Japan Metals e Chemicals) e a LSM Brasil S/A. De acordo com o Instituto de Geociências Aplicadas - Secretaria de Ciência e Tecnologia, a altitude máxima é de 1.338 m, e a mínima, 912 m. Do relevo: afloram no município rochas de idade pré-cambriana e depósitos quaternários, estes últimos preenchendo, quase sempre, as calhas fluviais. Principais rios: Rio das Mortes, Rio Carandaí, Rio Elvas e a Represa de Camargos. Minerais: argila, caulim, diamante, estanho, cobre, ouro, outros minerais. Os parques, reservas e hortos florestais são: Parque Ecológico Municipal da Serra do Lenheiro, Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra de São José, Horto Florestal do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Horto Florestal do IBAMA (Estação de Florestas Experimental). 3.3. REALIDADE EDUCACIONAL DA MESOREGIÃO CAMPO DAS VERTENTES Contamos, na nossa região, com 36 municípios da mesorregião Campo das Vertentes: Alfredo Vasconcelos, Antônio Carlos, Barbacena, Barroso, Bom Sucesso, Capela Nova, Carandaí, Carrancas, Conceição da Barra de Minas, Coronel Xavier Chaves, Desterro do Melo, Dores de Campos, Ibertioga, Ibituruna, Ijaci, Ingaí, Itumirim, Itutinga, Lagoa Dourada, Lavras, Luminárias, Madre de Deus de Minas, Nazareno, Nepomuceno, Piedade do Rio Grande, Prados, Ressaquinha, Resende Costa, Ritápolis, Santa Bárbara do Tugúrio, Santa Cruz de Minas, Santana do Garambéu, São João del-Rei, São Tiago, Senhora dos Remédios e Tiradentes. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 9 Figura 4 – Disponível em: < http://www.bdpa.cnptia.embrapa.br/ > Acesso em: 17 out. 2012 Na mesorregião de Campo das Vertentes há uma predominância do Ensino Médio acadêmico sobre outros cursos. A demanda do Ensino Médio, na mesorregião, é significativa, com tendência a aumentar, conforme o quadro abaixo: Municípios Alfredo Vasconcelos Antônio Carlos Barbacena Barroso Bom Sucesso Capela Nova Carandaí Carrancas Conceição da Barra de Minas Coronel Xavier Chaves Desterro do Melo Dores de Campos Ibertioga Ibituruna Ijaci Ingaí Itumirim Itutinga Número de discentes matriculados no Ensino Médio, em 2010 282 417 7.378 964 875 203 1023 213 203 117 98 345 259 141 326 107 324 180 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 10 Lagoa Dourada Lavras Luminárias Madre de Deus de Minas Nazareno Nepomuceno Piedade do Rio Grande Prados Ressaquinha Resende Costa Ritápolis Santa Bárbara do Tugúrio Santa Cruz de Minas Santana do Garambéu São João del-Rei São Tiago Senhora dos Remédios Tiradentes Total 534 4.955 276 260 331 970 208 331 261 579 248 189 187 104 5098 126 502 175 28.789 Fonte: INEP, 2011 Neste sentido, observamos que o ambiente é propício, a necessidade de novos empreendimentos é grande, o campo de conhecimento é vasto e fecundo. Necessário se faz o estímulo para o ressurgimento, com força, dinamismo e coragem, de lideranças com os ideais de nossos antepassados, grandes estadistas, haja vista o que dá o nome ao Instituto, e vontade de antever e atender as mudanças geradas pela tecnologia neste século. 4. Apresentação da Engenharia de Produção A criação do curso de Engenharia de Produção no IPTAN é uma maneira de consubstanciar um processo de formação educacional que se caracteriza pela inovação e pela preocupação em atender às necessidades contextuais e estruturais da nossa região e principalmente do nosso país. O cenário atual das empresas vem apontando para mudanças na organização do trabalho, bem como exigindo competitividade para a sobrevivência de produtos em nível interno e externo. De forma crescente, empresas apontam para uma adequação em formar profissionais de engenharia que possam atuar no sentido de incrementar e implantar processos de produção mais eficientes e modernos. Pode-se considerar que o cenário de atuação destas empresas caracteriza-se pelo processo de internacionalização e globalização da economia, com graus crescentes de competitividade. Assim, a Produtividade e a Qualidade, que historicamente sempre foram elementos fundamentais de interesse e estudo da Engenharia de Produção, tornaram-se agora uma necessidade de competitividade global não apenas para grandes organizações, mas também para médias e pequenas empresas. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 11 De acordo com as diretrizes da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) compete ao Engenheiro de Produção, o projeto, a modelagem, a implantação, a operação, a manutenção e a melhoria de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, recursos financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. Dessa forma, em uma visão ampla, produzir é mais que simplesmente utilizar conhecimento científico e tecnológico. É necessário integrar fatores de natureza diversos, atentando para critérios de qualidade, produtividade, custos, responsabilidade social entre outros. A necessidade dos conhecimentos e técnicas da Engenharia de Produção tem feito com que o mercado procure e valorize os profissionais egressos dos cursos desta área. Em função disso, a demanda pelos cursos de Engenharia de Produção tem sido muito grande, segundo apontam as estatísticas dos vestibulares nos sites das principais universidades Públicas e Privadas brasileiras. Baseado na exposição anterior o INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR “PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES” – IPTAN, através de sua Diretoria, propõe a criação do Curso de Engenharia de Produção, que possui um delineamento didático-pedagógico que se coaduna à proposta educacional de seus seis cursos oferecidos, conforme tabela abaixo: 4.1. CURSOS OFERECIDOS PELO IPTAN CURSO ATO DE AUTORIZAÇÃO Administração Bacharelado Portaria nº 1.151 de 19/12/2008 DOU 23/12/2008 Seção 1 – p. 27 Portaria nº 1.151 de 19/12/2008 DOU 23/12/2008 Seção 1 – p. 27 Ciências Contábeis Bacharelado Direito Bacharelado Gestão da Tecnologia da Informação Tecnólogo Pedagogia Licenciatura Portaria nº 201 de 12/02/2009 DOU 13/02/2009 Seção 1 – p. 13 Portaria nº 446 de 22/11/2011 DOU 24/11/2011 Seção 1 – p. 51 e 52 Portaria nº 35 19/04/2012 DOU 20/04/2012 Seção 1 – p.16. Nº DE VAGAS 120 vagas/semestre Portaria nº 698 de 05/09/2008 DOU 26/09/2008 Seção 1 – p. 17 Portaria nº 36 19/04/2012 DOU 20/04/2012 Seção 1 – p.17 Educação Física Licenciatura Enfermagem Bacharelado ATO DE RECONHECIMENTO Nº DE ALUNO S POR TURMA 60 TAMANHO DAS TURMAS 60 (teoria) 30 (prática) 120 vagas/semestre 60 60 (teoria) 30 (prática) 100 vagas/semestre 60 50 (teoria) 25 (prática) 120 vagas/semestre 60 60 (teoria) 30 (prática) 100 vagas/semestre 60 50 (teoria) 25 (prática) 120 vagas/semestre 60 60 (teoria) 30 (prática) 120 vagas/semestre 60 60 (teoria) 30 (prática) Dessa forma, com a criação do Curso de Engenharia de Produção, novos professores e laboratórios se juntarão aos recursos humanos e materiais que a instituição, já, proporciona com a finalidade de desenvolver e/ou implementar ações didático-pedagógicas integradas ao seu projeto institucional. Para isto, neste Projeto Pedagógico do Curso estarão envolvidos esforços institucionais Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 12 propiciando o desenvolvimento de um curso que proporcione não somente uma sólida formação científica e tecnológica, mas que também forneça habilidades para administrar bens e/ou serviços, considerando seus aspectos sociais, econômicos e ambientais, tudo isto em uma visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. 5. HISTÓRICO DO CURSO O projeto pedagógico do curso de Engenharia de Produção do IPTAN tem sua conceituação nas diretrizes da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) e nas orientações do CNE/CES 11/2002. A ABEPRO é uma entidade que congrega estudantes, profissionais, professores e cursos de graduação e pós-graduação relacionados à Engenharia de Produção de todo o país. Já o CNE/CES Institui as “Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, na forma de conteúdos profissionalizantes e que devem constar de todos os cursos de Engenharia de Produção. Adota-se como base para este Projeto Pedagógico do curso a definição de Engenharia de Produção da proposta pela ABEPRO. Segundo ela as Referências Curriculares para a Engenharia de Produção são resultados de um processo longo e coletivo de construção, nascido e conduzido pela comunidade da Engenharia de Produção em seus fóruns oficiais (ENEGEP – Encontro Nacional de Engenharia de Produção e ENCEP – Encontro de Coordenadores de Cursos de Engenharia de Produção). Este processo iniciou-se pela atuação do Grupo de Trabalho de Graduação no ENEGEP de 1996 (Piracicaba - SP), seguindo até a aprovação pela Plenária do ENEGEP de 2003 (Ouro Preto - MG). Portanto, vários encontros foram realizados para a aprovação da proposta da ABEPRO para a reformulação da área de Engenharia de Produção na TAC (TABELA de Áreas de Conhecimento). Segundo a ABEPRO, este processo se finalizou oficialmente em novembro de 2004, quando o INEP/MEC solicitou a representação da ABEPRO no processo de discussão para a elaboração do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE). Nesse processo de discussão ficou firmada a posição da Engenharia de Produção como um dos principais ramos de Engenharia dentro do Sistema Educacional, ladeando com áreas mais tradicionais da Engenharia, a saber: Civil, Mecânica, Elétrica, Química e Materiais. Na seqüência das discussões, já em fevereiro de 2005 foi formada a Comissão Assessora da área junto ao INEP/MEC, com as funções de auxiliar aquele órgão na elaboração de procedimentos inerentes ao SINAES (Enade e Avaliação de Cursos de Graduação). Em novembro de 2005 é realizado o Enade das Engenharias, com prova, própria, elaborada para a Engenharia de Produção, tendo como base, a definição das subáreas adotada pela ABEPRO e consubstanciada em portaria própria inerente ao edital do exame. No âmbito destas discussões ficou estabelecida para a Engenharia de Produção sua “Grande Área e Diretrizes Curriculares”, definindo o campo da Engenharia de Produção como: “Compete à Engenharia de Produção o projeto, a modelagem, a Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 13 implantação, a operação, a manutenção e a melhoria de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, recursos financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. Compete ainda especificar, prever e avaliar os resultados obtidos destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, recorrendo a conhecimentos especializados da matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com os princípios e métodos de análise e projeto da engenharia”. “Produzir é mais que simplesmente utilizar conhecimento científico e tecnológico. É necessário integrar fatores de naturezas diversas, atentando para critérios de qualidade, produtividade, custos e responsabilidade social, entre outros. A Engenharia de Produção, ao voltar a sua ênfase para características de produtos (bens e/ou serviços) e de sistemas produtivos, vincula-se fortemente com as idéias de projetar e viabilizar produtos e sistemas produtivos, planejar a produção, produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza. Essas atividades, tratadas em profundidade e de forma integrada pela Engenharia de Produção, são fundamentais para a elevação da qualidade de vida e da competitividade do país”. 6. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COMO ÁREA DE CONHECIMENTO Além desta conceituação, todo o debate ao longo dos anos e nos congressos do ENEGEP e ENCEP, proporcionou definir, também, as subáreas da Engenharia de Produção como: a) Gestão da Produção; b) Gestão da Qualidade; c) Gestão Econômica; d) Ergonomia e Segurança do Trabalho; e) Gestão do Produto; f) Pesquisa Operacional; g) Gestão Estratégica e Organizacional; h) Gestão do Conhecimento Organizacional; e i) Gestão Ambiental. Este conjunto de subáreas está integralmente contemplado na Resolução CNE/CES 11/2002 que “Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, na forma de conteúdos profissionalizantes e devem constituir o núcleo de unidades curriculares de todos os cursos de Engenharia de Produção. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 14 7. CURSOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NO PAÍS São considerados cursos de Engenharia de Produção aqueles que atendem às atuais diretrizes curriculares em termos de conteúdos básicos e que contemplem os 9 conteúdos profissionalizantes explicitados anteriormente. Estes cursos podem ainda possuir uma ênfase a partir de uma base tecnológica clássica (mecânica, civil, elétrica, química, etc.) ou que atenda a um setor ou ramo produtivo, desde que seja coerente com os seus objetivos e atenda à legislação em vigor. Não podem ser considerados como Engenharia de Produção aqueles que tenham a Produção como ênfase (Ex: Engenharia Mecânica, ou Civil, ou Elétrica com ênfase em Produção). De acordo com o banco de dados da ABEPRO (www.abepro.org.br, 2011), existem no país aproximadamente 486 cursos de graduação em Engenharia de Produção. Deste total, 78 cursos em Minas Gerais, número significativo visto que não existiam cursos de Engenharia de Produção, no estado, até 1998. A maioria desses cursos criou o Fórum Mineiro de Engenharia de Produção com o objetivo de gerar e manter uma identidade para os cursos mineiros, formular propostas de intercâmbios diversos e de representar os cursos de Engenharia de Produção Mineiros junto a organismos públicos e privados. Apesar do grande número de cursos oferecidos em Minas Gerais, nossa região, ainda, carece de novas vagas o que pode ser constatado através da Tabela 1, onde se observa que a procura por cursos de engenharia de produção ainda é elevada quando se considera a relação candidatos/vaga. TABELA 1 – Relação de candidatos e candidato/vaga para os cursos de Engenharia de Produção em universidades de maior procura por secundarista de nossa região. Ano 2009 Instituição Ano 2010 Ano 2011 Candidatos Ano 2012 Vagas Relação candidato/vaga Universidade Federal de Viçosa Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal de Ouro Preto Universidade Federal de Itajubá Universidade Federal de Juiz de Fora Universidade Federal de São João del-Rei 725 40 18,13 1227 789 90 1.170 14,60 625 8,12 1.645 504 42 575 36 1.223 620 10,65 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN 11,48 36 34,0 606 60 10,1 22 16,04 54 90 13,40 60 353 Sisu 1.206 8,4 9,53 60 90 45,7 25 402 11,23 487 1.403 9,7 40 Sisu Sisu 15,59 36 243 12,44 449 90 17,38 45 32 18,81 13,0 40 560 510 19,73 16,63 584 40 603 42 14,35 54 744 54 13,78 Página 15 8. JUSTIFICATIVA As grandes preocupações da área de Engenharia de Produção, incluindo aumento de produtividade, redução de custos e melhoria da qualidade, ao lado da metodologia sistêmica voltada para o desenvolvimento integrado, colocam-se como fatores indispensáveis na visualização de alternativas de saída para a crise em que está imersa a sociedade brasileira. A melhoria da qualidade de vida da população vincula-se, nos cenários utilizados, à alavancagem do sistema produtivo de bens e serviços, em termos quantitativos e qualitativos. A década de 90 foi uma época de grandes transformações econômicas e sociais em todo mundo, acarretando uma reordenação das áreas de influência dos principais países desenvolvidos, com reflexos inevitáveis em nosso país. O processo de crescente engajamento do País no cenário internacional, que se acentuou a partir da década de 50, deverá prosseguir de forma acelerada durante as próximas décadas. Isso exigirá, naturalmente, uma modernização do parque industrial, para manter a sua competitividade em nível mundial. Para isso, não será suficiente o país continuar oferecendo mão-de-obra barata no mercado mundial, pois este fator é um recurso superabundante no mundo, e a situação tende a agravar-se com a emergência de novos países industrializados. Deverá, isto sim, ser capaz de produzir, cada vez mais, produtos de alta qualidade a preços competitivos, visando, inclusive, o mercado dos países desenvolvidos, dos países da América Latina (Mercosul), além do mercado interno. Isso terá reflexos sobre os sistemas produtivos, que deverão modernizar-se para atender às exigências cada vez mais sofisticadas dos consumidores, levando em conta as novas divisões do mercado mundial e as vantagens comparativas na produção. Os avanços tecnológicos geralmente se referem aos progressos do “hardware”, ou seja, aqueles incorporados nas máquinas, nos equipamentos e nos processos. Entretanto, estes não operam satisfatoriamente se não forem acompanhados de uma adequação da estrutura gerencial e dos recursos humanos. É na tecnologia de organização desses fatores que a Engenharia de Produção (EP) dá uma contribuição mais significativa. A oferta de empregos para Engenheiros de Produção cresceu substancialmente nos últimos dez anos. O número de graduados não acompanhou esse crescimento em função do pequeno aumento do número de vagas ocorridas nesse período, segundo dados da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção, 1999). Aliado a este fato vê-se que as novas tendências mercadológicas (produtos cada vez mais personalizados, lotes menores e com grande variedade, exigências de qualidade e preço), obrigam o produtor a buscar soluções que possibilitem produzir com flexibilidade, maior rapidez, garantia de qualidade e preços atraentes. O Engenheiro de Produção é um desses novos profissionais que estarão sendo preparados para atuar exatamente nos processos gerenciais no sentido de alavancar o sistema produtivo de bens e serviços em termos quantitativos e qualitativos. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 16 O Curso de Engenharia de Produção definiu seu perfil inicialmente a partir dos objetivos de informar e formar o futuro profissional, de modo que ele pudesse desenvolver habilidades para operar e obter o máximo dos sistemas de produção, realizar pesquisas, acessarem informações e, sobretudo, saber buscar meios para responder as dúvidas e solucionar problemas relativos às diversas áreas de atuação. Mudanças importantes foram inseridas quanto aos objetivos do Curso, ao longo do tempo, seja para atender demandas legais (originadas dos Conselhos Federal e Estadual de Educação, Ministério da Educação e Cultura), seja para responder a demandas emanadas do mercado de trabalho, universo crescentemente exigente, buscando profissionais competentes e atentos ao acelerado processo de mudança científico-tecnológica em curso no campo da Engenharia de Produção. Por outro ângulo, os objetivos do Curso assumiram exigências com a urgente inclusão de temas transversais na formação profissional do Engenheiro de Produção: sustentabilidade dos recursos naturais; conservação e preservação da biodiversidade; respeito à diversidade social; aspectos éticos e humanísticos afetos ao cidadão e ao profissional. A profissão do Engenheiro da Produção nos últimos anos vem ampliando suas possibilidades de diversificação e inserção no mercado de trabalho. Seguindo uma tendência mundial de crescimento e de investimentos na área Industrial tem se tornado para o profissional formado em Engenharia de Produção, altamente atrativo atendendo as demandas complexas e diversas dos campos de atividades de responsabilidade deste profissional. Dessa forma podemos assegurar que por um lado, a implantação do Curso de Engenharia de Produção no Instituto Presidente Tancredo Neves - IPTAN contribuirá no desenvolvimento da região de sua abrangência onde possui empresas do ramo metal mecânico e metalúrgico, conforme mostra a Figura 1. FIGURA 1 – Região de atuação do IPTAN na microrregião do campo das Vertentes, Alto Paraopeba e Mantiqueira. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 17 Por outro lado, a criação de um Curso em Engenharia de Produção em função da sua diversidade de conceitos e técnicas, do seu caráter empreendedor e da alta necessidade de profissionais no mercado de trabalho, consolidará o IPTAN como um Instituto de alto nível na formação de profissionais, fortalecendo-o no cenário nacional e os profissionais egressos dele no mercado de trabalho. Observa-se, também, que qualidade de recursos humanos do Curso de Administração do IPTAN vem a corroborar com o diferencial do curso, possibilitando o desenvolvimento de um perfil acadêmico com habilidades voltadas para áreas sociais, administrativas e ambientais para atuar em empresas de grande e pequeno porte. Esse perfil será realçado durante o ciclo profissionalizante com o oferecimento de um rol de disciplinas, optativas, oferecidas pelo Curso de Administração, previamente, aprovadas pelo colegiado do Curso de Engenharia de Produção, Desta forma, adotamos como estratégia de oferecimento do curso de Engenharia de Produção, um diferencial em relação aos demais cursos existentes em nossa região de abrangência. Para tanto, se propõe formar um engenheiro que tenha grandes habilidades e competências para atuar na área de gestão administrativa, como também permitir que o egresso adquira competências específicas em processos de produção do setor metal/mecânico (formação com base mais Tecnológica). Asseguramos que em qualquer dos caminhos adotados pelo egresso durante o curso, sua formação estará voltada: de um lado, para uma atuação regional diante do panorama industrial de pequenas empresas existentes, prestando um importante trabalho sócio/econômico; de outro lado, quanto à atuação em qualquer região do país, nos mais diversos tipos de empresas que atuem tanto com a fabricação de bens de consumo quanto às prestadoras de serviços. Finalmente, mas não menos importante, o levantamento feito entre as universidades mineiras que oferecem cursos de Engenharia de Produção, mostrou a validade de criação do Curso de Engenharia de Produção no IPTAN, para atender o grande número de excedentes nos vestibulares existentes. O IPTAN, com a criação deste curso vem mostrar, também, o quanto está atento às novas demandas do mercado e aos anseios dos jovens que necessitam se profissionalizar para preencher as novas exigências do mercado de trabalho, lançando-se no cenário nacional como uma Instituição de Superior de Ensino moderna atuante. Para cumprir essa finalidade, novos docentes serão contratados, laboratórios serão implantados e construções de salas serão providenciadas. 9. LEAGALIDADE DO PROJETO O projeto foi desenvolvido com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), na Resolução CNE/CES Nº 11 de 11/03/2002 e na Resolução CNE/CES Nº 2 de 18/06/2007 que dispõem sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração do curso. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 18 Considera-se, também, que a proposição de cursos de engenharia de produção deve condicionar-se as determinações legais da Lei de Diretrizes e Bases da educação - Lei Nº 9394 de 20 de dezembro de 1996, com particular atenção ao artigo 43 que baliza as ações a serem desenvolvidas no âmbito de um projeto de curso de graduação: Art. 43. A educação superior tem por finalidade: I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; III - incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; V - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; VI - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; VII - promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. Outro dispositivo legal e regulatório que deve nortear um projeto de curso de graduação em engenharia de produção é a Resolução CNE/CES 11/2002 que, em síntese, dispõe, entre outros, sobre: a) Princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação em engenharia; b) Desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos; c) Perfil do formando, egresso ou profissional de engenharia; e d) Competências e habilidades gerais para a formação em engenharia. Dispõem ainda que o curso deva possuir, entre outros; a) Um projeto pedagógico; b) Trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que pelo menos um desses deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação; c) Atividades complementares (iniciação científica, visitas técnicas, etc.); d) Um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a modalidade; Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 19 e) Núcleo de conteúdos básicos com cerca de 30% da carga horária mínima; f) Núcleo de conteúdos profissionalizantes com cerca de 15% de carga horária mínima; g) Núcleo de conteúdos específicos que se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes; e h) Carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas. Para atender as normas institucionais do Instituto Presidente Tancredo Neves - IPTAN e do Ministério da Educação que regulam a elaboração de projetos pedagógicos e orientam sobre a política de ensino de graduação. Juntam-se a este projeto: a) REGIMENTO GERAL do IPTAN; b) Resolução 001 do CNE de 17 de junho de 2004 – “Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais” ; c) PARECER CNE/CP 3 de 27 de fevereiro de 2002 – “Inserção da disciplina de Responsabilidade Social e Ambiental nos Currículos dos Ensinos Médio e Superior”; d) DECRETO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA 5296 de 02 de dezembro de 2004 – “Critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida”. 10. PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO O termo Projeto Político Pedagógico do Curso foi assumido pela ABENGE (Associação Brasileira de Ensino de Engenharia), principalmente a partir dos Seminários do PAEPE (Programa de Apoio ao Ensino e a Pesquisa em Engenharia) que foram realizados no período de julho a setembro de 2002. Estes Seminários foram organizados pela ABENGE e financiados pela SESU (Secretaria de Ensino Superior do MEC) em diferentes pontos do país através dos 06 encontros regionais de instituições de ensino de engenharia. Conforme disposto no Relatório Geral destes Seminários, encaminhado pela diretoria da ABENGE, “os principais objetivos do PAEPE são dar suporte à elaboração de projetos político-pedagógicos que possibilitem a reestruturação curricular e a adequação da infra-estrutura dos Cursos de Engenharia do País”. O termo Projeto Político Pedagógico do Curso que consta da legislação atual foi consolidado durante o XXX COBENGE (Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia), realizado em Piracicaba/SP de 22 a 25 de setembro de 2002, organizado pela UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba). De fato, esta denominação é bem mais abrangente que o termo Projeto Pedagógico e encerra com mais precisão o preconizado na legislação atual e nas resoluções decorrentes. Também está mais bem sintonizado com o que vem sendo formulado pelas diversas entidades que congregam professores e instituições que tratam da Educação Superior no país. Dessa forma, o termo Projeto Político Pedagógico do Curso abrange todos os interesses na formação dos egressos dos cursos de Engenharia de Produção além dos os órgãos governamentais, da entidade de classe que congrega a profissão e a sociedade. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 20 Os objetivos principais do presente Projeto Político Pedagógico do Curso são: a) Atender ao disposto na Resolução CNE/CES 11/2002 (Resolução da Câmara de Educação Superior - CES - do Conselho Nacional de Educação - CNE - Publicada no Diário Oficial da União de 9 de abril de 2002) especialmente em seu artigo 5º que estabelece a necessidade de um projeto pedagógico para os cursos de graduação; b) Garantir a consonância do Curso de Engenharia de Produção do IPTAN com as diretrizes gerais para os cursos de Engenharia de Produção produzidos pela ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) e que foram a base para a elaboração do Manual de Avaliação do Curso de Engenharia de Produção que compõe o Sistema de Avaliação da Educação Superior do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais); c) Firmar um documento que represente uma síntese do Curso de Engenharia de Produção do IPTAN em termos de objetivos, de visão acadêmica, de organização didático/pedagógica e de compromissos com a sociedade e, principalmente, com a formação do Cidadão Engenheiro de Produção do IPTAN. É também objetivo deste Projeto Político Pedagógico do Curso propor diretrizes criando um ambiente no qual, mais que professores e alunos envolvidos no processo de aprendizagem processo de ensinar /trabalhar / aprender / ensinar - todos possam conviver em harmonia, tendo como meta fazer desse tempo de convivência o melhor das nossas vidas. Do ponto de vista da estruturação do currículo, é conveniente conceber três Campos de Formação; Ciclo de Formação Básico, Ciclo Formação Intermediário e Ciclo Formação Profissionalizante, que correspondam a cada um dos conjuntos de conhecimentos demandados para formação do nosso engenheiro de produção. Assim, o Ciclo de Formação Básico é composto por unidades curriculares presentes na formação de engenheiros em geral e que constituem prérequisitos para muitos dos conteúdos abordados nos outros Campos de Formação. O Ciclo de Formação Intermediária o aluno cursará uma série de unidades curriculares que despertará o interesse e entendimento do ciclo profissionalizante. No Ciclo de Formação Profissionalizante serão oferecidas unidades curriculares obrigatórias e um elenco de optativas proporcionando uma flexibilidade curricular, necessária às mudanças de mercado e a especificidades, visto que nossos futuros alunos, na maioria, virão de empresas da região. Alunos trabalhadores que estudam à noite para se qualificarem. 11. OBJETIVOS O Engenheiro de Produção formado pelo IPTAN terá um perfil de Gestor de Processos e Produção Industrial com forte entendimento de Estrutura Organizacional, sem deixar de lado a formação Humanística. Poderá integralizar seu curso enfatizando, através de unidades curriculares, tanto uma formação mais tecnológica quanto uma formação mais voltada para área organizacional. Dessa forma, o acadêmico deverá adquirir e atuar profissionalmente com as seguintes competências indo ao encontro às premissas definidas pela ABEPRO: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 21 a) Dimensionar e integrar recursos humanos, físicos e financeiros a fim de produzir, com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas; b) Utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e auxiliar na tomada de decisões; c) Projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas; d) Prever e analisar demandas, selecionar conhecimento científico e tecnológico, projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade; e) Incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e processos, e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria; f) Prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade; g) Acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade; h) Compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meio ambiente, tanto no que se refere à utilização de recursos escassos quanto à disposição final de resíduos e rejeitos, atentando para a exigência de sustentabilidade; i) Utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos; e j) Gerenciar e aperfeiçoar o fluxo de informação nas empresas utilizando tecnologias adequadas. Ainda, de acordo com o apresentado e proposto pela ABEPRO, os Engenheiros de Produção do IPTAN deverão adquirir as seguintes habilidades: a) Iniciativa empreendedora; b) Iniciativa para auto-aprendizagem e educação continuada; c) Comunicação oral e escrita; d) Leitura, interpretação e expressão por meios gráficos; e) Visão crítica de ordens de grandeza; f) Domínio de técnicas computacionais; g) Conhecimento da legislação pertinente; h) Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares; i) Capacidade de identificar, modelar e resolver problemas; j) Compreensão dos problemas administrativos, sócio-econômicos e do meio ambiente; k) Capacidade de pensar globalmente e agir localmente. Deve-se destacar que o engenheiro de produção do IPTAN, terá como diferencial na sua formação os conteúdos relacionados à temática da sustentabilidade, prevendo uma atuação em que serão enfatizadas, de forma integrada, as análises de ciclo de vida de produto e de processo. Os conceitos de conservação, de reciclagem, de remanufatura e de redução, nortearão o projeto pedagógico desse curso. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 22 Para que esse objetivo, ambicioso, de formar profissionais com esse perfil seja cumprido, é preciso desenvolver nos alunos esse conjunto amplo de competências e habilidades. Além de incutir posturas e atitudes fundamentais para o bom desempenho de indivíduos que integrarão e freqüentemente coordenarão equipes compostas por outros profissionais. Esse conjunto de conhecimentos inclui desde as áreas mais clássicas da Engenharia de Produção e outros campos da gestão empresarial, passando por uma sólida base de conhecimento científico e tecnológico. Entre as áreas típicas da Engenharia de Produção, deve-se listar o planejamento e controle da produção; o controle e a gestão da qualidade; a organização do trabalho/recursos humanos e dos processos produtivos; a ergonomia; a logística de suprimento e distribuição; e a análise de viabilidade de projetos de investimento. O reconhecimento de que o bom desempenho em cada uma dessas unidades curriculares requer sua integração no contexto mais geral da gestão empresarial indica que a formação do engenheiro de produção deve contemplar também outros campos, como o marketing; o controle e a gestão de custos; o planejamento estratégico; a análise de sistemas de informação; a estruturação das organizações; e a administração financeira. Este último conjunto de conhecimentos permite uma compreensão mais abrangente do funcionamento da empresa, possibilitando ao engenheiro de produção alicerçar mais solidamente sua intervenção nos campos clássicos de atuação. Mais do que isso, permite ao profissional atuar também em outras áreas gerenciais, ampliando o campo de atividades de sua competência, transcendendo a gestão da produção e assumindo funções e postos mais elevados na hierarquia empresarial. Além da articulação entre os campos clássicos da Engenharia da Produção e outros conhecimentos gerenciais, é preciso esclarecer também a relação com o conhecimento tecnológico sobre processos produtivos, domínio privilegiado de outras áreas da engenharia. Em sua atuação profissional, o engenheiro de produção muitas das vezes precisa ter um bom nível de compreensão da base técnica dos sistemas produtivos que ele projeta, implementa e gerencia. O entendimento do “layout” ótimo de uma instalação produtiva, evidentemente, pressupõe um sólido conhecimento sobre a tecnologia subjacente. A montagem de um bom sistema de gestão da qualidade, igualmente, precisa de um conhecimento, prévio, sobre as variáveis tecnológicas predominantes na eficiência produtiva. Do mesmo modo, a elaboração de projetos com conhecimento de mercado, seja de produtos, custos, técnicas de pesquisa, ou de postos de trabalho com bom desempenho ergonômico requer um significativo conhecimento da estrutura tecnológica. Dessa forma, se as unidades curriculares permitirem aos alunos a compreensão dos aspectos tecnológicos dos processos produtivos, o futuro engenheiro de produção estará apto não só atuar de forma mais abrangente em seu rotineiro campo de ação, como na busca da eficiência dos equipamentos e dos sistemas de produção. Assim, em determinados momentos, poderá intervir diretamente nos aspectos estritamente tecnológicos dos problemas dos sistemas produtivos. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 23 Finalizando, este currículo garantirá, dentre outras habilidades e competência, uma competência ímpar para integrar equipes multidisciplinares e nelas servir como profissional de interface. Com efeito, a formação amparada em conhecimentos gerenciais e tecnológicos torna-o capaz de dialogar com o “chão de fábrica”, com os administradores, economistas e contadores quanto com os engenheiros, técnicos e cientistas. Uma das grandes dificuldades encontradas no mundo fabril é a questão da comunicação inter e intra organização. 12. Perfil do Egresso A legislação atual coloca como exigência para os cursos, a elaboração de um Projeto Pedagógico “que demonstre claramente como o conjunto das atividades desenvolvidas garantirá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas”. A revisão crítica dessas posições conduziu à formulação do perfil desejado para o egresso dos cursos de Engenharia de Produção do IPTAN nos seguintes termos: Um engenheiro com formação científica e profissional que o capacite a identificar, formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de sistemas de produção de bens e/ou serviços. Assim, este profissional atuará de forma plena considerando seus aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanista em atendimento às demandas da sociedade. Além disso, pode-se considerar que este perfil deve imbuir no profissional um sentido de ser criativo e flexível, ter espírito crítico, iniciativa, capacidade de julgamento e tomada de decisão. Sendo apto a coordenar e atuar em equipes multidisciplinares, tendo habilidade em comunicação oral e escrita e saber valorizar a formação continuada. As mudanças tecnológicas e as alterações estruturais e conjunturais que correram principalmente na última década influenciaram decisivamente o perfil dos profissionais de praticamente todas as áreas de atividade. Na área de Engenharia de Produção, o perfil profissional foi profundamente modificado, atingindo todas as suas especialidades. Com o mundo globalizado e em constantes modificações, as fronteiras entre as profissões tornam-se cada vez mais tênues e os profissionais formados pelas universidades já não podem contar com um emprego estruturado e garantido aguardando-os logo após a formatura. Aquele profissional com sólida formação em uma área de trabalho e que passa anos em uma empresa exercendo a mesma atividade está perdendo espaço no mercado de trabalho atual. Os especialistas em recursos humanos enfatizam que o importante é ser um profissional capaz de ocupar diferentes cargos e funções durante a carreira, independentemente do curso escolhido na universidade. Essas mudanças exigem, por conseqüência, que os profissionais formados tenham diferenciais e que se adaptem às novas exigências, de maneira que possam não só atender às Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 24 demandas do mercado de trabalho, mas também que tenham condições de criar seu próprio campo de atuação profissional. Vale ressaltar aqui a premissa de que o profissional moderno tem que ter condições de criar, produzir, administrar produtos ou serviços em sua própria empresa. Dessa forma, esperamos os engenheiros de produção formados pelo IPTAN terão maior possibilidade de serem absorvidos, imediatamente após sua formação, pelo mercado de trabalho visto que o currículo a eles oferecido é dinâmico e flexível. Dinâmico na velocidade de mudança e adaptação e flexível, quando oferece a possibilidade de carregar consigo unidades curriculares específicas para o atendimento de demandas pontuais. 13. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A proposta pedagógica elaborada visa contribuir para a formação de engenheiros de produção que ultrapasse o nível de meros depositários de um saber especializado. Nossos futuros engenheiros serão preparados para produzirem conhecimento, ou seja, para fazerem de sua atuação profissional uma constante atividade de investigação, buscando respostas novas às questões antigas, definindo possibilidades onde as cristalizações são freqüentes em termos de soluções padronizadas. O curso de Engenharia de Produção na sua organização curricular apresenta um conjunto de atividades de Ensino-Aprendizagem que no seu contexto ao trabalhar os conteúdos conceituais e procedimentais do curso o fazem buscando evidenciar a construção de um profissional de Engenharia de Produção com as habilidades e competências definidas no perfil do egresso. A postura ética e o respeito ao meio ambiente devem conduzir todo o processo de ensino-aprendizagem buscando uma formação teórica e prática consubstanciada numa visão crítica dos fenômenos ambientais e das razões da sustentabilidade. Isto se observa na postura dos docentes ao evidenciar os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade; A apresentação de trabalhos, individuais e coletivos, os seminários, as atividades de campo, as vistas técnicas entre outras atividades colaboram para o debate, a análise, a reflexão, enfim, a construção do profissional crítico e reflexivo. O Estágio Supervisionado, além de permitir a verificação dos conteúdos conceituais trabalhados permite também a observação dos conhecimentos práticos e a maneira como o futuro profissional se comporta na solução de problemas no setor industrial. Na monografia deve se observar a capacidade de investigação, de fundamentação científica, de visão crítica e social capaz de propor soluções sempre dentro do princípio básico da sustentabilidade e do desenvolvimento econômico preservando o meio ambiente. A organização curricular proposta ao atender as DCNs nos três ciclos de formação conduz/orienta a construção do conhecimento garantindo a formação de profissional com as Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 25 habilidades e competências definidas no perfil do egresso do curso de Engenharia de Produção. 14. OFERECIMENTO O curso será oferecido em caráter noturno, semestralmente em 20 semanas, com carga horária média de 400 horas por semestre e de 20 horas-aula por semana. O curso contabilizará uma carga horária total de 3840 horas, incluindo a unidade curricular de Estágio Supervisionando, e será oferecido ao longo de 10 períodos. A justificativa de se oferecer o curso no turno noturno cumpre um compromisso social de criar condições de atendimento aos alunos trabalhadores que estão nas empresas da região do Campo das Vertentes, Alto Paraopeba, Sul de Minas e Zona da Mata. Esses alunos desempenham tarefas relevantes e precisam se qualificar para galgarem melhores postos dentro de suas organizações. 14.1. GRAU ACADÊMICO Bacharelado em Engenharia de Produção. 14.2. MODALIDADE O curso será oferecido na modalidade de Educação Presencial (EDP). 14.3. TITULAÇÃO Titulação conferida: Bacharel em Engenharia de Produção. 14.4. HABILITAÇÕES OU LINHAS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA Linha de formação específica: Engenharia de Produção. 14.5. VAGAS O Curso de Engenharia de Produção terá oferecimento de 120 vagas anuais no turno noturno. 15. REQUISITOS DE ACESSO O acesso ao curso se dará por meio de Processo Seletivo organizado e executado segundo o disposto na legislação pertinente, com o objetivo de classificar os candidatos no limite das vagas oferecidas. O Processo Seletivo abrangerá os conhecimentos comuns às diversas formas de educação de nível médio, sem ultrapassar esse nível de complexidade para avaliar a formação recebida pelos candidatos e sua aptidão intelectual para estudos superiores. A regulamentação do processo Seletivo é dada a conhecimento público por meio de Edital publicado em órgãos de divulgação local, regional ou nacional. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 26 Realizado o Processo Seletivo e restando vaga, admite-se a matrícula de aluno graduado, com diploma devidamente registrado, para obtenção de novo título ou de aluno de outras instituições em processo de transferência. Para estas situações será realizado um processo seletivo na modalidade de análise curricular ou outra forma que o colegiado aprovar. 16. INTER-RELAÇÃO ENTRE OS CICLOS Para promover a inter-relação das atividades de ensino e aprendizagem na concepção e execução do currículo organizou-se um trabalho de articulação disciplinar pensando nas relações, contribuições teórico/práticas, relevância da disciplina para o Currículo do Curso de Engenharia de Produção. Todo esse trabalho pedagógico tem o objetivo de permitir uma integração no trabalho dos professores e, ao mesmo tempo, orientar de forma coerente a ação do currículo do curso. As disciplinas não existem de forma isolada, estanque, mas num processo de interação teórico-prático capaz de contribuir para preparação plena do Engenheiro de Produção. Nesse sentido, concebe-se um conjunto de saberes levando em conta não só o aspecto técnico, mas também o ser humano no seu aspecto imanente e transcendente. O Ciclo Básico, composto de disciplinas do primeiro até o quarto período, pretende oferecer ao aluno uma base em matemática, física, química, computação, desenho e também a formação humanística através da disciplina de Psicologia e Comportamento Organizacional. A disciplina Língua Portuguesa integra o núcleo básico de aprofundamento de estudos e constitui suporte para a elaboração de estratégias e projetos na área de engenharia. O conhecimento da norma padrão da Língua Portuguesa, promove o enriquecimento do repertório vocabular, a familiaridade com a leitura e a interpretação de textos diversos, constitui uma relevante base para a aprendizagem das demais disciplinas. No Ciclo Intermediário, composto do quinto ao sexto período são oferecidas disciplinas de transição e de pouco aprofundamento na Engenharia de Produção. Espera-se que ao concluir o sexto período o aluno tenha amadurecimento universitário suficiente para conduzir sua formação e se necessário diferenciá-la através de disciplinas optativas oferecidas, previamente aprovadas pelo colegiado de curso, no ciclo profissionalizante. No Ciclo Profissionalizante, composto do sétimo ao décimo período são oferecidas disciplinas de aprofundamento. Neste ciclo o aluno poderá fazer as disciplinas normalmente ofertadas ou optar por compor este ciclo em até 20% da carga horária, deste ciclo, com outras disciplinas aprovadas pelo colegiado. Isso garantirá uma permanente atualização de conteúdo de acordo com a demanda do mercado. O estagio Supervisionado visa estreitar os laços do aluno no âmbito industrial. Espera-se a partir desse momento o pleno amadurecimento acadêmico do discente. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 27 Acredita-se que a escola é um local privilegiado, espaço de poder, histórias e saberes que fomentam determinadas posturas culturais. Neste sentido, o currículo foi pensado visando contribuir para a construção de uma sociedade onde as diferenças sejam respeitadas e as desigualdades minimizadas. 16.1. METODOLOGIA APLICADA A estruturação do curso obedeceu algumas premissas metodológicas que orientaram todas as definições posteriores: 1) O currículo deve ser sintético e os conhecimentos que o constituem, oferecidos pelas várias áreas, devem ser equilibrados; 2) O Curso será oferecido em 10 semestres com carga horária média de 400 horas. O desenvolvimento das atividades didáticas se dará em 20 semanas de aula, com carga horária máxima de 120 horas por unidade curricular; 3) O limite máximo de integralização do curso será de 15 semestres e o mínino será de 10 semestres; 4) O projeto curricular deve contemplar ambiente de aprendizagem virtual para a realização de fóruns, de debates, de projetos multidisciplinares, de pesquisa na biblioteca e na internet, estudos de casos e visitas a empresas e outras organizações; 5) As unidades curriculares devem contemplar em seu conteúdo e método de ensino, a contínua atualização em tecnologias de informação; 6) No desenvolvimento da grade curricular, ementas e metodologia de ensino devem ser contempladas os seguintes aspectos: a) Legislação relacionada ao trabalho, ao produto e ao meio-ambiente; b) Capacidade de liderança, comunicação interpessoal e trabalho em equipe; c) Comunicação, oral e escrita, em português e, quando possível, em um idioma estrangeiro. 16.2. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 1º PERÍODO – CICLO BÁSICO DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Calculo Diferencial Integral I 6 120 120 Introdução a Estatística 2 40 40 Português Instrumental 2 40 40 Química Geral 4 80 80 Introdução a Engenharia de Produção 2 40 40 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 28 Linguagem de Programação CARGA HORÁRIA TOTAL 4 40 40 80 20 360 40 400 2º PERÍODO - CICLO BÁSSICO DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Cálculo Diferencial e Integral II *Cálculo Diferencial 4 80 80 Física I *Cálculo Diferencial e Integral I 4 80 80 Modelos Probabilísticos Aplicados * Introdução a 4 80 80 Desenho Técnico 4 80 80 Geometria Analítica e Álgebra Linear 4 80 80 20 400 400 e Integral I Estatística CARGA HORÁRIA TOTAL 3º PERÍODO – CICLO BÁSICO AULA SEMANAL DISCIPLINAS C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Equações Diferenciais *Cálculo Diferencial e Integral II 4 80 80 Desenho Computacional *Desenho Técnico 4 40 Física II - Eletricidade e Magnetismo *Física I 4 80 80 Cálculo Numérico para Engenharia *Cálculo Diferencial e 4 80 80 4 80 80 20 360 40 80 Integral I Métodos Estatísticos Aplicados a Engenharia de Produção *Modelos Probabilísticos Aplicados CARGA HORÁRIA TOTAL 40 400 4º PERÍODO – CICLO BÁSICO DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Eletrotécnica e Instalações Industriais *Física II 4 80 80 Psicologia e Comportamento Organizacional 4 80 80 Introdução a Engenharia Econômica 4 80 80 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 29 Ciências e Tecnicnologia dos Materiais * Química 4 80 80 4 80 80 20 400 400 Geral Contabilidade Geral CARGA HORÁRIA TOTAL 5º PERÍODO – CICLO INTERMEDIÁRIO DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL 4 80 80 Resistência dos Materiais 4 80 80 Metrologia e Contr. de Qualidade 4 40 80 Estratégia e Organizações 4 80 80 Administração da Produção 4 80 80 20 400 400 Pesquisa Operacional * Cálculo Numérico para Engenharia ; * Geometria Analítica e Álgebra Linear CARGA HORÁRIA TOTAL 6º PERÍODO – CICLO INTERMEDIÁRIO DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Libras 2 40 40 Gestão da Cadeia de Suprimento *Estratégia e 4 80 80 4 80 80 Estudos Étnicos Raciais, Diversidade e Meio Ambiente 2 40 40 Laboratório de Mecânica e Eletricidade 6 Organizações Programação e Controle da Produção *Estratégia e Organizações CARGA HORÁRIA TOTAL 18 240 120 120 120 360 7º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Processo de Fabricação 4 80 80 Estratégia da Produção *Programação e Controle da 4 80 80 Gestão Ambiental 2 40 40 Marketing Estratégico e Empresarial 4 80 80 Projetos de Sistemas Mecânicos *Resistência dos 4 80 80 Produção Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 30 Materiais CARGA HORÁRIA TOTAL 18 360 360 8º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Processos e Desenvolvimento do Produto 4 80 80 Corrosão e Degradação dos Materiais * Química 4 80 80 Logística e Transporte * Estratégia da Produção 4 80 80 Seminário de Monografia I 2 40 40 Gestão de Pessoas 4 80 80 18 360 360 Geral CARGA HORÁRIA TOTAL 9º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA C/H TOTAL Automação da Produção *Eletrotécnica e Instalações 4 80 80 Sistema de Gestão da Qualidade 4 80 80 Ergonomia, Higiene e Segurança do trabalho 4 80 80 Gestão da Manutenção 4 80 80 Finanças 4 80 80 20 400 400 Industriais CARGA HORÁRIA TOTAL 10º PERÍODO – CICLO PROFISSIONALIZANTE DISCIPLINAS AULA SEMANAL C/H SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA Monografia 40 40 40 Atividades Complementares 120 120 120 Estágio Supervisionado 200 200 200 360 360 CARGA HORÁRIA TOTAL Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN C/H TOTAL Página 31 16.3. QUADRO RESUMO DA DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA Carga Horária – Horas CAMPO DE FORMAÇÃO Ciclo Básico 1600 Ciclo Intermediário 760 Ciclo profissionalizante 1480 CARGA HORÁRIA TOTAL 3840 HORAS 16.4. EMENTAS E BIBLIOGRAFIA CICLO BÁSICO -1º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA NENHUM 120 HORAS CÁLCULO DIFERENCIAL INTEGRAL I EMENTA Números reais, Funções de uma variável real, Limite e continuidade de funções de uma variável real, Derivada de funções de uma variável real, Teorema do Valor para derivadas, Aplicações da Derivada, Regra de L’Hôspital, antiderivada - Integral Indefinida Integral de Riemann – Integral definida, Teorema Fundamental do Cálculo, Métodos de Integração: substituição, por partes, frações parciais e integrais trigonométricas, Aplicações da integral definida, Integrais Impróprias. OBJETIVO Introdução ao estudo de funções de uma variável, limites, derivadas e integrais, numa abordagem direcionada as aplicações do Cálculo no cotidiano do Engenheiro de Produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA THOMAS, G. B., FINNEY, R. L., WEIR, M. D., GIORDANO, F. R. Cálculo, vol. 1. Addison-Wesley, 2002. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, vol. 1 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 32 SIMMONS, G.F. Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill 1987. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1. São Paulo: Harbra. MUNEM, M.; Foulis, D. Cálculo, vol. 1. Editora Guanabara Dois. SWOKOWSKi, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA QUÍMICA GERAL NENHUM 80 HORAS EMENTA Estequiometria. Ligações químicas intra e intermoleculares. Preparo de soluções e reações em solução aquosa: balanceamento em óxido-redução. Conceito de ácidos e bases. Introdução à termodinâmica. Cinética química. Equilíbrio químico. Equilíbrio em solução aquosa. OBJETIVO Introduzir conceitos fundamentais de química e suas aplicações práticas nas diferentes áreas da engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATIKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 2001. BACCAN, N. et al. Química Analítica Quantitativa Elementar. Campinas: Editora da Unicamp, 2001. BROWN, T.H.; LEMAY JR, H.E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química, A Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson–Prentice Hall, 2005. CHANG, R. Chemistry. São Paulo: McGraw-Hill, 2004. HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 5ª edição, 2001. KOTZ, J.C. TREICHEL JR, P. Química e Reações Químicas, vol. 1 e 2, 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 33 INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA INTRODUÇÃO A ENGENHARIA NENHUM 40 HORAS DE PRODUÇÃO EMENTA O objeto de trabalho do engenheiro de produção. O currículo do curso de engenharia de produção. Principais diferenças e semelhanças entre a engenharia mecânica e a engenharia de produção mecânica. As áreas de atuação da engenharia de produção. Planejamento e controle da produção, pesquisa operacional. Gestão e controle de qualidade. Projeto do produto. Projeto da fábrica. Projeto e estudo de métodos de trabalho. A informática e a engenharia de produção. Legislação relativa à engenharia de produção e ética profissional. Tendências dos sistemas produtivos e os seus impactos na engenharia de produção. O mercado de trabalho do engenheiro de produção. OBJETIVO O objetivo da disciplina é apresentar o que é a engenharia de produção, quais são suas principais áreas de estudo, como se estrutura o curso de engenharia de produção no IPTAN e qual é o cenário e o campo de atuação do Engenheiro de Produção formado pelo IPTAN. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAZZO, W.A.; PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. Florianópolis: Editora da UFSC, 1996. PEREIRA, L.T.V.; BAZZO, W.A. Ensino de Engenharia, na busca de seu aprimoramento. Florianópolis: Editora da UFSC, 1997. TELLES, P.C.S. História da Engenharia no Brasil, vol. 1, Século XVI a XIX – 2a Edição, revisada e ampliada. Clube de Engenharia. Rio de Janeiro-RJ, Clavero Editoração, 1994, Vol. 2 – Século XX. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA PORTUGUÊS INSTRUMENTAL NENHUM 40 HORAS EMENTA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 34 Técnicas de comunicação através da leitura, da análise e da interpretação de textos nas relações humanas, sejam elas pessoais ou profissionais, através de exposições de conceitos, análise dos tipos de comunicação e redação. OBJETIVO Visa conscientizar o aluno do papel da linguagem como meio de expressão nas relações humanas, sejam elas pessoais ou profissionais, através de exposições de conceitos, análise dos tipos de comunicação e redação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ADLER, B. R.; RODMAN, G. Comunicação Humana. 7ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. ADLER, R.; TOWNE, N. Comunicação interpessoal. 9ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. ARGYRIS, C. Comunicação eficaz na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1999. FARACO E MOURA. Gramática. São Paulo: Ática, 1989. FARACO E MOURA. Para gostar de escrever. São Paulo: Ática, 1997. GOLD, M. Redação Empresarial - Escrevendo com sucesso na Era da Globalização. São Paulo: Makron books do Brasil, 1999. GRANATIC, B. Técnicas Básicas de Redação. São Paulo: Scipione, 1995. MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. São Paulo: Atlas, 2ª ed., 1993. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO NENHUM 80 HORAS EMENTA 1. Introdução - O Computador; Conceitos Básicos de Programação; Definição e Exemplos de Algoritmos. 2. Itens Fundamentais - Constantes, variáveis e comentários; Expressões Aritméticas, lógicas e literais; Comando de Atribuição e entrada/saída; Estrutura Sequencial, condicional e de repetição. 3. Estruturas de Dados Básicas - Vetores, matrizes, registros e arquivos. 4. Modularização - Sub-rotinas e funções. 5. Conceitos Básicos de Linguagem de Programação Visão Geral; Constantes, Variáveis, Conjuntos, Expressões, Atribuição; Comandos de Especificação; Comandos de Controle de Fluxo; Comandos de Entrada e Saída; Comando de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 35 Especificação de Formato; Subprogramas. OBJETIVO Familiarização com os conceitos básicos dos computadores e da informática. Resolução algorítmica dos problemas propostos. Linguagens de programação de alto nível com aplicações numéricas e não numéricas, visando dar ao estudante uma visão global do funcionamento dos computadores e dos problemas da computação em geral. Uso intensivo de computadores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARRER, H. Algoritmos Estruturados, 2ª e 3ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1999. FARRER, H. Pascal Estruturado, 2ª e 3ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 1999. GUIMARÃES, A.M.; LAJES, N.A.C. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 1985. GUIMARÃES, A.M.; Lages, N.A.C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994 GOHFRIED, B.S. Programação em Pascal. São Paulo: McGraw-Hill, 1994. HEHL, M.E. Linguagem de Programação Estruturada Fortran 77. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA NENHUM 40 HORAS EMENTA Introdução à Estatística. População e amostra. Classificação das variáveis. Tipos de amostragem. Representação tabular e gráfica. Medidas de tendência central, de variabilidade, de assimetria e curtose. Regressão e correlação. Análise de dados via software estatístico. OBJETIVO Capacitar o aluno para a coleta, organização, análise e interpretação dos dados aplicados à Engenharia, utilizando os conceitos básicos de Estatística. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBETTA, P.A. Estatística Aplicada às Ciências Humanas, 5ª. ed., Santa Catarina: UFSC, 2003. BUSSAB, W.O. & MORETTIN, P.A. Estatística Básica, 5ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. DANTAS, C.A.B. Probabilidade: Um Curso Introdutório. São Paulo: Edusp, 1997. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 36 JAMES, B. Probabilidade: Um Curso em Nível Intermediário, 3ª ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2004. MAGALHÃES, M.N. Probabilidade e Variáveis Aleatórias, 2ª ed. São Paulo : EdUSP, 2006. SOARES, J.F., FARIAS, A.A. & CESAR, C.C. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: Guanabara–Koogan, 1991. 2º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA FÍSICA I CÁLCULO DIF. E INTEGRAL I 80 HORAS EMENTA Medidas em Física. Movimento de translação. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Sistemas de partículas. Dinâmica da rotação. Equilíbrio dos corpos rígidos. Física experimental. OBJETIVO Expor o aluno a um contato mais íntimo com a mecânica Newtoniana através de aulas teóricas e experimentos em laboratórios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física I, vol. 1, 7ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. TIPLER, P.A. Física para cientistas e engenheiros, vol. 1, 5ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA CÁLCULO DIFERENCIAL CÁLCULO DIF. E INTEGRAL I 80 HORAS E INTEGRAL II EMENTA Funções de várias variáveis reais. Limite e continuidade de funções de várias variáveis reais. Derivadas parciais e funções diferenciáveis. Máximos e mínimos de funções de várias variáveis e Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 37 aplicações. Multiplicadores de Lagrange. Integrais duplas e aplicações.Mudança de variáveis em integrais duplas: afins e polares.Integrais triplas. Mudança de variáveis em integrais triplas: afins, cilíndricas e esféricas. Séries e seqüências infinitas. Séries de potências. Séries de Taylor. Testes de convergência para séries de potência. OBJETIVO Estender os conceitos do cálculo de uma variável para funções de várias variáveis, com o apoio das ferramentas da geometria analítica, e estudar os principais resultados do cálculo vetorial, no plano e no espaço. BIBLIOGRAFIA BÁSICA THOMAS, G. B., FINNEY, R. L., WEIR, M. D., GIORDANO, F. R. Cálculo, vols. 1 e 2. São Paulo: Addison- Wesley, 2002 GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, vols. 2, 3 e 4, 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. SIMMONS, G.F. Cálculo com Geometria Analítica, vols. 1 e 2. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, vols. 1 e 2. São Paulo: Harbra. MUNEM M. e FOULIS D. Cálculo, vols. 1 e 2. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA DESENHO TÉCNICO NENHUM 80 HORAS EMENTA Introdução ao Desenho como linguagem técnica formal. Definição de Desenho Técnico. Traços, retas, letreiros e papel. Tipos de representação (esquema, croqui e desenho). Tipos de desenho; conjunto, detalhe, montagem. Instrumento, legendas, dobra, normas. Escalas. Projeções de peças; vistas principais, vistas especiais, vistas auxiliares, rotação de faces oblíquas. Projeções a partir de perspectiva, projeções a partir de modelos. Cotagem; cotas, tolerâncias e símbolos. Cortes, semicortes, corte parcial, omissão de corte, corte em desvio, seção e interrupção. Roscas, representação, tipos, cotagem de roscas. Desenho de conjunto, desenho de detalhes, desenho de descrição de processo de fabricação. OBJETIVO Desenvolver a capacidade de ler e executar desenhos técnicos e de engenharia com ênfase no desenvolvimento da visualização espacial. Proporcionar conhecimentos práticos sobre o método de concepção e as normas que regem o desenho técnico, com ênfase em desenho técnico mecânico. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 38 Desenvolver a capacidade de confecção de “croquis” de conjuntos e peças mecânicas e detalhar seus componentes sem utilização de recursos de softwares gráficos empregando apenas lápis e papel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABNT, NBR 10067/95. Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico. ABNT, NBR 12298/95. Representação de Área de Corte por meio de Hachuras em Desenho Técnico. ANBT, NBR 10126/87. Cotagem em Desenho Técnico. FREENCH, T.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, 7ª ed. São Paulo: Globo, 2002. MANDARINO, D. et al. Expressão Gráfica: Normas e Exercícios. São Paulo: Plêiade, 2007. ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho Técnico, vol. 1, 4ª ed. São Paulo: Plêiade, 2008. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA MODELOS PROBABILÍSTICOS INTROD. A ESTATÍSTICA 80 HORAS APLICADOS A ENG. DE PROD. EMENTA Teoria dos Conjuntos. Definições de Probabilidade. Probabilidade condicional. Independência. Teorema de Bayes. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Principais modelos probabilísticos discretos e contínuos. Variáveis aleatórias multidimensionais. Aplicações de probabilidade à teoria de confiabilidade. Cálculo de probabilidades via SOFTWARE estatístico. OBJETIVO Apresentar os conceitos fundamentais da teoria das probabilidades. Capacitar os alunos a adotarem os principais modelos probabilísticos discretos e contínuos em aplicações na Engenharia de Produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANTAS, C.A.B. Probabilidade: um curso introdutório, 2ª ed. São Paulo: EDUSP, 2000. Magalhães, M.N. e Lima, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística, 5ª ed. São Paulo: USP, Instituto de Matemática e Estatística, 2002. MAGALHÃES, M.N.; LIMA, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística, 6ª ed. São Paulo: USP, Instituto de Matemática e Estatística, 2004. YATES, R.D.; GOODMAN, D.J. Probability and Stochastic Processes. John Wiley & Sons, 1999. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 39 INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA GEOM. ANAL E ALG. LINEAR NENHUM 80 HORAS EMENTA Matrizes, determinantes e sistemas lineares. Sistemas de equações lineares. Espaços Vetoriais. Definição e exemplos. Subespaços Vetoriais. Operações: produto interno. Ortogonalidade. Base e dimensão. Vetores no plano e no espaço. Operações com vetores: soma, produto por escalar; produto interno, produto vetorial e produto misto. Estudo da reta (plano e espaço), ângulo entre retas, intersecção de retas. Estudo do plano (plano e espaço), ângulo entre planos, intersecção de planos. Aplicações. OBJETIVO Introduzir e estudar o conceito de Matrizes, determinantes e sistemas lineares, plano e espaço com aplicações para engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOLDRINI, J.L.; Costa, S.I.R.; Figueiredo, V.L.; Wetzler, H.G. Álgebra Linear, 3ª ed. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1984. LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: LTC, 1994. STEINBRUCH, A., Winterle, P. Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. LEHMANN, C. H. Geometria Analítica, 9ª ed. São Paulo: Globo, 1998. OLIVEIRA, I.C.; BOULOS, P. Geometria Analítica: um Tratamento Vetorial. São Paulo: MacGrawHill. STEINCRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books. 3º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS CALC. DIF. E INTEGRAL II 80 HORAS EMENTA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 40 Definição e classificação de Equações diferenciais. EDO de primeira ordem. Métodos de resolução de EDO de primeira ordem. EDO de segunda ordem. Métodos de resolução de EDO de segunda ordem. Sistemas de Equações Diferenciais Lineares. Transformada de Laplace. Séries e Transformada de Fourier. Equação do Calor e da Onda. OBJETIVO Desenvolver habilidade de cálculo e compreensão de problemas que recaem em equações diferenciais ordinárias de primeira e segunda ordem em um contexto de aplicações em engenharia de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOYCE, WE, DIPRIMA, RC. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno, 3ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979. EDWARDS, C.H. Jr. Equações Diferenciais Elementares com Problemas de Contorno, 3ª Ed. Rio de Janeiro: LTC,1995. ZILL, D. G; CULLEN, M. R. Equações Diferenciais, vols. 1 e 2. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001. KREYSZIG, E. Matemática Superior, vols. 1 e 3. Rio de Janeiro: LTC, 1984. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA DESENHO COMPUTACIONAL DESENHO TÉCNICO 80 HORAS EMENTA Modelamentos de Sólidos – Extensão PAR. Ambiente 2D (DRAFT) – Extensão DFT. Montagem – Extensão ASM. OBJETIVO Desenvolver habilidade no uso de ferramentas computacionais aplicadas ao desenho BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARIMURA, Oswaldo Tadami. Solid Edge – Apostila – V 16/ 2006. ESTEPHANO, Carlos – Desenho Técnico Básico 2º e 3º Graus, Rio de janeiro, Ao Livro Técnico S.A.1987 FRENCH, Thomas- Desenho Técnico, Porto Alegre, Editora Globo, 1974 AUTODESK INC. Autocad 2002. User`s Guide, 2001. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Diversas. ABNT, vários anos. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 41 BACKMANN & FORBERG. Desenho Técnico. Ed. Globo, 1980. SCHNEIDER, W. Desenho técnico: introdução Desenho técnico: introdução aos fundamentos do desenho técnico. Editora Jácomo, 1978. ______. & FORBERG, Richard. Desenho Técnico. Editora Globo, 1976. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA FÍSICA II- ELETRICIDADE E FÍSICA I 80 HORAS MAGNETISMO EMENTA Força e campos elétricos. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Resistência. Correntes e circuitos elétricos. Semicondutores. Campo magnético. Lei de Ampère. Lei de indução de Faraday. Indutância e oscilações eletromagnéticas. Corrente alternada. Propriedades magnéticas da matéria. Física experimental. OBJETIVO Qualificar o graduando na compreensão de fenômenos físicos e solução de problemas em física básica relacionados aos temas; Eletrostática, Eletrodinâmica e Eletromagnetismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D., RESNICK, R., KRANE, K.S. Física 3, 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. TIPLER, P.A., MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros, v. 2: eletricidade e magnetismo, 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA CÁLCULO NUMÉRICO CÁLC. DIF. E INTEGRAL I 80 HORAS EMENTA Sistemas de equações lineares simultâneas; classificação quanto à existência de solução, sistemas triangulares, transformações elementares, equivalência de sistemas. Métodos diretos, Método de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 42 eliminação de Gauss, Método da decomposição LU, Métodos iterativos, Método de Jacobi, Método de Gauss-Seidel. Raízes de equações algébricas e transcendentes, Isolamento de raízes, Refinamento, Critério de parada, Métodos de resolução, Método da Bisseção, Método da falsa posição, Método de Newton-Raphson, Estudo das equações algébricas polinomiais. Interpolação polinomial; Existência e unicidade do polinômio interpolador, Erro na interpolação polinomial, Formas de se obter o polinômio interpolador, Método de Lagrange, Método das diferenças divididas, Método das diferenças finitas ascendentes. Integração numérica; Integração simples, Regra dos trapézios, Primeira regra de Simpson, Segunda regra de Simpson, Integração dupla. OBJETIVO Fornecer condições para que os alunos possam conhecer calcular, utilizar e aplicar métodos numéricos na solução de problemas de engenharia. Estudar a construção de métodos numéricos, analisar em que condições se pode ter a garantia de que os resultados computados estão próximos dos exatos, baseados nos conhecimentos sobre os métodos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROSO, L.C. et al. Cálculo Numérico,2ª ed. São Paulo: Editora HARBRA, 1987. BURDEN, R.L.; FAIRES, J.D. Análise Numérica. 5ª ed. São Paulo: Thomson Learning. 2003. CAMPOS, F.F. Algoritmos Numéricos. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. RUGGIERO, M.A.G.; LOPES, V.L.R. Cálculo Numérico - aspectos teóricos e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1996. SELMA, A., DAREZZO, A. Cálculo Numérico: Aprendizagem com apoio de software. São Paulo: Thomson Learning, 2008. SPERANDIO, D. et al. Cálculo Numérico: Característica s Matemáticas e Computacionais dos Métodos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. ZAMBONI,L. et al. Cálculo Numérico para Universitários, São Paulo, 2002. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA MODELOS PROB. APL. 80 HORAS MODELOS ESTATÍSTICOS APLICADOS A ENG DE PROD EMENTA Estimação: propriedades e métodos de estimação. Teste de hipóteses para uma população: proporção, média e variância. Inferência para duas populações: amostras dependentes e Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 43 independentes. Inferência para várias populações: análise de variância e comparações múltiplas. Análise de aderência e associação. Noções de controle estatístico de qualidade: gráficos de controle para variáveis e atributos. Análise de dados via SOFTWARE estatístico. OBJETIVO Aplicação das principais técnicas estatísticas relacionadas à teoria de estimação e testes de hipóteses. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA NETO, P. L. O. Estatística. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. FONSECA, J.S.; MARTINS, G.A. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas, 1996. MANN, P. S. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MEYER, P. L. Probabilidade: aplicações à estatística, 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico da qualidade. Rio de Janeiro, LTC, 2004. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 4º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA FÍSICA II 80 HORAS ELETROTÉCNICA E INST. INDUSTRIAIS EMENTA Circuitos de CC, circuitos de CA, determinação das principais grandezas elétricas, principais componentes elétricos e eletrônicos. Sistemas de acionamento. OBJETIVO Visa dar aos alunos os conhecimentos básicos para entendimento e bom desenvoltura as operações relacionadas aos princípios de circuitos elétricos e sistemas de acionamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABNT NBR 5410:2004 – Instalações elétricas de baixa tensão. ABNT NBR 5444:1989 – Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais. BOSSI, A. Instalações Elétricas. Editora Hemus, 2002. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 44 COTRIM, A.A. M.B. Instalações Elétricas. Editora Makron Books, 2003. CREDER, H. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2000. FALCONE, B. Curso de Eletrotécnica: Corrente Alternada. Editora Hemus, 2002. FALCONE, B. Curso de Eletrotécnica: Corrente Contínua. Editora Hemus, 2002. FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY JUNIOR, C.; UMANS, S.D. Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. FRANCHI, C.M. Acionamentos Elétricos. Editora Érica, 2007. KOSOW, I.L. Máquinas Elétricas e Transformadores. São Paulo: Editora Globo, 2000. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO PSIC. E COMP.ORGANIZACIONAL CARGA HORÁRIA NENHUM 80 HORAS EMENTA Evolução dos estudos sobre psicologia organizacional, A relação entre o indivíduo e a organização, Liderança organizacional, Cultura e clima Organizacional. OBJETIVO Introduzir o aluno no mundo organizacional sob a ótica do respeito às relações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGUIAR, Maria Aparecida Ferreira de. Psicologia aplicada a administracao; uma introducao a psicologia organizacional. 1. ed. [S.l.]: Atlas, 1986. ATKINSON, Rita L et al. Introducao a psicologia. Traduzido por Dayse Batista. 11. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada á administração de empresas: Psicologia do comportamento organizacional. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1997. MOTTA, Paulo Roberto. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. 13. ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. 256p. ISBN 8501037869 ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 8ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 45 INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA QUÍMICA GERAL 80 HORAS MATERIAIS EMENTA Introdução à estrutura dos materiais, estrutura e ligação atômica, estrutura dos sólidos cristalinos. Nucleação e crescimento de grão. Imperfeições em sólidos, Difusão, Discordância, Mecanismos de aumento de resistência. Deformação a quente e a frio dos metais. Diagramas de Fase. Técnicas de preparação metalográfica. Propriedades mecânicas dos aços: Tração, Dureza, Impacto, Fadiga, Fluência. Diagrama Fe-C e transformação de fases. Microestruturas de equilíbrio de aços Carbono. Tratamentos térmicos de ligas metálicas, Diagramas TTT, Têmpera. Microestrutura de aços normalizados/temperados. Têmpera e revenido dos aços carbono e ferramenta/meios de resfriamento. Microestruturas dos aços temperados e revenidos/aço ferramenta. Temperabilidade. Ensaio Jominy. Aços Inoxidáveis: Tipos, Propriedades, Microestruturas. Ferros Fundidos: Tipos, Propriedades, Microestruturas. Seleção de ligas Metálicas. OBJETIVO Fornecer ao aluno conhecimento sobre materiais aplicados em componentes e estruturas mecânicas e as modificações de propriedades através dos processos de tratamento térmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASKELAND, D.R.; PHULE, P. The science & engineering of materials. New York: Thomson, 2005. ASM - Atlas of microstructures of industrial alloys - metals handbook, vol. 7. BRIAN, S. M. An Introduction to Materials Engineering and Science: For Chemical and Materials Engineers. New York: John Wiley & Sons, 2004. CALLISTER JR., WILLIAM D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 2002. GARCIA, A., SPIM, J.A., SANTOS, C.A. Ensaio dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2000. HUMMEL, R.E. Understanding Materials Science. New York: Springer Verlag, 2004. SHACKLEFORD, W.D. Introduction to Materials Science for Engineers, 6ª ed. New Jersey: Prentice Hall, 2005. VAN VLACK, L.H. Princípios de Ciência e Tecnologia de Materiais. São Paulo: Campus, 1994. INFORMAÇÕES BÁSICAS Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 46 DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CONTABILIDADE GERAL CARGA HORÁRIA NENHUM 80 HORAS EMENTA Contabilidade básica. Análise de demonstrações. Modelos de custos e orçamento. Efeitos da inflação na análise contábil. Controladoria. OBJETIVO Apresentar as bases da contabilidade financeira e da contabilidade de custos, encaminhando o aluno à compreensão da elaboração de orçamentos empresariais, sobretudo levando em conta a complexa realidade inflacionária brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSAF NETO, A. Estrutura e Análise de Balanços: um enfoque econômico e financeiro. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. FRANCO, H. Contabilidade geral. 23ª ed. São Paulo: Atlas, 1999. IUDICIBUS, S. (Org.). Contabilidade introdutória. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 1998. IUDÍCIBUS, S.; MARION, J.C. Introdução à Teoria da Contabilidade: Para o Nível de Graduação. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000. MARION, J.C. Contabilidade básica. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1998. MARION, J.C. Contabilidade Empresarial. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. PADOVEZE, C.L. Manual de contabilidade básica: uma introdução à prática contábil. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. PADOVEZE, C.L. Sistemas de informações contábeis: fundamentos e análise. São Paulo: INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA NENHUM 80 HORAS INTRODUÇÃO A ENGENAHRIA ECONÔMICA EMENTA Introdução: Formulação de decisões econômicas; conceitos básicos de economia; estimação de elementos econômicos. Avaliação de Alternativas Econômicas: Juros e equivalência econômica; métodos de comparação de alternativas; avaliação de alternativas de substituição; contabilidade, depreciação e imposto de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 47 renda; avaliação de projetos públicos. Estimação, Risco e Incerteza: Tratamento de estimação; tomada de decisão envolvendo risco; tomada de decisão envolvendo incerteza. Modelos de Decisão Econômica: Modelos econômicos; modelos de decisão “Break-Even”; modelos de decisão de mínimo custo; modelos de programação linear. OBJETIVO Fornecer ao aluno conceitos sobre cálculo de juros e valores equivalentes. Comparação de alternativas de investimento. Depreciação técnica. Imposto de Renda. Análise custo/benefício. Riscos. Incertezas e sensibilidade. Substituição de equipamentos. Modelos de decisão econômica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASAROTTO FILHO, N.; KOPITTKE, B. H. Análise de investimentos: matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2007, 458 p. EHRLICH, P.J.; MORAES, E.A. Engenharia econômica: avaliação e seleção de projetos de investimento. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. FABRYCK, W.J.; THUESEN, G.J. Economic Decision Analysis. Prentice-Hall, New Jersey. HIRDCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. São Paulo: Editora Atlas, 1998. HUMMEL, P.R.V. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos; engenharia economica - teoria e pratica. Colaboração de Mauro Roberto Black Taschner. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 5º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA PESQUISA OPERACIONAL CALCULO NUMÉRICO, 80 HORAS GEOM ANAL. e ALG. LINEAR EMENTA Introdução à pesquisa operacional. Conceituação. Natureza e significado da pesquisa operacional. Problemas típicos. Fases da metodologia de um projeto de pesquisa operacional. Método científico. Problemas de alocação de recursos. Modelagem. Programação linear. Modelo fundamental, método gráfico, método simplex. Problemas gerais de otimização, dualidade, análise de sensibilidade e interpretação econômica. Modelos de transporte. Modelos de designação. Transpedição. Problemas em rede. Rota mínima através de uma rede. Problema de fluxo máximo. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 48 OBJETIVO Compreender a pesquisa operacional como ciência aplicada. Proporcionar o conhecimento dos problemas típicos de alocação de recursos e determinação de notas através de modelos lineares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACKOFF, R.L., SASIENI, M.W. Pesquisa operacional. Rio de Janeiro, LTC, 1975. PUCCINI, A.L. Introdução à programação linear. Rio de Janeiro: LTC, 1972. EHRLICH, P.J. Pesquisa operacional - curso introdutório. São.Paulo: Atlas, 1991. TARA, H.A. Operation research - an introduction. New York: McMillan Plublishing Company.1992. HILLIER, F.S., LIEBERMAN, G.J. Introdução à pesquisa operacional. Rio de Janeiro: Campus, 1988. BREGALDA, P.F. Introdução à programação linear. Rio de Janeiro: Campus, 1983. MAGALHÃES, A., RAMALHETE, M. Programação linear. Lisboa: McGraw-Hill, 1985. LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na tomada de decisões. Rio de Janeiro: Campus, 2000. TAHA, H.A. Pesquisa Operacional, 8ª ed. São Paulo: Editora Pearson. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 1200 HORAS 80 HORAS EMENTA Princípios fundamentais da mecânica dos corpos sólidos. Introdução à mecânica dos corpos deformáveis. Tensões e deformações. Relações tensões x deformações. Torção, Flexão e Flambagem. OBJETIVO Apresentar os fundamentos de análise de tensões e suas aplicações no projeto mecânico. Propõem-se nesta unidade curricular 18 horas de aulas práticas em conjunto com a unidade curricular de Ciência e tecnologia dos materiais para que o acadêmico tenha a oportunidade de realizar em laboratório experimentos como testes de tração, compressão, impacto para melhor entender o mecanismo tensão deformação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, F. P., JOHNSTON J. R., Russell, E. Resistência dos materiais, 3ª ed. São Paulo, Pearson, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 49 2005. Crandall, S. H. et al. An Introduction to the Mechanics of Solids, 2ª ed. McGraw Hill, 1978. HIBBLER, R.C. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2000. MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. Editora Érica, 2001. SHIGLEY, J. E., et al. Mechanical Engineering Design. McGraw Hill, 1986. TIMOSHENKO & GERE, Mecânica dos Sólidos. Vol. I e II. Livros Técnicos e Científicos Editora. 1983. TIMOSHENKO, S.P.M., Resistência dos Materiais. Vol. I e II. Ao Livro Técnico S/A, 1972. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA METROLOGIA E CONTR. DE 800 HORAS 80 HORAS QUALIDADE EMENTA Metrologia: conceitos básicos; estrutura metrológica e sistema internacional de unidades; medir: processo de medição e obtenção de resultados; sistema generalizado de medição; incerteza de medição; definições, fontes de erro, interpretação e cálculo; causas de erro e seus tratamentos; combinação e propagação de erros; calibração de sistemas de medição; medição de comprimento, temperatura, pressão e grandezas elétricas; outras grandezas; metrologia e chão de fábrica: técnicas de medição por coordenadas, controle estatístico de processo. OBJETIVO Dar condições ao aluno de se relacionar tecnicamente adotando conceitos metrológicos corretos, além de capacitá-lo para desenvolver atividades de medição e calibração das principais grandezas dentro dos princípios adequados de confiabilidade e rastreabilidade metrológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTAZZI & SOUSA. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. São Paulo: Manole, 2004. GONZÁLES, C.G. Metrologia, 2ª ed. México: McGraw-Hill, 1998. LIRA, F.A. Metrologia na Indústria, 3ª ed. São Paulo: Érica, 2004. NBR 8197. Materiais metálicos - Calibração de instrumentos de medição de força de uso geral. Rio de Janeiro: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2002. NBR ISO/IEC 17025. Requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaios e calibração. Rio de Janeiro: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2006. NM 146-1:98. Materiais metálicos - Dureza Rockwell - Parte 1: Medição de dureza Rockwell Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 50 (escalas A,B,C, D, E, F, G, H e K) e Rockwell superficial (escalas 15N, 30N, 45N, 15T, 30T 2 45T). Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1998. NM 146-2:98. Materiais metálicos - Calibração de máquinas de medir dureza Rockwell - Parte 1: Medição de dureza Rockwell (escalas A,B,C, D, E, F, G, H, K, N e T). Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1998. NM 187-1:99. Materiais metálicos - Dureza Brinell - Parte 1: Medição de dureza Brinell. Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1999. NM 187-3:99. Materiais metálicos - Dureza Brinell. Parte 3.Calibração de blocos padrão a serem usados na calibração de máquinas de medir dureza Brinell. Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1999. NM 188-1:99. Materiais metálicos - Dureza Vickers - Parte 1: Medição de dureza Vickers. Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1999. NM 188-2:99. Materiais metálicos - Calibração de máquinas de medir dureza Vickers - Parte 2: Calibração de máquinas de medir de dureza Vickers. Norma Mercosul, 1ª ed. Rio de Janeiro: Comitê Mercosul de Normalização, 1999. SCHMIDT, W. Metrologia Aplicada. 1ª ed. São Paulo: Epse, 2003. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO Nenhum 80 HORAS EMENTA Histórico. Conceitos e Estrutura da Administração de Produção. Sistemas de Produção. Planejamento e Controle a Produção. Desenvolvimento de Novos Produtos. Técnicas Modernas de Administração de Produção. Manutenção Industrial. Balanceamento da Produção. Qualidade e Produtividade. Modelos de Qualidade. Competitividade. OBJETIVO Esta disciplina tem como objetivo genérico abordar os sistemas de administração da produção, como parte de um sistema maior e mais complexo, com orientação voltada para as necessidades básicas do administrador. De forma específica, destacam-se os seguintes objetivos; apresentar e ensinar conceitos fundamentais na área operacional e apresentar a estrutura de relações entre as várias sub-funções dentro da área operacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIS, MARK M. et al. Fundamentos da Administração da Produção, 3ª ed. Porto Alegre: Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 51 Bookman, 2001. GAITHER, N.; FRAIZER, G. Administração da Produção e Operações, 8ª. ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001. HEIZER, J.; RENDER, B. Administração de Operações: Bens e Serviços. Rio de Janeiro: LTC, 2000. MARTINS, P. G. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2001. MOREIRA, D.A. Administração de produção e operações. 5ª ed. São Paulo: Pioneira, 2000. SLACK, N. et al. Administração de produção: edição compacta. São Paulo: Atlas, 1999. TUBINO, D.F. Manual de planejamento e controle da produção. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2000. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA ESTRATÉGIA E ORGANIZAÇÕES NENHUM 80 HORAS EMENTA Análise dos modelos teóricos sobre estratégia nas organizações, contemplando abordagens para elaboração e execução de estratégias para novas conFIGURAções organizacionais e novos mercados e critérios de sustentabilidade organizacional, a exemplo da economia solidária, e desempenho sustentável das organizações. Análise do processo de formulação e implementação das estratégias nas empresas e, finalmente, trata-se da cultura e mudança organizacional, dos valores e perfil do administrador como condicionantes para o sucesso da estratégia organizacional. OBJETIVO Conceituar estratégia organizacional e seu impacto no desempenho das empresas permitindo conhecer a influência real dos modelos teóricos sobre estratégia de atuação das organizações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. Economia das Organizações: Entendendo a Relação Entre as Organizações e a Análise Econômica. In: CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. Handbook de Estudos Organizacionais: Ação e Análise Organizacional. São Paulo: Atlas, 2004. CAVALCANTI, M. (org.). Gestão Estratégica de Negócios. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. GHEMAWAT, P. A Estratégia e o Cenário dos Negócios. Porto Alegre: Bookman, 2000. GRANT, R. M. Contemporary Strategy Analysis - Concepts Techniques Applications. Malden Ma, Blackwell Publisers, 2002. KOTLER, P. Estratégia Organizacional. São Paulo: Atlas. 2004 MINTZBERG, H. AHLSTRAND, B. E LAMPEL, J., Safári de Estratégia. Porto Alegre: Bookman, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 52 2000. PORTER, M. Estratégia competitiva. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1996. SANCHEZ, R.; HEENE, A.; THOMAS, H. Dynamics of competence-based competition: theory and practice in the new strategic management. Oxford: Pergamon, 1996. WHIPP, R. Desconstrução Criativa: Estratégia e Organizações. In: CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. Handbook de Estudos Organizacionais: Ação e Análise Organizacional. São Paulo: Atlas, 2004. WHITTINGTON, R. O que é estratégia. São Paulo: Thomson, 2002. 6º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA LIBRAS NENHUM 40 HORAS EMENTA Surdez e deficiência auditiva (DA) nas perspectivas clínica e histórico-cultural. Cultura surda. Aspectos linguísticos e teóricos da LIBRAS. Legislação específica sobre LIBRAS e inclusão social. Prática em LIBRAS: vocabulário geral e específico da área de atuação. OBJETIVO Compreender aspectos fundamentais necessários à promoção da acessibilidade e à comunicação funcional entre ouvintes e surdos na sociedade, em geral, e em ambientes de trabalho, em particular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume II: Sinais de M a Z. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. Coleção Lições de Minas. Vocabulário Básico de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Secretaria do Estado da Educação de Minas Gerais. 2002 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 53 INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO GESTÃO DA CADEIA DE ESTRATÉGIA E ORGANIZAÇÕES CARGA HORÁRIA 80 HORAS SUPRIMENTO EMENTA Distribuição; Produção; Suprimentos Efeito Chicote: formas de reduzir os impactos; Alianças Estratégicas: benefícios e barreiras; Formas de colaboração e o planejamento colaborativo (VMI); Compartilhamento de Riscos através de contratos e novas tendências (RFID). OBJETIVO Entender o impacto das decisões da área de Logística e Operações no desempenho do negócio; Compreender os principais conceitos que devem embasar decisões eficazes na área; Enxergar os benefícios da integração da cadeia de suprimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOTLER, P., Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 2003. THOMPSON, A.A.; STRICKLAND III, A. J. Planejamento estratégico: elaboração, implementação e execução. São Paulo: Pioneira e Thomson Learning, 2002. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO EATRAÉGIA E ORGANIZAÇÕES 80 HORAS EMENTA Anatomia de um problema. Fluxo geral de informação e decisão na gestão da produção. Técnicas de previsão de vendas. Séries temporais. Características e tipo de estoques. Classificação ABC. Planejamento agregado da produção. Modelos matemáticos. Princípios da programação da produção. Programação reversa. Gráficos de Gantt. Sequenciamento da produção.Planejamento dos recursos de manufatura (MRP II). Planejamento das necessidades de distribuição (DRP). Sequenciamento de operações. Controle do chão de fábrica por simulação. Manufatura integrada por computador (CIM). Técnicas industriais japonesas (JIT). Tecnologia de produção otimizada (OPT). Exemplos e experiências. Fronteiras do conhecimento. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 54 OBJETIVO A disciplina tem por objetivo fornecer aos alunos os conceitos básicos e aplicações das técnicas usuais de gerência do fluxo de materiais no processo produtivo, assim como dimensionamentos e movimentações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AXSATER, S. Inventory control, Norwell, Massachusetts, Kluer Academic Publisher, 2000. CHASE, R.B.; AQUILANO, N.J.; JACOBS, F.R. Production and Operations Management: Manufacturing and Services. 8ed. McGraw-Hill, 1998. GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. 8 ed. São Paulo: Pioneira e Thomson, Learning, 2002. HANKE, J.E.; REITSCH, A.G. Business Forecasting, Prentice Hall, Upper Saddle River, New Jersey, 1998. HOPP, W.J. & SPEARMAN, M.L. Factory Physics: foundations of manufacturing management. 2.ed., Boston, Irwin / McGraw-Hill, 2000. LUSTOSA, L.J.; MESQUITA, M.A.; QUELHAS, O.L.G.; OLIVEIRA, R.J. Planejamento e Controle da Produção. Editora Campus, 2008. MAKRIDAKIS, S.; WHEELWRIGHT, S.C. Forecasting: Methods and Applications, 3ªed. Wiley, New York, 1998. RAGSDALE, C.T. Spreadsheet Modeling and Decision Analysis: a practical introduction to management science. 3.ed., Ohio, South-Western College Pub., 2001. SHOOK, J.; ROTHER, M. Manual. Aprendendo a enxergar. Leam Institute Brasil. São Paulo: IMAM, s/d. WOMACK, J.P.; JONES, D.T. A Mentalidade enxuta nas empresas. Rio de Janeiro: Campus, 1998. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA NENHUM 40 HORAS ESTUDOS ÉTNICO RACIAl, DIVERSIDADE E MEIO AMBIENTE EMENTA Diversidade étnico-racial e os desafios das instituições no contexto brasileiro. Sensibilidade ecológica e responsabilidade social. Garantia de direitos, trabalho e cidadania. OBJETIVO Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 55 Habilitar os estudantes a refletir sobre a formação étnico-racial da nação brasileira. Capacitar os estudantes a refletirem sobre a formação para o mundo do trabalho nas condições históricas brasileira. Discutir aspectos da inclusão educacional e o meio ambiente, visando o respeito à diversidade. Elaborar as questões étnico-culturais e desafios institucionais no contexto brasileiro, especialmente no que tange à educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABRAHAM, Ralph; McKENNA, Terence; SHELDRAKE, Rupert. Caos, criatividade e o retorno do sagrado. São Paulo: Cultrix, 1994. BARROS, José Márcio. A crise e a cultura. Disponível em: <http://www.portalseer.ufba.br/index.php/pculturais/article/view/3731/2800>. Acesso em: 12 abr. 2010. ______.; OLIVEIRA JÚNIOR, José (Org.). Pensar e agir com a cultura: desafios da gestão cultural. Belo Horizonte: Observatório da Diversidade Cultural, 2011. BATISTA, Cristina Abranches Mota. Inclusão: construção na diversidade. Belo Horizonte: Armazém de Idéias, 2004. BROWN, Molly Young; MACY, Joanna. Nossa vida como gaia. São Paulo: Gaia, 2004. CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. Editora José Olympio, Rio de Janeiro, 1977. GUATTARI, Felix. As três ecologias. Campinas,SP: Papirus, 1997. HARRIS, Jonathan M. Environmental and natural resource economics: a contemporary approach. Disponível em: <http://www.ase.tufts.edu/gdae/pubs/te/ENRE/Ch4_Common_Property.pdf>. Acesso em: 12 jul. 2010. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA LABORATÓRIO DE MECÂNICA E ELETRICIDADE 2000 HORAS 120 HORAS EMENTA Propiciar ao aluno a possibilidade de aproximação com máquinas operatrizes convencionais e não convencionais bem como os princípios básicos de eletricidade OBJETIVO Propiciar ao aluno o contato com laboratório de mecânica e elétrica, buscando despertar no aluno a Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 56 criatividade e aguçar sua visão quanto ao desenvolvimento de produto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A ser sugerida em projetos específicos para cada turma. 7º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA PROCESSOS DE 2360 HORAAS 80 HORAS FABRICAÇÃO EMENTA Teoria do corte dos metais; usinabilidade dos materiais: variáveis de influência na vida da ferramenta; custos da aplicação de fluidos de corte; custos de produção e usinabilidade; viabilidade econômica dos processos de torneamento, fresamento, furação e retificação. Processos de conformação, laminação, estampagem, trefilação e extrusão, equipamentos aplicados em processos de conformação. Custos de processos de conformação. Planejamento de estações de produção. OBJETIVO Proporcionar conhecimentos sobre usinagem dos metais e nos processos de conformação com ênfase na gestão do processo considerando a maximização da produção e minimização dos custos do processo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERRARESI, D. Fundamentos de usinagem de metais. São Paulo, Edgard Blucher. 1990. BOOTHROYD, G. Fundamentals of Metal Machining and Machine Tools, McGraw-Hill, 1989. TRENT, E.M. Metal Cutting, Butterworth-Hieneam Ltd, 4th ed., 2000. ABRAO, A. M., COELHO, R. T., MACHADO, A. R., BACCHI, M. Teoria da Usinagem dos Materiais. 1ª Ed., Editora EDGARD BLUCHER, 384 pag. KALPAKJIAN, S. Manufacturing Processes for Engineering Materials, Ed. Addison-Wesley, 1997. NELSON, D.H., SCHNEIDER, Jr. G., Applied Manufacturing process Planning-with emphasis on Metal Forming and Machining. Prentice Hall, 2001.720p. SHAW, M.C., Principles of Metal Cutting, Oxford Press, London, 1992. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 57 CETLIN, P.R.; HELMAN, H. FUNDAMENTOS DA CONFORMAÇÃO MECÂNICA DOS METAIS. Editora: ArtLiber, 1ª Ed. 264 pag. SCHAEFFER, L. Conformação Mecânica. 1ª Ed. Editora Imprensa Livre, 167 pag. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO ESTRATÉGIA DA PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO E CONTR. CARGA HORÁRIA 80 HORAS DA PRODUÇÃO EMENTA Estratégia de operações: a hierarquia estratégica da qual a estratégia de produção faz parte, a natureza e o conteúdo da estratégia de produção, como os objetivos de desempenho podem ter prioridades diferentes em função dos consumidores e concorrentes da organização e da posição de seus produtos e serviços em seu ciclo de vida. As áreas de decisão da estratégia de produção, o impacto das áreas de decisão da estratégia de produção nos objetivos de desempenho; Projeto de operações: a natureza e o objetivo da atividade de projeto em operações produtivas; a forma como satisfazer os clientes deve ser sempre o objetivo da atividade de projeto; a gestão da atividade de projeto; a forma como o conjunto de opções de projeto se afunila durante a atividade de projeto; como se pode conduzir o projeto para que seja um processo de tomada de decisão; os efeitos de volume e variedade no projeto. OBJETIVO Apresentar as principais técnicas de gerenciamento e controle de produção, tais como: MRP, JIT, Kanbam, técnicas da Teoria das Restrições e elementos de Produção Enxuta. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CONTADOR, J.C. et al., GESTÃO DA PRODUÇÃO – A Engenharia de Produção a serviço da modernização da empresa. 2ª edição. Editora Edgard Blücher Ltda. 2004. CORRÊA, H.L.; Carlos A.C. ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES – Manufatura e Serviços: uma abordagem estratégica. Editora Atlas, 2004. GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. 8ª Ed. São Paulo: Pioneira e Thomson, Learning, 2002. GARVIN, D.A., GERENCIANDO A QUALIDADE. Editora Qualitymark, 2002. LAUGENI, F.P.; MARTINS, P.G. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO. Editora SARAIVA - 2ª Ed. 2004. REID, R. D.; SANDERS, N. R., GESTÃO DE OPERAÇÕES. Editora LTC, 2005. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 58 RITZMAN, L.P.; KRAJEWSKI, L.J. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. 8ª Edição. Editora Pearson/ Prentice Hall, 2004. SHOOK, J.; ROTHER, M. Manual. Aprendendo a enxergar. Leam Institute Brasil. São Paulo: IMAM, s/d. WOMACK, J.P.; JONES, D.T. A Mentalidade enxuta nas empresas. Rio de Janeiro: Campus, 1998. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO GESTÃO AMBIENTAL NENHUM CARGA HORÁRIA 80 HORAS EMENTA Gestão Ambiental: histórico e perspectivas. Políticas Públicas Ambientais: instrumentos de comando e controle, instrumentos econômicos e de bem comum. Licenciamento Ambiental. Avaliação de Impacto Ambiental. Gestão Ambiental Empresarial: abordagem e modelos: a variável ambiental nos negócios, o meio ambiente na empresa. Valoração Ambiental Energética: conceitos e aplicações. Sistema de Gestão Ambiental e as Certificações Ambientais. Série ISO 14000 e EMAS. A ISO 140001: Sistema de Gestão: conceitos e procedimentos. Avaliação. Planejamento. Atualização. Implantação. Auditoria. Gerenciamento de resíduos gerados. OBJETIVO Tratar dos aspectos ambientais envolvidos na empresa. Os temas como Avaliação de Impacto e Licenciamento Ambiental de Empresas devem estabelecer o cenário da disciplina, para que assuntos como Gestão Ambiental Empresarial, Valoração Ambiental do ponto de vista Energético, Sistema de Gestão Ambiental e as Certificações Ambientais possam ser apresentados de maneira integrada. A apresentação dos casos práticos ilustra cada um dos conceitos desenvolvidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABNT. ABNT NBR ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental – Requisitos com orientação para uso. 2004 27 p. ABNT. ABNT NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistema de Gestão da qualidade e/ou ambiental. 2002. 26 p. BARBIERI, J.C., Gestão Ambiental Empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. Editora Saraiva. 2004. DONAIRE, D. Gestão Ambiental na Empresa. Editora Atlas. 2a. Edição.1999. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 59 KNIGHT, A. E HARRINGTON, H.J. A implementação da ISO 14000. Editora Atlas. 2001. REIS, M. J. L. ISO 14000 Gerenciamento Ambiental. Qualitymark Editora. 204 p. 1997. TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa. Editora Atlas, 3a. Edição. 2005. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA MARKETING ESTRATÉGICO NENHUM 80 HORAS EMPRESARIAL EMENTA Marketing Estratégico. Comportamento do Comprador. Planejamento Estratégico Orientado para o Mercado. Análise do Ambiente de Negócios. Análise das Necessidades pela Segmentação. Análise de Atratividade. Análise da Competitividade. Plano de Marketing Estratégico. Decisões Estratégicas de Marketing: Preço, Distribuição, Comunicação. OBJETIVO Mostrar ao aluno a relevância do estudo de Marketing, da Publicidade e Propaganda no contexto da sociedade contemporânea. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, I.S. (org) Os Sentidos da Publicidade., São Paulo: Thomson, 2005. GRACIOSO, F. Marketing. São Paulo: Global, 1998. KOTLER, P. Marketing essencial: conceitos, estratégias e casos. 2ª ed. São Paulo: LUPETTI, M. Planejamento de Comunicação. São Paulo: Futura, 2000. MALHOTRA, N.K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3ªed. Porto Alegre: Bookman, 2001 Prentice Hall, 2005. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 60 INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA PROJETO DE SISTEMA RESITÊNCIA DOS 80 HORAS MECÂNICO MATERIAIS EMENTA Estudar as características de diversos tipos de elementos de máquina, máquinas de levantamento e transporte, transportadores de correia, elevadores de caneca, visando o dimensionamento desses elementos contra falhas estáticas e dinâmicas. Dessa forma, o acadêmico poderá entender melhor o conceito do projeto de sistemas de transporte de cargas nas diversas células de produção das empresas. OBJETIVO Proporcionar o aluno condições de desenvolver projetos de equipamentos de transporte de cargas e pessoas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NORTON, R.L. Projeto de Máquinas Edição: 2ª Editor: Bookman 2003. MELCONIAN, S. Elementos de Máquina. São Paulo. Ed. Érika, 3º ed. edição. NELMANN, G. Elementos de Máquinas. São Paulo: ed. Edgard Blucher. PROVENÇA, F. Mecânica Aplicada, São Paulo, 1975. MELCONIAN, S. Elementos Mecânicos e Resistência dos Materiais. São Paulo. Ed. Érika, 2º ed. NASH, A. W. Resistência dos Materiais – Coleção Shaw. ERDMAN, A. G.; SANDOR, G. N. Mechanism design: analysis and synthesis. 4.ed. New Jersey : Prentice-Hall Inc., 2001. V.1. 8º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 61 PROCESSO E DESENVOLVIMENTO NENHUM 80 HORAS DO PRODUTO EMENTA Visão geral do processo de desenvolvimento de produto, incluindo: conceito de processo de negócio e modelo de referência, desenvolvimento de produto como um processo; fases principais do processo de desenvolvimento de produto; definição e conceitos básicos de gerenciamento de projetos. Apresentação de um modelo de referência para desenvolvimento de produto. Apresentação das fases do processo de desenvolvimento de produto e realização do projeto. Descrição da fase de concepção (anteprojeto) incluindo estratégia de produto, gerenciamento da carteira de projetos e diretrizes de produto. Descrição da fase de conceituação, incluindo conceitos gerais de pesquisa de mercado, desdobramento da função qualidade (QFD), matriz de conceito de produto e viabilidade econômica de projeto. Descrição da fase de projeto do produto e processo, incluindo conceitos básicos e etapas de Projeto para Manufatura e Montagem (DMFA), aspectos humanos e Ergonomia em projeto de produto. OBJETIVO Fornecer ao aluno uma visão integrada do processo de desenvolvimento de produto, desde as etapas iniciais de geração da idéia, avaliação econômica e desenvolvimento do conceito do produto até a preparação da fábrica, produção e lançamento do produto. Apresentar como os principais conhecimentos da formação de engenheiro de produção podem ser aplicados no processo de desenvolvimento de produto. Propiciar uma experiência prática de projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AKAO, Y. Introdução ao Desdobramento da Qualidade. Vol. 1. Belo Horizonte: Editora Fundação Christiano Ottoni, 1996. 187 p. CHENG, L. C. e Outros QFD - Planejamento da Qualidade. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni. 1995. 261 p. KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 2003. ROZENFELD, H., FORCELLINI, F. A., AMARAL, D. C., e outros. Gestão de Desenvolvimento de Produtos. Saraiva, 2005. 576 p. THOMPSON, A.A.; STRICKLAND III, A.J. Planejamento estratégico: elaboração, implementação e execução. São Paulo: Pioneira e Thomson Learning, 2002. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 62 INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA CORROSÃO E DEGRADAÇÃO QUÍMICA GERAL 80 HORAS DOS MATERIAIS EMENTA Introdução corrosão. Oxidação-Redução. Potencial de Eletrodo. Pilhas eletroquímicas. Formas de corrosão. Corrosão: Mecanismos básicos. Meios corrosivos. Heterogeneidades responsáveis por corrosão eletroquímica. Corrosão galvânica. Corrosão eletrolítica. Corrosão seletiva. Corrosão microbiológica. Oxidação e corrosão em temperaturas elevadas. Métodos para combate à Corrosão. Inibidores de corrosão. Modificações no processo, de propriedades de metais e projetos. Revestimentos: Limpeza e Preparo de superfícies. Revestimentos Metálicos. Revestimentos Nãometálicos Inorgânicos. Revestimentos Não-metálicos Orgânicos – Tintas e polímeros. Proteção Catódica. Proteção Anódica. Ensaios de Corrosão – Monitoração – Taxa de Corrosão. OBJETIVO Capacitar para a atuação como gestores em sistemas de inspeção em equipamentos, com formação integrada das diversas áreas do conhecimento que as compõem, bem como a participação na execução e implementação de planejamentos, projetos, operação e manutenção de setores de interesse industrial BIBLIOGRAFIA BÁSICA Dutra, A. C., Nunes, L. P. Proteção Catódica: técnica de combate à corrosão. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência. 1991. Gentil, Vicente. Corrosão. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1996. Ramanatham, Lalgudi. Corrosão e seu controle. São Paulo: Hemus. 1988. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: LOGÍSTICA E TRANSPORTE PRÉ-REQUISITO ESTRATÉGIA DA PRODUÇÃO CARGA HORÁRIA 80 HORAS EMENTA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 63 Introdução a sistemas logísticos integrados. Estratégia logística. Gerenciamento de inventários. Gerenciamento de sistemas de distribuição e de transporte. Sistemas de informação para logística. Logística internacional. Problema do ponto central. Distribuição espacial aleatória. Sistemas de coleta-distribuição. Dimensionamento de depósitos e armazéns. Estratégia de distribuição considerando os custos de estoque e de transporte. Localização de instalações. Roteamento de veículos. OBJETIVO Proporcionar conhecimentos de ambientes produtivos e de operações envolvendo transportes internos e externos, logística e cadeias de suprimentos e produtivas, que quando integradas sistemicamente, permitem em seu conjunto, obter vantagens competitivas concorrenciais em novos ambientes empresariais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGOSTINHO, M. E. Complexidade e organizações: em busca da gestão autônoma. São Paulo: Atlas, 2003. BATALHA, M.O. (ORG). Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 2001. BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BERTAGLIA, P.R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, 2003. DEMO, P. Complexidade e aprendizagem. São Paulo: Atlas. 2002. FLEURY, P.F. et al. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: atlas, 2000. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIO DE MONOGRAFIA 40 HORAS EMENTA Estrutura do trabalho de caráter monográfico; aplicação dos fundamentos teóricos no desenvolvimento do projeto específico de monografia; orientação e acompanhamento na elaboração do trabalho monográfico: discussão, técnica e estratégia para a escolha do problema, o planejamento, preparação e apresentação da monografia final de curso de acordo com as normas da ABNT, considerando as diversas fases de desenvolvimento e os diferentes componentes estruturais do trabalho monográfico. Seminário de trabalhos de conclusão de curso de caráter monográfico. Organização e realização das bancas de defesa pública das monografias. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 64 OBJETIVO Possibilitar ao aluno a compreensão e elaboração de trabalho monográfico através de instrumentalização metodológica de problemas para pesquisa, investigação e produção textual a partir de interpretações e resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACEVEDO, Claudia Rosa / NOHARA, Jouliana Jordan Monografia no Curso de Administração(2006) ED.ATLAS SALOMON, Delcio Vieira Como Fazer uma Monografia (1999) ED.MARTINS FONTES MARION, Jose Carlos / DIAS, Reinaldo / TRALDI, Maria Cristina Monografia para os Cursos de Administração, (2002) ED.ATLAS TACHIZAWA, Takeshy / MENDES, Gildasio Como Fazer Monografia na Pratica (1998) ED.FGV GONÇALVES, Hortencia de Abreu Manual de Monografia - Dissertação e Teses (2004) ED.AVERCAMP INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO GESTÃO DE PESSOAS CARGA HORÁRIA NENHUM 80 HORAS EMENTA Introdução à Administração de Recursos Humanos. Gestão Estratégica de RH. Fundamentos da administração da Gestão de RH. Concepção da pessoa no ambiente organizacional segundo parâmetros éticos para a formação do administrador. O papel da área de "recursos humanos na Gestão de pessoas". Integração da pessoa no ambiente de trabalho. OBJETIVO Assimilar os principais pressupostos teóricos que fundamentam a definição de políticas e práticas de Gestão de Pessoas nas Empresas; Conhecer as principais atividades e procedimentos dos vários subsistemas da Administração de Pessoas e os impactos de sua operacionalização em diferentes instâncias organizacionais; Familiarizar-se com processo de formulação de Políticas de Gestão de Pessoas, identificando seus elementos componentes para implementação e avaliação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, L. N. H. Cultura administrativa: uma nova perspectiva das relações entre antropologia e administração. São Paulo: RAE, 1998. BOWDITCH, J.L. & BUONO, A.F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, 1999. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 65 CARVALHO, A.V. de. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 1998. v. 1, 2. CHIAVENATO, I., Recursos Humanos. Ed. Compacta. 5. Ed. São Paulo: Atlas, 1998. FLEURY, M.T.L. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo, Atlas, 2000. LODI , J.B. A ética na empresa familiar . São Paulo: Pioneira, 1998. PRATES, M.A .; BARROS, B.T. O estilo brasileiro de administrar. SP: Atlas, 1999. ROBBINS, S.P. Comportamento Organizacional. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1999. ROBBINS, S.P., Administração: mudanças perspectivas. São Paulo: Saraiva. VIEIRA, M. M. F. & OLIVEIRA, L.M.B. Administração contemporânea. SP, Atlas, 1999. São Paulo: Saraiva, 1999. WOOD JR., T. (coord.). Mudança organizacional. São Paulo, Atlas, 1999. 9º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO ELETROTÉCNICA E INSTALAÇÕES 80 HORAS INDUSTRIAIS EMENTA Visão geral do processo de desenvolvimento de produto, incluindo: conceito de processo de negócio e modelo de referência, desenvolvimento de produto como um processo; fases principais do processo de desenvolvimento de produto; definição e conceitos básicos de gerenciamento de projetos. Apresentação de um modelo de referência para desenvolvimento de produto. Apresentação das fases do processo de desenvolvimento de produto e realização do projeto. Descrição da fase de concepção (anteprojeto) incluindo estratégia de produto, gerenciamento da carteira de projetos e diretrizes de produto. Descrição da fase de conceituação, incluindo conceitos gerais de pesquisa de mercado, desdobramento da função qualidade (QFD), matriz de conceito de produto e viabilidade econômica de projeto. Descrição da fase de projeto do produto e processo, incluindo conceitos básicos e etapas de Projeto para Manufatura e Montagem (DMFA), aspectos humanos e Ergonomia em projeto de produto. OBJETIVO Compreender a automação da produção industrial como ciência aplicada e aplicar os Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 66 conhecimentos mais modernos em mecanização, automação e automação flexível. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPELLI A., Automação Industrial São Paulo: Editora ERICA. 240 p. 2006 KEITH CHEATLE, Fundamental of Test Measurement Instrumentation, Publisher ISA, 2006. MORAES, C.C.; Castrucci, P. L., Engenharia de Automação Industrial. São Paulo: LTC Editora, 2001. PAZOS, F., Automação de Sistemas & Robótica. São Paulo: Axcel Books, 2002. SLACK, N. et al., Administração da Produção, 2ªed., São Paulo, Atlas, 2002. MIKELL GROOVER, Automação industrial e sistemas de manufatura,3ª edição,Editora Pearson, 592 pag., 2011. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA SISTEMA DE GESTÃO DA NENHUM 80 HORAS QUALIDADE EMENTA A Evolução do Conceito e da prática da Qualidade. Custo da Qualidade e os efeitos do Gerenciamento da Qualidade sobre a Produtividade. Gerenciamento da Qualidade Total e Princípios da qualidade. Sistema de Qualidade: Histórico das normas ISO de sistemas de garantia da qualidade. Normas ISO atuais: NBR ISO 9000:2000; NBR ISO 9001:2000; NBR ISO 9004:2000; Processo de certificação de sistema da qualidade. Sistema de Qualidade: Política da qualidade, objetivos da qualidade, indicadores e metas de melhoria da eficácia do sistema de gestão da qualidade. Procedimentos para: garantia da qualidade na realização do produto; identificação das necessidades e requisitos dos clientes, processos relacionados ao cliente e medição da satisfação do cliente; processos de análise crítica do sistema e de melhoria; gestão de recursos; controle de documentos e registros; sistema documental: manual, procedimentos, instruções de trabalho, registros. OBJETIVO Introduzir os conceitos de qualidade e sistemas de qualidade industrial. Fornecer subsídios para que o aluno tenha condições de, na sua vida profissional futura, projetar e implementar um Sistema da Qualidade segundo os requisitos de sistemas de qualidade ISO 9000. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 67 JURAN, J. M. E GRYNA, F. Quality analysis and planning. New York: MacGraw Hill; 1993. GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade. São Paulo: Quality Mark. 1992. FAESARELLA, I.; SACOMANO, J. B. E CARPINETTI, L. C. R. Gestão da Qualidade: Conceitos e Ferramentas, Gráfica EESC-USP; 1996. BROCKA, B. E BROCKA, M. S. Gerenciamento da Qualidade. São Paulo: Makron Books, 1995. CAMPOS, V. F. TQC - controle de qualidade total (no estilo Japonês). Belo Horizonte: PCO, 1992. ISO 9000:2000 - Vocabulário em gestão de qualidade. ISO 9001:2000 - Sistema de gestão de qualidade – requisitos. ISO 9004-2000 - Diretrizes para melhoria de desempenho. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA ERG. HIGIENE E SEGURANÇA DO NENHUM 80 HORAS TRABALHO EMENTA Ambiente Institucional para a prevenção de acidentes e segurança do trabalho: visão geral das condições de higiene e segurança do trabalho no Brasil; legislação vigente em higiene e segurança do trabalho; órgãos de segurança e medicina do trabalho; profissionais que atuam em Higiene e Segurança do Trabalho; perspectivas da Higiene e Segurança do Trabalho em função da modernização tecnológica e administrativa. Avaliação e prevenção dos principais riscos de acidentes: estudo dos agentes principais agentes agressivos ocupacionais e de metodologias para desenvolvimento de programas de prevenção desses riscos. Conceituação e campo de aplicação da ergonomia; Fundamentos fisiológicos da ergonomia; Fundamentos psicológicos e organizacionais (humanos) da ergonomia. OBJETIVO Apresentar ao aluno o ambiente institucional destinado à ergonomia, higiene e segurança do trabalho de responsabilidades dos profissionais de engenharia. Discutir os principais riscos de acidentes e doenças de trabalho no setor produtivo. Fornecer ao aluno uma capacidade de identificar os principais riscos e saber agir profissionalmente quanto a eles. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina no trabalho. 59. ed. São Paulo: Atlas, 1998. MARANO, V.P. A segurança, a medicina e o meio ambiente do trabalho nas atividades rurais da agropecuária. São Paulo: LTR, 2006. TRAVASSOS, G. Guia prático de medicina do trabalho. São Paulo: LTR, 2004. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 68 FERRAZ, F.; FIGUEIREDO, M.; ALVAREZ, D. Apostila de Ergonomia. Niterói, 2003. GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia. Editora Bookman, Porto Alegre, 1998. GUÉRIN, F. et al. Compreender o Trabalho para transformá-lo. São Paulo: Edgar Blücher, 2001. IIDA, I. Ergonomia: Projeto e Produção. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1995. WISNER, A. A Inteligência no Trabalho. Editora Fundacentro, São Paulo, 1994. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: GESTÃO DA MANUTENÇÃO PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA 3000 HORAS 80 HORAS EMENTA Gestão Estratégica da Manutenção; Tipos de Manutenção; Planejamento e Organização da Manutenção; Métodos e Ferramentas para Aumento da Confiabilidade; Qualidade na Manutenção; Técnicas Preditivas; Análise de Weibull; Manutenção por Avaliação de Vibrações; Manutenção preditiva e Preventiva por Emissão Acústica; Manutenção utilizando equipamentos de Ultra-Sons; Manutenção utilizando equipamentos de Partículas Magnéticas; Engenharia de Manutenção; Procedimentos de Controles de Máquinas e Instalações. OBJETIVO Fornecer os conceitos e técnicas voltadas manutenção industrial focando nos aspectos do TPM – Manutenção Produtiva Total. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KARDEC, A. Manutenção: Função Estratégica. 2ªEd. Qualitymark Rio de Janeiro, 1998. KARDEC, A.; RIBEIRO, H. Gestão Estratégica e Manutenção Autônoma. Ed. Qualitymark. Rio de Janeiro 2002; XAVIER, N. L. Técnicas de Manutenção preditiva em instalações industriais. Vol.1 e 2. Ed.: Ed. Blucher, 1985. INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 69 FINANÇAS NENHUM 80 HORAS EMENTA Introdução à análise financeira. Análise da estrutura patrimonial. Análise da estrutura operacional Análise financeira. Análise econômica. Análise de tendências para o desequilíbrio econômicofinanceiro. OBJETIVO O objetivo desta disciplina é de familiarizar o aluno com a análise de questões de economia e com a prática de finanças empresariais. O curso procurará mesclar aspectos teóricos com as realidades das finanças das empresas brasileiras, públicas ou privadas, permitindo assim ao aluno tanto uma visão conceitual dos problemas como das dificuldades práticas que esta visão possui. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIAMBIAGI, F.; ALÉM, F. Finanças Públicas: teoria e Prática no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1999. MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1997, 463 p. MUSGRAVE, R.; MUSGRAVE, P. Finanças Públicas. Rio de Janeiro: Campus PEREZ JÚNIOR, F. H.; BEGALLI, G. A. Elaboração das demonstrações contábeis. São Paulo: Atlas, 1999, 228 p. RESENDE, F. Finanças Públicas. 2ª ed São Paulo: Atlas, 2001 ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JORDAN, B. D. Princípios de administração financeira. Tradução: Antônio Zoratto Sanvicente. São Paulo: Atlas, 1998, 432 p. STIGLITZ, J. E. Economics of the Public Sector 3ª ed. 2000. 10º PERÍODO INFORMAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA MONOGRAFIA 3000 HORAS 40 HORAS EMENTA Monografia desenvolvida pelo aluno e orientada por um docente envolvido no Curso de Engenharia de Produção. O Projeto de Trabalho tratará de assuntos relevantes do Curso em Engenharia de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 70 Produção, propondo inovações tecnológicas, melhoria de produtos e de sistemas produtivos. Pode ser feito em qualquer período a partir de quando o aluno completar a carga horária de 1800 horas. OBJETIVO Fornecer oportunidade de reunião e aplicação de todos os conhecimentos adquiridos no curso de Engenharia de Produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A bibliografia será recomendada pelo professor orientador no decorrer da monografia. DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3080 HORAS 200 HORAS EMENTA Estágio supervisionado por um docente de qualquer disciplina envolvida com o Curso de Engenharia de Produção. O estágio pode ser feito em uma ou mais empresas e deve totalizar um mínimo de 180 horas. OBJETIVO Fornecer oportunidade de aplicação de conhecimentos fundamentais da Engenharia de Produção no projeto, implementação e aperfeiçoamento de sistemas produtivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A bibliografia será recomendada pelo professor orientador no decorrer do estágio. DISCIPLINA: PRÉ-REQUISITO CARGA HORÁRIA ATIVIDADES NENHUM 120 HORAS COMPLEMENTARES EMENTA Convalidação de 160 horas em trabalhos desenvolvidos por alunos, com ou sem orientação, de cunho científico, extensionista ou projetos reconhecidos pelo IPTAN. OBJETIVO Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 71 Dar liberdade de ação ao aluno e motivá-lo a desenvolver outros projetos pertinentes ao seu desenvolvimento acadêmico. 17. RECURSOS HUMANOS A contratação de professores para o curso de Engenharia de Produção no IPTAN deverá seguir a sugestão da tabela abaixo. Os técnicos de laboratórios deverão ser contratados à medida que os laboratórios forem montados TABELA 2 – Quadro de contratação de professores. 2014 TOTAL 2º 1º 2º SEM SEM P1 P2 P2 2 SEM 2015 1º 2º SEM SEM P4 P6 P8 P3 P5 P7 2 2 2 2016 Total 5 5 P9 10 2 P=Perfil profissional dos professores a serem contratados de acordo com o oferecimento das disciplinas e diretrizes do curso. 18. INFRAESTRUTURA 18.1. EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS Abaixo, apresentamos um demonstrativo das necessidades de equipamentos e mobiliários necessários à implantação do curso de engenharia de produção no IPTAN. 18.2. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO DE ENSINO/PESQUISA. CURSO: Engenharia de Produção EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO INÍCIO DE UTILIZAÇÃO: LABORATÓRIO: Metrologia e Controle de Qualidade DESCRIÇÃO UNID. QUANT. VALOR VALOR Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Adquirido Página 72 DE UNITÁRIO TOTAL MEDIDA Máquina de Medição Sim Não Un. 1 187.000,00 187.000,00 x Un 1 245.000,00 245.000,00 x Medidor de Circularidade Un. 1 90.000,00 80.000,00 x Microscópio ótico Un. 1 22.450,00 22.450,00 x Perfilômetro a Laser Un. 1 100.000,00 100.000,00 x Desempeno de Granito Un. 1 9.000,00 9.000,00 x Projetor de Perfil Un. 1 24.000,00 24.000,00 x Un. 1 420,00 420,00 x Un. 1 180,00 180,00 x Un. 1 22.000,00 22.000,00 x Un. 25 280,00 7.000,00 x Un. 25 700,00 17.500,00 x Un. 1 1.020,00 1020,00 x Un. 1 2.700,00 2700,00 x Un. 1 8000,00 8000,00 x Micrômetro de profundidade Un. 1 5.500,0 5.500,00 x Paralelo ótico 0-25 Un. 1 1.200,00 1.200,00 x Paralelo ótico 25-50 Un. 1 1.500,00 1.500,00 x Relógio comparador digital Un. 1 2.200,00 2.200,00 x Un. 1 360,00 360,00 Un. 1 1.600,00 1600,00 Tridimensional CENTRO DE USINAGEM VERTICAL ROMI D600 Comando Siemens 828D Cabeçote 7 a 7.500 rpm TAF de 20 ferramentas - Mandril BT-40 e opcionais Esquadro de aço 150 x 100 (fio) Esquadro de aço 150 x 100 (reto) Durômetro Digital Kit Paquímetro + micrometro Analógico Kit Paquímetro + micrometro Digital Micrômetro externo 0 - 100 mm Micrômetro interno furo 12 20 mm Micrômetro interno furo 20 50 mm Suporte com base magnética Nível de bolha de precisão TOTAL 738.630,00 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 73 18.3. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA LABORATÓRIO DE ENSINO. CURSO: Engenharia de Produção EQUIPAMENTOS E MOBILÁRIOS PARA LABORATÓRIO INÍCIO DE UTILIZAÇÃO: LABORATÓRIO: Pesquisa Operacional e Tecnologia Gráfica UNID. DESCRIÇÃO DE QUANT. MEDIDA Computadores Softwares Mesa e Cadeira para computadores VALOR VALOR UNITÁRIO TOTAL Adquirido Sim Não Un. 60 2.500,00 150.000,00 Pacote 60 1.000,00 60.000,00 X Conjunto 60 269,00 16.140,00 X TOTAL 226.140,00 18.4. NECESSIDADE EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA ENSINO – SALA DE AULA CURSO: Engenharia de Produção INÍCIO DE UTILIZAÇÃO: EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA SALAS DE AULA UNID. DESCRIÇÃO DE QUANT. MEDIDA VALOR VALOR UNITÁRIO TOTAL Sim Cadeiras para sala de aula Un. 600 60,00 36.000,00 Data Show Un. 10 3.500,00 3.500,00 Quadro Negro Un 2 10 150,00 1500,00 TOTAL Adquirido Não 41.000,00 18.5. NECESSIDADE DE ACERVO BIBLIOGRÁFICO INÍCIO DE UTILIZAÇÃO: 2009 Título Administração da produção Administração da Autor N. Slack et al. Henriqu Valor Valor unitário Total 20 104,00 2.080,00 20 51,00 1020,00 Editora Edição Quant. Atlas 2ª Atlas 2ª Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Adquirido Sim Não Página 74 Produção e e operações – Correa Manufatura e Serviços Gestão logística de transporte de cargas José Vicente Administração de Marcos Marketing Cobra Administração da Maria qualidade e da Esmeral produtividade – da Abordagem do Balleste processo administrativo Controle Estatístico da qualidade Logística empresarial – A perspectiva Brasileira Atlas 2ª 20 55,00 1.100,00 Atlas 2ª 20 90,00 1.800,00 12/2009 Atlas 2ª 20 69,00 1380,00 12/2009 Atlas 2ª 20 60,00 1200,00 12/2009 Atlas 1ª 20 75,00 1.500,00 12/2009 ro Alvarez Eugênio Kahn et al. Paulo Fernand o Fleury TOTAL 10.080,00 19. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC Os procedimentos de avaliação do PPC devem obedecer aos regulamentos do Sistema Nacional de Educação Superior – SINAIS - pertinentes aos cursos de graduação. Deverá ocorrer avaliação periódica quanto à atualização das ementas, unidades curriculares e a bibliografia utilizada. Deve-se ainda, se possível, adotar os instrumentos desenvolvidos pela Comissão Própria de Avaliação do IPTAN e demais instrumentos propostos pela Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão. 19.1 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 19.2. ESTRATÉGIA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Busca-se neste Curso de Engenharia de Produção a formação integral dos alunos, para que se transformem em produtores de conhecimento e não em meros receptores de informações. A proposta é realizar o curso de Engenharia de Produção que ofereça essa autonomia de estudo, utilizando-se de metodologias de interação. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 75 Propõe-se a combinação de uma “Pedagogia da transmissão” - quando o professor (transmissor) expõe o conhecimento ao aluno (receptor), num primeiro momento com exposições orais e leituras dirigidas - até as “Metodologias Problematizadoras”. Quando o professor-mediador utiliza a “Pedagogia da Problematização” e o aluno-construtor problematiza a realidade com formulação de hipóteses, busca da teoria e intervenção nessa mesma realidade. Nesse sentido, as situações-problema se derivam da observação e da experiência prática dos alunos sobre o fazer cotidiano, não sendo, portanto, previamente elaboradas, mas sim estimuladas pelo professor. Podendo atuar em diversas áreas de engenharia, administração e finanças, pode-se dizer que a localização do engenheiro de produção no contexto organizacional está na interface entre o empreendedor e os engenheiros de formação clássica e os demais profissionais das áreas técnicas. Pretende-se assim criar no curso de Engenharia de Produção do IPTAN uma cultura de formação binomial, isto é, uma formação técnica/administrativa. Na necessidade de se comunicar com técnicos e engenheiros, Nosso engenheiro de produção recorre à formação de engenharia e quando precisa se relacionar com a gestão, ele tem toda uma fundamentação teórica, embasado em unidades curriculares como economia, estatística, ferramentas da qualidade, gestão estratégica, entre outras. Vale dizer que seu perfil técnico está intimamente ligado à organização das atividades de produção e otimização da produção, estabelecimento de interfaces entre as áreas que atuam diretamente sobre os sistemas técnicos e a área administrativa da empresa. Dessa forma, propõemse a formação de um perfil profissional que seja capaz de solucionar e/ou propor soluções atuando diretamente nos problemas em pequenas, médias e grandes empresas. O profissional formado em Engenharia de Produção pelo IPTAN receberá conhecimentos que somados a um perfil inovador e empreendedor terá, também, a capacidade de prestar consultoria em empresas, e atuar no mercado na implantação de empresas podendo inclusive implantar e desenvolver seu próprio empreendimento. 19.3. SISTEMA DE AVALIAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM Será adotada avaliação por unidade curricular de acordo com as normas em vigor no Instituto Presidente Tancredo de Almeida Neves - IPTAN. Prevalecerão, também, abordagens construtivistas no saber a ser elaborado de forma interativa entre docente-discente-conteúdo da unidade curricular, preparando o discente para a autonomia reflexiva e criativa, evitando repetição de conteúdos e estimulando a aprendizagem centrada no discente. O Curso deve ser avaliado periodicamente quanto à atualização das ementas, das unidades curriculares e da bibliografia, recomendando a revisão anual em processo consultivo junto ao corpo docente, discente e técnico-administrativo. O sistema de auto-avaliação do curso deverá seguir os itens do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior pertinentes aos cursos de graduação, adotando, sempre que possível, os instrumentos desenvolvidos pela Comissão Própria de Avaliação do IPTAN e demais instrumentos propostos pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Pesquisa e Extensão. Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 76 Dessa forma propõem neste projeto que os acadêmicos sejam avaliados da seguinte forma: a) O cumprimento das atividades definidas nos planos de curso, ou seja, o estudo do conteúdo e a realização de exercícios avaliativos; b) Realização de exames práticos e ou teóricos, observando-se o caráter interdisciplinar dos conteúdos; c) As unidades curriculares que demandarem atividades práticas devem ter carga horária máxima de 25% da carga horária total; d) Conforme as especificidades de cada laboratório, as unidades curriculares que demandam aulas práticas podem ser divididas em subturmas; e) As unidades curriculares que demandarem atividades práticas podem, se o professor julgar necessário conter avaliações específicas às atividades desenvolvidas; f) A monografia será desenvolvida, individualmente, sob a orientação de um ou mais professores, abordando temas relativos à Engenharia de Produção, sendo os resultados avaliados por uma banca composta de três professores do curso. O sistema de avaliação estará de acordo com as normas vigentes aprovadas pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão do IPTAN. Assim, o plano de ensino proposto pelo professor será acompanhado, semestralmente, pelo colegiado do curso ou comissão própria estabelecida pelo conselho. O professor poderá definir ou não a realização de trabalhos e/ou provas por equipes e/ou individual, onde a média mínima para a aprovação no Curso de Engenharia de Produção será 7,0 (nota sete) 20. Anexos 20.1. Fluxograma do Curso Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 77 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 78 Cálculo Numérico para Engenharia 80 horas teóricas Geometria Analítica e Álgebra Linear 80 horas teóricas Modelos Probabilísticos Aplicados a EP 80 horas teóricas Português I nstrumental 40 horas teóricas Linguagem de Programação 40 horas teóricas 40 horas práticas 360 horas teóricas 40 horas práticas I ntrodução a Estatística 40 horas teóricas Desenho Computacional 40 horas teóricas 40 horas práticas Desenho Técnico 80 horas teóricas I ntrodução a Engenharia de produção 40 horas teóricas 360 horas teóricas 40 horas práticas 3280 horas teóricas 400 horas teóricas 560 horas práticas Métodos Estatísticos Aplicados a EP 80 horas teóricas Equaçoes Diferenciais 80 horas teóricas Cálculo Diferencial e I ntegral I I 80 horas teóricas Cálculo Diferencial e I ntegral I 120 horas teóricas Carga Horária Total 400 horas teóricas Contabilidade Geral 80 horas teóricas I ntrodução a Eng. Econômica 80 horas teóricas Psic. e Comport. Organizacional 80 horas teóricas Eletrotécnica e I nst. I ndustriais 80 horas teóricas Ciência e tecnologia dos Materiais 80 horas teóricas Física ll Eletricidade e Magnet. 80 horas teóricas Física l 80 horas teóricas Química geral para Engenharia 80 horas teóricas 4º Periodo 2º ANO 3º Periodo 2º Periodo 1º Periodo 1º ANO 1520 horas teóricas 80 horas práticas 400 horas teóricas Pesquisa Operacional 80 horas teóricas Resistência dos Materiais 80 horas teóricas Metrologia e Controle da Qualidade 80 horas teóricas Administração da Produção 80 horas teóricas Estratégia e Organizações 80 horas teóricas 5º Periodo Projetos de Sit. Mecânicos 80 horas teóricas Laboratório Mecânica e Elétrica 120 horas práticas 640 horas teóricas 120 horas práticas 360 horas teóricas Marketing Empresarial 80 horas teóricas Estudo Étnico Raciais Div ersidade e Meio Ambiente 40 horas teóricas 240 horas teóricas 120 horas práticas Gestão Ambiental 40 horas teóricas Estratégia da Produção 80 horas teóricas Processo de Fabricação 80 horas teóricas 7º Periodo Libras 40 horas teóricas Programação e Controle da Produção 80 horas teóricas Gestão da Cadeia de Suprimento 80 horas teóricas 6º Periodo Carga Horária Total Ciclo Básico 3º ANO 1120 horas teóricas 360 horas práticas Carga Horária Total Ciclo Intermediário Finanças 80 horas teóricas Gestão da Manutenção 80 horas teóricas Erg. Higiene e Seg. do trabalho 80 horas teóricas Automação da Produção 80 horas teóricas Sistema de Gestão da Qualidade 80 horas teóricas 9º Periodo 400 horas teóricas Gestão de Pessoas 80 horas teóricas Seminário de Monografia l 40 horas teóricas Processoso e Des. do Produto 80 horas teóricas Logística e Transporte 80 horas teóricas Corrosão e Degradação dos Materiais 80 horas teóricas 8º Periodo 360 horas teóricas 4º ANO FLUXOGRAMA do Curso de Engenharia de PRODUÇÃO 360 horas práticas Estágio Superv isionado 200 horas práticas Ativ idades Complementares 120 horas práticas Monografia 40 horas práticas 10º Periodo Carga Horária Total Ciclo Profissionalizante 5º ANO Carga Horária parcial dos periodos 20.2. Cronograma do Curso Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Carga Horária Ciclos Unidade Curricular Teórica Semestre/Prérequisito Prática 1º Sem. 2º Sem. 3º Sem. Unidades Curriculares do Ciclo 1 – Básico Calculo Diferencial Integral I 120 Nenhum Introdução a Estatística 40 Nenhum Português Instrumental 40 Nenhum Química Geral 80 Nenhum Introdução a Eng. de Produção 40 Nenhum Linguagem de Programação 40 40 360 40 Subtotal 4º Sem. Nenhum Calculo Diferencial Integral I Física I 80 Calculo Diferencial Integral I Modelos Probabilísticos Aplicados 80 Introdução a Estatística Desenho Técnico 80 Nenhum Geometria Anal. e Álgebra Linear 80 Nenhum Subtotal 400 80 Desenho Computacional 40 Física II - Eletricidade e Magnet. 80 Física I Cálculo Numérico para Engenharia 80 Calculo Diferencial Integral I Métodos Est. Aplicado a E.P 80 Modelos Probabilísticos Aplicados Unidades Curriculares do Ciclo 3 - Básico Unidades Curriculares do Ciclo 2 – Básico 80 Calculo Diferencial Integral II Equações Diferenciais 80 Física II Psic. e Comport. Organizacional 80 Nenhum Introdução a Eng. Econômica 80 Nenhum Ciências e Tec. dos Materiais 80 Química Geral Contabilidade Geral 80 Nenhum Subtotal 360 5º Sem. Calculo Diferencial Integral II 40 Desenho Técnico 40 Unidades Curriculares do Ciclo 4 – Básico Eletrotécnica e Inst. Industriais Unidades Curriculares do Ciclo 5 – intermediário Pesquisa Operacional 80 Calculo Numérico-Geom. Anal. E Alg. Lin. Resistência dos Materiais 80 1200 horas Metrologia e Contr. de Qualidade 80 800 horas Estratégia e Organizações 80 Nenhum Administração da Produção 80 Nenhum 400 Subtotal Total 400 12000 horas Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Página 79 Curso de Engenharia de Produção - IPTAN Carga Horária Ciclos Unidade Curricular Teórica Semestre/Prérequisito Prática 6º Sem. 7º Sem. 8º Sem. 9º Sem. Unidades Curriculares do Ciclo 6 - Intermediário Libras 40 Nenhum Gestão da Cadeia de Suprimento 80 Estratégia e Organizações Progr. e Controle da Produção 80 Estratégia e Organizações Estudo Étnico Racial, Diversidade e meio Ambiente 40 Nenhum Laboratório de Mec. e Elétrica Subtotal 120 2.000 horas 360 Unidades Curriculares do Ciclo 7 - Profissionalizante Processo de Fabricação 80 2.360 horas Estratégia da Produção 80 Programação e Contr. da Prod. Gestão Ambiental 40 Nenhum Marketing Empresarial 80 Nenhum Projetos de Sist. Mecânicos 80 Resistência dos Materiais Subtotal 10º Sem. 360 Unidades Curriculares do Ciclo 9 - Profissionalizante Unidades Curriculares do Ciclo 8 - Profissionalizante Processos e Desenv. do Produto 80 Nenhum Corrosão e Degradação dos Mat. 80 Química Geral Logística e Transporte 80 Estratégia da Produção Seminário de Monografia I 40 Nenhum Gestão de Pessoas 80 Nenhum Automação da Produção 80 Eletrotécnica e Instalações Industriais Sistema de Gestão da Qualidade 80 Nenhum Erg. Higiene e Seg. do trabalho 80 Nenhum Gestão da Manutenção 80 3.000 horas Finanças 80 Nenhum Subtotal Subtotal 360 400 Unidades Curriculares do Ciclo 10 - Profissionalizante Monografia 40 3.000 horas Atividades Complementares 120 Nenhum Estágio Supervisionado 200 3.080 horas Subtotal Total Geral 3360 1840 Resumo Total de Carga Horária do Ciclo Básico 16001111.600 horas Total de Carga Horária do Ciclo Intermediário 760 Total de Carga Horária do Ciclo Profissionalizante 1480 Total de Carga Horária para Integralização do Curso Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção - IPTAN 760 horas 1.480 horas 3.840 horas Página 80